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EG280208

Frente: 01 Aula: 03.1

PROFº: ILDEMAR LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO


A Certeza de Vencer

Texto I:
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Em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental: o de denunciar a realidade, sobretudo
quando setores da sociedade tentam ocultá-la. Foi o que ocorreu, por exemplo, durante o período do governo militar no Brasil.
Naquele momento, números escritores arriscaram a própria vida para denunciar, em suas obras, a violência que tornava a existência
uma aventura arriscada.
A leitura dessas obras, mesmo que vivamos em uma sociedade democrática e livre, nos ensina a valorizar nossos direitos
individuais, nos ajuda a desenvolver uma melhor consciência política e social. Em resumo, permite que olhemos para a nossa história
e, conhecendo algumas de suas passagens mais aterradoras, busquemos construir um futuro melhor.
Mas não é apenas em momentos de opressão política que a literatura denuncia a realidade. Graciliano Ramos, por exemplo,
ao contar a saga de Fabiano e sua família, em Vidas secas, denuncia a triste realidade de uma parte do Nordeste brasileiro, até hoje
condenada à seca e à falta de perspectivas.
O poeta Ferreira Gullar, em vários de seus poemas, aponta para as injustiças e as estreitas possibilidades de realização das
pessoas, limitadas por uma realidade social adversa.
(Maria Luiza Abaurre e Marcela Pontara. Literatura Brasileira: tempos, leitores e leituras. São Paulo: Moderna, p. 11)

01. O conteúdo global do Texto I pretende ressaltar:


a) a urgência de uma literatura que trate da violência que marca a sociedade atual.
b) a pouca relevância da literatura produzida no Brasil durante o governo militar.
c) o papel da literatura diante dos problemas sociais que afligem as pessoas.
d) a importância da literatura regional na constituição do cenário nacional.
e) a falta de perspectiva da literatura que se desenvolveu no Nordeste brasileiro.

02. O conteúdo global do Texto I pretende ressaltar que função da linguagem:


a) emotiva d) referencial
b) poética e) metalingüística
c) fática

03. O texto pertence à escola literária que predominou no Brasil no final do século XIX. Pensando na intencionalidade e/ou no
propósito do texto: qual a função da linguagem presente no texto? Justifique sua resposta.
Profissão de fé
Olavo Bilac
[...] Invejo o ourives quando escrevo: Corre; desenha, enfeita a imagem,
Imito o amor A idéia veste:
Com que ele, em ouro, o alto-relevo Cinge-lhe ao corpo a ampla roupagem
Faz de uma flor. Azul-celeste.
Imito-o. E, pois, nem de Carrara Torce, aprimora, alteia, lima
A pedra firo: A frase; e, enfim,
O alvo cristal, a pedra rara, No verso de ouro engasga a rima,
O ônix prefiro. Como um rubim.
Por isso, corre, por servir-me, Quero que a estrofe cristalina,
Sobre o papel Dobrada ao jeito
A pena, como em prata firme Do ourives, saia da oficina
Corre o cinzel. Sem um defeito.
04. Leia esses versos de UMBRELLA de Rihanna:
[...] venha e fique até o fim
Quando o sol brilhar Agora que está chovendo mais do que nunca
Nós brilharemos juntos sei que ainda temos um ao outro
Jurei que estaria aqui para sempre Você pode ficar debaixo do meu guarda-chuva
Disse que sempre serei sua amiga Você pode ficar debaixo do meu guarda-chuva ...”
As funções da linguagem mais tocantes nessa passagem são:
a) emotiva e fática
b) metalingüística e referencial
c) fática e poética
d) referencial e apelativa
e) apelativa e emotiva
ENSINO MÉDIO - 2008

Leia a tirinha ao lado:

O Estado de S. Paulo, de 10/09/06, TV&Lazer. p 22.

FAÇO IMPACTO - A CERTEZA DE VENCER!!!


05. Uma das motivações para o emprego do tempo presente em vez do futuro do pretérito no terceiro quadro se deve
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a) à necessidade de o Recruta Zero certificar-se da ação concreta do Sargento.


b) ao fato de o Sargento não ter conseguido distrair o inimigo.
c) à incerteza do Recruta Zero, que ainda aguardava a ordem do Sargento.
d) à falta de simultaneidade entre o grito do Sargento e a ordem dada por ele.
e) ao fato de o Recruta Zero não ter atacado quando o Sargento ordenou.

06. O efeito humorístico da tira se dá devido ao emprego dos elementos


a) “quando” e “primeiro”. d) “por que” e “quando”.
b) “primeiro” e “e”. e) “se” e “quando”.
c) “enquanto” e “primeiro”.

07. Enquanto propósito do texto, o segundo quadrinho evidencia:


a) a função emotiva d) a função metalingüística
b) a função conativa e) a função fática
c) a função referencial

A mãe de Bryan Ruda, Michelle, ficou furiosa com os diretores da escola Parma Community, no
subúrbio de Cleveland, nos Estados Unidos. “Eu entendo que eles tenham um código de vestimenta, e
uniforme também. Mas isso é discriminação. Eles não podem me dizer como devo cortar o cabelo do
meu filho.” Já a escola argumenta que o corte de cabelo do garoto é “inaceitável”. Disse ainda que ele
foi advertido três vezes antes de ser suspenso. O fato é que o caso ganhou destaque na imprensa
norte-americana -e levou Bryan e seu cabelo moicano às manchetes dos jornais locais. Como diria
Shakespeare, muito barulho por nada.
Por Fabio Schivartche

08. Uma leitura atenta ao texto, percebemos a presença das funções:


a) expressiva e denotativa d) conativa e emotiva
b) fática e emotiva e) apelativa e referencial
c) metalingüística e poética

09 Leia a letra de Rodrigo Zulu do Sorriso Maroto:


- Não Tem Perdão Eu não tô legal,
Choro toda vez que entro em nosso quarto, não vai ser fácil de recuperar, vontade de viver tô
toda a vez que olho no espelho, sem astral,
toda a vez que vejo o seu retrato. por falta de você

10. A função da linguagem pretendida por Rodrigo Zulu:


a) a função emotiva d) a função metalingüística
b) a função conativa e) a função fática
c) a função referencial

11. Nesta tirinha, a personagem faz referência a uma das mais conhecidas figuras de linguagem para:
a) condenar a prática de exercícios físicos.
b) valorizar aspectos da vida moderna.
c) desestimular o uso das bicicletas.
d) caracterizar o diálogo entre gerações.
e) criticar a falta de perspectiva do pai.

FRANK & ENEST / Bob Thaves

12. A tira “Hagar” e o poema de Alberto Caeiro (um dos heterônimos de Fernando Pessoa) expressam, com linguagens diferentes,
uma mesma idéia: a de que a compreensão que temos do mundo é condicionada, essencialmente,
a) pelo alcance de cada cultura.
b) pela capacidade visual do observador.
c) pelo senso de humor de cada um.
d) pela idade do observador.
e) pela altura do ponto de observação.
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