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HISTÓRIA

HISTÓRIA 8.º ANO ENSINO BÁSICO ANA FILIPA MESQUITA CLÁUDIA VILAS BOAS
HISTÓRIA 8.º ANO ENSINO BÁSICO ANA FILIPA MESQUITA CLÁUDIA VILAS BOAS

8.º ANO

ENSINO BÁSICO

ANA FILIPA MESQUITA CLÁUDIA VILAS BOAS

HISTÓRIA 8.º ANO ENSINO BÁSICO ANA FILIPA MESQUITA CLÁUDIA VILAS BOAS
DOMÍNIO E DOMÍNIO F EXPANSÃO E MUDANÇA DOS SÉCULOS XV E XVI O CONTEXTO EUROPEU
DOMÍNIO E DOMÍNIO F EXPANSÃO E MUDANÇA DOS SÉCULOS XV E XVI O CONTEXTO EUROPEU
DOMÍNIO E
DOMÍNIO F
EXPANSÃO E MUDANÇA DOS
SÉCULOS XV E XVI
O CONTEXTO EUROPEU DOS
SÉCULOS XVII E XVIII
1
1 expansionismo europeu
O
6
O Antigo Regime europeu:
O
pioneirismo português no processo
regra e exceção
50
de expansão europeu
7
O
Antigo Regime europeu a nível
A
expansão dos impérios peninsulares
11
político e social
51
O
comércio à escala mundial
18
A economia do Antigo Regime
54
Multiculturalidade das sociedades nos
séculos XV e XVI
A arte e cultura no Antigo Regime
56
19
A
A
união dos impérios peninsulares
20
A
restauração da independência
portuguesa (1640)
Exercícios resolvidos
Exercícios propostos
Teste de avaliação 1
afirmação política e económica da
Holanda e da Inglaterra nos
séculos XVII e XVIII
60
22
O
Antigo Regime em Portugal no
23
28
30
século XVII e na primeira metade
do século XVIII
Exercícios resolvidos
Exercícios propostos
Teste de avaliação 2
63
67
72
74
2 Renascimento, Reforma
2
e
Contrarreforma
34
Um século de mudanças (século XVIII)
79
Renascimento e a formação da
mentalidade moderna
As reformas religiosas
O
Os vetores fundamentais do Iluminismo 80
35
A
40
A
reação da igreja católica à reforma
protestante
realidade portuguesa na segunda
metade do século XVIII
Exercícios resolvidos
Exercícios propostos
82
86
42
88
Exercícios resolvidos
44
Exercícios propostos
47
ÍNDICE
© AREAL EDITORES

2

ISBN 978-989-647-772-1

DOMÍNIO G

DOMÍNIO G DOMÍNIO H O ARRANQUE DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E O TRIUNFO DOS ESTADOS LIBERAIS CONSERVADORES

DOMÍNIO H

DOMÍNIO G DOMÍNIO H O ARRANQUE DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E O TRIUNFO DOS ESTADOS LIBERAIS CONSERVADORES
DOMÍNIO G DOMÍNIO H O ARRANQUE DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E O TRIUNFO DOS ESTADOS LIBERAIS CONSERVADORES
O ARRANQUE DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E O TRIUNFO DOS ESTADOS LIBERAIS CONSERVADORES A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL
O ARRANQUE DA REVOLUÇÃO
INDUSTRIAL E O TRIUNFO DOS
ESTADOS LIBERAIS
CONSERVADORES
A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL
DO SÉCULO XIX
1 Da “Revolução Agrícola”
à “Revolução Industrial”
Condicionalismos do arranque da
revolução industrial em Inglaterra
Etapas do processo de industrialização
(meados do século XVIII ao início
do século XIX)
As implicações ambientais das
sociedades industrializadas
Exercícios resolvidos
Exercícios propostos
Teste de avaliação 3
90
1 O Mundo industrializado e países
de difícil industrialização
Consolidação dos processos
de industrialização
Principais aspetos da cultura
do século XIX
Os sucessos e bloqueios do processo
português de industrialização
Exercícios resolvidos
Exercícios propostos
128
91
129
133
94
137
97
140
98
147
103
105
2 Revoluções e estados liberais
conservadores
2 Burgueses e proletários,
107
classes médias e camponeses
151
A
Revolução Americana e a
A
Revolução Francesa
108
evolução demográfica e urbana
no século XIX
152
A
evolução do sistema político
O
processo de afirmação da burguesia
em Portugal desde as invasões francesas
até ao triunfo do liberalismo após
e
o crescimento das classes médias
153
A
evolução do operariado
154
a
Guerra Civil
114
Exercícios resolvidos
120
Exercícios propostos
Teste de avaliação 4
125
Teste de avaliação 5
Teste Global
Glossário
Propostas de soluções
156
160
123
168
171
3
© AREAL EDITORES
ÍNDICE

© AREAL EDITORES

DA ”REVOLUÇÃO AGRÍCOLA”

À “REVOLUÇÃO INDUSTRIAL”

”REVOLUÇÃO AGRÍCOLA” À “REVOLUÇÃO INDUSTRIAL” 1 90 HISTÓRIA | 8.º ANO G | O ARRANQUE DA
1
1
AGRÍCOLA” À “REVOLUÇÃO INDUSTRIAL” 1 90 HISTÓRIA | 8.º ANO G | O ARRANQUE DA REVOLUÇÃO

90

AGRÍCOLA” À “REVOLUÇÃO INDUSTRIAL” 1 90 HISTÓRIA | 8.º ANO G | O ARRANQUE DA REVOLUÇÃO

HISTÓRIA | 8.º ANO

G | O ARRANQUE DA REVOLUÇÃO INDUSTRAIL E O TRIUNFO DOS ESTADOS LIBERAIS CONSERVADORES

REGIÕES AGRÍCOLAS E INDUSTRIAIS (SÉCULOS XVII E XVIII)

REGIÕES AGRÍCOLAS E INDUSTRIAIS (SÉCULOS XVII E XVIII)

REGIÕES AGRÍCOLAS E INDUSTRIAIS (SÉCULOS XVII E XVIII)

LOCALIZA NO ESPAÇO

Ma r Sampetersburgo do Estocolmo N o Glasgow r t Edimburgo Moscovo e Dublin Copenhaga
Ma
r
Sampetersburgo
do
Estocolmo
N
o
Glasgow
r
t
Edimburgo
Moscovo
e
Dublin
Copenhaga
Manchester
Liverpool
Kongsberg
Rússia
Lubeck
Rostock
Birmingham
Vilna
Londres
Bermen
Danzig
Bristol
Amesterdão Hamburgo Berlim
Bruges
Antuérpia
Lille
Bruxelas
Leipzig
Varsóvia
Ruão
Breslau
Frankfurt
Paris
Metz
Praga
Kiev
Nuremberga
Orleães
Munique
Nantes
Estrasburgo
França
Viena
Bordéus
Lião
Milão
Toulouse
Turim
Veneza
Portugal
Génova
Bolonha
Mînes
Belgrado
Espanha
Marselha
Florença
Lisboa
Itália
o
Barcelona
Madrid
e
n
Roma
Istambul
Valência
Sevilha
er
Nápoles
Cádis
it
M ed
r
Málaga
Ma
0 400 km
Palermo
Messina
o
Florestas, montanhas e áreas improdutivas
Regiões industriais importantes
Campos de agricultura e pastagens
o
c
i
lt
r
o
c
r
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g
Ma
n
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A
e
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a
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O
N
r
a
M
SITUA NO TEMPO… 1712 A máquina a vapor é desenvolvida por Newcomen. 1798 Jenner desenvolve
SITUA NO TEMPO…
1712
A máquina a vapor é
desenvolvida por
Newcomen.
1798
Jenner desenvolve a va-
cina da varíola.
Início da Revolução Industrial
Revolução Demográfica
Revolução Agrícola
1710
1769
1814
O sistema de rotação
quadrienal de culturas
começa a ser utilizado.
James Watt
aperfeiçoa a
máquina a vapor.
Stephenson
desenvolve a
locomotiva a vapor.

© AREAL EDITORES

G1 | DA "REVOLUÇÃO AGRÍCOLA" À "REVOLUÇÃO INDUSTRIAL"

RESUMO TEÓRICO

HISTÓRIA | 8.º ANO

INDUSTRIAL" RESUMO TEÓRICO HISTÓRIA | 8.º ANO A e Inglaterra Modificação dos hábitos de
A e Inglaterra Modificação dos hábitos de higiene da CONDICIONALISMOS DO ARRANQUE DA REVOLUÇÃO

A

e

Inglaterra

Modificação dos

hábitos de

higiene

A e Inglaterra Modificação dos hábitos de higiene da

da

CONDICIONALISMOS DO ARRANQUE DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL EM INGLATERRA

DO ARRANQUE DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL EM INGLATERRA A REVOLUÇÃO AGRÍCOLA MUDANÇAS E INOVAÇÕES TÉCNICAS

A REVOLUÇÃO AGRÍCOLA

A REVOLUÇÃO AGRÍCOLA MUDANÇAS E INOVAÇÕES TÉCNICAS • Drenagem de pântanos. • Aproveitamento dos solos arenosos

MUDANÇAS E INOVAÇÕES TÉCNICAS

• Drenagem de pântanos.

• Aproveitamento dos solos arenosos pela junção de argila e calcário.

• Rotação quadrienal de culturas.

• Aplicação de algumas máquinas nos trabalhos agrícolas.

• Introdução de culturas não tradicionais (arroz, milho, beterraba).

• Seleção de sementes e de gado.

Consequências

Progressos na

Medicina

de sementes e de gado. Consequências Progressos na Medicina Fornecimento de mão de obra à indústria
de sementes e de gado. Consequências Progressos na Medicina Fornecimento de mão de obra à indústria

Fornecimento de mão de obra à indústria

na Medicina Fornecimento de mão de obra à indústria Fornecimento de matérias-primas e de capitais à

Fornecimento de matérias-primas e de capitais à indústria

mão de obra à indústria Fornecimento de matérias-primas e de capitais à indústria Arranque da Revolução

Arranque da Revolução Industrial

modernização da agricultura e o aumento da produtividade na Holanda

Ao longo dos séculos XVII e XVIII, primeiro na Inglaterra e depois na Holanda, assistiu-se a uma Revolução Agrícola, ou seja, a um conjunto de profundas alte- rações que ocorreram na agricultura, nomeadamente no regime de proprie- dade, nas técnicas e utensílios de cultivo utilizados, bem como nas culturas de- senvolvidas, que provocou inúmeras consequências.

Lê atentamente o esquema seguinte, que explica em que consistiu a Revolu- ção Agrícola e as suas consequências.

ALTERAÇÕES NO REGIME DE PROPRIEDADE • Formação de grandes propriedades agrícolas vedadas (enclosures). Aumento
ALTERAÇÕES NO REGIME DE PROPRIEDADE
• Formação de grandes propriedades agrícolas
vedadas (enclosures).
Aumento da produtividade
Melhoria
alimentação
Maior resistência às doenças
Diminuição da mortalidade (sobretudo infantil)
Crescimento populacional
Aumento de mão de obra disponível

91