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PRINCIPIOS ADMINISTRATIVOS

ESAF
1 (Arrecadador Tributário – Piaui/2001) -
O mais recente princípio constitucional da
Administração Pública, introduzido pela
Emenda Constitucional n o 19/98, é o da:
a) razoabilidade
b) impessoalidade
c) motivação
d) legalidade
e) eficiência

2 (Procurador de Fortaleza/2002) – O
princípio constitucional da eficiência
vincula-se à noção da administração:
a) patrimonialista
b) descentralizada
c) gerencial
1
d) burocrática
e) informatizada

3 (TRF/2002) – A finalidade. Como


elemento essencial à validade dos atos
administrativos, é aquele reconhecido
como o mais condizente com a observância
pela Administração do princípio
fundamental da
a) legalidade
b) impessoalidade
c) moralidade
d) eficiência
e) economicidade

4 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) –


O sistema de Direito Administrativo tem
como conteúdo do seu regime jurídico a
consagração do princípio básico da
2
a) indisponibilidade dos bens e interesses
públicos.
b) supremacia do interesse público sobre o
privado.
c) posição de isonomia dos órgãos públicos
com os particulares.
d) facultatividade pela Administração do
desempenho de atividade pública.
e) imunidade de controle jurisdicional dos
seus atos.

5 (AFPS – Administração Tributária e


Previdenciária/2002) - Entre os princípios
de Direito Administrativo, que a
Administração Pública está obrigada a
obedecer e observar nos seus atos, por
força de expressa previsão constitucional e
legal, os que se correspondem entre si,
quanto à escolha do objeto e ao alcance do
3
seu resultado, porque a violação de um
deles importa de regra na inobservância do
outro, são:
a) legalidade e motivação.
b) motivação e razoabilidade.
c) razoabilidade e finalidade.
d) finalidade e impessoalidade.
e) impessoalidade e legalidade.

6 (Analista de Finanças e Controle -


AFC/CGU - 2003/2004) - Entre os
princípios básicos da Administração
Pública, conquanto todos devam ser
observados em conjunto, o que se aplica,
particular e apropriadamente, à exigência
de o administrador, ao realizar uma obra
pública, autorizada por lei, mediante
procedimento licitatório, na modalidade de
menor preço global, no exercício do seu
4
poder discricionário, ao escolher
determinados fatores, dever orientar-se
para o de melhor atendimento do interesse
público, seria o da
a) eficiência
b) impessoalidade
c) legalidade
d) moralidade
e) publicidade

7 (Técnico da Receita Federal/2003) -


Entre os elementos sempre essenciais à
validade dos atos administrativos, destaca-
se um deles que se refere, propriamente, à
observância do princípio fundamental da
impessoalidade, pelo qual deve atender ao
interesse público, sintetizado no termo
a) competência
b) legalidade
5
c) forma
d) motivação
e) finalidade

8 (Analista de Compras da Prefeitura do


Recife – 2003) - A finalidade, como
elemento essencial de validade do ato
administrativo, corresponde na prática e
mais propriamente à observância do
princípio fundamental de
a) economicidade
b) publicidade
c) legalidade
d) moralidade
e) impessoalidade

9 (Auditor do Tesouro Municipal -


Prefeitura do Recife – 2003) - Com

6
referência aos princípios constitucionais da
Administração Pública, é falso afirmar:
a) a moralidade tem relação com a noção
de costumes.
b) a eficiência vincula-se ao tipo de
administração dito gerencial.
c) a publicidade impõe que todos os atos
administrativos sejam publicados em diário
oficial.
d) a observância da legalidade alcança os
atos legislativos materiais, ainda que não
formais.
e) a impessoalidade pode significar
finalidade ou isonomia.

10 (Auditor de Tributos Municipais –


Fortaleza/2003) - O princípio
constitucional da legalidade significa:

7
a) que tudo que não estiver proibido por lei
é lícito ao administrador público fazer.
b) que os atos praticados pelos servidores
públicos devem estar de acordo com o que
estabelece a lei.
c) que, se determinada tarefa operacional
não estiver especificamente descrita em lei,
o servidor não deve fazê-la, ainda que se
inclua no rol geral de suas atribuições.
d) que todos os atos dos servidores
públicos devem ser públicos.
e) que o servidor público não deve agir de
modo impessoal.

11 (Analista MPU/2004 – Área


Administrativa) - Um dos princípios
informativos do Direito Administrativo,
que o distingue dos demais ramos, no

8
disciplinamento das relações jurídicas, sob
sua incidência, é o da
a) comutatividade na solução dos
interesses em questão.
b) subordinação do interesse público ao
privado.
c) supremacia do interesse público sobre o
privado.
d) predominância da liberdade decisória.
e) correlação absoluta entre direitos e
obrigações.

12 (Oficial de Chancelaria – MRE/2004) –


A determinação constitucional de
tratamento isonômico encontra, na
Administração Pública, seu principal apoio
no seguinte princípio:
a) impessoalidade;
b) moralidade;
9
c) eficiência;
d) legalidade;
e) razoabilidade.

13 (Gestor Fazendário – GEFAZ –


MG/2005) - Suponha que Poder Executivo
Estadual tenha exarado um ato
administrativo que, ainda que não fosse
ilegal, era inconveniente e inoportuno.
Assinale a opção que corresponde à(s)
providência(s) que poderia(m) ser
tomada(s), em face de tal ato.
a) O princípio da autotutela da
Administração permite apenas ao Poder
Executivo anulá-lo.
b) Tanto o Poder Executivo como o Poder
Judiciário poderiam anulá-lo (este, apenas
se provocado por eventuais interessados).

10
c) O Poder Executivo poderia revogá-lo,
não podendo, o Poder Judiciário, revogá-lo
ou anulá-lo.
d) O Poder Executivo poderia anulá-lo,
mas apenas se o Poder Judiciário assim o
determinasse.
e) Uma vez já exarado o ato, somente o
Poder Judiciário poderia tomar
providências quanto a ele.

14 (Gestor Fazendário – GEFAZ –


MG/2005) - Assinale a opção correta,
relativamente ao princípio da legalidade.
a) Tal princípio é de observância
obrigatória apenas para a Administração
direta, em vista do caráter eminentemente
privatístico das atividades desenvolvidas
pela Administração indireta.

11
b) Não se pode dizer que todos os
servidores públicos estejam sujeitos ao
princípio da legalidade, na medida em que,
para alguns, sua conduta profissional é
regida precipuamente por regulamentos,
editados pelo Poder Executivo.
c) A inobservância ao princípio da
legalidade, uma vez verificada, cria para o
administrador o dever – e não a simples
faculdade – de revogar o ato.
d) Tal princípio não autoriza o gestor
público a, nessa qualidade, praticar todos
os atos que não estejam proibidos em lei.
e) O princípio da legalidade é característico
da atividade administrativa, não se
estendendo à atividade legislativa, pois esta
tem como característica primordial a
criação de leis, e não sua execução.

12
15 (Auditor – GEFAZ – MG/2005) - No
que tange aos princípios do Direito
Administrativo, assinale a opção correta.
a) O princípio da moralidade
administrativa se vincula a uma noção de
moral jurídica, que não se confunde com a
moral comum. Por isso, é pacífico que a
ofensa à moral comum não implica
também ofensa ao princípio da moralidade
administrativa.
b) O princípio da autotutela faculta a
Administração Pública que realize
policiamento dos atos administrativos que
pratica.
c) O princípio da impessoalidade
relaciona-se ao fim legal previsto para o
ato administrativo.
d) A inobservância ao princípio da
proporcionalidade pelo ato administrativo,
13
por dizer respeito ao mérito do ato, não
autoriza o Poder Judiciário a sobre ele se
manifestar.
e) O princípio da continuidade do serviço
público impediu que ocorresse um
abrandamento com relação à proibição de
greve nos serviços públicos.

16 (Analista do Planejamento e Orçamento


– MPOG/2005) - Os princípios da
Administração Pública estão presentes em
todos os institutos do Direito
Administrativo.
Assinale, no rol abaixo, aquele princípio
que melhor se vincula à proteção do
administrado no âmbito de um processo
administrativo, quando se refere à
interpretação da norma jurídica.
a) legalidade
14
b) proporcionalidade
c) moralidade
d) ampla defesa
e) segurança jurídica

17 (Especialista em Políticas Públicas e


Gestão Governamental – MPOG/2005) –
Em decorrência do denominado regime
jurídico-administrativo, o Poder Público
apresenta-se em posição de supremacia em
relação ao administrado. Tal posição de
supremacia ampara a existência de
diversos institutos jurídicos de intervenção
na propriedade privada, de forma a atender
ao interesse público. No rol abaixo,
assinale o instituto que não se enquadra
neste conceito.
a) desapropriação
b) interdição
15
c) tombamento
d) servidão administrativa
e) requisição administrativa

18 (AFRF/2005) - Os princípios
constitucionais da legalidade e da
moralidade vinculam-se, originalmente, à
noção de administração
a) patrimonialista.
b) descentralizada.
c) gerencial.
d) centralizada.
e) burocrática.

CESPE
1 (Técnico Judiciário – Área
Administrativa – TRT 6ª Região/2002) - O
princípio da publicidade dos atos
administrativos tem íntima correlação com
16
o direito à informação, sendo o habeas data
o instrumento processual adequado para a
obtenção de informações relativas aos
processos de interesse público ou coletivo
cuja divulgação esteja sendo obstada.

2 (Juiz Substituto – TJBA/2002) - A


administração pública, como atividade
regida pelo direito, é sujeita a regras e
princípios, como os da moralidade, da
legalidade e da publicidade, entre outros;
os princípios reitores da atividade
administrativa pública podem decorrer da
Constituição ou do ordenamento
infraconstitucional e podem estar previstos
normativamente de maneira explícita ou
podem encontrar- se implícitos na ordem
jurídica.

17
3 (Juiz Substituto – TJBA/2002) - A
correta observância do princípio da
legalidade no âmbito da administração
pública consiste essencialmente na
ausência de oposição dos atos
administrativos à lei.

4 (Analista de Controle Externo –


TCU/2004) - O princípio da eficiência
relaciona-se com o modo de atuação do
agente e com o modo de organização e
estruturação da administração pública,
aspectos cujo conteúdo identifica-se com a
obtenção de melhores resultados na relação
custo versus benefícios e com o satisfatório
atendimento das necessidades do
administrado.

18
5 (Juiz Substituto – TJSE/2004) - A
obrigação dos órgãos públicos de permitir
o acesso de particulares a informações de
seu interesse particular materializa, no
texto constitucional brasileiro, um dos
aspectos do princípio da publicidade.

6 (Juiz Federal Substituto – TRF/5ª Região


– 2004) - Considere a seguinte situação
hipotética.
Um estabelecimento comercial possuía
alvará para funcionar como empresa
revendedora de motocicletas, mas atuava
também como prestadora de serviços
mecânicos para esse tipo de veículo. O
órgão administrativo competente, durante
fiscalização, constatou a irregularidade e
interditou a empresa, a fim de impedir o
funcionamento da revendedora, além de
19
multá-la pela atividade não-autorizada.
Nessa situação, o poder público feriu
específica e exclusivamente o princípio da
finalidade, uma vez que foi além do
necessário para a aplicação da lei e para a
satisfação do interesse público.

7 (Procurador do Ministério Público junto


ao TCU – 2004) - A respeito dos princípios
administrativos, julgue os itens
subseqüentes.
A. A vedação de aplicação retroativa de
nova interpretação de norma administrativa
encontra-se consagrada no ordenamento
jurídico pátrio e decorre do princípio da
segurança jurídica.
B. O princípio da legalidade pode ser
afastado ante o princípio da supremacia do

20
interesse público, especialmente nas
hipóteses de exercício de poder de polícia.
C. Regras relativas a impedimentos e
suspeições s ão aplicadas a servidores
públicos como corolário do princípio da
impessoalidade.
D. A revogabilidade dos atos
administrativos, derivada do princípio da
autotutela, comporta hipóteses em que a
revogação não é possível.

8 (Procurador do Estado de Roraima –


2004) - A administração pública direta dos
estados obedecerá aos princípios de
legalidade, de impessoalidade, de
moralidade e de publicidade, mas o
princípio de eficiência ainda não se
encontra previsto expressamente na
Constituição da República.
21
9 (Auxiliar Judiciário / Áreas
Administrativa e Judiciária – TJAP – 2004)
– A legalidade, a impessoalidade, a
moralidade, a publicidade e a eficiência
constituem princípios expressos do direito
administrativo brasileiro.

10 (Técnico Judiciário – Área


Administrativa – TRE/AL – 2004) -
Lançando mão do conceito de
administração pública em seu sentido
orgânico, isto é, no sentido de conjunto de
órgãos e pessoas destinado ao exercício da
totalidade da ação executiva do Estado, a
Constituição Federal positivou os
princípios gerais norteadores da totalidade
de funções, considerando todos os entes
que integram a Federação brasileira
22
(União, estados, Distrito Federal e
municípios).
Assim, os princípios inerentes à
administração pública são aqueles expostos
no art. 37 da Constituição Federal. Alguns
foram positivados de forma expressa, e
outros, de forma implícita ou tácita.
Acerca do assunto abordado no texto
acima, julgue os itens subseqüentes.
A. O princípio da legalidade está definido
na Constituição Federal quando esta
declara que ninguém será obrigado a fazer
ou deixar de fazer alguma coisa senão em
virtude de lei.
B. O princípio ou regra de moralidade da
administração pública pode ser definido
como aquele que determina que os atos
realizados pela administração pública, ou
por ela delegados, são imputáveis não ao
23
funcionário que os pratica, mas ao órgão
ou entidade administrativa em nome do
qual age o funcionário.
C. A publicidade é um requisito de forma
do ato administrativo, e não, de
moralidade.
D. De maneira geral, eficiência significa
fazer acontecer com racionalidade, o que
implica medir os custos que a satisfação
das necessidades públicas importam em
relação ao grau de utilidade alcançado.
Assim, o princípio da eficiência orienta a
atividade administrativa no sentido de se
conseguirem os melhores resultados com
os meios escassos de que se dispõe e a
menor custo. Rege-se, pois, pela regra de
consecução do maior benefício com o
menor custo possível.

24
11 (Assistente Técnico de Informática e
Administração - TCE/PE - 2004) - A
exigência constitucional de concurso
público para acesso aos cargos e empregos
públicos tem fundamento no princípio
constitucional da moralidade, mas,
juridicamente, não tem relação com o
princípio da igualdade.

12 (Assistente Técnico de Informática e


Administração - TCE/PE - 2004) - O
princípio da publicidade exige que os atos
do poder público sejam levados ao
conhecimento da sociedade, mas essa
necessidade é afastada sempre que o
administrador entender que a publicação
pode ser prejudicial aos interesses do órgão
ou ente público e registrar por escrito suas
razões.
25
13 (Auditor do Estado – ES/2004) - Um
dos princípios regentes da atividade
administrativa estatal é a supremacia do
interesse público sobre o privado. Segundo
esse princípio, há uma desigualdade
jurídica entre a administração pública e
oparticular administrado, com vistas à
prevalência do interesse da coletividade.

14 (Auditor do Estado – Direito - ES/2004)


- O princípio da publicidade, basilar do
estado de direito e fundamento da
administração pública brasileira, determina
que toda e qualquer ingerência estatal
deverá ser publicada em órgão oficial, sob
pena de malferimento ao referido preceito.

26
15 (Promotor de Justiça – MP / MT –
2005) - Não é juridicamente possível, com
fundamento no princípio da
proporcionalidade, a invalidação de atos
administrativos praticados no exercício do
poder discricionário.

(Juiz Substituto – TJBA – 2005) - No


atinente aos princípios da administração
pública, julgue os itens que se seguem.

16 O princípio da proporcionalidade é hoje


amplamente reconhecido pela doutrina e
pela jurisprudência brasileiras como um
dos que regem a atividade administrativa,
conquanto remanesça como princípio
implícito no ordenamento jurídico positivo
do país.

27
17 De acordo com a Constituição da
República, os atos dos agentes públicos
geram responsabilidade objetiva para o
Estado e não para a pessoa deles próprios,
a não ser na hipótese de o poder público
comprovar a ocorrência de dolo ou culpa,
em ação regressiva. Essa imputação dos
atos do agente público ao Estado
representa a concretização do princípio da
impessoalidade, consoante uma de suas
concepções teóricas.

18 Como decorrência do princípio


constitucional da publicidade, a
Constituição de 1988assegura a qualquer
cidadão obter certidão para a defesa de
direito e para o esclarecimento de situação
de interesse pessoal. No caso, porém, de o
cidadão desejar a defesa de interesse
28
coletivo ou difuso, não terá direito à
certidão, mas, sim, o direito de
representação ao Ministério Público para
que este, como representante da sociedade
em juízo, providencie os elementos
necessários àquela defesa e promova as
ações adequadas, se for o caso.

19 A moralidade administrativa possui


conteúdo específico, que não coincide,
necessariamente, com a moral comum da
sociedade, em determinado momento
histórico; não obstante, determinados
comportamentos administrativos ofensivos
à moral comum podem ensejar a
invalidação do ato, por afronta
concomitante à moralidade administrativa.

PROVAS ANTERIORES FCC


29
PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS

1 (Analista Judiciário – Área


Administrativa – TRE BA/2003) - Dentre
os princípios de observância obrigatória
pela administração pública, expressamente
previstos na Constituição Federal, está o da
(A) proporcionalidade.
(B) autotutela.
(C) eficiência.
(D) razoabilidade.
(E) hierarquia.

2 (Analista Judiciário – Área


Administrativa – TRT 21ª Região/2003) -
É INCORRETO afirmar que o princípio da
moralidade administrativa
(A) considera, também, o conteúdo ético
do trabalho administrativo, com base na
30
indisponibilidade do interesse maior da
sociedade.
(B) é denunciado pela coerente adequação
de meios e fins.
(C) significa, também, não se desviar da
finalidade constante da lei (interesse
público).
(D)) determina que o ato administrativo
deve ser atribuído à entidade ou ao órgão
que o titula, não ao agente que o pratica.
(E) não diz respeito à moral comum, mas à
moral jurídica e tem primazia sobre os
outros princípios constitucionalmente
formulados.

3 (Analista Judiciário – Execução de


Mandados – TRF 4ª região/2001) - Em
relação aos princípios básicos da

31
Administração Pública, é INCORRETO
afirmar que o da
(A) razoabilidade significa que a
Administração deve agir com bom senso e
de modo proporcional.
(B) especialidade aplica-se mais às
autarquias, de modo que estas, de regra,
não podem ter outras funções diversas
daquelas para as quais foram criadas.
(C) indisponibilidade consiste no poder da
Administração de revogar ou anular seus
atos irregulares, inoportunos ou ilegais.
(D) impessoalidade significa que a
Administração deve servir a todos, sem
preferências ou aversões pessoais ou
partidárias.
(E) hierarquia refere-se ao fato de que os
órgãos e agentes de nível superior podem
rever, delegar ou avocar atos e atribuições.
32
4 (Analista Judiciário – Execução de
Mandados - TRF 5ª Região/2003) - É uma
decorrência possível do princípio da
impessoalidade aplicado à Administração
Pública
(A)) serem os atos praticados pelos agentes
públicos imputados à entidade da
Administração em nome da qual eles
agem.
(B) ser vedado à autoridade que pratica um
ato administrativo identificar-se
pessoalmente.
(C) não serem os agentes públicos
pessoalmente responsáveis pelos atos que
praticam em nome da Administração.
(D) não poder a Administração praticar
atos que gerem conseqüências para pessoas
nominalmente identificadas.

33
(E) não possuir a Administração
responsabilidade civil pelos atos praticados
por seus agentes, nas hipóteses em que
estejam exercendo competência privativa.

5 (Analista Judiciário – Execução de


Mandados – TRT 21ª Região/2003) - No
que tange ao princípio da legalidade, a
Administração Pública
(A)) é limitada em face dos direitos
subjetivos, vinculando- se à lei como
medida de exercício do poder.
(B) deverá, desde que presente o interesse
coletivo, atuar praeter legem.
(C) poderá, desde que presente o interesse
público, atuar contra legem.
(D) fica restrita à fiscalização e ao controle
jurisdicional de sua atuação.

34
(E) deverá revogar os atos ilegais que
praticar, desde que o particular seja
indenizado.

6 (Analista Judiciário – Execução de


Mandados – TRT 24ª Região/2003) - O
Prefeito Municipal passou a exibir nas
placas de todas as obras públicas a
indicação "GOVERNO TOTONHO
FILHO". Assim agindo, o governante
ofendeu o princípio da administração
pública conhecido como
(A) moralidade.
(B) impessoalidade.
(C) autotutela.
(D) razoabilidade.
(E) publicidade.

35
7 (Analista Judiciário – Execução de
Mandados – TRT 5ª Região/2003) – Como
possível corolário do princípio da
impessoalidade, pode-se afirmar que
(A) é vedado à autoridade administrativa
identificar-se pessoalmente na prática de
qualquer ato.
(B) a nomeação e o provimento em cargo
em comissão não poderão levar em
consideração as características pessoais do
nomeado.
(C)) deverá a Administração Pública evitar
tratar desigualmente os administrados, na
medida do possível, em razão de
circunstâncias pessoais de cada um deles.
(D) a Administração Pública não poderá
identificar-se como tal na divulgação de
obras e serviços públicos.

36
(E) fica vedada a publicidade dos atos
praticados pela Administração Pública.

8 (Analista Judiciário – Área Judiciária –


TRE BA/2003) - As afirmações abaixo
estão relacionadas à obrigatoriedade de
obediência dos princípios constitucionais
pela administração pública.
I . Os princípios devem ser obedecidos pela
administração de quaisquer Poderes.
II . A obrigatoriedade de obediência
destina-se à administração direta, não
alcançando as empresas públicas.
III . Todas as entidades estatais (União,
Estados, Distrito Federal e Municípios)
devem obediência àqueles princípios.
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) II e III .
(B)) I e III .
37
(C) I e II .
(D) II .
(E) I .

9 (Analista Judiciário – Área Judiciária –


TRT 21ª Região/2003) - Considere o que
segue:
I.A imposição ao administrador público de
uma ação planejada e transparente, com o
fito de prevenir riscos e corrigir desvios
suscetíveis de afetar o equilíbrio das contas
públicas.
II. Os atos praticados pela Administração
Pública devem ser abstratamente genéricos
e isonômicos, sem consagrar privilégios ou
situações restritivas injustificadas.
III. A autolimitação do Estado em face dos
direitos subjetivos e a vinculação de toda

38
atividade administrativa à lei, como
medida de exercício do poder.
Tais disposições dizem respeito,
respectivamente, aos princípios da
(A) publicidade, legalidade e moralidade.
(B)) eficiência, impessoalidade e
legalidade.
(C) impessoalidade, publicidade e
legalidade.
(D) legalidade, eficiência e
impessoalidade.
(E) moralidade, impessoalidade e
eficiência.

10 (Analista Judiciário – Área Judiciária –


TRT 24ª Região/2003) - O Prefeito
Municipal passou a exibir nas placas de
todas as obras públicas a indicação
"GOVERNO TOTONHO FILHO". Assim
39
agindo, o governante ofendeu o princípio
da administração pública conhecido como
(A) moralidade.
(B) impessoalidade.
(C) autotutela.
(D) razoabilidade.
(E) publicidade.

11 (Analista Judiciário –Área Judiciária –


TRF 5ª Região/2003) - É uma decorrência
possível do princípio da impessoalidade
aplicado à Administração Pública
(A) serem os atos praticados pelos agentes
públicos imputados à entidade da
Administração em nome da qual eles
agem.
(B) ser vedado à autoridade que pratica um
ato administrativo identificar-se
pessoalmente.
40
(C) não serem os agentes públicos
pessoalmente responsáveis pelos atos que
praticam em nome da Administração.
(D) não poder a Administração praticar
atos que gerem conseqüências para pessoas
nominalmente identificadas.
(E) não possuir a Administração
responsabilidade civil pelos atos praticados
por seus agentes, nas hipóteses em que
estejam exercendo competência privativa.

12 (Analista Judiciário – Área judiciária –


TRT 20ª Região/2002) - A motivação dos
atos administrativos é apontada pela
doutrina como elemento fundamental para
o controle de sua legalidade. A
Constituição Federal, por sua vez, previu
expressamente a motivação

41
(A) entre os princípios arrolados para toda
a Administração Pública.
(B) entre os princípios arrolados para toda
a Administração Pública Direta, não se
referindo à Indireta.
(C) entre os princípios arrolados para toda
a Administração Pública Indireta, não se
referindo à Direta.
(D)) como necessária em todas as decisões
administrativas dos Tribunais.
(E) como necessária em todas as decisões
políticas do Congresso Nacional.

13 (Técnico Judiciário – Área


administrativa TRE Acre/2003) - Pode-se
afirmar que uma empresa contratada pela
Administração Pública para executar uma
obra não pode, de regra, interromper sua

42
execução e alegar falta de pagamento.
Têm-se aí o princípio da
(A) razoabilidade.
(B) finalidade.
(C) autotutela.
(D) continuidade.
(E) impessoalidade.

14 (Técnico Judiciário – Área


Administrativa – TRE CE/2002) - Uma das
possíveis aplicações do princípio da
impessoalidade é
(A) considerar que o servidor age em nome
da Administração, de modo que a
Administração se responsabiliza pelos atos
do servidor, e este não possui
responsabilidade.
(B)proibir que constem, na publicidade das
obras e serviços públicos, nomes, símbolos
43
ou imagens que caracterizem promoção
pessoal de autoridades.
(C) impedir que servidores públicos se
identifiquem pessoalmente como autores
dos atos administrativos que praticam.
(D) impedir que determinadas pessoas
recebam tratamento favorecido em
concursos públicos, em razão de
deficiência física.
(E) considerar inconstitucionais os critérios
de títulos em concursos para provimento de
cargos públicos.

15 (Técnico Judiciário – Área


Administrativa – TRT 5ª Região/2003) - A
publicidade de atos, programas, obras e
serviços dos órgãos públicos deverá
(A)) ter caráter educativo, informativo ou
de orientação social.
44
(B) promover pessoalmente autoridades ou
servidores públicos.
(C) conter nomes, símbolos e imagens que
identifiquem as autoridades responsáveis.
(D) ser divulgada apenas por veículo
oficial de rádio ou televisão.
(E) seguir o programa político-partidário
da autoridade responsável.

16 (Analista Judiciário – Adm - TRE-


PE/2004) - No que tange aos princípios
constitucionais em relação ao Direito
Administrativo, é certo que o princípio da
(A) publicidade é absoluto, sofrendo
restrições apenas quando se tratar de
promoções e propaganda pessoal do agente
público.
(B) legalidade incide somente sobre a
atividade administrativa, ficando excluídas
45
as funções atípicas da esfera legislativa e
da atividade jurisdicional.
(C) impessoalidade nada tem a ver com os
princípios da igualdade ou da finalidade,
porque os atos administrativos são sempre
imputáveis ao funcionário que os pratica.
(D) moralidade impõe expressamente à
Administração Pública a obrigação de
realizar suas atribuições com perfeição,
rapidez e rendimento.
(E) eficiência é também boa administração,
pois deve-se sopesar a relação de custo
benefício, buscar a otimização de recursos,
em suma, tem-se por obrigação dotar da
maior eficácia possível todas as ações do
Estado.

17 (Analista Judiciário – Adm - TRE-


PE/2004) - A Administração Pública
46
obedecerá, dentre outros princípios, ao da
segurança jurídica, que tem como
manifestações principais
(A) o contraditório, a liberdade de reunião
e a informação dos órgãos públicos, que,
embora não sendo relevantes, sustentam
sociologicamente o princípio acima
aludido.
(B) o devido processo legal, a liberdade de
crença e de trabalho, ofício ou profissão,
que se apresentam como fundamentos
elementares desse princípio.
(C) a ampla defesa, a liberdade de
locomoção e a livre manifestação do
pensamento, que resultam no fundamento
jurídico do supra mencionado princípio.
(D) o direito adquirido, o ato jurídico
perfeito e a coisa julgada, que se
constituem em elementos de supino relevo
47
para dar significado eficiente ao supra
referido princípio, que se encontra na base
do Direito.
(E) a presunção de inocência, a liberdade
de associação e a retroatividade que, tendo
importância relativa, encontram-se na base
do Direito e da sociedade.

18 (Técnico Judiciário – Adm - TRE-


PE/2004) - A Constituição Federal não se
referiu expressamente ao princípio da
finalidade, mas o admitiu sob a
denominação de princípio da
(A) impessoalidade.
(B) publicidade.
(C) presunção de legitimidade.
(D) legalidade.
(E) moralidade.

48
19 (Analista Judiciário - Adm – TRT 23ª
R/2004) - A adequação entre meios e fins,
vedada a imposição de obrigações,
restrições e sanções em medida superior
àquelas estritamente necessárias ao
atendimento do interesse público; e a
observância das formalidades essenciais à
garantia dos direitos dos administrados,
entre outras, dizem respeito ao princípio da
(A) razoabilidade, sob a feição de
proporcionalidade.
(B) motivação, decorrente da formalidade.
(C) finalidade, que se apresenta como
impessoalidade.
(D) ampla defesa, somada à segurança
jurídica.
(E) segurança jurídica atrelada à
legalidade.

49
20 (Técnico Judiciário - Adm – TRT 23ª
R/2004) - As súmulas 346 e 473 do STF
estabelecem, respectiva- mente, que a
administração pública pode declarar a
nulidade dos seus próprios atos e que a
administração pode anular os seus próprios
atos, quando eivados de vícios que os
tornem ilegais, porque deles não se
originam direitos; ou revogá-los, por
motivo de conveniência ou oportunidade,
respeitados os direitos adquiridos, e
ressalvada, em todos os casos, a apreciação
judicial. O princípio básico da
Administração Pública que está consagrado
nas respectivas súmulas é o princípio da
(A) supremacia do interesse público.
(B) especialidade.
(C) presunção de veracidade.
(D) moralidade administrativa.
50
(E) autotutela.

21 (Analista Judiciário – Jud/Sem Esp –


TRF 4ª R/2004) - No que concerne aos
princípios administrativos, é INCORRETO
afirmar que
(A) o princípio da moralidade impõe ao
administrador o dever de, além de
obedecer à lei jurídica, regrar suas
condutas funcionais de acordo com a lei
ética e em consonância com regras tiradas
da disciplina interior da Administração,
posto que nem tudo o que é legal é
honesto.
(B) a busca pelo aperfeiçoamento na
prestação de serviços públicos, exigindo do
administrador resultados positivos que
atendam às necessidades da comunidade e

51
seus membros, caracteriza o princípio da
eficiência.
(C) o princípio da impessoalidade obriga a
Administração Pública a agir de modo
imparcial em relação aos administrados,
bem como proíbe a promoção pessoal de
autoridade ou servidores públicos sobre
suas realizações.
(D) os princípios administrativos previstos
constitucionalmente representam uma
relação meramente exemplificativa de
dogmas que deverão ser obrigatoriamente
observados pelo administrador público.
(E) o Poder Público pode criar obrigações
ou impor vedações aos administrados,
independentemente da existência de lei
prévia.

52
22 (Procurador do Município de São
Paulo/2004) - Em face dos princípios
informadores do Direito Administrativo,
considere as seguintes afirmações:
I.A impessoalidade, como princípio da
Administração Pública, restringe a ampla
nomeação de cargos de confiança e em
comissão.
II.A imoralidade administrativa acarreta a
invalidade do ato administrativo, podendo
ser decretada pela própria Administração
ou pelo Poder Judiciário.
III.A legalidade e a supremacia do
interesse público sobre o particular
informam todos os ramos do Direito
Público, não sendo específicos do Direito
Administrativo.
IV.Evidencia-se a desigualdade jurídica
entre a Administração e os administrados e
53
a presunção de legitimidade dos atos da
Administração.
Estão corretas SOMENTE as afirmações
(A) I e II.
(B) I e III.
(C) I, II e III.
(D) I, III e IV.
(E) II, III e IV.
23 (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª
R/2004) - Depois de ingressar nos quadros
do executivo federal mediante concurso
público, o servidor em estágio probatório
foi dispensado por não convir à
Administração a sua permanência, após ter
sido apurado, em avaliação especial de
desempenho realizada por comissão
instituída para essa finalidade, assegurada a
ampla defesa, que realizou atos
incompatíveis com a função do cargo em
54
que se encontrava investido. Referida
dispensa está embasada, precipuamente, no
(A) elemento da impessoalidade.
(B) requisito da publicidade.
(C)princípio da eficiência.
(D) princípio da imperatividade.
(E) requisito de presunção de veracidade.

24 (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª


R/2004) - Em matéria de princípios básicos
e norteadores das atividades do
administrador público, analise:
I.A lei para o administrador público
significa “pode fazer assim”.
II. Na Administração Pública não há
liberdade nem vontade pessoal.
III. Na Administração Pública é lícito fazer
tudo o que a lei não proíbe.

55
IV. No exercício de sua atividade
funcional, o administrador público não está
sujeito às exigências do bem comum.
V.O administrador público está, em toda a
sua atividade funcional, sujeito aos
mandamentos da lei.
É correto o que consta APENAS em
(A) I, pois há equivalência com o princípio
da moralidade.
(B) II e III, pois há equivalência,
respectivamente, com os princípios da
autotutela e da presunção de veracidade.
(C) II e V, correspondendo,
respectivamente, aos princípios da
impessoalidade e da legalidade.
(D) III, que corresponde ao princípio da
eficiência.

56
(E) III e IV, pois há, respectivamente,
correlação com os princípios da
impessoalidade e da publicidade.

25 (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand –


TRT 8ª R/2004) - É possível afirmar que a
finalidade, como condição de validade do
ato administrativo, relaciona-se e decorre
da observância pelo Poder Público do
princípio fundamental da
(A) moralidade.
(B) legalidade.
(C) impessoalidade.
(D) eficiência.
(E) publicidade.

26 (Analista Judiciário – Adm – TRT 9ª


R/2004) - Após constatar a morosidade no
serviço de atendimento ao público em
57
diversos órgãos do executivo municipal, o
Prefeito da cidade de Campo Largo
informatizou referidos órgãos e contratou a
empresa DataSoftware Municipal Ltda, por
meio de regular processo licitatório, para
ensinar aos servidores noções de
informática. Em virtude da iniciativa acima
descrita, restou patente a melhoria no
atendimento aos munícipes. O princípio da
Administração Pública observado no caso
em tela denomina-se:
(A) imperatividade.
(B) publicidade.
(C) tipicidade.
(D) eficiência.
(E) motivação.

27 (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand –


TRT 9ª R/2004) - Após tomar ciência de
58
irregularidades praticadas pela Assembléia
Legislativa de seu Estado, o cidadão José
da Silva diligenciou junto ao referido
órgão, oportunidade em que lhe foi negado
o direito de obter certidões que
esclarecessem tal fato. Com essa recusa,
foi desrespeitado o princípio da
(A) eficiência.
(B) impessoalidade.
(C) tipicidade.
(D) motivação.
(E) publicidade.

28 (Analista Judiciário – Jud – TRT 9ª


R/2004) - João, objetivando adquirir
determinado imóvel no bairro X, fica
sabendo, por meio de amigos, que, nessa
região, será construída uma nova linha do
metrô e, conseqüentemente, diversos
59
imóveis serão desapropriados. Tendo em
vista referido fato, pede informações à
Companhia do Metrô, que se recusa a
fornecê-las. Com tal atitude, restou
preterido o princípio da Administração
Pública denominado
(A) publicidade.
(B) imperatividade.
(C) supremacia do interesse público.
(D) impessoalidade.
(E) eficiência.

29 (Analista Judiciário – Área


Administrativa – TRE – MG/2005) - A
obrigação atribuída ao Poder Público de
manter uma posição neutra em relação aos
administrados, não podendo atuar com
objetivo de prejudicar ou favorecer

60
determinadas pessoas, decorre do princípio
da
(A) moralidade.
(B) impessoalidade.
(C) legalidade.
(D) motivação.
(E) imperatividade.

30 (Procurador – PGE-SE/2005) - Uma


autoridade administrativa presenciou a
prática de ato de subordinado seu, a
configurar ilícito administrativo.
Considerando-se que tal autoridade tem
competência para aplicar ao subordinado a
respectiva penalidade disciplinar,
(A) deverá aplicá-la de imediato, sob pena
de estar, por sua vez, praticando ato ilícito
ao omitir-se na defesa do interesse público.

61
(B) poderá aplicá-la de imediato,
invocando o princípio da verdade sabida.
(C) ainda assim deverá iniciar processo
administrativo, tendente à aplicação da
penalidade, em razão do princípio da
inércia.
(D) poderá aplicá-la de imediato,
invocando o princípio da autotutela.
(E)ainda assim deverá iniciar processo
administrativo, tendente à aplicação da
penalidade, em razão do princípio da
ampla defesa.

31 (Analista Judiciário – Área


Administrativa – TRT 11ª Região – 2005) -
O principio básico que objetiva aferir a
compatibilidade entre os meios e os fins,
de modo a evitar restrições desnecessárias
ou abusivas por parte da Administração
62
Pública, com lesões aos direitos
fundamentais, denomina-se
a) motivação
b) razoabilidade
c) impessoalidade
d) coercibilidade
e) imperatividade

32 (Auditor – TCE/MG/2005) - O
princípio da legalidade garante que a
Administração Pública submeta-se ao
ordenamento jurídico. O controle desta
adequação é feito
(A) pela própria Administração, em face da
adoção, pelo Brasil, do sistema de
dualidade de jurisdições.
(B) pela própria Administração, que atua
como instância prévia ao Judiciário, este
que só pode analisar os atos já
63
definitivamente julgados
administrativamente.
(C) pelo Poder Judiciário no que concerne
aos atos administrativos vinculados, não
lhe sendo admitida a apreciação dos atos
discricionários, cujo exame é feito
exclusivamente pela Administração
Pública.
(D) pela própria Administração, sem
prejuízo do controle exercido pelo Poder
Judiciário, cabendo apenas a este último
proferir decisões que fazem coisa julgada
material.
(E) pelo Poder Judiciário, cujas decisões
podem, se ratificadas internamente pela
Administração Pública, produzir efeitos de
coisa julgada material.

64
33 (Procurador de Santos – 2006) - Em
tema de legalidade, como um dos
princípios norteadores da atividade
administrativa, observe o que segue:
I. O administrador público está, em toda a
sua atividade funcional, sujeito aos
mandamentos da lei.
II. Na Administração Pública não há
liberdade nem vontade pessoal.
III. Na Administração Pública é lícito fazer
tudo que a lei não proíbe.
IV. No exercício de sua atividade
funcional, o administrador público está
sujeito às exigências do bem comum.
V. A lei para o administrador público
significa "pode fazer assim" e para o
particular "deve fazer assim".
Está INCORRETO o que se afirma
APENAS em
65
(A) I e V
(B) I e II
(C) II e IV
(D) III e V
(E) III e IV

GABARITOS

66
Gabarit 15. C 9. C 4. A 21. E
o 16. E 10. 5. A 22. E
ESAF: 17. B CEEC 6. B 23. C
1. E 18. E 11. E 7. C 24. C
2. C Gabarit 12. E 8. B 25. C
3. B o 13. C 9. B 26. D
4. B CESPE 14. E 10. B 27. E
5. D : 15. E 11. A 28. A
6. B 1. E 16. E 12. D 29. B
7. E 2. C 17. C 13. D 30. E
8. E 3. E 18. E 14. B 31. B
9. C 4. C 19. C 15. A 32. D
10. B 5. C Gabarit 16. E 33. D
11. C 6. E o FCC: 17. D
12. A 7. 1. C 18. A
13. B CECC 2. D 19. A
14. D 8. E 3. C 20. E

FUNÇÕES DO ESTADO

1 (CESPE/Analista de Controle Externo – TCU/2004) -


A jurisprudência e os costumes são fontes do direito
administrativo, sendo que a primeira ressentese da falta
de caráter vinculante, e a segunda tem sua influência
relacionada com a deficiência da legislação.

67
2 (CESPE/Perito Criminal Federal – PF/2004 –
Regional - adaptada) - Federal – PF/2004 – Regional -
adaptada) - Amanda, ocupante de cargo público lotado
no Departamento de Polícia Federal (DPF), foi
condenada administrativamente à penalidade de
advertência por, no recinto da repartição, ter dirigido
impropérios a um colega de trabalho. Com referência à
situação hipotética apresentada acima e considerando
que o DPF é um órgão do Ministério da Justiça (MJ),
julgue o item a seguir.
Para ter direito a impugnar judicialmente o ato que lhe
aplicou a referida penalidade, é desnecessário que
Amanda esgote previamente os recursos administrativos
cabíveis para impugnar essa decisão.

3 (CESPE/Técnico Judiciário / Área Administrativa –


STJ – 2004) - O fomento abrange a atividade
administrativa de incentivo a qualquer iniciativa privada
que requisite subvenções ou financiamentos.

4 (CESPE/Técnico Judiciário / Área Administrativa –


STJ – 2004) - A polícia administrativa, como
componente da administração pública, estabelece as
limitações administrativas, configuradas nas restrições
de direitos individuais em favor de direitos coletivos ou
públicos.
68
5 (ESAF/ASSISTENTE JURÍDICO/AGU/99) A
Administração Pública, em sentido objetivo, no
exercício da função administrativa, engloba as seguintes
atividades, exceto:
(a) polícia administrativa
(b) serviço público
(c) elaboração legislativa, com caráter inovador
(d) fomento a atividades privadas de interesse público
(e) intervenção no domínio público

6 (ESAF/Agente Fiscal de Tributos estaduais –


Piauí/2001) - Com relação à administração pública, é
correto afirmar.
a) A expressão “administração pública” possui um
sentido unívoco.
b) Administração pública é expressão sinônima de
governo.
c) A administração pública manifesta-se, com
exclusividade, no Poder Executivo.
d) A atividade da administração pública pode ter,
excepcionalmente, natureza jurisdicional.
e) A organização básica da administração públi-ca
depende de lei.

69
7 (ESAF/Oficial de Chancelaria – MRE/2004) – A
expressão administração pública admite diversos
significados. De acordo com a doutrina, em seu sentido
material ou funcional, Administração Pública, enquanto
finalidade do Estado, não abrange:
a) polícia administrativa;
b) serviços públicos;
c) fomento;
d) finanças públicas;
e) intervenção na atividade econômica.

8 (ESAF/Analista do Planejamento e Orçamento –


MPOG/2005) - O seguinte instituto não se inclui entre
os decorrentes das prerrogativas do regime jurídico-
administrativo:
a) presunção de veracidade do ato administrativo.
b) autotutela da Administração Pública.
c) faculdade de rescisão unilateral dos contratos
administrativos.
d) auto-executoriedade do ato de polícia administrativa.
e) equilíbrio econômico-financeiro dos contratos
administrativos.

9 (ESAF/Especialista em Políticas Públicas e Gestão


Governamental – MPOG/2005) - Em decorrência do
denominado regime jurídico-administrativo, o Poder
70
Público apresenta-se em posição de supremacia em
relação ao administrado. Tal posição de supremacia
ampara a existência de diversos institutos jurídicos de
intervenção na propriedade privada, de forma a atender
ao interesse público. No rol abaixo, assinale o instituto
que não se enquadra neste conceito.
a) desapropriação
b) interdição
c) tombamento
d) servidão administrativa
e) requisição administrativa

10 (ESAF/AFRF/2005) - Em seu sentido subjetivo, o


estudo da Administração Pública abrange
a) a atividade administrativa.
b) o poder de polícia administrativa.
c) as entidades e órgãos que exercem as funções
administrativas.
d) o serviço público.
e) a intervenção do Estado nas atividades privadas.

11 (ESAF/AFC – CGU – 2006) - O Direito


Administrativo é considerado como sendo o conjunto
harmonioso de normas e princípios, que regem o
exercício das funções administrativas estatais e
a) os órgãos inferiores, que as desempenham.
71
b) os órgãos dos Poderes Públicos.
c) os poderes dos órgãos públicos.
d) as competências dos órgãos públicos.
e) as garantias individuais.

12 (ESAF/ACE – TCU – 2006) - O regime jurídico-


administrativo é entendido por toda a doutrina de
Direito Administrativo como o conjunto de regras e
princípios que norteiam a atuação da Administração
Pública, de modo muito distinto das relações privadas.
Assinale no rol abaixo qual a situação jurídica que não é
submetida a este regime.
a) Contrato de locação de imóvel firmado com a
Administração Pública.
b) Ato de nomeação de servidor público aprovado em
concurso público.
c) Concessão de alvará de funcionamento para
estabelecimento comercial pela Prefeitura Municipal.
d) Decreto de utilidade pública de um imóvel para fins
de desapropriação.
e) Aplicação de penalidade a fornecedor privado da
Administração.

13 (ESAF/TRF/2006) - A primordial fonte formal do


Direito Administrativo no Brasil é
a) a lei.
72
b) a doutrina.
c) a jurisprudência.
d) os costumes.
e) o vade-mécum.

14 FCC/Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE


BA/2003) - Considere as afirmações relativas ao regime
jurídico.
I . A administração pública pode submeter-se a regime
jurídico de direito público ou a regime jurídico de
direito privado.
II . A administração pública submete-se ao regime
jurídico de direito privado nas suas relações com os
particulares.
III . Cabe à administração a prerrogativa de escolha
entre o regime de direito público ou o de direito
privado, valendo-se da discricionariedade.
Está correto APENAS o que se afirma em
(A) I .
(B) II .
(C) III .
(D) I e II .
(E) I e III .

15 FCC/Promotor de Justiça Substituto – MP PE/2002)


- A expressão Administração Pública em sentido
73
objetivo, material ou funcional, designa a natureza da
atividade exercida pelas pessoas jurídicas, órgãos e
agentes públicos. Nesse sentido, a Administração
Pública é a própria função administrativa. Portanto, é
INCORRETO afirmar que
(A) está a referida função administrativa sob regime
prevalente de direito público, porque o ente público
também pratica atos de direito privado, quando a isso
esteja autorizado por lei.
(B) está presente a possibilidade de Legislativo e
Judiciário também praticarem função administrativa
atipicamente, bem como outras pessoas jurídicas, a
exemplo das concessionários de serviço público.
(C) está contida nessa função administrativa a
possibilidade da edição de atos gerais, tais como os
decretos regulamentadores, como também e
principalmente, de atos individuais.
(D) os atos praticados pela Administração Pública
comportam revisão pelo Judiciário e pelo Legislativo
que, em suas funções típicas, poderão sempre revogá-
los com efeitos ex nunc ou ex tunc, respectivamente.
(E) é ela exercida por meio de atos e comportamentos
controláveis internamente e externamente pelo
Legislativo, contando-se com o auxílio dos Tribunais de
Contas.

74
16 FCC/Procurador do Estado do Rio Grande do
Norte/2001) - Assinale a alternativa que contém uma
afirmação incorreta:
a) A noção de interesse público encerra conceito
jurídico indeterminado.
b) O regime jurídico administrativo é composto por
prerrogativas e sujeições.
c) O princípio da finalidade, ou da supremacia do
interesse público, está presente no momento da
elaboração da lei, condicionando a atuação do
legislador, bem como no momento da sua execução em
concreto pela Administração Pública.
d) Em nome do princípio da eficiência, introduzido na
Constituição Federal pela Emenda Constitucional n.

19, de 4/6/98, o administrador passou a ter a


disponibilidade sobre os interesses públicos confiados à
sua guarda e realização, relativizando o princípio da
legalidade.
e) A Administração Pública pode se submeter a regime
jurídico de direito privado ou a regime jurídico de
direito público.

17 FCC/Procurador do Estado do Rio Grande do


Norte/2001) - Sobre a função administrativa é correto
assinalar:
75
a) Caracteriza-se por prover de maneira imediata e
concreta às exigências individuais ou coletivas para a
satisfação dos interesses públicos. É imparcial, concreta
e subordinada.
b) Existe exclusivamente no seio do Poder Executivo,
único apto a editar atos administrativos.
c) O administrador público, no exercício da função
administrativa, só deve atuar quando provocado, na
medida em que não dispõe da iniciativa para dar à lei
contornos concretos.
d) Tem como pressuposto a satisfação do bem comum.
Além de ser exercida pelo Poder Executivo, também
está presente em atos do Poder Judiciário e do Poder
Legislativo, podendo, ainda, materializar-se por meio de
atos praticados por terceiros autorizados a agir em nome
do Estado, como ocorre com os concessionários e
permissionários de serviços públicos.
e) Na sua abrangência não se incluem as atividades de
fomento.

Gabarito:
1. C 5. C 9. B 13. A 17. D
2. C 6. E 10. C 14. A
3. E 7. D 11. A 15. D
4. C 8. E 12. A 16. D

76
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

1º) CESPE
(PROCURADOR INSS/1998)
1 As sociedades de economia mista somente podem ser
criadas por meio de lei específica, apesar de tais entes
serem sempre criados sob a forma de pessoa jurídica de
direito privado.

2 Fica sujeita ao duplo grau de jurisdição obrigatório a


sentença que julgar procedente o pedido deduzido em
ação em que a fundação pública federal figure como ré.

3 Uma empresa pública é constituída de capital


exclusivamente público, embora esse capital possa
pertencer a mais de um ente.

4 Considerando que as empresa públicas e as sociedades


de economia mista sujeitam-se ao regime jurídico
próprio das empresas privadas, tais entes não estão
obrigados a contratar obras, compras e serviços
mediante licitação pública.

(FISCAL DO INSS/1998)
5 As autarquias caracterizam-se pelo desempenho de
atividades tipicamente estatais.
77
6 As autarquias caracterizam-se por serem entidades
dotadas de personalidade jurídica de direito público.

7 As autarquias caracterizam-se por beneficiarem-se dos


mesmos prazos processuais aplicáveis à administração
pública centralizada.

8 As autarquias caracterizam-se como órgãos


prestadores de serviços públicos dotados de autonomia
administrativa.

9 As autarquias caracterizam-se por integrarem a


administração pública centralizada.

10 (AGENTE DA PF/2000) A administração pública


direta é integrada por pessoas jurídicas de direito
público, tais com a União, os ministérios e as
secretarias, enquanto a administração indireta é
integrada tanto por pessoas jurídicas de direito público,
como as autarquias e as empresas públicas, quanto por
pessoas jurídicas de direito privado, como as sociedades
de economia mista.

(ADVOGADO DA CEB/2000)

78
11 As empresas públicas e as sociedades de economia
mista somente poderão ser instituídas após a edição de
lei específica.

12 As empresas públicas e as sociedades de economia


mista vinculadas à administração pública federal
possuem foro privilegiado na justiça federal.

13 As empresas públicas e as sociedades de economia


mista deverão ser registradas em cartórios de pessoas
jurídicas ou em juntas comerciais para poderem adquirir
personalidade jurídica.

14 (DEFENSOR PÚBLICO DA UNIÃO/2001) O


prefeito municipal de um pequeno município interiorano
resolveu organizar a prestação do serviço público
municipal de coleta do lixo urbano. A empresa pública
eventualmente criada para a referida finalidade teria
personalidade jurídica de direito público e gozaria das
vantagens próprias da fazenda pública.

15 (FISCAL DO INSS/2001) O atraso reprovável do


INSS em pagar dívida para com segurado não pode
levar à penhora dos bens do Instituto como meio de
satisfação forçada do direito do credor.

79
16 (Analista Judiciário – Área judiciária – STJ/99) - Ao
criar um número maior de ministério – órgão da
administração pública direta, desprovidos de
personalidade jurídica – , o poder público estará
implementando, nos respectivos setores, a
desconcentração administrativa. Ademais, ao criar entes
públicos para a realização de determinadas atividades
estatais, dotados de personalidade jurídica própria
investidos dos necessários poderes de
administração, estará implantando a descentralização
administrativa.

17 (Analista Judiciário – Área judiciária – STJ/99) - As


sociedades de economia mista e as empresas públicas,
integrantes da estrutura da administração pública
indireta, são desprovidas de privilégios fiscais. Inseridos
no mercado nacional, esses entes contratam livremente,
independentemente de licitação, embora devam prestar
contas anualmente ao Tribunal de Contas da União 18
(Juiz Substituto – PE/2000) - Quanto à organização
administrativa do Estado brasileiro, assinale a opção
correta.
(A) Autarquia são entes de direito público com
finalidade essencialmente administrativa e
hierarquicamente subordinados à pessoa jurídica que os
criou.
80
(B) Na vigente redação do texto constitucional, todo o
pessoal das autarquias deve necessariamente ser
admitido sob o regime da legislação trabalhista.
(C) Os órgãos públicos, por não terem personalidade
jurídica, não podem estabelecer relações jurídicas com
os particulares nem podem, diretamente, acionar o
Poder Judiciário.
(D) As empresas estatais são entes criados por meio do
mecanismo denominado, em direto administrativo,
descentralização administrativa; os entes, como essas
empresas, diferem dos órgãos públicos, entre outras
razões, por possuírem personalidade jurídica, ao
contrário destes.
(E) Uma vez que os entes da administração pública não
perdem seu caráter de auxiliares do Estado, a
administração central mantém hierarquia sobre eles e,
portanto, poder disciplinar sobre seus agentes.

19 (Atendente Judiciário TJ BA 2003) Uma autarquia


de um estado-membro da Federação ingressou com ação
no tribunal de justiça do respectivo estado, requerendo a
propriedade das terras de determinada área, ante a
ocupação mansa e pacífica por mais de vinte anos.
Ocorreu, todavia, que se tratava de terreno pertencente a
área demarcada, por meio de decreto do presidente da
República, como terra tradicionalmente ocupada por
81
uma tribo indígena. Considerando essa situação
hipotética, julgue os itens seguintes. Tratando-se o autor
da ação de entidade autárquica instituída por
estadomembro da Federação, detentora de personalidade
jurídica de direito público, a Constituição da República
somente admite o seu ingresso em juízo mediante
autorização constante de lei estadual específica.

20 (Atendente Judiciário TJ BA 2003) Administração


indireta, também denominada administração
descentralizada, decorre da transferência, pelo poder
público, da titularidade ou execução do serviço público
ou de utilidade pública, por outorga ou delegação.

21 (Oficial de Justiça de 3ª Entrância – TJ PE/2001) -


Acerca da organização administrativa, assinale a opção
incorreta.
A A criação de órgãos pela administração pública é
fenômeno relacionado à desconcentração
administrativa.
B Os órgãos independentes, de que é exemplo o TJPE,
não possuem personalidade jurídica própria.
C Empresas públicas e autarquias são entidades dotadas
de personalidade jurídica de direito público interno.

82
D Autarquias, fundações públicas, empresas públicas e
sociedades de economia mista integram a administração
pública indireta.
E Empresas públicas distinguem-se das sociedades de
economia mista, entre outros aspectos, porque, nas
primeiras, o capital social que as criou é exclusivamente
estatal, ao passo que, nas últimas, admite-se
participação de particulares em seu capital social.

22 (Assistente Judiciário de 1ª Entrância – TJ PE/2001)


- Personalidade jurídica de direito privado, necessidade
de lei autorizativa específica para a sua criação e capital
social exclusivamente estatal são características das
A autarquias.
B empresas públicas.
C sociedades de economia mista.
D fundações públicas.
E entidades que integram a administração pública direta.

23 (Assistente Judiciário de 1ª Entrância – TJ PE/2001)


- Caso um empregado de empresa pública do estado de
Pernambuco decida propor ação contra seu empregador
para reclamar salário não-pago, será competente para
julgar essa ação o(a)
A justiça do trabalho.
B justiça comum estadual em vara cível.
83
C justiça comum estadual em vara da fazenda pública.
D justiça federal de primeiro grau.
E TJPE.

24 (Oficial de Justiça de 2ª Entrância – TJ PE/2001) - O


governo do estado de Pernambuco decidiu criar
entidade para a captação de poupança popular com
vistas ao financiamento de moradia para a população de
baixa renda. Essa entidade teria as seguintes
características: controle estatal, forma de sociedade
anônima, personalidade jurídica de direito privado e
participação minoritária de particulares em seu capital
social. Nessa situação hipotética, a entidade a ser criada
pelo governo estadual será um(a)
A sociedade de economia mista.
B autarquia.
C organização social.
D órgão independente.
E empresa pública.

25 (Assistente Judiciário de 2ª Entrância – TJ PE/2001)


- A existência de personalidade jurídica própria de
direito público, criação por lei específica e o
desempenho de atividades típicas de Estado são
algumas das características de um(a)
A autarquia.
84
B fundação pública.
C sociedade de economia mista.
D órgão independente.
E órgão autônomo.

26 (Escrivão - TJ RR/2001) - As expressões


descentralização e desconcentração são utilizadas para
significar o mesmo fenômeno — a distribuição de
competências de uma para outra pessoa, física ou
jurídica.

27 (Técnico Judiciário – Área Administrativa –


TST/2003) Delegação e descentralização, juridicamente,
têm o mesmo sentido: transferência, pelo poder público,
da titularidade ou da execução da atividade para outras
entidades. Dessa forma, a administração indireta
corresponde à prestação descentralizada das funções
estatais e compreende as autarquias, as fundações
instituídas pelo poder público, as sociedades de
economia mista, as empresas públicas e as
concessionárias e permissionárias de serviço público.

28 (Técnico Judiciário – Área Administrativa –


TST/2003) As sociedades de economia mista que
explorem atividades econômicas vinculam-se ao regime
jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto
85
a direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e
tributários, estando sujeitas à falência.

(Fiscal de Contribuições Previdenciárias – INSS/1997) -


Quanto à estrutura da administração pública federal,
julgue os itens a seguir.

29 Embora seja pessoa jurídica de direito privado, a


empresa pública federal caracteriza-se por ser composta
apenas por capital público.

30 Ao contrário das entidades da administração pública


indireta, os órgãos da administração pública direta têm
personalidade jurídica de direito público.

31 fato de as sociedades de economia mista


qualificarem-se como pessoas jurídicas de direito
privado torna desnecessário que as mesmas sejam
criadas por lei específica.

32 No direito administrativo brasileiro, autarquia


conceitua-se como um patrimônio público dotado de
personalidade jurídica para a consecução de finalidade
especificada em lei

86
33 A autarquia é concebida como pessoa jurídica
destinada ao desenvolvimento de atividade econômica
pelo Estado, de modo descentralizado.

34 (Defensor Público de 4ª Classe – Amazonas/2003) -


A administração indireta federal é composta tanto por
pessoas jurídicas de direito público quanto por pessoas
jurídicas de direito privado.

35 (Juiz Substituto – TJBA/2002) - A Empresa


Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) é empresa
pública federal; isso significa que ela poderia ter
qualquer forma societária, inclusive a de “sociedade
unipessoal”, o que évedado para as sociedades de
economia mista; por outro lado, se agência da ECT for
alvo de roubo, a ação penal deverá ser promovida pelo
MPF, perante a justiça federal.

36 (Procurador TCE RN/2002) A EC n.º 19/ 1998


realizou significativa modificação conceitual no regime
jurídico das empresas públicas e das sociedades de
economia mista que exploram atividade econômica,
sujeitandoas ao regime jurídico próprio das empresas
privadas. A respeito dessas empresas estatais, julgue o
seguinte item. Em razão de sua natureza privada, essas
empresas não possuem privilégios de qualquer espécie,
87
inclusive foro ou juízo privilegiado. Isso não significa
que não possam ter os privilégios que a lei autorizadora
de sua instituição, ou outra, outorgar- lhes, mesmo que
se trate de privilégios fiscais não- extensivos às
empresas do setor privado.

(Agente da polícia Federal/1997) - Acerca dos


mecanismos de organização administrativa, julgue os
seguintes itens.

37 Sabendo que o Serviço Federal de Processamento de


Dados (SERPRO), que tem a natureza de empresa
pública, foi criado porque a União concluiu que lhe
conviria criar uma pessoa jurídica especializada para
atuar na área de informática, é correto afirmar que a
União praticou, nesse caso, descentralização
administrativa

38 Tendo o Departamento de Polícia Federal (DPF)


criado, nos estados da Federação, Superintendências
Regionais (SRS/DPF),é correto afirmar que o DPF
praticou a desconcentração administrativa.

39 O Ministério Público Federal é órgão da União sem


personalidade jurídica; possui, portanto, natureza
autárquica.
88
40 As pessoas jurídicas integrantes da administração
pública indireta constituem um produto do mecanismo
da desconcentração administrativa.

41 Tanto na descentralização quanto na


desconcentração, mantém-se relação de hierarquia entre
o Estado e os órgãos e pessoas Jurídicas dela surgida.

(Analista legislativo àrea VIII – Câmara dos


Deputados/2002) -Acerca das fundações, julgue os itens
abaixo.

42 As fundações mantidas pelo poder público têm


dotação patrimonial inteiramente pública.

43 Somente mediante autorização expressa de lei,


poderá o poder público criar fundações públicas com
personalidade jurídica de direito privado, em vista da
aplicação de normas de direito público.

44 As fundações instituídas pelo poder público terão


capacidade de autoadministração, mas estarão sujeitas
ao controle administrativo por parte da administração
direta.

89
45 Só será permitida a criação de sociedades de
economia mista e empresas públicas, exploradoras de
atividade econômica, quando necessário para atender a
imperativos da segurança nacional ou a relevante
interesse coletivo.

46 (Atendente Judiciário TJ BA 2003) A administração


pública é formada pelo conjunto de órgãos instituídos
para a consecução dos objetivos do governo, dotada de
personalidade jurídica de direito público e incumbida da
realização das atividades que reflitam o interesse de
toda a coletividade.

47 (Analista de Controle Externo – TCU/2004) - O


controle das empresas estatais cabe ao ministério a que
estiverem vinculadas e se materializa sob a forma de
supervisão, estando previstos, ainda, na Constituição
Federal de 1988, outros instrumentos de controle que
são aplicados de acordo com as condições nela
estabelecidas.

48 C (Juiz Substituto – TJSE/2004) - O patrimônio das


autarquias vinculado às suas finalidades essenciais ou as
delas decorrentes goza da imunidade tributária
recíproca, prevista na Constituição da República.

90
(Juiz Federal Substituto – TRF/5ª Região – 2004) -
Acerca das autarquias e agências, julgue os itens a
seguir.

49 Em virtude da relação de supervisão exercida pelos


ministérios sobre as autarquias que lhes são vinculadas,
é juridicamente cabível a interposição de recurso
administrativo próprio, destinado ao ministro de Estado
respectivo, contra ato de prepostos daqueles entes
públicos.

50 As agências executivas têm natureza essencialmente


operacional, de maneira que não lhes compete exercer a
fiscalização de pessoas, bens e atividades, porquanto,
considerando o universo das agências, essa competência
é exclusiva das agências reguladoras. De acordo com a
doutrina, as agências executivas constituem importante
inovação na organização do Estado, criadas que foram
com a finalidade de realizar o princípio constitucional
da eficiência.

51 (Perito Criminal Federal – PF/2004 – Regional -


adaptada) - Amanda, ocupante de cargo público lotado
no Departamento de Polícia Federal (DPF), foi
condenada administrativamente à penalidade de
advertência por, no recinto da repartição, ter dirigido
91
impropérios a um colega de trabalho. Com referência à
situação hipotética apresentada acima e considerando
que o DPF é um órgão do Ministério da Justiça (MJ),
julgue o item a seguir.
O DPF integra a administração indireta da União.

(Procurador do Ministério Público junto ao TCU –


2004) - A respeito da administração pública, julgue os
seguintes itens.

52 O poder público pode criar empresa pública


unipessoal.

53 Toda sociedade em que o Estado tenha participação


acionária integra a administração indireta.

54 Descentralização é a distribuição de competências de


uma pessoa para outra, física ou jurídica, e difere da
desconcentração pelo fato de ser esta uma distribuição
interna de competências , ou seja, uma distribuição de
competências dentro da mesma pessoa jurídica.

55 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - Com


relação à organização administrativa, assinale a opção
correta.

92
A. No direito brasileiro, as agências reguladoras são
autarquias sob regime especial, o qual se caracteriza
pela independência administrativa, pela autonomia
financeira e pelo poder normativo dessas agências.
B. A instituição de autarquias ocorre por meio de
decreto, o qual aprova o regulamento ou estatuto da
entidade e transfere os bens que compõem seu
patrimônio inicial.
C. As fundações criadas pela administração pública com
personalidade jurídica de direito privado são submetidas
exclusivamente ao regime jurídico privado.
D. As sociedades de economia mista e as empresas
públicas têm em comum a sua criação por lei.
E. Nos termos da Constituição Federal, a extinção de
uma empresa pública, matéria privativa do chefe do
Poder Executivo, é feita por meio de ato do Poder
Executivo.
QUESTÃO 28 QUESTÃO 28 QUESTÃO 28
QUESTÃO 28
56 (Consultor Jurídico - SETEPS/PA – 2004) -
Considerando a SPA como sendo uma sociedade de
economia mista do estado do Pará, julgue os seguintes
itens.
A. Para prestar serviços públicos, a SPA não precisa
estabelecer contrato de concessão com a administração,

93
pois as competências dessa pessoa jurídica são definidas
em lei.
B. Apesar de ser uma pessoa jurídica de direito privado,
a SPA está sujeita à obrigação de contratar empregados
mediante concurso público.

57 (Analista de Assuntos Jurídicos do SERPRO/2004) -


Com referência à organização administrativa da União,
julgue os itens a seguir.
A. Considere a seguinte situação hipotética. A diretoria
do SERPRO, após avaliar a oportunidade de atuação no
segmento de segurança digital, concluiu que havia as
seguintes opções: criar uma nova subsidiária ou
participar como acionista em uma empresa privada, mas
sem deter o controle acionário. Nessa situação, a direção
do SERPRO dependerá de autorização legislativa tão
somente para a criação da subsidiária.
B. As empresas estatais — assim consideradas as
empresas públicas, as sociedades de economia mista e
suas subsidiárias — podem ter sua criação autorizada
por lei para a prestação de serviço público ou para a
execução de atividade econômica de natureza privada.
Em ambos os casos, a finalidade precípua é a
otimização do resultado, em razão de ser vedado a essas
entidades operar com prejuízo ou déficit orçamentário,
conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal.
94
58 (Técnico Judiciário / Área Administrativa – STJ –
2004) - Enquanto a desconcentração é a distribuição de
competências de uma para outra pessoa, física ou
jurídica, a descentralização é a distribuição interna de
competência dentro da mesma pessoa jurídica.

59 (Técnico Judiciário / Área Administrativa – STJ –


2004) – A descentralização por serviços caracteriza-se
pelo reconhecimento de personalidade jurídica ao ente
descentralizado, que deve ter capacidade de auto-
administração, patrimônio próprio, capacidade
específica ou de especialização e submissão ao controle
ou à tutela por parte de ente descentralizado nos termos
da lei.

60 (Analista Judiciário / Área Administrativa – STJ –


2004) – Diferentemente das empresas públicas, as
sociedades de economia mista devem se inscrever
obrigatoriamente na modalidade de sociedade anônima.

61 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e


Judiciária – TJAP – 2004) – As subsidiárias de
empresas públicas podem ser criadas por estas,
mediante ato administrativo próprio que também

95
regulará sua forma de funcionamento e as áreas de sua
atuação.

62 (Técnico Judiciário / Áreas Judiciária e


Administrativa – TJAP/2004) – As entidades
autárquicas diferem das fundacionais pelo fato de que
estas são pessoas jurídicas de direito público de natureza
meramente administrativa e aquelas podem ser pessoas
de direito privado com atuação devidamente prevista em
lei.

63 (Técnico Judiciário / Áreas Judiciária e


Administrativa – TJAP/2004) – O governo e a
administração pública são criações abstratas presentes
na Constituição da República e nas leis
infraconstitucionais, cuja atuação ocorre por meio das
entidades, traduzidas nas pessoas jurídicas, nos centros
de decisões — órgãos — e nos agentes.

64 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e


Judiciária – TJAP – 2004) – Na organização
administrativa brasileira, os territórios federais que não
integram a federação podem ser incluídos na
modalidade de descentralização, mas têm personalidade
de direito público e possuem capacidade genérica.

96
65 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e
Judiciária – TJAP – 2004) - Autarquias são todas as
sociedades civis ou comerciais de que o Estado tem o
controle acionário.

66 (Procurador PGE/ES – 2004) - O ente criado por lei,


com personalidade jurídica, patrimônio e receita
próprios, para exercer atividades típicas da
administração pública, para seu melhor funcionamento,
gestão administrativa e financeira descentralizada,
configura uma
A empresa pública.
B sociedade de economia mista.
C autarquia.
D fundação.
E empresa permissionária de serviço público.

67 (Auditor do Estado – Direito - ES/2004) - O


Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e a
Advocacia-Geral da União são órgãos autônomos da
administração pública federal.

68 (Analista Judiciário – Área: Administrativa – TRT /


10.ª – DEZ/2004) – As empresas públicas submetem-se
ao mesmo regime jurídico trabalhista a que empresas
privadas estão submetidas.
97
69 (Analista Judiciário – Área: Judiciária – TRT / 10.ª
REGIÃO – DEZ/2004) - Ricardo é empregado da
CAIXA, que é empresa pública federal. Nessa situação,
o empregador de Ricardo é dotado de personalidade
jurídica de direito privado.

(Juiz Substituto – TJBA – 2005) - Relativamente à


organização administrativa, julgue os itens a seguir.
70 As fundações instituídas pelo poder público, tanto as
que têm personalidade jurídica de direito público quanto
as de direito privado, são criadas para a persecução de
determinado interesse coletivo. Considerando que, por
disposição constitucional, compete ao MP a tutela
desses interesses, é indispensável a fiscalização do
órgão sobre todos os atos desses entes, segundo
reconhecem os estudiosos.

71 Uma sociedade de economia mista ou empresa


pública pode resultar da transformação, por lei, de um
órgão público preexistente.

72 (Ingresso na Titularidade dos Serviços Notariais e de


Registro do Foro Extrajudicial do Estado de Mato
Grosso – TJMT – 2005) - Acerca dos serviços públicos

98
e da organização administrativa, assinale a opção
correta.
A Serviço público somente pode ser concedido para
entidades privadas.
B As autarquias e fundações públicas compõem a
administração pública direta, enquanto as empresas
públicas e as sociedades de economia mista compõe a
administração pública indireta.
C Desconcentração é o fenômeno que transfere
determinado serviço público para outros entes, dotados
de personalidade jurídica própria.
D As autarquias são pessoas jurídicas de direito público
criadas por lei específica, com a finalidade de
desenvolver um serviço público de forma
descentralizada, podendo a nomeação de seus dirigentes
ser condicionada por lei à aprovação do respectivo
poder legislativo, sem que haja violação ao princípio da
separação de poderes.
QUESTÃO 38
73 (Analista Judiciário – Área: Judiciária – TRE / MT –
2005) - Entre os princípios fundamentais da
administração pública, encontram-se a descentralização
e a desconcentração. Quanto ao princípio da
descentralização, julgue os itens a seguir.
I A descentralização pressupõe a existência de uma
pessoa distinta da pessoa do Estado.
99
II O ente descentralizado age sem necessitar de outorga
do serviço ou atividade, ou de delegação para a sua
execução, mas sempre em nome próprio.
III A fundação pública, resultante do processo de
descentralização, é uma pessoa jurídica de direito
público que realiza atividades apenas de interesse
público.
IV Os ministérios e os órgãos de assessoramento da
Presidência da República são decorrências do processo
de descentralização.
V Os entes descentralizados são provenientes da divisão
do trabalho do Estado, visando a sua eficiência.
Estão certos apenas os itens
A I e II.
B I e V.
C II e III.
D III e IV.
E IV e V.
QUSTÃO 46UESTÃO 47
74 (Analista Judiciário – Área: Judiciária – TRE / MT –
2005) - Com relação à administração direta e indireta,
assinale a opção incorreta.
A Os ministérios são órgãos autônomos que compõem a
estrutura direta da administração pública federal.
B A administração indireta é constituída de serviços
atribuídos a pessoas jurídicas diversas da União,
100
públicas ou privadas, vinculadas a um ministério, mas
administrativa e financeiramente autônomas.
C Administração direta é o conjunto de órgãos
integrados na estrutura administrativa da União. A
exemplo, tem-se o Ministério da Ciência e Tecnologia, a
Controladoria-Geral da União, o Ministério do
Desenvolvimento
Social e Combate à Fome, entre outros.
D As pessoas jurídicas integrantes da administração
indireta — autarquias, fundações públicas, empresas
públicas e sociedades de economia mista — apresentam
pontos em comum: são criadas por lei específica,
possuem personalidade jurídica e patrimônio próprios.
E A administração indireta existe não somente no Poder
Executivo como também nos Poderes Judiciário e
Legislativo.
QUESTÃO 48
75 (Analista Judiciário – Área: Administrativa –
TRE/TO – 2005) -O Decreto-lei n.º 200/1967, com suas
alterações legislativas, regula a estrutura administrativa
da organização federal e divide a administração pública
em administração direta e indireta.
Sabendo que o Instituto Nacional do Seguro Social
(INSS) é uma autarquia; a Secretaria Especial de
Direitos Humanos é comandada por secretário especial,
que tem status de ministro; o IBAMA é uma autarquia;
101
a Caixa Econômica Federal é uma sociedade de
economia mista; a FUNAI é uma fundação pública; a
Casa Civil da Presidência da República é órgão de
assessoramento ao qual compete, entre outras tarefas,
coordenar e integrar as ações de governo, assinale a
opção incorreta.
A O IBAMA e a Caixa Econômica Federal fazem parte
da administração indireta. B A Casa Civil da
Presidência da República tem personalidade jurídica
própria e integra a administração indireta.
C A FUNAI é exemplo de entidade que integra a
estrutura da administração indireta.
D A Secretaria Especial de Direitos Humanos compõe a
administração direta.
E O INSS não é hierarquicamente subordinado ao
Ministério da Previdência Social.
QUESTÃO 34
76 (Defensor Público – SE – 2005) - Na outorga, o
Estado transfere, por contrato ou por ato unilateral,
unicamente a execução de determinado serviço, para
que o outorgado o preste em seu nome e por sua conta e
risco.

77 (Defensor Público – SE – 2005) - Na


desconcentração, ocorre a distribuição, em uma mesma
entidade, de atribuições para outros órgãos.
102
2º) ESAF
78 (AFC/2002) – Como entidades da Administração
Pública Federal Indireta, as autarquias e empresas
públicas podem ter em comum, por lhes serem iguais,
a) a sua natureza jurídica.
b) a imunidade fiscal.
c) o foro da Justiça Federal.
d) o regime jurídico de seus servidores.
e) o fato de constituírem um serviço público essencial
personificado.

79 (AFPS/2002) – De acordo com as normas legais


vigentes, as chamadas fundações públicas, na área
federal, são
a) equiparadas às empresas públicas.
b) entidades privadas fora da Administração.
c) entidades da Administração Indireta.
d) regidas por disposições do Código Civil.
e) órgãos da Administração Direta.

80 (Auditor SEFAZ – PI/2002) – Considerando a


Administração Pública Indireta, assinale a alternativa
falsa.
a) Cabe à lei complementar definir as áreas de atuação
das fundações governamentais.
103
b) A lei específica é necessária para a criação de
autarquias e de empresas públicas.
c) Depende de autorização legislativa a participação de
sociedade de economia mista no capital de empresa
privada.
d) A regra de vedação de acumulação remunerada de
cargos e empregos alcança inclusive as entidades de
direito privado integrantes da Administração Pública.
e) A sociedade de economia mista pode ser instituída no
âmbito municipal.

81 (TRF/2002) – As empresas públicas e sociedades de


economia mista, no contexto da Administração Pública
Federal, detêm alguns aspectos e pontos em comum,
juridicamente, mas entre os que lhes são diferentes
destaca-se
a) a sua natureza jurídica.
b) o regime jurídico dos seus servidores.
c) o foro de controle jurisdicional.
d) o tratamento fiscal privilegiado.
e) a exigibilidade de licitação.

82 (Assistente de Chancelaria – MRE/2002) – A pessoa


jurídica de direito público, de capacidade
exclusivamente administrativa, caracterizada como

104
sendo um serviço público personalizado, é o que na
organização administrativa brasileira chama-se de
a) órgão autônomo.
b) empresa pública.
c) sociedade de economia mista.
d) serviço social autônomo.
e) autarquia.

83 (Assistente de Chancelaria – MRE/2002) – Dá-se o


fenômeno da desconcentração administrativa, de
determinada atividade estatal, quando essa prestação é
exercida, necessariamente, por
a) uma unidade de órgão do próprio Estado.
b) uma entidade paraestatal.
c) outra pessoa distinta do Estado.
d) uma concessionária de serviço público.
e) uma empresa pública.

84 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – Enquanto a


desconcentração é um modo de realizar a prestação de
determinado serviço público instalando unidades do
próprio órgão, com certo poder de decisão, mais
próximo dos seus usuários, com distribuição interna de
competências, a descentralização ocorre ao transferir-se
tal atendimento ou execução, para outras pessoa ou
entidades criadas com essa finalidade.
105
a) Correta a assertiva.
b) Incorreta a assertiva, porque não existe distinção
entre descentralização e desconcentração.
c) Incorreta a assertiva, porque desconcentração e
descentralização são exatamente o oposto do que foi
afirmado.
d) Incorreta a assertiva, porque tanto a desconcentração
como a descentralização equivalem a transferir para
outra entidade a execução de determinado serviço.
e) Incorreta a assertiva, porque tanto a desconcentração
como a descentralização equivalem a manter a
competência e a prestação do serviço no mesmo órgão.

85 (ESAF/AGU/98) A Administração Pública, como tal


prevista na Constituição Federal (art. 37) e na legislação
pertinente (Decreto-Lei no 200/67, com alterações
supervenientes), além dos órgãos estatais e de diversos
tipos de entidades abrange, também,
(a) as concessionárias de serviço público em geral
(b) as universidades federais que são fundações públicas
(c) as organizações sindicais
(d) os chamados serviços sociais autônomos (Senai,
Senac etc.)
(e) os partidos políticos

106
86 (ESAF/AGU/98) As autarquias e as empresas
públicas, como integrantes da Administração Federal
Indireta, equiparam-se entre si pelo fato de que ambas
são
(a) pessoas administrativas, com personalidade jurídica
própria
(b) pessoas administrativas, sem personalidade jurídica
própria
(c) pessoas jurídicas de direito público interno
(d) pessoas jurídicas de direito privado
(e) pessoas ou entidades políticas estatais

87 (Arrecadador Tributário – Piaui/2001) - A


Administração Pública Direta é composta de:
a) autarquias
b) empresas estatais
c) organizações sociais
d) órgãos públicos
e) serviços sociais autônomos

88 (Analista de Mercado de Capitais - CVM /2000) - A


Administração Pública, a que o legislador constituinte
de 1988 dedicou todo um Capítulo, ao tratar da
organização do Estado, para submetê-la à observância
necessária dos princípios fundamentais da legalidade,
impessoalidade, moralidade e publicidade
107
a) restringe-se ao Poder Executivo Federal.
b) restringe-se aos Poderes Legislativo, Executivo e
Judiciário Federais.
c) restringe-se aos Poderes Executivos Federal,
Estaduais e Municipais.
d) abrange órgãos e entidades dos Três Poderes da
União, dos Estados e dos Municípios.
e) abrange órgãos e entidades federais, estaduais e
municipais, com suas subsidiárias, sociedades
controladas e concessionárias dos seus serviços
públicos.

89 (AFPS – Administração Tributária e


Previdenciária/2002) - A entidade da Administração
Pública Federal, com personalidade jurídica de direito
privado, que é submetida ao controle jurisdicional na
Justiça Federal de Primeira Instância, nas ações em que
figure como autora ou ré, quando não se tratar de
falência, acidente de trabalho, questão eleitoral e
matéria trabalhista, é a
a) autarquia.
b) empresa pública.
c) fundação pública.
d) sociedade de economia mista.
e) fazenda pública.

108
90 (AFPS – Administração Tributária e
Previdenciária/2002) - O que distingue,
fundamentalmente, os órgãos da Administração Direta
Federal das entidades da Administração Indireta é o fato
de
a) terem personalidade jurídica de direito público
(órgãos) e de direito privado (entidades).
b) terem atuação de âmbito nacional ou regional.
c) serem jurisdicionados da justiça federal ou da justiça
comum.
d) serem criados por lei ou ato dela decorrente.
e) integrarem ou não a estrutura orgânica da União
Federal.

91 (AFPS – Tributação e Julgamento/2002) - De acordo


com as normas legais vigentes, as chamadas fundações
públicas, na área federal, são
a) equiparadas às empresas públicas.
b) entidades privadas fora da Administração.
c) entidades da Administração Indireta.
d) regidas por disposições do Código Civil.
e) órgãos da Administração Direta.

92 (Agente Tributário Estadual - ATE – MS/2001) - Em


relação à organização administrativa brasileira, assinale
a afirmativa verdadeira.
109
a) A recente figura das organizações sociais reveste-se
da personalidade jurídica de direito público.
b) Após a Emenda Constitucional 19/98, ficou vedado
ao Poder Público criar fundações sob regime de direito
privado.
c) Empresas públicas e sociedades de economia mista
têm, exclusivamente, como objeto institucional
atividades relativas a serviços públicos.
d) No momento, somente existem no Brasil autarquias
classificadas como de serviço.
e) Caracteriza o órgão autônomo a personalidade
jurídica própria.

93 (AFC – STN/2002) - A espécie organizacional da


Administração Pública Indireta que deve ter sua área de
atuação definida em lei complementar é:
a) empresa pública
b) órgão autônomo
c) autarquia
d) fundação
e) sociedade de economia mista

94 (Analista de Assuntos Jurídicos – SERPRO/2001) -


A Administração Pública Federal Direta, como tal
prevista na Constituição e na legislação pertinente
vigente, restringe-se
110
a) aos órgãos do Poder Executivo
b) aos órgãos da estrutura da União
c) às autarquias e empresas públicas
d) às autarquias, empresas públicas e sociedades de
economia mista
e) aos órgãos da estrutura da União e suas autarquias

95 (Analista de Assuntos Jurídicos – SERPRO/2001) -


O SERPRO, Serviço Federal de Processamento de
Dados, no contexto da Administração Pública Federal, é
conceituado e caracterizado como sendo um(a)
a) órgão autônomo
b) autarquia federal
c) empresa pública
d) sociedade de economia mista
e) concessionária de serviço público

96 (Analista de Compras da Prefeitura do Recife –


2003) - O Município do Recife (PE) é qualificado como
sendo uma
a) agência pública.
b) autarquia territorial.
c) entidade de administração indireta.
d) entidade política.
e) pessoa jurídica de direito privado.

111
97 (Auditor do Tesouro Municipal - Prefeitura do
Recife – 2003) - No sistema brasileiro, a noção de
pessoa política engloba as seguintes entidades:
a) Estados-Federados, autarquias e fundações públicas
b) União Federal e Municípios
c) Distrito Federal e empresas públicas
d) Municípios, Distrito Federal e autarquias
e) Autarquias e fundações públicas

98 (Defensor Público Ceará/2002) - Os entes


administrativos autônomos, criados por lei especifica,
com personalidade jurídica de Direito Público interno,
patrimônio próprio e atribuições estatais especificas,
denominam-se:
A) empresas públicas, não detentoras de privilégios
fiscais.
B) autarquias, detentoras de privilégios de imunidade a
impostos e impenhorabilidade dos seus bens.
C) fundações instituídas e mantidas pelo poder público,
com competência para exploração de atividade
econômica.
D) sociedades de economia mista, não detentoras do
privilégio de acumulação de cargos e empregos.

99 (AFPS – Administração Tributária e


Previdenciária/2002) - De acordo com as normas legais
112
vigentes, as chamadas fundações públicas, na área
federal, são
a) equiparadas às empresas públicas.
b) entidades privadas fora da Administração.
c) entidades da Administração Indireta.
d) regidas por disposições do Código Civil.
e) órgãos da Administração Direta.

100 (Analista MPU/2004 – Área Administrativa) - O


serviço público personificado, com personalidade
jurídica de direito público, e capacidade exclusivamente
administrativa, é conceituado como sendo um(a)
a) empresa pública.
b) órgão autônomo.
c) entidade autárquica.
d) fundação pública.
e) sociedade de economia mista.

101 (Analista do Instituto de Resseguros do Brasil -


IRB/2004) - O que caracteriza as entidades da
Administração Indireta Federal é que
a) são dotadas de personalidade jurídica distinta da
União.
b) são dotadas de personalidade jurídica de direito
privado.

113
c) são dotadas de personalidade jurídica de direito
público.
d) subordinam-se a órgãos da Administração Direta.
e) constituem um patrimônio público personificado.

102 (AFTE – RN / 2004) - O patrimônio personificado,


destinado a um fim específico, que constitui uma
entidade da Administração Pública, com personalidade
jurídica de direito público, cuja criação depende de
prévia autorização expressa por lei, se conceitua como
sendo
a) um órgão autônomo.
b) um serviço social autônomo.
c) uma autarquia.
d) uma empresa pública.
e) uma fundação pública.

103 (Oficial de Chancelaria – MRE/2004) – Quanto às


empresas estatais, assinale a afirmativa falsa:
a) As empresas públicas e as sociedades de economia
mista não poderão gozar de privilégios fiscais não
extensivos às do setor privado.
b) a exploração de atividade econômica pelas empresas
estatais decorrerá de segurança nacional ou de relevante
interesse.

114
c) pela previsão constitucional o estatuto das empresas
estatais poderá excluí-las da estrita observância da
legislação sobre licitação.
d) as empresas estatais somente podem ter por objeto
social a exploração de atividades econômicas.
e) é prevista a participação de acionistas minoritários na
administração das empresas estatais, em seus órgãos
colegiados.

104 (Gestor Fazendário – GEFAZ – MG/2005) -


Marque a opção que não corresponde a uma
característica das empresas públicas, consoante dispõem
o sistema legislativo e doutrina pátrios.
a) Seu capital é exclusivamente estatal.
b) Devem adotar a forma de sociedades anônimas.
c) Sua criação deve estar autorizada em lei.
d) Sujeitam-se ao controle estatal.
e) Podem prestar serviços públicos ou explorar
atividade econômica.

105 (Analista do Planejamento e Orçamento –


MPOG/2005) - Em virtude de suas características e
peculiaridades jurídicas e administrativas, o
Departamento de Polícia Federal, instituição integrante
da estrutura do Ministério da Justiça, pode ser

115
classificado, no âmbito da organização administrativa
brasileira, como:
a) autarquia
b) órgão autônomo
c) fundação pública
d) autarquia especial
e) agência especial

106 (Especialista em Políticas Públicas e Gestão


Governamental – MPOG/2005) - Sobre a organização
administrativa do Estado brasileiro é incorreto afirmar:
a) no plano federal, as fundações governamentais
apresentam personalidade jurídica de direito público,
com as mesmas características das autarquias.
b) as sociedades de economia mista que exploram
atividade econômica não se sujeitam à teoria da
responsabilidade objetiva pelos atos de seus agentes.
c) as autarquias territoriais são entidades conhecidas no
direito brasileiro.
d) as empresas públicas prestadoras de serviços públicos
vinculam-se ao regime de direito privado, mas sujeitam-
se, também, a regras do regime jurídico-administrativo.
e) as agências reguladoras podem-se organizar sob
qualquer forma de direito público - órgão da
administração direta, autarquia ou fundação.

116
107 (AFRF/2005) - Em seu sentido subjetivo, o estudo
da Administração Pública abrange
a) a atividade administrativa.
b) o poder de polícia administrativa.
c) as entidades e órgãos que exercem as funções
administrativas.
d) o serviço público.
e) a intervenção do Estado nas atividades privadas.

108 (AFRF/2005) - Em relação à organização


administrativa da União Federal, assinale a afirmativa
verdadeira.
a) O contrato de gestão só pode ser celebrado entre a
União Federal e as entidades descentralizadas.
b) As fundações públicas de direito público estão
impedidas de exercer poder de polícia administrativa.
c) É possível, na esfera federal, uma empresa pública
ser organizada sob a forma de sociedade anônima,
sendo a União Federal a sua única acionista.
d) As agências reguladoras podem, no âmbito da
Administração Indireta, assumir a forma de autarquias,
fundações ou empresas públicas.
e) As denominadas fundações de apoio às instituições
federais de ensino superior integram o rol da
Administração Pública Indireta.

117
109 (Advogado IRB/2006) - Assinale a opção falsa.
As empresas públicas federais, no direito
brasileiro,submetem-se ao regime jurídico próprio das
empresas privadas no que toca:
a) aos direitos e obrigações civis.
b) às obrigações trabalhistas.
c) ao foro, nas causas de competência da justiça comum.
d) às obrigações tributárias.
e) à forma de organização.

110 (TRF/2006) - A entidade da Administração Indireta,


que se conceitua como sendo uma pessoa jurídica de
direito público, criada por força de lei, com capacidade
exclusivamente administrativa, tendo por substrato um
patrimônio personalizado, gerido pelos seus próprios
órgãos e destinado a uma finalidade específica, de
interesse público, é a
a) autarquia.
b) fundação pública.
c) empresa pública.
d) sociedade de economia mista.
e) agência reguladora.

111 (TRF/2006) - As sociedades de economia mista,


constituídas com capitais predominantes do Estado, são
pessoas jurídicas de direito privado, integrantes da
118
Administração Pública Indireta, são regidas pelas
normas comuns aplicáveis às empresas particulares,
estando fora do âmbito de incidência do Direito
Administrativo.
a) Correta esta assertiva.
b) Incorreta a assertiva, porque elas são pessoas
jurídicas de direito público.
c) Incorreta a assertiva, porque eles são de regime
híbrido, sujeitando-se ao direito privado e, em muitos
aspectos, ao direito público.
d) Incorreta a assertiva, porque seus capitais são
predominantes privados.
e) Incorreta a assertiva, porque elas são de regime
público, regidas exclusivamente pelo Direito
Administrativo.

3º) FCC:
112 (Analista Judiciário – Área Administrativa - TRE
BA/2003) - Incluem-se entre as entidades estatais
(A) os Estados e as Autarquias.
(B) a União e os Municípios.
(C) as empresas públicas e as sociedades de economia
mista.
(D) as fundações públicas e o Distrito Federal.
(E) as administrações indiretas de qualquer dos Poderes.

119
113 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE
CE/2002) - Nos termos da Constituição Federal, uma
empresa pública que explore atividade econômica deve
se sujeitar ao regime jurídico próprio das empresas
privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações
civis, comerciais, trabalhistas e tributários. Uma
empresa como essa
(A) pode criar suas subsidiárias independentemente de
autorização legislativa.
(B) está dispensada da realização de concurso público
para contratação de seu pessoal.
(C) está sujeita à regra da licitação para suas
contratações de obras, serviços, compras e alienações.
(D) pode ser instituída independentemente de
autorização legislativa.
(E) sujeita-se à execução de suas dívidas mediante o
sistema de precatórios.

114 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE


CE/2002) - Integram a Administração Indireta Federal,
nos termos do Decreto-Lei n o 200/67,
(A) as fundações públicas e os ministérios, as primeiras,
com personalidade jurídica de direito privado e, os
segundos, com personalidade jurídica de direito público.
(B) os ministérios e as autarquias, os primeiros e as
segundas com personalidade jurídica de direito público.
120
(C) as fundações públicas e as organizações sociais, as
primeiras e as segundas podendo possuir tanto
personalidade jurídica de direito público, como de
direito privado.
(D) as empresas públicas e as organizações da sociedade
civil de interesse público, as primeiras, com
personalidade jurídica de direito privado e, as segundas,
com personalidade jurídica de direito público.
(E) as autarquias e as sociedades de economia mista, as
primeiras, com personalidade jurídica de direito público
e, as segundas, com personalidade jurídica de direito
privado.

115 (Analista Judiciário – Execução de Mandados –


TRF 1ª Região/2001) – A administração pública pode
ser efetivada, imediatamente pela União, através de seus
próprios órgãos. Pode, também, ser realizada
mediatamente por meio de entes (personalizados) a ela
vinculados. Nesses dois casos, estamos nos referindo,
quanto ao aspecto funcional ou operacional,
respectivamente, à administração
(A) indireta e direta.
(B) direta e indireta.
(C) contratada e direta.
(D) indireta e terceirizada.
(E) terceirizada e contratada.
121
116 (Analista Judiciário – Execução de Mandados -
TRF 5ª Região/2003) – De acordo com o ensinamento
predominante na doutrina brasileira, pode-se identificar
na organização administrativa pátria, como fruto da
desconcentração, no plano federal,
(A) uma fundação pública.
(B) um ministério.
(C) uma autarquia qualificada como agência executiva.
(D) uma sociedade de economia mista.
(E) uma agência reguladora.

117 (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª


Região/2003) – Uma empresa que exerça atividade
econômica, com 70% de seu capital votante nas mãos da
União, sendo o restante de seu capital de propriedade de
um Estado,
(A) enquadra-se na definição legal de empresa pública,
tendo personalidade jurídica de direito público.
(B) enquadra-se na definição legal de sociedade de
economia mista, tendo personalidade jurídica de direito
público.
C) enquadra-se na definição legal de empresa pública,
tendo personalidade jurídica de direito privado.

122
(D) enquadra-se na definição legal de sociedade de
economia mista, tendo personalidade jurídica de direito
privado.
(E) não se enquadra em nenhuma definição legal quanto
às entidades da Administração indireta.

118 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª


Região/2001) - A repartição de funções entre os vários
órgãos (despersonalizados) de uma mesma
Administração, sem quebra de hierarquia, em que a
prestação de serviços é direta e imediata; e a atribuição
de Poderes da Administração a outrem, distinta da do
Estado, que age por outorga do serviço (mas sempre em
nome próprio), referem-se, respectivamente, à
(A) descentralização e desconcentração administrativa.
(B) desconcentração administrativa e descentralização.
(C) descentralização e delegação de serviço público.
(D) delegação de serviço público e execução direta.
(E) execução indireta e desconcentração administrativa.

119 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE


CE/2002) - A organização da Administração Pública
federal distingue a Administração direta da indireta. São
exemplos de integrantes da Administração direta e da
indireta, respectivamente,
(A) a Presidência da República e um Ministério.
123
(B)um Ministério e uma empresa pública.
(C) uma autarquia e uma sociedade de economia mista.
(D) uma autarquia e uma empresa privada
concessionária de serviço público.
(E) uma fundação pública e uma fundação privada.

120 (Procurador Judicial do Município de Recife/2003)


- Determinado Município adquire, no mercado de bolsa
de valores, ações representativas de 60% (sessenta por
cento) do capital votante de uma sociedade anônima,
passando a exercer o respectivo controle. Não houve,
porém, lei específica aprovada pela Câmara Municipal,
autorizando a operação. Nessa hipótese, a sociedade
anônima em tela
(A) passará a ser considerada sociedade de economia
mista municipal, integrante da Administração Direta.
(B) apenas passará a integrar a Administração Indireta
se se transformar em empresa pública, na forma da
legislação aplicável.
(C) passará a ser considerada empresa pública
municipal, integrante da Administração Indireta.
(D) integrará a Administração Indireta, como entidade
sui generis, sujeita ao regime jurídico geral de direito
privado.

124
(E) não integrará a Administração Direta, nem a
Indireta, sendo apenas uma companhia sob controle
municipal.

121 (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão


SET/2003) - Suponha o seguinte trecho de uma ementa
de acórdão:
“Dispensa-se de autorização legislativa a criação de
empresas públicas subsidiárias, desde que haja previsão
para esse fim na própria lei que instituiu a empresa de
economia mista matriz. A lei criadora é a própria
medida autorizadora.” Esse texto
(A) contraria a Constituição Federal, pois é necessária a
edição de lei autorizativa para a criação de cada
subsidiária de empresa pública ou sociedade de
economia mista.
(B) é compatível com a Constituição Federal, já tendo
até mesmo o Supremo Tribunal Federal decidido nesse
sentido.
(C) contraria a Constituição Federal, pois é
constitucionalmente vedada a criação de subsidiárias de
empresa pública ou sociedade de economia mista.
(D) contraria a Constituição Federal, pois empresas
públicas e sociedades de economia mista não têm sua
instituição dependente de autorização legislativa.

125
(E) contraria a Constituição Federal, pois é
desnecessária a autorização legislativa para a criação de
subsidiárias de empresa pública ou sociedade de
economia mista, sendo essa matéria de decisão
discricionária do Presidente da República.

122 (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia –


Novembro/2002) - Integram a Administração Pública
indireta
(A) os serviços sociais autônomos (Senai, Senac etc.).
(B) os partidos políticos.
(C) as concessionárias de serviço público em geral.
(D) as fundações instituídas pelo Poder Público, com
natureza jurídica de direito público.
(E) as organizações sociais.

123 (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia –


Novembro/2002) – NÃO se ajusta ao regime jurídico
das empresas estatais:
(A) a empresa pública poderá ser constituída sob
qualquer forma admitida em direito.
(B) a criação de subsidiárias das sociedades de
economia mista depende de autorização legislativa.
(C) o regime de pessoal é o da legislação trabalhista.

126
(D) a sociedade de economia mista não poderá usufruir
de privilégios fiscais não extensíveis às empresas da
iniciativa privada.
(E) a empresa pública depende de prévia autorização
legislativa para alienação de bem imóvel.

124 (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe


– Janeiro/2002) – A descentralização dos serviços
públicos por colaboração ocorre mediante
(A) contrato ou ato administrativo unilateral,
transferindo a execução de determinado serviço público
à pessoa jurídica de direito privado, conservando o
poder público a titularidade.
(B) ato administrativo unilateral, transferindo a
titularidade e a execução de determinado serviço
público à pessoa jurídica de direito público.
(C) ato bilateral e precário, transferindo a titularidade de
determinado serviço público à pessoa jurídica de direito
público.
(D) ato unilateral, discricionário e precário, transferindo
a titularidade e execução de determinado serviço
público à pessoa jurídica de direito privado.
(E) ato bilateral e discricionário, transferindo a
execução de determinado serviço público à pessoa física
ou jurídica.
02/01/02 - 16:
127
125 (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de
Sergipe – Janeiro/2002) - Considerando-se a
organização administrativa brasileira, há relação de
hierarquia entre
(A) um Ministro do Supremo Tribunal Federal e um
Ministro do Tribunal de Contas da União.
(B) um Senador e um Deputado Federal.
(C) um Governador de Estado e um Prefeito Municipal.
(D) o Presidente da República e um Ministro de Estado.
(E) um Presidente de Assembléia Legislativa e um
Presidente do Tribunal de Justiça do mesmo Estado.

126 (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de


Sergipe – Janeiro/2002) - É regra própria do regime
constitucional de uma sociedade de economia mista que
exerça atividade econômica a
(A) não incidência da obrigatoriedade de licitação para
contratar obras, serviços, compras e alienações.
(B) não sujeição ao controle pelo Tribunal de Contas.
(C) sujeição ao regime próprio das empresas privadas
quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais e
trabalhistas.
(D) possibilidade de gozo de privilégios fiscais não
extensíveis ao setor privado.
(E) não incidência da obrigatoriedade de realização de
concurso público para contratação de seus empregados.
128
26/12/01 -
127 (Procurador do Estado do Rio Grande do
Norte/2001) – Descentralização administrativa por
colaboração é:
a) a transferência por meio de contrato ou ato
administrativo unilateral da execução de determinado
serviço público a pessoa jurídica de direito privado,
conservando o poder público a titularidade do serviço.
b) a transferência por meio de contrato ou ato
administrativo unilateral da execução e da titularidade
de determinado serviço público a pessoa jurídica de
direito privado.
c) a transferência por lei da titularidade e da execução
de determinado serviço público para pessoa jurídica de
direito público ou privado.
d) atribuição de personalidade jurídica própria, de
direito público, a uma entidade local, geograficamente
delimitada, com capacidade administrativa genérica.
e) faculdade legal de celebração de contratos de
prestação de serviços relativos a atividades materiais
acessórias.

128 (Procurador do Estado do Rio Grande do


Norte/2001) - Assinale a alternativa que contém uma
afirmação incorreta.

129
a) Não existe poder de tutela entre a entidade
descentralizada e a pessoa jurídica que a instituiu sem
expressa previsão legal, na medida em que o poder de
controle não pode invadir a liberdade de auto-
administração atribuída ao ente descentralizado.
b) A tutela não se presume; ela se constitui de uma
soma de competências particulares atribuídas
explicitamente por lei, que não podem ser acrescidas,
nem por analogia.
c) Entes descentralizados não estão hierarquicamente
subordinados à Administração Direta. Existe apenas
uma vinculação para fins de controle.
d) O recurso hierárquico é dirigido a autoridade superior
àquela que proferiu a decisão atacada, para reexame da
questão. Sua interposição pressupõe a existência de
vinculação hierárquica.
e) Recurso hierárquico impróprio é aquele dirigido a
autoridade de órgão diverso daquele que proferiu a
decisão atacada. Sua interposição é sempre possível,
independente de expressa previsão legal, sendo
decorrência do princípio do contraditório e da ampla
defesa.

129 (Procurador do Estado do Rio Grande do


Norte/2001) - Sobre as autarquias, assinale a afirmação
correta:
130
a) Só podem ser criadas por lei, podendo assumir
personalidade de direito público ou privado.
b) Contra seus atos cabe mandado de segurança mas não
ação popular.
c) Têm plena capacidade de auto-administração, o que
lhes confere poder para criar o próprio direito.
d) Podem ser conceituadas como serviço público
descentralizado.
e) Não se sujeitam à lei de licitações.

130 (Analista Judiciário - Jud – TRT 3ª R/2004) -


Quanto à afirmação de ser o Presidente da República
autoridade hierarquicamente superior ao dirigente da
sociedade de economia mista, essa noção
(A) conflita com a regra consagrada pela doutrina, posto
que, segundo esta, não há relação de hierarquia entre
autoridades da Administração direta e autoridades da
Administração indireta.
(B) conflita com a regra consagrada pela doutrina, posto
que a relação hierárquica se estabelece entre um
Ministro e as autoridades da Administração indireta
vinculadas ao respectivo Ministério.
(C) conflita com a regra consagrada pela doutrina, posto
que a noção de hierarquia apenas se aplica aos órgãos
militares da Administração Pública.

131
(D) está harmônica com a regra consagrada pela dou-
trina, posto que se trata do Presidente da República e de
sociedade de economia mista federal.
(E) está harmônica com a regra consagrada pela
doutrina, posto que o Presidente da República é a
autoridade de máxima hierarquia da Administração do
País, independentemente de se cogitar de sociedade de
economia mista
federal, estadual ou municipal.

131 (Procurador – TC-PI/2005) - A União Federal


deseja criar sociedade de economia mista destinada ao
exercício da atividade de pesquisa, lavra,
beneficiamento e comercialização de minerais do país.
Os bens dessa sociedade
(A) podem ser revestidos da característica de
impenhorabilidade, se declarada na lei de sua criação.
(B) são inalienáveis e impenhoráveis por natureza.
(C) são considerados bens públicos, independentemente
de sua personalidade jurídica ser de direito privado ou
de direito público.
(D) não pode m ser considerados impenhoráveis.
(E) possuem o mesmo regime jurídico aplicável aos
bens das autarquias.

132
132 (Procurador do Município de São Paulo/2004) - No
direito brasileiro, os principais traços diferenciadores
entre as empresas públicas e as sociedades de economia
mista são os relativos à
(A)composição do capital e forma de organização.
(B) forma de criação e personalidade jurídica.
(C) personalidade jurídica e natureza da atividade a ser
desempenhada.
(D) natureza da atividade a ser desempenhada e forma
de organização.
(E) composição do capital e personalidade jurídica.

133 (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 9ª


R/2004) - Por meio de lei específica, o chefe do
executivo da cidade de Campo Verde obteve
autorização para instituir pessoa jurídica de direito
privado, constituída mediante capital público e privado,
destinada à prestação de serviço público de saneamento
básico, a qual deverá observar a seguinte denominação:
(A) Saneamento Básico Campo Verde S/A.
(B) Autarquia de Saneamento Básico Campo Verde.
(C) Fundação de Saneamento Básico Campo Verde.
(D) Empresa Pública de Saneamento Básico Campo
Verde.
(E) Organização Social de Saneamento Básico Campo
Verde.
133
134 (Analista Judiciário – Jud – TRT 9ª R/2004) - Após
autorização legislativa, o Prefeito de Campo Verde
criou pessoa jurídica de direito privado, destinada à
prestação de serviço de limpeza pública com recursos
exclusivos do Município, na forma de sociedade
anônima. A entidade em questão caracteriza-se como
(A) sociedade de economia mista, já que tem a forma de
Sociedade Anônima.
(B) empresa pública, pois, independentemente da forma,
tem capital integralmente público.
(C) autarquia municipal, pois desenvolve atividade
privativa do Estado.
(D) fundação pública, uma vez que presta serviços
públicos.
(E) agência reguladora, pois tem capital integralmente
público.

135 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE –


MG/2005) – Pessoa jurídica de direito público, criada
por lei específica para a prestação de serviço público,
contando com capital exclusivamente público, é
conceito jurídico de entidade
(A) empresarial.
(B) fundacional.
(C) autárquica.
134
(D) paraestatal.
(E) permissionária.

136 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE –


MG/2005) – A desconcentração de poderes às pessoas
jurídicas de direito público, que são investidas de
competências políticas, dar-se-á por
(A) atos regulamentares, com a criação de sociedades de
economia mista.
(B) atos infralegislativos, com a instituição das
entidades paraestatais.
(C) Decretos legislativos, com a criação de entes de
colaboração.
(D) Medidas Provisórias, com a instituição de empresas
públicas.
(E) Leis específicas, com a criação das autarquias.

137 (Juiz Substituto – TRT 11ª Região – 2005) - Uma


sociedade de economia mista federal, que explore
atividade econômica, deve se submeter ao regime
jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto
aos direitos e obrigações
(A) civis, comerciais, trabalhistas e tributários.
(B) civis, comerciais e trabalhistas, mas podem gozar de
regime tributário especifico.

135
(C) civis, comerciais e tributários, mas podem gozar de
regime trabalhista especifico.
(D) comerciais e tributários, mas podem gozar de
regimes civil e trabalhista específicos.
(E) civis e comerciais, mas podem gozar de regimes
trabalhista e tributário especificos.

138 (Auditor – TCE/MG/2005) - As autarquias, pessoas


jurídicas de direito público, são criadas
(A) por lei, dotadas de autonomia e integrantes da
Administração direta.
(B) por Decreto do Chefe do Executivo, mas
independentes em relação à pessoa política que as criou,
não se submetendo a controle da mesma.
(C) por lei, que lhes confere capacidade de auto-
administração e disciplina os limites do controle
exercido pela pessoa política que as criou.
(O) sob a forma de sociedades de capital e possuem
capacidade de auto-administração, embora integrem a
Administração indireta.
(E) por meio de Decreto e instituídas sob a forma de
sociedades de capital, das quais o ente que as criou
figura como principal acionista, ditando-lhes a
administração.

136
139 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE
Amapá – Jan/2006) - É correto afirmar que os órgãos
públicos, a exemplo dos Ministérios, Secretarias
Estaduais e Municipais
(A) se distinguem do Estado, por serem autônomas.
(B) são pessoas, sujeitos de direitos e obrigações.
(C) não têm personalidade jurídica.
(D) têm relação de representação com a vontade do
agente público.
(E) têm relação interorgânica e não interpessoal ou

140 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE


Amapá – Jan/2006) - Pessoa jurídica de direito público,
de natureza meramente administrativa, criada por lei
especifica para a realização de atividades, obras ou
serviços
descentralizados, contando com capital exclusivamente
público, é uma entidade
(A) social autônoma.
(B) estatal
C) autárquica
D) empresarial
E) paraestatal

141 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE


AP/2006) - Pessoa jurídica de direito público, de
137
natureza meramente administrativa, criada por lei
específica para a realização de atividades, obras ou
serviços descentralizados, contando com capital
exclusivamente público, é uma entidade
(A) social autônoma.
(B) estatal.
(C) autárquica.
(D) empresarial.
(E) paraestatal.

142 (Procurador de Manaus/2006) - As empresas


públicas
(A) são pessoas jurídicas de direito privado, constituídas
com capital exclusivamente público e estruturadas sob
qualquer modalidade empresarial.
(B) não se submetem às regras pertinentes às licitações
e contratos administrativos, por serem constituídas por
capital privado.
(C) respondem exclusivamente de forma subjetiva pelos
danos causados a terceiros por atos de seus agentes.
(D) são pessoas jurídicas de direito público, criadas por
lei específica pára a prestação de serviços públicos ou
exploração de atividades econômicas.
(E) seus servidores, por serem regidos pela
Consolidação das Leis do Trabalho, podem acumular
apenas empregos ou funções.
138
Gabarito:
1. C 25. A 49. E 73. B 97. B
2. C 26. E 50. E 74. E 98. B
3. C 27. E 51. E 75. B 99. C
4. E 28. E 52. C 76. E 100. C
5.C 29. C 53. E 77. C 101. A
6. C 30. E 54. C 78. C 102. E
7. C 31. C 55. A 79. C 103. D
8. E 32. E 56. EC 80. B 104. B
9. E 33. E 57. EE 81. C 105. B
10. E 34. C 58. E 82. E 106. E
11. C 35. C 59. C 83. A 107. C
12. E 36. E 60. C 84. A 108. C
13. C 37. C 61. E 85. B 109. D
14. E 38. C 62. E 86. A 110. B
15. C 39. E 63. C 87. D 111. C
16. C 40. E 64. C 88. D 112. B
17. E 41. E 65. E 89. B 113. C
18. D 42. E 66. C 90. E 114. E
19. E 43. C 67. C 91. C 115. B
20. E 44. C 68. C 92. D 116. B
21. C 45. C 69. C 93. D 117. C
22. B 46. E 70. E 94. B 118. B
23. A 47. C 71. C 95. C 119. B
24. A 48. C 72. D 96. D 120. E
139
121. B 126. C 131. D 136. E 141.C
122. D 127. A 132. A 137. A 142. A
123. E 128. E 133. A 138. C
124. A 129. D 134. B 139. C
125. D 130. A 135. C 140. C

NOVAS FIGURAS DA REFORMA


ADMINISTRATIVA

1) CESPE:
1 (Juiz Substituto - TJ RN/1999) - As organizações
sociais são
(A) órgãos pertencentes á Administração direta, tendo
por objeto o desenvolvimento de atividades relacionadas
ao ensino, á pesquisa científica, ao desenvolvimento
tecnológico, à proteção e à preservação da meia
ambiente, à
cultura e à saúde.
(B) autarquias, declaradas entidades de interesse social e
utilidade pública pana todos os efeitos legais.
(C) sociedades de economia mista, criadas por lei ou
decreto, sem fins lucrativos, administradas por conselho
do qual participam representantes do poder público.
(D) fundações de direito público, cujo patrimônio é
formado parcialmente com recursos públicos, votadas

140
ao desenvolvimento de atividades soais previstas na lei
ou decreto que as cria.
(E) pessoas jurídicas de direto privado que, preenchendo
os requisitos legais, podem celebrar contratos de gestão
com o poder público para a formação de parceria na
fomento e execução de determinadas atividades.

2 (Analista judiciário - Área Judiciária - TRT 6ª


região/2002) - As agências reguladoras constituem
espécie distinta de ente da administração pública
indireta: não são autarquias nem empresas públicas;
possuem personalidade jurídica de direito privado,
amplos poderes normativos e seus dirigentes não são
demissíveis ad nutum.

3 (Procurador TCE RN/2002) - A retirada do Estado da


prestação direta dos serviços ou do exercício de uma
atividade econômica não significa retorno ao Estado
liberal. E isso porque, ao mesmo tempo em que
acontece a retração do Estado na prestação de serviços
essenciais e relevantes, impõe- se a necessidade de sua
regulação indireta, de modo a garantir controle e
fomento dos referidos serviços, mesmo depois de sua
transferência aos particulares. Nesse contexto, tem- se a
criação das agências reguladoras no Brasil. Acerca
dessas agências, julgue os itens subseqüentes.
141
01 Caracterizam- se como autarquias de natureza
especial, possuindo grau de autonomia mais intenso que
aquele conferido às autarquias comuns e gozando de
prerrogativas estipuladas em suas leis instituidoras,
embora submetam- se ao poder de supervisão do
ministério ou secretaria a que se encontrem vinculadas.
Assim, em que pese não poderem atuar em
desconformidade com os princípios norteadores da
administração pública, principalmente o da legalidade,
possuem margem maior de discricionariedade, com
vistas a atender ao novo espírito que rege a atividade
estatal.

02 O seu âmbito de atuação passa por diversas áreas,


sendo as mais importantes as de fiscalização,
regulamentação, regulação e, por vezes, arbitragem e
mediação, porém, sempre dentro dos limites que a lei
impõe. Quando concebidas, as agências foram dotadas
de personalidade jurídica de direito privado, sendo cada
uma fruto de uma lei de criação.

03 Reconhece-se, no Brasil, a possibilidade de sua


atuação normativa, produzindo decisões que afetem a
vida dos administrados, condicionando seus direitos,
liberdades ou atividades econômicas por meio de
142
delegação do Congresso Nacional, isto é, admite- se
poder normativo às agências, desde que exercido nos
estritos limites das respectivas leis instituidoras.

04 As agências estão sendo criadas de modo cuidadoso,


sendo preservada a sua independência em relação ao
Poder Executivo, como forma de torná-las isentas de
pressões políticas. Contam com alto grau de autonomia,
inclusive financeira, pois são dotadas de verbas
próprias. Em virtude disso, o poder jurisdicional
conferido aos entes reguladores, no plano do direito
administrativo, não está subordinado ao controle do
Poder Judiciário.

05 Procurador TCE RN/2002) - 05 Em alguns estados,


foram criadas agências que visam, da mesma forma que
as agências nacionais, a regular serviços delegados.
Além de suas funções específicas, as agências estaduais
podem firmar convênios com agências nacionais, com o
escopo de realizar serviços de regulação dentro de seu
território. Entretanto, a possibilidade de formalização de
convênios depende da lei de constituição das agências.

4 (Analista legislativo àrea VIII - Câmara dos


Deputados/2002) -Julgue os itens que se seguem,
referentes às agências reguladoras.
143
01 As agências reguladoras têm natureza de autarquias
especiais, vinculam- se ao ministério competente para
tratar da respectiva atividade, e seus diretores são
nomeados pelo presidente da República, após aprovação
do Senado.
02 Como entidades da administração direta, as agências
reguladoras têm maior independência em relação ao
Poder Executivo.
03 O regime especial das agências refere-se à autonomia
administrativa e patrimonial assim como à gestão de
recursos humanos, que são elementos extrínsecos à
natureza de toda e qualquer autarquia.
04 Nota-se na legislação pertinente às agências
reguladoras o propósito de fugir das formas licitatórias
previstas nas normas gerais de licitação.
05 Quanto à política de recursos humanos, as agências
foram autorizadas à admissão de pessoal técnico em
caráter temporário.

5 (Analista legislativo àrea VIII - Câmara dos


Deputados/2002) -Julgue os itens seguintes, relativos às
organizações da sociedade civil de interesse público
(OSCIPs).
01 As OSCIPs são pessoas jurídicas de direito privado,
sem fins lucrativos, com objetivos sociais, que visam à
execução de atividades de interesse público e privado.
144
02 As organizações, para se qualificarem como OSCIPs,
dependem da assinatura de termo de parceria com o
poder público, instrumento que cria um vínculo de
cooperação entre as partes.
03 As organizações sociais, desde que se enquadrem
nos objetivos e finalidades indicados pela lei, poderão
ser qualificadas como OSCIPs.
04 O termo de parceria entre uma OSCIP e a
administração pública é um instrumento equivalente ao
contrato de concessão de serviço público.
05 Entre as áreas de promoção em que se permite a
qualificação de OSCIP encontram-se as de direitos
estabelecidos, construção de novos direitos e assessoria
jurídica gratuita de interesse suplementar.

6 (Analista legislativo àrea VIII - Câmara dos


Deputados/2002) -Julgue os itens a seguir, relativos à
reforma administrativa.
01 A figura dos contratos de gestão como instrumento
firmado entre o poder público e as entidades
qualificadas de organizações sociais foi introduzida no
direito brasileiro com a reforma administrativa.
02 Os contratos de gestão podem ter como objeto
atividades de ensino, pesquisa científica,
desenvolvimento tecnológico, cultura, saúde e
segurança pública.
145
03 O poder público e as organizações sociais podem
celebrar contratos de gestão sem processo licitatório.
04 As organizações sociais, tendo travado contrato de
gestão, estão aptas a receber bens em permissão de uso.
05 As organizações sociais, assim como as OSCIPs,
integram a denominada administração indireta, sendo
reguladas pelas mesmas normas e princípios do direito
administrativo.

7 (Analista legislativo àrea VIII - Câmara dos


Deputados/2002) -Julgue os seguintes itens.
01 A recente reforma do Estado brasileiro inclui um
Programa Nacional de Publicização (PNP), a fim de
repassar atividades desenvolvidas por entidades ou
órgãos públicos da União para organizações privadas,
denominadas organizações sociais.
02 A contratualização no âmbito da reforma do Estado
refere- se à ampliação das possibilidades do uso de
contratos entre o setor público e o privado ou o setor
público não- estatal.
03 A denominação “terceiro setor” vem sendo utilizada
para caracterizar as OSCIPs que poderão estabelecer
vínculo com o Estado por meio de termo de concessão
pública.
04 A modernização, o aumento da eficiência nos
serviços públicos, o controle e a participação sociais são
146
argumentos utilizados na justificativa para a realização
da recente reforma do aparelho burocrático estatal
brasileiro.
05 A legislação referente às organizações sociais, ao
invés de procurar flexibilizar os meios de atuação da
administração pública, como licitação, concurso
público, controle, contabilidade pública e orçamento,
procurou formas paralelas para reforçar a rigidez desses
institutos.

8 (Analista legislativo àrea VIII - Câmara dos


Deputados/2002) –A administração pública brasileira,
tomada em acepção subjetiva, de acordo com a letra do
Decreto-lei nº 200/67, não engloba os serviços sociais
autônomos.

9 (Analista legislativo àrea VIII - Câmara dos


Deputados/2002) O prefeito municipal de um pequeno
município interiorano resolveu organizar a prestação do
serviço público municipal de coleta do lixo urbano. Para
tal situação, não é possível a criação de uma
organização social, prevista em lei federal, em razão do
seu objeto.

(ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL/2002)

147
10 As organizações sociais se encaixariam naquilo que
o Plano Diretor da Reforma do Aparelho de Estado
denomina de serviços exclusivos, que são aqueles que,
por envolver o poder de Estado, o próprio Estado realiza
ou subsidia. O Estado tem interesse nesses serviços
porque os considera de alta relevância para os direitos
humanos ou porque envolvem economias externas.

11 As organizações sociais são um modelo de parceria


entre o Estado e a sociedade, regulado por meio de
contratos de gestão. O Estado continuará a fomentar as
atividades regidas pelas organizações sociais
publicizadas e exercerá sobre elas um controle
estratégico: lhes cobrará os resultados necessários à
consecução dos objetivos das políticas públicas.

12 As organizações sociais são uma inovação


constitucional, pois representam uma nova figura
jurídica. Fazem parte da administração pública, embora
continuem sendo pessoas jurídicas de direito privado. A
grande novidade
repousa mesmo na sua constituição mediante decreto
executivo.

13 Os responsáveis pela fiscalização da execução do


contrato de gestão da administração federal com uma
148
organização social, ao tomarem conhecimento da
prática de qualquer irregularidade ou ilegalidade na
administração de recursos ou bens de origem pública
por essa organização social, deverão dar ciência ao
Tribunal de Contas da União, sob pena de
responsabilidade solidária.

14 (Promotor de Justiça Substituto - MPRR/2001) -


Com as mudanças constitucionais e legais dos últimos
anos, passou-se a falar na existência das chamadas
agências executivas, a exemplo da Agência Nacional do
Petróleo e
da Agência Nacional de Telecomunicações; a doutrina
administrativista brasileira tem-se firmado no sentido de
que essas agências são atributos das empresas públicas,
fundações públicas ou autarquias, conforme o caso.

15 (Juiz Substituto - TJSE/2004) - O objeto dos


contratos de gestão que podem ser celebrados entre os
particulares e a administração pública restringe-se às
atividades que, por previsão constitucional, são
passíveis de
serem regidas pelo regime jurídico de direito privado.

16 (Juiz Federal Substituto - TRF/5ª Região - 2004) -


Nos termos da Lei n.º 9.790/1999, que rege as
149
organizações da sociedade civil de interesse público
(OSCIPs), essas entidades devem possuir personalidade
jurídica de direito privado e ser desprovidas de fins
lucrativos, não obstante possam remunerar o trabalho de
seus sócios ou associados, conselheiros, diretores e
empregados. Todavia, nem todas as pessoas jurídicas de
direito privado podem ser consideradas OSCIPs, a
exemplo do que ocorre com as sociedades comerciais.

17 (Papiloscopista Policial Federal - 2004) - Na


denominada reforma administrativa, em 1998, inseriu-se
na Constituição Federal dispositivo prevendo que a
autonomia gerencial, orçamentária e financeira dos
órgãos e entidades da administração direta e indireta
poderá ser ampliada mediante contrato a ser firmado
entre seus administradores e o poder público, que tenha
por objeto a fixação de metas de desempenho para o
órgão ou entidade. Esse dispositivo foi saudado como
de invulgar sapiência pela doutrina, porque possibilita à
pessoa jurídica de direito público a utilização de
avançado instrumento de gestão democrática.

18 (Procurador do Ministério Público junto ao TCU -


2004) - A previsão direta e efetiva da criação de
agências reguladoras no ordenamento jurídico brasileiro
deu-se com a promulgação da Constituição em 1988,
150
quando restou autorizada a regulação setorial das
telecomunicações, da energia elétrica e do petróleo.

19 (Procurador do Ministério Público junto ao TCU -


2004) - Os serviços sociais autônomos, embora não
integrem a administração indireta, estão sujeitos aos
princípios da licitação.

20 (Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004) -


Em razão de multa imposta pela Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (ANVISA), ante o descumprimento
por particular de normas aprovadas em tratado
internacional firmado pelo Brasil, moveu ele ação
contra a entidade que o autuara e contra seu diretor-
presidente, pedindo que, além da declaração de nulidade
da autuação, fosse ressarcido em perdas e danos.
Sustentou que a autuação era indevida, porque o ato era
composto e dependia, para sua validade, de visto de
autoridade superior. Procedente a ação, pediu a penhora
de bens da ANVISA.Em face dessa situação hipotética,
julgue os itens que se seguem.
A. A ANVISA é uma autarquia sob regime especial,
agência reguladora, que exerce poder de polícia.
B Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004) - Os
bens da ANVISA não estão sujeitos a penhora.

151
21 (Consultor Jurídico - SETEPS/PA - 2004 - adaptada)
- _ Considerando a APA como sendo uma autarquia
estadual do Pará, julgue o item a seguir.
A APA pode celebrar contrato de gestão com a União,
e, nessa hipótese, ela passará a ter status de agência
executiva.

22 (Analista Judiciário / Área Judiciária - TJAP - 2004)


- Considerando o direito administrativo no mundo
jurídico, o disposto sobre organização administrativa no
direito brasileiro e o serviço público, julgue os itens a
seguir.
A. As organizações da sociedade civil de interesse
público (OSCIPs) celebram com o Estado contratos de
gestão, enquanto as organizações sociais (OSs)
estabelecem termo de parceria.
B. As OSs exercem atividades sem fins lucrativos,
dirigidas a ensino, pesquisa científica, desenvolvimento
tecnológico, preservação do meio ambiente, cultura e
saúde.
C. Os serviços passados para as OSs têm caráter de
serviço público e são passíveis de prestação em regime
de concessão ou permissão.
D As OSCIPs não recebem repasse de serviço público
nem têm o poder público participando de seu quadro
diretivo, como ocorre nas OSs.
152
23 (Analista Judiciário - Área Judiciária - TER/AL -
2004) - De acordo com a doutrina administrativista, as
agências reguladoras têm natureza jurídica de empresa
pública.

24 (Procurador Consultivo - MP TCE/PE -2004) -


Quanto à administração pública e à reforma do Estado
contemporâneo brasileiro, julgue os itens seguintes.
A Os termos de parceria firmados entre o setor público e
uma organização da sociedade civil de interesse público
(OSCIP) consideram legítimas as despesas de
pagamento de pessoal efetivamente envolvido na
execução das atividades e projetos previstos no termo de
parceria.
B As OSCIPs devem ser pessoas jurídicas de direito
público sem fins lucrativos.
C Quanto à natureza jurídica, as agências reguladoras
são pessoas jurídicas de direito público.

25 (Procurador - MP TCE/PE - 2004) - O Plano Diretor


da Reforma do Aparelho do Estado previa, para as
organizações com atribuições de atividades exclusivas
de Estado, forma de propriedade patrimonial estatal e
forma de gestão burocrática.

153
26 (Assistente Técnico de Informática e Administração
- TCE/PE - 2004) - Quanto à administração pública e à
reforma do Estado contemporâneo brasileiro, julgue os
itens seguintes.
A O termo de parceria é o equivalente, para as OSCIPs,
ao contrato de gestão na mediação de seu
relacionamento com o setor público, devendo dele
constar objetivos e metas passíveis de monitoramento
periódico.
B Não há impedimento de ordem geral para que uma
organização social procure se habilitar como OSCIP.
C Qualquer pessoa jurídica de direito privado sem fins
lucrativos pode solicitar qualificação junto ao Poder
Executivo como organização social.
D Um contrato de gestão firmado entre o poder público
e uma entidade qualificada como organização social
deve sempre ser submetido, após aprovação pelo
conselho de administração da entidade, ao ministro de
Estado ou à autoridade supervisora da área
correspondente à atividade fomentada.
E As atribuições das agências reguladoras incluem a
formulação de políticas para os setores regulados.

27 (Defensor Público - SE - 2005) - As organizações


sociais são entidades colaboradoras do poder público,
em atividades relacionadas a ensino, pesquisa científica,
154
desenvolvimento tecnológico, proteção e preservação do
meio ambiente, cultura, saúde, entre outros, atendidos
os requisitos previstos em lei. Quanto à desapropriação,
julgue os itens subseqüentes.

28 (Juiz Federal Substituto da 5. Região/2005) - Uma


pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos,
que tem como objeto social a promoção da cultura,
defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico,
requereu ao Ministério da Justiça sua qualificação como
organização da sociedade civil de interesse público
(OSCIP). Analisado o requerimento, que foi instruído
com os documentos exigidos, e constatado o
atendimento dos requisitos legais, foi concedida a essa
pessoa jurídica a qualificação requerida. Com base na
situação hipotética acima, julgue os itens a seguir.
A Desde que atendidas as exigências legais, a concessão
a uma pessoa jurídica de direito privado da qualificação
de OSCIP é ato que se insere dentro do poder
discricionário da administração pública, que avaliará a
oportunidade e a conveniência para a sua prática.
B A vinculação entre o poder público e uma OSCIP é
feita por meio de termo de parceria; os bens imóveis
adquiridos por ela com recursos provenientes da
celebração do termo de parceria são gravados com
cláusula de
155
inalienabilidade.
C Na situação considerada, por incluir entre o seu objeto
social a promoção da cultura, a referida pessoa jurídica,
desde que cumpridos os demais requisitos exigidos em
lei, também poderia ser qualificada como organização
social. Nesse caso, a parceria entre ela e o poder público
seria feita por meio de um contrato de gestão que, na
sua elaboração, entre outros preceitos, deve observar os
princípios da impessoalidade e economicidade.

29 (Juiz Federal Substituto da 5. Região/2005) - As


agências reguladoras são autarquias sob regime
especial, que é caracterizado pela independência
administrativa, pela autonomia financeira e pelo poder
normativo atribuídos a
essas agências.

30 (Juiz Federal Substituto da 5. Região/2005) - A


qualificação de uma autarquia como agência executiva,
o que lhe assegura aumento dos valores de contratação
de obras e serviços de engenharia com dispensa de
licitação, depende de ela ter um plano estratégico de
reestruturação e de desenvolvimento institucional em
andamento ou, alternativamente, da celebração de
contrato de gestão com o respectivo ministério
supervisor
156
2º) ESAF
31 (Procurador BACEN/2001) - O contrato de gestão,
previsto no art.

37, § 8º, da Constituição Federal, não poderá ser


firmado com a seguinte entidade:
a) autarquia
b) organização social
c) sociedade de economia mista
d) fundação pública
e) organização da sociedade civil de interesse público

32 (Analista de Comércio Exterior - MDIC/2002) - A


recente reforma do Estado, empreendida pelo Governo
Federal, introduziu diversas novas figuras na
Administração Pública Federal. No rol abaixo, assinale
aquela que pode ser conceituada como o resultado da
qualificação que se atribui a uma autarquia ou fundação
pública cujo objetivo institucional seja uma atividade
exclusiva de Estado, com o propósito de dotá-la de
maior autonomia gerencial.
a) agência reguladora
b) organização social
c) serviço social autônomo
d) agência executiva
157
e) organização da sociedade civil de interesse público

33 (Procurador de Fortaleza/2002) - Em relação à


organização administrativa da União Federal, assinale a
opção verdadeira.
a) O contrato de gestão só pode ser celebrado entre a
União e suas empresas estatais.
b) É possível, na esfera federal, uma empresa pública
ser organizada sob a forma de sociedade anônima,
sendo a União Federal a sua única proprietária.
c) As fundações públicas de direito público não podem
exercer poder de polícia administrativa.
d) As agências reguladoras representam uma nova
categoria jurídica no âmbito da Administração Indireta,
distintas das autarquias e fundações.
e) As entidades do denominado Sistema S, inclusive o
Sebrae, integram o rol da Administração Pública
Indireta.

34 (AFPS/2002) - A Constituição Federal prevê a


concessão de autonomia gerencial, orçamentária e
financeira a órgãos e entidades da Administração
Pública, mediante contrato de gestão. O comando
constitucional não inclui, entre os assuntos da lei que
regerá o tema, o seguinte:
a) o prazo de duração do contrato.
158
b) a remuneração do pessoal.
c) os critérios de avaliação de desempenho.
d) o montante dos recursos.
e) a responsabilidade dos dirigentes.

35 (Analista Técnico - SUSEP/2002) - As agências


reguladoras, recentemente criadas na Administração
Pública Indireta Federal, não se caracterizam por
a) personalidade jurídica de direito público, sob a forma
de autarquia.
b) autonomia para editar normas administrativas
referentes ao objeto de sua regulação, observados os
limites legais.
c) independência de seu corpo diretivo.
d) exercício do poder de polícia respectivo à área de
atuação.
e) desvinculação a órgão ministerial supervisor

36 (Fiscal de Tributos Estaduais - SEFA-PA - 2002) -


Em relação à organização administrativa brasileira, é
correto afirmar que
a) agências executivas e agências reguladoras são
expressões com o mesmo significado jurídico.
b) o contrato de gestão pode ser celebrado com órgão
despersonalizado da Administração Direta.

159
c) as fundações governamentais com personalidade
jurídica de direito privado podem exercer poder de
polícia administrativa.
d) a empresa pública tem por objeto, sempre, a
exploração de atividade econômica.
e) as organizações sociais podem assumir a forma de
autarquias.

37 (AFCE-CE/TCU-2000) - O contrato de gestão, a ser


firmado entre o Poder Público e órgãos ou entidades da
Administração Pública, pode ter, nos termos da lei, os
seguintes objetos, exceto:
a) critérios de remuneração de pessoal
b) dispensa de observância de procedimento licitatório
para as contratações
c) ampliação da autonomia gerencial, orçamentária e
financ
d) obrigações e responsabilidades dos dirigentes
e) critérios de avaliação de desempenho

38 (Inspetor de Controle Externo - TCE/RN - 2000) -


Em relação à Organização Social, nova categoria de
entidade surgida com a reforma do Estado, assinale a
afirmativa falsa.
a) A Organização Social tem personalidade jurídica de
direito privado.
160
b) Sua qualificação resulta de um ato administrativo.
c) A lei de licitação, expressamente, inclui como
hipótese de dispensa a celebração do contrato de gestão
com Organização Social.
d) A Organização Social não integra a Administração
Pública Indireta, classificando-se como entidade de
colaboração com o Poder Público.
e) Pode haver cessão de servidores da pessoa política
para a Organização Social, bem como de bens e
equipamentos.

39 (Contador da prefeitura de Recife/2003) - As


agências reguladoras criadas nos últimos anos na esfera
federal assumiram a forma jurídica de:
a) fundações públicas
b) órgãos da administração direta
c) empresas públicas
d) sociedades de economia mista
e) autarquias

40 (Auditor do Tesouro Municipal - Prefeitura do


Recife - 2003) - Assinale, entre o seguinte rol de
entidades para-estatais, de cooperação com o Poder
Público, aquela que pode se originar de uma
transformação de entidade
integrante da Administração Pública Indireta:
161
a) serviço social autônomo.
b) fundação de apoio a instituição federal de ensino
superior.
c) organização da sociedade civil de interesse público.
d) fundação previdenciária de regime fechado.
e) organização social.

41 (Procurador da Fazenda Nacional/2002) - Tratando-


se de Administração Pública Descentralizada ou
Indireta, assinale a afirmativa falsa.
a) A qualificação como agência executiva pode recair
tanto sobre entidade autárquica quanto fundacional,
integrante da Administração Pública.
b) Conforme a norma constitucional, a empresa pública
exploradora de atividade econômica terá um tratamento
diferenciado quanto às regras de licitação.
c) Admite-se, na esfera federal, uma empresa pública,
sob a forma de sociedade anônima, com um único sócio.
d) Pode-se instituir uma agência reguladora cujo objeto
de fiscalização ou regulação não seja uma atividade
considerada como de serviço público.
e) As entidades qualificadas como Organizações
Sociais, pela União Federal, passam a integrar, para
efeitos de supervisão, a Administração Pública
Descentralizada.

162
42 (Analista de Controle Externo - ACE - TCU/2002) -
Tratando-se da organização administrativa da União
Federal, assinale a opção verdadeira.
a) As agências reguladoras podem ser instituídas sob a
forma jurídica de autarquias ou de empresas públicas.
b) As fundações de apoio às instituições federais de
ensino superior classificam-se como fundações públicas.
c) A empresa pública, quando prestadora de serviço
público, submete-se ao denominado regime jurídico-
administrativo.
d) A qualificação como agência executiva implica
alteração da natureza jurídica da entidade qualificada.
e) A qualificação de uma entidade como organização
social, pelo Poder Público, não implica sua inserção no
rol das entidades da Administração Pública Indireta.

43 (Auditor-Fiscal do Trabalho - MTE- 2003) - A


Constituição Federal estabeleceu a possibilidade de se
firmar um contrato de gestão entre organismos da
Administração Pública para concessão de autonomia
gerencial, orçamentária e financeira a órgãos e
entidades. A norma constitucional prevê uma lei para
reger o assunto. Não está prevista para esta lei dispor
sobre o seguinte:
a) prazo de duração do contrato.
b) critérios de avaliação de desempenho.
163
c) remuneração de pessoal.
d) formas de contratação de obras, compras e serviços.
e) responsabilidade dos dirigentes.

44 (Analista MPU/2004 - Área Processual) - A


legislação das agências reguladoras estabeleceu a
possibilidade de se utilizar, para a aquisição de bens e
contratação de serviços por essas entidades, uma
modalidade especial de
licitação, prevista tão-somente para essa categoria
organizacional. Tal modalidade denomina-se:
a) pregão
b) consulta
c) convite
d) credenciamento
e) registro de preços

45 (Oficial de Chancelaria - MRE/2004) - Não se inclui


entre as atividades legalmente previstas para serem
desenvolvidas pelas organizações sociais:
a) saúde.
b) o desenvolvimento tecnológico.
c) a cultura.
d) a proteção e a preservação do meio-ambiente.
e) a assistência social.

164
46 (Oficial de Chancelaria - MRE/2004) - Recente
figura do Direito Administrativo organizacional inovou
quanto ao poder regulamentar, de modo a permitir a
regulamentação de atos legislativos diretamente pela
entidade, sem interferência do chefe do Poder
Executivo. A espécie organizacional que recebeu tal
privilégio é
a) a organização social.
b) a agência executiva.
c) a organização da sociedade civil de interesse público.
d) o órgão autônomo.
e) a agência reguladora.

47 (AFRF/2005) - Assinale entre o seguinte rol de


entidades de cooperação com o Poder Público, não-
integrantes do rol de entidades descentralizadas, aquela
que pode resultar de extinção de entidade integrante da
Administração Pública Indireta.
a) Organização social.
b) Fundação previdenciária.
c) Organização da sociedade civil de interesse público.
d) Entidade de apoio às universidades federais.
e) Serviço social autônomo.

165
48 (AFC - CGU - 2006) - Pelo sistema constitucional
brasileiro, a categoria das agências reguladoras
apresentam competência de natureza:
a) legislativa e administrativa.
b) legislativa, administrativa e jurisdicional.
c) exclusivamente legislativa.
d) administrativa e jurisdicional.
e) exclusivamente administrativa.

49 (PFN/2006) - As pessoas jurídicas que integram o


chamado Terceiro Setor têm regime jurídico
a) de direito público.
b) de direito privado.
c) predominantemente de direito público, parcialmente
derrogado por normas de direito privado.
d) predominantemente de direito privado, parcialmente
derrogado por normas de direito público.
e) de direito público ou de direito privado, conforme a
pessoa jurídica.

50 (PFN/2006) - Sobre as pessoas jurídicas qualificadas


como Organizações da Sociedade Civil de Interesse
Público, assinale a opção incorreta.
a) Não podem ser fundações públicas.

166
b) Prestam contas, na sistemática adotada para o
controle externo pela Constituição Federal, de todos os
bens e recursos que tenha recebido de terceiros.
c) Devem possuir conselho fiscal ou órgão equivalente.
d) O vínculo de cooperação com o Poder Público é
estabelecido por meio de termo de parceria.
e) Necessariamente não têm fins lucrativos.

3º) FCC:
51 (Juiz de Direito Substituto - TJ RN/2002) - Uma
autarquia federal, qualificada como agência executiva,
passa a ter como um ponto diferencial de seu regime
jurídico
a) ter reduzida sua autonomia de gestão, passando a
vincular-se hierarquicamente ao Ministério supervisor.
b) possuir personalidade jurídica de direito privado.
c) não se submeter à fiscalização financeira e
orçamentária do Tribunal de Contas da União, mas
apenas a fiscalização direta do Congresso Nacional.
d) poder contratar compras, obras e serviços, com
dispensa de licitação, em valores que representem até o
dobro do limite de dispensa previsto na Lei nº 8.666/93.
e) estar dispensada da celebração de contrato de gestão
com o respectivo ministério supervisor.

167
52 (Juiz Substituto - TJ RN/1999) - As organizações
sociais são
(A) órgãos pertencentes á Administração direta, tendo
por objeto o desenvolvimento de atividades relacionadas
ao ensino, á pesquisa científica, ao desenvolvimento
tecnológico, à proteção e à preservação da meia
ambiente, à
cultura e à saúde.
(B) autarquias, declaradas entidades de interesse social e
utilidade pública pana todos os efeitos legais.
(C) sociedades de economia mista, criadas por lei ou
decreto, sem fins lucrativos, administradas por conselho
do qual participam representantes do poder público.
(D) fundações de direito público, cujo patrimônio é
formado parcialmente com recursos públicos, votadas
ao desenvolvimento de atividades soais previstas na lei
ou decreto que as cria.
(E) pessoas jurídicas de direto privado que, preenchendo
os requisitos legais, podem celebrar contratos de gestão
com o poder público para a formação de parceria na
fomento e execução de determinadas atividades.

53 (Juiz Substituto - TRF 5ª Região/2001) - A


ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações,
sendo autarquia de regime especial,

168
(A) pode prover seus cargos independentemente de
concurso público.
(B) é subordinada hierarquicamente ao Ministério das
Comunicações.
(C) tem dirigentes com mandato fixo e estabilidade.
(D) é dispensada da realização de licitação para
contratar obras e serviços e para alienar bens móveis.
(E) não se submete à fiscalização pelo Tribunal de
Contas da União.

54 (Promotor de Justiça - MP SE/2002) - Dentre outros


aspectos, diz-se que o Terceiro Setor é composto
(A) por entidades privadas, com ou sem intuito de lucro,
com finalidades educacionais, comerciais, sindicais,
político-partidárias e assemelhadas.
(B) por todos os órgãos que representam a
Administração Pública indireta, especialmente as
autarquias, sociedades de economia mista, empresas e
fundações públicas.
(C) pelas agências reguladores e executivas em parce-
ria com as empresas privatizadas de determinado grupo,
sujeitas à fiscalização do Poder Público.
(D) por organizações de natureza privada, sem objetivo
de lucro, dedicadas à consecução de objetivos sociais ou
públicos, embora não seja integrante da Administração
Pública.
169
(E) pelo Estado (Poder Público), com a colaboração do
Mercado em geral, das sociedades, associações civis e
fundações com finalidades estabelecidas em lei.

55 (Procurador do Estado de São Paulo/2002) - São


características das agências reguladoras criadas no
direito brasileiro:
(A) proibição de cumprimento de "quarentena";
instituição de mecanismos de autonomia de gestão
administrativa e patrimonial; previsão de mandato dos
dirigentes.
(B) existência da "quarentena"; implantação de
mecanismos de autonomia de gestão econômico-
financeira; previsão de mandato de seus dirigentes.
(C) atribuição de poder normativo; discricionariedade
técnica; inexistência de controle político pelo
Legislativo; participação popular na elaboração dos atos
regulatórios.
(D) discricionariedade técnica; participação do
Legislativo na escolha dos dirigentes; não submissão
das atividades-meio ao controle pelo Tribunal de
Contas.
(E) vitaliciedade dos dirigentes; adoção do regime
celetista para os servidores; atribuição de poder de
polícia.

170
56 (Procurador do Estado de São Paulo/2002) - As
organizações sociais
(A) compõem o aparelho do Estado, podendo tanto
integrar a Administração Direta quanto assumir a forma
de autarquias de regime especial.
(B) devem firmar contratos de gestão com o setor
público e as contratações por elas realizadas submetem-
se ao procedimento licitatório previsto na Lei no
8.666/93.
(C) representam forma de regulação das atividades da
iniciativa privada.
(D) foram criadas no direito brasileiro como integrantes
do setor público não-estatal, para atuação em áreas
específicas apontadas pelo legislador.
(E) integram a Administração Indireta do Estado.

57 (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) - As


organizações sociais, disciplinadas pela Lei no 9.637/98
na esfera federal são aquelas assim declaradas como
pessoas jurídicas de direito
(A) privado, sem fins lucrativos, que celebram contrato
de gestão com o Poder Público para obtenção de
recursos orçamentários e desenvolvem serviços sociais
não exclusivos do Estado, podendo estar dispensadas de
licitar no decorrer do exercício de suas atividades.

171
(B) público ou privado, destinatárias de fomento do
Poder Público para desenvolvimento de serviços
públicos ou atividades sociais, que se submetem a
regime jurídico de direito público ou privado, conforme,
respectivamente, devam ou não licitar.
(C) público ou privado, prestadoras de serviço público,
que se submetem integralmente ao regime de direito
público.
(D) privado, com fins lucrativos, que desempenham
serviços públicos não exclusivos do Estado e
submetem-se a regime jurídico de direito privado.
(E) privado, com ou sem fins lucrativos, que recebem
incentivos materiais e financeiros do Poder Público para
desenvolvimento de atividade social e que, portanto,
submetem-se integralmente à obrigação legal de licitar
no decorrer de suas atividades.

58 (Juiz Substituto - TRT 11ª Região - 2005) - No


Brasil, consolidou-se como característica regularmente
encontrada no regime jurídico especial das agências
reguladoras,
(A) a possibilidade de exercicio do poder regulamentar,
por delegação do Presidente da República.
(B) a estabilidade de seus dirigentes, na duração de seu
mandato.

172
(C) o regime jurídico exclusivamente estatutário de seus
servidores.
(D) o exercício do contencioso administrativo.
(E) a competência para atuar exclusivamente em relação
a atividades consideradas serviços públicos.

59 (Auditor - TCE/MG/2005) - Em relação à


organização e estrutura da Administração Pública, na
forma fixada pela Constituição Federal e pela legislação
infraconstitucional correspondente, é correto afirmar
que
(A) as Organizações Sociais e as Organizações da
Sociedade Civil de Interesse Público são entidades sem
fins lucrativos que podem vir a integrar a estrutura da
Administração Pública, mediante a celebração de
contrato de gestão ou termo de parceria.
(B) as sociedades de economia mista e as empresas
públicas têm por objetivo exclusivo permitir a
exploração de atividade econômica pelo poder público,
nas hipóteses expressamente autorizadas pela
Constituição Federal.
(C) as Agências Reguladoras, entidades dotadas de
elevado grau de autonomia administrativa, bem como
poderes de fiscalização, normatização e sancionatórios,
podem revestir-se da forma de autarquia ou empresa

173
pública, sujeitando-se, em ambos os casos, a regime
especial.
(D) os órgãos e as entidades da Administração direta e
indireta estão autorizados a celebrar contratos de gestão,
com vistas à ampliação de sua autonomia orçamentária,
gerencial e financeira.
(E) somente entidades dotadas de personalidade jurídica
de direito público podem atuar como prestadoras de
serviço público.

60 (FCC/Procurador do Estado de Pernambuco/2004) -


Em relação às entidades que integram a Administração
Indireta, é correto afirmar que
(A) as autarquias de regime especial, ainda que
qualificadas como agências executivas, necessariamente
submetem-se às regras gerais de dispensa de licitação
estabelecidas pela Lei no 8.666/93, inclusive quanto a
limites de valor.
(B)a qualificação de agência executiva autoriza dispensa
de licitação para contratações de valor superior à regra
geral, ainda que o contrato de gestão que confere aquela
qualidade à pessoa jurídica em questão tenha sido
celebrado com fundação ou autarquia preexistentes.
(C) a autarquia é pessoa jurídica de direito público, à
qual aplica-se integralmente o regime jurídico de direito

174
público, sendo, portanto, pessoa pública política e
administrativa.
(D) a autarquia submete-se integralmente ao regime
jurídico público, mas como possui poder de auto-
administração, não se submete a controle da
Administração, somente do Poder Judiciário.
(E) as autarquias ditas agências reguladoras assim se
denominam em razão da impossibilidade de revisão
judicial de suas decisões acerca de conflitos entre
aqueles que se submetem à sua gestão.

61 (Procurador - PGE-SE/2005) - Determinada pessoa


jurídica de direito privado, constituída sob a forma de
sociedade, não empresária e sem fins lucrativos, tem
como objeto principal a prática de atividades de defesa
do meio ambiente. Seu estatuto não prevê a existência
de conselho de administração, mas prevê a existência de
conselho fiscal, com atribuição de opinar sobre as
demonstrações financeiras da entidade. Supondo
existentes os demais requisitos legais, essa pessoa
jurídica poderá qualificar-se como organização
(A) social, mas não como organização da sociedade
civil de interesse público.
(B)da sociedade civil de interesse público, mas não
como organização social.

175
(C) social e como organização da sociedade civil de
interesse público, simultaneamente.
(D) social e como organização da sociedade civil de
interesse público, embora não simultaneamente.
(E) social e como organização da sociedade civil de
interesse público, desde que sua personalidade jurídica
seja de direito público.

Gabarito:
1. E 10. E 23. E 34. D 48. E
2. E 11. C 24. 35. E 49. D
3. 12. E CEC 36. B 50. B
CEEEC 13. C 25. E 37. B 51. D
4. 14. E 26. 38. B 52. E
CEECC 15. C CEECE 39. E 53. C
5. 16. E 27. C 40. E 54. D
EEEEC 17. E 28. 41. E 55. B
6. 18. E ECC 42. E 56. D
CECCE 19. C 29. C 43. D 57. A
7. 20. CC 30. E 44. B 58. B
CCECE 21. E 31. E 45. E 59. D
8. C 22. 32. D 46. E 60. B
9. C ECEC 33. B 47. A 61. B

176
PODERES ADMINISTRATIVOS

1º) CESPE
1 (PROCURADOR DO INSS/1999) O desvio do poder
ou desvio de finalidade ocorre quando o agente pratica o
ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou
implicitamente, na regra de competência.

2 (AGENTE DA PF/2000)
A Apesar de as polícias civil e federal desempenharem a
função de polícia judiciária, ambas são órgãos do Poder
Executivo e não do Poder Judiciário.
B Um agente de polícia federal poderia sofrer pena
administrativa de demissão, imposta com base no poder
disciplinar, caso indispusesse funcionários contra os
seus superiores hierárquicos. Entretanto, um agente não
poderia sofrer punição administrativa caso tentasse
convencer outros agentes a não executar a ordem do
superior hierárquico no sentido de que, durante a noite,
arrombassem a porta de uma residência para cumprir
mandado judicial de prisão.
C Se um agente de polícia federal fosse designado para
investigar a prática de corrupção passiva atribuída a
ocupantes de cargos comissionados de autarquia federal,
esse agente realizaria a investigação no exercício do

177
poder de polícia, em razão do que seria indispensável a
autorização judicial para a prática dos atos necessários.

3 (PAPILOSCOPISTA DA PF/2000) No exercício do


poder hierárquico, o superior, em certas circunstâncias,
pode tanto avocar a prática de determinado ato, quanto,
ele próprio, aplicar sanções punitivas a seus
subordinados.

4 (TITULAR DE CARTÓRIO DO DF/2000) Acerca do


poder de polícia, é juridicamente correto afirmar que a
competência para seu exercício é, em princípio, da
entidade política competente para legislar acerca da
matéria, que sua teoria geral é a mesma dos atos
administrativos e que, no exercício desse poder, a
administração pública pode impor restrições a direitos e
liberdades constitucionalmente assegurados.

5 (FISCAL DO INSS/2001) Mesmo que a autoridade


administrativa seja competente tanto para punir um
subordinado como para removê-lo para outra cidade,
será inválido o ato de remoção praticado como meio de
punição ao subordinado, ainda que haja necessidade de
pessoal na cidade para onde o servidor foi removido.

6 (PROCURADOR DA AGU/2001)
178
A Quando a Administração se vale de lei que prevê a
demissão de servidor público pela prática de ato
definido como crime e demite um servidor, ela exerce o
poder disciplinar.
B Quando o presidente da República expede um decreto
para tornar efetiva uma lei, ele exerce poder
regulamentar. Marcos é o governador de um estado-
membro do Brasil e, por isso, tem o poder de remover
os servidores públicos de uma localidade para outra,
para melhor atender ao interesse público. Um servidor
do estado namorava a filha de Marcos, contrariamente a
sua vontade. A autoridade, desejando pôr um fim ao
romance, removeu o servidor para localidade remota,
onde, inclusive, não havia serviço telefônico.
C O ato descrito está viciado por desvio de finalidade.
D O controle interno das atividades administrativas é
um dos meios pelos quais se exercita o poder
hierárquico.

7 (ESCRIVÃO DA PF/2002) Uma das competências do


chefe do Poder Executivo federal é a expedição de
decretos, com a finalidade de regulamentar as leis no
seio da Administração Pública; essa competência não dá
ao presidente da República, porém, o poder de baixar
decretos tratando amplamente de matérias ainda não
disciplinadas por lei, ou seja, não pode ele, na vigente
179
ordem constitucional, editar os chamados decretos
autônomos.

8 (AGENTE DA PF/2002) Considere a seguinte


situação hipotética. A empresa de vigilância privada
Águia Segurança e Vigilância Ltda. foi notificada pela
Comissão de Vistoria da Polícia Federal para, no prazo
de 35 dias, sanear o processo administrativo
concernente à revisão de autorização de funcionamento,
por meio da apresentação de uma série de documentos.
A empresa não apresentou todos os documentos
exigidos na notificação, sendo que, em vistoria para
atualização do Certificado de Segurança, constatou-se a
inobservância de inúmeros requisitos básicos para o
funcionamento, também não regularizados em tempo
hábil após notificação. A Portaria DPF nº 992/95 prevê
possibilidade de aplicação de pena de cancelamento de
registro de funcionamento de empresa de segurança
privada que deixe de possuir qualquer dos requisitos
básicos exigidos para o funcionamento e não promova o
saneamento ou a readaptação quando notificada a fazê-
lo. Nessa situação, diante do poder regular de polícia,
pode a autoridade competente cancelar o registro de
funcionamento da empresa Águia Segurança e
Vigilância Ltda., sem que, para tanto, tenha de recorrer
previamente ao Poder Judiciário.
180
9 (Atendente Judiciário TJ BA 2003) O poder
disciplinar é discricionário, pois não está vinculado à
prévia definição da lei sobre a infração funcional e a
respectiva sanção. Conforme a gravidade do fato a ser
punido, a autoridade escolherá, entre as penas legais, a
que melhor atenda ao interesse do serviço e a que
melhor reprima a falta cometida.

10 (Auxiliar Judiciário de 2ª Entrância – TJ PE/2001) -


O poder de que dispõe a administração pública para
condicionar o uso e o gozo de bens, direitos individuais
ou atividades, no interesse da sociedade ou do próprio
Estado, corresponde ao poder
A de polícia.
B hierárquico.
C disciplinar.
D discricionário.
E vinculado.

11 (Oficial de Justiça de 1ª Entrância – TJ PE/2001) - O


órgão de vigilância sanitária do estado de Pernambuco,
ao realizar inspeção, localizou, afixada na parede da
cozinha de determinado restaurante de Recife, a
seguinte citação: “Aqui nada se perde. Tudo se
transforma”. Vale dizer: as condições higiênicas eram as
181
piores possíveis. Ato contínuo, a vigilância determinou
a interdição do restaurante. Para esse tipo de situação
hipotética, o atributo de que dispõe a polícia
administrativa para agir independentemente de
autorização judicial
A não foi admitido no direito brasileiro, razão por que o
ato do órgão de vigilância foi ilegal.
B corresponde à auto-executoriedade.
C corresponde à presunção de legitimidade.
D decorre da imperatividade da atuação administrativa.
E compreende a cobrança de multas administrativas.

12 (Titular dos Serviços Notariais e de Registro – TJ


RR/2001) - Em determinado órgão da administração
pública federal direta, constatou-se o cometimento
reiterado de infrações funcionais por parte de
determinado servidor. A chefia, com vistas a punir
referido servidor, determinou a sua imediata remoção
para outra unidade daquele mesmo órgão, localizada em
local de difícil acesso.
Em face dessa situação hipotética, é correto afirmar que
a remoção do servidor
A é ato perfeitamente válido.
B pode ser questionada em sua validade haja vista não
ter sido assegurado ao servidor o direito ao contraditório
e à ampla defesa.
182
C é nula em face do desvio de finalidade.
D é nula em face do vício de forma na edição do ato.
E poderá ser convalidada se houver manifestação da
autoridade competente para a sua prática.

13 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 6ª


Região/2002) - A atividade administrativa, como
projeção objetiva da administração pública, inclui a
polícia administrativa, a qual executa e fiscaliza as
restrições impostas por lei ao exercício dos direitos
individuais em benefício do interesse coletivo.

14 (Auditor Fiscal INSS/200) - Mesmo que a autoridade


administrativa seja competente tanto para punir um
subordinado como para removê-lo para outra cidade,
será inválido o ato de remoção praticado como meio de
punição ao subordinado, ainda que haja necessidade de
pessoal na cidade para onde o servidor foi removido.

15 (Promotor de Justiça Substituto – MPAM/2001) - O


chefe de uma repartição pública determinou certa
obrigação a servidor, que, descumprida, ensejou a
instauração de inquérito administrativo. Nessa situação
hipotética, houve manifestação dos poderes
A vinculado e disciplinar.
B hierárquico e de polícia.
183
C hierárquico e disciplinar.
D discricionário e disciplinar.
E vinculado e de polícia.

16 (Promotor de Justiça Substituto – MPAM/2001) -


Valendo-se de sua competência legal, um agente
público praticou ato administrativo de remoção de
servidor público, tão-somente porque tinha inimizade a
este servidor.
Em face da situação hipotética apresentada, assinale a
opção correta.
A Obedecidos os limites legais, o ato de remoção não
pode ter sua finalidade questionada, já que esta se
relaciona ao mérito administrativo.
B O ato de remoção ocorreu com excesso de poder, já
que seu agente exorbitou do uso de suas faculdades
administrativas.
C Houve desvio de finalidade na remoção, pois, embora
formalmente legal, o ato praticado objetivou fim ilegal.
D Tendo usado sua competência dentro da lei, o agente
público valeu-se de mero uso de seu poder
discricionário.
E Não se pode imputar abuso de poder ao agente que
praticou o ato de remoção, dado ser pressuposto do
abuso a clandestinidade na prática do ato.
QUESTÃO 24
184
17 (Promotor de Justiça Substituto – MPRR/2001) - A
administração pública, ao exercer o poder de polícia,
tanto pode agir para prevenir atividades particulares
lesivas ao interesse público como pode atuar para
paralisar atividades já iniciadas, de maneira que, nesses
casos, a administração não precisa necessariamente
recorrer ao Poder Judiciário para defender o interesse
coletivo.

18 (Advogado da união/Nov 2002) - Se determinado


órgão público apreende medicamentos comercializados
ilegalmente, esse ato constitui exercício do poder de
polícia administrativa, embora tenha caráter repressivo e
apesar de esse poder agir de maneira sobretudo
preventiva.

19 (Agente da polícia Federal/1997) - Acerca dos


poderes da administração pública, julgue os itens a
seguir.
A. Considere que Cândido seja fiscal do instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
Renováveis (IBAMA), usando na à exploração ilegal de
madeiras, e que, pelas normas aplicáveis a seu trabalho,
Cândido seja obrigado apreender a madeira ilegalmente
extraída que encontrar no trabalho de fiscalização e a
aplicar multa aos responsáveis pela e pelo transporte do
185
madeirame. Assim, estes são exemplos de atos
resultantes do poder discricionário que Cândido detém.
B. O ato praticado no exercício de poder discricionário é
imune a controle judicial.
C. Considere a seguinte situação: Fátima é Delegada de
Polícia Federal e Superintendente Regional na SR do
DPF no Estado de Minais Gerais. Um servidor lotado
naquela SR foi alvo de procedimento administrativo,
por haver-se envolvido em vias fato com um colega, por
discussão irrelevante. Por delegação do Diretor do DPF,
a superintendente aplicou ao servidor, após o devido
processo legal, pena de suspensão por quinze dias. Em
ocasião, a Superintendente constatou que os atos
administrativos praticados na SR freqüentemente
apresentavam defeitos formais, o que a fez chamar a seu
gabinete os servidores responsáveis e orientá-los, no
exercício de coordenação e revisão próprias da
administração. Na situação apresentada, as medidas
tomadas pela Superintendente são exemplos de atos
praticados em decorrência do poder disciplinar.
D. A hierarquia implica o dever de obediência do
subalterno, dever que, no entanto, não é absoluto.
E. A hierarquia implica, como regra geral, as faculdades
de o superior delegar ou avocar atribuições.

186
20 (DELEGADO DA PF/2002) A função de polícia
judiciária não exclui da Polícia Federal o poder de
polícia
administrativa. O poder disciplinar impõe ao superior
hierárquico o dever de punir o subordinado faltoso.

21 (Analista legislativo àrea VIII – Câmara dos


Deputados/2002) - Por ser discricionário, o poder de
polícia, por vezes, não está submetido ao princípio da
motivação.

22 (Juiz Substituto – TJBA/2002) - O caráter preventivo


da atividade da administração pública não é nota
essencial do poder de polícia, uma vez que este pode
também agir repressivamente, como ocorre, por
exemplo, quando o poder público apreende gêneros
alimentícios impróprios para o consumo, após haver
tomado ciência do fato somente depois da
comercialização ou exposição à venda da mercadoria.

23 (Escrivão da PF/2002) O poder de polícia


fundamenta-se em vínculo geral que existe entre a
administração pública e os administrados e visa à
satisfação do interesse público; por isso, pode incidir
sobre qualquer direito do cidadão sem causar ofensa aos

187
direitos fundamentais previstos no ordenamento
jurídico, desde que respeite os
princípios constitucionais da administração.

24 (Juiz Federal Substituto – TRF/5ª Região – 2004) -


Se uma lei estatuir que, para o gozo de determinado
direito por ela criado, o cidadão precisa fazer prova
documental de certos fatos à autoridade administrativa,
poderá o chefe do Poder Executivo, no exercício válido
do poder regulamentar, estipular que documentos serão
aceitos como prova, desde que não crie obrigação nova
para os cidadãos.

25 (Perito Criminal Federal – PF/2004 – Regional -


adaptada ) - Amanda, ocupante de cargo público lotado
no Departamento de Polícia Federal (DPF), foi
condenada administrativamente à penalidade de
advertência por, no recinto da repartição, ter dirigido
impropérios a um colega de trabalho. Com referência à
situação hipotética apresentada acima e considerando
que o DPF é um órgão do Ministério da Justiça (MJ),
julgue o item a seguir.
O ato que aplicou a referida sanção a Amanda configura
exercício de poder disciplinar.

188
26 (Perito Criminal Federal – PF/2004 – Regional -
adaptada ) - Julgue os item a seguir, considerando que o
Departamento de Polícia Federal (DPF) é um órgão do
Ministério da Justiça que tem competência para apurar
infrações penais contra a ordem política e social ou em
detrimento de bens, serviços e interesses da União ou de
suas entidades autárquicas e empresas públicas. O DPF
exerce atividade de polícia administrativa, visto que
apura infrações penais contra a administração pública
federal.

27 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - Com


referência aos poderes da administração, as sinale a
opção correta.
A Os poderes administrativos são instrumentais, sendo
utilizados pela administração pública para cumprir suas
finalidades.
B A inexistência de vinculação absoluta permite à
administração pública apreciar aspectos de
conveniência, interesse público e de forma, quando no
uso do seu poder vinculado.
C A discricionariedade da administração pública aplica-
se apenas aos aspectos de conteúdo e de oportunidade
do ato administrativo.

189
D Com o uso do poder hierárquico, é sempre possível a
invalidação, pela autoridade superior, dos atos
praticados por seus subordinados.

28 (Analista Judiciário / Área Judiciária – STJ – 2004) -


Não é correto comparar as situações subjetivas
decorrentes das competências públicas com direitos
subjetivos, uma vez que as mesmas encerram deveres de
atuação no interesse alheio.

29 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e


Judiciária – TJAP – 2004) – Poder discricionário é
aquele concedido à administração, de modo explícito ou
implícito, para a prática de atos administrativos, com
liberdade de escolha da conveniência, oportunidade e
conteúdo.

30 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e


Judiciária – TJAP – 2004) - Os agentes dos Poderes
Legislativo e Judiciário, ao exercitar suas funções
típicas, desempenham-na sob o influxo do poder
hierárquico.

31 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TER/AL –


2004) - Caso determinado ato administrativo seja
praticado com base no exercício do poder discricionário,
190
não competirá ao Poder Judiciário reexaminá-lo nem lhe
decretar nulidade, salvo se padecer de vício de forma.

32 (Técnico Judiciário – Área Administrativa –


TRE/AL – 2004) - Considere que o TRE/AL editou
resolução alterando o seu regimento interno. Essa
resolução não pode ser considerada um ato que
configure exercício de poder regulamentar.

33 (Delegado de Polícia Federal / 2004) - O abuso de


poder, na modalidade de desvio de poder, caracteriza-se
pela prática de ato fora dos limites da competência
administrativa do agente.

34 (Analista Judiciário / Área Judiciária – TRE/RS –


2003) - Em linguagem comum, costuma-se dizer que
quem usa do poder tende a fazê-lo abusivamente.
Todavia, o direito constitucional e o direito
administrativo em especial encontram formas de
assegurar que os agentes públicos tenham limites no
cumprimento de suas atividades e funções. Isso se
traduz em alguns deveres constitucionais e princípios,
que também não podem ser desconsiderados pela
administração pública. Considerando o texto acima e o
disposto a respeito de administração pública, julgue os
itens subseqüentes.
191
A. Enquanto, no desvio de finalidade, a autoridade,
embora competente para a prática do ato, vai além do
permitido e exorbita no uso de suas faculdades
administrativas, no excesso de poder, a autoridade
pratica atos por motivos ou fins diferentes daqueles
objetivados pela lei ou pelo interesse público.
B. Poder disciplinar é aquele de que dispõe o Poder
Executivo para a distribuição e o escalonamento de
funções de seus órgãos, ordenando e revendo a atuação
de seus agentes e estabelecendo a relação de
subordinação entre os servidores do seu quadro pessoal.
C. Rever atos de inferiores hierárquicos significa
apreciar tais atos em todos os seus aspectos, para mantê-
los ou invalidá-los; já avocar é chamar para si as
funções originariamente atribuídas a um subordinado.

35 (Procurador Consultivo – MP TCE/PE -2004) -


Quanto ao poder normativo, julgue os itens a seguir.
A O poder normativo originário é aquele cuja
competência é outorgada pela Constituição Federal.
B O poder normativo é privativo do chefe do Poder
Executivo.
C O presidente da República pode, mediante decreto,
extinguir funções e cargos públicos vagos.

192
36 (Cargo: Promotor de Justiça – MP / MT – 2005) -
Para alguns estudiosos, a Emenda Constitucional n.º
32/2001 deu ao presidente da República o poder de
baixar os chamados decretos autônomos, dentro de
certos limites. Independentemente dessa discussão, é
certo que o chefe do Poder Executivo, ao baixar
decretos para dispor acerca da organização e do
funcionamento da administração federal, continua
submetido ao princípio da legalidade e não pode, por
exemplo, criar nem extinguir órgãos públicos.

37 (Juiz Substituto – TJBA – 2005) - Em sentido amplo,


é juridicamente correto afirmar que o exercício do poder
de polícia está associado à atividade do Poder
Legislativo e do Poder Executivo.

38 (Analista Judiciário – Área: Judiciária – TRE / MT –


2005) - A administração do TRE/MT editou ato
permitindo a Francisco instalar gratuitamente, no hall de
entrada da sede do tribunal, uma pequena banca para a
venda de livros jurídicos durante os dois dias em que
seria realizado, no auditório do tribunal, um seminário
sobre direito eleitoral. Em relação à situação hipotética
acima, assinale a opção correta.
A O ato é nulo porque toda concessão de uso deve ser
precedida de licitação.
193
B O ato pode ser anulado caso a autoridade competente
passe a entender que é inconveniente a instalação da
referida banca de livros.
C O ato configura exercício de poder de polícia
administrativa, na medida em que regula o exercício de
direitos.
D O ato configura permissão de serviço público.
E O ato configura exercício de poder administrativo
discricionário.

39 O (Analista Judiciário – Área: Administrativa –


TRE/TO – 2005) -Estado possui o poder de limitar ou
restringir o uso da propriedade, de direitos e das
atividades dos particulares em benefício do bem
comum. Tal faculdade reflete a utilização do poder
A hierárquico, que significa justamente a possibilidade
de a administração pública fazer uso da sua supremacia
sobre os interesses privados.
B disciplinar, o qual consiste no direito que possui a
administração de ditar regras de conduta para que atos
dos particulares não venham a afetar o interesse
coletivo.
C regulamentar, uma vez que só é possível limitar a
propriedade, os direitos e as atividades de particulares
mediante a prévia publicação de decreto ou
regulamento.
194
D de polícia, cujo exemplo é a atuação em prol da
preservação da saúde pública.
E de polícia judiciária, cuja principal distinção do poder
de polícia administrativa é o fato de que o primeiro
incide sobre bens, direitos e atividades, enquanto o
segundo incide sobre pessoas.
QUESTÃO 33
40 (Juiz Substituto – TJBA – 2005) - No processo
administrativo disciplinar, não se aplica, com a mesma
amplitude do direito penal, o princípio da tipicidade, o
que implica a possibilidade de a autoridade
administrativa aplicar sanção a conduta que não esteja
minuciosamente descrita como ilícita na norma legal.

41 (Defensor Público – SE – 2005) - O poder de polícia


da administração, conforme entendimento do STF, pode
ser delegado a particulares.

2º) ESAF
42 (Procurador do BACEN/2002) – Conforme a
doutrina, o poder de polícia administrativa não incide
sobre:
a) direitos
b) pessoas
c) bens
d) atividades
195
e) liberdades

43 (Procurador da Fazenda Nacional/2002) – A


remoção de ofício de servidor público como punição por
algum ato por ele praticado caracteriza vício quanto ao
seguinte elemento do ato administrativo:
a) motivo
b) forma
c) finalidade
d) objeto
e) competência

44 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – O poder de


comando, que autoriza o titular de um órgão a expedir
determinações gerais ou específicas a determinados
subalternos, sobre cujas atividades mantém permanente
autoridade, quanto ao modo de executar certos serviços,
comporta-se mais propriamente no campo da (do)
a) descentralização administrativa.
b) poder disciplinar.
c) poder hierárquico.
d) poder regulamentar.
e) poder de polícia.

45 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – A


autorização dada por uma autoridade administrativa,
196
discricionariamente, para o exercício de determinada
atividade, sem a qual esta seria uma prática ilegal,
podendo até constituir infração penal, seria um ato mais
próprio do chamado poder
a) disciplinar
b) hierárquico
c) regulamentar
d) de gestão
e) de polícia

46 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – O poder


vinculado, na prática de determinado ato administrativo,
consiste em que a autoridade respectiva,
fundamentalmente, não tem liberdade de escolha, no
tocante à (ao)
a) conveniência
b) oportunidade
c) competência
d) conteúdo
e) modo

47 (ESAF/AGU/98) Um ato administrativo estará


caracterizando desvio de poder, por faltar-lhe o
elemento relativo à finalidade de interesse público,
quando quem o praticou violou o princípio básico da
(a) economicidade
197
(b) eficiência
(c) impessoalidade
(d) legalidade
(e) moralidade

48 (ESAF/AGU/98) Quando a valoração da


conveniência e oportunidade fica ao talante da
Administração, para decidir sobre a prática de
determinado ato, isto consubstancia na sua essência
(a) a sua eficácia
(b) a sua executoriedade
(c) a sua motivação
(d) o poder vinculado
(e) o mérito administrativo

49 (Arrecadador Tributário – Piaui/2001) - A limitação


ao exercício dos direitos individuais caracteriza o poder:
a) de polícia administrativa
b) discricionário
c) hierárquico
d) regulamentar
e) disciplinar

50 (Fiscal de Tributos Estaduais - SEFA-PA – 2002) -


A aplicação de uma penalidade de trânsito, por

198
desrespeito à legislação desta matéria, decorre do
seguinte poder:
a) disciplinar
b) normativo
c) de polícia
d) regulamentar
e) hierárquico

51 (AGU/1997) - A atividade da Administração Pública


que, limitando ou disciplinando direitos, interesses ou
liberdades individuais, regula a prática de ato ou
abstenção de fato, em razão do interesse público, nos
limites da lei e com observância do devido processo
legal, constitui mais propriamente o exercício do poder
a) de domínio
b) de polícia
c) disciplinar
d) hierárquico
e) regulamentar

52 (Analista de Finanças e Controle - AFC/CGU -


2003/2004) - O mérito administrativo, na atuação do
administrador público, cujo controle jurisdicional sofre
restrições, condiz em particular com o exercício regular
do seu poder
a) disciplinar
199
b) hierárquico
c) de polícia
d) discricionário
e) vinculado

53 (Analista de Finanças e Controle - AFC/CGU -


2003/2004) - Uma determinada autoridade
administrativa, de um certo setor de fiscalização do
Estado, ao verificar que o seu subordinado havia sido
tolerante com o administrado incurso em infração
regulamentar, da sua área de atuação funcional, resolveu
avocar o caso e agravar a penalidade aplicada, no uso da
sua competência legal, tem este seu procedimento
enquadrado no regular exercício dos seus poderes
a) disciplinar e vinculado
b) discricionário e regulamentar
c) hierárquico e de polícia
d) regulamentar e discricionário
e) vinculado e discricionário

54 (Auditor-Fiscal do Trabalho - MTE- 2003) -


Tratando-se dos poderes administrativos, correlacione
as duas colunas, vinculando a cada situação o respectivo
poder:
1- poder hierárquico
2- poder disciplinar
200
3- poder discricionário
4- poder de polícia
( ) penalidade em processo administrativo
( ) nomeação para cargo de provimento em comissão
( ) delegação de competências
( ) limitação do exercício de direitos
a) 2/3/1/4
b) 4/2/1/3
c) 4/3/2/1
d) 2/1/3/4
e) 4/2/3/1

55 (Auditor do Tesouro Municipal – Natal) - Quando a


autoridade remove servidor para localidade remota, com
o intuito de puni-lo,
a) incorre em desvio de poder
b) pratica ato disciplinar
c) age dentro de suas atribuições
d) não está obrigada a instaurar processo administrativo
e) utiliza-se do poder hierárquico

56 (Auditor do Tesouro Municipal – Natal) - A


atividade negativa que sempre impõe uma abstenção ao
administrado, constituindo-se em obrigação de não
fazer, caracteriza o poder
a) Discricionário
201
b) Disciplinar
c) Normativo
d) De polícia
e) Hierárquico

57 (Procurador da fazenda nacional/1998) - Não é


atribuição da Administração Pública decorrente do
poder hierárquico:
a) editar atos regulamentares
b) aplicar sanções disciplinares
c) avocar e/ou delegar atribuições
d) controlar as atividades dos órgãos subordinados
e) anular atos ilegais praticados por órgãos inferiores

58 (Técnico da Receita Federal/2003) - O ato de


autoridade administrativa que aplica uma penalidade de
advertência a servidor seu subordinado, pela
inobservância de um determinado dever funcional,
estará contido no contexto, particularmente, do
exercício regular de seu poder
a) discricionário e de polícia.
b) discricionário e de império.
c) disciplinar e hierárquico.
d) regulamentar e de polícia.
e) vinculado e de gestão.

202
59 (Auditor do Tesouro Municipal - Prefeitura do
Recife – 2003) - Considerando-se os poderes
administrativos, relacione cada poder com o respectivo
ato administrativo e aponte a ordem correta:
1- poder vinculado
2- poder de polícia
3- poder hierárquico
4- poder regulamentar
5- poder disciplinar
( ) decreto estadual sobre ICMS
( ) ato de autorização para funcionamento de
estabelecimento comercial
( ) apreensão de mercadoria estragada em depósito
alimentício
( ) aplicação de penalidade administrativa a servidor
desidioso
( ) delegação de competência a autoridade inferior
a) 3/2/5/4/1
b) 4/1/2/5/3
c) 1/2/3/5/4
d) 2/5/4/1/3
e) 3/1/2/4/5

60 (Esaf/Assistente Jurídico – AGU/99) - O decreto,


com função normativa, não tem o seguinte atributo:
(a) novidade
203
(b) privativo do Chefe do Poder Executivo
(c) generalidade
(d) abstração
(e) obrigatoriedade

61 (Auditor do Tribunal de Contas do Estado do


Paraná/2002) - A recente Emenda Constitucional nº 32,
de 2001, à Constituição Federal, autorizou o Presidente
da República, mediante Decreto, a dispor sobre:
a) criação ou extinção de órgãos públicos.
b) extinção de cargos públicos, quando ocupados por
servidores não-estáveis.
c) funcionamento da administração federal, mesmo
quando implicar aumento de despesa.
d) fixação de remuneração de quadros de pessoal da
Administração Direta.
e) extinção de funções públicas, quando vagas.

62 (Analista MPU/2004 – Área Administrativa) - Os


poderes vinculado e discricionário, simultaneamente,
podem ser exercidos pela autoridade administrativa, na
prática de um determinado ato, ressalvado que esse
último se restringe à conveniência e oportunidade, bem
como quanto
a) ao conteúdo.
b) à forma.
204
c) à finalidade.
d) à competência.
e) ao modo.

63 (Analista MPU/2004 – Área Controle Interno) - Uma


autoridade administrativa, titular do órgão central de
determinado sistema, que expede instruções, para
disciplinar o funcionamento interno dos serviços, de
suas unidades desconcentradas, objetivando coordenar
atividades comuns estará nesse ato exercendo,
tipicamente, um
Poder
a) hierárquico.
b) disciplinar.
c) de polícia.
d) regulamentar.
e) vinculado.

64 (Analista MPU/2004 – Área Processual) - Com


referência à discricionariedade, assinale a afirmativa
verdadeira.
a) A discricionariedade manifesta-se, exclusivamente,
quando a lei expressamente confere à administração
competência para decidir em face de uma situação
concreta.

205
b) O poder discricionário pode ocorrer em qualquer
elemento do ato administrativo.
c) É possível o controle judicial da discricionariedade
administrativa, respeitados os limites que são
assegurados pela lei à atuação da administração.
d) O princípio da razoabilidade é o único meio para se
verificar a extensão da discricionariedade no caso
concreto.
e) Pela moderna doutrina de direito administrativo,
afirma-se que, no âmbito dos denominados conceitos
jurídicos indeterminados, sempre ocorre a
discricionariedade administrativa.

65 (Gestor Fazendário – GEFAZ – MG/2005) - Com


relação ao poder de polícia, assinale a opção incorreta.
a) Não se pode falar em utilização de poder de polícia
pela Administração indireta.
b) Como regra, tal poder será discricionário.
c) O meio de ação que concretize a atuação do poder de
polícia encontra limites no princípio da
proporcionalidade.
d) Nem sempre as ações atinentes ao poder de polícia
serão auto-executáveis.
e) O poder de polícia não abrange apenas medidas
repressivas.

206
66 (Gestor Fazendário – GEFAZ – MG/2005) - No que
tange aos poderes administrativos, assinale a opção
correta.
a) Em face do poder hierárquico, um órgão consultivo
que integre a estrutura do Poder Executivo, por
exemplo, deve exarar manifestação que se harmonize
como entendimento dado à matéria pelo chefe de tal
Poder.
b) Por sua natureza, a Secretaria de Receita Estadual
não tem poder de polícia, que é característico da
Secretaria de Segurança do Estado.
c) Uma vez que o Direito não admite lacunas
legislativas, e a Administração Pública deve sempre
buscar atender o interesse público, o poder
regulamentar, como regra, autoriza que o Poder
Executivo discipline as matérias que ainda não foram
objeto de lei.
d) Em vista da grande esfera de atuação do Poder
Executivo, o poder regulamentar se distribui entre
diferentes autoridades que compõem tal poder, que
expedem portarias e instruções normativas, conforme a
área de especialização técnica de cada qual.
e) Nem sempre as medidas punitivas aplicadas pela
Administração Pública a particulares terão fundamento
no poder disciplinar.

207
67 (AFRF/2005) - A Emenda Constitucional n.

32, de 2001, à Constituição Federal, autorizou o


presidente da República, mediante Decreto, a dispor
sobre:
a) extinção de funções públicas, quando vagas.
b) extinção de cargos e funções públicas, quando
ocupados por servidores não estáveis.
c) funcionamento da administração federal, mesmo
quando implicar em aumento de despesa.
d) a fixação de quantitativo de cargos dos quadros de
pessoal da Administração Direta.
e) criação ou extinção de órgãos e entidades públicas.

68 (AFRF/2005) - Considerando-se os poderes


administrativos, relacione cada poder com o respectivo
ato administrativo e aponte a ordem correta.
1- poder vinculado
2- poder de polícia
3- poder hierárquico
4- poder regulamentar
5- poder disciplinar
( ) decreto estadual sobre transporte intermunicipal
( ) alvará para construção de imóvel comercial
( ) aplicação de penalidade administrativa a servidor
( ) avocação de competência por autoridade superior
208
( ) apreensão de mercadoria ilegal na alfândega
a) 3/2/5/4/1
b) 1/2/3/5/4
c) 4/1/5/3/2
d) 2/5/4/1/3
e) 4/1/2/3/5

69 (AFRF/2005) - Em relação ao poder administrativo


normativo, assinale a afirmativa verdadeira.
a) Admite-se, no sistema jurídico brasileiro, o
regulamento autônomo.
b) O poder normativo das agências reguladoras pode ter
caráter inovador em relação à lei.
c) Denomina-se regulamento o ato normativo interno de
funcionamento dos órgãos colegiados.
d) O regulamento executivo manifesta-se por meio de
decreto.
e) O poder normativo tem caráter vinculado.

70 (Advogado IRB/2006) - Considerando que o poder


de polícia pode incidir em duas áreas de atuação estatal,
a administrativa e a judiciária, relacione cada área de
atuação com a respectiva característica e aponte a ordem
correta.
(1) Polícia Administrativa
(2) Polícia Judiciária
209
( ) Atua sobre bens, direitos ou atividades.
( ) Pune infratores da lei penal.
( ) É privativa de corporações especializadas.
( ) Atua preventiva ou repressivamente na área do ilícito
administrativo.
( ) Sua atuação incide apenas sobre as pessoas.
a) 1/2/2/1/2
b) 2/1/2/1/2
c) 2/2/2/1/1
d) 1/2/1/1/2
e) 1/2/2/2/1

71 (AFC – CGU – 2006) - Em tese, na estrutura


organizacional, da Administração Pública Direta
Federal, onde vigora o regime jurídico da disciplina
hierarquizada, a autoridade de nível superior pode rever
os atos da que lhe seja subordinada, bem como pode
delegar-lhe competência ou avocar o exercício de suas
atribuições e das que delegou.
a) Correta essa assertiva.
b) Incorreta essa assertiva, porque a delegação é
irretratável.
c) Incorreta, porque a delegação não opera entre
autoridades, com vínculo hierárquico de subordinação.
d) Incorreta, porque não cabe avocação, para a prática
de atos delegados, nem de atribuições do subordinado.
210
e) Incorreta, porque na Administração Pública não
vigora o regime da disciplina hierarquizada.

72 (AFC – CGU – 2006) - Por decorrência do poder


hierárquico da Administração Pública, surge o instituto
da delegação de competências. Assinale, entre as
atividadesabaixo, aquela que não pode ser delegada.
a) Matéria de competência concorrente de órgão ou
entidade.
b) Edição de atos de nomeação de servidores.
c) Decisão de recursos administrativos.
d) Homologação de processo licitatório.
e) Aplicação de pena disciplinar a servidor.

3º) FCC
73 (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF
4ª região/2001) - No que se refere aos poderes
administrativos, é certo que
(A) não há hierarquia nos Poderes Judiciário e
Legislativo, tanto nas funções constitucionais, como nas
administrativas.
(B) o termo polícia judiciária tem o mesmo significado
de polícia administrativa.
(C) o poder disciplinar confunde-se com o poder
hierárquico.

211
(D) o poder discricionário não se confunde com a
arbitrariedade.
(E) o poder será vinculado quando o Administrador
pode optar dentro de um juízo de conveniência e
oportunidade.

74 (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE


Acre/2003) - A fim de explicar o modo de execução de
uma lei, o Chefe do Poder Executivo deve expedir
(A) uma resolução, que é ato administrativo do poder
normativo ao qual os administrados devem obediência e
que não depende de aprovação de outro órgão.
(B) um projeto de lei sobre a matéria, que é
manifestação expressa da legitimidade de seu poder-
dever de iniciativa legislativa.
(C) uma circular, que é ato administrativo interno e
geral baseado no poder hierárquico e que explica o
necessário para a aplicação da lei.
(D) um decreto, que é ato administrativo geral e
normativo e manifestação expressa de seu poder
regulamentar.
(E) uma instrução normativa, que é ordem escrita, geral,
oriunda do poder disciplinar e determinadora do modo
pelo qual a lei será aplicada.

212
75 (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE
BA/2003) - O poder hierárquico
(A) permite a avaliação subjetiva da legalidade de
ordens emanadas do superior.
(B) determina o cumprimento de todas as ordens ex-
pressas emanadas do superior.
(C)) impõe o cumprimento de ordem superior, salvo se
manifestamente ilegal.
(D) confunde-se com o poder disciplinar, do qual é
decorrência.
(E) aplica-se também às funções próprias do Poder
Judiciário e do Poder Legislativo.

76 (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE


BA/2003) - A revisão dos atos subordinados configura
uma das faculdades do poder
(A) discricionário.
(B) de polícia.
(C) disciplinar.
(D)) hierárquico.
(E) regulamentar.

77 (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE


Ceará/2002) - É exemplo de atividade própria do poder
de polícia, entendido como polícia administrativa,

213
(A) a aplicação de multa contratual, em contrato
administrativo, pela Administração ao particular
contratado.
(B) a restrição imposta, por agentes administrativos, à
realização de uma passeata nas vias públicas.
(C) o policiamento ostensivo realizado nas ruas pela
polícia militar.
(D) a atividade investigativa realizada pela polícia civil
em um inquérito policial.
(E) a prisão em flagrante de um criminoso por qualquer
do povo.

78 (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª


Região/2003) - NÃO é conseqüência do poder
hierárquico de uma autoridade administrativa federal, o
poder de
(A) dar ordens aos seus subordinados.
(B) rever atos praticados por seus subordinados.
(C) resolver conflitos de competências entre seus
subordinados.
(D)delegar competência para seus subordinados
editarem atos de caráter normativo.
(E) aplicar penalidades aos seus subordinados,
observadas as garantias processuais.

214
79 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE
CE/2002) - É exemplo de exercício do poder
hierárquico da Administração a
(A) aplicação de uma multa de trânsito.
(B) aplicação de uma sanção contratual pela
Administração em um contrato Administrativo.
(C))revogação de um ato administrativo pela autoridade
superior ao agente administrativo que o praticou.
(D) anulação de um ato administrativo pelo Poder
Judiciário.
(E) anulação de um ato administrativo pelo próprio
agente que o praticou.

80 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª


Região/2003) - Ocorre desvio de finalidade na prática
do ato administrativo, quando
(A) o ato não se incluir nas atribuições legais do agente
que o praticou.
(B) o ato for omisso em relação a formalidades
indispensáveis à sua existência.
(C) a matéria de fato que fundamenta o ato é
juridicamente inadequada ao resultado obtido.
(D)) o agente pratica o ato visando a objetivo diverso do
estabelecido na regra de competência.
(E) o resultado do ato importa em violação de lei,
regulamento ou outro ato normativo.
215
81 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª
Região/2003) - Quando a Administração pode escolher
entre duas ou mais opções, no caso concreto, segundo
critérios de oportunidade e conveniência, pratica ato
(A) discricionário.
(B) vinculado.
(C) arbitrário.
(D) jurisdicional.
(E) imperativo.

82 (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) -


No exercício de seu poder normativo, o Presidente da
República, por decreto, disciplina aspectos do
funcionamento da Administração Pública federal, sem,
com isso, importar aumento de despesas, extinguindo,
aliás, cargos públicos ocupados por servidores cuja
remuneração elevava os índices de despesa com pessoal
para além dos limites fixados pela Lei de
Responsabilidade Fiscal. O decreto em questão
(A) violou o ordenamento constitucional, por disciplinar
o funcionamento da Administração, o que é matéria de
reserva legal.
(B)) violou o ordenamento constitucional, por extinguir
os cargos em questão, o que contraria disposição
expressa da Constituição Federal.
216
(C) está de acordo com a Constituição, que prevê
expressamente essa medida em defesa da
responsabilidade fiscal.
(D) está de acordo com a Constituição, ainda que não
amparado expressamente por nenhum de seus
dispositivos, pois se enquadra genericamente na
competência do Presidente da República para editar
decretos autônomos, que possuem eficácia imediata.
(E) está de acordo com a Constituição, ainda que não
amparado expressamente por nenhum de seus
dispositivos, pois se enquadra genericamente na
competência do Presidente da República para editar
decretos autônomos, que devem ser aprovados pelo
Congresso Nacional para produzir efeitos.

83 (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) -


Considere as relações jurídicas estabelecidas entre:
I. O Presidente da Republica e o Prefeito de um
Município.
II. O Prefeito de um Município e um Secretário desse
Município.
III. O Prefeito de um Município e o Presidente de uma
autarquia desse Município.
Conforme a doutrina administrativista, há vínculos de
hierarquia
(A) nas relações mencionadas nos itens I, II e III.
217
(B) apenas nas relações mencionadas nos itens I e II.
(C) apenas nas relações mencionadas nos itens II e III.
(D)) apenas na relação mencionada no item II.
(E) apenas na relação mencionada no item III.

84 (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) - De


acordo com a Constituição Federal, configura hipótese
de atuação do poder normativo do Poder Executivo, por
decreto, independentemente de lei, a
a) criação de Ministérios.
b) extinção de cargos públicos vagos.
c) criação de cargos públicos.
d) fixação dos efetivos das Forças Armadas.
e) definição da organização administrativa dos
Territórios.

85 (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão


SET/2003) - Considere um dispositivo constitucional
que crie obrigação aos indivíduos, mas cuja aplicação
dependa de disciplina legal. Suponha que ainda não
exista lei a respeito dessa matéria. Numa situação
hipotética, o Presidente da República, pretendendo ver
aplicado tal dispositivo, formula consulta a parecerista
que apresenta, entre outras, as seguintes conclusões:
(i) o Presidente da República pode diretamente
regulamentar a matéria por decreto, posto que o Direito
218
brasileiro, com a Emenda Constitucional no 32/01,
passou a acolher o regulamento autônomo;
(ii) a competência do Presidente da República para
expedir decretos regulamentares pode, como regra geral,
ser delegada aos Ministros;
(iii) os decretos regulamentares, por serem atos de
competência privativa do Presidente da República, não
são passíveis de controle pelo Poder Legislativo,
submetendo-se apenas ao controle judicial de
constitucionalidade. Das conclusões acima
(A) apenas a (i) está de acordo com a Constituição
Federal.
(B) apenas a (ii) está de acordo com a Constituição
Federal.
(C) apenas a (iii) está de acordo com a Constituição
Federal.
(D) todas estão de acordo com a Constituição Federal.
(E) nenhuma está de acordo com a Constituição Federal.

86 (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003)


- Determinada autoridade administrativa presencia a
prática de um ato ilícito por parte de um cidadão,
passível de sanção no âmbito administrativo. Sendo
assim, tratando-se de autoridade competente, decide
aplicar-lhe e executar diretamente a pena. Tal
procedimento
219
(A) é compatível com o ordenamento constitucional
brasileiro, fundamentando-se na auto-executoriedade
dos atos administrativos.
(B) é compatível com o ordenamento constitucional
brasileiro, fundamentando-se na auto-tutela dos atos
administrativos.
(C) é compatível com o ordenamento constitucional
brasileiro, fundamentando-se na imperatividade dos atos
administrativos.
(D) é compatível com o ordenamento constitucional
brasileiro, fundamentando-se na presunção de
legalidade dos atos administrativos.
(E) viola as disposições constitucionais acerca do
devido processo legal, também aplicáveis no âmbito
administrativo.

87 (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia –


Novembro/2002) – Constitui manifestação do poder de
polícia administrativa:
(A) rescisão unilateral de contratos administrativos.
(B) avocação de atribuições, desde que não sejam da
competência exclusiva do órgão subordinado.
(C) edição de atos visando a disciplinar a restringir o
uso e gozo de bens, atividades e direitos individuais.
(D) expedição de atos normativos, com o objetivo de
ordenar a atuação dos órgãos subordinados.
220
(E) aplicação de sanções disciplinares.

88 (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do


Piauí/2002) - O desvio de poder, em matéria de atos
administrativos, configura vício relativo ao elemento
(A) agente.
(B) forma.
(C) objeto.
(D) motivo.
(E) finalidade.

89 (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do


Piauí/2002) - Determinada autoridade presencia a
prática de um ilícito administrativo por um subordinado
seu. Nesse caso, a aplicação da penalidade ao autor do
ilícito
(A) não depende de processo administrativo, incidindo a
regra da "verdade sabida".
(B) não depende de processo administrativo, incidindo o
princípio da autotutela administrativa.
(C) ainda assim depende de processo administrativo, no
qual pode ser dispensada a manifestação do autor do
ilícito, a critério da autoridade.
(D) ainda assim depende de processo administrativo, no
qual, porém, não será admitido recurso, incidindo a
regra da "verdade sabida".
221
(E) ainda assim depende de processo administrativo, no
qual devem ser assegurados ao autor do ilícito o
contraditório e a ampla defesa.

90 (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe


– Janeiro/2002) - Observe o que segue:
I. Poder regrado é aquele que a lei confere à
Administração Pública para a prática de ato de sua
competência, mediante livre valoração quanto à
conveniência.
II. Poder discricionário é aquele que o Direito concede à
Administração, de modo implícito, para a prática de atos
administrativos com liberdade na escolha de sua
qualidade, competência e finalidade.
III. Poder vinculado é aquele que o Direito Positivo
confere à Administração Pública para a prática de ato de
sua competência, determinando os elementos e
requisitos à sua formalização.
IV. Poder discricionário é o que o Direito concede à
Administração, de modo explicito ou implícito, para a
prática de atos administrativos com liberdade de escolha
de sua conveniência, oportunidade e conteúdo.
V. Poder vinculado consiste naquele concedido
implicitamente pelo Direito à Administração, para a
prática de atos administrativos mediante certo grau de
liberdade quanto à conveniência e oportunidade.
222
Em matéria de poderes administrativos, APENAS são
corretas as assertivas
(A) I e II
(B) I e V
(C) II e III
(D) III e IV
(E) IV e V

91 (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de


Sergipe – Janeiro/2002) – No exercício de seu poder
regulamentar, cabe ao chefe do Poder Executivo federal
(A) sancionar leis cujos projetos foram aprovados pelo
Congresso Nacional.
(B) decretar o estado de defesa e o estado de sítio.
(C) celebrar tratados e convenções internacionais.
(D) expedir decretos para a execução das leis.
(E) decretar e executar a intervenção federal.

92 (Procurador do Estado do Rio Grande do


Norte/2001) - A atividade do Estado consistente em
limitar o exercício dos direitos individuais em benefício
do interesse público é chamada de:
a) Poder hierárquico.
b) Poder de polícia.
c) Serviço público.
d) Atividade de fomento.
223
e) Poder regulamentar.

93 (Analista Judiciário – Jud - TRE-PE/2004) - No que


tange aos poderes administrativos, é INCORRETO
afirmar que
(A) o conceito legal de poder de polícia encontra-se no
Código Tributário Nacional, por ser o exercício desse
poder um dos fatos geradores da taxa.
(B) a principal diferença, embora não absoluta, entre as
polícias administrativa e a judiciária está no caráter
preventivo, de regra, da primeira e no repressivo da
segunda.
(C) os meios de atuação do poder de polícia são os atos
normativos em geral e os atos administrativos e
operações materiais de aplicação da lei ao caso
concreto.
(D) o poder de polícia é exercido pelo Estado nas áreas
administrativa e judiciária, sendo que a polícia
administrativa é privativa de corporações especializadas
como a polícia civil e a militar.
(E) são atributos do poder de polícia a
discricionariedade, a auto-executoriedade e a
coercibilidade, além do fato de corresponder a uma
atividade negativa.

224
94 (Analista Judiciário – Jud - TRE-PE/2004) - O poder
disciplinar na Administração Pública é cabível para
(A) regulamentar lei ou ato normativo de forma
independente ou autônoma, inovando a ordem jurídica
por estabelecer normas ainda não disciplinadas em lei.
(B) instaurar inquérito administrativo, processar e
aplicar penalidades apenas aos servidores públicos que
infringem os respectivos estatutos.
(C) apurar infrações e aplicar penalidades aos servidores
públicos e demais pessoas sujeitas à disciplina
administrativa a exemplo das pessoas que com ela
contratam.
(D) investigar irregularidades e aplicar penas aos servi-
dores públicos e particulares, mesmo aqueles não
sujeitos à disciplina interna da Administração Pública.
(E) limitar ou disciplinar direito, interesse ou liberdade,
com o objetivo de regular a prática de ato ou abstenção
de fato, em razão do interesse público.

95 (Procurador do Estado de São Paulo/2002) - As


medidas de polícia administrativa
(A) são marcadas pelo atributo da exigibilidade, que
dispensa a Administração de recorrer ao Poder
Judiciário para executá-las.
(B) podem ser apenas implementadas mediante prévia
autorização judicial, por não serem auto-executórias.
225
(C) podem ser auto-executórias, de acordo com a
decisão arbitrária da autoridade administrativa.
(D) são auto-executórias, se necessárias para a defesa
urgente do interesse público.
(E) tipificam hipótese de indevida coação
administrativa, quando auto-executadas pelo
administrador sem autorização legal.

96 (Procurador do Município de São Paulo/2004) - A


prática de ato administrativo por agente, fora de suas
atribuições legais, ou das do órgão ou pessoa jurídica a
que pertence, evidencia
(A) a ocorrência dos vícios de incompetência e de
incapacidade do agente, que pode gerar a revogação do
ato administrativo praticado.
(B) a ocorrência do vício de incapacidade do agente,
que pode gerar a nulidade do ato administrativo
praticado.
(C) a ocorrência do vício de incompetência do agente,
que gera a nulidade do ato administrativo praticado.
(D) o desvio de função do agente.
(E) o excesso de poder do agente, que pode gerar a
revogação do ato administrativo.

97 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE –


MG/2005) - O Diretor Administrativo da Secretaria da
226
Educação de determinado Estado da Federação, atuando
nos limites de sua competência no sentido de autorizar a
abertura de licitação na modalidade Tomada de Preços,
inseriu no edital determinada condição a ser
comprovada pelas licitantes para fins de habilitação
técnica, privilegiando determinada empresa. Esta
conduta caracteriza
(A) abuso do poder sob a forma de desvio da finalidade.
(B) excesso de poder como espécie de abuso do poder.
(C) inobservância ao princípio da vinculação ao edital.
(D) desvio do princípio da publicidade.
(E) desrespeito ao julgamento objetivo.

98 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE –


MG/2005) - No que diz respeito aos poderes
administrativos, considere as proposições abaixo.
I. O poder disciplinar traduz-se na possibilidade de a
Administração Pública apurar e punir as infrações
funcionais praticadas pelos agentes públicos.
II. O poder de polícia é aquele de que dispõe a
Administração Pública para condicionar e restringir o
uso e gozo de bens, direitos e atividades dos
particulares, em benefício do interesse coletivo.
III. A distribuição e escalonamento das funções dos
órgãos públicos, bem como a ordenação e revisão da

227
atuação dos agentes, são características do poder
regulamentar.
IV. A faculdade conferida ao administrador de
extrapolar os limites legais ou agir em desacordo com o
ordenamento jurídico, decorre do poder discricionário.
Está correto o que contém APENAS em
(A) I e II.
(B) I e III.
(C) II e III.
(D) II e IV.
(E) III e IV.

99 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE –


MG/2005) - Se a autoridade competente remove
determinado agente público apenas por razões de
desavenças pessoais entre eles, alegando, contudo,
conveniência da Administração Pública, está
caracterizado o
(A) regular procedimento punitivo vinculado.
(B) excesso de poder.
(C) exercício do poder discricionário.
(D) exercício do poder regulamentar.
(E) desvio de poder.

100 (Técnico Judiciário – TRE – MG/2005) - Na


hipótese de a autoridade pública classificar um
228
concorrente por favoritismo, sem atender aos fins
objetivados pela licitação, estará agindo com
(A) uso do poder regulamentar.
(B) excesso de poder administrativo.
(C) uso do poder discricionário.
(D) desvio de finalidade ou de poder.
(E) usurpação do poder hierárquico.

101 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE –


RN/2005) - A atividade do Estado consistente em
limitar o exercício dos direitos individuais em benefício
do interesse público é característica essencial do poder
(A) disciplinar.
(B) de gestão.
(C)de polícia.
(D) discricionário.
(E) vinculado.

102 (Procurador – PGE-SE/2005) - Definido o poder de


polícia administrativa como a atividade pública de
condicionamento e limitação de direitos dos
particulares, em nome do interesse público, é correto
afirmar que
(A) seu exercício decorre da supremacia geral deferida à
Administração, o que permite a atividade policial à
margem das competências legalmente atribuídas.
229
(B) não compete às entidades da Administração Indireta
exercer o poder de polícia, ainda que autorizadas
legalmente.
(C) sempre que o poder de polícia for exercido, ali
estará também o interesse público, por conta da
aplicação do princípio da supremacia do interesse
público sobre o particular.
(D)apenas pode esse poder ser exercido por pessoas
jurídicas de direito público, por causa da sua
incompatibilidade com o regime jurídico das pessoas
jurídicas de direito privado, ainda que integrantes da
Administração.
(E) se manifesta em todas as atividades administrativas,
mesmo nas áreas de fomento e de intervenção no
domínio econômico.

103 (Juiz Substituto – TRT 11ª Região – 2005) - É


expressão própria do poder regulamentar no direito
brasileiro
(A) a edição de medidas provisórias com força de lei.
(B) o veto a projetos de lei.
(C) a criação de cargos e sua extinção, quando vagos.
(D) a expedição de decretos para a fiel execução das
leis.
(E) a expedição de decretos legislativos.

230
104 (Auditor – TCE/MG/2005) - O poder disciplinar da
Administração Pública é aplicável
(A) aos particulares como forma de cerceamento de
direitos individuais, abrangendo a aplicação de
penalidades disciplinares decorrentes da hierarquia.
(B) para disciplinar administrativamente o
funcionamento de seus órgãos e as atribuições
funcionais dos servidores públicos.
(C) em relação aos servidores públicos, abrangendo a
imposição de penalidades jurisdicionais, fixadas por
meio de ato discricionário.
(D) em relação às pessoas sujeitas à disciplina da
Administração Pública, abrangendo, internamente, a
imposição de penalidades disciplinares decorrentes da
hierarquia.
(E) aos particulares e servidores públicos para punição
de infrações disciplinares, devendo-se, apenas em
relação aos primeiros, instaurar procedimento
administrativo, dispensável quando envolver situação de
hierarquia funcional.

105 (Auditor – TCE/MG/2005) - O poder de polícia


traduz-se em atividade da Administração Pública que
promove a limitação de direitos individuais em prol do
interesse público. Nesse sentido, consiste em atividade

231
(A) discricionária da Administração, limitada pelos
critérios de conveniência e oportunidade, e
caracterizada pela imposição de restrições temporárias.
(B) sujeita a limites e, portanto, vinculada aos estritos
termos do Decreto que a autoriza.
(C) sujeita a limites, ainda que o ato normativo que a
autorize conceda certa margem de discricionariedade à
Administração Pública.
(D) que, mesmo prescindindo de previsão normativa,
sujeita-se a limites estabelecidos pela Administração
Pública.
(E) autorizada apenas em casos de urgência e
necessidade, cabendo à Administração Pública, assim
que cessadas as causas que ensejaram a conduta,
restabelecer integralmente os direitos individuais
limitados.

106 (Procurador – TCE/MA - 2005 - Adaptada) -


Atencão: Para responder as duas questões abaixo, leia
os hipotéticos artigos de lei abaixo transcritos:
"Art. x. A inobservância dos preceitos desta lei ensejará
a aplicação das sanções administrativas descritas nos
artigos subsequentes, de oficio ou mediante provocação
da parte interessada, mediante processo inaugurado com
auto de infração.

232
Art. y. O agente autuante, ao constatar a prática de
ilícito, deverá lavrar o auto de infração e aplicará a
multa prevista para a conduta, dentro dos limites
legalmente previstos para a infração e observando:
I. a gravidade dos fatos, tendo em vista os motivos da
infração e suas consequências;
II. os antecedentes do infrator;
II. a situação econômica do infrator.
Art. z. A autoridade superior competente pode, ao julgar
o auto de infração, majorar, manter ou minorar o valor
da multa aplicada, observando os incisos do artigo
anterior."
O agente autuante, ao praticar os atos descritos no art. y,
exerce competência
(A) estritamente vinculada.
(B) vinculada quanto à lavratura do auto de infração e
discricionária quanto à aplicação ou não da multa.
(C) vinculada quanto à lavratura do auto de infração e à
aplicação da multa, e discricionária quanto ao seu valor.
(D) discricionária quanto à lavratura do auto de
infração, à aplicação da multa e à fixação de seu valor.
(E) vinculada quanto à lavratura do auto de infração,
discricionária quanto à aplicação da multa e arbitrária
quanto à fixação de seu valor.

233
107 (Procurador – TCE/MA - 2005) - O poder conferido
à autoridade superior para julgar o auto de infração e
alterar o valor da multa aplicada decorre da
(A) estrutura hierárquica da Administração, que permite
ao superior alterar e revogar os atos praticados pelos
subordinados.
(B) autonomia funcional conferida aos órgãos
integrantes da Administração Direta, relativamente a
seus superiores hierárquicos.
(C) possibilidade de a Administração reconhecer a
nulidade de seus próprios atos, quando eivados de
ilegalidade.
(D) independência legalmente conferida aos órgãos
julgadores administrativos, semelhante à das
autoridades judiciárias, por força do princípio do juiz
natural.
(E) obrigação da Administração de não praticar atos
com abuso de poder.

108 (Analista do Bacen – Jan/2006) - Determinada lei


prevê diversas penalidades administrativas para uma
infração e indica o processo de apuração dessa infração.
Neste caso, a aplicação da penalidade e o processo para
verificação da infração são atos administrativos
(A) discricionário e vinculado, respectivamente.
(B) vinculados.
234
(C) discricionários.
(D) vinculado e discricionário, respectivamente.
(E) de expedientes.

109 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE


Amapá – Jan/2006) - Quando a autoridade, competente
para aplicar a pena de suspensão, impõe penalidade
mais grave, que não se encontra na esfera de suas
atribuições, está caracterizado o
(A) excesso de poder.
(B) desvio de poder.
(C) regular exercício do poder discricionário.
(D) uso regular e ilimitado do poder.
(E) exercício do poder regulamentar.

110 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE


AP/2006) - Tendo em vista os poderes administrativos,
é certo que
a) o poder de polícia pode ser arbitrário, sendo sempre
discricionário, podendo restringir ou suprimir o direito
individual.
b) não há hierarquia nos Poderes Judiciário e
Legislativo no que tange às suas funções típicas
constitucionais, mas há hierarquia quando se trata das
funções atípicas ou administrativas desses poderes.

235
c) embora seja vinculado na aplicação de sanções, o
poder disciplinar é facultativo, e sua inércia só constitui
infração administrativa.
d) o poder regulamentar é o que têm os chefes do
Executivo, Legislativo e Judiciário, para detalhar a lei
por decreto, podendo, em certos casos, ir além da norma
legal.
e) face à correlação entre o poder hierárquico e o poder
disciplinar, assim como entre este e o poder de polícia,
eles se confundem entre si, podendo caracterizar apenas
uma situação.

111 (Procurador de Manaus/2006) - Tendo em vista os


poderes da Administração é certo que
(A) o poder regulamentar diz respeito, tão somente, ao
regulamento autônomo por complementar a lei, ou seja,
por conter normas para a fiel execução da lei.
(B) da organização hierárquica decorre, para a
Administração Pública, dentre outros poderes, o de
aplicar sanções no caso de infrações disciplinares e o de
editar atos normativos.
(C) o ato normativo próprio do poder regulamentar é
sempre originário, por ter como objetivo a explicitação
de um conteúdo normativo preexistente, visando a sua
execução no plano da práxis.

236
(D) o poder disciplinar, diante de sua amplitude,
abrange também as sanções impostas a particulares não
sujeitos à disciplina interna da Administração Pública.
(E) os chamados poderes discricionário e vinculado
existem como poderes autônomos, sendo que o primeiro
não encerra prerrogativa do Poder Público, que é
atributo pertinente ao segundo.

112 (Procurador de Roraima/2006) - Foi editada lei


federal instituindo programa social para auxilio a
famílias carentes para que estas, dentre outros
requisitos, mantivessem seus filhos no ensino
fundamental. Os termos, condições e o procedimento
cabível para a concessão do beneficio precisam ser
explicados pelo Executivo Federal. Pára tanto, será
necessária a
a) Edição de Decreto Legislativo pelo Chefe do Poder
Executivo, para viabilizar a aplicação da lei.
b) Edição de Decreto Regulamentar pelo Ministro de
estado da Pasta Competente, complementando as
disposições legais.
c) A promulgação de Resolução pelo Ministério de
Estado competente, estabelecendo as condições para
concessão do benefício.

237
d) Edição de Decreto Regulamentar pelo Chefe do
Executivo, regulamentando os termos da lei e
possibilitando, assim, sua execução.
e) Promulgação de decreto Regulamentar Autônomo,
instituindo e explicitando os requisitos para concessão
do benefício.

Gabarito:
1. C 18. C 34. 50. C 68. C
2. CCE 19. EEC 51. B 69. D
3. C EEECC 35. 52. D 70. A
4. C 20. CC CEC 53. C 71. A
5. C 21. E 36. C 54. A 72. C
6. 22. C 37. C 55. A 73. D
CCCC 23. E 38. E 56. D 74. D
7. C 24. C 39. D 57. A 75. C
8. C 25. C 40. C 58. C 76. D
9. C 26. E 41. E 59. B 77. B
10. A 27. A 42. B 60. A 78. D
11. B 28. C 43. C 61. E 79. C
12. C 29. C 44. C 62. A 80. D
13. C 30. E 45. E 63. A 81. A
14. C 31. E 46. D 64. C 82. B
15. C 32. C 47. C 65. A 83. D
16. C 33. E 48. E 66. E 84. B
17. C 49. A 67. A 85. E
238
86. E 92. B 98. A 104. D 110. B
87. C 93. D 99. E 105. C 111. B
88. E 94. C 100. D 106. C 112. D
89. E 95. D 101. C 107. A
90. D 96. C 102. D 108. A
91. D 97. A 103. C 109. A

ATOS ADMINISTRATIVOS

1º) CESPE
1 Fiscal de Tributos Municipais–Maceió/2003) A
respeito dos princípios básicos da administração
pública, dos poderes administrativos e dos atos
administrativos, julgue os itens de 1 a 10.
1 O princípio da legalidade impõe que o agente público
observe, fielmente, todos os requisitos expressos na lei
como da essência do ato vinculado.
2 A competência, a finalidade e a forma são,
obrigatoriamente, elementos vinculados do ato
administrativo.
3 Poder discricionário é o que o direito concede à
administração, de modo explícito ou implícito, para a
prática de atos administrativos com liberdade na escolha
de sua conveniência, oportunidade e conteúdo.

239
4 Poder hierárquico é o que a administração exerce
sobre todas as atividades e bens que afetam ou possam
afetar a coletividade.
5 Nenhum ato administrativo pode ser realizado
validamente sem que o agente disponha de poder legal
para praticá-lo. Entende-se por competência
administrativa o poder atribuído ao agente da
administração para o desempenho específico de suas
funções.
6 De acordo com Hely Lopes Meirelles, são requisitos
ou elementos do ato administrativo: a competência, a
finalidade, a forma, o motivo e o objeto.
7 Como a administração pública só se justifica como
fator de realização do interesse coletivo, seus atos
devem dirigir-se sempre para um fim público.
8 A revogação ou a modificação do ato administrativo
deve obedecer à mesma forma do ato originário, uma
vez que o elemento formal é vinculado tanto para sua
formação quanto para seu desfazimento ou alteração.
9 São atributos do ato administrativo: a presunção de
legitimidade, a imperatividade e a auto-executoriedade.

2 (Juiz Substituto – TJBA/2002) - Os atos


administrativos visam, de maneira geral, à satisfação do
interesse público, mas cada ato deve fazê-lo segundo a
finalidade específica para a qual foi criado e que é
240
prevista na lei de regência; por conseguinte, se certo ato
for praticado buscando atingir fim que lhe seja estranho,
poderá ser invalidado por desvio de finalidade, ainda
que aquele fim de algum modo satisfaça o interesse
público.

3 (Juiz Substituto – TJPA/2002) - Julgue os seguintes


itens, relativos aos atos administrativos.
01 O ato praticado com desvio de finalidade não é
passível de convalidação, devendo ser anulado pela
própria administração pública ou pelo poder judiciário,
ainda que se trate de ato discricionário.
02 Atos vinculados, atos exauridos e aqueles que gerem
direitos adquiridos não poderão ser revogados pela
administração pública, ainda que sua prática manifeste-
se inconveniente ou inoportuna para o administrador.
03 Decorre da auto-executoriedade, atributo do ato
administrativo, a prerrogativa de o poder público dar
efetividade a seus atos, sem que haja necessidade de
prévia autorização judicial.
04 Concessão de aposentadoria compulsória, de
aposentadoria voluntária e de alvará para construir são
exemplos de atos administrativos vinculados.
05 Competência, finalidade e forma são requisitos
vinculados em todos os atos administrativos.

241
4 (Promotor de Justiça Substituto – MPAM/2001) -
Assinale a opção correta com referência a atos
administrativos.
A A competência para a prática do ato administrativo é
delegável, desde que a lei o autorize, mas não se
transfere apenas pela vontade dos interessados.
B Os atos administrativos revestem-se de
imperatividade, que é a faculdade de o ato ser
diretamente executado pela própria administração
pública, sem a necessidade de decisão judicial.
C O despacho lançado nos autos de procedimento
administrativo, que se limite a dar-lhes andamento, não
é considerado ato de império, mas sim ato de gestão, já
que não implica uso da supremacia estatal.
D Considerando suas características normativa e
regulamentar, decreto do presidente da República não
pode ser classificado como ato administrativo.
E Constitui poder-dever da administração pública
revogar ato administrativo, quando nele se detectar
ilegalidade.

5 (Advogado da união/Nov 2002) - Pondo à parte a


discussão acerca da distinção entre processo e
procedimento administrativo e equiparando essas
expressões, é juridicamente correto afirmar que o ato
administrativo complexo, dadas as peculiaridades de seu
242
modo de formação, é exemplo de processo
administrativo.

6 (Advogado da união/Nov 2002) - O ato administrativo


é um ato jurídico, pois se trata de uma declaração que
produz efeitos jurídicos. Sendo ato jurídico, aloca-se
dentro do gênero fato jurídico. Este se define como
qualquer acontecimento a que o direito imputa e
enquanto imputa efeitos jurídicos. O fato jurídico,
portanto, pode ser um evento material ou uma conduta
humana, voluntária ou involuntária, preordenada ou não
a interferir na ordem jurídica. Basta que o sistema
normativo lhe atribua efeitos de direito para qualificar-
se como um fato jurídico.
Celso Antônio Bandeira de Mello. Curso de direito
administrativo.
14. a ed. São
Paulo: Malheiros, 2002, p. 333 (com adaptações).
Em relação ao ato e ao contrato administrativo, julgue
os itens seguintes.
01 Considere a seguinte situação hipotética. Um
indivíduo inscreveu-se em concurso público utilizando
documentos falsificados, pois não preenchia os
requisitos legais para a inscrição. Como a falsificação
não foi descoberta, o criminoso logrou aprovação,
nomeação e posse no cargo público. Entrou em
243
exercício e praticou diversos atos, que produziram os
efeitos a que se destinavam, até o funcionário ser
descoberto, meses depois, quando, após o devido
processo legal, tais atos foram anulados. Nessa situação,
os atos administrativos derivados da inscrição do
candidato, até a descoberta da falsidade, foram
inválidos, mas eficazes.
02 O ato de nomeação de duzentos candidatos
aprovados em concurso público é juridicamente
classificado como ato administrativo individual, embora
plural (ou plúrimo).
03 Se determinado indivíduo se inscreve em concurso
vestibular para ingresso em instituição federal de ensino
superior e vem a ser aprovado, o ato que o admite no
corpo discente da instituição é de natureza vinculada;
por outro lado, mesmo os atos administrativos
discricionários podem ser avaliados, em certos aspectos,
pelo Poder Judiciário.
04 A revogação dos atos administrativos aplica-se
àqueles que sejam válidos, mas que a administração
considere não mais cumprirem o interesse público; não
cabe, portanto, revogação de ato administrativo
inválido; de outra parte, é perfeitamente admissível a
revogação parcial de ato administrativo, se a parte não
revogada for subsistente por si mesma.

244
7 (Analista legislativo àrea VIII – Câmara dos
Deputados/2002) - Julgue os itens abaixo, relativos aos
atos administrativos.
01 De acordo com o princípio da legalidade, o silêncio
do sujeito administrativo não gera efeitos para o
administrado.
02 Os atos administrativos discricionários, tendo em
vista a presunção de legitimidade, salvo os casos
previstos em lei, não podem ser questionados em juízo.
03 A licença é ato vinculado unilateral pelo qual a
administração faculta a alguém o exercício de uma
atividade, desde que preenchidos os requisitos legais
pelo interessado.
04 A revogação é um ato administrativo que extingue
outro ato administrativo, podendo ser efetivada por uma
autoridade ou por um particular, desde que motivada e
fundamentada em procedimento administrativo próprio.
05 O objeto da revogação é sempre um ato
administrativo inválido ou uma relação jurídica inválida
decorrente dele.
QUESTÃO 58
8 (PAPILOSCOPISTA DA PF/2000) Quando a lei
admite que a autoridade administrativa pratique ato
administrativo com base no poder discricionário, a
autoridade poderá estabelecer a competência para a
prática do ato.
245
9 (Promotor de Justiça Substituto – MPRR/2001) - Se,
ao praticar determinado ato, a autoridade administrativa
desatender ao escopo previsto na lei que
especificamente o regia, mas, por outro lado, findar por
satisfazer algum outro interesse público relevante, não
se poderá invalidar o ato por ofensa ao princípio da
finalidade.

10 (Promotor de Justiça Substituto – MPRR/2001) - Em


virtude da rigorosa disciplina constitucional e legal da
administração pública, tanto nos casos de desvio de
finalidade quanto nos de excesso de poder, o ato
administrativo deve ser integralmente invalidado.

11 (Analista de Controle Externo – TCU/2004) - Julgue


os itens subseqüentes, relativos aos atos administrativos.
1 Ato complexo é o ato que se aperfeiçoa pela
manifestação da vontade de dois órgãos, sendo a
vontade de um instrumental em relação à vontade do
outro, que edita o ato principal.
2 A discricionariedade do ato administrativo decorre da
possibilidade legal de a administração pública poder
escolher entre mais de um comportamento, desde que
avaliados os aspectos de conveniência e oportunidade.

246
12 (Juiz Substituto – TJSE/2004) A nulidade de um ato
administrativo pode ser decretada de ofício pelo juiz,
tendo o pronunciamento de invalidade eficácia ex tunc,
o que impede que ele gere quaisquer efeitos, em face do
princípio da supremacia do interesse público.

13 (Juiz Federal Substituto – TRF/5ª Região – 2004) -


Os pareceres são atos administrativos de administração
consultiva por meio dos quais são expressas opiniões
acerca de questões técnicas. Conforme amplamente
entende a doutrina, quando a lei conferir caráter
obrigatório ao parecer e a decisão a ser tomada precisar
basear-se em elementos técnicos, a autoridade estará
compelida a decidir segundo a orientação do parecer,
sob pena de ser responsabilizada.

14 (Papiloscopista Policial Federal – 2004) -


Autorização é uma espécie de ato administrativo que se
baseia no poder de polícia do Estado. É ato unilateral,
discricionário e precário pelo qual a administração
faculta ao particular o uso privativo de bem público, ou
o desempenho de atividade material, ou a prática de ato
que, sem esse consentimento, seria legalmente proibido,
e cujo exemplo clássico é o porte de arma.

247
15 (Procurador do Ministério Público junto ao TCU –
2004) - Com relação aos atos da administração, julgue
os seguintes itens.
1 Todo ato administrativo exige motivação, sob pena de
invalidade, podendo esta ser declarada pela autoridade
hierárquica superior.
2 A auto-executoriedade, atributo inerente aos atos
administrativos, só não está presente quando vedada
expressamente por lei.
3 Um decreto que produza efeitos gerais somente pode
ser editado em caráter regulamentar.
4 A anulação de ato administrativo, por mais evidente
que seja o vício, quando afeta direito de terceiro, deve
ser precedida de contraditório.
5 Atos administrativos ilegais estão sujeitos à
convalidação quando não acarretarem lesão ao interesse
público nem prejuízo a terceiros, ainda quando
inexistente o motivo do ato.
ÃO 16 QUESTÃO 16 QUESTÃO 16 QUESTÃO 16
16 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - Com
relação aos atos administrativos, assinale a opção
correta.
A. A administração pública, ao praticar atos regulados
pelo direito civil, embora se iguale ao particular,
preserva, em razão da supremacia do interesse público,
a possibilidade de anular unilateralmente esses atos.
248
B. É sempre possível à administração pública revogar
atos administrativos contrários ao interesse público,
desde que não tenha ocorrido a preclusão ou a
prescrição.
C. Em todos os atos administrativos discricionários, o
requisito objeto relaciona-se com o mérito
administrativo.
D. Embora intransferível, a competência para a prática
de um ato administrativo sempre poderá ser objeto de
delegação ou avocação.
E. A auto-executoriedade é atributo de todos os atos
administrativos, uma vez que eles têm por finalidade a
realização do bem comum.

17 (Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004 -


adaptada) - Uma autarquia federal responsável pela
defesa do patrimônio histórico, no âmbito de sua
competência, autuou um município por danos em bem
tombado, provocados por um trator pertencente a essa
municipalidade. Por meio de auto de infração, lavrado
por um dos fiscais da autarquia, foi aplicada multa ao
município. Impugnada a aplicação da penalidade, o
município alegou que a multa não seria devida, porque o
tombamento não fora registrado no cartório de registro
de imóveis. Sustentou, ainda, que não poderia ser
multado pela autarquia ante sua personalidade de direito
249
público. Por derradeiro, argumentou que o ato
considerado danoso fora praticado por pessoa estranha
aos quadros de servidores do município, a quem o trator
de propriedade municipal fora emprestado por um de
seus funcionários. Pediu, por fim, a anulação do ato com
efeitos ex tunc. Em face dessa situação hipotética,
julgue o item que se segue. O pedido para que os efeitos
da anulação da autuação sejam ex tunc, caso a anulação
seja obtida, mostra-se adequado.

18 (Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004) -


Nos atos compostos, o visto da autoridade superior
constitui condição de exeqüibilidade.

19 (Analista de Assuntos Jurídicos do SERPRO/2004) -


A competência é um dos requisitos necessários à
formação do ato administrativo. No que se refere à sua
alterabilidade, o princípio adotado pelo direito positivo
é o da irrenunciabilidade, excetuado apenas pela
delegação ou pela avocação.

20 (Técnico Judiciário / Área Administrativa – STJ –


2004) - O motivo do ato administrativo vincula-se ao
pressuposto de fato e de direito em que se deve
fundamentar o ato administrativo.

250
21 (Analista Judiciário / Área Administrativa – STJ –
2004) - O motivo e a motivação do ato administrativo
são o móvel ou a intenção do agente que praticou o ato
subjetivo e internamente.

22 (Analista Judiciário / Área Judiciária – STJ – 2004) -


Enquanto os atos administrativos são passíveis de
anulação e revogação, de acordo com a ordem jurídica,
os fatos da administração gozam de presunção de
legitimidade e se enquadram nos ditames da
discricionariedade.

23 (Analista Judiciário / Área Judiciária – STJ – 2004) -


O motivo e a motivação do ato administrativo são o
móvel ou a intenção do agente que praticou o ato
subjetivo e internamente.

24 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e


Judiciária – TJAP – 2004) - Acerca dos atos
administrativos, julgue os itens a seguir. A. A vacância
de cargo provocado pela morte de um servidor e o
decurso do tempo, que produz a prescrição
administrativa são exemplos típicos de fatos
administrativos. B. O conceito de ato administrativo é
bem mais amplo do que o de ato de administração,
sendo aquele o gênero e esse, a espécie. C. Consideram-
251
se elementos dos atos administrativos a competência, a
forma, o objeto, o motivo e a finalidade. D. O mérito
constitui requisito essencial do ato administrativo. E. A
presunção de legitimidade, a imperatividade, a auto-
executoriedade, a exigibilidade e a tipicidade
constituem atributos do ato administrativo.

25 (Delegado de Polícia Federal / 2004) - Ocorre a


extinção do ato administrativo por caducidade quando o
ato perde seus efeitos jurídicos em razão de norma
jurídica superveniente que impede a permanência da
situação anteriormente consentida.

26 (Assistente Técnico de Informática e Administração


- TCE/PE - 2004) - A respeito de atos administrativos,
julgue os itens que se seguem.

1 Segundo a doutrina especializada, os atributos dos


atos administrativos incluem, entre outros, a presunção
de legitimidade e a imperatividade; a primeira significa
que esses atos devem ser considerados válidos até prova
em contrário, ou seja, eles gozam de presunção relativa
de legitimidade.

2 Os atos administrativos ditos discricionários


correspondem àqueles em que todos os elementos e
252
atributos são definidos pelo julgamento do
administrador, se bem que estes devem necessariamente
estar direcionados à busca da satisfação do interesse
público.

27 (Juiz Substituto – TJ – MT – 2004) - Acerca dos atos


administrativos e do regime jurídico dos servidores
públicos, assinale a opção correta. A Todo ato
administrativo goza de auto-executoriedade. B O
servidor público adquire estabilidade e o magistrado de
primeiro grau, vitaliciedade, após três anos de efetivo
exercício no cargo. C Todo agente público é servidor
público. D Há atos administrativos que, não obstante
viciados, podem ser convalidados.

28 (Auditor do Estado – ES/2004) - Os atos


administrativos discricionários não serão objeto de lide
judicial, pois ao Poder Judiciário é defeso decidir acerca
do mérito do ato administrativo.

29 (Auditor do Estado – Direito - ES/2004) - O fato de


os procedimentos necessários à nomeação de
determinado servidor público serem levados a efeito por
servidor lotado no serviço de recursos humanos
competente e, posteriormente, submetidos à chancela do

253
dirigente da entidade pública caracteriza ato
administrativo considerado ato composto.

30 (Analista Judiciário – Área: Judiciária – TRT / 10.ª


REGIÃO – DEZ/2004) - A expressa fundamentação é
um requisito de validade dos atos administrativos
vinculados, mas não dos atos administrativos
discricionários.

31 (Analista Judiciário – Área: Judiciária – TRT / 10.ª


REGIÃO – DEZ/2004) - A autorização de serviço
público é um contrato administrativo por meio do qual o
poder público delega provisoriamente a particular a
execução de uma atividade típica de Estado.

32 (Juiz Substituto – TJBA – 2005) - No que se refere


aos atos administrativos, julgue os próximos itens.

128 Fatos jurídicos, mesmo que independam da vontade


e de qualquer participação dos agentes públicos, podem
ser relevantes para o direito administrativo.

130 Sempre que a administração pública se deparar com


a prática de ato administrativo nulo, deverá invalidá-lo e
repor a situação no statu quo ante, independentemente
de provocação da parte interessada, devido a seu poder
254
de autotutela. Essa atitude é decorrência do princípio da
legalidade, pois a doutrina não admite que o poder
público aceite a persistência dos efeitos de atos
praticados em desconformidade com o direito.

33 (Ingresso na Titularidade dos Serviços Notariais e de


Registro do Foro Extrajudicial do Estado de Mato
Grosso – TJMT – 2005) - O ato complexo se iguala,
conforme entendimento da doutrina, ao contrato
administrativo, pois há, em alguns casos, a conjugação
de vontades de órgãos distintos para a formação do ato.

34 (Ingresso na Titularidade dos Serviços Notariais e de


Registro do Foro Extrajudicial do Estado de Mato
Grosso – TJMT – 2005) - A competência é um dos
requisitos do ato administrativo e pode ser alterada,
mesmo sem autorização legal, por vontade do
administrador por meio do instituto da delegação.

35 (Analista Judiciário – Área: Administrativa –


TRE/TO – 2005) - Com relação aos atos administrativos
de permissão e autorização, julgue os itens a seguir.
I Autorizações são atos administrativos unilaterais e
precários em que está presente a discricionariedade da
administração pública.

255
II Permissões são atos discricionários da administração
pública, e, como tal, dispensam sempre a prévia
realização de licitação.
III Não há direito subjetivo à obtenção ou à
continuidade da autorização, mesmo que o interessado
preencha todos os requisitos exigidos pela
administração pública.
IV Não se admite a hipótese de permissão condicionada
no sistema administrativo brasileiro após a Constituição
Federal de 1988, pois essa permissão limitaria o poder
discricionário da administração pública. A quantidade
de itens certos é igual a

A 0. B 1. C 2. D 3. E 4. QUESTÃO 37

36 (Defensor Público – SE – 2005) - Maria teve


cancelado seu credenciamento como despachante no
Departamento Estadual de Trânsito de determinada
unidade da federação, por ter participado de uma
quadrilha que fraudava carteiras de motorista. Em face
da situação hipotética acima, relativa a atos
administrativos, julgue o item que se segue. Nessa
situação, ainda que reste demonstrado que o motivo,
prática de ato ilícito, inexistiu, ou que Maria não teve,
no ato, qualquer participação, o descredenciamento não

256
é atingido, já que se trata de ato discricionário da
autoridade competente.

2º) ESAF

37 (Técnico da Receita Federal/2003) - No âmbito da


Administração Pública Federal, o ato administrativo,
quando eivado de vício insanável de legalidade do qual
tenha gerado efeitos patrimoniais, para terceiros de boa-
fé,
a) só pode ser anulado, administrativamente, no prazo
decadencial de cinco anos.
b) pode ser anulado, a qualquer tempo, com eficácia ex
nunc (doravant
e), desde que respeitados os direitos adquiridos.
c) não pode ser anulado, sequer por decisão judicial.
d) só por decisão judicial é que pode vir a ser
reformado.
e) torna-se irreversível, em razão da presunção de
legalidade e da segurança jurídica.

38 (Auditor do Tesouro Municipal - Prefeitura do


Recife – 2003) - Com referência ao ato administrativo
normativo, assinale a afirmação falsa.
a) O ato normativo tem precedência hierárquica sobre o
ato individual.
257
b) O ato normativo é sempre revogável.
c) O ato normativo não pode ser impugnado na via
administrativa, por meio dos recursos administrativos
ordinários.
d) O ato normativo tem natureza de ato vinculado, pois
não pode exorbitar da lei.
e) O ato normativo não pode ser impugnado,
judicialmente, diretamente pela pessoa lesada, mas
apenas pela via de argüição de inconstitucionalidade.

39 (Analista Judiciário - TRT - 7ª Região – 2003) -


Tratando-se da classificação dos atos administrativos,
quanto a serem vinculados ou discricionários,
correlacione as duas colunas:
1- ato vinculado
2- ato discricionário
( ) aposentadoria compulsória do servidor aos 70 anos
de idade
( ) licença municipal para abertura de estabelecimento
comercial
( ) imposição de penalidade a servidor público ao final
de processo administrativo
( ) autorização para cessão de bem público para evento
de natureza filantrópica
( ) contratação direta com base em uma das hipóteses
legais de dispensa de licitação
258
a) 1/1/2/2/2
b) 1/2/2/1/1
c) 2/1/1/2/2
d) 1/2/2/2/1
e) 1/1/2/2/1

40 (ESAF/ASSISTENTE JURÍDICO/AGU/99)
Assinale a letra que contenha a ordem que expresse a
correlação correta.

1 - ato vinculado 2 - ato discricionário


( ) aposentadoria compulsória por implemento de idade
( ) gradação de penalidade em processo administrativo
( ) revogação de processo licitatório
( ) exoneração de servidor em estágio probatório
( ) concessão de alvará para atividade comercial
a) 2/1/1/2/2
b) 1/2/2/1/1
c) 2/2/2/1/1
d) 1/2/1/2/1
e) 1/1/2/2/2
41 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – Os atos
administrativos, pelos quais são anulados e revogados
outros anteriores, têm em comum o fato de que em
ambos os casos
a) é dispensável a motivação.
259
b) é necessária a motivação.
c) produzem efeitos doravante (ex nunc).
d) produzem efeitos retroativos (ex tunc).
e) ficam resguardados os direitos adquiridos, enquanto
vigoraram os atos anulados e/ou revogados.

42 (ESAF/ AFRF/ 2003) - Conforme a doutrina, o ato


administrativo, quando concluído seu ciclo de formação
e estando adequado aos requisitos de legitimidade, ainda
não se encontra disponível para eclosão de seus efeitos
típicos, por depender de um termo inicial ou de uma
condição suspensiva, ou autorização, aprovação ou
homologação, a serem manifestados por uma autoridade
controladora, classifica-se como:
a) perfeito, válido e eficaz
b) perfeito, válido e ineficaz
c) perfeito, inválido e eficaz
d) perfeito, inválido e ineficaz
e) imperfeito, inválido e ineficaz

43 (ESAF/ AFRF/ 2003) O denominado poder


extroverso do Estado ampara o seguinte atributo do ato
administrativo:
a) imperatividade
b) presunção de legitimidade
c) exigibilidade
260
d) tipicidade
e) executoriedade

44 (ESAF/AGU/98) O ato administrativo, a que falte


um dos elementos essenciais de validade,
a) é considerado inexistente, independente de qualquer
decisão administrativa ou judicial
b) goza da presunção de legalidade, até decisão em
contrário
c) deve por isso ser revogado pela própria
Administração
d) só pode ser anulado por decisão judicial
e) não pode ser anulado pela própria Administração

45 (AFPS – Administração Tributária e


Previdenciária/2002) - No caso de um ato
administrativo estar eivado de vício insanável de
legalidade, cuja ilegalidade seja constatada pela
autoridade superior àquela que o praticou, em face de
instância recursal instaurada pelo próprio interessado, a
solução prevista na legislação de regência seria
a) a devolução do caso à autoridade inferior que
praticou o ato respectivo, para sua anulação.
b) a devolução do caso à autoridade inferior que
praticou o ato respectivo, para sua reformulação.

261
c) a devolução do caso à autoridade inferior que
praticou o ato respectivo, para sua revogação.
d) que a autoridade competente para decidir o recurso
pode anular o ato que constatou ser ilegal.
e) que a autoridade competente para decidir o recurso
deve revogar o ato que constatou ser ilegal.

46 (Auditor-Fiscal do Trabalho - MTE- 2003) - A


convalidação de ato administrativo decorre de certos
pressupostos. Não se inclui entre estes pressupostos:
a) não acarretar lesão ao interesse público.
b) não causar prejuízo a terceiros.
c) o defeito ter natureza sanável.
d) juízo de conveniência e oportunidade da autoridade
competente.
e) autorização judicial quando se tratar de matéria
patrimonial.

47 (Auditor do Tesouro Municipal – Natal) - Quanto à


extinção do ato administrativo, é correto afirmar:
a) é factível a convalidação de todo ato administrativo
b) os efeitos da revogação retroagem à data inicial de
validade do ato revogado
c) a caducidade do ato ocorre por razões de ilegalidade
d) a anulação pode-se dar por ato administrativo ou
judicial
262
e) oportunidade e conveniência justificam a cassação do
ato administrativo
48 (Auditor de Tributos Municipais – Fortaleza-
CE/1998) - A permissão para uso de boxe no mercado
municipal classifica-se como ato administrativo
a) ordinatório
b) negocial estável
c) negocial precário
d) negocial bilateral
e) enunciativo

49 (Analista MPU/2004 – Área Administrativa) O ato


administrativo goza da presunção de legitimidade, mas,
quando dele decorrerem efeitos favoráveis, para seus
destinatários e estiver eivado de vício insanável de
legalidade, a Administração tem o direito de anulá-lo
a) enquanto não produzir efeitos.
b) no prazo decadencial de 5 anos.
c) a qualquer tempo.
d) no prazo prescricional de 10 anos.
e) no prazo decadencial de 2 anos.

50 (Procurador do Distrito Federal/2004) - O ato


administrativo:
a) pode ser anulado pela Administração, por motivo de
conveniência, a qualquer tempo.
263
b) só pode ser anulado por meio de ação popular.
c) pode ser anulado, no prazo de cinco anos, quando
viciado por ilegalidade.
d) pode ser revogado, em cinco anos, sem que as partes
possam invocar direito adquirido.
e) uma vez praticado, não pode ser revogado.

51 (Analista do Instituto de Resseguros do Brasil -


IRB/2004) - Os atos administrativos complexos são
aqueles
a) adotados por um órgão colegiado.
b) formados por acordo das vontades de pessoas
diferentes.
c) formados pela concorrência das vontades de órgãos
diferentes.
d) formados pela conjugação de procedimentos
sucessivos no mesmo órgão.
e) formados por procedimentos sucessivos de
autoridades do mesmo órgão.

52 (Advogado do Instituto de Resseguros do Brasil -


IRB/2004) - Quando se verifica que a matéria de fato ou
de direito, em que se fundamenta o ato, é materialmente
inexistente ou juridicamente inadequada ao resultado
obtido, temos vício do ato administrativo em relação ao
seguinte elemento:
264
a) finalidade
b) objeto
c) forma
d) sujeito
e) motivo

53 (Oficial de Chancelaria – MRE/2004) – Assinale


entre as opções abaixo aquela que se classifica como um
fato administrativo.
a) Edital de licitação.
b) Contrato de concessão de serviço público.
c) Morte de servidor público.
d) Parecer de consultor jurídico de órgão público.
e) Ato de poder de polícia administrativa de interdição
de estabelecimento comercial.

54 (Oficial de Chancelaria – MRE/2004) – A


prerrogativa do poder público em editar atos que vão
além da esfera jurídica do emitente, o denominado
poder extroverso, ampara o seguinte atributo do ato
administrativo:
a) imperatividade.
b) presunção de legitimidade.
c) auto-executoriedade.
d) exigibilidade.
e) coercibilidade.
265
55 (Analista de Finanças e Controle/2005) –
Relacionando o estudo do ato administrativo com o do
regime jurídico-administrativo, assinale no rol de
princípios abaixo aquele que mais se coaduna com a
imposição de limites ao atributo de autoexecutoriedade
do ato administrativo:
a) finalidade
b) moralidade
c) publicidade
d) proporcionalidade
e) motivação

56 (Auditor – GEFAZ – MG/2005) - Relativamente aos


atributos dos atos administrativos, assinale a opção
correta.
a) Há atos administrativos para os quais a presunção de
legitimidade (ou legalidade) é absoluta, ou seja, por
terem sido produzidos na órbita da Administração
Pública, não admitem a alegação, por eventuais
interessados, quanto à ilegalidade de tais atos.
b) A presunção de legitimidade não está presente em
todos os atos administrativos, o que fundamenta a
possibilidade de seu desfazimento pelo Poder Judiciário.
c) Não se pode dizer que a imperatividade seja elemento
de distinção entre os atos administrativos e os atos
266
praticados por particulares, eis que estes últimos
também podem, em alguns casos, apresentar tal atributo
(por exemplo, quando defendem o direito de
propriedade).
d) O ato administrativo nem sempre apresenta o atributo
da imperatividade, ainda que o fim visado pela
Administração deva ser sempre o interesse público.
e) O ato administrativo que tenha auto-executoriedade
não pode ser objeto de exame pelo Poder Judiciário, em
momento posterior, pois já produziu todos os seus
efeitos.

57 (Auditor – GEFAZ – MG/2005) - Determinado


particular ingressa com ação, pleiteando ao Poder
Judiciário que modifique o conteúdo de um ato
administrativo, alegando exclusivamente sua
inconveniência. Em vista do fundamento apresentado
para o pedido, o Poder Judiciário:
a) poderá modificar o ato, diretamente, se entender que
é, efetivamente, inconveniente.
b) poderá obrigar a autoridade administrativa a
modificá-lo.
c) somente poderá modificar o ato se entender que foi
editado em momento inoportuno, sem adentrar no
exame quanto à sua conveniência.

267
d) não poderá atender o pedido apresentado, por ser a
conveniência aspecto relacionado à discricionariedade
do administrador.
e) não poderá atender o pedido, pois a intervenção do
Poder Judiciário somente se justificaria se, a um só
tempo, o ato fosse inconveniente e tivesse sido editado
em momento claramente inoportuno.

58 (Especialista em Políticas Públicas e Gestão


Governamental – MPOG/2005) - Na classificação dos
atos administrativos, o ato que está sujeito a condição
ou termo para que inicie a produzir efeitos jurídicos
denomina-se:
a) imperfeito
b) pendente
c) condicionado
d) suspensivo
e) resolutivo

59 (AFRF/2005) - Analise o seguinte ato


administrativo: O Governador do Estado Y baixa
Decreto declarando um imóvel urbano de utilidade
pública, para fins de desapropriação, para a construção
de uma cadeia pública, por necessidade de vagas no
sistema prisional. Identifique os elementos desse ato,
correlacionando as duas colunas.
268
1- Governador do Estado
2- Interesse Público
3- Decreto
4- Necessidade de vagas no sistema prisional
5- Declaração de utilidade pública
( ) . nalidade ( ) forma ( ) motivo ( ) objeto ( )
competência
a) 4/3/5/2/1
b) 4/3/2/5/1
c) 2/3/4/5/1
d) 5/3/2/4/1
e) 2/3/5/4/1

60 (AFRF/2005) - Em relação à invalidação dos atos


administrativos, é incorreto afirmar que
a) a anulação pode se dar mediante provocação do
interessado ao Poder Judiciário.
b) a revogação tem os seus efeitos ex nunc.
c) tratando-se de motivo de conveniência ou
oportunidade, a invalidação dar-se-á por revogação.
d) anulação e revogação podem incidir sobre todos os
tipos de ato administrativo.
e) diante do ato viciado, a anulação é obrigatória para a
Administração.

269
61 (Advogado IRB/2006)- Tício, servidor público de
uma Autarquia Federal, aprovado em concurso público
de provas e títulos, ao tomar posse, descobre que seria
chefiado pelo Sr. Abel, pessoa com quem sua família
havia cortado relações, desde a época de seus avós, sem
que Tício soubesse sequer o motivo. Depois de sua
primeira semana de trabalho, apesar da indiferença de
seu chefe, Tício sentiase feliz, era seu primeiro trabalho
depois de tanto estudar para o concurso ao qual se
submetera. Qual não foi sua surpresa ao descobrir, em
sua segunda semana de trabalho, que havia sido
removido para a cidade de São Paulo, devendo, em
trinta dias adaptar-se para se apresentar ao seu novo
chefe, naquela localidade. Considerando essa situação
hipotética e os preceitos, a doutrina e a jurisprudência
do Direito Administrativo Brasileiro, assinale a única
opção correta.
a) A conduta do Sr. Abel não merece reparos, posto que
amparada pela lei.
b) O Sr. Abel agiu com excesso de poder, razão pela
qual seu ato padece de vício.
c) O Sr. Abel agiu corretamente, na medida em que
Tício ainda se encontrava em estágio probatório.
d) O Sr. Abel incidiu em desvio de finalidade, razão
pela qual o ato por ele praticado merece ser anulado.

270
e) Considerando que o ato do Sr. Abel padece de vício,
o mesmo deverá ser revogado.

62 (Técnico Administrativo – ANEEL – 2006) -


Relativamente à vinculação e discricionariedade dos
atos administrativos, correlacione as colunas apontando
como vinculado ou discricionário cada um dos
elementos do ato administrativo e assinale a opção
correta.
(1) Vinculado (2) Discricionário
( ) Competência ) Forma ) Motivo ) Finalidade )
Objeto.
a) 1 / 1 / 2 / 1 / 2
b) 2 / 2 / 1 / 1 / 2
c) 1 / 1 / 1 / 2 / 2
d) 2 / 2 / 2 / 1 / 1
e) 1 / 2 / 2 / 1 / 2

63 (AFC – CGU – 2006) - A Administração Pública


pode e/ou deve anular os seus próprios atos, eivados de
vícios, que os tornem ilegais,
a) o que é insusceptível de controle jurisdicional.
b) o que opera com efeito ex nunc (doravante).
c) porque deles não se originam direitos.
d) ressalvados os direitos adquiridos.
e) sobre o que não opera decadência.
271
64 (AFC – CGU – 2006) - O ato administrativo
conceituado como “ato unilateral, discricionário, pelo
qual a Administração faculta o exercício de alguma
atividade material, em caráter precário”, denomina-se
a) autorização.
b) permissão.
c) licença.
d) concessão.
e) aprovação .

65 (AFC – CGU – 2006) - No âmbito das teorias


relativas à invalidação do ato administrativo, entende-se
a figura da cassação como
a) retirada do ato por razões de conveniência e
oportunidade.
b) retirada do ato porque sobreveio norma jurídica que
tornou inadmissível situação anteriormente permitida.
c) retirada do ato porque foi emitido outro ato, com
fundamento em competência diversa daquela que gerou
o ato anterior, mas cujos efeitos são contrapostos aos
daquele.
d) retirada do ato porque o destinatário descumpriu
condições que deveriam permanecer atendidas a fim de
dar continuidade à situação jurídica.

272
e) retirada do ato porque fora praticado em
desconformidade com a ordem jurídica.

66 (TRF/2006) - O ato administrativo, – para cuja


prática a Administração desfruta de uma certa margem
de liberdade, porque exige do administrador, por força
da maneira como a lei regulou a matéria, que sofresse as
circunstâncias concretas do caso, de tal modo a ser
inevitável uma apreciação subjetiva sua, quanto à
melhor maneira de proceder, para dar correto
atendimento à finalidade legal, – classificase como
sendo
a) complexo.
b) de império.
c) de gestão.
d) discricionário.
e) vinculado.

3º) FCC

67 (Analista Judiciário – Jud/Sem Esp – TRF 4ª


R/2004) - A respeito dos instrumentos de invalidação
dos atos administrativos, é correto afirmar que
A) a revogação é ato discricionário pelo qual a
Administração extingue um ato válido, por razões de
conveniência e oportunidade; já a anulação decorre de
273
ilegalidade, podendo ser feita pela Administração como
também pelo Poder Judiciário.
B) a revogação é ato vinculado, praticado apenas pela
Administração; por sua vez, a anulação é da
competência exclusiva do Poder Judiciário, gerando
efeitos retroativos.
C) a revogação somente poderá ser praticada pela
Administração em decorrência de vício por ilegalidade;
em contrapartida, a anulação será declarada por decisão
judicial, quando presentes razões de conveniência e
justiça.
D) a revogação deverá ser praticada pela Administração
quando presentes razões pertinentes ao desvio da
finalidade; por sua vez, a anulação do ato administrativo
somente poderá ser efetuada pela Administração, tendo
em vista razões de conveniência e oportunidade.
E) a revogação pelo Judiciário é ato vinculado, quando
presentes questões de justiça e interesse público; já a
anulação pela Administração Pública constitui forma de
invalidação em decorrência de excesso do poder.

68 (Técnico Judiciário – Jud-Adm/Sem Esp – TRF 4ª


R/2004) - A imperatividade corresponde ao
A) atributo pertinente ao objeto ou conteúdo que
proporciona a produção de efeito jurídico imediato do
ato administrativo.
274
B) requisito ou elemento mediante o qual o ato
administrativo pode ser posto em execução pela
Administração.
C) elemento pelo qual o ato administrativo se amolda à
situação de fato que impõe a sua prática.
D) requisito pelo qual o ato administrativo deve cor-
responder a figuras definidas previamente pela lei.
E) atributo pelo qual os atos administrativos se impõem
a terceiros, independentemente de sua concordância.

69 (Técnico Judiciário – Jud-Adm/Sem Esp – TRF 4ª


R/2004) - Quando a matéria de fato ou de direito, em
que se fundamenta o ato, é materialmente inexistente ou
juridicamente inadequada ao resultado obtido, ocorre a
não observância do requisito de validade do ato
administrativo denominado
A) finalidade.
B) competência.
C) motivo.
D) forma.
E) objeto.

70 (Procurador – TC-PI/2005) - Alegando a ocorrência


de determinado fato, o agente público competente
praticou ato administrativo. Entretanto, o agente público
foi induzido a erro e o fato alegado, na verdade, não
275
ocorreu. Na ausência desse fato, a lei não autorizaria a
prática do ato. Esse ato é
A) anulável, por ter ocorrido o vício de vontade
denominado erro.
B) anulável, por ter ocorrido o vício de vontade
denominado dolo.
C) nulo, por falta de motivação.
D) nulo, por inexistência de motivos.
E) nulo, por desvio de finalidade.

71 (Procurador do Estado de São Paulo/2002) - São


atributos do ato administrativo:
A) formalidade, hierarquia e presunção de veracidade.
B) finalidade, motivação, forma e competência.
C) finalidade, imperatividade e presunção de
executoriedade.
D) legalidade, moralidade e economicidade.
E) presunção de legitimidade, imperatividade e auto-
executoriedade.

72 (Analista Judiciário – Jud – TRT 22ª R/2004) - As


constantes ausências imotivadas de Manoel Tadeu ao
serviço, analista judiciário do Tribunal Regional do
Trabalho da 22a Região, levaram o seu superior
imediato a aplicar-lhe a pena de suspensão de 15 (quinz

276
e) dias. Publicada no Diário Oficial a penalidade,
Manoel recusou-se a cumprir aquela sanção, sob a
argumentação de que a maioria das ausências foi
motivada por problemas de saúde de sua mãe, fatos
esses que sequer foram alegados e nem mesmo
provados no decorrer do processo administrativo
instaurado para apurar aquelas faltas.
Conseqüentemente, não concordando em cumprir a
penalidade aplicada, estarão sendo INOBSERVADOS
os seguintes atributos do correspondente ato
administrativo:
A) coercibilidade e finalidade.
B) motivo e auto-executoriedade.
C) imperatividade e presunção de legitimidade.
D) veracidade e motivo.
E) tipicidade e vinculação.

73 (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) - No


dia 13 de agosto de 2004, por meio de Alvará, a
Administração Pública concedeu autorização a Elisabete
para utilizar privativamente determinado bem público.
No dia seguinte, revogou referido ato administrativo,
alegando, para tanto, a necessidade de utilização pública
do bem. Posteriormente, no dia 15 de agosto do mesmo
ano, sem que a Administração tenha dado qualquer
destinação ao bem em questão, autorizou Marcos
277
Sobrinho a utilizá-lo privativamente. Referida atitude
comprovou que os pressupostos fáticos da revogação
eram inexistentes. Diante do fato narrado, Elisabete
A) terá que acatar a decisão da Administração Pública,
já que a autorização é ato unilateral, vinculado e
precário.
B) nada poderá fazer, uma vez que a autorização é ato
administrativo bilateral, discricionário e precário.
C) somente poderá pleitear indenização, em ação
judicial, pelos prejuízos porventura suportados.
D) poderá pleitear a invalidação da revogação, em
virtude da teoria dos motivos determinantes.
E) poderá requerer, junto à Administração Pública, a
invalidação da revogação, em razão do instituto da
“Verdade Sabida”.

74 (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) - O


órgão da prefeitura responsável pela fiscalização de
bares e restaurantes verificou, em visita de rotina, que
um estabelecimento estava servindo a seus clientes
alimentos com data de validade expirada. Tendo em
vista tal fato, confiscou imediatamente referidos
produtos e os incinerou. O atributo do ato
administrativo que possibilitou a apreensão dos gêneros
alimentícios em questão pela Administração Pública,
sem a necessidade de intervenção judicial, denomina-se
278
A) legalidade.
B) eficiência.
C) imperatividade.
D) auto-executoriedade.
E) presunção de veracidade.

75 (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª


R/2004) - Os atos de nomeações de Márcio para cargo
de Analista Judiciário por aprovação em concurso
público, e de Josimar para o cargo de Assistente do
Diretor Geral, de livre nomeação e exoneração, lotados
no Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região,
correspondem, respectivamente, à vinculação e à
discricionariedade do ato administrativo. Diante disso,
considere as seguintes situações: I. A discricionariedade
é sempre relativa e parcial, porque, quanto à
competência, à forma e à finalidade, como requisitos do
ato, a autoridade administrativa está subordinada ao que
a lei dispõe, como para qualquer ato vinculado. II. A
vinculação poderá ser parcial ou total, posto que o
motivo, a finalidade e o objeto, como requisitos ou
elementos do ato, deverão ser valorados pelo
administrador público, razões pelas quais existirá
sempre uma diminuta margem de liberdade, aplicável,
também, para o ato discricionário. III. Tanto a
discricionariedade como a vinculação são parciais
279
quanto à motivação, finalidade e imperatividade, que
constituem requisitos do ato, não possibilitando a
mínima liberdade de atuação do administrador, mesmo
quando parcialmente subordinado à lei. É correto o que
se contém APENAS em
A) I.
B) I e III.
C) II.
D) II e III.
E) III.

76 (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª


R/2004) - Em matéria de revogação dos atos
administrativos, é INCORRETO asseverar:
A) não podem ser revogados os atos que exauriram os
seus efeitos; como a revogação opera efeitos para o
futuro, impedindo que o ato continue a produzir efeitos,
se o ato já exauriu, não haverá razão para a revogação.
B) os atos vinculados podem ser revogados, precisa-
mente porque neles se apresentam os aspectos
pertinentes à conveniência e oportunidade; e a
administração tem a liberdade para apreciar esses
aspectos no momento da edição do ato, e também
poderá apreciá-los posteriormente.
C) a revogação não pode ser praticada quando estiver
exaurida a competência relativamente ao objeto do ato;
280
se o interessado recorreu de um ato administrativo e este
esteja sob apreciação de autoridade superior, aquela que
praticou o ato não terá competência para revogá-lo.
D) a revogação não pode alcançar os intitulados meros
atos administrativos, a exemplo das certidões, atestados,
votos, haja vista que os efeitos deles decorrentes são
estabelecidos pela lei.
E) a Administração pode revogar seus próprios atos por
motivo de conveniência e oportunidade, respeitados os
direitos adquiridos e ressalvada, em todos os casos, a
apreciação judicial.

77 (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) - Para


a realização dos atos administrativos vinculados, é
correto afirmar que o administrador estará diante de
conceitos jurídicos
A) que possibilitam soluções diversas ou
plurissignificativos.
B)que admitem uma única solução, ou seja,
unissignificativos.
C) teotéricos, que não admitem solução única.
D) portadores de decisões indiferentes ou
unissignificativos
E) plurissignificativos ou que admitem mais de uma
solução.

281
78 (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) -
Sobre a classificação dos atos administrativos, é correto
afirmar:
A) Denominam-se atos complexos aqueles que resultam
da manifestação de dois ou mais órgãos, cujas vontades
se unem para formar um ato único.
B) Consideram-se atos perfeitos aqueles que ainda não
exauriram os seus efeitos.
C) Nos denominados atos de gestão, a Administração
Pública lança mão de sua supremacia sobre os interesses
dos particulares.
D) São considerados atos imperfeitos aqueles inaptos a
produzir efeitos jurídicos, embora tenham completado o
ciclo de formação.
E) São denominados atos compostos aqueles que
necessitam da manifestação de vontade de um único
órgão, mas sempre dependem de apreciação judicial
para tornarem-se exeqüíveis.

79 (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 8ª


R/2004) - No que se refere à revogação e à anulação do
ato administrativo, é correto afirmar que
A) a revogação pressupõe sempre a existência de um ato
ilegal e ineficaz.

282
B) incumbe exclusivamente à Administração Pública a
revogação do ato administrativo legal e eficaz, o que
produzirá efeito ex tunc.
C) a revogação pode ser declarada tanto pela
Administração Pública quanto pelo Poder Judiciário,
quando provocado.
D) incumbe exclusivamente à Administração Pública a
revogação do ato administrativo legal e eficaz, o que
produzirá efeito ex nunc.
E) o ato administrativo só pode ser anulado por ação
judicial, sendo vedado à Administração Pública fazê-lo
diretamente, pois lhe é vedado o controle da legalidade.

80 (Técnico Judiciário - Adm – TRT 8ª R/2004) - Um


ato administrativo perfeito pode ser extinto, por motivo
de conveniência e oportunidade. Essa afirmação contém
conceito relacionado com a
A) revogação
B) anulação
C) convalidação
D) conversão
E) invalidação.

81 (Analista Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) -


No que se refere aos requisitos ou elementos do ato
administrativo, é certo afirmar
283
A) o motivo é o resultado que a Administração Pública
quer alcançar com a prática do ato
B) a ausência do motivo ou a indicação de um motivo
simulado não bastam para invalidar o ato administrativo
C) o motivo e a motivação se confundem porque têm os
mesmos significados e efeitos.
D) a motivação é sempre desnecessária para os atos
vinculados e discricionários, e obrigatória para os outros
atos
E) o motivo é o pressuposto de fato e de direito que
serve de fundamento ao ato administrativo.

82 (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 9ª


R/2004) - O novo Chefe do Poder Executivo Estadual,
após cinco dias da posse, ao exonerar o Assessor
Especial do Governador, nomeado em comissão há mais
de 10 (dez) anos, estará praticando ato administrativo
A) de império e enunciativo
B) vinculado e composto
C) complexo e regulamentar
D) discricionário e ex officio
E) de gestão e constitutivo.

83 (Analista Judiciário – Jud – TRT 9ª R/2004) - José


Augusto, analista judiciário do Tribunal Regional do
Trabalho da 9a Região, ao praticar ato que não se inclui
284
nas suas atribuições legais, preteriu o requisito do ato
administrativo denominado
A) forma
B) finalidade
C) competência
D) motivo
E) objeto.

84 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE –


MG/2005) - A constatação de que a matéria de fato ou
de direito, em que se fundamenta o ato, é inexistente ou
juridicamente inadequada ao resultado obtido, revela a
preterição do requisito do ato administrativo
denominado
A) motivo
B) finalidade
C) imperatividade
D) competência
E) presunção de legitimidade.

85 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE –


MG/2005) - O ato administrativo, mesmo que eivado de
vícios ou defeitos, é tido como verdadeiro e conforme o
direito até prova em contrário, em virtude do atributo da
(
A) imperatividade
285
B) auto-exigibilidade
C) finalidade
D) presunção de legitimidade
E) coercibilidade.

86 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE –


MG/2005) - O Diretor Administrativo da Secretaria da
Educação de determinado Estado da Federação, atuando
nos limites de sua competência no sentido de autorizar a
abertura de licitação na modalidade Tomada de Preços,
inseriu no edital determinada condição a ser
comprovada pelas licitantes para fins de habilitação
técnica, privilegiando determinada empresa. Esta
conduta caracteriza
A) abuso do poder sob a forma de desvio da finalidade
B) excesso de poder como espécie de abuso do poder
C) inobservância ao princípio da vinculação ao edital
D) desvio do princípio da publicidade
E) desrespeito ao julgamento objetivo.

87 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE –


MG/2005) - A lanchonete Hambúrguer Express Ltda.
foi interditada pela Vigilância Sanitária, por estar
servindo aos seus clientes gêneros alimentícios com
prazo de validade expirado, bem como em razão da
péssima condição de higiene constatada pela
286
fiscalização na cozinha e nos sanitários desse
estabelecimento. Não obstante a alegação, por parte dos
proprietários, de que o agente público que expediu o ato
de interdição agiu com abuso do poder, esse ato é
portador do atributo da (
A) motivação
B) publicidade
C) competência
D) finalidade
E) presunção de legitimidade.

88 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE –


RN/2005) - A respeito da invalidação dos atos
administrativos, é correto afirmar que a
A) Administração Pública não pode declarar inválido
um ato administrativo, pois lhe é vedado o controle da
legalidade
B) revogação do ato administrativo legal e eficaz
incumbe exclusivamente à Administração Pública e
produzirá efeito ex tunc
C) revogação pode ser declarada tanto
pelaAdministração Pública, quanto pelo Poder
Judiciário, quando provocado
D) ilegalidade e a ineficácia são pressupostos da
revogação do ato administrativo

287
E)revogação do ato administrativo legal e eficaz
incumbe exclusivamente à Administração Pública e
produzirá efeito ex nunc.

89 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE –


RN/2005) - A discricionariedade está presente no ato
administrativo que
A) concede isenção fiscal a contribuinte que atende as
condições estabelecidas pela legislação
B) nomeia servidores aprovados em concurso público,
observada a ordem de classificação
C) aposenta servidor público em razão da idade.
D) exonera servidor público concursado e que foi
reprovado no estágio probatório
E)declara de utilidade pública determinado imóvel para
fins de desapropriação e com o objetivo de construir
uma escola.

90 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE –


RN/2005) - O mérito do ato administrativo está
relacionado com
A)a oportunidade e a conveniência
B) a coercibilidade e a executoriedade
C) o controle da autonomia e a publicidade
D) a competência e a finalidade

288
E) o controle da legalidade, que é exclusivo do Poder
Judiciário.

91 (Procurador – PGE-SE/2005) - A doutrina


administrativista costuma afirmar que a Administração
não pode revogar os atos administrativos vinculados. A
razão adequada para tal afirmativa seria o fato de (
A) a revogação desses atos poder ser feita apenas pelo
Poder Judiciário
B)não estarem presentes nos atos vinculados os aspectos
de conveniência e oportunidade
C) revestirem-se esses atos de presunção de legalidade
D) revestirem-se esses atos de auto-executoriedade
E) os atos vinculados serem atos que produzem efeitos
imediatos, exaurindo-se de plano.

92 (Juiz Substituto – TRT 11ª Região – 2005) - A


Súmula 473 do Supremo Tribunal Federal "a
administração pode anular seus próprios atos, quando
eivados de vlcios que os tomam ilegais, porque deles
não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de
conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos
adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a
apreciação judicial" - reflete a aplicação do principio da
(
A) inércia da Administração Pública
289
B) autotutela administrativa
C) auto-executoriedade dos atos administrativos
D) presunção de legalidade dos atos administrativos
E) presunção de veracidade dos atos administrativos.

93 (Juiz Substituto – TRT 11ª Região – 2005) - A falta


de motivação, que fosse legalmente exiglvel, de um ato
administrativo, caracteriza (
A) desvio de finalidade
B) ilegalidade do objeto
C) inconstitucionalidade material
D) vício de forma
E) vicio de inexistência dos motivos.

94 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


11ª Região – 2005) - A certidão negativa de tributos
imobiliários expedida pela Prefeitura Municipal de
Manaus é portadora de fé pública, em decorrência do (
A) atributo da legalidade 8) requisito da auto-
executoriedade
C) principio da moralidade
D) atributo da presunção de legitimidade
E) requisito da competência.

290
95 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 11ª
Região – 2005) - A anulação e a revogação dos atos
administrativos produzem, respectivamente, efeitos
A) retroativos e ex tunc 8) ex nunc e para o futuro
C) retroativos e ex nunc
D) para o futuro e ex nunc
E) ex tunc e retroativos.

96 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 11ª


Região – 2005) - A possibilidade que certos atos
administrativos ensejam de imediata e direta execução
pela própria Administração, independentemente de
ordem judicial, decorre do
A) atributo da auto-executoriedade
B) requisito da presunção de legitimidade
C) atributo da finalidade
D) requisito da imperatividade
E) atributo da competência.

97 (Procurador de Santos – Dez/2005) - Dentre os


atributos inerentes aos atos administrativos, pode-se
destacar a
A) presunção de legitimidade, tendo em vista a
existência de norma legal específica que a estabeleça

291
B) auto-executoriedade, como ensejadora da direta
execução pela própria Administração, em decorrência
da imediatidade da ordem judicial
C) imperatividade, que impõe a coercibilidade para seu
cumprimento ou execução
D) competência, como sendo o poder personalíssimo,
atribuído ao agente da Administração para o
desempenho de suas funções, indelegável e não passível
de ser avocado
E) finalidade, como sendo o elemento discricionário,
tendo por objetivo o interesse público a atingir.

98 (Procurador de Santos – Dez/2005) - É normal


ocorrer a afirmação doutrinária de que os atos
vinculados são praticados quando esteja o administrador
diante de conceitos (
A) plurissignificativos ou que admitem mais de uma
possibilidade
B) teoréticos ou plurissignificativos.
C) que não admitem solução única ou teoréticos
D) portadores de opções indiferentes ou
unissignificativos
E) unissignificativos ou que admitem solução única.

99 (Procurador de Santos – Dez/2005) - Um ato


administrativo discricionário é praticado pela autoridade
292
competente, a qual o motiva de modo não condizente
com a realidade. Ante a objeção de um interessado, a
autoridade argumenta que tal ato poderia ser praticado
independentemente do motivo específico invocado.
Nessas circunstâncias o ato é
A) perfeitamente válido
B) ilegal, sendo pois passível de anulação ou revogação
em via judicial ou administrativa
C) ilegal, sendo pois passível de revogação em via
judicial ou administrativa
D) ilegal, sendo pois passível de anulação em via
judicial ou administrativa
E) ilegal, sendo pois passível de anulação, somente em
via judicial, ou revogação, somente em via
administrativa.

100 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE


AP/2006) - Considere as assertivas a respeito dos
atributos do ato administrativo: I. Os atos
administrativos, qualquer que seja sua categoria ou
espécie, nascem com a presunção de legitimidade,
independentemente de norma legal que a estabeleça. II.
A imperatividade existe em todos os atos
administrativos, sendo o atributo que impõe a
coercibilidade para seu cumprimento ou execução. III.
A impossibilidade que certos atos administrativos
293
ensejam de imediata e direta execução pela própria
Administração, independentemente de ordem judicial,
consiste na auto-executoriedade. Está correto o que se
afirma APENAS em
A) I e II
B) I e III
C) II
D) II e III
E) III.

101 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


24ª Região/2006) - O atributo da imperatividade garante
que os atos administrativos obrigacionais sejam (
A) Revogados pela própria administração, em razão de
seu poder de autotutela
B) Executados pela própria Administração Pública, sem
necessidade de intervenção do poder Judiciário
C) Considerados verdadeiros e conforme o ordenamento
jurídico
D) Convalidados ante a constatação de sua nulidade
absoluta, com efeito ex nunc
E) Impostos a terceiros, independentemente de sua
concordância.

102 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


24ª Região/2006) - Observe os seguintes proposições
294
referentes aos atos administrativos: I. Ao praticar atos
de gestão, a Administração utiliza sua supremacia sobre
os destinatários. II. Constitui ato administrativo
complexo o decreto assinado pelo Presidente da
República e referendado pelo Ministro do Estado. III. O
ato será vinculado quando o ordenamento jurídico
estabelecer apenas um objeto como possível para atingir
determinado fim. IV. Os atos pendentes não estão aptos
a produzir efeitos jurídicos, posto que não completaram
seu ciclo de formação. Estão corretas APENAS
A) I e II
B) I, II e IV
C) II e III
D) II, III e IV
E) III e IV.

103 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


24ª Região/2006) - No que se refere à revogação dos
atos administrativos
A) Os atos vinculados podem ser revogados com efeitos
ex tunc, de acordo com a conveniência e oportunidade
B) A revogação opera efeitos ex nunc e não alcança os
atos administrativos que exauriram os seus efeitos
C) O judiciário sempre pode revogar os atos
discricionários que se verificaram inconvenientes e
inoportunos, com efeitos ex nunc
295
D) É prerrogativa exclusiva da Administração Pública
revogar, com efeitos retroativos, os atos administrativos
vinculados eivados de vícios ou defeitos
E) Os atos discricionários podem ser revogados pela
própria Administração Pública com base em seu poder
de autotutela, por razões de ilegalidade.

104 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª


Região/2006) - O ato administrativo praticado no
exercício da competência discricionária
a) Pode ser revogado pelo judiciário ou legislativo
quando inadequado ou inoportuno.
b) Não é passível de controle judicial, administrativo ou
legislativo.
c) Pode ser apreciado judicialmente, desde que sobre o
mérito.
d) Não goza do atributo da presunção de legitimidade.
e) Pode ser passível de apreciação judicial quanto aos
aspectos da legalidade.

105 (Procurador MP TC AM/2006 - adaptad


a): Para responder à próxima, considere a situação
abaixo descrita: Um município editou nova lei de uso e
ocupação do solo, em que previa uma categoria
especial de uso denominada “X1”, para determinados
imóveis urbanos de “excepcional beleza paisagística”,
296
assim definidos os que contivessem espécimes vegetais
ameaçados de extinção e que, cumulativamente,
mantivessem em 50% (cinqüenta por cento) de sua área
vegetal natural nativa. O enquadramento nessa
categoria dependeria de análise prévia do poder
executivo, que escolheria livremente os imóveis entre
aqueles que respeitassem os requisitos legais. Para os
imóveis que se enquadrassem na categoria “X1”,
vedavam-se a construção de novas edificações e outros
usos que não o residencial. Jorge é proprietário de
imóvel localizado na área urbana municipal. Desde
antes da edição da lei, explorava economicamente o
imóvel, mantendo ali um restaurante. Após a edição da
lei, Jorge formulou dois requerimentos à Prefeitura: o
primeiro, de renovação do alvará de funcionamento de
seu restaurante, cujo prazo estava em vias de se
esgotar; o segundo, da outorga de licença de
construção para ampliação das instalações. Ambos os
requerimentos foram negados, sob o argumento de que
o imóvel fora enquadrado na categoria “X1” do que
Jorge não fora informado. O ato do poder executivo que
inclui o imóvel de Jorge na categoria “X1” foi
A) plenamente vinculado
B) plenamente discricionário

297
C) vinculado quanto à existência de espécimes vegetais
ameaçadas de extinção e discricionário quanto aos
demais aspectos
D) vinculado quanto à existência de espécimes vegetais
ameaçadas de extinção e de 50% de cobertura vegetal
nativa e discricionário quanto aos demais aspectos
E) vinculado quanto à escolha do imóvel de Jorge
dentre os demais que se enquadravam nos requisitos
legais e discricionários quanto aos demais aspectos.

106 (Procurador MP TC AM/2006) - A revogação de


ato administrativo, por motivos de conveniência e
oportunidade,
A) não precisa respeitar direitos de terceiros, pois de ato
administrativo revogado não advêm direitos
B) pode ser efetuada por autoridade superior à que
editou o ato, mesmo se houver lei específica de
atribuição de competência
C) apenas é possível nos atos administrativos
discricionários, não cabendo nos atos vinculados
D) deve observar o prazo decadencial de 5 (cinco) anos,
após o qual não poderá mais se operar
E) só cabe nos atos administrativos materiais, não
podendo ser exercida em atos normativos.

298
107 (Procurador de Roraima/2006) - Dentre os
elementos do ato administrativo.
a) A finalidade e o motivo constituem o fundamento do
ato administrativo
b) A finalidade do ato possibilita que se exerça o
controle da administração Pública quanto a desvio de
poder.
c) A competência, para ser exclusiva, deve ser assim
definida em lei, mas esta previsão não exclui a
possibilidade de avocação por agente diverso, integrante
do mesmo órgão.
d) A existência do motivo é obrigatória quando se tratar
de ato vinculado e facultativa em relação aos
discricionários, embora constitua garantia de legalidade
e seja recomendável.
e) A forma não é essencial ao ato, cabendo ao
administrador definir o instrumento que veiculará sua
manifestação de vontade.

108 (Procurador de Roraima/2006) - Em relação aos


atos administrativos discricionários e vinculados sabe-se
que
a) Os atos vinculados são passiveis de controle pelo
judiciário, enquanto que os discricionários submetem-se
apenas ao poder hierárquico da Administração Pública.

299
b) Os atos vinculados que contenham vicio de
competência não exclusiva admitem convalidação,
desde que presentes os requisitos para ratificação do ato.
c) O motivo dos atos administrativos não pode ser
analisado pelo Poder Judiciário, ainda que se invoque a
teoria dos motivos determinantes.
d) Os atos discricionários não admitem convalidação,
seja qual for o vicio encontrado, posto que praticados
sob juízo subjetivo de autoridade, que não precisa
fundamentar a edição.
e) Os atos vinculados ou discricionários que contenham
vícios sanáveis, para serem convalidados, dependem de
determinação judicial neste sentido.

Gabarito:

1. 6. 14. C 23. E 32. CE


CCCE CCCC 15. 24. 33. E
CCCC 7. EEECE CECEC 34. E
C EECEE 16. C 25. C 35. C
2. C 8. E 17. C 26. CE 36. E
3. 9. E 18. C 27. D 37. A
CCCC 10. E 19. C 28. E 38. D
C 11. EC 20. C 29. C 39. A
4. A 12. E 21. E 30. E 40. B
5. E 13. E 22. E 31. E 41. B
300
42. B 56. D 70. D 84. A 98. E
43. A 57. D 71. E 85. D 99. D
44. B 58. B 72. C 86. A 100. B
45. D 59. C 73. D 87. E 101. E
46. E 60. D 74. D 88. E 102. C
47. D 61. D 75. A 89. E 103. B
48. C 62. A 76. B 90. A 104. E
49. B 63. C 77. B 91. B 105. D
50. C 64. A 78. A 92. B 106. C
51. C 65. D 79. D 93. D 107. B
52. E 66. D 80. A 94. D 108. B
53. C 67. A 81. E 95. C
54. A 68. E 82. D 96. A
55. D 69. C 83. C 97. C

AGENTES PÚBLICOS

1º) CESPE

1 (Escrivão - TJ RR/2001) - O servidor público


aprovado em concurso de provas e títulos alcançará a
estabilidade no serviço público após dois anos de
efetivo exercício.

2 (Promotor de Justiça Substituto – MPRR/2001) - A


despeito de divergências terminológicas e formais, é
301
juridicamente correto afirmar que, do ponto de vista do
direito administrativo positivo, são substancialmente
equivalentes os regimes jurídicos aplicáveis aos agentes
públicos ocupantes de cargos e de empregos públicos.

3 (CONSULTOR DO SENADO/2002) Não há direito


adquirido na forma de regime jurídico.

4 (DELEGADO DA PF/2002) Em consonância com a


classificação de Celso Antônio Bandeira de Mello, os
agentes públicos formam uma categoria a que
pertencem os agentes políticos, os servidores públicos e
os particulares em atuação colaboradora com o poder
público. Com relação ao regime jurídico a que estão
subordinados os agentes públicos, julgue os seguintes
itens.

1 A prevaricação é crime próprio de funcionário público


com vínculo efetivo. Assim, caso seja praticada por
ocupante de emprego público, a mesma conduta incidirá
em tipo penal diverso.

2 Os estrangeiros podem ocupar função ou emprego


público no Brasil.

302
3 A Constituição de 1988 prevê, em caráter obrigatório,
o regime de remuneração na forma de subsídio para
todos os policiais federais.

4 O direito de greve dos servidores públicos ainda não


foi regulado por lei específica, a qual poderá instituir o
direito de os respectivos sindicatos ajuizarem dissídios
coletivos perante a justiça do trabalho, na hipótese de
serem frustadas as tentativas de negociação direta.

5 Se invalidada por sentença judicial a demissão de


policial, decorrente de condenação administrativa por
abuso de autoridade, terá ele direito à reintegração na
vaga que antes ocupava.
5 (AGENTE DA PF/2002) A Lei nº 9.962, de
22/2/2000, disciplinou o regime de emprego público do
pessoal da administração federal direta, autárquica e
fundacional. A respeito dessa lei, julgue os itens que se
seguem.

1 O pessoal admitido para emprego público na


administração federal direta terá sua relação de trabalho
regida pela Consolidação das Leis do Trabalho e
legislação trabalhista correlata, naquilo que a lei não
dispuser em contrário.

303
2 É permitido submeter ao regime de emprego público,
por órgão, no máximo a metade dos cargos públicos de
provimento em comissão.

3 É vedado à administração pública rescindir contrato


de trabalho por prazo indeterminado por insuficiência
de desempenho de empregado que tenha sido admitido
por concurso público, pois lhe é assegurada a
estabilidade no emprego.

4 A administração pública não poderá, por ato


unilateral, rescindir contratos de trabalho por prazo
indeterminado em razão da necessidade de redução do
quadro de pessoal decorrente de excesso de despesa.

5 A contratação de pessoal para emprego público deverá


ser precedida de concurso público de provas ou de
provas e títulos, ou de processo seletivo simplificado,
constando de análise da experiência profissional e de
entrevistas, conforme a natureza e a complexidade do
emprego.

6 (Assistente Jurícido TJ AC/2002) Um servidor


público que, após aprovação em concurso público em
janeiro de 1998, tiver sido nomeado e entrado em

304
efetivo exercício em março desse mesmo ano terá
adquirido o direito à estabilidade em abril de 2000.

7 (Assistente Jurícido TJ AC/2002) A Emenda


Constitucional n.º 20/ 98 assegurou aos servidores
titulares de cargos efetivos dos estados o regime de
previdência de caráter contributivo, preservando o
equilíbrio financeiro e atuarial.

8 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 6ª


Região/2002) - A investidura em cargo ou emprego
público depende de aprovação em concurso público,
sendo vedado à lei o estabelecimento de limite de idade.

9 (Analista judiciário – Área Judiciária – TRT 6ª


região/2002) - Conquanto a remuneração dos servidores
públicos federais deva ser fixada por lei, observada a
iniciativa privativa em cada caso, não há direito à
revisão geral anual, pois o regime estatutário submete os
servidores à vontade unilateral da União, que tem
discricionariedade nessa matéria.

10 (Advogado da união/Nov 2002) - Um órgão da


administração direta federal publicou edital de concurso
público para preenchimento de cargos públicos de
agente de segurança e de técnico em informática,
305
exigindo dos candidatos a ambos os cargos altura
mínima de 1,65 m e idade inferior ou igual a 35 anos.
Além disso, para os candidatos ao cargo de agente de
segurança, exigiu diploma de curso superior em direito,
enquanto, para os de técnico em informática,
diplomação em programação de computadores. Previu
ainda o edital critérios de concorrência em caráter
regional, de maneira que a ordem de classificação dos
candidatos seria efetuada de acordo com a opção de
região territorial que fizessem. Alguns candidatos,
inconformados com os termos do edital, interpuseram
contra este ação direta de inconstitucionalidade (ADIn),
enquanto outros entraram com mandado de segurança,
visando impugnar requisitos constantes no edital.
Acerca da situação hipotética acima descrita, bem como
da jurisprudência, da doutrina e da legislação
pertinentes, julgue os itens que se seguem.

1 Para provimento de qualquer cargo público, a


exigência de altura mínima, nos termos da
jurisprudência do STF, é considerada ofensa aos
princípios constitucionais da isonomia e da
razoabilidade.

2 A fixação de limite de idade em concurso público tem


sido aceita pela jurisprudência do STF, desde que se
306
mostre compatível com o conjunto de atribuições
inerentes ao cargo a ser preenchido e seja estabelecido
em lei.

3 A jurisprudência do STF tem por válida a fixação de


critérios de concorrência em caráter regional em editais
de concurso público, de maneira que, se essa linha de
entendimento for seguida, a impugnação a essa
exigência editalícia não encontrará amparo no Poder
Judiciário.

4 A exigência de diplomação em direito para


provimento do cargo de agente de segurança pode
implicar séria ofensa aos princípios constitucionais da
razoabilidade e proporcionalidade, aplicáveis à
administração pública.

11 (Analista legislativo Área VIII – Câmara dos


Deputados/2002) -Julgue os seguintes itens, relativos ao
regime dos servidores públicos.

1 Servidores públicos são os que, integrados em cargos


ou empregos, mantêm com o Estado e com as pessoas
jurídicas de direito público da administração indireta
vínculos de trabalho profissional.

307
2 As empresas públicas adotam necessariamente o
regime trabalhista, havendo nelas somente cargos
públicos, e não empregos.

3 Quanto à natureza jurídica dos cargos e empregos


públicos tem- se que, naqueles, estatutários, as
vantagens não se incorporam ao patrimônio do servidor,
como é o caso destes, em que ocorre relação contratual.

4 As garantias dos servidores estatutários não coibem a


corrupção. QUESTÃO 55

12 (Técnico Judiciário – Taquigrafia – TJDFT/2003) -


Muitos direitos trabalhistas previstos na Constituição da
República são também direitos do servidor público em
regime estatutário, reconhecidos constitucionalmente.
Assinale a opção correspondente ao único benefício que
não faz parte dos direitos do servidor em regime
estatutário. A salário mínimo B décimo terceiro salário
C seguro contra acidente do trabalho D remuneração de
trabalho noturno superior à do diurno E hora extra

13 (Técnico Judiciário – Taquigrafia – TJDFT/2003) -


Em relação à aposentadoria, assinale a opção correta.

308
A O servidor, para aposentar-se voluntariamente com a
remuneração de seu cargo, deve ocupá-lo há pelo menos
cinco anos.
B A aposentadoria por invalidez só ocorre na hipótese
de doença de origem profissional.
C Na aposentadoria compulsória, os proventos são
sempre integrais.
D Na aposentadoria por invalidez, os proventos são
sempre integrais.
E A aposentadoria compulsória para homens dá-se aos
70 anos de idade e, para as mulheres, aos 65 anos.
QUESTÃO 39
14 (Defensor Público de 4ª Classe – Amazonas/2003) -
Acerca da disciplina que rege os concursos públicos,
julgue os itens a seguir.

1 Seria inconstitucional uma lei que estabelecesse que


determinados cargos em comissão seriam providos
mediante concurso público.

2 A Constituição da República determina que os cargos


e empregos públicos são acessíveis apenas aos
brasileiros e, portanto, seria inconstitucional um ato
administrativo que admitisse a inscrição de um
estrangeiro para a realização de um concurso público no
Brasil.
309
15 (Defensor Público de 4ª Classe – Amazonas/2003) -
A Constituição da República limita a remuneração
mediante subsídio a membros de poder, a detentores de
mandato eletivo, a ministros de Estado e a secretários
estaduais e municipais, motivo pelo qual seria
inconstitucional lei complementar estadual que fixasse
remuneração por subsídio para os defensores públicos
do estado do Amazonas.

16 (Controlador de Recursos Públicos – TCE/ES-2004 -


adaptada) - Em um estado no qual não há tribunal de
contas dos municípios e nenhum município possuía
tribunal ou conselho de contas, em 5/10/1988, auditoria
realizada pelo tribunal de contas do referido estado, na
área de licitações de uma das secretarias que integram a
estrutura do Poder Executivo de certo município,
constatou que um funcionário, ocupante de cargo
efetivo há quatro anos, na prefeitura, para o qual foi
nomeado em razão de concurso público, na condição de
presidente da comissão de licitações, fraudou um
certame licitatório, a fim de celebrar um contrato, na
área de fornecimento de merenda escolar e de programa
de treinamento de trabalhadores, com valores
superfaturados. Os recursos a serem utilizados para o
pagamento do contrato eram: no que concerne à
310
merenda escolar, recursos federais, repassados ao
município pelo Ministério da Educação, e, na área de
treinamento de trabalhadores, recursos estaduais,
repassados ao município pela Secretaria de Trabalho do
estado. A equipe de auditoria apurou, ainda, que parte
dos recursos que seriam utilizados para pagamento da
empresa contratada havia sido depositada, diretamente,
em uma conta do comitê pró-reeleição do prefeito em
exercício. Com base na situação hipotética acima
apresentada e nos aspectos constitucionais, legais e
doutrinários a ela pertinentes, julgue o item que se
segue. Se fosse demitido, como resultado de processo
administrativo disciplinar, o servidor envolvido na
fraude poderia obter, judicialmente, a anulação do
processo, se demonstrasse, em juízo, que não lhe fora
concedido o direito de ampla defesa. Nesse caso, se
outro servidor estável tivesse ocupado o seu cargo e não
houvesse mais nenhum cargo vago na prefeitura, o
servidor reintegrado judicialmente seria posto em
disponibilidade, com remuneração proporcional ao
tempo de serviço.

17 (Analista de Controle Externo – TCU/2004) -


Considerando que um servidor tenha ingressado no
serviço público em 20/2/2004 e tenham sido averbados,
junto ao órgão, 20 anos de contribuição para o regime
311
geral de previdência, caso ele venha a falecer em
4/3/2004, o valor do benefício de pensão por morte a ser
pago a seus dependentes será igual a vinte trinta e cinco
avos da remuneração que ele percebia no cargo efetivo.

18 (Juiz Substituto – TJSE/2004) - Acerca de agentes


administrativos, julgue os itens subseqüentes.

1 Não há impedimento constitucional para que, nos


quadros de um mesmo órgão da administração direta,
sejam admitidos servidores públicos, regidos pelo
regime estatutário, e empregados públicos, sendo que
tanto os ocupantes do cargo efetivo quanto os ocupantes
do emprego público devem ser investidos após
aprovação em concurso público.

2 No âmbito estadual, qualquer que seja a categoria


funcional, a opção pela remuneração do servidor
público por meio de subsídio é uma faculdade da
administração pública.

19 (Juiz Federal Substituto – TRF/5ª Região – 2004) -


Com base na conhecida afirmação de que o edital é a lei
do concurso público para provimento de cargo, a
jurisprudência consolidou-se no sentido de que é válida
a exigência de exame psicotécnico, mesmo que não
312
prevista na lei, desde que haja compatibilidade com o
cargo a que se refira e previsão editalícia.

20 (Promotor de Justiça Substituto – MP/TO – 2004) -


Entre as causas de perda do cargo público pelo servidor
civil estável, não se inclui o(
a) A excesso de despesa com pessoal. B condenação
criminal com trânsito em julgado. C condenação por
improbidade administrativa com trânsito em julgado. D
insuficiência de desempenho. E investidura em mandato
eletivo.

21 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - Como


regra geral, o servidor público que se aposentar por
invalidez terá direito a proventos proporcionais,
calculados sobre a média de sua remuneração nos
últimos cinco anos.

22 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - Os agentes


administrativos se submetem ao regime jurídico da
entidade em que servem.

23 (Analista Judiciário / Área Administrativa – STJ –


2004) - O servidor que se aposenta por invalidez
permanente faz jus à percepção de proventos integrais.

313
24 (Analista Judiciário / Área Administrativa – STJ –
2004) - Considere a seguinte situação hipotética.
Determinado servidor público trabalhou durante 35 anos
e contribuiu nas esferas públicas municipais, estaduais e
federais, aposentando-se em cargo pertencente a essa
última esfera. Ao pedir informação sobre sua
aposentadoria no INSS, foi-lhe dito que o tempo de
serviço a ser contado se restringiria àquele no qual
trabalhou no serviço público federal. Nesse caso, a
informação dada ao servidor está equivocada.

25 (Analista Judiciário / Área Judiciária – TJAP – 2004)


- A acumulação de cargos públicos estende-se a
empregos e funções, restringindo-se para aqueles
pertencentes à administração pública direta e para
médicos, que podem ter dois cargos públicos, assim
como para auxiliares judiciários, que podem exercer
também o magistério, sem prejuízo dos vencimentos do
primeiro cargo.

26 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e


Judiciária – TJAP – 2004) - Os cargos, empregos e
funções são acessíveis aos brasileiros que preencham os
requisitos estabelecidos em lei, bem como para
estrangeiros, desde que naturalizados na forma da lei.

314
27 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e
Judiciária – TJAP – 2004) - A livre associação sindical
é garantida apenas para determinadas categorias de
servidores públicos civis, sendo que o direito de greve
deverá ser exercido na forma da lei.

28 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e


Judiciária – TJAP – 2004) - O servidor público, com
emprego em sociedade de economia mista, pode
acumular cargos, desde que seja em uma fundação ou
autarquia pública.

29 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e


Judiciária – TJAP – 2004) - A natureza, o grau de
responsabilidade e a complexidade dos cargos
componentes da carreira influenciam na fixação dos
padrões de vencimento e do sistema de remuneração dos
servidores da União, dos estados e dos municípios.

30 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e


Judiciária – TJAP – 2004) - No concernente à
aposentadoria do servidor público, é possível
estabelecer qualquer forma de contagem de tempo de
contribuição fictício, desde que seja respeitada a
legalidade.

315
31 (Auxiliar Judiciário / Áreas Administrativa e
Judiciária – TJAP – 2004) - O servidor público
nomeado para cargo de provimento efetivo em virtude
de serviço público perderá a estabilidade em razão de
sentença judicial transitada em julgado.

32 (Analista Judiciário / Área Judiciária –


Especialidade: Oficial de Justiça Avaliador –
TJAP/2004) - Os acréscimos pecuniários percebidos por
servidor público podem ser computados e acumulados,
com a finalidade de concessão de acréscimos ulteriores.

33 (Analista Judiciário/Área Judiciária – Especialidade:


Oficial de Justiça Avaliador– TJAP/2004) - O
enfermeiro pode ter dois cargos públicos, assim como o
escrivão e o médico podem exercer também o
magistério, sem prejuízo dos vencimentos do primeiro
cargo.

34 (Técnico Judiciário / Áreas Judiciária e


Administrativa – TJAP/2004) - À luz do direito
administrativo, julgue os itens a seguir.

1 A acumulação de cargos públicos estende-se a


empregos e funções, restringindose para aqueles
pertencentes à administração pública direta.
316
2 A Constituição da República proíbe, em se tratando de
aposentadoria de servidor público, a fixação de qualquer
forma de contagem de tempo de contribuição fictício.

35 (Analista Judiciário – Área Administrativa –


TER/AL – 2004) - Mônica tem 25 anos de idade, está
grávida e foi recém-nomeada para o cargo de analista
judiciário do TRE/AL. Mônica terá direito a aposentar-
se com proventos integrais quando completar cinqüenta
anos de idade.

36 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TER/AL –


2004) - De acordo com as normas constitucionais
aplicáveis aos servidores públicos, estes, quando
estáveis, podem perder o cargo por força de sentença
judicial transitada em julgado, de processo
administrativo em que se garanta a ampla defesa e de
procedimento de avaliação de desempenho, realizado
periodicamente, na forma de lei complementar. No caso
de perda do cargo por força de decisão judicial, a
sentença condenatória criminal, em certos casos,
também pode acarretar a perda do cargo.

37 (Técnico Judiciário – Área Administrativa –


TRE/AL – 2004) - Funções de confiança são aquelas
317
exercidas por pessoas investidas em cargo público
comissionado.

38 (Procurador Consultivo – MP TCE/PE -2004) -


Quanto à administração pública e à reforma do Estado
contemporâneo, julgue os itens seguintes.

1 A Constituição Federal dispõe que as aposentadorias e


as pensões dos servidores públicos federais devem ser
custeadas apenas com recursos provenientes das
contribuições dos servidores.

2 Os estados, o DF e os municípios podem definir


alíquotas de contribuição previdenciária inferiores às
dos servidores titulares de cargos efetivos da União.

39 (Procurador Consultivo – MP TCE/PE -2004) -


Considerando as normas constitucionais e
infraconstitucionais que tratam do regime
previdenciário dos servidores públicos, julgue os itens a
seguir.

1 As diretrizes constitucionais do regime previdenciário


dos servidores públicos ocupantes de cargo efetivo
incluem o caráter contributivo e solidário, sendo o

318
referido sistema custeado com contribuições devidas
exclusivamente pelos segurados.

2 A aposentadoria voluntária de servidor ocupante de


cargo efetivo deverá ser percebida de forma integral
caso ocorra o atendimento dos seguintes requisitos:
tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no
serviço público e cinco anos no cargo em que se dará a
aposentadoria, 65 anos de idade e 35 anos de
contribuição, se homem, e 60 anos de idade e 30 anos
de contribuição, se mulher.

3 Os servidores públicos ocupantes de cargo em


provimento comissionado estão inseridos no regime
geral de previdência social (RGPS), no âmbito do qual
também se inserem os empregados públicos.

4 Segundo as normas constitucionais relativas ao regime


previdenciário dos servidores públicos ocupantes de
cargo efetivo, não há óbice à percepção de proventos de
aposentadoria decorrente do referido regime por
servidor ocupante de cargo efetivo que já conte com a
percepção de aposentadoria decorrente do RGPS.

5 A União, os estados e os municípios podem


estabelecer teto limite em relação ao valor dos
319
proventos de aposentadoria de servidores ocupantes de
cargo efetivo, na forma do RGPS, sendo facultativa a
criação de sistemas de previdência complementar, os
quais serão instituídos por meio de fundos de
previdência de natureza privada.

6 Segundo as normas constitucionais vigentes, para os


servidores ocupantes de cargo efetivo que exija
formação de nível superior, é possível instituir regime
de previdência distinto do instituído para os ocupantes
de cargo efetivo que exija formação de nível médio.

40 (Procurador – MP TCE/PE - 2004) - A legislação


permite o recebimento de abono de permanência ao
servidor ocupante de cargo efetivo que tenha
completado as exigências para a aposentadoria
estabelecidas na legislação e opte por permanecer em
atividade.

41 (Procurador – MP TCE/PE - 2004) - Considerando


as normas constitucionais e infraconstitucionais que
tratam do regime previdenciário dos servidores
públicos, julgue os itens a seguir.

1 Conforme as diretrizes constitucionais do regime


previdenciário dos servidores públicos da União, dos
320
estados, do Distrito Federal (DF) e dos municípios, para
os titulares de cargos efetivos, subsiste o caráter
assistencial e solidário.

2 Considere a seguinte situação hipotética. Determinado


servidor público, detentor de cargo efetivo, no qual foi
empossado na vigência das atuais normas
constitucionais, dois dias após ter entrado em exercício,
sofreu acidente de serviço, que resultou na sua
incapacidade para o trabalho. Nessa situação, o referido
servidor terá direito à aposentadoria por invalidez, com
proventos proporcionais ao tempo de contribuição.

3 108 No caso de aposentadoria compulsória, aos


setenta anos de idade, de servidor público ocupante de
cargo efetivo, os proventos serão proporcionais ao
tempo de contribuição.

4 Os ocupantes de cargos em provimento efetivo e


comissionado contam com o mesmo tratamento,
conforme os termos das diretrizes definidas na
Constituição Federal.

5 Segundo as regras constitucionais acerca do regime


previdenciário dos servidores públicos, caso um
servidor público que tenha ocupado emprego público
321
em empresa pública do estado de Pernambuco, a qual
recebia recursos do referido ente federado, passe a gozar
aposentadoria por idade, custeada pelo regime geral de
previdência social (RGPS), inexistindo plano de
complementação, e, posteriormente à obtenção dessa
aposentadoria, seja aprovado em concurso público e
passe a ocupar cargo público em provimento efetivo em
autarquia da administração indireta do estado de
Pernambuco, a percepção da aposentadoria decorrente
do RGPS não constitui óbice à percepção de proventos
de aposentadoria decorrente do mencionado cargo
público.

6 Caso um servidor público ocupante de cargo efetivo


passe a exercer função de confiança, a remuneração
decorrente do exercício da referida função deverá ser
considerada no cálculo da aposentadoria, desde que a
função de confiança tenha sido exercida por mais de 10
anos.

7 No âmbito do regime de previdência de servidores


ocupantes de cargo efetivo, é vedado o pagamento de
benefícios mediante convênios entre estados e
municípios.

322
42 (Auditor das Contas Públicas - TCE/PE - 2004) - O
abono de permanência de que tratam a Constituição
Federal e a Emenda Constitucional n.º 41/2003 não é
computado como base de contribuição dos servidores
públicos.

43 (Auditor das Contas Públicas - TCE/PE - 2004) - De


acordo com a Constituição, estrangeiros podem ocupar
certos cargos e empregos públicos na administração
pública brasileira, nos termos da lei, mas essa faculdade
é reservada apenas aos estrangeiros que sejam
residentes no país.

44 (Auditor das Contas Públicas - TCE/PE - 2004) -


Acerca de estabilidade, julgue os itens que se seguem.

1 O servidor público do estado de Pernambuco alcança


a estabilidade decorridos 3 anos de efetivo exercício,
desde que aprovado em avaliação especial de
desempenho constituída para esse fim.

2 O servidor público estável somente poderá perder o


cargo em virtude de processo administrativo, assegurada
a ampla defesa.

323
3 É vedada a extinção de cargo ocupado por servidor
estável.

45 (Auditor das Contas Públicas - TCE/PE - 2004) -


Considerando as normas constitucionais e
infraconstitucionais que tratam do regime
previdenciário dos servidores públicos, julgue os itens a
seguir.

1 Para que um servidor público ocupante de cargo


efetivo tenha direito à aposentadoria voluntária, com
proventos proporcionais, é necessário o atendimento dos
seguintes requisitos: tempo mínimo de dez anos de
efetivo exercício no serviço público; cinco anos no
cargo efetivo em que se dará a aposentadoria e sessenta
anos de idade, se homem, e cinqüenta e cinco anos de
idade, se mulher.

2 As normas constitucionais em vigor asseguram aos


ocupantes de cargo público efetivo, no caso de doença
incurável contraída um ano após o início do exercício
no cargo, a aposentadoria por invalidez com proventos
proporcionais.

3 Considerando que a aposentadoria compulsória do


servidor ocupante de cargo efetivo, aos setenta anos de
324
idade, independe da manifestação da vontade, é
assegurada a este a percepção de proventos integrais,
independentemente do tempo de contribuição.

4 Segundo as normas constitucionais vigentes, a União,


os estados, o DF e os municípios podem estabelecer o
teto do RGPS para o valor das aposentadorias e das
pensões dos servidores ocupantes de cargo efetivo,
desde que instituam regime de previdência
complementar, que funcione por intermédio de entidade
fechada de previdência complementar de natureza
pública.

5 Há óbice ao estabelecimento de mais de um regime


próprio de previdência social dos servidores públicos
ocupantes de cargo efetivo.

46 (Auditor do Estado – ES/2004) - 248 C31__ Os


servidores públicos estaduais do Espírito Santo apenas
se tornam estáveis após três anos de efetivo exercício.

47 (Analista Judiciário – Área: Administrativa – TRT /


10.ª – DEZ/2004) - As funções de confiança no serviço
público somente podem ser exercidas por servidores
ocupantes de cargo público de provimento efetivo.

325
48 (Analista Judiciário – Área: Administrativa – TRT /
10.ª – DEZ/2004) Maria ocupa cargo público
comissionado em uma autarquia federal e será nomeada
amanhã para cargo público de professora em uma
fundação pública federal. Nessa situação, para entrar em
exercício no novo cargo, Maria deverá exonerar-se do
seu cargo comissionado, pois a legislação administrativa
somente permite a acumulação de cargos de provimento
efetivo.

49 (Analista Judiciário – Área: Judiciária – TRT / 10.ª


REGIÃO – DEZ/2004) - O TRT da 10.a Região
pretende realizar concurso público para preencher
cargos de analista judiciário. Nessa situação, é
compatível com o texto constitucional determinação
editalícia estabelecendo que o concurso será válido pelo
prazo improrrogável de um ano.

50 (Juiz Substituto – TJBA – 2005) - Considere a


seguinte situação hipotética. Marcelo era servidor
público estadual da administração direta e foi eleito
vereador por um município baiano. Como havia
compatibilidade entre o horário de trabalho dele e o
exercício da vereança, o município passou a pagar-lhe,
cumulativamente com os vencimentos do cargo efetivo,
as vantagens do cargo de vereador. Um cidadão ajuizou
326
ação popular contra esse pagamento cumulativo,
alegando ilegalidade e lesividade desses atos. Nessa
situação, o pedido da ação deveria ser julgado
improcedente.

51 (Oficial de Registro de Imóveis – TJBA -2005) - Foi


realizado concurso público para preenchimento de vagas
em determinado cargo do quadro de pessoal do Tribunal
de Justiça do Estado da Bahia (TJB
A). A entidade responsável pelo concurso enviou ao
tribunal a relação final dos aprovados, pela ordem de
classificação, contendo dez nomes. Acerca dessa
situação hipotética, julgue o item seguinte.

270 Considere que o edital anunciava que o concurso


visava o preenchimento de três vagas já existentes para
o cargo. Nesse caso, os três primeiros colocados têm
direito de ser nomeados e empossados antes de expirado
o prazo de validade do concurso.

52 (Ingresso na Titularidade dos Serviços Notariais e de


Registro do Foro Extrajudicial do Estado de Mato
Grosso – TJMT – 2005) - A respeito da administração
pública, assinale a opção correta. A Os cargos públicos
são acessíveis aos brasileiros, natos ou naturalizados, de
acordo com os requisitos estabelecidos em lei, sendo
327
que os estrangeiros também podem ocupar cargos
públicos na forma da lei. B A remuneração e o subsídio
dos membros da procuradoria dos estados e dos
defensores públicos estaduais não poderão ultrapassar o
subsídio mensal do governador dos estados. C Os atos
de improbidade importarão na suspensão dos direitos
políticos, na perda da função pública, na
indisponibilidade dos bens e no ressarcimento ao erário.
Todas essas sanções podem ser aplicadas pela
autoridade administrativa competente. D As normas
relativas ao teto de remuneração na administração
pública aplicamse, em qualquer caso, às empresas
públicas e às sociedades de economia mista. QUESTÃO
50
53 (Juiz Federal Substituto da 5. Região/2005) - O
servidor da União, dos estados, do Distrito Federal ou
dos municípios, incluídas suas autarquias e fundações,
que tenha ingressado no serviço público até a data de
publicação da EC n.º 41/2003 poderá aposentar-se com
proventos integrais, que corresponderão à totalidade da
remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der
a aposentadoria, na forma da lei.

2º) ESAF

328
54 (Especialista – MPOG/2000) – Em relação à
remuneração do servidor não é correto afirmar:
a) somente poderá ser alterada ou fixada por lei
específica
b) é assegurada revisão anual, sempre na mesma data e
sem distinção de índices
c) é vedada a vinculação ou equiparação de quais quer
espécies remuneratórias para o efeito de remuneração
do pessoal do serviço público
d) somente a lei federal poderá estabelecer a relação
entre a maior e a menor remuneração dos servidores
públicos
e) o membro do Poder será remunerado exclusivamente
por subsídio, fixado em parcela única.

55 (Especialista – MPOG/2000) – O regime de


previdência complementar poderá ser instituído para
atender
a) os servidores detentores de empregos públicos
b) os servidores titulares de cargos efetivos
c) os servidores ocupantes, exclusivamente, de cargos
em comissão, declarados em lei de livre nomeação e
exoneração
d) os servidores ocupantes de cargos temporários
e) todos os servidores públicos civis

329
56 (Procurador BACEN/2001) – Pela nova legislação
federal, poderão ser admitidos servidores regidos pela
legislação trabalhista no serviço público, como
empregados públicos. Assinale, entre as hipóteses
abaixo, quando o contrato de trabalho por prazo
indeterminado não pode ser rescindido unilateralmente
pela Administração.
a) Se o empregado cometer falta grave, nos termos da
CLT.
b) Se ocorrer necessidade de redução do quadro de
pessoal, por excesso de despesa.
c) Por insuficiência de desempenho do empregado,
apurada em procedimento que lhe garanta o
contraditório.
d) Em caso de acumulação ilegal de cargos, empregos
ou funções públicas.
e) Por reprovação do empregado no estágio probatório.

57 (AFC/2002) – O servidor público da Administração


Direta Federal, no exercício do mandato eletivo,
a) tratando-se de mandato eletivo federal, ficará
afastado de seu cargo.
b) se investido no mandato de vereador, terá de afastar-
se de seu cargo sem remuneração.
c) se investido no cargo de prefeito, terá de afastar-se de
su cargo sem direito à remuneração. d) se investido no
330
mandato de prefeito ou vereador, poderá permanecer no
seu cargo, cumulativamente.
e) se investido no cargo de prefeito ou vereador, terá de
afastar-se de seu cargo, mas com direito de manter sua
remuneração.

58 (Especialista MPOG/2002) – Tratando-se de


acumulação de cargos e empregos públicos, avalie a
seguinte situação: José, Auditor aposentado da Receita
Federal, é Professor da Autarquia Universidade Federal
do Rio de Janeiro – UFRJ. Pretende, agora, submeter-se
ao concurso público para Gestor governamental. Uma
vez aprovado, aponte a sua conduta lícita.
a) Pediria licença sem remuneração da UFRJ para tomar
posse como Gestor.
b) Poderia assumir o novo cargo, sem qualquer
alteração em sua situação funcional.
c) Somente poderia assumir o novo cargo de Gestor se
renunciasse à aposentadoria de Auditor.
d) Para assumir o novo cargo de Gestor, teria de deixar
o magistério na UFRJ e renunciar à aposentadoria de
Auditor.
e) Pediria aposentadoria proporcional na UFRJ para
tomar posse como Gestor.

331
59 (Especialista MPOG/2002) – Em relação ao regime
previdenciário no serviço público,é correto afirmar :
a) o servidor ocupante exclusivamente de cargo de
provimento em comissão pode se aposentar pelo regime
especial previdenciário,desde que comprove o
respectivo tempo de contribuição.
b) no regime especial de previdência do servidor
público é possível que a aposentadoria se dê por
critérios diferenciados, desde que a atividade exercida
prejudique a saúde ,nos termos de lei complementar.
c) o tempo de serviço federal, estadual ou municipal
será contado, reciprocamente, para efeito de
aposentadoria.
d) os requisitos de idade e de tempo de contribuição
serão reduzidos para os professores que comprovem
efetivo exercício em qualquer grau do magistério.
e) a aposentadoria compulsória, que se dá aos setenta
anos de idade, no regime especial, proporciona
proventos integrais, independentemente do tempo de
contribuição.

60 (AFC – STN/2002) – Assinale a afirmativa falsa


a) É lícita a acumulação remunerada de dois cargos
privativos de profissionais da saúde, ainda que não
médicas, desde que com profissões regulamentadas.

332
b) As funções de confiança são exercidas por servidores
ocupantes de cargos efetivos, não se caracterizando
como cargos de provimento em comissão.
c) O período de afastamento do servidor público para o
exercício do mandato eletivo será computado como
tempo de serviço para todos os efeitos legais, salvo para
promoção por antiguidade.
d) O provento de aposentadoria é acumulável com a
remuneração de um cargo de provimento em comissão,
em lei declarado em lei de livre nomeação e exoneração.
e) A efetividade é exigência para se obter a
aposentadoria no regime previdenciário especial dos
servidores públicos.

61 (Procurador de Fortaleza/2002) – A figura do


subsídio, como forma de remuneração dos agentes
políticos, não veda o pagamento da seguinte vantagem:
a) gratificação de desempenho
b) adicional de tempo de serviço
c) abono pecuniário
d) verba de representação
e) ajuda de custo

62 (Procurador do BACEN/2002) – José, magistrado


aposentado, graduou-se em jornalismo e pretende
retornar ao serviço público. Assinale no rol abaixo o
333
cargo que ele pode exercer, acumulando os seus
proventos de magistrado e a remuneração do novo
cargo.
a) Procurador da República.
b) Juiz de Direito estadual.
c) jornalista efetivo do Diário Oficial.
d) Secretário Municipal de Comunicação.
e) cargo efetivo de Assessor de Imprensa estadual.

63 (Procurador da Fazenda Nacional/2002) – O contrato


de trabalho por prazo indeterminado celebrado pela
Administração Pública Federal não pode ser rescindido,
unilateralmente, em virtude de:
a) necessidade de redução de pessoal, por excesso de
despesa.
b) prática de falta grave, nos termos da CLT.
c) acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções.
d) insuficiência de desempenho, observadas as cautelas
legais.
e) extinção de órgão público de lotação do empregado
público.

64 (TRF/2002) – Conforme previsão em norma


constitucional expressa, aos servidores civis ocupantes
de cargos públicos aplicam-se entre outros direitos dos
trabalhadores urbanos o de
334
a) fundo de garantia do tempo de serviço.
b) seguro desemprego em caso de desemprego
involuntário.
c) seguro contra acidente do trabalho.
d) remuneração de tabalho noturno superior à do diurno.
e) jornada de seis horas para o trabalho realizado em
turnos ininterruptos de revezamento.

65 (Assistente de Chancelaria – MRE/2002) – As


vedações constitucionais de acumular cargos, empregos
e funções no setor público excepcionam os casos de:
a) três cargos/empregos de médico.
b) três cargos/empregos de professor.
c) dois cargos/empregos de professor.
d) dois cargos/empregos comissionados de confiança.
e) dois cargos/empregos técnico-científicos que não de
médico ou professor.

66 (Técnico Judiciário - TRT - 7ª Região – 2003) - Ao


servidor federal, regido pela Lei nº 8.112/90, é vedado
acumular cargos, empregos e/ou funções, no setor
público, salvo se forem
a) de confiança.
b) de magistério.
c) em áreas diversas do governo.
d) em entidades diferentes.
335
e) sob regime jurídico diverso.

67 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – A vedação


constitucional de acumular cargos, empregos e funções
no setor público
a) restringe-se ao âmbito federal.
b) restringe-se à Administração Direta.
c) restringe-se ao âmbito de cada esfera de governo.
d) abrange toda a Administração Pública direta e
Indireta.
e) Abrange toda a Administração Pública e as entidades
paraestatais em geral, inclusive os serviços sociais
autônomos.

68 (ESAF/ AFRF/ 2003) 58- A declaração de


desnecessidade de cargo público, prevista no parágrafo
3º do artigo 41 da Constituição Federal, implica:
a) disponibilidade do servidor, estável ou não.
b) demissão do servidor não estável.
c) disponibilidade remunerada proporcionalmente ao
tempo de contribuição.
d) extinção do cargo público.
e) eventual aproveitamento do servidor colocado em
disponibilidade em outro cargo.

336
69 (Analista Técnico – SUSEP/2002) - O sistema de
remuneração dos servidores públicos sob a forma de
parcela única, ou subsídio, permite o pagamento
somente da seguinte vantagem:
a) adicional por tempo de serviço.
b) abono pecuniário.
c) verba de representação.
d) gratificação de função.
e) diária por deslocamento de sua sede.

70 (Analista de Mercado de Capitais - CVM /2000) - A


proibição constitucional de acumular cargos, empregos
e funções no setor público é compreendida como
a) restrita ao âmbito da Administração Direta.
b) restrita ao âmbito da União ou de cada um dos
Estados.
c) não alcançando os inativos nem os militares.
d) abrangente de toda Administração Direta e Indireta
da União, dos Estados e dos Municípios, com suas
subsidiárias, sociedades controladas e concessionárias
de serviço público.
e) abrangente de toda Administração Pública Direta e
Indireta dos Três Poderes e nas diversas esferas de
governo (federal, estaduais e municipais).

337
71 (TFC – STN/2000) - Quanto às disposições
referentes aos servidores públicos não é correto afirmar:
a) O estrangeiro, na forma da lei, pode ocupar cargo
público.
b) Não se admite concurso público exclusivamente de
títulos.
c) O edital do concurso público pode estabelecer sua
validade em até cinco anos.
d) O servidor público tem direito à livre associação
sindical.
e) Os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do
Poder Judiciário não podem ser superiores aos pagos
pelo Poder Executivo.

72 (AFC – STN/2002) - A regra de remuneração por


subsídio, composto de parcela única, é obrigatória para
os seguintes cargos, exceto:
a) Promotor de Justiça
b) Juiz de Direito
c) Defensor Público Federal
d) Procurador do estador
e) Auditor da previdência Social

73 (Analista de Planejamento e Orçamento –


MPOG/2000) - Em relação ao servidor público detentor
de emprego público não é correto afirmar:
338
a) seu ingresso depende de aprovação prévia em
processo seletivo simplificado
b) aplica-se o regime geral de previdência social
c) sua remuneração será fixada em lei específica
d) enquadra-se nas regras de proibição de acumulação
de cargos públicos
e) vincula-se ao teto remuneratório constitucional

74 (Atendente Judiciário – TJ-CE/2002) - Assinale a


opção em que se registram cargos que podem ser
exercidos simultaneamente por um mesmo servidor,
desde que haja compatibilidade de horário:
a) Um cargo de Juiz de Direito e outro de Juiz do
Trabalho
b) Um cargo de Juiz e outro de advogado de empresa
pública
c) Um cargo de atendente judiciário com outro de
professor
d) Dois cargos de professor
e) Três cargos de médico

75 (Analista de Assuntos Jurídicos – SERPRO/2001) -


A regra constitucional, que proíbe a acumulação
remunerada de cargos e empregos públicos, excepciona
a) as funções de confiança
b) os empregos em sociedade de economia mista
339
c) os empregos em entidades da Administração Indireta
d) dois deles de professor
e) dois deles de técnico-científico

76 (Procurador da fazenda nacional/1998) - São direitos


trabalhistas estendidos aos servidores públicos, exceto:
a) repouso semanal remunerado
b) férias anuais remuneradas, com acréscimo de 1/3
c) remuneração do serviço extraordinário superior, no
mínimo, em 50% à do normal
d) fundo de garantia por tempo de serviço
e) licença à gestante

77 (Auditor do Tesouro Municipal - Prefeitura do


Recife – 2003) - A mais recente Emenda Constitucional
ao artigo 37 da Constituição Federal, datada de 2001,
alterou uma regra relativa à exceção ao princípio de
não-acumulação remunerada de cargos públicos. Esta
alteração referiu-se à possibilidade da seguinte
acumulação lícita:
a) dois cargos de professor.
b) um cargo técnico e outro de provimento em
comissão.
c) um cargo de professor e outro técnico ou científico.
d) dois cargos ou empregos privativos de profissionais
de saúde, com profissões regulamentadas.
340
e) um cargo de provimento em comissão, de
recrutamento amplo, e os proventos de servidor
aposentado.

78 (Auditor do Tesouro Municipal - Prefeitura do


Recife – 2003) - O servidor público no exercício de
mandato eletivo de Vereador:
a) afasta-se, em qualquer situação, de seu cargo,
emprego ou função.
b) havendo compatibilidade de horários, perceberá as
vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem
prejuízo da remuneração do cargo eletivo.
c) será afastado de seu cargo, emprego ou função,
havendo compatibilidade ou não de horários, sendo-lhe
facultado optar pela sua remuneração.
d) terá seu tempo de serviço contado para todos os
efeitos, em caso de afastamento.
e) só terá seu tempo de serviço contado para todos os
efeitos, caso não se afaste do exercício de seu cargo.

79 (Analista Judiciário - TRT - 7ª Região – 2003) -


Tratando-se da vedação constitucional de acumulação
remunerada de cargos, empregos e funções, assinale a
afirmativa verdadeira: a) a possibilidade excepcional de
acumulação de cargos impõe a compatibilidade de
horários e a correlação de matérias.
341
b) na área de saúde, a exceção à vedação de acumulação
limita-se aos cargos privativos de médicos.
c) a proibição de acumular limita-se à Administração
Direta e Indireta da respectiva esfera da Federação na
qual tenha vínculo o servidor.
d) inclui-se na proibição de acumulação a percepção de
remuneração pela participação em conselhos de
administração de empresas estatais.
e) pode haver acumulação de provento de aposentadoria
com remuneração de um cargo de provimento em
comissão, declarado de livre nomeação e exoneração

80 (Analista MPU/2004 – Área Orçamento) - A respeito


da estabilidade dos servidores públicos e dos membros
do Ministério Público da União (MPU) com base na
Constituição Federal e legislação correspondente,
assinale a opção correta.
a) Ambos se tornam estáveis após o decurso do mesmo
lapso temporal de exercício.
b) A vitaliciedade é um atributo comum aos servidores
públicos e aos membros do Ministério Público.
c) São estáveis os servidores públicos federais após 3
anos de efetivo exercício.
d) Os estáveis não podem ser demitidos.
e) Os membros do MPU são estáveis após três anos de
exercício.
342
81 (Analista MPU/2004 – Área Documentação –
Especialidade Arquivologia) - Assinale a assertiva
correta a respeito das hipóteses de elegibilidade e de
exercício de mandato eletivo por servidor público
federal.
a) Tratando-se de mandato federal, estadual ou distrital,
sempre ficará afastado do cargo.
b) Tratando-se de investidura no cargo de vereador,
independente da compatibilidade de horário, perceberá
as vantagens de seu cargo, sem prejuízo da remuneração
do cargo eletivo.
c) No caso de afastamento do cargo, o servidor cessa de
contribuir para a seguridade social no cargo em que se
encontrava em exercício.
d) Investido no mandato de prefeito, será afastado do
cargo, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.
e) O servidor público não pode candidatar-se a cargo
eletivo.

82 (Técnico MPU/2004 – Área Administrativa) -


Identifique os direitos assegurados aos servidores
públicos e assinale a opção correta. I. adicional por
tempo de serviço, devido à razão de 1% por ano de
serviço público efetivo II. férias de trinta dias, não-
parceláveis, independente-mente de período aquisitivo
343
III. gratificação natalina IV. licença-prêmio por tempo
de serviço, após cada qüin-qüênio ininterrupto de
exercício, pelo prazo de três meses V. licença à gestante
por 120 dias consecutivos, sem prejuízo da remuneração
a) somente os itens I, II e IV estão corretos.
b) somente os itens III e V estão corretos.
c) somente os itens II, III e V estão corretos.
d) somente os itens I e II estão corretos.
e) somente os itens III, IV e V estão corretos.

83 (Técnico MPU/2004 – Área Administrativa) - Sobre


a administração pública e os servidores públicos civis,
marque a única opção correta.
a) Após a alteração do texto constitucional, feita pela
Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de
1998, foi expressamente vedada a percepção simultânea
de proventos de aposentadoria decorrente do regime de
previdência do servidor público com a remuneração de
cargo, emprego ou função pública, ressalvados, apenas,
os casos de acumulações já constituídos quando da
promulgação da citada emenda constitucional.
b) A remuneração dos ocupantes de empregos em uma
empresa pública estadual não está limitada pelo subsídio
do governador, quando essa empresa não recebe
recursos do Estado para pagamento de despesas de
pessoal ou de custeio em geral.
344
c) Havendo compatibilidade de horário, o servidor
público eleito vereador acumulará a remuneração do
cargo efetivo com o subsídio do cargo eletivo e, não
havendo essa compatibilidade, perceberá o subsídio de
vereador.
d) A Constituição veda a adoção de requisitos e critérios
diferenciados para a concessão de aposentadorias no
serviço público, ressalvados os casos em que as
atividades sejam exercidas, ainda que parcialmente, sob
condições especiais que prejudiquem a saúde ou a
integridade física.
e) Será suspenso o desconto da contribuição
previdenciária do servidor público se ele, após
completar as exigências para a aposentadoria voluntária,
optar por permanecer em atividade.

84 (PFN / 2004) - Em vista dos preceitos constitucionais


que tratam da estabilidade do servidor público, assinale
a opção correta.
a) Na atualidade, existem apenas duas formas de perda
do cargo pelo servidor público estável: em virtude de
sentença judicial transitada em julgado, ou mediante
processo administrativo disciplinar em que lhe seja
assegurada ampla defesa.
b) Com a reforma administrativa promovida por meio
da Emenda Constitucional no 19/98, restou afastada a
345
necessidade de instituição de comissão para que se dê a
avaliação de desempenho do servidor, durante seu
estágio probatório.
c) Se restar declarada a desnecessidade do cargo, o
servidor, mesmo que ainda não seja estável, poderá ficar
em disponibilidade.
d) Invalidada por sentença judicial a demissão do
servidor estável, será ele reintegrado, e o eventual
ocupante da vaga, se estável, reconduzido ao cargo de
origem. Em tal hipótese, ambos os servidores (o
reintegrado e o reconduzido) terão direito à indenização,
em vista da falha cometida pela Administração Pública.
e) Na sistemática da Constituição Federal, está claro que
há distinção entre estabilidade e efetividade.

85 (AFTE – RN / 2004) - Ao servidor público estável


do Estado do Rio Grande do Norte, que seja investido
em mandato eletivo federal, ficará afastado do seu cargo
efetivo,
a) sem percepção de sua remuneração.
b) sem perda da sua remuneração.
c) podendo optar entre sua remuneração e o subsídio do
mandato.
d) percebendo cumulativamente a sua remuneração e o
subsídio do mandato.
e) com a percepção de metade da sua remuneração.
346
86 (Oficial de Chancelaria – MRE/2004) – O servidor
que tenha completado as exigências para aposentadoria
voluntária e que opte por permanecer em atividade fará
jus a um abono de permanência equivalente
a) a 20% (vinte por cento) de seu vencimento.
b) ao valor de sua contribuição previdenciária.
c) a 20% (vinte por cento) de sua remuneração.
d) a 20% (vinte por cento) do valor de seus proventos de
aposentadoria.
e) ao valor de sua contribuição previdenciária média dos
últimos 5 anos.

87 (Analista de Finanças e Controle/2005) –


Considerando-se o regime previdenciário do servidor
público previsto na Constituição Federal, assinale a
afirmativa falsa.
a) o servidor ocupante exclusivamente de cargo
temporário será vinculado ao regime geral de
previdência social.
b) a redução dos requisitos gerais de idade e tempo de
contribuição, previstos para os servidores públicos em
geral, serão reduzidos em cinco anos para o servidor
professor do ensino fundamental, médio e superior.
c) é vedada a contagem de tempo de contribuição
fictício.
347
d) é possível a adoção, em lei complementar, de
requisitos e critérios diferenciados para a concessão de
aposentadoria a servidores que exerçam atividades que
prejudiquem a saúde.
e) a aposentadoria compulsória se dá aos setenta anos de
idade, com proventos proporcionais ao tempo de
contribuição.

88 (Analista do Planejamento e Orçamento –


MPOG/2005) - O servidor público estável poderá perder
o seu cargo em caso de excesso de despesa, na hipótese
do artigo 169 da Constituição Federal. Assinale, quanto
a este tema, a afirmativa incorreta.
a) Antes da dispensa do servidor estável, a
Administração deverá reduzir a despesa com os cargos
em comissão e funções de confiança em no mínimo
20%.
b) Na hipótese em foco, o servidor estável que perder o
cargo fará jus a uma indenização correspondente a um
mês de remuneração por ano de serviço.
c) O cargo do servidor estável dispensado será
considerado extinto, vedada a criação de cargo,
emprego ou função com atribuições iguais ou
assemelhadas pelo prazo de cinco anos.

348
d) Antes da dispensa do servidor estável, a
Administração deverá providenciar a exoneração de
todos os servidores não-estáveis.
e) A perda do cargo será antecedida por ato normativo
motivado de cada Poder, especificando a atividade
funcional, o órgão ou a unidade administrativa objeto da
redução de pessoal.

89 (Especialista em Políticas Públicas e Gestão


Governamental – MPOG/2005) - O regime jurídico do
pessoal contratado em caráter temporário, por
excepcional interesse público, conforme a previsão do
inciso IX do artigo 37 da Constituição Federal, adotado
pela União Federal, classifica-se como:
a) regime contratual de direito público
b) regime celetista
c) regime estatutário
d) regime contratual de direito privado
e) regime de função pública temporária

90 (AFRF/2005) - O sistema de remuneração dos


servidores públicos, sob a forma de parcela única, ou
subsídio, permite o pagamento somente da seguinte
vantagem:
a) gratificação por hora extra.
b) verba de representação.
349
c) diária por deslocamento de sua sede.
d) gratificação de função.
e) adicional de periculosidade.

91 (AFRF/2005) - No âmbito do Regime Jurídico dos


Servidores Públicos Civis da União (Lei n. 8.112/90), a
vantagem que se caracteriza como indenização é
a) ajuda de custo.
b) adicional de insalubridade.
c) gratificação natalina.
d) abono pecuniário.
e) adicional noturno.

92 (AFRF/2005) - A Emenda Constitucional n. 34/2001


alterou uma regra relativa à exceção ao princípio de
não-acumulação remunerada de cargos públicos. Essa
alteração referiu-se à possibilidade da acumulação lícita
de
a) um cargo de juiz e um de professor.
b) um cargo técnico e outro de provimento em
comissão.
c) um cargo de professor e outro de provimento em
comissão.
d) um cargo de provimento em comissão, de
recrutamento amplo, e os proventos de servidor
aposentado.
350
e) dois cargos ou empregos privativos de profissionais
de saúde, com profissões regulamentadas.

93 (AFC – CGU – 2006) - Os ocupantes de cargos em


comissão, na Administração Pública Federal, sem nela
deterem outro vínculo funcional efetivo, são
a) regidos pelo regime da CLT (legislação trabalhista).
b) submetidos ao regime jurídico disciplinar, previstos
na Lei n. 8.112/90, que estabeleceu o regime jurídico
único dos servidores civis federais.
c) filiados obrigatórios do Plano de Seguridade Social
do Servidor, estabelecido na Lei n. 8.112/90.
d) destinatários dos mesmos direitos e das vantagens,
que a Lei n. 8.112/90 assegura aos servidores titulares
de cargos efetivos, inclusive aposentadoria.
e) destinatários dos direitos e vantagens assegurados na
Lei n. 8.112/90, aos servidores efetivos, inclusive os
relativos e licenças.

94 (ACE – TCU – 2006) - Pela regra do teto


remuneratório, ficou estabelecido que, nos Estados-
federados, o limite de remuneração no âmbito do Poder
Judiciário é o subsídio dos desembargadores. Esse
mesmo teto, conforme a integridade da norma
constitucional, abrange, ademais dos membros do
Ministério Público, a(s) categoria(s) de:
351
a) procuradores e defensores públicos.
b) procuradores e auditores fiscais.
c) somente defensores públicos.
d) somente procuradores.
e) procuradores e delegados de polícia.

3º) FCC

95 (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) - Um


servidor público estadual que exerça remuneradamente
cargo público de professor e já acumule,
remuneradamente, outro cargo público estadual, de
caráter científico, havendo compatibilidade de horários,
a) não poderá acumular remuneradamente mais nenhum
cargo ou emprego, em nenhum nível da federação, seja
na Administração direta ou indireta.
b) poderá, ainda, acumular remuneradamente um
emprego de médico em uma autarquia municipal.
c) poderá, ainda, acumular remuneradamente um cargo
de professor na Administração direta federal.
d) poderá, ainda, acumular remuneradamente um
emprego de médico em uma fundação pública do
mesmo Estado.
e) poderá, ainda, acumular remuneradamente um cargo
de professor na Administração direta do mesmo Estado.

352
96 (Juiz Substituto – TJ RN/1999) - É direito
constitucionalmente assegurado aos servidores públicos
civis a
A) acumulação de aposentadorias, no regime de
previdência de caráter contributivo, decorrentes dos
cargos acumuláveis na forma da Constituição
B) percepção de proventos integrais na hipótese de
aposentadoria compulsória aos 70 anos de idade
C) estabilidade após 3 anos contados de sua posse em
cargo de provimento efetivo em virtude de concurso
público.
D) percepção de subsídio, acrescido de eventuais
abonos e gratificações previstos em lei
E) disponibilidade, com remuneração proporcional ao
tempo de serviço, na hipótese de perda do cargo em
decorrência de processo de avaliação de desempenho.

97 (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) - Um


servidor público já ocupa, remuneradamente, um cargo
público de professor em universidade federal constituída
sob forma de autarquia e outro cargo público de médico
junto à Administração direta de um Estado.
Considerando que haja compatibilidade de horários,
esse servidor

353
A) poderá ainda ocupar remuneradamente um emprego
público qualquer em uma sociedade de economia mista
municipal
B) poderá ainda ocupar remuneradamente um cargo
público de médico junto à Administração direta de um
Município
C) poderá ainda ocupar remuneradamente um emprego
público qualquer em uma empresa subsidiária de uma
empresa pública federal
D) poderá ainda ocupar remuneradamente um cargo
público de professor junto à Administração direta de um
Município
E) não poderá ocupar remuneradamente nenhum outro
cargo ou emprego público, seja junto à Administração
direta, seja junto às entidades da administração indireta,
suas subsidiárias ou sociedades controladas pelo Poder
Público, de qualquer nível da Federação.

98 (Técnico Judiciário – Área Administrativa - TRE


BA/2003) - A Administração Pública deve observar
certos princípios constitucionais, dentre eles, o de que
A) a proibição de acumular vencimentos aplica-se tão-
somente à Administração direta e às suas autarquias
B) o servidor público pode integrar qualquer associação,
mas não pode assumir a direção das associações
sindicais
354
C) a contratação de pessoal por tempo determinado
pode ser feita em qualquer situação, sob critério e
responsabilidade do Administrador contratante
D) será permitida a vinculação dos vencimentos para o
efeito de remuneração de pessoal do serviço público
E)) a participação de uma empresa pública em empresa
privada depende de autorização legislativa.0 99
(Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia –
Novembro/2002) - O servidor público estável (
A) terá direito a reintegrar-se no mesmo cargo, quando
invalidada por sentença judicial a demissão, salvo se
ocupado, hipótese em que será aproveitado em outro
cargo de igual hierarquia
B) poderá ser exonerado por iniciativa da
Administração, motivada por insuficiência de
desempenho ou para observância do limite
constitucional para despesas com pessoal
C) só perderá o cargo em razão de sentença judicial
transitada em julgado ou mediante processo
administrativo disciplinar em que lhe seja assegurada
ampla defesa.
D) não poderá acumular um cargo público de médico
com um de professor
E) ficará em disponibilidade remunerada, com
remuneração integral, se extinto o cargo ou declarada a
sua desnecessidade.
355
100 (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia –
Novembro/2002) - Assinale a alternativa correta dentre
as alinhadas a seguir:
A) O servidor não poderá, em qualquer caso, acumular
proventos
B) Os Estados poderão, mediante lei ordinária,
estabelecer aposentadoria especial para os servidores
que exerçam atividade prejudicial à saúde
C) O tempo de serviço em atividade privada não é
computável para fins de obtenção de aposentadoria no
serviço público
D) Na aposentadoria por invalidez permanente, os
proventos serão sempre proporcionais ao tempo de
serviço
E) A lei não poderá estabelecer forma de contagem de
tempo de contribuição ficto, para efeito de
aposentadoria.

101 (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de


Sergipe – Janeiro/2002) - É característica do regime
estabelecido pela Constituição Federal para a
remuneração por subsídio
A) sua não sujeição ao teto remuneratório que tem por
parâmetro o subsídio mensal em espécie dos Ministros
do Supremo Tribunal Federal
356
B) ser a forma remuneratória própria dos ocupantes de
cargos de provimento em comissão
C) ser este fixado em parcela única, vedado o acréscimo
de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio,
verba de representação ou outra espécie remuneratória
D) sua adoção ser optativa por parte do agente público
E) ser este fixado ou alterado por decreto.

102 (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de


Sergipe – Janeiro/2002) - A vinculação ou equiparação
de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de
remuneração de pessoal do serviço público
A) é vedada constitucionalmente
B) só é cabível entre funções iguais ou assemelhadas de
Poderes diversos
C) só é cabível entre cargos de provimento efetivo,
independentemente do Poder a que pertençam
D) só é cabível entre funções de confiança,
independentemente do Poder a que pertençam
E) só é cabível dentro da estrutura de um mesmo Poder.

103 (Procurador do Estado do Rio Grande do


Norte/2001) - Em matéria de estabilidade do servidor
público é correto afirmar:
a) Uma das alterações introduzidas pela Emenda
Constitucional n. 19/98 diz respeito à "flexibilização" da
357
estabilidade do servidor público vitalício, que passou a
ser demissível mediante processo administrativo.
b) Restou fortalecida pela EC n. 19/98.
c) Foi relativizada pela EC n. 19/98. O servidor público
passou a ser demissível também mediante procedimento
administrativo de avaliação de desempenho e se não for
cumprido o limite de gastos com pessoal estabelecido
em lei complementar.
d) Passou a ser adquirida após três anos de efetivo
exercício. As hipóteses em que o servidor efetivo
poderá perder o cargo foram ampliadas no texto
constitucional, admitindo-se, sem qualquer formalidade,
a demissão ad nutum do servidor público sempre que o
limite de gastos com pessoal superar os limites fixados
em lei complementar.
e) A estabilidade beneficia os servidores ocupantes de
cargos e empregos públicos, cumprido o estágio
probatório de três anos, desde que submetidos a
avaliação especial de desempenho por comissão
instituída para essa finalidade.

104 (Advogado – DESENBAHIA/2002) - Uma emenda


constitucional ampliou os casos de permissão de
acumulação remunerada de cargos públicos, passando
também a abranger dois empregos privativos de

358
A) profissionais de saúde, com profissões
regulamentadas
B) quaisquer carreiras definidas em lei como técnicas
C) profissionais da segurança pública, desde que haja
compatibilidade de horários
D) carreira dedicada ao atendimento de necessidades
sociais
E) quaisquer carreiras definidas em lei como científicas.

105 (Técnico Judiciário - Jud – TRT 3ª R/2004) - O


servidor público da administração direta estadual, titular
de cargo de provimento efetivo, mediante concurso
público, tem direito à
A) vitaliciedade, após dez anos de efetivo exercício, e
poderá perder o cargo em virtude de processo
administrativo ou de procedimento de avaliação
periódica, na forma de lei complementar, assegurada
sempre ampla defesa
B) estabilidade, após dois anos de efetivo exercício, e só
poderá perder o cargo em virtude de sentença judicial
transitada em julgado
C) estabilidade, após cinco anos de efetivo exercício, e
poderá perder o cargo em virtude de procedimento de
avaliação periódica, na forma de lei complementar
estadual, assegurada ampla defesa

359
D) vitaliciedade, após três anos de efetivo exercício, e
poderá perder o cargo em virtude de sentença judicial e
processo administrativo, assegurada ampla defesa
E) estabilidade, após três anos de efetivo exercício, e
poderá perder o cargo em virtude de sentença judicial
transitada em julgado, processo administrativo ou
procedimento de avaliação periódica, na forma de lei
complementar, assegurada sempre ampla defesa.

106 (Auditor – TC-PI/2005) - Um concurso público


para preenchimento de 30 cargos públicos teve 40
aprovados, dos quais os 30 primeiros efetivamente
foram nomeados. Tal concurso fora convocado com o
prazo máximo de validade permitido na Constituição,
admitida a prorrogação também pelo máximo
constitucionalmente permitido. Isso significa que, caso
novas 10 vagas sejam abertas, os 10 aprovados
remanescentes
A) serão convocados com prioridade sobre novos
concursados, apenas se a convocação se der ao longo do
prazo de 4 anos a contar do termo inicial de validade do
concurso em questão.
B) serão convocados com prioridade sobre novos
concursados, apenas se a convocação se der ao longo do
prazo de 6 anos a contar do termo inicial de validade do
concurso em questão
360
C) serão convocados com prioridade sobre novos
concursados, apenas se a convocação se der ao longo do
prazo de 2 anos a contar do termo inicial de validade do
concurso em questão
D) serão convocados com prioridade sobre novos
concursados, apenas se a convocação se der ao longo do
prazo de 5 anos a contar do termo inicial de validade do
concurso em questão
E) terão perdido a prioridade, independentemente do
prazo original do concurso em questão, dado que as 30
vagas postas em concurso foram todas preenchidas.

107 (Procurador – TC-PI/2005) - NÃO é direito


constitucionalmente assegurado aos servidores públicos
A) o recebimento de décimo-terceiro salário
B) o aviso prévio proporcional ao tempo de serviço
C) a jornada máxima de quarenta e quatro horas
mensais
D) a proteção do meio ambiente do trabalho
E) a garantia de não recebimento de vencimentos
inferiores ao salário mínimo.

108 (Procurador do Estado de São Paulo/2002) - A


contratação de servidores públicos pelo regime da CLT
A) é inconstitucional porque implica terceirização de
mão-de-obra
361
B) é inconstitucional porque pelo regime jurídico único
todos os servidores públicos submetem-se ao regime
estatutário
C)é possível para preenchimento de empregos públicos
D) é constitucional forma de flexibilização da mão-de-
obra no setor público, podendo a Administração Pública
prover o preenchimento de cargos públicos com
servidores contratados nesse regime
E) admite a derrogação das normas da CLT pela
legislação estadual e municipal.

109 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE –


RN/2005) - A respeito da acumulação de cargos,
considere as proposições abaixo. I. A acumulação
remunerada de cargos públicos é vedada, ressalvados os
casos previstos na Constituição Federal. II.A proibição
de acumular não se estende às sociedades de economia
mista. III.O servidor público que acumular licitamente
dois cargos efetivos, quando investido em cargo de
provimento em comissão, sempre ficará afastado de
ambos os cargos efetivos. IV.Ainda que lícita, a
acumulação de cargos fica condicionada à comprovação
da compatibilidade de horários. Está correto o que se
afirma APENAS em (
A) I e II.
B) I e III
362
C)I e IV
D) II e IV
E) III e IV.

110 (Juiz Substituto – TRT 11ª Região – 2005) - A


Emenda à Constituição nº 19/98 alterou a disciplina do
direito de greve dos servidores públicos, tendo
A) desconstitucionalizado a matéria, que passará a ser
tratada por lei
B) exigido que lei complementar defina os termos e os
limites de seu exercício
C) exigido que lei especifica defina os termos e os
limites de seu exercício O) esgotado, no plano
constitucional, o detalhamento da matéria
E) remetido a matéria para o tratamento dado ao direito
de greve dos empregados privados.

111 (Juiz Substituto – TRT 11ª Região – 2005) -


Considere dois casos de empregados públicos de uma
fundação pública, o primeiro, elegendo-se deputado
federal e o segundo, vereador. Nesses casos,
A) os empregados deverão pedir demissão de seus
empregos
B) o primeiro empregado deverá ser afastado de seu
emprego, mas o segundo, havendo compatibilidade de

363
horários, poderá perceber as vantagens de seu emprego,
sem prejuízo da remuneração de vereador
C) os empregados deverão ser afastados de seus
empregos
D) o segundo empregado deverá ser afastado de seu
emprego, mas o primeiro, havendo compatibilidade de
horários, poderá perceber as vantagens de seu emprego,
sem prejuízo da remuneração de deputado federal
E) os empregados, havendo compatibilidade de
horários, poderão perceber as vantagens de seu
emprego, sem prejuízo da remuneração de seus cargos
eletivos.

112 30 Auditor – TCE/MG/2005) - A vedação de


acumulação de cargos, empregos e funções (
A) restringe-se à Administração direta, atingindo tanto
os casos de atividade quanto de inatividade
B) atinge a Administração direta também quanto a
cargos não remunerados e restringe-se a cargos
remunerados quando se tratar da Administração indireta
C) atinge a Administração direta e a indireta, nas
hipóteses em que tais ocupações sejam remuneradas
D) estende-se à Administração indireta, mas exclui as
fundações, dado seu caráter eminentemente privado

364
E) atinge a Administração direta integralmente, mas, no
que concerne à Administração indireta, somente tem
incidência quando se tratar de inatividade.

113 (Auditor – TCE/MG/2005) - A norma


constitucional, aplicável aos servidores públicos, que
estabelece a irredutibilidade de seus vencimentos
A) impede a aplicação do preceito constitucional que
estabelece a necessidade de teto remuneratório,
aplicando-se apenas aos casos de futuras contratações.
B) não afasta a aplicação do preceito constitucional que
estabelece a necessidade de fixação de teto
remuneratório
C) impede a fixação de teto remuneratório apenas para
os servidores ocupantes de cargos públicos
D) não impede a fixação de teto remuneratório, mas
exclui deste limite as vantagens pessoais ou de qualquer
outra natureza percebidas pelo servidor
E) não mais subsiste como norma aplicável, tendo sido
revogada pela norma que estabeleceu a necessidade de
fixação de teto remuneratório.

114 Procurador – TCE/MA - 2005) - Um servidor


público estadual, ocupante de cargo efetivo, foi eleito
vereador do Município onde reside e trabalha. As
sessões da Câmara Municipal, que está obrigado a
365
freqüentar, são realizadas em horário coincidente com o
seu horário de trabalho. Neste caso, o servidor (
A) não será afastado do cargo e poderá optar pelo
recebimento dos subsídios de vereador 8) não será
afastado do cargo e cumulará os seus vencimentos com
os subsídios de vereador
C) será afastado do cargo, mas poderá optar pelo
recebimento da remuneração a ele inerente
D) será afastado do cargo e receberá exclusivamente os
subsídios de vereador
E) será afastado do cargo e cumulará os seus
vencimentos com os subsídios de vereador.

115 (Técnico do BACEN/2006) - Maria, enfermeira do


Hospital Federal X, deseja acumular seu cargo público
privativo de profissional de saúde de profissão
regulamentada com outro cargo público privativo de
profissional de saúde de profissão regulamentada, tendo
em vista que há compatibilidade de horários entre eles.
Neste caso, considerando que ambos os cargos são
remunerados, é certo que (
A) será permitida a acumulação dos cargos, tratando-se
de exceção prevista na Constituição Federal brasileira
B) não será permitida a acumulação dos cargos, uma
vez que a Constituição Federal brasileira só permite a

366
acumulação de cargo público remunerado com outro
gratuito
C) não será permitida a acumulação dos cargos, porque
a Constituição Federal brasileira veda, em qualquer
hipótese, a acumulação remunerada de cargos públicos
D) não será permitida a acumulação dos cargos, uma
vez que a Constituição Federal brasileira só permite a
acumulação de um cargo público de professor com
outro técnico ou científico
E) não será permitida a acumulação dos cargos
públicos, uma vez que a Constituição Federal brasileira
só permite a acumulação de dois cargos públicos de
professores.

116 (Procurador de Santos – Dez/2005) - Ísis, servidora


pública estável, perdeu o cargo em regular processo
administrativo. Todavia, o Poder Judiciário invalidou
essa demissão. Nesse caso, ela deve ser (
A) necessariamente colocada em disponibilidade
remunerada, até que se vague o cargo de que era titular,
quando, então, será reintegrada.
B) reintegrada, salvo se o ocupante da vaga for estável,
caso em que ela deve ser indenizada com aposentadoria
com proventos integrais

367
C) reintegrada, e o ocupante da vaga, se estável, pode,
dentre outras alternativas, ser reconduzido ao cargo de
origem
D) aposentada, salvo se preferir a reintegração, caso em
que o ocupante da vaga retomará ao seu cargo anterior,
com direito á indenização
E) reintegrada, e o ocupante da vaga, se estável, pode,
dentre outras alternativas, ser posto em disponibilidade
com remuneração integral.

117 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


24ª Região/2006) - O servidor estável ocupante de cargo
de provimento efetivo em autarquia federal, aos ser
investido no mandato
A) De Vereador e não havendo compatibilidade de
horários, perceberá somente a remuneração do cargo
eletivo
B) De Prefeito, será afastado do cargo, sendo-lhe
facultado optar pela sua remuneração
C) De Deputado Estadual, será automaticamente
exonerado de seu cargo
D) De Governador, será afastado de seu cargo, mas
poderá acumular ambas as remunerações
E) De Senador e havendo compatibilidade de horários,
perceberá as vantagens de seu cargo, sem prejuízo da
remuneração do cargo eletivo.
368
118 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª
Região/2006) - A autoridade competente, alegando
insubordinação grave em serviço, demitiu determinado
servidor estável. Contudo, este comprovou
judicialmente a inexistência dos motivos que
culminaram com referida penalidade, o que resultou em
sua invalidação. Em virtude do ocorrido, o servidor será
a) Reconduzido a qualquer cargo com atribuições
compatíveis com as exercidas anteriormente, com
integral ressarcimento dos prejuízos suportados.
b) Reintegrado no cargo anteriormente ocupado, ou no
resultante de sua transformação, com ressarcimento de
todas as vantagens.
c) Readaptado no cargo ocupado anteriormente, com
plena restauração dos direitos violados e integral
ressarcimento dos prejuízos sofridos.
d) Posto em disponibilidade, com recebimento de
remuneração proporcional ao tempo de serviço, até seu
adequado aproveitamento em outro cargo.
e) Reinvestido no cargo anteriormente ocupado em
virtude da forma de provimento originário denominada
reversão.

119 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª


Região/2006) - No que concerne aos Servidores
369
Públicos da Administração Pública direta e indireta de
qualquer dos Poderes da União, Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, é INCORRETO afirmar:
a) Os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário
publicarão anualmente os valores de subsídio e da
remuneração dos cargos e empregos públicos.
b) Ao servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em
comissão declarado em lei de livre nomeação e
exoneração, bem como de outro cargo temporário ou de
emprego público, aplica-se o regime de previdência dos
servidores públicos.
c) Os servidores públicos poderão se aposentar
voluntariamente, desde que cumprido tempo mínimo de
dez anos no serviço público e cinco anos no cargo
afetivo em que se dará a aposentadoria, observadas as
demais condições.
d) A constituição Federal exige para a aposentadoria
voluntária com proventos integrais, cumulativamente,
idade mínima de 60 anos para homem e 55 para mulher,
além de 35 e 30 anos de contribuição, respectivamente.
e) Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos
acumuláveis, na forma da Constituição Federal de 1988,
é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à
conta do Regime de Previdência dos servidores
públicos.

370
120 (Procurador de Manaus/2006) - Em relação ao
regime jurídico dos servidores públicos previsto na
Constituição Federal, analise as assertivas: I. O tempo
de contribuição federal, estadual ou municipal e o de
serviço correspondente serão contados para efeito de
aposentadoria e disponibilidade. II. A lei não poderá
estabelecer qualquer forma de contagem de tempo de
contribuição fictício. III. Ao servidor ocupante,
exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei
de livre nomeação e exoneração bem como de outro
cargo temporário ou de emprego público, aplica-se o
regime geral de previdência social. IV. Os proventos de
aposentadoria e as pensões, por ocasião de sua
concessão, não poderão exceder a remuneração do
respectivo servidor, no cargo efetivo em que se deu a
aposentadoria ou que serviu de referência para a
concessão da pensão. V. Os servidores titulares de
cargos efetivos ou em comissão da União, dos Estados,
do Distrito Federal e dos Municípios, dentre outros,
serão aposentados compulsoriamente, aos setenta anos
de idade, com proventos proporcionais ao tempo de
serviço. Consideram-se corretas, APENAS
A) I, II e III
B) I, III e V
C) I, IV e V
D) II, III e IV
371
E) II, IV e V

121 (Procurador de Manaus/2006) - Observe as


seguintes proposições: I. O servidor público estável
perderá o cargo, dentre outras hipóteses, em virtude de
sentença judicial transitada em julgado. II. Invalidade
por sentença judicial a demissão do servidor estável,
será ele reconduzido ao cargo anteriormente ocupado.
III. Extinto o cargo, o servidor estável ficará em
disponibilidade, com remuneração proporcional ao
tempo de serviço, até seu adequado aproveitamento em
outro cargo. IV. Perderá o cargo o servidor público
estável que for demitido em virtude do instituto da
verdade sabida. Estão corretas APENAS
A) I e II
B) I e III
C) I e IV
D) II e III
E) II e IV

122 (Procurador de Manaus/2006) - O servidor público


titular de cargo efetivo de um município que adote
Regime Próprio de Previdência
A) poderá se filiar ao regime geral de previdência
social, na qualidade de segurado facultativo,

372
oportunidade em que receberá ambos os proventos de
aposentadoria
B) será aposentado compulsoriamente, aos setenta anos
de idade, se homem e sessenta e cinco anos de idade, se
mulher, com proventos proporcionais aos tempo de
contribuição
C) e que, em virtude da compatibilidade de horários
acumular dois cargos de professor, poderá, ao se
aposentar, perceber mais de uma aposentadoria à conta
do regime próprio
D) perceberá proventos proporcionais ao se aposentar
por invalidez permanente decorrente de acidente de
serviço, moléstia profissional ou doença grave,
contagiosa ou incurável
E) poderá se aposentar com proventos integrais, se
homem, ao completar cinqüenta anos de idade, contar
com mais de dez anos de efetivo exercício no serviço
público e cinco anos no cargo em que se dará
aposentadoria.

123 (Procurador MP TC AM/2006) - Membro do


Ministério Público Estadual exerce, também, a função
de professor em Universidade Federal. Nesta hipótese
A) a cumulação de cargos é inconstitucional

373
B) poderá haver cumulação de cargos, mas deverá haver
opção pelos vencimentos e pelo regime de previdência
de um deles
C) poderá haver cumulação de cargos e de vencimentos,
mas não haver cumulação das aposentadorias
D) poderá haver cumulação de cargos e de vencimentos,
apenas podendo haver cumulação de aposentadorias se
uma delas não seguir o regime geral constitucional
E) poderá haver cumulação de cargos, vencimentos e de
aposentadorias.

124 (Procurador de Roraima/2006) - No tocante á


proteção previdenciária dos servidores públicos, a
Constituição Federal dispõe que :
a) Os proventos de aposentaria e as, por ocasião de sua
concessão, na poderão exceder a remuneração do
respectivo servidor, no cargo efetivo em que se deu a
aposentadoria ou que serviu de referência para a
concessão da pensão.
b) É absolutamente vedada a percepção de mais de uma
aposentadoria á conta do regime próprio de previdência
dos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
c) É vedada a incidência de contribuição sobre os
proventos de aposentadorias e pensões concedidas pelo
regime próprio de previdências e que superem o limite
374
máximo estabelecido para os benefícios para o regime
geral de previdência social.
d) Deve ser incentivada a existência de mais de um
regime próprio de previdência social para os servidores
titulares de cargos efetivos e demais de uma unidade
gestora do respectivo regime cada ente estatal.
e) Para a aposentadoria voluntária o servidor deve ter
cumprido tempo mínimo de cinco anos de efetivo
exercício no serviço pública e cinco anos cargo efetivo
em que se dará aposentadoria.

Gabarito:
1. E 11. 24. E 38. EE 46. C
2. E CECC 25. E 39. 47. C
3. C 12. C 26. E EECCE 48. E
4. 13. A 27. E E 49. C
ECCEC 14. CE 28. E 40. E 50. C
5. 15. E 29. C 41. 51. E
CEEEE 16. E 30. E EECEC 52. A
6. E 17. E 31. C EC 53. C
7. C 18. CE 32. E 42. C 54. D
8. E 19. E 33. E 43. E 55. B
9. E 20. E 34. EC 44. 56. E
10. 21. E 35. E CEE 57. A
ECCC 22. C 36. C 45. 58. C
23. E 37. E EEECC 59. B
375
60. C 73. A 86. B 99. B 112. C
61. E 74. D 87. B 100. E 113. B
62. D 75. D 88. C 101. C 114. C
63. E 76. D 89. A 102. A 115. A
64. D 77. D 90. C 103. C 116. C
65. C 78. B 91. A 104. A 117. B
66. B 79. E 92. E 105. E 118. B
67. D 80. C 93. B 106. A 119. B
68. E 81. D 94. A 107. B 120. D
69. E 82. B 95. A 108. C 121. B
70. E 83. B 96. A 109. C 122. C
71. C 84. E 97. E 110. C 123. E
72. E 85. A 98. E 111. B 124. A

LICITAÇÕES

1º) CESPE 1 (FISCAL DO INSS/1998) Suponha que


tenha sido realizada licitação pelo INSS para a
construção de cem metros quadrados de calçadas para
pedestres, conforme especificações constantes no edital.
Julgadas as propostas, a licitação foi encaminhada à
autoridade competente, que a homologou. Não sendo o
objeto da licitação adjudicado, a empresa vencedora
apresentou pedido de reconsideração em que alegou ter
direito adquirido à celebração do contrato. Tendo sido
este pedido aceito, a autoridade competente, antes de
376
assinar o contrato, nele fez incluir cláusula em que
impôs ao contratado a obrigação de apresentar garantia
sob a modalidade de fiança bancária. Durante a
execução do contrato, o INSS, julgando necessário
construir dez metros quadrados adicionais de calçadas,
fez novamente incluir, unilateralmente, essa alteração
no contrato. Em face dessa situação, julgue os itens
abaixo.

1. Foi correta a atitude da comissão de licitação ao


encaminhar o processo licitatório à autoridade
competente, pois a esta cabe adjudicar o objeto da
licitação.

2. Tendo sido realizada a licitação, o INSS estaria


obrigado a celebrar o contrato licitado com a empresa
vencedora.

3. A atitude do INSS de exigir a apresentação de


garantia pela empresa contratada é lícita, ainda que essa
previsão não contasse no edital.
2 (FISCAL DO INSS/1998) Acerca da obrigatoriedade
e das modalidades de licitação, julgue os itens que
seguem.

377
1. A tomada de preços é modalidade de licitação em que
somente poderão participar oferecendo propostas as
pessoas cadastradas no órgão ou entidade licitante antes
da publicação do edital.

2. Ainda que não tenha sido convidada, a empresa


previamente cadastrada poderá apresentar proposta na
licitação, na modalidade convite.

3. A existência de uma primeira fase de habilitação


preliminar é uma das características da concorrência
pública.

4. Em face de situação de emergência ou de calamidade


pública, a licitação é dispensável.

5. Caracteriza a situação de inexigibilidade de licitação


a existência de fornecedor exclusivo do produto ou
serviço.

3 PROCURADOR DO INSS/1999) E A contratação de


empresa de consultoria com base nas hipóteses de
inexigibilidade de licitação não precisa ser
necessariamente justificada, sendo suficiente que o
prefeito tenha providenciado a indispensável publicação

378
na imprensa oficial do ato que declarou inexigível o
certame licitatório.

4 (PROCURADOR DO INSS/1999) Uma empresa


apresentou documento fiscal falsificado na fase de
habilitação de uma licitação, fato que não foi percebido
pela administração. Terminada a fase de classificação e
julgamento, veio ao conhecimento da comissão de
licitação informação relativa à falsidade do documento.
Com relação ao caso hipotético apresentado, julgue os
itens que se seguem.

1. A modalidade licitatória do caso não pode ser uma


concorrência.

2. A administração não pode agir de ofício na hipótese,


devendo esperar a impugnação de documentos pelos
outros licitantes.

3. A administração só poderá desclassificar a proposta


do licitante se, a partir dos dados fiscais falsos, ficar
comprovado que os preços oferecidos pelo licitante são
inexeqüíveis.

4. Em nenhuma hipótese, o licitante poderia desistir da


proposta após vencida a fase de habilitação.
379
5. Se ainda persistirem dúvidas sobre a falsidade do
documento fiscal apresentado pela licitante, tanto a
comissão de licitação quanto a autoridade responsável
por sua homologação poderão promover diligências
destinadas a esclarecer a questão.

5 Analista Judiciário – Área judiciária – STJ/99) -. Não


havendo arrematante, frustro-se um leilão de um imóvel
em execução promovida pelo Instituto Nacional do
Seguro Social (INSS). Assim, a autarquia federal
adjudicou o bem, incorporando-o ao seu patrimônio. Em
seqüência, e satisfeitas as formalidades legais,
deliberou-se alienar o imóvel. Nessa circunstância, a
licitação:
a) não será necessária, à luz do ordenamento jurídico,
haja vista tratar-se de bem afeto ao patrimônio de órgão
da administração indireta;
b) será obrigatória, se o imóvel for avaliado acima de
patamar definido em lei, devendo ser realizada sob a
modalidade de concorrência pública;
c) será obrigatória podendo ser realizada sob a
modalidade de leilão;
d) será dispensável;
e) será inexigível.

380
6 (ADVOGADO DA CEB/2000) Considerando que
determinada entidade da administração pública tenha
divulgado a realização de processo licitatório com vistas
á contratação de bens e serviços de informática cujo
valor justificaria a realização de tomada de preços,
julgue os itens abaixo.

1. Caso a entidade opte por realizar a tomada de preços,


nela somente poderão apresentar propostas as empresas
que estiverem cadastradas na data da divulgação do
edital.

2. Ainda que o valor justifique a realização de tomada


de preços, poderá ser utilizada concorrência.

3. A entidade deverá, necessariamente, realizar licitação


do tipo técnica e preço.

4. Ainda que o valor do contrato justifique a realização


de tomada de preços, a contratação de bens de
informática torna a contratação inexigível.

5. Poderá a administração, se assim o desejar, fracionar


o contrato em tantas parcelas quantas forem necessárias
á realização de diversos convites.

381
7 (Auditor Fiscal INSS/2000) - A licitação é inexigível
quando a administração dispõese a contratar um artista
consagrado pela opinião pública para protagonizar
campanhas públicas.

8 (DEFENSOR PÚBLICO DA UNIÃO/2001) Em


relação a licitação e contratos administrativos, julgue os
itens que se seguem.

1. A inexigibilidade de licitação para a contratação de


serviços técnicos especializados pressupõe a
singularidade do objeto, de tal modo que o mesmo só
possa ser executado por profissional de notória
especialização. Assim, não se admite, por esse
fundamento, a contratação do mais conceituado jurista
brasileiro, de fama internacional, para a atividade de
assessoria jurídica rotineira a um determinado
município.

2. No edital de licitação, será tida como ilegítima a


exigência de garantia do licitante para o mesmo
participar do processo licitatório.

3. A nova modalidade de licitação, o pregão,


caracteriza-se fundamentalmente, pela inversão das

382
fases do procedimento, com a habilitação ocorrendo
após o julgamento.

9 (FISCAL DO INSS/2001) A licitação é inexigível


quando a administração dispõe-se a contratar um artista
consagrado pela opinião pública para protagonizar
campanhas publicitárias.

10 (Promotor de Justiça Substituto – MPAM/2001) -


Julgue os itens seguintes, relativos a licitação.
I Quando há impossibilidade jurídica de competição
entre contratantes, a licitação é dispensável.
II A exigência constitucional de licitação alcança a
administração pública fundacional.
III Situações de emergência permitem a dispensa de
licitação para a aquisição de bens necessários a
enfrentar a situação emergencial.
IV Nas hipóteses de inexigibilidade de licitação, é
impossível a comprovação de superfaturamento. Estão
certos apenas os itens
A I e II.
B I e III.
C I e IV.
D II e III.
E III e IV.

383
11 (Promotor de Justiça Substituto – MPRR/2001) -
Embora os princípios constitucionais da administração
pública se apliquem a todos os entes e órgãos dela, isso
ocorre com peculiaridades em função da finalidade do
ente ou órgão, como ocorre com as empresas estatais
exploradoras de atividade econômica; ademais, esses
princípios não são absolutos, pois, em várias hipóteses,
prevêem atenuações à própria aplicabilidade, como no
caso do princípio da exigibilidade de licitação.

12 (CONSULTOR DO SENADO/2002) - Os princípios


da legalidade, moralidade e eficiência, inscritos na
Constituição da República, são princípios que regem a
administração pública e o procedimento licitatório,
previsto na Lei nº 8.666, que institui normas para
licitações e contratos da administração pública.

13 (CONSULTOR DO SENADO/2002) - Sabendo que


a Constituição noticiou recentemente a calamidade
causada pelas fortes chuvas na cidade histórica de
Goiás, esse fato, por si só, não torna dispensável a
exigência de licitação para a realização de obras e
serviços de recuperação de bens culturais afetados pela
enchente.

384
14 (Juiz Substituto – TJBA/2002) - Considere a seguinte
situação hipotética. O prefeito de certo município
constatou a necessidade de contratar serviço de
publicidade. Por conhecer a notória especialização de
determinada empresa, determinou que a contratação
dela fosse feita com dispensa de licitação, após
observados os requisitos procedimentais para essa
espécie de contratação. Nessa situação, se a hipótese
fosse de notória especialização legalmente admissível, a
contratação não seria amparada por dispensa, mas por
inexigibilidade de licitação, e, no caso, em face do
objeto específico do contrato, nem mesmo a
inexigibilidade poderia servir para afastar a licitação.

15 (Juiz Substituto – TJPA/2002) - Julgue os itens


seguintes, relativos à licitação. 01 Considere a seguinte
situação hipotética. Em decorrência da inércia de
determinado administrador público, não foram adotadas
as providências necessárias à adequada conservação de
prédio público, com aparecimento de infiltrações que
ameaçaram as estruturas do prédio. Diante desse
quadro, o próprio administrador, que não adotou as
medidas preventivas cabíveis, determinou a contratação
de empresa sem licitação, amparada em situação
emergencial, a fim de realizar a reforma do edifício. Em
face à situação apresentada, a não-realização da
385
licitação foi ilegal. 02 Considere a seguinte situação
hipotética. Determinada empresa pública do estado do
Pará contratou advogados, sem licitação, para a defesa
da entidade contra reclamações trabalhistas propostas
por empregados. Não foi realizada a licitação haja vista
tratar-se de situação de inexigibilidade, tendo sido
demonstrada a notória especialização dos profissionais
contratados. Diante do exposto, deve ser considerada
legítima a contratação realizada. 03 Caso determinada
unidade administrativa esteja diante de situação em que
deva realizar licitação na modalidade de tomada de
preços, será legítimo ao administrador querer realizar
concorrência. 04 Suponha que, com vistas à realização
do princípio da eficiência, uma sociedade de economia
mista do estado do Pará fez a combinação de diversas
modalidades de licitação admitidas na Lei 8.666/1993, o
que resultou em nova modalidade extremamente
vantajosa para a entidade. Essa atitude deverá ser
considerada, no entanto, ilícita. 05 Empresas públicas e
sociedades de economia mista que explorem atividade
empresarial de produção de bens ou de prestação de
serviços não se submetem ao dever de licitar, sendo o
direito privado o regime jurídico a ser aplicável a seus
contratos.

386
16 (Advogado da união/Nov 2002) - Apesar da
previsão, no direito positivo, do princípio da
publicidade, este não é absoluto, como ocorre com os
princípios jurídicos em geral; no que respeita ao
processo de licitação, o cidadão pode obter certidão
acerca de seus atos, na forma da lei que regulamenta
esse direito, desde que aponte em que a certidão servirá
à defesa de direito ou interesse pessoal.

17 (Procurador TCE RN/2002) - Partindo do princípio


de que o administrador não está gerindo verbas
particulares, mas, sim, recursos públicos, a legislação
procura disciplinar toda a sua atuação. Assim sendo,
cerca- se a administração de exigências que irão
permitir, nas licitações, a observância do princípio
constitucional da isonomia e a seleção da proposta mais
vantajosa, conforme dispõe a Lei n.º 8.666/ 1993.
Acerca dos procedimentos licitatórios da administração
pública, julgue os itens abaixo.

1 No caso específico das licitações para a contratação de


bens e serviços de informática, existe expressa
determinação legal acerca do tipo a ser adotado — o de
técnica e preço. Possibilita-se, assim, à administração
pública, analisar cada proposta, conjugando o melhor
preço com os atributos técnicos de cada proponente,
387
permitindolhe conhecer, de antemão, sua qualidade e
experiência, entre outros predicativos.

2 A Lei de Licitações remete à discricionariedade da


administração a exigência da prestação de garantia por
parte do licitante. Deverá ser exigida, no entanto, apenas
nas hipóteses em que se fizer necessária e desde que
haja previsão no edital, não podendo ser introduzida em
momento posterior, pois a prestação da garantia envolve
ônus econômico-financeiro, e o licitante necessita
conhecer, de antemão, a real extensão de todas as
obrigações e custos que recairão sobre ele.

3 Dando ao convite o sentido que lhe é próprio, com


reforço das características de agilidade e
economicidade, buscou a Lei n.º 8.666/ 1993 encerrar
discussão até então existente, ao permitir à
administração o encerramento da licitação e a efetivação
da contratação mesmo sem que o número mínimo de
licitantes tenha sido obtido. Para isso, no entanto, impôs
a necessidade de formulação de justificativa específica,
calcada nas limitações do mercado ou no manifesto
desinteresse dos convidados.

4 Para anular certame licitatório, necessário será indicar,


previamente e de modo expresso, os motivos que dão
388
sustentação ao ato de anulação, que, obviamente, devem
estar relacionados ao próprio procedimento e, ainda, ser
suficientes para justificá-lo. A preocupação com a
regularidade do ato de anulação esgota-se na exigência
de sua motivação satisfatória.

18 (Procurador MP TCDF/2002) - Os bens imóveis da


administração pública cuja aquisição tenha decorrido de
dação em pagamento poderão ser alienados por ato da
autoridade competente, desde que cumpram os
seguintes requisitos: sejam previamente avaliados, seja
demonstrada a necessidade ou utilidade da alienação e
seja adotado procedimento licitatório sob a forma de
concorrência pública ou leilão.

19 (Analista legislativo Área VIII – Câmara dos


Deputados/2002) -Julgue os itens abaixo, relativos ao
procedimento das licitações.

1 A lei de licitações, ao estabelecer que todos os


participantes do procedimento licitatório têm direito
público subjetivo à fiel observância de tal procedimento,
concretiza o princípio da legalidade.

2 Configura se caso de dispensa de licitação a hipótese


de os concorrentes apresentarem propostas com preços
389
incompatíveis com os fixados pelos órgãos oficiais, não
aceitando rebaixá-los.

3 Na hipótese de realização de festas populares, a


contratação de profissional de setor artístico, ainda que
consagrado pela crítica, configura caso de exigibilidade
de licitação.

4 Entre as modalidades de licitação compreendidas no


sistema brasileiro, pode- se optar, desde que
motivadamente, pela combinação delas ou, até, pela
adoção de outras.

20 (Analista Judiciário – Atividade Processual –


TJDFT/2003) - A venda de bem imóvel do Instituto
Nacional de Seguro Social para órgão da administração
pública distrital é exemplo de inexigibilidade de
licitação decorrente da ausência de necessidade de
competição, cujo objetivo seria garantir a proposta mais
vantajosa para a autarquia federal.

21 (Analista Judiciário – Área Judiciária –TST/2003) -


Considere a seguinte situação hipotética. Determinado
município, para contratação de pequeno valor,
determinou a elaboração da modalidade mais simples de
licitação, tendo sido enviadas cartas convite para três
390
interessados devidamente registrados. Houve, contudo,
inexplicável desinteresse dos licitantes convidados,
além de não existir qualquer limitação no mercado e de
apenas um interessado ter comparecido ao certame.
Diante dessa situação, a administração municipal poderá
contratar desde que o preço apresentado na proposta
singular esteja em conformidade com os preços
praticados pelo mercado.

22 (Analista Judiciário – Área Judiciária –TST/2003) -


Caso o Governo do Distrito Federal queira permutar um
bem público desafetado com proprietário particular de
imóvel objeto de seu interesse, terá de obter autorização
legal e realizar avaliação prévia dos bens a serem
permutados, dispensada a licitação, desde que o
interesse público esteja devidamente justificado.

23 (Defensor Público de 1ª Classe – Alagoas/2003) - No


que concerne a bens imóveis, a alienação está sempre
subordinada ao interesse público justificado e prévia
avaliação, requerendo sempre a efetivação do processo
licitatório.

24 (Defensor Público de 1ª Classe – Alagoas/2003) -


Quando as forças armadas adquirem bens de uso, com
finalidade de manter a padronização, mas não se
391
tratando de materiais de uso pessoal e administrativo, é
dispensado procedimento licitatório.

25 (Defensor Público de 4ª Classe – Amazonas/2003) -


No tocante às licitações e aos contratos administrativos,
julgue os itens que se seguem. 01 O pregão é uma forma
híbrida de licitação, combinando elementos da
concorrência pública e do leilão, que não pode ser
realizada pela administração estadual porque, até o
presente momento, somente existe lei federal instituindo
essa espécie licitatória no âmbito da administração
federal. 02 Na tomada de preços, somente podem
participar as empresas que efetuaram cadastro perante a
administração pública antes da publicação do edital.

26 (Analista de Controle Externo – TCU/2004) - O


princípio do julgamento objetivo relaciona-se com os
dispositivos da Lei n.º 8.666/1993, que estabelecem os
critérios de julgamento das propostas com base no tipo
de licitação, materializa-se no edital da licitação, no
qual são definidos os critérios para a pontuação dos
participantes do certame ou para a seleção da proposta
mais vantajosa.

27 (Juiz Substituto – TJSE/2004) - A respeito de


licitações, julgue os itens que se seguem.
392
1. A autoridade competente para a aprovação do
procedimento somente pode revogar a licitação por
razões de interesse público decorrente de fato
superveniente devidamente comprovado, o qual pode
ser um fato novo, um fato preexistente desconhecido à
época da publicação do edital ou inconveniência
comprovada para a administração pública decorrente da
aplicação do critério por ela adotado para a seleção da
melhor proposta.

2. Nos termos da Lei n.º 8.666, de 21/6/1993, que


estabelece as normas gerais sobre licitação, a dispensa
de licitação na concessão de direito real de uso de bens
imóveis, quando o uso se destina a outro órgão ou
entidade da administração pública, prescinde de
justificação.

28 (Procurador do Ministério Público junto ao TCU –


2004) - No que se refere a licitações , julgue os itens a
seguir.

1. Em um mesmo processo licitatório, a administração


pública pode combinar as várias modalidades de
licitação para o fim de atender melhor ao interesse
público.
393
2. O leilão, forma de licitação pública, pode ser
realizado por leiloeiro oficial ou servidor designado
para tal.

3. A venda de bens produzidos por entidades da


administração pública, em virtude de suas finalidades,
não está sujeita a licitação.

4. O pregão é modalidade licitatória que pode ser usada


em contratações de qualquer valor, para aquisição de
bens e serviços comuns pela administração pública
federal, estadual ou municipal.

5. Segundo a lei, a licitação é necessária para a


celebração de contratos de prestação de serviços com as
organizações sociais, qualificadas no âmbito das
respectivas esferas de governo, para atividades
contempladas no contrato de gestão.

29 (Procurador do Ministério Público junto ao TCU –


2004) - A alienação de bens imóveis das sociedades de
economia mista depende de interesse público
devidamente justificado, avaliação prévia, autorização
legislativa e licitação.

394
30 (Procurador do Ministério Público junto ao TCU –
2004) - A alienação de bens imóveis da administração
direta poderá ser efetuada sem licitação nas hipóteses de
investidura, entendendo-s e como tal a venda, entre
outras hipóteses, aos proprietários lindeiros de área
remanescente ou resultante de obra pública que se tornar
inaproveitável isoladamente.

31 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - A divisão


em parcelas dos serviços a serem contratados, quando
técnica e economicamente viável, é obrigatória,
mantendose para cada parcela a modalidade de licitação
cabível em razão do valor total dos serviços a serem
contratados.

32 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - O convite


é modalidade de licitação realizada entre os interessados
do ramo pertinente ao seu objeto que estejam
cadastrados previamente ou que atenderem as condições
de cadastramento até três dias antes da data do
recebimento da proposta.

33 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - A


adjudicação é o procedimento pelo qual o presidente da
comissão de licitação considera satisfatória a proposta
classificada em primeiro lugar.
395
34 (Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004 -
adaptad
a) - Uma autarquia federal contratou sem licitação,
porque assim lhe pareceu conveniente, um advogado de
notória especialização para representá-la judicialmente,
com exclusividade, em quaisquer processos, pelo prazo
de cinco anos. O valor dos serviços foi pactuado
segundo o preço de mercado. O Tribunal de Contas da
União (TCU), entendendo ilegal a contratação, sustou,
tão logo dela teve conhecimento, a execução do
contrato. A autarquia, intimada da decisão do TCU,
suspendeu o pagamento dos honorários que era feito
mensalmente ao advogado pelos serviços por ele
devidamente prestados. Decorridos três meses sem
receber, o advogado renunciou aos mandatos a ele
conferidos. Em relação à situação hipotética
apresentada, julgue o item a seguir.
A dispensa de licitação de profissionais de notória
especialização restringe-se a casos singulares.

35 (Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004) -


Uma empresa pública federal devedora pagou seus
débitos com bens imóveis dominiais de que era
proprietária. O pagamento deu-se sem prévia
396
autorização legislativa, sem autorização do ministério
ao qual a empresa é vinculada e sem avaliação prévia.
Constatado o fato pelo controle interno do ministério ao
qual a empresa é vinculada, o ministro instaurou
procedimento, no âmbito do ministério, contra os
dirigentes e os empregados da empresa que permitiram
o pagamento da dívida com bens da empresa. Os
dirigentes e empregados da empresa representaram,
perante o TCU, contra o ato do ministro. Acerca dessa
situação hipotética, julgue os seguintes itens.

1 A dação em pagamento não dependia de prévia


autorização do ministério.

2 A dação em pagamento dependia de prévia


autorização legislativa.

3 A dação em pagamento dependia de prévia avaliação.

36 (Consultor Jurídico - SETEPS/PA – 2004 - adaptada)


Considere a seguinte situação hipotética. A SEAD
decidiu realizar um contrato de aquisição de bens
comuns que poderia ser licitado mediante convite do
tipo menor preço. Nessa situação, a SEAD poderia optar
por utilizar a modalidade pregão, em vez da modalidade
convite.
397
37 (Técnico Judiciário / Área Administrativa – STJ –
2004) - Considere a seguinte situação hipotética. A
Universidade de Brasília estabeleceu em edital as regras
de um processo licitatório para a aquisição de alguns
equipamentos para o laboratório de química orgânica.
Após a abertura e análise das duas propostas
encaminhadas, a comissão de licitação decidiu pela
inabilitação dos concorrentes. Nessa situação, a licitação
deve ser considerada deserta ou fracassada.

38 (Analista Judiciário / Área Judiciária – STJ – 2004) -


Qualquer ato licitatório deve ser editado, habilitado,
julgado, classificado, homologado, adjudicado e
avaliado por uma comissão de três membros.

39 (Analista Judiciário / Área Administrativa – TJAP –


2004) - No processo licitatório, a comissão está
subordinada ao princípio de que os seus julgamentos são
de natureza objetiva, mas não necessariamente
vinculados aos documentos apresentados pelos
licitantes.

40 (Analista Judiciário / Área Judiciária –


Especialidade: Oficial de Justiça Avaliador–
TJAP/2004) - No que concerne a bens imóveis, a
398
alienação está sempre subordinada ao interesse público
justificado e à prévia avaliação, requerendo sempre a
efetivação do processo licitatório.

41 (Analista Judiciário / Área Judiciária –


Especialidade: Oficial de Justiça Avaliador–
TJAP/2004) - Para as Forças Armadas adquirirem bens
de uso, com a finalidade de manter a padronização, mas
não se tratando de materiais de uso pessoal e
administrativo, não há necessidade de procedimento
licitatório.

42 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TER/AL –


2004) - Se a proposta apresentada por um licitante não
atender aos requisitos expressos no instrumento
convocatório, o licitante deverá ser inabilitado.

43 (Técnico Judiciário – Área Administrativa –


TER/AL – 2004) - Não existe distinção entre os termos
inexigibilidade e dispensabilidade para os processos
licitatórios nos casos de emergência ou de calamidade
pública, quando caracterizada a urgência de
atendimento de situação que possa ocasionar prejuízo
ou comprometer a segurança de pessoas, obras,
serviços, equipamentos e outros bens, públicos ou
particulares.
399
44 (Procurador PGE/ES – 2004) - Com relação à
inexigibilidade de licitação, julgue os itens
subseqüentes.
I Os serviços técnicos enumerados no art.

13 da Lei n.º 8.666/1993 são exemplificativos e não


taxativos.
II Serviços prestados em regime de monopólio, como os
correios, devem ser contratados diretamente, em face da
inviabilidade de competição.
III Serviços de publicidade e divulgação somente
poderão ser contratados diretamente se os profissionais
se enquadrarem na definição legal de notória
especialização.
IV Quando não for inexigível a licitação, a contratação
de serviços técnicos deverá ser precedida,
preferencialmente, de concurso, com estipulação de
prêmio ou remuneração.
V É inexigível a licitação para contratação de serviços
de advocacia, tendo em vista a natureza do serviço a ser
prestado e a necessária confiança entre o contratante e o
patrono da causa. Estão certos apenas os itens
A I e II.
B I e III.
C II e IV.
400
D III e V.
E IV e V.

45 (Auditor das Contas Públicas - TCE/PE - 2004) - No


que diz respeito a licitação, julgue os seguintes itens.

1 É hipótese de inexigibilidade de licitação a compra de


marca-passos para atender a situação de emergência em
que o não-atendimento pode pôr em risco a vida de
pacientes em hospital público.

2 A critério da administração, o edital pode estipular


preferência de marcas e características exclusivas para o
bem objeto da licitação.

46 (Juiz Substituto – TJ – MT – 2004) - Assinale a


opção correta referente a licitações e contratos
celebrados com a administração pública. A Todo
contrato verbal com a administração pública é nulo. B
Para fins de julgamento das propostas, constitui tipo de
licitação a de maior oferta. C Qualquer pessoa é p arte
legítima para impugnar edital de licitação perante a
administração. D A anulação da licitação induz à do
contrato e não gera obrigação de indenizar.

401
47 (Auditor do Estado – ES/2004) - Uma autoridade
administrativa do estado do Espírito Santo propôs a
utilização de pregão de tipo técnica e preço para a
aquisição de produtos de informática. Nessa situação, a
proposta é inapropriada, pois a modalidade de licitação
sugerida é incompatível com o tipo de licitação indicado
pela autoridade.

48 (Auditor do Estado – ES/2004) - Uma fundação


pública estadual, no momento de sua instituição,
recebeu do estado do Espírito Santo alguns terrenos, que
passaram a constituir parte do seu capital.
Recentemente, com o objetivo de obter capital para
investir em suas atividades essenciais, a fundação
decidiu promover a construção de edifícios nos
referidos terrenos e depois vender a particulares os
apartamentos edificados. Nessa situação, para a venda
desses apartamentos, a referida fundação poderá utilizar
licitação tanto na modalidade concorrência pública
quanto na modalidade leilão.

49 (Auditor do Estado – ES/2004) - Todo procedimento


administrativo licitatório tem a pretensão de atingir
duplo objetivo: alcançar a proposta mais vantajosa para
a administração pública e garantir o tratamento
isonômico entre os contendores.
402
50 (Auditor do Estado – ES/2004) - Considere que
determinada entidade da administração pública estadual
pretenda contratar profissional renomado para o
exercício da atividade de advocacia. Nesse caso,
observada a inviabilidade de competição, referida
entidade deverá proceder à dispensa de licitação.

51 (Auditor do Estado – Direito - ES/2004) - Considere


a seguinte situação hipotética. Determinada entidade da
administração pública federal deflagrou certame
administrativo licitatório, cujo objeto consistiu na
aquisição de modernos equipamentos de informática.
Ocorreu que as propostas apresentadas consignavam
preços manifestamente superiores aos praticados no
mercado nacional. Nessa situação, a referida entidade
poderá contratar mediante dispensa de procedimento
licitatório.

52 (Analista Judiciário – Área: Judiciária – TRT / 10.ª


REGIÃO – DEZ/2004) - O TRT da 10.a Região
pretende realizar licitação para adquirir novos
computadores. Nessa situação, seria lícito realizar a
referida licitação na modalidade pregão de tipo técnica e
preço.

403
53 (Juiz Substituto – TJBA – 2005) - Considere a
seguinte situação hipotética. Em um pregão, os
participantes apresentaram propostas com os seguintes
preços, para a prestação de determinado serviço comum:
licitante A – R$ 10.000,00, licitante E – R$ 11.000,00,
licitante B – R$ 10.100,00, licitante F – R$ 11.500,00,
licitante C – R$ 10.500,00, licitante G – R$ 12.000,00,
licitante D – R$ 10.900,00, licitante H – R$ 12.100,00.
O pregoeiro verificou que os licitantes B e G não
haviam obedecido aos requisitos do instrumento
convocatório, na elaboração das propostas. Nessas
condições, o pregoeiro deverá passar à fase de lances
verbais, da qual apenas os licitantes A, C, D e E terão o
direito de participar, para, ao final, identificar o
vencedor do pregão.

54 (Juiz Federal Substituto da 5. Região/2005) - Não há


restrição legal para que empresa pública contrate com
sua subsidiária, com dispensa de licitação, prestação de
serviços ou aquisição de bens.

2º) ESAF

55 (Agente Fiscal de Tributos estaduais – Piauí/2001) -


Assinale, entre as opções abaixo, aquela que não

404
representa um dos critérios de julgamento de licitação
nas concessões de serviço público.
a) Melhor proposta técnica, com preço fixado no edital.
b) Maior oferta, nos casos de pagamento ao poder
concedente pela outorga da concessão.
c) Menor valor da tarifa do serviço público a ser
prestado.
d) Melhor proposta de preço, no intervalo de preço-base
elaborado pela administração e conhecido quando da
abertura das propostas.
e) Melhor proposta em razão da combinação dos
critérios de maior oferta pela outorga da concessão com
o de melhor técnica.

56 (Arrecadador Tributário – Piaui/2001) - A alienação


de bens imóveis da Administração far-se-á mediante
licitação na seguinte modalidade:
a) pregão
b) concorrência
c) concurso
d) tomada de preços
e) convite

57 (AFPS/2002 - Administração Tributária


Previdenciária)- De acordo com previsão expressa
contida na Lei nº 8.666/93, é cabível inexigibilidade de
405
licitação e não sua dispensa, para a contratação de
serviço
a) de pequeno valor, até 10% do limite fixado para
convite.
b) quando não acudirem interessados à licitação anterior
que não possa ser repetida.
c) de profissional do setor artístico, desde que
consagrado pela crítica especializada.
d) de impressão do Diário Oficial.
e) quando houver possibilidade de comprometimento da
segurança nacional.

58 (AFPS/2002 - Administração Tributária


Previdenciária)- No caso de concorrência, decairá do
direito de impugnar os termos do edital de licitação,
perante a Administração Pública, o licitante que não o
fizer até
a) o segundo dia útil que anteceder a abertura dos
envelopes da habilitação.
b) o dia que anteceder a abertura dos envelopes da
habilitação.
c) o momento da abertura dos envelopes da habilitação.
d) o segundo dia útil que anteceder a data dos envelopes
das propostas.
e) o dia anterior ao da abertura dos envelopes das
propostas.
406
59 (Analista de Controle Externo - ACE – TCU/2002)-
Tratando-se das normas de licitação, correlacione as
duas colunas: 1- hipótese de dispensa de licitação; 2-
hipótese de inexigibilidade de licitação; 3- hipótese de
não aplicação das normas de licitação ) Termo de
Parceria entre o Poder Público e uma Organização Civil
de Interesse Público - OSCIP; ( ) celebração de contrato
de prestação de serviços com organização social,
devidamente qualificada, para atividades objeto do
respectivo contrato de gestão; ( ) contratação de
profissional de notória especialização para serviço
técnico singular e especializado; ( ) credenciamento de
todos os estabelecimentos médicos da respectiva
localidade, pelo Município, para a prestação de serviços
de saúde pública, com a mesma tabela de remuneração;
( ) contratação de fornecimento de energia elétrica com
a respectiva concessionária, conforme as normas da
legislação específica.
a) 2, 1, 2, 3, 3
b) 3, 1, 2, 2, 1
c) 2, 2, 2, 1, 3
d) 1, 2, 1, 2, 3
e) 3, 1, 2, 3, 2

407
60 (AFC – STN/2000) - A modalidade do pregão,
recentemente inserida no âmbito do procedimento
licitatório, tem as seguintes características, exceto:
a) exigência de garantia de proposta pelos licitantes
b) a disputa ocorre por meio de propostas e lances em
sessão pública
c) inversão de fases, ocorrendo a habilitação a posteriori
d) maior celeridade de suas fases
e) possibilidade de negociação do preço com o licitante
vencedor

61 (Analista de Planejamento e Orçamento –


MPOG/2000) - O tipo de licitação de maior lance ou
oferta, previsto na Lei no 8.666/93, ocorre na:
a) aquisição de bens e serviços de informática
b) construção de obras públicas
c) concessão de direito real de uso
d) aquisição de material permanente
e) contratação de serviços técnicos especializados

62 (Analista de Finanças e Controle - AFC/CGU -


2003/2004) - O procedimento apropriado, previsto na
Lei nº 8.666/93, para alienar bens imóveis da União,
cuja aquisição tenha decorrido de procedimento judicial
ou dação em pagamento, é
a) concorrência ou leilão
408
b) leilão ou pregão
c) pregão ou convite
d) dispensa de licitação
e) inexigibilidade de licitação

63 (Analista de Assuntos Jurídicos – SERPRO/2001) -


Nos casos em que houver inviabilidade de competição,
para a contratação de um determinado serviço
profissional técnico-especializado, a Lei de Licitações
(Lei no 8.666/93) autoriza a adoção do procedimento de
a) Carta-convite
b) Concurso
c) Dispensa
d) Inexigibilidade
e) Leilão
64 (Analista de Assuntos Jurídicos – SERPRO/2001) -
Os bens públicos podem ser alienados, havendo
autorização legal nesse sentido e após avaliação, mas
sempre mediante licitação, na modalidade de
concorrência ou leilão, neste caso se a aquisição
decorreu de procedimento judicial ou dação em
pagamento.
a) Correta a assertiva, sem restrições.
b) Incorreta a assertiva, porque a alienação depende
sempre e só de concorrência.

409
c) Incorreta a assertiva, porque a alienação depende
sempre e só de leilão.
d) Incorreta a assertiva, porque a licitação pode ser
dispensada, no caso de aquisição decorrente de
procedimento judicial ou dação em pagamento.
e) Incorreta a assertiva, porque a licitação pode ser
dispensada em alguns casos previstos em lei, como para
permuta e na investidura.

65 (Analista de Compras da Prefeitura do Recife –


2003) - Não é cabível a dispensa de licitação nos casos
em que se configura uma situação de
a) calamidade pública.
b) emergência.
c) inviabilidade de competição.
d) restauração de obra de arte.
e) não acudirem interessados à competição.

66 (Analista de Compras da Prefeitura do Recife –


2003) - Nas contratações para compras, obras e serviços
públicos, conforme previsto na Lei nº 8.666/94, a
autoridade administrativa
a) deve licitar, se o caso especifico não for
expressamente previsto na lei como possível de
dispensa ou inexigibilidade.
b) está sempre obrigada a fazer licitação.
410
c) pode deixar de licitar, a seu critério de conveniência.
d) pode dispensar a licitação, nos casos expressamente
previstos na lei.
e) pode optar entre licitação, dispensa e/ou
inexigibilidade.

67 (Contador da prefeitura de Recife/2003) - A nova


modalidade de licitação, o pregão, pode ser utilizada
para:
a) contratação de obras e serviços de engenharia.
b) contratação de serviços técnicos especializados.
c) aquisição de bens de informática, de qualquer
natureza.
d) qualquer tipo de aquisição ou contratação.
e) aquisição de bens e serviços comuns.

68 (Procurador da fazenda nacional/1998) - O último


ato do procedimento licitatório, pelo qual se atribui ao
vencedor o objeto licitado, denomina-se
a) homologação
b) julgamento
c) habilitação
d) adjudicação
e) contratação

411
69 (Técnico da Receita Federal/2003) - Conforme
previsão expressa na Lei nº 8.666/93, quando
caracterizada a inviabilidade de competição, para a
contratação de determinado serviço específico, a
licitação será considerada
a) dispensável
b) facultativa
c) inexigível
d) obrigatória
e) proibida

70 (Auditor do Tesouro Municipal - Prefeitura do


Recife - 2003 ) - No âmbito da legislação de licitação,
existe vedação para a contratação direta, com base em
inexigibilidade por notória especialização, de serviços
de:
a) publicidade e divulgação.
b) patrocínio ou defesa de causas judiciais ou
administrativas.
c) auditorias financeiras ou tributárias.
d) treinamento e aperfeiçoamento de pessoal.
e) restauração de obras de arte.

71 (Analista Judiciário - TRT - 7ª Região – 2003) -


Assinale a afirmativa falsa quanto ao instituto das
licitações.
412
a) A inabilitação do licitante importa preclusão do seu
direito de participar das fases subseqüentes.
b) A última fase do procedimento é a deliberação da
autoridade competente quanto à homologação e
adjudicação do objeto da licitação.
c) Em qualquer fase do procedimento, desde que antes
da adjudicação, é facultado ao licitante desistir
unilateralmente de sua proposta.
d) A lei prevê o tipo de licitação de maior lance ou
oferta, para os casos de alienação de bens ou concessão
de direito real de uso.
e) Em caso de empate entre propostas, após a
verificação da nacionalidade do produto e da empresa, a
classificação far-se-á por sorteio.

72 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – A alienação


dos bens imóveis da União depende de licitação,
podendo esta ser dispensável no caso de
a) terem sido eles adquiridos por dação em pagamento.
b) sua aquisição haja derivado de procedimento judicial.
c) serem eles destinados a programa habitacional
promovido por cooperativa de servidores.
d) serem eles destinados a programa habitacional
promovido por associação de poupança.
e) investidura com venda aos proprietários de imóveis
lindeiros.
413
73 (ESAF/ASSISTENTE JURÍDICO/AGU/99) São
hipóteses de dispensa de licitação, exceto:
a) contratação de serviço técnico de profissional de
notória especialização
b) casos de calamidade pública
c) contratação de remanescente de obra, desde que
observadas a ordem de classificação e as condições do
licitante vencedor
d) locação de imóvel para atender às finalidades da
Administração
e) contratação de instituição brasileira da área da
pesquisa científica, sem fins lucrativos

74 (Auditor do Tesouro Municipal – Natal) - São


hipóteses de dispensa de licitação, exceto:
a) contratação de serviço técnico de profissional de
notória especialização
b) casos de calamidade pública
c) contratação de remanescente de obra, desde que
observadas a ordem de classificação e as condições do
licitante vencedor
d) locação de imóvel para atender às finalidades da
Administração
e) contratação de instituição brasileira da área da
pesquisa científica, sem fins lucrativos
414
75 (Analista MPU/2004 – Área Administrativa) A
alienação aos proprietários de imóveis lindeiros, de área
remanescente ou resultante de obra pública, a qual se
torne inaproveitável, isoladamente, que a Lei nº
8.666/93, considera dispensável a licitação, para esse
fim, é conceituada nesse diploma legal como sendo
a) dação em pagamento.
b) retrovenda.
c) retrocessão.
d) investidura.
e) tredestinação.

76 (Analista MPU/2004 – Área Processual) - Não se


inclui no rol legal de hipóteses de dispensa de licitação a
seguinte situação:
a) aquisição de bens ou serviços nos termos de acordo
internacional específico aprovado pelo Poder Executivo,
quando as condições ofertadas forem manifestamente
vantajosas para o Poder Público.
b) compras de hortifrutigranjeiros, pão e outros gêneros
perecíveis, no tempo necessário para a realização dos
processos licitatórios correspondentes, realizadas
diretamente com base no preço do dia.
c) quando houver possibilidade de comprometimento da
segurança nacional, nos casos estabelecidos em decreto
415
do presidente da República, ouvido o Conselho de
Defesa Nacional.
d) quando não acudirem interessados à licitação anterior
e essa, justificadamente, não puder ser repetida sem
prejuízo para a Administração, mantidas, nesse caso,
todas as condições preestabelecidas.
e) aquisição ou restauração de obras de arte e objetos
históricos, de autenticidade certificada, desde que
compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão ou
entidade.

77 (Procurador do Distrito Federal/2004) - O Secretário


da Defesa Civil contrata, após licitação, a compra de
uma frota de veículos especializados em retirar neve das
estradas. Esse contrato é:
a) irrevogável, porque obedeceu ao princípio da
licitação.
b) revogável, porque o estado não está obrigado a
cumprir os contratos que celebra com particulares.
c) só pode ser desfeito por determinação legislativa.
d) só pode ser desconstituído, por ordem judicial.
e) é nulo por inexistência de motivos.

78 (Procurador do Distrito Federal/2004) - São


modalidades de licitação:

416
a) concorrência, tomada de preços, convite, concurso e
leilão.
b) apenas a concorrência e a tomada de preços. Os
demais métodos não se inserem no conceito de licitação.
c) concorrência, nos limites em que é obrigatória.
d) concorrência, tomada de preços, convite, concurso,
leilão e outros métodos criados em decreto
regulamentar.
e) concorrência, tomada de preços, convite, concurso,
leilão e outras modalidades resultantes da combinação
destes métodos.

79 (PFN / 2004) - Entre as opções a seguir, marque


aquela apta a justificar o reconhecimento de
inexigibilidade de licitação.
a) Casos de aquisição de bens junto a representante
comercial exclusivo, caracterizando inviabilidade de
competição.
b) Casos de contratação em ocasiões de grave
perturbação da ordem.
c) Casos em que caracterizada a urgência de
atendimento de situação que possa ocasionar prejuízo
ou comprometer a segurança de pessoas.
d) Casos de contratação de remanescente de serviço, em
conseqüência de rescisão contratual, atendida a ordem

417
de classificação da licitação anterior e aceitas as
mesmas condições oferecidas pelo licitante vencedor.
e) Casos de contratação de prestação de serviços com
organizações sociais, qualificadas no âmbito das
respectivas esferas de governo, para atividades
contempladas no contrato de gestão.

80 (PFN / 2004) - Sobre as modalidades de licitação,


assinale a opção correta.
a) O Pregão, por ser modalidade que não está inserida
entre as previstas na Lei no 8.666, de 1993 (que
estabelece normas gerais sobre licitações e contratos
administrativos no âmbito da União, dos Estados, do
Distrito Federal e Municípios), somente pode ser
utilizado, na sistemática atual, pela União.
b) Nos casos em que couber a Concorrência, a
Administração sempre poderá utilizar a Tomada de
Preços; a recíproca, contudo, não é verdadeira.
c) A Lei no 8.666, de 1993, ao disciplinar a modalidade
Concurso, estabelece normas gerais a serem observadas
nos concursos públicos para a seleção de candidatos à
ocupação de cargos e empregos públicos.
d) O Convite é modalidade de licitação da qual somente
podem participar licitantes previamente cadastrados
pela Administração.

418
e) A Lei no 8.666, de 1993, veda a criação de outras
modalidades de licitação ou a combinação das
modalidades nela referidas.

81 (PFN / 2004) - Especificamente quanto à modalidade


de licitação denominada Pregão, assinale a opção
incorreta.
a) Tal modalidade somente é cabível para aquisição de
bens ou contratação de serviços considerados comuns.
b) É possível, em tal modalidade, a realização de
licitação por meio eletrônico, conforme regulamentação
específica.
c) Em tal modalidade de licitação, é possível a
apresentação não apenas de propostas escritas, mas
também de lances verbais.
d) Em tal modalidade de licitação, primeiro se promove
o exame dos requisitos de habilitação dos licitantes,
para somente após passar à fase de avaliação das
propostas de preços.
e) Aplicam-se apenas subsidiariamente, para a
modalidade Pregão, as normas da Lei no 8.666, de
1993.

82 (AFTE – RN / 2004) - A licitação, conforme


previsão expressa na Lei nº 8.666/93, destina-se à
observância do princípio constitucional da isonomia e,
419
em relação à Administração Pública, a selecionar a
proposta que lhe
a) ofereça melhores condições.
b) seja mais conveniente.
c) seja mais vantajosa.
d) proporcione melhor preço.
e) atenda nas suas necessidades.

83 (Oficial de Chancelaria – MRE/2004) – A exigência


prevista na lei de licitação para a habilitação dos
interessados, concernentes aos direitos sociais
constitucionalmente assegurados, refere-se à
a) proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre
a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores
de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de
quatorze anos.
59
b) proibição de distinção entre trabalho manual, técnico
e intelectual, ou entre os profissionais respectivos.
c) proibição de qualquer discriminação no tocante a
salário e critérios de admissão do trabalhador portador
de deficiência.
d) proibição de diferença de salários, de exercício de
funções e de critério de admissão por motivo de sexo,
idade, cor ou estado civil.

420
e) igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo
empregatício permanente e o trabalhador avulso.

84 (Analista de Finanças e Controle/2005) – A


modalidade de licitação “pregão”, instituída pela Lei
Federal 10.520/02, destina-se à:
a) contratação de obras, serviços e compras de pequeno
valor.
b) aquisição de bens de uso permanente.
c) contratação de serviços continuados.
d) aquisição de bens e serviços e contratação de obras
de reforma.
e) aquisição de bens e serviços comuns.

85 (Analista do Planejamento e Orçamento –


MPOG/2005) - Assinale a afirmativa incorreta sobre a
licitação.
a) Decairá do direito de impugnar, perante a
Administração, o edital do procedimento de
concorrência, o licitante que não o fizer até o quinto dia
útil que anteceder a abertura dos envelopes de
habilitação.
b) A impugnação feita tempestivamente pelo licitante
não o impedirá de participar do processo licitatório até o
trânsito em julgado da decisão a ela pertinente.

421
c) Qualquer cidadão é parte legítima para impugnar
edital de licitação, por irregularidade legal, devendo
protocolar o pedido até cinco dias úteis antes da data
fixada para a abertura dos envelopes de habilitação.
d) A inabilitação do licitante importa preclusão do seu
direito de participar das fases subseqüentes.
e) A Administração tem o prazo de até três dias úteis
para responder à impugnação do edital feita por
qualquer cidadão.

86 (Especialista em Políticas Públicas e Gestão


Governamental – MPOG/2005) - Assinale no rol abaixo
qual a hipótese de dispensa de licitação, prevista na Lei
de Licitações (nº 8.666/93), que foi acrescida mais
recentemente.
a) Aquisição de bens destinados exclusivamente à
pesquisa científica e tecnológica com recursos
concedidos pela CAPES, FINEP, CNPq ou outras
instituições de fomento a pesquisas credenciadas pelo
CNPq para esse fim específico.
b) Celebração de contratos de prestação de serviços com
organizações sociais, qualificadas no âmbito das
respectivas esferas de governo, para atividades
contempladas no contrato de gestão.
c) Contratação realizada por Instituição Científica e
Tecnológica – ICT ou por agência de fomento para a
422
transferência de tecnologia e para o licenciamento de
direito de uso ou exploração de criação protegida.
d) Contratação realizada por empresa pública ou
sociedade de economia mista com suas subsidiárias e
controladas, para a aquisição ou alienação de bens,
prestação ou obtenção de serviços, desde que o preço
contratado seja compatível com o praticado no mercado.
e) Contratação de fornecimento ou suprimento de
energia elétrica e gás natural com concessionário,
permissionário ou autorizado, segundo as normas da
legislação específica.

87 (AFC – CGU – 2006) - Um hospital público federal


pretende comprar um equipamento de exame clínico,
necessário às suas atividades. Ocorre que esse
equipamento é fabricado no exterior, não tem similar
nacional, e, apenas uma empresa representa, no Brasil,
com exclusividade, o fabricante. Nessa hipótese, o
hospital
a) está obrigado a realizar licitação para compra do
equipamento.
b) pode realizar a compra, sem licitação, por se tratar de
caso de dispensa de licitação.
c) não pode comprar o equipamento em face da
impossibilidade de competição.

423
d) pode realizar a compra, sem licitação, por se tratar de
caso de inexigibilidade de licitação.
e) deve solicitar uma autorização especial ao Tribunal
de Contas da União para realizar a aquisição.

88 (AFC – CGU – 2006) - A licitação, regulada pela Lei


n. 8.666/93, destina-se a garantir observância do
princípio constitucional da isonomia e a selecionar
propostas de preços mais baratos, para a Administração
contratar compras, obras e serviços, devendo ser
processada e julgada com observância da
impessoalidade, igualdade e publicidade, entre outros.
a) Correta a assertiva.
b) Incorreta a assertiva, porque a licitação destina-se a
selecionar proposta mais vantajosa para a
Administração, ainda que eventualmente não seja a mais
barata.
c) Incorreta, porque o sigilo da licitação afasta a
observância do princípio da publicidade.
d) Incorreta, porque a exigência de habilitação prévia
afasta a observância do princípio da impessoalidade.
e) Incorreta, porque a exigência de condições passíveis
de valorar propostas afasta a incidência do princípio da
igualdade.

424
89 (AFC – CGU – 2006) - A modalidade de licitação,
apropriada para a aquisição de bens e serviços, cujos
padrões de desempenho e qualidade podem ser,
objetivamente, definidos pelo edital, por meio de
especificações usuais no mercado, é
a) a carta convite.
b) a tomada de preços.
c) a concorrência.
d) o leilão.
e) o pregão.

90 (AFC – CGU – 2006) - Na hipótese da contratação


direta, com dispensa de licitação, em razão de situação
de emergência ou de calamidade pública, o contrato
decorrente
a) tem prazo máximo de duração de 360 dias.
b) tem prazo máximo de duração de 180 dias, vedada a
sua prorrogação.
c) tem prazo máximo de duração de 180 dias, permitida
uma única prorrogação.
d) tem prazo máximo de duração de 120 dias, vedada a
sua prorrogação.
e) tem prazo máximo de 360 dias, podendo ser
prorrogado se persistir a situação de emergência.

425
91 (ACE – TCU – 2006) - No âmbito do processo de
licitação, o licitante somente pode desistir da proposta,
sem necessidade de justificativas, até a conclusão da
seguinte fase:
a) julgamento
b) habilitação
c) classificação
d) homologação
e) adjudicação

3º) FCC

92 Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) -


Empresa pública federal abriu licitação com a finalidade
de aquisição de refrigeradores, para a qual diversos
licitantes previamente cadastrados apresentaram suas
propostas. A empresa DD Comércio e Representações
Ltda. apresentou a documentação exigida para seu
cadastramento no quinto dia anterior à data do
recebimento das propostas, além de ter ofertado o objeto
da licitação pelo montante de R$ 215.000,00 (duzentos
e quinze mil reais). Por ser de menor preço o tipo da
licitação, essa foi a proposta vencedora. Na presente
situação, a modalidade de licitação utilizada pela
empresa pública federal denomina-se (
A) tomada de preços
426
B) convite
C) concurso
D) concorrência
E) leilão.
62 93 (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) -
Dentre as hipóteses que excepcionam a obrigatoriedade
de realização de certame licitatório, é dispensável e
inexigível a licitação, respectivamente, para a
contratação de (
A) serviços prestados com exclusividade pela pessoa
jurídica; e na contratação de remanescente de obra, em
conseqüência de rescisão contratual, observada ou não a
ordem de classificação da licitação anterior
B) representante comercial exclusivo, para o
fornecimento de materiais ou equipamentos; e para a
aquisição ou restauração de obras de arte
C) pessoas físicas ou jurídicas, nos casos de calamidade
pública, desde que caracterizada a urgência de
atendimento a situação que possa comprometer a
segurança de pessoas; e quando a União tiver que
intervir no domínio econômico para regular preços
D) profissional de notória especialização, para a
prestação de serviços de consultoria técnica, de natureza
singular; e quando houver inviabilidade de competição

427
E) instituição brasileira incumbida regimentalmente da
pesquisa; e de profissional de qualquer setor artístico,
diretamente, desde que consagrado pela opinião pública.

94 (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 8ª


R/2004) - Quanto à licitação, é INCORRETO afirmar: (
A) A licitação é inexigível quando houver inviabilidade
de competição, em especial e observadas determinadas
condições, nos casos de guerra e de calamidade pública
B) Após a fase de habilitação, não cabe desistência de
proposta, salvo por motivo justo decorrente de fato
superveniente e aceito pela Comissão
C) Quando todas as propostas forem desclassificadas, a
administração poderá fixar aos licitantes o prazo de oito
dias úteis para a apresentação de outras propostas
D) O concurso é modalidade de licitação cabível para
escolha de trabalhos técnicos, científicos ou artísticos,
sendo certo que qualquer indivíduo pode participar,
desde que preenchidos os requisitos previstos no edital
E) É dispensável a licitação para a aquisição ou
restauração de obras de arte e objetos históricos, de
autenticidade certificada, desde que compatíveis ou
inerentes às finalidades do órgão ou entidade.

428
95 (Analista Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) -
No que diz respeito aos princípios da licitação,
considere:
I.A decisão das propostas há de ser feita de acordo com
o critério fixado no edital, adotando-se o princípio do
julgamento subjetivo.
II.O princípio da vinculação ao instrumento
convocatório é dirigido tanto à Administração Pública,
como aos licitantes.
III.Pelo princípio da adjudicação compulsória, a
Administração Pública não pode, concluído o procedi-
mento, atribuir o objeto da licitação a outrem que não
seja o vencedor.
IV.O princípio da ampla defesa não é cabível no
procedimento licitatório em razão do relevante interesse
público sobre o particular. Nesses casos, está correto
SOMENTE o que se contém em
A) I e II
B) I e III
C) II e III
D) II e IV
E) III e IV.

96 (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 15ª


R/2004) - No que tange às modalidades de licitação,
considere: I.A ampla publicidade e a universalidade são
429
características da concorrência. II.A participação de
interessados previamente cadastrados ou que preencham
os requisitos para cadastramento até o terceiro dia
anterior à data do recebimento das propostas é
peculiaridade da tomada de preços. III.A licitação entre
quaisquer interessados para a venda de móveis
inservíveis para a Administração ou de produtos
legalmente apreendidos justifica o pregão. IV.A
licitação entre, no mínimo, três interessados do ramo
pertinente a seu objeto, cadastrados ou não, convocados
pela unidade administrativa refere-se ao concurso.
Nesses casos, está correto SOMENTE o que se contém
em
A)I e II
B) I e III
C) I e IV
D) II e IV
E) III e IV.

97 (Advogado – CEAL – Jul/2005) - Dentre outros


casos, é inexigível a licitação
A) para a contratação de serviços técnicos profissionais,
de natureza singular, especializados em trabalhos
relativos a treinamento e aperfeiçoamento de pessoal

430
B) quando não acudirem interessados à licitação
anterior e esta, justificadamente, não puder ser repetida
sem prejuízo para a administração
C) nos casos de grave perturbação da ordem ou quando
houver possibilidade de comprometimento da segurança
nacional
D) na contratação do fornecimento ou suprimento de
energia elétrica, com concessionário, permissionário ou
autorizatário
E) na contratação de associação de portadores de
deficiência física, sem fins lucrativos, por órgãos da
Administração Pública.

98 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE –


MG/2005) - Destinada a garantir a observância do
princípio constitucional da isonomia, o procedimento
licitatório
A) será realizado sob a modalidade denominada pregão,
quando objetivar a alienação de bens imóveis
B) é dispensável, quando houver inviabilidade de
competição e nos casos de guerra ou de grave
perturbação da ordem
C) é inexigível, dentre outras hipóteses, para a
contratação de artistas, desde que consagrado pela
crítica especializada

431
D) sempre atribuirá seu objeto àquele que ofertar o
menor preço, independentemente do tipo adotado
E) deverá ser realizado sob a modalidade de convite,
quando destinado à escolha de trabalho técnico ou
artístico, mediante a instituição de prêmio ao vencedor.

99 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE –


MG/2005) - A contratação de instituição brasileira
incumbida regimental ou estatutariamente da pesquisa,
do ensino ou do desenvolvimento institucional, ou de
instituição dedicada à recuperação social do preso,
desde que a contratada detenha inquestionável reputação
éticoprofissional e não tenha fins lucrativos,
A) ocorrerá mediante licitação dispensada, desde que o
valor da contratação seja correspondente à modalidade
tomada de preços
B) deverá ser realizada mediante inexigibilidade de
licitação
C) será objeto de licitação vedada
D) poderá ser precedida de licitação dispensável
E) deverá ser objeto de licitação na modalidade convite,
independentemente do valor estimado do futuro
contrato.

432
100 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE –
RN/2005) - Nos termos da Lei nº 8.666/93, considera-se
inexigível a licitação para a contratação de serviço
A) na hipótese de licitação deserta e não sendo possível
novo certame sem prejuízo para a Administração
B) de publicidade e divulgação
C) de impressão de diário oficial
D)de profissional do setor artístico, desde que
consagrado pela crítica especializada
E) de engenharia no valor de R$ 10.000,00 (dez mil
reais).

101 (Procurador – PGE-SE/2005) - Considere as


seguintes hipóteses de contratações por parte da
Administração Pública: I.contratação de empresa com
notória especialização, para prestação de serviços
técnicos de divulgação, no valor de R$ 50.000,00,
apontando a Administração a singularidade do serviço;
II.contratação de obra, no valor de R$ 25.000,00, por
sociedade de economia mista;
65 III.contratação, pela União, com o objetivo de
intervir na economia para regular preços ou normalizar
o abastecimento. Essas são, respectivamente, em relação
à licitação, hipóteses típicas de
A)convite, dispensa e dispensa
B) inexigibilidade, convite e inexigibilidade
433
C) inexigibilidade, dispensa e inexigibilidade
D) dispensa, convite e dispensa
E) convite, convite e dispensa.

102 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


11ª Região – 2005) - Observadas as demais condições
legais, a licitação é dispensável nas seguintes hipóteses,
sem a estas se limitar:
I. Aquisição de equipamentos que só possam ser
fornecidos por vendedor exclusivo.
II. Restauração de obras de arte e objetos históricos.
III. Contratação de instituição brasileira dedicada à
recuperação social do preso. IV. Serviços técnicos
especializados de publicidade. Está correto o que se
afirma APENAS em
A) I e II
B) I e IV
C) II e III
D) II e IV
E) III e IV.

103 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


11ª Região – 2005) - No decorrer do procedimento
licitatório pertinente à modalidade de concorrência, ao
ser analisada a documentação apresentada pelos
licitantes para ser aferida a capacidade jurídica, a
434
capacidade técnica, a idoneidade econômico-financeira
e a regularidade fiscal, compete à Comissão de
Julgamento
A) habilitar os licitantes que atenderem todas as
exigências constantes no edital, ou inabilitar aqueles que
deixaram de atender pelo menos parte do exigido
B) desclassificar as propostas comerciais que não
atenderem total ou parcialmente as exigências
editalicias
C) qualificar os licitantes para avaliação dos
documentos após o julgamento das propostas comerciais
D) desqualificar os licitantes que deixaram de atender
pelo menos parte dos documentos exigidos,
qualificando os demais
E) submeter a documentação à decisão da autoridade
superior, mediante manifestação fundamentada.

104 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 11ª


Região – 2005) - A desclassificação do licitante,
motivada pelo não atendimento às exigências constantes
no instrumento convocatório do certame, está
diretamente relacionada com o principio da
A) competitividade
B) igualdade entre os licitantes
C) sigilo na apresentação das propostas
D) economicidade
435
E) vinculação ao edital.

105 (Auditor – TCE/MG/2005) - De acordo com o


disposto no artigo 37, XXI, da Constituição Federal, o
procedimento licitatório constitui a garantia de isonomia
em face dos particulares que pretendam contratar com o
poder público, somente podendo ser afastado nas
hipóteses previstas em lei. Nesse sentido, é correto
afirmar que
A) a enumeração legislativa das hipóteses de
inexigibilidade de licitação é exaustiva
B) a singularidade do serviço é requisito essencial para
o reconhecimento da situação de inexigibilidade de
licitação por notória especialização
C) na hipótese de os licitantes apresentarem ofertas que
correspondam a preço manifestamente abaixo do
mercado, a licitação deverá ser declarada deserta,
autorizando-se a contratação direta
D) é possível a inexigibilidade de licitação em relação a
serviços de publicidade, restringindo-se, porém, às
situações de notória especialização devidamente
comprovada
E) as hipóteses de dispensa de licitação, previstas de
forma exaustiva na lei, comportam interpretação
extensiva e possuem caráter vinculante, ficando a
Administração impedida de instaurar procedimento
436
licitatório caso verifique a ocorrência de uma das
situações descritas na lei.

106 (Auditor – TCE/MG/2005) - No que diz respeito


aos requisitos legais e constitucionais para alienação de
bens que integram o patrimônio da Administração
Pública é correto afirmar que (
A) para alienação de bens móveis de propriedade da
Administração Pública, incluídas as entidades
autárquicas e fundacionais, bem como as empresas
públicas e as sociedades de economia mista, é
obrigatória a avaliação prévia e adoção de procedimento
licitatório, somente afastado este nas hipóteses de
dispensa e inexigibilidade previstas em lei
B) os bens imóveis de propriedade das entidades
integrantes da Administração indireta, inclusive as
submetidas a regime jurídico de direito privado, podem
ser alienados independentemente de autorização
legislativa especifica e de procedimento licitatório,
sendo necessária avaliação prévia e comprovação da
compatibilidade do preço de venda com os valores
praticados no mercado
C) os bens imóveis de propriedade da Administração
direta e das entidades autárquicas e fundacionais
somente podem ser alienados mediante autorização
legislativa especifica, comprovação de interesse
437
público, avaliação e prévio procedimento licitatório,
dispensados tais requisitos na hipótese de venda a outro
órgão ou entidade da Administração Pública.
D) a concorrência é a modalidade licitatória prevista em
lei para alienação de bens imóveis de propriedade das
entidades integrantes da Administração direta,
autárquica e fundacional, sendo vedada a adoção de
outra modalidade, independentemente do valor e da
forma de aquisição do bem
E) a alienação de área remanescente ou resultante de
obra pública, que se torne inaproveitável para a
Administração, poderá ser feita diretamente aos
proprietários de imóveis lindeiros, sendo irrelevante o
valor do bem para efeito de caracterização de tal
hipótese de dispensa de licitação.

107 (Procurador – TCE/MA - 2005) - A abertura dos


envelopes de habilitação de uma licitação, sob a
modalidade de concorrência, estava designada para o
dia 20 de novembro, sexta-feira. No dia 16 de
novembro, um potencial participante da licitação,
alegando essa qualidade, impugnou determinadas
cláusulas do edital. Não houve resposta até a data
designada da abertura dos envelopes, mas o impugnante
não compareceu à sessão e não entregou os envelopes
em seu nome. Posteriormente ao julgamento da
438
habilitação, a comissão de licitação percebeu que a
impugnação apresentada era procedente e que havia
ilegalidade flagrante no edital. Nessa hipótese, a
comissão
A) tem o poder de anular a licitação de ofício
B) não pode anular a licitação, porque a impugnação foi
intempestiva
C) não pode anular a licitação, porque o impugnante
dela não participa
D) não pode anular a licitação, mas pode revogá-la por
relevante interesse público
E) pode anular ou revogar a licitação, desde que tenha a
concordância dos participantes.

108 (Procurador – TCE/MA - 2005) - A compra de bens


imóveis pela Administração
A) depende de licitação, na modalidade de concorrência
B) depende de licitação, na modalidade de tomada de
preços ou concorrência, conforme o valor
C) depende de licitação, na modalidade de concorrência,
sujeita a prévia autorização legislativa
D) depende de licitação, na modalidade de tomada de
preços ou concorrência, conforme a determinação
constante de autorização legislativa
E) não depende de licitação, mas está sujeita a prévia
autorização legislativa.
439
109 (Analista do Bacen – Jan/2006) - A Administração
Pública Federal pretende contratar dupla sertaneja
consagrada pela crítica especializada e pela opinião
pública, através do empresário exclusivo desta, para
cantar o Hino Nacional Brasileiro na festa de
comemoração da independência do Brasil em Brasília.
Considerando as normas estabelecidas na legislação
pertinente à licitação, tal contratação (
A) não depende de licitação, por tratar-se de hipótese de
dispensa 8) depende de licitação. na modalidade
concorrência
C) não depende de licitação, por tratar-se de hipótese de
inexigibilidade
D) depende de licitação, na modalidade tomada de
preço.
E) depende de licitação, na modalidade convite.

110 (Assistente Administrativo – UFT – Nov/2005) -


Em conformidade com o artigo 22 da Lei 8.666/1993, as
obras, serviços, inclusive de publicidade, compras,
alienações, concessões, permissões e locações da
Administração Pública, quando contratadas com
terceiros, serão necessariamente, ressalvadas as
hipóteses previstas na referida Lei, precedidas de
A) licitação
440
B) propostas
C) pagamento
D) sigilo
E) contratos.

111 (Assistente Administrativo – UFT – Nov/2005) -


De acordo com a Lei 8.666/1993, a modalidade de
licitação entre interessados devidamente cadastrados, ou
que atenderem a todas as condições exigidas para
cadastramento até o terceiro dia anterior à data do
recebimento das propostas, observada a necessária
qualificação,é
A) a concorrência
B) o convite
C) a tomada de preço
D) o concurso
E) o leilão.

112 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE


Amapá – Jan/2006) - É inexigível a licitação quando
houver inviabilidade de competição, em especial
A) na contratação de fornecimento ou suprimento de
energia elétrica e gás natural com concessionário,
permissionário ou autorizado, segundo as normas da
legislação específica

441
B) quando não acudirem interessados à licitação
anterior e esta, justificadamente, não puder ser repetida
sem prejuízo para a Administração, mantidas, neste
caso, todas as condições preestabelecidas
C) quando a União tiver que intervir no domínio
econômico para regular preços ou normalizar o
abastecimento
D) nas compras de hortifrutigranjeiros, pão e outros
gêneros perecíveis, no tempo necessário para a
realização dos processos licitatórios correspondentes,
realizadas diretamente com base no preço do dia
E) para contratação de profissional de qualquer setor
artístico, diretamente ou através de empresário
exclusivo, desde que consagrado pela crítica
especializada ou pela opinião pública.

113 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE


Amapá – Jan/2006) - A licitação entre interessados
devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as
condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia
anterior à data do recebimento das
69 propostas, observada a necessária qualificação,
constitui a modalidade de licitação denominada (
A) convite
B) concorrência
C) tomada de preços
442
D) concurso
E) leilão

114 (Procurador de Santos – Dez/2005) - A autoridade


competente para a aprovação do procedimento
licitatório
A) deverá suspender a licitação por vício insanável de
competência, devidamente comprovado
B) deverá anular a licitação por ilegalidade, de oficio ou
por provocação de terceiros, mediante parecer escrito e
devidamente fundamentado
C) deverá revogar a licitação por ilegalidade, de ofício
ou por provocação de terceiros, mediante parecer escrito
e devidamente fundamentado
D) poderá anular a licitação por razões de conveniência
e de oportunidade, decorrente de fato superveniente
devidamente comprovado, pertinente e suficiente para
justificar tal conduta
E) poderá revogar a licitação em decorrência de vício de
incapacidade ou resultante de erro, dolo, coação,
simulação ou fraude.

115 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE


AP/2006) - É inexigível a licitação quando houver
inviabilidade de competição, em especial

443
A) Na contratação de fornecimento ou suprimento de
energia elétrica e gás natural com concessionário,
permissionário ou autorizado, segundo as normas da
legislação específica
B) Quando não acudirem interessados à licitação
anterior a esta, justificadamente, não puder ser repetida
sem prejuízo para a Administração, mantidas, neste
caso, todas as condições preestabelecidas
C) Quando a União tiver que intervir no domínio
econômico para regular preços ou normalizar o
abastecimento
D) Nas compras de hortifrutigranjeiros, pão e outros
gêneros perecíveis, no tempo necessário para a
realização dos processos licitatório correspondentes,
realizadas diretamente com base no preço do dia
E) Para contratação de profissional de qualquer setor
artístico, diretamente ou através de empresário
exclusivo, desde que consagrado pela crítica
especializada ou pela opinião pública.

116 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE


AP/2006) - A licitação entre interessados devidamente
cadastrados ou que atenderem a todas as condições
exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à
data do recebimento das propostas, observada a

444
necessária qualificação, constitui a modalidade de
licitação denominada
A) convite
B) concorrência
C) tomada de preços
D) concurso
E) leilão

117 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


24ª Região/2006) - No transcorrer do procedimento
licitatório, todos os concorrentes foram declarados
inabilitados. Diante desta situação, o órgão responsável
pelo certame poderá
A) Fixar aos licitantes o prazo de 8 dias úteis para a
apresentação de nova documentação escoimada das
causas que deram margem à inabilitação
B) Declarar inexigível a licitação e contratar
diretamente com o interessado que apresentou melhor
técnica e preço
C) Dispensar a licitação e adjudicar seu objeto ao
concorrente que ofereceu o menor preço
D) Anular o procedimento licitatório e realizar outro,
desde que mantidas todas as condições preestabelecidas
E) Revogar a licitação em curso e contratar diretamente
com o concorrente que propôs o menor preço.

445
118 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª
Região/2006) - Sobre as hipóteses de dispensa e
inexigibilidade de licitação, é correto afirmar:
a) É dispensável a licitação quando houver inviabilidade
jurídica de se instaurar competição entre eventuais
interessados no objetivo do certame.
b) A união discricionariamente decidirá sobre a
dispensa de licitação quando pretender vender um
imóvel de sua propriedade a uma autarquia federal.
c) Para a aquisição de bens necessários ao atendimento
de determinada situação emergencial, o Poder Público
poderá dispensar o procedimento licitatório.
d) Na licitação deserta verifica-se a inviabilidade de
competição ante a inabilitação de todos os concorrentes.
e) É inexigível a licitação para a contratação de empresa
de notória especialização, prestadora de serviços de
publicidade, de natureza singular.

119 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª


Região/2006) - O pregão é a modalidade de licitação
a) Destinada à venda de produtos legalmente
apreendidos, a quem oferecer o maior lance.
b) Em que a habilitação do vencedor ocorre após a
classificação das propostas.

446
c) Entre quaisquer interessados para a escolha de
trabalho técnico, mediante a instituição de prêmios aos
vencedores.
d) Realiza entre interessados previamente cadastrados e
convocados mediante cartaconvite.
e) Reservada à compra de bens de pequeno valor e
alienação de produtos legalmente apreendidos ou
penhorados.

120 (Procurador MP TC AM/2006) - Dentre as


características específicas da modalidade de licitação
denominada pregão, que a diferenciam das demais, está
a
A) existência de fases distintas de classificação das
propostas e de habilitação
B) possibilidade de dispensa da apresentação de
determinados documentos de habilitação, se o
proponente for previamente cadastrado perante o órgão
licitante
C) mitigação do princípio da vinculação ao edital, que
pode ser desconsiderado pelo pregoeiro em negociação
direta com os proponentes
D) sua utilização obrigatória para aquisição de bens e
serviços reputados comuns

447
E) confirmação da habilitação do candidato vencedor
após o julgamento das propostas e proclamação do
vencedor.

121 (Procurador de Roraima/2006) - A respeito da


alienação de bens imóveis de propriedade da
Administração Publicam é correto afirmar que
a) Depende de prévia autorização legislativa, avaliação
e adoção de procedimento licitatório na modalidade
concorrência, independentemente da forma de aquisição
pela Administração.
b) Depende de prévia autorização legislativa, avaliação
e procedimento licitatório, dispensados tais requisitos
nas licitatório, dispensados tais requisitos nas hipóteses
de dação em pagamento, venda ou doação a outro órgão
ou entidade de qualquer esfera de governo.
c) Poderão ser alienados com dispensa de licitação,
quando derivados de procedimentos judiciais ou de
dação em pagamento.
d) Não são passíveis de alienação , exceto quando
adquiridos mediante adjudicação ou dação em
pagamento.
e) A alienação de bens adquiridos mediante dação em
pagamento poderá ser feita mediante leilão , precedido
de avaliação e comprovada a necessidade ou utilidade
da alienação.
448
Gabarito:
1. CEE 19. 40. E 63. D 87. D
2. CCCE 41. C 64. E 88. B
ECCC 20. E 42. E 65. C 89. E
C 21. E 43. E 66. D 90. B
3. E 22. C 44. C 67. E 91. B
4. 23. E 45. 68. D 92. A
EEEEC 24. C EEC 69. C 93. E
5. C 25. EE 46. B 70.A 94. A
6. 26. C 47. C 71. C 95. C
ECCEE 27. EE 48. E 72. E 96. A
7. C 28. 49. C 73. A 97. A
8. CEC ECCCE 50. E 74. A 98. C
9. C 29. E 51. C 75. D 99. D
10. D 30. C 52. E 76. A 100. D
11. C 31. C 53. C 77. E 101. A
12. E 32. E 54. E 78. A 102. C
13. C 33. E 55. D 79. A 103. A
14. C 34. C 56. D 80. E 104. E
15. 35. 57. C 81. D 105. B
CECCE CEC 58. A 82. C 106. A
16. E 36. C 59. B 83. A 107. A
17. 37. E 60. A 84. E 108. A
CCCE 38. E 61. C 85. A 109. C
18. C 39. E 62. A 86. C 110. A
449
111. C 114. B 117. A 120. E
112. E 115. E 118. C 121. E
113. C 116. C 119. B

CONTRATOS ADMINISTRATIVOS

1º) CESPE

1 (ADVOGADO DA CEB/2000) Uma das principais


características dos contratos administrativos é a
presença de cláusulas exorbitantes, que permitem
conferir à administração pública posição de supremacia
em relação àqueles que com ela contratam. Referindo-se
a esse aspecto, julgue os itens que se seguem.

1 Poderá a administração modificar unilateral e


ilimitadamente o contrato administrativo.

2 De acordo com a legislação pertinente, há situações


em que os contratos administrativos podem ser
rescindidos unilateralmente, mesmo que o contratado
esteja cumprindo fielmente as suas obrigações.

3 Verificando-se vício na formalização do contrato, a


administração deverá promover sua anulação,
independentemente de ação judicial.
450
4. Na hipótese de se verificar atraso nos pagamentos
devidos pela administração, somente se esse superar o
prazo de noventa dias, poderá o contratado optar pela
suspensão da execução do contrato ou pela sua rescisão.

5. Poderá a administração aplicar sanções


administrativas aos contratados, independentemente de
ação judicial, desde que assegure o contraditório e a
ampla defesa.

2 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TER/AL –


2004) - A chamada cláusula rebus sic stantibus é
aplicável aos contratos administrativos, no regime legal
em vigor, e permite que o contratado obtenha a
alteração das condições contratuais, para recomposição
do equilíbrio econômico-financeiro.

3 (DEFENSOR PÚBLICO DA UNIÃO/2001) 1 A


natureza especial do contrato administrativo,
caracterizado pela presença das chamadas cláusulas
exorbitantes do direito comum, permite a uma das
partes, a administração, alterar unilateralmente a
avença, vinculando o contratado á nova obrigação,
quando houver modificação do respectivo projeto.
Nessa situação, o contratado deve cumprir a nova regra,
451
sendo-lhe garantida, todavia, a manutenção do
equilíbrio econômico-financeiro do contrato.

2 A inexecução do contrato pelo contratado por motivo


devidamente comprovado de caso fortuito (evento da
natureza) ou força maior (evento humano) pode gerar a
rescisão administrativa do mesmo. Nessa situação o
contratado terá direito, exclusivamente, à devolução da
garantia e aos pagamentos devidos pela execução do
contrato até a data da rescisão.

4 (Juiz Substituto – TJ RN/1999) - É passível a


alteração de um contrato administrativo, por
A) acordo das partes, para substituição do particular
contratado
B) acorda das partes, para o acréscimo de 50% do valor
contatado para prestação de serviços
C) ato unilateral da Administração, para substituição da
garantia de execução
D) ato unilateral da Administração, para a acréscimo de
50% do valor contratado para reforma de edifício
E) ato unilateral da Administração, para a supressão de
50% do valor contratado para compra.

5 (Assistente Jurídico TJ AC/2002) Se, por motivo de


ordem interna, uma empresa não concluir totalmente
452
obra contratada por um estado da Federação, nessa
hipótese, diante da inexecução total do contrato, a
administração poderá aplicar sanção de suspensão
temporária de participação em licitação e impedimento
de contratar com a administração por prazo
indeterminado.

6 (Assistente Jurícido TJ AC/2002) Os contratos


administrativos devem seguir o princípio pacta sunt
servanda, não havendo previsão de rescisão pela via
judicial.

7 (Analista judiciário – Área Judiciária – TRT 6ª


região/2002) - O contrato administrativo regido pela Lei
n.º 8.666/ 1993 é regulado por preceitos de direito
público, sendo-lhe vedada a aplicação de regras do
direito privado, ainda que em caráter supletivo.

8 (Auditor do TCDF/2002) - Em decorrência de


auditoria realizada no setor de contratos de uma
empresa pública do DF, foram constatadas as seguintes
ocorrências: • contrato A — contrato de prestação de
serviços contínuos celebrado com vigência de sessenta
meses; • contrato B — contrato de obra pública cujo
valor, inicialmente fixado em R$ 150.000,00, foi
alterado para R$ 250.000,00; • contrato C —
453
contratação sem licitação de escritório de advocacia de
notória especialização para a proposição de ações de
indenização contra quem cause prejuízo ao patrimônio
da entidade; • contrato D — contrato de fornecimento
de mão- de- obra para exercer atividadesfim da
entidade; • contrato E — contrato para fornecimento de
material de expediente que fora formalizado em R$
100.000,00 e posteriormente reduzido para R$
50.000,00. Com relação à situação hipotética
apresentada acima, julgue os itens que se seguem. 01 A
cláusula que fixa o prazo de vigência do contrato A em
sessenta meses poderá ser considerada legítima. 02 Em
relação ao contrato B, supondo que se tenha constatado
que o aumento no valor do contrato decorreu da
aplicação da teoria da imprevisão e que a documentação
que foi juntada aos autos demonstra que a única forma
de recompor o equilíbrio do contrato seria repactuá-lo
para o valor de R$ 250.000,00, então, diante dessa
constatação, é legítima a repactuação em exame. 03 Não
se tratando de questão jurídica que possa ser
considerada de objeto singular — a contratação de
advogados para a proposição de ações de indenização
—, deve ser considerada ilegítima a celebração do
contrato C ante a ausência de processo licitatório. 04
Caso a redução do valor do contrato E, de 50% do valor
original, tenha decorrido de acordo celebrado entre as
454
partes, a cláusula que promoveu a referida redução deve
ser considerada válida. QUESTÃO 31

9 (Juiz Substituto – TJBA/2002) - Costuma-se afirmar


que uma das marcas do contrato administrativo é a
possibilidade de alteração unilateral, que de fato existe
mas não é ilimitada, pois a administração não tem o
direito de alterar o equilíbrio econômico-financeiro em
detrimento do contratado; nos contratos de direito
privado, embora a possibilidade de alteração unilateral
não exista com a mesma amplitude, é juridicamente
possível a modificação unilateral, ainda que parcial, de
cláusulas contratuais.

10 (Promotor de Justiça Substituto – MPRR/2001) - Se,


no curso da execução de determinado contrato
administrativo, o poder contratante atrasar, por largo
período, os pagamentos devidos ao contratado, essa
circunstância não caracterizará, para a doutrina
administrativista, o chamado fato do príncipe.

11 (Advogado da união/Nov 2002) - Devido à


prevalência do interesse público nos contratos
administrativos, o regime jurídico dessa espécie
contratual difere de maneira importante do regime dos
contratos de direito privado; nos contratos
455
administrativos, o poder público impõe relativa sujeição
ao contratado particular e, por isso, tem faculdades
como a de aplicar multa ao segundo pela violação de
cláusulas contratuais e a de deduzi-la dos pagamentos
que houver de fazer ao contratado, sem a necessidade de
recorrer ao Poder Judiciário para esse fim.

12 (Advogado da união/Nov 2002) - A doutrina


administrativista brasileira não admite a existência do
chamado fato do príncipe negativo, isto é, o ato do
poder público que afeta de maneira benéfica a situação
do particular no contrato administrativo; exemplo dessa
categoria seria a extinção de tributo incidente sobre
fatos geradores praticados por causa da execução do
contrato, o que elevaria os ganhos do contratado.

13 (Procurador TCE RN/2002) - A possibilidade ou a


conveniência de que as necessidades de determinada
unidade administrativa sejam satisfeitas por terceiros,
que irão colaborar com a administração pública, será
formalizada em contrato. Neste, serão especificados o
regime de execução, o objeto a ser executado, as
condições de pagamento e as obrigações da
administração contratante e da empresa contratada. A
respeito do contrato administrativo, julgue os itens
subseqüentes.
456
02 Em se tratando de rescisão de contrato
administrativo, há casos em que o contratado dá causa à
rescisão, outros em que a administração contratante dá
ensejo à rescisão, e outros ainda em que nenhum deles
lhe dá causa. O direito à defesa encontra campo de
exercício apenas nos dois primeiros conjuntos, já que
neles há, de fato, um acusado de dar causa à rescisão —
ou o contratado ou a contratante. Não há defesa a
garantir no terceiro conjunto, uma vez que a ninguém se
imputa a responsabilidade pelo desfazimento do
contrato.

03 Se a rescisão contratual ocorrer sem culpa do


contratado, este terá direito à indenização pelos
prejuízos regularmente comprovados, à devolução da
garantia pela autoridade que a solicitou, aos pagamentos
devidos pela execução do contrato até o momento da
rescisão — porque não se admite o enriquecimento
ilícito — e também ao pagamento do custo de
desmobilização, se for o caso.

04 Nas hipóteses de suspensão da execução do objeto


do contrato pela administração e de interrupção dos
pagamentos por ela devidos, será facultado ao
contratado suspender, após o decurso dos prazos legais
457
indicados e mediante expressa anuência da
administração, o cumprimento de suas obrigações até
que seja normalizada a situação do contrato. Se não
houver anuência da administração, a suspensão terá de
ser feita judicialmente.

14 (Procurador MP TCDF/2002) - Na sistemática da Lei


n.º 8.666/ 1993, a nulificação do contrato por ato
imputável à administração pública enseja o pagamento
dos serviços e obras já executados e o ressarcimento dos
prejuízos decorrentes dos recursos despendidos pelo
contratado, para a realização de investimentos ínsitos e
indispensáveis à execução do contrato, produzindo
efeitos retrooperantes no caso de sua decretação
judicial.

15 (Controlador de Recursos Públicos – TCE/ES-2004 -


adaptada) - Julgue o item a seguir, considerando que a
administração direta do estado do Espírito Santo tenha
celebrado com determinada empresa privada contrato
para o fornecimento de canetas. Considere que o
referido contrato, em vez de estipular um prazo definido
de validade, contenha cláusula determinando que ele
permanecerá em vigor até que uma das partes decida
rescindi-lo. Nessa situação, tal cláusula será ilícita.

458
16 (Analista de Controle Externo – TCU/2004) - Na
rescisão do contrato em razão de inadimplemento do
particular, a administração pública deve demonstrar a
ocorrência de uma das hipóteses legais que constituem
motivo de rescisão de contrato e o vínculo entre a
conduta e a lesão ao interesse público.

17 (Analista de Controle Externo – TCU/2004) - Em


todos os contratos administrativos relativos a obras,
devem estar estabelecidas obrigatoriamente duas etapas
de recebimento do objeto: a do recebimento provisório e
a do recebimento definitivo.

18 (Técnico de Controle Externo – TCU/2004) -


Consoante a legislação vigente, constitui motivo para
rescisão de contrato administrativo 1. o atraso, mesmo
que justificado, do início da obra, do serviço ou do
fornecimento.

2. a decretação de falência ou a instauração de


insolvência civil da sociedade contratada, bem como a
sua dissolução ou o falecimento do contratado.

3. a alteração social ou a modificação da finalidade ou


da estrutura da empresa, mesmo que não prejudique
diretamente a execução do contrato.
459
4. a não-liberação, por parte da administração, de área,
local ou objeto para a execução de obra, serviço ou
fornecimento, nos prazos contratuais, bem como das
fontes de materiais naturais especificadas no projeto.

19 (Juiz Substituto – TJSE/2004) - Se a suspensão da


execução do contrato administrativo, por iniciativa da
administração pública, por prazo superior a 120 dias,
contar com a concordância do particular contratado, ela
terá por efeito apenas a suspensão automática da
contagem dos prazos contratuais do cronograma de
execução por período igual ao da suspensão.

20 (Juiz Federal Substituto – TRF/5ª Região – 2004) -


No atinente a contratos administrativos, consórcios,
convênios e pregão, julgue os itens subseqüentes.

1. Devido à natureza distinta que têm em relação aos


contratos administrativos, os convênios não podem ter
objeto com conteúdo economicamente valorável.

2. Ainda que a administração pública deseje contratar a


aquisição de bens ou serviços comuns, o pregão não
poderá ser utilizado se o valor da aquisição ultrapassar
determinados limites legalmente previstos.
460
21 (Procurador do Ministério Público junto ao TCU –
2004) - Acerca dos contratos administrativos, julgue os
itens que se seguem.

1. Não se aplicam disposições de direito privado aos


contratos administrativos, os quais, além de cláusulas
exorbitantes que os diferenciam dos contratos de direito
comum, são regulados por legislação específica.

2. administração pública pode firmar certas espécies de


contratos administrativos com vigência que ultrapasse o
plano plurianual.

3. Os contratos administrativos não podem ser


prorrogados.

4. O princípio da continuidade do serviço público


impossibilita a suspensão da execução do contrato em
razão de inadimplência do poder público.

22 (Procurador do Estado de Roraima – 2004) - O


regime jurídico dos contratos administrativos instituído
pela Lei de Licitações e Contratos confere à
administração, em relação a eles, a prerrogativa de, nos
casos de serviços essenciais, ocupar provisoriamente
461
bens móveis, imóveis, pessoal e serviços vinculados ao
objeto do contrato.

23 (Procurador do Estado de Roraima – 2004) - A


declaração de nulidade do contrato administrativo opera
retroativamente, impedindo os efeitos jurídicos que ele,
ordinariamente, deveria produzir, além de desconstituir
os já produzidos, mas a administração não se exonera do
dever de indenizar o contratado pelo que este houver
executado até a data em que ela for declarada e por
outros prejuízos regularmente comprovados, contanto
que não lhe seja imputável.

24 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - Caso a


administração pública não pague, na data estipulada no
contrato, o valor devido pela parcela executada, o
particular pode, de imediato, desde que notifique a
autoridade competente, suspender o cumprimento de
suas obrigações até que seja regularizado o pagamento.

25 (Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004 -


adaptada) - Uma autarquia federal contratou sem
licitação, porque assim lhe pareceu conveniente, um
advogado de notória especialização para representá-la
judicialmente, com exclusividade, em quaisquer
processos, pelo prazo de cinco anos. O valor dos
462
serviços foi pactuado segundo o preço de mercado. O
Tribunal de Contas da União (TCU), entendendo ilegal
a contratação, sustou, tão logo dela teve conhecimento,
a execução do contrato. A autarquia, intimada da
decisão do TCU, suspendeu o pagamento dos
honorários que era feito mensalmente ao advogado
pelos serviços por ele devidamente prestados.
Decorridos três meses sem receber, o advogado
renunciou aos mandatos a ele conferidos. Em relação à
situação hipotética apresentada, julgue o item a seguir
Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004) - A
duração do contrato administrativo deveria ficar, em
princípio, adstrita à vigência dos créditos orçamentários
que lhe dão suporte.

26 (Técnico Judiciário / Área Administrativa – STJ –


2004) - As chamadas cláusulas exorbitantes nos
contratos administrativos lhes são peculiares, pois
podem ser consideradas ilícitas em contratos de
natureza privada, já que encerram prerrogativas de uma
das partes em relação à outra.

27 (Técnico Judiciário / Área Administrativa – STJ –


2004) - O contrato de fornecimento tem por natureza a
aquisição de bens móveis, imóveis ou semoventes
requisitados em obras ou serviços.
463
28 (Analista Judiciário / Área Administrativa – STJ –
2004) - O contrato administrativo tem vigência
condicionada a sua publicação resumida e geralmente
deve coincidir com o decurso de tempo do orçamento,
salvo em caso de exceção legalmente prevista.

29 (Analista Judiciário / Área Administrativa – STJ –


2004) - As chamadas cláusulas econômico-financeiras e
monetárias dos contratos administrativos podem ser
alteradas sem prévia concordância do contratado, com
fundamento no interesse público e na manutenção do
equilíbrio econômico-financeiro.

30 (Analista Judiciário / Área Judiciária – TRE/RS –


2003) - Considerando o disposto acerca dos contratos
administrativos, julgue os itens que se seguem.

1. O contrato administrativo deve conter preço e


condições de pagamento, critério, data-base e
periodicidade do reajuste de preços, além de critérios de
atualização monetária entre a data do adimplemento das
obrigações e a do efetivo pagamento.

2. Quando há impedimento do contrato por fato ou ato


de terceiro reconhecido pela administração em
464
documento do mesmo tempo de sua concorrência, deve
ser o contrato administrativo extinto sem possibilidade
de continuação.

3. As cláusulas econômico-financeiras e monetárias dos


contratos administrativos podem, de acordo com a lei,
ser alteradas sem concordância anterior do contratado.

31 (Assistente Técnico de Informática e Administração


- TCE/PE - 2004) - Nos contratos em geral, vige a regra
segundo a qual as cláusulas e condições não podem ser
alteradas unilateralmente; no caso dos contratos
administrativos, porém, essa regra cede ante a
prevalência do interesse público, representado pela
administração, a qual pode, em certos casos e dentro de
certos limites, promover alterações unilaterais do
contrato, ou seja, mesmo contra a vontade do contratado
particular.

32 (Auditor do Estado – ES/2004) - Após ter contratado


a empresa Ecológica Ltda. para realizar estudo de
impacto ambiental (EIA) relativo à implantação de um
novo projeto habitacional, o estado do Espírito Santo
decidiu ampliar em 5% as dimensões do referido
projeto. Nessa situação, em virtude do princípio da
proteção ao ato jurídico perfeito, o estado do Espírito
465
Santo precisará da anuência da Ecológica Ltda. para
ampliar a área a ser avaliada pelo referido EIA.

33 (Promotor de Justiça – MP / MT – 2005) - Na ordem


jurídica administrativa brasileira, a concessão é um
contrato administrativo cujo objeto precisa ser
exclusivamente a outorga da exploração de serviço
público, por conta e risco do concessionário e sujeita a
prazos e condições contratuais, regulamentares e legais.

34 (Ingresso na Titularidade dos Serviços Notariais e de


Registro do Foro Extrajudicial do Estado de Mato
Grosso – TJMT – 2005) - A cláusula contratual
exceptio non adimpleti contractus não se aplica, em
regra, aos contratos administrativos, quando a falta é da
própria administração. No entanto, aplica-se esta
cláusula quando houver o atraso, sem motivo
justificado, por prazo superior a 90 dias, do pagamento
devido pela administração.

35 (Ingresso na Titularidade dos Serviços Notariais e de


Registro do Foro Extrajudicial do Estado de Mato
Grosso – TJMT – 2005) - Não se configura uma
cláusula exorbitante do contrato administrativo a
possibilidade de aplicação de sanção motivada pela
inexecução total ou parcial do contrato, já que não se
466
pode confundir o contrato administrativo com o poder
de polícia da administração.

36 (Defensor Público – SE – 2005) - O proprietário de


um prédio localizado no centro de Aracaju – SE,
próximo ao fórum da justiça estadual, foi procurado
pela defensoria pública, que lhe propôs fosse feito um
contrato de locação desse prédio para instalar a
Defensoria Pública do Estado de Sergipe, tendo em
vista que o referido imóvel possuía instalação e
localização que atendiam, com perfeição, às finalidades
do referido órgão. Com base na situação hipotética
acima, julgue os itens que se seguem, relativos aos
contratos administrativos.

1 Uma significativa corrente doutrinária entende que o


referido negócio jurídico não pode ser qualificado como
contrato administrativo, embora se submeta à Lei n.º
8.666/1993.

2 O referido contrato de locação pode ser feito com


dispensa de licitação, desde que o valor da locação seja
compatível com o praticado no mercado.

37 (Juiz Federal Substituto da 5. Região/2005) - No


caso de supressão de obras, se o contratado já houver
467
adquirido os materiais e os postos no local de trabalho,
deverá a administração, tão-somente, indenizar os
custos de aquisição, atualizados, regularmente
comprovados, não sendo cabível outro tipo de
indenização.

2º) ESAF

38 (Especialista – MPOG/2000) – São hipóteses de


rescisão unilateral do contrato administrativo, exceto:
a) falência do contratado
b) razões de interesse público
c) cumprimento irregular das cláusulas contratuais pelo
contratado
d) caso fortuito ou de força maior
e) não-pagamento, pela Administração, dos serviços
contratados e executados, por prazo superior a trinta
dias úteis

39 (Anal Plan e Orçam/2002) – Tratando-se de contrato


administrativo, o recebimento do objeto contratual
observará o seguinte:
a) em caso de obras e serviços, o recebimento será
somente o definitivo, mediante termo circunstanciado
exarado por servidor especialmente designado.

468
b) em caso de compras, o recebimento definitivo dar-se-
á mediante a verificação da conformidade do material
com a respectiva especificação.
c) o recebimento definitivo de obras públicas ocorrerá
após os 120 dias considerados, em regra, como prazo de
observação.
d) uma vez recebida definitivamente a obra, fica
excluída a responsabilidade civil do contratado, pela
segurança e solidez da obra, ainda que prevista no
edital.
e) o recebimento provisório é indispensável nos casos
de serviços profissionais.

40 (Procurador do BACEN/2002) – O contrato


administrativo pode ser alterado unilateralmente nas
seguintes hipóteses:
a) quando necessária a modificação do regime de
execução da obra ou serviço, em face da verificação
técnica da inaplicabilidade dos termos contratuais
originários.
b) para restabelecer a relação que as partes pactuaram
inicialmente entre os encargos do contratado e a
retribuição da Administração para a justa remuneração
da obra, serviço ou fornecimento, objetivando a
manutenção do equilíbrio econômico financeiro inicial

469
do contrato, em virtude da superveniência de fatos
imprevisíveis.
c) quando conveniente a substituição da garantia de
execução.
d) quando necessária a modificação do valor contratual
em decorrência de acréscimo ou diminuição quantitativa
de seu objeto, nos limites permitidos pela legislação.
e) quando necessária a modificação da forma de
pagamento, por imposição de circunstâncias
supervenientes, mantido o valor inicial atualizado.

41 (Procurador da Fazenda Nacional/2002) – Conforme


a legislação federal vigente sobre o tema, a
superveniência de qualquer tributo ou encargo geral,
ocorrida após a apresentação da proposta, enseja a
possibilidade de revisão dos preços do contrato
administrativo em execução. Esta alteração do contrato
administrativo ampara-se no seguinte instituto:
a) teoria da imprevisão
b) fato do príncipe
c) força maior
d) fato da administração
e) caso fortuito

470
42 (Assistente de Chancelaria – MRE/2002) – Nos
contratos administrativos regidos pela Lei 8.666/93, não
é obrigatória a inclusão de cláusula estabelecendo
a) os casos de rescisão.
b) os direitos das partes.
c) os valores das multas cabíveis.
d) os casos de suas alterações.
e) as penalidades aplicáveis.

43 (TRF/2002) – Os contratos administrativos, regidos


pela Lei n° 8.666/93, poderão ser alterados
unilateralmente pela Administração contratante, com as
devidas justificativas, quando
a) houver modificação do projeto ou das especificações,
para melhor adequação técnica aos seus objetivos.
b) por ser conveniente a substituição da garantia de sua
execução.
c) necessária a modificação do regime de execução da
obra ou do serviço, bem como ao modo de
fornecimento, em face da verificação técnica da
inaplicabilidade dos termos contratuais originários.
d) necessária a modificação da forma de pagamento, por
imposição de circunstâncias supervenientes.
e) para restabelecer a relação que as partes pactuaram
inicialmente entre os encargos do contrato e a

471
retribuição da Administração, objetivando manter o
equilíbrio econômico-financeiro inicial do contrato.

44 (AFPS/2002 - Administração Tributária


Previdenciária) - Aos contratos administrativos, regidos
pela Lei nº 8.666/93, para a realização de obras
públicas,
a) não se aplicam princípios da teoria geral dos
contratos.
b) não se aplicam disposições do direito privado.
c) aplicam-se, supletivamente, preceitos de direito
público.
d) aplicam-se, supletivamente, preceitos de direito
privado.
e) não se vinculam os preceitos licitatórios de que
decorrem.

45 (AFPS/2002 - Administração Tributária


Previdenciária)- Em razão da observância do princípio
da publicidade, conforme previsão expressa na Lei nº
8.666/93, os contratos administrativos devem ser
publicados
a) integralmente, no órgão da imprensa oficial.
b) integralmente, no Boletim Interno do órgão
respectivo.

472
c) resumidamente, na imprensa oficial e em jornal de
circulação local.
d) resumidamente, no órgão da imprensa oficial.
e) resumidamente, na imprensa oficial e, integralmente,
no Boletim Interno do órgão respectivo.

46.(AFCE-CE/TCU-2000) - A característica de
mutabilidade do contrato administrativo pode ser
encontrada nos seguintes institutos, exceto:
a) observância da forma prescrita em lei
b) teoria da imprevisão
c) alteração unilateral do contrato
d) equilíbrio econômico-financeiro
e) fato do príncipe 47 (Auditor de Tributos Municipais –
Fortaleza-CE/1998) - São consideradas cláusulas
exorbitantes nos contratos administrativos, exceto:
a) possibilidade de retomada do objeto pela
Administração
b) aplicação unilateral de penalidades ao contratado
c) atividade permanente de fiscalização na execução
contratual
d) rescisão unilateral do contrato pela Administração
e) plena aplicabilidade da cláusula exceptio non
adimpleti contractus

473
48 (Auditor do Tribunal de Contas do Estado do Paraná)
- Não se considera como hipótese de rescisão
administrativa unilateral do contrato administrativo:
a) a alteração social da empresa contratada, que
prejudique a execução contratual.
b) a suspensão da execução contratual, por ordem
escrita da Administração, por prazo superior a 120 dias.
c) a ocorrência de caso fortuito ou força maior,
regularmente comprovada e impeditiva da execução do
contrato.
d) o atraso injustificado no início da obra, serviço ou
fornecimento.
e) razões de interesse público, de alta relevância e
amplo conhecimento, justificadas e determinadas pela
maior autoridade a que está subordinado o contratante,
exaradas no processo administrativo a que se refere o
contrato.

49 (Analista de Finanças e Controle - AFC/CGU -


2003/2004) - Nos contratos administrativos regidos pela
Lei nº 8.666/93, a Administração dispõe de certas
prerrogativas especiais, mas mesmo assim, não pode ela
a) aplicar sanções.
b) descumprir condições do edital.
c) modificá-los.
d) ocupar bens do contratado.
474
e) rescindi-los.

50 (Contador da prefeitura de Recife/2003) - A rescisão


unilateral do contrato administrativo, por ato da
Administração, não ocorre na hipótese de:
a) decretação de falência do contratado.
b) razões de interesse público, de alta relevância e
amplo conhecimento, conforme o rito legal.
c) atraso injustificado no início da obra.
d) atraso dos pagamentos devidos pela Administração,
por prazo superior a 90 dias.
e) alteração social da empresa que prejudique a
execução do contrato.

51 (Procurador da Fazenda Nacional/1998) - Não é


considerada cláusula exorbitante, típica do contrato
administrativo:
a) plena adoção da cláusula da exceção do contrato não
cumprido
b) aplicação de penalidades sem a necessidade de se
acionar o Judiciário
c) alteração unilateral do contrato pelo Poder Público
d) retomada do objeto por ato da Administração
e) anulação do contrato, por ilegalidade, pela própria
Administração

475
52 (Técnico da Receita Federal/2003) - As normas
gerais, relativas a contratos administrativos, contidas na
Lei nº 8.666/93, assim como as prerrogativas conferidas
à Administração, em razão do seu regime jurídico,
aplicam-se aos de seguro, de financiamento e de locação
(em que o Poder Público seja locatário), no que couber.
a) Correta a assertiva.
b) Incorreta a assertiva, porque esses contratos, desde
que a Administração seja parte, são todos e por inteiro
regidos pela Lei nº 8.666/93.
c) Incorreta a assertiva, porque esses contratos, mesmo
tendo a Administração como parte, são todos regidos,
exclusivamente, pelas normas de direito privado.
d) incorreta a assertiva, porque desses contratos só os de
locação são regidos pela Lei nº 8.666/93, pois os de
seguro e financiamento subordinam-se, inteiramente, às
normas de direito civil.
e) Incorreta a assertiva, porque o regime jurídico da Lei
nº 8.666/93 só se aplica aos contratos em que a
Administração for parte contratante, e não nesses casos
indicados.

53 (Analista Judiciário - TRT - 7ª Região – 2003) - Na


hipótese de rescisão administrativa do contrato
administrativo, provocado pela ocorrência de caso

476
fortuito ou força maior, sem que tenha havido culpa do
contratado, este terá direito às seguintes parcelas, salvo:
a) lucros cessantes.
b) prejuízos regularmente comprovados.
c) devolução de garantia.
d) pagamento do custo da desmobilização.
e) pagamentos devidos pela execução do contrato até a
data da rescisão.

54 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – Aos


contratos administrativos regidos pelo regime da Lei nº
8.666/93, aplicam-se os preceitos pertinentes de direito
público e, supletivamente, os princípios da teoria geral
dos contratos e as disposições de direito privado, no que
couber.
a) Correta a assertiva.
b) Incorreta a assertiva, porque aos contratos
administrativos não se aplicam os princípios da teoria
geral dos contratos.
c) Incorreta a assertiva, porque aos contratos
administrativos não se aplicam disposições de direito
privado.
d) Incorreta a assertiva, porque não se aplicam
princípios da teoria geral nem disposições de direito
privado.

477
e) Incorreta a assertiva, porque os contratos
administrativos são regidos exclusivamente pelas
normas da citada Lei nº 8.666/93.

55 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – Nos


contratos administrativos, regidos pela Lei nº 8.666/93,
é permitida a alteração, por acordo das partes, para
restabelecer a relação que eles pactuaram inicialmente
entre os encargos do contratado e a retribuição da
Administração, para a justa remuneração da obra,
serviço ou fornecimento, objetivando a manutenção do
equilíbrio econômico-financeiro inicial, na hipótese de
sobrevirem fatos imprevisíveis.
a) Correta a assertiva.
b) Incorreta a assertiva, porque nos contratos
administrativos não cabe tal tipo de alteração.
c) Incorreta a assertiva, porque só cabe alteração
prevista no contrato.
d) Incorreta a assertivo, porque só cabe alteração em
casos de força maior.
e) Incorreta a alteração, porque só cabe a alteração em
casos fortuitos.

56 (Auditor do Tesouro Municipal – Natal) - Não é


característica do contrato administrativo:
a) Natureza de contrato de adesão
478
b) Finalidade Pública
c) Liberdade de Forma
d) Presença de cláusulas exorbitantes
e) Mutabilidade

57 (Auditor do Tesouro Municipal – Natal) - Nos


contratos administrativos, o cumprimento dos encargos
fiscais, previdenciários e trabalhistas é de
responsabilidade
a) Exclusiva do contratado
b) Da Administração Pública e do contratado
c) Da Administração Pública, quando não satisfeito pelo
contratado
d) Do contratado, quando não satisfeito pela
Administração Pública
e) Exclusiva da Administração Pública

58 (Analista MPU/2004 – Área Administrativa) De


regra, os contratos administrativos, regidos pela Lei nº
8.666/93, devem ter sua duração adstrita à vigência dos
respectivos créditos orçamentários, mas entre as
exceções incluem-se os relativos à prestação de
serviços, a serem executados de forma continuada, que
poderão tê-la
a) prorrogada, por iguais e sucessivos períodos, até 60
meses.
479
b) fixada em 10 anos.
c) prorrogada, por iguais e sucessivos períodos, até 48
meses.
d) fixada em 5 anos.
e) prorrogada, por iguais e sucessivos períodos, até 10
anos.

59 (Técnico MPU/2004 – Área Administrativa) - O


regime jurídico dos contratos administrativos, instituído
pela Lei nº 8.666/93, confere à Administração, em
relação a eles, a prerrogativa de rescindi-los,
unilateralmente,
a) em quaisquer casos.
b) na ocorrência de caso fortuito ou força maior,
impeditiva de sua execução.
c) nos casos especificados em lei.
d) se a Administração atrasar os pagamentos, por mais
de 90 dias.
e) se a Administração suprimir parte do objeto,
acarretando modificação significativa no seu valor.

60 (Procurador do Distrito Federal/2004) - A declaração


de nulidade do contrato administrativo:
a) só pode ser declarada até o início das obras.
b) opera a partir do ato declaratório, ressalvando-se o
que já foi executado.
480
c) produz efeito retroativo, desconstituindo os efeitos já
produzidos, mas obrigando a Administração a indenizar
os prejuízos que o contratante sofreu, desde que a causa
da nulidade não lhe seja imputável.
d) só pode ser declarada por decisão judicial.
e) só pode ser declarada em ação civil pública.

61 (Advogado do Instituto de Resseguros do Brasil -


IRB/2004) - É facultado à Administração, quando o
convocado não assinar o termo de contrato
administrativo ou não aceitar ou retirar o instrumento
equivalente no prazo e condições estabelecidos,
convocar licitantes remanescentes. Para essa
convocação são previstos alguns critérios na norma
legal. Assinale no rol abaixo aquele não previsto em lei:
a) observar a ordem de classificação.
b) atender aos mesmos prazos propostos pelo primeiro
classificado.
c) atender às mesmas condições propostas pelo primeiro
classificado.
d) atualizar os preços conforme o instrumento convoca-
tório.
e) limitar esta faculdade aos cinco primeiros
classificados.

481
62 (PFN / 2004) - O regime jurídico dos contratos
administrativos confere à Administração, em relação a
eles, diversas prerrogativas, entre as quais não se inclui
a) fiscalizar-lhes a execução.
b) aplicar sanções motivadas pela inexecução total ou
parcial do ajuste.
c) rescindi-los, unilateralmente, nos casos especificados
em lei.
d) alterar, unilateralmente, as cláusulas econômico-
financeiras e monetárias dos contratos administrativos.
e) modificá-los, unilateralmente, para melhor adequação
às finalidades de interesse público, respeitados os
direitos do contratado.

63 (PFN / 2004) - No que tange às características


peculiares dos contratos administrativos, é correto
afirmar que
a) a Lei no 8.666, de 1993, veda expressamente que o
contratado subcontrate partes da obra, serviço ou
fornecimento, pois tal significaria burla ao princípio da
licitação.
b) ao gestor público não é possível dispensar a
exigência de garantias contratuais dos contratados, em
vista da necessidade do resguardo do interesse público.

482
c) os princípios da teoria geral dos contratos têm
aplicação apenas supletiva aos contratos
administrativos.
d) somente por acordo entre as partes pode a
Administração alterar o contrato, quando houver
modificação do projeto ou das especificações, para
melhor adequação técnica de seus objetivos.
e) a publicação resumida do instrumento de contrato na
Imprensa Oficial é condição indispensável para sua
validade.

64 (Oficial de Chancelaria – MRE/2004) – Não se inclui


entre os motivos ensejadores de prorrogação do prazo
de execução contratual, mantidas as cláusulas
contratuais e assegurada a manutenção de seu equilíbrio
econômico-financeiro,
a) a alteração do projeto ou especificações pela
Administração.
b) o aumento das quantidades inicialmente previstas nos
contratos, nos limites legais.
c) o impedimento de execução do contrato por fato ou
ato de terceiro reconhecido pela Administração, em
documento contemporâneo à sua ocorrência.
d) a superveniência de fato excepcional ou imprevisível,
decorrente do contratado, que altere fundamentalmente
as condições de execução contratual.
483
e) a interrupção da execução do contrato ou diminuição
do ritmo de trabalho por ordem e no interesse da
Administração.

65 (Oficial de Chancelaria – MRE/2004) – Tratando-se


de contrato administrativo, assinale a afirmativa
verdadeira.
a) A responsabilidade do contratado pode ser reduzida,
quanto a danos causados à Administração, pela
comprovação da existência de permanente fiscalização
pelo órgão interessado.
b) A inadimplência do contratado por encargos
trabalhistas, previdenciários e fiscais não transfere à
Administração Pública a responsabilidade por seu
pagamento.
c) a Administração Pública responde subsidiariamente
com o contratado pelos encargos trabalhistas e
previdenciários resultantes da execução do contrato.
d) o recebimento do objeto contratado, nos casos de
aquisição de equipamentos de grande vulto far-se-á
mediante recibo.
e) pode ser dispensado o recebimento provisório do
objeto contratado tratando-se de serviços profissionais.

484
66 (Oficial de Chancelaria – MRE/2004) – Não se inclui
nas modalidades legais de execução indireta de obras e
serviços a
a) tarefa.
b) empreitada por preço global.
c) empreitada integral.
d) administração contratada.
e) empreitada por preço unitário.

67 (Especialista em Políticas Públicas e Gestão


Governamental – MPOG/2005) - No âmbito do contrato
administrativo, a ocorrência de caso fortuito ou de força
maior, regularmente comprovada, impeditiva da
execução contratual, sem qualquer culpa do contratado
ou da Administração, enseja a seguinte rescisão
contratual:
a) administrativa, por ato unilateral do Poder Público.
b) judicial, por iniciativa da Administração.
c) amigável.
d) compulsória.
e) judicial, por iniciativa do contratado ou da
Administração.

68 (Técnico Administrativo – ANEEL – 2006) -


Assinale a opção que contemple um exemplo de

485
contrato firmado pela Administração sem a presença das
cláusulas exorbitantes.
a) Fornecimento de bens e serviços de informática.
b) Terceirização de mão-de-obra.
c) Assinatura de periódicos.
d) Manutenção de elevadores.
e) Contrato de seguro.

69 (AFC – CGU – 2006) - Os contratos administrativos,


regidos pela Lei n. 8.666/93, com as devidas
justificativas, poderão ser alterados, unilateralmente,
pela própria Administração, nos casos de
a) haver modificação do projeto ou das especificações,
para melhor adequação técnica aos seus objetivos.
b) haver conveniência na substituição da garantia de sua
execução.
c) haver necessidade de modificar o regime de execução
da obra ou do serviço, bem como o modo de
fornecimento, em face de verificação técnica de
inaplicabilidade, dos termos contratuais originários.
d) haver imposição de circunstâncias supervenientes,
para a modificação da forma de pagamento, mantido o
valor inicial contratado.
e) haver necessidade de restabelecer a relação, que as
partes pactuaram inicialmente, entre os encargos do
executado e a retribuição da Administração, com vistas
486
a manter a justa remuneração da obra, do serviço ou do
fornecimento.

70 (AFC – CGU – 2006) - A inexecução total ou parcial


do contrato, regido pela Lei n. 8.666/93, enseja a sua
rescisão, com as conseqüências contratuais e as
previstas na legislação pertinente, mas não constitui
motivo específico e suficiente, para tanto,
a) a lentidão do seu cumprimento, levando a
Administração a comprovar a impossibilidade de sua
conclusão, nos prazos estabelecidos.
b) o atraso, por mais de 30 (trinta) dias, dos pagamentos
devidos pela Administração, decorrentes de obras,
serviços ou fornecimentos já realizados ou executados.
c) o cumprimento irregular de cláusulas contratuais,
especificações e prazos registrados no livro próprio.
d) o atraso injustificado no início da obra, do serviço ou
do fornecimento contratado.
e) o cometimento reiterado de faltas na sua execução,
anotadas no registro próprio, pelo representante da
Administração.

71 (AFC – CGU – 2006) - A regra básica relativa à


vigência dos contratos administrativos é:
a) duração de um ano.
b) duração de até 60 meses.
487
c) duração definida em cada edital de licitação.
d) duração adstrita aos respectivos créditos
orçamentários.
e) duração de até 24 meses.

72 (ACE – TCU – 2006) - No âmbito do contrato


administrativo, assinale a hipótese que não se configura
como motivo para a rescisão unilateral do contrato pela
Administração.
a) Razões de interesse público, de alta relevância e
amplo conhecimento.
b) Dissolução da sociedade ou o falecimento do
contratado.
c) Atraso superior a 90 dias dos pagamentos pela
Administração.
d) Ocorrência de força maior ou caso fortuito.
e) Atraso injustificado no início da obra.

3º) FCC

73 Analista Judiciário – Adm - TRE-PE/2004) - Em


matéria de contratos administrativos, é INCORRETO
afirmar que o regime jurídico a eles aplicados confere à
Administração Pública a prerrogativa de (

488
A) ocupar, nos casos de serviços essenciais,
provisoriamente, bens móveis e imóveis, dentre outros,
inclusive na hipótese de rescisão contratual.
B) modificá-los, unilateralmente, para adequar às
finalidades do interesse público, respeitados os direitos
do contratado
C) rescindi-los, unilateralmente, nos casos previstos em
lei
D) aplicar sanções motivadas pela inexecução total ou
parcial do ajuste
E) alterar as cláusulas econômico-financeiras e
monetárias desses contratos, sem a concordância do
contratado.

74 (Analista Judiciário - Jud – TRT 3ª R/2004 -


Adaptada) Considere o enunciado abaixo para responder
à questão: Para contratar, pelo regime da Lei no
8.666/93, a compra de materiais de escritório, no valor
de R$ 12.000,00, e uma obra no valor de R$ 20.000,00,
uma sociedade de economia mista federal decide pela
inexigibilidade de licitação por motivo do valor.
Posteriormente, invocando nulidade nos contratos assim
celebrados, a autoridade administrativa competente
decide revogá-los de ofício. Todavia, alegando tratar-se
de ato discricionário o ato de revogação, tal autoridade
não o motiva. Em sua defesa, as empresas que haviam
489
sido contratadas recorrem ao Presidente da República
que, sendo autoridade hierarquicamente superior ao
dirigente da sociedade de economia mista, poderia, em
nome da imperatividade dos atos administrativos,
reconsiderar a decisão de seu subordinado. Quanto à
revogação dos contratos em questão, a situação narrada
contém impropriedade, pois
A) um contrato administrativo, depois de celebrado, não
pode ser revogado unilateralmente
B) uma sociedade de economia mista não tem a
prerrogativa da revogação de seus contratos
C) o motivo consistente em nulidade dos contratos não é
próprio para sua revogação
D) uma sociedade de economia mista não tem a
prerrogativa de agir de ofício
E) a revogação desses contratos teria de ser decidida
pelo Poder Judiciário.

75 (Técnico Judiciário - Adm – TRT 23ª R/2004) -


Considere as afirmativas: I.O regime jurídico dos
contratos administrativos, instituídos pela Lei no
8.666/93, confere à Administração, em relação a eles, a
prerrogativa de modificá-los, unilateralmente, para
melhor adequação às finalidades de interesse público,
respeitados os direitos do contratado. II.A declaração de
nulidade do contrato administrativo opera
490
retroativamente, impedindo os efeitos jurídicos que ele,
ordinariamente, deveria produzir, além de desconstituir
os já produzidos. III. É cláusula desnecessária, em
contrato administrativo regido pela Lei no 8.666/93, a
que estabeleça o crédito pelo qual correrá a despesa,
com a indicação da classificação funcional programática
e da categoria econômica. Está correto o que se afirma
APENAS em
A) I e II
B) I e III.
C) II e III
D) II
E) III.

76 (Procurador – TC-PI/2005) - O instrumento


adequado, previsto na legislação, para a
instrumentalização de acordo entre dois entes políticos
diferentes, para a realização de obra ou serviço de
interesse comum, e sem a criação de obrigações de parte
a parte, é o
A) contrato administrativo
B) contrato de gestão
C) convênio
D) termo de parceria
E) protocolo de intenções.

491
77 (Procurador do Município de São Paulo/2004) -
“Declaração de inidoneidade”, relativa aos contratos
administrativos não cumpridos pelo contratado,
representa sanção de natureza administrativa imposta ao
inadimplente, objetivando
A) suspensão definitiva de participação em licitação ou
em contratos com a Administração Pública
B) dar publicidade às Administrações Públicas do
inadimplemento contratual do contratante, como medida
preventiva para futuras contratações
C) propiciar a responsabilização civil do inadimplente,
relativa ao dano causado ao Erário com o
inadimplemento contratual
D) permitir que a Administração contratante substitua o
contratado inadimplente, em face de sua inidoneidade,
dando continuidade ao contrato firmado
E) impedir o inadimplente de contratar com a
Administração Pública, enquanto permanecerem
vigentes os motivos da sanção.

78 (Procurador do Município de São Paulo/2004) -


Entende-se por convênio administrativo o
A) contrato administrativo de que se utiliza a
Administração Pública para a realização de obras
públicas com a administração indireta

492
B) contrato firmado entre o Poder Público e entidades
públicas ou privadas para realização de obras públicas
de interesse dos partícipes
C) ajuste firmado entre o Poder Público e entidades
públicas ou privadas, para a realização de objetivos de
interesse comum
D) contrato firmado entre autarquias e empresas
públicas, para realização de objetivos de interesse
comum
E) ajuste firmado entre o Poder Público e entidades
privadas, para a realização de obras públicas com a
administração indireta.

79 (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) -


Determinada empresa contratada, mediante processo
licitatório, para fornecimento de medicamentos ao
Estado vê-se inopinadamente prejudicada
financeiramente por desvalorização cambial de grande
monta, esta que elevou o custo de um componente do
medicamento para valor superior ao preço individual
contratado pelo fornecimento. Considerando-se este
caso concreto é correto afirmar que
A) há possibilidade de revisão do contrato, mas somente
quando da renovação, sendo que o contratado não pode
interromper o fornecimento

493
B) há possibilidade de revisão do contrato pelas partes,
ainda que a desvalorização cambial seja tida como ato
previsível, mas inevitável, posto que suas conseqüências
eram imprevisíveis
C) não há possibilidade da revisão contratual, tendo em
vista que a desvalorização cambial é evento previsível,
afastando a teoria da imprevisão para o presente caso
D) a possibilidade de revisão deste contrato
administrativo é poder exclusivo da Administração, que
não tem interesse na revisão da avença porque foi
beneficiada pelo preço ajustado
E) ocorre a rescisão contratual, vez que a revisão dos
valores sob o fundamento de desequilíbrio econômico
exigiria nova realização de certame.

80 (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) - A


Secretaria Estadual de Cultura pretende incentivar o
hábito da leitura junto às populações carentes,
desprovidas de condições financeiras para aquisição de
livros, cedendo bibliotecas às associações de bairro, sem
fins lucrativos, regular e legalmente constituídas, que
atuam na área de educação e cultura. O projeto faz parte
do plano de governo para fomento da educação. Para
tanto, Poder Público e associação

494
A) providenciarão a transformação da associação em
questão em fundação pública, a fim de que seja
autorizado o repasse de verbas
B) firmarão consórcio, disciplinando a execução do
plano de fomento da educação mediante mútua
colaboração das partes
C) celebrarão contrato administrativo para prestação de
serviços, com dispensa de licitação
D) firmarão convênio para mútua colaboração, por meio
do qual se promove a transferência do acervo literário e
se disciplina a utilização da mão-de-obra já existente
E) celebrarão contrato de permissão de uso, mediante
realização de licitação com as diversas associações
existentes em cada bairro.

81 (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) - A


autarquia federal celebrou contrato administrativo com a
empresa Y, após regular processo licitatório,
objetivando a aquisição de um gerador de energia, cujo
rotor e enrolamentos eram fabricados no exterior.
Ocorre que, quando da importação de referidos
componentes pela empresa Y, o governo federal elevou
substancialmente o imposto de importação, o que afetou
o equilíbrio econômico-financeiro inicialmente
pactuado. Tal fato deu causa a uma álea administrativa
extraordinária e extracontratual, intolerável e impeditiva
495
da execução do ajuste, que culminou com a revisão
contratual. A situação narrada cor- responde à causa
justificadora da inexecução do contrato denominada
A) força maior
B) fato da administração
C) interferências imprevistas
D) caso fortuito
E) fato do príncipe.

82 (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) - Após


celebrar contrato com a Administração Pública
objetivando a construção de um hospital, a empresa X
não pode dar início ao pactuado em virtude da não
entrega do local da obra por parte do Poder contratante.
Como conseqüência desse fato, o contratado pleiteou
judicial- mente a rescisão do ajuste, alegando a causa
justificadora da inexecução do contrato denominada:
A) Força maior
B) Fato da administração
C) Interferência imprevista
D) Fato do príncipe
E) Caso fortuito.

83 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE –


MG/2005) - Durante a execução de determinado
contrato administrativo entre o Município de Santa
496
Luzia e a empresa Solution Informática Ltda., verificou-
se a majoração de determinado tributo municipal que
acabou por onerar substancialmente os encargos do
contratado. Diante dessa determinação estatal, geral,
imprevista e imprevisível, houve necessidade de
recomposição do ajuste ante o surgimento da causa
justificadora da inexecução do contrato denominada
A) interferência imprevista
B) caso fortuito
C) força maior
D) fato da administração
E) fato do príncipe.

84 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE –


MG/2005) - Com relação às características dos
contratos administrativos, considere as proposições
abaixo.
I.A Administração Pública pode modificar,
unilateralmente, o contrato administrativo visando
melhor adequação às finalidades de interesse público,
respeitados os direitos do contratado.
II.O descumprimento de cláusulas contratuais por parte
do Poder Público sempre autoriza o particular a cessar
imediatamente a execução do avençado.

497
III.A Administração Pública somente pode alterar,
unilateralmente, o contrato, se este mencionar
expressamente a referida prerrogativa.
IV.Havendo a paralisação da execução do contrato, a
Administração Pública pode assumir provisória ou
definitivamente a execução do objeto. Está correto o
que contém APENAS em
A) I e III
B) I e IV
C) II e III
D) II e IV
E) III e IV.

85 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE –


RN/2005) - NÃO é característica do contrato
administrativo,
A) o fato de ser intuitu personae
B) a existência de cláusula exorbitante
C)o interesse precípuo das partes pactuantes
D) a rescisão unilateral pela Administração
E) o resguardo do equilíbrio econômico e financeiro.

86 (Procurador – PGE-SE/2005) - NÃO constitui


motivo para a rescisão unilateral de um contrato
administrativo pela Administração Pública

498
A) a subcontratação parcial do objeto contratual, não
prevista no edital de licitação
B) a incorporação da empresa contratada por outra, não
prevista no contrato
C) a decretação de falência da empresa contratada
D) o atraso injustificado no início da execução do
contrato pela empresa contratada
E)a supressão, por ato da Administração, de parte do
objeto contratual, acarretando mudança no valor do
contrato, desrespeitados os limites legais.

87 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


11ª Região – 2005) - Como uma das causas
justificadoras da inexecução do contrato administrativo,
o fato do príncipe caracteriza-se como sendo
A) toda determinação estatal, positiva ou negativa geral,
imprevista e imprevisível, que onera substancialmente a
execução do contrato
B) o ato individual emanado do Poder Público que,
reflexamente ou não, desequilibra a economia do
contrato, impedindo a sua parcial execução
C) toda ação ou omissão do Poder Público que,
incidindo direta e especificamente sobre o contrato,
retarda ou impede a sua execução

499
D) ocorrências materiais não cogitadas pelas partes na
celebração do contrato, mas que surgem no decorrer da
sua execução
E) eventos materiais imprevisíveis e inevitáveis, criando
para o contratado a impossibilidade intransponível para
a execução do objeto contratual.

88 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 11ª


Região – 2005) - A natureza intuitu personae dos
contratos administrativos corresponde à execução
pessoal pelo contratado,
A) passível de cessão ou transferência para atender o
interesse público, mediante termo de reti-ratificação
B) razão pela qual é vedado prever no edital e no
contrato a cessão parcial
C) sendo legítima a subcontratação total ou parcial,
mediante termo aditivo ao contrato
D) admitida a subcontratação parcial no limite admitido
pela Administração no edital e no contrato
E) não sendo legítima a subcontratação, mesmo quando
prevista no edital.

89 (Auditor – TCE/MG/2005) - A Administração, após


prévio procedimento licitatório, celebrou contrato para
construção de unidades habitacionais, verificando,
posteriormente, a necessidade de um número menor de
500
unidades em relação ao fixado no edital e objeto do
contrato já firmado. De acordo com os princípios e
normas que regem o contrato administrativo, a
Administração, deparando-se com a situação relatada, (
A) não poderá alterar o contrato, eis que não se trata de
fato superveniente mas sim de falha na definição do
objeto, devendo ser instaurado novo procedimento
licitatório
B) somente poderá alterar o contrato para redução do
objeto inicialmente pactuado com a anuência expressa
da contratada
C) poderá alterar o contrato, com ou sem anuência da
contratada, independentemente do percentual suprimido,
tendo em vista que a lei permite adequações
quantitativas que não desnaturem o objeto O) poderá
alterar o contrato, independentemente da anuência da
contratada, desde que a parcela suprimida não ultrapasse
25% do valor inicial do contrato
E) somente poderá alterar o contrato para redução
quantitativa do objeto mediante a anuência expressa da
contratada e até o limite de 25% do valor pactuado.

90 (Auditor – TCE/MG/2005) - Uma entidade privada


sem fins lucrativos, que tem entre seus objetivos
institucionais a promoção e difusão cultural, pretende
formar uma parceria com a Administração, para
501
realização de projeto cuja finalidade é viabilizar o
acesso da população carente a eventos de música
clássica. A forma apropriada para a Administração
relacionar-se com a entidade seria
A) mediante a celebração de convênio, dada a
convergência de interesses entre as partes, sendo
incabível o procedimento licitatório
B) por meio de contrato de parceria público-privada
C) firmando termo de parceria, na hipótese de ser a
entidade qualificada como Organização Social
D) através de contrato de concessão, eis que se trata de
atividade caracterizada como serviço público.
E) mediante convênio, termo de parceria ou contrato de
gestão, sendo obrigatório procedimento licitatório no
caso de repasse de recursos públicos.

91 (Procurador – TCE/MA - 2005) - São tidas como


cláusulas exorbitantes dos contratos administrativos
aquelas que (
A) não guardam relação com o seu objeto principal,
nem com a licitação que o precedeu
B) dão à Administração poderes excepcionais,
permitindo-lhe executar o contrato à margem de
qualquer parâmetro de legalidade

502
C) permitem ao particular ou à Administração
suspender a execução do contrato nos momentos
previstos, por sua vontade exclusiva
D) conferem determinadas prerrogativas à
Administração, para adequá-los ao regime jurídico de
direito público
E) são resultado do poder da Administração de alterar
unilateralmente as condições contratuais.

92 (Procurador – TCE/MA - 2005) - Convocado para


assinar o termo de contrato administrativo, o particular
não comparece na data designada. Posteriormente,
apresenta justificativa plausível para o seu não
comparecimento e pede a designação de nova data. O
particular (
A) tem direito à nova oportunidade, se sua justificativa
for aceita pela autoridade competente 8) tem direito à
nova oportunidade, em razão de já lhe ter sido
adjudicado o objeto da licitação, em caráter definitivo
C) não tem direito à nova oportunidade e lhe deverão
ser aplicadas as sanções previstas no edital
D) não tem direito à nova oportunidade, mas não deverá
receber sanções, em razão da plausibilidade da
justificativa

503
E) não tem direito à nova oportunidade e está sujeito à
aplicação de sanções, inclusive penais, por apreciação
discricionária da autoridade administrativa.

93 (Procurador de Santos – Dez/2005) - Constitui


motivo para a rescisão do contrato administrativo (
A) o cometimento, e sua devida anotação, de uma única
falta na execução do contrato
B) o atraso, justificado ou não, no início da obra ou
serviço
C) a paralisação, com ou sem justa causa, da obra ou
serviço
D) a alteração social, mesmo que não prejudique a
execução do contrato
E) a subcontratação, total ou parcial do seu objeto, não
admitida no edital e no contrato.

94 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


24ª Região/2006) - Após dois anos de assinatura do
contrato entre o município de Corumbá e a empresa
vencedora da licitação, esta não pode dar início ao
objeto pactuado devido à não liberação, por parte da
municipalidade, no prazo contratual, do local para a
execução da obra. Não podendo mais manter o
avençado, a empresa terá faculdade de (

504
A) Revogar unilateralmente o contrato em virtude da
ocorrência de caso fortuito regularmente comprovado
B) Rescindir unilateralmente o contrato ante a
existência da causa justificadora da inexecução do
contrato denominada exceptio non adimpleti contractus
C) Alegar a existência de interferências imprevistas para
interromper imediatamente a execução do contrato
D) Pleitear a rescisão do contrato em virtude da
caracterização do fato da Administração
E) Determinar a recomposição do equilíbrio econômico-
financeiro em razão do fato do príncipe.

95 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE


AP/2006) - Em matéria de contrato administrativo
considere: I. O descumprimento do contrato pode ser do
particular contrato, porque a Administração Pública, por
sua natureza, não descumpre o ajuste. II. Constitui
descumprimento do contrato a alteração unilateral do
objeto contratual, ainda que sejam observados os limites
fixados legalmente. III. A inexecução é o
descumprimento, parcial ou total, do contrato, com ou
sem culpa da parte inadimplente. IV. O particular que
contrata com a Administração Pública não tem como
submetê-lo ao regime de sanções de natureza
administrativa. Está correto o que se afirma APENAS
em
505
a) I e II.
b) I e III.
c) II e III.
d) II e IV.
e) III e IV.

96 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª


Região/2006) - Observe as seguintes proposições
referentes às características dos contratos
administrativos: I. O contratante poderá argüir a
exceção do contrato não-cumprido quando a
Administração atrasar, por mais de 30 dias, o
pagamento estipulado no ajuste. II. A Administração
poderá rescindir unilateralmente o contrato quando o
particular atrasar injustificadamente o início da obra. III.
As clausulas econômico-financeiras dos contratos
administrativos poderão ser alteradas unilateralmente
pela Administração. IV. Todos os contratos para os
quais a Lei exige licitação são firmados intuitu
personae. Está correto o que se afirma APENAS em
a) II e IV.
b) II e III.
c) I e IV.
d) I, II e III.
e) I, II e IV.

506
97 (Procurador MP TC AM/2006) - Como regra geral,
os contrato administrativos devem ter forma escrita,
sendo esta dispensável
A) quando a administração puder substituir o
instrumento de contrato por nota de empenho
B) nos casos de contratos resultantes de licitação sob a
forma de tomada de preços ou convite
C) nas hipóteses de inexigibilidade de licitação
D) nas hipóteses de pequenas compras com pronto
pagamento, tal como definidas em lei
E) quando a licitação for dispensada em razão de seu
pequeno valor.

Gabarito:
1. 11. C 21. 31. C 43. A
ECCEC 12. E ECEE 32. E 44. D
2. C 13. 22. C 33. E 45. D
3. CE ECE 23. C 34. C 46. A
4. D 14. E 24. E 35. E 47. E
5. E 15. C 25. C 36. CC 48. B
6. E 16. C 26. C 37. E 49. B
7. E 17. E 27. E 38. E 50. D
8. 18. 28. C 39. B 51. A
CCCC ECEC 29. E 40. D 52. A
9. C 19. C 30. 41. B 53. A
10. C 20. EE CEE 42. D 54. A
507
55. A 64. D 73. E 82. B 91. D
56. C 65. E 74. C 83. E 92. C
57. A 66. D 75. A 84. B 93. E
58. A 67. A 76. C 85. C 94. D
59. C 68. E 77. E 86. E 95. E
60. C 69. A 78. C 87. A 96. A
61. E 70. B 79. B 88. D 97. D
62. D 71. D 80. D 89. D
63. D 72. C 81. E 90. A

RESPONSABILIDADE EXTRACONTRATUAL DO
ESTADO

1º) CESPE
1 (Oficial de Justiça – TJ RR/2001) - Donizete,
assistente de transporte da Secretaria de Saúde do
estado, ausentou-se do serviço durante o horário de
expediente, sem prévia autorização da chefia imediata,
dirigindo o veículo oficial até sua residência para levar
sua esposa e sua filha à academia de ginástica. No
caminho para a academia, Donizete, ao atender uma
ligação no aparelho celular, não vislumbrou a existência
de uma faixa de pedestre à frente do veículo e acabou
por atropelar Maria, uma senhora que atravessava a
faixa e que veio a falecer em decorrência dos ferimentos
508
sofridos. No regimento interno da Secretaria de Saúde
havia uma norma administrativa proibindo a utilização
de veículos oficiais para fins particulares. Considerando
essa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.
I Pelos ilícitos administrativos perpetrados, Donizete
responderá a sindicância ou processo administrativo,
podendo, ao final, receber punição disciplinar.
II Como ocorreu o atropelamento seguido da morte de
uma senhora, a Administração deverá aguardar o
desfecho do processo criminal para aplicar a punição
administrativa ou disciplinar.
III A Administração Pública poderá vir a ser
responsabilizada civilmente pelo evento, já que a
Constituição da República adotou a responsabilidade
civil objetiva, sob a modalidade do risco administrativo.
IV Donizete somente será responsabilizado civilmente
se ficar comprovado que agiu com dolo, podendo a
Administração isentá-lo da obrigação de reparar o dano
causado no caso de culpa.
V A responsabilidade civil e administrativa de Donizete
será afastada se, respondendo a processo-crime, ele for
absolvido por falta de provas. Estão certos apenas os
itens
A I e II.
B I e III.
C II e IV.
509
D III e V.
E IV e V.

2 (Escrivão - TJ RR/2001) - Não há que se falar em


responsabilidade objetiva do Estado, havendo, ainda,
necessidade de diferenciar os atos de império dos atos
de gestão para se exigir reparação de dano do Estado e
de seus servidores, quando for o caso.

3 (Escrivão - TJ RR/2001) - O direito positivo brasileiro


adotou a regra da responsabilidade objetiva do Estado e
a responsabilidade subjetiva do funcionário. QUESTÃO
37

4 (Promotor de Justiça Substituto – MPAM/2001) - Um


servidor público, dirigindo veículo oficial, envolveu-se
em acidente de trânsito, com culpa somente do
particular envolvido. Com relação à situação hipotética
apresentada, assinale a opção correta.
A Por força da teoria do risco administrativo, a
administração pública deve ressarcir o particular, sem
ter direito de regresso contra seu servidor.
B A administração pode processar conjuntamente o
servidor público e o particular envolvidos, porque vige a
responsabilidade civil objetiva do agente público.

510
C A adoção, pelo direito brasileiro, da teoria do risco
integral impõe que a administração pública assuma a
responsabilidade pelo evento.
D A administração pública tem de indenizar o
particular, e o servidor público, regressivamente, tem de
indenizar a administração pública.
E A administração pública não tem responsabilidade
nenhuma, já que seu servidor não foi o causador do
dano.

5 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 6ª


Região/2002) - João, servidor de tribunal federal, diante
da insistência de um advogado em obter um alvará em
prazo exíguo, acabou por desferir- lhe um golpe,
causando- lhe lesões físicas. À luz dos direitos do
cidadão e dos deveres e responsabilidades do Estado e
do servidor, julgue os itens a seguir, relativos à situação
hipotética apresentada acima.

1 O advogado vítima da ação de João, pretendendo


obter indenização por danos morais e materiais, deve
ajuizar ação contra o respectivo tribunal, demonstrando
a relação de causalidade entre a lesão sofrida e a atitude
do servidor.

511
2 Por se tratar de crime cometido por João no exercício
da função, a pena de demissão fica condicionada à sua
condenação criminal.

3 A responsabilidade objetiva do Estado pelos danos


causados por João pode sofrer atenuação, se provada a
culpa concorrente da vítima.

4 A ação regressiva do Estado, de caráter patrimonial,


está condicionada à existência de dolo ou culpa de João.

6 (PROCURADOR DA AGU/2002) Flávio, servidor


público federal, concursado e regularmente investido na
função pública, motorista do Ministério da Saúde, ao
dirigir, alcoolizado, carro oficial em serviço, atropelou
uma pessoa que atravessava, com prudência, uma faixa
de pedestre em uma faixa residencial do Plano Piloto de
Brasília, ferindo-a. Considerando essa situação
hipotética e os preceitos, a doutrina e a jurisprudência
da responsabilidade civil do Estado, julgue os itens
seguintes.

1 Com base em preceito constitucional, a vítima pode


ingressar com ação de ressarcimento do dano contra a
União.

512
2 Na hipótese, há aplicação da teoria do risco integral.

3 No âmbito da ação indenizatória pertinente e após o


seu trânsito em julgado, Flávio nunca poderá ser
responsabilizado, regressivamente, caso receba menos
de dois salários mínimos.

4 Caso Flávio estivesse transportando material


radioativo, indevidamente acondicionado, que se
propagasse no ar em face do acidente, o Estado só
poderia ser responsabilizado pelo dano oriundo do
atropelamento.

5 Na teoria do risco administrativo, há hipóteses em


que, mesmo com a responsabilização objetiva, o Estado
não será passível de indenização.

7 (AGENTE DA PF/2002) Considere a seguinte


situação hipotética. João, assistente de transporte do
Ministério da Saúde, conduzia regularmente um veículo
oficial, quando, inopinadamente, Anísio, que queria se
suicidar, jogou-se na pista de rolamento contra o
automotor, vindo a ser atropelado e morto. Antes do
atropelamento, João, que estava empreendendo
velocidade abaixo da permitida para o local, chegou a
acionar o sistema de freios do veículo. Nessa situação,
513
em face da responsabilidade objetiva do Estado, a
família de Anísio fará jus a reparação civil do dano.

8 (Analista judiciário – Área Judiciária – TRT 6ª


região/2002) - A responsabilidade objetiva do Estado,
com base no risco administrativo, de fundo
constitucional, não alcança atos praticados por
sociedade de economia mista que explore atividade
econômica.

9 (Auditor do TCDF/2002) - Clarissa, agente da Polícia


Civil do DF, conduzia veículo da Secretaria de Estado
de Segurança Pública e Defesa Social do DF (SESP),
quando se envolveu em acidente que causou danos
materiais e ferimentos em Fernando, condutor de
veículo particular. Com relação à situação hipotética
acima, julgue os itens abaixo, tendo como base a
legislação vigente.

01 Fernando deverá propor ação de indenização


diretamente contra Clarissa. Se esta demonstrar não ter
tido culpa pelo acidente, poderá Fernando propor ação
de responsabilidade civil contra o poder público.

02 Caso seja realizada perícia técnica que conclua não


ser possível atribuir culpa a qualquer dos envolvidos no
514
acidente, cada qual dos envolvidos — o poder público e
Fernando — deverá arcar com seus próprios prejuízos.

03 A comparação, por meio de processo administrativo


realizado no âmbito da SESP, de que Clarissa não agiu
com culpa não constitui empecilho a que Fernando
obtenha sucesso em ação de indenização que deverá ser
proposta diretamente contra essa secretaria.

04 Caso seja instaurado processo penal contra Clarissa e


ela seja absolvida em decorrência de negativa de
autoria, essa decisão, proferida na instância penal,
repercutirá na instância cível e eximirá o poder público
de pagar qualquer indenização em favor de Fernando.

05 Se vier a ser comprovada a culpa de Clarissa, a ação


de indenização que o poder público venha a propor
contra ela para obter ressarcimento por danos causados
ao erário não estará sujeita a qualquer prazo
prescricional.

10 (Juiz Substituto – TJBA/2002) - Considere a seguinte


situação hipotética. Um veículo da administração
pública trafegava em via expressa, em condições
normais e com observância das regras de trânsito,
inclusive no que tange à velocidade permitida para o
515
local. Durante o percurso, um indivíduo cruzou a via em
local nãodestinado à travessia de pedestres e sem a
atenção necessária. Como resultado, foi colhido pelo
veículo público e veio a falecer. Em inquérito policial,
provou-se que o condutor do veículo não contribuiu
culposa ou dolosamente para o evento. Nessa situação,
embora seja desnecessário haver culpa para gerar a
responsabilidade da administração, esta não deverá
indenizar a morte do pedestre.

11 (Advogado da união/Nov 2002) - A responsabilidade


patrimonial extracontratual do Estado prescinde de
culpa do agente público, mas não surge quando o poder
público age licitamente.

12 (Advogado da união/Nov 2002) - Em face dos


princípios constitucionais da administração pública, um
dos deveres dos agentes públicos é o da eficiência, de
maneira que o agente pode até vir a ser responsabilizado
pelos danos que sua atuação ineficiente vier a causar a
um particular, a depender das circunstâncias.
QUESTÃO 1

13 (Analista legislativo àrea VIII – Câmara dos


Deputados/2002) -Um soldado praticou agressão,
mediante a utilização de arma da corporação militar,
516
fora do seu horário de serviço, causando dano a terceiro
inocente. Em face dessa situação hipotética e da
responsabilidade no campo administrativo, julgue os
itens que se seguem.
01 Na hipótese considerada, deve incidir a
responsabilidade objetiva do Estado, ressarcindo os
prejuízos da vítima.
02 Na hipótese em apreço, o Estado poderá propor ação
regressiva contra o soldado.
03 A via de coação aberta ao poder púbico nem sempre
está submetida ao princípio da proporcionalidade.
04 No caso de concorrência de culpa da vítima, elide-se
a responsabilidade estatal.
05 Na hipótese de evento lesivo fruto de ação conjunta
do Estado e do lesado, haverá atenuação do quantum
indenizatório, a ser decidido na proporção em que cada
qual haja participado para a produção do evento.

14 (Analista Judiciário – Área Judiciária –TST/2003) -


A responsabilidade civil do Estado em relação aos
danos decorrentes de atividades nucleares de qualquer
natureza independe da existência de culpa, tendo sido
adotada, nesse sentido, a teoria do risco integral.

15 (Analista Judiciário – Área Judiciária –TST/2003) -


Segundo a teoria do risco administrativo, as
517
organizações da sociedade civil de interesse coletivo,
que são pessoas jurídicas de direito privado que prestam
serviços públicos, responderão pelos danos que seus
agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros,
assegurado o direito de regresso contra o responsável
nos casos de dolo ou culpa.

16 (Analista de Controle Externo – TCU/2004) - A ação


regressiva da administração pública contra o agente
público causador direto de dano a particular, indenizado
pela administração por força de condenação judicial,
extingue-se, não se transmitindo aos herdeiros, no caso
de falecimento desse agente.

17 (Juiz Substituto – TJSE/2004) - Celebrado um


contrato administrativo para a construção de um túnel,
após a realização do devido processo licitatório, afasta-
se a responsabilidade objetiva do Estado por qualquer
dano decorrente da obra, uma vez que pela sua execução
responde apenas o particular contratado, que, nessa
hipótese, não atua na condição de prestador de serviço
público.

18 (Juiz Federal Substituto – TRF/5ª Região – 2004) -


Uma vez que a Constituição da República prevê a
responsabilidade civil objetiva do Estado, sem
518
necessidade de perquirição de culpa na conduta do
agente público, a jurisprudência do Supremo Tribunal
Federal (STF) não admite que se indague acerca de
culpa da vítima para o fim de minorar a
responsabilidade estatal.

19 (Papiloscopista Policial Federal – 2004) - A


responsabilidade civil do servidor decorre de ato
omissivo ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte
em prejuízo ao erário ou a terceiros. A obrigação de
reparar o dano estende-se aos sucessores, e, tratando-se
de dano causado a terceiros, responderá o servidor ou o
sucessor, perante a fazenda pública, em ação regressiva.

20 (Procurador do Ministério Público junto ao TCU –


2004) - A responsabilidade da administração direta é
sempre objetiva.

21 (Procurador do Estado de Roraima – 2004) - As


pessoas jurídicas de direito público e as de direito
privado prestadoras de serviços públicos devem
responder pelos danos que seus agentes, nessa
qualidade, causarem a terceiros, ainda quando ficar
caracterizada culpa exclusiva da vítima.

519
22 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - Na teoria
da culpa administrativa, incluiu-se a possibilidade de
responsabilidade da administração pública por
funcionamento inadequado ou retardamento do serviço,
preservando-se, porém, a necessidade de comprovação
da culpa subjetiva do agente administrativo.

23 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - A teoria


do risco administrativo impõe a obrigação da
administração pública de indenizar todo dano sofrido
pelo particular em conseqüência do funcionamento de
um serviço público.

24 (Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004 -


adaptada) - Uma autarquia federal responsável pela
defesa do patrimônio histórico, no âmbito de sua 27
competência, autuou um município por danos em bem
tombado, provocados por um trator pertencente a essa
municipalidade. Por meio de auto de infração, lavrado
por um dos fiscais da autarquia, foi aplicada multa ao
município. Impugnada a aplicação da penalidade, o
município alegou que a multa não seria devida, porque o
tombamento não fora registrado no cartório de registro
de imóveis. Sustentou, ainda, que não poderia ser
multado pela autarquia ante sua personalidade de direito
público. Por derradeiro, argumentou que o ato
520
considerado danoso fora praticado por pessoa estranha
aos quadros de servidores do município, a quem o trator
de propriedade municipal fora emprestado por um de
seus funcionários. Pediu, por fim, a anulação do ato com
efeitos ex tunc. Em face dessa situação hipotética,
julgue o item que se segue. A circunstância de ter sido o
trator do município emprestado a terceiro não exime o
poder público de responsabilidade.

25 (Analista Judiciário / Área Judiciária – TJAP – 2004)


A. Se a administração pública causar dano a particular,
mesmo com entendimento entre as partes, a reparação
de tal dano deve ser efetuada pela via judicial.

26 (Analista Judiciário – Área Administrativa –


TER/AL – 2004) - Considere a seguinte situação
hipotética. Um servidor de um tribunal estadual
respondeu administrativa e judicialmente por ter
recebido propina. No plano administrativo, ele foi
condenado à pena de demissão, mas, posteriormente, no
plano judicial, ele foi absolvido por falta de provas.
Nessa situação, a absolvição judicial anula a
condenação administrativa.

27 (Técnico Judiciário – Área Administrativa –


TRE/AL – 2004) - O agente público que vier a causar
521
dano a terceiro somente trará para o Estado o dever
jurídico de ressarcir esse dano caso tenha agido com
culpa ou dolo.

28 (Delegado de Polícia Federal / 2004) - A


responsabilidade civil do Estado por conduta omissiva
não exige caracterização da culpa estatal pelo não-
cumprimento de dever legal, uma vez que a
Constituição brasileira adota para a matéria a teoria da
responsabilidade civil objetiva.

29 (Analista Judiciário – Área: Judiciária –


Especialidade: Execução de Mandados – TRT / 10.ª
REGIÃO – DEZ/2004/adaptada) - Durante a busca e
apreensão, Carlos esbarrou em uma estante e derrubou
uma escultura de porcelana que se quebrou, causando
prejuízo de R$ 1.000,00 ao dono do bem que seria
apreendido. Julgue o item a seguir, considerando as
informações contidas na situação hipotética acima
descrita. Para ter direito receber indenização que repare
os referidos danos, o particular lesado precisará
demonstrar que Carlos agiu com dolo ou culpa no
evento que resultou na quebra da escultura.

30 (Ingresso na Titularidade dos Serviços Notariais e de


Registro do Foro Extrajudicial do Estado de Mato
522
Grosso – TJMT – 2005) - João é motorista de ônibus de
uma empresa que presta serviço público de transporte
coletivo no município de Cuiabá e, dessa forma, de
maneira culposa, foi considerado responsável pelo
acidente de trânsito envolvendo Maria e Antônio como
vítimas. 28 Maria era passageira do referido ônibus e
Antônio estava conduzindo o seu próprio veículo. Com
base na situação hipotética apresentada acima, assinale a
opção correta. A Conforme entendimento do STF, tanto
Maria quanto Antônio podem ser indenizados
judicialmente pelo município, por haver, na espécie,
responsabilidade objetiva. B Maria não poderia
ingressar com ação de responsabilidade civil
diretamente contra João, mesmo que pudesse
demonstrar a culpa deste pelo acidente. C Não sendo
Antônio usuário do serviço de transporte coletivo, resta,
conforme entendimento do STF, afastada a
responsabilidade objetiva do município quanto aos
danos causados a Antônio. D Caso haja a
responsabilização da empresa concessionária do serviço
de transporte coletivo pelo acidente, poderá ela buscar a
reparação dos danos, mediante ação regressiva, em face
do município, tendo em vista a responsabilidade
objetiva deste no acidente. QUESTÃO 37

523
31 (Juiz Federal Substituto da 5. Região/2005) - Em
obra pública, contratada por empreitada global com
empresa privada, desaparece a responsabilidade objetiva
da administração pública. Os danos causados a
terceiros, em razão da obra em si, são de
responsabilidade exclusiva da empresa contratada.

2º) ESAF

32 (AFC/2002) – A União Federal responde pelos danos


que seus servidores nessa qualidade causarem a
terceiros,
a) mas só no caso de culpa do agente.
b) mas só no caso de dolo do agente.
c) independentemente de haver culpa ou dolo do agente.
d) independentemente de haver culpa ou dolo do
paciente.
e) mesmo se houver culpa do paciente.

33 (Procurador de Fortaleza/2002) – A responsabilidade


objetiva do Estado, conforme a jurisprudência
dominante, não abrange o ato praticado:
a) por autarquia, incumbida do poder de polícia.
b) por empresa privada, concessionária de serviço
público.
c) por empresa pública, prestadora de serviço público.
524
d) pelo Poder Legislativo, no exercício de função
administrativa.
e) pelo Poder Judiciário, no exercício de função
jurisdicional.

34 (Procurador do BACEN/2002) – Tratando-se de


responsabilidade civil do servidor por dano causado a
terceiro, assinale a opção correta.
a) A responsabilidade civil decorre exclusivamente de
ato comissivo, doloso ou culposo.
b) O servidor responderá perante a Fazenda Pública por
dano causado a terceiro, em ação regressiva, desde que
tenha havido denunciação à lide.
c) A indenização de prejuízo dolosamente causado ao
erário será preferencialmente liquidada por meio de
desconto na remuneração do servidor.
d) A obrigação de reparar o dano estende-se aos
sucessores e contra eles será executada, até o limite do
valor da herança recebida.
e) A responsabilidade civil do servidor independe de
dano ao Erário ou a terceiro.

35 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – A


responsabilidade covil do Estado não inclui a obrigação
de ele reparar danos causados a terceiros por seus
agentes nessas condições, nos casos de
525
a) atos de gestão.
b) atos de império.
c) culpa do paciente.
d) culpa do agente.
e) defeito em obra pública.

36 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – A


responsabilidade civil do Estado, no direito brasileiro,
adota a chamada teoria objetiva do risco administrativo,
a traduzir que a obrigação de reparar os danos
patrimoniais causados por seus agentes nessa condição a
terceiros
a) depende de culpa provada do agente.
b) independe de culpa ou dolo do agente.
c) depende de dolo provado do agente.
d) independe de culpa ou dolo do paciente (vítima).
e) depende de erro provado da Administração.

37 (Analista de Mercado de Capitais - CVM /2000) - As


pessoas jurídicas de direito público são civilmente
responsáveis por atos dos seus agentes e/ou
representantes que nessa qualidade causarem danos a
terceiros, procedendo de modo contrário ao direito ou
faltando a dever prescrito por lei, ressalvado o direito
regressivo contra o respectivo responsável, se agiu com
dolo ou culpa.
526
a) Correta a assertiva.
b) Incorreta a assertiva, porque só haverá
responsabilidade civil se for comprovada culpa do
agente e/ou representante.
c) Incorreta a assertiva, porque em tais casos não cabe o
direito de regresso contra o responsável, mesmo no caso
de dolo ou culpa.
d) Incorreta a assertiva, porque a responsabilidade civil
da pessoa jurídica independe da circunstância de ter o
seu agente ou responsável agido nessa condição.
e) Incorreta a assertiva, porque as pessoas jurídicas de
direito público não respondem civilmente pelos danos
causados a terceiros por seus agentes ou representantes,
mesmo no caso de culpa ou dolo.

38 (Analista de Assuntos Jurídicos – SERPRO/2001) -


As pessoas jurídicas de direito público e as de direito
privado prestadoras de serviços públicos responderão
pelos danos que seus agentes, nessa qualidade,
causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso
contra o responsável, nos casos de culpa ou dolo.
a) Correta a assertiva.
b) Incorreta a assertiva, porque a responsabilidade
objetiva prevista na Constituição não se estende à
pessoa jurídica de direito privado, ainda que prestadora
de serviço público.
527
c) Incorreta a assertiva, porque a responsabilidade
objetiva da Administração Pública depende sempre de
haver culpa ou dolo do agente causador do dano.
d) Incorreta a assertiva, porque a responsabilidade civil
da Administração Pública não enseja direito de regresso.
e) Incorreta a assertiva, porque a responsabilidade civil
da Administração Pública não abrange os danos
causados por seus agentes, que tenham agido com dolo
ou culpa.

39 (Técnico da Receita Federal/2003) - As pessoas


jurídicas de direito público respondem pelos danos que
seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros,
a) ainda que haja comprovada culpa exclusiva do
paciente.
b) assegurado o direito de regresso, quando couber.
c) contra os quais cabe ação regressiva, independente de
haver culpa ou dolo deles (agentes).
d) mas só nos casos de comprovada culpa deles
(agentes).
e) salvo nos casos de comprovada culpa pessoal do
agente, em que ele responde, direta-mente, pelas
conseqüências dos danos causados.

40 (Defensor Público Ceará/2002) - Para que alguém


obtenha indenização do Estado por danos que lhe
528
tenham sido causados por atos comissivos de seus
agentes, é necessário provar, além do dano, o nexo de
causalidade entre o dano e a atuação:
A) dolosa ou culposa do agente
B) dolosa do agente
C) do agente
D) ilegal do agente.

41 (Procurador do Distrito Federal/2004) - Assinale a


sentença correta.
a) O agente público é, sempre, responsável pelos danos
que nessa qualidade vier a causar a terceiros.
b) O agente público não responde, em qualquer
hipótese, pelos danos que, no exercício de sua função,
causar a terceiros.
c) Os danos causados a terceiros, na execução de
serviços públicos, devem ser indenizados pelos
beneficiários de tais serviços.
d) O Estado e as pessoas jurídicas de direito privado,
prestadoras de serviços públicos, respondem pelos
danos causados a terceiros por seus agentes, no
exercício de suas funções, assegurado o direito de
regresso, em caso de dolo ou culpa.
e) O Estado responde pelos danos causados por seus
agentes, na execução de serviços públicos, descontando

529
destes, automaticamente os valores que despender no
pagamento de indenizações.

42 (Oficial de Chancelaria – MRE/2004) – É causa


excludente, total ou parcial, da responsabilidade
objetiva do Estado
a) dolo do agente.
b) culpa do serviço.
c) culpa da vítima.
d) força maior ou caso fortuito.
e) teoria da imprevisão.

43 (AFRF/2005) - Assinale, entre as entidades abaixo,


aquela que não se submete à responsabilidade objetiva
pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causem a
terceiros.
a) FUNASA – Fundação Nacional de Saúde
b) CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
c) ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações
d) REDE GLOBO DE TELEVISÃO
e) TELEMAR

44 (Advogado IRB/2006) - Caio, servidor público


federal efetivo e regularmente investido na função
pública, motorista da Presidência da República, ao
dirigir carro oficial em serviço, dorme ao volante e
530
atropela uma pessoa que atravessava, prudentemente,
em uma faixa de pedestres em Brasília, ferindo-a.
Considerando essa situação hipotética e os preceitos, a
doutrina e a jurisprudência da responsabilidade civil do
Estado, assinale a única opção correta.
a) Na hipótese, há aplicação da teoria do risco integral.
b) A teoria aplicada ao caso para a responsabilização do
Estado é a subjetiva.
c) No âmbito de ação indenizatória pertinente e após o
seu trânsito em julgado, Caio nunca poderá ser
responsabilizado, regressivamente, caso receba menos
de dois salários mínimos.
d) Caso Caio estivesse transportando material
radioativo, indevidamente acondicionado, que se
propagasse no ar em face do acidente, o Estado só
poderia ser responsabilizado pelo dano oriundo do
atropelamento.
e) Na teoria do risco administrativo, há hipóteses em
que, mesmo com a responsabilização objetiva, o Estado
não será passível de responsabilização.

45 (AFC – CGU – 2006) - No caso de responsabilidade


civil do Estado, por dano causado a outrem, cabe ação
regressiva, contra o agente causador, que tenha agido
culposa ou dolosamente, mas constitui requisito
essencial para tanto, ter havido
531
a) ajuizamento de ação pelo paciente, cobrando
indenização do dano.
b) condenação do Estado a indenizar o paciente.
c) reconhecimento de culpa ou dolo, por parte do
agente.
d) prova produzida pelo paciente, de culpa ou dolo do
agente.
e) recusa do agente em assumir o ônus da reparação
desse dano.

46 (AFC – CGU – 2006) - A responsabilidade objetiva


do Estado, em última análise, resulta na obrigação de
indenizar, quem tenha sido vítima de algum
procedimento ou acontecimento, que lhe produza
alguma lesão, na esfera juridicamente protegida, para
cuja configuração sobressai relevante haver
a) ausência de culpa do paciente.
b) culpa ou dolo do agente causador.
c) nexo causal entre aquele comportamento e o dano
causado.
d) prova de ilicitude desse acontecimento danoso.
e) prova de falta ou deficiência do serviço que causou o
dano.

47 (ACE – TCU – 2006) - Sobre a responsabilidade


civil da Administração, assinale a afirmativa falsa.
532
a) A responsabilidade decorre de ato comissivo ou
omissivo, culposo ou doloso.
b) A obrigação do servidor em reparar o dano estende-
se a seus sucessores, até o limite do valor da herança.
c) Tratando-se de dano causado a terceiro, o servidor
responderá mediante denunciação à lide.
d) A responsabilidade objetiva pode abranger ações de
agentes de empresas privadas, desde que
concessionárias de serviços públicos.
e) É possível a responsabilidade do Estado por ato
jurisdicional.

48 (TRF/2006) - A responsabilidade civil objetiva, da


Administração Pública, compreende os danos causados
aos particulares, até mesmo
a) sem haver culpa ou dolo do seu agente, pelo ato ou
fato danoso.
b) quando houver culpa do respectivo paciente.
c) sem nexo causal entre o ato ou fato e o dano.
d) quanto aos atos predatórios de terceiros e fenômenos
naturais.
e) quando seu agente não agiu nessa condição, ao causar
o dano.

3º) FCC

533
49 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª
Região/2003) - Em se tratando de responsabilidade, diz-
se que as sanções civis, penais e administrativas podem
cumular-se, sendo independentes entre si. Todavia, a
responsabilidade administrativa do servidor será
afastada no caso de
A) decisão civil que reconheça a falta de provas da
autoria
B) decisão criminal que reconheça a falta de provas da
autoria.
C) sentença civil que reconheça a inexistência de prova
da culpa do servidor
D)) absolvição criminal que negue a autoria
E) sentença civil ou criminal que reconheça, indevida-
mente ou não, a prescrição

50 (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE


Ceará/2002) - Caso o Estado seja responsabilizado a
indenizar um terceiro, em razão de dano causado por
servidor público, poderá cobrar do servidor esse
prejuízo via ação regressiva,
A) em qualquer caso, exceto em se tratando de caso
fortuito, dada a responsabilidade objetiva do servidor
público

534
B) em qualquer caso, exceto em se tratando de caso de
força maior, dada a responsabilidade objetiva do
servidor público
C) em qualquer caso, dada a responsabilidade objetiva
do servidor público
D)) apenas nos casos em que o servidor tiver agido com
culpa ou dolo, dada a responsabilidade subjetiva do
servidor público
E) apenas nos casos em que o servidor tiver agido
intencionalmente, dada a responsabilidade subjetiva
estrita do servidor público.

51 Um servidor público federal comete um ato que


supostamente configura, ao mesmo tempo, ilícito penal
e administrativo. São instaurados processos distintos
para apurar as duas ordens de responsabilidade, mas o
processo penal encerra-se primeiro, com a absolvição do
servidor pela negativa da existência do fato. Assim
sendo, o servidor foi automaticamente absolvido na
esfera administrativa. Na situação acima, (
A) está errada a instauração simultânea dos dois
processos, pois isso caracteriza o chamado bis in idem
B) está correta a instauração simultânea dos dois
processos, todavia, o processo penal deveria ter restado
sobrestado até a decisão do processo administrativo

535
C)) foi corretamente absolvido o servidor na esfera
administrativa, em face da decisão penal que negou a
existência do fato
D) a absolvição do servidor no processo administrativo
não poderia ter sido automática, pois uma conduta que
não configura ilícito penal ainda assim pode configurar
ilícito administrativo
E) está errada a instauração simultânea dos dois
processos, pois deveria ter sido instaurado apenas um,
perante a autoridade judicial, competente para apreciar
as duas ordens de ilícitos.

52 (Analista Judiciário –Área Judiciária –TRE PI/2002)


- No que se refere à responsabilidade civil, é certo que (
A) esta se caracteriza como espécie de responsabilidade
objetiva do servidor público
B) o servidor público atua com dolo quando age com
imprudência, negligência ou imperícia
C) o servidor público age com culpa quando
conscientemente pratica um ato contrário ao direito
D) ela sempre depende das responsabilidades
administrativa e criminal do servidor público
E) as ações de ressarcimento contra o servidor público
são imprescritíveis.

536
53 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª
Região/2003) - Quanto à responsabilidade do servidor
público, é certo que a (
A) civil, a penal, e a administrativa, são independentes
entre si e, portanto, não se cumulam
B) penal não abrange os ilícitos leves, como as
contravenções imputadas ao servidor, nessa qualidade
C) civil, a penal, e a administrativa, são
interdependentes, em razão da qualidade do agente
D)) civil decorre de ato omissivo ou comissivo, doloso
ou culposo, que resulte em prejuízo ao erário ou a
terceiros
E) administrativa resulta de ação praticada no
desempenho do cargo ou função, mas não de omissão.

54 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE


CE/2002) - Três servidores públicos federais – João,
Pedro e Antônio – sujeitos à Lei 8.112/90, cometem,
isoladamente, infrações que, ao mesmo tempo,
configuram ilícitos penais e administrativos, sendo
apurados em distintos processos penais e
administrativos. Suponha que os processos penais se
encerrem antes, com os seguintes resultados: João é
absolvido por falta de provas; Pedro é absolvido por
negativa da existência do fato; e Antônio é absolvido

537
por negativa de sua autoria. Nessa situação, nos
processos administrativos ainda em andamento, (
A) João, Pedro e Antônio ainda assim poderão vir a ser
condenados
B) João e Pedro ainda assim poderão vir a ser
condenados, mas Antônio terá necessariamente de ser
absolvido
C) Antônio e Pedro ainda assim poderão vir a ser
condenados, mas João terá necessariamente de ser
absolvido
D)) João ainda assim poderá vir a ser condenado, mas
Pedro e Antônio terão necessariamente de ser
absolvidos
E) João, Pedro e Antônio terão necessariamente de ser
absolvidos.

55 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRE


CE/2002) - Suponha que um empregado de uma
empresa privada, concessionária de serviço público, ao
prestar o serviço cause intencionalmente dano a um
particular. Nesse caso, quem responde por esses danos,
indenizando o particular lesado, é (
A)) a concessionária, que tem responsabilidade objetiva
e que poderá, depois, cobrar o prejuízo ao empregado
que causou o dano

538
B) a concessionária, que tem responsabilidade subjetiva
e que poderá, depois, cobrar o prejuízo ao empregado
que causou o dano
C) a concessionária, que tem responsabilidade objetiva,
não podendo, no entanto, cobrar depois o prejuízo ao
empregado que causou o dano
D) a concessionária, que tem responsabilidade subjetiva,
não podendo, no entanto, cobrar depois o prejuízo ao
empregado que causou o dano
E) exclusivamente o empregado, que agiu
intencionalmente.

56 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 5ª


Região/2003) – Suponha que um servidor público
pratique um ato ao mesmo tempo caracterizado como
35 ilícito penal, civil e administrativo. Nessa situação,
se o servidor for condenado no âmbito penal,
A)) poderá sofrer ainda as demais sanções, pois as
sanções das três esferas são cumuláveis entre si
B) não poderá sofrer as demais sanções, que não são
cumuláveis com a sanção penal
C) poderá sofrer ainda apenas a sanção civil, pois a
sanção administrativa não é cumulável com a penal
D) poderá sofrer ainda apenas a sanção administrativa,
pois a sanção civil não é cumulável com a penal

539
E) poderá sofrer apenas uma das demais sanções, pois a
sanção penal apenas pode ser cumulada com mais uma,
seja a civil, seja a administrativa.

57 (Juiz Substituto – TJ RN/1999) - Uma concessionária


privada de serviço público que, prestando o serviço,
cause danos a terceiros deverá, pelos prejuízos
causados, responder
A) objetivamente, assegurado seu direto de regresso
contra o Estada, que nesse caso responderá
subjetivamente
B) objetivamente, assegurado seu direito de regresso
contra seu empregada que tenha efetivamente causado o
dano, o qual nesse caso responderá subjetivamente
C) objetivamente, assegurado seu direito de regresso
contra o Estado, que nesse caso responderá
objetivamente
D) subjetivamente, assegurado seu direito de regresso
contra seu empregado que tenha efetivamente causado o
dano, o qual nesse caso responderá subjetivamente (
E) subjetivamente, assegurado seu direita de regresso
contra o Estado, que nesse caso responderá
subjetivamente.

58 (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) -


Durante a execução de obra pública, um particular
540
contratado para a realização da construção provoca
danos a prédio vizinho, de propriedade do próprio Poder
contratante. Nessa hipótese, a responsabilidade civil do
particular (
A) é objetiva, pois a atividade prestada é equiparada a
serviço público
B)) depende da comprovação de seu dolo ou culpa
C) apenas se caracteriza se não for comprovada omissão
na fiscalização da obra, pelo Poder Público
D) não se configura, cabendo ao Poder Público executar
as garantias contratuais
E) depende da constatação de vícios que comprometam
a solidez e segurança da edificação.

59 (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003)


- A responsabilidade civil dos servidores públicos, por
atos praticados no exercício de suas funções, (
A) independe de culpa, por expressa determinação
constitucional
B) configura-se apenas nos atos tipificados igualmente
como infração penal
C) depende da prévia condenação do servidor em
processo administrativo disciplinar. 36 (
D) pode ser apurada judicialmente por via regressiva,
por iniciativa da pessoa pública a que forem vinculados

541
E) deve ser apurada judicialmente em conjunto com a
eventual responsabilidade da pessoa pública a que
forem vinculados.

60 (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia –


Novembro/2002) - Acerca da responsabilidade civil do
Estado por danos que seus agentes, nessa qualidade,
causarem a terceiros, mostra-se razoável afirmar que (
A) as pessoas jurídicas de direito público e as de direito
privado prestadoras de serviço público submetem-se à
responsabilidade civil, sob modalidade do risco
administrativo
B) as pessoas jurídicas de direito público e as de direito
privado prestadoras de serviço público submetem-se à
responsabilidade civil objetiva, sob a modalidade do
risco administrativo
C) inexiste obrigação de indenizar, quando
indemonstrada culpa do agente
D) as sociedades de economia mista e empresas
públicas, independente dos seus objetivos sociais,
respondem objetivamente pelos danos causados por seus
agentes
E) a culpa exclusiva da vítima e o caso fortuito não são
causas excludentes da responsabilidade objetiva do
Estado.

542
61 (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe
– Janeiro/2002) - A responsabilidade civil da
Administração Pública, identificada no tronco comum
da responsabilidade (
A) pela ineficiência do serviço, fundada na teoria
subjetivista, poderá culminar com a obrigação de
indenizar o prejuízo sofrido pela vítima por ato da
Administração, em decorrência apenas dos serviços
levados à coletividade
B) subjetiva, baseada na teoria do risco integral, acarreta
a obrigação de indenizar o dano causado à vítima pela
Administração, desde que resultante de culpa ou dolo do
agente público
C) pela falta do serviço, alicerçada na teoria da culpa
civilista, acarreta a obrigação de indenizar o dano
causado à vítima pelo agente da Administração, quando
resultante até mesmo de culpa da vítima
D) civilista do Estado, baseada na teoria da insuficiência
do serviço, acarreta a obrigação de indenizar o dano
causado à vítima pela Administração, quando resultante
de ação dolosa do agente público
E) objetiva, tendo como base a teoria do risco
administrativo, acarreta a obrigação de indenizar o dano
em decorrência apenas do ato lesivo e injusto causado à
vítima pela Administração, sem o concurso do lesado.

543
62 (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de
Sergipe – Janeiro/2002) - Uma empresa pública que
preste serviço público, uma sociedade de economia
mista que exerça atividade econômica e uma empresa
privada que preste serviço público, por danos que seus
agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, terão
responsabilidade, respectivamente, (
A) objetiva, objetiva e objetiva
B) subjetiva, subjetiva e subjetiva
C) objetiva, subjetiva e subjetiva.
D) objetiva, subjetiva e objetiva
E) subjetiva, objetiva e subjetiva.

63 (Técnico Judiciário – Adm - TRE-PE/2004) -


Considere as afirmações abaixo. I.Enquanto ao Estado
aplica-se a responsabilidade objetiva, ao funcionário
causador do dano ao particular deve ser observada a
responsabilidade subjetiva. II. A responsabilidade do
Estado é subjetiva, alicerçada na teoria do risco integral,
e do funcionário causador do dano ao particular é sem
culpa, com base no risco do administrativo. III. Tanto ao
Estado como ao funcionário causador do dano ao
particular, aplica-se a responsabilidade objetiva, com
base na teoria da falta do serviço. IV. Ao Estado aplica-
se a responsabilidade objetiva, com base na teoria do
risco administrativo, e ao funcionário causador do dano
544
ao particular, deve ser observada a responsabilidade
civilista. No que se refere à responsabilidade civil do
Estado estão corretas APENAS
A) I e III
B)I e IV
C) II e III
D) II e IV
E) III e IV.

64 (Analista Judiciário - Jud – TRT 3ª R/2004) - Caso


um servidor público de uma autarquia cause dano a
terceiros, no exercício de suas atribuições, o servidor
estará submetido ao regime da responsabilidade civil (
A) objetiva, assim como a autarquia a que pertence
B) subjetiva, assim como a autarquia a que pertence
C) objetiva, enquanto a autarquia a que pertence, estará
sujeita ao regime da responsabilidade civil subjetiva
D) objetiva ou subjetiva, conforme respectivamente a
autarquia preste serviço público ou não, valendo a
mesma regra para a definição do regime da
responsabilidade civil da autarquia
E) subjetiva, enquanto a autarquia a que pertence, estará
sujeita ao regime da responsabilidade civil objetiva.

65 (Auditor – TC-PI/2005) - Em matéria de danos


causados a terceiros, em decorrência da prestação de
545
serviços públicos, considere duas hipóteses distintas:
serviços prestados pela Administração direta e serviços
prestados por concessionário privado. Nessas hipóteses,
tem-se que a responsabilidade civil da Administração,
de seu servidor causador do dano, da empresa
concessionária e do empregado desta causador do dano
é, respectivamente,
A) objetiva, objetiva, subjetiva, subjetiva
B) objetiva, subjetiva, objetiva, subjetiva
C) objetiva, subjetiva, subjetiva, subjetiva
D) objetiva, objetiva, objetiva, subjetiva.
E) objetiva, objetiva, objetiva, objetiva.

66 (Procurador do Estado de São Paulo/2002) - Viatura


policial envolveu-se em acidente de trânsito com
automóvel dirigido por particular que trafegava na mão
contrária de direção. No acidente, o motorista do
automóvel particular sofreu lesão de caráter
permanente, perdendo a mobilidade de um dos membros
superiores. Nesse caso,
A) existe responsabilidade objetiva do Estado em
decorrência da prática de ato ilícito, na medida em que
há nexo causal entre o dano sofrido pelo particular e a
conduta do agente público

546
B) não há o dever de indenizar se restar configurada a
culpa exclusiva da vítima, excludente da
responsabilidade do Estado
C) não se cogita de responsabilidade objetiva do Estado
porque não há falha do serviço. A indenização deverá
ser pleiteada pelo particular diretamente em face do
motorista da viatura policial
D) existe responsabilidade objetiva do Estado. A
indenização do particular, no entanto, ficará restrita aos
danos materiais, na medida em que o Estado não
responde por danos morais
E) a responsabilidade do Estado, na espécie, decorre da
aplicação da teoria do risco administrativo.

67 (Procurador do Município de São Paulo/2004) - Um


veículo foi furtado do estacionamento da Câmara
Municipal. Em ação de indenização, quem deverá
figurar no pólo passivo é
A) a Câmara Municipal
B) o Prefeito Municipal
C) o Município
D) o Presidente da Câmara Municipal
E) a Prefeitura.

547
68 (Procurador do Município de São Paulo/2004) -
Infere-se da independência das instâncias
administrativas, civil e criminal que a
A) absolvição criminal não afasta a responsabilização
administrativa, mesmo se forem comprovadas a
inexistência do fato e a não-autoria imputada ao
funcionário
B) absolvição criminal por insuficiência de provas tem
repercussão direta no processo administrativo
C) punição do funcionário poderá ocorrer em qualquer
das instâncias, não tendo qualquer influência o resultado
de uma esfera em outra
D) absolvição criminal por inexistência de provas
somente terá repercussão na esfera civil
E) absolvição criminal afasta a responsabilização
administrativa quando ficar comprovada a inexistência
do fato ou a não-autoria imputada ao funcionário.

69 (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) - A


prática de ato, por funcionário público, que configure
ilícito penal e infração administrativa punível com
demissão enseja processo administrativo disciplinar
A) instaurado em apartado do inquérito e ação penal
correspondente, com trâmite regular até edição do
relatório, ficando somente a decisão daquele
condicionada à solução proferida na esfera criminal
548
B) instaurado nos mesmos autos com o inquérito para
apuração do ilícito penal, razão pela qual aquele
processo adere ao rigoroso formalismo do processo
judicial criminal
C) que somente pode ser instaurado após recebimento
da denúncia no processo criminal
D) que é imediatamente arquivado caso ocorra a
prescrição da pretensão punitiva na esfera criminal
E) que tramita em separado da ação penal, esta que
influi na esfera administrativa em determinados casos,
como na hipótese de negativa de autoria do fato que
também tenha configurado infração administrativa.

70 (Advogado – CEAL – Jul/2005) - A regra da


responsabilidade objetiva do Estado exige, dentre outros
requisitos, que
A) as entidades da administração indireta, executoras de
atividade econômica de natureza privada, prestem, ou
não, serviços públicos
B) o causador do dano deverá ser unicamente pessoa
jurídica de direito público, porque prestadora de
serviços públicos próprios
C) esteja ou não presente um dano causado a terceiros
pelo serviço público, por força do risco integral
D) basta, ao causar o dano, a qualidade do funcionário
público ao causador do dano
549
E) se trate de pessoa jurídica de direito privado
prestadora de serviços públicos.

71 (Procurador – PGE-SE/2005 - Adaptada)


Instruções:Para responder a questão a seguir, considere
a seguinte situação: Determinada empresa privada,
concessionária de serviço público, por falha técnica em
sua prestação, faz faltar o serviço a certos usuários.
Estes, considerando-se prejudicados em seu direito de
receberem o serviço, procuram partido político, que
ajuíza mandado de segurança coletivo, com o objetivo
de obter indenização, por parte da empresa
concessionária, aos usuários lesados, garantindo-se,
por ordem judicial, que não haja futuras interrupções
no serviço em questão. Independentemente da situação
processual descrita, a hipótese narrada caracteriza
situação em que a responsabilidade da empresa
concessionária, por eventuais danos que tenha causado,
é
A) subjetiva, por tratar-se de responsabilidade por
omissão
B)objetiva, pelo fato de a atividade da qual teriam
resultado os danos ser serviço público
C) subjetiva, por tratar-se de empresa privada

550
D) objetiva, mas exige demonstração da culpa ou do
dolo dos funcionários que alegadamente tenham
causado os danos
E) subjetiva, por envolver falha técnica no serviço.

72 (Juiz Substituto – TRT 11ª Região – 2005) - Uma


sociedade de economia mista e uma empresa privada,
ambas prestadoras de serviços públicos, por meio de
empregados seus, atuando negligentemente na prestação
dos seus serviços, causam danos a terceiros. Nessa
situação, as empresas
A) responderão, respectivamente, de modo objetivo e
subjetivo pelos danos causados, devendo as ações
indenizatórias ser ajuizadas mediante litisconsórcio
passivo com os empregados
B) responderão subjetivamente pelos danos causados,
podendo ajuizar ação regressiva contra seus empregados
C) responderão solidariamente, de modo subjetivo,
pelos danos causados, devendo as ações indenizatórias
ser ajuizadas mediante litisconsórcio passivo com os
empregados
D) responderão, respectivamente, de modo objetivo e
subjetivo pelos danos causados, podendo ajuizar ação
regressiva contra seus empregados

551
E) responderão objetivamente pelos danos causados,
cabendo ajuizar ação regressiva contra seus
empregados.

73 (Auditor – TCE/MG/2005) - A responsabilidade civil


do Estado prevista na Constituição Federal (
A) está restrita aos danos causados por servidores
públicos integrantes dos quadros da Administração
Pública
B) está restrita aos danos causados por servidores
públicos do Estado, desde que se comprove que agiram
com dolo ou culpa
C) estende-se aos atos praticados pelos membros do
Legislativo que, embora detenham soberania,
qualificam-se como agentes públicos que integram o
quadro de servidores da Administração Pública
D) estende-se aos danos causados pela edição de leis de
efeitos concretos, mas não se estende aos danos
causados pelos membros do Judiciário no exercício de
suas funções, que não se enquadram no conceito de
servidor público
E) estende-se aos danos causados em decorrência de
erro judiciário, considerando-se que o magistrado se
enquadra no conceito constitucional de agente público.

552
74 (Analista do Bacen – Jan/2006) - João, motorista,
funcionário público federal, dirigindo um veículo oficial
em excesso de velocidade e pela contramão de direção,
colidiu com automóvel particular que vinha
regularmente no sentido oposto, em velocidade
adequada. João foi exonerado e depois veio a falecer. O
motorista do veículo particular acionou a União, que foi
condenada a pagar os danos causados ao seu veículo.
Nesse caso, os herdeiros e sucessores do servidor
falecido (
A) não podem figurar no pólo passivo de ação
regressiva, porque se trata de responsabilidade
personalíssima
B) podem figurar no pólo passivo de ação regressiva
C) não podem figurar no pólo passivo de ação
regressiva, porque o servidor foi exonerado antes de seu
falecimento
D) só podem figurar no pólo passivo da ação regressiva
se esta tiver sido ajuizada antes de iniciado o processo
administrativo disciplinar
E) só podem figurar no pólo passivo da ação regressiva
se esta tiver sido ajuizada quando o servidor ainda
estava vivo. 41 75 (Procurador de Santos – Dez/2005)
- Suponha que o Estado e uma empresa particular
prestadora de serviço público estadual sejam chamados
solidariamente a responder por dano causado a terceiro
553
por agente da empresa; e que esta pretenda ingressar
com ação de regresso contra o agente. Sabendo-se que o
agente conduziu-se dolosamente e que a empresa foi
negligente ao contratá-lo, não investigando seus
antecedentes, as responsabilidades do Estado, da
empresa e do agente são, respectivamente: (
A) objetiva, objetiva e objetiva
B) objetiva, objetiva e subjetiva
C) objetiva, subjetiva e subjetiva
D) subjetiva, subjetiva e objetiva
E) subjetiva, subjetiva e subjetiva.

76 (Procurador de Roraima/2006) - A determinação do


abate de animais em locais comprovadamente foco de
febre aftosa após pesquisa cientificas oficiais que
demonstram potencial inadequação da vacina autorizada
pelos órgãos competentes acarreta responsabilidade
a) Objetiva do estado decorrente da pratica de ato licito,
devendo indenizar os produtores pelos danos sofridos.
b) Civil subjetiva do estado decorrente de omissão,
devendo indenizar os produtores pelos danos sofridos.
c) Civil do produtor, em vista do risco inerente à
atividade que envolve , devendo indenizar os
particulares pelos danos sofridos.
d) Objetiva solidária entre o produtor e o estado, com
base na teoria do risco.
554
e) Objetiva do Estado apenas pelos prejuízos sofridos
pela população, cabendo direito de regresso contra os
produtores locais.

Gabarito:
1. B 14. C 31. E 48. A 65. B
2. E 15. E 32. C 49. D 66. B
3. C 16. E 33. E 50. D 67. C
4. E 17. E 34. D 51. C 68. E
5. 18. E 35. C 52. E 69. E
EECC 19. C 36. B 53. D 70. E
6. 20. E 37. A 54. D 71. B
CEEEC 21. E 38. A 55. A 72. E
7. E 22. E 39. B 56. A 73. E
8. C 23. E 40. C 57. B 74. B
9. 24. C 41. D 58. B 75. B
EEEEC 25. E 42. C 59. D 76. A
10. C 26. E 43. B 60. A
11. E 27. E 44. E 61. E
12. C 28. E 45. B 62. D
13. 29. E 46. C 63. B
CCEEC 30. C 47. C 64. E

CONTROLE

1º) CESPE
555
1 (Fiscal de Tributos Estaduais – SEFAZ Alagoas/2002)
- Os atos de improbidade praticados por qualquer agente
público, servidor ou não, contra a administração direta,
indireta ou fundacional de qualquer dos poderes da
União, dos estados, do Distrito Federal, dos municípios,
de território, de empresa incorporada ao patrimônio
público ou de entidade para cuja criação ou custeio o
erário haja concorrido ou concorra com mais de 50% do
patrimônio ou da receita anual serão punidos na forma
da Lei n.º 8.429/1992. Considerando essa norma, julgue
os itens abaixo.

01 Estão sujeitos às penalidades previstas nessa norma


legal os atos de improbidade praticados contra o
patrimônio de entidade para cuja criação ou custeio o
erário haja concorrido ou concorra com menos de 50%
do patrimônio ou da receita anual, limitando-se, nesses
casos, a sanção patrimonial à repercussão do ilícito
sobre a contribuição dos cofres públicos.

02 Para os fins dessa lei, são considerados igualmente


agentes públicos um deputado estadual no exercício do
seu mandato, um fiscal de tributos estaduais e um
servidor comissionado.

556
03 As disposições dessa lei são aplicáveis, no que
couber, àquele que, mesmo não sendo agente público,
induza ou concorra para a prática do ato de improbidade
ou dele se beneficie sob qualquer forma, direta ou
indiretamente.

04 Quando o ato de improbidade causar lesão ao


patrimônio público ou ensejar enriquecimento ilícito,
caberá à autoridade policial responsável pelo inquérito
representar ao Ministério Público, para a
indisponibilidade de todos e quaisquer bens do
indiciado.

05 Os agentes públicos de qualquer nível ou hierarquia


são obrigados a velar pela estrita observância dos
princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade e
publicidade no trato dos assuntos que lhe são afetos.

2 (Auditor do TCDF/2002) - Considerando que a


Câmara Legislativa do DF concedeu aposentadoria em
favor de determinado servidor, julgue os itens seguintes.
01 Somente após o registro do ato no TCDF, o servidor
perceberá seus proventos de aposentadoria. 02 Caso o
TCDF identifique ilegalidade na concessão de referida
aposentadoria, deverá o processo ser remetido ao
Ministério Público com vista à anulação judicial do ato.
557
03 Se, após a concessão da aposentadoria, a CLDF
considerar que foi inconveniente a prática de referido
ato, poderá este ser revogado pela administração dessa
câmara.

3 (Juiz Substituto – TJPA/2002) - Com base nas


situações acima, julgue os itens abaixo, relativos à Lei
n.º 8.429/1992, que dispõe acerca dos atos de
improbidade administrativa.

01 Somente atos que tenham sido praticados com dolo


poderão ter o seu enquadramento como ato de
improbidade.

02 Somente agentes públicos remunerados, assim como


aqueles particulares que contribuam para a prática do
ato ou que dele se beneficiem, poderão ser
responsabilizados pela prática de atos de improbidade.

03 A ação de improbidade, ainda que resulte na


aplicação de sanções civis e eleitorais, possui natureza
eminentemente penal.

04 Enquanto estiver em curso a ação de improbidade,


não deverá ser instaurado processo administrativo que
vise punir o servidor que tenha cometido o ato, a fim de
558
evitar decisões contraditórias ou mesmo a dupla punição
pela prática de um mesmo ato.

05 O dever do agente público de ressarcir o erário por


prejuízos que ele tenha causado por dolo ou culpa
prescreve em cinco anos da data em que o evento venha
a se tornar conhecido.

4 (Agente da polícia Federa/1997) - Acerca dos atos de


improbidade administrativa, segundo a disciplina da Lei
n ° 8.429, de 2 de junho de 1992, julgue os itens a
seguir.

1) Os atos de improbidade, consoante o tratamento da


lei, são caracteristicamente de natureza criminal,
inclusive no que tange às sanções.

2) A lei estabelece três categorias de atos de


improbidade: os que importam enriquecimento ilícito,
os que causam prejuízo ao erário e os que atentam
contra os princípios da administração pública.

3) Apenas os atos de improbidade praticados em


detrimento das pessoas jurídicas de direito público são
sancionados pela lei.

559
4) Apenas servidores públicos efetivos são passíveis de
punição com base nessa Lei.

5) Apenas a lesão dolosa ao patrimônio público ensejará


o ressarcimento do dano por parte do causador. 24 5
(Controlador de Recursos Públicos – TCE/ES-2004)- O
município de Vitória – ES contratou a Construbrás S.A.
para realizar, mediante empreitada por preço global,
reforma em uma escola municipal. Por tratar-se de
contrato em que é parte um município do Espírito Santo,
o referido contrato encontra-se sujeito à fiscalização do
TCEES.

6 (Controlador de Recursos Públicos – TCE/ES-2004) -


O TCEES é o órgão do Poder Judiciário do estado do
Espírito Santo competente para punir autoridades
públicas estaduais em virtude do descumprimento das
regras atinentes a responsabilidade fiscal e improbidade
administrativa.

7 (Controlador de Recursos Públicos – TCE/ES-2004) -


Em um estado no qual não há tribunal de contas dos
municípios e nenhum município possuía tribunal ou
conselho de contas, em 5/10/1988, auditoria realizada
pelo tribunal de contas do referido estado, na área de
licitações de uma das secretarias que integram a
560
estrutura do Poder Executivo de certo município,
constatou que um funcionário, ocupante de cargo
efetivo há quatro anos, na prefeitura, para o qual foi
nomeado em razão de concurso público, na condição de
presidente da comissão de licitações, fraudou um
certame licitatório, a fim de celebrar um contrato, na
área de fornecimento de merenda escolar e de programa
de treinamento de trabalhadores, com valores
superfaturados. Os recursos a serem utilizados para o
pagamento do contrato eram: no que concerne à
merenda escolar, recursos federais, repassados ao
município pelo Ministério da Educação, e, na área de
treinamento de trabalhadores, recursos estaduais,
repassados ao município pela Secretaria de Trabalho do
estado. A equipe de auditoria apurou, ainda, que parte
dos recursos que seriam utilizados para pagamento da
empresa contratada havia sido depositada, diretamente,
em uma conta do comitê pró-reeleição do prefeito em
exercício. Com base na situação hipotética acima
apresentada e nos aspectos constitucionais, legais e
doutrinários a ela pertinentes, julgue os itens que se
seguem.

1. O sistema de controle externo, adotado na


Constituição Federal, nas esferas federal, estadual e
municipal, é uma decorrência do princípio federativo,
561
uma vez que guarda estreita relação com o respeito à
autonomia das unidades federadas.

2. Em face da aplicação, na elaboração da Constituição


Estadual, do princípio da simetria, com relação às
competências do tribunal de contas do estado, o próprio
tribunal de contas poderia sustar a execução do contrato
impugnado, comunicando o fato à Câmara Municipal.

8 (Analista de Controle Externo – TCU/2004) - Quanto


aos sistemas de controle externo, julgue os itens
subseqüentes.

1. Tendo em conta o momento no qual a atividade de


controle se realiza, o controle externo, analogamente ao
que ocorre com o controle de constitucionalidade, pode
ser classificado em prévio (a priori) ou posterior (a
posteriori).

2. Os sistemas internacionais de controle externo têm


em comum a circunstância de que o órgão de controle é
invariavelmente colegiado e ligado ao Poder
Legislativo.

9 (Analista de Controle Externo – TCU/2004) - Em


relação às regras constitucionais sobre o controle
562
externo, julgue os itens que se seguem. 25 1. Pode o
TCU constituir título executivo contra empresa privada.

2. Juridicamente, é possível ao TCU tomar contas de


sociedade comercial estrangeira, em certas situações.

10 (Analista de Controle Externo – TCU/2004) - A


respeito das funções, da natureza jurídica e da eficácia
das decisões dos tribunais de contas, julgue os seguintes
itens.

1. No sistema brasileiro de controle externo, em face


das competências atribuídas pela Constituição da
República ao TCU, a doutrina e a jurisprudência são
majoritárias no sentido de que as decisões daquele órgão
têm natureza jurisdicional e, por isso mesmo, não
podem ser reexaminadas pelo Poder Judiciário.

2. De acordo com a doutrina, a condenação de gestor


público por parte do TCU constitui título executivo de
natureza judicial, por força da competência conferida
pelo art.

171 da Constituição àquele órgão, para julgar contas de


pessoas responsáveis por dinheiro público.

563
11 (Técnico de Controle Externo – TCU/2004) - Acerca
da organização, das competências e do funcionamento
do TCU, julgue os itens a seguir.

1. Não compete ao TCU realizar controle externo das


contas dos administradores do Poder Judiciário.

2. Pelo fato de as sociedades de economia mista serem


pessoas jurídicas de direito privado, as contas dos seus
administradores não estão submetidas à fiscalização do
TCU.

3. Considere a seguinte situação hipotética. Uma


autarquia federal contratou Humberto, por tempo
determinado, para atender a necessidade temporária de
excepcional interesse público. Nessa situação, o
contrato mediante o qual Humberto foi admitido não
está sujeito a registro no TCU, pois somente os atos de
admissão relativos a cargo público de provimento
efetivo são sujeitos a registro nesse tribunal. QUESTÃO
11

12 (Juiz Substituto – TJSE/2004) - O Poder Executivo


Estadual exerce a fiscalização hierárquica dos órgãos da
administração direta e das entidades da administração

564
indireta com a finalidade, entre outras, de aprimorar os
serviços e aumentar a produtividade.

13 (Delegado de Polícia Civil – Roraima/2003)As


decisões dos tribunais de contas de que resultem
imputação de débito ou multa terão eficácia de título
executivo e serão executadas pelos respectivos
tribunais.

14 (Delegado de Polícia Civil – Roraima/2003) - Julgue


os itens subseqüentes, acerca dos atos de improbidade
administrativa.

1. A Lei n.º 8.429/1992 — Lei de Improbidade


Administrativa — é aplicável tanto aos agentes públicos
quanto aos particulares que pratiquem atos de
improbidade contra a administração pública.

2. O Ministério Público poderá efetuar transação ou


tomar compromisso de ajustamento de conduta em
ações de improbidade administrativa, desde que o poder
público seja ressarcido dos prejuízos sofridos. 26 3.
São legitimados para propor ação de improbidade
administrativa: o Ministério Público, a pessoa jurídica
interessada e as associações regularmente constituídas
que incluam entre suas finalidades a proteção ao
565
patrimônio público, ao meio ambiente, ao consumidor
ou à ordem econômica.

15 (Papiloscopista Policial Federal – 2004) - O


Departamento de Polícia Federal (DPF), por estar
inserido na estrutura do Poder Executivo, não pode
sujeitar-se à fiscalização mediante controle externo,
exercida pelo Congresso Nacional, quanto à legalidade,
legitimidade e economicidade.

16 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - O ato de


improbidade administrativa exige, para a sua
caracterização, a demonstração da ocorrência de
prejuízo para o erário e dolo ou culpa do agente.

17 (Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004) -


Uma autarquia federal contratou sem licitação, porque
assim lhe pareceu conveniente, um advogado de notória
especialização para representá-la judicialmente, com
exclusividade, em quaisquer processos, pelo prazo de
cinco anos. O valor dos serviços foi pactuado segundo o
preço de mercado. O Tribunal de Contas da União
(TCU), entendendo ilegal a contratação, sustou, tão logo
dela teve conhecimento, a execução do contrato. A
autarquia, intimada da decisão do TCU, suspendeu o
pagamento dos honorários que era feito mensalmente ao
566
advogado pelos serviços por ele devidamente prestados.
Decorridos três meses sem receber, o advogado
renunciou aos mandatos a ele conferidos. Em relação à
situação hipotética apresentada, julgue os itens a seguir.

1. O TCU poderia sustar a execução do contrato,


entendendo-o ilegal.

2. A dispensa indevida de licitação constitui ato de


improbidade administrativa.

18 (Procurador Federal de 2ª Categoria -


AGU/2004/adaptada) Uma empresa pública federal
devedora pagou seus débitos com bens imóveis
dominiais de que era proprietária. O pagamento deu-se
sem prévia autorização legislativa, sem autorização do
ministério ao qual a empresa é vinculada e sem
avaliação prévia. Constatado o fato pelo controle interno
do ministério ao qual a empresa é vinculada, o ministro
instaurou procedimento, no âmbito do ministério, contra
os dirigentes e os empregados da empresa que
permitiram o pagamento da dívida com bens da
empresa. Os dirigentes e empregados da empresa
representaram, perante o TCU, contra o ato do ministro.
Acerca dessa situação hipotética, julgue o seguinte item.

567
O TCU não pode conhecer da representação, porque os
representantes são partes ilegítimas para tanto.

19 (Consultor Jurídico –SESPA/PA – 2004 - adaptada) -


Considerando que Humberto ocupe cargo de
provimento efetivo na autarquia estadual paraense APA,
julgue o item subseqüente, a respeito do direito
administrativo. Se Humberto for condenado pela prática
de ato de improbidade administrativa que importe
enriquecimento ilícito, ele estará sujeito a várias
punições, entre elas a perda dos bens e valores
acrescidos ilicitamente ao seu patrimônio, o pagamento
de multa civil e a suspensão de direitos políticos.

20 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE/AL –


2004) - As sanções da Lei da Improbidade
Administrativa somente podem incidir sobre pessoas
que ocupem cargo público ou exerçam função pública.

21 (Procurador Consultivo – MP TCE/PE -2004) -


Considerando que a contratação de pessoas, por parte do
IBGE, para a realização de determinado censo, é ato por
tempo determinado para atender a necessidade
temporária de excepcional interesse público, tal ato não
deve ter a legalidade apreciada, para fins de registro,
pelo tribunal de contas.
568
22 (Procurador – MP TCE/PE - 2004) - A doutrina e a
jurisprudência consolidaramse no sentido de defender
que os tribunais de contas podem adentrar-se no exame
de mérito do ato administrativo, valendo-se de sua
competência de realizar fiscalização operacional da
administração direta e indireta.

23 (Procurador – MP TCE/PE - 2004) Conforme a


Constituição Estadual de Pernambuco, é o Tribunal de
Contas do Estado de Pernambuco (TCE/PE) que
examina e aprova auxílios concedidos pelo estado a
entidades particulares de natureza assistencial.

24 (Auditor das Contas Públicas - TCE/PE - 2004) - De


acordo com as regras constitucionais aplicáveis ao
controle externo no âmbito federal, julgue os itens
seguintes.

1 Compete ao TCU apreciar as contas prestadas


anualmente pelo presidente da República e daí emitir
um relatório conclusivo, que deverá ser elaborado em
sessenta dias a contar do recebimento das contas.

2 Se determinada pessoa, ainda que não seja servidora


pública, encontra-se na administração de bens da União,
569
compete ao TCU julgar atos por ela praticados de que
resulte prejuízo ao erário público.

25 (Auditor das Contas Públicas - TCE/PE - 2004) -


Julgue os itens a seguir, com relação ao controle dos
atos administrativos pelo TCE/PE.

1. O TCE/PE somente pode agir mediante provocação


do Ministério Público ou das demais autoridades
financeiras e orçamentárias previstas na Constituição
Estadual.

2. Compete ao TCE/PE fiscalizar despesas decorrentes


de contratos firmados pelo poder público.

3. Ao TCE/PE compete fiscalizar as contas dos


administradores do estado e dos municípios.

4. Sujeitam-se à jurisdição do TCE/PE os responsáveis


por entidades dotadas de personalidade jurídica de
direito privado que recebam contribuições parafiscais e
prestem serviços de interesse público ou social.

26 (Auditor das Contas Públicas - TCE/PE - 2004) - Ao


ser publicado um edital de concurso público para
preenchimento de vagas para o cargo de analista
570
administrativo de uma fundação pública do estado de
Pernambuco, constatou-se a previsão de reserva de
vagas para candidatos que já fizessem parte da entidade
como ocupantes de cargos em comissão, de livre
nomeação. Com base nessa situação hipotética, julgue
os itens seguintes.

1 A fiscalização dos atos de admissão dos servidores


eventualmente nomeados em razão desse concurso
escapa à jurisdição do TCE/PE, por se tratar de
admissão de servidor em fundação.

2 A reserva de vagas citada ofende o princípio da


impessoalidade.

3 Caso a administração pública lance mão do controle


interno, deverá valer-se do instituto da revogação do
ato, em face de sua ilegalidade.

27 (Assistente Técnico de Informática e Administração


- TCE/PE - 2004) - De acordo com as regras
constitucionais aplicáveis ao controle externo no âmbito
federal, julgue os itens que se seguem.

1 O Tribunal de Contas da União (TCU), embora atue


como órgão auxiliar do Congresso Nacional, não pode,
571
por iniciativa própria, realizar inspeções e auditoria nas
unidades administrativas do Poder Legislativo.

2 A fiscalização orçamentária da União é exercida pelo


Congresso Nacional e pelo sistema de controle interno
de cada poder e deve levar em consideração os aspectos
da legalidade, legitimidade e economicidade.

3 Compete ao TCU fiscalizar a aplicação de quaisquer


recursos repassados pela União, inclusive por meio de
acordo com os estados.

4 Conforme a Constituição Federal, tem dever de


prestar contas qualquer pessoa física ou entidade
pública que utilize bens e valores públicos ou pelos
quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma
obrigações de natureza pecuniária.

28 (Auditor do Estado – ES/2004) - Compete à Câmara


Municipal do Município de Vitória – ES exercer,
mediante controle externo, a fiscalização contábil e
orçamentária da administração direta desse município,
bem como das autarquias e empresas públicas
municipais.

572
29 (Técnico Judiciário – Área: Administrativa – TRT /
10.ª REGIÃO – DEZ/2004) - Compete ao Supremo
Tribunal Federal julgar anualmente as contas prestadas
pelo presidente da República.

30 (Juiz Substituto – TJBA – 2005) - A tipificação na


lei dos atos de improbidade administrativa repousa
sobre o binômio ofensa à moralidade—lesão ao
patrimônio público, de tal sorte que, na falta de um
desses fatores, não se caracterizará o ato ímprobo.

31 (Defensor Público – SE – 2005) - O ex-prefeito de


um município praticou ato de improbidade
administrativa quando no exercício do cargo. O fato
tornou-se conhecido em dezembro de 1998, e o término
do seu mandato se deu em 31/12/2000. Com base na
situação hipotética descrita no texto acima, julgue os
itens seguintes, acerca da improbidade administrativa e
da prescrição. Nos termos da Lei n.º 8.429/1992, é
possível punir o prefeito por ato de improbidade, se for
proposta ação civil pública até 30/12/2005.

2º) ESAF

32 (AFC/2002) – Ao Tribunal de Contas da União, no


exercício da sua função institucional de controle
573
externo, compete apreciar para fins de registro os atos
de admissão de pessoal da Administração Pública
federal,
a) excluídos os das sociedades de economia mista.
b) inclusive das empresas privadas concessionárias de
serviços públicos.
c) inclusive para cargos de provimento em comissão.
d) exceto para cargos de provimento em comissão.
e) exceto para cargos de órgãos do Poder Judiciário.

33 (AFC/2002) – Integram a Administração Pública


Federal Indireta e estão sujeitas ao controle do Tribunal
de Constas da União, as entidades caracterizadas como
a) autarquias, empresas públicas e concessionárias de
serviço público.
b) partidos políticos e organizações sindicais.
c) organizações sindicais, com os seus serviços sociais
autônomos.
d) cartórios judiciais e extrajudiciais.
e) fundações públicas e universidades fundacionais
públicas.

34 (AFC/2002) – No contexto do controle externo da


Administração Pública Federal, quanto ao que concerne
ao Tribunal de Contas da União, pode-se afirmar ser
correto que
574
a) das suas decisões cabe recurso para o Congresso
Nacional.
b) as suas decisões são insusceptíveis de revisão
judicial.
c) escapam de sua jurisdição os órgãos do Poder
Legislativo.
d) lhe compete sustar a execução do contrato por ele
impugnado por vício de ilegalidade não sanada.
e) lhe compete aplicar multa aos responsáveis por
despesa ilegal, cuja decisão tem eficácia de título
executivo.

35 (Procurador do BACEN/2002) – Não se insere no


elenco de competências do sistema de controle interno,
constitucionalmente previstas:
a) apoiar o controle externo no exercício de sua missão
institucional.
b) assinar prazo para que órgão ou entidade adote as
providências necessárias ao exato cumprimento da lei,
se verificada ilegalidade.
c) exercer o controle das operações de crédito, avais e
garantias, bem como dos direitos e haveres da União.
d) comprovar a legalidade e avaliar os resultados,
quanto à eficácia e à eficiência, da aplicação de recursos
públicos por entidade de direito privado.

575
e) avaliar o cumprimento das metas previstas no plano
plurianual.

36 (TRF/2002) – A fiscalização dos órgãos da


Administração Pública Federal, quanto aos aspectos da
legalidade, legitimidade e economicidade, será exercida
pelo Congresso Nacional, com o auxílio do Tribunal de
Contas da União – TCU, e pelo 30 sistema de controle
interno de cada Poder, sendo que ao TCU compete
apreciar as contas anuais do Presidente da República e
das suas decisões, em geral, cabe recurso para o
Congresso, salvo as de que resulte imputação de débito,
porque terão eficácia de título executivo.
a) Correta a assertiva.
b) Incorreta a assertiva, porque a apreciação das contas
presidenciais é competência exclusiva do Congresso
Nacional.
c) Incorreta a assertiva, porque das decisões do TCU
não cabe recurso para o Congresso Nacional.
d) Incorreta a assertiva, porque as decisões do TCU
imputando débito não têm eficácia de título executivo.
e) Incorreta a assertiva, porque o controle interno se
restringe a verificar a regularidade contábil de contas.

37 (Assistente de Chancelaria – MRE/2002) – A


fiscalização contábil, financeira, orçamentária,
576
operacional e patrimonial conferida (atribuída) ao
Tribunal de Contas da União,
a) restringe-se à Administração Pública Federal Direta.
b) restringe-se à Administração Pública Federal, no
âmbito do Poder Executivo.
c) abrange toda a Administração Pública Federal, Direta
e Indireta.
d) alcança a Administração Pública Direta Federal,
Estadual e Municipal.
e) abrange toda a Administração Pública Direta e
Indireta Federal, Estadual e Municipal.

38 (Oficial de Chancelaria – MRE/2002) – A


fiscalização da administração financeira, contábil,
orçamentária e patrimonial da Administração Pública
atribuída ao Tribunal de Contas da União compreende a
sua competência específica para
a) julgar as contas anuais do Presidente da República.
b) julgar as contas anuais dos responsáveis por bens e
dinheiros públicos da União e suas autarquias.
c) julgar a legalidade das licitações, como condição
prévia para serem firmados os contratos delas
decorrentes.
d) julgar a legalidade dos contratos administrativos,
como condição prévia da sua execução.

577
e) julgar as contas anuais dos Governadores e Prefeitos
Municipais.

39 (Analista de Mercado de Capitais - CVM /2000) - O


controle externo da Administração Pública, como tal
previsto na Constituição Federal, no que concerne às
funções institucionais do Tribunal de Contas da União,
a) não alcança os atos de admissão de pessoal do Poder
Legislativo.
b) não alcança os atos de admissão de pessoal nem o
exame das tomadas de contas do Poder Legislativo.
c) não alcança os atos de admissão de pessoal da
Administração Pública Indireta.
d) alcança os atos de aposentadoria e demissão do
pessoal da Administração Pública Indireta. 31
e) alcança os atos de admissão de pessoal da
Administração Pública Direta e Indireta da União, dos
Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.

40 (AFC – STN/2000) - O sistema de controle interno


não tem a atribuição de:
a) aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de
despesa, as sanções legais, inclusive multa
b) avaliar o cumprimento das metas previstas no plano
plurianual

578
c) exercer o controle das operações de crédito, avais e
garantias, bem como dos direitos e haveres da União
d) comprovar a legalidade da aplicação de recursos
públicos por entidades de direito privado
e) apoiar o controle externo no exercício de sua missão
institucional 41 (Agente Tributário Estadual - ATE –
MS/2001) - Em relação à legislação que pune os atos de
improbidade administrativa, assinale a afirmativa
verdadeira.
a) Pode ocorrer ato de improbidade administrativa
mesmo se não houver dano ao patrimônio público.
b) A aprovação, pelo competente Tribunal de Contas, do
ato impugnado exclui a aplicação de sanções por
improbidade.
c) As ações relativas à improbidade prescrevem em
cinco anos contados do fato, quando o acusado for
servidor público efetivo.
d) É permitida a representação por autor anônimo para a
instauração do procedimento administrativo destinado a
apurar denúncias de improbidade.
e) A perda da função pública ocorre quando da decisão
condenatória, ainda que não definitiva.

42 (AFCE-CE/TCU-2000) - No âmbito do controle


externo, não compete ao Tribunal de Contas da União:

579
a) aplicar multas aos responsáveis por ilegalidades de
despesa pública
b) fiscalizar aplicação de qualquer recurso federal a
Estado ou Município
c) apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos
de admissão de pessoal por concurso público
d) fiscalizar as contas internacionais de empresas
supranacionais de cujo capital social a União participe
e) suster, se não atendido, a execução do ato
impugnado, comunicando a decisão à Câmara dos
Deputados e ao Senado Federal 43 (Auditor de Tributos
Municipais – Fortaleza/2003) - Assinale a assertiva
correta.
a) Servidor de autarquia não está sujeito às disposições
da Lei da Improbidade Administrativa.
b) O terceiro, não servidor, que se beneficia do ato de
improbidade administrativa, não pode ser conde-nado a
restituir o benefício indevido.
c) Não está sujeito às disposições da Lei de
Improbidade Administrativa aquele que não seja agente
público, mesmo que tenha concorrido para a prática do
ato ímprobo. 32
d) O herdeiro do servidor que se enriqueceu ilicitamente
no exercício da função não está sujeito a perder o
quinhão da herança que seja fruto do enriquecimento
ilícito.
580
e) A perda da função pública é uma das sanções
cominadas na Lei da Improbidade Administrativa.

44 (Auditor do Tribunal de Contas do Estado do


Paraná/2002) - Não se insere na finalidade do sistema
de controle interno federal, constitucionalmente
previsto, a atividade de:
a) avaliar o cumprimento das metas previstas no plano
plurianual.
b) avaliar os resultados, quanto à eficácia, eficiência e
efetividade, da gestão orçamentária, financeira e
patrimonial dos órgãos e entidades da Administração.
c) exercer o controle das operações de crédito, avais e
garantias da União.
d) comprovar a legalidade da aplicação de recursos
públicos por entidades de direito privado.
e) apoiar o controle externo no exercício de sua missão
institucional.

45 (Analista de Assuntos Jurídicos – SERPRO/2001) -


O controle externo da Administração Pública, no
concernente à fiscalização contábil, financeira,
orçamentária, operacional e patrimonial, que é previsto
na Constituição a cargo do Congresso Nacional com o
auxílio do Tribunal de Contas da União,
a) é restrito aos órgãos da Administração Direta
581
b) é restrito aos órgãos e autarquias
c) abrange órgãos e entidades da Administração Direta e
Indireta
d) não abrange as empresas públicas
e) na Administração Indireta restringe-se aos aspectos
contábil e financeiro 46 (Fiscal de Tributos estaduais –
PA/2002) - O ato de “perceber vantagem econômica,
direta ou indireta, para facilitar a alienação, permuta ou
locação de bem público ou o fornecimento de serviço
por ente estatal por preço inferior ao valor de mercado”
importa em pena de:
a) suspensão dos direitos políticos por até dez nos.
b) pagamento de multa civil de até duas vezes o alor do
dano.
c) suspensão da função pública.
d) proibição de contratar com o Poder Público elo prazo
de cinco anos.
e) perda da nacionalidade brasileira.

47 (Procurador da fazenda nacional/1998) - No


exercício do controle financeiro externo, incumbe ao
Tribunal de Contas da União verificar se a despesa
realizada ocorreu de modo a atender a uma adequada
relação custo-benefício, entre o seu valor e o respectivo
resultado para a população. Este controle denomina-se:
a) fidelidade funcional
582
b) cumprimento de metas
c) legitimidade
d) economicidade
e) legalidade

48 (Técnico da Receita Federal/2003) - Em tema de


controle externo, no âmbito da Administração Pública
Federal, a competência constitucional para julgar as
contas dos administradores e demais responsáveis por
bens, dinheiros ou valores públicos, é
a) do Tribunal de Contas local, recorrível ao Tribunal de
Contas da União.
b) do Tribunal de Contas da União, recorrível ao
Supremo Tribunal Federal.
c) do Tribunal de Contas da União, recorrível ao
Congresso Nacional.
d) própria e privativa do Tribunal de Contas da União.
e) própria e privativa do Congresso Nacional.

49 (PFN / 2004) - No que tange às atividades de


controle interno e externo da Administração Pública,
assinale a opção correta.
a) A atividade do controle da União e da Administração
indireta envolve a fiscalização contábil, financeira,
operacional e patrimonial, mas não diz respeito à
matéria orçamentária, eis que a forma de execução do
583
orçamento é matéria típica do campo discricionário do
administrador público.
b) Por não envolver gastos públicos, não há controle
interno ou externo sobre a renúncia de receitas.
c) Nos termos de nossa Constituição Federal, o controle
externo da União e da Administração indireta
correspondente está a cargo do Congresso Nacional, que
o exerce com o auxílio do Tribunal de Contas da União.
d) O Tribunal de Contas da União julga não apenas as
contas dos administradores e demais responsáveis por
dinheiros, valores e bens públicos, na órbita federal,
mas também as contas prestadas anualmente pelo
Presidente da República.
e) Na órbita federal, o Tribunal de Contas da União
aprecia, para fins de registro, a legalidade dos atos de
admissão de pessoal, aí incluídas as nomeações para
cargo de provimento em comissão.

50 (Oficial de Chancelaria – MRE/2004) – Acerca do


controle externo a cargo do Poder Legislativo, assinale a
opção incorreta.
a) cabe ao Tribunal de Contas fiscalizar as contas
globais das empresas supranacionais de cujo capital
social a União participe, de forma direta ou indireta, nos
termos de tratado constitutivo.

584
b) o contrato impugnado poderá ser sustado pelo
Congresso Nacional, que solicitará ao Poder Executivo
as medidas cabíveis.
c) as decisões do Tribunal de Contas de que resulte
imputação de débito ou multa terão eficácia de título
executivo.
d) a fiscalização averiguará os aspectos de legalidade,
legitimidade e economicidade da alocação de recursos
públicos.
e) a fiscalização sobre a renúncia de receitas é
competência do Congresso Nacional.

51 (AFRF/2005) - Não inclui na finalidade do sistema


de controle interno federal, constitucionalmente
previsto, a atividade de
a) avaliar os resultados, quanto à eficácia, eficiência e
efetividade, da gestão orçamentária, financeira e
patrimonial dos órgãos e entidades da Administração.
b) exercer o controle das operações de crédito, avais e
garantias da União.
c) comprovar a legalidade da aplicação de recursos
públicos por entidades de direito privado.
d) apoiar o controle externo no exercício de sua missão
institucional.
e) avaliar o cumprimento das metas previstas no plano
plurianual.
585
52 (AFC – CGU – 2006) - Sobre a Lei da Improbidade
Administrativa é correto afirmar: I. as sanções nela
previstas aplicam-se, também, àquele que, mesmo não
sendo agente público, induza ou concorra para a prática
do ato de improbidade. II. a indisponibilidade dos bens,
para fins de garantir o ressarcimento do dano, pode ser
requerida antes de transitar em julgado a sentença
condenatória. III. reputa-se agente público a pessoa que
exercer um cargo público, ainda que sem remuneração.
IV. o Ministério Público deve ser informado da
existência de procedimento administrativo instaurado
para apurar a prática de ato de improbidade, antes
mesmo da sua conclusão. V. havendo fundados indícios
de enriquecimento ilícito, pode ser requerido o
seqüestro dos bens do beneficiário, antes mesmo de
concluído o procedimento administrativo. Estão corretas
a) apenas as afirmativas I, II, III e IV.
b) as afirmativas I, II, III, IV e V.
c) apenas as afirmativas I, II, IV e V.
d) apenas as afirmativas II, III, IV e V.
e) apenas as afirmativas I, II, III e V.

53 (AFC – CGU – 2006) - Compete ao Tribunal de


Contas da União:

586
I. julgar as contas dos dirigentes das sociedades de
economia mista de cujo capital a União participe.
II. fiscalizar as contas nacionais das empresas
supranacionais de cujo capital a União participe.
III. aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade da
despesa, as sanções cabíveis.
IV. fiscalizar a aplicação dos recursos do Fundo de
Participação dos Municípios, repassados aos mesmos.
V. assinar prazo para que o órgão adote as providências
necessárias ao exato cumprimento da lei, em caso de
ilegalidade. Estão corretas
a) apenas as afirmativas I, II, III e V.
b) apenas as afirmativas I, II, III e IV.
c) apenas as afirmativas I, II, IV e V.
d) apenas as afirmativas II, III, IV e V.
e) as afirmativas I, II, III, IV e V.

54 (PFN/2006) - Sobre improbidade administrativa, na


forma como disciplinada em legislação federal, é
correto dizer que
a) é possível se falar em improbidade administrativa
para atos que não importem enriquecimento ilícito e não
tenham causado prejuízo ao erário.
b) a obrigação de ressarcimento do dano se restringe aos
atos de lesão ao patrimônio público dolosos, sejam
omissivos ou comissivos.
587
c) a regra de que o sucessor responde por dívidas do
sucedido não se aplica em hipóteses de improbidade
administrativa, dada a natureza personalíssima da
responsabilidade pelos atos envolvidos.
d) em vista da gravidade dos atos de improbidade
administrativa, o legislador federal optou por tornar as
ações respectivas imprescritíveis, o que deu azo a duras
críticas pela doutrina e jurisprudência pátrias.
e) tecnicamente, somente o servidor público pode
praticar atos de improbidade administrativa.

55 (TRF/2006) - O controle externo, exercido pelo


Tribunal de Contas da União, quanto aos atos praticados
pela Administração Pública Federal, relativos a
concessões de aposentadorias, é característico do tipo
a) concomitante.
b) declaratório.
c) jurisdicional.
d) posterior.
e) prévio.

3º) FCC

56 (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE


Acre/2003) - Considere as afirmações abaixo, quanto às
denúncias sobre irregularidades praticadas por servidor
588
público e seus requisitos para merecer apuração pela
Administração Pública. I. Deverão conter a
identificação e o endereço do denunciante. II. Poderão
ser anônimas, desde que o fato narrado configure
infração disciplinar ou penal. III. Deverão ser
formuladas por escrito, com autenticidade confirmada.
IV. Serão apuradas mesmo quando o fato narrado não
configurar evidente infração disciplinar ou penal. São
corretos APENAS
A) I e III
B) I e IV
C) II
D) III e IV
E) IV

57 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª


Região/2003) - O controle interno da Administração é
realizado por ela também quando revoga o ato
administrativo por motivo de conveniência ou
oportunidade. Nesse caso, o ato revogando deve ser
A) legítimo e eficaz ou ilegítimo e ineficaz; a revogação
gera efeitos ex nunc, no primeiro caso, e ex tunc, no
segundo
B) legítimo, mas ineficaz; a revogação gera efeitos ex
tunc
C) ilegítimo e ineficaz; a revogação gera efeitos ex nunc
589
D) ilegítimo, mas com a eficácia inerente a todo ato
administrativo; a revogação gera efeitos ex tunc
E)) legítimo e eficaz; a revogação gera efeitos ex nunc.

58 (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRF 4ª


Região/2001) - Uma unidade administrativa do Poder
Judiciário Federal está sofrendo auditoria orçamentária
por parte do Tribunal de Contas da União. Essa
auditoria
A) pode estar sendo realizada por iniciativa própria
desse Tribunal de Contas
B) deve ter sido autorizada pelo Poder Judiciário, sem o
que não poderia estar sendo feita
C) somente pode ter sido determinada pelo Congresso
Nacional
D) é privativa do Tribunal de Contas, mas só pode ser
realizada a pedido do Senado Federal ou da Câmara dos
Deputados
E) depende de requisição do Poder Judiciário ao
Tribunal de Contas.

59 (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª


Região/2003) - Se apurada irregularidade em contrato
celebrado por órgão da Administração pública federal,
deverá o Tribunal de Contas (

590
A) encaminhar relatório circunstanciado ao Poder
Judiciário, para que este tome as medidas cabíveis
B)) representar ao poder competente sobre a
irregularidade apurada
C) determinar a sustação do contrato e solicitar ao Poder
Executivo a tomada das medidas cabíveis
D) anular o contrato e imputar multa aos que julgar
responsáveis pela irregularidade
E) promover a responsabilização cível e criminal,
perante o Poder Judiciário, daqueles que celebraram o
contrato.

60 (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) - A ação


judicial para apuração da prática de ato de improbidade
administrativa, nos termos da Lei nº 8.429/92,
A) é de iniciativa exclusiva do Ministério Público
B) comporta transação, desde que haja concordância
expressa da pessoa jurídica interessada e ressarcimento
dos danos causados ao patrimônio público
C) deve ser extinta, sem aplicação de sanção, ante a
aprovação, pelo Tribunal de Contas competente, das
contas do administrador responsável pelo ato
impugnado
D) pode acarretar a aplicação de sanções
independentemente da efetiva ocorrência de dano ao
patrimônio público
591
E) é imprescritível.

61 (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de


Sergipe – Janeiro/2002) - Conforme norma da
Constituição Federal, os Poderes Legislativo, Executivo
e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de
controle interno. É finalidade estranha a esse controle
interno
A) avaliar o cumprimento das metas previstas no plano
plurianual
B) rever os atos praticados pelo órgão incumbido do
controle externo
C) avaliar a execução dos programas de governo e dos
orçamentos
D) comprovar a legalidade e avaliar os resultados,
quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária,
financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da
Administração
E) comprovar a legalidade e avaliar os resultados,
quanto à eficácia e eficiência, da aplicação de recursos
públicos por entidades de direito privado.

62 (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de


Sergipe – Janeiro/2002) - Quanto à sua exeqüibilidade,
as decisões do Tribunal de Contas de que resulte
imputação de débito ou multa
592
A) terão eficácia de título executivo
B) terão apenas eficácia de recomendação ao Poder
Legislativo
C) terão apenas eficácia de recomendação ao Poder
Executivo
D) poderão ser executadas somente após sua aprovação
pelo chefe do Poder Executivo
E) poderão ser executadas somente após sua aprovação
pelo órgão do Poder Judiciário competente em cada
caso.

63 (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de


Sergipe – Janeiro/2002) - É de competência do Tribunal
de Contas apreciar, para fins de registro, a legalidade
dos atos de admissão de pessoal na Administração.
Configuram exceção a essa regra as
A) contratações de empregados pelas fundações
instituídas e mantidas pelo Poder Público
B) nomeações para cargo de provimento em comissão
C) contratações de empregados pelas sociedades de
economia mista
D) contratações de empregados pelas empresas públicas
E) nomeações para cargo de provimento efetivo em
autarquias de regime especial.

593
64 (Técnico Judiciário – Adm - TRE-PE/2004) - No
controle externo da administração financeira e
orçamentária é que se inserem as principais atribuições
dos nossos Tribunais de Contas, como órgãos
A) independentes e auxiliares dos Judiciários e
colaboradores dos Legislativos
B) dependentes do Poder Judiciário e auxiliares do
Poder Executivo
C) independentes e auxiliares dos Poderes Executivo e
Judiciário
D) dependentes e auxiliares dos Poderes Legislativo e
Judiciário
E) independentes, mas auxiliares dos Legislativos e
colaboradores dos Executivos.

65 (Técnico Judiciário - Jud – TRT 3ª R/2004) - Os atos


de improbidade administrativa praticados por servidor
público da administração direta e indireta de qualquer
dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal
e dos Municípios importarão a
A) indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao
erário pelo servidor, que será suspenso temporariamente
de sua função pública
B) cassação de direitos políticos e a conseqüente perda
da função pública do servidor, independentemente do

594
ressarcimento ao erário pelos danos causados ao
patrimônio público
C) suspensão dos direitos políticos, a perda da
respectiva função pública e a indisponibilidade dos bens
e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação
previstas em lei
D) perda temporária da função pública enquanto
durarem os efeitos da condenação e a conseqüente
cassação dos direitos políticos
E) perda temporária dos direitos políticos, a
indisponibilidade dos bens do servidor mas não
acarretarão a perda da função pública.

66 (Analista Judiciário – Jud – TRT 23ª R/2004) - Em


conformidade com a lei de improbidade administrativa,
o agente público que retardar ou deixar de praticar,
indevidamente, ato de ofício, independentemente das
sanções penais, civis e administrativas, previstas na
legislação específica, está sujeito, dentre outras, às
seguintes cominações:

I. proibição de contratar com o Poder Público ou receber


benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou
indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa
jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez
anos.
595
II. ressarcimento integral do dano, se houver, perda da
função pública, suspensão dos direitos políticos de três a
cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o
valor da remuneração percebida pelo agente.

III. perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao


patrimônio, ressarcimento integral do dano, quando
houver, perda da função pública, suspensão dos direitos
políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil
de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial.

IV. proibição de contratar com o Poder Público ou


receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios,
direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de
pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo
prazo de três anos.

67 (Auditor – TC-PI/2005) - NÃO figura no rol de


sanções legalmente previstas para a prática de ato de
improbidade administrativa
A) a suspensão de direitos políticos
B) a perda de bens
C) o pagamento de multa de caráter penal
D) a perda da função pública
E) a proibição de contratar com o Poder Público.
596
68 (Procurador – TC-PI/2005) - As ações de
improbidade administrativa, seja qual for a espécie de
ato de improbidade praticado,
A) acarretam, em caso de procedência, suspensão dos
direitos políticos do administrador ímprobo
B) devem ser propostas pelo Ministério Público
C) admitem transação, desde que homologada
judicialmente
D) instauram juízo universal, atraindo todas as ações
penais e civis com o mesmo objeto
E) dependem exclusivamente de representação de
autoridade competente.

69 (Procurador do Município de São Paulo/2004) - O


controle pelo Poder Judiciário do ato administrativo
praticado no exercício de competência discricionária do
administrador público
A) independe de provocação e deverá ser exercido sem
invasão nos aspectos reservados à apreciação subjetiva
da Administração Pública
B) depende de provocação e deverá ser exercido sem
invasão nos aspectos relativos à conveniência e à
oportunidade da Administração Pública

597
C) depende de provocação e deverá restringir-se aos
aspectos de competência e formalidade do ato
administrativo
D) independe de provocação e deverá ser restrito aos
aspectos de legalidade do ato
E) é cabível com relação aos aspectos de legalidade e de
mérito do ato administrativo.

70 (Procurador do Município de São Paulo/2004) - O


ato de improbidade administrativa, ensejador das
medidas sancionatórias previstas no ordenamento
constitucional federal, caracteriza-se como ato danoso
A) contra a Administração, podendo estar ou não
previsto em lei, com enriquecimento ilícito para o
sujeito ativo e prejuízo para o Erário,
independentemente da presença dos elementos
subjetivos do dolo e da culpa
B) previsto em lei, contra a Administração, com
enriquecimento ilícito para o sujeito ativo e prejuízo
para o Erário, estando excluídas, como sujeitos passivos
do ato, as autarquias e as empresas públicas
C) previsto em lei, contra a Administração, com
enriquecimento ilícito para o sujeito ativo e prejuízo
para o Erário, independentemente da presença dos
elementos subjetivos do dolo ou da culpa do sujeito
causador do ato
598
D) previsto em lei, com enriquecimento ilícito para o
sujeito ativo, prejuízo para o Erário ou atentado contra
os princípios da Administração Pública
E) contra a Administração, podendo estar ou não
previsto em lei, com enriquecimento ilícito para o
sujeito ativo e prejuízo para o Erário, estando 40
excluídas, como sujeitos passivos do ato, as autarquias e
as empresas públicas.

71 (Técnico Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) -


É certo que as ações destinadas a levar a efeito as
sanções previstas pela prática de ato de improbidade
administrativa podem ser propostas
A) até 2 (dois) anos, a partir da data da falta
administrativa pelo ocupante de função em confiança
B) até 5 (cinco) anos, após o término do exercício de
cargo em comissão
C) dentro de 10 (dez) anos, após a rescisão do contrato
de trabalho referente a emprego público
D) dentro de 10 (dez) anos, a partir da consumação do
fato lesivo pelo ocupante de cargo efetivo
E) a qualquer tempo, por serem as infrações
imprescritíveis, especialmente em razão do interesse
público.

599
72 (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 15ª
R/2004) - Vera Lúcia, servidora do Tribunal Regional
do Trabalho, permitiu e facilitou a aquisição de
impressos para o referido Tribunal, por preço superior
ao do mercado. Nesse caso, Vera Lúcia estará sujeita,
dentre outras cominações,
A) à perda da função pública, suspensão dos direitos
políticos de 5 (cinco) a 8 (oito) anos e proibição de
contratar com o Poder Público pelo prazo de 5 (cinco)
anos
B) ao pagamento de multa civil de até 5 (cinco) vezes o
valor do dano, suspensão da função pública e proibição
de receber incentivos creditícios pelo prazo de 3 (três)
anos
C) perda dos direitos políticos, suspensão da função
pública e proibição de receber benefícios ou incentivos
fiscais pelo prazo de 4 (quatro) anos
D) pagamento de multa civil de até 3 (três) vezes o
valor do dano, proibição de contratar com o Poder
Público e suspensão dos direitos políticos pelo prazo de
3 (três) a 6 (seis) anos
E) perda dos direitos políticos, ressarcimento
proporcional do dano e proibição de receber incentivos
fiscais ou creditícios pelo prazo de 5 (cinco) a 10 (dez)
anos. .

600
73 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE –
MG/2005) - No que tange aos atos de improbidade
administrativa, a Lei no 8.429/92 dispõe que
A) o Ministério Público atuará sempre como parte e o
órgão público lesado, como fiscal da lei
B) a aprovação das contas pelo Tribunal de Contas
respectivo é requisito indispensável para sua
caracterização
C) os particulares que concorrerem para sua prática
somente serão responsabilizados na esfera penal e
mediante a comprovação de dolo ou culpa
D) a constatação de sua prática gera a responsabilidade
objetiva do agente
E) a aplicação das sanções independe da efetiva
ocorrência de dano ao erário.

74 (Procurador – PGE-SE/2005) - É elemento


característico do regime da ação de improbidade
administrativa estabelecido pela Lei no 8.429/92
A) a competência privativa do Ministério Público para
seu ajuizamento
B) a possibilidade de resultar na aplicação de pena
privativa de liberdade, desde que o mesmo fato já não
tenha gerado condenação em processo penal
C)a extensão de sua tutela a atos praticados por
qualquer agente público, servidor ou não
601
D) a possibilidade de resultar na aplicação de pena de
perda de direitos políticos
E) a transmissão das cominações da Lei ao sucessor
causa mortis do réu, independentemente do valor da
herança.

75 (Auditor – TCE/MG/2005) - O controle externo da


Administração Pública, exercido com apoio do Tribunal
de Contas, na forma prevista pela Constituição Federal,
A) não alcança os atos praticados no âmbito do Poder
Legislativo e do Poder Judiciário
B) somente alcança os atos de admissão de pessoal do
Poder Executivo, em relação aos cargos de provimento
em comissão
C) não alcança os atos de admissão de pessoal das
entidades integrantes da Administração indireta,quando
sob o regime da CL T
D) alcança os atos de concessão de aposentadorias,
reformas e pensões do Poder Executivo, bem como as
melhorias posteriores, ainda que não impliquem
alteração do fundamento legal do ato concessório
E) alcança os atos de admissão de pessoal, na
Administração direta e indireta, incluídas as fundações
instituídas e mantidas pelo poder público, excetuadas as
nomeações para cargos de provimento em comissão.

602
76 (Procurador – TCE/MA - 2005) - A sanção de
suspensão dos direitos políticos é aplicável aos atos de
improbidade administrativa que
A) importam enriquecimento ilícito, apenas
B) causam prejuízo ao erário, apenas
C) atentam contra os princípios da administração
pública, apenas
D) importam enriquecimento ilícito e que causam
prejuízo ao erário, apenas
E) importam enriquecimento ilícito, que causam
prejuízo ao erário ou que atentam contra os princípios
de administração pública.

77 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE


AP/2006) - Com relação à Lei de improbidade
administrativa ( Lei nº. 8.429/92) é certo que
a) A autoridade judicial competente poderá determinar o
afastamento do agente público do exercício do cargo,
com prejuízo da remuneração, quando a medida se fizer
necessária à instrução processual.
b) Constitui apenas infração administrativa a
representação por ato de improbidade contra agente
público, quando o autor da denúncia o sabe inocente.
c) A perda da função pública e a suspensão dos direitos
políticos se efetivam com a publicação da sentença

603
condenatória, independentemente do efetivo trânsito em
julgado.
d) A aplicação das sanções nela previstas independem
da aprovação ou rejeição das contas pelo órgão de
controle interno ou pelo tribunal ou Conselho de
Contas.
e) As ações destinadas a levar a efeitos as sanções
penais nela previstas devem ser propostas, em qualquer
hipótese, em até 2 anos após o término do exercício de
mandato, de cargo em comissão ou de função de
confiança.

78 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


24ª Região/2006) - A Administração Pública, ao revogar
uma permissão de uso de bem público por razões de
conveniência, exerce controle
A) interno, de mérito e anterior
B) interno, de mérito e posterior
C) externo, de legalidade e concomitante
D) externo,de mérito e posterior
E) interno, de legalidade e anterior

Gabarito:
1. 2. EEE 4. 6. E 9. CC
CCCE 3. ECEEE 7. EE 10. EE
C EEEEE 5. C 8. CE
604
11. 24. EC 36. C 51. A 66. D
EEE 25. 37. C 52. B 67. C
12. E ECCC 38. B 53. A 68. A
13. E 26. 39. E 54. A 69. B
14. ECE 40. A 55. D 70. D
CEE 27. 41. A 56. A 71. B
15. E ECCC 42. D 57. E 72. A
16. E 28. C 43. E 58. A 73. E
17. EC 29. E 44. B 59. B 74. C
18. E 30. E 45. C 60. D 75. E
19. C 31. C 46. A 61. B 76. E
20. E 32. D 47. D 62. A 77. D
21. E 33. E 48. D 63. B 78. B
22. E 34. E 49. C 64. E
23. C 35. B 50. A 65. C

INTERVENÇÃO

1º) CESPE

1 (ASSISTENTE JURÍDICO DO DF/2001) Ao direito


que tem o proprietário de exigir que, na desapropriação,
inclua-se a parte restante dos bens que se tornaram
inúteis ou de difícil utilização, por decorrência de
expropriação, chama-se direito de retrocessão.

605
2 (Juiz Substituto – TJ RN/1999) - É efeito direto e
imediato da declaração expropriatória, veiculada por
decreto do chefe do Poder Executivo,
A) a missão na posse pelo expropriante
B) o pagamento de indenização provisória ao
expropriado
C) a possibilidade de registro provisório do domínio
público junto à matricula do imóvel no respectivo
Cartório
D) o inicio da contagem do prazo decadencial de cinco
anos para efetivar-se a desapropriação por utilidade
pública ou interesse social
E) a autorização às autoridades administrativas para
penetrar nos imóveis compreendidos na declaração, se
necessário com o auxilio de força policial.

3 (Defensor Público de 4ª Classe – Amazonas/2003) -


Julgue os itens seguintes, acerca da desapropriação, do
tombamento e das limitações administrativas ao direito
de propriedade. 01 A União somente poderia
desapropriar o prédio em que funciona a sede da
Defensoria Pública do Estado do Amazonas se esta
desapropriação fosse autorizada por decreto editado
pelo governador do Amazonas. 02 Tanto no
tombamento como na desapropriação, a prévia
indenização é requisito de validade do próprio ato. 03 A
606
desapropriação por utilidade pública é um ato
administrativo vinculado, pois a lei determina os casos
em que esse instituto administrativo pode ser utilizado.

4 (Juiz Substituto – TJBA/2002) – A requisição


administrativa difere da desapropriação, entre outros
aspectos, pelo fato de visar apenas ao uso do bem e pelo
de ser transitória, ao passo que a desapropriação atinge a
propriedade e é permanente; em todos os casos,
contudo, o particular deve ser ressarcido dos danos que
efetivamente sofrer.

5 (Juiz Substituto – TJBA/2002) - Os estados- membros


não têm competência para legislar acerca de
desapropriação, uma vez que tal competência é da
União; não obstante, têm competência para promover a
desapropriação, em certos casos, assim como a têm
outros entes públicos, a exemplo de certas autarquias.

6 (Juiz Substituto – TJPA/2002) - José é proprietário de


imóvel rural. Não obstante se tratar de imóvel
produtivo, foi publicado decreto que declarou o bem de
utilidade
19 pública com vistas à construção de Universidade
Rural. Não havendo acordo quanto ao valor da
indenização a ser paga, procedeu-se à instauração da
607
ação judicial cabível. Com relação a essa situação
hipotética, julgue os itens que se seguem. 01 Tendo sido
declarado que o bem a ser desapropriado serviria à
construção de universidade, qualquer outra finalidade
que seja dada ao imóvel caracterizará tredestinação, o
que ensejará a José direito de retrocessão. 02 O poder
público, não tendo obtido acordo quanto ao valor da
indenização a ser paga, poderá solicitar ao juiz da ação
de desapropriação a imissão provisória na posse, cujo
deferimento dependerá de prévio pagamento de valor
correspondente a percentual da avaliação feita pelo
poder público. 03 Caso o poder público não desaproprie
todo o imóvel, José terá o direito de extensão, por meio
do qual poderá obrigar o poder público a incluir na
desapropriação parcelas de terra restantes que não se
prestariam ao uso.

7 (Analista legislativo àrea VIII – Câmara dos


Deputados/2002) - A servidão administrativa é um tipo
de atividade do poder de polícia que recai sobre a
propriedade, alcançando uma categoria abstrata de bens.

8 (Analista legislativo àrea VIII – Câmara dos


Deputados/2002) -Acerca dos bens públicos e das
limitações à propriedade privada, julgue os seguintes
itens.
608
01 A desapropriação no direito brasileiro ocorre por
meio da indenização prévia, justa e em dinheiro, bem
como por meio de pagamento em títulos especiais da
dívida pública.

02 Poderá ocorrer desapropriação, sem indenização, no


caso de parcelamento irregular do solo urbano, em vista
de existência de ação de natureza criminosa. 03 A
desapropriação a título punitivo, sem indenização,
prevista no caso de cultivo de plantas psicotrópicas,
poderá ocorrer sem as garantias de contraditório e ampla
defesa.

9 (Analista legislativo Área VIII – Câmara dos


Deputados/2002) -Julgue os itens que se seguem,
relativos a intervenção do Estado na propriedade
privada. 01 A colocação de placas indicativas de nomes
das ruas em casa de particulares configura- se apenas
como limitação administrativa. 02 A colocação de
outdoor educativo em casas particulares configura- se
como servidão não-indenizável, em vista de não haver
prejuízo. 03 Todas as servidões são indenizáveis pois o
particular suporta na sua propriedade um ônus.

609
10 (Controlador de Recursos Públicos – TCE/ES-2004)
- Em determinado estado, foi instalada uma área de
porto organizado dentro dos limites de um município
costeiro. A exploração das atividades de capatazia na
área pública desse porto foi concedida a uma sociedade
de economia mista ligada ao Ministério dos Transportes,
à qual, para a instalação da área, foram cedidos, sob
regime de delegação, prédios de propriedade da União.
A instalação implicou, ainda, a necessidade de
instituição de servidões administrativas, bem como a
desapropriação de alguns terrenos pertencentes a
particulares.
Considerando essa situação hipotética, julgue os itens
que se seguem. C As servidões administrativas
necessárias à instalação do porto serão instituídas por
acordo administrativo ou por sentença judicial e
precedidas de ato declaratório de servidão. Além disso,
devem ser efetivadas com o registro competente, para
que gerem efeitos erga omnes. E No que se refere ao
processo desapropriatório dos terrenos particulares, se o
Estado não efetivar a desapropriação no prazo legal,
ocorrerá a caducidade, e os terrenos não poderão ser
objeto de nova declaração expropriatória.

11 (Juiz Substituto – TJSE/2004) C A. Após o


apossamento dos bens pela administração pública e a
610
sua integração ao domínio público, em razão de
desapropriação indireta, não é possível a reintegração na
posse ou reivindicação desses bens pelo proprietário
desapropriado, cabendo-lhe pleitear indenização por
perdas e danos, a qual terá como uma de suas parcelas
os juros compensatórios.

12 (Juiz Substituto – TJSE/2004) - No caso de a


administração pública dar ao imóvel expropriado uma
destinação pública diversa da mencionada no ato
expropriatório, cabe a retrocessão.

13 (Juiz Federal Substituto – TRF/5ª Região – 2004) C


B. Não obstante a proteção constitucional do direito de
propriedade e a previsão de que a indenização, no caso
de desapropriação por utilidade pública, seja prévia, a
jurisprudência firmou-se no sentido de ser juridicamente
válida a norma do Decreto-lei n.º 3.365/1941, que
autoriza, em certos casos, a imissão provisória na posse
do bem por parte do poder expropriante, mediante
depósito. STÃO 94 14 (Procurador do Ministério
Público junto ao TCU – 2004) - O tombamento de bem
particular que constitua patrimônio histórico não gera,
como regra, obrigação de indenizar.

611
15 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - Assinale a
opção correta com relação à desapropriação. A As
desapropriações por interesse social serão sempre feitas
mediante prévia e justa indenização em dinheiro. B A
desapropriação é um procedimento administrativo que
possui uma fase declaratória e uma fase executória. C
Os bens das autarquias e das fundações públicas que
não sejam vinculados ao serviço público podem ser
expropriados desde que haja expressa autorização
legislativa. D É possível ao Poder Judiciário avaliar
aspectos relativos à utilidade ou ao interesse social
declarados como justificativa para a desapropriação,
porque esses são requisitos legais para a consecução do
ato expropriatório. E A indenização justa do bem
expropriado não compreende parcelas relativas a juros
compensatórios e à atualização monetária.

16 (Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004) -


Um latifundiário teve parte de sua propriedade rural, por
ele não utilizada, declarada de utilidade pública, com o
propósito de desapropriação. Publicado o decreto
expropriatório, a União depositou o valor cadastral do
imóvel para fins de lançamento de imposto territorial
rural, cujo valor fora atualizado no ano anterior, e pediu,
independentemente da citação do réu, imissão
provisória na posse. Deferida a imissão, pretendeu a
612
União registro da terra em seu nome. Em face dessa
situação hipotética, julgue os itens subseqüentes. A. Não
são devidos, ao expropriado, juros compensatórios. B. O
poder público deve intentar a ação expropriatória no
prazo de até dois anos, contados da expedição do
decreto expropriatório. D. Uma vez que, incorporados à
fazenda pública, os bens expropriados não podem ser
objeto de reivindicação, o registro da terra em nome da
União faz-se possível desde a imissão. E. Se a
desapropriação fosse realizada por interesse social para
fins de reforma agrária, o expropriado poderia exigir
que toda a sua propriedade fosse expropriada, caso o
remanescente tivesse se tornado inaproveitável
isoladamente.

17 (Procurador Federal de 2ª Categoria - AGU/2004) -


Uma autarquia federal responsável pela defesa do
patrimônio histórico, no âmbito de sua competência,
autuou um município por danos em bem tombado,
provocados por um trator pertencente a essa
municipalidade. Por meio de auto de infração, lavrado
por um dos fiscais da autarquia, foi aplicada multa ao
município. Impugnada a aplicação da penalidade, o
município alegou que a multa não seria devida, porque o
tombamento não fora registrado no cartório de registro
de imóveis. Sustentou, ainda, que não poderia ser
613
multado pela autarquia ante sua personalidade de direito
público. Por derradeiro, argumentou que o ato
considerado danoso fora praticado por pessoa estranha
aos quadros de servidores do município, a quem o trator
de propriedade municipal fora emprestado por um de
seus funcionários. Pediu, por fim, a anulação do ato com
efeitos ex tunc. Em face dessa situação hipotética,
julgue os itens que se seguem. A. Teve razão o
município ao alegar que a multa não seria devida,
porque o tombamento não fora registrado no cartório de
registro de imóveis. B. O exercício do poder de polícia
por parte da autarquia federal em defesa do patrimônio
histórico pode atingir entidades públicas estaduais e
municipais.

18 (Procurador Consultivo – MP TCE/PE -2004) - Pode


o estado-membro baixar decreto desapropriatório de
terra rural para fins de reforma agrária, desde que, por
força do princípio da simetria, siga os princípios
aplicáveis à desapropriação para essa finalidade, de
competência da União.

19 (Procurador Consultivo – MP TCE/PE -2004) É


competência comum da União, estados e municípios
legislar sobre desapropriação. QUESTÃO

614
20 (Auditor do Estado – Direito - ES/2004) - A União,
bem como o estado competente, poderão desapropriar,
por interesse social, para fins de reforma agrária,
determinado
22 imóvel rural, desde que este não esteja cumprindo
sua função social, mediante justa e prévia indenização.

21 (Promotor de Justiça – MP / MT – 2005)


Tecnicamente, a perda da propriedade que a
Constituição prevê para os casos de terras nas quais
sejam cultivadas plantas psicotrópicas não se assemelha
às formas de desapropriação propriamente ditas, pois
falta àquela a reposição do patrimônio da pessoa
atingida. A indenização pela perda da propriedade é
inerente às desapropriações de que trata o Direito
Administrativo.

22 (Juiz Substituto – TJBA – 2005) - Julgue os itens


seguintes, a respeito da intervenção do Estado na
propriedade.

1 A servidão tem a natureza de direito real sobre coisa


alheia (jus in re aliena) e, na servidão de direito público,
ela está necessariamente associada ao emprego da coisa
serviente na prestação de serviço público.

615
2 De acordo com a doutrina, a chamada ocupação
provisória (ou temporária), no direito brasileiro,
equivale à desapropriação indireta, porquanto se dá sem
procedimento administrativo prévio e implica limitações
à propriedade que precisam ser indenizadas pelo poder
público.

23 (Juiz Substituto – TJBA – 2005) - Julgue os itens


seguintes com relação à desapropriação.

1 Para a desapropriação de bem público, deve-se


observar, por um lado, a regra segundo a qual apenas as
pessoas políticas de maior extensão podem expropriar
os bens das de menor extensão (de onde se conclui que
os bens federais são sempre imunes a desapropriação) e,
por outro, a necessidade de haver autorização legislativa
expedida pelo ente expropriante.

2 A fim de permitir a conclusão dos atos necessários a


consumar-se a desapropriação, a lei autoriza que, uma
vez decretada a utilidade pública de um bem para que
seja expropriado, o poder público requeira imissão
provisória na posse, de modo a poder penetrar no
imóvel.

616
24 (Defensor Público – SE – 2005) - Considere a
seguinte situação hipotética. A companhia de água e
esgoto de um município precisa construir uma rede de
esgoto que irá passar a cerca de 20 metros de
profundidade de uma propriedade utilizada apenas como
moradia. Nessa situação, deve ser utilizada a servidão
administrativa e não a desapropriação da referida área,
já que a rede de esgoto não impossibilitará o direito de
propriedade. Se, no entanto, houver algum prejuízo para
o proprietário, em decorrência desse fato, deve haver
indenização.

25 (Defensor Público – SE – 2005) - Livros e obras de


arte não podem ser objeto de desapropriação.

26 (Defensor Público – SE – 2005) - O bem objeto de


decreto de desapropriação não pode ser objeto de nova
declaração, senão após 2 anos, a contar da data em que
o primeiro decreto caducou.

27 (Juiz Federal Substituto da 5. Região/2005) - A


União desapropriou imóvel com a finalidade de
interligar duas rodovias federais. Porém, em razão de
contingenciamento de despesas, as obras de interligação
não foram realizadas. Tendo havido, no ano seguinte,
eleições para presidente da República, o novo governo
617
eleito não demonstrou interesse na obra e, com vistas a
promover o desenvolvimento da região, acabou por
alienar o terreno desapropriado, que foi adquirido por
uma empresa privada que nele instalou uma unidade de
produção. Nesse meio tempo, abalado com a
desapropriação, o proprietário do terreno veio a falecer
e os seus herdeiros, inconformados com a utilização do
bem por uma empresa privada, ingressaram com ação
requerendo a desconstituição da desapropriação e a
retrocessão do bem. Com relação à situação hipotética
apresentada acima, julgue os itens a seguir.

1 Em face da tredestinação, é possível a retrocessão do


bem aos herdeiros, uma vez que, segundo o
entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do
Superior Tribunal de Justiça (STJ), a retrocessão tem
natureza de direito real.

2 Caso a desapropriação do imóvel tivesse ocorrido em


razão do cultivo ilegal de plantas psicotrópicas, não
haveria a necessidade de ato declaratório de utilidade
pública, necessidade pública ou interesse social,
podendo a destinação do imóvel desapropriado para fins
de construção de interligação entre duas rodovias
federais ser definida no âmbito da ação judicial própria.

618
3º) ESAF

28 (AFC/2002) – O instituto jurídico de intervenção do


Estado na propriedade privada, impositiva de ônus real
de uso pela Administração, para assegurar a realização e
conservação de obras e serviços públicos ou de utilidade
pública, mediante indenização dos prejuízos
efetivamente suportados pelo proprietário, é uma forma
de
a) desapropriação
b) servidão administrativa
c) limitação administrativa
d) requisição administrativa
e) ocupação temporária

29 (Procurador de Fortaleza/2002) – Assinale a


afirmativa falsa, tratando-se de tombamento de bem a
favor do patrimônio histórico ou artístico.
a) O tombamento de coisa pertencente à pessoa natural
pode-se dar de modo voluntário.
b) O tombamento de bem público municipal pode-se dar
de ofício, por ato da autoridade superior do órgão do
patrimônio histórico e artístico nacional.
c) O direito de preferência favor do Poder Público não
inibe o proprietário de gravar a coisa tombada de
penhora ou hipoteca.
619
d) O tombamento pode-se dar em virtude de
excepcional valor arqueológico, bibliográfico ou
artístico da coisa.
e) As obras de origem estrangeira estão incluídas no
patrimônio histórico e artístico nacional.

30 (Procurador do BACEN/2002) – O art. 35 do


Decreto-Lei n° 3.365/41, que trata da desapropriação,
tem a seguinte redação: “Art.

35 – Os bens expropriados, uma vez incorporados à


Fazenda Pública, não podem ser objeto de
reivindicação, ainda que fundada em nulidade do
processo de desapropriação. Qualquer ação, julgada
procedente, converter-se-á em perdas e danos”. Este
dispositivo relaciona-se diretamente com o seguinte
instituto:
a) afetação
b) desapropriação indireta
c) retrocessão
d) investidura de área remanescente
e) tredestinação

31 (AGU/1997) - A Servidão Administrativa equipara-


se à desapropriação no sentido de que
a) é de execução indelegável
620
b) é passível de retrocessão
c) depende necessariamente de prévio ato declaratório
d) depende necessariamente de prévia indenização
e) intervém na propriedade privada

32 (Auditor do Tesouro Municipal – Natal) -


Relativamente ao processo de desapropriação,
a) a contestação pode suscitar questões referentes ao
domínio
b) Os ônus reais podem ser objeto de discussão
c) o pagamento da indenização a terceiro é motivo de
nulidade
d) prevalece a avaliação administrativa
e) Na contestação só podem ser discutidos o preço e
vícios processuais

33 (Procurador da fazenda nacional/1998) - A passagem


de fios elétricos de alta tensão sobre propriedade
particular caracteriza caso de:
a) desapropriação
b) servidão administrativa
c) servidão civil
d) limitação administrativa
e) ocupação administrativa

621
34 (Defensor Público Ceará/2002) - A caducidade da
declaração expropriatória, conforme se trate de
manifestação de utilidade ou necessidade pública ou de
interesse social, respectivamente, ocorre ao fim de:
A) um e quatro anos, contados da data de expedição do
respectivo decreto, podendo o mesmo bem ser objeto de
nova declaração após decorridos cinco anos.
B) quatro e um ano, contados da data da publicação do
respectivo decreto.
C) três e dois anos, contados da data de expedição do
respectivo decreto, só podendo o mesmo bem ser objeto
de nova declaração quando decorridos dois anos.
D) cinco e dois anos, contados da data da expedição do
respectivo decreto, só podendo o mesmo bem ser objeto
de nova declaração quando decorrido um ano.

35 (Procurador do Distrito Federal/2004) - O imóvel


desapropriado por utilidade pública:
a) torna-se bem patrimonial e pode ser vendido livre-
mente.
b) se não tiver o destino para o qual foi desapropriado
deve ser oferecido ao expropriado, por preço atual.
c) integra-se ao patrimônio estatal e não pode ser
vendido a particulares, no prazo de quinze anos.

622
d) pode ser reivindicado pelo expropriado, caso não seja
utilizado, em três anos, para o fim que justificou a
expropriação.
e) não pode ser vendido a outra pessoa, que não o
expropriado.

36 (Procurador do Distrito Federal/2004) -


Desapropriação indireta é:
a) a expropriação efetuada pela União, para que o
imóvel seja utilizado por Estado, Município ou pelo
Distrito Federal.
b) o ingresso da Administração na posse do imóvel, com
pagamento de indenização provisória.
c) aquela em que a indenização é feita mediante títulos
da dívida pública.
d) o esbulho praticado pelo Estado, sem justo título,
para implantar no imóvel esbulhado um serviço público.
e) a implantação, em imóvel particular de estradas ou
condutores de eletricidade ou outras utilidades de
consumo público.

37 (PFN/2006) - Sobre as servidões administrativas,


assinale a opção incorreta.
a) Como regra, dão direito à indenização.
b) Estão fora do comércio.
c) Observam o princípio da indivisibilidade.
623
d) Podem incidir sobre bem público.
e) Podem implicar não apenas uma obrigação de deixar
de fazer, mas também uma obrigação de fazer.

3º) FCC

38 (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF


4ª região/2001) - Em caso de iminente perigo público, a
autoridade competente
A) que usar de propriedade particular, sem o
consentimento do proprietário, é pessoalmente
responsável pelo custo do uso
B) não pode entrar em propriedade particular, e dela
fazer uso, sem prévia comunicação ao proprietário, a ser
feito por qualquer meio, independentemente de certeza
da entrega
C) deve indenizar o proprietário da propriedade
particular que for usada, mesmo que não decorra dano
D) pode usar de propriedade particular, assegurada ao
proprietário indenização ulterior, se houver dano
E) pode fazer uso de propriedade particular, assegurada
ao proprietário indenização posterior por desapropriação
indireta.

624
39 (Juiz Substituto – TJ RN/1999) - É efeito direto e
imediato da declaração expropriatória, veiculada por
decreto do chefe do Poder Executivo,
A) a missão na posse pelo expropriante
B) o pagamento de indenização provisória ao
expropriado
C) a possibilidade de registro provisório do domínio
público junto à matricula do imóvel no respectivo
Cartório
D) o inicio da contagem do prazo decadencial de cinco
anos para efetivar-se a desapropriação por utilidade
pública ou interesse social
E) a autorização às autoridades administrativas para
penetrar nos imóveis compreendidos na declaração, se
necessário com o auxilio de força policial.

40 (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) - Nos termos


da legislação vigente no Brasil, um bem expropriado,
uma vez incorporado à Fazenda Pública
A)não pode ser objeto de reivindicação, devendo a
situação resolver-se em perdas e danos
B) pode ser objeto de reivindicação, desde que fundada
em título constituído há mais de vinte anos
C) pode ser objeto de reivindicação, desde que fundada
em nulidade do título pelo qual o expropriado era
considerado proprietário do bem
625
D) pode ser objeto de reivindicação, desde que fundada
em previsão de preferência legal para aquisição do bem
E) pode ser objeto de reivindicação, desde que fundada
em nulidade do processo de desapropriação.

41 (Promotor de Justiça – MP SE/2002) - Com respeito


à desapropriação é correto afirmar:
A) Na necessidade pública, a desapropriação é feita pelo
Estado para atender as situações normais, adquirindo o
domínio e o uso de bens de outrem, ou seja, quando a
utilização da propriedade é conveniente e vantajosa ao
interesse público
B)) Entre seus fundamentos, encontram-se o político,
consubstanciado na supremacia do interesse público
sobre o interesse particular, sempre que inconciliáveis; e
o principiológico relacionado às atividades finalísticas
do Estado
C) Ocorre a retrocessão quando não for observado todo
o procedimento expropriatório, entrando o Poder
Público na posse do bem, passando a agir como fosse
seu proprietário, implicando o denominado apossamento
administrativo
D) A declaração de necessidade ou utilidade pública se
apresenta como um ato administrativo vinculado, sendo
veiculada por ato legislativo da esfera competente,

626
opera a transferência do domínio, e priva o proprietário
do imóvel de seus direitos dominiais
E) Será de utilidade pública sempre que o Estado, para
impor um melhor aproveitamento da terra urbana ou
rural, e ainda para prestigiar certas categorias, adquire a
propriedade de alguém e a trespassa a terceiro.

42 (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão


SET/2003) - Determinada lei municipal impôs aos
proprietários de imóveis de áreas específicas o ônus de
suportar a passagem, por seus terrenos, de cabos de
transmissão de energia elétrica, destinados ao
abastecimento municipal. Semelhante ônus (
A) pode ser considerado servidão administrativa, pois
esta caracteriza-se pela retirada do caráter exclusivo da
propriedade, implicando sua utilização também pelo
Poder Público
B) pode ser considerado servidão administrativa, pois
esta caracteriza-se por retirar do proprietário a plena
disponibilidade de seu imóvel
C) não pode ser considerado servidão administrativa,
pois não atende a uma finalidade de interesse público
D) não pode ser considerado servidão administrativa,
pois instituído por meio de lei, quando as servidões
apenas são instituídas por decreto

627
E) não pode ser considerado servidão administrativa,
pois não houve a transferência da propriedade dos
imóveis ao Poder Público.

43 (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003)


- Decretada a utilidade pública de um imóvel, para fins
de sua desapropriação, o poder executivo permanece
inerte. Transcorridos 7 (sete) anos, resolve enfim mover
o processo judicial correspondente. A propositura da
ação de desapropriação, nessa hipótese,
A) está correta
B) depende da edição de novo decreto desapropriatório,
que pode ter fundamento idêntico ao anterior
C) depende da edição de decreto desapropriatório com
fundamento diferente do anterior
D) não pode ser realizada antes de transcorrido 1 (um)
ano da edição de novo decreto desapropriatório, com
qualquer fundamento
E) é impossível, pois o imóvel não mais poderá ser
desapropriado. 04/09/03 - 16

44 (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003)


- As limitações ao direito de propriedade decorrentes do
poder de polícia da Administração

628
A) independem de lei, uma vez que compete à
Administração definir as razões de interesse público
ensejadoras de sua instituição
B) dependem de um fundamento de interesse público e
devem se restringir ao estritamente necessário ao seu
atendimento
C) são ilegais em razão do caráter absoluto do direito de
propriedade
D) podem ser instituídas por entidades privadas, que
exerçam o poder de polícia por delegação
E) independem de um fundamento de interesse público,
pois subordinam-se às razões de conveniência e
oportunidade do órgão competente.

45 (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia –


Novembro/2002) - NÃO constitui efeito imediato da
declaração expropriatória:
A) impedir a normal utilização do bem ou sua
disponibilidade
B) submeter o bem à força expropriatória do Estado
C) desobrigar o expropriante de indenizar as
benfeitorias úteis, quando feitas sem sua autorização
D) fixar o termo inicial do prazo de caducidade de cinco
anos da declaração

629
E) conferir ao Poder Público o direito de penetrar no
bem objeto da declaração, para fins de mediação e
avaliação.

46 (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia –


Novembro/2002) - Assinale a alternativa que NÃO
contém elementos distintivos válidos dos institutos da
desapropriação e da requisição
A) A desapropriação alcança sempre bens; a requisição
pode alcançar bens e serviços
B) A legislação de regência da desapropriação é
privativa da União; a legislação sobre requisição é da
competência concorrente da União e Estados
C) A desapropriação destina-se à aquisição da
propriedade; a requisição ao uso dela
D) A desapropriação, para se efetivar, depende de
acordo ou de ação judicial; a requisição é auto-
executória
E) A desapropriação exige prévia e justa indenização; a
requisição pode ser indenizada a posteriori ou mesmo
não comportar indenização.

47 (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia –


Novembro/2002) - A servidão administrativa constitui
A) ocupação provisória de imóvel particular, para fins
de interesse público
630
B) medida de restrição, geral e abstrata, imposta a
propriedades indeterminadas, em benefício da
coletividade
C) limitação administrativa incidente parcialmente
sobre o imóvel, objetivando preservar a sua expressão
cultural e histórica
D) utilização coativa de bens ou serviços particulares,
objetivando a atender necessidades coletivas urgentes e
inadiáveis.
E) direito real de gozo instituído sobre imóvel privado,
em favor de um serviço público ou de um bem afetado a
fim de utilidade pública.

48 (Procurador do Estado do Rio Grande do


Norte/2001) - A Administração Estadual desapropriou
terreno urbano para fins de utilidade pública com intuito
de edificar escola. Passados dez anos a escola teve de
ser inteiramente demolida para dar lugar, em parte da
área, a ampliação da rodovia. A parte remanescente não
aproveitada na ampliação, para não ficar ociosa, foi
transformada em posto de saúde. Em decorrência,
assinale a alternativa correta:
a) O particular desapropriado tem direito à retrocessão
da área, nos termos do artigo 1.150 do Código Civil,
porque a destinação atual do bem é diversa da apontada

631
no decreto expropriatório. Cuida-se de hipótese de
desvio de poder.
b) Ainda que não se cuide de hipótese de desvio de
poder, o antigo proprietário da área terá pleno êxito se
pleitear judicialmente a retrocessão porque a
Administração não pode alterar a destinação apontada
no decreto expropriatório.
c) Não há direito à retrocessão. Avaliando
discricionariamente a situação fática, no entanto,
poderia o administrador público, em vez de implantar o
posto de saúde, oferecer essa parte da área ao antigo
proprietário para que ele, se assim o desejasse,
exercesse o direito de preempção nas condições
previstas pelo artigo 1.150 do Código Civil, isto é,
podendo readquirir a área pelo mesmo montante
expropriado, sem qualquer atualização do valor pago
pelo Poder Público.
d) Não há direito à retrocessão. A dinâmica da vida
social admite que a Administração dê ao bem destino
diverso do inicialmente previsto, desde que igualmente
atendido o interesse público.
e) Na doutrina e na jurisprudência é pacífico o
entendimento de que não tem o primitivo proprietário o
direito de reaver o próprio imóvel desapropriado, na
medida em que a norma do Código Civil foi revogada
pelo artigo 35 do Decreto-lei n.
632
3.365, de 21 de junho de 1941. O particular teria direito,
apenas, de pleitear perdas e danos.

49 (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) - Um


imóvel, de 500 m2, onde funcionava um posto de
gasolina foi desapropriado para alargamento de uma
estrada, restando ao proprietário área de 50 m2 beirando
o acostamento da rodovia. O proprietário
A) poderá pleitear a inclusão da área de 50 m2 no preço
da indenização, remanescendo com a propriedade da
mesma
B) não terá êxito em eventual demanda judicial
proposta, vez que, não havendo fundamento legal para
questionar judicialmente os motivos da desapropriação,
não há como pretender discutir a dimensão da área
desapropriada
C) deverá ajuizar ação de desapropriação indireta,
buscando indenização pela área remanescente de 50 m2,
que restou inutilizável
D) poderá contestar a ação de desapropriação,
questionando o cabimento da medida
E) poderá invocar, em contestação, direito de extensão,
pretendendo a inclusão dos 50 m2 remanescentes na
área expropriada, porque a área restou economicamente
inaproveitável.

633
50 (Advogado – CEAL – Jul/2005) - São
desapropriações sancionatórias, dentre outras, as que
ocorrem por (
A) descumprimento da função social da propriedade
imóvel e por necessidade pública
B) existência de glebas em que sejam cultivadas plantas
psicotrópicas e por interesse social
C) descumprimento da função social da propriedade
urbana e por descumprimento da função social da
propriedade rural
D) reforma agrária e por existência de glebas em que
sejam cultivadas plantas psicotrópicas
E) reforma agrária, descumprimento da função social e
por cultivo de plantas psicotrópicas.

51 (Procurador – PGE-SE/2005) - É matéria que se


submete à competência legislativa privativa da União
Federal: (
A)a desapropriação
B) a licitação
C) as concessões de serviços públicos
D) o regime jurídico dos servidores públicos
E) a polícia urbanística.

52 (Procurador – PGE-SE/2005) - Em 30 de junho de


1999, o Governo do Estado editou decreto declarando
634
determinado imóvel de utilidade pública, para fins de
desapropriação. Até 30 de outubro de 2004, não havia
proposto ação de desapropriação. A propositura dessa
ação (
A) pode ser feita a qualquer momento
B) depende de novo decreto de utilidade pública, que
pode ser editado a qualquer momento
C)depende de novo decreto de utilidade pública, que
apenas poderá ser editado a partir de 30 de junho de
2005
D) depende de novo decreto de utilidade pública, que
apenas poderá ser editado a partir de 30 de junho de
2006
E) não é mais possível.

53 (Auditor – TCE/MG/2005) - O tombamento é um


dos institutos que têm por objeto a tutela do patrimônio
histórico e artístico nacional. Esta intervenção acarreta a
A) transferência do bem ao patrimônio público, quando
instituído sobre bem de particular
B) restrição total da utilização do bem que, embora
permaneça no patrimônio do particular, não pode ter
destinação econômica
C) transferência do bem ao patrimônio público do
interventor, ainda que se trate de bem integrante de
patrimônio público de outra pessoa política
635
D) transferência do bem ao patrimônio público do
interventor somente quando se trate de pessoa política
de grau hierárquico superior ao da proprietária do bem.
E) restrição parcial sobre o bem, que permanece no
patrimônio do proprietário, de quem se exige, em
contrapartida, a conservação das caracteristicas do bem
que ensejaram a intervenção.

54 (Procurador de Santos – Dez/2005) - A fixação de


placas em imóveis residenciais e comerciais, contendo a
denominação de vias públicas, por constituir ato de
império da Administração Municipal, caracteriza (
A) limitação administrativa não indenizável
B) declaração de interesse social, mediante prévia
indenização
C) requisição administrativa, mediante indenização
D) servidão administrativa, não passível de indenização
E) restrição administrativa, não passível de indenização.

55 (Procurador de Manaus/2006) - Considerando a


intervenção do Estado no propriedade observe: I. A
obrigação do particular de manter o imóvel urbano
roçado e limpo, ou ainda a não-construção além de certo
número de pavimento, caracteriza a limitação
administrativa. II. A passagem de fios elétricos,
telefônicos e de dutos por propriedades particulares ou
636
públicas, caracteriza a servidão administrativa. III. A
utilização de um bem móvel pela autoridade em
situação especial que demanda a compreensão do direito
de um em prol do interesse público a ser tutelado de
forma premente, inevitável, caracteriza a ocupação
temporária. IV. A utilização pelo Poder Público de um
bem imóvel para depósito de material e equipamento,
ou para acampamento de peões e instalação
administrativa, caracteriza requisição. Diante disso, são
considerados corretos, exclusivamente, o que se contém
nos itens
A) I e II
B) I e IV
C) III e IV
D) I, II e III
E) II, III e IV

56 (Procurador de Manaus/2006) - No que concerne à


desapropriação, à imissão provisória na posse de um
imóvel particular por parte do município de Manaus
A) somente poderá ser feita no próprio ato
expropriatório, e desde que tenha por objeto prédio
urbano residencial
B) deverá ser requerida exclusivamente na esfera
administrativa, desde que se deposite previamente o
valor da indenização
637
C) deverá ocorrer no prazo de 120 dias, prorrogável por
igual período, contados da data do depósito em juízo da
indenização prévia, justa e em dinheiro
D) somente ocorrerá após a citação do réu e mediante o
depósito integral do preço fixado pericialmente.
E) depende, dentre outros requisitos, da declaração de
urgência de parte do expropriante, que não poderá ser
renovada.

57 (Procurador MP TC AM/2006 - Adaptada) Para


responder à questão abaixo, considere a situação abaixo
descrita: Um município editou nova lei de uso e
ocupação do solo, em que previa uma categoria
especial de uso denominada “X1”, para determinados
imóveis urbanos de “excepcional beleza paisagística”,
assim definidos os que contivessem espécimes vegetais
ameaçados de extinção e que, cumulativamente,
mantivessem em 50% (cinqüenta por cento) de sua área
vegetal natural nativa. O enquadramento nessa
categoria dependeria de análise prévia do poder
executivo, que escolheria livremente os imóveis entre
aqueles que respeitassem os requisitos legais. Para os
imóveis que se enquadrassem na categoria “X1”,
vedavam-se a construção de novas edificações e outros
usos que não o residencial. Jorge é proprietário de
imóvel localizado na área urbana municipal. Desde
638
antes da edição da lei, explorava economicamente o
imóvel, mantendo ali um restaurante. Após a edição da
lei, Jorge formulou dois requerimentos à Prefeitura: o
primeiro, de renovação do alvará de funcionamento de
seu restaurante, cujo prazo estava em vias de se
esgotar; o segundo, da outorga de licença de
construção para ampliação das instalações. Ambos os
requerimentos foram negados, sob o argumento de que
o imóvel fora enquadrado na categoria “X1” do que
Jorge não fora informado. Caso Jorge deseje obter
indenização do município, pela desvalorização sofrida
em seu imóvel, poderá utilizar como argumento a (
A) inconstitucionalidade de qualquer intervenção
administrativa no direito de propriedade, face à garantia
constitucional do seu direito
B) responsabilidade objetiva da administração pelos
danos causados aos particulares e decorrentes de atos
ilícitos, como o praticado
C) incompetência do município para disciplinar o uso da
propriedade, matéria que por ser de direito civil é afeta
competência da União
D) responsabilidade pública por atos legislativos,
sempre que uma lei diminuir o patrimônio individual
E) quebra do princípio da igualdade perante os encargos
públicos, em razão de limitação não genérica ao direito
de propriedade que lhe foi imposta.
639
Gabarito:

1. E 11. C 22. EE 34. D 46. B


2. E 12. E 23. CE 35. B 47. E
3. EEE 13. C 24. C 36. D 48. D
4. C 14. C 25. E 37. D 49. E
5. C 15. B 26. E 38. D 50. C
6. ECC 16. 27. EE 39. E 51. A
7. E EEEEC 28. B 40. A 52. C
8. 17. EC 29. E 41. B 53. E
CEEE 18. E 30. C 42. A 54. D
9. 19. E 31. E 43. B 55. A
CCECE 20. E 32. E 44. B 56. E
10. CE 21. C 33. B 45. A 57. E

BENS PÚBLICOS

1º) CESPE

(PROCURADOR DA AGU/2002) 1. Julgue os itens


que se seguem, acerca da classificação de bens públicos.
A. Os bens que, segundo a destinação, embora
integrando o domínio público, como os demais, deles
difiram pela possibilidade de ser utilizados em qualquer

640
fim, ou mesmo alienados pela administração, se assim
esta o desejar, são chamados bens de uso comum.
B. Um prédio adquirido pela União para que nele
funcione repartição da Secretaria da Receita Federal, em
um estado da Federação, pode ser classificado como
bem público federal dominial.
C. A Praça dos Três Poderes, situada no Distrito
Federal, é classificada como bem público distrital de
uso comum.
D. A natureza jurídica do rio Tietê, cujo percurso, desde
sua nascente, limita-se ao estado de São Paulo, é de bem
público de uso comum federal.
E. O rio São Francisco, que é conhecido como rio da
integração nacional, tem natureza jurídica de bem
público federal

CONSULTOR DO SENADO/2002) 2 Um grupo de


alfaiates ocupa, há mais de trinta anos, uma casa
pertencente ao estado da Bahia, situada no centro de
Salvador. Com o projeto de restauração do centro
histórico, o governo do Estado entrou com uma ação de
reintegração de posse, alegando tratar-se de bem
público. Apesar dos argumentos jurídicofilosóficos e da
alegação do direito de morar apresentados em
contestação pelos alfaiates, a sentença foi-lhes
desfavorável. Nesse caso, a sentença foi desfavorável
641
por não haver fundamento legal para atender o pedido
dos alfaiates.

3 Uma associação, fundamentada em seu estatuto que


dispõe sobre a defesa dos direitos difusos e coletivos,
decidiu cobrar a entrada para visitantes em sítios
arqueológicos de uma determinada região do país,
alegando que protegia o meio ambiente. Nesse caso, a
cobrança está em conformidade com a Constituição da
República.

4 Os bens públicos de uso comum são utilizados de


forma livre, indiscriminada e exclusivamente gratuita.

5 Um bem público de uso especial pode ser desafetado


para se transformar em bem público de uso comum.

6 (Atendente Judiciário TJ BA 2003 - Adaptada) As


terras tradicionalmente ocupadas pelos índios incluem-
se entre os bens da União, consoante estabelece a
Constituição da República; assim, a área objeto do
litígio de que trata a hipótese é inalienável, indisponível
e insuscetível de usucapião.

7 (Analista Judiciário – Área Judiciária –TST/2003) -


Considere a seguinte situação hipotética.
642
Determinado município, a fim de obter financiamento
do BNDES, ofereceu como garantia do empréstimo um
prédio que não estava sendo utilizado pela
administração municipal e que se encontrava
desafetado, incluído, portanto, na categoria de bens
dominicais, patrimônio disponível do município. Nessa
situação, os técnicos da entidade federal não poderiam
aceitar a indicação do mencionado imóvel em razão da
impossibilidade de sua oneração em face da sua
impenhorabilidade.

8 (Auditor Fiscal INSS/2000) - O atraso reprovável do


INSS em pagar dívida para com segurado não pode
levar à penhora dos bens do Instituto como meio de
satisfação forçada do direito do credor.

9 (Defensor Público de 1ª Classe – Alagoas/2003) -


Terras devolutas são aquelas que não têm dono nem são
usadas pelo poder público, mas são indispensáveis à
defesa das fronteiras, fortificações e construções
militares, das vias federais de comunicação e (ou) da
preservação ambiental.

10 (Defensor Público de 4ª Classe – Amazonas/2003) -


Uma lei do município de Manaus – AM estabeleceu
que, a partir de 1º/12/2003, para estacionar veículos em
643
uma determinada área pública do centro da cidade, área
esta que atualmente é destinada para fins de
estacionamento gratuito, os motoristas passariam a ter
de pagar aos cofres municipais a quantia de R$ 1,00 por
hora. A instituição da cobrança pelo estacionamento
fará que a referida área deixe de ser bem de uso público
comum do povo e passe a ser bem de uso especial.

11 (Defensor Público de 4ª Classe – Amazonas/2003) -


Entre os bens públicos, apenas os dominicais são
sujeitos a usucapião, sendo imprescritíveis tanto os bens
de uso comum do povo como os bens de uso especial.

12 (Advogado da união/Nov 2002) - No atinente à


concessão, à permissão e à autorização de serviço
público e ao domínio público, julgue os itens em
seguida. A. Os prédios públicos onde funcionam os
órgãos da AGU são juridicamente considerados bens
públicos de uso especial; juridicamente, esses prédios
podem vir a ser desafetados e, por lei, tornados de uso
comum. B. Se um rio servir de limite entre o Brasil e
outro país ou provier de território estrangeiro, será de
propriedade da União; em todos os demais casos,
porém, os rios serão de propriedade dos estados da
Federação. C. Terras devolutas são bens públicos
dominiais (ou dominicais) que, por isso mesmo, não
644
estão aplicadas a nenhuma finalidade específica;
existem terras devolutas de propriedade da União, como
as da faixa de fronteira, assim como as existem de
propriedade dos estados e dos municípios.

13 (Analista legislativo àrea VIII – Câmara dos


Deputados/2002) -A concessão de uso de bem público é
contrato administrativo pelo qual a administração passa
a alguém o seu uso para uma finalidade específica,
podendo o poder público, por conveniência
administrativa, rescindi-la antes do termo estipulado
sem indenização ao concessionário.
13 14 (Analista de Controle Externo – TCU/2004) -
Segundo entendimento jurisprudencial, a
imprescritibilidade é qualidade apenas dos bens de uso
comum do povo e dos bens de uso especial.

15 (Juiz Substituto – TJSE/2004) - Salvo para os bens


insuscetíveis de valoração patrimonial, a característica
de inalienabilidade dos bens públicos não é absoluta.
QUESTÃO 8

16 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - Em razão


de sua destinação a fins públicos, os bens de uso comum
do povo e os de uso especial possuem como

645
característica a inalienabilidade absoluta e, como
decorrência desta, a impenhorabilidade.

17 (Procurador do Estado do Ceará – 2004) - Embora a


permissão de uso seja um ato precário , a sua revogação
pela administração pública poderá dar-se com ou sem
indenização para o particular permissionário.

18 (Analista Judiciário / Área Administrativa – STJ –


2004) - Os rios públicos são aqueles situados em
terrenos públicos, navegáveis ou flutuáveis, os que
destes se façam e os que lhes determinem a
navegabilidade ou flutuabilidade.

19 (Analista Judiciário / Área Administrativa – STJ –


2004) - Os chamados terrenos de marinha são bens
públicos marginais, também denominados ribeirinhos,
situados nas faixas de terra à margem dos rios públicos,
livres da influência das marés, em uma extensão 15 m
contados da linha média das enchentes médias
ordinárias.

20 (Analista Judiciário / Área Judiciária – STJ – 2004) -


Para que sejam considerados alienáveis, os bens de uso
comum ou de uso especial precisam ser transformados

646
em dominiais e submetidos ao procedimento da
desafetação.

21 (Analista Judiciário / Área Judiciária – STJ – 2004) -


O fechamento de determinadas vias públicas para
atividades desportivas ou recreativas pode incluir-se na
modalidade genérica da concessão de direito real de uso
e na modalidade específica da permissão especial de
uso.

22 (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRE/AL –


2004) - Como regra, a utilização dos bens de uso
comum prescinde de autorização específica do poder
público. Em alguns casos, dependendo de permissão,
pode haver a utilização de bens de uso comum, por
particular, com certo grau de exclusividade.

23 (Analista Judiciário / Área Judiciária – TRE/RS –


2003) - No que diz respeito aos bens públicos, julgue os
itens abaixo. A. Bens de uso comum são aqueles
voltados para a utilização da coletividade em geral,
enquanto bens dominicais são aqueles móveis ou
imóveis utilizados pela administração pública para a
consecução de seu fim. B. A cessão de uso é um
contrato administrativo pelo qual a administração

647
outorga ao particular o direito de uso exclusivo de bem
público, segundo sua destinação específica.
14 C. As terras devolutas são aquelas situadas no
continente, na costa marítima e nas margens de rios e
lagoas, bem como os terrenos que contornam as ilhas
situadas em zonas de influência das marés.

24 (Procurador – MP TCE/PE - 2004) - A alteração da


destinação do bem público de uso especial acarretará a
sua desafetação, ou seja, passará o bem a integrar
categoria de dominicais, desonerando-o do gravame que
o vinculava à finalidade determinada.

25 (Juiz Substituto – TJ – MT – 2004) - Assinale a


opção correta. A Os bens das fundações de direito
público estão sujeitos a penhora. B A responsabilidade
civil das pessoas jurídicas de direito público externo, de
acordo com o Código Civil, é objetiva. C O uso comum
dos bens públicos pode ser gratuito ou retribuído. D O
servidor público estadual tem domicílio necessário na
capital do estado, ainda que exerça suas funções em
outra cidade.

26 (Juiz Federal Substituto da 5. Região/2005) - A


concessão de direito real de uso de bem público é, por
força de lei, intransferível por ato inter vivos.
648
2º) ESAF

27 (AFC/2002) – Incluem-se entre os bens da União, na


sua totalidade e enquanto estejam no território nacional,
a) as terras devolutas.
b) as ilhas fluviais e lacustres.
c) os lagos e rios navegáveis.
d) as praias marítimas.
e) as ilhas costeiras.

28 (ESAF/AGU/98) Existem certos bens públicos que, a


depender de determinadas circunstâncias especiais,
tanto podem ser da União ou do Estado de sua
localização, como é o caso
a) das ilhas oceânicas
b) dos terrenos de marinha
c) das praias marítimas
d) do mar territorial
e) dos recursos minerais

29 (Auditor do Tesouro Municipal – Natal) - As terras


devolutas pertencem
a) exclusivamente à União
b) exclusivamente aos estados
c) exclusivamente aos Municípios
649
d) à União e aos Estados, conforme sua localização
e) à União, aos Estados e aos Municípios, conforme sua
localização

30 (Procurador da fazenda nacional/1998) - O processo


pelo qual um bem público de uso comum passa a
classificar-se como bem dominical denomina-se:
a) Alienação
b) Desapropriação
c) Retrocessão
d) Tombamento
e) Desafetação

31 (Técnico de Finanças e Controle/2001) - Os bens


públicos de uso especial são
a) aqueles utilizados por todos, sem necessidade de
autorização ou consentimento.
b) aqueles destinados a formar a reserva patrimonial do
Poder Público, sem utilidade imediata.
c) todos aqueles que integram o patrimônio público.
d) aqueles utilizados pela Administração Pública para a
realização de suas atividades e satisfação de seus
objetivos.
e) aqueles conhecidos como bens dominicais.

650
32 (Defensor Público Ceará/2002) - Quanto à utilização
dos bens de uso especial é correto afirmar:
a) são bens de uso especial aqueles onde estão
instalados repartições públicas, aqueles utilizados
através de permissão de uso e os cedidos através de
direito real de uso.
b) são os bens onde estão instaladas as repartições
públicas e, como regra, o uso que as pessoas podem
fazer deles ó que corresponda às condições de prestação
do serviço ali sediado.
c) são os utilizados por força de enfiteuse ou
aforamento.
d) é de livre utilização por todos.

33 (Procurador do Distrito Federal/2004) - Os bens


públicos de uso especial são inalienáveis, porque:
a) não podem ser vendidos em hipótese alguma.
b) só podem ser vendidos mediante licitação pública.
c) podem ser alienados, se uma comissão nomeada pelo
chefe do executivo atestar sua desnecessidade.
d) sua alienação depende de sentença passada em
julgado.
e) só podem ser vendidos após desafetados por lei.

34 (Procurador do Distrito Federal/2004) - As terras


devolutas:
651
a) pertencem aos municípios.
b) constituem res nullius.
c) pertencem ao Estado, ressalvadas aquelas definidas
por lei, como pertencentes à União Federal.
d) pertencem aos proprietários dos terrenos adjacentes.
e) constituem território reservado à preservação
ambiental.

35 (Técnico de Finanças e Controle/2001) - Os bens


públicos de uso especial são
a) aqueles utilizados por todos, sem necessidade de
autorização ou consentimento.
b) aqueles destinados a formar a reserva patrimonial do
Poder Público, sem utilidade imediata.
c) todos aqueles que integram o patrimônio público.
d) aqueles utilizados pela Administração Pública para a
realização de suas atividades e satisfação de seus
objetivos.
e) aqueles conhecidos como bens dominicais.

36 (Analista de Controle Externo - ACE – TCU/2002) -


Em relação ao instituto do direito real de uso, referente
a bens do domínio público, não é correto afirmar:
a) pode-se dar de forma remunerada ou gratuita.
b) salvo reserva contratual, este direito é transmissível
por ato inter vivos ou causa mortis.
652
c) é oponível erga omnes.
d) pode-se dar em relação ao espaço aéreo sobre a
superfície de terrenos públicos.
e) a sua duração é sempre por prazo indeterminado,
salvo se o concessionário descumprir cláusula
resolutória do ajuste.

37 (PFN / 2004) - Sobre os bens públicos, assinale a


opção incorreta.
a) Os bens dominicais constituem objeto de direito
pessoal ou real das pessoas de direito público.
b) Os bens públicos de uso comum e os bens dominicais
estão fora do comércio.
c) A imprescritibilidade dos bens públicos diz respeito à
impossibilidade de que sejam usucapidos.
d) A legislação pátria vigente admite a possibilidade de
que o uso comum de bens públicos seja, em alguns
casos, oneroso.
e) Aplicam-se aos bens das autarquias os atributos da
impenhorabilidade e da imprescritibilidade.

38 (PFN / 2004) - O ato administrativo unilateral,


discricionário e precário, pelo qual a Administração
consente que o particular utilize bem público de modo
privado, primordialmente no interesse do utente, é o
a)
653
a) concessão de uso.
b) autorização de uso.
c) permissão de uso.
d) aforamento.
e) concessão de domínio pleno.

39 (AFC – CGU – 2006) - As terras devolutas da União


incluem-se entre os seus bens
a) afetados.
b) aforados.
c) de uso comum.
d) de uso especial.
e) dominicais.

3º) FCC

40 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


20ª Região/2002) - Segundo a Constituição Federal, um
imóvel público rural
A) sujeita-se exclusivamente à usucapião pro labore
B) sujeita-se exclusivamente à usucapião pró-moradia
C)) não se sujeita a nenhuma espécie de usucapião
D) sujeita-se exclusivamente à usucapião para fins de
reforma agrária
E) sujeita-se exclusivamente à usucapião coletiva de
interesse social.
654
41 (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) - No
ordenamento jurídico vigente, os terrenos de marinha
são bens públicos de propriedade
a) da União, sendo sua posse transferida à Marinha, que
pode, em cada caso, definir o uso que lhes será dado,
vedado o uso privativo por particular.
b) da União, sendo considerados terras devolutas,
usucapíveis ante posse mansa e pacífica superior a 20
anos, desde que não afetados a nenhum uso especial.
C) da União, sendo abrangidos pela imprescritibilidade
e passíveis de uso privativo por particular via
aforamento.
d) dos Estados, caracterizando-se como bens de uso
comum do povo, insuscetíveis de uso privativo por
particular.
e) dos Estados, admitindo restrição de acesso em nome
da preservação da segurança nacional, nos casos
definidos pela Marinha.

42 (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) - O direito


real de uso de um terreno público federal (
A) pode ser adquirido por usucapião por um particular
que tenha sobre ele posse mansa e pacífica por 20 anos,
vedada sua transferência a terceiros

655
B) pode ser contratualmente concedido pela União a um
particular, sendo lícita a previsão contratual de sua
transferência a terceiros por ato inter vivos, ou por
sucessão legítima ou testamentária
C) pode ser outorgado pela União a um particular,
exclusivamente por lei, vedada sua transferência a
terceiros.
D) pode ser concedido pela União a um particular, por
ato administrativo unilateral e precário, sendo
admissível sua transferência a terceiros exclusivamente
por sucessão legítima ou testamentária
E) não pode ser outorgado ou concedido a particular,
nem por ele adquirido a nenhum título.

43 (Promotor de Justiça – MP SE/2002) - Diz-se que,


em relação aos bens públicos, as áreas que se formaram,
natural ou artificialmente, para o lado do mar ou dos
rios e lagos, em seguimento aos terrenos de marinha são
chamados terrenos
A) reservados, não podendo ser desapropriados e nem
objetos de servidão, estando sujeito ao poder de polícia
estadual
B) de mangue, que não podem ser expropriados e nem
objeto de servidão, estando sujeitos ao poder de polícia
federal e estadual

656
C) de fronteira, podendo ser expropriados ou objeto de
servidão, estando sujeitos, em tudo, ao poder de polícia
federal
D)acrescidos, podendo ser desapropriados, sendo que as
suas edificações devem obedecer a legislação municipal
E) devolutos, que não podem ser desapropriados, mas
possível a servidão pública, estando suas edificações
sujeitas a legislação federal estadual e municipal.

44 (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia –


Novembro/2002) - Em relação aos bens públicos, cabe
afirmar
A) os bens dominicais são comportam alienação por
institutos de direito privado
B) não podem ser objeto de utilização exclusiva por
particular
C) os de uso especial são alienáveis, desde que
previamente desafetados
D) podem, excepcionalmente, constituir objeto de
penhora
E) podem ser objeto de usucapião pra labore 02/01/02 -
1635

45 (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de


Sergipe – Janeiro/2002) - As terras devolutas não
compreendidas entre as da União são
657
A) res nullius, podendo ser adquiridas por ocupação
B) res nullius, podendo ser adquiridas por usucapião
C) bens dos Estados, podendo ser adquiridas por
ocupação
D) bens dos Estados, podendo ser adquiridas por
usucapião
E) bens dos Estados, sujeitas à imprescritibilidade.

46 (Auditor – TC-PI/2005) - A afirmação da


imprescritibilidade dos bens públicos importa que
A) a Administração Pública não possa adquirir bens por
usucapião
B) não possa haver litígio judicial quanto à propriedade
de bens registrados como públicos
C) bens públicos não possam ser objeto de
desapropriação
D) terceiros não possam adquirir a propriedade de bens
públicos pelo transcurso de tempo em sua posse
E) bens públicos não sejam alienáveis.

47 (Procurador do Município de São Paulo/2004) -


Relativamente aos instrumentos jurídicos de outorga de
uso de bens públicos, é correto afirmar que

658
A) a autorização de uso implica a utilização de bem
público exclusivamente para fins de interesse coletivo,
sendo ato unilateral, discricionário e precário
B) concessão de uso é o contrato administrativo pelo
qual a Administração Pública faculta ao particular o uso
privativo de bem público, para que o exerça de acordo
com sua destinação
C) a permissão de uso outorga a faculdade de uso no
interesse particular do permissionário, podendo recair
sobre bens públicos de qualquer espécie
D) contrato de concessão de uso, a autorização de uso e
a permissão de uso prescindem de autorização
legislativa e de procedimento licitatório
E) concessão de uso é o contrato de direito público,
sinalagmático, oneroso ou gratuito, que dispensa
formalização intuitu personae e procedimento
licitatório.

48 (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) -


Determinada associação, pessoa jurídica de direito
privado, solicitou à Administração a permissão de uso
de uma praça localizada em um bairro estritamente
residencial, para fins de exibição de um coral natalino
formado por 30 (trinta) crianças carentes, mantidas pela
entidade. Posteriormente, soube-se que a finalidade do
evento havia sido alterada para exibição de bandas de
659
rock, o que atrairia cerca de 2.000 (duas mil) pessoas ao
local. Em relação ao bem público em questão a
Administração deve A) rescindir o contrato de
permissão, devido ao descumprimento das obrigações
contraídas pelo permissionário B) transferir o evento
marcado para outro local, mais compatível, porque o
permissionário tem direito subjetivo à realização do
evento, oriundo da celebração do contrato
C) obrigar a associação a manter a exibição do coral, em
face das obrigações decorrentes da permissão
anteriormente concedida
D) revogar a permissão concedida, porque precária, vez
que o permissionário obrigou-se à utilização do bem
para fim predeterminado
E) ajuizar medida cautelar para obtenção da revogação
da permissão concedida, em virtude do desvio de
destinação do bem.

49 (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) - Para


a realização de uma tradicional festa de rua, o poder
público municipal da cidade de Vento Forte expediu, no
interesse privado do utente, ato administrativo
unilateral, discricionário e precário, que facultou a
interdição de uma via pública, pelo prazo de 2 (dois)
dias, para abrigar o evento. O instituto que possibilitou
o uso do bem público denomina-se
660
A) concessão de uso
B) autorização de uso
C) permissão de uso
D) cessão de uso
E) concessão de direito real de uso.

50 (Juiz Substituto – TRT 11ª Região – 2005) - A regra


constitucional que impõe o pagamento dos débitos da
Fazenda Pública mediante o sistema de precatórios
relaciona-se diretamente ao princípio da
A) insuscetibilidade dos bens públicos a hipoteca,
penhor ou anticrese
B) indisponibilidade do interesse público
C) auto-executoriedade dos atos administrativos
D) impenhorabilidade dos bens públicos
E) inalienabilidade dos bens públicos.

51 (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT


24ª Região/2006) - O edifício do Governo do Estado do
Mato Grosso do Sul integra a categoria dos bens
A) de uso comum do povo, já que destinado legalmente
à fruição exclusiva por parte da Administração Pública
B) dominicais, que podem ser desafetados para integrar
o patrimônio disponível da Administração Pública

661
C) de uso especial, uma vez que se destina ao uso da
Administração para consecução de seus objetivos
D) dominicais, posto que destinado, por sua natureza, ao
uso coletivo ou exclusivo por parte do Poder Público
E) de domínio nacional, pois encontra-se afetado à
dominialidade da pessoa jurídica de direito público
interno.

52 (Procurador de Manaus/2006) - Considerando a


administração e utilização de bens públicos, é correto
afirmar que
A) o exercício da administração dos bens públicos, por
questões de isonomia, sempre depende de autorização
legislativa competente, ora geral, ora especial
B) a utilização comum, ou pelo povo, dos bens públicos
é exercitada sem quaisquer termos, e sempre será
possível enquanto a Administração Pública não der ao
bem outra destinação desconforme com o uso de todos
C) o princípio da legalidade impõe que os bens públicos
seja administrados pelas esferas governamentais de
forma comum ou concorrente, mesmo porque o Poder
Público é uno
D) a utilização dos bens públicos pode ser outorgada,
desde que seja à pessoa jurídica de direito privado e,
ainda, mediante ato legislativo próprio, geral ou
específico
662
E) face à natureza da utilização dos bens públicos,
torna-se desnecessária sua conformidade coma
legislação, mesmo a municipal, a que o bem está
submetido.

53 (Procurador de Roraima/2006) - O Estado pretende


reaver determinado bem, público cujo uso foi permitido
a particular, por prazo indeterminado, para
desenvolvimento de atividade de interesse público, em
função da destinação ter sido deturpada, a fim de
atender propósitos exclusivamente particulares. O
ocupante do imóvel deverá
a) Restituir o imóvel imediatamente após ser
comunicado, em função da precariedade do ato que lhe
permitiu o uso do bem e da alteração unilateral e
indevida da destinação do bem.
b) Requerer a restituição do que investiu no imóvel
para adequá-lo a seu uso, ainda que indevido, podendo
requere, em ação judicial competente, a penhora do bem
pra garantia de seu crédito.
c) Defender sua posse por meio direto, em face do
direito subjetivo advindo da assinatura do termo de
permissão de uso, ainda que este fosse precário.
d) Resistir ao pleito da Administração Pública e
ingressar com ação de usucapião do bem após

663
decorridos 5 (cinco) anos da comunicação para
desocupação.
e) Reter o bem em face das benfeitorias feitas, ainda que
não tenham sido comunicadas ao proprietário, exigindo,
como indenização, a permuta do imóvel pelo uso de
outra área de propriedade do Poder Público permitente.

Gabarito:
1. 11. E 22. C 32. B 43. D
EECEC 12.CEC 23. 33. E 44. C
2. C 13. E EEE 34. C 45. E
3. E 14. E 24. C 35. D 46. D
4. E 15. C 25. C 36. E 47. B
5. C 16. E 26. E 37. B 48. D
6. C 17. C 27. D 38. B 49. B
7. C 18. C 28. A 39. E 50. D
8. C 19. E 29. D 40. C 51. C
9. E 20. C 30. E 41. C 52. B
10. E 21. E 31. D 42. B 53. A

664