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FUDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA PESQUISA CIENTIFICA E SERVIÇO SOCIAL PROF: JODEYLSON ISLONY DE LIMA SOBRINHO A

FUDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA PESQUISA CIENTIFICA E SERVIÇO SOCIAL

PROF: JODEYLSON ISLONY DE LIMA SOBRINHO

A IMPORTÂNCIA DOS FUNDAMENTOS E PROCENDIMENTOS METODOLÓGICOS NA CONSTITUIÇÃO DA PESQUISA SOCIAL

Ivonete Rodrigues Gomes Do Nascimento

Leidiane Damasceno Neves

Teresina (PI) 09 de agosto de 2015

Ivonete Rodrigues Gomes Leidiane Damasceno Neves

email: netgomes01@hotmail.com

email:leidianeneves2008@hotmail.com

RESUMO

Este artigo apresenta reflexões sobre a importância dos fundamentos da teoria social marxista na construção teórica metodológica dos fundamentos da pesquisa social dentro do Serviço Social, traz conceitos relativos à pesquisa social e conhecimentos, importantes para a realização de uma pesquisa como também os métodos utilizados por um pesquisador facilitando o trabalho e apontando os desafios, visando a consolidação e aprofundamento do conhecimento relacionado à pesquisa social.

Palavra- chave: Pesquisa Social, fundamentos, metodológicos, Serviço Social.

ABSTRACT

This article presents reflections on the importance of the fundamentals of Marxist social theory in theoretical methodological construction of foundations of social research in Social Service, brings social search-related concepts and knowledge, important for the realization of a survey as well as the methods used by a researcher making work and pointing the challenges, aiming at the consolidation and deepening of knowledge related to social research. Keyword: Social Research, methodological foundations, Social Service.

Ivonete Rodrigues Gomes Leidiane Damasceno Neves

email: netgomes01@hotmail.com

email:leidianeneves2008@hotmail.com

INTRODUÇÃO

A análise realizada neste artigo têm suas referenciais nas reflexões produzidas na disciplina: Fundamentos Teóricos metodológicos da Pesquisa Cientifica e Social, oferecidas pela pós-graduação em Serviço Social na FAR que permite algumas reflexões de outros trabalhos realizados a respeito deste tema e das correntes que influenciam principalmente no contexto do Serviço Social.

A Pesquisa Social é o estudo que se utiliza para se obter respostas para um problema abrangente, onde se faz uso de procedimentos científicos para se conseguir novos conhecimentos na área da realidade social. A Pesquisa é um passo importante e essencial para a formação e para intervenção profissional dos Assistentes Sociais.

“A produção do conhecimento em nível de Serviço Social necessita de um exercício crítico que não abdica e nem supervaloriza a razão humana, ou seja, o profissional-pesquisador se debruça diante de uma determinada realidade material, reconstruindo-a como” concreto pensado “(MAX apud FERNANDES, org.1989,

p.410)”.

Nesse sentido o que se busca é a" lógica da coisa "( materialmente fincada na "

apud

exprimem

formas

de

vida,

determinações

de

existência"

(MAX

FERNANDES,org.1989,p.415.)

A Pesquisa assume um papel decisivo na conquista de um estatuto acadêmico que possibilita aliar formação com capacitação, condições indispensáveis tanto a uma intervenção profissional qualificada, quanto à ampliação do patrimônio intelectual e bibliográfico da profissão, que vem sendo produzido especialmente, mas não exclusivamente, no âmbito da pós-graduação stricto senso. Apesar da nossa recente tradição em pesquisa e do viés empirista e epistemologista que a caracteriza, nota-se uma significativa expansão dela nos últimos anos e também um significativo avanço na sua qualidade, a partir da adoção do referencial teórico- metodológico extraído da tradição Marxista (GUERRA, 2009, p.702).

Entende-se que a Pesquisa Social envolve vários aspectos relativos ao homem, e seus múltiplos relacionamentos com outros homens e instituições sociais. A Pesquisa em geral está relacionada com a busca do progresso da ciência, onde se desenvolve os

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conhecimentos

conseqüências práticas.

científicos

sem

ter

uma

1. Níveis da Pesquisa

preocupação

com

suas

aplicações

e

Duverger (1962) distingue três níveis de pesquisa: descrição, classificação

e explicação. Selltiz et al.(1967) classificam as pesquisas em três grupos: grupos

exploratórios, estudos descritivos e estudos que verificam hipótese causais. Esta última classificação é a mais utilizada atualmente e é a que será exposta aqui neste contexto.

1.1 Pesquisas exploratórias- Tem como principal finalidade desenvolver, esclarecer e modificar conceitos e idéias, tendo em vista a formulação de problemas mais precisos ou hipótese pesquisáveis para estudos posteriores.

1.2 Pesquisas descritivas- Essas pesquisas têm como objetivo primordial a descrição das características de determinada população ou fenômeno ou o estabelecimento de ralações entre variáveis, ou seja, estuda as características de um grupo: sua idade, sexo, procedência, nível de escolaridade, nível de renda, saúde, física e mental, etc.

1.3 Pesquisa explicativa- Têm como preocupação central identificar os fatores que determinam ou que contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Esta é o tipo de pesquisa que mais aprofunda o conhecimento da realidade, porque explica a razão,

o porquê das coisas.

O Autor nos orienta elencando várias perguntas:

Como o conhecimento produzido pode tornar-se uma ferramenta às práticas profissionais no sentido de qualificá-las enquanto expressões de

uma totalidade mais ampla? Visto que o Serviço Social se caracteriza pela

sua dimensão interventiva, que forma a produção de conhecimentos pode

tornar o fazer profissional mais competente e qualificado? Como produzir

um conhecimento que estabeleça mediações entre os processos sociais

mais amplos e as diferentes esferas onde se inscreve o trabalho

profissional? Como problematizar, atribuir um trato teórico e, portanto, produzir conhecimentos sobre demandas e requisições que circunscrevem

o campo profissional, superando a postura de denuncia e contestação?(SIMIONATTO, 2005, p.57.58).

O Pesquisador deve usar métodos que ajudem a decidir o alcance de sua investigação, utilizando as regras da explicação dos fatos e da validade de suas

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generalizações, onde estão incluídas os seguintes métodos: Dedutivo, Indutivo, Hipotético-Dedutivo, Dialético e Fenomenológico.

Para se ter um melhor entendimento a respeito desses métodos será exposto um breve conceito dos métodos citados acima:

Método Dedutivo- Parte de princípios reconhecidos como verdadeiros e

indiscutíveis e possibilita chegar a conclusões de maneira puramente formal, isto é, em virtude unicamente de sua lógica.

Método Indutivo- Procede inversamente ao Dedutivo: Parte do particular e

coloca a generalização como um produto posterior do trabalho de coleta e dados particulares. De acordo com o raciocínio indutivo, a generalização não pode ser buscada aprioristicamente, mas constatada a apartir da observação a partir da observação de casos concretos suficientemente confirmadores dessa realidade. Não

se pode deixar de reconhecer a importância do método Indutivo na constituição das ciências sociais.

Método hipotético- dedutivo- Enquanto o método dedutivo procura-se a todo

custo confirmar a hipótese, no método hipotético-dedutivo, ao contrário, procuram-se evidências empíricas para derrubá-la. O método hipotético-dedutivo é aceito no campo das ciências naturais, onde os neopossitivistas o considera como o único método rigorosamente lógico.

Método Dialético- Para Hegel, a lógica e a história da humanidade seguem uma

trajetória dialética, nas quais as contradições se transcendem, mas dão origem a novas contradições que passam a requerer solução, na sua concepção à dialética é de natureza idealista, ou seja, admite a hegemonia das idéias sobre a matéria. Essa concepção foi criticada por Karl Marx e Friedrich Engels.

Método Fenomenológico- O objeto de conhecimento para a fenomenologia não

é o sujeito nem o mundo, mas o mundo enquanto é vivido pelo sujeito. Para Fenomenologia a pesquisa parte do cotidiano, da compreensão do modo de viver das pessoas, e não de definições e conceitos, como ocorre nas pesquisas desenvolvidas segundo a abordagem positivistas. Dessa forma a pesquisa desenvolvida sob o enfoque fenomenológico procura resgatar os significados atribuídos pelos sujeitos ao objeto que está sendo estudado. As técnicas de pesquisa mais utilizados são, portanto, de natureza qualitativa e não estruturada.

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A apartir da década de 1960, o Brasil passou a ter uma forte influência de pensamento fisiológico no Serviço Social, o Materialismo Histórico Dialético. Os Assistentes Sociais neste período passaram a fazer uma análise crítica da sociedade, apartir das contradições identificadas e da percepção da necessidade de mudanças. Nessa época persiste a postura tradicional do Serviço Social numa linha conservadora. No entanto surgem movimentos que defendem a Intervenção do Serviço Social numa perspectiva crítica e que se somam a outros movimentos, em busca de mudanças estruturais na sociedade brasileira. Esta postura ganha força no Serviço Social brasileiro apartir da década de 1970, principalmente em algumas escolas de Serviço Social. Os Assistentes Sociais entram em contato com a teoria Marxista principalmente, apartir das leituras de Althusser, Gramsci e outros.

2- A Importância do Materialismo Histórico Dialético, ou seja, a filosofia Marxista. A Dialética teve sua origem na Grécia, porém por muito tempo ocupa uma posição secundária vem ressurgir com força total no renascimento. Significa a arte do diálogo, da controvérsia, a inclusão do pensamento apartir das contradições. Alguns autores dialogam e expõem suas teorias e pensamentos sobre o Materialismo Histórico Dialético:

Para Platão, dialético é o sinônimo de filosofia, método mais eficaz de aproximação entre os ideais particulares e as idéias universais ou puras. É a técnica de perguntar, responder e refutar o que ele teria aprendido com Sócrates. Platão considera que apenas através do diálogo o filósofo deve procurar atingir o verdadeiro conhecimento. Aristóteles, define a dialética como a lógica provável, do processo racional que não pode ser demonstrado. Kant, concorda com a teoria Aristotélica quando define a dialética como a lógica da aparência". Para ele, a dialética é uma ilusão, pois se baseia em princípios que, na verdade são subjetivos. Hegel, apresenta a dialética como o movimento racional que permite transpor uma contradição. Segundo ele uma tese inicial se contradiz e é

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ultrapassada por sua antítese. Essa antítese, que conserva elementos da tese, é superada pela síntese, que combina elementos das duas primeiras, num progresso do enriquecimento. A dialética Hegeliana não é um método, mas um movimento do conjunto do pensamento e da realidade. Segundo Hegel, a história da humanidade cumpre uma trajetória dialética marcada por três momentos: Tese, Antítese e Síntese.

Fauerbach, é considerado o verdadeiro fundador do materialismo ao designar o homem como princípio real e fundamental dos seres e da teoria. Ele rompe com o idealismo de Hegel substituindo a idéia pela matéria, para ele a compreensão do pensamento parte do objeto e da interpretação da natureza. Marx e Engels, partem da dialética idealista de Hegel e avançam com relação ás idéias materialistas de Fauerbach. Na verdade eles colocam a dialética com os pés no real, no material. Os materialistas antes de Marx consideravam apenas a influência da natureza sobre o homem e não a influência do homem sobre a natureza. Marx investe esta ordem, a Filosofia Marxiana vai além da interpretação materialista da natureza e aplica o materialismo também à vida social, o que se denomina materialismo histórico, ou seja, o método desenvolvido por Marx permite uma interpretação materialista da história através do método dialético. Marx e Engels, analisando a realidade em que viviam ,perceberam que ela era dinâmica e contraditória. Pelo trabalho o ser humano transforma a natureza, produzindo bens para atender às suas necessidades. Nesse processo de produção de bens, as pessoas estabelecem relações entre si. As relações criadas entre trabalhadores (detentores da força de trabalho) e proprietários dos meios de produção (terra, matéria-prima, fábricas, máquinas e instrumentos de trabalho) são chamadas de relações de produção. As análises aqui apresentadas, de formas sucintas, permitem uma recomposição histórica da construção teórica do Serviço Social bem como, uma reflexão da importância da tradição marxista para o processo de construções de uma ruptura com os fundamentos conservadores que estão referenciados na gênese da profissão. O primeiro estudo fundamentado nas contribuições marxiana foi publicado na primeira metade dos anos 80 do século XX. Trata-se da obra „‟ Relações Sociais e Serviço Social no Brasil esboço de uma interpretação histórica metodológica „‟(1985), de autoria da Assistente Social e professora Marilda Vilela

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Iamamotto em parceira com Raul de Carvalho. A grande relevância desta obra esta na releitura acerca da origem e da institucionalização do Serviço Social no Brasil, sustentados na proposta urbano-industrial impulsionada pelo Estado brasileiro a partir do governo Getulio Vargas (1930), na modernização do trabalho leigo católico e no aprofundamento da questão social oriunda das contradições entre capital- trabalho intensificados em todo territórios nacional tudo por base o legado deixado pela economia agroexportadora.

Segundo Iamamotto situa e explica o serviço social como profissão inserida na divisão social e técnica do mundo do trabalho cumprido uma função especificam de gerenciamento de projetos e programas de cunho social comprometidos com administração das desigualdades sociais. A autora chama atenção para o caráter controlador do exercício profissional do Assistente social, mediador de múltiplos conflitos na relação-trabalho (função histórica atribuída á profissão).

De acordo com autora o Serviço Social está inserido no mundo do trabalho onde tem função de elaborar programas e projetos e para isso e necessário está apto para realizar pesquisas de cunho social para benefício dos trabalhadores.

Neste sentido, a proposição que se faz é refletir sobre a contribuição da obra marxiana, como diz NETTO (1996), da tradição marxista na constituição dos fundamentos teóricos do Serviço Social, considerando que esta apropriação exige manter, consolidar a perspectiva critica dialética no marco da profissão.

3- Serviço Social: na Contemporaneidade

As análises produzidas no âmbito do Serviço Social que tematizam as particularidades da profissão na contemporaneidade exige ter como referências as transformações societários processadas no atual contexto afetado, modo de vida, identidades e formas de sociabilidade, colocando as mais diversas praticas sociais nos quais incluem as atividades profissionais.

A sociedade contemporânea vivencia, ao final do século XX, os rebatimentos de profundas transformações societários. Transformações estas, expressa no processo de produção e reprodução da vida social, determinados pela reestrutura

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produtiva, pela reforma do Estado e pelas formas de enfretamento da questão social.

Na realidade brasileira, como nos demais pais latino-americanos, o processo dessas transformações assumiu em movimento próprio, respeitando suas peculiaridades conjunturais e estruturais, estas transformações expressas nos aspectos econômicos, políticos, sociais, culturais e éticos de nossa sociedade contemporânea.

O processo de internacionalização e globalização da economia, o desemprego estrutural e as transformações técnicas cientificam da produção de bens e serviços ao tempo que produzir os avanços que atender as novas exigências do capitalismo mundial, tem produzido e agravado os problemas socioeconômicos, em especial, dos países periféricos e isto se evidencia como destaca Pereira (2002), Iamamotto (1998) e NETTO (1996), na crescente disparidade social revelada pelo aumento da miserabilidade.

O processo produtivo passa por significativas alterações com substituição da eletromecânica, pela elétrica, a robótica, a informatização e o todo de automação que define uma revolução tecnológica. Em contrapartida, vem produzido, como destaca Antunes (1998), um crescimento do excludente da força de trabalho, o estabelecimento de novas formas e modalidades de contratação da força de trabalhos (o trabalho parcial, temporário, subcontrato), novas estratificação e discriminação, bem como a diminuição das taxas de sindicalização. Acentua-se a fragmentação e complexificação da classe que vive do trabalho.

4- Marcas da Tradição Marxista no Serviço Social

As primeiras influencias do marxista no Serviço Social “adoçadas„‟ pela autocracia burguesa e pela sua expressão política no regime militar brasileira de

1964 (NETTO, 1992), vão adquirir maior visibilidade durante o processo de abertura democrática apartir da segunda metade dos anos 70 e inicio dos anos 80 do século

XX

O Serviço Social teve seu primeiro contato com a tradição marxista ocorreu ao longo do „‟processo de reconceituação „‟, ou seja, a partir de um movimento de

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cunho latino-americano, de caráter necessariamente sincrético e multifacetado, que suscitou um intenso debate teórico-metodológico entre os Assistentes Sociais e consumiu uma década (1965 a 1975) não exatamente).

Essas discussões foram realizadas na época da ditadura militar que eram implantadas na América Latina a partir dos anos 60 no século XX. Nesta época já haviam muitos profissionais em Serviço Social que estabeleciam seus primeiros contatos com o Marxismo através dos movimentos sociais e da resistência à ditadura militar, foi uma época de repressão política onde se tentava uma abertura democrática através dos movimentos sociais.

Esse processo manifestou, no interior, predominantemente denominados por NETTO (1991) como „‟modernizadoras „‟(de orientação funcionalista-CBISS, 1989),. Vale registrar que este intenso debate foi particularmente realizados na ditadura militar, implantada na America Latina na década de 60, do século XX, informaçâo particularmente importante para os grupos de orientações marxistas. Mesmo considerando o caráter sincrético destacado anteriormente, os estudos de NETTO (1991) mostram que as inúmeras simplificações geradas por leituras equivocadas da profissão, como também as diferentes orientações teóricas, freqüentemente ecléticas, resultam diferentes concepções formadas antes, durantes e depois do „‟processo de reconceituação‟‟.

Considerações finais

Tendo como referencia as determinações apresentadas passamos a pensar as influencias da pesquisa social e a teoria social marxista na construção dos fundamentos do Serviço Social.

Os argumentos aqui apresentados, de forma sucinta, permitem uma recomposição histórica da construção teórica do Serviço Social, bem como uma reflexão da importância da tradição marxista para o processo de ruptura com os fundamentos conservadores que estão referenciados na gênese da profissão. Considerando estes argumentos é que se torna cada vez mais presente reafirmar a

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orientação marxiana na perspectiva de consolidar novas bases de legitimidade para a profissão.

No entanto percebeu-se que a constituição da pesquisa social necessita de conhecimentos científicos que se baseiam em experiências cotidianas vivenciadas por pesquisadores que utilizam o método Marxista para realizarem a pesquisa social.

É necessário enfrentar o debate de forma qualificada reafirmando no marco da orientação critica dialética, e superar esta onda de imediatista, que reforma o Serviço Social.

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REFERÊNCIAS

FIGUEIRA ALMEIDA, M.S. - Fundamentos Filosóficos para o Serviço Social. Unisa/ Educação a Distância/www.Unisa.br.p.21, 22 e 29.

GIL. C.A. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social: p.8 a 15, p.26,27 e 28 Anhanguera Publicações, Alameda Maria Teresa 2000, Valinhos- SP-Cep 13278- 181 www.anhanguera.com.

IAMAMOTTO, M, v.carvalho, R Relações sociais e serviço social no Brasil, 2 ed,São Paulo: Cortez,1982

trabalho e

formação profissional São Paulo, 1998.

IAMAMOTTO, Marilda Villela; Raul de Relações sociais e Serviço Social no Brasil- Esboço de uma interpretação histórico-metodológica 3.ed. São Paulo:

Cortez,1985.

NETTO j. p. transformações societários e Serviço Social, notas para uma analise prospectiva da profissão no Brasil. Revista Serviço Social e Sociedade n. 50 ano XVII São Paulo: Cortez, 1996.

SEMIONATO, Ivete, Os desafios na pesquisa e na produção de conhecimento em Serviço Social- Pesquisa e Produção de conhecimento em Serviço Social. Recife, Ed. Universitária da UFPE, ano 5,n.9,p.51,62,jan/jun. 2005.

IAMAMOTTO,

M.V.

O

serviço

social

na

contemporaneidade:

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