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Capacitação de escritórios para o

mercado exterior

Comissão de Relações
Internacionais

Capacitação de escritórios para o mercado exterior

Apoio:
CAU/AP, CAU/MS, CAU/PR, CAU/RS e CAU/SC

Brasília, XX de fevereiro de 2017

ABERTURA

Introdução
Objetivos
Contextualização

OBJETIVO DA CAPACITAÇÃO  Posicionar internacionalmente os profissionais e escritórios de arquitetura e urbanismo fronteiriços. Paraguai.  Capacitar os profissionais e escritórios de arquitetura e urbanismo fronteiriços a competirem na Argentina. .  Aumentar o número de exportações de serviços arquitetura e urbanismo. Uruguai e Guiana Francesa.

após meio século de luta da categoria por um conselho uniprofissional e que defendesse os interesses da profissão. e fundado em 15 de dezembro de 2011.O Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) é composto pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) e por 27 Conselhos de Arquitetura das Unidades da Federação (CAU/UF).378. Foi criado pela Lei 12. de 31 de dezembro de 2010. .

Missão Promover Arquitetura e Urbanismo para Todos Visão Ser reconhecido como referência na defesa e fomento das boas práticas em Arquitetura e Urbanismo Perspectiva Impactar significativamente o planejamento e gestão do território e valorizar a Arquitetura e o Urbanismo .

CABE AO CAU/BR

Atuar como órgão
legislativo, aprovando
Resoluções que devem ser
respeitadas no exercício
profissional

Homologar regimentos Julgar, em grau de recurso,
internos e prestações de as questões decididas
contas e garantir o pelos CAU/UF, como
funcionamento dos processos éticos
CAU/UF

ESTRUTURA DO CAU/BR

CABE AO CONSELHO ESTADUAL

Fiscalizar o exercício
profissional em
Arquitetura e Urbanismo e
fazer julgamentos éticos
em primeira instância

Realizar as inscrições e Emitir anuidades, multas,
expedir as carteiras de certidões, Registros de
identificação de Responsabilidade
profissionais e pessoas Técnica e de Direitos
jurídicas habilitadas Autorais

certidões e vários serviços do Conselho. A intenção é evitar a necessidade de deslocamento até a sede física do CAU e otimizar o tempo do arquiteto e urbanista.SERVIÇOS ONLINE Pelo SICCAU. . o profissional emite registros.

dos CAU/UF. CONTROLE POR GEORREFERENCIAMENTO O IGEO concentra dados do CAU/BR.caubr. . de instituições de ensino.br.gov. governos estaduais e municipais e está disponível para acesso pelo endereço igeo.

br/censo • O Brasil possui 140 mil arquitetos e urbanistas com registro ativo no CAU.864 dos 5. • 1.caubr. DADOS DO CENSO www. .gov.565 municípios brasileiros têm arquiteto e urbanista residente.

179 20.2% SUDESTE: 74. DISTRIBUIÇÃO DE PROFISSIONAIS POR REGIÃO NORTE: 5.4% SUL: 27.876 12.7% NODESTE: 16.408 55.016 8.5% CENTRO-OESTE: 11.2% .061 3.

6% 10 GO 2.091 7.1% 22 PI 692 0.4% 3 RS 12.150 1.7% 23 RO 502 0.333 4.7% 9 PE 3.4% 13 PA 1.3% 26 AC 288 0.665 2.788 1.993 1.1% .777 2.5% 11 ES 2.074 3% 20 MA 977 0.7% 21 SE 851 0.2% 27 RR 124 0.3% 4 MG 10.3% 15 MT 1.1% 7 DF 4.4% 12 MS 2.851 1.335 100% 1 SP 44.446 13% 14 CE 1.537 1.5% 25 AP 389 0.6% 24 TO 489 0.1% 6 SC 6.096 3% 19 AM 1.482 1.276 0.3% 5 PR 8.2% 17 PB 1.291 1.376 6.9% 8 BA 4.580 33.2% 2 RJ 17.747 1.470 9.5% 16 RN 1.DISTRIBUIÇÃO DE PROFISSIONAIS POR UF TOTAL 134.7% 18 AL 1.

GÊNERO A maioria dos profissionais brasileiros é mulher .

IDADE .

FORMAÇÃO Graduados: 66.2% Especialistas: 25.3% .5% Mestres e/ou Doutores: 8.

caubr.gov. PESQUISA CAU/BR DATAFOLHA www.br/pesquisa2015 .

NÍVEIS DE MATURIDADE DA MATRIZ EXPORTADORA .

. inserir profissionais da arquitetura no mercado mundial. que busca. O que é o Built by Brazil? Programa de Internacionalização para a arquitetura brasileira.Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura e da Apex-Brasil . por meio do incremento da presença de profissionais brasileiros no cenário internacional. ainda. Iniciativa da AsBEA . Built by Brazil O projeto busca. fortalecendo a imagem de serviços e produtos de arquitetura brasileiros no exterior por meio da projeção internacional e promoção das exportações dos serviços de arquitetura. construir um ambiente favorável ao desenvolvimento de uma cultura exportadora para o segmento.Agencia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.

e  sugerindo possíveis ações para a qualificação Exportadora ESTÁGIO 4 ESTÁGIO 3 ESTÁGIO 2 EXPORTADORA EMPRESA ESTÁGIO 1 EXPORTADORA CONTÍNUA INTERNACIONALIZADA POTENCIAL EVENTUAL . Níveis de Maturidade Exportadora Segmentação dos escritórios brasileiros de arquitetura de acordo com sua capacidade gerencial. Maturidade  na formulação e oferta de programas e atividades. operacional e maturidade para exportar serviços e/ou atender a empresas exportadoras. auxiliando:  na tomada de decisões.

Ter site em Português deste processo. exportou”. Ter um profissional com registro pouca ou Critérios Classificatórios Critérios eliminatórios no CAU – Conselho de nenhuma CARACTERÍSTICAS COMPROVAÇÕES Arquitetura e Urbanismo compreensão ESTÁGIO 1 3. 1. procuração eletrônica para registro das exportações no Siscoserv (pré-requisito para mudar de estágio) . Apresentando 2. Ter portfólio de serviços em Podem ter determinado o português mercado nacional como seu foco de 5. POTENCIAL 4. Empresa formalmente constituída “A empresa nunca por lei. Ter Certificado Digital e interesse.

Relações comerciais com escritórios ou empresas internacionais de forma pontual – por oportunidade. Conhecimento sobre os tramites de pontual e não contínua exportação de serviços (mínimo de uma exportação nos últimos 7. Atendimento eletrônico e pessoal bilíngüe maior e até mesmo contatos Critérios Classificatórios Critérios eliminatórios no exterior de forma CARACTERÍSTICAS COMPROVAÇÕES 4. Ter profissional bilíngue neste nível começam a buscar uma capacitação 3. Site Bilíngüe indireta e por oportunidade. das exigências técnico/legais para cada mercado alvo 8. 1. Ter profissional dedicado ao desenvolvimento de negócios na área de gestão e planejamento As empresas participantes 2. Portfólio de serviços e produtos bilíngue produtos e serviços. Ter assessoria local para entendimento dois anos)”. . ESTÁGIO 2 com vistas à exportação de EXPORTADORA 5. No EVENTUAL entanto“Atua de forma 6.

menos uma alvo e/ou conhecer os exportação por standards da UIA ( União Internacional dos ano. com uma CARACTERÍSTICAS COMPROVAÇÕES cultura corporativa 3. Possuir Planejamento de produtos e/ou Critérios Classificatórios Critérios eliminatórios Estratégico de Exportação serviços. Relações comerciais com ESTÁGIO 3 escritórios ou empresas de exportação em EXPORTADORA internacionais de forma desenvolvimento e continua ” A exportação é CONTÍNUA uma prática 4. Utilizar o Sistema de Gerenciamento BIM – Neste nível já estão Building Information Modeling estabelecendo-se como exportadoras 2. 1. Conhecer os standards de comum com pelo trabalho dos mercados.” Arquitetos) .

ou freqüente. CARACTERÍSTICAS COMPROVAÇÕES ESTÁGIO 4 Nesse caso.” Desenvolve inteligência de mercado e possui vasta experiência no trabalho com fornecedores estrangeiros . Ter escritório. os lucros oriundos da produção realizada no INTERNA. exterior é contabilizada como CIONALIZADA exportação. “A exportação sendo prática 18. a empresa já possui joint-venture no infraestrutura própria no exterior. exterior e altos índices de exportação bem como cases Critérios Classificatórios Critérios eliminatórios internacionais para divulgação.

SISCOSERV COMÉRCIO EXTERIOR DE SERVIÇOS DO BRASIL Exportando a Arquitetura Brasileira .

3% Emprego Formal – Abril 2016 Serviços . A importância do setor de comércio e serviços no Brasil Agropecu ária 5.0% Serviços 59.3% 2015 Comércio Exterior de serviços:  31º lugar entre os maiores exportadores mundiais  17º entre os importadores  15% do fluxo de comércio total do país (2014)  IED no setor de serviços: 67% do total (2014) .7% adicionado ao PIB Outros. 33. 43.8% Comércio 12. 22.7% 23.2% Participação no valor Comérci Indústria o.

acompanhamento e aferição das políticas públicas relacionadas a serviços e intangíveis. o Orientação de estratégias empresariais de comércio exterior de serviços e intangíveis por meio das disponibilização de instrumentos de inteligência comercial. .• The importante of the Services Sector in Brazil •o Key Aprimoramento das ações de estímulo ao comércio internacional de Actions and Policies for Services Sector serviços. formulação.

de 19 de Institui o Siscoserv a partir de 1º de agosto julho de 2012 de 2012. prazos.277. limites e condições. cria a obrigação de prestação de informações ao MDIC.708. Portaria Conjunta RFB/SCS nº 1. Decreto nº 7.546. de 13 de Aprova a 11ª Edição dos Manuais de Venda Maio de 2016 e Aquisição do Siscoserv. de 17 de dezembro de 2013.1 da NBS e NEBS Portaria Conjunta RFB/SCS nº 768. Instrução Normativa RFB nº 1. de 14 de dezembro de 2011 Autoriza o Poder Executivo a instituir a NBS (artigos 24 a 27) e as NEBS.908. Portaria MDIC nº 113. BASE LEGAL DO SISCOSERV INSTRUMENTO LEGAL OBJETO Lei nº 12. de 02 de abril de 2012 Institui a NBS e as NEBS. . Aprova a versão 1. de 17 de maio de 2012 Estabelece prazos. limites e condições do registro. de 28 de Cria a obrigação de prestação de junho de 2012 informações à RFB e estabelece. Portaria nº 1.820.

1 .1 NEBS Elemento subsidiário para a correta NOTAS EXPLICATIVAS DA NBS – interpretação da NBS VERSÃO 1. Permite a identificação precisa NOMENCLATURA BRASILEIRA DE do serviço sob a SERVIÇOS. INTANGÍVEIS E OUTRAS ótica de produto e OPERAÇÕES QUE PRODUZAM não de atividade VARIAÇÕES NO PATRIMÔNIO – econômica VERSÃO 1.

ESTRUTURA DO SISTEMA SISCOSERV Módulo Venda Módulo Aquisição (Exportação) (Importação) RVS RF RPC RAS RP .

ainda que ocorra subcontratação de residente ou domiciliado no País ou no exterior. • A responsabilidade pelos registros RVS/RF do Módulo Venda do Siscoserv é do residente ou domiciliado no País que mantenha relação contratual com residente ou domiciliado no exterior e contra este fature a prestação de serviço. .Quem deve efetuar registro no Siscoserv – Módulo Venda • Estão obrigados a registrar as informações no Sistema . os residentes ou domiciliados no Brasil que realizem operações de venda de serviços com residentes ou domiciliados no exterior.Módulo Venda.

Novidade Implantada em junho de 2016: 33 .Informações Cadastrais .

a lista não exaustiva dos países que adotam o NIF: http://www. RVS – Módulo Venda A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) disponibiliza.org/tax/automatic-exchange/crs-implementation-and-assistance/tax- identification-numbers/ . no link abaixo.oecd.

RVS – Módulo Venda .

RVS – Módulo Venda .

Outras Novidades Implantadas em junho de 2016: • Inclusão de nova funcionalidade “Gastos Pessoais a Serviço do Empregador” • Deslocamento da “Vinculação à Movimentação Temporária de Bens” do RF/RP para a operação • Exclusão da funcionalidade “Vinculação à Exportação de Bens” • Inclusão de nova funcionalidade “Retificação do RF/RP” .

Registro de Faturamento (RF) – Módulo Venda • Complementa o RVS com informações relativas ao faturamento a residentes ou domiciliados no exterior. pela venda de serviços. intangíveis ou outras operações que produzam variações no patrimônio .

RF – Módulo Venda

Quem deve efetuar registro no Siscoserv – Módulo
Venda - Registro de Presença Comercial no Exterior
(RPC)

• Responsabilidade de efetuar o registro: Pessoa jurídica
domiciliada no Brasil que mantenha filial, sucursal ou
controlada domiciliada no exterior para a prestação de
serviços, transferência de intangíveis ou realização de
outras operações que produzam variações no patrimônio.

Registro de Presença Comercial no Exterior (RPC) –
Módulo Venda

• Dados da Presença Comercial no Exterior
• Dados do estabelecimento, Nome, Endereço, País, NIF,
Tipo de Empresa, Participação

• Dados do Negócio
• Ano da apuração, Moeda, Receita Total, Código NBS,
Valor Faturado, Enquadramento, Informações
Complementares

Novidades Implantadas em junho de 2016 – Respostas a demandas do setor privado: • Inclusão de nova funcionalidade de Retorno do Lote • Inclusão de informação sobre ocorrência de erro ao tentar aditar ou retificar registro transmitido em lote de forma manual (registro online) • Inclusão de nova funcionalidade “Relatório Gerencial” .

2015) ARQUITETURA .ESTATÍSTICAS DO COMÉRCIO EXTERIOR DE SERVIÇOS (SISCOSERV .

678.502. .44 18.249.669.098 de Serviços (RVS) 2.097 Quantidade de Quantidade de Registros de Aquisição Registros de Venda de Serviços (RAS) 1.Visão Geral do Comércio exterior de serviços – Brasil – 2015 Dados do Siscoserv Exportações (Vendas)* Importações (Aquisições)* Quantidade de Quantidade de Vendedores 12.857 Quantidade de Quantidade de Operações 1.862.581.775.750 Valor (USD) Valor RAS (USD) 45.962.991. 2 e 4.895.07 * As informações se referem aos Modos de Prestação 1.173 Adquirentes 16.161 Operações 4.

197.23 .208.235.Comércio exterior de serviços – Brasil – 2015 Dados do Siscoserv Registro de Presença Comercial – 2015 Quantidade de presenças comerciais: 481 Receita total das presenças comerciais: US$ 27.

104 0. UF VALOR PART.502.12% SC 432.05% BA 552.400.081.604 0.31% MG 976.28% RS 685.656.911.33% PR 966.14% RS 440.74% SP 15.857 2.840 0.290.412.50% MG 250.089 1.466 23.227.150.294 33.517 55.08% BA 76.909.438 2.92% RJ 25.382 1.083.22% ES 199.402.291.928.818 4.097.Dados regionalizados .36% DF 230.088.536 2.178.40% ES 325.873 1.363.06% RJ 4.210 2.575 0.095.962.72% AM 491.178 1.24% PR 818.50% Fonte: Siscoserv .822 61.196.32% SC 556.21% DF 137.742.453.836 0.609 1.72% PE 68. SP 11.014.2015 Exportações Serviços Importações Serviços UF VALOR PART.770 1.

1402.592.1402.24 9 1. Serviços Vendidos pelo Brasil.1402.98 14 in Brazil 1.07 - Fonte: Siscoserv .862. por Subitem da NBS -2015 Posição NBS 1.049.1402 .375.Serviços de arquitetura.962.00 -Serviços arquitetônicos para projetos de construções não • Key Actions and Policies for Services Sector residenciais 1.283.00 -Outros serviços de arquitetura.00 -Serviços de consultoria em arquitetura 1. de planejamento urbano e de áreas rurais e de paisagismo • The importante of the Services Sector SERVIÇO VALOR (USD) QTDE VENDEDORES 1.669.12.34 6 áreas rurais e de paisagismo 167.675.159.1402.03% do total do Brasil TOTAL VENDAS BRASIL 18.18 6 Total Vendas Arquitetura 5.11.74 0.90.13.382. de planejamento urbano e de 565.818.00 -Serviços arquitetônicos para projetos de construções residenciais 3.

Serviços de consultoria em arquitetura 789.12.125.92 7 • Key Actions and Policies for Services Sector 1.1402.971.886. Serviços Vendidos pelo Brasil.764.Serviços arquitetônicos para projetos de construções residenciais 3.00 .87 Fonte: Siscoserv .03% TOTAL VENDAS BRASIL 2 20.829.00 .625.1402 .Serviços arquitetônicos para projetos de construções não residenciais 1.1402.1402.822.11.13.192.00 .00 10 Total Arquitetura 5.Serviços de arquitetura.11 16 1.03 0. de planejamento urbano e de áreas rurais e de paisagismo • The importante of the Services Sector SERVIÇO VALOR (USD) QTDE VENDEDORES 1 in Brazil 1.129.151. por Subitem da NBS -2014 Posição NBS 1.

Serviços Vendidos por Estado. de planejamento urbano e de áreas rurais e de paisagismo • The importante of the Services Sector UF SERVIÇO VALOR (USD) QTDE VENDEDORES in Brazil 1.285.00 -Serviços de consultoria em • Key Actions and Policies for Services Sector SP arquitetura 264.1402.00 -Serviços arquitetônicos para SP projetos de construções residenciais 3.00 -Outros serviços de arquitetura.90.158.037.Serviços de arquitetura.11.1402 . por Subitem da NBS -2015 Posição NBS 1.19 4 1.25 5 1.00 -Serviços de consultoria em RJ arquitetura 462.090.901.41 8 1.11.1402.1402.12.1402. de planejamento urbano e de áreas rurais e de SP paisagismo 136.91 4 Fonte: Siscoserv .

11.1402. de planejamento urbano e de áreas rurais e de paisagismo UF • TheSERVIÇO importante of the Services Sector VALOR (USD) QTDE VENDEDORES RJ SP in Brazil 1.94 4 • Key Actions and Policies for Services Sector 1.12.00 .335.11.Serviços arquitetônicos para projetos de SP construções não residenciais 132.13.78 5 Fonte: Siscoserv .00 .77 4 6 1.1402.1402.598.Serviços de consultoria em arquitetura 140. Serviços Vendidos por Estado.00 .1402.00 .038.768.Serviços de consultoria em arquitetura 1.1402 .95 392.030. por Subitem da NBS -2014 Posição NBS 1.Serviços de arquitetura.Serviços arquitetônicos para projetos de SP construções residenciais 2.

00 -Serviços arquitetônicos para projetos de construções residenciais 388.667.852.581. de planejamento urbano e de áreas rurais e de paisagismo 110.621.249.00 -Outros serviços de arquitetura.Serviços de arquitetura.67 11 • Key Actions and Policies for Services 876.01% TOTAL AQUISIÇÕES BRASIL 45.00 -Serviços arquitetônicos para projetos de construções não residenciais Sector 16 1.82 1.37 0.56 32 1.12.1402.44 Fonte: Siscoserv .11.90.1402 .144. de planejamento urbano e de áreas rurais e de paisagismo • The importante of the Services Sector SERVIÇO VALOR (USD) QTDE ADQUIRENTES in Brazil 1.694.1402.32 7 Total Aquisições de Arquitetura 6.13. Serviços Adquiridos pelo Brasil.244. por Subitem da NBS -2015 Posição NBS 1.1402.00 -Serviços de consultoria em arquitetura 5.929.895.1402.

1402.59 0.02% TOTAL AQUISIÇÕES BRASIL 48.Serviços de planejamento urbano 392.1402.32.Serviços arquitetônicos para projetos de construções residenciais 1.12.Serviços de arquitetura.1402.Serviços arquitetônicos de paisagismo 451.00 .13.500.88 Fonte: Siscoserv .525. de planejamento urbano e de áreas rurais e de paisagismo • The importante of the Services Sector SERVIÇO 1.1402.11.Serviços de consultoria em arquitetura VALOR (USD) 3.512.09 QTDE ADQUIRENTES 47 in Brazil 1.Serviços Adquiridos pelo Brasil.00 .544.89 4 1.00 .647.00 .1402.1402.793.788.Serviços de arquitetura relativos ao acompanhamento e fiscalização da execução de projetos arquitetônicos e urbanísticos 170.00 .241.Serviços de consultoria de paisagismo 75.553.66 4 1. por Subitem da NBS -2014 Posição NBS 1.Serviços arquitetônicos para projetos de construções não residenciais 4.76 5 Total Aquisições de Arquitetura 10.66 34 • Key Actions and Policies for Services Sector 1.00 .449.669.123.1402 .127.21.263.829.1402.15.31.47 4 1.00 .06 9 1.

Serviços Vendidos por Estado, por Subitem da NBS -2015

Posição NBS 1.1402 - Serviços de arquitetura, de
planejamento urbano e de áreas rurais e de paisagismo

UF
• The
SERVIÇO
importante of the Services Sector VALOR (USD QTDE ADQUIRENTES1
SP
RJ
in1.1402.11.00
Brazil -Serviços de consultoria em arquitetura
1.1402.11.00 -Serviços de consultoria em arquitetura
3.942.764,47
1.157.480,82
17
10
SC 1.1402.12.00 -Serviços arquitetônicos para projetos de 308.101,74 6
SP 1.1402.12.00 -Serviços arquitetônicos para projetos de 80.827,93 6
SP • Key Actions and Policies for Services Sector
1.1402.13.00 -Serviços arquitetônicos para projetos de 526.684,14 10
RJ 1.1402.13.00 -Serviços arquitetônicos para projetos de 260.953,16 5
1.1402.90.00 -Outros serviços de arquitetura, de planejamento
SP urbano e de áreas rurais e de paisagismo 66.250,00 5

Fonte: Siscoserv

Serviços Vendidos por Estado, por Subitem da NBS -2014

Posição NBS 1.1402 - Serviços de arquitetura, de
planejamento urbano e de áreas rurais e de paisagismo
UF • The
SERVIÇOimportante of the Services Sector VALOR (USD) QTDE ADQUIRENTES 1

SP
RJ in1.1402.11.00
Brazil - Serviços de consultoria em arquitetura
1.1402.11.00 - Serviços de consultoria em arquitetura
2.223.178,87
913.631,59
33
9
1.1402.12.00 - Serviços arquitetônicos para projetos de construções
SC residenciais 935.917,40 5

RJ
• Key Actions and Policies for Services Sector
1.1402.13.00 - Serviços arquitetônicos para projetos de construções
não residenciais 2.687.814,81 7
1.1402.13.00 - Serviços arquitetônicos para projetos de construções
SP não residenciais 1.916.341,96 17
SP 1.1402.21.00 - Serviços de planejamento urbano 392.263,47 4
SP 1.1402.32.00 - Serviços arquitetônicos de paisagismo 89.570,58 4

Fonte: Siscoserv

PANORAMA DOS
PAÍSES FRONTEIRIÇOS

A relevância dos aspectos culturais genéricos e
dos cuidados particulares em cada país
Indicadores
Legislação
Regulamentação da profissão nos países
fronteiriços

ACESSO À PROFISSÃO .

5º Para uso do título de arquiteto e urbanista e para o exercício das atividades profissionais privativas correspondentes. Parágrafo único.Lei 12. é obrigatório o registro do profissional no CAU do Estado ou do Distrito Federal. .378 de 31 de dezembro de 2010 Art. O registro habilita o profissional a atuar em todo o território nacional.

obtido em instituição estrangeira de ensino superior reconhecida no respectivo país e devidamente revalidado por instituição nacional credenciada.capacidade civil.diploma de graduação em arquitetura e urbanismo. § 1º Poderão obter registro no CAU dos Estados e do Distrito Federal os portadores de diploma de graduação em Arquitetura e Urbanismo ou de diploma de arquiteto ou arquiteto e urbanista. e II .Art. . obtido em instituição de ensino superior oficialmente reconhecida pelo poder público. 6º São requisitos para o registro: I .

poderão obter registro no CAU dos Estados ou do Distrito Federal. . § 3º A concessão do registro de que trata o § 2o é condicionada à efetiva participação de arquiteto e urbanista ou sociedade de arquitetos. no acompanhamento em todas as fases das atividades a serem desenvolvidas pelos profissionais estrangeiros. com registro no CAU Estadual ou no Distrito Federal e com domicílio no País. profissionais estrangeiros sem domicílio no País. em caráter excepcional e por tempo determinado.§ 2º Cumpridos os requisitos previstos nos incisos I e II do caput.

7º Exerce ilegalmente a profissão de arquiteto e urbanista a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços. 8º A carteira profissional de arquiteto e urbanista possui fé pública e constitui prova de identidade civil para todos os fins legais. privativos dos profissionais de que trata esta Lei ou. Art. se apresenta como arquiteto e urbanista ou como pessoa jurídica que atue na área de arquitetura e urbanismo sem registro no CAU. mesmo não realizando atos privativos. . que. ainda.Art. públicos ou privados.

RESOLUÇÃO N° 91. de 9 de outubro de 2014 Dispõe sobre o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) referente a projetos. . obras e demais serviços técnicos no âmbito da Arquitetura e Urbanismo e dá outras providências.

45 da Lei n° 12. é facultado ao arquiteto e urbanista.CAPÍTULO V DO RRT REFERENTE A ATIVIDADE TÉCNICA REALIZADA NO EXTERIOR Art. 22. Em conformidade com o disposto no § 2° do art. . de 2010. Art. 21. efetuar RRT constituído por atividade técnica de Arquitetura e Urbanismo realizada no exterior.378. O RRT de atividade técnica realizada no exterior deverá ser solicitado pelo arquiteto e urbanista por meio de requerimento específico disponível no ambiente profissional do SICCAU. com registro ativo no CAU.

§ 2° Para os fins previstos no inciso II do parágrafo anterior. II – contrato de prestação de serviço. especialmente: I – comprovante fornecido por contratante ou autoridade competente. . mediante avaliação do CAU/UF. II – documentos comprobatórios da efetiva realização da atividade considerada. qualquer documento que comprove o fato.§ 1° O requerimento a que se refere este artigo deverá ser instruído com: I – declaração formal do arquiteto e urbanista de que ele é o responsável técnico pela atividade a ser registrada. será admitido.

V – portaria de nomeação ou designação de cargo ou função. IV – documentos internos de empresa ou órgão público.III – certificado. . inclusive por meio eletrônico. VI – ordem de serviço ou de execução. VIII – correspondências trocadas entre as partes contratantes. VII – publicação técnica.

X – diário de obra. . e XII – registros fotográficos. inclusive por meio eletrônico. XI – cópias do projeto ou do produto resultante do serviço. IX – declaração de testemunhas. VIII – correspondências trocadas entre as partes contratantes.IX – declaração de testemunhas.

nos termos da legislação brasileira vigente. toda documentação apresentada em língua estrangeira deverá: I – atender aos requisitos de validade conforme a legislação do país onde a atividade técnica tenha sido realizada. e III – ser acompanhada da correspondente tradução para o vernáculo. II – ser legalizada pela autoridade consular brasileira no país de origem. por tradutor público juramentado. Para os fins de efetivação de RRT referente a atividade técnica de Arquitetura e Urbanismo realizada no exterior.Art. . 23.

quando julgar necessário. podendo. que deliberará acerca do registro requerido. A documentação referente a atividade técnica realizada em país membro do Mercosul deverá respeitar subsidiariamente os normativos específicos de registro vigentes. Art. O requerimento de RRT referente a atividade técnica de Arquitetura e Urbanismo realizada no exterior constituirá processo administrativo. . a ser submetido à apreciação do CAU/UF do domicilio de registro do requerente.Parágrafo único. sendo dispensada a exigência de que trata o inciso II do caput deste artigo. 24. efetuar diligências ou requisitar outros documentos para subsidiar a análise e decisão acerca da matéria.

nos termos do art.378. e II – taxa de expediente. . § 2° A taxa de expediente a que se refere o inciso II do caput deste artigo deverá ser recolhida no ato do requerimento do RRT e independe de deferimento do pleito. O RRT referente a atividade técnica de Arquitetura e Urbanismo realizada no exterior ficará condicionado ao pagamento de: I – taxa de RRT.Art. no valor de 3 (três) vezes o valor da taxa de RRT. 48 da Lei n° 12. de 2010. 25. § 1° A taxa de RRT a que se refere o inciso I do caput deste artigo somente será devida em caso de deferimento do RRT requerido.

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LEGISLAÇÃO NACIONAL Carta De Serviços Lei 12.378/2010 – Direito Autoral e Código de Ética .

Acesso à Informação 4. PREÂMBULO www. Registro no CAU e Carteiras EM 9 6. RRT CAPÍTULOS 7. RDA 8. SERVIÇOS PRESTADOS 1. Pagamentos e Ressarcimentos 38 SERVIÇOS 4. Documentos e Resoluções 2.caubr.br/cartadeservicos 2.gov. Autenticidade de Registro. Tabela de Honorários DESCRITOS 5. CANAIS DE ATENDIMENTO 5. Certidões e Declarações 9. ESTRUTURA DA CARTA DE SERVIÇOS 1. Denúncias e Fiscalização 3. INTRODUÇÃO 3. CONTATOS E ENDEREÇOS .

3º Os campos da atuação profissional para o exercício da arquitetura e urbanismo são definidos a partir das diretrizes curriculares nacionais que dispõem sobre a formação do profissional arquiteto e urbanista nas quais os núcleos de conhecimentos de fundamentação e de conhecimentos profissionais caracterizam a unidade de atuação profissional. O acervo técnico constitui propriedade do profissional arquiteto e urbanista e é composto por todas as atividades por ele desenvolvidas. . 2º e 3º. conforme discriminado nos arts. resguardando-se a legislação do Direito Autoral. 12. Art. 2º As atividades e atribuições do arquiteto e urbanista. Art. LEI 12378/2010 DIREITO AUTORAL Art.

Constituem infrações disciplinares. 18. 17. observado o disposto nesta Lei. Parágrafo único. os respectivos procedimentos disciplinares. o arquiteto e urbanista deve pautar sua conduta pelos parâmetros a serem definidos no Código de Ética e Disciplina do CAU/BR. ainda.CÓDIGO DE ÉTICA Art. O Código de Ética e Disciplina deverá regular também os deveres do arquiteto e urbanista para com a comunidade. o dever geral de urbanidade e. Art. além de outras definidas pelo Código de Ética e Disciplina: . No exercício da profissão. a sua relação com os demais profissionais.

que não haja sido efetivamente concebido.fazer falsa prova de quaisquer documentos exigidos para o registro no CAU. para fins de comprovação de direitos autorais e formação de acervo técnico. sem a devida autorização do detentor dos direitos autorais. desenvolvido ou elaborado por quem requerer o registro.reproduzir projeto ou trabalho técnico ou de criação.I . II . IV .registrar projeto ou trabalho técnico ou de criação no CAU. III . .delegar a quem não seja arquiteto e urbanista a execução de atividade privativa de arquiteto e urbanista. de autoria de terceiros.

diretamente ou por intermédio de terceiros.locupletar-se ilicitamente.recusar-se. a prestar contas a cliente de quantias que houver recebido dele. os dados exigidos nos termos desta Lei.V .integrar sociedade de prestação de serviços de arquitetura e urbanismo sem nela atuar. efetivamente. às custas de cliente. com objetivo de viabilizar o registro da empresa no CAU. por qualquer meio. injustificadamente. em documento ou peça de comunicação dirigida a cliente. ao CAU/BR ou aos CAUs. VIII . diretamente ou por intermédio de terceiros. VII . de utilizar o nome “arquitetura” ou “urbanismo” na razão jurídica ou nome fantasia ou ainda de simular para os usuários dos serviços de arquitetura e urbanismo a existência de profissional do ramo atuando. . ao público em geral.deixar de informar. VI .

XI . X . preços de serviços e multas devidos ao CAU/BR ou aos CAUs. quando devidamente notificado. taxas.IX .deixar de pagar a anuidade.deixar de observar as normas legais e técnicas pertinentes na execução de atividades de arquitetura e urbanismo.ser desidioso na execução do trabalho contratado. XII .não efetuar Registro de Responsabilidade Técnica quando for obrigatório. .

2° As atribuições profissionais do arquiteto e urbanista a que se refere o artigo anterior são as seguintes: I . assessoria e consultoria. Dispõe sobre as atividades e atribuições profissionais do arquiteto e urbanista e dá outras providências. V .supervisão. projeto e especificação. RESOLUÇÕES DO CAU/BR RESOLUÇÃO N° 21. planejamento. Art. . III . IV . gestão e orientação técnica. estudo.direção de obras e de serviço técnico. coordenação.assistência técnica.estudo de viabilidade técnica e ambiental. DE 5 DE ABRIL DE 2012. II .coleta de dados.

análise. VIII . experimentação. fiscalização e condução de obra. monitoramento. laudo. ensaio. pesquisa e extensão universitária.produção e divulgação técnica especializada. auditoria e arbitragem.VI .execução. instalação e serviço técnico. mensuração e controle de qualidade. XI . . perícia.treinamento. e XII .desenvolvimento.elaboração de orçamento. X . ensino. avaliação.vistoria.desempenho de cargo e função técnica. VII . parecer técnico. padronização. IX .

3° da Lei n° 12. 2° No âmbito dos campos de atuação relacionados nos incisos deste artigo. de formação generalista. em conformidade com o que dispõe o art. Art.378. de 31 de dezembro de 2010.378. e dá outras providências. DE 12 DE JULHO DE 2013 Dispõe sobre as áreas de atuação privativas dos arquitetos e urbanistas e as áreas de atuação compartilhadas com outras profissões regulamentadas. Art. 2° da Lei n° 12. cujas atividades. ficam especificadas como privativas dos arquitetos e urbanistas as seguintes áreas de atuação: . de 2010.RESOLUÇÃO N° 51. 1° Os arquitetos e urbanistas constituem categoria uniprofissional. atribuições e campos de atuação encontram-se discriminados no art.

f) ensino de teoria. . história e projeto de arquitetura em cursos de graduação. caderno de especificações e de encargos e avaliação pós-ocupação. b) projeto arquitetônico de monumento. d) relatório técnico de arquitetura referente a memorial descritivo. c) coordenação e compatibilização de projeto arquitetônico com projetos complementares. e) desempenho de cargo ou função técnica concernente à elaboração ou análise de projeto arquitetônico.I – DA ARQUITETURA E URBANISMO: a) projeto arquitetônico de edificação ou de reforma de edificação.

m) relatório técnico urbanístico referente a memorial descritivo e caderno de especificações e de encargos. . h) projeto urbanístico. j) projeto de parcelamento do solo mediante loteamento. i) projeto urbanístico para fins de regularização fundiária. história e projeto de urbanismo em cursos de graduação. e o) ensino de teoria. k) projeto de sistema viário urbano. l) coordenação e compatibilização de projeto de urbanismo com projetos complementares. n) desempenho de cargo ou função técnica concernente à elaboração ou análise de projeto urbanístico.g) coordenação de curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo.

d) desempenho de cargo ou função técnica concernente à elaboração ou análise de projeto de arquitetura de interiores.II – DA ARQUITETURA DE INTERIORES: a) projeto de arquitetura de interiores. . c) relatório técnico de arquitetura de interiores referente a memorial descritivo. b) coordenação e compatibilização de projeto de arquitetura de interiores com projetos complementares. e) ensino de projeto de arquitetura de interiores. caderno de especificações e de encargos e avaliação pós- ocupação.

f) ensino de teoria e de projeto de arquitetura paisagística.III – DA ARQUITETURA PAISAGÍSTICA: a) projeto de arquitetura paisagística. c) coordenação e compatibilização de projeto de arquitetura paisagística ou de recuperação paisagística com projetos complementares. . b) projeto de recuperação paisagística. e) desempenho de cargo ou função técnica concernente a elaboração ou análise de projeto de arquitetura paisagística. d) cadastro do como construído (as built) de obra ou serviço técnico resultante de projeto de arquitetura paisagística.

monumentos. preservação. arquitetônico. c) direção. b) coordenação da compatibilização de projeto de preservação do patrimônio histórico cultural e artístico com projetos complementares. práticas de projeto e soluções tecnológicas para reutilização. urbanístico. reconstrução. . condução. supervisão e fiscalização de obra ou serviço técnico referente à preservação do patrimônio histórico cultural e artístico. restauro e valorização de edificações.IV – DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO CULTURAL E ARTÍSTICO: a) projeto e execução de intervenção no patrimônio histórico cultural e artístico. reabilitação. paisagístico. conservação. conjuntos e cidades. gerenciamento.

. laudo e parecer técnico. técnica e projeto de preservação do patrimônio histórico cultural e artístico.d) inventário. vistoria. monitoramento. f) ensino de teoria. e) desempenho de cargo ou função técnica referente à preservação do patrimônio histórico cultural e artístico. auditoria e arbitragem em obra ou serviço técnico referente à preservação do patrimônio histórico cultural e artístico. perícia. avaliação.

b) projeto de acessibilidade e ergonomia da edificação. plano de regularização fundiária e de elaboração de estudo de impacto de vizinhança.V – DO PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL: a) coordenação de equipe multidisciplinar de planejamento concernente a plano ou traçado de cidade. plano de intervenção local. . VI – DO CONFORTO AMBIENTAL: a) projeto de arquitetura da iluminação do edifício e do espaço urbano. c) projeto de acessibilidade e ergonomia do espaço urbano. plano de habitação de interesse social. plano de requalificação urbana. plano setorial urbano. plano diretor.

constituem áreas de atuação compartilhadas entre os profissionais da Arquitetura e Urbanismo e os de outras profissões regulamentadas. de 2010. 2° desta Resolução.378. 2° da Lei n° 12. asseguradas aos técnicos de nível médio ou de 2° grau as prerrogativas conferidas pelo Decreto n° 90.Art.922. de 6 de fevereiro de 1985. Art. 4° Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. que não lhes sejam privativas nos termos do art. 3° As demais áreas de atuação dos arquitetos e urbanistas constantes do art. .

410. EXECUÇÃO 3. ATIVIDADES ESPECIAIS EM ARQUITETURA E URBANISMO 6. GESTÃO 4. ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO (Lei n° 7.Art. PROJETO 2. definido em Resolução própria do CAU/BR. ENSINO E PESQUISA 7. 3° Para fins de Registro de Responsabilidade Técnica (RRT). MEIO AMBIENTE E PLANEJAMENTO REGIONAL E URBANO 5. as atribuições profissionais dos arquitetos e urbanistas serão representadas no Sistema de Informação e Comunicação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (SICCAU) através das seguintes atividades: 1. de 27 de novembro de 1985) .

II – Certidão de Acervo Técnico com Atestado (CAT-A). 2° As certidões emitidas pelos CAU/UF são: I – Certidão de Acervo Técnico (CAT). DE 07 DE NOVEMBRO DE 2014 Dispõe sobre a emissão de certidões pelos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal (CAU/UF) e dá outras providências Art. e V – Certidão Negativa de Débito (CND). III – Certidão de Registro e Quitação de Pessoa Física (CRQPF). IV – Certidão de Registro e Quitação de Pessoa Jurídica (CRQPJ).RESOLUÇÃO N° 93. .

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5° São sanções ético-disciplinares aquelas determinadas pelo art. III – cancelamento do registro.RESOLUÇÃO N° 58. de 31 de dezembro de 2010. IV – multa no valor entre 1 (uma) a 10 (dez) anuidades.378. . II – suspensão entre 30 (trinta) dias e (um) ano do exercício da atividade de arquitetura e urbanismo em todo o território nacional. a saber: I – advertência. DE 5 DE OUTUBRO DE 2013 Dispõe sobre o procedimento para a aplicação das sanções ético- disciplinares relacionadas às infrações ético. Art. de 2010.378.disciplinares por descumprimento à Lei n° 12. e ao Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR). 19 da Lei n° 12.

de 2010. . conforme o art. ficando impedido do exercício da atividade de Arquitetura e Urbanismo em todo o território nacional. 19.Art. 9° O cancelamento do registro é sanção ético-disciplinar que consiste em anulação compulsória e permanente do registro profissional do infrator. ficando impedido do exercício da atividade de Arquitetura e Urbanismo em todo o território nacional.378. Art. inciso III da Lei n° 12. 8° A suspensão é sanção ético-disciplinar que consiste em interrupção compulsória por tempo determinado do registro profissional do infrator.

 Acordo Marco MERCOSUL.  Leis internacionais acessibilidade e normas técnicas. .  Memorando de Entendimento entre o CAU/BR e o Conseil National de l'Ordre des Architectes da França.LEGISLAÇÃO INTERNACIONAL  Acordos internacionais do CAU/BR.  Acordo de Cooperação CAU/BR e Ordem dos Arquitectos de Portugal.

PANORAMA DOS ACORDOS INTERNACIONAIS .

ACORDOS FIRMADOS: 01/01/2014: Acordo de Cooperação firmado com a Ordem dos Arquitectos de Portugal (OA/PT) para a harmonização das condições de inscrição. .

ACORDOS FIRMADOS: (Comissão de Agrimensura. Geologia e Engenharia para o MERCOSUL) 19/03/2014: CAU/BR membro e eleito coordenador da Área de Arquitetura . Arquitetura. Agronomia.

ACORDOS FIRMADOS: 22/04/2014: CAU/BR admitido como membro observador .

ACORDOS FIRMADOS: 24/06/2014: Memorando de Entendimento firmado com o American Institute of Architects (AIA) para trocar experiências sobre educação continuada e programas de relacionamento com arquitetos e sociedade . .

ACORDOS FIRMADOS: 26/06/2014: Memorando de Entendimento firmado com o National Architectural Accrediting Board (NAAB) para trocar experiências sobre acreditação de cursos. .

ACORDOS FIRMADOS: 8/12/2014: Memorando de Entendimento para trocar experiências e iniciar diálogo visando a promoção de ações coordenadas para a melhoria da profissão .

e organizar atividades culturais de interesse profissional. promover ações coordenadas para a formação dos arquitetos. facilitar exercício profissional transfronteiriço. intercambiar informações. experiências e boas práticas de colegiado. combater o exercício ilegal da profissão. .ACORDOS FIRMADOS: 11/12/2014: Acordo de Cooperação firmado com o Consejo Superior de los Colegios de Arquitectos de España (CSCAE) para colaborar em organizações internacionais.

ACORDOS FIRMADOS:

12/12/2014:
Acordo de Cooperação firmado com o National Council of Architectural Registration
Boards (NCARB) para trocar experiências sobre educação continuada, experiência
assistida (residência técnica) e acesso à profissão.

ACORDOS FIRMADOS:

15/12/2014:
Memorando de Entendimento firmado com o Royal Institute of British Architects (RIBA)
para trocar experiências sobre educação continuada, acreditação de cursos e programas de
relacionamento com arquitetos e sociedade.

ACORDOS FIRMADOS:

29/05/2015:
Memorando de Entendimento firmado com o Colegio de Arquitectos de Costa Rica
(CACR) para trocar experiências e iniciar diálogo visando a promoção de ações
coordenadas para a melhoria da profissão.

. integração de informações e experiência com enfoque na assistência técnica em Arquitetura e Urbanismo. regularização e projetos para áreas urbanas de interesse social. prestar auxílio em termos de regulação profissional.ACORDOS FIRMADOS: 15/12/2015: Memorando de Entendimento firmado com a Ordem dos Arquitectos de Cabo Verde (OAC) para trocar experiências e iniciar diálogo visando a promoção de ações coordenadas para a melhoria da profissão.

ACORDOS FIRMADOS: 03/03/2016: Memorando de Entendimento firmado com a Ordem dos Arquitectos de Angola (OAA) para trocar experiências e iniciar diálogo visando a promoção de ações coordenadas para a melhoria da profissão e prestar auxílio em termos de regulação profissional. .

.ACORDOS FIRMADOS: 18/10/2016: Acordo de Cooperação firmado com a Ordem dos Arquitectos de Cabo Verde (OAC) para a viabilização de registros profissionais temporários de arquitetos e urbanistas selecionados pelo programa de treinamento em assistência técnica promovido pela Companhia do Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB) .

além de incentivar estudos sobre a reciprocidade das condições de regulamentação da profissão da Arquitetura e Urbanismo no seu território e departamentos ultramarinos. .ACORDOS FIRMADOS: 21/11/2016: Memorando de Entendimento firmado com o Conseil National de L’Ordre des Architectes (CNOA) da França para trocar experiências e promover ações coordenadas para a melhoria da profissão.

ACORDOS FIRMADOS: .

National Council of Architectural Registration Boards (NCARB) . National Architectural Accrediting Board (NAAB) - Memorando de Entendimento em 26/06/2014 6. Royal Institute of British Architects (RIBA) . Arquitetura. American Institute of Architects (AIA) . Ordem dos Arquitectos de Angola (OAA) . Consejo Superior de los Colegios de Arquitectos de España (CSCAE) . Geologia e Engenharia para o MERCOSUL (CIAM) – CAU/BR membro e coordenador da Área de Arquitetura desde março de 2014 3. Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa (CIALP) . Colegio de Arquitectos de Costa Rica (CACR) - Memorando de Entendimento em 29/05/2015 11.Memorando de Entendimento em 24/06/2014 5. Agronomia.Acordo de Cooperação em 11/12/2014 8. Conseil National de L’Ordre des Architectes (CNOA) - Memorando de Entendimento em 21/11/2016 . Ordem dos Arquitectos de Portugal (OA/PT) .Memorando de Entendimento em 15/12/2014 10.Acordo de Cooperação em 01/01/2014 2.CAU/BR membro observador desde abril de 2014 4.Memorando de Entendimento em 03/03/2016 12. Comissão de Agrimensura. Ordem dos Arquitectos de Cabo Verde (OAC) - Memorando de Entendimento em 15/12/2015 e Acordo de Cooperação em 18/10/2016 13. Architects' Council of Europe (ACE) .Memorando de Entendimento firmado em dezembro de 2014 7.Acordo de Cooperação em 12/12/2014 9.ACORDOS FIRMADOS: 1.

PRÓXIMAS TRATATIVAS: Continentais: Federación Panamericana de Asociaciones de Arquitectos (FPAA) Architects Regional Council of Asia (ARCASIA) Africa Union of Architects (AUA) Países do Latino-americanos: Sociedad Colombiana de Arquitectos (SCA) Colegio de Arquitectos del Perú (CAP) Federación de Colegios de Arquitectos de la República Mexicana (FCARM) Unión Nacional de Arquitectos e Ingenieros de la Construcción de Cuba (UNAICC) Países do Mercosul: Federación Argentina de Entidades de Arquitectos (FADEA) Consejo Profissional de Arquitectura e Urbanismo de la Ciudad de Buenos Aires (CPAU) Asociación Paraguaya de Arquitectos (APA) Sociedad de Arquitectos de Uruguay (SAU) Países Lusófonos: Associação dos Arquitectos de Moçambique (ARQUITRAVE) Países do BRICS: South African Institute of Architects (SAIA) Architectural Society of China (ASC) Indian Institute of Architects (IIA) Union of Architects of Russia (UAR) .

ACORDO ENTRE O CAU/BR E A ORDEM DOS ARQUITECTOS DE PORTUGAL .

• Tramitação prioritária. • Documentação simplificada. • Acompanhamento e monitoramento dos registrados.VANTAGENS DO ACORDO • Troca de experiências entre profissionais brasileiros e portugueses. • Prazo de conclusão reduzido. .

REQUERIMENTOS DE REGISTRO DE DIPLOMADOS NO EXTERIOR Tempo médio de apreciação dos requerimentos no CAU/BR: • comuns: 146 dias • acordo: 57 dias .

PASSO A PASSO PARA REGISTRO DEFINITIVO .

PASSO A PASSO PARA REGISTRO TEMPORÁRIO .

.. ¹Não seria necessária em acordo entre Brasil e França (Acordo de Cooperação em Matéria Civil entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Francesa) ²CAU/UF verifica o atendimento dos conteúdos curriculares mínimos previstos nas Diretrizes Curriculares Nacionais .DOCUMENTOS PARA REGISTRO DEFINITIVO comuns acordo X X Diploma da IES estrangeira X X * legalizado por autoridade consular¹ X X * com tradução juramentada X X Ato de revalidação do diploma original X² Histórico escolar X *com indicação da carga horária X * legalizado por autoridade consular¹ X * com tradução (poderá não ser juramentada) X Conteúdo programático das disciplinas X * legalizado por autoridade consular¹ X * com tradução (poderá não ser juramentada) .

DOCUMENTOS PARA REGISTRO DEFINITIVO comuns acordo X Documento com carga horária total X * consta tempo de integralização X * legalizado por autoridade consular X * com tradução (poderá não ser juramentada) X X RNE X X * dentro do prazo de validade X X * classificação permanente X X CPF X Comprovante de residência X Declaração de inscrição na OA/PT ou CAU/BR. com data de registro Declaração negativa de antecedentes ético-disciplinares X emitida pela OA/PT ou CAU/BR X X Formulário de inscrição .

. ¹Não seria necessária em acordo entre Brasil e França (Acordo de Cooperação em Matéria Civil entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Francesa) ²CAU/UF verifica o atendimento dos conteúdos curriculares mínimos previstos nas Diretrizes Curriculares Nacionais ..DOCUMENTOS PARA REGISTRO TEMPORÁRIO comuns acordo X X Diploma da IES estrangeira X X * legalizado por autoridade consular¹ X X * com tradução juramentada X Ato de revalidação do diploma original X Histórico escolar X *com indicação da carga horária X * legalizado por autoridade consular¹ X * com tradução juramentada X Conteúdo programático das disciplinas X * legalizado por autoridade consular¹ X * com tradução juramentada .

com data de registro Declaração negativa de antecedentes ético-disciplinares emitida pela OA/PT ou CAU/BR Formulário de inscrição .DOCUMENTOS PARA REGISTRO TEMPORÁRIO Documento com carga horária total * consta tempo de integralização * legalizado por autoridade consular * com tradução juramentada RNE * com visto compatível com o trabalho remunerado CPF Fotografia frontal em cores Contrato ou proposta de contrato de trabalho Declaração indicando um AU responsável pelo acompanhamento Prova da relação contratural entre o contratante e o AU designado para o acompanhamento Declaração de inscrição na OA/PT ou CAU/BR.

PANORAMA DOS ACORDOS INTERNACIONAIS .

Arquitetura. Agronomia. Geologia e Engenharia para o MERCOSUL) Membro e coordenador da Área de Arquitetura desde 2014 . (Comissão de Agrimensura.

Memorando de Entendimento firmado em dezembro de 2014 .

CAU/BR é membro observador desde abril de 2014 .

em 24/06/2014.Memorando de Entendimento firmado com o American Institute of Architects (AIA). . para trocar experiências sobre educação continuada e programas de relacionamento com arquitetos e sociedade .

. em 12/12/2014. experiência assistida (residência técnica) e acesso à profissão. para trocar experiências sobre educação continuada.Acordo de Cooperação firmado com o National Council of Architectural Registration Boards (NCARB).

para trocar experiências sobre acreditação de cursos. .Memorando de Entendimento firmado com o National Architectural Accrediting Board (NAAB). em 26/06/2014.

Memorando de Entendimento firmado com o Colegio de Arquitectos de Costa Rica (CACR). em 29/05/2015. . para trocar experiências e iniciar diálogo visando a promoção de ações coordenadas para a melhoria da profissão.

. em 01/01/2014.Acordo de Cooperação firmado com a Ordem dos Arquitectos de Portugal (OA/PT). para harmonização das condições de inscrição.

para trocar experiências sobre educação continuada. acreditação de cursos e programas de relacionamento com arquitetos e sociedade. em 15/12/2014.Memorando de Entendimento firmado com o Royal Institute of British Architects (RIBA). .

regularização e projetos para áreas urbanas de interesse social. . integração de informações e experiência com enfoque na assistência técnica em Arquitetura e Urbanismo.Memorando de Entendimento firmado com a Ordem dos Arquitectos de Cabo Verde (OAC). prestar auxílio em termos de regulação profissional. em 15/12/2015 para trocar experiências e iniciar diálogo visando a promoção de ações coordenadas para a melhoria da profissão.

Acordo de Cooperação firmado com a Ordem dos Arquitectos de Cabo Verde (OAC). para a viabilização de registros profissionais temporários de arquitetos e urbanistas selecionados pelo programa de treinamento em assistência técnica promovido pela Companhia do Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB) . em 18/10/2016. .

combater o exercício ilegal da profissão. promover ações coordenadas para a formação dos arquitetos. para colaborar em organizações internacionais. facilitar exercício profissional transfronteiriço.Acordo de Cooperação firmado com o Consejo Superior de los Colegios de Arquitectos de España (CSCAE). experiências e boas práticas de colegiado. em 11/12/2014. organizar atividades culturais de interesse profissional. intercambiar informações. .

Memorando de Entendimento firmado com a Ordem dos Arquitectos de Angola (OAA). para trocar experiências e iniciar diálogo visando a promoção de ações coordenadas para a melhoria da profissão e prestar auxílio em termos de regulação profissional. . em 03/03/2016.

além de incentivar estudos sobre a reciprocidade das condições de regulamentação da profissão da Arquitetura e Urbanismo no seu território e departamentos ultramarinos. para experiências e promover ações coordenadas para a melhoria da profissão. .Memorando de Entendimento firmado com o Conseil National de L’Ordre des Architectes (CNOA) da França. em 21/11/2016.

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Próximas tratativas: Continentais: Federación Panamericana de Asociaciones de Arquitectos (FPAA) Architects Regional Council of Asia (ARCASIA) Africa Union of Architects (AUA) Países do Latino-americanos: Sociedad Colombiana de Arquitectos (SCA) Colegio de Arquitectos del Perú (CAP) Federación de Colegios de Arquitectos de la República Mexicana (FCARM) Unión Nacional de Arquitectos e Ingenieros de la Construcción de Cuba (UNAICC) Países do Mercosul: Federación Argentina de Entidades de Arquitectos (FADEA) Consejo Profissional de Arquitectura e Urbanismo de la Ciudad de Buenos Aires (CPAU) Asociación Paraguaya de Arquitectos (APA) Sociedad de Arquitectos de Uruguay (SAU) Países Lusófonos: Associação dos Arquitectos de Moçambique (ARQUITRAVE) Países do BRICS: South African Institute of Architects (SAIA) Architectural Society of China (ASC) Indian Institute of Architects (IIA) Union of Architects of Russia (UAR) .

à valorização do projeto e da construção. à prática profissional. Compartilhar informações de interesse mútuo. Reforçar a capacidade de ação das partes relativa a terceiros. Atuar conjuntamente para racionalizar o uso e aplicação dos recursos das partes em todas as atividades pertinentes. 4. Intercambiar informações relacionadas às normas aplicáveis à profissão. 3. 5. 2. Promover práticas profissionais de alta qualidade e os códigos de ética da Arquitetura e Urbanismo em vigor nos respectivos países.1. explorando oportunidades para ações conjuntas. .

e outras similares). adotados pela União Internacional dos Arquitetos (UIA). Envidar esforços para a ratificação e promoção dos princípios básicos do profissionalismo contidos no Acordo sobre Padrões Internacionais de Profissionalismo Recomendados na Prática da Arquitetura. a colaboração em todas as organizações internacionais de natureza administrativa (UNESCO. OIT e outras similares) e de natureza profissional em nível internacional ou europeu (UIA. Estreitar. . ONU. bem como fomentar o intercâmbio de profissionais de ambos os países. Incentivar estudos sobre a reciprocidade das condições de regulamentação da profissão da Arquitetura e Urbanismo no seu território e departamentos ultramarinos. 7. quando assim considerarem conveniente. Conselho dos Arquitetos da Europa .CAE . 8. OMC. de acordo com a legislação vigente em cada país.6. DOCOMOMO.

a Ciência e a Cultura e União Internacional de Arquitetos (UNESCO/UIA). como constantes na Carta para a Formação dos Arquitetos da Organização das Nações Unidas para a Educação. de seminários. para que criem melhores normas e condições para a disseminação da Arquitetura de qualidade relevante. de conferências e de programas de intercâmbio. Desenvolver ações políticas para influenciar formadores de opinião e elaboradores de políticas.9. de exposições. Incentivar a troca de conhecimentos por meio de publicações. 11. 10. . Envidar esforços para a ratificação e promoção dos critérios consistentes de qualificação profissional e de programas de ensino baseados em padrões internacionais.

faturas) PASSO A PASSO PARA EXPORTAÇÃO .PREPARAR A EMPRESA  Registro no CAU  Modos de exportação  Documentos necessários à exportação de serviços (contratos.

monitoramento da construção e gestão de projeto. A prática da arquitetura consiste na provisão de serviços profissionais em conexão com o planejamento urbano e o design. entre outros. . projetos. projeto urbanístico. a restauração ou alteração de uma construção ou conjunto de construções. modelos. especificações e documentação técnica. a conservação. a expansão. assim como projetos de especializados de paisagismo. E como criar oportunidades para negócios internacionais? Há duas formas fundamentais pelas quais um escritório de arquitetura consegue gerar oportunidades para projetos internacionais:  pela reputação adquirida pelo escritório. desenhos. a construção. luminotécnica. e  por meio de uma rede de relacionamentos no exterior. Estes serviços profissionais incluem o planejamento do uso da terra. sustentabilidade. Modos coordenação da documentação técnica preparada por outros. fornecimento de estudos preliminares. Exportação interiores.

Modos de Exportação .

realizando apenas uma parcela de projeto liderado por outra firma. • Projetos em parceria: Atuação em rede. • Escritório no exterior: Quando o escritório já é internacionalizado. . • Competição por projeto: Participação em licitações e concursos internacionais. A contratação de projetos de arquitetura no exterior pode ocorrer por meio de: • Venda por rede multinacional: Atendimento no exterior a clientes que Modos já foram atendidos no Brasil. geralmente de outro país. de • Exportação direta: Contatos feitos por clientes potenciais com base na Exportação reputação da empresa ou do arquiteto. com filiais nos países de prestação do serviço.

Documentos Necessários .

Documentos Necessários .

Documentos Necessários .

Documentos Necessários .

Passo a passo da exportação do serviço de Arquitetura Passo a passo .

Passo a passo da exportação do serviço de Arquitetura Passo a passo .

Passo a passo da exportação do serviço de Arquitetura Passo a passo .

Passo a passo da exportação do serviço de Arquitetura Passo a passo .

Passo a passo da exportação do serviço de Arquitetura Passo a passo .

Efetivação da exportação Passo a passo .

FORMAÇÃO DE PREÇO Honorários Tributação .

gov. Módulo III Remuneração de Execução de Obras e Outras Atividades.caubr.br/download/ . Módulo II Remuneração de Projetos e Serviços Diversos. Cálculo de Honorários Cada país tem seu próprio padrão. temos a TABELA DE HONORÁRIOS DE SERVIÇOS DE ARQUITETURA E Honorários URBANISMO DO BRASIL CAU/BR Módulo I Remuneração do Projeto Arquitetônico de Edificações. Disponível para download no site! https://honorario. No Brasil.

b) Percentual sobre o custo orçado de execução da obra. estimado na contratação do projeto e calculado ao seu término. • Tabela de Honorários Define duas modalidades básicas de remuneração: A primeira estabelece honorários equivalentes a um PERCENTUAL SOBRE O CUSTO DA OBRA Honorários  Comporta as seguintes variações: a) Percentual sobre o custo estimado de execução da obra. estimado na contratação do projeto e calculado ao final da execução da mesma. c) Percentual sobre o custo contabilizado de execução da obra. . calculado na contratação do projeto.

d) Contabilizado. c) Contabilizado. b) Contabilizado. estabelece a Honorários remuneração através do CÁLCULO PELO CUSTO DO SERVIÇO  Comporta as seguintes variações: a) Estimado. • Tabela de Honorários Define duas modalidades básicas de remuneração: A segunda. com teto prefixado. sem teto prefixado. recomendada para serviços de escopo não claramente definido ou não passíveis de prévia e precisa quantificação. . com lucros prefixados.

Tributação na Exportação de Serviços • Em geral.149). como o ICMS (art. como PIS e COFINS (art. os países tentam não onerar a exportação de bens e serviços. . com dispositivos de não-incidência de tributação sobre serviços prestados no exterior. • O Brasil não foge a essa regra.156) e contribuições. • Constituição Federal de 1988: indica a não incidência de impostos nas exportações de bens e serviços.155) e ISSQN (art.

. a alíquota é zero de acordo com o Decreto n° 6306/2007 e alterações posteriores.Abordagem Geral sobre os Principais Tributos na Exportação de Serviços Não Tributo Incidência Incidência ou Isenção IRPJ/CSLL X PIS X Cofins X ISSQN X (*) IOF-CÂMBIO X * Atualmente.

além das receitas no mercado interno.000.600.800.000. Simples Nacional • Regime compartilhado de arrecadação.00 a partir de 01 de janeiro de 2018 (até 31 de dezembro de 2017 o limite é de R$ 3.00. . cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte • Escritórios de Arquitetura podem aderir ao Simples. • Podem auferir. receitas de exportação de mercadorias e de exportação de serviços até o limite de R$ 4.

com relação à Cofins. • Exportação: serão desconsiderados. os percentuais relativos à Cofins. à Contribuição para o PIS/Pasep. ao IPI. PIS/Pasep. • IRPJ.Simples Nacional • Lei Complementar n° 123/2006 . CSLL e CPP são tributados normalmente.prevê a redução no montante a ser recolhido no Simples Nacional relativo aos valores das receitas decorrentes da exportação. no cálculo do Simples Nacional. conforme o caso. . IPI. ao ICMS e ao ISS (Resolução CGSN nº 94/2011). ICMS e ISS.

Simples Nacional na Exportação de Serviços Tributo Incidência Não Incidência IRPJ/CSLL X CSLL X CPP X PIS X Cofins X ISSQN X .

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tutor e curador. Segundo o Código Civil: Seguro “Aquele que. fica obrigado a repará- lo. por ato ilícito causar dano a outrem. comete ato ilícito”. mesmo que involuntariamente. “Aquele que. Seguro de Responsabilidade Civil por erros ou omissões garante o reembolso dos clientes que recorrerem à Justiça por danos corporais. por ação ou omissão voluntária. negligência ou imprudência. materiais ou morais de ações ou omissões involuntárias causadas pela prestação dos serviços profissionais. ou seja. etc. . violar direito e causar dano a outrem.” “Parágrafo único – são solidariamente responsáveis com os autores os coautores e as pessoas designadas no art. Seguro de Responsabilidade Civil As empresas de arquitetura em geral possuem um patrimônio pequeno e insuficiente para responder por prejuízos causados. empregador. pais. ainda que exclusivamente moral. a seus clientes. 932”.

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