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OSCILAÇÕES E ONDAS

Unidade IV
7 ROTEIROS EXPERIMENTAIS I

Apresentam-se nesta unidade duas experiências – pêndulo simples e pêndulo de mola – nas quais os
conceitos desenvolvidos na teoria poderão ser verificados e explorados. É importante ter em mente que
a Física é uma ciência experimental, que nasceu do estudo dos fenômenos naturais. Para explorá-los,
utilizam-se recursos de laboratório e um método, o método científico, o qual é uma das principais
contribuições para a ciência de Galileu, que foi quem deu início ao estudo de pêndulos simples. Lembre-se
ainda de que se deve ser cuidadoso na tomada de dados experimentais, pois qualquer medida é
acompanhada de incertezas e a intenção é sempre minimizá-las, aproximando-se do valor verdadeiro.

7.1 Pêndulo simples

Figura 62 – Arranjo experimental: pêndulo simples com massa variável

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Unidade IV

7.1.1 Objetivo

Estudar a relação entre o período de oscilações e a massa pendular e determinar a aceleração da
gravidade local.

7.1.2 Introdução teórica

�Retomemos as forças atuantes no movimento de um pêndulo simples, descrito anteriormente:

θ

L

m
mg senθ mg cosθ
θ

mg

Figura 63 – Representação do movimento de um pêndulo simples

Para pequenas oscilações, o movimento de um pêndulo se aproxima de um movimento harmônico
simples (MHS), e o período (T) pode ser calculado segundo a equação:

L
T = 2π
g

Em que g é a aceleração da gravidade local (em m/s2) e L o comprimento do fio (m).

Lembrete
A frequência angular (ou pulsação) ω foi assumida no desenvolvimento
da teoria do pêndulo simples como:

g

L

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OSCILAÇÕES E ONDAS

A equação anterior pode ser utilizada para o cálculo da aceleração local, conhecidos o período (T)
e o comprimento do fio (L). Observe que não existe nela um termo que dependa do ângulo θ formado
entre o pêndulo e a linha vertical. Portanto, é de supor que os resultados sejam aceitáveis, com erros
da ordem das incertezas dos aparelhos de medida apenas para pequenos ângulos. Esse fato também
pode ser investigado experimentalmente, estudando-se a variação do período em função do ângulo de
movimento. Calcula-se que, para amplitudes inferiores a 50o, o desvio no período seja inferior a 5%.

Para ângulos maiores, a expressão anterior assume a forma:

L  θ2 
T = 2π  1 + 
g  16 

Saiba mais

O site a seguir permite simular a experiência do pêndulo simples:

UNIVERSITY OF COLORADO BOULDER. PhET Interactive Simulations.
Pendulum lab 2.3. Colorado, [s.d.]b. Disponível em: <https://phet.colorado.
edu/sims/pendulum-lab/pendulum-lab_en.html>. Acesso em: 14 jun. 2017.

7.1.3 Material utilizado

1) Arranjo experimental com base, haste, fio e esfera para massas intercambiáveis.

2) Cilindros de densidades diferentes (alumínio: 1; ferro: 2; latão: 3).

3) Régua em milímetros.

4) Cronômetro.

5) Balança.

7.1.4 Procedimento experimental

1) Meça o comprimento L do pêndulo (até o centro de massa) e a massa dele.

2) Coloque o sistema para oscilar com uma pequena amplitude de movimento (com ângulo q1 < 10o).

3) Meça o tempo de 10 oscilações completas (t10) e calcule o período (T).

4) Varie o ângulo de oscilação e repita os itens 2 e 3, preenchendo a Tabela 1.

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Unidade IV

5) Alterando a massa do sistema com a inserção dos cilindros 1, 2 e 3, repita os procedimentos 1, 2
e 3 e complete a Tabela 2.

6) Varie o comprimento L do pêndulo e preencha a Tabela 3.

7.1.5 Roteiro experimental: pêndulo simples

1. Qual é o objetivo do experimento?

2. Indicar os instrumentos de medida utilizados e suas respectivas precisões.

3. Preencher as tabelas com os valores experimentais coletados:

Tabela 1 – Estudo da relação entre o ângulo e o período

Comprimento L = _______m massa m = _________kg

θ(o)
t10(s)
T(s)

Tabela 2 – Estudo da relação entre a massa e o período

Comprimento L = _______m

m(kg)
t10(s)
T(s)

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registrados na Tabela 1? 5. O que se pode afirmar sobre os resultados encontrados do período em relação ao ângulo inicial. registrados na Tabela 2? 111 . O que se pode afirmar sobre os resultados encontrados do período em relação à massa.OSCILAÇÕES E ONDAS Tabela 3 – Estudo da relação entre o comprimento e o período massa m = _________kg L(m) t10(s) T(s) T2(s2) 4.

Construir em papel milimetrado o gráfico T(s) x L(m) com os dados registrados na Tabela 3. Unidade IV 6. 7. Qual é a forma da curva obtida? Os resultados sugerem qual tipo de função que relaciona o período com o comprimento do fio? 112 .

A partir do gráfico obtido. Com base na relação descrita na introdução teórica. calcule a aceleração gravitacional local g. Construir um gráfico dos dados da Tabela 3: T2(s2) x L(m) (quadrados dos períodos em função dos comprimentos do pêndulo). determine o coeficiente angular da reta b. 9.OSCILAÇÕES E ONDAS 8. g = 4p2/b g = ________________m/s2 113 .

Se a intensidade da força ultrapassar o limite de elasticidade da mola. entre outros fatores. Experimentalmente. Compare o resultado obtido experimentalmente para a aceleração da gravidade g com o valor encontrado na literatura para a sua região e comente possíveis discrepâncias. Unidade IV 10.2 Introdução teórica A lei que rege o comportamento de um corpo que sofre uma deformação elástica foi proposta por Robert Hooke. 11. 7.2.1 Objetivo Determinar a constante elástica em mola helicoidal pelos métodos estático e dinâmico.100  glit  Observação A aceleração da gravidade não é constante na superfície da Terra. 114 . Esse comportamento linear ocorre até o limite de elasticidade da mola. ele observou que a deformação sofrida por uma mola é proporcional à força aplicada. 5 e 10 confirmam a previsão do modelo teórico? Justifique.2 Pêndulo de mola 7.2. O cálculo do erro E (%) fornecerá a comparação. em 1678. a deformação se tornará irreversível. Pequenas variações ocorrem devido à altitude e à latitude local. O resultado obtido pelo diagrama (T2. 7. L) e as respostas das questões 4.  gexp − glit  E (%) =   .

O movimento descrito é um movimento harmônico simples (figura a seguir). 2) Cronômetro. No Sistema Internacional. Observação Na equação F = kx. 5) Suporte tripé com régua acoplada em milímetros. sendo essa última sempre oposta ao movimento. Quando um sistema massa-mola se encontra em oscilação vertical. Tempo 1 2 3 4 1 Figura 64 – Pêndulo de mola executando um MHS 7. a unidade de k é N/m. o sinal negativo adotado na Unidade I não foi colocado. por tratar-se da intensidade da força que a mola aplica no corpo. a lei de Hooke das deformações elásticas pode ser escrita como: F = kx Em que k é a constante de proporcionalidade. 115 . a constante da mola.3 Material utilizado 1) Massas aferidas. 3) Mola helicoidal. 4) Suporte das massas.2. ou seja.OSCILAÇÕES E ONDAS Sendo F a intensidade da força aplicada e x a deformação. as forças aplicadas durante o movimento são a força peso e a força elástica.

anotar o valor da posição de equilíbrio. 3) Inserir a primeira massa no suporte e medir a deformação sofrida.2. 4) Com o sistema já em movimento. Unidade IV 7. determinar a constante elástica da mola. A partir da reta média. determinar a constante elástica da mola.4 Procedimento experimental A determinação da constante elástica da mola será realizada por dois métodos diferentes: estático e dinâmico. Determinação da constante elástica da mola pelo método estático 1) Realizar a montagem do experimento segundo a figura a seguir. em papel milimetrado. a partir da interpretação dos resultados. 2) Fixar uma massa m conhecida – deve-se conhecer a massa do conjunto (suporte com massas). 3) Iniciar uma oscilação com pequena amplitude. medir o tempo referente a 10 oscilações completas (t10) para a determinação do período do movimento (T = t10/10) 5) Repetir o processo para outros valores da massa acoplada. fixando a mola na haste de inox e no suporte das massas. 116 . 5) Construir um gráfico. Determinação da constante elástica da mola pelo método dinâmico 1) Realizar a montagem do suporte tripé com mola fixada. 4) Repetir o passo 3 inserindo as demais massas e anotando a deformação. 2) Sem nenhuma massa inserida. das intensidades das forças aplicadas pelas deformações sofridas. 6) Construir um gráfico em papel milimetrado relacionando os quadrados dos períodos em função das massas aplicadas (T2 x m) e.

2. Qual é o objetivo do experimento? 2. Indicar os instrumentos de medida utilizados e suas respectivas precisões.OSCILAÇÕES E ONDAS Figura 65 – Arranjo experimental da experiência pêndulo de mola 7.5 Roteiro experimental: pêndulo de mola 1. 117 .

Unidade IV 3. Preencher as tabelas com os valores experimentais coletados: Tabela 1 – Método estático Força (N) Deformação (m) (F1) (x1) (F2) (x2) (F3) (x3) (F4) (x4) (F5) (x5) (F6) (x6) (F7) (x7) (F8) (x8) Tabela 2 – Método dinâmico m(kg) t10(s) T(s) T2(s2) 118 .

OSCILAÇÕES E ONDAS 4. Construir em papel milimetrado o gráfico força x deformação com os dados da Tabela 1. 5. k = ______________________N/m 119 . Apresentar a resposta no Sistema Internacional. Traçar a reta média e determinar a constante elástica da mola obtida pelo método estático (k = coeficiente angular da reta).

Unidade IV 6. k = 4p2/b k = ________________N/m 120 . Construir um gráfico dos dados da Tabela 2: T2(s2) x m(kg) (quadrados dos períodos em função das massas aplicadas). Com base na relação descrita na introdução teórica. determine o coeficiente angular da reta b. 7. calcule a constante elástica da mola k. A partir do gráfico obtido.

Analisando-se os resultados obtidos pelos dois métodos na determinação da constante elástica da mola. Método estático Método dinâmico 121 .OSCILAÇÕES E ONDAS 8. pode-se afirmar. Faça uma análise das possíveis incertezas experimentais em cada método utilizado. independentemente dos instrumentos utilizados. que um método é mais preciso que o outro? 9.

em série e de forma mista. 8. Associação de molas em paralelo A figura a seguir representa uma associação de molas idênticas em paralelo.2 Introdução teórica Quando molas são associadas. Unidade IV 8 ROTEIROS EXPERIMENTAIS II 8.1 Objetivo Estudar a associação de molas em paralelo.1 Pêndulo de associação de molas Figura 66 – Materiais utilizados e arranjo experimental para o estudo da associação de molas 8. 122 . em série e mista pela relação entre suas constantes elásticas. Podemos associar as molas em paralelo.1.1. o resultado do sistema é uma mola com uma constante elástica equivalente à associação.

Assim: Feq = F1 + F2 + F3 + … + Fn Como cada mola sofre a mesma deformação x.OSCILAÇÕES E ONDAS Figura 67 – Associação de molas em paralelo A intensidade da força resultante (Feq) aplicada no sistema é equivalente à soma das forças respectivas de cada mola. e a deformação equivalente será a soma das deformações sofridas em cada mola. Assim: xeq = x1 + x2 + x3 + … + xn 123 . cada mola estará sujeita à mesma força tração. temos: keqx = k1x + k2x + k3x + … + knx Simplificando a expressão (dividindo por x ambos os lados): keq = k1 + k2 + k3 + … + kn Ou ainda: n keq = ∑ki i=1 Associação de molas em série Ao associarmos molas em série.

Unidade IV Como: F = kx F x= k F F F F F = + + + …+ keq k1 k2 k3 kn E então: 1 1 1 1 1 n 1 = + + + …+ = ∑ keq k1 k2 k3 kn i=1 ki Associação mista de molas A associação mista de molas apresentará uma mola equivalente com constante elástica calculada em etapas. Figura 68 – Associação mista de molas 124 . segundo a teoria apresentada de associação em série e em paralelo. O exemplo da figura que se segue mostra duas molas idênticas associadas em paralelo e estas associadas em série com uma terceira mola.

125 .OSCILAÇÕES E ONDAS A associação resultante equivale a uma mola de constante km. associa-se a mola equivalente de constante kp com a mola de constante k3: 1 1 1 = + keq kp k3 Ou ainda: kp . sendo que k1 = k2). 6) Haste-suporte da mola em base triangular. 8) Cronômetro. 4) Suporte de massas. 7) Régua em milímetros fixa à haste. determina-se primeiro a constante kp das molas associadas em paralelo: kp = k1 + k2 = 2k (molas idênticas) Depois.k3 keq = kp + k 3 Observação O cálculo da associação de molas é similar ao cálculo de associação de capacitores.3 Material utilizado 1) Duas molas idênticas – molas 1 e 2 (constantes k1 e k2. 8. 2) Uma mola diferente das anteriores – mola 3 (constante k3). 5) Anel de união das molas. 3) Massas aferidas.1. Para calculá-la.

5 Roteiro experimental: pêndulo de associação de molas 1. fixe-as no suporte com o auxílio do anel de união e repita o procedimento de determinação da constante elástica da associação em paralelo das molas. Qual é o objetivo do experimento? 2.4 Procedimento experimental 1) Utilizando o procedimento experimental descrito antes para o método dinâmico. determine as constantes elásticas das molas (k1 e k3). 126 . Determine experimentalmente a constante elástica da associação pelo método dinâmico.1. 4) Realize a montagem do arranjo experimental da figura anterior. 3) Associe duas molas iguais em paralelo.1. e estas associadas em série com a mola de constante k’. em que as duas molas iguais estão associadas em paralelo. Indicar os instrumentos de medida utilizados e suas respectivas precisões. fixe-as no suporte e repita o procedimento de determinação experimental da constante elástica da associação de molas em série (método dinâmico). 2) Associe as duas molas iguais em série. 8. Unidade IV 8. individualmente.

Preencher as tabelas com os valores experimentais coletados: Tabela 1 – Mola 1 ou 2 (idênticas) m(kg) t10(s) T(s) T2(s2) Tabela 2 – Mola 3 m(kg) t10(s) T(s) T2(s2) Tabela 3 – Molas 1 e 2 (em série) m(kg) t10(s) T(s) T2(s2) Tabela 4 – Molas 1 e 2 (em paralelo) m(kg) t10(s) T(s) T2(s2) Tabela 5 – Molas 1. 2 e 3 (mista) m(kg) t10(s) T(s) T2(s2) 127 .OSCILAÇÕES E ONDAS 3.

determine os coeficientes angulares das duas retas. b1 e b2. Unidade IV 4. A partir do gráfico obtido. Construir um gráfico dos dados das Tabelas 1 e 2: T2(s2) x m(kg) (quadrados dos períodos em função das massas aplicadas). Calcule as constantes elásticas das molas 1 (ou 2) e 3. k (3) = ________________N/m 128 . 5. k = 4π2/b k (1 e 2) = ________________N/m.

em paralelo e mista utilizando os dados das Tabelas 3. 7. Construa o gráfico T2(s2) x m(kg) das associações das molas em série. k(s) = ________________N/m.OSCILAÇÕES E ONDAS 6. A partir do gráfico obtido. determine os coeficientes angulares das associações das molas em série (ks). em paralelo (kp) e mista (km). k(p) = ________________N/m k(m) = ________________N/m 129 . 4 e 5.

Com base em seus resultados. Em qual caso a diferença entre os valores calculado e medido foi maior? A que você atribui essa diferença? 10. (k1 + k2)/(k1 + k2 + k3) km (calculado) = ______________ km (medido) = _______________ Diferença (%) = _____________ 9. k2)/(k1 + k2) ks (calculado) = ______________ ks (medido) = ________________ Diferença (%) = ______________ kp = k1 + k2 kp (calculado) = ______________ kp (medido) = ________________ Diferença (%) = ______________ km = k3. km) verifique as relações estabelecendo a diferença em porcentagem. o que você pode concluir a respeito da verificação experimental da associação de molas realizada pelo método dinâmico? 130 . Unidade IV 8. k3. k2. kp. ks = (k1 . A partir dos resultados obtidos experimentalmente (k1. ks.

OSCILAÇÕES E ONDAS 8. ajustando-se a frequência em um gerador de áudio e o valor do comprimento da corda.2 Cordas vibrantes Figura 69 – Arranjo experimental de cordas vibrantes 8.2. A figura que se segue representa a situação com a corda vibrando de modo estacionário correspondente ao 1o harmônico: Figura 70 – Corda vibrante oscilando no modo fundamental (1o harmônico) 131 . pode-se observar a formação de ondas estacionárias.2. Ou seja.1 Objetivo Estudar a formação de ondas estacionárias em corda tracionada e determinar a densidade linear de uma corda tracionada. Numa corda tracionada sofrendo perturbação periódica. 8. as ondas estacionárias serão formadas se o dobro do comprimento da corda for múltiplo do comprimento de onda utilizado no experimento.2 Introdução teórica As ondas estacionárias ocorrem devido aos fenômenos de reflexão e interferência entre ondas periódicas.

0 1 1º harmônico Modo fundamental 1/2 2º harmônico 1/3 3º harmônico 1/4 4º harmônico Figura 71 – Modos de vibração de corda: 1o ao 4o harmônico Anteriormente. Partindo-se das equações da velocidade de um pulso numa corda tracionada e da frequência das ondas estacionárias. deduz-se a equação que permite calcular diretamente a densidade linear da corda utilizada na experiência de cordas vibrantes: v Ft fn = n v= 2L µ Em que: • L: comprimento da corda (m). Unidade IV Ajustando a frequência no gerador de áudio. • n: número de fusos = nº do harmônico. relacionaremos as equações da Ondulatória para isolar a grandeza densidade linear da corda µ. • fn: frequência do n-ésimo harmônico. o tamanho da corda e a massa m. Lembrete v A frequência de vibração do modo fundamental numa corda é f = 2L A frequência dos demais harmônicos é um número n múltiplo da frequência fundamental. poderemos ter novamente a produção da onda no modo fundamental ou nos demais modos (figura a seguir). • v: velocidade de propagação das ondas. igual à força peso). • µ: densidade linear da corda (kg/m). relacionamos a frequência dos harmônicos em função do comprimento da corda L e da velocidade de propagação das ondas no meio. 132 . • Ft: força tração na corda (no caso. Agora.

Meça o comprimento de onda da onda estacionária formada.2. 7) Balança. 8) Massas aferidas. 3) Mesa-suporte de corda vibrante com alto-falante. 2) Meça a massa do suporte das massas. tem-se: 4L2fn2 Ft = n2 µ E finalmente: n2Ft µ= 4L2fn2 8. 2) Amplificador de sinal. 133 . 6) Fios de ligação.3 Material utilizado 1) Gerador de áudio. varie a frequência até obter ondas estacionárias na corda. 4) Corda. 5) Suporte de massas. 3) Somente com a massa do suporte pendurada. Anote o valor da frequência utilizada. igualando-se a velocidade nas duas equações: 2Lfn F = t n µ Elevando-se ao quadrado.OSCILAÇÕES E ONDAS Assim.2.4 Procedimento experimental 1) Monte o conjunto experimental da Figura 69. 8.

Unidade IV 4) Varie a massa suspensa e a frequência até obter nova onda estacionária. Indicar os instrumentos de medida utilizados e suas respectivas precisões. 8. Preencher a tabela com os valores experimentais coletados: Tabela 1 – Cordas vibrantes m(kg) F(N) nº de fusos F(Hz) µ (.8 m/s2. Qual é o objetivo do experimento? 2. 5) Anote a nova frequência utilizada e meça o comprimento de onda da onda estacionária. preencha a Tabela 1. 3. 134 .8m/s2. Adote g = 9.2.5 Roteiro experimental: cordas vibrantes 1. 6) Com os valores obtidos.10–3 kg/m) Comprimento da corda L = ________m Aceleração da gravidade g = 9. Observe que os valores da massa devem estar no Sistema Internacional (em kg).

C. Novamente.. Acesso em: 14 jun. M. L T = 2π g O pêndulo de mola é uma aplicação do MHS e pode ser estudado para a determinação da constante elástica de uma mola. A. e a comparação entre eles pode ser analisada. Utilizando-se da relação a seguir e medidas do período T e do comprimento da corda L.pdf>.sbf1.org. o método gráfico é usado. apresentado no IX Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Física: CAVALCANTE. Ondulatória e Acústica através de experimentos assistidos por computador. 9. A associação de molas possibilita a comparação dos resultados previstos na teoria com o estudo experimental. R. Resumo Nesta unidade. o método vale-se de processos gráficos como o uso de retas médias. pode-se calcular a aceleração gravitacional local.sbfisica. vimos que para pequenas amplitudes de oscilação o pêndulo simples é apresentado como uma experiência de aplicação do estudo dos movimentos oscilatórios. TAVOLARO.OSCILAÇÕES E ONDAS Saiba mais Verifique o trabalho sobre experimentos de Ondulatória e Acústica de Cavalcante e Tavolaro. Anais… Jaboticatubas. Os resultados são obtidos por meio de análise de gráficos. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENSINO DE FÍSICA. 2004. 2004. Jaboticatubas.br/eventos/epef/ix/atas/posteres/po51-39. 2017. Disponível em: <//www.. Para tanto. MG: Sociedade Brasileira de Física. Propõe-se a determinação da densidade linear da corda por meio da relação: n2Ft µ= 4L2fn2 135 . Dois métodos são propostos (estático e dinâmico). C. O estudo das cordas vibrantes permite visualizar ondas estacionárias e alterar variáveis.

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