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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO – UFPE

ENGENHARIA NAVAL E OCEÂNICA

ARTE NAVAL

RELATÓRIO 3

Rafael Victor Andrade de Lucena
Professor: Silvio Gomes Melo

Recife – PE
2013

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - UFPE

Rafael Victor Andrade de Lucena

Arte Naval

Terceiro relatório apresentado ao curso de
graduação em Engenharia Naval e Oceânica,
referente a construção de uma maquete,com o
objetivo de adquirir parte dos pontos
necessários para aprovação na cadeira de
Arte Naval.

Professor: Silvio Gomes Melo

Recife – PE

2013

Montagem 7 3. Deformação na junção entre as chapas 18 5. PROBLEMAS VERIFICADOS DURANTE A CONSTRUÇÃO 17 4. Montagem dos Painéis do costado (Boreste e Bombordo) 7 3.2.2. CONCLUSÃO 20 7.1. CONSTRUÇÃO 1 3.2. Marcação e Corte 1 3. CONSERTOS 19 6.SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1 2.1. OBJETIVOS 1 3. BIBLIOGRAFIA 21 . Deformação do Chapeamento 18 4. Montagem do Painel do Convés 13 4.2.1.2.

Construção A execução do plano de construção de um navio em um estaleiro é uma etapa de extrema importância para a construção naval. respectivamente. 3. Veja agora as etapas do processo de construção dos painéis do convés e do costado da vante do navio. Tendo em vista solucionar todos os problemas. será dado inicio ao plano de construção do mesmo a partir da nomenclatura e sequência de montagem realizada no primeiro e segundo relatório.1. Introdução Após a elaboração do projeto de criação dos painéis do costado e do convés do anel da Vante do Navio. Objetivos Esta etapa do relatório tem como objetivo retratar o processo de construção dos painéis do costado e do convés. 3. Marcação e Corte A marcação das peças foram feitas de acordo com o Nesting apresentado no 2º relatório.1. onde são cumpridas as sequências de atividades e processos programados. para realização dos painéis de acordo com as normas solicitadas pelo estaleiro. será realizado a descrição das características e dificuldades que surgem em cada etapa do processo e estes serão solucionados visando excelência do produto final.de acordo com sequência de montagem do 2º Relatório. As figuras abaixo mostram esse processo: Figura 01: Representação da marcação das peças Página 1 . Alem disso. 2.

Figura 02: Representação da marcação das peças Figura 03: Representação da marcação das peças Figura 04: Representação da marcação das peças Figura 05: Representação da marcação das peças Página 2 .

Figura 06: Representação da marcação das peças Figura 07: Representação da marcação das peças Figura 08: Representação da marcação das peças Figura 09: Representação da marcação das peças Página 3 .

Página 4 .Figura 10: Representação da marcação das peças Figura 11: Representação da marcação das peças Após a marcação de todas as peças nas chapas fornecidas. juntamente com suas respectivas nomenclaturas e identificações.que foram marcadas nas chapas com uma escala de 1:50. foram realizados os cortes. As figuras abaixo mostram os cortes feito das chapas: Figura 12: Representação das cavernas.depois dos cortes.

depois do corte.depois dos cortes. Figura14:Representação das cavernas e seus respectivos reforços. Figura15:Representação das chapas do costado. Página 5 .Figura13: Representação dos flanges das cavernas.

Figura 17: Representação das chapas da braçola de escotilha e da borboleta. Página 6 . a) b) Figura 16: Representação a)das almas e dos flanges( dos perfis em T) e b) da chapa do convés. depois dos cortes. depois dos cortes.

Montagem dos Painéis do costado (Boreste e Bombordo) Processo 2: Posicionar o nesting realizado no relatório 1 nas chapas que foram solicitadas. Página 7 .2.repetindo esse processo para todas as cavernas.A figura abaixo mostra esses processos: Figura 18: Representação da colagem das cavernas em seus respectivos flanges.3. Processo 3: Separar os componentes do painel em seções de armazenamento. foram obdecidas as sequencias de montagem adotadas no 2º relatório.1. Montagem Para montagem dos Painéis do Costado (Boreste e Bombordo) e do convés. Processo 4: Colagem de todas as partes do flange em cada uma caverna.tanto as do lado Boreste como as do Bombordo.realizando assim o corte de todas as peças necessárias para construir os painéis do costado.de acordo com a representação esquemática dos processos a seguir: 3.2.

Figura 19: Representação da colagem das cavernas em seus respectivos flanges. Figura 20: Representação da colagem das partes da chapa do costado. Processo 5: Colagem das partes Chapa do Costado da Vante Bombordo e boreste. Página 8 .

8m. Processo 6: Colagem de todas as cavernas com seu respectivo flange nas chapas do painel do costado. Página 9 . Figura 22: Representação da colagem de todas as cavernas com seu respectivo flange nas chapas do painel do costado lado boreste.Figura 21: Representação da colagem das partes da chapa do costado.com espaçamento de 0. tanto para o lado Bombordo como Boreste da vante do navio.

Página 10 . Figura 24: Representação da colagem de todas as cavernas com seu respectivo flange nas chapas do painel do costado. Figura 25: Processo de colagem de todas as cavernas com seu respectivo flange nas chapas do painel do costado lado bombordo.Figura 23: Representação da colagem de todas as cavernas com seu respectivo flange nas chapas do painel do costado lado boreste.

Figura 28: Processo de pintura. Processo 7: Pintura final.Processo 6: Possíveis retoques de cola nas junções. Página 11 . colocando apoios para evitar possíveis deformações. Figura 26: Processo de retoque de cola nas junções Figura 27: Processo de secagem da cola.

Página 12 . Figura 31: Pintura Final. Figura 30: Pintura Final.Figura 29: Pintura Final.

2. Montagem do painel do Convés Processo 2: Posicionar o nesting realizado no relatório 1 nas chapas que foram solicitadas.realizando assim o corte de todas os componentes necessários para construir o painel do convés. Processo 4: Posicionar perpendicularmente todas as almas e flanges respectivos e realizar a colagem entre eles (Fabricação dos perfis “T”).3.d) e e) temos os reforços PTA500 com seus flanges e no exemplo c) temos o reforço PTA1300 e seu flange. no exemplo a).como mostrado na figura5.b). b) e) a) d) c) Figura 32: Representação da montagem dos perfis em T. Repetir o procedimento para todos os reforços.2. Processo 3: Separar os componentes do painel em seções de armazenamento. Página 13 .

Processo 5: Colagem das partes da Chapa para Revestimento externo do Convés da Vante (CRCV). Figura 34: Representação da colagem das partes da chapa do convés.o segundo a partir do ultimo perfil T a uma distancia de 2460mm e o terceiro.tendo em vista que o primeiro perfil T será colado a uma distancia de 3090mm da extremidade da chapa. a partir do ultimo a uma distancia Página 14 . Processo 5: Colagem dos perfis T na chapa para revestimento externo do convés(CRCV).que é o maior. Figura 33: Representação da colagem das partes da chapa do convés.

a figura a seguir mostra uma representação deste processo: Figura 36: Representação da construção da Braçola de escotilha. Figura 35: Representação da colagem dos perfis em T na chapa do convés. Página 15 . Processo 6: Construção da Braçola de escotilha: será colado a Chapa da Braçola de Escotilha da Vante(CBEV01) e a Chapa da Braçola de Escotilha da Vante(CBV02) de forma perpendicular e simétrica entre os lados da chapa. na Chapa da Braçola de Escotilha da Vante(CBEV01) de forma também perpendicular.no total sendo colado 5 perfis T.2050mm sendo os outros perfis colocados simetricamente a partir da outra extremidade da chapa.que são 3. sendo colocada uma em cada extremidade e a outra no meio da chapa. Colando a borboleta com seu lado maior. de 1650 mm. Depois será posicionado as Borboletas da Braçola de Escotilha da Vante(BBEV).

que será feito a colagem da Braçola de escotilha na parte superior da chapa. ou seja. possíveis retoques de cola nas junções. Figura 37: Representação do processo 7: construção do painel do convés Processo 8: Realizar acabamento do painel. Figura 38: Pintura Final Página 16 .Processo 7: Juntando o componente formado no processo 5 e no processo 6 e fazendo a colagem entre eles. Processo 9: Pintura final.formando o painel do convés.

Nos flanges onde geralmente acontecem muitas deformações. Nos processos de secagem da chapa do convés teve um pequeno deformamento. com isso ocasionou na não deformação dos mesmos.que será visto no próximo tópico.Figura 39: Pintura Final Figura 40: Pintura Final 4. Página 17 .esta etapa será vista mais a frente no tópico de consertos. não houve muita deformação. que foi solucionado com alguns apoios fazendo peso na chapa.no meu caso dividi os mesmos em 3 partes. Problemas verificados durante a construção Por precauções tomadas nas etapas de colagem e secagem das peças.flanges da caverna.

que são chamados de cavernas. como vemos não houve deformação.2. Deformação na Junção entre as chapas Na união das chapas do convés verificou-se também um aparente grau de distorção entre as chapas. pelo peso distribuído das cavernas nas chapas. percebe-se que o chapeamento começa a apresentar deformações. ocasionadas pelas tensões geradas pela aplicação e colagem dos reforços. Deformação do Chapeamento Durante a união e confecção das chapas reforçadas do convés. não houve deformação notável.com seu respectivos perfis em T. ocasionado pela contração do material gerado pelas tensões originadas durante a colagem. gerando uma certa danificação nas pontas das chapas. 4.1. Página 18 .4. Figura 41: Representação da deformação na chapa do convés Figura 42: Representação da chapas do costado. Nas colagens dos reforços nas chapas do costado.

Veja na figura como foi corrigido a deformação do chapeamento: Figura 44: Representação do ajuste dado a chapa do convés para corrigir as deformações.para corrigir a deformação. Figura 43: Representação da deformação entre as chapas do convés. 5. Página 19 . Consertos A chapa que estava torta foi reposicionada e apoiada com uso de alguns materiais.

e construção dos componentes estruturais de um navio através dessa última etapa. Conclusão Ao termino deste trabalho. da criação da maquete proposta. podemos concluir que para um processo de produção eficiente. sub-blocos e elementos estruturais de qualidade. promovendo assim otimização dos processos de fabricação e montagem dos blocos. é de extrema importância à busca por uma execução de construção de qualidade. pela aproximação dos processos feitos com os do estaleiro. Página 20 . Chegando também ao conhecimento da importância da reprodução dos processos de fabricação.6. além de conhecer na prática.de acordo com um planejamento. Tendo assim uma assimilação das peculiaridades de cada etapa das técnicas de construção e dos componentes em geral. os problemas que acontecem na área de produção de um estaleiro.

com/file/d/0BxnFMsW0uFFpVnNWVXFZb1prQjg/edit  https://docs.com/file/d/0BxnFMsW0uFFpWnd6amdjMXBXSFE/edit?pli=1  https://docs.google.google.com/file/d/0BxnFMsW0uFFpTmF5eFpLcFZsdzg/edit?pli=1  https://docs.com/file/d/0BxnFMsW0uFFpUUkwMU4zX3ZjSUU/edit?pli=1  https://docs.google.com/file/d/0BxnFMsW0uFFpZnJRbkFFWmJvZ0U/edit?pli=1  https://docs.7.com/file/d/0BxnFMsW0uFFpcUFCMHJQSXYweEE/edit  Material do Monitor (Wagner Bezerra) Página 21 .google. Bibliografia  https://docs.google.google.