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Impresso por ANA PATRICIA VITAL DE MOURA em 03/02/2017

NTBNET – Licença de uso exclusivo para o Sistema Petrobras

NORMA

BRASILEIRA

ABNT NBR

10897

Segunda edição

07.07.2014

Válida a partir de

07.08.2014

Versão corrigida

08.10.2014

Sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos — Requisitos

contra incêndio por chuveiros automáticos — Requisitos Automatic sprinklers fire protection systems —

Automatic sprinklers fire protection systems — Requirements

ICS

13.220.20

ISBN 978-85-07-

05008-7

— Requirements ICS 13.220.20 ISBN 978-85-07- 05008-7 Número de referência ABNT NBR 10897:2014 130 páginas ©

Número de referência ABNT NBR 10897:2014 130 páginas

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uso exclusivo para o Sistema Petrobras ABNT NBR 10897:2014 © ABNT 2014 Todos os direitos reservados.

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ii

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Sumário

 

Página

Prefácio

viii

1

Escopo

1

2

Referências normativas

1

3

Termos e definições

3

4

Ocupações

9

4.1

Ocupações de risco leve

9

4.2

Ocupações de risco ordinário

9

4.2.1

Grupo I

9

4.2.2

Grupo II

9

4.3

Ocupações de risco extra ou extraordinário

10

4.3.1

Grupo I

 

10

4.3.2

Grupo II

10

4.4

Áreas de armazenamento

Materiais e componentes

10

5

10

5.1

Generalidades

10

5.2

Chuveiros automáticos

10

5.2.1

Generalidades

10

5.2.2

Fator K de descarga

10

5.2.3

Temperatura

11

5.2.4

Revestimentos especiais

Canoplas e invólucros

12

5.2.5

12

5.2.6

Proteções

12

5.2.7

Estoque de chuveiros automáticos sobressalentes

Tubos de condução não enterrados

12

5.3

13

5.3.1

Generalidades

5.3.1 Generalidades 13

13

5.3.2

Tubos de aço

13

5.3.3

Tubos de cobre

14

5.3.4

Tubos de CPVC

14

5.3.5

Outros tipos de materiais

14

5.3.6

Dobramento em tubos de condução

14

5.4

Tubos de condução enterrados

14

5.5

Conexões

14

5.6

Válvulas

16

5.7

Conexões de teste de alarme

17

5.7.1

Edificações térreas

17

5.7.2

Edificações de múltiplos pavimentos

17

5.7.3

Sistemas de ação prévia

18

5.7.4

Sistemas de dilúvio

18

5.8

Tomada (conexão) de recalque para uso exclusivo do Corpo de Bombeiros

18

5.9

Alarmes de fluxo de água

20

5.10

Suportes

21

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6

Requisitos dos sistemas

27

6.1

Sistemas de tubo molhado

27

6.1.1

Manômetros

27

6.1.2

Válvulas de alívio

28

6.1.3

Sistemas auxiliares

28

6.2

Sistemas de ação prévia e sistemas de dilúvio

28

6.2.1

Válvula automática de controle

28

6.2.2

Manômetros

28

6.2.3

Detecção

28

6.2.4

Localização e proteção de válvulas de controle do sistema

28

6.2.5

Sistemas de ação prévia

28

6.2.6

Sistemas de dilúvio

Requisitos de instalação

30

7

30

7.1

Generalidades

 

30

7.2

Restrições de uso

30

7.3

Áreas máximas de proteção

31

7.4

Temperatura

31

7.5

Sensibilidade térmica (velocidade de resposta) Área de cobertura por chuveiro automático Determinação da área de

Sensibilidade térmica (velocidade de resposta)

Área de cobertura por chuveiro automático

Determinação da área de cobertura

Área máxima de cobertura

Espaçamento de chuveiros automáticos

Distância máxima entre chuveiros automáticos

Distância máxima do chuveiro automático à parede

Distância mínima de chuveiros automáticos à parede

Distância mínima entre chuveiros automáticos

Distância entre defletor e tetos/forros

32

7.6

32

7.6.1

32

7.6.2

34

7.7

37

7.7.1

37

7.7.2

38

7.7.3

39

7.7.4

40

7.8

41

7.8.1

Distância entre tetos/forros e defletor de chuveiros automáticos tipo spray em pé e

pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida

Distância entre tetos/forros e o defletor de chuveiros automáticos tipo spray

41

7.8.2

laterais de cobertura padrão

46

7.8.3

Distância entre tetos/forros e o defletor de chuveiros automáticos de controle para

área específica (CCAE)

47

7.8.4

Distância entre tetos/forros e o defletor de chuveiros ESFR

47

7.9

Orientação do defletor

47

7.9.1

Orientação do defletor de chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida

47

7.9.2

Orientação do defletor de chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão

47

7.9.3

Orientação do defletor de chuveiros automáticos de controle para aplicação específica (CCAE)

48

7.9.4

Orientação do defletor de chuveiros automáticos ESFR

48

7.10

Obstruções à descarga

48

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7.10.1

Obstruções à descarga dos chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de

cobertura padrão e cobertura estendida

48

7.10.2

Obstruções à descarga dos chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão

53

7.10.3

Obstruções à descarga de chuveiros automáticos de controle para aplicações específicas (CCAE)

56

7.10.4

Obstruções à descarga de chuveiros automáticos ESFR

61

7.11

Distância mínima livre entre o topo da estocagem e o defletor

63

7.11.1

Distância mínima livre entre o topo da estocagem e o defletor de chuveiros em pé e

pendentes de cobertura padrão e estendida

63

7.11.2

Distância mínima livre entre o topo da estocagem e o defletor de chuveiros laterais

de cobertura padrão

Distância mínima livre entre o topo da estocagem e o defletor de chuveiros de

63

7.11.3

controle para aplicação específica (CCAE)

63

7.11.4

Distância mínima livre entre o topo da estocagem e o defletor de chuveiros ESFR 63

7.12

Situações especiais

Espaços encobertos

63

7.12.1

63

7.12.2

Shafts

 

64

7.12.3

Escadas

64

7.12.4

Aberturas verticais Poços e casas de máquinas de elevadores Espaços sob plataformas de carga externas

Aberturas verticais

Poços e casas de máquinas de elevadores

Espaços sob plataformas de carga externas

Marquises e similares

Limpeza interna da rede de chuveiro

Curvas de retorno

Métodos de cálculo

Métodos utilizados

Ocupações adjacentes

Classificação de ocupações

Demanda de água – Método de cálculo por tabela

64

7.12.5

65

7.12.6

65

7.12.7

65

7.12.8

65

7.12.9

66

8

66

8.1

66

8.2

66

8.3

67

8.4

67

8.5

Demanda de água - Métodos de cálculo hidráulico

68

8.5.1

Demanda mínima de água

68

8.5.2

Curvas de densidade e área

68

8.5.3

Demanda de hidrantes em áreas com várias classificações de risco

69

8.5.4

Restrições

69

8.5.5

Método de densidade e área

69

8.5.6

Método de cálculo por recinto

71

8.5.7

Áreas especiais de cálculo

72

8.5.8

Cortinas d’água

72

9

Plantas e cálculos

73

9.1

Plantas de trabalho e memória descritiva

73

9.2

Informações sobre o abastecimento de água

75

9.3

Formulários de cálculos hidráulicos

75

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v

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9.4

Procedimentos de cálculos hidráulicos

78

9.4.1

Generalidades

78

9.4.2

Fórmulas

78

9.4.3

Pontos de união hidráulica

79

9.4.4

Procedimento de cálculo

79

9.5

Tabelas de dimensionamento

84

9.5.1

Generalidades

84

9.5.2

Diâmetro das colunas de alimentação

84

9.5.3

Pisos vazados, grandes aberturas em pisos, mezaninos e grandes plataformas

84

9.5.4

Tabelas para riscos leves

85

9.5.5

Tabelas para riscos ordinários

87

9.5.6

Ocupações de risco extra ou extraordinária

Ocupações de risco extra ou extraordinária Ocupações de armazenamento Sistemas de dilúvio Aceitação de sistemas

Ocupações de armazenamento

Sistemas de dilúvio

Aceitação de sistemas

Ensaios de aceitação

Ensaio hidrostático

89

9.5.7

89

9.5.8

89

10

89

10.1

89

10.1.1

89

10.1.2

Ensaios operacionais de sistemas

89

10.2

Placa de identificação de sistema dimensionado por cálculo hidráulico

90

Anexo A (informativo) Tabelas

Anexo B (normativo) Abastecimento de água para sistemas de chuveiros automáticos

B.1.2

Reservatório elevado

91

B.1 Tanques e reservatórios B.1.1 Generalidades

95

95

95

95

B.1.3

Reservatório com fundo elevado ou com fundo ao nível do solo, piscinas, açudes,

represas, rios, lagos e lagoas, com uma ou mais bombas de incêndio Tanques de pressão Bombas

B.1.4

B.2

B.3 Bombas acionadas por motores elétricos B.4 Bombas acionadas por motores a diesel B.5 Painel de comando para bombas acionadas por motores elétricos

96

101

102

111

112

115

B.6 Painel de comando para bombas acionadas por motores a diesel

116

B.7 Carregador de baterias para bombas acionadas por motores a diesel

118

B.8 Painel de sinalização e alarme remoto

119

B.9 Capacidade efetiva dos reservatórios

119

Anexo C (informativo) Inspeção rotineira e manutenção dos sistemas de chuveiros automáticos

120

C.1 Geral

 

120

C.2 Desativações da proteção 127

C.3 Inspeções

128

C.3.1

Chuveiros automáticos

128

C.3.2

Tubulações e conexões

128

C.3.3

Suportes

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C.3.4

Manômetros

C.3.5

Dispositivos de alarme

C.3.6

Placa de identificação hidráulica

C.3.7 Válvulas

C.4 Ensaios

C.4.1

Chuveiros automáticos

C.4.2

Manômetros

C.4.3

Alarmes

C.4.4 Válvulas

C.5 Manutenção

C.5.1

C.5.2 Válvulas

C.5.3 Investigação e prevenção de obstruções

Chuveiros automáticos

e prevenção de obstruções Chuveiros automáticos Figuras Figura 1 – Sistema tipo anel fechado Figura 2

Figuras Figura 1 – Sistema tipo anel fechado Figura 2 – Sistema tipo grelha Figura 3 – Conexão setorial de dreno, ensaio e alarme Figura 4 – Tomada de recalque na fachada da edificação Figura 5 – Tomada de recalque em coluna Figura 6 – Tomada de recalque em caixa de alvenaria Figura 7 – Comprimento máximo das derivações Figura 8 – Distância máxima entre chuveiros automáticos da ponta de ramais e suportes Figura 9 – Posição de suportes entre tesouras ou vigas – Situação A Figura 10 – Posição de suportes entre tesouras ou vigas – Situação B Figura 11 – Posição de suportes entre tesouras ou vigas – Situação C Figura 12 – Suportes Figura 13 – Suportes Figura 14 – Área de cobertura Figura 15 – Área de cobertura – Exemplo Figura 16 – Distância máxima até as paredes (risco leve) Figura 17 – Distância (d) do chuveiro automático à parede (vista em planta) Figura 18 – Distância entre chuveiros em caso de desnível do teto maior que 900 mm Figura 19 – Distância entre chuveiros em caso de desnível do teto menor que 900 mm Figura 20 – Posicionamento de chuveiro automático em pé de cobertura padrão ou de cobertura estendida, sob teto obstruído Figura 21 – Posicionamento de chuveiro automático em pé de cobertura padrão ou de

128

128

128

128

129

129

129

129

129

130

130

130

130

5

6

17

19

19

20

22

23

24

24

25

26

27

33

33

38

39

41

42

42

cobertura estendida sob teto obstruído com defletor acima da superfície inferior do

elemento estrutural Figura 22 – Posicionamento de chuveiro automático em pé de cobertura padrão ou de cobertura estendida sob teto obstruído em cada vão formado pelos elementos estruturais

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Figura 23 – Chuveiros automáticos sob telhados inclinados com o chuveiro diretamente sob a

44

Figura 24 – Chuveiros automáticos sob telhados inclinados (ramais acompanham a inclinação

cumeeira (ramais acompanham a inclinação do telhado)

do telhado)

45

Figura 25 – Distância livre horizontal na cumeeira de telhados inclinados

45

Figura 26 – Instalação de chuveiro lateral

46

Figura 27 – Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções à descarga (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida)

49

Figura 28 – Obstruções junto à parede (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes

de cobertura padrão e estendida)

50

Figura 29 – Distância mínima a uma obstrução (chuveiros automáticos tipo spray em pé

e

obstrução (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida) 51

pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida)

51

Figura 30 – Obstruções suspensas ou sobre o piso (chuveiros automáticos tipo spray em pé

e

52

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54

55

56

57

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59

60

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62

64

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71

77

80

80

81

82

86

pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida)

Figura 31 – Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções (chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão) Figura 32 – Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções ao longo da parede (chuveiro lateral tipo spray de cobertura padrão) Figura 33 – Distância mínima até a obstrução (chuveiro tipo spray lateral de cobertura padrão) Figura 34 – Obstruções suspensas ou sobre o piso (chuveiros automáticos tipo spray laterais)

Figura 35 – Obstruções suspensas ou sobre o piso (chuveiros automáticos tipo spray laterais) Figura 36 – Distância mínima de obstruções (CCAE) Figura 37 – Obstruções localizadas inteiramente abaixo do chuveiro automático (chuveiros automáticos CCAE) Figura 38 – Obstrução localizada a mais que 600 mm abaixo do chuveiro (CCAE) Figura 39 – Obstrução localizada a mais que 900 mm abaixo do chuveiro (CCAE) Figura 40 – Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções à descarga (chuveiros ESFR) Figura 41 – Proteção em aberturas verticais Figura 42 – Curva de retorno Figura 43 – Curvas de densidade e área Figura 44 – Redução da área de operação devido a chuveiros automáticos de resposta rápida Figura 45 – Exemplo de indicação de área hidráulica mais remota – Sistema tipo grelha Figura 46 – Exemplos de áreas de maior demanda hidráulica Figura 47 – Exemplos de áreas de maior demanda hidráulica Figura 48 – Determinação do número de chuveiros automáticos Figura 49 – Exemplo de determinação de área mais remota em sistema tipo grelha Figura 50 – Ramais alimentando chuveiros automáticos acima e abaixo de teto/forro

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Figura 51 – Chuveiro com niple de elevação conectado ao ramal na área inferior Figura 52 – Ramais que alimentam chuveiros automáticos acima, entre e abaixo de teto/forro Figura B.1 – Reservatórios para abastecimento de sistemas de chuveiros automáticos (Exemplos) Figura B.2 – Abastecimento de sistemas de chuveiros automáticos (Exemplos) Figura B.3 – Instalações de bombas de incêndio Figura B.4 – Tubulações de sucção Figura B.5 – Demonstração gráfica das curvas características das bombas Figura B.6 – Gráfico para a curva da bomba conforme dados de ensaio

86

86

99

100

105

107

109

110

Tabelas Tabela 1 – Identificação das características de descarga dos chuveiros automáticos Tabela 2 – Limites de temperatura, classificação e código de cores dos chuveiros automáticos Tabela 3 – Espessura de parede para tubos unidos por solda ou por acoplamento mecânico, fabricados conforme a ABNT NBR 5590 Tabela 4 – Diâmetro dos tirantes em função dos tubos Tabela 5 – Diâmetro do suporte em “U” em função dos tubos Tabela 6 – Distância máxima entre suportes (em metros) Tabela 7 – Tempo de descarga em sistemas de ação préria com bloqueio duplo Tabela 8 – Área máxima servida por uma coluna de alimentação por pavimento Tabela 9 – Classificação de temperatura de chuveiros automáticos em locais específicos Tabela 10 – Áreas de cobertura máxima por chuveiro automático e distância máxima entre chuveiros automáticos (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão) Tabela 11 – Áreas de cobertura máxima por chuveiro automático e distância máxima entre chuveiros automáticos (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura estendida Tabela 12 – Áreas de cobertura máxima por chuveiro automático e distância máxima entre chuveiros automáticos (chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão) Tabela 13 – Área de cobertura máxima e distância máxima entre chuveiros automáticos para chuveiros CCAE Tabela 14 – Área de cobertura máxima e distância máxima entre chuveiros ESFR Tabela 15 – Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções na descarga (chuveiros automáticos tipo spray em pé e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida)

Tabela 16 – Obstruções suspensas ou sobre o piso (chuveiros automáticos tipo spray em pé

e pendentes de cobertura padrão e cobertura estendida) Tabela 17 – Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções (chuveiros automáticos tipo spray laterais)

obstruções (chuveiros automáticos tipo spray laterais) 11 12 13 21 21 22 29 31 32 35

11

12

13

21

21

22

29

31

32

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35

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Tabela 18 – Posicionamento de chuveiros automáticos para evitar obstruções ao longo da parede (chuveiros automáticos tipo spray laterais de cobertura padrão)

Tabela 19 – Obstruções suspensas ou sobre o piso (chuveiros automáticos tipo spray laterais

de cobertura padrão) Tabela 20 – Posicionamento de chuveiros para evitar obstruções à descarga de chuveiros CCAE Tabela 21 – Obstruções localizadas inteiramente abaixo do chuveiro automático (chuveiros automáticos CCAE) Tabela 22 – Posicionamento dos Chuveiros ESFR para evitar obstruções à descarga Tabela 23 – Demanda de água para sistemas calculados por tabela Tabela 24 – Demanda de hidrantes e duração do abastecimento de água para sistemas projetados por cálculo hidráulico Tabela 25 – Valores C de Hazen-Williams Tabela 26 – Dimensionamento para riscos leves Tabela 27 – Número de chuveiros automáticos acima e abaixo de teto ou forro (risco leve) Tabela 28 – Dimensionamento para riscos ordinários Tabela 29 – Número de chuveiros automáticos – Distâncias maiores que 3,7 m Tabela 30 – Número de chuveiros automáticos acima e abaixo de um teto ou forro (risco ordinário) Tabela A.1 – Exemplos de classificação de ocupações Tabela A.2 — Ocupações de risco especial – Exemplos de normas Tabela B.1 – Dimensões para cálculo da capacidade efetiva

61

54

55

57

59

67

68

83

85

87

87

88

88

91

93

96

efetiva 61 54 55 57 59 67 68 83 85 87 87 88 88 91 93

Tabela B.2 – Níveis de água e larguras mínimas para canais e adufas em função da vazão de

alimentação Tabela B.3 – Dimensões nominais Tabela C.1 – Registro de testes e materiais para tubulação aérea Tabela C.2 – Registro de teste e materiais para tubulação subterrânea Tabela C.3 – Resumo de inspeções, ensaios e manutenção em sistemas de chuveiros automáticos

98

106

120

124

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Prefácio

ABNT NBR 10897:2014

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas no tema objeto da normalização.

Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.

A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais

direitos de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados

à ABNT a qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996).

a qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996). Ressalta-se que Normas Brasileiras

Ressalta-se que Normas Brasileiras podem ser objeto de citação em Regulamentos Técnicos. Nestes casos, os Órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar outras datas para exigência dos requisitos desta Norma, independentemente de sua data de entrada em vigor.

A ABNT NBR 10897 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio (ABNT/CB-24), pela Comissão de Estudo de Proteção contra Incêndio por Chuveiros

Automáticos (CE-24:302.02). O seu 1º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 02, de 28.02.2013 a 29.04.2013, com o número de Projeto ABNT NBR 10897.

O

com o número de 2º Projeto ABNT NBR 10897.

seu 2º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 11, de 27.11.2013 a 06.01.2014,

Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 10897:2007), a qual foi tecnicamente revisada.

Esta versão corrigida da ABNT NBR 10897:2014 incorpora a Errata 1 de 08.10.2014.

O

Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:

Scope

This Standard establishes minimum requirements for the design and installation of automatic sprinkler systems for fire protection, including water supply characteristics, selection of automatic sprinklers, fittings, piping, valves and all materials and accessories involved in building installations.

It is not the intent of this standard to restrict the development or use of new technology or alternative methods, provided that these do not reduce the level of safety afforded by automatic sprinkler systems, nor eliminate or reduce the requirement herewith established.

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xi

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NORMA BRASILEIRA

ABNT NBR 10897:2014

Sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos — Requisitos

1 Escopo

Esta Norma estabelece os requisitos mínimos para o projeto e a instalação de sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos, incluindo as características de suprimento de água, seleção de chuveiros automáticos, conexões, tubos, válvulas e todos os materiais e acessórios envolvidos em instalações prediais.

Esta Norma não tem a intenção de restringir o desenvolvimento ou a utilização de novas tecnologias ou medidas alternativas, desde que estas não diminuam o nível de segurança proporcionado pelos sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos, nem eliminem ou reduzam os requisitos nela estabelecidos.

nem eliminem ou reduzam os requisitos nela estabelecidos. 2 Referências normativas Os documentos relacionados a

2

Referências normativas

Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).

ABNT NBR 5580, Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluidos Especificação

ABNT NBR 5590, Tubos de aço-carbono com ou sem solda longitudinal, pretos ou galvanizados - Especificação

ABNT NBR 5647-1, Sistemas para adução e distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 1: Requisitos gerais

ABNT NBR 5647-2, Sistemas para adução e distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 2: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1,0 MPa

ABNT NBR 5647-3, Sistemas para adução e distribuição de água Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 3: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0,75 MPa

ABNT NBR 5647-4, Sistemas para adução e distribuição de água – Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 – Parte 4: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0,60 MPa

ABNT NBR 5883, Solda branda

ABNT NBR 6125, Chuveiros automáticos para extinção de incêndio – Método de ensaio

ABNT NBR 6135, Chuveiros automáticos para extinção de incêndio – Especificação

ABNT NBR 6493, Emprego de cores para identificação de tubulações

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ABNT NBR 6925, Conexão de ferro fundido maleável de classes 150 e 300, com rosca NPT para tubulação

ABNT NBR 6943, Conexões de ferro fundido maleável, com rosca NBR NM-ISO 7-1, para tubulações

ABNT NBR 7674, Junta elástica para tubos e conexões de ferro fundido dúctil

ABNT NBR 7675, Tubos e conexões de ferro dúctil e acessórios para sistemas de adução e distribuição de água – Requisitos

ABNT NBR 9442, Materiais de construção – Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante – Método de ensaio

ABNT NBR 11720, Conexões para união de tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar – Requisitos

de cobre por soldagem ou brasagem capilar – Requisitos ABNT NBR 12912, Rosca NPT para tubos

ABNT NBR 12912, Rosca NPT para tubos – Dimensões - Padronização

ABNT NBR 13206, Tubo de cobre leve, médio e pesado, sem costura, para condução de fluidos – Requisitos

ABNT NBR 13714, Sistemas de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio

ABNT NBR 13792, Proteção contra incêndio, por sistema de chuveiros automáticos, para áreas de armazenamento em geral Procedimento

ABNT NBR 15345, Instalação predial de tubos e conexões de cobre e ligas de cobre – Procedimento

ABNT NBR 15647, Tubos e conexões de poli(cloreto de vinila) clorado (CPVC) para sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos – Requisitos e métodos de ensaio

ABNT NBR 15648, Tubos e conexões de poli(cloreto de vinila) clorado (CPVC) para sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos – Procedimentos de instalação

ABNT NBR 15561, Sistemas para distribuição e adução de água e transporte de esgoto sanitário sob pressão – Requisitos para tubos de polietileno PE 80 e PE 100

ABNT NBR 15593, Sistemas para distribuição e adução de água e transporte de esgoto sanitário sob pressão – Requisitos para conexões soldáveis de polietileno PE 80 e PE 100

ABNT NBR 17240, Sistemas de detecção e alarme de incêndio – Projeto, instalação, comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio – Requisitos

ABNT NBR NM ISO 7-1, Rosca para tubos onde a junta de vedação sob pressão é feita pela rosca – Parte 1: Dimensões, tolerâncias e designação

ISO 2531, Ductile iron pipes, fittings, accessories and their joints for water applications

ISO 1182, Reaction to fire tests for products – Non-combustibility test

ANSI B16.9, Factory-made wrought buttwelding fittings

AWS B2.1, Specification for qualification of welding procedures and welders for piping and tubing

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3 Termos e definições

Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.

3.1

aprovado aceito pela autoridade competente

3.2

autoridade competente órgão, repartição pública ou privada, pessoa jurídica ou física, investida de autoridade pela legislação vigente para examinar, aprovar, autorizar ou fiscalizar as instalações de combate a incêndio, com base em legislação específica local

3.3

compartimento espaço completamente enclausurado por paredes e teto

3.4

controle de incêndio limitação do tamanho de um incêndio pela descarga de água, de modo a reduzir a taxa de liberação de calor, pré-umedecer materiais combustíveis adjacentes e controlar a temperatura dos gases no teto para evitar danos estruturais

3.5

dobramento de tubo toda e qualquer ação que implique alteração permanente da linearidade original do tubo

3.6

extinção ou supressão de incêndio redução drástica da taxa de liberação de calor de um incêndio e prevenção de seu ressurgimento pela aplicação direta de quantidade suficiente de água através da coluna de gases ascendentes gerados pelo fogo até atingir a superfície incendiada do material combustível

3.7

material de combustibilidade limitada materiais de construção, incluindo revestimentos, forros, coberturas, subcobertura e isolantes termoacústicos, que não atendem à definição de material incombustível e atendem ao descrito em a) ou b). Quando as características de combustibilidade limitada puderem ser comprometidas em função do tempo de uso do material ou da variação cíclica de seu conteúdo de umidade em razão das variações da umidade do ar, não podem ser considerados como sendo de combustibilidade limitada:

ser considerados como sendo de combustibilidade limitada:  a) materiais que tenham substrato composto por

 a)

materiais que tenham substrato composto por material incombustível e espessura máxima de 3,2 mm, com índice de propagação superficial de chama, determinado de acordo com a ABNT NBR 9442, menor ou igual a 50

 b)

materiais, na forma e espessura utilizadas, que não atendam ao descrito em a) e que apresentem índice de propagação superficial de chama até 25, determinado de acordo com a ABNT NBR 9442, nem evidência de combustão progressiva contínua

3.8

material incombustível materiais de construção, incluindo revestimentos, forros, coberturas, sub-coberturas e isolantes termo-acústicos, que, sob as condições esperadas de uso, sejam classificados como incombustíveis em ensaio executado de acordo com a ISO 1182

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3.9

pé-direito altura livre de um andar de um edifício, medida do piso à parte inferior do teto (ou telhado)

3.10

pressão de trabalho do sistema máxima pressão estática (sem vazão) ou dinâmica esperada, que é aplicada aos componentes do sistema, excetuando-se surtos de sobrepressão esporádicos

3.11

responsável técnico pessoa física ou jurídica responsável, legalmente habilitada, que goza da prerrogativa legal de prestar serviços especializados de execução, projeto e manutenção da instalação do sistema de proteção contra incêndio de uma edificação

sistema de proteção contra incêndio de uma edificação 3.12 sistemas de chuveiros automáticos sistema integrado

3.12

sistemas de chuveiros automáticos sistema integrado de tubulações aéreas e subterrâneas, alimentado por uma ou mais fontes de abastecimento automático de água, para fins de proteção contra incêndio. A parte do sistema de chuveiros automáticos acima do piso consiste em uma rede de tubulações dimensionada por tabelas ou por cálculo hidráulico, instalada em edifícios, estruturas ou áreas, normalmente junto ao teto, à qual são conectados chuveiros automáticos segundo um padrão regular, alimentado por uma tubulação que abastece o sistema, provida de uma válvula de controle e dispositivo de alarme. O sistema é ativado pelo calor do fogo e descarrega água sobre a área de incêndio

3.13

tetos desobstruídos tetos cujas vigas, nervuras ou outros elementos não impedem o fluxo de calor e a distribuição de água, portanto não afetam fisicamente a capacidade de controle ou extinção de incêndio pelos chuveiros automáticos

3.14

tetos horizontais tetos cuja inclinação não seja superior ou igual 16,7 %

3.15

tetos inclinados tetos cuja inclinação seja superior a 16,7 %

3.16

tetos lisos tetos contínuos, sem irregularidades, saliências ou depressões significativas

3.17

tetos obstruídos tetos cujas vigas, nervuras ou outros elementos impeçam o fluxo de calor e a distribuição de água, afetando fisicamente a capacidade de controle ou extinção de incêndio pelos chuveiros automáticos

3.18

tetos planos tetos contínuos, em um único plano

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3.19 barreira de fumaça

anteparo vertical instalado junto ao teto, cuja função é dificultar a passagem de ar quente e fumaça entre áreas adjacentes nas proximidades do teto

3.20

nomenclatura de sistemas de chuveiros automáticos

3.20.1

ação prévia sistema que utiliza chuveiros automáticos fixados a uma tubulação que contém ar, que pode ou não estar sob pressão, conjugado a um sistema suplementar de detecção instalado na mesma área dos chuveiros automáticos

3.20.2

anel fechado sistema de chuveiros automáticos no qual tubulações subgerais múltiplas são conectadas de modo a permitir que a água siga mais do que uma rota de escoamento até chegar a um chuveiro em operação. Neste sistema, os ramais não são conectados entre si, conforme Figura 1

Alimentação
Alimentação

Figura 1 – Sistema tipo anel fechado

3.20.3

dilúvio

sistema automático de chuveiros que utiliza chuveiros abertos acoplados a uma tubulação conectada

a uma fonte de abastecimento de água por uma válvula de dilúvio. Esta válvula é aberta pela operação de um sistema de detecção instalado na mesma área dos chuveiros. Com a abertura da válvula ocorre

a entrada de água na tubulação, sendo descarregada por todos os chuveiros simultaneamente

3.20.4

grelha sistema de chuveiros automáticos no qual as tubulações subgerais são conectadas a ramais múltiplos. Um chuveiro em operação recebe água pelas duas extremidades do ramal, enquanto outros ramais auxiliam a transportar água entre as tubulações subgerais, conforme Figura 2

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Alimentação Figura 2 – Sistema tipo grelha
Alimentação
Figura 2 – Sistema tipo grelha

3.20.5

sistema calculado por tabela sistema de chuveiros automáticos cujos diâmetros de tubulação são selecionados em tabelas preparadas conforme a classificação da ocupação e no qual um dado número de chuveiros automáticos pode ser alimentado por diâmetros específicos de tubulação

3.20.6

sistema projetado por cálculo hidráulico sistema de chuveiros automáticos no qual os diâmetros de tubulação são selecionados com base na perda de carga, de modo a fornecer a densidade de descarga de água necessária ou a pressão mínima de descarga ou vazão por chuveiro automático exigida, distribuída com um grau razoável de uniformidade sobre uma área específica

3.20.7

tubo molhado sistema de chuveiros automáticos fixados a uma tubulação que contenha água e conectada a uma fonte de abastecimento, de maneira que a água seja descarregada imediatamente pelos chuveiros automáticos, quando abertos pelo calor de um incêndio

3.20.8

tubo seco sistema de chuveiros automáticos fixados a uma tubulação que contenha ar ou nitrogênio sob pressão. A partir da abertura de um chuveiro, a pressão de água abre uma válvula, conhecida como válvula para sistema seco, deixando a água entrar na tubulação para controle do incêndio, sendo descarregada pelos chuveiros abertos

3.21

componentes do sistema

3.21.1

chuveiro automático dispositivo para extinção ou controle de incêndios que funciona automaticamente quando seu elemento termossensível é aquecido à sua temperatura de operação ou acima dela, permitindo que a água seja descarregada sobre uma área específica

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3.21.2

chuveiro aberto chuveiro que não possui elemento acionador termossensível

3.21.3

coluna de alimentação tubulações verticais de alimentação de um sistema de chuveiros automáticos

3.21.4

coluna principal de alimentação do sistema (riser) tubo não subterrâneo, horizontal ou vertical, localizado entre a fonte de abastecimento de água e as tubulações gerais e subgerais, contando com uma válvula de governo e alarme

3.21.5

ramais tubos aos quais os chuveiros automáticos são fixados

tubos aos quais os chuveiros automáticos são fixados 3.21.6 tubulações gerais tubos que alimentam as

3.21.6

tubulações gerais tubos que alimentam as tubulações subgerais, diretamente ou com conexões

3.21.7

tubulações subgerais tubos que alimentam os ramais

3.21.8

válvula de governo e alarme conjunto composto por válvula seccionadora, válvula de retenção e sistema de alarme de fluxo, manômetros, drenos e acessórios, instalado em cada coluna de alimentação (riser) de um sistema de chuveiros automáticos

3.22

fator K fator que relaciona a vazão do chuveiro automático com a pressão dinâmica nele atuante; serve para

definir a capacidade de vazão do chuveiro automático

3.23

sensibilidade térmica medida da velocidade de operação de um elemento termossensível, na maneira como instalado em um chuveiro automático específico. Uma medida da sensibilidade térmica é o índice de tempo de resposta (ITR) medido sob condições padronizadas de ensaio

3.24

classificação dos chuveiros automáticos quanto à distribuição de água

3.24.1

chuveiro de cobertura padrão chuveiro projetado para cobrir as áreas de cobertura apresentadas na Tabela 10

3.24.2

chuveiro de cobertura estendida chuveiro projetado para cobrir uma área maior do que a área de cobertura de chuveiros-padrão

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3.24.3

chuveiro tipo spray chuveiro cujo defletor direciona a água para baixo, lançando uma quantidade mínima de água, ou nenhuma, para o teto

3.25

classificação dos chuveiros automáticos quanto à velocidade de operação

3.25.1

chuveiro automático de resposta rápida chuveiro automático que possui elementos termossensíveis com índice de tempo de resposta ITR igual ou menor que 50 (m.s) 1/2

3.25.2

chuveiro automático de resposta padrão chuveiro automático que possui elementos termossensíveis com índice de tempo de resposta ITR igual ou maior que 80 (m.s) 1/2

tempo de resposta ITR igual ou maior que 80 (m.s) 1 / 2 3.26 classificação dos

3.26

classificação dos chuveiros automáticos quanto à orientação de instalação

3.26.1

chuveiro em pé chuveiro projetado para ser instalado em uma posição na qual o jato de água é direcionado para cima, contra o defletor

3.26.2

chuveiro embutido chuveiro decorativo, cujo corpo, ou parte dele, exceto a rosca, é montado dentro de um invólucro embutido

3.26.3

chuveiro flush chuveiro decorativo, cujo corpo, ou parte dele, incluindo a rosca, é montado acima do plano inferior do teto. Ao ser ativado, o defletor se prolonga para baixo do plano inferior do teto

3.26.4

chuveiro lateral chuveiro projetado para ser instalado em paredes e descarregar água em direção à parede oposta

3.26.5

chuveiro oculto chuveiro embutido, coberto por uma placa que é liberada antes do funcionamento do chuveiro

3.26.6

chuveiro pendente chuveiro projetado para ser instalado em uma posição na qual o jato de água é direcionado para baixo, contra o defletor

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3.27

classificação dos chuveiros automáticos quanto às condições especiais de uso

3.27.1

chuveiro decorativo chuveiro automático, pintado ou revestido com camada metálica pelo fabricante

3.27.2

chuveiro resistente à corrosão chuveiro automático, fabricado com materiais resistentes à corrosão ou com revestimentos especiais, para ser utilizado em atmosferas agressivas

3.27.3

chuveiro seco chuveiro fixado a um niple de extensão, que possui um selo na extremidade de entrada, para permitir

que possui um selo na extremidade de entrada, para permitir que a água ingresse em seu

que a água ingresse em seu interior somente em caso de operação do chuveiro

3.28

classificação do chuveiro quanto às características de desempenho e projeto

3.28.1

chuveiro automático de controle para aplicações específicas (CCAE)

chuveiro que atua no modo de controle e se caracteriza por produzir gotas grandes de água,

e

3.28.2

chuveiro automático de resposta e supressão rápidas (ESFR) chuveiro que atua no modo de supressão e que se caracteriza por ter resposta rápida e por distribui água em grande quantidade e de forma especificada, sobre uma área limitada, de modo a proporcionar rápida extinção do fogo, quando instalado apropriadamente

que é testado e aprovado para uso em áreas de incêndios de alta intensidade

4

O

Ocupações

Anexo A apresenta exemplos de ocupações aplicáveis a esta Norma.

4.1

Ocupações de risco leve

São compreendidas as ocupações ou parte das ocupações onde a quantidade e/ou a combustibilidade do conteúdo (carga incêndio) é baixa, tendendo à moderada, e onde é esperada uma taxa de liberação de calor de baixa a média.

4.2 Ocupações de risco ordinário

4.2.1 Grupo I

São compreendedidas as ocupações ou parte de ocupações onde a combustibilidade do conteúdo

é baixa e a quantidade de materiais combustíveis é moderada. A altura de armazenamento não pode exceder 2,4 m. São esperados incêndios com moderada taxa de liberação de calor.

4.2.2 Grupo II

São compreendidas as ocupações ou parte de ocupações onde a quantidade e a combustibilidade do conteúdo é de moderada a alta. A altura de armazenamento não pode exceder 3,7 m. São esperados incêndios com alta taxa de liberação de calor.

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4.3 Ocupações de risco extra ou extraordinário

4.3.1 Grupo I

São compreendidas as ocupações ou parte de ocupações onde a quantidade e a combustibilidade do conteúdo são muito altas, podendo haver a presença de pós e outros materiais que provocam incêndios de rápido desenvolvimento, produzindo alta taxa de liberação de calor. Neste grupo as ocupações não podem possuir líquidos combustíveis e inflamáveis.

4.3.2 Grupo II

Compreendem as ocupações com moderada ou substancial quantidade de líquidos combustíveis ou inflamáveis.

4.4

Áreas de armazenamento

combustíveis ou inflamáveis. 4.4 Áreas de armazenamento Essas ocupações devem ser protegidas de acordo com a

Essas ocupações devem ser protegidas de acordo com a ABNT NBR 13792.

5

Materiais e componentes

5.1 Generalidades

5.1.1

aplicáveis ou, na falta destas, com as normas internacionalmente reconhecidas.

5.1.2

com relação à conformidade aos requisitos estabelecidos nas Normas Brasileiras aplicáveis.

5.1.3

à qual serão empregados, porém nunca inferior a 1 200 kPa.

5.1.4

identificados com a cor vermelha-segurança, correspondente à classificação 5 R 4/14 do sistema Munsell, de acordo com a ABNT NBR 6493. Opcionalmente, a tubulação pode ser identificada com anéis pintados em vermelho, com 0,20 m de largura, a cada 5 m de distância.

Os componentes do sistema devem estar em conformidade com as Normas Brasileiras

Recomenda-se que os componentes dos sistemas de chuveiros automáticos sejam avaliados

Os componentes do sistema devem estar classificados para a máxima pressão de trabalho

Os trechos aparentes da instalação do sistema de chuveiros automáticos devem ser

5.2

Chuveiros automáticos

5.2.1

Generalidades

5.2.1.1

Somente chuveiros automáticos não previamente utilizados devem ser instalados.

5.2.1.2

Os chuveiros automáticos devem ser conforme as ABNT NBR 6125 e ABNT NBR 6135.

5.2.2

Fator K de descarga

5.2.2.1

O fator K de descarga é determinado pela fórmula:

K = Q / P onde Q é a vazão;
K = Q /
P
onde
Q é a vazão;

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P a pressão.

NOTA L /m in /

Todas as referências nesta Norma estão indicadas em litros por minuto por raiz quadrada de bar b ar .

em litros por minuto por raiz quadrada de bar b ar . 5.2.2.2 Os valores de

5.2.2.2 Os valores de fator K, relativos à descarga do chuveiro em função de seu diâmetro de orifício,

devem obedecer à Tabela 1.

Tabela 1 – Identificação das características de descarga dos chuveiros automáticos

Fator nominal K Diâmetro nominal da rosca L/min/bar 1/2 gpm/psi 1/2 mm 20 1,4 DN
Fator nominal K
Diâmetro nominal da rosca
L/min/bar 1/2
gpm/psi 1/2
mm
20
1,4
DN 15
27
1,9
DN 15
40
2,8
DN 15
61
4,2
DN 15
80
5,6
DN 15
115
8,0
DN 15 ou DN 20
161
11,2
DN 15 ou DN 20
202
14,0
DN 20
242
16,8
DN 20
282
19,6
DN 25
323
22,4
DN 25
363
25,2
DN 25
403
28,0
DN 25
5.2.3
Temperatura
5.2.3.1
As
temperaturas
nominais
de
operação
dos
chuveiros
automáticos
são
indicadas

na Tabela 2.

5.2.3.2 Exceto no caso de chuveiros automáticos decorativos e de chuveiros automáticos resistentes

à corrosão, os chuveiros automáticos de liga fusível devem ter seus braços pintados e os de bulbo

de vidro devem ter o líquido colorido, conforme Tabela 2. Os chuveiros automáticos resistentes àcorrosão podem seridentificados detrêsmaneiras: comumponto notopododefletor,comrevestimentos de cores específicas e pela cor dos braços.

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Tabela 2 – Limites de temperatura, classificação e código de cores dos chuveiros automáticos

Máxima temperatura no teto Limites de Classificação Código temperatura da temperatura de cores Cor do
Máxima
temperatura no teto
Limites de
Classificação
Código
temperatura
da temperatura
de cores
Cor do líquido
do bulbo de vidro
°C
°C
Vermelha ou
38
57
– 77
Ordinária
Incolor ou preta
laranja
66
79
– 107
Intermediária
Branca
Amarela ou verde
107
121 – 149
Alta
Azul
Azul
149
163
– 191
Extra-alta
Vermelha
Roxa
191
204
– 246
Extra-extra-alta
Verde
Preta
246
260
– 302
Ultra-alta
Laranja
Preta
329
343
Ultra-alta
Laranja
Preta
Revestimentos especiais
Canoplas e invólucros

5.2.4

5.2.4.1

Chuveiros automáticos devem possuir revestimentos especiais, resistentes à corrosão,

quando instalados em locais onde haja a presença de vapores corrosivos, umidade ou outras condições ambientais capazes de provocar danos.

5.2.4.2

Os revestimentos anticorrosivos devem ser aplicados exclusivamente pelos fabricantes

dos chuveiros automáticos.

5.2.4.3

A menos que indicado pelo fabricante, o chuveiro automático não pode ser pintado e qualquer

chuveiro revestido só pode ser substituído por outro de mesmas características.

5.2.4.4

5.2.5

Qualquer acabamento ornamental do chuveiro automático deve ser executado pelo fabricante.

5.2.5.1

Canoplas e invólucros não metálicos devem ser fornecidos pelo fabricante do chuveiro

automático.

5.2.5.2

devem ser fornecidos em conjunto com os chuveiros automáticos.

Canoplas e invólucros usados com chuveiros automáticos embutidos ou não aparentes

5.2.6 Proteções

Os chuveiros automáticos instalados em locais sujeitos a danos mecânicos devem ser providos com proteções.

5.2.7

Estoque de chuveiros automáticos sobressalentes

5.2.7.1

Devem ser mantidos chuveiros automáticos sobressalentes para substituição imediata em

caso de operação ou dano. Esses chuveiros automáticos devem possuir as mesmas características dos que se encontram instalados e devem ser mantidos em local cuja temperatura não supere 38 °C.

5.2.7.2 Uma chave especial para retirada e instalação dos chuveiros automáticos deve estar

disponível junto aos chuveiros sobressalentes.

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5.2.7.3 O estoque de chuveiros automáticos sobressalentes deve incluir todos os modelos instalados,

devendo ser composto da seguinte forma:

 a)

6 chuveiros, no mínimo, para sistemas com até 300 chuveiros automáticos;

 b)

12 chuveiros, no mínimo, para sistemas com 301 a 1 000 chuveiros automáticos;

 c)

24 chuveiros no mínimo, para sistemas com mais de 1 000 chuveiros automáticos.

5.3 Tubos de condução não enterrados

5.3.1 Generalidades

Os tubos utilizados nos sistemas de chuveiros automáticos devem atender ou exceder os requisitos estabelecidos em 5.3.1 a 5.3.4. O tipo e a classe de tubos, bem como as proteções adicionais para uma instalação específica, devem ser determinados considerando-se sua resistência ao fogo, pressão máxima de serviço etc.

Tubos de aço (com ou sem costura) devem ser conforme as ABNT Tabela 3 –
Tubos
de
aço
(com
ou
sem
costura)
devem
ser
conforme
as ABNT
Tabela 3 – Espessura de parede para tubos unidos por solda
ou por acoplamento mecânico, fabricados conforme a ABNT NBR 5590
Diâmetro nominal
Espessura mínima de parede
mm
mm
25
2,77
32
2,77
40
2,77
50
2,77
65
3,05
80
3,05
90
3,05
100
3,05
125
3,4
150
3,4
200
4,78
250
4,78
300
8,38

Tubos de aço

NBR

5.3.2

5.3.2.1

ou ABNT NBR 5590.

5580

5.3.2.2

devem ser conforme a ABNT NBR 5580 (classe leve) ou ABNT NBR 5590.

Tubos de aço unidos por solda ou por acoplamento mecânico, para pressões até 2,07 MPa,

Na Tabela 3 encontram-se as características mínimas de espessura de parede para tubos

5.3.2.3

unidos por solda ou por acoplamento mecânico e fabricados conforme a ABNT NBR 5590.

5.3.2.4 Tubos de aço unidos por conexões roscadas, para pressões até 2,07 MPa, devem ser

conforme as ABNT NBR 5580 (classe média) e ABNT NBR 5590 (classe normal).

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5.3.3 Tubos de cobre

Tubos de cobre (sem costura) devem ser conforme a ABNT NBR 13206.

5.3.4 Tubos de CPVC

Os tubos de policloreto de vinila clorado (CPVC), unidos por conexões soldadas conforme as ABNT NBR 15647 e ABNT NBR 15648, podem ser utilizados em sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos para ocupações de risco leve até pressões de 1,21 MPa e em temperaturas ambientes até 65 °C.

5.3.5 Outros tipos de materiais

Outros tipos de materiais para tubos podem ser utilizados, desde que comprovadamente testados por laboratórios de entidades ou instituições de reconhecida competência técnica, atendendo aos requisitos quanto à sua aplicabilidade em sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos, especificando: condições de uso e ocupação (classificação de risco), pressão máxima de trabalho do sistema e temperatura ambiente máxima da instalação.

do sistema e temperatura ambiente máxima da instalação. 5.3.6 Dobramento em tubos de condução Não se

5.3.6

Dobramento em tubos de condução

Não se recomenda o dobramento em tubos de aço, tubos de cobre e tubos de outros tipos de materiais.

5.4

Tubos de condução enterrados

Tubos de condução enterrados, utilizados em sistemas de chuveiros automáticos, devem atender aos requisitos estabelecidos a seguir:

 a)

 b)

 c)

 d)

 e)

tubos de aço (com ou sem costura): conforme ABNT NBR 5580 e ABNT NBR 5590;

tubos de ferro dúctil: conforme ABNT NBR 7675 e ISO 2531;

tubos de PVC: conforme ABNT NBR 5647-1, ABNT NBR 5647-2, ABNT NBR 5647-3 e ABNT NBR 5647-4;

tubos de cobre (sem costura): conforme ABNT NBR 13206;

tubos em polietileno (PEAD) conforme ABNT NBR 15561.

5.5 Conexões

5.5.1 As conexões utilizadas nos sistemas de chuveiros automáticos devem atender aos requisitos

estabelecidos a seguir:

 a)

ferro fundido maleável: ABNT NBR 6943 e ABNT NBR 6925;

 b)

aço para solda: ANSI B16.9;

 c)

junta elástica para tubos e conexões: ABNT NBR 7674;

 d)

cobre: ABNT NBR 11720;

 e)

flanges de aço: ANSI B 16.1;

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 f)

PEAD por termofusão ou eletrofusão: ABNT NBR 15593;

 g)

policloreto de vinila clorado (CPVC) conforme as ABNT NBR 15647 e ABNT NBR 15648, para utilização em sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos para ocupações de risco leve até pressões de 1,21 MPa e em temperaturas ambientes até 65 °C;

 h) outros tipos de conexões podem ser utilizadas, desde que comprovadamente testadas por laboratórios de entidades ou instituições de reconhecida competência técnica, atendendo aos requisitos quanto à sua aplicabilidade em sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos, especificando condições de uso e ocupação (classificação de risco), pressão máxima de trabalho do sistema e temperatura ambiente máxima de instalação.

5.5.2 Conexões do tipo uniões roscadas (uniões com rosca) não podem ser usadas em tubulações

de diâmetro maior que DN 50. Uniões que não sejam do tipo roscadas (uniões sem rosca) devem ser do tipo especificamente indicadas para uso em sistemas de chuveiros automáticos.

roscadas devem estar
roscadas
devem
estar

dos

tubos

e

conexões

em

5.5.3

mudança no diâmetro da tubulação. Deve ser dada preferência ao uso de luvas de redução.

Luvas de redução ou buchas de redução devem ser usadas sempre que houver alguma

A junção de tubos e conexões roscadas deve ser conforme 5.5.4.1 e 5.5.4.2.

As

roscas

conformidade

com

Vedantes podem ser utilizados, desde que garantam a vedação quando aplicados somente

A junção de tubos e conexões de aço soldados deve ser conforme 5.5.5.1 a 5.5.5.5.

Recomenda-se que os métodos para solda em tubos e conexões estejam conforme

5.5.4

5.5.4.1

as ABNT NBR 12912 e ABNT NBR NM ISO 7-1.

5.5.4.2

na rosca externa. No caso de utilização de fibras vegetais, deve ser aplicado zarcão ou primer.

5.5.5

5.5.5.1

a AWS B2.1.

5.5.5.2

soldagem somente se as conexões utilizadas forem indicadas para uso em sistemas de chuveiros automáticos, obedecendo aos critérios de 5.5.5.4. Os furos devem ser feitos em bancada, com serra tipo copo ou tecnologia similar. O uso de maçarico não é permitido.

Tubos de aço com diâmetros inferiores a DN 65 podem receber derivações através de

5.5.5.3 Os tubos de aço podem ser soldados topo a topo, desde que biselados.

5.5.5.4 Onde for empregado o processo de soldagem, devem ser observados os seguintes

procedimentos:

 a)

devem ser executados furos nos tubos com diâmetros iguais aos internos das conexões antes de estas serem soldadas;

 b)

materiais resultantes das aberturas nos tubos devem ser retirados e descartados;

 c)

cortes de abertura nos tubos devem ser lixados e todas as saliências internas e resíduos de solda devem ser retirados;

 d)

conexões não podem transpassar para região interna dos tubos;

 e)

chapas de aço não podem ser soldadas na terminação de tubos ou conexões;

 f)

conexões não podem ser modificadas;

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 g)

acessórios de suporte e fixação de tubulação (tirantes, grampos, porcas etc.) não podem ser utilizados na soldagem de tubos ou conexões;

 h)

na mudança de diâmetros nominais das tubulações, devem ser empregadas conexões apropriadas.

5.5.5.5 Os procedimentos de solda devem ser preparados e qualificados pelo instalador

ou fabricante antes da realização de qualquer processo de soldagem. Devem ser observadas qualificações do processo de solda e dos soldadores de acordo com a AWS B2.1.

5.5.6

A junção por encaixe deve ser conforme 5.5.6.1 e 5.5.6.2.

5.5.6.1

Tubos acoplados com conexões encaixadas devem ser executados por uma combinação

aprovada de anéis de vedação e sulcos. Os sulcos devem possuir dimensões compatíveis com as conexões.

devem possuir dimensões compatíveis com as conexões. 5.5.6.2 adequadas para este fim. Conexões encaixadas,

5.5.6.2

adequadas para este fim.

Conexões encaixadas, incluindo juntas utilizadas em sistemas de tubulação seca, devem ser

5.5.7

5.5.7.1

A junção de tubos e conexões de cobre deve ser conforme 5.5.7.1 a 5.5.7.5.

A união de tubos de cobre deve ser feita por conexões, utilizando-se brasagem capilar.

5.5.7.2

desde que a temperatura dos chuveiros automáticos não ultrapasse 100 °C.

Soldagem capilar pode ser utilizada em sistemas de tubos molhados em áreas de risco leve,

Soldagem capilar pode ser utilizada em sistemas de tubos molhados em áreas de risco

5.5.7.3

leve e ordinário, Grupo I, independentemente da temperatura de ativação dos chuveiros automáticos,

desde que a tubulação esteja sobre o forro.

5.5.7.4

adição para brasagem, se utilizados, não podem ser do tipo corrosivo.

Materiais de adição para solda devem estar de acordo com a ABNT NBR 5883. Materiais de

5.5.7.5

O acoplamento de tubos e conexões de cobre deve ser conforme a ABNT NBR 15345.

5.5.8

com seu respectivo adesivo, devem atender aos requisitos exigidos pelas ABNT NBR 15647

e ABNT NBR 15648.

Acoplamento para tubos e conexões de CPVC: os tubos e conexões de CPVC,

5.5.9

Podem existir outros meios de conexão, conforme 5.5.9.1 e 5.5.9.2.

5.5.9.1

Outros métodos de acoplamento para utilização em instalações de chuveiros automáticos

podem ser utilizados e instalados de acordo com suas instruções específicas e limitações de instalação,

e aprovados por autoridade competente.

5.5.9.2 É proibido o uso de solda ou corte por maçarico para reparos ou alterações no sistema

de chuveiros automáticos.

5.6

Válvulas

5.6.1 Todas as válvulas de bloqueio que controlam as ligações entre sistemas de alimentação de

água para combate a incêndio e tubulações de sistemas de chuveiros automáticos devem ser do tipo indicadoras da posição de abertura/fechamento. Essas válvulas devem ser construídas de tal maneira que não possam ser fechadas, desde a posição totalmente aberta, em menos de 5 s, considerando

a máxima velocidade possível de operação.

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5.6.2 Todas as válvulas de teste, dreno e controle de vazão devem ser providas de placas

de identificação de plástico rígido ou metal à prova de corrosão ou intempéries. Estas placas de identificação devem ser fixadas por meio de fios ou correntes resistentes à corrosão ou outro meio aprovado.

5.7 Conexões de teste de alarme

5.7.1 Edificações térreas

Cada sistema de chuveiros automáticos deve ser provido de uma conexão de teste de alarme, cuja principal função é testar o funcionamento dos alarmes de fluxo de água (gongo, chave de fluxo). A conexão deve ser composta por uma tubulação de diâmetro nominal mínimo de 25 mm, dotada de válvula-globo e de um bocal com orifício não corrosivo, de diâmetro nominal igual ao do chuveiro automático de menor orifício utilizado no sistema, obedecendo ainda às condições descritas a seguir:

 a)

 b)

a conexão deve ser instalada em qualquer ponto da rede, desde que esteja situada após o sistema de alarme de fluxo de água;

 c)

a conexão deve ser situada em local de fácil acesso, onde possa ser observada a descarga de água.

2 3 1 NA NF 4 5 DN 25 4 6 NF DN 25 DN
2
3
1
NA
NF
4
5
DN 25
4
6
NF
DN 25
DN 25
NA = Normalmente aberta
NF = Normalmente fechada
Legenda
1.Válvula de bloqueio
DN 25
DN 25

o orifício pode ser obtido com um chuveiro automático cujo defletor tenha sido removido;

5.7.2

Edificações de múltiplos pavimentos

Em edificações de múltiplos pavimentos, a conexão de teste de alarme de cada pavimento deve ser conforme a Figura 3.

2. Manômetro 0 a 20mca

3. Chave de fluxo com retardo pneumático,

ligada ao painel de alarmes

4. Válvula (T) teste - (D) dreno

5. Visor de fluxo

6. União de aço galvanizado assento plano,

com placa de orifício, resistente à corrosão, e orifício igual ao menor chuveiro utilizado na instalação

Figura 3 – Conexão setorial de dreno, ensaio e alarme

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5.7.3

Sistemas de ação prévia

5.7.3.1

Uma conexão de teste deve ser instalada em sistemas de ação prévia utilizando o ar

supervisório.

5.7.3.2 A conexão usada para controlar o nível de água de escorva pode ser usada para testar

o funcionamento dos alarmes que monitoram a pressão do ar supervisório.

5.7.3.3 Em sistemas com bloqueio duplo, uma conexão para teste de acionamento ou um cabeçote

com diâmetro mínimo de 25 mm, com orifício liso, resistente à corrosão, capaz de fornecer uma vazão equivalente à de um chuveiro usado no sistema, deve ser instalado.

5.7.3.4 Em sistemas com bloqueio duplo, a conexão para teste de acionamento ou cabeçote deve

ser instalada na extremidade da tubulação de chuveiros mais distante da válvula, no pavimento mais alto, e deve ser provida de válvula de fechamento acessível e um bujão de no mínimo 25 mm,

de bronze.

acessível e um bujão de no mínimo 25 mm, de bronze. 5.7.3.5 de acionamento deve simular

5.7.3.5

de acionamento deve simular dois chuveiros em cada um de dois ramais.

Quando a vazão for proveniente de quatro chuveiros, a tubulação usada para teste

5.7.4

Sistemas de dilúvio

Não é necessário instalar uma conexão de teste em sistemas de dilúvio.

5.8

Tomada (conexão) de recalque para uso exclusivo do Corpo de Bombeiros

5.8.1

descrito em 5.8.3.

A conexão de recalque para o sistema de chuveiros automáticos deve ser instalada conforme

5.8.2

providas de adaptadores e tampões tipo engate rápido.

O dispositivo de tomada de recalque deve ainda possuir duas entradas de água de DN 65,

5.8.3

 a)

A tomada de recalque deve ser localizada:

na fachada principal ou muro da divisa com a rua, a uma altura mínima de 0,60 m e máxima de 1,00 m em relação ao piso, conforme Figura 4;

 b)

em coluna, junto à via de acesso de veículos ou via de circulação interna, de modo que permita fácil localização e acesso de viaturas do Corpo de Bombeiros, conforme Figura 5;

 c)

enterrado em uma caixa de alvenaria no passeio público, conforme Figura 6.

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33 2 L1
33
2
L1
1 3 2 Vista A Planta
1
3
2
Vista A
Planta

Legenda

1. Válvula de retenção

Piso acabado

Vista A Figura 4 – Tomada de recalque na fachada da edificação 1 1 2
Vista A
Figura 4 – Tomada de recalque na fachada da edificação
1
1
2
Piso acabado
Piso acabado
Legenda
1.Válvula de retenção
2. Adaptador storz com tampão
L1 = 0,60m a 1,00m
L1

2. Adaptador storz com tampão

3. Parede de alvenaria

L1 = 0,60m a 1,00m

Figura 5 – Tomada de recalque em coluna

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3 1 2 Planta
3
1
2
Planta

Vista A

4 2 1 3 Vista B
4
2
1
3
Vista B

Vista A

Legenda

1. Válvula de retenção

2.

Adaptador storz com tampão

4 2 1 3 Vista B
4
2
1
3
Vista B
3. Caixa em alvenaria 4. Tampa de calçada de ferro fundido Figura 6 – Tomada
3. Caixa em alvenaria
4. Tampa de calçada de ferro fundido
Figura 6 – Tomada de recalque em caixa de alvenaria

5.8.4

uma única tomada de recalque para ambos os sistemas.

Quando a rede de alimentação for comum para chuveiros automáticos e hidrantes, pode-se ter

5.9

Alarmes de fluxo de água

5.9.1

e

orifício instalado no sistema. O alarme sonoro deve ser acionado no máximo 5 min após o início

O alarme de fluxo de água deve ser específico para sistemas de chuveiros automáticos

deve ser ativado pelo fluxo de água equivalente ao fluxo em um chuveiro automático de menor

fluxo e deve continuar até a sua interrupção.

5.9.2

molhada devem ser constituídos de uma válvula de governo e alarme ou outro detector de fluxo.

Para sistemas de tubulação molhada, os equipamentos de alarme para sistemas de tubulação

5.9.3

dilúvio devem ser constituídos de dois alarmes acionados independentemente, sendo um pelo sistema de detecção e outro pelo fluxo de água.

e

Para sistemas de pré-ação e dilúvio, os equipamentos de alarme para sistemas de pré-ação

5.9.4

apenas em sistemas de tubo molhado.

As chaves de alarme de fluxo de água tipo palheta com retardo automático devem ser instaladas

5.9.5 O dispositivo de alarme deve ser mecânico ou elétrico, de forma a emitir um sinal audível,

pelo menos 20 dB acima do ruído normal da área considerada. Caso o nível de ruído da área considerada não permita o cumprimento deste item, um sinalizador visual tipo estroboscópico deve ser utilizado.

5.9.6 Toda a tubulação dos gongos hidráulicos deve ser feita com material resistente à corrosão

e em diâmetro não inferior a DN 20.

5.9.7 Os

a ABNT NBR 17240.

equipamentos

de

alarmes

elétricos

devem

ser

projetados

e

instalados

conforme

5.9.8

O dreno do dispositivo de alarme deve ser dimensionado de modo a não haver transbordamento.

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5.10 Suportes

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5.10.1 Devem ser utilizados apenas materiais ferrosos na fabricação de suportes.

5.10.2 As tubulações do sistema de chuveiros automáticos devem ser convenientemente suportadas

por pilares, vigas, paredes, tetos e estruturas do telhado de um prédio, levando-se em consideração que os suportes devem sustentar cinco vezes a massa do tubo cheio d’água mais 100 kg em cada ponto de fixação. A estrutura de edificação deve suportar no mínimo o peso da tubulação cheia de água. No ponto de fixação do suporte com a estrutura deve-se acrescentar 100 kgf.

5.10.3 As tubulações não podem ser sustentadas pelas telhas de um telhado, a não ser em casos

especiais, quando as telhas forem formadas por elementos de chapas metálicas ou por concreto com resistência suficiente para suportá-los, considerados os requisitos estabelecidos em 5.10.2.

5.10.4

da edificação ou pelos suportes dos dutos, desde que seja capaz de resistir à carga especificada em 5.10.2.

Quando a tubulação for instalada abaixo de dutos de ar, deve ser sustentada pela estrutura

Tabela 4 – Diâmetro dos tirantes em função dos tubos Tubulação Diâmetro do tirante do
Tabela 4 – Diâmetro dos tirantes em função dos tubos
Tubulação
Diâmetro do tirante do suporte
DN
mm
Até 100
9,5
De 125 a 200
12,7
De 250 a 300
16,0
Tabela 5 – Diâmetro do suporte em “U” em função dos tubos

Tubulação

Diâmetro do suporte “U”

 

DN

mm

Até 50

8,0

De 65 a 150

9,5

Tubulação Diâmetro do suporte “U”   DN mm Até 50 8,0 De 65 a 150 9,5
Tubulação Diâmetro do suporte “U”   DN mm Até 50 8,0 De 65 a 150 9,5

De 200

12,7

5.10.5

especificadas em 5.10.2, e com diâmetro nunca inferior aos indicados na Tabela 4.

Os tirantes dos suportes devem ser de ferro redondo, dimensionados segundo as cargas

5.10.6

especificadas em 5.10.2 e de diâmetro nunca inferior aos indicados na Tabela 5.

Os suportes em “U” devem ser de ferro redondo, dimensionados segundo as cargas

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5.10.7 A distância máxima entre suportes para tubos de aço, cobre e CPVC deve ser conforme

a Tabela 6.

Tabela 6 – Distância máxima entre suportes (em metros)

Diâmetro

nominal

mm

Tubo de aço

Tubo de cobre

 

2,45

CPVC

1,70

Diâmetro nominal mm Tubo de aço Tubo de cobre   2,45 CPVC 1,70

20

25 32

40 50

65 80

90

100

125 150

200

1,70 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 200 N/A 3,65 3,65
1,70 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 200 N/A 3,65 3,65

N/A

3,65

3,65

4,60

4,60

4,60

4,60

4,60

4,60

4,60

4,60

4,60

 

3,05

3,65

4,60

4,60

4,60

2,45

3,05

3,65

3,65

4,60

4,60

1,80

2,00

2,15

2,45

2,75

3,05

N/A

N/A

N/A

N/A

N/A

3,05 3,65 3,65 4,60 4,60 1,80 2,00 2,15 2,45 2,75 3,05 N/A N/A N/A N/A N/A
Ramal Suporte
Ramal
Suporte
Para tubo de cobre de até 25 mm Máx.30 cm Para tubo de aço de
Para tubo de cobre de até 25 mm Máx.30 cm
Para tubo de aço de até 25 mm, Máx 30 cm
Não é necessário suporte

5.10.8

distância máxima permitida entre os suportes não pode exceder 0,90 m, 1,20 m, 1,50 m e 2,10 m para tubos DN 20, DN 25, DN 32 e acima de DN 40, respectivamente, sendo que o chuveiro automático deve estar instalado no centro das distâncias mencionadas.

a

Para os tubos de CPVC, quando houver um chuveiro automático instalado entre dois suportes,

5.10.9

a seguir:

Deve ser instalado um suporte entre dois chuveiros automáticos, exceto nos casos estabelecidos

 a) quando o espaçamento entre chuveiros automáticos for inferior a 1,80 m, a distância entre suportes não pode exceder 3,65 m, não sendo necessária a colocação de suportes em cada trecho da tubulação;

 b)

em derivações, para tubos de cobre até DN 25 e comprimento máximo de 0,30 m, e para tubos de aço até DN 25 e comprimento máximo de 0,60 m, conforme mostra a Figura 7.

Figura 7 – Comprimento máximo das derivações

5.10.10 A distância mínima permitida entre os chuveiros automáticos instalados na posição

em pé e os suportes é de 80 mm.

5.10.11 A distância máxima permitida entre o chuveiro automático da ponta dos ramais

e o suporte mais próximo não pode exceder 0,90 m e 1,2 m para tubos de aço DN 25 e DN 32,

respectivamente. Para tubos maiores, não pode exceder 1,5 m. Quando estes limites forem excedidos,

a tubulação deve ser prolongada além do chuveiro automático dos ramais até ultrapassar a terça ou viga mais próxima e sustentar os chuveiros automáticos, conforme Figura 8.

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Máximo 0,90m para tubo de 25mm Máximo 1,20m para tubo de até 32mm

Máximo de 1,80m não requer suportes Terça Suporte Subgeral
Máximo de 1,80m
não requer suportes
Terça
Suporte
Subgeral

Máximo 0,90m para tubo de até 25mm Máximo 1,20m para tubo de 32mm

Tampão

tubo de até 25mm Máximo 1,20m para tubo de 32mm Tampão Figura 8 – Distância máxima

Figura 8 – Distância máxima entre chuveiros automáticos da ponta de ramais e suportes

entre chuveiros automáticos da ponta de ramais e suportes 5.10.12 o Quando o comprimento do primeiro

5.10.12

o

Quando o comprimento do primeiro tubo dos ramais junto a subgeral medir até 1,80 m,

suporte não é necessário, conforme Figura 8.

5.10.13

da ponta dos ramais e o suporte mais próximo não pode exceder 0,15 m e 0,20 m para tubos de DN 20 e DN 25, respectivamente, e 0,30 m para tubos acima de DN 32.

Para tubos de CPVC, a distância máxima permitida entre o chuveiro automático

5.10.14

da ponta dos ramais e o suporte mais próximo não pode exceder 0,45 m e 0,60 m para tubos DN 25

e

Para tubos de cobre, a distância máxima permitida entre o chuveiro automático

DN 32 respectivamente, e 0,75 m para tubos acima de DN 40.

5.10.15

nos casos estabelecidos a seguir:

Nas subgerais deve ser instalado no mínimo um suporte entre cada dois ramais, exceto

 a) nos vãos formados entre tesouras ou vigas, onde são instalados dois ramais, o suporte intermediário da subgeral pode ser suprimido, desde que seja colocado um suporte no primeiro trecho de tubo de cada ramal, diretamente fixado na terça mais próxima e paralela à subgeral, conforme Figura 9;

 b)

nos vãos formados entre tesouras ou vigas, onde são instalados três ou mais ramais, somente um suporte intermediário na subgeral pode ser suprimido, desde que seja colocado um suporte no primeiro trecho de tubo de cada ramal diretamente fixado na terça mais próxima e paralela à subgeral, conforme Figuras 10 e 11;

 c) no final de uma subgeral, deve ser colocado um suporte preso a um ferro-cantoneira, fixado nas terças em ambos os extremos, a menos que a subgeral seja prolongada até a próxima tesoura ou viga, empregando um suporte comum neste ponto e suprimindo o suporte intermediário entre os ramais.

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Suporte Tesoura Terça Suporte intermediário pode ser omitido Subgeral Ramais Tesoura Tesoura
Suporte
Tesoura
Terça
Suporte intermediário
pode ser omitido
Subgeral
Ramais
Tesoura
Tesoura
Suporte intermediário pode ser omitido É requerido um suporte na primeira terça, se o suporte

Suporte intermediário pode ser omitido

É requerido um suporte

na primeira terça,

se o suporte intermediário for omitido Ramais
se o suporte intermediário for omitido
Ramais
ser omitido É requerido um suporte na primeira terça, se o suporte intermediário for omitido Ramais

Subgeral

Tesoura

intermediário for omitido Ramais Subgeral Tesoura É requerido um suporte na primeira terça, se o suporte
intermediário for omitido Ramais Subgeral Tesoura É requerido um suporte na primeira terça, se o suporte

É requerido um suporte na primeira terça, se o suporte intermediário for omitido

Figura 9 – Posição de suportes entre tesouras ou vigas – Situação A

Figura 10 – Posição de suportes entre tesouras ou vigas – Situação B

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Tesoura

Suporte intermediário pode ser omitido É requerido um suporte na primeira terça, se o suporte
Suporte intermediário
pode ser omitido
É requerido um suporte
na primeira terça,
se o
suporte intermediário for
omitido
Subgeral
Tesoura
Figura 11 – Posição de suportes entre tesouras ou vigas – Situação C

5.10.16

de tubulação.

Nas tubulações gerais deve ser colocado no mínimo um suporte a cada 4,60 m

5.10.17

próximo à extremidade superior, de modo a aliviar a carga nas conexões e acessórios.

Nas subidas ou descidas deve ser colocado no mínimo um suporte em cada nível,

5.10.18

superior, de modo a aliviar a carga sobre as conexões e válvulas de alarme.

Na subida principal deve ser colocado no mínimo um suporte próximo à extremidade

5.10.19

em sistemas de chuveiros automáticos. Outros tipos podem ser empregados, desde que construídos de maneira a atender aos requisitos de 5.10.2.

Nas Figuras 12 e 13 são mostrados tipos de suportes normalmente empregados

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N°1 N°2 N°3 N°5 N°6 N°7 N°4 N°8 N°9 N°10N°10 N°11 N°12
N°1
N°2
N°3
N°5
N°6
N°7
N°4
N°8
N°9
N°10N°10
N°11
N°12

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Figura 12 – Suportes

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Nº 13 Nº 14 Nº 15 Nº 16 Nº 17 Nº 18 Nº 19 Nº
Nº 13
Nº 14
Nº 15
Nº 16
Nº 17
Nº 18
Nº 19
Nº 20

Figura 13 – Suportes

6 Requisitos dos sistemas

6.1 Sistemas de tubo molhado

6.1.1

Manômetros

Nas válvulas de governo e alarme, um manômetro deve ser instalado acima e outro abaixo de cada válvula. Os manômetros devem ter fundo de escala de no mínimo o dobro da pressão do sistema no ponto em que forem instalados, e devem ser instalados de modo a poderem ser removidos.

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6.1.2

Válvulas de alívio

6.1.2.1

Um sistema de tubo molhado em forma de grelha deve ter uma válvula de alívio de no mínimo

6,4 mm, regulada para operar a no máximo 1,21 MPa. Preferencialmente esta válvula deve ser instalada na coluna principal de alimentação, imediatamente acima da válvula de governo e alarme.

6.1.2.2 Nos casos em que a pressão máxima do sistema for maior que 1,14 MPa, a válvula de alívio

deve abrir 70 KPa acima da pressão máxima do sistema.

6.1.3 Sistemas auxiliares

É permitida a utilização de sistemas de tubo molhado para a alimentação de sistemas auxiliares do tipo ação prévia ou dilúvio.

6.2

6.2.1

A

dos detectores e dos chuveiros automáticos. O acionamento manual pode ser feito com auxílio dispositivo hidráulico, pneumático ou mecânico.

Sistemas de ação prévia e sistemas de dilúvio

mecânico. Sistemas de ação prévia e sistemas de dilúvio Válvula automática de controle válvula automática de

Válvula automática de controle

válvula automática de controle deve também poder ser operada manualmente, independentemente

6.2.2 Manômetros

Os manômetros devem ter fundo de escala de no mínimo o dobro da pressão do sistema no ponto em que forem instalados e devem ser instalados de modo a poderem ser removidos, nos seguintes locais:

 a)

 b)

a montante e a jusante da válvula de ação prévia e a montante da válvula de dilúvio;

na linha de abastecimento de ar para as válvulas de ação prévia e de dilúvio.

6.2.3 Detecção

Podem ser usados sistemas hidráulicos (por exemplo, chuveiros automáticos), pneumáticos, detectores de fumaça, de calor, de radiação infravermelha/ultravioleta ou outros tipos de detectores, dependendo do tipo de risco a ser protegido.

6.2.4

Localização e proteção de válvulas de controle do sistema

6.2.4.1

As válvulas de controle e a tubulação devem ser protegidas contra danos mecânicos.

6.2.4.2

e de emergência.

Os abrigos de válvulas devem ser de fácil acesso, ventilados e iluminação ambiente

6.2.5

Sistemas de ação prévia

6.2.5.1

Classificação dos sistemas de ação prévia

 a)

 b)

 c)

sistema com bloqueio simples: permite a entrada de água na tubulação de chuveiros automáticos após a operação dos detectores;

sistema sem bloqueio: permite a entrada de água na tubulação de chuveiros automáticos após a operação dos detectores ou dos chuveiros automáticos;

sistema com bloqueio duplo: permite a entrada de água na tubulação de chuveiros automáticos quando da operação dos detectores e dos chuveiros automáticos.

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6.2.5.2

Dimensões do sistema

6.2.5.2.1

Sistemas com bloqueio simples e sistemas sem bloqueio