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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E

TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE

EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Noções iniciais de Desenho Geométrico Professor: João
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Noções iniciais de Desenho Geométrico Professor: João

Noções iniciais de Desenho Geométrico

Professor: João Carmo

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO  O desenho é a maneira de expressar graficamente a FORMA de determinado objeto. 
INTRODUÇÃO  O desenho é a maneira de expressar graficamente a FORMA de determinado objeto. 

O desenho é a maneira de expressar

graficamente a FORMA de determinado objeto.

Todas as coisas que conhecemos seja na

Natureza ou na Arquitetura apresentam-se a

partir de formas geométricas:

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO O percurso de um rio nos dá a idéia de uma “linha sinuosa” .
INTRODUÇÃO O percurso de um rio nos dá a idéia de uma “linha sinuosa” .

O percurso de um rio nos dá a idéia de uma “linha sinuosa”.

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO O trilho de um trem é associado às “linhas paralelas” .
INTRODUÇÃO O trilho de um trem é associado às “linhas paralelas” .

O trilho de um trem é associado às “linhas paralelas”.

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO Uma bola de futebol nos remete à “esfera” .
INTRODUÇÃO Uma bola de futebol nos remete à “esfera” .

Uma bola de futebol nos remete à “esfera”.

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO A “pirâmide” do Museu do Louvre em Paris.
INTRODUÇÃO A “pirâmide” do Museu do Louvre em Paris.

A “pirâmide” do Museu do Louvre em Paris.

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO Os “arcos” da ponte JK em Brasília – DF.
INTRODUÇÃO Os “arcos” da ponte JK em Brasília – DF.

Os “arcos” da ponte JK em Brasília DF.

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO A ponte Golden Gate : pilares paralelos entre si e o tabuleiro perpendicular.
INTRODUÇÃO A ponte Golden Gate : pilares paralelos entre si e o tabuleiro perpendicular.

A ponte Golden Gate: pilares paralelos entre si e o tabuleiro perpendicular.

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO A ponte da Arrábida : o arco tangencia o tabuleiro da ponte.
INTRODUÇÃO A ponte da Arrábida : o arco tangencia o tabuleiro da ponte.

A ponte da Arrábida: o arco tangencia o tabuleiro da ponte.

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO A semi-esfera do Museu Nacional de Brasília – DF.
INTRODUÇÃO A semi-esfera do Museu Nacional de Brasília – DF.

A semi-esfera do Museu Nacional de Brasília DF.

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO  Geometria terra. significa (em grego) medida da  Geo = Terra  Metria =
INTRODUÇÃO  Geometria terra. significa (em grego) medida da  Geo = Terra  Metria =

Geometria

terra.

significa

(em

grego)

medida

da

Geo = Terra

Metria = medida

INTRODUÇÃO

Os elementos fundamentais da Geometria são:

 Os elementos fundamentais da Geometria são:  PONTO – não tem dimensão.  LINHA –
 Os elementos fundamentais da Geometria são:  PONTO – não tem dimensão.  LINHA –

PONTO não tem dimensão.

LINHA tem apenas uma dimensão;

PLANO tem duas dimensões;

SÓLIDO tem 03 (três) dimensões.

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO  O PONTO é a figura geométrica mais simples. não tem Não tem dimensão, isto
INTRODUÇÃO  O PONTO é a figura geométrica mais simples. não tem Não tem dimensão, isto

O PONTO é a figura geométrica mais simples.

não tem

Não

tem

dimensão,

isto

é,

comprimento, nem largura, nem altura.

É

determinado

linhas.

pelo

Representado por um

letra MAIÚSCULA.

cruzamento

de

duas

simples ponto e pela

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO  Representado por um letra MAIÚSCULA. simples ponto e pela P P P
INTRODUÇÃO  Representado por um letra MAIÚSCULA. simples ponto e pela P P P

Representado por um

letra MAIÚSCULA.

simples ponto e pela

P

P

INTRODUÇÃO  Representado por um letra MAIÚSCULA. simples ponto e pela P P P
INTRODUÇÃO  Representado por um letra MAIÚSCULA. simples ponto e pela P P P

P

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO  A LINHA é o deslocamento contínuo de um ponto, ou a sucessão de pontos.
INTRODUÇÃO  A LINHA é o deslocamento contínuo de um ponto, ou a sucessão de pontos.

A LINHA é o deslocamento contínuo de um

ponto, ou a sucessão de pontos.

É representada por uma letra MINÚSCULA.

o deslocamento contínuo de um ponto, ou a sucessão de pontos.  É representada por uma

r

o deslocamento contínuo de um ponto, ou a sucessão de pontos.  É representada por uma
o deslocamento contínuo de um ponto, ou a sucessão de pontos.  É representada por uma

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO  O PLANO é um objeto geométrico infinito com duas dimensões (SUPERFÍCIE).  É representado
INTRODUÇÃO  O PLANO é um objeto geométrico infinito com duas dimensões (SUPERFÍCIE).  É representado

O PLANO é um objeto geométrico infinito com

duas dimensões (SUPERFÍCIE).

É representado por uma letra grega: π, σ, ϐ, μ,

α, entre outras.

π
π

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO  O SÓLIDO é uma região do espaço delimitada por planos ou superfícies.  Apresenta
INTRODUÇÃO  O SÓLIDO é uma região do espaço delimitada por planos ou superfícies.  Apresenta

O SÓLIDO é uma região do espaço delimitada

por planos ou superfícies.

Apresenta volume (três dimensões)

 O SÓLIDO é uma região do espaço delimitada por planos ou superfícies.  Apresenta volume

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à forma:
Quanto à forma:
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas sinuosas – é formada apenas por linhas diferentes.
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas sinuosas – é formada apenas por linhas diferentes.

Linhas sinuosas é formada apenas por

linhas

diferentes.

CURVAS

IRREGULARES

sentidos

e

LINHAS Quanto à forma:  Linhas sinuosas – é formada apenas por linhas diferentes. CURVAS IRREGULARES

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à forma:
Quanto à forma:
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas curvas – quando o deslocamento do ponto muda
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas curvas – quando o deslocamento do ponto muda

Linhas curvas quando o deslocamento do ponto muda a direção do traçado.

DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas curvas – quando o deslocamento do ponto muda a

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à forma:

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas mistas – é formada de segmentos de retas
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas mistas – é formada de segmentos de retas

Linhas mistas é formada de segmentos de retas e curvas unidas numa sequência sem

interrupção.

à forma:  Linhas mistas – é formada de segmentos de retas e curvas unidas numa
à forma:  Linhas mistas – é formada de segmentos de retas e curvas unidas numa

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à forma:

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas poligonal ou quebrada – é formada por linhas
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas poligonal ou quebrada – é formada por linhas

Linhas poligonal ou quebrada é formada

por linhas retas e muda de direção de pedaço

em pedaço.

à forma:  Linhas poligonal ou quebrada – é formada por linhas retas e muda de
à forma:  Linhas poligonal ou quebrada – é formada por linhas retas e muda de
à forma:  Linhas poligonal ou quebrada – é formada por linhas retas e muda de

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à forma:

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas retas – quando a trajetória do ponto “p”
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas retas – quando a trajetória do ponto “p”

Linhas retas quando a trajetória do ponto “p” segue sempre a mesma direção.

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à forma:

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas onduladas – é formada por linhas curvas REGULARES.
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas onduladas – é formada por linhas curvas REGULARES.

Linhas onduladas é formada por linhas

curvas REGULARES. (raios constantes)

DAS LINHAS Quanto à forma:  Linhas onduladas – é formada por linhas curvas REGULARES. (raios

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à posição no espaço:

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à posição no espaço:  Inclinadas – possui uma angulação diferente de

Inclinadas possui uma angulação diferente

de 0°, 90° e 180°.

Geralmente são construídas com o auxílio dos

esquadros de 60° e 45°.

angulação diferente de 0°, 90° e 180°.  Geralmente são construídas com o auxílio dos esquadros
angulação diferente de 0°, 90° e 180°.  Geralmente são construídas com o auxílio dos esquadros

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à posição no espaço:

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à posição no espaço:  Horizontal – possui angulação de 0° e

Horizontal possui angulação de 0° e 180°.

Geralmente são construídas com o auxílio da

régua paralela ou régua T.

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à posição no espaço:
Quanto à posição no espaço:
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à posição no espaço:  Vertical – possui angulação de 90°.  
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à posição no espaço:  Vertical – possui angulação de 90°.  

Vertical possui angulação de 90°.

 

Geralmente

são

construídas

com

o

auxílio dos esquadros.

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à posição relativa:
Quanto à posição relativa:
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à posição relativa:  Paralelas – duas ou mais linhas são paralelas
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à posição relativa:  Paralelas – duas ou mais linhas são paralelas

Paralelas duas ou mais linhas são paralelas quando conservam a MESMA DISTÂNCIA ao

longo de seus prolongamentos.

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à posição relativa:
Quanto à posição relativa:
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à posição relativa:  são perpendiculares quando formam entre si Perpendiculares
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à posição relativa:  são perpendiculares quando formam entre si Perpendiculares

são

perpendiculares quando formam entre si

Perpendiculares

duas

linhas

ângulos de 90°.

à posição relativa:  são perpendiculares quando formam entre si Perpendiculares duas linhas – ângulos de
à posição relativa:  são perpendiculares quando formam entre si Perpendiculares duas linhas – ângulos de

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à posição relativa:
Quanto à posição relativa:
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à posição relativa:  Oblíquas inclinadas, ou seja, possui uma angulação
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à posição relativa:  Oblíquas inclinadas, ou seja, possui uma angulação

Oblíquas

inclinadas, ou seja, possui uma angulação

diferente de 0°, 90°, 180° e 270°.

Oblíquas são linhas

linhas

inclinadas, ou seja, possui uma angulação diferente de 0°, 90°, 180° e 270°. Oblíquas são linhas
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Linha reta – é aquela que não possui

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Linha reta – é aquela que não possui início
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Linha reta – é aquela que não possui início
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Linha reta – é aquela que não possui início

Linha reta é aquela que não possui início e fim.

Linha semi-reta é aquela que possui início, mas não possui fim.

Segmento de reta é aquela que possui início e fim.

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à definição:
Quanto à definição:
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Reta suporte – segmento de reta. é aquela que
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Reta suporte – segmento de reta. é aquela que

Reta suporte segmento de reta.

é

aquela

que

contém

o

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Reta suporte – segmento de reta. é aquela que

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à definição:
Quanto à definição:
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos segmentos colineares quando uma Reta suporte possui
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos segmentos colineares quando uma Reta suporte possui

Segmentos

segmentos colineares quando uma Reta suporte possui vários segmentos.

haver

colineares

diz-se

 Segmentos segmentos colineares quando uma Reta suporte possui vários segmentos. haver colineares diz-se –
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos congruentes – são segmentos que possuem a

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos congruentes – são segmentos que possuem a mesma
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos congruentes – são segmentos que possuem a mesma
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos congruentes – são segmentos que possuem a mesma

Segmentos congruentes são segmentos que possuem a mesma medida. (IGUAIS)

A

B

C

D

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à definição:
Quanto à definição:
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos consecutivos – são segmentos dispostos em sequência
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos consecutivos – são segmentos dispostos em sequência

Segmentos consecutivos são segmentos

dispostos em sequência onde a extremidade

do primeiro segmento é o início do segmento

seguinte.

– são segmentos dispostos em sequência onde a extremidade do primeiro segmento é o início do

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS

Quanto à definição:

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos adjacentes – são segmentos colineares e consecutivos.
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos adjacentes – são segmentos colineares e consecutivos.

Segmentos adjacentes são segmentos

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos adjacentes – são segmentos colineares e consecutivos.

colineares e consecutivos.

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Quanto à definição:  Segmentos adjacentes – são segmentos colineares e consecutivos.
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Alguns símbolos convencionais

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Alguns símbolos convencionais

CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Alguns símbolos convencionais
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Alguns símbolos convencionais
CLASSIFICAÇÃO DAS LINHAS Alguns símbolos convencionais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E

TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo

Professor: João Carmo

INTRODUÇÃO

O

traçado

de

linhas

retas

PERPENDICULARES, PARALELAS

e

OBLÍQUAS é feito com o auxílio de esquadros,

régua paralela (ou régua T), ou apenas com

esquadros.

régua paralela (ou régua T), ou apenas com esquadros.  A maneira mais simples de traçar
régua paralela (ou régua T), ou apenas com esquadros.  A maneira mais simples de traçar

A maneira mais simples de traçar uma linha

reta consiste na utilização de apenas 01 (um)

esquadro.

Traçado de uma reta qualquer por dois pontos

Traçado de uma reta qualquer por dois pontos 1) Define-se o ponto A e o ponto
Traçado de uma reta qualquer por dois pontos 1) Define-se o ponto A e o ponto

1) Define-se o ponto A e o ponto B.

2) Usando o esquadro, acerta-se o lápis a partir

do ponto A. Apoiando o esquadro nessa

posição, rotaciona-se até o porto B.

3) Depois de alinhado, traça-se a reta, unindo o

ponto A ao ponto B.

nessa posição, rotaciona-se até o porto B. 3) Depois de alinhado, traça-se a reta, unindo o
nessa posição, rotaciona-se até o porto B. 3) Depois de alinhado, traça-se a reta, unindo o

Traçado de uma reta qualquer por dois pontos

Traçado de uma reta qualquer por dois pontos Técnica para se traçar uma linha qualquer por
Traçado de uma reta qualquer por dois pontos Técnica para se traçar uma linha qualquer por
Traçado de uma reta qualquer por dois pontos Técnica para se traçar uma linha qualquer por

Técnica para se traçar uma linha qualquer por dois pontos dados.

Traçado de uma reta qualquer por dois pontos Técnica para se traçar uma linha qualquer por
Traçado de uma reta qualquer por dois pontos Técnica para se traçar uma linha qualquer por

Traçado de linhas paralelas

Uma linha é paralela a outra, quando elas

conservam sempre a MESMA DISTÂNCIA

entre si ao longo de seus comprimentos.

Uma linha é paralela a outra, quando elas conservam sempre a MESMA DISTÂNCIA entre si ao
Uma linha é paralela a outra, quando elas conservam sempre a MESMA DISTÂNCIA entre si ao

Traçado de linhas paralelas

Traçado de linhas paralelas 1) Com o auxílio da régua paralela traça-se a primeira linha. 2)

1) Com o auxílio da régua paralela traça-se a

primeira linha.

2) Em seguida, posiciona-se a régua paralela em

outra posição e traça-se a segunda linha. 3) As linhas desenhadas são paralelas entre si.

a régua paralela em outra posição e traça-se a segunda linha. 3) As linhas desenhadas são
a régua paralela em outra posição e traça-se a segunda linha. 3) As linhas desenhadas são

Traçado de linhas perpendiculares

Uma linha é perpendicular a outra, quando

elas

(ângulo reto)

formam

entre

si

um

ângulo

de

90°.

 Uma linha é perpendicular a outra, quando elas (ângulo reto) formam entre si um ângulo
 Uma linha é perpendicular a outra, quando elas (ângulo reto) formam entre si um ângulo
 Uma linha é perpendicular a outra, quando elas (ângulo reto) formam entre si um ângulo
 Uma linha é perpendicular a outra, quando elas (ângulo reto) formam entre si um ângulo
 Uma linha é perpendicular a outra, quando elas (ângulo reto) formam entre si um ângulo
 Uma linha é perpendicular a outra, quando elas (ângulo reto) formam entre si um ângulo
 Uma linha é perpendicular a outra, quando elas (ângulo reto) formam entre si um ângulo

Traçado de linhas perpendiculares

Traçado de linhas perpendiculares 1) Com o auxílio da régua paralela, traça-se um linha horizontal qualquer.

1) Com o auxílio da régua paralela, traça-se um linha horizontal qualquer.

2) Posiciona-se a régua paralela para baixo e

apóia-se sobre ela o esquadro de 60° ou 45°.

3) O esquadro deve ser colocado de modo a

formar um ângulo de 90° com a régua paralela. 4) Em seguida, traça-se uma linha vertical.

paralela. 4) Em seguida, traça-se uma linha vertical. OBS.: a linha vertical formará com a linha
paralela. 4) Em seguida, traça-se uma linha vertical. OBS.: a linha vertical formará com a linha

OBS.: a linha vertical formará com a linha horizontal um ângulo de 90°, portanto elas são perpendiculares

entre si.

OBS.: duas perpendiculares a um segmento qualquer são paralelas entre si.

OBS.: duas perpendiculares a um segmento qualquer são paralelas entre si.

Traçado de linhas oblíquas

linhas são oblíquas quando sua

interseção resulta em um ângulo diferente de

90°.

Duas

linhas oblíquas  linhas são oblíquas quando sua interseção resulta em um ângulo diferente de 90°.
linhas oblíquas  linhas são oblíquas quando sua interseção resulta em um ângulo diferente de 90°.
linhas oblíquas  linhas são oblíquas quando sua interseção resulta em um ângulo diferente de 90°.

Traçado de linhas oblíquas

1) Com o auxílio da régua paralela, traça-se um

linha horizontal qualquer.

2) Posiciona-se a régua paralela para baixo e

apóia-se o esquadro de 60° ou 45°.

3) O esquadro deve ser posicionado de modo a

formar um ângulo diferente de 90°.

4) Em seguida, traça-se a linha oblíqua, com

ângulo de 60° ou 30° em relação a linha

horizontal.

de 90°. 4) Em seguida, traça-se a linha oblíqua, com ângulo de 60° ou 30° em
de 90°. 4) Em seguida, traça-se a linha oblíqua, com ângulo de 60° ou 30° em
Inclinada 45 °

Inclinada 45°

Inclinada 45 °

Traçado de linhas retas com o uso de esquadros

Traçado de linhas retas com o uso de esquadros  O traçado de linhas retas PERPENDICULARES,

O traçado

de

linhas

retas

PERPENDICULARES,

PARALELAS

e

OBLÍQUAS, apenas com o uso dos esquadros,

é uma tarefa mais complicada.

com o uso dos esquadros, é uma tarefa mais complicada.  É necessário maior conhecimento e
com o uso dos esquadros, é uma tarefa mais complicada.  É necessário maior conhecimento e

É necessário maior conhecimento e destreza

no manuseio e articulação dos esquadros na

obtenção dos ângulos.

Traçado de linhas retas com o uso de esquadros

Traçado de linhas retas com o uso de esquadros  Traçado de linhas paralelas
Traçado de linhas retas com o uso de esquadros  Traçado de linhas paralelas

Traçado de linhas paralelas

Traçado de linhas retas com o uso de esquadros

Traçado de linhas retas com o uso de esquadros  Traçado de linhas perpendiculares
Traçado de linhas retas com o uso de esquadros  Traçado de linhas perpendiculares

Traçado de linhas perpendiculares

Traçado de linhas retas com o uso de esquadros
Traçado de linhas retas com o uso de esquadros
Traçado de linhas retas com o uso de esquadros  Traçado de linhas oblíquas (45°)

Traçado de linhas oblíquas (45°)

Traçado de linhas retas com o uso de esquadros

Traçado de linhas retas com o uso de esquadros  Traçado de linhas oblíquas (30° e
Traçado de linhas retas com o uso de esquadros  Traçado de linhas oblíquas (30° e

Traçado de linhas oblíquas (30° e 60°)

TIPO

NOME

LARGURA

APLICAÇÃO

     

Linha auxiliar,

Contínua

Fina

dados gráficos do

 
  problema.

problema.

 

Contínua

Média

Caligrafia

 
 

Contínua

Grossa

Solução de

 

problemas

 

Tracejada

Fina, média ou

Contorno invisível

 

grossa

e linha auxiliar

 

Traço ponto

Fina

Eixo de simetria

 
 
e linha auxiliar   Traço ponto Fina Eixo de simetria    Tipo de linhas e

Tipo de linhas e aplicação

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular 1) Achar a mediatriz do segmento de reta dado. OBS.: a mediatriz
Construções geométricas: reta perpendicular 1) Achar a mediatriz do segmento de reta dado. OBS.: a mediatriz
Construções geométricas: reta perpendicular 1) Achar a mediatriz do segmento de reta dado. OBS.: a mediatriz

1) Achar a mediatriz do segmento de reta dado.

1) Achar a mediatriz do segmento de reta dado. OBS.: a mediatriz é um segmento de
1) Achar a mediatriz do segmento de reta dado. OBS.: a mediatriz é um segmento de

OBS.: a mediatriz é um segmento de reta perpendicular a outro segmento de reta qualquer que o divide ao meio.

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular A. Dado o segmento de reta AB e com abertura do compasso

A. Dado o segmento de reta AB e com abertura

do compasso maior do que a metade do

segmento dado, traçar arcos a partir do ponto

A e B.

B. A interseção dos arcos determinam os pontos C e D. A solução é dada pela perpendicular

que passa por C e D.

B. A interseção dos arcos determinam os pontos C e D. A solução é dada pela
B. A interseção dos arcos determinam os pontos C e D. A solução é dada pela

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular

2) Traçar uma perpendicular ao segmento de reta AB passando por um ponto C deste
2) Traçar uma perpendicular ao segmento de reta
AB passando por um ponto C deste mesmo
segmento.
de reta AB passando por um ponto C deste mesmo segmento. OBS.: Existem duas maneiras de

OBS.: Existem duas maneiras de se resolver o problema:

1) com a construção da mediatriz do segmento DE, e 2) apenas com o uso de esquadros.

Construções geométricas: reta perpendicular

Solução 1

Construções geométricas: reta perpendicular Solução 1

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular
Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular Solução 2

Construções geométricas: reta perpendicular Solução 2

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta perpendicular
Construções geométricas: reta perpendicular

Construções geométricas: reta paralela

3) Dividir o seguimento de reta AB em 5 partes iguais.
3) Dividir o seguimento de reta AB em 5 partes
iguais.
Construções geométricas: reta paralela 3) Dividir o seguimento de reta AB em 5 partes iguais.

Construções geométricas: reta paralela

A. Traçar com origem em A uma reta oblíqua t

cujo comprimento seja conhecido e múltiplo de

5;

B. Marcar pontos na reta t referentes as 5 partes;

C. Unir a extremidade da reta oblíqua ao ponto B (reta r).

pontos

D. Traçar

paralelas

à

reta

pelos

r

marcados na reta t.

Unir a extremidade da reta oblíqua ao ponto B (reta r). pontos D. Traçar paralelas à

Construções geométricas: reta paralela

Construções geométricas: reta paralela
Construções geométricas: reta paralela

Construções geométricas: reta paralela

Construções geométricas: reta paralela
Construções geométricas: reta paralela

Construções geométricas: reta paralela

4. Traçar uma paralela ao seguimento de reta AB com distância de 1,5 cm.
4. Traçar uma paralela ao seguimento de reta AB
com distância de 1,5 cm.
Construções geométricas: reta paralela 4. Traçar uma paralela ao seguimento de reta AB com distância de

Construções geométricas: reta paralela

A. Com

centro

em

circunferência;

A

e

raio

1,5

traçar

uma

B. Repetir o procedimento anterior com centro em

B.

uma B. Repetir o procedimento anterior com centro em B. C. Traçar uma perpendicular passando no

C. Traçar uma perpendicular passando no ponto

A.

com centro em B. C. Traçar uma perpendicular passando no ponto A. D. Repetir o procedimento

D. Repetir o procedimento anterior no ponto B.

centro em B. C. Traçar uma perpendicular passando no ponto A. D. Repetir o procedimento anterior
centro em B. C. Traçar uma perpendicular passando no ponto A. D. Repetir o procedimento anterior

Construções geométricas: reta paralela

E. A interseção das circunferências com as retas perpendiculares definem os pontos C e D;
E. A interseção das circunferências com as retas
perpendiculares definem os pontos C e D;
F. Traçando-se uma reta pelos pontos C e D
acha-se a reta paralela ao segmento AB.
definem os pontos C e D; F. Traçando-se uma reta pelos pontos C e D acha-se
Construções geométricas: reta paralela
Construções geométricas: reta paralela
Construções geométricas: reta paralela
Construções geométricas: reta paralela
Construções geométricas: reta paralela
Construções geométricas: reta paralela

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E

TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo

Professor: João Carmo

INTRODUÇÃO

 Os ângulos são formados por duas semi-retas que têm a mesma origem O.
 Os ângulos são formados por duas semi-retas
que têm a mesma origem O.
são formados por duas semi-retas que têm a mesma origem O. OBS.: o ângulo é denominado

OBS.: o ângulo é denominado por AÔB ou apenas Ô.

NOMENCLATURA

 Nomenclatura do ângulo
 Nomenclatura do ângulo
NOMENCLATURA  Nomenclatura do ângulo OBS.: a grandeza de um ângulo é dada pela abertura dos

OBS.: a grandeza de um ângulo é dada pela abertura dos lados, nunca pelo comprimento.

INTRODUÇÃO Classificação dos ângulos:   Ângulo RASO – ângulo IGUAL a 180°.  Ângulo

INTRODUÇÃO Classificação dos ângulos:

INTRODUÇÃO Classificação dos ângulos:   Ângulo RASO – ângulo IGUAL a 180°.  Ângulo CÔNCAVO
INTRODUÇÃO Classificação dos ângulos:   Ângulo RASO – ângulo IGUAL a 180°.  Ângulo CÔNCAVO

Ângulo RASO ângulo IGUAL a 180°.

ângulos:   Ângulo RASO – ângulo IGUAL a 180°.  Ângulo CÔNCAVO – ângulo MAIOR
ângulos:   Ângulo RASO – ângulo IGUAL a 180°.  Ângulo CÔNCAVO – ângulo MAIOR

Ângulo CÔNCAVO ângulo MAIOR que 180°.

IGUAL a 180°.  Ângulo CÔNCAVO – ângulo MAIOR que 180°.  Ângulo PLENO – ângulo
IGUAL a 180°.  Ângulo CÔNCAVO – ângulo MAIOR que 180°.  Ângulo PLENO – ângulo

Ângulo PLENO ângulo IGUAL a 360°.

IGUAL a 180°.  Ângulo CÔNCAVO – ângulo MAIOR que 180°.  Ângulo PLENO – ângulo
IGUAL a 180°.  Ângulo CÔNCAVO – ângulo MAIOR que 180°.  Ângulo PLENO – ângulo
INTRODUÇÃO Classificação dos ângulos:   Ângulo RETO – ângulo IGUAL a 90°.  Ângulo

INTRODUÇÃO Classificação dos ângulos:

INTRODUÇÃO Classificação dos ângulos:   Ângulo RETO – ângulo IGUAL a 90°.  Ângulo AGUDO

INTRODUÇÃO Classificação dos ângulos:   Ângulo RETO – ângulo IGUAL a 90°.  Ângulo AGUDO
INTRODUÇÃO Classificação dos ângulos:   Ângulo RETO – ângulo IGUAL a 90°.  Ângulo AGUDO

Ângulo RETO ângulo IGUAL a 90°.

ângulos:   Ângulo RETO – ângulo IGUAL a 90°.  Ângulo AGUDO – ângulo MENOR
ângulos:   Ângulo RETO – ângulo IGUAL a 90°.  Ângulo AGUDO – ângulo MENOR

Ângulo AGUDO ângulo MENOR que 90°.

ângulo IGUAL a 90°.  Ângulo AGUDO – ângulo MENOR que 90°.  Ângulo OBTUSO –
ângulo IGUAL a 90°.  Ângulo AGUDO – ângulo MENOR que 90°.  Ângulo OBTUSO –

Ângulo OBTUSO ângulo MAIOR que 90°.

ângulo IGUAL a 90°.  Ângulo AGUDO – ângulo MENOR que 90°.  Ângulo OBTUSO –
ângulo IGUAL a 90°.  Ângulo AGUDO – ângulo MENOR que 90°.  Ângulo OBTUSO –

INTRODUÇÃO

A origem dos ângulos corresponde à divisão da circunferência em 360 partes iguais.

 Cada parte do 1/360 foi chamada de grau. Então, a circunferência tem 360° graus.
 Cada parte do 1/360 foi chamada de grau.
Então, a circunferência tem 360° graus.
chamada de grau. Então, a circunferência tem 360° graus.  Cada grau é dividido em 60

Cada grau é dividido em 60 partes iguais

chamadas minutos. Então, o grau tem 60

minutos.

INTRODUÇÃO

 Cada minuto é dividido em 60 partes iguais chamadas segundos. Então, o minuto tem
Cada
minuto
é
dividido
em 60 partes
iguais chamadas segundos. Então, o
minuto tem 60 segundos.
iguais chamadas segundos. Então, o minuto tem 60 segundos. 1° (um grau) = 60 ’ (sessenta

1° (um grau) = 60(sessenta minutos)

1° (um minuto) = 60(sessenta segundos)

TRANSFERIDOR: circunferência dividida em 360 partes iguais (360 graus).
TRANSFERIDOR: circunferência dividida em 360 partes iguais (360 graus).

TRANSFERIDOR: circunferência dividida em 360 partes iguais (360 graus).

MEDIÇÃO DE ÂNGULOS  Medição de ângulos  O instrumento utilizado para medir, construir e

MEDIÇÃO DE ÂNGULOS Medição de ângulos

MEDIÇÃO DE ÂNGULOS  Medição de ângulos  O instrumento utilizado para medir, construir e transferir

O instrumento utilizado para medir, construir e transferir ângulos chama-se TRANSFERIDOR.

É um instrumento com forma circular ou semi- circular dividida em 360 ou 180 partes iguais.

chama-se TRANSFERIDOR.  É um instrumento com forma circular ou semi- circular dividida em 360 ou
chama-se TRANSFERIDOR.  É um instrumento com forma circular ou semi- circular dividida em 360 ou

MEDIÇÃO DE ÂNGULOS



Uso do transferidor

MEDIÇÃO DE ÂNGULOS  Uso do transferidor 1. Fazer coincidir a linha de pé do transferidor
1. Fazer coincidir a linha de pé do transferidor com um dos lados do ângulo,
1. Fazer coincidir a linha de pé do transferidor
com um dos lados do ângulo, tendo o cuidado
de colocar, ao mesmo tempo, o vértice do
ângulo com o centro do transferidor.
tempo, o vértice do ângulo com o centro do transferidor. 2. Na extremidade da circunferência será

2. Na extremidade da circunferência será feita a

leitura do ângulo desejado.

TRANSFERIDOR. Medição do ângulo de 45º.

TRANSFERIDOR. Medição do ângulo de 45º.

MEDIÇÃO DE ÂNGULOS Construções de ângulos com transferidor

 

Construir os ângulos de 50° e 120° com o auxílio do transferidor:

de ângulos com transferidor    Construir os ângulos de 50° e 120° com o auxílio
de ângulos com transferidor    Construir os ângulos de 50° e 120° com o auxílio

TRANSFERIDOR. Medição do ângulo de 50º e 120º.

TRANSFERIDOR. Medição do ângulo de 50º e 120º. 120º 50º
120º 50º
120º
50º
BISSETRIZ
BISSETRIZ
BISSETRIZ  Bissetriz – é a linha que divide o ângulo em duas partes iguais .

Bissetriz é a linha que divide o ângulo em

duas partes iguais.

CLASSIFICAÇÃO

Classificação quanto à relação entre ângulos:

Ângulo COMPLEMENTAR um ângulo é

complementar a outro quando a soma de suas medidas é IGUAL a 90°.

a outro quando a soma de suas medidas é IGUAL a 90°.  Ângulo SUPLEMENTAR –
a outro quando a soma de suas medidas é IGUAL a 90°.  Ângulo SUPLEMENTAR –

Ângulo SUPLEMENTAR um ângulo é

suplementar a outro quando a soma de suas

medidas é IGUAL a 180°.

CLASSIFICAÇÃO

CLASSIFICAÇÃO  Ângulo REPLEMENTAR – um ângulo é replementar a outro quando a soma de suas

Ângulo REPLEMENTAR um ângulo é

replementar a outro quando a soma de suas medidas é IGUAL a 360°.

 Ângulo REPLEMENTAR – um ângulo é replementar a outro quando a soma de suas medidas
 Ângulo REPLEMENTAR – um ângulo é replementar a outro quando a soma de suas medidas
 Ângulos complementares, replementares. suplementares e

Ângulos

complementares,

replementares.

suplementares

e

CLASSIFICAÇÃO

Ângulos consecutivos

Dois ângulos são consecutivos quando

possuem o mesmo vértice e têm um lado comum. (pode apresentar pontos internos

comuns ou não)

consecutivos quando possuem o mesmo vértice e têm um lado comum. (pode apresentar pontos internos comuns
consecutivos quando possuem o mesmo vértice e têm um lado comum. (pode apresentar pontos internos comuns

CLASSIFICAÇÃO



Ângulos adjacentes

CLASSIFICAÇÃO  Ângulos adjacentes  Os ângulos consecutivos são adjacentes quando têm o mesmo vértice,

Os ângulos consecutivos são adjacentes

quando têm o mesmo vértice, são separados por um lado comum e não tem pontos internos

comuns.

são adjacentes quando têm o mesmo vértice, são separados por um lado comum e não tem
são adjacentes quando têm o mesmo vértice, são separados por um lado comum e não tem
OBS.: os ângulos α e β são ADJACENTES pois apresentam o mesmo vértice e um
OBS.: os ângulos α e β são ADJACENTES pois apresentam o mesmo vértice e um

OBS.: os ângulos α e β são ADJACENTES pois apresentam o mesmo vértice e um lado comum, além disso, não apresentam pontos internos comuns.

CLASSIFICAÇÃO

Ângulos congruentes

 

Os ângulos são congruentes quando tiverem

MEDIDAS IGUAIS.

 Ângulos congruentes    Os ângulos são congruentes quando tiverem MEDIDAS IGUAIS.
 Ângulos congruentes    Os ângulos são congruentes quando tiverem MEDIDAS IGUAIS.
OBS.: os ângulos AÔB e CÔD são CONGRUENTES pois apresentam medidas iguais.
OBS.: os ângulos AÔB e CÔD são CONGRUENTES pois apresentam medidas iguais.

OBS.: os ângulos AÔB e CÔD são CONGRUENTES pois apresentam medidas iguais.

CLASSIFICAÇÃO

Ângulos opostos pelo vértice

 

Os ângulos são opostos pelo vértice quando

seus lados formam dois pares de semi-retas opostas e são congruentes (IGUAIS).

são opostos pelo vértice quando seus lados formam dois pares de semi-retas opostas e são congruentes
são opostos pelo vértice quando seus lados formam dois pares de semi-retas opostas e são congruentes
OBS.: os ângulos opostos pelo vértice são CONGRUENTES.
OBS.: os ângulos opostos pelo vértice são CONGRUENTES.

OBS.: os ângulos opostos pelo vértice são CONGRUENTES.

CLASSIFICAÇÃO



Ângulos alternos

CLASSIFICAÇÃO  Ângulos alternos  Os ângulos alternos são formados por duas retas paralelas cortada por

Os ângulos alternos são formados por duas

retas paralelas cortada por uma reta oblíqua, formando oito ângulos, sendo quatro agudos

(<90) iguais entre si e quatro obtusos (>90),

também iguais entre si.

oito ângulos, sendo quatro agudos (<90) iguais entre si e quatro obtusos (>90), também iguais entre
oito ângulos, sendo quatro agudos (<90) iguais entre si e quatro obtusos (>90), também iguais entre
OBS.: oito ângulos alternos, sendo quatro agudos iguais entre si e quatro obtusos, também iguais
OBS.: oito ângulos alternos, sendo quatro agudos iguais entre si e quatro obtusos, também iguais
OBS.: oito ângulos alternos, sendo quatro agudos iguais entre si e quatro obtusos, também iguais

OBS.: oito ângulos alternos, sendo quatro agudos iguais entre si e quatro obtusos, também iguais entre si.

CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA

Transporte de ângulos

1) Construir sobre a reta r a partir do ponto O e sem auxílio do transferidor o ângulo dado:

Transporte de ângulos 1) Construir sobre a reta r a partir do ponto O e sem
Transporte de ângulos 1) Construir sobre a reta r a partir do ponto O e sem

CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA

a) Com centro em V e abertura qualquer, marcar os pontos B e C, no
a) Com centro em V e abertura qualquer, marcar
os pontos B e C, no ângulo dado.
b) Com centro em O e mesmo raio que traçou
BC, traçar o arco marcando M na reta r.
c) Com centro em M e raio BC, marcar o ponto N.
d) Traçar segmento ON.
BC, traçar o arco marcando M na reta r. c) Com centro em M e raio
OBS.: o ângulo NOM é igual a CVB.
OBS.: o ângulo NOM é igual a CVB.
OBS.: o ângulo NOM é igual a CVB.

OBS.: o ângulo NOM é igual a CVB.

CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA

Construção da bissetriz caso 1

2) Construir a bissetriz do ângulo dado:

CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA  Construção da bissetriz – caso 1 2) Construir a bissetriz do ângulo dado:
CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA  Construção da bissetriz – caso 1 2) Construir a bissetriz do ângulo dado:

CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA

CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA a) Do vértice A, com raio qualquer, traça-se o arco BC. b) Com centro

a) Do vértice A, com raio qualquer, traça-se o

arco BC.

b) Com centro em BC, traçam-se arcos iguais

cuja interseção será o ponto D.

c) Unindo

pedida.

A

ao

ponto D, teremos

a bissetriz

arcos iguais cuja interseção será o ponto D. c) Unindo pedida. A ao ponto D, teremos
arcos iguais cuja interseção será o ponto D. c) Unindo pedida. A ao ponto D, teremos
OBS.: o segmento AD é a bissetriz do ângulo CÂB.
OBS.: o segmento AD é a bissetriz do ângulo CÂB.

OBS.: o segmento AD é a bissetriz do ângulo CÂB.

CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA

Construção do arco capaz

3) Construir sobre a reta r um arco capaz de um ângulo dado:
3) Construir sobre a reta r um arco capaz de um
ângulo dado:
Construir sobre a reta r um arco capaz de um ângulo dado:  É o arco

É o arco capaz de inscrever, em qualquer de

seus pontos, um ângulo igual ao ângulo dado

na sua construção.

CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA

1) Transportar para a reta r o segmento AB e o

ângulo Â;

2) Achar a mediatriz de AB e traçar uma reta

perpendicular ao lado do ângulo voltado para

baixo determinando O.

3) Com centro em O e abertura AO, traçar o arco capaz.

3) Com centro em O e abertura AO, traçar o arco capaz. OBS.: todo ângulo inscrito
3) Com centro em O e abertura AO, traçar o arco capaz. OBS.: todo ângulo inscrito

OBS.: todo ângulo inscrito no arco capaz é igual ao ângulo dado.

 Transporte do segmento AB e do ângulo  para a reta r.
 Transporte do segmento AB e do ângulo  para a reta r.

Transporte do segmento AB e do ângulo  para a reta r.

 Traçar a mediatriz do segmento AB.

Traçar a mediatriz do segmento AB.

 Traçar linha perpendicular ao lado inclinado do ângulo Â, prolongando até interceptar a mediatriz
 Traçar linha perpendicular ao lado inclinado do ângulo Â, prolongando até interceptar a mediatriz

Traçar linha perpendicular ao lado inclinado do

ângulo Â, prolongando até interceptar a

mediatriz do segmento AB.

 Traçar o arco capaz com centro em O e abertura OA. Todo ângulo inscrito
 Traçar o arco capaz com centro em O e abertura OA. Todo ângulo inscrito

Traçar o arco capaz com centro em O e

abertura OA. Todo ângulo inscrito no arco

capaz é igual ao ângulo dado.

CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA
CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA
CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA  Exercícios gráficos de ângulos: construção de polígonos

Exercícios gráficos de ângulos: construção de

polígonos

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E

TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo

Professor: João Carmo

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO  É uma figura geométrica plana construída por linhas consecutivas formando uma poligonal fechada.

É uma figura geométrica plana construída por

linhas consecutivas formando uma poligonal

fechada.

INTRODUÇÃO  É uma figura geométrica plana construída por linhas consecutivas formando uma poligonal fechada.
INTRODUÇÃO  É uma figura geométrica plana construída por linhas consecutivas formando uma poligonal fechada.

INTRODUÇÃO

a)

Linha quebrada ou poligonal aberta

INTRODUÇÃO a) Linha quebrada ou poligonal aberta
INTRODUÇÃO a) Linha quebrada ou poligonal aberta

INTRODUÇÃO

b)

Linha poligonal fechada

INTRODUÇÃO b) Linha poligonal fechada
INTRODUÇÃO b) Linha poligonal fechada

ELEMENTOS DO POLÍGONO

 Lados – cada segmento que forma o polígono: AB, BC, CD FA.
 Lados – cada segmento que forma o polígono:
AB, BC, CD
FA.
 Ângulos internos – ângulos formados por lados consecutivos: β.
Ângulos internos – ângulos formados por lados
consecutivos: β.
internos – ângulos formados por lados consecutivos: β.  Ângulos externos – ângulo formado por um

Ângulos externos ângulo formado por um lado e pelo prolongamento de outro lado

adjacente: α.

ELEMENTOS DO POLÍGONO

 Diagonais – são linhas que unem os vértices não consecutivos.  Vértices – são
Diagonais – são linhas que unem os vértices
não consecutivos.
Vértices – são os pontos de interseção dos
consecutivos.  Vértices – são os pontos de interseção dos segmentos que formam o polígono: A,

segmentos que formam o polígono: A, B, C, D, E, F.

consecutivos.  Vértices – são os pontos de interseção dos segmentos que formam o polígono: A,
consecutivos.  Vértices – são os pontos de interseção dos segmentos que formam o polígono: A,
consecutivos.  Vértices – são os pontos de interseção dos segmentos que formam o polígono: A,
 Polígono de 06 (seis) lados (Hexágono)
 Polígono de 06 (seis) lados (Hexágono)

Polígono de 06 (seis) lados (Hexágono)

CLASSIFICAÇÃO

Quanto à regularidade:

a) Polígono regular todos os lados e ângulos

são iguais.

b) Polígono irregular os lados e ângulos são

desiguais.

irregular – os lados e ângulos são desiguais. c) Polígono semi-regular – apresentam seus lados ou
irregular – os lados e ângulos são desiguais. c) Polígono semi-regular – apresentam seus lados ou

c) Polígono semi-regular apresentam seus

lados ou ângulos alternadamente iguais.

CLASSIFICAÇÃO



Quanto à forma:

CLASSIFICAÇÃO  Quanto à forma: a) Polígono côncavo – quando um ou mais ângulos forem maiores

a) Polígono

côncavo

quando um ou mais

ângulos forem maiores que 180º.

b) Polígono convexo quando todos os seus ângulos forem menores que 180º.

– quando todos os seus ângulos forem menores que 180º. c) Polígono estrelado – quando são
– quando todos os seus ângulos forem menores que 180º. c) Polígono estrelado – quando são

c) Polígono estrelado quando são formados por

cordas e ângulos iguais.

d) Polígono

entrecruzado

prolongamento de

dois

formarem outro polígono.

dos

quando

seus

o

lados

e) Polígono entrelaçado quando são formados por faixas compostas de duas ou mais retas

paralelas que se entrelaçam.

entrelaçado – quando são formados por faixas compostas de duas ou mais retas paralelas que se
entrelaçado – quando são formados por faixas compostas de duas ou mais retas paralelas que se

CLASSIFICAÇÃO

Quanto à posição em relação à circunferência:

a) Polígono inscrito quando têm seus vértices na circunferência.

b) Polígono circunscrito quando têm todos os seus lados tangentes à circunferência.

na circunferência. b) Polígono circunscrito – quando têm todos os seus lados tangentes à circunferência.
na circunferência. b) Polígono circunscrito – quando têm todos os seus lados tangentes à circunferência.

NOMENCLATURA

 Em função do número de lados, os polígonos recebem nomes: 03 lados: Trilátero 09
Em função do número de lados, os polígonos
recebem nomes:
03
lados: Trilátero
09 lados: Eneágono
04
lados: Quadrilátero
10 lados: Decágono
05
lados: Pentágono
11 lados: Undecágono
06
lados: Hexágono
12
lados: Dodecágono
07
lados: Heptágono
15
lados: Pentadecágono
08
lados: Octógono
20 lados: Icoságono

Obs.:

para aqueles não presentes na lista a designação é dada da

seguinte forma:

13 lados: polígono de 13 lados.

PERÍMETRO
PERÍMETRO
PERÍMETRO  O perímetro de um polígono é soma dos comprimentos dos seus lados.

O perímetro de um polígono é soma dos

comprimentos dos seus lados.

POLÍGONOS SEMELHANTES

Os polígonos são semelhantes quando possuírem ângulos respectivamente iguais,

com lados homólogos proporcionais.



A semelhança pode ser por:

homólogos proporcionais.  A semelhança pode ser por: a) Ampliação direta e inversa a) Redução direta
homólogos proporcionais.  A semelhança pode ser por: a) Ampliação direta e inversa a) Redução direta

a) Ampliação direta e inversa

homólogos proporcionais.  A semelhança pode ser por: a) Ampliação direta e inversa a) Redução direta
homólogos proporcionais.  A semelhança pode ser por: a) Ampliação direta e inversa a) Redução direta

a) Redução direta e inversa

POLÍGONOS SEMELHANTES

POLÍGONOS SEMELHANTES
POLÍGONOS SEMELHANTES

POLÍGONOS SEMELHANTES

POLÍGONOS SEMELHANTES

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E

TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo

Professor: João Carmo

DEFINIÇÃO

DEFINIÇÃO  Triângulo ou trilátero é um polígono de três lados.
DEFINIÇÃO  Triângulo ou trilátero é um polígono de três lados.

Triângulo ou trilátero é um polígono de três lados.

Observações:
Observações:

a) O triângulo não possui diagonais;

b) A área do triângulo é A = b x h/2;

c) O perímetro é a soma dos três lados.

d) Qualquer lado é menor que a soma dos outros dois e maior que a sua diferença.

é a soma dos três lados. d) Qualquer lado é menor que a soma dos outros
é a soma dos três lados. d) Qualquer lado é menor que a soma dos outros
Observações:
Observações:

e) A soma dos ângulos internos é igual a 180°.

f) A medida de um ângulo externo qualquer é

igual à soma das medidas dos dois ângulos

não-adjacentes a ele.

f) A medida de um ângulo externo qualquer é igual à soma das medidas dos dois
f) A medida de um ângulo externo qualquer é igual à soma das medidas dos dois

ELEMENTOS DO TRIÂNGULO

Base

é o lado do triângulo em que se

supõe que ele assente.

é o lado do triângulo em que se supõe que ele assente.  Vértice – é
é o lado do triângulo em que se supõe que ele assente.  Vértice – é

Vértice é o ponto de encontro dos lados.

 Vértice – é o ponto de encontro dos lados. Obs.: Os representados por letras maiúsculas
 Vértice – é o ponto de encontro dos lados. Obs.: Os representados por letras maiúsculas

Obs.:

Os

representados por letras

maiúsculas (A, B e C) e os lados, por letras

minúsculas (a, b, c).

vértices

são

ELEMENTOS DO TRIÂNGULO

Todo triângulo tem:

03 lados;

03 vértices;

03 alturas;

03 medianas;

03 mediatrizes;

03 bissetrizes;

03 medianas; • 03 mediatrizes; • 03 bissetrizes; Obs.: Além desses elementos, os triângulos possuem
03 medianas; • 03 mediatrizes; • 03 bissetrizes; Obs.: Além desses elementos, os triângulos possuem

Obs.: Além desses elementos, os triângulos possuem

infinitas cevianas.

RELAÇÃO ENTRE TRIÂNGULOS

RELAÇÃO ENTRE TRIÂNGULOS  Triângulos iguais – são iguais quando têm os três lados e ângulos
RELAÇÃO ENTRE TRIÂNGULOS  Triângulos iguais – são iguais quando têm os três lados e ângulos

Triângulos iguais são iguais quando têm os três lados e ângulos respectivamente iguais.

RELAÇÃO ENTRE TRIÂNGULOS

RELAÇÃO ENTRE TRIÂNGULOS  Triângulos semelhantes – são semelhantes quando tiverem os ângulos iguais, porém
RELAÇÃO ENTRE TRIÂNGULOS  Triângulos semelhantes – são semelhantes quando tiverem os ângulos iguais, porém

Triângulos semelhantes são semelhantes quando tiverem os ângulos iguais, porém de

tamanhos diferentes.

RELAÇÃO ENTRE TRIÂNGULOS

RELAÇÃO ENTRE TRIÂNGULOS  Triângulos equivalentes – dois triângulos são equivalentes quando tiverem mesma
RELAÇÃO ENTRE TRIÂNGULOS  Triângulos equivalentes – dois triângulos são equivalentes quando tiverem mesma

Triângulos equivalentes dois triângulos são equivalentes quando tiverem mesma base e

altura. (áreas iguais)

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS

Quanto aos ângulos:

a) Retângulo

b) Acutângulo

c) Obtusângulo

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Quanto aos ângulos: a) Retângulo b) Acutângulo c) Obtusângulo
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Quanto aos ângulos: a) Retângulo b) Acutângulo c) Obtusângulo

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo retângulo – quando tem um ângulo reto. (=90º)
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo retângulo – quando tem um ângulo reto. (=90º)

Triângulo retângulo quando tem um ângulo reto. (=90º)

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo retângulo – quando tem um ângulo reto. (=90º)

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo acutângulo – quando tem os três ângulos agudos (<90º)
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo acutângulo – quando tem os três ângulos agudos (<90º)

Triângulo acutângulo quando tem os três ângulos agudos (<90º)

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo acutângulo – quando tem os três ângulos agudos (<90º)
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo obtusângulo ângulo obtuso (>90º) – quando tem um

Triângulo

obtusângulo

ângulo obtuso (>90º)

quando tem um

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS

Quanto às dimensões dos lados:

a) Equilátero

b) Isósceles

c) Escaleno

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Quanto às dimensões dos lados: a) Equilátero b) Isósceles c) Escaleno
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Quanto às dimensões dos lados: a) Equilátero b) Isósceles c) Escaleno
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo equilátero – quando tem os três lados iguais.

Triângulo equilátero quando tem os três lados iguais.

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo equilátero – quando tem os três lados iguais.
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo isósceles – quando possuir apenas dois lados iguais.

Triângulo isósceles quando possuir apenas dois lados iguais.

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS

CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo escaleno – quando tem os três lados diferentes.
CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS  Triângulo escaleno – quando tem os três lados diferentes.

Triângulo escaleno quando tem os três lados diferentes.

EXERCÍCIOS: TRIÂNGULOS

1) Em um triângulo ABC sabe-se que o ângulo A é o dobro de B e que C é o triplo de B.

a) Calcule A, B e C.

b) Classifique o triângulo quanto aos lados

e quanto aos ângulos.

c) Considerando o segmento AC = 6cm,

desenhe o triângulo.

o triângulo quanto aos lados e quanto aos ângulos. c) Considerando o segmento AC = 6cm,
o triângulo quanto aos lados e quanto aos ângulos. c) Considerando o segmento AC = 6cm,
Resolução:
Resolução:

O ângulo B é o menor dos três. Considerando

B = X, teremos: A = 2X e C = 3X.

Como A + B + C = 180º, temos:

2X + X + 3X = 180º

6X = 180º

X = 30º

Logo, A = 2X = 60° e C = 3X = 90°

e C = 3X. Como A + B + C = 180º, temos: 2X + X
e C = 3X. Como A + B + C = 180º, temos: 2X + X
Resolução:
Resolução:

Como os três ângulos internos têm medidas

diferentes, os três lados do triângulo também

têm medidas diferentes.

Assim, o triângulo é ESCALENO. Por outro

lado, como C = 90º, temos que o triângulo é

RETÂNGULO.

lado, como C = 90º, temos que o triângulo é RETÂNGULO. Respostas: a) A = 60º,
Respostas:
Respostas:

a) A = 60º, B = 30º e C = 90º

b) O triângulo é escaleno e retângulo

EXERCÍCIOS: TRIÂNGULOS

2) Em um triângulo isósceles, o ângulo do vértice é o triplo de um ângulo da base.

a) Calcule os ângulos.

b) Considerando a base do triângulo

5cm, desenhe o triângulo.

de um ângulo da base. a) Calcule os ângulos. b) Considerando a base do triângulo 5cm,
de um ângulo da base. a) Calcule os ângulos. b) Considerando a base do triângulo 5cm,
Resolução:
Resolução:

Desenhe um croqui, em que ABC é o triângulo

em questão. Vamos supor que o ângulo A seja

o ângulo do vértice. Fazendo B = X, teremos: A

= 3X , C = X.

Como A + B + C = 180°

3X + X + X = 180°

X = 36°

Logo, A = 3X = 108°

Como A + B + C = 180° 3X + X + X = 180° X
Respostas:
Respostas:

a) A = 108º, B = 36º e C = 36º

PONTOS NOTÁVEIS

PONTOS NOTÁVEIS a) Altura do triângulo  É a perpendicular traçada do vértice ao lado oposto.
PONTOS NOTÁVEIS a) Altura do triângulo  É a perpendicular traçada do vértice ao lado oposto.

a) Altura do triângulo

PONTOS NOTÁVEIS a) Altura do triângulo  É a perpendicular traçada do vértice ao lado oposto.

É a perpendicular traçada do vértice ao lado

oposto.

Todo triângulo tem três alturas.

O ponto de encontro das alturas chama-se

ORTOCENTRO. O ortocentro, dependendo do triângulo, pode cair fora do mesmo.

 O ponto de encontro das alturas chama-se ORTOCENTRO. O ortocentro, dependendo do triângulo, pode cair

Obs.: Dependendo do triângulo o ORTOCENTRO pode cair fora do mesmo.

dependendo do triângulo, pode cair fora do mesmo. Obs.: Dependendo do triângulo o ORTOCENTRO pode cair
Obs.: O encontro das alturas do triângulo define o ORTOCENTRO.
Obs.: O encontro das alturas do triângulo define o ORTOCENTRO.

Obs.: O encontro das alturas do triângulo define o ORTOCENTRO.

Obs.: O encontro das alturas do triângulo define o ORTOCENTRO.

PONTOS NOTÁVEIS

PONTOS NOTÁVEIS b) Mediana  É o segmento que une o vértice ao meio do lado
PONTOS NOTÁVEIS b) Mediana  É o segmento que une o vértice ao meio do lado

b) Mediana

PONTOS NOTÁVEIS b) Mediana  É o segmento que une o vértice ao meio do lado

É o segmento que une o vértice ao meio do lado oposto.

Todo triângulo tem três medianas.

O ponto de encontro das medianas chama- se BARICENTRO (é o centro de gravidade

do triângulo).

três medianas.  O ponto de encontro das medianas chama- se BARICENTRO (é o centro de
três medianas.  O ponto de encontro das medianas chama- se BARICENTRO (é o centro de
Obs.: O encontro das medianas do triângulo define o BARICENTRO.
Obs.: O encontro das medianas do triângulo define o BARICENTRO.

Obs.: O encontro das medianas do triângulo define o BARICENTRO.

Obs.: O encontro das medianas do triângulo define o BARICENTRO.

PONTOS NOTÁVEIS

PONTOS NOTÁVEIS c) Mediatriz  É a perpendicular traçada pelo meio de cada lado do triângulo.
PONTOS NOTÁVEIS c) Mediatriz  É a perpendicular traçada pelo meio de cada lado do triângulo.

c) Mediatriz

PONTOS NOTÁVEIS c) Mediatriz  É a perpendicular traçada pelo meio de cada lado do triângulo.

É a perpendicular traçada pelo meio de cada lado do triângulo.

O ponto de encontro das mediatrizes chama- se CIRCUNCENTRO.

O ponto de encontro das mediatrizes chama- se CIRCUNCENTRO. Obs.: Dependendo do triângulo a mediatriz pode
O ponto de encontro das mediatrizes chama- se CIRCUNCENTRO. Obs.: Dependendo do triângulo a mediatriz pode

Obs.: Dependendo do triângulo a mediatriz pode cair fora do mesmo.

de encontro das mediatrizes chama- se CIRCUNCENTRO. Obs.: Dependendo do triângulo a mediatriz pode cair fora
Obs.: O encontro das mediatrizes do triângulo define o CIRCUNCENTRO.
Obs.: O encontro das mediatrizes do triângulo define o CIRCUNCENTRO.

Obs.: O encontro das mediatrizes do triângulo define o

Obs.: O encontro das mediatrizes do triângulo define o CIRCUNCENTRO.

CIRCUNCENTRO.

PONTOS NOTÁVEIS

d) Bissetriz  São as bissetrizes dos ângulos internos do triângulo.  O ponto sempre

d) Bissetriz

d) Bissetriz  São as bissetrizes dos ângulos internos do triângulo.  O ponto sempre interno

São as bissetrizes dos ângulos internos do triângulo.

O ponto sempre interno de encontro das bissetrizes de um triângulo chama-se

INCENTRO.

O

INCENTRO

é

o

ponto

usado

para

inscrever uma circunferência.

de um triângulo chama-se INCENTRO.  O INCENTRO é o ponto usado para inscrever uma circunferência.
de um triângulo chama-se INCENTRO.  O INCENTRO é o ponto usado para inscrever uma circunferência.
Obs.: O encontro das Bissetrizes do triângulo define o INCENTRO.
Obs.: O encontro das Bissetrizes do triângulo define o INCENTRO.

Obs.: O encontro das Bissetrizes do triângulo define o

Obs.: O encontro das Bissetrizes do triângulo define o INCENTRO.

INCENTRO.

CEVIANAS

São linhas que, partindo do vértice, tocam em um ponto qualquer da reta suporte do

lado oposto a esse vértice.

Em um triângulo existem infinitas cevianas.

 Em um triângulo existem infinitas cevianas. Obs.: O aplicação, tem nomes cevianas: HIPOTENUSA e
 Em um triângulo existem infinitas cevianas. Obs.: O aplicação, tem nomes cevianas: HIPOTENUSA e

Obs.:

O

aplicação, tem nomes

cevianas: HIPOTENUSA e CATETOS.

triângulo

retângulo,

devido

à

sua

larga

as

especiais

para

O aplicação, tem nomes cevianas: HIPOTENUSA e CATETOS. triângulo retângulo, devido à sua larga as especiais
CEVIANAS  Catetos – São os lados que formam o ângulo reto de um triângulo

CEVIANAS

CEVIANAS  Catetos – São os lados que formam o ângulo reto de um triângulo retângulo.

Catetos São os lados que formam o ângulo reto de um triângulo retângulo.

Hipotenusa

É o lado que se opõe ao

ângulo reto de um triângulo retângulo.

reto de um triângulo retângulo.  Hipotenusa – É o lado que se opõe ao ângulo
reto de um triângulo retângulo.  Hipotenusa – É o lado que se opõe ao ângulo
TEOREMA DE PITÁGORAS
TEOREMA DE PITÁGORAS
TEOREMA DE PITÁGORAS
TEOREMA DE PITÁGORAS

TEOREMA DE PITÁGORAS

É uma relação matemática entre os lados de um triângulo retângulo.

Afirma que: em qualquer triângulo retângulo, o quadrado do comprimento da hipotenusa é

igual a soma dos quadrados dos

comprimentos dos catetos.

retângulo, o quadrado do comprimento da hipotenusa é igual a soma dos quadrados dos comprimentos dos
retângulo, o quadrado do comprimento da hipotenusa é igual a soma dos quadrados dos comprimentos dos

RETA DE EULER

RETA DE EULER  O CIRCUNCENTRO, o BARICENTRO e o ORTOCENTRO de um triângulo são colineares
RETA DE EULER  O CIRCUNCENTRO, o BARICENTRO e o ORTOCENTRO de um triângulo são colineares

O CIRCUNCENTRO, o BARICENTRO e o ORTOCENTRO de um triângulo são

colineares (Reta de Euler).

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E

TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo

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TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS

TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 1) Construir um triângulo qualquer sendo dado os três lados.
TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 1) Construir um triângulo qualquer sendo dado os três lados.

1) Construir um triângulo qualquer sendo dado os três lados.

Solução:
Solução:

a) Traça-se o segmento AB.

b) Com centro em A e abertura do compasso AC, traça-se um arco qualquer;

c) Com abertura do compasso em BC e centro

em B, determina-se na interseção, o ponto

C;

d) Unindo-se o ponto A e C e B e C, teremos o

triângulo pedido.

em B, determina-se na interseção, o ponto C; d) Unindo-se o ponto A e C e
em B, determina-se na interseção, o ponto C; d) Unindo-se o ponto A e C e

TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS

TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 2) Construir um triângulo conhecendo-se lados e um ângulo. dois
TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 2) Construir um triângulo conhecendo-se lados e um ângulo. dois

2) Construir um triângulo conhecendo-se lados e um ângulo.

dois

Solução:
Solução:

a) Traça-se AB e transporta-se o ângulo A para o ponto A. b) Com abertura do compasso igual a AC e a partir de A, localiza-se o ponto C. c) Ligando-se os pontos C e B, teremos triângulo pedido.

o

igual a AC e a partir de A, localiza-se o ponto C. c) Ligando-se os pontos
igual a AC e a partir de A, localiza-se o ponto C. c) Ligando-se os pontos

TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS

TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 3) Construir um triângulo isósceles conhecendo- se a base AB e a altura
TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 3) Construir um triângulo isósceles conhecendo- se a base AB e a altura

3) Construir um triângulo isósceles conhecendo- se a base AB e a altura h. Achar o

circuncentro e o baricentro do triângulo.

Solução:
Solução:
a) Traça-se AB; b) Acha-se a mediatriz de AB; c) Marca-se mediatriz na a altura

a) Traça-se AB;
b) Acha-se a mediatriz de AB;

c) Marca-se

mediatriz

na

a

altura

determinando-se o ponto C;

d) Unindo os pontos A e B ao ponto C, teremos

o triângulo isósceles pedido;

a altura determinando-se o ponto C; d) Unindo os pontos A e B ao ponto C,
a altura determinando-se o ponto C; d) Unindo os pontos A e B ao ponto C,

e) Traçar as Mediatrizes dos lados do triângulo para achar o Circuncentro do triângulo;

f) Com

no

CIRCUNCENTRO e abertura em um dos

o

compasso

e

centro

vértice do triângulo, traçar o círculo;

g) Unir os pontos médios de cada lado aos

o

vértices

opostos

achar

para

BARICENTRO do triângulo.

traçar o círculo; g) Unir os pontos médios de cada lado aos o vértices opostos achar
traçar o círculo; g) Unir os pontos médios de cada lado aos o vértices opostos achar

TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS

TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 4) Construir um triângulo equilátero conhecendo- se um dos lados. Traçar o
TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 4) Construir um triângulo equilátero conhecendo- se um dos lados. Traçar o

4) Construir um triângulo equilátero conhecendo- se um dos lados. Traçar o círculo inscrito no

triângulo.

Solução:

Solução: a) Traça-se AB e, com centro em A e abertura do compasso AB, traça-se o

a) Traça-se AB e, com centro em A e abertura do compasso AB, traça-se o arco; b) Com centro em B, e mesmo raio, determinar o ponto C. c) Ligando o ponto C às extremidades A e B, teremos o triângulo procurado.

em B, e mesmo raio, determinar o ponto C. c) Ligando o ponto C às extremidades
em B, e mesmo raio, determinar o ponto C. c) Ligando o ponto C às extremidades
Solução:
Solução:

d) Traça-se as BISSETRIZES dos ângulos do triângulo;

e) O encontro das bissetrizes define o

INCENTRO. Com centro no incentro e

abertura do compasso até tocar o segmento

AB, desenhar a circunferência inscrita no

triângulo.

no incentro e abertura do compasso até tocar o segmento AB, desenhar a circunferência inscrita no
no incentro e abertura do compasso até tocar o segmento AB, desenhar a circunferência inscrita no

TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS

TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 5) Construir um triângulo conhecendo-se a base Achar o AB, ortocentro . ângulo
TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 5) Construir um triângulo conhecendo-se a base Achar o AB, ortocentro . ângulo

5) Construir um triângulo conhecendo-se a base

Achar o

AB,

ortocentro.

ângulo

altura

h.

um

e

a

Solução:

Solução: a) Traça-se AB e transportar o ângulo a partir de A; b) Determinar a altura

a) Traça-se AB e transportar o ângulo a partir de A; b) Determinar a altura e prolongar o lado até tocar na altura para localizar o ponto C.

c) Ligando C aos

o

ponto

A

B,

e

teremos

triângulo procurado.

tocar na altura para localizar o ponto C. c) Ligando C aos o ponto A B,
tocar na altura para localizar o ponto C. c) Ligando C aos o ponto A B,

Solução:

Solução: d) Traçar a partir dos vértices do triângulo perpendiculares ao lados opostos desses vértices. Obs.:
Solução: d) Traçar a partir dos vértices do triângulo perpendiculares ao lados opostos desses vértices. Obs.:

d) Traçar a partir dos vértices do triângulo perpendiculares ao lados opostos desses vértices.

perpendiculares ao lados opostos desses vértices. Obs.: Caso a perpendicular não encontre o lado do
perpendiculares ao lados opostos desses vértices. Obs.: Caso a perpendicular não encontre o lado do
perpendiculares ao lados opostos desses vértices. Obs.: Caso a perpendicular não encontre o lado do
perpendiculares ao lados opostos desses vértices. Obs.: Caso a perpendicular não encontre o lado do
perpendiculares ao lados opostos desses vértices. Obs.: Caso a perpendicular não encontre o lado do
perpendiculares ao lados opostos desses vértices. Obs.: Caso a perpendicular não encontre o lado do

Obs.: Caso a perpendicular não encontre o lado do

triângulo, este deverá ser prolongado. Neste caso,

o ortocentro ficará fora da figura.

TRIÂNGULOS: CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS

6) Determinar graficamente a altura da árvore. Achar o Circuncentro.

CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 6) Determinar graficamente a altura da árvore. Achar o Circuncentro. 30º 1,5m 8m
CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 6) Determinar graficamente a altura da árvore. Achar o Circuncentro. 30º 1,5m 8m
30º 1,5m 8m
30º
1,5m
8m
CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 6) Determinar graficamente a altura da árvore. Achar o Circuncentro. 30º 1,5m 8m

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E

TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo

Professor: João Carmo

INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO  Chamam-se QUADRILÁTEROS os polígonos de 4 (quatro) lados .

Chamam-se QUADRILÁTEROS os polígonos

de 4 (quatro) lados.

OBSERVAÇÕES

A

quadrilátero é igual a 360°.

dos

ângulos

soma

internos

de

todo

é igual a 360°. dos ângulos soma internos de todo  Todo quadrilátero tem apenas duas

Todo quadrilátero tem apenas duas diagonais.

Todo quadrilátero

tem quatro lados, quatro

vértices e quatro ângulos.

tem apenas duas diagonais.  Todo quadrilátero tem quatro lados, quatro vértices e quatro ângulos.
tem apenas duas diagonais.  Todo quadrilátero tem quatro lados, quatro vértices e quatro ângulos.

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

Quanto à forma geométrica, os quadriláteros são classificados em:

b) Trapézios

c) Trapezóides

Quanto à forma geométrica, os quadriláteros são classificados em: b) Trapézios c) Trapezóides a) Paralelogramos

a) Paralelogramos

Quanto à forma geométrica, os quadriláteros são classificados em: b) Trapézios c) Trapezóides a) Paralelogramos
Quanto à forma geométrica, os quadriláteros são classificados em: b) Trapézios c) Trapezóides a) Paralelogramos
a) Paralelogramos
a) Paralelogramos

a) Paralelogramos

b) Trapézios
b) Trapézios

b) Trapézios

c) Trapezóide
c) Trapezóide

c) Trapezóide

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

a) Paralelogramos são polígonos formados por lados opostos paralelos. São os seguintes:

Quadrado;

Retângulo;

Losango ou rombo;

Paralelogramo ou rombóide.

São os seguintes: • Quadrado; • Retângulo; • Losango ou rombo; • Paralelogramo ou rombóide.
São os seguintes: • Quadrado; • Retângulo; • Losango ou rombo; • Paralelogramo ou rombóide.

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Quadrado – paralelogramo que possui os lados e os ângulos iguais .

Quadrado paralelogramo que possui os

lados e os ângulos iguais.

paralelogramo que possui os lados e os ângulos iguais . Obs .: Os lados são perpendiculares
paralelogramo que possui os lados e os ângulos iguais . Obs .: Os lados são perpendiculares

Obs.: Os lados são perpendiculares entre si, as

DIAGONAIS tem mesmo tamanho e

perpendiculares entre si.

• Quadrado
• Quadrado

Quadrado

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Retângulo – paralelogramo que possui lados opostos iguais e ângulos retos.

Retângulo paralelogramo que possui lados opostos iguais e ângulos retos.

que possui lados opostos iguais e ângulos retos. Obs .: No retângulo assim como no quadrado,
que possui lados opostos iguais e ângulos retos. Obs .: No retângulo assim como no quadrado,

Obs.: No retângulo assim como no quadrado, suas

DIAGONAIS são iguais e a ÁREA = BASE x

ALTURA

• Retângulo
• Retângulo

Retângulo

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Losango ou rombo – paralelogramo que possui os lados iguais, os ângulos

Losango ou rombo paralelogramo que possui

os lados iguais, os ângulos opostos são iguais,

sendo dois agudos e dois obtusos.

opostos são iguais, sendo dois agudos e dois obtusos. Obs .: DIAGONAIS são desiguais e perpendiculares
opostos são iguais, sendo dois agudos e dois obtusos. Obs .: DIAGONAIS são desiguais e perpendiculares

Obs.:

DIAGONAIS são desiguais e

perpendiculares entre si. ÁREA = BASE x

Suas

ALTURA.

• Losango
• Losango

Losango

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Paralelogramo ou rombóide – possui lados opostos iguais e paralelos. Seus

Paralelogramo ou rombóide possui lados

opostos iguais e paralelos. Seus ângulos são

dois agudos e dois obtusos.

paralelos. Seus ângulos são dois agudos e dois obtusos. Obs .: Suas DIAGONAIS são desiguais ÁREA
paralelos. Seus ângulos são dois agudos e dois obtusos. Obs .: Suas DIAGONAIS são desiguais ÁREA

Obs.: Suas DIAGONAIS são desiguais

ÁREA = BASE x ALTURA.

e oblíquas.

• Paralelogramo
• Paralelogramo

Paralelogramo

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS b) Trapézios – são os quadriláteros onde apenas as bases são paralelas.
CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS b) Trapézios – são os quadriláteros onde apenas as bases são paralelas.

b) Trapézios são os quadriláteros onde apenas

as bases são paralelas.

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS



Observações:

 A distância entre as bases denomina-se ALTURA.  Cálculo da área:
A
distância
entre
as
bases
denomina-se
ALTURA.
Cálculo da área:

B: base maior

b: base menor H: altura

as bases denomina-se ALTURA.  Cálculo da área: B : b a s e m a

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS



Os trapézios são classificados em:

Trapézio retângulo

Trapézio isósceles

Trapézio escaleno

 Os trapézios são classificados em: • Trapézio retângulo • Trapézio isósceles • Trapézio escaleno
 Os trapézios são classificados em: • Trapézio retângulo • Trapézio isósceles • Trapézio escaleno

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Trapézios retângulo – quando tem dois ângulos retos.
CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Trapézios retângulo – quando tem dois ângulos retos.
CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Trapézios retângulo – quando tem dois ângulos retos.

Trapézios retângulo quando tem dois

ângulos retos.

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Trapézios isósceles – quando tem os dois lados não paralelos iguais. (suas
CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Trapézios isósceles – quando tem os dois lados não paralelos iguais. (suas
CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Trapézios isósceles – quando tem os dois lados não paralelos iguais. (suas

Trapézios isósceles quando tem os dois

lados não paralelos iguais. (suas diagonais

são iguais)

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Trapézio escaleno – quando possui lados e ângulos desiguais. (suas diagonais
CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Trapézio escaleno – quando possui lados e ângulos desiguais. (suas diagonais
CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS • Trapézio escaleno – quando possui lados e ângulos desiguais. (suas diagonais

Trapézio escaleno quando possui lados e ângulos desiguais. (suas diagonais são

desiguais)

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS c) Trapezóides – são quadriláteros irregulares que não possuem os lados
CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS c) Trapezóides – são quadriláteros irregulares que não possuem os lados

c) Trapezóides são quadriláteros irregulares

que não possuem os lados paralelos. Todos os

ângulos internos são diferentes.

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS



Observações:

CLASSIFICAÇÃO DOS QUADRILÁTEROS  Observações:  Área: divide-se em dois triângulos e soma-se a área dos

Área: divide-se em dois triângulos e soma-se a

área dos mesmos.

 Área: divide-se em dois triângulos e soma-se a área dos mesmos.  Perímetro: soma-se os
 Área: divide-se em dois triângulos e soma-se a área dos mesmos.  Perímetro: soma-se os

Perímetro: soma-se os quatro lados.

 Área: divide-se em dois triângulos e soma-se a área dos mesmos.  Perímetro: soma-se os
 Área: divide-se em dois triângulos e soma-se a área dos mesmos.  Perímetro: soma-se os

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Professor: João Carmo

Professor: João Carmo

CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS

1) Construir um QUADRADO conhecendo-se o lado AB:

CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 1) Construir um QUADRADO conhecendo-se o lado AB:
CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 1) Construir um QUADRADO conhecendo-se o lado AB:

Solução:

a) Traçar o segmento AB e, com o auxílio dos esquadros, levantar perpendiculares pelas

extremidades A e B.

b) Traçar diagonais passando pelos pontos A e B,

utilizando o esquadro de 45°, para encontrar os pontos C e D.

c) Unindo os pontos CD, teremos a solução.

A e B, utilizando o esquadro de 45°, para encontrar os pontos C e D. c)
A e B, utilizando o esquadro de 45°, para encontrar os pontos C e D. c)

CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS

CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 2) Construir um RETÂNGULO conhecendo-se a base AB e a altura AD:
CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 2) Construir um RETÂNGULO conhecendo-se a base AB e a altura AD:

2) Construir um RETÂNGULO conhecendo-se a

CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 2) Construir um RETÂNGULO conhecendo-se a base AB e a altura AD:

base AB e a altura AD:

Solução:

a) Traçar AB e, pela extremidade A e B, levantar perpendiculares.

b) Transportar,

o

auxílio

do

com

compasso,

comprimento AD a partir dos pontos A e B,

definindo os pontos C e D. c) Teremos a solução unindo os pontos C e D.

comprimento AD a partir dos pontos A e B, definindo os pontos C e D. c)
comprimento AD a partir dos pontos A e B, definindo os pontos C e D. c)

CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS

CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS 3) Construir um LOSANGO conhecendo-se suas diagonais.
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