Vous êtes sur la page 1sur 18

02/05/2017

FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA Profa. Dra. Taísa Grasiela Gomes Liduenha Gonçalves
FORMAÇÃO EM
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Profa. Dra. Taísa Grasiela Gomes Liduenha Gonçalves
Objetivo Compreender os conceitos históricos, políticos e práticas pedagógicas da Educação Inclusiva. Refletir
Objetivo
Compreender os conceitos históricos, políticos e práticas pedagógicas
da Educação Inclusiva.
Refletir sobre a escolarização dos alunos público alvo da educação
especial.
2
Convite Fonte: http://tirasarmandinho.tumblr.com/
Convite
Fonte: http://tirasarmandinho.tumblr.com/

02/05/2017

Refletirmos Qual a realidade da educação brasileira? Qual educação inclusiva queremos? Como está sendo a
Refletirmos
Qual a realidade da educação brasileira?
Qual educação inclusiva queremos?
Como está sendo a formação universitária dos alunos público alvo da
Educação Especial?
4
Educação Inclusiva “A educação inclusiva constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção de
Educação Inclusiva
“A educação inclusiva constitui um paradigma educacional fundamentado na
concepção de direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores
indissociáveis, e que avança em relação à ideia de equidade formal ao contextualizar
as circunstâncias históricas da produção da exclusão dentro e fora da escola”.
(BRASIL, 2008, p.1).
5
História da Educação Brasileira • Dívida educacional histórica; • Analfabetismo; • Políticas de governo
História da Educação Brasileira
Dívida educacional histórica;
Analfabetismo;
Políticas de governo (fragmentadas);
Distanciamento das condições concretas do aluno trabalhador.
(FERRARO, 2004; FREIRE; 1987)
6

02/05/2017

Taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade no Brasil 1970
Taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade no Brasil
1970
33,60%
1980
25,50%
1991
20,10%
2000
13,60%
2010
9,60%
Fonte: Síntese de Indicadores Sociais 2010.
13 milhões de pessoas analfabetas em 2010.
O que é o analfabetismo?
A pessoa analfabeta é o indivíduo que não sabe ler e escrever um bilhete
simples no idioma que conhece (IBGE).
“o analfabetismo não é nem uma ‘chaga’, nem uma ‘erva daninha a ser
erradicada’, nem tão pouco uma enfermidade, mas uma das expressões
concretas de uma situação social injusta” (FREIRE, 2001, p.59).
Fonte: Elaboração própria com base no censo demográfico do IBGE/SIDRA (2010).
Fonte: Elaboração própria com base no censo demográfico do IBGE/SIDRA (2010).

Figura 1: Nível de instrução da população brasileira a partir dos 15 anos

no censo demográfico do IBGE/SIDRA (2010). Figura 1: Nível de instrução da população brasileira a partir

02/05/2017

Qual a realidade da educação brasileira?
Qual a realidade da educação brasileira?

Repetência;

Alto número de evasão;

Passividade;

Falta de perspectiva.

da educação brasileira? • Repetência; • Alto número de evasão; • Passividade; • Falta de perspectiva.
• Passividade; • Falta de perspectiva. Qual é a realidade da educação brasileira? • •
Qual é a realidade da educação brasileira?
Qual é a realidade da educação brasileira?

Formação fragilizada dos alunos do ensino fundamental.

Afunilamento das matrículas no ensino médio.

Retorno a escolarização por meio da EJA.

alunos do ensino fundamental. Afunilamento das matrículas no ensino médio. Retorno a escolarização por meio da
ensino médio. Retorno a escolarização por meio da EJA. A função da escola • “Socialização”? •
A função da escola • “Socialização”? • Escola- lugar privilegiado da sociedade. • • (FERREIRA;
A função da escola
“Socialização”?
Escola- lugar privilegiado da sociedade.
(FERREIRA; FERRREIRA, 2013).
http://www.jangadeiroonline.com.br

Acesso, permanência e apropriação do conhecimento para participação social.

http://www.jangadeiroonline.com.br Acesso, permanência e apropriação do conhecimento para participação social.

02/05/2017

A função da escola • • Educação escolar contribui para a formação do Homem.
A função da escola
Educação escolar contribui para a formação do Homem.

Conhecimentos científico, filosófico e artísticos (SAVIANI, 2009).

Fonte: http://educacao.uol.com.br

do Homem. Conhecimentos científico, filosófico e artísticos (SAVIANI, 2009). Fonte: http://educacao.uol.com.br
Para refletir Fonte: http://tirasarmandinho.tumblr.com/
Para refletir
Fonte: http://tirasarmandinho.tumblr.com/
Educação Inclusiva
Educação Inclusiva

“Ao reconhecer que as dificuldades enfrentadas nos sistemas de ensino evidenciam a necessidade de confrontar as práticas discriminatórias e criar alternativas para superá-las, a educação inclusiva assume espaço central no debate acerca da sociedade contemporânea e do papel da escola na superação da lógica da exclusão” (BRASIL, 2008, p.1).

15

acerca da sociedade contemporânea e do papel da escola na superação da lógica da exclusão” (BRASIL,

02/05/2017

Educação Especial Filantropia; Não universal (atendimentos para poucos); Atendimentos clínicos; Infantilização;
Educação Especial
Filantropia;
Não universal (atendimentos para poucos);
Atendimentos clínicos;
Infantilização;
Urbana.
(BUENO, 1993; FERREIRA, 1995; JANNUZZI, 2004; CAIADO, 2009).
Material Confidencial
1995; JANNUZZI, 2004; CAIADO, 2009). Material Confidencial Educação Especial no Brasil • • JANNUZZI (2004)
Educação Especial no Brasil • • JANNUZZI (2004)
Educação Especial no Brasil
JANNUZZI (2004)

Primeiras iniciativas para a educação das pessoas com deficiência ocorreram no final do século XIX:

Imperial Instituto dos Meninos Cegos (1854) Instituto Benjamin Constant (IBC) -1891.

Instituto dos Surdos -Mudos (1857) Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES)- 1957.

Constant (IBC) -1891. Instituto dos Surdos -Mudos (1857) Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES)- 1957.

02/05/2017

Educação Especial no Brasil
Educação Especial no Brasil

- No início do século XX os atendimentos ao público alvo da educação especial se intensificaram a partir de três perspectivas:

JANNUZZI (2004)

os atendimentos ao público alvo da educação especial se intensificaram a partir de três perspectivas: JANNUZZI
Educação Especial no Brasil • 1932- Sociedade Pestalozzi de Minas Gerais • Fonte:
Educação Especial no Brasil
1932- Sociedade Pestalozzi de Minas Gerais
Fonte:
https://www.google.com.br/search?q=HELENA+ANTIPOFF&newwindow=1&source=lnms&tbm=
isch&sa=X&ved=0ahUKEwix1sPUguPQAhVIDpAKHQ1WB_8Q_AUICCgB&biw=1242&bih=602#im
RAFANTE; LOPES (2011)
grc=PUngNJCu-263vM%3A

1954 – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE)

RAFANTE; LOPES (2011) grc=PUngNJCu-263vM%3A 1954 – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE)
A integração do indivíduo com deficiência • classes especiais. • JANNUZZI (2004); MAZZOTTA (2005)
A integração do indivíduo com deficiência
classes especiais.
JANNUZZI (2004); MAZZOTTA (2005)

Inserção dos alunos público alvo da educação especial nas escolas regular em

As classes especiais se referem a um lócus localizado nas escolas regulares

composto apenas por alunos com necessidades educacionais especiais.

referem a um lócus localizado nas escolas regulares composto apenas por alunos com necessidades educacionais especiais.

02/05/2017

Fonte: http://edmarciuscarvalho.blogspot.com.br/2011/06/pensando-educacao-especial-por-meio- de.html 22

Fonte: http://edmarciuscarvalho.blogspot.com.br/2011/06/pensando-educacao-especial-por-meio- de.html

22

Fonte: http://edmarciuscarvalho.blogspot.com.br/2011/06/pensando-educacao-especial-por-meio- de.html 22
Constituição Federal de 1988: 1988).
Constituição Federal de 1988:
1988).

Art. 205: “A educação, é de direito de todos e de dever do Estado e da

família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade,

visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o

exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. (BRASIL,

23

desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.
- Organização social das pessoas com deficiência: ]”(LANNA [ JUNIOR, 2010, p. 67).
- Organização social das pessoas com deficiência:
]”(LANNA [
JUNIOR, 2010, p. 67).

Os movimentos sociais das pessoas com deficiência

21 de setembro de1982: Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.

O movimento não queria as tutelas especiais, mas, sim, direitos iguais garantidos juntamente

com os de todas as pessoas. A separação, na visão do movimento, era discriminatória. Desde o início da década de 1980, a principal demanda do movimento era a igualdade de direitos

era discriminatória. Desde o início da década de 1980, a principal demanda do movimento era a

02/05/2017

Filme documentário
Filme documentário

“História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência”.

Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=oxscYK9Xr4M>

Movimento Político das Pessoas com Deficiência”. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=oxscYK9Xr4M>
Autor: Ricardo Ferraz.
Autor: Ricardo Ferraz.
Educação Especial em uma perspectiva inclusiva KASSAR (2011); FERNANDES (2013)

Educação Especial em uma perspectiva inclusiva

KASSAR (2011); FERNANDES (2013)

Educação Especial em uma perspectiva inclusiva KASSAR (2011); FERNANDES (2013)

02/05/2017

1990). “( )urgência (Declaração de Salamanca, 1994)
1990).
“( )urgência
(Declaração de Salamanca, 1994)

“A educação básica deve ser proporcionada a todas as crianças, jovens e adultos. Para tanto, é necessário universalizá-la e melhorar sua qualidade, bem como tomar medidas efetivas para reduzir as desigualdades” (Conferência Mundial de Educação para Todos,

de providenciar educação para as crianças, jovens e adultos com

necessidades educacionais especiais dentro do sistema regular de ensino”

para as crianças, jovens e adultos com necessidades educacionais especiais dentro do sistema regular de ensino”
Educação Especial
Educação Especial

“é uma modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente

na rede regular de ensino para alunos com deficiência, transtornos

globais de desenvolvimento e altas habilidades” (BRASIL, 1996).

deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades” ( B R A S I L ,
Educação Especial (BRASIL, 1996)
Educação Especial
(BRASIL, 1996)

- Deve ser assegurados ao público alvo da educação especial:

atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino.

ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino.

02/05/2017

Fonte: https://tirasarmandinho.tumblr.com/
Fonte: https://tirasarmandinho.tumblr.com/

31

Fonte: https://tirasarmandinho.tumblr.com/ 31
Interfaces da educação especial
Interfaces da educação especial

“A interface da educação especial na educação indígena, do campo e quilombola deve assegurar que os recursos, serviços e atendimento educacional especializado estejam presentes nos projetos pedagógicos construídos com base nas diferenças socioculturais desses grupos”. (Brasil, 2008, p. 17)

nos projetos pedagógicos construídos com base nas diferenças socioculturais desses grupos”. (Brasil, 2008, p. 17)
• de 6 - 18 anos). • 13,19% - idade adequada à série • 22,67%
de
6 - 18 anos).
13,19% - idade adequada à série
22,67% - defasagem de um ano

Relação idade-série dos alunos com NEE da educação básica brasileira no ano de 2012:

Total: 623.556 alunos com necessidades educacionais especiais (faixa etária

64,14% - grande defasagem (dois anos ou mais) em relação à série/ano que deveriam frequentar.

(MELETTI; RIBEIRO, 2014).

- grande defasagem (dois anos ou mais) em relação à série/ano que deveriam frequentar. (MELETTI; RIBEIRO,

02/05/2017

Onde é o lugar do aluno com deficiência? • Aluno idealizado. • • • Despreparo
Onde é o lugar do aluno com deficiência?
Aluno idealizado.
Despreparo dos educadores.

Aluno deficiente- estigmas, rótulos (FERREIRA; FERREIRA, 2013).

No conjunto da cultura escolar- concepção de que o lugar do com deficiência é fora da escola regular.

FERREIRA, 2013). No conjunto da cultura escolar- concepção de que o lugar do com deficiência é

No ensino superior,

• “a a
“a
a

educação especial se efetiva por meio de ações que promovam o

acesso, a permanência e a participação dos estudantes. Estas ações

envolvem o planejamento e a organização de recursos e serviços para

promoção da acessibilidade arquitetônica, nas comunicações, nos

sistemas de informação, nos materiais didáticos e pedagógicos, que devem ser disponibilizados nos processos seletivos e no desenvolvimento de todas as atividades que envolvam o ensino, a pesquisa e a extensão” (BRASIL, 2008, p.12).

 

35

  35
Fonte: http://edmarciuscarvalho.blogspot.com.br/2011/06/pensando-educacao-especial-por-meio-de.html
Fonte: http://edmarciuscarvalho.blogspot.com.br/2011/06/pensando-educacao-especial-por-meio-de.html
 
 

02/05/2017

Questão para reflexão
Questão para reflexão

Os alunos, público alvo da educação especial, estão tendo sucesso acadêmico no ensino superior?

para reflexão Os alunos, público alvo da educação especial, estão tendo sucesso acadêmico no ensino superior?
estão tendo sucesso acadêmico no ensino superior? I - estimular a criação cultural e o
I - estimular a criação cultural e o desenvolvimento do pensamento reflexivo; II III entendimento
I -
estimular
a
criação
cultural
e
o
desenvolvimento
do
pensamento reflexivo;
II
III
entendimento do homem e do meio em que vive;
(BRASIL, 1996)

Art. 43. A educação superior tem por finalidade:

espírito

científico

e

do

- formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em

setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua;

- incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento

da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o

39

o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse

02/05/2017

A inclusão no ensino superior - Relevância das tecnologias para o aprendizado; - - A
A inclusão no ensino superior
-
Relevância das tecnologias para o aprendizado;
-
-
A conscientização do direito à educação.

Trabalho colaborativo entre os professores e tutores;

 
 
Acesso ao Ensino Superior Dados de matrículas no Ensino Superior (2012) Total geral: 9.565.483 alunos
Acesso ao Ensino Superior
Dados de matrículas no Ensino Superior (2012)
Total geral: 9.565.483 alunos
Total de alunos com NEE: 34.656 alunos

74% dos alunos com NEE- sistema privado de ensino.

GOESSLER (2014)

GOESSLER (2014)
• Trabalho pedagógico coletivo; • Diálogo; • Formação crítica; • Pesquisa, ensino e extensão.
Trabalho pedagógico coletivo;
• Diálogo;
• Formação crítica;
• Pesquisa, ensino e extensão.

Qual formação no ensino superior queremos para os nossos alunos?

42

42

02/05/2017

A leitura Fonte: http://blog.crb6.org.br/artigos-materias-e-entrevistas/charge-armandinho-4/
A leitura
Fonte: http://blog.crb6.org.br/artigos-materias-e-entrevistas/charge-armandinho-4/

http://midiassociais.blog.br

Qual educação escolar queremos? • Conhecimento sistematizado. • Formação integral/ Emancipação. (SAVIANI,
Qual educação escolar queremos?
• Conhecimento sistematizado.
• Formação integral/
Emancipação.
(SAVIANI, 2009).
educação escolar queremos? • Conhecimento sistematizado. • Formação integral/ Emancipação. (SAVIANI, 2009).
Precisamos discutir a educação inclusiva • Quem são os nossos alunos? • Como oriento os
Precisamos discutir a educação inclusiva
Quem são os nossos alunos?
Como oriento os alunos?
com o coordenador?
e aprendizagem do meu aluno?

O que posso fazer para melhor o processo de ensino

Quando percebo que o aluno apresenta dificuldade dialogo com professor e

http:///www.planetaeducacao.com.br
http:///www.planetaeducacao.com.br

02/05/2017

Vídeo Educação Inclusiva - MEC Disponível em:
Vídeo
Educação Inclusiva - MEC
Disponível em:

<https://www.youtube.com/watch?v=T5E_8ct-JEA>

Vídeo Educação Inclusiva - MEC Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=T5E_8ct-JEA>
Trabalho coletivo Fonte: http://tirasarmandinho.tumblr.com/
Trabalho coletivo
Fonte: http://tirasarmandinho.tumblr.com/
Referências • BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. Disponível em: • • •
Referências
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988. Disponível em:

FERNANDES, Sueli. Fundamentos para educação especial. Curitiba: Intersabres, 2013.

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em: 22 abr. 2017.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. 1996.

BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.

Brasília: MEC, 2008. Disponível em <http://www.mec.gov.br> Acesso em: 12 set. 2016.

BUENO, J. G. S. Educação especial brasileira: integração/ segregação do aluno diferente. São Paulo: EDUC, 1993.

CAIADO, K. R. M. Convenção Internacional sobre os direitos das pessoas com deficiências: destaques para o debate sobre a educação. Revista Educação Especial (UFSM), v. 22, p. 329-338, 2009.

deficiências: destaques para o debate sobre a educação. Revista Educação Especial (UFSM) , v. 22, p.

02/05/2017

Referências • 1, p. 111-126, jan./jun. 2004. • • 48. • FREIRE, P. Pedagogia do
Referências
1, p. 111-126, jan./jun. 2004.
48.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra. 1987.

FERRARO, A. R. Analfabetismo no Brasil: desconceitos e políticas de Exclusão. Perspectiva , Florianópolis, v. 22, n.

FERREIRA, J. R. A exclusão da diferença: a educação do portador de deficiência. 3 ed. Piracicaba: UNIMEP, 1995.

FERREIRA, M. C.; FERREIRA, J. R. Sobre inclusão, políticas públicas e práticas pedagógicas. In: GÓES, M. C. R.;

LAPLANE, A. L. F. (Orgs.). Políticas e práticas de educação inclusiva. Campinas, SP: Autores Associados, 2013. p.21-

FREIRE, P. Ação cultural para a liberdade e outros escritos. 9 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2001.

GOESSLER, Danieli de Cássia Barreto. Inclusão no Ensino Superior: o que revelam os microdados do censo da

Educação Superior no período 2009-2012. In: X Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul, 2014, Florianópolis. X Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul, 2014.

Pesquisa em Educação da Região Sul, 2014, Florianópolis. X Seminário de Pesquisa em Educação da Região
Referências • Acesso em: 10 abr. 2017. • • 2004. • •
Referências
Acesso em: 10 abr. 2017.
2004.

IBGE. SIDRA. Sistema IBGE de Recuperação Automática. Brasília, 2010. Disponível em: <http://www.sidra.ibge.gov.br>.

JANNUZZI, G. A luta pela educação do deficiente mental no Brasil. Campinas, São Paulo: Editores Associados, 1992.

JANNUZZI, G. A educação do deficiente no Brasil: dos primórdios ao início do século XXI. Campinas: Autores Associados,

KASSAR, Mônica de Carvalho Magalhães. Educação especial na perspectiva da educação inclusiva: desafios da

implantação de uma política nacional. Educar em Revista, n. 41, Curitiba. jul./set. 2011. p. 61-79.

LANNA JÚNIOR, Mário Cléber Martins. O movimento político das pessoas com deficiência no Brasil. Secretaria de Direitos

pessoas com deficiência no Brasil . Secretaria de Direitos Humanos. Secretaria de Promoção dos Direitos das

Humanos. Secretaria de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência. Brasília, 2010.

MAZZOTTA, M. J. S. Educação Especial no Brasil: história e políticas públicas. Editora Cortez. São Paulo. 2005.

Referências • • • • 1994. •
Referências
1994.

SAVIANI, D. Escola e democracia. 41. ed. Campinas: Autores Associados, 2009.

MELETTI, S. M. F.; RIBEIRO, K. Indicadores educacionais sobre a educação especial no Brasil. Cadernos CEDES, Campinas, v. 34, n. 93, p. 175-189, 2014.

RAFANTE, H. C.; LOPES, R. E. Helena Antipoff, seus pressupostos teórico-metodológicos e suas ações na educação dos excepcionais no Brasil. Memorandum (Belo Horizonte), v. 20, p. 01-27, 2011.

UNESCO.Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE). Declaração de Salamanca de princípios, política e prática para as necessidades educativas especiais. Brasília: CORDE,

UNESCO. Declaração mundial sobre educação para todos. Plano de ação para satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem.Tailândia, 1990.

sobre educação para todos . Plano de ação para satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem.Tailândia, 1990.

02/05/2017

02/05/2017 18