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Atestando Execução de Obra de Barramento Existente Requerente: Local do barramento: Fazenda Taperão, /GO. Obra: Somente

Atestando Execução de Obra de Barramento Existente

Requerente:

Local do barramento: Fazenda Taperão, /GO. Obra: Somente o 3º Barramento existente

Coordenadas do 3º Barramento: 16º XXXXX”S e 49º XXXXXXX”O (SAD69)

Responsabilidade Técnica pelo Laudo de Vistoria de barramento já existente Engenheiro Civil Elias Anacleto de Toledo Júnior

Importante:

  • O Laudo de Vistoria tem o objetivo de efetuar levantamento e atestar a execução

da obra do barramento existente que não possui identificação do autor do projeto e responsável pela execução.

  • O Laudo atende atribuição conferida pelo Decreto Federal 23.569/1933 e

Resolução 218/1993, artigo 7º, ratificado por ofício nº 174/2012 emitido pelo CREA-GO em resposta ao protocolo nº 216561/2012 realizado pela Superintendência de Recursos Hídricos da Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, antiga SEMARH e atual

Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hidricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos SECIMA.

Indíce

 
  • 1 - Introdução

3

 
  • 2 - Objetivos

3

  • 3 Caracterização do Empreendimento

4

  • 4 Localização do Empreendimento

5

  • 5 Diagnóstico Ambiental da Área de Implantação

7

  • 6 Do Plano Estratégico da Bacia Hidrográfica dos rios Tocantins e Araguaia

10

  • 6.1 - UPGRH Unidades de Planejamento e Gerenciamento de Recursos Hídricos

11

  • 6.2 UPGRH Rio das Almas e Afluentes Goianos do Rio Maranhão

12

7

Caracterização Técnica do Empreendimento

13

  • 7.1 Medição da vazão

14

  • 7.2 Vazão Característica do Formador da Represa Método Curva de

15

Associada 1 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
Associada
1
Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde
Suplementar e Capitalização
Comite Brasileiro de Barragens
Permanência de Vazões 7.3 – Cálculo da vazão a ser suportada pela estrutura de descarga 17

Permanência de Vazões

7.3 Cálculo da vazão a ser suportada pela estrutura de descarga

17

  • 7.3.1 Capacidade de vazão

18

  • 7.3.2 Vazões Máximas

19

8 - Conclusão

20

Recomendações

21

Tabela resumo de recomendações

22

Tabela resumo de planos de ação

23

Codificação

25

Bibliografia

26

1 - Introdução

O Laudo de Vistoria atesta a execução da obra de barramento para regularização de vazão com a finalidade de dessedentação de animais, complementando as informações constantes no Formulário: Barramento, adotado pela SECIMA, necessárias à análise da Outorga.

O Empreendimento já está instalado no curso d’água que tem nascente,

afloramento superficial, na propriedade do REQUERENTE e segundo informações foi construído juntamente com outros considerados insignificantes, com a finalidade de perenização de curso d’água uma vez que este era no passado intermitente. O empreendimento vistoriado é o 3º terceiro barramento, a jusante, somente. A propriedade é denominada de Fazenda XXXXX, município de XXXXXXX Goiás/GO, com área de 53,5339 hectares (11 alqueires e 4,858 litros), de responsabilidade do Sr. Wilian Fraga Guimarães.

 

Cartório de Registro de Imóveis de Petrolina de Goiás/GO

   

Matrícula

Área

XXXXXXXXXXX

  • 2 alq + 27 litros + 571,69 m²

XXXXXXXXXXXX

  • 5 alq + 56 litros + 552,65 m²

XXXXXXXXX

  • 3 alqueires

   
 

Associada

2

Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização Comite

Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização

Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização Comite

Comite Brasileiro de Barragens

Total 11 alq + 4,858 litros
Total
11 alq + 4,858 litros

*extraído das respectivas Certidões de Registro de Imóveis

O Laudo XXXXXXXX foi elaborado com base na legislação ambiental vigente e normas técnicas existentes que tratam do assunto, considerados suficientes para o efetivo controle ambiental da atividade proposta.

  • 2 Objetivos

    • Apresentar a descrição e a concepção básica do empreendimento;

    • Avaliar os aspectos relativos quanto à disponibilidade de água;

    • Solicitar a Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos SECIMA, certidão de registro e outorga de direito de uso da água, no empreendimento citado, para a finalidade caracterizada.

  • 3 - Caracterização do Empreendimento

  • O Empreendimento, barramento de regularização de vazão com a finalidade

    de dessedentação de animais foi construído a jusante no curso d’água sem

    denominação, que nasce a montante, afloramento de água, dentro da propriedade do REQUERENTE, sendo o 3º (terceiro) barramento. Os outros barramentos:

    • Do 1º (primeiro) barramento: foi construído utilizando-se de material de

    corte (solo e subsolo) oriundo de obras de movimento de terra e terraplanagem; situado a montante, tem sua formação apoiada em afloramento de água na superfície e declividade para enchimento e formação

    da lamina d’água para dessedentação de animais no período chuvoso. Sua

    área é insignificante, volume represado são insignificantes, borda livre/folga superior a 1,5 m, portanto, dispensados de outorga. Quando das vistorias ocorrida entre 11/07/2016 e 12/08/2016 à respectiva lamina estava pequena, com borda livre superior a 2 m e o afloramento totalmente seco. Esse barramento, que denominamos de 1º (primeiro) barramento possui canal

    Associada 3 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
    3
    Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde
    Suplementar e Capitalização
    Comite Brasileiro de Barragens
    extravasor que deriva o excesso de acumulo d’água, quando do período chuvoso, para a formação do

    extravasor que deriva o excesso de acumulo d’água, quando do período chuvoso, para a formação do 2º (segundo) barramento.

    • Do 2º (segundo) barramento: construído utilizando-se de material de

    corte (solo e subsolo) oriundo de obras de movimento de terra e terraplanagem; situado a montante do 3º (terceiro) barramento e a jusante do 1º (primeiro) barramento, tem sua formação apoiada em um segundo afloramento de água na superfície (quando das vistorias verificou-se uma vazão inferior a 0,00030 m³/s) e declividade para enchimento e aumento da lamina d’água no período chuvoso, quando do excesso extravasado do 1º (primeiro) barramento. Esse 2º (segundo) barramento possui finalidade

    paisagística com pequena criação de peixes e quiosque para lazer dos usuários da propriedade do REQUERENTE. Sua área é insignificante, volume represado é insignificante, borda livre/folga superior a 1,5 m, portanto dispensados de outorga. Este 2º (segundo) barramento possui 2 sistemas

    extravasores, sendo um do tipo monge composto por um tubo PVC de 100 mm (totalmente seco nesta época do ano) e outro um canal extravasor a margem esquerda (apresentando pequena/quase insignificante lamina

    d’água). Ambos extravasam para a 3ª represa que possui o 3º barramento, formando sua lamina d’água para dessedentação de animais.

    • Do 3º (terceiro) barramento: construído utilizando-se de material de

    corte (solo e subsolo) oriundo de obras de movimento de terra e terraplanagem; situado à jusante do 1º (primeiro) e 2º (segundo) barramento,

    tem sua formação apoiada somente na vazão extravasada do 2º (segundo) barramento, especificamente pelo canal extravasor no período seco e complementado pelo monge e pelo escoamento de água da chuva, no período das águas. Esse 3º (terceiro) barramento tem finalidade exclusiva de dessedentação de animais.

    O Empreendedor após a regularização de sua atividade tem por objetivo, estar sempre de acordo com as normas e leis estabelecidas pelos órgãos Federais, Estaduais, Municipais e/ou Autarquias, Fundações e Repartições que sejam coligadas à atividade.

    4 - Localização do Empreendimento

    Associada 4 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
    4
    Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde
    Suplementar e Capitalização
    Comite Brasileiro de Barragens
    Deslocando a partir de Goiânia, pela GO-080, sentido XXXXXXX Goiás, ao chegar ao Km X2 (16ºXXXXXXXXX

    Deslocando a partir de Goiânia, pela GO-080, sentido XXXXXXX Goiás, ao chegar ao Km X2 (16ºXXXXXXXXX S e 49º2XXXXXXX”O), vira a esquerda, entrando em estrada vicinal de terra, passando por mata burro, percorrendo aproximadamente 300 metros e virando a esquerda em bifurcação. Percorre-se aproximadamente 500 metros e chega-se a propriedade (coordenadas geodésicas da sede 16ºXXXX,2” S e 49ºXXX’4XXXX”W)

    Deslocando a partir da cidade de XXXXde Goiás, pela GO-080, sentido Goiânia, ao chegar ao Km XX2 ou percorrer 4 km aproximadamente, vira a direita, entrando em estrada vicinal de terra, passando pelo mata burro e seguindo caminho descrito no parágrafo acima. Coordenadas do 3º Barramento (crista) : 16º XXXXXX”S e 49º XXXXXX”O

    (SAD69)

    Com

    a mudança do datum geodésico brasileiro de SAD-69

    (Sul American Datum 1969) para o SIRGAS-2000 (Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas), e o emprego cada vez mais crescente do GPS (Sistema de Posicionamento Global) na implantação de redes e suas densificações para as mais diversas aplicações geodésicas, como engenharia, cadastro, cartografia, entre outras, verifica-se com isso a necessidade da integração dos dados existentes no antigo Datum ao novo Datum estabelecido, através de parâmetros que melhor se adéquam a situação local. Está concedido um período de transição não superior a dez anos, onde o SIRGAS 2000 pode ser utilizado em concomitância com o SAD-69 para o SGB e Córrego Alegre para o Sistema Cartesiano Nacional (SCN). O reajustamento da Rede Geodésica Brasileira (RGB), denominada SAD- 69/96 mostrou que a rede clássica está afetada por distorções da ordem de 45 m, em média está em torno de 15 m, o que justifica a necessidade da mudança do referencial geodésico baseado em observações por satélite. De acordo com o IBGE (2005), os parâmetros de transformação entre o SAD-69 e o SIRGAS-2000 são Dx= -67,35 m, Dy= 3,88 m, Dz= -38,22 m, e do GSP para o SIRGAS-2000 são Dx= 48 dm, Dy= -49 dm e Dz= -30 dm. Considerando a pequena diferença entre os dois conjunto de parâmetros para a maioria das aplicações geodésicas locais, negligenciam-se as transformações entre os sistemas de coordenadas obtido por GPS e o SIRGAS-2000.

    5 - Diagnóstico Ambiental da Área de Implantação

    Associada 5 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
    5
    Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde
    Suplementar e Capitalização
    Comite Brasileiro de Barragens
    O barramento, objeto da análise e vistoria, está situado em uma pequena fração da Região Hidrográfica

    O barramento, objeto da análise e vistoria, está situado em uma pequena fração da Região Hidrográfica Tocantins-Araguaia, que possui área total de formação 920 mil km², representando 10,8% do território nacional, sendo 21% deste percentual inserido no estado de Goiás. O Rio Tocantins, extensão de 1.960 km, nasce no Planalto de Goiás, a cerca de 1000 m de altitude, sendo formado pelos rios Almas e Maranhão. Seu principal tributário é o Rio Araguaia com 2.600 km de extensão. Os rios se encontram e seguem a jusante para a Região Norte até sua foz na Baía de Marajó. Segundo dados do INMET, a precipitação média anual na RH Tocantins- Araguaia é de 1.774 mm (menor que a média nacional de .1761 mm). A sua disponibilidade hídrica é de 5.447 m³/s (6% da disponibilidade hídrica nacional), a vazão de retirada é de 135,6 m³/s (1% da demanda nacional) e a vazão específica de 15,1 L/s/km² (no Brasil temos 20,9 L/s/km²). O volume máximo de reservação per capita é de 13.508 m³/hab (maior que a média brasileira de 3.607 m³/h). O Estado de Goiás tem como característica apenas duas estações sazonais

    que são seca e a chuvosa. A “estação seca” tem seu ínicio no mês de abril e

    estende-se até a primeira quinzena de outubro e a “estação chuvosa” tem seu início na segunda quinzena de outubro e se estende até março do ano seguinte.

    Durante a “estação chuvosa” ocorre com frequência o fenômeno

    meteorológico conhecido como Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), que é a formado pela associação de um sistema frontal provindo do sul do continente, que ao chegar a Região Sudoeste do Brasil perde suas características e passa a receber o nome de frente subtropical, ficando semi-estacionanda na região de Minas Gerais, onde associa-se ao canal de umidade proveniente da região amazônica. A união desses fenômenos forma uma faixa de nebulosidade dando origem ao fenômeno ZCAS. Esse fenômeno é conhecido após persistirem 5 dias de ocorrência de precipitação e ter sua forma alongada que vai do sudeste da Amazônia, passando sobre o estado de Goiás e atuando também entre a Bahia e Minas Gerais, chegando na região do oceano Atlântico Sul. Quando há atuação desse sistema meteorológico, normalmente ocorrem chuvas com acumulados significativos na área onde está atuando.

    Associada 6 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
    6
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    A quantidade de água necessária para dar sustentabilidade ecológica a um rio é variável no tempo

    A quantidade de água necessária para dar sustentabilidade ecológica a um rio é variável no tempo e os critérios para definição de vazões remanescentes nos rios devem contemplar não apenas as situações de vazões mínimas durante períodos de estiagem, mas também, os outros períodos que caracterizam o regime hidrológico (COLLISCHONN et al., 2006). Geograficamente, a área da propriedade está inserida na Região da Bacia Hidrográfica Alto Tocantins, sub-bacia do Rio Tocantins. O Estado de Goiás compreende duas províncias geológicas com origens e comportamentos diferentes. O barramento vistoriado está inserido na Província Estrutural do Tocantins, localizada entre os Crátons do São Francisco e Amazônico, sendo nela reconhecidas três unidades geotectônicas, que são representadas pelo Maciço de Goiás e Arco Magmático, pela Faixa Araguaia e pela Faixa Brasília. A unidade geológica da Província Tocantins é gerada durante o Cliclo Brasiliano, no Neoproterozóico, resultante da colisão dos Crátons Amazônico, São Francisco e Parapanema, sendo observado cambissolos, podzólicos e algumas faixas de latossolo vermelho. O cambissolo é um solo pouco desenvolvido pouco profundo e, muitas vezes, cascalhento. Em regiões do cerrado, não costumam ser muito férteis.

    A quantidade de água necessária para dar sustentabilidade ecológica a um rio é variável no tempo

    Fonte: inypsa-cobrape - PERH-GOIÁS

    Associada 7 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
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    7
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    Fonte: inypsa-cobrape - PERH-GOIÁS O relevo característico é acidentado-ondulado-plano. As áreas baixas da propriedade correspondem àquelas
    Fonte: inypsa-cobrape - PERH-GOIÁS O relevo característico é acidentado-ondulado-plano. As áreas baixas da propriedade correspondem àquelas

    Fonte: inypsa-cobrape - PERH-GOIÁS

    O relevo característico é acidentado-ondulado-plano. As áreas baixas da

    propriedade correspondem àquelas que margeiam o curso d’água, resultante do

    afloramento superficial, que secaria totalmente durante o período seco se não ocorresse às intervenções de obras para regularização da vazão com objetivo da dessedentação animal. Na região do leito da represa ocorre camada de solo aluvionar.

    6 - Do Plano Estratégico da Bacia Hidrográfica dos rios Tocantins e Araguaia

    O Plano Estadual de Recursos Hidricos do Estado de Goiás PERH GOIÁS (DEZ:2014), em seu estudo, metodologia e estruturação dos cenários, dimensionou e realizou projeção da população com base em dados básicos do IBGE, comparando a população total do estado com a soma das projeções municipais, utilizando ajustes nos parâmetros usados na definição das assíntotas, de forma a obter uma diferença de até 5% par amais em relação à população projetada pelo

    IBGE. Dessa forma o município de Petrolina de Goiás possuía uma população total de 10.283 habitantes em 2010 e rural de 3.600 habitantes, com uma estimativa em

    • 2035 para 10.040 habitantes, sendo 2.578 rurais.

    Associada 8 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
    8
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    Quadro 1 - Disponibilidade Hídrica por UPGRH Fonte: Plano Estadual de Recursos Hídricos do Estado de

    Quadro 1 - Disponibilidade Hídrica por UPGRH

    Quadro 1 - Disponibilidade Hídrica por UPGRH Fonte: Plano Estadual de Recursos Hídricos do Estado de

    Fonte: Plano Estadual de Recursos Hídricos do Estado de Goiás DEZ/2014

    O PERH Goiás observa na Matriz dos Problemas e Oportunidades, que para a sub bacia Rio das Almas e Afluentes Goianos, a qual a propriedade do REQUERENTE está inserida NÃO possui problemas de baixa disponibilidade hídrica, balanço hídrico restrito, ocupação urbana intensa, águas subterrâneas, qualidade da água, abastecimento de água e desmatamento. Como Oportunidades elencando: alta/media aptidão agrícola, média/baixa vulnerabilidade ambiental, aquicultura e geração de energia. A Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia (RHTA) é a mais extensa em área de drenagem totalmente contida em território brasileiro, possuindo 918.822 km² (11% do país), sendo 21% deste percentual em Goiás. O estado de Goiás possui 21,4 % de área dentro da RHTA, com 196.297 km². A vazão média é de 13.799 m³/s para a disponibilidade hídrica, representando 8% do país, inferior apenas a região hidrográfica do Amazonas. A vazão de retirada na RHTA é de 95,10 m³/s. Os principais usos da água são a irrigação e dessedentação animal, que correspondem, respectivamente a 60% e 17% deste total, sendo seguindo pelo abastecimento humano e depois industrial. A Demanda de dessedentação de animais para a UPGRH Rio das Almas e Afluentes Goianos do Rio Maranhão é de 1.434,72 l/s.

    6.1 - UPGRH Unidades de Planejamento e Gerenciamento de Recursos Hídricos

    Associada 9 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
    9
    Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde
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    6.2 - UPGRH – Rio das Almas e Afluentes Goianos do Rio Maranhão O Rio das
    6.2 - UPGRH – Rio das Almas e Afluentes Goianos do Rio Maranhão O Rio das

    6.2 - UPGRH Rio das Almas e Afluentes Goianos do Rio Maranhão

    O Rio das Almas e o Rio Maranhão formam as mais altas cabeceiras do Rio Tocantins. As nascentes do Rio das Almas na Serra dos Pirineus são protegidas pelo Parque Estadual da Serra dos Pireneus, no município de Pirenópolis.

    6.2 - UPGRH – Rio das Almas e Afluentes Goianos do Rio Maranhão O Rio das

    A

    UPGRH

    tem forte

    destaque no

    setor de

    mineração, representada pela extração de níquel e alumínio me Barro Alto e pela exploração de brita e calcário em Padre Bernardo e Vila Propício.

    7 - Caracterização Técnica do Empreendimento

    Associada 10 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
    10
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    O Empreendimento trata- se de Barramento de Curso d’água sem captação, ocupando uma área de 0,007245

    O Empreendimento trata-se de Barramento de Curso d’água sem captação, ocupando uma área de 0,007245 km², armazenando um volume de água estimado de 8.000 m³. A barragem foi construída utilizando-se de material de corte (solo e sub-solo) oriundo de obras de movimento de terra e terraplanagem. O barramento possui um sistema de descarga por canal extravasor, a margem esquerda, que controla o nível da água armazenado, permitindo sempre um fluxo contínuo de água à jusante. O canal extravasor é constituído de uma abertura retangular com 3,70 x 0,80 m (comprimento, altura), delimitado por muros de concreto com 3,70 x 0,80 x 0,70 m (comprimento, altura e largura), engastados no solo a esquerda da abertura e no barramento à direita. O leito do canal é de solo e com o assoreamento durante os anos, reduziu em alguns pontos a profundidade para até 0,60 metros. O canal segue em vala aberta entre o solo e o barramento, em formato trapezoidal, com uma meia manilha de 1 metro de diâmetro instalada na base menor, após 3,20 metros, promovendo uma queda/aprofundamento na vala que continua ainda em formato trapezoidal, até descarregar em uma área que funciona como uma bacia de retenção e dissipação da carga hidráulica, para somente depois extravasar como leito de córrego. Considerando que historicamente esse formador somente se constituía córrego, ainda sem denominação definida, nos períodos de chuva e que o restante do ano, não havia água nem mesmo para a dessedentação de animais, podemos afirmar que as estruturas de barramentos instaladas na propriedade atenderam ao contexto legal da perenização de curso de água. A Lei Estadual nº 13.123/1997, Artigo 3º - item VI combate e prevenção das causas e dos efeitos adversos da poluição, da contaminação, das inundações, das estiagens, da erosão do solo e do assoreamento dos corpos d’água, item VII – compatibilização do gerenciamento dos recursos hídricos com o desenvolvimento regional, observando os aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos e com a proteção do meio ambiente, Artigo 11 item III permissão, quando a utilização dos recursos hídricos não for de utilidade pública e demande vazão insignificante, observadas as condições atuais e futuras do uso da bacia hidrográfica. Segundo informações dos moradores nunca houve transbordamento da barragem em virtude dos períodos chuvosos.

    Associada 11 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
    11
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    7.1 - Medição da vazão O 3º (terceiro) barramento foi formado pela vazão extravasada do 2º

    7.1 - Medição da vazão

    O 3º (terceiro) barramento foi formado pela vazão extravasada do 2º (segundo) barramento, seja pelo canal ou pelo monge e complementado pelo escoamento de água pluvial que ocorre no período chuvoso.

    Para se caracterizar a vazão neste curso d’água, que forma o 3º (terceiro)

    barramento, neste período seco, foi utilizada a vazão observada no canal extravasor do 2º (segundo) barramento, considerando como a vazão do formador. Medição realizada em 21/07/2016, período da manhã. Utilizou-se o método da medição direta, para caracterizar a vazão de formação desta represa, com o auxilio de um recipiente de 10 litros.

    Q=Vr/Tm

    Q=Vr/Tm

    Onde:

    Onde:

    Q = Vazão (m³/s) Vr= Volume do recipiente (m³)

    Vr= 0,01 m³ Tm= 960 s (16 min)

    Tm= Tempo médio para enchimento do recipiente(s)

    Q = 0,00001042 m³/s Q = 0,01042 l/s

    7.2 - Vazão Característica do Formador da Represa Método Curva de Permanência de Vazões

    Utiliza-se o critério da séria toda, para o cálculo da curva de permanência, o qual, segundo Cruz & Tucci (2008), considera a série completa de vazões disponíveis no período histórico de dados em termos mensais ou totais. Os dados de valores de vazões diárias estão disponíveis na ANA, para cada estação, sendo ordenados de forma decrescente e em seguida atribuído um numero de ordem para cada vazão na sequencia decrescente, calculando-se a probabilidade de ocorrência de uma vazão se igualada ou superior à analisada.

    Associada 12 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
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    Feito o calculo das probabilidades, segundo Von Sperling (2007), procura-se o valor mais próximo a 0,90

    Feito o calculo das probabilidades, segundo Von Sperling (2007), procura-se o valor mais próximo a 0,90 (90%). A vazão associada à este valor é a Q90 e a vazão associada ao valor 0,95 (95%) é a Q95%.

    Feito o calculo das probabilidades, segundo Von Sperling (2007), procura-se o valor mais próximo a 0,90
    Feito o calculo das probabilidades, segundo Von Sperling (2007), procura-se o valor mais próximo a 0,90

    Segundo dados do INMET, a precipitação média anual na RH Tocantins- Araguaia é de 1.774 mm (menor que a média nacional de 1761 mm). A sua disponibilidade hídrica é de 5.447 m³/s (6% da disponibilidade hídrica nacional), a vazão de retirada é de 135,6 m³/s (1% da demanda nacional) e a vazão específica de 15,1 L/s/km² (no Brasil temos 20,9 L/s/km²). Recorrência de 10 anos e 7 dias consecutivos, método Q7,10 (Mendes). A instrução Normativa 04/2015, SEMARH/SECIMA, define as vazões de referência Q95% para o Estado de Goiás, para efeito de cálculo de disponibilidade hídrica em caso de captação direta em águas superficiais. O roteiro disponível no site da SECIMA, disponibiliza um arquivo .kmz para o Google Earth, contendo dados que permitem a identificação da bacia em que o uso está inserido, a partir das coordenadas geográficas, como também a vazão específica de referencia, a área de drenagem a montante do seu ponto de captação, em km², a vazão de referência (Q95%) e a vazão outorgável (50% da Q95%) de determinada seção do manancial, com a equação:

    Q95% (l/s) = Qespecífica da bacia (l/s/km²) * Área de drenagem à montante (km²)

    Qespecífica da bacia (l/s/km²)

    Associada 13 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
    13
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    Área de drenagem à montante (km²) Área (período seco) = 7.224,4822 m² = 0,007245 km² e
    Área de drenagem à montante (km²) Área (período seco) = 7.224,4822 m² = 0,007245 km² e
    Área de drenagem à montante (km²) Área (período seco) = 7.224,4822 m² = 0,007245 km² e

    Área de drenagem à montante (km²)

    Área de drenagem à montante (km²) Área (período seco) = 7.224,4822 m² = 0,007245 km² e

    Área (período seco) = 7.224,4822 m² = 0,007245 km² e estimativa de volume represado de 10.000,00 m³. Área (período chuvoso) = 12.400,00 m² = 0,0124 km² e estimativa de volume represado de 29.760,00 m³.

    Q95% (l/s) = Qespecífica da bacia (l/s/km²) * Área de drenagem à montante (km²) Q95% (l/s) = 3,11 x 0,0124

    Associada 14 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
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    Q 95% = 0,038564 l/s A vazão outorgável (50% da Q95%) Q 95% x 50% =

    Q95% = 0,038564 l/s

    A vazão outorgável (50% da Q95%) Q95% x 50% = 0,038564 x 0,50 Q95% (50%) = 0,01928 l/s

    7.3 Cálculo da vazão a ser suportada pela estrutura de descarga

    A estrutura de descarga é um extravasor de terra, com uma estrutura de concreto construída a margem do barramento, sendo um muro de concreto com 3,70 x 0,80 x 0,70 m (comprimento, altura e largura), engastado no solo. Uma abertura livre com 3,70 x 0,80 (comprimento e altura), possuindo apenas uma tela e outro muro com 3,70 x 0,80 x 0,70 m (comprimento, altura e largura), engastado no solo. O canal segue em vala aberta no solo, em formato trapezoidal, com declividade de 0,30 m/m e com uma meia manilha de 1 metro de diâmetro, instalada após 3,20 metros, promovendo uma queda/aprofundamento na vala que continua ainda em formato trapezoidal, até descarregar em uma área que funciona como uma bacia de retenção e dissipação de carga hidráulica, para somente depois extravasar como leito de córrego no período chuvoso. Ratificando o observado anteriormente, neste laudo de vistoria, trata-se de um barramento existente na propriedade há muitos anos, e o atual proprietário vem através deste laudo técnico regularizar a referida outorga.

    7.3.1 - Capacidade de vazão

    Q = A x Rh exp 0.667 x i exp 0,5/n Onde:

    Q = vazão em m³/s Rh = raio hidráulico (A/P) em m [trapésio A=h(b+mxh) e P= b + 2hRaiz(1+m²)] i= declividade longitudinal do canal em m/m n = coeficiente de rugosidade de Manning [terra, curvilíneo e lamoso = 0,0023 (condição boa)]

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    Extravasor: 3,70 x 0,20 (terra, saindo em forma trapezoidal após muro de concreto), logo Rh =

    Extravasor: 3,70 x 0,20 (terra, saindo em forma trapezoidal após muro de concreto), logo Rh = 0,18137 (A=0,744 e P=4.10199), com declividade de 0,30 mm.

    Então a vazão suportada pelo curso d’água/represa atual é de :

    Qmáx = 0,74 x 0,18137exp 0,667 x 0,30 exp 0,5 ) /0,0023 Qmáx = 56,43 m³/s

    7.3.2 - Vazões Máximas

    Utilizando o estudo das vazões pelo Método Curva de Permanência de Vazões no trecho que compreende a Bacia do Rio Meia ponte (Inhumas, Montante Goiânia, Captação João Leite e outros), dissertado pela Mestre Duane Izabel Barbosa em sua tese de dissertação pela UFG:

    Extravasor: 3,70 x 0,20 (terra, saindo em forma trapezoidal após muro de concreto), logo Rh =

    Fonte: Vazão na Bacia Hidrográfica do Rio Meia Ponte - UFG-PPGEMA

    Observa-se, conforme dito por Cruz & Tucci (2008), os valores de permanências maiores apontam para vazões menores e, portanto, com menor risco. Segundo os autores supracitados, isso ocorre porque, no seu ramo inferior, encontram-se os menores valores de toda a série, agrupando todas as ocorrências de estiagens

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    Em um mesmo conjunto, sendo que, próximo a 100%, o valor empírico é o menor valor

    Em um mesmo conjunto, sendo que, próximo a 100%, o valor empírico é o menor valor de toda a série.

    Valores de Q90 e Q95

    Em um mesmo conjunto, sendo que, próximo a 100%, o valor empírico é o menor valor

    Fonte: Vazão na Bacia Hidrográfica do Rio Meia Ponte - UFG-PPGEMA

    As vazões máximas na região de Inhumas e Goiânia não ultrapassarão 7,00 m³/s em uma análise simples.

    8 - CONCLUSÃO

    O respectivo barramento (3º barramento) faz parte de uma serie de ações empreendidas na propriedade com objetivo de perenização do curso de água, que possui a função de dessedentação de animais. A vazão medida no período da seca foi de Q = 0,00001042 m³/s (0,01042 l/s), a vazão outorgável, segundo vazão de referencia, Q95% = 0,038564 l/s e a outorgável Q95% (50%) = 0,01928 l/s. Considerando que a bacia de contribuição é extremamente pequena, 0,007245 km², evidencia-se que o barramento tem a função de acumular a água da captação superficial que surge em afloramento superficial, na propriedade com área de 53,5339 hectares (11 alqueires e 4,858 litros), não permitindo que a mesma se perca no escoamento, já que o pequeno rego seca, atendendo o contexto da perenização. Considerando que historicamente esse formador somente se constituía córrego, ainda sem denominação definida, nos períodos de chuva (quando se aumenta a vazão e a área de contribuição a montante, já que possui grande folga) e

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    que o restante do ano, não havia água nem mesmo para a dessedentação de animais, podemos

    que o restante do ano, não havia água nem mesmo para a dessedentação de animais, podemos afirmar que as estruturas de barramentos instaladas na propriedade atenderam ao contexto legal da perenização de curso de água. A Lei Estadual nº 13.123/1997, Artigo 3º - item VI combate e prevenção das causas e dos efeitos adversos da poluição, da contaminação, das inundações, das estiagens, da erosão do solo e do assoreamento dos corpos d’água, item VII – compatibilização do gerenciamento dos recursos hídricos com o desenvolvimento regional, observando os aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos e com a proteção do meio ambiente, Artigo 11 item III permissão, quando a utilização dos recursos hídricos não for de utilidade pública e demande vazão insignificante, observadas as condições atuais e futuras do uso da bacia hidrográfica.

    Quanto a estrutura do extravasor, verificou-se que o mesmo está super dimensionado, permitindo uma vazão máxima de até 56,43 m³/s. Segundo moradores e pesquisa na história da região, não ocorreram eventos de alta hidraulicidade na região.

    Quanto a estabilidade e segurança, para o 3º barramento existente, verificou-se que a estrutura tem atendido perfeitamente as necessidades de reter e acumular a água captada na continuidade do afloramento superficial e ainda água da chuva, não permitindo que a mesma se perca para o escoamento, atendendo ao contexto de peregrinação com segurança satisfatória, mas com recomendações que se seguem:

    RECOMENDAÇÕES

    R 01.16 I : Combater as formigas/formigueiro, verificado em uma porção a jusante do barramento. NZS 4360. Prazo de 90 dias. R 02.16 I : Corrigir as “ombreiras” junto a estrutura de concreto (muro) existentes, no extravasor. NZS 4360. Sem prazo. R 03.16 I : Realizar levantamento fotográfico durante período chuvoso ou eventos de alta hidraulicidade. NZS 4360. Sem prazo. R 04.16 I: Medir a vazão no extravasor, no período chuvoso, para alimentar dados de comportamento do 3º barramento. NZS 4360. Sem prazo.

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    R 05.16 – I : Realizar, por meio de Engenheiro capacitado, Laudo de Estabilidade do 3º

    R 05.16 I : Realizar, por meio de Engenheiro capacitado, Laudo de Estabilidade do 3º Barramento, com periodicidade mínima de 2 anos e máxima de 3 anos. NZS 4360. Sem prazo.

    As recomendações aqui sugeridas não tem caráter ou efeito restritivo, objetivando melhorar a qualidade do empreendimento e do possível risco, inserido o proprietário no conceito de gerenciamento do seu risco.

    Tabela resumo de recomendações

    Código

    Prioridade

    Titulo da Recomendação

    Estado *

    R 01.16 I

    Inferior

    Combater as formigas/formigueiro, verificado em uma porção a jusante do barramento. NZS 4360. Prazo de 90 dias.

    PV

    R 02.16 I

    Inferior

    Corrigir as “ombreiras” junto estrutura de concreto (muro)

    PV

    existente, no extravasor

    .NZS 4360. Sem prazo.

    R 03.16 I

    Inferior

    Realizar levantamento fotográfico durante período chuvoso

    PV

    ou eventos de alta hidraulicidade. NZS 4360. Sem prazo.

    R 04.16 I

    Inferior

    Medir a vazão no extravasor, no período chuvoso, para alimentar dados de comportamento do 3º barramento. NZS 4360. Sem prazo.

    PV

    R 05.16 I

    Inferior

    Realizar, por meio de Engenheiro capacitado, Laudo de Estabilidade do 3º Barramento, com periodicidade mínima de 2 anos e máxima de 3 anos. NZS 4360. Sem prazo

    PV

           
     

    * Estado: NR: Não Realizada

    PR: Parcialmente Realizada

    EA: Em Andamento

    EE: Em Estudo

    RC: Recusada

    PV: Primeira Visita

    R: Realizada

    Tabela resumo de planos de ação

    R 01.16 – I Combater Formigueiro O Risco (situação encontrada) Foto Associada 19 Confederação Nacional das
    R 01.16 – I
    Combater Formigueiro
    O Risco (situação encontrada)
    Foto
    Associada
    19
    Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde
    Suplementar e Capitalização
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    Existência de formigueiro a jusante do barramento. Recomendações Combater as formigas/formigueiro, verificado em uma porção a

    Existência

    de

    formigueiro

    a

    jusante

    do

    Existência de formigueiro a jusante do

    barramento.

     

    Recomendações

     

    Combater as formigas/formigueiro, verificado em uma porção a jusante do barramento.

    Norma regulamentadora

     

    Prazo de Execução

    NZS 4360

    90 dias.

    Plano de controle

     

    Visita

    17/08/2016

    Comentários

     

    Estado

    PV

    O combate ao formigueiro permitirá cessar o surgimento de galerias e caminhos no barramento, mantendo sua integridade física ao longo dos anos, permitindo assim o gerenciamento do risco a curto e longo prazo.

    R 02.16 I

    Corrigir ombreiras no extravasor

     

    O Risco (situação encontrada)

     

    Foto

    Muros

    de

    concreto

    do

    extravasor

    não

    Muros de concreto do extravasor não

    engastados

     

    Recomendações

     

    Corrigir as “ombreiras” junto estrutura de concreto (muro) existente, no extravasor.

    Norma regulamentadora

     

    Prazo de Execução

    NZS 4360

    Sem prazo

    Plano de controle

     

    Visita

    17/08/2016

    Comentários

     

    Estado

    PV

    A correção das ombreiras junto aos muros de concreto do extravasor, permitiram o correto escoamento do excedente de água, aumentando a vida útil do arranjo adotado.

    Associada 20 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
    20
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    Suplementar e Capitalização
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    R 03.16 – I Realizar levantamento fotográfico em períodos de alta hidraulicidade O Risco (situação encontrada)

    R 03.16 I

    Realizar levantamento fotográfico em períodos de alta hidraulicidade

    O Risco (situação encontrada)

     

    Foto

    Não realiza acompanhamentos

    S e m

    f o t o

    Recomendações

    Realizar levantamento fotográfico durante período chuvoso ou eventos de alta hidraulicidade.

    Norma regulamentadora

     

    Prazo de Execução

    NZS 4360

    Sem prazo

    Plano de controle

    Visita

    17/08/2016

    Comentários

    Estado

    PV

    O(s) levantamento(s) fotográficos permitiram analisar e acompanhar o comportamento do arranjo geral adotado, proporcionando soluções, caso seja necessário, aumentando a vida a vida útil e aproveitamento do recurso.

    R 04.16 I

    Medir vazão no período chuvoso

     

    O Risco (situação encontrada)

     

    Foto

    Não realiza acompanhamentos

    S e m

    f o t o

    Recomendações

    Medir a vazão no extravasor, no período chuvoso, para alimentar dados de comportamento do 3º barramento.

    Norma regulamentadora

     

    Prazo de Execução

    NZS 4360

    Sem prazo

    Plano de controle

    Visita

    17/08/2016

    Comentários

       

    A medição da vazão no período chuvoso permitirá possíveis

    Estado

    PV

    ajustes na outorga d’água, bem como melhor aproveitamento

    do arranjo adotado.

    R 05.16 I

    Periodicidade de um Laudo de Estabilidade

    O Risco (situação encontrada)

    Foto

    Não realiza acompanhamentos

    S e m

    f o t o

    Recomendações

    Realizar, por meio de Engenheiro capacitado, Laudo de Estabilidade do 3º Barramento, com periodicidade mínima de 2 anos e máxima de 3 anos.

    Associada 21 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
    Associada
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    Norma regulamentadora Prazo de Execução NZS 4360 Sem prazo Plano de controle Visita 17/08/2016 Comentários Estado

    Norma regulamentadora

     

    Prazo de Execução

    NZS 4360

    Sem prazo

    Plano de controle

    Visita

    17/08/2016

    Comentários

    Estado

    PV

    A realização de um Laudo de Estabilidade permitirá total segurança e confiabilidade ao arranjo adotado, podendo ser intercalado ou direcionado conforme levantamento fotográfico observado na recomendação R 03.16 I

    CODIFICAÇÃO

    • E) Exigência: As exigências deverão ser baseadas em normas nacionais como do Ministério

    do Trabalho (NR) e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e internacionais

    como da “National Fire Protection Association” (NFPA) e “Factory Mutual“ (FM Global), por

    serem de reconhecida qualidade técnica e de grande aceitação no mercado. Deverá conter as ações que deverão ser realizadas pelo REQUERENTE e o prazo em dias para cumprimento das mesmas.

    • R) Recomendação: As recomendações deverão ser baseadas na experiência do

    engenheiro, pelo conhecimento na análise de eventos (sinistros) ocorridos, no conhecimento da ciência dos fenômenos originadores de riscos, da tecnologia protecional

    (tipos, características, vantagens e desvantagens da aplicação de cada equipamento),

    além dos conceitos e práticas da Análise de Riscos de Processos.

    • U) Urgente. Máxima importância: Risco muito severo. Situação crítica que requer ação

    praticamente imediata. Deficiências ou não cumprimentos de regulamentações obrigatórias ou normas e boas práticas da atividade, que expõe a risco a integridade das instalações e/ou constituem um risco não aceitável para a segurança e saúde das pessoas

    e/ou o meio ambiente. Situação excepcional.

    • A) Alta. Muito importante: Risco alto. Requer plano de ação em curto prazo. Deficiências ou

    não cumprimento de normas, padrões, boas práticas e procedimentos que se demonstraram eficazes para o controle do risco e tornaram-se habituais ou padrões na atividade.

    • M) Moderada. Media importância: Risco médio. Requer um plano de ação em médio prazo

    se a atuação é importante, se a ação proposta requer pouco montante ou se trata de

    procedimentos, o plano deve ser em curto prazo. Aspectos de manutenção, de gestão e segurança da planta, que são importantes, entretanto podem ser implantadas em médio prazo e aqueles que estabelecem uma linha de melhoria contínua no estabelecimento.

    • I) Inferior. Importância menor: Risco menor. Sua importância e planejamento de ações pode

    estar definida ou determinada por aspectos relacionados à sensibilização, liderança, etc. Em muitas ocasiões são aspectos pontuais sem importância suficiente para serem enquadrados nas outras categorias, porem suficientes para constarem no relatório.

    Goiânia, 17 de agosto de 2016.

    Associada 22 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
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    Engº Civil Elias Anacleto de Toledo Junior Bibliografia  Plano Estadual de Recursos Hídricos do Estado

    Engº Civil Elias Anacleto de Toledo Junior

    Bibliografia

    Plano Estadual de Recursos Hídricos do Estado de Goiás, Revisão Final Dezembro de

    2014.

    Escoamento Superficial, publicação Universidade Federal de Viçosa, 2ª edição, 2006.

    Vazão Ecológica na Bacia Hidrográfica do Rio Meia Ponte, Goiás, publicação Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Goiás-PPGEMA, Barbosa, Duane Izabel, 2013, 114 fls.

    Conjuntura dos recursos hídricos no Brasil: regiões hidrográficas brasileiras Edição Especial Brasila: ANA, 2015.

    Associada 23 Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e
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