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Capítulo 27 Campo magnético e forças magnéticas 1

Capítulo 27

Campo magnético e forças magnéticas

Neste capítulo vamos:

Analisar as propriedades dos imãs e como eles interagem entre si;

Investigar a natureza da força magnética;

Analisar o movimento de uma carga num campo magnético;

Discutir aplicações praticas dos campos magnéticos;

Analisar forças magnéticas sobre fios transportando corrente;

Trabalhar com circuitos sobre a ação de campos magnéticos.

Introdução 3

Introdução

Introdução

Todos nós usamos as forças magnéticas!

Introdução • Todos nós usamos as forças magnéticas! 4

Introdução

Elas estão presentes nos motores elétricos, nas TV’s, nos microondas, aparelhos de som, computadores, etc.

Introdução • Elas estão presentes nos motores elétricos, nas TV’s, nos microondas, aparelhos de som, computadores,

Introdução

Os efeitos mas comuns da força magnética estão associados a imãs e bússolas.

• Os efeitos mas comuns da força magnética estão associados a imãs e bússolas. • Contudo
• Os efeitos mas comuns da força magnética estão associados a imãs e bússolas. • Contudo

Contudo seu fundamento é a interação entre cargas elétricas que se movem!

Introdução

A força elétrica sempre atua sobre uma carga, independente se ela está parada ou se movendo.

Por outro lado a força magnética só atua em cargas em movimento.

Contudo nos dois casos a força é produzida por um campo.

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Magnetismo

Antes de descrever o magnetismo em termos de cargas em movimento vamos analisar as interações entre agulhas de bussola e imas.

Magnetismo

Quando um imã tem a forma de uma barra, podendo girar livremente, uma extremidade aponta por norte e outra pro sul.

Polo sul
Polo sul

Polo norte

A observação mostra que:

Polos opostos se atraem

• Polos opostos se atraem • Polos iguais se repelem

Polos iguais se repelem

Magnetismo Quando um imã tem a forma de uma barra, podendo girar livremente, uma extremidade aponta

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Magnetismo

Um objeto que contém ferro e que não seja imantado, não tem polos. Neste caso ele pode ser atraído por ambos os polos.

Magnetismo Um objeto que contém ferro e que não seja imantado, não tem polos. Neste caso

Magnetismo

Assim podemos afirmar que um imã cria no seu entorno um campo magnético.

Um segundo corpo sofrerá a ação deste campo.

Magnetismo Assim podemos afirmar que um imã cria no seu entorno um campo magnético. Um segundo

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Magnetismo

A Terra é um imã. Seu polo norte geográfico coincide com seu polo sul magnético, e vice-versa.

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Polos magnéticos x carga elétrica

Carga e polos tem similaridades.

Mas não podemos nos iludir ...

Cargas positivas e negativas podem existir isoladamente.

Por outro lado, não existe evidencias de um polo magnético

isolado ...

Ou seja, não existe monopolo magnético.

Se existisse a física precisaria ser revista!

Magnetismo e eletricidade

Até 1820 magnetismo e eletricidade eram considerados fenômenos independentes e excludentes.

Magnetismo e eletricidade Até 1820 magnetismo e eletricidade eram considerados fenômenos independentes e excludentes. Hans Christian

Hans Christian Oersted

Oersted observou que a agulha de uma bússola era defletida por um fio conduzindo corrente.

Magnetismo e eletricidade Até 1820 magnetismo e eletricidade eram considerados fenômenos independentes e excludentes. Hans Christian
Magnetismo e eletricidade Até 1820 magnetismo e eletricidade eram considerados fenômenos independentes e excludentes. Hans Christian

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Magnetismo e eletricidade

Essa foi a primeira evidencia da conexão entre eletricidade e magnetismo.

Magnetismo e eletricidade Essa foi a primeira evidencia da conexão entre eletricidade e magnetismo. Hans Christian

Hans Christian Oersted

Magnetismo e eletricidade Essa foi a primeira evidencia da conexão entre eletricidade e magnetismo. Hans Christian
Magnetismo e eletricidade Essa foi a primeira evidencia da conexão entre eletricidade e magnetismo. Hans Christian

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Magnetismo e eletricidade

Essa foi a primeira evidencia da conexão entre eletricidade e magnetismo.

Magnetismo e eletricidade Essa foi a primeira evidencia da conexão entre eletricidade e magnetismo. Hans Christian

Hans Christian Oersted

Nesta e nas próximas aulas consideraremos os princípios unificadores do eletromagnetismo.

Campo magnético

Vimos no capítulo 21 que:

1)

Uma distribuição de cargas cria um campo E no espaço.

2)

O campo E exerce uma força F E =qE sobre uma carga q.

Campo magnético Vimos no capítulo 21 que: 1) Uma distribuição de cargas cria um campo E

Campo magnético

De forma analoga podemos descrever as interacoes magnéticas. Ou seja:

1)

Uma corrente elétrica cria um campo B no espaço.

2)

O campo B exerce uma força F B sobre uma carga q ou corrente.

Campo magnético

Neste capítulo estamos interessados no segundo aspecto da interação:

Considerando um dado campo magnético, qual a força ele exercerá sobre uma corrente elétrica ou uma carga que se move?

No próximo capítulo, 28, examinaremos o primeiro aspecto, relacionado à determinação do campo B.

Forças magnéticas sobre cargas em movimento

A força magnética sobre uma carga depende de quatro fatores importantes:

1)

O módulo da carga.

2)

A intensidade do campo B.

3)

A velocidade da partícula carregada dentro do campo.

4)

A direção da F B é diferente da direção de B.

Forças magnéticas sobre cargas em movimento

A força magnética depende apenas da componente perpendicular da velocidade da carga em relação ao campo.

Se essa componente for nula, a força magnética será nula.

Forças magnéticas sobre cargas em movimento

A força magnética depende apenas da componente perpendicular da velocidade da carga em relação ao campo.

Se essa componente for nula, a força magnética será nula.

Forças magnéticas sobre cargas em movimento A força magnética depende apenas da componente perpendicular da velocidade

Força nula

Forças magnéticas sobre cargas em movimento A força magnética depende apenas da componente perpendicular da velocidade

Força máxima

Forças magnéticas sobre cargas em movimento

A natureza matemática dessas relações impõe que a força magnética seja dada por um produto vetorial.

Forças magnéticas sobre cargas em movimento A natureza matemática dessas relações impõe que a força magnética

Definição:

Forças magnéticas sobre cargas em movimento A natureza matemática dessas relações impõe que a força magnética
Forças magnéticas sobre cargas em movimento A natureza matemática dessas relações impõe que a força magnética

Forças magnéticas sobre cargas em movimento

Forças magnéticas sobre cargas em movimento Esta definição vale tanto para cargas positivas quanto negativas. 24

Esta definição vale tanto para cargas positivas quanto negativas.

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24

A diferença é que a carga negativa sofrera uma ação oposta à carga positiva para um mesmo campo B.

Forças magnéticas e elétricas

Se a partícula carregada se move numa região onde ambos campos, elétrico e magnético, estão presentes a força resultante atuando sobre ela é:

Forças magnéticas e elétricas Se a partícula carregada se move numa região onde ambos campos, elétrico
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Notação : Ao representar o campo magnético ortogonal ao plano do papel (ou da lousa) usamos

Notação: Ao representar o campo magnético ortogonal ao plano do papel (ou da lousa) usamos a seguinte notação:

  • Campo entrando na página.

    • Campo saindo na página.

Notação : Ao representar o campo magnético ortogonal ao plano do papel (ou da lousa) usamos

Linhas de campo

Da mesma forma que representamos o campo elétrico por linhas de campo, o faremos também para o campo magnético.

Linhas de campo

Linhas de campo Note : As linhas de campo não são linhas de força. A força

Note: As linhas de campo não são linhas de força. A força e o campo magnéticos não atuam na mesma direção!

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Linhas de campo: Outros exemplos

Linhas de campo: Outros exemplos Imãs planos Fio conduzindo corrente Uma espira Muitas espiras 31

Imãs planos

Linhas de campo: Outros exemplos Imãs planos Fio conduzindo corrente Uma espira Muitas espiras 31

Fio conduzindo corrente

Linhas de campo: Outros exemplos Imãs planos Fio conduzindo corrente Uma espira Muitas espiras 31

Uma espira

Linhas de campo: Outros exemplos Imãs planos Fio conduzindo corrente Uma espira Muitas espiras 31

Muitas espiras

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Fluxo de campo magnético

Definimos fluxo de campo magnético da mesma forma que o fizemos pro campo elétrico.

Ou seja:

Fluxo de campo magnético Definimos fluxo de campo magnético da mesma forma que o fizemos pro

Unidade de fluxo no SI: Weber

Fluxo de campo magnético Definimos fluxo de campo magnético da mesma forma que o fizemos pro

Lei de Gauss do magnetismo

Lei de Gauss do magnetismo Todas as linhas entram na superfície gaussiana. Fluxo diferente de zero.

Todas as linhas entram na superfície gaussiana.

Fluxo diferente de zero.

Lei de Gauss do magnetismo

Lei de Gauss do magnetismo As linhas entram, saem. Fluxo igual de zero! 34
Lei de Gauss do magnetismo As linhas entram, saem. Fluxo igual de zero! 34

As linhas entram, saem.

Fluxo igual de zero!

Lei de Gauss do magnetismo

Dessa forma podemos escrever a lei de Gauss para o campo magnético assim:

Lei de Gauss do magnetismo Dessa forma podemos escrever a lei de Gauss para o campo

O fluxo magnético total através de uma superfície fechada é sempre zero

Lei de Gauss do magnetismo Dessa forma podemos escrever a lei de Gauss para o campo

As linhas entram, saem.

Fluxo igual de zero!

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Movimento de partículas carregadas

O movimento de uma carga imersa num campo magnético é regido pela força magnética:

Movimento de partículas carregadas O movimento de uma carga imersa num campo magnético é regido pela

Seu movimento pode ser determinado pelas leis de Newton.

Movimento de partículas carregadas

Consideremos então uma partícula de carga q, num campo magnético uniforme B com velocidade v.

Se B e v forem perpendiculares, então:

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Movimento de partículas carregadas Consideremos então uma partícula de carga q , num campo magnético uniforme
Movimento de partículas carregadas Consideremos então uma partícula de carga q , num campo magnético uniforme

Movimento de partículas carregadas

Neste caso F sempre será perpendicular a v.

Logo F nunca altera o módulo de v, apenas sua direção.

O módulo da velocidade de uma partícula carregada num campo magnético é sempre constante

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Movimento de partículas carregadas

Isso faz com que a partícula se mova em um círculo.

Movimento de partículas carregadas Isso faz com que a partícula se mova em um círculo. Podemos

Podemos aplicar as leis do movimento circular uniforme aqui.

< na lousa >

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Movimento de partículas carregadas

Se a velocidade inicial não for perpendicular ao campo, sua componente paralela permanecerá constante.

Logo a partícula descreverá uma hélice.

Movimento de partículas carregadas

Em campos não uniformes o movimento da carga é mais complexo. Veja o exemplo da garrafa magnética.

Movimento de partículas carregadas

É dessa forma que partículas provenientes do sol ficam armadilhadas no campo magnético da terra, que não é uniforme: Cinturão de van Allen.

Movimento de partículas carregadas

Em experimentos de altas energias as forças magnéticas são essenciais para descrever as partículas produzidas.

Dois elétrons e um pósitron:

Produzidos pela incidência de raios gama no interior de uma câmara com alto campo magnético.

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Aplicações: Cargas em campo magnético

1)

Seletor de velocidades

Para muitas aplicações tecnológicas é necessário que todas as partículas de um feixe estejam à mesma velocidade.

Neste caso pode-se empregar um seletor de velocidades, que serve para uniformizar a velocidade das partículas.

Vejamos como ele funciona ...

Aplicações: Cargas em campo magnético

1)

Seletor de velocidades

Considere a partícula com massa m, carga q e velocidade v.

Ela entra numa região onde existe um campo elétrico e um campo magnético.

E aponta da direita para esquerda e B aponta pra dentro do quadro.

Aplicações: Cargas em campo magnético

1)

Seletor de velocidades

E e B podem ser ajustados de forma a cancelar a força resultante sobre a partícula. Ou seja:

Aplicações: Cargas em campo magnético 1) Seletor de velocidades E e B podem ser ajustados de
Aplicações: Cargas em campo magnético 1) Seletor de velocidades E e B podem ser ajustados de

Assim:

Aplicações: Cargas em campo magnético 1) Seletor de velocidades E e B podem ser ajustados de

Campos cruzados permitem medir a velocidade de partículas!

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Aplicações: Cargas em campo magnético

2)

Experiência de Thomson (razão e/m)

O cruzamento de campos foi aplicado no experimento de Thomson, no qual o elétron foi descoberto, em 1897.

Aplicações: Cargas em campo magnético 2) Experiência de Thomson (razão e/m) O cruzamento de campos foi

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Aplicações: Cargas em campo magnético

2)

Experiência de Thomson (razão e/m)

Elétrons são acelerados do catodo por uma diferença de potencial V entre dois anodos.

Aplicações: Cargas em campo magnético 2) Experiência de Thomson (razão e/m) Elétrons são acelerados do catodo

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Aplicações: Cargas em campo magnético

2)

Experiência de Thomson (razão e/m)

A velocidade v dos elétrons é determinada pelo potencial V. < na lousa >

Aplicações: Cargas em campo magnético 2) Experiência de Thomson (razão e/m) A velocidade v dos elétrons

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Aplicações: Cargas em campo magnético

3)

Espectrofotômetro de massa

Francis Aton, um estudante de Thomson, construiu um aparelho para medir as massas de íons.

Aplicações: Cargas em campo magnético 3) Espectrofotômetro de massa Francis Aton, um estudante de Thomson, construiu

Ele fez isso baseado na técnica desenvolvida por Thomson.

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Aplicações: Cargas num campo

3)

Espectrofotômetro de massa

Francis Aton, um estudante de Thomson, construiu um aparelho para medir as massas de íons.

Aplicações:

3)

Espectrofotômetro de massa

Íon são ejetados através de duas fendas colimadoras.

Depois passam dentro de um seletor de velocidades. Todos os íons com velocidades diferentes de E/B são barrados.

Finalmente os íons entram numa região de campo magnético uniforme e realizam trajetórias semicirculares, cujo R pode ser determinado:

Aplicações: 3) Espectrofotômetro de massa • Íon são ejetados através de duas fendas colimadoras. • Depois

Aplicações:

3)

Espectrofotômetro de massa

Aplicações: 3) Espectrofotômetro de massa • Considerando que o íon seja um cátion, por exemplo (carga

Considerando que o íon seja um cátion, por exemplo (carga +e) essa expressão pode ser usada para se obter a sua massa.

Descoberta dos isótopos!

Um mesmo átomo pode ter massas diferentes. Isótopos tem número de nêutrons diferentes!

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Força magnética sobre fio conduzindo carga

São essas forças que fazem um motor girar!

Precisa de mais

...

?

Força magnética sobre fio conduzindo carga

São essas forças que fazem um motor girar!

Precisa de mais

...

?

Força magnética sobre fio conduzindo carga

Vamos determinar a força sobre um fio de corrente em um campo magnético uniforme.

< na lousa >

Força magnética sobre fio conduzindo carga

Força magnética sobre fio conduzindo carga 63

Força magnética sobre fio conduzindo carga

Logo podemos escrever a força pelo produto vetorial:

Força magnética sobre fio conduzindo carga Logo podemos escrever a força pelo produto vetorial: 64
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64

Força magnética sobre fio conduzindo carga

Se invertermos B, invertemos F.

Força magnética sobre fio conduzindo carga Se invertermos B , invertemos F . 65
Força magnética sobre fio conduzindo carga Se invertermos B , invertemos F . 65

Força magnética sobre fio conduzindo carga

Se invertermos I, invertemos F.

Força magnética sobre fio conduzindo carga Se invertermos I , invertemos F . 66
Força magnética sobre fio conduzindo carga Se invertermos I , invertemos F . 66

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Força magnética sobre fio conduzindo carga

Se o condutor não for reto, podemos dividi-los em infinitésimos de forma que a força num infinitésimo do fio seja:

Força magnética sobre fio conduzindo carga Se o condutor não for reto, podemos dividi - los

Veremos na prática, em instantes, como isso funciona ...

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Força e torque sobre uma espira conduzindo carga

Muitos dispositivos práticos empregam a força ou o torque magnético sobre uma espira: galvanômetros, auto-falantes e geradores.

Aqui vamos examinar uma espira de corrente retangular num campo magnético uniforme.

Força e torque sobre uma espira

A espira tem a seguinte geometria:

Força e torque sobre uma espira A espira tem a seguinte geometria: 74

Força e torque sobre uma espira

Agora a mergulhamos num campo magnético uniforme:

Força e torque sobre uma espira Agora a mergulhamos num campo magnético uniforme: 75

75

Força e torque sobre uma espira

Agora a mergulhamos num campo magnético uniforme:

Força e torque sobre uma espira Agora a mergulhamos num campo magnético uniforme: 76
Força e torque sobre uma espira Agora a mergulhamos num campo magnético uniforme: 76

Força e torque sobre uma espira

Agora a mergulhamos num campo magnético uniforme:

Força e torque sobre uma espira Agora a mergulhamos num campo magnético uniforme: 77
Força e torque sobre uma espira Agora a mergulhamos num campo magnético uniforme: 77

Força e torque sobre uma espira

< na lousa >

Força e torque sobre uma espira

Em resumo:

Força e torque sobre uma espira Em resumo: 79
Força e torque sobre uma espira Em resumo: 79
Força e torque sobre uma espira Em resumo: 79
Força e torque sobre uma espira Em resumo: 79
Força e torque sobre uma espira Em resumo: 79
Força e torque sobre uma espira Em resumo: 79

Energia potencial para um dipolo magnético

< na lousa >

Espiras e bobinas

Apesar de termos derivado as expressões abaixo para uma única espira, de forma retangular, elas valem para várias espiras e de qualquer formato.

Espiras e bobinas Apesar de termos derivado as expressões abaixo para uma única espira, de forma
Espiras e bobinas Apesar de termos derivado as expressões abaixo para uma única espira, de forma
Espiras e bobinas Apesar de termos derivado as expressões abaixo para uma única espira, de forma
Espiras e bobinas Apesar de termos derivado as expressões abaixo para uma única espira, de forma
Espiras e bobinas Apesar de termos derivado as expressões abaixo para uma única espira, de forma
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Espiras e bobinas

Para uma bobina formada por N espiras podemos generalizar e escrever:

Espiras e bobinas Para uma bobina formada por N espiras podemos generalizar e escrever: 82

Espiras e bobinas

Para uma bobina formada por N espiras podemos generalizar e escrever:

Espiras e bobinas Para uma bobina formada por N espiras podemos generalizar e escrever: onde: Tal

onde:

Espiras e bobinas Para uma bobina formada por N espiras podemos generalizar e escrever: onde: Tal

Tal arranjo cilíndrico é chamado solenóide: útil para gerar campos!

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Atividades para casa 87

Atividades para casa

Leitura do Capítulo 27

Exercícios Recomendados

Página 232:

Exercícios: 27.1, 4, 6, 7, 8, 11-15, 22, 24, 27-30, 35, 36, 39, 40-46, 53, 58, 60, 62, 63, 64, 67, 68

Todos relativos à 12ª edição de Young and Freedman