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07/01/2017

MinistériodaSaúde

07/01/2017 MinistériodaSaúde MinistériodaSaúde GabinetedoMinistro PORTARIANº1.996,DE20DEAGOSTODE2007 Dispõe sobre

MinistériodaSaúde

GabinetedoMinistro

PORTARIANº1.996,DE20DEAGOSTODE2007

Dispõe sobre as diretrizes para a implementação da Política NacionaldeEducaçãoPermanenteemSaúde.

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições legais, conferidas pelo inciso II do artigo 87 da

ConstituiçãoFederalde1988,e

Considerando a responsabilidade do Ministério da Saúde na consolidação da Reforma Sanitária Brasileira, por meio do fortalecimentodadescentralizaçãodagestãosetorial,dodesenvolvimentodeestratégiaseprocessosparaalcançaraintegralidade daatençãoàsaúdeindividualecoletivaedoincrementodaparticipaçãodasociedadenasdecisõespolíticasdoSistemaÚnicode Saúde(SUS);

ConsiderandoaresponsabilidadeconstitucionaldoSistemaÚnicodeSaúdedeordenaraformaçãoderecursoshumanospara

aáreadesaúdeedeincrementar,emsuaáreadeatuação,odesenvolvimentocientíficoetecnológico;

Considerandooartigo14daLeinº8.080, de19desetembrode1990, quetratadacriaçãoedas funções das comissões permanentesdeintegraçãoentreosserviçosdesaúdeeasinstituiçõesdeensino;

ConsiderandoqueparaaformaçãodostrabalhadoresdenívelmédiodaáreadasaúdeénecessárioobservarasDiretrizes Curriculares Nacionais para a educação profissional de Nível Técnico estabelecidas pelo Ministério da Educação, conforme o

Parecernº16/1999,aResoluçãonº04/1999eoDecretonº5.154,de2004;

ConsiderandoqueaEducaçãoPermanenteéoconceitopedagógico,nosetordasaúde,paraefetuarrelaçõesorgânicasentre

ensinoeaçõeseserviços,eentredocênciaeatençãoàsaúde,sendoampliado,naReformaSanitáriaBrasileira,paraasrelações

entreformaçãoegestãosetorial,desenvolvimentoinstitucionalecontrolesocialemsaúde;

Considerando a pactuação da proposta do Ministério da Saúde “Política de Educação e Desenvolvimento para o SUS:

Caminhos para a Educação Permanente em Saúde ­ Pólos de Educação Permanente em Saúde” pela Comissão Intergestores

Tripartite,em18desetembrode2003;

ConsiderandoaResoluçãodoConselhoNacionaldeSaúde­CNSnº330,de4denovembrode2003,queresolveaplicaros

PrincípioseDiretrizesparaaGestãodoTrabalhonoSUS­NOB/RH–SUS,comoPolíticaNacionaldeGestãodoTrabalhoeda

EducaçãoemSaúdenoâmbitodoSUS;

ConsiderandoaResoluçãodoConselhoNacionaldeSaúde­CNSnº335,de27denovembrode2003,queaprovaa“Política

de Educação e Desenvolvimento para o SUS: Caminhos para a Educação Permanente em Saúde”e a estratégia de “Pólos de EducaçãoPermanenteemSaúde”comoinstânciasregionaiseinterinstitucionaisdegestãodaEducaçãoPermanente;

Considerando a Portaria nº 2.474, de 12 de novembro de 2004, que institui o repasse regular e automático de recursos financeirosnamodalidadefundoafundo,paraaformaçãoprofissionaldosAgentesComunitáriosdeSaúde;

ConsiderandoaPortarianº399/GM,de22defevereirode2006,queinstituiasdiretrizesoperacionaisdoPactopelaSaúde;

ConsiderandoaPortarianº598/GM,de23demarçode2006,queestabelecequeosprocessosadministrativosrelativosà

GestãodoSUSsejamdefinidosepactuadosnoâmbitodasComissõesIntergestoresBipartite–CIB;

ConsiderandoaPortarianº699/GM, de30demarçode2006, queregulamentaas diretrizes operacionais dos Pactos pela VidaedeGestão;

ConsiderandoaPortarianº 204/GM, de29dejaneirode2007, quedefinequeofinanciamentodas ações desaúdeéde responsabilidadedastrêsesferasdegestãodoSUS,observadoodispostonaConstituiçãoFederalenaleiorgânicadoSUS;

ConsiderandoaPortarianº372/GM,de16defevereirode2007,quealteraaPortarianº699/GM,de30demarçode2006;

ConsiderandoaPortarianº3.332/GM,de28dedezembrode2006,queaprovaorientaçõesgeraisrelativasaosinstrumentos

doSistemadePlanejamentodoSUS;

Considerandoasdeliberaçõesda3ªConferênciaNacionaldeGestãodoTrabalhoedaEducaçãonaSaúde;e

ConsiderandoasdecisõesdaReuniãodaCITdodia21dejunhode2007,resolve:

Art.1ºDefinirnovasdiretrizeseestratégiasparaaimplementaçãodaPolíticaNacionaldeEducaçãoPermanenteemSaúde,

adequando­aàsdiretrizesoperacionaiseaoregulamentodoPactopelaSaúde.

Parágrafoúnico. A PolíticaNacional deEducaçãoPermanenteem Saúdedeveconsideraras especificidades regionais, a superaçãodasdesigualdadesregionais,asnecessidadesdeformaçãoedesenvolvimentoparaotrabalhoemsaúdeeacapacidade jáinstaladadeofertainstitucionaldeaçõesformaisdeeducaçãonasaúde.

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Art.2ºAconduçãoregionaldaPolíticaNacionaldeEducaçãoPermanenteemSaúdedar­se­ápormeiodosColegiadosde

GestãoRegional,comaparticipaçãodasComissõesPermanentesdeIntegraçãoEnsino­Serviço(CIES).

§1ºOs Colegiados deGestãoRegional,considerandoas especificidades locais eaPolíticadeEducaçãoPermanenteem Saúdenastrêsesferasdegestão(federal,estadualemunicipal),elaborarãoumPlanodeAçãoRegionaldeEducaçãoPermanente emSaúdecoerentecomosPlanosdeSaúdeestadualemunicipais,dareferidaregião,noquetangeàeducaçãonasaúde.

§ 2º As Comissões Permanentes de Integração Ensino­Serviço (CIES) são instâncias intersetoriais e interinstitucionais permanentesqueparticipamdaformulação,conduçãoedesenvolvimentodaPolíticadeEducaçãoPermanenteemSaúdeprevistas

noart.14daLeinº8.080,de1990,enaNOB/RH­SUS.

Art.3ºOsColegiadosdeGestãoRegional,conformeaPortarianº399/GM,de22defevereirode2006,sãoasinstânciasde

pactuaçãopermanenteeco­gestãosolidáriaecooperativa,formadaspelosgestoresmunicipaisdesaúdedoconjuntodemunicípios

deumadeterminadaregiãodesaúdeeporrepresentantesdo(s)gestor(es)estadual(ais).

Parágrafo único. O Colegiado de Gestão Regional deve instituir processo de planejamento regional para a Educação PermanenteemSaúdequedefinaas prioridades, as responsabilidades decadaenteeoapoioparaoprocessodeplanejamento local, conforme as responsabilidades assumidas nos Termos de Compromissos e os Planos de Saúde dos entes federados participantes.

Art.4ºSãoatribuiçõesdoColegiadodeGestãoRegional,noâmbitodaEducaçãoPermanenteemSaúde:

I­construircoletivamenteedefiniroPlanodeAçãoRegionaldeEducaçãoPermanenteemSaúdeparaaregião,apartirdas

diretrizesnacionais,estaduaisemunicipais(desuaáreadeabrangência)paraaeducaçãonasaúde,dosTermosdeCompromisso de Gestão dos entes federados participantes, do pactuado na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e das necessidades de formaçãoedesenvolvimentodostrabalhadoresdasaúde;

II ­ submeter o Plano Regional de Educação Permanente em Saúde à Comissão Intergestores Bipartite (CIB) para homologação;

III­pactuaragestãodosrecursosfinanceirosnoâmbitoregional,quepoderáserrealizadapeloEstado,peloDistritoFederal

eporumoumaisMunicípiosdesuaáreadeabrangência;

IV­incentivarepromoveraparticipaçãonasComissõesdeIntegraçãoEnsino­Serviço,dosgestores,dosserviçosdesaúde,

dasinstituiçõesqueatuamnaáreadeformaçãoedesenvolvimentodepessoalparaosetorsaúde,dostrabalhadoresdasaúde,dos

movimentossociaisedosconselhosdesaúdedesuaáreadeabrangência;

V­acompanhar,monitorareavaliarasaçõeseestratégiasdeeducaçãoemsaúdeimplementadasnaregião;e

VI ­avaliarperiodicamenteacomposição, adimensãoeotrabalhodas Comissões deIntegraçãoEnsino­Serviçoepropor

alterações,casonecessário.

Art. 5ºAs Comissões Permanentes deIntegraçãoEnsino­Serviço(CIES)deverãosercompostas pelos gestores desaúde municipais,estaduaisedoDistritoFederale,ainda,conformeasespecificidadesdecadaregião,por:

I­gestoresestaduaisemunicipaisdeeducaçãoe/oudeseusrepresentantes;

II­trabalhadoresdoSUSe/oudesuasentidadesrepresentativas;

III­instituiçõesdeensinocomcursosnaáreadasaúde,pormeiodeseusdistintossegmentos;e

IV­movimentossociaisligadosàgestãodaspolíticaspúblicasdesaúdeedocontrolesocialnoSUS.

Parágrafo único. A estruturação e a dinâmica de funcionamento das Comissões de Integração Ensino­Serviço, em cada região,devemobedeceràsdiretrizesdoAnexoIIaestaPortaria.

Art.6ºSãoatribuiçõesdasComissõesPermanentesdeIntegraçãoEnsino­Serviço:

I ­ apoiar e cooperar tecnicamente com os Colegiados de Gestão Regional para a construção dos Planos Regionais de EducaçãoPermanenteemSaúdedasuaáreadeabrangência;

II ­ articular instituições para propor, de forma coordenada, estratégias de intervenção no campo da formação e

desenvolvimentodostrabalhadores,àluzdosconceitoseprincípiosdaEducaçãoPermanenteemSaúde,dalegislaçãovigente,e

doPlanoRegionalparaaEducaçãoPermanenteemSaúde,alémdoestabelecidonosAnexosaestaPortaria;

III­incentivaraadesãocooperativaesolidáriadeinstituiçõesdeformaçãoedesenvolvimentodostrabalhadoresdesaúde

aos princípios, àconduçãoeaodesenvolvimentodaEducaçãoPermanenteem Saúde, ampliandoacapacidadepedagógicaem todaarededesaúdeeeducação;

IV­contribuircomoacompanhamento,omonitoramentoeaavaliaçãodasaçõeseestratégiasdeEducaçãoPermanenteem

Saúdeimplementadas;e

V­apoiarecooperarcomosgestoresnadiscussãosobreEducaçãoPermanenteemSaúde,naproposiçãodeintervenções

nessecampoenoplanejamentoedesenvolvimentodeaçõesquecontribuamparaocumprimentodasresponsabilidadesassumidas

nosrespectivosTermosdeCompromissodeGestão.

Art.7ºAabrangênciadoterritóriodereferênciaparaasComissõesPermanentesdeIntegraçãoEnsino­Serviçodeveseguiros

mesmosprincípiosdaregionalizaçãoinstituídanoPactopelaSaúde.

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Parágrafo único. Nenhum Município, assim como nenhum Colegiado de Gestão Regional (CGR), deverá ficar sem sua referênciaaumaComissãoPermanentedeIntegraçãoEnsino­Serviço.

Art. 8º As Comissões Permanentes de Integração Ensino­Serviço deverão contar com uma secretaria executiva para encaminharasquestõesadministrativasenvolvidasnagestãodessapolíticanoâmbitoregional,devendoestarprevistanoPlanode AçãoRegionaldaEducaçãoPermanenteemSaúde.

Art. 9º A ComissãoIntergestores Bipartite(CIB)deverácontarcom oapoiodeumaComissãoPermanentedeIntegração Ensino­Serviço,formadapor:

I­representantesdasComissõesdeIntegraçãoEnsino­ServiçonoEstado;

II­gestoresetécnicos(municipais,estaduaisedoDistritoFederal)indicadospelaCIBparacomporesseespaço;e

III­umrepresentantedecadasegmentoquecompõeasComissõesdeIntegraçãoEnsino­Serviço,conformeoartigo5ºdesta

Portaria.

Art. 10. São atribuições dessa Comissão Permanente de Integração Ensino­Serviço, vinculada à Comissão Intergestores Bipartite:

I ­assessoraraCIB nas discussões sobreEducaçãoPermanenteemSaúde, naelaboraçãodeumaPolíticaEstadualde EducaçãoPermanenteemSaúde;

II­estimularacooperaçãoeaconjugaçãodeesforçoseacompatibilizaçãodasiniciativasestaduaisnocampodaeducação

nasaúde,visandoàintegraçãodaspropostas;e

III ­ contribuir com o acompanhamento, o monitoramento e a avaliação da implementação da Política de Formação e

DesenvolvimentonoâmbitodoSUSedas ações eestratégias relativas àeducaçãonasaúde,constantes doPlanoEstadualde Saúde.

Art.11.SãoatribuiçõesdaComissãoIntergestoresBipartite(CIB),noâmbitodaEducaçãoPermanenteemSaúde:

I­elaborarepactuaroPlanoEstadualdeEducaçãoPermanenteemSaúde;

II­definironúmeroeaabrangênciadas Comissões deIntegraçãoEnsino­Serviço,sendonomínimoumaenomáximoo limitedasregiõesdesaúdeestabelecidasparaoEstado;

III­pactuaroscritériosparaadistribuição,aalocaçãoeofluxodosrecursosfinanceirosnoâmbitoestadual;

IV­homologarosPlanosRegionaisdeEducaçãoPermanenteemSaúde;

V­acompanhareavaliarosTermosdeCompromissodeGestãoestadualemunicipais,noqueserefereàsresponsabilidades

deeducaçãonasaúde;e

VI ­avaliarperiodicamenteacomposição, adimensãoeotrabalhodas Comissões deIntegraçãoEnsino­Serviçoepropor

alterações,casonecessário.

Parágrafoúnico. Os recursos financeiros serãotransferidos aos Fundos Estaduais, doDistritoFederal oudeum oumais Municípios,conformeaspactuaçõesestabelecidasnosórgãosdegestãocolegiada.

Art.12.SãoatribuiçõesdoConselhoEstadualdeSaúde,noâmbitodaEducaçãoPermanenteemSaúde:

I­definirasdiretrizesdaPolíticaEstadualedoDistritoFederaldeEducaçãoPermanenteemSaúde;

II­aprovaraPolíticaeoPlanodeEducaçãoPermanenteemSaúdeEstadualedoDistritoFederal,quedeverãofazerparte

doPlanodeSaúdeEstadualedoDistritoFederal;e

III­acompanhareavaliaraexecuçãodoPlanodeEducaçãoPermanenteemSaúdeEstadualedoDistritoFederal.

Art.13.AformaçãodostrabalhadoresdenívelmédionoâmbitodoSUSdeveseguirasdiretrizeseorientaçõesconstantes

destaPortaria.

Parágrafoúnico.AsdiretrizeseorientaçõesparaosprojetosdeformaçãoprofissionaldeníveltécnicoconstamdoAnexoIII.

Art.14.Anualmente,aSecretariadeGestãodoTrabalhoedaEducaçãonaSaúde,doMinistériodaSaúde,poderápropor

indicadoresparaoacompanhamentodaPolíticaNacionaldeEducaçãoPermanenteemSaúdedentrodoProcessodaPactuação

UnificadadeIndicadores,queserãointegradosaosIndicadoresdoPactopelaSaúdeapósanecessáriapactuaçãotripartite.

Art. 15. O acompanhamento das responsabilidades de educação na saúde será realizado por meio dos Termos de CompromissodeGestãodasrespectivasesferasdegestão.

Art.16.AsSecretariasdeSaúdedosEstados,doDistritoFederaledosMunicípiosmanterãoàdisposiçãodaSecretariade

GestãodoTrabalhoedaEducaçãonaSaúde(SGTES),doMinistériodaSaúde,edosórgãosdefiscalizaçãoecontroletodasas

informaçõesrelativasàexecuçãodasatividadesdeimplementaçãodaPolíticadeEducaçãoPermanenteemSaúde.

Art.17.OfinanciamentodocomponentefederalparaaPolíticaNacionaldeEducaçãoPermanenteemSaúdedar­se­ápor

meiodoBlocodeGestãodoSUS,instituídopeloPactopelaSaúde,ecomporáoLimiteFinanceiroGlobaldoEstado,doDistrito

FederaledoMunicípioparaexecuçãodessasações.

§1ºOscritériosparaalocaçãodosrecursosfinanceirosfederaisencontram­senoAnexoIaestaPortaria.

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§2ºOvalordosrecursosfinanceirosfederaisreferentesàimplementaçãodaPolíticaNacionaldeEducaçãoPermanenteem

SaúdenoâmbitoestadualedoDistritoFederal,constantesdoLimiteFinanceirodosEstadosedoDistritoFederal,serápublicado

paraviabilizarapactuaçãonasCIBssobreofluxodofinanciamentodentrodoEstado.

§ 3º A definição deste repasse no âmbito de cada unidade federada será objeto de pactuação na CIB, encaminhado à ComissãoIntergestoresTripartite(CIT)parahomologação.

Art.18.OsrecursosfinanceirosdequetrataestaPortaria,relativosaoLimiteFinanceirodosMunicípios,dosEstadosedo

DistritoFederal,serãotransferidospeloFundoNacionaldeSaúde,deformaregulareautomática,aosrespectivosFundosdeSaúde.

§1ºEventuaisalteraçõesnovalordorecursoLimiteFinanceirodosMunicípios,dosEstadosedoDistritoFederaldevemser

aprovadasnasComissõesIntergestoresBipartite(CIBs)eencaminhadasaoMinistériodaSaúdeparapublicação.

§2ºAstransferênciasdoFundoNacionaldeSaúdeaosFundosEstaduais,doDistritoFederaleaosMunicipaispoderãoser

alteradasconformeassituaçõesprevistasnaPortarianº699/GM,de30demarçode2006.

Art. 19. OfinanciamentodocomponentefederaldaPolíticaNacionaldeEducaçãoPermanenteem Saúde, consignadono

orçamentodoanode2007,prescindirádasassinaturasdosTermosdeCompromissodoPactopelaSaúde.

§ 1º Para viabilizar o repasse fundo a fundo dos recursos financeiros de 2007, as CIBs deverão enviar o resultado do

processo de pactuação sobre a distribuição e alocação dos recursos financeiros da Educação Permanente em Saúde para homologaçãonaCIT.

§2ºApartirde2008,osrecursosfinanceirosseguirãoadinâmicaestabelecidanoregulamentodoPactopelaSaúdeeserão

repassados apenas aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios que tiverem assinado seus Termos de Compromisso de Gestão.

Art.20.OMinistériodaSaúdeeasSecretariasEstaduaisdeSaúdegarantirãocooperaçãoeassessoramentotécnicosque

sefizeremnecessáriospara:

I ­ organização de um Sistema Nacional de Informação com atualização permanente, com dados referentes à formação técnica/graduação/especialização;

II­elaboraçãodoPlanodeAçãoRegionalparaEducaçãoPermanenteemSaúde;

III­orientaçãodasaçõespropostasàluzdaEducaçãoPermanenteemSaúdeedanormatizaçãovigente;

IV ­ qualificação técnica dos Colegiados de Gestão Regional e das Comissões Intergestores Bipartite para a gestão da PolíticaNacionaldeEducaçãoPermanenteemSaúde;e

V­instituiçãodemecanismosdemonitoramentoedeavaliaçãoinstitucionalparticipativanestaárea.

Art.21.OMinistériodaSaúdeeasSecretariasEstaduaiseMunicipaisdeSaúdeserãoresponsáveispor:

I­planejaraformaçãoeaeducaçãopermanentedetrabalhadoresemsaúdenecessáriosaoSUSnoseuâmbitodegestão,

contandocomacolaboraçãodasComissõesdeIntegraçãoEnsino­Serviço;

II­estimular,acompanhareregularautilizaçãodosserviçosdesaúdeemseuâmbitodegestãoparaatividadescurriculares

eextracurricularesdoscursostécnicos,degraduaçãoepós­graduaçãonasaúde;e

III­articular,juntoàs Instituições deEnsinoTécnicoeUniversitário,mudanças emseus cursos técnicos,degraduaçãoe pós­graduaçãodeacordocomasnecessidadesdoSUS,estimulandoumaposturadeco­responsabilidadesanitária.

Art.22.ReativaraComissãoNacionaldeAcompanhamentodaPolíticaNacionaldeEducaçãoPermanenteemSaúde,coma

atribuição de formular políticas nacionais e definir as prioridades nacionais em educação na saúde, a qual será composta por gestoresdastrêsesferasdegoverno,alémdeatoresdocontrolesocial,dasinstituiçõesdeensinoedetrabalhadoresdosserviços esuasrespectivasrepresentações.

Art.23.EstaPortariaentraemvigornadatadesuapublicação.

JOSÉGOMESTEMPORÃO

ANEXOI

CRITÉRIOSPARAAALOCAÇÃOORÇAMENTÁRIAREFERENTEÀPOLÍTICANACIONALDEEDUCAÇÃOPERMANENTE

EMSAÚDE

AdistribuiçãoeaalocaçãoparaosEstadoseoDistritoFederaldosrecursosfederaisparaaPolíticaNacionaldeEducação

PermanenteemSaúdeobedeceráaoscritériosconformeoquadroquesesegue.

Oprimeirogrupodecritérios tratadaadesãoàs políticas setoriais desaúdequepropõem aalteraçãododesenhotecno­ assistencialemsaúde.Quantomaioraadesãoaessegrupodepolíticas,maiorseráanecessidadedeinvestimentonaqualificação e desenvolvimento de profissionais para atuar numa lógica diferenciada. O peso desse grupo de critérios na distribuição dos recursos federais paraaEducaçãoPermanenteemSaúdeequivalea30%(trintaporcento)dototal.Os dados utilizados sãoda SecretariadeAtençãoàSaúde(DAB/SASeDAPE/SAS)paraoanoanterior.Osseguintescritérioscompõemestegrupo:

C1:CoberturadasEquipesdeSaúdedaFamília(10%);

C2:CoberturadasEquipesdeSaúdeBucal(10%);e

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C3:CoberturadosCentrosdeAtençãoPsicossocial­1caps/100.000hab.(10%)

Osegundogrupodecritérios tratadapopulaçãototal doEstadoedoquantitativodeprofissionais desaúdequeprestam serviçosparaoSistemaÚnicodeSaúde.Quantomaioronúmerodeprofissionaisemaiorapopulaçãoaseratendida,maiorseráa necessidadederecursos parafinanciaras ações deformaçãoedesenvolvimentodesses profissionais. Opesodessegrupode

critériosnadistribuiçãodosrecursosfederaisparaaEducaçãoPermanenteemSaúdeequivalea30%(trintaporcento)dototal.As

basesdedadossãodoIBGE­populaçãoestimadaparaoanoanteriorepesquisamédicosanitáriade2005,ousuaversãomais

atual.Osseguintescritérioscompõemestegrupo:

C4:NúmerodeprofissionaisdesaúdequeprestaserviçoparaoSUS(20%);e

C5:PopulaçãototaldoEstado(10%).

Oterceiroeoúltimoconjuntodecritérios buscamdarcontadas iniqüidades regionais. Os critérios utilizados nessegrupo são: oIDH­M eoinversodaconcentraçãodeinstituições deensinocom cursos desaúde. QuantomenoroIDH­M, maiores as barreiras sociais a serem enfrentadas para o atendimento à saúde da população e para a formação e desenvolvimento dos trabalhadores da saúde. Por outro lado, quanto menor a concentração de instituições de ensino na área da saúde, maior a dificuldade e maioro custo para a formação e desenvolvimento dos profissionais de saúde. Nesse sentido, maiorrecurso será destinadoaoslocaiscommenordisponibilidadederecursosparaoenfrentamentodocontextolocal.Ofinanciamentomaiordessas áreasvisaaindadesenvolveracapacidadepedagógicalocal.Opesodessegrupodecritériosnadistribuiçãodosrecursosfederais

paraaEducaçãoPermanenteemSaúdeequivalea40%(quarentaporcento)dototal.AsbasesdedadosutilizadasforamoIDH­M

2000­PNUDeasinformaçõesdoMEC/INEPedoMS/RETSUSemrelaçãoàconcentraçãodeinstituiçõesdeensino.Osseguintes

critérioscompõemestegrupo:

C6:IDH­M2000(20%);e

C7:InversodaConcentraçãodeInstituiçõesdeEnsino(InstituiçõesdeEnsinoSuperiorcomCursodeSaúde[MEC/INEP]e

EscolasTécnicasdoSUS[MS/RETSUS]­(20%).

QuadrodeDistribuiçãodosPesosRelativosdosCritériosparaaAlocaçãodeRecursosFinanceirosdoGovernoFederalpara

osEstadoseoDistritoFederalparaaPolíticadeEducaçãoPermanenteemSaúde.

       

Parcelado

Impacto

IndicadorMensurável

Critério

Peso

Relativo

Teto

Financeiro

 

CoberturadeEquipesdeSaúde

C1

10

 

daFamília

Propostasde

CoberturadeEquipesdeSaúde

Bucal

   

Gestãodo

SUS

C2

10

30%

CoberturadosCentrosde

   

AtençãoPsicossocial

C3

10

 

NºdeProfissionaisdeSaúde

     

PúblicoAlvo

(atuamnoserviçopúblico)

C4

20

30%

ePopulação

PopulaçãoTotaldoEstado

C5

10

Iniqüidades

IDH­M(porfaixa)

C6

20

 
     

40%

Regionais

InversodaCapacidadeDocente

UniversitáriaeTécnicaInstalada

C7

20

FórmulaparacálculodoCoeficienteEstadual:CE=

100

100%

[10.(C1+C2+C3)+20.C4+10.C5+20.(C6+C7)]/100

OColegiadodeGestãoRegionaldeveobservareincentivaracriaçãodemecanismos legais queasseguremagestãodos recursosfinanceirosalocadosparaumaregiãodesaúdeequepermitamremanejamentoderecursosfinanceirosemconsonância comanecessidadedorespectivoníveldegestãodoSUSecomasdiretrizesoperacionaisdoPactopelaSaúde.

ANEXOII

DIRETRIZESOPERACIONAISPARAACONSTITUIÇÃOEFUNCIONAMENTODASCOMISSÕESDEINTEGRAÇÃOENSINO­

SERVIÇO

OMinistériodaSaúde(MS),pormeiodoDepartamentodeGestãodaEducaçãonaSaúde(DEGES),daSecretariadeGestão

doTrabalhoedaEducaçãonaSaúde(SGTES),elaborouestasorientaçõesediretrizesparaassegurarEducaçãoPermanentedos

trabalhadoresparaoSistemaÚnicodeSaúde.

1. Do conceito de Educação Permanente em Saúde e sua relação com o trabalho e com as práticas de formação e desenvolvimentoprofissional.

AdefiniçãodeumapolíticadeformaçãoedesenvolvimentoparaoSistemaÚnicodeSaúde,sejanoâmbitonacional,sejano

estadual,sejanoregionalesejamesmonomunicipal,deveconsideraroconceitodeEducaçãoPermanenteemSaúdeearticularas

necessidadesdosserviçosdesaúde,aspossibilidadesdedesenvolvimentodosprofissionais,acapacidaderesolutivadosserviços

desaúdeeagestãosocialsobreaspolíticaspúblicasdesaúde.

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A Educação Permanente é aprendizagem no trabalho, onde o aprender e o ensinar se incorporam ao cotidiano das

organizaçõeseaotrabalho.Aeducaçãopermanentebaseia­senaaprendizagemsignificativaenapossibilidadedetransformaras

práticasprofissionais.

Aeducaçãopermanentepodeserentendidacomoaprendizagem­trabalho,ouseja,elaacontecenocotidianodaspessoase

dasorganizações.

Elaéfeitaapartirdosproblemasenfrentadosnarealidadeelevaemconsideraçãoosconhecimentoseasexperiênciasque

as pessoas játêm. Propõequeos processos deeducaçãodos trabalhadores dasaúdesefaçamapartirdaproblematizaçãodo processodetrabalho,econsideraqueas necessidades deformaçãoedesenvolvimentodos trabalhadores sejampautadas pelas necessidades de saúde das pessoas e populações. Os processos de educação permanente em saúde têm como objetivos a transformaçãodaspráticasprofissionaisedaprópriaorganizaçãodotrabalho.

A propostaéderupturacom alógicadacompraepagamentodeprodutos eprocedimentos educacionais orientados pela

oferta desses serviços; e ressalta as demandas por mudanças e melhoria institucional baseadas na análise dos processos de trabalho,emseusproblemasedesafios.

A PolíticaNacional deEducaçãoPermanenteem Saúdeexplicitaarelaçãodapropostacom os princípios ediretrizes do

SUS, da Atenção Integral à Saúde e a construção da Cadeia do Cuidado Progressivo à Saúde. Uma cadeia de cuidados progressivosàsaúdesupõearupturacomoconceitodesistemaverticalizadoparatrabalharcomaidéiaderede,deumconjunto articulado de serviços básicos, ambulatórios de especialidades e hospitais gerais e especializados em que todas as ações e serviços de saúde sejam prestados, reconhecendo­se contextos e histórias de vida e assegurando adequado acolhimento e responsabilizaçãopelosproblemasdesaúdedaspessoasedaspopulações.

AsComissõesdeIntegraçãoEnsino­Serviçodevemfuncionarcomoinstânciasinterinstitucionaiseregionaisparaaco­gestão

dessapolítica,orientadaspeloplanodeaçãoregionalparaaáreadaeducaçãonasaúde,comaelaboraçãodeprojetosdemudança

naformação(educaçãotécnica,graduação,pós­graduação)enodesenvolvimentodostrabalhadoresparaa(ena)reorganizaçãodos

serviçosdesaúde.

2.RelaçãodoColegiadodeGestãoRegionalcomasComissõesdeIntegraçãoEnsino­ServiçoparaoSUSOColegiadode

GestãoRegionaldeverácoordenaraestruturação/reestruturaçãodasComissõesdeIntegraçãoEnsino­Serviço.

OPlanodeAçãoRegionalparaaEducaçãoPermanenteemSaúde(PAREPS)servirádenorteadorparaasatividadesdas

ComissõesdeIntegraçãoEnsino­Serviçonaconstruçãoeimplementaçãodeaçõeseintervençõesnaáreadeeducaçãonasaúde

emrespostaàsnecessidadesdoserviço.

As Comissões de Integração Ensino­Serviço apoiarão os gestores do Colegiado de Gestão Regional na discussão sobre EducaçãoPermanenteemSaúde,contribuindoparaodesenvolvimentodaeducaçãoemserviçocomoumrecursoestratégicopara agestãodotrabalhoedaeducaçãonasaúde.Nessaperspectiva,essascomissõesassumirãoopapeldeindutordemudanças, promoverãootrabalhoarticuladoentreasváriasesferasdegestãoeasinstituiçõesformadoras,afimdesuperaratradiçãodese organizarummenudecapacitações/treinamentospontuais.

O Plano de Ação Regional de Educação Permanente em Saúde será elaborado coletivamente pelo Colegiado de Gestão

RegionalcomapoiodasComissõesdeIntegraçãoEnsino­Serviçoapartirdeumprocessodeplanejamentodasaçõesdeeducação

na

saúde.

O PlanodeAçãoRegional deEducaçãoPermanenteem Saúde, elaboradodeacordocom oPlanoRegional deSaúdee

coerentecomaPortariaGM/MSnº.3.332,de28dedezembrode2006,queaprovaorientaçõesgeraisrelativasaosinstrumentosdo

SistemadePlanejamentodoSUS,deveráconter:

­caracterizaçãodaregiãodesaúde­definiçãodosmunicípiosconstituintes,dosfluxoseequipamentosdeatençãoàsaúde

naregião;osprincipaisindicadoresemetasestratégicasdeinvestimentoeimplementaçãodeserviçosdesaúde;

­ identificação do(s) problema(s) de saúde ­ identificar os principais problemas enfrentados pela gestão e pelos serviços daquelaregião,assimcomoseusdescritores;

­caracterizaçãodanecessidadedeformaçãoemsaúde

­identificaranecessidadededeterminadascategoriasprofissionaisededesenvolvimentodosprofissionaisdosserviçosa

partirdoperfilepidemiológicodapopulaçãoedosprocessosdeorganizaçãodocuidadoemsaúdedeumadadaregião;

­atoresenvolvidos­identificarosatoresenvolvidosnoprocessoapartirdadiscussãopolítica,daelaboraçãoatéaexecução

dapropostaapresentada;

­ relação entre os problemas e as necessidades de educação permanente em saúde ­ identificar as necessidades de formaçãoe desenvolvimentodos trabalhadores dasaúde; definirejustificaraprioridadedeum problemaouum conjuntodeproblemas, em relação aosdemais,nabuscadesoluçõesoriginaisecriativas,guardandoasespecificidadesregionais;descreveraçõesacurto,médioe longo prazos, para o enfrentamento das necessidades identificadas; formular propostas indicando metodologias de execução e correlacioná­lasentresi;

­produtoseresultadosesperados­estabelecermetaseindicadoresdeprocessoseresultadosparaoacompanhamentoe

avaliaçãoacurto,médioelongoprazos;

­processodeavaliaçãodoplano­identificarametodologiadaavaliaçãoaserutilizada,bemcomoosatores,osrecursose

umcronogramaparaasuaexecução;e

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­recursosenvolvidosparaaexecuçãodoplano­analisaraviabilidadedoplanoapartirdosrecursosdisponíveis.Considerar

osrecursosfinanceirosalocadospelastrêsesferasdegovernoeosrecursosmateriais,deinfra­estrutura,detempo,entreoutros.

OColegiadodeGestãoRegionalencaminharáoPlanodeAçãoRegionalparaaEducaçãoPermanenteemSaúde(PAREPS)

às Comissões de Integração Ensino­Serviço, que trabalharão na construção de projetos e estratégias de intervenção no campo da formaçãoedesenvolvimentodostrabalhadoresaseremapresentadasaoColegiadodeGestãoRegional.

O Colegiado de Gestão Regional, então, deverá validar e acompanhar a execução dos projetos apresentados pelas

ComissõesdeIntegraçãoEnsino­Serviço.Essavalidaçãodeveráconsiderar:

­acoerênciaentreasaçõeseestratégiaspropostaseoPAREPS;

­oconsensoemrelaçãoàanálisedecontextodaregiãoedosproblemasdosprocessosdetrabalhoedosserviçosdesaúde

daquelaregião;

­umdimensionamentoadequadoentreobjetivosemetaseasaçõespropostas;

­apactuaçãodoPlanodeAçãoRegionaldeEducaçãoPermanenteemSaúdenocolegiado,devidamentevinculadoaum

PlanoRegionaldeSaúdecontemplandoasoluçãodosdiversosproblemasdesaúdeeamelhoriadosistemadesaúderegional;

­osprincípiosdoSUS;e

­alegislaçãovigente.

EmcasodenãoaprovaçãopeloColegiado,osprojetoseestratégiasdeintervençãodeverãoserdevolvidosàsComissõesde

IntegraçãoEnsino­Serviçoparaadequação.

AconstituiçãodecadaComissãoPermanentedeIntegraçãoEnsino­Serviçodeverásedarnummovimentoinclusivodetodas

as representações institucionais acima elencadas, articulado e coordenado pelo Colegiado de Gestão Regional, observando as diretrizesoperacionaisaquidescritaseoPlanodeAçãoRegionalparaaEducaçãoPermanenteemSaúde.

OColegiadodeGestãoRegionalpoderápactuaredefinirpelaintegraçãodeoutrasinstituiçõesàComissãoPermanentede

IntegraçãoEnsino­Serviço.

Asinstituiçõesdeverãogarantiraosseusrepresentantesaparticipaçãoefetivaecomprometidacomaproduçãocoletiva,com

a gestão colegiada e democrática da Comissão Permanente de Integração Ensino­Serviço e com a construção de arranjos

interinstitucionais paraaexecuçãodas ações propostas. Oquesepretendeédesenvolvereaumentaracapacidadepedagógica regionalparaaintervençãonaáreadasaúde,atravésdadisseminaçãoeutilizaçãodoconceitodeEducaçãoPermanenteemSaúde comoorientadordaspráticasdeeducaçãonasaúde,visandoàmelhoriadaqualidadedosserviçosdesaúde.

A Comissão Permanente de Integração Ensino­Serviço deverá ter condução e coordenação colegiada, deverá reunir­se

regularmenteetrabalharparaaexecuçãoeacompanhamentodoPAREPS.

AComissãoPermanentedeIntegraçãoEnsino­Serviçodeveráacompanhar,monitorareavaliarosprojetosimplementadose

fornecerinformaçõesaosgestoresdoColegiadodeGestãoRegionalparaqueestespossamorientarsuasdecisõesemrelaçãoao

PAREPS.

AComissãoPermanentedeIntegraçãoEnsino­ServiçoparaoSUSdeveráapresentarosprojetoselaboradosapartirdoPlano

de

AçãoRegionaldeEducaçãoPermanenteemSaúde,paraqueosprojetossejamavaliadoseaprovadosnoCGR.

AComissãoPermanentedeIntegraçãoEnsino­ServiçoparaoSUSdeveráconstituirumprojetodeatividades,designandoa

suanecessidadedealocaçãoorçamentáriaesuarelaçãocomoPlanodeAçãoRegionaldeEducaçãoPermanenteemSaúde.

OsprojetosapresentadospelasComissõesdeIntegraçãoEnsino­Serviçodevemconter:

­nomedeaçãoeducativa;

­justificativadaação.Análisedecontextodasituaçãoatualedosproblemasenfrentadospelosserviçoseaproposiçãode

estratégiasparaoenfrentamentodessasituação;

­objetivodaação;

­público­alvo(identificaçãodasinstituições,dasáreasdeatençãoedavinculaçãoaoSUSdosatoresenvolvidos);

­metodologiautilizada;

­duraçãoecronogramadeexecução;

­planodemetas/indicadores

­resultadosesperados;

­titulaçãoaserconferida(seforocaso);

­planilhadecustosecronogramadeexecuçãofinanceira;

­dadosdainstituiçãoexecutora(asCIBsdeverãolistardadosmínimos);

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­dadosdainstituiçãobeneficiária(asCIBsdeverãolistardadosmínimos);e

­responsávelpelacoordenaçãodoprojetocomosrespectivoscontatos.

ANEXOIII

DIRETRIZESEORIENTAÇÃOPARAAFORMAÇÃODOSTRABALHADORESDENÍVELTÉCNICONOÂMBITODOSUS

Aformaçãodostrabalhadoresdeníveltécnicoéumcomponentedecisivoparaaefetivaçãodapolíticanacionaldesaúde,

capazdefortalecereaumentaraqualidadederespostadosetordasaúdeàsdemandasdapopulação,tendoemvistaopapeldos

trabalhadoresdeníveltécniconodesenvolvimentodasaçõeseserviçosdesaúde.

As ações paraaformaçãoedesenvolvimentodos trabalhadores deníveltécnicodaáreadasaúdedevemserprodutode

cooperaçãotécnica, articulaçãoediálogoentreas três esferas degoverno, as instituições deensino, os serviços desaúdeeo

controle

social.

As instituições executoras dos processos deformaçãodos profissionais denível técniconoâmbitodoSUS deverãoser preferencialmenteasEscolasTécnicasdoSUS/CentrosFormadores,EscolasdeSaúdePública(vinculadasàgestãoestadualou municipal) e Escolas de Formação Técnica Públicas. Outras instituições formadoras poderão ser contempladas, desde que legalmente reconhecidas e habilitadas para a formação de nível técnico. A execução da formação técnica também poderá ser desenvolvidaporequipesdoEstado/MunicípioemparceriacomasEscolasTécnicas.EmtodosessescasosasEscolasTécnicas doSUSdeverãoacompanhareavaliaraexecuçãodaformaçãopelasinstituiçõesexecutoras.

OsprojetosdeformaçãoprofissionaldeníveltécnicodeverãoatenderatodasascondiçõesestipuladasnestaPortariaeao

plano de curso (elaborado com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Técnico na área de Saúde) e devem

contemplar:

­justificativa;

­objetivo;

­requisitodeacesso;

­perfilprofissionaldeconclusão;

­organizaçãocurricularoumatrizcurricularparaaformação,informandoacargahoráriatotaldocurso,adiscriminaçãoda

distribuiçãodacargahoráriaentreosmódulos,asunidadestemáticase/oudisciplinaseidentificaçãodasmodalidades(dispersãoou

concentração);

­metodologiapedagógicaparaformaçãoemserviçoeestratégiasparaacompanhamentodasturmasdescentralizadas;

­avaliaçãodaaprendizagem:critérios,detalhamentometodológicoeinstrumentos;

Critériosdeaproveitamentodeconhecimentoseexperiênciasanteriores,comdescriçãodoprocesso;

­instalaçõeseequipamentos(descriçãodosrecursosfísicos,materiaiseequipamentosnecessáriosàexecuçãodocurso,

tantoparaosmomentosdetrabalhoteórico­prático/concentraçãoquantoparaosmomentosdepráticasupervisionada/dispersão);

­pessoaldocenteetécnico,comdescriçãodaqualificaçãoprofissionalnecessáriaeformadeseleção;

­aprovaçãodocursonoConselhoEstadualdeEducação;

­certificação:informaçãodequeseráexpedidopelaescolaresponsávelAtestadodeConclusãodocurso;

­relaçãonominalecaracterizaçãodaequipetécnicaresponsávelpelacoordenaçãodoprojeto,constituída,nomínimo,por

umcoordenador­geraleumcoordenadorpedagógico.

OsprojetosaindadeverãoabrangerumPlanodeExecuçãodoCurso,umPlanodeFormaçãoeumaPlanilhadeCustos.O

Plano de Execução explicita a forma de organização e operacionalização das atividades educativas previstas, apresentando as

seguintesinformações:

­MunicípiosabrangidospeloProjeto;

­númerodetrabalhadorescontempladospeloProjeto,porMunicípio;

­númerototaldeturmasprevistasenúmerodealunosporturma(informaroscritériosutilizadosparaadefiniçãodosnúmeros

e

distribuiçãodevagas);

­relaçãonominaldostrabalhadoresabrangidospeloProjeto,organizadaemturmas,porMunicípioapósamatrícula;

­localizaçãodasatividadeseducativas,porturma,nosmomentosdeconcentraçãoedispersão(informarcritériosutilizados);

­definiçãoedescriçãodetalhadadomaterialdidáticopedagógicoqueseráfornecidoaoalunotrabalhador;

­ planejamento das atividades de acompanhamento das turmas e cronograma de supervisão, com detalhamento das

estratégiasemetodologiasdeacompanhamentobemcomodamodalidadederegistro;e

­prazoecronogramadeexecuçãodetalhadodocurso,porturma.

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O PlanodeFormaçãoPedagógicaparaDocentes, porsuavez, deveráapresentarcargahoráriamínimade88h, sendoo

móduloinicial,denomínimo40h,realizadoantesdoiníciodocursoedeveráapresentar:

­temasabordados;

­estratégiasemetodologiasutilizadas;e

­estratégiasdeavaliação.

Por fim, a planilha de custos deverá apresentar o valor financeiro total do Projeto, detalhando os itens das despesas necessárias àexecuçãodocurso,commemóriadecálculoepropostadecronogramadedesembolso.