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EXPERIÊNCIA EM LABORATÓRIO

Aula de Química em 10/08/2010

A Vela,

constítuida por uma substância derivada do petróleo chamada de parafina.


Entre suas características favoráveis estão a pureza e o brilho. Geralmente
apresentada no seu estado sólido, de cor branca, sem cheiro e sem gosto.

Da família dos alcanos (ou hidrocarbonetos parafínicos).

São compostos constituídos exclusivamente por carbono e hidrogênio e


formam uma série homóloga de fórmula geral CnH2n +2. A estrutura física dos
alcanos é de cadeia carbônica acíclica (alifática), saturada e homogênea, ou
seja, cadeia aberta que apresenta simples ligações entre átomos de carbono.
Sua estrutura molecular descreve-se como: alcano com alto peso molecular
(acima de dezoito carbonos).

Identificamos importantes agentes para esta experiência;

Parafina - Combustível;

Oxigênio - Comburente;

Observamos em laboratório que, ao acender o pavio da vela, o calor da chama


derrete a parafina ocasionando sua fusão, do estado sólido para líquida. Uma
vez derretida, ela é atráida pelo calor da chama, subindo pelo pavio e
alimentando a chama, neste caso ocorre a combustão da parafina, mudando
novamente de estado, agora de liquido para gasoso.

Ao cobrir a extremidade mais alta da chama, observamos a liberação de


fuligem (carbono), mas outros gases também são liberados:

CO, H, e CO2 (produto da queima do pavio) .

Ao tampar a vela com o becker, a chama do pavio tende a apagar com o


tempo, pois os gases produzidos na combustão são menos densos e tender a
subir para o topo do recipiente, enquanto o oxigênio tende a descer.

Como o oxigênio não alcança a chama, o comburente é insufuciente e a


mesma apaga.
Por que a parafina da vela não queima?

Queima, sim. À primeira vista, parece que só o pavio pega fogo e que a cera de
parafina apenas derrete. Mas tente incinerar um pavio solto. Ele será
consumido em segundos. Quando ele está no meio da vela, isso não acontece
justamente porque o combustível que alimenta a chama é a parafina (derivado
do petróleo composto por elementos inflamáveis, chamados hidrocarbonetos).
Quando você acende o pavio, a cera do topo da vela derrete e é absorvida por
ele. A alta temperatura faz a parafina líquida virar vapor e é esse vapor que
pega fogo. Com essa capa protetora ao seu redor, o pavio não queima tão
rapidamente. Mas, se a própria cera é inflamável, por que sempre sobra
parafina quando a vela acaba? Porque a cera contém hidrocarbonetos
diferentes: uns mais inflamáveis, outros menos. "Como a temperatura da
chama não é suficiente para queimar os menos voláteis, eles
simplesmente derretem", diz o químico Flávio Maron Vichi, da USP.

Como a parafina é constituida de hidrocarbonetos (carbono e hidrogênio)


saturados, seu ponto de fulgor é confiável, mas ela pode ser muito inflamável,
funcionando com um combustível. Seu ponto a favor é o fato de não ser tóxica,
e possuir um grande leque de usos.