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Compactação de Aterros Aulas 2 e 3

Profa. Andrea Sell Dyminski

Maio/2009

Compactação em Campo

• 1)Escolha da área de empréstimo:

– É função de:

• Distância de Transporte • Volume do material disponível • Tipos de solos e seus teores de umidade

– OBS: Evitar: Solos orgâncios ou turfosos (sempre!),e solos micáceos e saibrosos (se possível)

Compactação em Campo

• 2) Escavação: Etapas:

– Remoção da camada superficial: estocar o solo orgânico para posterior recomposição vegetal

– Destocamento

– Verificação de olhos ou minas d’água (cuidado!)

– Drenagem

Compactação em Campo

• 3) Transporte e espalhamento do material:

– OBS: espalhar o material em espessura compatível com o equipamento compactador

• 4) Acerto da umidade e homogeneização:

– Pode ser feita com irrigação ou aeração – A homogeneização envolve o destorroamento

Compactação em Campo

• 5) Compactação propriamente dita:

– Para pequenas áreas:

usam-se soquetes manuais ou sapos mecânicos

Compactação em Campo • 5) Compactação propriamente dita: – Para pequenas áreas: usam-se soquetes manuais ou
Compactação em Campo • 5) Compactação propriamente dita: – Para pequenas áreas: usam-se soquetes manuais ou

Fonte: www.pbase.com

Compactação em Campo

• 5) Compactação propriamente dita:

– Para grandes áreas: equipamentos de maior porte

• Rolos pé-de-carneiro • Rolos lisos • Rolos de pneus • Rolos estáticos • Rolos vibratórios

Equipamentos de compactação

Rolo pé-de-carneiro Fonte: forum.guiadaobra.net
Rolo pé-de-carneiro
Fonte: forum.guiadaobra.net

Formato das patas

Equipamentos de compactação Rolo pé-de-carneiro Fonte: forum.guiadaobra.net Formato das patas Fonte: www.ce2.ufjf.br/T08CE2_COMPACTA.htm Rolo de pneus Fonte:

Fonte: www.ce2.ufjf.br/T08CE2_COMPACTA.htm

Rolo liso

Equipamentos de compactação Rolo pé-de-carneiro Fonte: forum.guiadaobra.net Formato das patas Fonte: www.ce2.ufjf.br/T08CE2_COMPACTA.htm Rolo de pneus Fonte:

Rolo de pneus

Equipamentos de compactação Rolo pé-de-carneiro Fonte: forum.guiadaobra.net Formato das patas Fonte: www.ce2.ufjf.br/T08CE2_COMPACTA.htm Rolo de pneus Fonte:

Fonte: changlin.com.pt/3road_roller_11.html

Energia de compactação

ENERGIA DE COMPACTAÇÃO:

E = f ( P. N / ( v . e ))

– Onde: P = peso do equipamento

» N = número de vezes de passadas » v = velocidade do rolo compactador » e = espessura da camada

• Objetivo: otimizar a energia para se obter a melhor compactação possível

Energia de compactação

Energia de compactação Fonte: Massad, 2003
Energia de compactação Fonte: Massad, 2003

Fonte: Massad, 2003

Aterros experimentais

• Estudar em campo, com os equipamentos disponíveis, a compactação dos solos a serem usados na obra

Aterros experimentais • Estudar em campo, com os equipamentos disponíveis, a compactação dos solos a serem

Fonte: Pinto, 2000.

Especificações de Compactação

• Para o controle de qualidade do aterro, ou seja, para o controle das heterogeneidades, em geral se usam:

– Grau de Compactação:

GC = γ s campo /γ s max

95%<= GC <= 103%

OBS: γ s max e h ót são parâmetros obtidos no ensaio de compactação em laboratório

– Desvio de umidade: h = h campo – h ót

-2%<= h <= +1%

Determinação do peso específico do solo

Método do funil ou do frasco de areia:

Escava-se o solo e se pesa o material retirado (P solo )

Com um amostra, determina- se a umidade do aterro (h a )

Mede-se o volume do furo com areia, cujo peso específico (de enchimento da cava) é previamente conhecido (V cava )

Peso específico úmido do solo

(γ ua ) = P solo /V cava

– Peso específico seco (γ sa ) = γ ua /(1+h a )

Determinação do peso específico do solo • Método do funil ou do frasco de areia: –
Determinação do peso específico do solo • Método do funil ou do frasco de areia: –

Fonte: http://www.geotecnia.ufjf.br/MECSOL/T9_frasco_de_areia.htm

Fonte: http://geotech.uta.edu/lab/Main/SandCone/index.htm
Fonte: http://geotech.uta.edu/lab/Main/SandCone/index.htm

Fonte: http://geotech.uta.edu/lab/Main/SandCone/index.htm

Fonte: http://geotech.uta.edu/lab/Main/SandCone/index.htm
Fonte: http://geotech.uta.edu/lab/Main/SandCone/index.htm

Especificações de Compactação

• Como fazer estas especificações?

– A) Produto final: fixar limites de aceitações, pelo projetista

– B) Método construtivo: Fixação de todos os procedimentos de compactação

– C) Misto: produto final com indicações quanto ao método construtivo

Controle da Compactação

• Sentido amplo: feita de maneira geral, pelos encarregados e engenheiros em obra (uso de equipamentos, métodos

construtivo, etc

...

)

• Sentido Restrito: controle de GC e h

– Problema: como liberar uma camada recém compactada, na hora, se precisamos secar o solo para se obter a umidade (e isso leva tempo)? – Método de Hilf

Comportament dos solos compactados

Após compactado: solo insaturado pré-adensado (pressões de pré- adensamento de 35 a 50 kPa, imprimidas pelo rolo compactador)

Em termos de permeabilidade (vide gráfico)

Comportament dos solos compactados • Após compactado: solo insaturado pré-adensado (pressões de pré- adensamento de 35

Fonte: Massad, 2003

Comportament dos solos compactados

Comportament dos solos compactados • Em termos de compressibilidade: – Solos do ramo seco: comportamento frágil
Comportament dos solos compactados • Em termos de compressibilidade: – Solos do ramo seco: comportamento frágil

Em termos de compressibilidade:

– Solos do ramo seco:

comportamento frágil

– Solos do ramo úmido:

comportamento

“plástico”

Fonte: Massad, 2003

Caso da barragem de terra

Núcleo: deve garantir a estanqueidade – h de compactação um pouco acima da ótima

Trechos de montante e jusante: garantir a estabilidade da barragem, com alta resistência – h abaixo da ótima

Caso da barragem de terra • Núcleo: deve garantir a estanqueidade – h de compactação um

Algumas observações ...

• Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com:

– solo mais resistente à erosão, formando um “selo”

Algumas observações ... • Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com:
Algumas observações ... • Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com:

Fotos: Fonte: www.3becnst.com.br/

• Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com:

– Vegetação: gramíneas ou leguminosas, plantadas manualmente ou por hidro-semeadura

– Geossintéticos

• Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com: – Vegetação: gramíneas

Proteção com

biomanta e

posterior plantio

de gramíneas

Fonte: www.deflor.com.br/portugues/sol ucoes_taludes.html
Fonte:
www.deflor.com.br/portugues/sol
ucoes_taludes.html

Geocélulas

Geocélulas Foto: Fonte: www.eng.uerj.br

Foto: Fonte: www.eng.uerj.br

Hidro-semeadura Talude revegetado após hidro- semeadura (com biomanta) Fonte: www.brasilpch.com.br/programas/programas.htm
Hidro-semeadura Talude revegetado após hidro- semeadura (com biomanta) Fonte: www.brasilpch.com.br/programas/programas.htm

Hidro-semeadura

Hidro-semeadura Talude revegetado após hidro- semeadura (com biomanta) Fonte: www.brasilpch.com.br/programas/programas.htm

Talude revegetado após hidro- semeadura (com biomanta)

Fonte: www.brasilpch.com.br/programas/programas.htm

• Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com:

– material pedregoso: em especial próximos a margens de rios (enrocamento ou “rip-rap” – proteção a ondas)

• Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com: – material pedregoso:

Fonte: www.mpz.com.br/

• Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com: – material pedregoso:

Fonte: www.goodinghydrology.com/riverworks/riprap.htm

• Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com:

– Drenagem superficial: canaletas, caixa de coleta, etc ...

• Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com: – Drenagem superficial:

Sarjeta

• Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com: – Drenagem superficial:

Canaleta de descida

• Para se evitar a erosão : proteger a superfície do aterro com: – Drenagem superficial:

Caixa de coleta

Fonte: http://www.drenagem.ufjf.br/06dren_sup08_CAIXAS.htm

Bibliografia

• Massad, F., 2003 “Obras de Terra: curso básico de geotecnia”Ed. Oficina de Textos, São Paulo.

• Pinto, C. S. , 2000 “Curso básico de mecânica dos solos em 16 aulas”, Ed. Oficina de Textos, São Paulo.

• Outras fontes: citadas nos slides