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Mídias Educacionais: Computador e Internet

Marcelina Moro Rebello


Rodrigo Evaristo Prestes
Pedagogia - UNICENTRO

Introdução

A palavra Mídia deriva da palavra “meio”, do latim “médius”, que significa:


“aquilo que está no meio ou entre dois pontos”. A partir dessa definição a chamada
“Mídia Educacional” é um meio através do qual se transmite ou se constrói
conhecimentos.
A Mídia Educacional, basicamente, é formada pela TV, vídeo, rádio, jornais,
revistas, periódicos, e atualmente pelo computador e Internet. Este trabalho aborda
especificamente a Mídia do Computador e Internet na Educação.

Computador e Internet

O computador é uma máquina capaz de variados tipos de tratamento


automático de informações ou processamento de dados. A primeira máquina foi
construída pelo alemão Wilhelm Schickard em 1623. A Internet é um conglomerado
de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados, que permite
acesso a informações e todo tipo de transferência de dados (WIKIPÉDIA).
A Informática (processo de tratamento da informação por meio de
computadores) é a ferramenta mais recente da Mídia Educacional. O computador e a
Internet se incorporaram na sociedade de maneira irreversível, pois a maioria das
pessoas às utilizam em seu trabalho, no seu lazer, nos seus relacionamentos
interpessoais, e finalmente em seus estudos. Por esse motivo, a necessidade das
pessoas em utilizar o computador está cada vez maior.
Com essa maximização do uso da Internet e do computador, a educação
obviamente não poderia deixar de usar essas ferramentas de fundamental
importância.
Nas escolas já existem laboratórios de informática, onde os alunos podem
utilizar os computadores, e muitas vezes são nesses laboratórios que eles têm o
primeiro contato com o computador e com a Internet.
O computador já é utilizado por uma parte dos alunos para digitar trabalhos,
que também usam a Internet para realizar pesquisas para esses trabalhos.
No Paraná, um projeto que contribuiu para o acesso das pessoas ao
computador e Internet foi o Farol do Saber. “Os Faróis do Saber, em Curitiba, são
bibliotecas comunitárias, existentes em vários bairros da Capital, que funcionam em
apoio às escolas municipais. Alguns incluem acesso gratuito à Internet. A primeira
foi inaugurada em 1994”.

O Educador e a Informática

Há alguns anos atrás (cerca de uma década), quando a Internet se popularizou


no Brasil, no meio educacional, a princípio, houve certa desconfiança, e/ou, receio
principalmente por parte dos professores, de que esta ferramenta aos poucos fosse
gradativamente substituindo o quadro do magistério.
Atualmente sabe-se que o computador e a Internet podem ser usados como
ferramentas para desenvolver atividades características de cada disciplina e auxiliar
na aprendizagem, mas “o cenário atual ainda é composto pela falta de preparo dos
professores, má remuneração dos profissionais e convivência em uma estrutura
engessada e que não tem interesse em assimilar novidades” (MORAN, 2009).
Observamos que ainda são poucos professores que utilizam o computador e a
Internet como ferramentas para concretizar o seu trabalho, há também uma falta de
cultura digital da maioria dos professores, por isso, deixam de usar essas tecnologias
para facilitar o aprendizado. Valente (2007, p. 87) faz o seguinte comentário sobre
esse assunto: “Os novos tempos nos mostram que existem muitas oportunidades para
mudanças no processo pedagógico, no entanto a academia tem sido conservadora e
lenta para se adaptar a essas ferramentas e tecnologias”.
O Professor tem o direito, e mais que isso, o dever de utilizar a Internet a seu
favor para elaborar um projeto pedagógico condizente com a “realidade virtual” que
estamos vivendo. Somente desta maneira o educador não corre nenhum risco de ser
“substituído” pelo computador.
No processo ensino-aprendizagem comprometido com a formação global do
aluno, deve-se analisar criticamente o repertório de informações disponíveis na
mídia, e o educador deve se capacitar e se adaptar a essa realidade.

Conclusão

Por mais que a tecnologia avance, uma máquina jamais terá o caráter de
humanidade e socialização que encontramos na relação professor-aluno. É notório e
sabido a falta de estrutura que professores enfrentam, principalmente nas escolas
públicas, mas se ocorrer uma união entre alunos, professores, pedagogos, diretores e
o Estado, pode haver uma maior inclusão digital no ensino público. O Estado com
certeza é uma das partes mais importantes deste processo, pois podemos observar
que as políticas públicas relacionadas à inclusão digital são tímidas e insuficientes
para contemplar todos os setores da sociedade.

Referências

COMPUTADOR. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Computador.


Acessado em 12 abr. 2010.

GUIA GEOGRÁFICO DE CURITIBA. Disponível em: http://www.curitiba-


parana.net/educacao.htm. Acessado em 18 abr. 2010.

MORAN, José Manoel. Revista Eletrônica de Jornalismo Científico. Disponível


em: http://www.nied.unicamp.br/novidades. Acessado em 05 abr. 2010.

VALENTE, Carlos; MATTAR, João. Second Life e Web 2.0 na educação: o


potencial revolucionário das novas tecnologias. São Paulo, 2007, p. 87. Novatec.