EMANUELLE MENALI

VALQUIRIA DUARTE D'AMATO

A INTERNET DAS COISAS E A MOBILIDADE URBANA

Belo Horizonte
2015

EMANUELLE MENALI
VALQUIRIA DUARTE D'AMATO

A INTERNET DAS COISAS E A MOBILIDADE URBANA

Trabalho de conclusão de curso
apresentado ao Curso de Sistemas de
Informação da Faculdade PITÁGORAS,
como requisito parcial à obtenção do título
de Bacharel em Sistemas de Informação.
Orientador: Thiago Augusto Alves

Belo Horizonte
2015

1

Dedicamos este trabalho às nossas
famílias, a Deus e a todos aqueles que
nos auxiliaram nesta jornada.

2

Ao coordenador Ivan Fontainha que nos auxiliou e foi de suma importância para a finalização do nosso projeto. Agradecemos também a todos que contribuíram para a nossa formação e nos deram a oportunidade de aproveitar ao máximo o aprendizado durante o curso e poder realizar o sonho de concluir o curso de Bacharel em Sistemas de Informação. nos auxiliando na melhoria da qualidade técnica e tátil do tema escolhido e por se dedicar horas a fim até mesmo em fins de semana e por toda a atenção dada durante as dúvidas e questionamentos que ocorreram durante esse período do desenvolvimento. Às nossas famílias por todo apoio nos momentos difíceis e por todo suporte nos momentos que poderíamos fraquejar. por nos dar a oportunidade de continuar o desenvolvimento do TCC. Lousada pela ideia inicial e por todo estímulo em desenvolver o tema. 3 . AGRADECIMENTO Queremos agradecer a Deus por nos permitir enfrentar essa jornada de 4 anos. Aos nossos professores Efrem E. principalmente na orientação da parte prática. ao professor e orientador Thiago Augusto Alves.

” Sigmund Freud.“Somos feitos de carne. 4 . mas temos de viver como se fôssemos de ferro.

Sensores. Linguagem de Modelagem Unificada. O sistema deverá receber informações de fluxo de trafego provenientes de requisições ao sistema de mapas do Google e através destas informações o sistema poderá gerar um novo calculo de tempo semafórico para que em horário de pico o ciclo de abertura do semáforo seja eficiente a ponto de não causar maiores congestionamentos. Soluções. O projeto tem como objetivo apresentar a modelagem de um protótipo de um sistema de gerenciamento de semáforos digitais interconectados via rede sem fio. Palavras chave: Internet das Coisas. RESUMO Com o aumento da frota veicular nos grandes centros urbanos devido à facilidade de aquisição de automóveis e a falta de estrutura urbana para permitir a circulação de tantos veículos. Na atual realidade em Belo Horizonte existem muitos veículos e muitas vias de trânsito. 2015. porém a gestão deste último se mostra ineficaz. 2015. provocaram o surgimento de grandes engarrafamentos. D‟AMATO.MENALI. Gestão. Belo Horizonte. 5 . utilizando o padrão UML (Unified Modeling Language. A Internet Das Coisas e a Mobilidade Urbana. Mobilidade Urbana. Trabalho de Conclusão de Curso Graduação em Sistemas de Informação – Pitágoras. Emanuelle. em tradução literal). Os conceitos de Internet das Coisas foram utilizados para realizar o levantamento do referencial teórico necessário para o desenvolvimento do tema. 77. Tráfego. Valquíria Duarte.

led to the emergence of major traffic jams. Urban Mobility. The project aims to present the modeling of a prototype of a digital traffic light management system interconnected via wireless network using the standard UML (Unified Modeling Language). The Internet of Things and the Urban Mobility. Internet of Things concepts were used to survey the necessary theoretical background to the subject of development. Valquíria Duarte. The system is expected to receive traffic flow information from requests to Google's map system and through this information the system can generate a new calculation semaphore time so that at peak schedule the semaphore opening cycle is efficient not to point causing further congestion. In the current reality in Belo Horizonte there are many vehicles and many transit routes. Belo Horizonte. Keywords: Internet of Things. but the management of the latter proves ineffective. 77. ABSTRACT With increasing vehicle fleet in major urban centers due to car acquisition facility and the lack of urban structure to accommodate the movement of so many vehicles. 6 . Trabalho de Conclusão de Curso Graduação Sistemas de Informação – Pitágoras. 2015. D‟AMATO.MENALI. Solutions Traffic Management. Sensors. 2015. Emanuelle.

... 45 Figura 10 – Diagrama de Sequencia CDU003........................................................................ .......... 31 Figura 8 – Diagrama de Sequencia CDU001....................... 22 Figura 4 – Genie Smart Lock ..................................................................Tela Confirmação da Exclusão dos Dados da Via... 54 Figura 18 ..... 62 7 ........... ....... ................. 17 Figura 2 – Google Maps ... 56 Figura 20 ................................. 51 Figura 15 – Diagrama de Entidade e Relacionamento............................... ............................................................. 60 Figura 24 .................................... 55 Figura 19 ....................... 61 Figura 25......................... .......... ...... 21 Figura 3 – Google Maps ................ 47 Figura 12 – Diagrama de Sequencia CDU005..................................Tela de Cadastro dos Dados da Via....Tela de mensagem da Exclusão dos Dados da Via... 57 Figura 21 .......................RFID ............... 27 Figura 6 – Tag RFID ................................................................Tela de Pesquisa da Via...Tela Confirmação da Alteração dos Dados da Via........................................................Google Glass.....Tela da mensagem para Cadastrar dos Dados da Via........ ................. ................. .................... .... 53 Figura 17 ................................. 48 Figura 13 – Diagrama de Sequencia CDU006..................... 28 Figura 7 – Diagrama de caso de uso......................... ............................................................ ..............................................................................Tela Confirmação do Cadastro dos Dados da Via............................. ....................................................... 46 Figura 11 – Diagrama de Sequencia CDU004................................................... 52 Figura 16 ................... ................ 44 Figura 9 – Diagrama de Sequencia CDU002........... ......................................... ............................................ 49 Figura 14 – Diagrama de Classe.......................................................................... ............Traffic Layer ........................................................................ 59 Figura 23 ............... LISTA DE FIGURAS Figura 1 ............................ 26 Figura 5 ...........Tela Manter Dados da Via...... 58 Figura 22 ..........Tela Alterar Dados da Via.....Tela de Login..........

.....Tela Confirmação da Alteração dos Dados da Via...Tela de Cadastro dos Dados do Semáforo.......... ...................... 65 Figura 29 .... 69 Figura 33 ............ ...................... 70 Figura 34 ......... 71 Figura 35 ......... ................Tela de Pesquisa do Semáforo..... ... 66 Figura 30 ...........Figura 26 ............Tela Confirmação do Cadastro dos Dados do Semáforo..................Tela Confirmação da Exclusão do Semáforo.Tela da mensagem para Cadastrar os Dados do Semáforo...... .. ... 67 Figura 31 .......Tela Manter Dados do Semáforo............. ............................ .Tela de mensagem da Exclusão dos Dados do Semáforo...........................................Tela de Pesquisa do Semáforo.........Tela Alterar Dados do Semáforo..... .......... 72 8 ........ ............. 63 Figura 27 . 68 Figura 32 ........................... 64 Figura 28 ....................

UML (Unified Modeling Language) = Linguagem de Modelagem Unificada. SMS (Short Message Service) = Serviço de Mensagens Curtas. LCD (Liquid Cristal Display) = Display de cristal liquido. PSA (Personal Shopper Assistent) = Assistente Pessoal de Compras. RFID (Radio Frequency Identification) = Identificação por Radio Frequência. TAG – Termo em inglês para etiqueta. 9 . IP (Internet Protocol) = Protocolo de internet. rede de comunicação entre dispositivos. WEB – Termo em inglês que significa “teia de aranha” ou “rede”. ACRONIMOS E SIGLAS API (Application Programming Interface) = Interface de Programação de Aplicativo GPS (Global Positioning System) = Sistema de Posicionamento Global. IoT (Internet of Things) = Internet das Coisas. HTTP (Hypertext Transfer Protocol) = Protocolo de Transferência de Hipertexto utilizado para exibição do texto na página do navegador WEB. URL (Uniform Resource Locator) = endereço que direciona o usuário para a página WEB. USB (Universal Serial Bus) = Interface de conexão serial para dispositivos.

... 12 1...........................2...........2..............................................................................................................1.. 19 2...... 16 2............................... Pão de Açúcar ........................... Throttleman ........................... ESTUDOS DE CASO E UTILIZAÇÃO DA IOT ........4...................... 16 2..................................2.............................................. GOOGLE MAPS ................................... OBJETIVO GERAL .................................... 13 1......................................... JUSTIFICATIVA ...........2................. 18 2............................. 14 1.... RFID ..3....................3. 16 2............................1.....3.............................. 28 3.............................5................. 13 1......................................................................... Protocolo IP .6.......................................................................................... 15 2................2.................................................3................... Ponto a Ponto .....3......................................................................................................... 29 10 ................... 24 3..............2............................... OBJETIVOS ESPECÍFICOS .....3....................... WIRELESS .......3..... SUMÁRIO 1.................................3.................................. 3G ........5.............................................................................................4..... 13 1..........3....................................6....................2..... Google Glass ....... 20 3................. ORGANIZAÇÃO DO TEXTO .........................................................2... 24 3.................5................4. Bluetooth ..... 18 2.1. 20 2..................... 14 2............................................................................ 27 3................ 19 2.................................................. Genie Smart Lock....................... 19 2.... CONEXAO ENTRE OS OBJETOS .................................... Sensores .. COMO A IOT PODE SER ÚTIL ................................... DESENVOLVIMENTO ................................... INTERNET ........2................................................................... METODOLOGIA ............................................................... 17 2......................2.................... WI-FI ...3............... 4G .................................................................................... O QUE É INTERNET DAS COISAS ................7............. 26 3............................................................................................................... 25 3...................... 15 2..................................3......8..........4..................... INTRODUÇÃO ............................................................... 24 3.............3.......................................................... REFERENCIAL TEÓRICO ...1...................

.....3............ 53 4... Caso de Uso ...............3.............................................................................................1....1............3....... 44 3......................................................... REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS .1.1...................................3................................................. Diagrama de Sequência . 30 3...........................................1..3........3..................................................1.............. PROTÓTIPO DO SISTEMA DE GESTÃO DE TRÁFEGO .. Diagrama de Classe .1..................... 73 5.... 32 3..................................1...3. 52 3............ CONCLUSÃO... Descrição de Caso de Uso .................3........................................................1................... 74 11 ...3.............. 50 3..........................................................3....2......3...................1................ 30 3.......2...................2...... 31 3................................... Diagrama de Caso de Uso .....4.... UML.1............ Diagrama de Entidade e Relacionamento ........ Protótipos de telas do Sistema ... 30 3........................

smartphones e semáforos podem ser utilizadas para auxiliar no gerenciamento do trânsito em casos de engarrafamentos. condições climáticas. De acordo com o exemplo apresentado acima. Possibilitando que a velocidade dos veículos não sofra constantes alterações devido às paradas e permita que o fluxo do trânsito seja suavizado durante o dia e principalmente em horários de pico e também auxilie na redução de acidentes.. 2012. (DINIZ. de diferentes tipos e com as pessoas. (DRUMM et al. p. O conceito de IoT significa a integração de todos os objetos em rede que podem transmitir informações para dispositivos do mesmo tipo. temperaturas. A indústria de eletrodomésticos é uma das que aplicam amplamente o conceito de IoT. que desenvolveu geladeiras com sistemas capazes de enviar mensagens aos usuários cadastrados em seu sistema informando que alguns produtos estão próximos da data de validade que precisam ser consumidos o quanto antes ou que já tiveram seus prazos de validade expirados. devido à diminuição dos engarrafamentos. o conceito de IoT está cada dia mais presente no cotidiano. Um exemplo que pode ser apresentado é o da Brastemp (2011). INTRODUÇÃO O avanço da tecnologia tem permitido o acesso a uma variedade imensa de novos recursos em equipamentos ou objetos que antigamente realizavam apenas tarefas comuns sem muita complexidade. 2006). imagens e gráficos são exemplos de informações que podem ser compartilhadas.67) 12 . (DINIZ. Essas informações podem ser utilizadas para facilitar a execução de tarefas humanas e automatizar diversos processos. também ameniza a emissão de dióxido de carbono. A redução do consumo de combustíveis nos engarrafamentos ocasiona além da melhoria do bem estar da população em geral. acidentes e problemas técnicos nos semáforos. Essa solução também poderá gerar redução no consumo de combustíveis dos veículos. que em grandes quantidades provoca a poluição do ar e tem efeitos nocivos ao meio ambiente e á saúde humana. ou seja. Auxiliar na localização sem necessidade de um GPS apenas pelo mapeamento dos objetos. 2006) As informações transmitidas pelos diversos objetos conectados à rede como carros. com tudo o que estiver ao seu redor.1.

e por consequência uma melhoria que reflete na qualidade de vida dos cidadãos. Apresentar a fundamentação teórica do conceito de IoT para compreensão do tema. 2015). JUSTIFICATIVA Um dos grandes problemas da mobilidade urbana está no tempo de deslocamento realizado na cidade. os congestionamentos nas grandes cidades têm impactos negativos no cotidiano das pessoas. Segundo dados da Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos do estado de São Paulo (VEJA. seja de 4. como esporte. Demonstra através de estudos de caso a implantação de soluções baseadas no conceito de IoT em outras áreas do setor econômico. sendo assim. devido ao longo tempo para chegada e saída.2.3.1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver o protótipo e modelagem de um sistema em UML. podem chegar a 11 milhões de acordo com o Instituto avançado de pesquisas da Universidade de São Paulo.4.1 bilhões de reais por ano e as perdas diárias de combustíveis. 1. convívio familiar e religião. que utilize o conceito de IoT para auxiliar a gestão do transito. OBJETIVO GERAL Aplicar os conceitos da IoT para desenvolver o protótipo de um sistema com o objetivo de auxiliar na resolução dos problemas de mobilidade urbana. as impossibilitam de realizar outras tarefas que tem relação direta com sua qualidade de vida. pois além de impactar na produtividade no trabalho ou estudo. o trânsito poderá ter mais fluidez. dentro e fora do horário de pico (é o horário em que grande parte das pessoas estão utilizando a mesma via). estima-se que o prejuízo financeiro com os engarrafamentos e acidentes de trânsito. 1. 13 . Segundo a revista VEJA (2015).

as informações de mapa e tráfego do Google Maps. METODOLOGIA Inicialmente foram levantados os problemas que parte da sociedade enfrenta diariamente em seu percurso até o trabalho ou compromissos diversos (VEJA. 1. serão utilizados o conceito de IoT.6. 2015). O capitulo 3 contém os estudos de caso. o protótipo e a Modelagem UML utilizados para desenvolver as etapas do projeto. os estudos de caso em que o conceito de IoT foi aplicado para melhoria de processos em diversas corporações e a prototipagem do sistema em conjunto com a modelagem UML para que seja demonstrado através de seus diagramas a tese abordada nesse trabalho.5.1. Para a realização do projeto. No capitulo 4 é explanado a conclusão sobre a pesquisa realizada e os resultados obtidos. O capitulo 2 contém todo o referencial teórico contextualizado para embasar e possibilitar a realização do desenvolvimento do projeto. 14 . as questões de mobilidade urbana da cidade de Belo Horizonte (PARREIRAS. junto a fontes externas (fóruns. artigos e livros) que foram utilizadas como recursos e metodologia para encontrar solução que possa amenizar os problemas de mobilidade urbana dos centros urbanos. 2012) e todo conhecimento adquirido durante o curso de Sistemas de informação. ORGANIZAÇÃO DO TEXTO Este trabalho encontra-se organizado da seguinte maneira: O capitulo 1 aborda a introdução do tema IoT.

Atualmente existem vários objetos que utilizam o conceito de IoT. com o objetivo de trazer mais comodidade à vida das pessoas e mudar a forma como é possível interagir com o ambiente sem intervenções externas diretas. 15 . Em 1991. Ao passar dos anos o conceito foi se consolidando. o artigo The Computer of 21st Century (O Computador do Século 21.2. óculos. 2. 2009) Ainda segundo Ashton (2009). Segundo Diniz (2006). Ashton usou pela primeira vez o conceito de IoT se referindo ao RFID como meio de transmissão computacional que possibilitaria a execução de tarefas mais eficientes que os seres humanos. relógios. e hoje é o mais próximo da realidade. em tradução literal) de Weiser (1991). REFERENCIAL TEÓRICO O referencial teórico apresentado neste capítulo tem como objetivo apresentar os principais conceitos necessários para que seja possível a compreensão do leitor a respeito do assunto abordado nesse trabalho.1. como carros. (ASHTON. praticamente qualquer objeto poderá receber e transmitir informações. entre outros. Foram abordados os primeiros conceitos de conexão entre dispositivos que não fossem computadores. O QUE É INTERNET DAS COISAS A Internet das coisas ou IoT é o conceito que diz que todos os objetos poderão se conectar a rede de internet e se comunicar com pessoas e com outros objetos. Em 1999. os cientistas já estudavam a possibilidade dos objetos conectados por uma rede mundial poderiam trocar informações entre si. foi publicado na revista Scientific American. dependendo apenas de sua programação e de protocolos de comunicação. roupas.

essa variedade de números está se esgotando. No caso da internet para cada computador conectado a ela. que com o passar dos anos foi sendo aperfeiçoado. INTERNET Segundo Hauben (2004).2. é fornecido um endereço IP distinto. 2. Por esse motivo foi criado então o protocolo IPv6 que aumenta incontáveis vezes a quantidade de endereços disponíveis para a conexão desses dispositivos (IPv6. 16 .3. acarretaria em um problema grave de conectividade e esses dispositivos simplesmente não poderiam realizar uma de suas principais funções: transmitir dados. batizado como ARPANET. CONEXAO ENTRE OS OBJETOS Para que os objetos possam transmitir dados e fazer parte de uma rede é necessário que exista uma forma de conexão entre eles e uma forma de identificar o dispositivo. Porém com o aumento de dispositivos conectados à internet desde o seu lançamento no começo dos anos 90.1. Criada a partir de um projeto desenvolvido nos Estados Unidos a partir da segunda guerra mundial como uma forma de transmitir e proteger informações.2. 2012). logo se não houvesse endereços de IP o suficiente para essa nova gama de dispositivos conectados. ele foi desenvolvido pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada (ARPA). 2. a internet é uma rede de computadores que se interligam para difundir e compartilhar informações através de protocolos específicos. A proposta da IoT é conectar objetos à rede de Internet.3. Protocolo IP O IP é o protocolo de internet que atribui endereços identificadores para que os computadores se conectem a uma rede.

17 . CAMANHO. tags. mas o mais comum é armazenar um número de série que identifique uma pessoa ou um objeto.2. em um microchip. Foi citado por Ashton (2009) como sendo a tecnologia precursora da comunicação entre dispositivos.2. „ (SANGREMAN. A definição de RFID pode ser dada por Sangreman e Camanho (2007) como: „A tecnologia de RFID (radio frequency identification – identificação por radiofrequência) nada mais é do que um termo genérico para as tecnologias que utilizam a frequência de rádio para captura de dados. 2007). Tal tecnologia permite a captura automática de dados. Figura 1 . RF tags ou transponders. para identificação de objetos com dispositivos eletrônicos. Por isso existem diversos métodos de identificação. que emitem sinais de radiofrequência para leitores que captam estas informações.3.RFID Fonte: (SANGREMAN. RFID O RFID é uma das tecnologias utilizadas na transmissão de dados entre os dispositivos. 2007). conhecidos como etiquetas eletrônicas. ou outra informação. CAMANHO.

no inicio dos anos 1990. as primeiras redes comerciais wireless foram lançadas.000 objetos distintos". foi possível desenvolver uma tecnologia mais acessível e comercialmente aceita. 2012 p2). 2. Utiliza dispositivos de propagação de dados através de radio frequência. porém com poder de alcance e capacidade de transmissão diferenciadas. na década de 1970. A rede do tipo wireless se popularizou pelo nome de WI-FI.3.000 a 5. assim como seu modelo original.4. WI-FI Com a evolução da tecnologia Wireless. e sim radiodifusão. Segundo Pinto e Aguilar (2010). surgiu o primeiro sistema a não utilizar uma rede ponto a ponto nó físico. uma vez que com uma simples TAG de RFID é possível transmitir diversas informações e acionar comandos a um custo muito baixo. Mas por seus componentes serem caros e a largura de sua banda para transmissão ser baixa. e a dinâmica da rede é semelhante à de uma rede que utiliza cabos para o envio de dados. 2010) 18 . com cada ser humano rodeado por 1. Uma vez que são redes wireless de uso comercial com camadas de segurança para proteger os dados que trafegam em sua rede. 2012 pg. não foi possível sua comercialização. 2. As pesquisas realizadas demonstraram o potencial dessa tecnologia para a aplicação da Internet das Coisas (EDWARDS. 2011). (EDWARDS. (PINTO E AGUILAR.2).3. que remete ao termo Wireless Fidelity (TELECO. "Uma análise estimada aponta que a IoT vai demandar a conectividade entre 50 a 100 trilhões de objetos diferentes. WIRELESS Wireless são tecnologias de transmissão de dados em rede sem fio utilizando radio frequência assim como o RFID.3. Entretanto foi o bastante para abrir caminho e despertar interesse pela tecnologia sem fio que junto com os avanços tecnológicos para a redução dos dispositivos.

3.7. 2004) 2. Nokia.5. IBM.6. Desenvolvido a partir de um grupo criado pelas empresas Ericsson. A sua velocidade de conexão pode variar de 3 Megabits por segundo a até 20 Megabits por segundo. 19 . segundo Silva (2013). É mundialmente utilizada e sua velocidade pode atingir até 7 Megabits pro segundo. 4G Em 2012 foi disponibilizada a rede de telefonia móvel com a tecnologia 4G. A transmissão de dados por essa rede se mostra bastante eficaz em relação às outras tecnologias de rede de telefonia móvel. 3G Outra forma de conexão entre os dispositivos se dá pela rede de telefonia móvel 3G. é a terceira geração de padrão de tecnologia de telefonia móvel. pois após sua criação em 1999 está presente em grande parte dos aparelhos celulares atuais. Segundo a Teleco (2012). (KOBAYASHI.3. Bluetooth O Bluetooth é uma tecnologia que surgiu da necessidade de desenvolver uma tecnologia padrão para transmissão de dados entre dispositivos de pequeno porte.3. 2. o 4G é a 4ª geração de rede de telefonia móvel e é disponibilizada para oferecer conexões de banda larga a internet móvel e fixa. Intel e Toshiba tem se mostrado bastante aceito. O hardware do Bluetooth é um chip que utiliza radio frequência para a transmissão dos dados entre os dispositivos que portam essa tecnologia.2. uma vez que a necessidade de transmissão de dados por redes com tecnologia 3G tornou-se limitada. O 3G.

2. passando informações constantes através de seus smartphones. como a detecção de partículas subatômicas e radiações cósmicas. (Google. utilizando os conceitos da IoT. ou seja. planejamento de rotas. rotas de transporte publico entre outras. obter dados de transito. O Google disponibiliza a API para os desenvolvedores. ‟ (PATSKO. Sensores Além de uma tecnologia para comunicação com os outros objetos. A definição de sensores é dada por segundo Patsko (2006. 2015) é uma ferramenta de geolocalização desenvolvida para auxiliar as pessoas na localização. podendo ela ser algo simples como temperatura ou luminosidade. Para isso são utilizados sensores de diversos tipos. 2015) 20 .3.4. 2006.8. GOOGLE MAPS O Google Maps (Google. é possível transformar os dados captados em informações para que o objeto possa executar alguma informação automaticamente. p1). p1): „Na eletrônica. 2. o Map Maker e a Traffic Layer para que possam desenvolver aplicações de acordo com as suas necessidades e também uma documentação de referencia para quem quiser aprender sobre esse recurso. uma medida um pouco mais complexa como a rotação de um motor ou a distância de um carro até algum obstáculo próximo ou até mesmo eventos distantes do nosso cotidiano. em conjunto com os conceitos de IoT. Essas informações disponibilizadas são atualizadas constantemente através do compartilhamento de informações do sistema GPS e dos usuários conectados através da internet. dados de clima. um sensor é conhecido como qualquer componente ou circuito eletrônico que permita a análise de uma determinada condição do ambiente. são necessários meios para captar alterações no ambiente. A partir do uso desses sensores.

2015). mantendo os mapas sempre atualizados e tornando o Google Maps uma ferramenta que reflita o mundo de maneira mais próxima do real (Google. comércios. Desta forma. 2015).com.google. o usuário poderá identificar se está realmente no percurso correto.br/maps/ Acesso: 05/05/2015 O funcionamento do Google Maps em dispositivos móveis foi ofertado para os usuários como um GPS ao transmitir sua localização atualizada em uma rota que foi previamente programada. estradas. Ainda segundo o Google. 21 . Com essa API é possível gerar vários trajetos para os locais de destino e também é possível filtrar os resultados da pesquisa por tempo de deslocamento ou por distancia. a distancia que se encontra do local de destino e também poderá fazer alterações em sua rota (Google. Figura 2 – Google Maps Fonte: https://www. O Map Maker é um recurso que os usuários podem utilizar para modificar os mapas. sendo assim. a API do Google Maps foi criada para que desenvolvedores pudessem incorporar os mapas do Google Maps em seus sites e serviços de mapeamento. incluindo ou editando ruas.

economia de combustível. possibilitando que sejam utilizados para aperfeiçoar o fluxo de transito de acordo com o a modelagem do protótipo que será desenvolvido (Google. é possível que um bom planejamento de rotas para extensas viagens proporcione um menor percurso. Figura 3 – Google Maps . A Traffic Layer (camada de transito) indica através de cores a intensidade do trafego no local que o usuário está localizado ou de qualquer outro local que ele queira ver.com. 22 . Essa funcionalidade do Google Maps será útil para coletar dados do transito em tempo real.Google.Traffic Layer Fonte: https://www. 2015). por exemplo.br/maps/ Acesso – 05/12/2015 O Google Maps tem inúmeras vantagens quando utilizado para definir rotas e planejar viagens.

2015). escolher a companhia de viagem mais adequada evitando as baldeações (Google.pedágios e alimentação. Já em percursos curtos e médios é possível definir o melhor meio de transporte publico ou particular. 23 .

poderá passar as informações dos efeitos secundários e a dose correta do medicamento para o paciente. aumento da produtividade e lucratividade. tornando o diagnóstico mais rápido e mais efetivo. ESTUDOS DE CASO E UTILIZAÇÃO DA IOT Foram realizados estudos de caso envolvendo a utilização da IoT. aprimoramento da logística.  Saúde: Através da implantação de microchips. redução de custos e do tempo. 24 .  Transportes: Através da utilização da IoT nos transportes. DESENVOLVIMENTO 3. onde foi constatado melhoria nos processos empresariais. pois isso poderá oferecer melhoria no meio de comunicação entre o cliente e o produtor. as tags permitem saber a localização exata de cada produto.3. será possível oferecer uma comunicação entre os automóveis. redução de custos e de tempo. isso irá beneficiar tanto o produtor e o consumidor.1. Após implantar as soluções baseadas em IoT é observado uma melhoria nos processos. será possível fornecer informações sobre a saúde do paciente. 3. aumento na produtividade e lucratividade.2.  Indústria Farmacêutica: Através da utilização das tags dentro das embalagens dos medicamentos. o conceito de IoT pode ser aplicado em diversas áreas como:  Indústrias: Através da substituição dos códigos de barras por tags. obtendo eficiência nas viagens efetuadas e reduzindo o número de acidentes. Conclui-se que o conceito de IoT pode ser aplicado em várias Empresas que possuem seguimentos diferentes. COMO A IOT PODE SER ÚTIL De acordo com a CERP (2009).  Logística: Através do carregamento da mercadoria. pois.

enviar SMS. gerar chaves temporárias para os convidados irem à sua casa com data e horário de expiração. acessar páginas na WEB.Possibilitar o aumento do controle de acesso às residências onde essa solução pode ser implantada.  Pão de Açúcar . 3. a Genie Smart Lock é uma fechadura inteligente que permite trancar e destrancar qualquer porta utilizando o Wi-Fi ou Bluetooth. pois o preço será calculado de acordo com a distancia percorrido naquela via. Ainda segundo O TEMPO (2014). no controle de estoque e o tempo de reposição.  Google Glass .  Throttleman .Obter melhoria na logística do supermercado.Permite reunir várias funcionalidades como fazer ligações. O objetivo dos estudos de caso é demonstrar os benefícios da utilização dos conceitos de IoT em diversos segmentos.  Ponto a Ponto. Esse aplicativo está disponível para os dispositivos que suportam os sistemas operacionais iOS e Android que possuam suporte a Bluetooth 4. Na impossibilidade de acessar o aplicativo do smartphone pode-se acessar pela website e em caso de roubo do smartphone pode excluir o dispositivo para a função de gerenciamento da porta.0. duas chaves físicas. dispensando as chaves físicas. independente da localização. Os benefícios identificados nos diversos segmentos através da utilização da IoT nos estudos de caso foram:  Genie Smart Lock . a fechadura vem com o dispositivo para ser instalado. gerar chaves definitivas para os integrantes da casa. Através desde aplicativo é possível verificar se a porta foi realmente trancada. Mas para que ela autorize o acesso é necessário ter um código de segurança. na distribuição.2.1. duas chaves Bluetooth pelo smartphone e uma chave 25 . Ela possui inúmeras vantagens. Genie Smart Lock Segundo o jornal O TEMPO (2014). sendo uma delas possibilitar o gerenciamento das trancas da fechadura através do aplicativo em um smartphone.Permitiu a redução de custos no controle dos produtos enviados para o centro de distribuição. tirar fotos e gravar vídeos.Reduzir o tempo e custo nas cobranças do pedágio.

conseguiu melhorar a comunicação com os seus clientes. a localização e identificação dos produtos. a Throttleman investiu em uma solução baseada na tecnologia RFID. desde o fornecedor até as suas lojas em Portugal. Depois da implantação do RFID. a Throttleman é uma empresa do setor de moda sediada em Portugal que enfrentava vários problemas de eficiência e produtividade na área da distribuição. Throttleman Segundo SWEDBERG (2007). Antes da instalação do sistema RFID. que é um dispositivo semelhante a um chaveiro que permite a conexão via Bluetooth sem a necessidade do aplicativo no smartphone. as peças são identificadas através de tags quando saem da fábrica e quando chegam ao centro de distribuição. Figura 4 – Genie Smart Lock Fonte: O TEMPO (2014) 3. Sendo assim.2. Para resolver os problemas de logística. todas as peças que chegavam ao centro de distribuição tinham que ser verificadas e separadas individualmente à mão para depois serem enviadas para as lojas. Esse processo consumia muito tempo e espaço de armazenamento e também gerava muitos erros.Bluetooth Fob.2. 26 . e começou a etiquetar e catalogar todas as peças que saem do seu fornecedor. Espanha e Índia.

memória flash de 16 Gigabytes. câmera com a resolução de 5 Megapixels e vídeos de 720p High Definition. Quando conectado com Wi-Fi. o Google Glass é os óculos que possibilitam visualizar a realidade aumentada. botão localizado na haste atrás da orelha que transmite sons para o usuário. responder SMS.br/google-glass 27 . entrada micro USB. Bluetooth e bateria de longa duração. Para que ele possa funcionar é necessário o pareamento do Bluetooth do smartphone com Bluetooth dos óculos. realizar uma ligação e até mesmo tirar uma foto sem necessidade dos dispositivos apropriados.com. touchpad. tirar fotos. os óculos interagem com o ambiente.tecmundo. Essas funções possibilitam aliar a facilidade de utilizar um objeto tão comum como os óculos à comodidade de executar tarefas básicas como acessar um site. e armazenar dados na nuvem. 3G ou 4G possui várias funções como acessar páginas da internet. acessar e receber notificações das redes sociais.Google Glass Fonte: http://www. mandar e-mails.2. o dispositivo possui uma tela no canto superior à direita com a resolução de 640x360 pixels. Wi-Fi 802. Figura 5 . Google Glass De acordo com matéria publicada na revista GALILEU (2015).11 b/g standards. ou seja. sobrepondo à visualização do ambiente real com elementos do ambiente virtual. gravar vídeos. De acordo com o suporte do Google Glass (2015).3. fazer pesquisas no Google.3.

 80% dos usuários afirmam que utilizam o sistema em outras rodovias. o sistema Ponto a Ponto tem como objetivo registrar o percurso dos automóveis e gerar a cobrança do pedágio proporcional à rota percorrida. O uso do Ponto a Ponto trouxe alguns benefícios como: fluidez do transito. antenas e leitores instalados em alguns pontos estratégicos da rodovia (em pórticos fixos).  Economia média é de R$ 128 mensais. Para que ocorra a comunicação de forma adequada as tags e os equipamentos instalados nos pórticos fixos possuem a mesma frequência.4. O registro do percurso é realizado através das tags instaladas nos automóveis.2% dos usuários concordam com o valor da cobrança por trecho percorrido. após a leitura com base no trecho percorrido é gerado o valor que é automaticamente debitado dos créditos do usuário.3. Ainda segundo a ARTESP (2015).  89.  Rodovia 360 SP:  Economia média de R$ 588. 2015). A comunicação ocorre quando o automóvel que possui a tag passa pelo pórtico fixo.60 em 1 ano de projeto. foram observados alguns dados estatísticos:  Rodovia 075 SP:  83% dos usuários reduziram suas despesas. 2015. 28 .2. Figura 6 – Tag RFID Fonte: ARTESP. Ponto a Ponto De acordo com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP. redução no tempo das viagens. do consumo de combustível e das despesas.

Atualmente esse grupo possui cinco segmentos: Varejo Alimentar. As etiquetas RFID que estão nos produtos permitem a leitura dos preços mesmo a distancia.Assistente Pessoal de Compra).2.5.3. . Pão de Açúcar O GPA (Grupo Pão de Açúcar) é a maior empresa do Brasil em varejo. atacado e centro de distribuição. com isso é possível prever o valor total da compra. 2015). baseada nos conceitos de IoT. . a distribuição. esta loja teve a necessidade de melhorar a logística. Os carrinhos com o PSA permitem os clientes localizarem os produtos dentro da loja através da conectividade do PSA com o banco de dados utilizando uma rede Wi-Fi. Atacado de Autosserviço. Rodrigues (2014) relata que depois da implantação da solução tecnológica. As tecnologias implantadas foram: Etiquetas de preço eletrônicas.Redução de 30% do tempo de espera de atendimento.Aumento na satisfação dos clientes.Redução de custos com estoque e armazenamento. o estoque e o tempo de reposição.Agilidade no processo da compra. trás informações sobre os produtos e possíveis receitas relacionadas com o produto. As esteiras do caixa são capazes de ler os códigos de barras e as etiquetas RFID mesmo estando em movimento. Uma de suas lojas está localizada no Shopping Iguatemi. As etiquetas de preço eletrônicas e as gondolas digitais associadas ao uso do Programa Mais. carrinhos com PSA (Personal Shopper Assistant . Comércio Eletrônico e Galerias (GPA. gondolas digitais. etiquetas RFID. surgiram alguns benefícios: . 29 . Eletro e Móveis. . sem a necessidade de retirar o produto do carrinho. Outra função do PSA é a soma dos valores dos produtos adicionados. Segundo RODRIGUES (2014). O estabelecimento passou por uma reforma arquitetônica e tecnológica. Ele possui uma tela LCD e um teclado virtual que permite o usuário digitar o produto desejado e obter a localização do mesmo.

a UML (Linguagem de Modelagem Unificada) é uma linguagem visual para especificar. 3).3.  Pós-condição: O que Deve ser verdade quando a finalização bem sucedida  Fluxo Principal: O caminho típico incondicional para o sucesso do requisito. PROTÓTIPO DO SISTEMA DE GESTÃO DE TRÁFEGO Nesse capitulo será demonstrada a modelagem do sistema de gestão de trafego utilizando os artefatos da UML.  Descrição: Resumo breve do requisito que o Caso de Uso descreve.1. Caso de Uso O Caso de Uso é a descrição em texto para descobrir e registrar requisitos.  Ator: Quem irá interagir com o sistema. pg. pg. 3. (Larman.3. O Caso de Uso descreve o requisito da seguinte forma:  Nome do Caso de Uso: É o requisito ou parte dele.1. 3. 39).3.3. O Caso de Uso gera o Modelo de Caso de Uso que é uma representação em forma de diagrama dos requisitos. construir e documentar os artefatos de sistemas. Influencia em vários aspectos do projeto e serve de entrada para outros artefatos. (Wazlawick.  Fluxo Alternativo: Cenário alternativo de sucesso ao fluxo principal.  Pré-condição: O que deve ser verdade para que o requisito especificado seja executado. Normalmente se utiliza as notações UML e seus artefatos para desenvolver o modelo conceitual do sistema. 30 . A UML como planta de software utiliza diagramas altamente detalhados com o objetivo de ser uma engenharia reversa para visualizar e compreender melhor o código existente em forma de diagramas e para geração de código.1. 2011. 2007). UML Segundo Larman (2007.

1.  Fluxo de Exceção: Cenário a ser executado caso o fluxo principal não ocorra com sucesso. Fonte: Autoria própria 31 . 3.1.1. Diagrama de Caso de Uso Figura 7 – Diagrama de caso de uso.3.

Atores: Google Administrador 3.1.3. 5.2. 32 . Fluxo Principal 5.2. Fluxo de Eventos 5.1.condição Dados de transito registrados com sucesso. Pré . conforme RNG001. 5. Pós . Final do fluxo principal.1. O Sistema confirma o armazenamento de dados.4. Caso a RNG001 não seja atendida. 5.1. Descrição de Caso de Uso CDU01 . Descrição: Este caso de uso tem como objetivo solicitar dados de transito para o Google.Solicitar Dados de Transito 1.5. 5.2.1. acionar FE001.1. 5.1. 5.6. O Google confirma o recebimento da solicitação.1.1.2. 2. O Sistema confirma o armazenamento de dados.1. 5.3. 4. 5.1. O Sistema confirma o recebimento dos dados de transito. FE001 – Excedido o tempo de resposta do Google.2. Fluxo de Exceção 5.3.condição Solicitação de dados de transito para o Google a cada 10 minutos enviada com sucesso. O Google responde a solicitação enviando os dados de transito solicitados para o Sistema.1.1.

2.1. distanciaLatLong) para o Google. 5. Retorna para o passo 5.2. 6. Retorna para o passo 5. 5.6 do Fluxo Principal. longitudeFinal. com hora. velocidadeMedia.1.1.1.1. RNG002 – O Sistema deve solicitar ao Google os dados de transito no máximo 3 vezes consecutivas. 5. O Sistema reenvia a solicitação de dados de transito (latitudeFinal. 6.2.2. RNG001 – O tempo de espera para retorno dos dados do Google deve ser de até 2 minutos.1.2.2. data e motivo da ocorrência.2. 5.2. O Sistema envia uma notificação da falha para o Administrador. 5. RNG002.2. FE002. sentidoVia. FE002 – Excedidas as tentativas de solicitação dos dados.1. Regras de Negocio 6.2. 33 . LongitudeInicial.2 do Fluxo Principal. latitudeInicial.2.

bairro. exibe mensagem “Via de transito inexistente”. Descrição: Este caso de uso tem como objetivo pesquisar via de transito. Fluxo Principal 5.1. 5.2.1.1. 3. Fluxo de Exceção 5. 5.4. 4. 5.1.1. O Sistema não encontra via de transito com os dados informados.Pesquisar Via de Transito 1. cidade. Fluxo de Eventos 5.3. 5.1. O Sistema encontra via de transito com os dados informados.2. estado. 2. aciona o CDU03 e preenche os campos na Tela Manter Dados da Via com os dados encontrados. Final do Fluxo Principal.2.1. Pós – condição Retornar resultado encontrado para a pesquisa. 5. O Sistema exibe caixa de opção com a mensagem para o Administrador “Deseja cadastrar via de transito?”.2. Atores: Administrador.2. 5. O Administrador do Sistema informa os dados da via de transito: tipo do logradouro. Pré – condição Via de transito cadastrada.CDU02. 34 . logradouro. O Sistema aciona a Tela de Pesquisa de Via.

2. Caso a opção escolhida seja “Não” o Sistema não realiza nenhuma ação e permanece na tela atual.4.3.3.2. 5. Caso a opção escolhida seja “Sim”. Fluxo Alternativo Não há. 5. 35 . 5. aciona o CDU03 e direciona o usuário para a Tela de Cadastro dos Dados da Via com os campos disponíveis para edição.

1. Acionar FA001.2.1. FA001 – Via não cadastrada 5.2. O Administrador informa os dados da via de transito nos campos disponíveis.1. O Sistema armazena os dados informados. 5. 4. Fluxo Alternativo 5. Acionar o FA002 ou FA003 ou FA004.CDU03 . 2.2.2.2.1.1. 5. Pós – condição Via de transito registrada.1.1. 5.1.1. 5.1.1.1. Descrição: Este caso de uso tem como objetivo manter via de transito.2. 5.2. 36 . Pré – condição O usuário acionou a pesquisa de via de transito no CDU02.2.3 do fluxo principal. Fluxo de Eventos 5. 5.Manter Via de Transito 1.3.1.1. O Sistema exibe a mensagem “Via de transito cadastrada com sucesso”. alterada ou excluída com sucesso.1.5. Fluxo Principal 5.4.2. Atores: Administrador 3.3. O Sistema encontrou dados na pesquisa realizada no CDU02.1.2. 5.1. O Sistema não encontrou dados na pesquisa realizada no CDU02. 5.1. O Sistema retorna para o passo 5. 5. 5. O Sistema aciona a Tela de Cadastro de Dados da Via. Final do Fluxo Principal.

2.2.4. 37 .1. 5. 5. 5.3 do fluxo principal.1.2. Final do Fluxo Alternativo. 5. O Sistema aciona a Tela Manter Dados da Via. 5.3 do fluxo principal.2.1. 5.3.6.2.2.2.2.2.3.2. 5. O Administrador altera os dados desejados.2. 5.3 do fluxo principal.3.1. 5.2. FA004 – Cadastrar semáforo. O Sistema retorna para o passo 5. 5. O Sistema exibe a caixa de opção com a seguinte mensagem “O Administrador confirma a exclusão da via de transito?”. 5.3.3.7. Caso o Administrador confirme a exclusão a via de transito é excluída com sucesso.4.3. O Sistema retorna para o passo 5. 5.2.2.3.2.2. Final do Fluxo Alternativo. O Sistema aciona a Tela Manter Dados da Via. Final do Fluxo Alternativo.2. O Sistema retorna para o passo 5.4.5. O Administrador aciona a função excluir.3.3. O Sistema registra as alterações realizadas e exibe a mensagem “Via de transito alterada com sucesso”. 5.3. O Sistema aciona o CDU04.2.2. FA002 – Alterar dados da Via.1.2.2.2.3.2. 5.1.2. Final do Fluxo Alternativo. Caso o Administrador não confirme a exclusão a via de transito é mantida.1.2. 5.6.4. 5. 5.5.2.4. 5.2. 5.2. FA003 – Excluir Via.4.

7. Atores: Administrador 3. 4. Pós – condição Retornar resultado encontrado na a pesquisa. O Administrador informa o número de identificação da via de transito. O Sistema não encontra registro do semáforo digital com os dados informados. 5.6.1.3.1. O Sistema aciona a Tela Pesquisa de Semáforo.4.1. 5. O Sistema aciona o CDU05 e preenche os campos da Tela Manter Dados do Semáforo com os dados do semáforo digital encontrado. Descrição: Este caso de uso tem como objetivo pesquisar semáforo digital.2. 5.1.5. O Sistema retorna para o CDU04 com os dados da via de transito localizada.1.Pesquisar Semáforo Digital 1. O Administrador informa o número de identificação do semáforo digital. 5.8.2.CDU04. realiza a pesquisa de via de transito.1. Fluxo de Exceção 5.1. 5.1. Pré – condição Via de transito cadastrada e semáforo cadastrado. 2. 5.1. O Sistema pesquisa o semáforo digital cadastrado na via de transito encontrada. 5. Fluxo Principal 5. O Sistema aciona o CDU02. exibe mensagem “Semáforo inexistente”.2. Final do Fluxo Principal. 5.1. 38 . 5.1. Fluxo de Eventos 5.

2. aciona o CDU05 e direciona o usuário para a Tela de Cadastro dos Dados do Semáforo com os campos disponíveis para edição.3. 5. O Sistema exibe caixa de opção com a mensagem para o Administrador “Deseja cadastrar semáforo?”.2. Caso a opção escolhida seja “Sim”. Fluxo Alternativo Não há. 5. Caso a opção escolhida seja “Não” o Sistema não realiza nenhuma ação e permanece na tela atual.4.3. 39 .2. 5.2. 5.

5.1.2.Manter Semáforo Digital 1. O Sistema aciona a Tela de Cadastro dos Dados do Semáforo. 5. O Sistema exibe a mensagem “Semáforo cadastrado com sucesso”.1. O Sistema retorna para o passo 5.2.1. O Sistema armazena os dados informados. 5.1. Pós – condição Semáforo Digital registrado. 40 .2.1.3 do fluxo principal. O Sistema não encontrou dados na pesquisa realizada no CDU04. 5.2. Pré – condição O Sistema acionou a pesquisa no CDU04.2.5.1. Fluxo Principal 5.1. 5. 5. O Administrador informa os dados do semáforo digital nos campos disponíveis. 3.4.1. Descrição: Este caso de uso tem como objetivo de manter semáforo digital.2.1. 5.1.CDU05 . alterado ou excluído com sucesso. Final do Fluxo Principal. Acionar FA001. Atores: Administrador.1. 5.1. 5.2.2.1. 4.3.3.1.1. 5.1. Fluxo Alternativo 5.2. 2. Fluxo de Eventos 5. O Sistema encontrou dados na pesquisa realizada no CDU04. 5.1. Acionar o FA002 ou o FA003.2.1. FA001 – Semáforo Digital não cadastrado.

2.1.2. Final do Fluxo Alternativo. Final do Fluxo Alternativo.2.1.2.6.3.2.2.2. O Sistema retorna ao passo 5. O Administrador aciona a função excluir. FA002 – Alterar dados do Semáforo Digital. 5.3. 5. O Sistema exclui o Semáforo Digital.2.2. O Sistema aciona a Tela Manter Dados do Semáforo com os dados do semáforo encontrado. 5.2.5. 5.3.1.1. 5. 5.2. 5.2.3.3.7.2.3. 41 .3. O Administrador confirma o recebimento da notificação.4.2.3 do fluxo principal.3.2. 5.4.3 do fluxo principal 5. O Sistema retorna ao passo 5.3. 5. 5. O Sistema notifica o Administrador que a via foi excluída. O Administrador altera os dados desejados.2. O Sistema registra as alterações realizadas e exibe a mensagem “Semáforo alterado com sucesso”.2.3.2. FA003 – Excluir Semáforo Digital.2.5.1.2. Final do Fluxo Alternativo. O Sistema aciona a Tela Manter Dados do Semáforo com os dados do semáforo encontrado 5. 5. 5. 5.2.2.2.6.

5. 42 .5. 5. Descrição: Este caso de uso tem como objetivo verificar incidências nas vias e altera o tempo do Semáforo Digital. O Semáforo Digital envia resposta de conexão com o Sistema.1. O Sistema altera o tempo do Semáforo Digital. acionar FE003.1. 5.1. 4.1.1.6. aciona FE002. aciona o FE001.1.1.1.4.7. Fluxo Principal 5.1.4. 2. 5.CDU06 .condição Alterar o tempo do Semáforo Digital com sucesso. Caso não exista registro do semáforo. Caso não exista registro da via. 5. Pré – condição Detectar incidente na via. 5.1. 5. 5. O Sistema testa a integridade da conexão do Sistema com o Semáforo Digital.1. Caso o teste de conexão não tenha resultado positivo.3. 5. RNG003. Fluxo de Eventos 5.1. 5. O Semáforo Digital notifica o sistema que o tempo Semafórico foi alterado. O Sistema localiza os dados da via.1.Gerir Informação do Transito 1. O Sistema realiza o calculo do novo tempo do Semáforo Digital. O Sistema localiza os dados do Semáforo Digital.1.1.2.1. Pós . Atores: Semáforo Digital Administrador 3.2.

2. 5.2. 5.2.9 do Fluxo Principal.1.1. RNG003 .2.1.3. 5.9 do Fluxo Principal. O Sistema armazena os dados.3. 5. O Administrador confirma o recebimento da notificação. 5.1.9. O Sistema notifica o Administrador sobre a falha da comunicação entre o Semáforo Digital e o Sistema.2.1.2.1. 5. Retorna para o passo 5.2. FE002 – Dados do Semáforo Digital não foram localizados. O Sistema notifica o Administrador da inexistência dos dados da via. 5. 5.2. O Sistema notifica o Administrador da inexistência dos dados da do Semáforo Digital.2. O Administrador confirma o recebimento da notificação. Retorna para o passo 5.1.2.1. FE001 – Dados da via não foram localizados.1.1. 5.1.3.3. 6. FE003 – Falha na integridade da conexão do Semáforo Digital com o Sistema.8.2. Final do Fluxo Principal.2.1.1. Retorna para o passo 5.1. Fluxo de Exceção 5.3.1.1.1. Regras de Negocio 6. 5.3.3.9 do Fluxo Principal.2.O Sistema deve calcular o novo tempo do Semáforo de acordo com o trafego da via utilizando a fórmula: DistanciaLatLong Tempo Semafórico = VelocidadeMédia 43 . O Administrador confirma o recebimento da notificação.1. 5. 5. 5.1.2. 5.

o Diagrama de Sequência representa de forma visual os eventos de entrada e saída relacionados com o sistema em questão. O Diagrama de Sequência mostra de forma especifica os eventos dentro de um Caso de Uso.3.1.3. Diagrama de Sequência Segundo Larman (2007). o sistema. Fonte: Autoria própria 44 . e os eventos que os atores geram de acordo com a ordem do cenário. São representados também os atores externos e internos.2. Figura 8 – Diagrama de Sequencia CDU001.

Figura 9 – Diagrama de Sequencia CDU002. Fonte: Autoria própria 45 .

Fonte: Autoria própria 46 .Figura 10 – Diagrama de Sequencia CDU003.

Fonte: Autoria própria 47 .Figura 11 – Diagrama de Sequencia CDU004.

Figura 12 – Diagrama de Sequencia CDU005. Fonte: Autoria própria 48 .

Fonte: Autoria própria 49 .Figura 13 – Diagrama de Sequencia CDU006.

suas associações e representa a modelagem estática dos objetos.3. interfaces. 50 . É possível encontrar no Diagrama de Classe os objetos e seus atributos e os métodos que podem executar. o Diagrama de Classe ilustra classes.3. Diagrama de Classe Segundo Larman (2007).1.3.

Figura 14 – Diagrama de Classe. Fonte: Autoria própria 51 .

Figura 15 – Diagrama de Entidade e Relacionamento. Ele fornece uma representação gráfica conveniente para ver dados.4. Entidade é a representação do objeto no mundo real com o seu conjunto de atributos. Fonte: Autoria própria 52 . "o Diagrama de Entidade e Relacionamento é o modelo de dados amplamente utilizado para projeto de banco de dados.".1. Korth e Sudarshan (2006).3. Cardinalidade é a quantidade de entidades a qual uma entidade pode estar relacionada. relacionamentos e restrições.3. Relacionamento é a associação entre as entidades. Diagrama de Entidade e Relacionamento Segundo os autores Silberschatz.

Fonte: Autoria própria 53 .2.2.3. Figura 16 .3. A figura 16 exibe a tela de Login do sistema de Gerenciamento de Trafego.3. Sistema de Gerenciamento de Trafego 3.Tela de Login.1. Protótipos de telas do Sistema Os protótipos das telas do Sistema de Gerenciamento de Trafego tem o objetivo apresentar as funcionalidades do sistema.

Fonte: Autoria própria 54 .Tela de Pesquisa da Via. A figura 17 ilustra a tela de Pesquisa da Via. Figura 17 .3.2.3.2.

Fonte: Autoria própria 55 .3. Os botões (Excluir.2. Figura 18 .Tela Manter Dados da Via. OK) ficam habilitados como ação disponivel.3. A figura 18 ilustra o resultado da pesquisa na tela de Manter Dados da Via. Cadastrar Semáforo. Alterar. Os campos dos dados ficam desabilidados para edição.3.

3. Figura 19 . "Logradouro". "Estado" ficam habilitados para edições.Tela Alterar Dados da Via. "Cidade". Os botões (OK. A figura 19 ilustra o resultado da seleção da opção "Alterar" da tela de Manter Dados da Via. Fonte: Autoria própria 56 . Os campos "Tipo do Logradouro". Cancelar) ficam habilitados como ação disponivel.3.4.2. O campo "Id Logradouro" fica desabilidado para edição. "Bairro".

5. A figura 20 ilustra a confirmação da alteração realizada na tela de Alterar Dados da Via. com a mensagem: "Via Alterada com Sucesso!!!" e habilita o botão OK".Tela Confirmação da Alteração dos Dados da Via. Fonte: Autoria própria 57 .3.3.2. Figura 20 .

com a mensagem "Deseja Excluir os Dados da Via?" e habilita os botões "Sim" e "Não".3.6. A figura 21 ilustra o resultado da seleção da opção "Excluir" da tela de Manter Dados da Via. Figura 21 .Tela de mensagem da Exclusão dos Dados da Via. Fonte: Autoria própria 58 .2.3.

Figura 22 . com a mensagem: "Via Excluída com Sucesso!!!" e habilita o botão "OK".2. A figura 22 ilustra a confirmação da exclusão realizada na tela de Excluir Dados da Via.3.7. Fonte: Autoria própria 59 .3.Tela Confirmação da Exclusão dos Dados da Via.

A figura 23 ilustra o resultado quando a Via não está cadastrada.3. Figura 23 . retorna a mensagem "Via não localizada! Deseja Cadastrar a Via?" e habilita os botões "Sim" e "Não" na tela de Pesquisar Dados da Via.3. Fonte: Autoria própria 60 .2.8.Tela da mensagem para Cadastrar dos Dados da Via.

"Estado" ficam habilitados. Os botões (OK. A figura 24 ilustra o resultado quando selecionado a opção "Sim" da figura 23 e aciona a tela de Cadastro da Via. "Logradouro". "Cidade".2. Cancelar) ficam habilitados como ação disponivel. Os campos "Tipo do Logradouro". "Bairro". Fonte: Autoria própria 61 . O campo "Id do Logradouro" fica desabilitado.3.3.9.Tela de Cadastro dos Dados da Via. Figura 24 .

Fonte: Autoria própria 62 .Tela Confirmação do Cadastro dos Dados da Via.3. Figura 25.3. A figura 25 ilustra a confirmação do Cadastro realizado na tela de Cadastro da Via. com a mensagem: "Via Cadastrada com Sucesso!!!" e habilita o botão "OK".2.10.

2. Figura 26 .Tela de Pesquisa do Semáforo.3.11.3. A figura 26 ilustra a tela de Pesquisa do Semáforo. Fonte: Autoria própria 63 .

12. A figura 27 ilustra a tela de Pesquisa do Semáforo. o campo "Id do Logradouro" vem previamente preenchido.Tela de Pesquisa do Semáforo. Figura 27 . quando acionada pelo botão "Cadastrar Semáforo" da tela de Manter Dados da Via. Fonte: Autoria própria 64 .3.3.2.

A figura 28 ilustra o resultado da pesquisa na tela de Manter Dados do Semáforo. Os campos dos dados ficam desabilitados para edição.2.3. Figura 28 . Os botões (Excluir. Fonte: Autoria própria 65 .Tela Manter Dados do Semáforo.13. Alterar. OK) ficam habilitados como ação disponivel.3.

Cancelar) ficam habilitados como ação disponivel. A figura 29 ilustra o resultado da seleção da opção "Alterar" da tela de Manter Dados do Semáforo. "Tempo Fechado" ficam desabilitados para edições. "Longitude" ficam habilitados para edições. Fonte: Autoria própria 66 . Os campos "Id do Logradouro". "Tempo Aberto".Tela Alterar Dados do Semáforo. "Status Semáforo". Os campos "Id do Semáforo".14.3.3.2. Os botões (OK. "Latitude". Figura 29 .

A figura 30 ilustra a confirmação da alteração realizada na tela de Alterar Dados do Semáforo. Fonte: Autoria própria 67 .3.2.Tela Confirmação da Alteração dos Dados da Via.15. Figura 30 .3. com a mensagem: "Semáforo Alterado com Sucesso!!!" e habilita o botão OK".

Tela de mensagem da Exclusão dos Dados do Semáforo.3.3.16. Fonte: Autoria própria 68 . Figura 31 .2. com a mensagem "Deseja Excluir os Dados do Semáforo?" e habilita os botões "Sim" e "Não". A figura 31 ilustra o resultado da seleção da opção "Excluir" da tela de Manter Dados do Semáforo.

com a mensagem: "Semáforo Excluído com Sucesso!!!" e habilita o botão "OK".2.Tela Confirmação da Exclusão do Semáforo.3. A figura 32 ilustra a confirmação da exclusão realizada na tela de Excluir Dados do Semáforo. Figura 32 .3. Fonte: Autoria própria 69 .17.

3. A figura 33 ilustra o resultado quando o Semáforo não está cadastrado. Fonte: Autoria própria 70 .Tela da mensagem para Cadastrar os Dados do Semáforo.3. retorna a mensagem "Semáforo não localizado! Deseja Cadastrar o Semáforo?" e habilita os botões "Sim" e "Não" na tela de Pesquisar Dados do Semáforo. Figura 33 .18.2.

"Latitude".3.2. A figura 34 ilustra o resultado quando selecionado a opção "Sim" da figura 33 na tela de Cadastro do Semáforo. "Longitude" ficam habilitados. "Status Semáforo". Os campos "Id do Logradouro".19. "Tempo Fechado" ficam desabilitados.3. Os campos "Id do Logradouro". Fonte: Autoria própria 71 . Figura 34 .Tela de Cadastro dos Dados do Semáforo. "Tempo Aberto". Os botões (OK. Cancelar) ficam habilitados como ação disponivel.

3.3.2.20. A figura 35 ilustra a confirmação do Cadastro realizado na tela de Cadastro
do Semáforo, com a mensagem: "Semáforo Cadastrado com Sucesso!!!" e habilita o
botão "OK".

Figura 35 - Tela Confirmação do Cadastro dos Dados do Semáforo.

Fonte: Autoria própria

72

4. CONCLUSÃO

O estudo do tema Internet das Coisas nos possibilitou enxerga-la não
somente como um conceito de integração de objetos em uma rede, nos mostra que
ela pode ser instrumento de melhoria da qualidade de vida da sociedade.
Os estudos de caso apresentados no capitulo 3 desse trabalho nos
permitiram observar que quando o conceito é aplicado, é possível obter a melhoria
de cadeias de processos, na produção industrial, na melhoria da experiência de
usabilidade de determinados dispositivos por seus usuários e até mesmo na
segurança pessoal.
Quando o tema Internet das Coisas nos foi apresentado, pensamos na
utilização desse tema para encontrar uma forma de tentar melhorar de forma
significativa o bem estar da sociedade como um todo. Aplicamos o conceito de
Internet das Coisas em um modelo e protótipo de um sistema que possa auxiliar na
problemática da gestão de trafego urbano. Possibilitando através dele que possam
ser resolvidos os problemas de configuração de tempo semafórico e gestão de
incidentes.
Concluímos a partir desse trabalho que é possível utilizar esse conceito para
a melhoria do problema apresentado e que podem surgir novos temas sobre esse
assunto e ser estudado com mais profundidade a fim de encontrar resultados
concretos sobre a utilização desse modelo no sistema de gestão de trafego urbano e
que possa contribuir para que de fato o problema trazido nesse trabalho seja
resolvido.
O tema também se mostrou bastante abrangente, uma vez constatamos ao
fim do trabalho que para o desenvolvimento completo do sistema proposto através
protótipo são necessárias pesquisas envolvendo infraestrutura urbana, infraestrutura
de rede, protocolos de segurança, inteligência artificial, mineração de dados, big
data e desenvolvimento de novos hardwares para os semáforos.

73

5. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

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<http://www.artesp.sp.gov.br/rodovias-sistema-ponto-a-ponto.html>. Acesso:
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