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Prof a . Simone Biangolino

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 Atualmente, tanto a Medicina como a Psicologia aceitam que a doença é um fenômeno

Atualmente, tanto a Medicina como a Psicologia aceitam que a doença é um fenômeno bastante complexo, comportando várias dimensões.

Biológico

Cultural

Psicológico

é um fenômeno bastante complexo, comportando várias dimensões. Biológico Cultural Psicológico Social Espiritual

Social

Espiritual

Pode ser definida como uma situação de PERDA Perde-se a saúde Perde-se a autonomia Perde-se
Pode ser definida como uma situação de PERDA Perde-se a saúde Perde-se a autonomia Perde-se

Pode ser definida como

uma situação de

PERDA

Pode ser definida como uma situação de PERDA Perde-se a saúde Perde-se a autonomia Perde-se tempo
Pode ser definida como uma situação de PERDA Perde-se a saúde Perde-se a autonomia Perde-se tempo
Pode ser definida como uma situação de PERDA Perde-se a saúde Perde-se a autonomia Perde-se tempo
Pode ser definida como uma situação de PERDA Perde-se a saúde Perde-se a autonomia Perde-se tempo
Perde-se a saúde
Perde-se a
saúde
Perde-se a autonomia Perde-se tempo Perde-se dinheiro
Perde-se a
autonomia
Perde-se
tempo
Perde-se
dinheiro
Perde-se a vida
Perde-se a
vida
 “Tantas perdas, muitas delas reais e outras tantas imaginárias, abrem uma espécie de “caixa

“Tantas perdas, muitas delas reais e outras tantas imaginárias, abrem uma espécie de “caixa de Pandora” de consequências subjetivas para uma pessoa adoentada”. (Simonetti, 2011)

abrem uma espécie de “caixa de Pandora” de consequências subjetivas para uma pessoa adoentada”. (Simonetti, 2011)
abrem uma espécie de “caixa de Pandora” de consequências subjetivas para uma pessoa adoentada”. (Simonetti, 2011)
abrem uma espécie de “caixa de Pandora” de consequências subjetivas para uma pessoa adoentada”. (Simonetti, 2011)
abrem uma espécie de “caixa de Pandora” de consequências subjetivas para uma pessoa adoentada”. (Simonetti, 2011)
abrem uma espécie de “caixa de Pandora” de consequências subjetivas para uma pessoa adoentada”. (Simonetti, 2011)
 A doença é um real do corpo no qual o homem esbarra, e quando

A doença é um real do corpo no qual o homem esbarra, e quando isso acontece toda a sua

subjetividade é sacudida.

 A doença é um real do corpo no qual o homem esbarra, e quando isso
 A doença é um real do corpo no qual o homem esbarra, e quando isso
 A doença é um real do corpo no qual o homem esbarra, e quando isso
 O adoecimento se dá quando o sujeito humano, carregado de subjetividade, esbarra em um

O adoecimento se dá quando o sujeito humano, carregado de subjetividade, esbarra em um “real”, de natureza patológica, denominado “doença”,

de natureza patológica, denominado “doença”, presente em seu próprio corpo, produzindo uma infinidade

presente em seu próprio corpo, produzindo uma infinidade de aspectos psicológicos que podem se evidenciar no paciente, na família, ou na equipe de profissionais. (Simonetti, 2011)

psicológicos que podem se evidenciar no paciente, na família, ou na equipe de profissionais. (Simonetti, 2011)
psicológicos que podem se evidenciar no paciente, na família, ou na equipe de profissionais. (Simonetti, 2011)
psicológicos que podem se evidenciar no paciente, na família, ou na equipe de profissionais. (Simonetti, 2011)
psicológicos que podem se evidenciar no paciente, na família, ou na equipe de profissionais. (Simonetti, 2011)
psicológicos que podem se evidenciar no paciente, na família, ou na equipe de profissionais. (Simonetti, 2011)
 O ser humano comumente confere sentido a tudo o que ele vivencia, e com

O ser humano comumente confere sentido a tudo

o que ele vivencia, e com o adoecimento não é

diferente.

O conjunto de sentidos que o sujeito confere a sua doença constitui, como consequência, o

de sentidos que o sujeito confere a sua doença constitui, como consequência, o campo dos ASPECTOS

campo dos ASPECTOS PSICOLÓGICOS.

de sentidos que o sujeito confere a sua doença constitui, como consequência, o campo dos ASPECTOS
de sentidos que o sujeito confere a sua doença constitui, como consequência, o campo dos ASPECTOS
de sentidos que o sujeito confere a sua doença constitui, como consequência, o campo dos ASPECTOS
de sentidos que o sujeito confere a sua doença constitui, como consequência, o campo dos ASPECTOS
Aspectos Psicológicos  É o nome dado para as manifestações da subjetividade humana diante da
Aspectos Psicológicos
Aspectos
Psicológicos
Aspectos Psicológicos  É o nome dado para as manifestações da subjetividade humana diante da doença

É o nome dado para as manifestações da subjetividade humana diante da doença, tais como

sentimentos, desejos, a fala, os pensamentos e comportamentos, as fantasias e lembranças, as

crenças, os sonhos, os conflitos, o estilo de vida e

o estilo de adoecer.

comportamentos, as fantasias e lembranças, as crenças, os sonhos, os conflitos, o estilo de vida e
comportamentos, as fantasias e lembranças, as crenças, os sonhos, os conflitos, o estilo de vida e
comportamentos, as fantasias e lembranças, as crenças, os sonhos, os conflitos, o estilo de vida e
comportamentos, as fantasias e lembranças, as crenças, os sonhos, os conflitos, o estilo de vida e
 Estes aspectos estão por toda a parte, como uma atmosfera a envolver a doença,

Estes aspectos estão por toda a parte, como uma atmosfera a envolver a doença, transmutando-a

em adoecimento, e, dependendo do caso, podem

(Simonetti, 2011)
(Simonetti, 2011)

aparecer como causa da doença, como desencadeador do processo patogênico, como

doença, como desencadeador do processo patogênico, como agravante do quadro clínico, como fator de manutenção

agravante do quadro clínico, como fator de

manutenção do adoecimento, ou ainda como consequência desse adoecimento.

do quadro clínico, como fator de manutenção do adoecimento, ou ainda como consequência desse adoecimento.
do quadro clínico, como fator de manutenção do adoecimento, ou ainda como consequência desse adoecimento.
do quadro clínico, como fator de manutenção do adoecimento, ou ainda como consequência desse adoecimento.
do quadro clínico, como fator de manutenção do adoecimento, ou ainda como consequência desse adoecimento.
Desencadeante Agravante Doença Causa Consequência Manutenção
Desencadeante Agravante Doença Causa Consequência Manutenção

Desencadeante

Agravante

Doença

Desencadeante Agravante Doença Causa Consequência Manutenção

Causa

Desencadeante Agravante Doença Causa Consequência Manutenção

Consequência

ManutençãoDesencadeante Agravante Doença Causa Consequência

Desencadeante Agravante Doença Causa Consequência Manutenção
Desencadeante Agravante Doença Causa Consequência Manutenção
Desencadeante Agravante Doença Causa Consequência Manutenção
 A ideia de um aspecto psicológico atuando como causa de uma doença orgânica é

A ideia de um aspecto psicológico atuando como causa de uma doença orgânica é o próprio campo da Psicossomática, que tem demonstrado cabalmente:

MENTE

da Psicossomática, que tem demonstrado cabalmente: MENTE Emoções Conflitos Psíquicos Estresse CORPO Úlcera
Emoções Conflitos Psíquicos Estresse CORPO
Emoções
Conflitos Psíquicos
Estresse
CORPO
cabalmente: MENTE Emoções Conflitos Psíquicos Estresse CORPO Úlcera duadenal Hipertireoidismo Neurodermatite Asma

Úlcera duadenal

Hipertireoidismo

Neurodermatite

Asma

 Quando uma vivência psicológica, consciente ou não, reconhecida ou não pelo sujeito como ligada

Quando uma vivência psicológica, consciente ou

não, reconhecida ou não pelo sujeito como ligada

ao adoecimento, vem precipitar o início do

processo patogênico, diz-se então que essa

vivência foi um FATOR PSICOLÓGICO DESENCADEANTE

que agiu sobre uma vulnerabilidade física

preexistente. (Simonetti, 2011)

FATOR PSICOLÓGICO DESENCADEANTE que agiu sobre uma vulnerabilidade física preexistente. (Simonetti, 2011) Psicológico

Psicológico

 Muitas vezes, porém, a vivência psicológica nada tem a ver com o início da

Muitas vezes, porém, a vivência psicológica nada tem a ver com o início da doença mas ajuda a

piorar o quadro clínico instalado, ou influi

negativamente no tratamento, dificultando-o. Nesses casos pode-se dizer que tal vivência teria

dificultando-o. Nesses casos pode-se dizer que tal vivência teria sido um FATOR PSICOLÓGICO AGRAVANTE (Simonetti, 2011)

sido um FATOR PSICOLÓGICO AGRAVANTE

(Simonetti, 2011)

dificultando-o. Nesses casos pode-se dizer que tal vivência teria sido um FATOR PSICOLÓGICO AGRAVANTE (Simonetti, 2011)
dificultando-o. Nesses casos pode-se dizer que tal vivência teria sido um FATOR PSICOLÓGICO AGRAVANTE (Simonetti, 2011)
dificultando-o. Nesses casos pode-se dizer que tal vivência teria sido um FATOR PSICOLÓGICO AGRAVANTE (Simonetti, 2011)
dificultando-o. Nesses casos pode-se dizer que tal vivência teria sido um FATOR PSICOLÓGICO AGRAVANTE (Simonetti, 2011)
 A Psicologia enfatiza a parte psíquica, mas não diz que o biológico não é

A Psicologia enfatiza a parte psíquica, mas não diz que o biológico não é importante, pelo contrário, perguntará sempre qual a reação psíquica diante

perguntará sempre qual a reação psíquica diante dessa realidade orgânica , qual a posição do sujeito

dessa realidade orgânica, qual a posição do sujeito

dessa realidade orgânica , qual a posição do sujeito diante desse “real” da doença, e disso

diante desse “real” da doença, e disso fará seu

material de trabalho. (Simonetti, 2011 - adaptada)

do sujeito diante desse “real” da doença, e disso fará seu material de trabalho. (Simonetti, 2011
do sujeito diante desse “real” da doença, e disso fará seu material de trabalho. (Simonetti, 2011
do sujeito diante desse “real” da doença, e disso fará seu material de trabalho. (Simonetti, 2011
do sujeito diante desse “real” da doença, e disso fará seu material de trabalho. (Simonetti, 2011
do sujeito diante desse “real” da doença, e disso fará seu material de trabalho. (Simonetti, 2011
do sujeito diante desse “real” da doença, e disso fará seu material de trabalho. (Simonetti, 2011
Apesar das perdas, a doença pode também trazer GANHOS Ganha-se mais atenção Ganha-se mais cuidado
Apesar das perdas, a doença pode também trazer GANHOS Ganha-se mais atenção Ganha-se mais cuidado

Apesar das perdas, a

doença pode também

trazer

GANHOS

Apesar das perdas, a doença pode também trazer GANHOS Ganha-se mais atenção Ganha-se mais cuidado Ganha-se
Apesar das perdas, a doença pode também trazer GANHOS Ganha-se mais atenção Ganha-se mais cuidado Ganha-se
Apesar das perdas, a doença pode também trazer GANHOS Ganha-se mais atenção Ganha-se mais cuidado Ganha-se
Apesar das perdas, a doença pode também trazer GANHOS Ganha-se mais atenção Ganha-se mais cuidado Ganha-se
Ganha-se mais atenção
Ganha-se mais
atenção
Ganha-se mais cuidado
Ganha-se mais
cuidado
Ganha-se o direito a não trabalhar
Ganha-se o
direito a não
trabalhar
Ganha-se autocomiseração
Ganha-se
autocomiseração

Ganha-se desculpas genuínas para explicar dificuldades existenciais, profissionais ou amorosas

 Há, então nas doenças, GANHOS SECUNDÁRIOS .  Esses ganhos secundários da doença demonstram
 Há, então nas doenças, GANHOS SECUNDÁRIOS .  Esses ganhos secundários da doença demonstram

Há, então nas doenças, GANHOS SECUNDÁRIOS.

Esses ganhos secundários da doença demonstram como aspectos psicológicos podem atuar como

FATOR DE MANUTENÇÃO DA DOENÇA
FATOR DE MANUTENÇÃO DA DOENÇA
ganhos secundários da doença demonstram como aspectos psicológicos podem atuar como FATOR DE MANUTENÇÃO DA DOENÇA
ganhos secundários da doença demonstram como aspectos psicológicos podem atuar como FATOR DE MANUTENÇÃO DA DOENÇA
ganhos secundários da doença demonstram como aspectos psicológicos podem atuar como FATOR DE MANUTENÇÃO DA DOENÇA
ganhos secundários da doença demonstram como aspectos psicológicos podem atuar como FATOR DE MANUTENÇÃO DA DOENÇA