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DEPARTAMENTO DE ÁREAS ACADÊMICAS IV

ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO


LABORATÓRIO DE ACIONAMENTOS ELÉTRICOS

EXPERIÊNCIA Nº1
Acionamento Eletrônico do Mcc no 1º Quadrante

João Paulo Vilela Junior


20101010700096
Outubro de 2013
I – Fundamentação Teórica:

Um conversor monofásico semicontrolado alimenta o circuito da armadura,


como mostrado na figura 1a. Esse é um acionamento de um quadrante, como mostrado
na figura 1b, que é limitado a aplicações de até 15 KW. O conversor no circuito de
campo pode ser semicontrolado. As formas de onda para uma carga altamente indutiva
são mostradas na figura 1c.

Com um conversor monofásico semicontrolado no circuito da armadura, a


tensão média da armadura será:

Vm
Va = (1 + cos α a )
π
para 0 ≤ αa ≤ π

Com um conversor semicontrolado no circuito do campo, a tensão média de


campo será:

Vm
Vf = (1 + cos α f )
π
para 0 ≤ αf ≤ π

Figura 1 – Acionamento com conversor monofásico semicontrolado

II – Objetivos:

Testar os parâmetros do motor CC no 1º quadrante:

II.I – Controle da aceleração: operação como motor, no sentido direto, pela tensão da
armadura, controle por tensão Va;

II.II – Controle da aceleração: operação como motor pela corrente de campo If;

II.III – Testar as condições de parada com e sem frenagem dinâmica;


II.IV – Verificação de parâmetros da máquina CC.

III – Material Utilizado:

III.I – Motor CC 1,0 kW tensão de alimentação 220 V, 1800 rpm, 4,5 A;

III.II – Duas fontes eletrônicas com circuitos de disparo;

III.III – Contatoras, diodos, desistores, cabos, botoeiras, etc;

III.IV – Osciloscópio, multímetro, tacômetro.

IV – Diagrama de Ligações:

Figura 2 – Esquema geral de ligações

V – Procedimentos
V.I – Fazer as medições de parâmetros e anotar no quadro 1. Utilizar dois métodos

V.II – Fazer as ligações conforme a figura 2:

II.I – Com as contatoras K1 e K2 abertas, ajuste a tensão média do campo


através do Conversor 2, para 220V;

II.II – Com a contatora K2 aberta ajustar o circuito de disparo para o Conversor


1, que dará a menor tensão de saída, isto é, α aproximadamente 180º;

II.III – com a contatora K4 aberta, acionar motor na seguinte ordem:

• Acionar botoeira (BLM) – alimenta o campo e a armadura;


• Acionar botoeira (BLR) – curto-cuircuita resistor.

II.IV – Incrementar a tensão Va no Conversor 1, observando a velocidade até que


esta atinja a velocidade nominal, anotando os dados no Quadro 1

V.III – Com o motor nas condições nominais mantendo os ajustes das fontes de
alimentação:

III.I – Com a contatora K4 aberta, desligue o motor (BDM) e observe o tempo


de parada,anote no quadro 2;

III.II – Religue o motor na seguinte ordem:

• Acionar a botoeira (BLM) – alimenta o campo e a armadura;


• Observe as condições de regime feche k3 (botoeira – BLR
curto-circuita o resistor)

III.III – Com a tensão Va fixa nas condições nominais, variar a tensão média Vf
(Conversor 2) para velocidade do motor w maior e menor que w n e anotar os
dados no quadro 3;

III.IV – Com o motor nas condições nominais desligue o motor e feche K4;
observe o tempo de parada, anote no quadro 2.

• Considere Kv = 1,4 V/A-rad/s

Quadro 1 – Medição de Parâmetros


Ra Rf
1,9Ω 400Ω
Quadro 3 – Condições de Parada:
com e sem frenagem dinâmica
Tempo de parada (seg)
K4 aberta 29
K4 fechada 9

Quadro 2 – Controle Pela Tensão na Armadura


αa - graus Vf – 220v Va (V) Ia (A) If (A) Eg (V) * ω (rpm)

140 216 60 0.99 0.51 58,12 848


130 216 92 1.08 0.50 89.95 1326
120 217 130 1.21 0.49 127.70 1887
115 216 146 1.27 0.48 143.60 2128
108 216 173 1.4 0.48 170.35 2552
101 218 192 1.52 0.48 189.11 2931
93 217 207 1.69 0.48 203.80 3055
85 218 221 1.73 0.48 217.70 3271
77 218 229 1.8 0.47 225.60 3398
59 218 237 1.86 0.47 233.47 3533
58 210 237 1.93 0.45 233.33 3605
* Onde Eg é dado por: Eg = Va – (Ia * Ra)

Quadro 4 – Controle Pela Corrente de Campo


αa - Vf Va (V) Ia (A) If (A) Eg (V) * ω (rpm)
graus
130 221 96 1.14 0.48 93.83 1402
128 201 96 1.20 0.43 93.72 1529
126 180 97 1.26 0.39 94.61 1603
125 160 95 1.36 0.34 92.42 1668
123 141 95 1.49 0.30 92.17 1795
121 120 94 1.64 0.26 90.88 1940
119 100 94 1.99 0.22 90.22 2170
114 80 96 2.5 0.17 91.25 2532
107 61 99 3.56 0.14 92.24 3080
103 53 97 4.17 0.12 89.08 3270
101 48 96 4.79 0.11 86.90 3442
* Onde Eg é dado por: Eg = Va – (Ia * Ra)
VI – Pede-se:

VI.I – Calcular para cada condição do quadro 1 e 2 Td, Tl, Pd

VI.II – Plotar as grandezas acima em função da velocidade ω e das correntes Ia e If

VI.II – Conclusões

* FÓRMULAS

Td, Tl, Pd

Pd = T d * ω

Td = kv*If*Ia = B* ω + TL

Quadro 5 – Valores com base no quadro 2 → Td, Tl, Pd


Ia (A) If (A) ω (rpm) Kv B Td Tl Pd
0.99 0.51 848 1.4 0 0.707 0.707 599.417
1.08 0.50 1326 1.4 0 0.756 0.756 1002.456
1.21 0.49 1887 1.4 0 0.830 0.830 1566.323
1.27 0.48 2128 1.4 0 0.853 0.853 1816.120
1.4 0.48 2552 1.4 0 0.941 0.941 2400.922
1.52 0.48 2931 1.4 0 1.021 1.021 2933.841
1.69 0.48 3055 1.4 0 1.136 1.136 3469.502
1.73 0.48 3271 1.4 0 1.163 1.163 3802.734
1.8 0.47 3398 1.4 0 1.184 1.184 4024.591
1.86 0.47 3533 1.4 0 1.224 1.224 4323.968
1.93 0.45 3605 1.4 0 1.216 1.216 4383.320
*para respectivas fórmulas, vide acima
Quadro 5 – Valores com base no quadro 4 → Td, Tl, Pd
Ia (A) If (A) ω (rpm) kt B Td Tl Pd
1.14 0.48 1402 1.4 0 0.766 0.766 1074.044
1.20 0.43 1529 1.4 0 0.722 0.722 1104.550
1.26 0.39 1603 1.4 0 0.688 0.688 1102.800
1.36 0.34 1668 1.4 0 0.647 0.647 1079.796
1.49 0.30 1795 1.4 0 0.626 0.626 1123.311
1.64 0.26 1940 1.4 0 0.597 0.597 1158.102
1.99 0.22 2170 1.4 0 0.613 0.613 1330.036
2.5 0.17 2532 1.4 0 0.595 0.595 1506.540
3.56 0.14 3080 1.4 0 0.698 0.698 2149.101
4.17 0.12 3270 1.4 0 0.701 0.701 2290.831
4.79 0.11 3442 1.4 0 0.738 0.738 2539.026
*para respectivas fórmulas, vide acima

VII – Gráficos:

Figura 1 – Gráfico de Td em função de Ia – Quadro 2


Figura 2 – Gráfico de Tl em função de Ia – Quadro 2

Figura 3 – Gráfico de Pd em função de Ia – Quadro 2


Figura 4 – Gráfico de Td em função de If – Quadro 2

Figura 5 – Gráfico de Tl em função de If – Quadro 2


Figura 6 – Gráfico de Pd em função de If – Quadro 2

Figura 7 – Gráfico de Td em função de w – Quadro 2


Figura 8 – Gráfico de Tl em função de w – Quadro 2

Figura 9 – Gráfico de Pd em função de w – Quadro 2


Figura 10 – Gráfico de Td em função de Ia – Quadro 4

Figura 11 – Gráfico de Tl em função de Ia – Quadro 4


Figura 12 – Gráfico de Pd em função de Ia – Quadro 4

Figura 13 – Gráfico de Td em função de If – Quadro 4


Figura 14 – Gráfico de Tl em função de If – Quadro 4

Figura 15 – Gráfico de Pd em função de If – Quadro 4


Figura 16 – Gráfico de Td em função de w – Quadro 4

Figura 17 – Gráfico de Tl em função de w – Quadro 4


Figura 18 – Gráfico de Pd em função de w – Quadro 4

VIII – Conclusões:

Durante o experimento de acionamento de motores de corrente contínua no primeiro


quadrante podemos observar o seu comportamento devido a variação de tensão, corrente
e ângulo de disparo.

Foi verificado também a frenagem em função da precensa e a ausência do resistor para a


frenagem. Podemos ver que quando a contatora K4 foi fechada o tempo de frenagem
diminuiu consideravalmente, isso se deve ao fato do resistor auxiliar na frenagem
diminuindo assim o tempo, se comparado a parada por inércia.

Neste sistema, quando houver a necessidade de inverter o sentido da velocidade, o


disparo dos SCRs deve ser atrasado ou inibido de modo que a corrente se anule. Após
isso, o contator é acionado para inverter a polaridade da tensão de armadura e
conseqüentemente o sentido de rotação do motor.

A operação no primeiro quadrante caracteriza-se por velocidade e conjugado positivos,


e o motor opera na região motora direta.

Como foi considerado as perdas por atrito e a vazio desprezíveis podemos considerar a
constante de atrito B igual a zero o que nos da Td igual Tl.