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Consulte a exibição.

Se todos os roteadores estiverem executando o protocolo RIP versão 2, por que não
há nenhuma rota para a rede 192.168.1.32/27?
O protocolo RIP versão 2 não envia máscaras de sub-rede em suas atualizações.

O Roteador A não está configurado com o protocolo RIP como um protocolo de roteamento.

Por padrão, o protocolo RIP versão 2 irá resumir automaticamente as rotas.

O Roteador B não está configurado para anunciar a rede 192.168.1.64/30.

Consulte a exibição. Que comando em qual roteador irá permitir ao Roteador1 aprender a rede
192.168.0.0/20?
Router1(config)# ip classless

Router1(config-router)# no passive-interface serial 0/1/1

Router2(config-router)# version 2

Router2(config-router)# neighbor 10.0.0.2

Quais são as duas razões para implementar o protocolo RIP versão 2, e não o protocolo RIP versão 1?
(Escolha duas.)
O protocolo RIP versão 2 oferece suporte a VLSM (Variable Length Subnet Masking, Mascaramento
de sub-rede de tamanho variável).
O protocolo RIP versão 2 oferece suporte a mais de 16 roteadores.

O protocolo RIP versão 2 oferece suporte ao roteamento classful (e não classless).

O protocolo RIP versão 2 oferece suporte à autenticação da atualização de roteamento.

O protocolo RIP versão 2 oferece suporte a várias áreas.

O protocolo RIP versão 2 usa o algoritmo Dijkstra, e não o algoritmo Bellman-Ford.

Quais são as semelhanças entre o RIP v1 e o RIP v2? (Escolha três.)


Ambos usam contagem de saltos como medida de roteamento.

Ambos têm o mesmo valor de métrica para distâncias infinitas.

Ambos enviam suas atualizações por broadcast a seus vizinhos.

Ambos enviam informações de máscara de sub-rede em suas atualizações.

Ambos fornecem autenticação das fontes de atualização.

Ambos usam split-horizon para evitar os loops de roteamento.


Consulte a exibição. Os roteadores a leste e a oeste são configurados usando o protocolo RIPv1. Ambos
os roteadores estão enviando atualizações sobre suas rotas conectadas diretamente. O roteador a leste
pode executar ping na interface serial do roteador a oeste, que pode fazer o mesmo na interface serial de
leste. No entanto, nenhum roteador aprendeu dinamicamente as rotas um do outro. Qual é o problema
mais provável?
Um gateway de último recurso não é obrigatório.
O protocolo RIPv1 não oferece suporte a sub-redes.

O protocolo RIPv1 não oferece suporte a VLSM.

Um dos roteadores precisa de um clock rate na interface serial.

Consulte a exibição. Que comando irá permitir ao Roteador2 aprender a rede 192.168.16.0/28?
Router1(config)# ip classless

Router1(config-router)# network 192.168.16.0

Router1(config-router)# no passive-interface serial 0/1/1

Router2(config-router)# version 2

Router2(config-router)# neighbor 10.0.0.2


Consulte a exibição. Todos os roteadores estão executando o protocolo RIP versão 2. O protocolo JAX é
configurado para anunciar apenas a rede 10.0.0.0/24. CHI está configurado para anunciar a rede
172.16.0.0/16. Um administrador de rede insere os comandos mostrados na exibição. Que alterações irão
ocorrer nesta rede?
O roteador JAX irá ignorar atualizações da rede 172.16.0.0/16 devido a problemas de split horizon.

O roteador CHI irá instalar uma rota para a rede 192.168.0.0/16 em sua tabela de roteamento.

A tabela de roteamento de CHI terá a rota 192.168.0.0/16, mas apresentará um S próximo a ela.
O roteador ORL irá aplicar uma máscara de sub-rede 255.255.0.0 a todas as redes nas atualizações
de roteamento encaminhadas.

Consulte a exibição. Um técnico precisa adicionar uma nova interface de loopback para testar a
funcionalidade de roteamento e o design de rede. O técnico insere o seguinte conjunto de comandos no
roteador:

Sanford(config)# interface loopback1


Sanford(config-if)# ip address 192.168.6.62 255.255.255.252

Por que o roteador responde com um erro?


O roteador não permite configurações da interface de loopback.

Esta máscara não pode ser usada com essa classe de endereços.

O roteamento classless deve ser configurado para que o endereço possa ser adicionado.

O endereço de rede para Loopback1 é substituído por um endereço de interface já configurado.


O roteador está acima do limite dos caminhos máximos que podem ser indicados na tabela de
roteamento.

Qual é o diâmetro de rede máximo permitido pela métrica padrão do protocolo RIPv2?
15 saltos

16 saltos

100 saltos

120 saltos

255 saltos
Quais são as duas funções do comando network usadas durante a configuração dos protocolos de
roteamento? (Escolha duas.)
identifica que redes serão incluídas nas atualizações de roteamento

identifica os endereços de host que podem ser resumidos na rede

usado para listar todos os endereços de redes remotas e locais

determina que máscara de sub-rede aplicar a atualizações de roteamento

determina que interfaces podem enviar e receber atualizações de roteamento

Consulte a exibição. O que se pode concluir a partir da saída mostrada na exibição?


A tabela de roteamento está limitada a duas rotas.

As interfaces LAN estão participando do processo de roteamento.

Uma atualização foi enviada por cada interface serial e duas foram recebidas.

no auto-summary não foi configurado no roteador.

Um administrador de rede ouviu que a infra-estrutura de endereço IP da empresa deve respeitar a RFC
1918. Quais são os três intervalos de endereços IP da RFC 1918 que o administrador poderia usar na
rede? (Escolha três.)
10.0.0.0/8

127.0.0.0/8

169.254.0.0/16

172.16.0.0/12

192.168.0.0/16

209.165.201.0/27
Consulte a exibição. Todos os roteadores estão executando o protocolo RIPv1. Que alterações haverá na
tabela de roteamento do Roteador B se uma interface de loopback com um endereço 10.16.1.129/27 for
configurada no Roteador B?
As rotas para as redes 10.16.1.0/27, 10.16.1.64/27 e 10.16.1.128/27 são adicionadas.

Uma rota conectada à rede 10.16.1.128/27 é adicionada.

É adicionada uma terceira rota para a rede 10.0.0.0/8 com o protocolo RIPv1 como origem.
A rota 10.0.0.0/8 é descartada imediatamente da tabela de roteamento após a configuração do
Roteador B.

Um administrador de rede instalou quatro roteadores novos com o protocolo RIPv2 em execução. O
Roteador1 é um roteador de borda na rede do protocolo RIPv2, tendo uma rota padrão configurada.
Quando há convergência na rede, o administrador da rede insere Router1(config-router)# default-
information originate no Roteador1. Como isso irá afetar a rede?
impede o Roteador1 de encaminhar atualizações de redes não conectadas diretamente

faz com que todos os roteadores na rede sincronizem atualizações de roteamento com Roteador1
força o Roteador1 a se tornar o roteador primário ou designado para as atualizações

propaga a rota padrão para todos os roteadores na rede

Consulte a exibição. A rede exibida contém uma mistura de roteadores Cisco e que não sejam Cisco. O
comando debug ip rip foi inserido no roteador JAX. Todos os roteadores estão executando a mesma
versão do protocolo RIP. CHI e ORL do roteador não conseguem alcançar a rede 192.168.1.16/28. Qual é
uma solução possível para esse problema?
Habilitar split horizon na rede.

Configurar o protocolo RIPv2 nos roteadores.

Adicionar a rede 192.168.1.0 à configuração do protocolo RIP no roteador JAX.

Configurar JAX Fa0/0 como uma interface passiva.

Habilitar a interface Serial0/0/0 no roteador JAX.

Alterar o endereço IP na interface Fa0/0 do roteador JAX para 192.168.1.1/24.

Que campo foi adicionado ao cabeçalho da mensagem RIP pela RFC 1723 para adicionar suporte a
VLSM e CIDR?
máscara de sub-rede

número da porta de destino

identificador da família de endereços

endereços IP de origem e de destino

Consulte a exibição. Que efeito os comandos mostrados terão em atualizações do protocolo RIP do
Roteador1?
Apenas as atualizações da versão 2 são enviadas para 255.255.255.255.

Apenas as atualizações da versão 2 são enviadas para 224.0.0.9.

As atualizações das versões 1 e 2 são enviadas para 224.0.0.9.

As atualizações das versões 1 e 2 são enviadas para 255.255.255.255.