Vous êtes sur la page 1sur 34
Q UÍMICA I NORGÂNICA 3- E QUILÍBRIO QUÍMICO
Q UÍMICA I NORGÂNICA 3- E QUILÍBRIO QUÍMICO
Q UÍMICA I NORGÂNICA 3- E QUILÍBRIO QUÍMICO

QUÍMICA INORGÂNICA

3- EQUILÍBRIO QUÍMICO

EQUILÍBRIO QUÍMICO
EQUILÍBRIO QUÍMICO

Muitas reações ocorrem completamente e de forma

O que você deve saber sobre

EQUILÍBRIO QUÍMICO Muitas reações ocorrem completamente e de forma O que você deve saber sobre irreversível

irreversível como por exemplo a reação da queima de um papel ou palito de fósforo.

Existem também sistemas, em que as reações direta e

inversa ocorrem simultaneamente. Essas reações são chamadas de reversíveis e é representada por

EQUILÍBRIO QUÍMICO Muitas reações ocorrem completamente e de forma O que você deve saber sobre irreversível
ou .
ou
.

Dizemos que esses sistemas estão em equilíbrio.

EQUILÍBRIO QUÍMICO  Reação Química: É o processo de mudança ou conversão de uma ou mais
EQUILÍBRIO QUÍMICO
EQUILÍBRIO QUÍMICO
  • Reação Química: É o processo de

mudança ou conversão de uma ou mais

substâncias em outras.

  • Quando uma reação química atinge o

equilíbrio?

Uma reação química atinge o equilíbrio

quando as velocidades de consumo dos

reagentes e aparecimento dos produtos são iguais.

I. Características do Estado de Equilíbrio  Natureza Dinâmica A primeira característica do estado de equilíbrio
I. Características do Estado de Equilíbrio
I. Características do Estado
de Equilíbrio
  • Natureza Dinâmica

A primeira característica do estado de

equilíbrio é ser dinâmico; trata-se de uma situação permanente mantida pela

igualdade de velocidades de duas

reações químicas opostas.

I. Características do Estado de Equilíbrio  Espontaneidade A segunda generalização é que o sistema tendem
I. Características do Estado de Equilíbrio
I. Características do Estado
de Equilíbrio
  • Espontaneidade

A segunda generalização é que o

sistema tendem a atingir um estado de equilíbrio. O equilíbrio só será

deslocado por alguma influência

externa, e uma vez deixado a si próprio, o sistema perturbado voltará ao

normal.

I. Características do Estado de Equilíbrio  Reversibilidade A terceira generalização é que a natureza e
I. Características do Estado de Equilíbrio
I. Características do Estado
de Equilíbrio
  • Reversibilidade

A terceira generalização é que a

natureza e as propriedades do equilíbrio são iguais, não importa a direção a

partir da qual ele é atingido.

I. Características do Estado de Equilíbrio  Natureza Termodinâmica A quarta generalização diz que o estado
I. Características do Estado de Equilíbrio
I. Características do Estado
de Equilíbrio
  • Natureza Termodinâmica

A quarta generalização diz que o estado

do equilíbrio representa um meio-

termo entre duas tendências opostas: a

propensão das moléculas a assumir

estado de energia mínima e o ímpeto das moléculas assumir um estado de

máxima entropia.

II. Representação gráfica do equilíbrio:

II. Representação gráfica do equilíbrio: No início da reação a velocidade direta é máxima, pois temos

No início da reação a velocidade direta é máxima, pois

temos uma maior concentração do reagente e, a velocidade da reação inversa é nula, pois não temos, ainda, um produto.

À medida que a reação se processa a velocidade da

reação direta diminui e da reação inversa aumenta.

II. Representação gráfica do equilíbrio: No início da reação a velocidade direta é máxima, pois temos

II. Representação gráfica do equilíbrio:

II. Representação gráfica do equilíbrio: No momento em que as duas velocidades se igualam dizemos que

No momento em que as duas velocidades se igualam

dizemos que a reação química atingiu o EQUILÍBRIO QUÍMICO e, as concentrações dos seus participantes permanecem constantes.

II. Representação gráfica do equilíbrio: No momento em que as duas velocidades se igualam dizemos que

III. Equilíbrio homogêneo e heterogêneo
III. Equilíbrio homogêneo e
heterogêneo

Equilíbrio químico no qual todas as substâncias

 

que fazem parte são de mesma fase ou estado físico é chamado de equilíbrio homogêneo.

O equilíbrio heterogêneo é aquele no qual uma

substância, no mínimo, está em uma fase diferente

das outras.


IV. Constante de Equilíbrio em termos de concentração
IV. Constante de Equilíbrio em
termos de concentração

O cálculo da constante de equilíbrio foi formulado pela primeira vez pelos noruegueses

Guldberg e Waage em 1964.

Eles observaram que a concentração molar dos reagentes e produtos em uma reação química em

equilíbrio sempre obedecia a uma certa relação,

característica para cada tipo de reação e dependente apenas da temperatura, a qual eles

denominaram de constante de equilíbrio.


IV. Constante de Equilíbrio em termos de concentração
IV. Constante de Equilíbrio em
termos de concentração

Eles propuseram a lei da ação das massas que relaciona a rapidez de uma transformação

química com as concentrações dos reagentes em

quantidade de matéria (mol/L), podendo ser enunciada da seguinte forma:

 IV. Constante de Equilíbrio em termos de concentração Eles propuseram a lei da ação das

IV. Constante de Equilíbrio em termos de concentração
IV. Constante de Equilíbrio em
termos de concentração

Observaram que o fator importante na determinação da velocidade ou taxa de uma

reação química não é apenas a quantidade de

reagente, mas sim a quantidade de reagente por unidade de volume.

 IV. Constante de Equilíbrio em termos de concentração Observaram que o fator importante na determinação
IV. Constante de Equilíbrio em termos de concentração
IV. Constante de Equilíbrio em
termos de concentração

O cálculo da constante de equilíbrio foi enunciado como



a lei de ação das massas. aA + bB c C + d D a expressão da constante de equilíbrio (Kc) é dada por :

IV. Constante de Equilíbrio em termos de concentração O cálculo da constante de equilíbrio foi enunciado

Participantes sólidos não devem ser representados na expressão da constante de equilíbrio (Kc), pois suas concentrações são sempre constantes.

Equilíbrios em meio aquoso, a água líquida, H 2 O (l) , não fará parte da expressão da constante de equilíbrio.

IV. Constante de Equilíbrio em termos de concentração  Veja exemplos de representação do Kc em
IV. Constante de Equilíbrio em termos de concentração
IV. Constante de Equilíbrio em
termos de concentração

Veja exemplos de representação do Kc

em equilíbrio homogêneos:

IV. Constante de Equilíbrio em termos de concentração  Veja exemplos de representação do Kc em
IV. Constante de Equilíbrio em termos de concentração  Veja exemplos de representação do Kc em
V. Interpretação do valor de Kc e extensão da reação  Considere as seguintes situações de

V. Interpretação do valor de Kc e

extensão da reação
extensão da reação
  • Considere as seguintes situações de equilíbrio e as respectivas constantes:

V. Interpretação do valor de Kc e extensão da reação  Considere as seguintes situações de
V. Interpretação do valor de Kc e extensão da reação  Considere as seguintes situações de
 

VI. Constante de Equilíbrio em

termos de pressão
termos de pressão

Quando pelo menos um dos participantes do equilíbrio é um

gás, a constante de equilíbrio pode ser expressa em termos de

pressões parciais dos gases envolvidos, e nesse caso, será

representada por

Kp.

.

Assim, as expressões de Kc e Kp para os equilíbrios a seguir são dadas por:

  VI. Constante de Equilíbrio em termos de pressão Quando pelo menos um dos participantes

Na expressão de Kp, só deve ser representados os componentes gasosos.

Kp= Kc (RT), em que n é a variação de no número de mol.

VII. Deslocamento de Equilíbrio

  • Princípio de Le Chatelier

Quando um sistema está em equilíbrio, a velocidade da

reação direta é igual à velocidade da inversa.

Se não ocorrer a ação de nenhum agente externo, ele tende permanecer nessa situação indefinidamente.

Porém, se for exercida uma ação externa sobre esse

equilíbrio, ele tende reagir de maneira a minimizar os efeitos dessa ação.

  • Esse é o tema do Princípio de Le Chatelier, publicado em

1884:

“Quando se aplica uma força em um sistema em

equilíbrio, ele tende a se reajustar no sentido de

diminuir os efeitos dessa força.”

VIII.Fatores que afetam o equilíbrio  Concentração O aumento da concentração dos reagentes desloca o equilíbrio
VIII.Fatores que afetam o equilíbrio
Concentração
O aumento da concentração dos reagentes desloca o
equilíbrio para formação dos produtos. ()

O aumento da concentração dos produtos desloca o equilíbrio para os reagentes ().

A remoção de produtos desloca o equilíbrio para formação dos produtos, ou seja reação direta ().

VIII.Fatores que afetam o equilíbrio  Concentração O aumento da concentração dos reagentes desloca o equilíbrio
VIII. Fatores que afetam o equilíbrio  Temperatura
VIII. Fatores que afetam o equilíbrio
Temperatura
VIII. Fatores que afetam o equilíbrio  Temperatura A temperatura, além de provocar deslocamento do equilíbrio,

A temperatura, além de provocar deslocamento do equilíbrio, é único fator responsável por alterações na constante de equilíbrio (Kc).

VIII. Fatores que afetam o equilíbrio  Temperatura A temperatura, além de provocar deslocamento do equilíbrio,
VIII. Fatores que afetam o equilíbrio  Pressão Quando aumentamos a pressão sobre um equilíbrio
VIII. Fatores que afetam o equilíbrio
Pressão
Quando aumentamos a pressão sobre um equilíbrio
VIII. Fatores que afetam o equilíbrio  Pressão Quando aumentamos a pressão sobre um equilíbrio gasoso,

gasoso, à temperatura constante, ele desloca no sentido da reação capaz de diminuir esse aumento da pressão e

vice-versa.

VIII. Fatores que afetam o equilíbrio  Pressão Quando aumentamos a pressão sobre um equilíbrio gasoso,


Adição de um gás inerte

Se um gás inerte for introduzido num reator contendo outros gases em equilíbrio, ele causará

um aumento na pressão total dentro do recipiente.

Esta espécie de aumento de pressão, contudo, não afetará a posição de equilíbrio, porque não alterará as pressões parciais ou as concentrações de quaisquer das substancias já presentes.

Efeitos dos Catalisadores sobre o equilíbrio

  

Catalisadores são substâncias que aumentam a velocidade

das reações químicas pela diminuição da energia da ativação.

Catalisadores não alteram o equilíbrio.

Os catalisadores apenas diminuem o tempo necessário para que a reação atinja o equilíbrio.

Efeitos dos Catalisadores sobre o equilíbrio    Catalisadores são substâncias que aumentam a velocidade

IX. Determinação da constante do

equilíbrio
equilíbrio
IX. Determinação da constante do equilíbrio  O conhecimento da constante de equilíbrio de uma reação
  • O conhecimento da constante de equilíbrio

de uma reação química possibilita a previsão e interpretação de vários aspectos da

composição do sistema em equilíbrio.

  • A magnitude de K indica a “posição” de um

equilíbrio químico, se os reagentes ou os

produtos são favorecidos no equilíbrio.

IX. Determinação da constante do

equilíbrio
equilíbrio
IX. Determinação da constante do equilíbrio  O conhecimento das propriedades de K faz com que
  • O conhecimento das propriedades de K faz

com que se possa interpretar a mudança na composição, resultante de alterações nas

condições da reação, tais como a temperatura

e pressão.

  • Estas aplicações são importantes na química, e são usadas para discutir à respeito da solubilidade, comportamento de ácidos, bases e sais, e ocorrência de reações de óxido- redução.

Etapas para o cálculo da constante de

equilíbrio:
equilíbrio:
Etapas para o cálculo da constante de equilíbrio:  Escrever a equação química balanceada e então:
  • Escrever a equação química balanceada e então:

1) Estabelecer uma tabela de equilíbrio, mostrando as concentrações molares iniciais de cada uma das substâncias que tomam parte na reação.

  • Esta etapa mostra como o químico prepara o sistema da reação, isto é, o que e quanto de cada uma das substâncias são colocadas no recipiente.

  • Para misturas, concentrações molares são relativas a 1 mol L -1 e pressões parciais são relativas a 1 atm.

  • Para sólidos e líquidos puros, as concentrações molares são todas iguais a 1.

Etapas para o cálculo da constante de

equilíbrio:
equilíbrio:
Etapas para o cálculo da constante de equilíbrio: 2) Escrever as variações nas concentrações molares que

2) Escrever as variações nas concentrações

molares que são necessárias para que a reação alcance o equilíbrio.

  • É comum não se conhecer estas alterações, então se escreve uma delas como sendo x e através da estequiometria da reação, se expressa as outras

alterações em função do x.

Etapas para o cálculo da constante de

equilíbrio:
equilíbrio:
Etapas para o cálculo da constante de equilíbrio: 3) Escrever as concentrações molares de equilíbrio, adicionando

3) Escrever as concentrações molares de

equilíbrio, adicionando as alterações na concentração (da etapa 2) para a

concentração inicial de cada uma das

substâncias (da etapa 1).

  • Lembrar sempre que embora uma variação na

concentração possa ser positiva (um aumento) ou negativa (um decréscimo), o valor da

concentração deve ser sempre positivo.

Etapas para o cálculo da constante de

equilíbrio:
equilíbrio:
Etapas para o cálculo da constante de equilíbrio: 4) Usar o quociente da reação e a

4) Usar o quociente da reação e a constante

de equilíbrio para determinar o valor da concentração molar desconhecida no

equilíbrio.

  • Nesta etapa, as concentrações de equilíbrio que

foram determinadas na etapa 3 são substituídas

no quociente da reação. A expressão resultante

pode ser resolvida para achar o valor de x. O

mesmo procedimento pode ser feito para calcular

composições em termos de pressões parciais.

Etapas para o cálculo da constante de

equilíbrio:
equilíbrio:
Etapas para o cálculo da constante de equilíbrio:  Exemplo: Uma mistura consistindo de 0,500 mol
  • Exemplo: Uma mistura consistindo de 0,500 mol N 2 L -1 e 0,800 mol H 2 L -1 em um recipiente reage e alcança o equilíbrio. No equilíbrio, a concentração da amônia é 0,150 mol L-1 .

  • Calcule o valor da constante de equilíbrio para:

N 2(g) + 3 H 2(g) 2 NH 3(g)

Etapas para o cálculo da constante de

equilíbrio:
equilíbrio:
  • Solução: Precisamos saber as concentrações de equilíbrio de cada uma das substâncias na mistura que está reagindo e então substituir aqueles valores.

Etapas para o cálculo da constante de equilíbrio:  Solução: Precisamos saber as concentrações de equilíbrio
  • Devido ao fato das concentrações molares iniciais de cada um dos reagentes serem conhecidas (etapa 1; inicialmente não há amônia presente) e o aumento na concentração molar de equilíbrio do produto ser conhecido (etapa 2), o decréscimo na concentração molar de cada um dos reagentes pode ser calculado através da estequiometria da reação.

Etapas para o cálculo da constante de

equilíbrio:
equilíbrio:
Estabelecer a tabela de equilíbrio:
Estabelecer a tabela de equilíbrio:

Etapas para o cálculo da constante de

equilíbrio:
equilíbrio:
Etapas para o cálculo da constante de equilíbrio:  Etapa 4. Para obter a constante de
  • Etapa 4. Para obter a constante de equilíbrio, os valores das concentrações no equilíbrio da etapa 3 são inseridas no quociente da reação:

Etapas para o cálculo da constante de equilíbrio:  Etapa 4. Para obter a constante de
Cálculos – Constante de Equilíbrio
Cálculos – Constante de Equilíbrio
Cálculos – Constante de Equilíbrio  Exercícios
  • Exercícios