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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA “LUIZ DE QUEIROZ” DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DO SOLO LSO GRUPO DE APOIO À PESQUISA E EXTENSÃO GAPE

“RECOMENDAÇÃO DE ADUBAÇÃO PARA CULTURA DA MACADÂMIA”

Equipe Técnica:

Italo Kaye Pinho de Faria (Paulada)

Piracicaba SP Maio 2015

Interessado: Plinio S. P. Abrantes Município: São João da Boa Vista – SP Contato: (11) 9plinio.abrantes@usp.br / jpabrantes@uol.com.br Resultado da análise de solo Tabela 1. Resultados e interpretação da análise química do solo. pH MO P S K Ca Mg Al H+Al SB CTC V m N° Amostra Prof. (cm) CaCl 2 g dm mg dm mmol c dm % 24008 5,9 0 - 20 12 33 2,5 7 10 44,5 17 26,5 <1 18 60 4 24009 4,9 20 - 40 7 1,4 4 5 14 10,4 10 32,4 <1 22 32 9 24010 6,2 0 - 20 25 89 10 1,8 87 104,8 16 1 <1 18 122,8 85 24011 5,9 20 - 40 9 3,4 36 18 15 46,4 15 28,4 <1 10 3 61 Tabela 2. Resultados dos teores de micronutrientes e interpretação da análise química do solo. N° Amostra mg dm 24008 2,4 0,5 26,0 57,0 3,8 24009 1,8 0,3 29,0 47,3 2,0 24010 4,4 0,6 24,0 50,5 7,2 24011 1,5 0,5 21,0 58,4 2,0 Tabela 3. Legenda de interpretação de análise química do solo. MUITO BAIXO BAIXO MÉDIO ALTO MUITO ALTO Obs.: as amostras de solo de número 24008 e 24009, representam Solo 1, e as amostras de solo de número 24010 e 24011, representam Solo 2. Av. Pádua Dias, 11 – Caixa Postal 09 – CEP: 13418-900 – Piracicaba - SP – Fone: (19) 3417- 2138 – Site: www.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-1-2" src="pdf-obj-1-2.jpg">
Interessado: Plinio S. P. Abrantes Município: São João da Boa Vista – SP Contato: (11) 9plinio.abrantes@usp.br / jpabrantes@uol.com.br Resultado da análise de solo Tabela 1. Resultados e interpretação da análise química do solo. pH MO P S K Ca Mg Al H+Al SB CTC V m N° Amostra Prof. (cm) CaCl 2 g dm mg dm mmol c dm % 24008 5,9 0 - 20 12 33 2,5 7 10 44,5 17 26,5 <1 18 60 4 24009 4,9 20 - 40 7 1,4 4 5 14 10,4 10 32,4 <1 22 32 9 24010 6,2 0 - 20 25 89 10 1,8 87 104,8 16 1 <1 18 122,8 85 24011 5,9 20 - 40 9 3,4 36 18 15 46,4 15 28,4 <1 10 3 61 Tabela 2. Resultados dos teores de micronutrientes e interpretação da análise química do solo. N° Amostra mg dm 24008 2,4 0,5 26,0 57,0 3,8 24009 1,8 0,3 29,0 47,3 2,0 24010 4,4 0,6 24,0 50,5 7,2 24011 1,5 0,5 21,0 58,4 2,0 Tabela 3. Legenda de interpretação de análise química do solo. MUITO BAIXO BAIXO MÉDIO ALTO MUITO ALTO Obs.: as amostras de solo de número 24008 e 24009, representam Solo 1, e as amostras de solo de número 24010 e 24011, representam Solo 2. Av. Pádua Dias, 11 – Caixa Postal 09 – CEP: 13418-900 – Piracicaba - SP – Fone: (19) 3417- 2138 – Site: www.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-1-4" src="pdf-obj-1-4.jpg">

Interessado: Plinio S. P. Abrantes Município: São João da Boa Vista SP Contato: (11) 9 9786-5885 / (11) 9 8287-2270 E-mail: plinio.abrantes@usp.br / jpabrantes@uol.com.br

Resultado da análise de solo

Tabela 1. Resultados e interpretação da análise química do solo.

 

pH

MO

P

S

K

Ca

Mg

Al

H+Al

SB

CTC

V

m

N° Amostra

Prof. (cm)

   

CaCl2

g dm -3

mg dm -3

 

mmolcdm -3

%

  • 24008 5,9

0 - 20

 

12

 
  • 33 2,5

 

7

  • 10 44,5

    • 17 26,5

<1

18

60

4

  • 24009 4,9

20 - 40

   
  • 7 1,4

 

4

5

  • 14 10,4

    • 10 32,4

<1

22

32

9

  • 24010 6,2

0 - 20

 

25

89

 
  • 10 1,8

   
  • 87 104,8

    • 16 1

<1

18

122,8

85

  • 24011 5,9

20 - 40

   
  • 9 3,4

       
  • 36 18

    • 15 46,4

      • 15 28,4

<1

  • 10 3

61

Tabela 2. Resultados dos teores de micronutrientes e interpretação da análise química do solo.

N° Amostra

B

Cu

Fe

Mn

Zn

 

mg dm -3

 
  • 24008 2,4

0,5

 

26,0

57,0

3,8

  • 24009 1,8

0,3

29,0

47,3

2,0

 
  • 24010 4,4

0,6

 

24,0

50,5

7,2

  • 24011 1,5

0,5

 

21,0

58,4

2,0

Tabela 3. Legenda de interpretação de análise química do solo.

 

MUITO BAIXO

 

BAIXO

 

MÉDIO

 

ALTO

 

MUITO ALTO

Obs.: as amostras de solo de número 24008 e 24009, representam

Solo 1, e as amostras de solo de número 24010 e 24011, representam Solo

2.

1. Práticas corretivas 1.1. Calagem A calagem é uma prática corretiva que tem por objetivo corrigirwww.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-2-2" src="pdf-obj-2-2.jpg">
  • 1. Práticas corretivas

1.1.

Calagem

1. Práticas corretivas 1.1. Calagem A calagem é uma prática corretiva que tem por objetivo corrigirwww.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-2-10" src="pdf-obj-2-10.jpg">

A calagem é uma prática corretiva que tem por objetivo corrigir a acidez do solo, bem como fornecer cálcio. A necessidade de calagem é a quantidade de corretivo necessária para elevar a saturação por bases (V%) para o valor adequado a uma determinada cultura para que a planta possa ter quantidades disponíveis de nutriente e reserva, a qual fica retido pelas cargas do solo. No caso da cultura da macadâmia é recomendado o V% de 70. Para o cálculo da calagem existem duas formulas: a da saturação por bases (V%) e a do teor de Ca e Mg presente no solo. Na prática se utiliza a de maior valor.

Fórmula 1:

 

NC = (V2-V1 )x CTC 10 x PRNT

Onde:

NC = t ha -1 de calcário (0 20 cm), V1 = saturação por bases atual do solo (%) (0-20 cm), V2 = saturação por bases ideal da cultura (70%) e CTC = capacidade de troca de cátions em mmolc dm -3 a pH 7 (0-20 cm).

Fórmula 2:

NC = 30 - (Ca + Mg )x 10 PRNT

Onde: NC = t ha de calcário (0 – 20 cm), Ca = Concentração de Ca,www.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-3-2" src="pdf-obj-3-2.jpg">

Onde:

Onde: NC = t ha de calcário (0 – 20 cm), Ca = Concentração de Ca,www.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-3-6" src="pdf-obj-3-6.jpg">

NC = t ha -1 de calcário (0 20 cm), Ca = Concentração de Ca, mmolcdm -3 , na camada de 0 20 cm e Mg= Concentração de Mg, mmolc dm -3 , na camada de 0 20 cm.

Com os resultados da análise química de cada solo, o Solo 1 e o Solo 2 não necessitam de calagem, pois o pH está adequado e o V% na camada de 0 20 cm está dentro do recomendado para a cultura.

1.2.

Gessagem

A gessagem tem por objetivo o fornecimento de cálcio, enxofre e a redução da saturação por alumínio (m%) nas camadas sub-superficiais, atuando como condicionador de sub-superfície e melhora do crescimento radicular. A dose de gessagem será conforme a saturação por bases do solo.

  • 1.2.1. Dose de gesso

Tabela 4. Dose de gesso conforme a área.

Identificação

N° Amostra

Dose

 

t ha -1

Solo 1

24009

1,17

Solo 2

24011

0

Conforme análise química do solo, o Solo 2 apresenta V% acima de 50% na camada de 20 40 cm, conforme os resultados da análise química do solo, não sendo necessário a aplicação de gesso.

  • 1.2.2. Modo de aplicação

A aplicação deve ser a lanço em área total no período das chuvas, para

que o corretivo possa reagir mais rápido com o solo. 1.3. Fosfatagem A fosfatagem tem porwww.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-4-2" src="pdf-obj-4-2.jpg">

que o corretivo possa reagir mais rápido com o solo.

  • 1.3. Fosfatagem

que o corretivo possa reagir mais rápido com o solo. 1.3. Fosfatagem A fosfatagem tem porwww.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-4-8" src="pdf-obj-4-8.jpg">

A fosfatagem tem por objetivo o fornecimento de fósforo para o aumento dos teores médios de P no solo.

Com os resultados da análise química de cada solo, o Solo 1 e o Solo 2 não necessitam de fosfatagem, pois os teores de P apresentam-se elevados nos dois solos conforme os resultados da análise química do solo.

  • 2. Adubação mineral

ADUBAÇÃO = (PLANTA - SOLO) x f

A recomendação de adubação é realizada através da diferença entre os nutrientes que a planta necessita e o que o solo disponibiliza, para ser realizada a adubação tem que se levar em conta as perdas por lixiviação, volatilização, fixação e erosão, por isso é utilizado o fator de correção (f).

  • 2.1. Adubação de produção

Conforme os resultados da análise química de cada solo e produtividade esperada de 5 t ha -1 , segue a Tabela 5 com as doses de nutrientes e composto orgânico para a adubação de produção, recomendada pelo IAC - SP.

Tabela 5. Doses de nutrientes e compostos orgânicos para adubação de produção. Dose Produto kg hawww.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-5-2" src="pdf-obj-5-2.jpg">
Tabela 5. Doses de nutrientes e compostos orgânicos para adubação de produção. Dose Produto kg hawww.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-5-4" src="pdf-obj-5-4.jpg">

Tabela 5. Doses de nutrientes e compostos orgânicos para adubação de produção.

Dose

Produto

 

kg ha -1

g cova -1

Esterco de galinha

2000

8000

K2O

20

80

N

50

200

Obs.: foi considerado o espaçamento de 8x5 m.

2.1.1. Dose e fontes de fertilizantes

Segue a Tabela 6 com as opções e doses das fontes de fertilizantes para adubação de produção anualmente no Solo 1.

Tabela 6. Fontes e doses para adubação de produção no Solo 1.

Dose

Opções

Fonte

Garantia

 

g cova -1

kg ha -1

  • 1 Uréia

45% N

444,5

111,2

  • 2 Nitrato de Amônio

32% N

625,0

156,3

A Tabela 7 apresenta as opções e doses das fontes de fertilizantes para adubação de produção anualmente no Solo 2.

Tabela 7. Fontes e doses para adubação de produção de Solo 2.

Opções

Fonte

Garantia

Dose kg ha -1

g cova -1

Tabela 5. Doses de nutrientes e compostos orgânicos para adubação de produção. Dose Produto kg hawww.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-5-130" src="pdf-obj-5-130.jpg">

1

Uréia Cloreto de Potássio

45% N 58% K2O

444,5

138,0

111,2

34,5

2

36.00.12

36% N e 12% K2O

555,6

139,0

2.1.2. Modo de aplicação Após a colheita, distribuir esterco de galinha e adubo potássico, na dosagemwww.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-6-2" src="pdf-obj-6-2.jpg">

2.1.2. Modo de aplicação

2.1.2. Modo de aplicação Após a colheita, distribuir esterco de galinha e adubo potássico, na dosagemwww.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-6-6" src="pdf-obj-6-6.jpg">

Após a colheita, distribuir esterco de galinha e adubo potássico, na dosagem anual, em coroa larga, acompanhando a projeção da copa no solo e, em seguida, misturá-los com a terra da superfície. Dividir o adubo nitrogenado em quatro parcelas, aplicadas em cobertura, de dois em dois meses, a partir do início da brotação.

  • 3. Adubação com micronutrientes

Conforme os resultados da análise química de cada solo, não há necessidade de realizar adubação com micronutrientes no Solo 1 e no Solo 2, pois os teores de micronutrientes estão adequados conforme os resultados da análise química do solo.

  • 4. Observações sobre a prestação de serviço de recomendação

O GAPE, Grupo de Apoio à Pesquisa e Extensão, é entidade oficial da

ESALQ/USP sendo agregado ao Departamento de Ciência do Solo, composto por acadêmicos em Engenharia Agronômica sob orientação do Prof. Dr. Godofredo Cesar Vitti. A elaboração de recomendação é um serviço prestado ao Laboratório

de Análise de Solos pelo GAPE, sendo de total responsabilidade do Laboratório o envio dos resultados de análise de solo para o GAPE, bem como o envio das recomendações já elaboradas para o requerente do serviço. O GAPE não se responsabiliza por eventuais erros nas

recomendações ocasionados por amostragem incorreta de solo e por erros laboratoriais que venham a gerar resultados não coerentes sobre a fertilidade do solo em questão. A presente recomendação foi elaborada com base em vários boletins

 de órgãos oficiais de pesquisa, que dão base teórica para a recomendação, além de levarwww.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-7-2" src="pdf-obj-7-2.jpg">
 de órgãos oficiais de pesquisa, que dão base teórica para a recomendação, além de levarwww.gape-esalq.com.br – E-mail: gape@usp.br / gape.usp@gmail.com " id="pdf-obj-7-4" src="pdf-obj-7-4.jpg">

de órgãos oficiais de pesquisa, que dão base teórica para a recomendação, além de levar em conta princípios práticos e básicos de manejos agronômicos para cada cultura. A menção eventual de nomes de produtos não caracteriza de forma

alguma qualquer posicionamento comercial do GAPE, uma vez que só são levados em consideração aspectos técnicos-agronômicos dos mesmos sem qualquer ação propagandista. O GAPE não fica a cargo de análises econômicas das diferentes opções sugeridas, ficando a cargo do requerente tal análise.

Salientamos que a recomendação de adubação não é uma “receita de alta produtividade” já que estão envolvidas no processo produtivo das

culturas várias outras variáveis que determinam produtividade. O GAPE não se responsabiliza por eventuais problemas decorrentes

dá má interpretação da presente recomendação, bem como da opção de utilização da mesma. Fica terminantemente proibida toda e qualquer veiculação e reprodução da presente recomendação em meios de divulgação como, jornais, televisão, vídeo, multimídia, palestras dentre outros.

O GAPE se reserva no direito de não considerar este documento como sendo instrumento jurídico.

O termo “recomendação” é utilizado com o significado de “sugestão”.

Dúvidas e esclarecimentos favor entrar em contato com o GAPE. Italo Kaye Pinho de Faria (Paulada) E-mail: italodefaria@gmail.com Contato: (16) 9 9772-7049 GAPE: (19) 3417-2138