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INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO ENGENHARIA MECÂNICA LAYOUT OU ARRANJOS FÍSICOS Alunos: Guilherme Henrique Menenguci

INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO ENGENHARIA MECÂNICA

LAYOUT OU ARRANJOS FÍSICOS

SANTO ENGENHARIA MECÂNICA LAYOUT OU ARRANJOS FÍSICOS Alunos: Guilherme Henrique Menenguci Dias Jordan Cunha

Alunos:

Guilherme Henrique Menenguci Dias Jordan Cunha Marchiori

SUMÁRIO

Introdução;

Arranjo físico e sua importância;

Tipos de arranjos físicos;

Impactos;

Estudo de caso 1;

Estudo de caso 2 e 3;

Referências.

3

• Tipos de arranjos físicos; • Impactos; • Estudo de caso 1; • Estudo de caso

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO Figura 1. Fonte: Imagem disponível em: http://3.bp.blogspot.com/_2SWeR-

Figura 1. Fonte: Imagem disponível em: http://3.bp.blogspot.com/_2SWeR-

b1H74/SLsM6lHv98I/AAAAAAAAADA/_z0Ckq1Ij-g/s200/gjdjxy.jpg

3

Fonte: Imagem disponível em: http://3.bp.blogspot.com/_2SWeR- b1H74/SLsM6lHv98I/AAAAAAAAADA/_z0Ckq1Ij-g/s200/gjdjxy.jpg 3

ARRANJOS FÍSICOS E SUA IMPORTÂNCIA

Arranjo físico ou layout se refere ao planejamento do espaço físico, a

alocação das máquinas e equipamentos, e pessoas; Melhor combinação

entre: operações das máquinas, produtividade do trabalho e fluxo dos

materiais. (Chiavenato, 2005);

Segundo Slack (2002), o arranjo físico é “uma das características mais

evidentes de uma operação produtiva porque determina sua “forma” e

aparência”.

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das características mais evidentes de uma operação produtiva porque determina sua “forma” e aparência” . 5

ARRANJOS FÍSICOS E SUA IMPORTÂNCIA

O arranjo físico de uma empresa não é somente a disposição dos seus

equipamentos e ferramentas;

Pode influenciar de maneira positiva ou negativa:

Como os recursos são transformados;

Tempo de execução de cada operação;

Lucros e produtividade das organizações.

operação; • Lucros e produtividade das organizações. Figura 2. Fonte: Imagem disponível em:

Figura 2. Fonte: Imagem disponível em: http://cdn.blogdaengenharia.com/wp-

content/uploads/2015/05/facility-blog-da-engenharia.jpg

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Imagem disponível em: http://cdn.blogdaengenharia.com/wp- content/uploads/2015/05/facility-blog-da-engenharia.jpg 5

ARRANJOS FÍSICOS E SUA IMPORTÂNCIA

Layout Mal Elaborado:

Demora excessiva;

Fluxo confuso de trabalho;

• Demora excessiva; • Fluxo confuso de trabalho; • Excessiva acumulação de pessoas e documentos; •

Excessiva acumulação de pessoas e documentos;

Projeto deficiente de locais de trabalho;

Aumento nos custos;

5

Excessiva acumulação de pessoas e documentos; • Projeto deficiente de locais de trabalho; • Aumento nos

ARRANJOS FÍSICOS E SUA IMPORTÂNCIA

Redução dos lucros;

Criação de gargalos na produção;

Tempo improdutivo;

Impossibilidade de ampliação futura;

Inviabilidade de motivação adequada na fábrica

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Tempo improdutivo; • Impossibilidade de ampliação futura; • Inviabilidade de motivação adequada na fábrica 5

ARRANJOS FÍSICOS E SUA IMPORTÂNCIA

Importância:

Obter um fluxo de informações eficiente;

Obter um fluxo de trabalho eficiente;

Otimizar a área disponível;

Facilitar a supervisão e a coordenação.

5

Obter um fluxo de trabalho eficiente; • Otimizar a área disponível; • Facilitar a supervisão e

ARRANJOS FÍSICOS E SUA IMPORTÂNCIA

Reduzir a fadiga do empregado;

Isolar ao máximo elementos insalubres (ruídos, vapores, iluminação, etc.);

Aumentar a flexibilidade para as variações necessárias;

Clima favorável para o trabalho (motivação);

Impressionar favoravelmente clientes e visitantes.

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• Clima favorável para o trabalho (motivação); • Impressionar favoravelmente clientes e visitantes. 5

TIPOS DE ARRANJOS FÍSICOS

Tipos:

Arranjo por produto ou por linha;

Arranjo por processo ou funcional;

Arranjo por posição fixa;

Arranjo celular;

Arranjo físico misto.

5

Arranjo por processo ou funcional; • Arranjo por posição fixa; • Arranjo celular; • Arranjo físico

ARRANJO POR PRODUTO OU LINHA (FLOW SHOP)

Equipamentos ou as estações de trabalho: sequência de montagem;

Sem

caminhos

determinado;

alternativos

Produtos padronizados;

para

o

fluxo

Custo fixo alto, custo variável baixo;

Linhas em forma de U ou S.

produtivo:

caminho

5

para o fluxo • Custo fixo alto, custo variável baixo; • Linhas em forma de U

ARRANJO POR PRODUTO OU LINHA (FLOW SHOP)

ARRANJO POR PRODUTO OU LINHA (FLOW SHOP) Figura 3. Produção em linha . Fonte: Doblas, 2010.

Figura 3. Produção em linha . Fonte: Doblas, 2010.

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ARRANJO POR PRODUTO OU LINHA (FLOW SHOP) Figura 3. Produção em linha . Fonte: Doblas, 2010.

ARRANJO POR PRODUTO OU LINHA (FLOW SHOP)

VANTAGENS:

Possibilidade de produção em massa com grande produtividade;

Carga de máquina e consumo de material constante ao longo da linha de produção;

Controle de produtividade mais fácil.

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de máquina e consumo de material constante ao longo da linha de produção; • Controle de

ARRANJO POR PRODUTO OU LINHA (FLOW SHOP)

DESVANTAGENS:

Alto investimento em máquinas;

Costuma gerar tédio nos operadores;

Falta de flexibilidade da própria linha;

Fragilidade a paralisações e subordinação aos gargalos.

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• Falta de flexibilidade da própria linha; • Fragilidade a paralisações e subordinação aos gargalos. 5

ARRANJO POR PROCESSO OU FUNCIONAL (JOB SHOP)

O arranjo físico por processo agrupa, em uma mesma área, todos os

processos e equipamentos do mesmo tipo e função;

Agrupa em uma mesma área operações ou montagens semelhantes.

Os materiais e produtos se deslocam procurando os diferentes

processos de cada área necessária.

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semelhantes. • Os materiais e produtos se deslocam procurando os diferentes processos de cada área necessária.

ARRANJO POR PROCESSO OU FUNCIONAL (JOB SHOP)

ARRANJO POR PROCESSO OU FUNCIONAL (JOB SHOP) Figura 4. Produção em agrupamento de funções . Fonte:

Figura 4. Produção em agrupamento de funções . Fonte: Doblas, 2010.

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ARRANJO POR PROCESSO OU FUNCIONAL (JOB SHOP) Figura 4. Produção em agrupamento de funções . Fonte:

ARRANJO POR PROCESSO OU FUNCIONAL (JOB SHOP)

VANTAGENS:

Grande flexibilidade para atender a mudanças de mercado;

Bom nível de motivação;

Atende

a

produtos

mesmo tempo;

diversificados

em

quantidades

variáveis

ao

Menor investimento para instalação do parque industrial.

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mesmo tempo; diversificados em quantidades variáveis ao • Menor investimento para instalação do parque industrial. 5

ARRANJO POR PROCESSO OU FUNCIONAL (JOB SHOP)

DESVANTAGENS:

Apresenta um fluxo longo dentro da fábrica;

Diluição menor de custo fixo em função de menor expectativa de produção;

Dificuldade de balanceamento;

Exige mão-de-obra qualificada.

5

em função de menor expectativa de produção; • Dificuldade de balanceamento; • Exige mão-de-obra qualificada. 5

ARRANJO FÍSICO POR POSIÇÃO FIXA (PROJECT SHOP)

Material permanece estacionário em uma determinada posição e os

recursos de transformação se deslocam ao seu redor.

Natureza do trabalho não é possível outra forma :

peso, dimensões e/ou forma impedem outra forma de trabalho;

 

Quando

a

movimentação

do

produto

é

inconveniente

ou

extremamente difícil.

5

  • Quando a movimentação do produto é inconveniente ou extremamente difícil. 5

ARRANJO FÍSICO POR POSIÇÃO FIXA (PROJECT SHOP)

ARRANJO FÍSICO POR POSIÇÃO FIXA (PROJECT SHOP) Figura 5. Produção em posição fixa do produto .

Figura 5. Produção em posição fixa do produto . Fonte: Doblas, 2010.

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FÍSICO POR POSIÇÃO FIXA (PROJECT SHOP) Figura 5. Produção em posição fixa do produto . Fonte:

ARRANJO FÍSICO POR POSIÇÃO FIXA (PROJECT SHOP)

VANTAGENS:

Não há movimentação do produto;

Utilização de técnicas de programação e controle;

Terceirização de todo o projeto,

previamente fixados.

ou

de parte dele,

em

5

de programação e controle; • Terceirização de todo o projeto, previamente fixados. ou de parte dele,

prazos

ARRANJO FÍSICO POR POSIÇÃO FIXA (PROJECT SHOP)

DESVANTAGENS:

Complexidade na supervisão e controle de mão-de-obra, de matérias primas, ferramentas etc.;

Necessidade

de

áreas

externas

próximas

à

produção

para

submontagens, guarda de materiais e ferramentas.

Produção em pequena escala e com baixo grau de padronização.

5

submontagens, guarda de materiais e ferramentas. • Produção em pequena escala e com baixo grau de

ARRANJO FÍSICO CELULAR

Une as vantagens do arranjo físico por processo, com as vantagens do

arranjo físico por produto;

Arranjar em um só local máquinas diferentes que possam fabricar o produto inteiro;

O material se desloca dentro da célula buscando os processos necessários, porém o deslocamento ocorre em linha.

5

• O material se desloca dentro da célula buscando os processos necessários, porém o deslocamento ocorre

ARRANJO FÍSICO CELULAR

ARRANJO FÍSICO CELULAR Figura 6. Produção em células. Fonte: Doblas, 2010. 5

Figura 6. Produção em células. Fonte: Doblas, 2010.

5

ARRANJO FÍSICO CELULAR Figura 6. Produção em células. Fonte: Doblas, 2010. 5

ARRANJO FÍSICO CELULAR

VANTAGENS:

Aumento da flexibilidade quanto ao tamanho de lotes por produto;

Diminuição do transporte de material;

Diminuição dos estoques;

Maior satisfação no trabalho.

5

• Diminuição do transporte de material; • Diminuição dos estoques; • Maior satisfação no trabalho. 5

ARRANJO FÍSICO CELULAR

DESVANTAGENS:

Específico para uma família de produtos;

Dificuldade em elaborar o arranjo;

5

FÍSICO CELULAR DESVANTAGENS: • Específico para uma família de produtos; • Dificuldade em elaborar o arranjo;

ARRANJO FÍSICO MISTO

Aproveitamento as

vantagens dos

diversos tipos de arranjo físico

conjuntamente;

Combinação dos arranjos por produto, por processo e celular.

5

tipos de arranjo físico conjuntamente; • Combinação dos arranjos por produto, por processo e celular. 5

IMPACTOS DE ARRANJO FÍSICO

Demorado e alto custo;

Se existente, processo de produção interrompido;

Péssima elaboração, padrões de fluxo longos e confusos;

Interface organização e o consumidor.

5

• Péssima elaboração, padrões de fluxo longos e confusos; • Interface organização e o consumidor. 5

IMPACTOS DE ARRANJO FÍSICO

Necessidade de expansão da capacidade produtiva;

Elevado custo operacional;

Introdução de nova linha de produtos;

Melhorias no ambiente de trabalho;

Saídas de emergência;

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• Introdução de nova linha de produtos; • Melhorias no ambiente de trabalho; • Saídas de

IMPACTOS DE ARRANJO FÍSICO

Economia de movimentos;

Flexibilidade de longo prazo;

Princípios da progressividade;

Uso do espaço.

5

Economia de movimentos; • Flexibilidade de longo prazo; • Princípios da progressividade; • Uso do espaço.

ESTUDO DE CASO 1

Título:

Estudo do arranjo físico: o caso do gargalo de produção na manufatura de máquinas de costura

5

DE CASO 1 Título: • Estudo do arranjo físico: o caso do gargalo de produção na

ESTUDO DE CASO

Empresa localizada em Campinas SP, onde empregava 548 pessoas.

Produção de máquinas de costuras para mercado interno e exportação;

Expansão para fabricação de agulhas, em Indaiatuba SP, e outra

unidade em Juazeiro do Norte CE;

Reestruturação geral devido à concorrência;

Mudança das fábricas de SP para CE.

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do Norte – CE; • Reestruturação geral devido à concorrência; • Mudança das fábricas de SP

ESTUDO DE CASO

ESTUDO DE CASO Figura 7. Fluxo do processo produtivo. Fonte: Leite e Diniz, 2006. 5

Figura 7. Fluxo do processo produtivo. Fonte: Leite e Diniz, 2006.

5

ESTUDO DE CASO Figura 7. Fluxo do processo produtivo. Fonte: Leite e Diniz, 2006. 5

ESTUDO DE CASO

ESTUDO DE CASO Figura 8. Fluxo do processo produtivo. Fonte: Leite e Diniz, 2006. 5

Figura 8. Fluxo do processo produtivo. Fonte: Leite e Diniz, 2006.

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ESTUDO DE CASO Figura 8. Fluxo do processo produtivo. Fonte: Leite e Diniz, 2006. 5

ESTUDO DE CASO

Transformação: produção de plásticos para estrutura;

Produção abaixo da demanda;

Produção plena durante 24 horas, com cobrança alta de energia entre

17:30 a 20:30 horas;

5

abaixo da demanda; • Produção plena durante 24 horas, com cobrança alta de energia entre 17:30

ESTUDO DE CASO

PROBLEMAS:

Grande movimentação de materiais em processos em torno do maquinário devido a presença do tambores de aço.

Área para deposição dos materias entre processos é desproporcional,

mas é necessário para formação de estoque;

5

Área para deposição dos materias entre processos é desproporcional, mas é necessário para formação de estoque;

ESTUDO DE CASO

ANÁLISE:

Mapeamento da área: coleta das dimensões;

Identificação de todo maquinário (dimensões, tipo, restrições físicas),

bem como os resíduos produzidos por cada equipamento;

Segurança e satisfação no trabalho.

5

físicas), bem como os resíduos produzidos por cada equipamento; • Segurança e satisfação no trabalho. 5

ESTUDO DE CASO

DETECÇÃO:

Falta de entrosamento entre setores;

Defeitos de fabricação (inspecção de qualidade);

Distância minima: formação de estoques máquinas distantes;

ESTUDO DE CASO

SOLUÇÃO:

Compra outra máquina injetora (custo).

CASO SOLUÇÃO: • Compra outra máquina injetora (custo). Figura 9. Fluxo do processo produtivo proposto. Fonte:

Figura 9. Fluxo do processo produtivo proposto. Fonte: Leite e Diniz, 2006.

ESTUDO DE CASO 2

Título:

ESTUDO

DA

REESTRUTURAÇÃO

DO

FÍSICO

INDÚSTRIA

DE

MACEIÓ,

ARRANJO

ALIMENTÍCIA

EM

UMA

DO

SEGMENTO

EM

BISCOITOS

BRASIL

ARTESANAIS

5

DO FÍSICO INDÚSTRIA DE MACEIÓ, ARRANJO ALIMENTÍCIA EM UMA DO SEGMENTO EM BISCOITOS BRASIL ARTESANAIS 5

Empresa: F&P Biscoitos Artesanais

Empresa: F&P Biscoitos Artesanais Figura 10. Organograma da Fábrica F&P Biscoitos Artesanais Fonte: Alves, 2013.

Figura 10. Organograma da Fábrica F&P Biscoitos Artesanais Fonte: Alves, 2013.

Figura 11. Arranjo da Fábrica F&P Biscoitos Artesanais Fonte: Alves, 2013.

Figura 11. Arranjo da Fábrica F&P Biscoitos Artesanais Fonte: Alves, 2013.

Figura 12. Mapofluxograma da Fábrica F&P Biscoitos Artesanais Fonte: Alves, 2013.

Figura 12. Mapofluxograma da Fábrica F&P Biscoitos Artesanais Fonte: Alves, 2013.

Propostas de melhorias:

1.

Separação dos banheiros;

2.

Criação da cozinha, para um aumento da motivação dos funcionários;

3.

Definição de um local para o depósito do produto acabado, com maior

ventilação;

4.

Organização da matéria-prima em um local único;

5.

Abertura de espaços para circulação de pessoal e ventilação da área de

produção;

6.

Aproximação do material de queima aos fornos, evitando-se a perda tempo;

7.

Aproximação das áreas de embalagem e contagem, para facilitar a comunicação;

8.

Demarcação do local para estacionar os carrinhos de apoio, visando trazer

ordem;

9.

Alinhamento das máquinas conforme o arranjo físico por processos.

Figura 13. Ilustração das melhorias propostas do arranjo físico da Fábrica F&P Biscoitos Artesanais Fonte:

Figura 13. Ilustração das melhorias propostas do arranjo físico da Fábrica F&P Biscoitos Artesanais Fonte: Alves, 2013.

Figura 14. Mapofluxograma da movimentação proposta. Fonte: Alves, 2013.

Figura 14. Mapofluxograma da movimentação proposta. Fonte: Alves, 2013.

ESTUDO DE CASO 3

Título:

ALTERAÇÃO DE UM LAYOUT FUNCIONAL PARA LAYOUT CELULAR MOTIVADO PELOS FUNDAMENTOS DA MANUFATURA ENXUTA:

ESTUDO DE CASO EM INDÚSTRIA DE

TRANSFORMADORES

5

PARA LAYOUT CELULAR MOTIVADO PELOS FUNDAMENTOS DA MANUFATURA ENXUTA: ESTUDO DE CASO EM INDÚSTRIA DE TRANSFORMADORES

Fundada em 1963, a indústria de transformadores, em que é realizada

esta pesquisa, atua, principalmente, no segmento chamado “distribuição”.

Este segmento engloba transformadores aéreos de 3 a 300kVA, trifásicos,

principalmente, mas também monofásicos, um segmento em forte expansão, porém muito competitivo.

Todos os dados são tomados para o transformador de 45kVA, escolhido

como padrão para essa pesquisa.

Pouco antes de mudar completamente seu sistema produtivo, a empresa passava por um momento turbulento de sua história enfrentando problemas de :

grandes atrasos

longos prazos na entrega dos produtos

níveis de controle muito abaixo do necessário

processos com elevados custos

grande quantidade de horas-extras

um planejamento da produção falho com pouca previsibilidade

um alto número de funcionários compondo a mão de obra direta

um pátio fabril desorganizado

um nível elevadíssimo de inventário entre as etapas do processo

Figura 15. Layout da área fabris das PA’s dos transformadores Fonte: GADELHA , 2015.

Figura 15. Layout da área fabris das PA’s dos transformadores Fonte: GADELHA, 2015.

Figura 16. Layout celular da área fabris das PA’s dos transformadores Fonte: GADELHA , 2015.

Figura 16. Layout celular da área fabris das PA’s dos transformadores Fonte: GADELHA, 2015.

Figura 17. Resultados da mudança de layout Fonte: GADELHA , 2015.

Figura 17. Resultados da mudança de layout Fonte: GADELHA, 2015.

Figura 18. Resultados da mudança de layout Fonte: GADELHA , 2015.

Figura 18. Resultados da mudança de layout Fonte: GADELHA, 2015.

Figura 19. Resultados da mudança de layout Fonte: GADELHA , 2015.

Figura 19. Resultados da mudança de layout Fonte: GADELHA, 2015.

Houve aumento de produtividade e redução de tempo de processamento

e lead time contribuindo para a redução dos níveis de atraso. Os níveis de atraso caíram da escala de mil a dois mil transformadores para a escala

de 0 a 300 transformadores.

Observou-se, assim, que a utilização de células de manufatura, com um

fluxo enxuto, traz reais vantagens com relação ao arranjo físico funcional para esta aplicação.

REFERÊNCIAS

DOBLAS, Débora. Arranjo físico e o planejamento estratégico. Disponível em <http://www.producao.ufrgs.br/arquivos/disciplinas/385_layout_processo_trabalho.pdf>. Acesso em 08 mai 2017.

LEITE, Ronaldo L. e DINIZ, Alexandre M.F. Estudo do arranjo físico: o caso do gargalo de produção na manufatura de máquinas de costura. Disponível em <https://goo.gl/23qFQW>. Acesso em 08 mai 2017.

5

na manufatura de máquinas de costura . Disponível em <https://goo.gl/23qFQW>. Acesso em 08 mai 2017. 5

REFERÊNCIAS

ALVES, F. J. B. P.; AQUINO, P. V. B.; SILVA, L. H. F

Estudo da Reestruturação do Arranjo

Físico em uma Indústria Alimentícia do segmento de biscoitos artesanais em Maceió, Brasil. Engineering Sciences, Aquidabã, v.1, n.1, p.2228, 2013. DOI. Disponível em

<http://sustenere.co/journals/index.php/engineeringsciences/article/download/ESS2318-

3055.2013.001.0003/288>. Acesso em 02 mai 2017.

GADELHA, F. C.; BESSA, J. A.; MOURA, L B.; BARROSO, D. A.; MENEZES, J.W.M.; ALEXANDRIA, A. R. ALTERAÇÃO DE UM LAYOUT FUNCIONAL PARA LAYOUT CELULAR MOTIVADO PELOS FUNDAMENTOS DA MANUFATURA ENXUTA: ESTUDO DE CASO EM INDÚSTRIA DE TRANSFORMADORES HOLOS, vol. 6, 2015, pp. 156-169 Disponível em

<http://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/HOLOS/article/viewFile/1556/1220>. Acesso em 02 mai

2017.

SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da Produção. São Paulo: Atlas,

2002.

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: segunda edição. Rio de Janeiro, RJ, 2005.

5

. São Paulo: Atlas, 2002. • CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas : segunda edição. Rio de
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LAYOUT OU ARRANJOS FÍSICOS

DO ESPÍRITO SANTO ENGENHARIA MECÂNICA LAYOUT OU ARRANJOS FÍSICOS Alunos: Guilherme Menenguci Jordan Cunha Marchiori 58

Alunos:

Guilherme Menenguci Jordan Cunha Marchiori