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Prof. A.F.

Guimarães
Física Matemática 1 – Questões 2a
Questão 1 Agora, efetuando os produtos &* &+ % &* &̅+ , teremos:

Verifique as seguintes regras para os produtos escalar e &* &+ = 68 − 79 + 3(69 + 87)
vetorial. &* &̅+ = 68 + 79 + 3(87 − 69 )
(2.2)
( ! ∙ # ) = $%(&̅* &+ ) = $% (&* &̅+ ),
[ ! × # ] = ,-(&̅* &+ ) = −,-(&* &̅+ ). De (2.2), temos:

$%(&* &+ ) + $%(&* &̅+ ) = 268 = 2($% &* $% &+ )


1
Resolução:
Sejam os números complexos ! e # dados por: ∴ $% &* $% &+ = [$%(&* &+ ) + $%(&* &̅+ )]
2
! = 0* (cos 1 + 3 sen 1 ) (2.3)
# = 0+ (cos 4 + 3 sen 4 )
(1.1) Questão 3

Agora calculando o produto &̅* &+ , teremos: Demonstre que se &(3 − 1) = −&̅(3 + 1), então arg & =
< ?<
ou arg & = .
> >
&̅* &+ = 0* 0+ (cos 1 + 3 sen 1 )(cos 4 − 3 sen 4 )
&̅* &+ = 0* 0+ [cos 4 cos 1 + sen 4 sen 1
Resolução:
Seja & = 6 + 37 então:
+3(sen 4 cos 1 − sen 4 cos 1)]
∴ &̅* &+ = 0* 0+ [cos(4 − 1) + 3 sen(4 − 1)] (6 + 37)(3 − 1) = −(6 − 37)(3 + 1)
(1.2) 63 − 6 − 7 − 37 = −63 − 6 − 7 + 37
23(6 − 7) = 0 ∴ 6 = 7
Em que | ! | = 0* e | # | = 0*. O produto &* &̅+ é dado por: (3.1)
&* &̅+ = 0* 0+ [cos(4 − 1) − 3 sen(4 − 1)] O argumento será dado por:
(1.3)
7
arg & = tg A*
O produto escalar dos vetores é dado por: 6
∴ arg & = tg A* 1
( ! ∙ #) = |&* ||&+ | cos(4 − 1) (3.2)
(1.4)
< ?<
Como −B < arg & ≤ B, então arg & = ou arg & = − .
Então de (1.2) e (1.4), podemos escrever: > >

Questão 4
( ! ∙ #) = $%(&̅* &+ ) = $%(&* &̅+ )
(1.5) Se 6 e 7 são dois números complexos e E é um parâmetro
real, então a expressão & = 6 + E(7 − 6) representa uma
O produto vetorial é dado por: curva no plano complexo. Faça & = F + 3G e determine as
equações paramétricas F = F(E) e G = G(E) desta curva. Que
[ ! × #] = |&* ||&+ | sen(4 − 1) espécie de curva será?
(1.6) Resolução:
Sejam os números dados por 6 = 6* + 36+ e 7 = 7* + 37+ .
Logo: Em que 7* − 6* ≠ 0 e 7+ − 6+ ≠ 0 . Então, teremos:

[ ! × #] = ,-(&̅* &+ ) = −,-(&* &̅+ ) & = 6* + 36+ + E(7* + 37+ − 6* − 36+ )


(1.7) ∴ & = 6* + E(7* − 6* ) + 3 [6+ + E(7+ − 6+ )]
(4.1)
Questão 2
E como & = F + 3G, teremos:
* *
Mostre que $% &* $% &+ = $%(&* &+ ) + $%(&* &̅+ ).
+ + F = 6* + E(7* − 6* )
Resolução: G = 6+ + E(7+ − 6+ )
Seja &* = 6 + 37 e &+ = 8 + 39. Assim, teremos: (4.2)

$% &* $% &+ = 68 Em (4.2), temos as equações paramétricas de uma reta.


(2.1)
1
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Questão 5 E para a excentricidade da elipse, teremos:

Mostre que a equação & = I% JK + L% AJK , em que I e L são T|&|+UáV − |&|+UíW 2√67
constantes complexas e E é um parâmetro real, representa %= =
|&|UáV 6+7
uma elipse. Descreva esta elipse (seus semieixos, centro, 2T|I||L|
orientação e etc.) em termos de I e L. ∴%=
|I | + | L |
Resolução:
(5.8)
Sejam as constantes complexas dadas por:

I = 6% JM ; L = 7% JO
Pode-se obter os focos da elipse, tomando:

_* = %|&|UáV % J(`A<)
(5.1)

Em que 6 = |I|, 7 = |L|, e os parâmetros 4 e P são reais e _+ = %|&|UáV % J`


constantes. Assim, podemos escrever: (5.9)

& = 6 8QR(E + 4 ) + 7 8QR(E − P ) Em que % é dado por (5.8) e 1 é dado por (5.7).
+3[6 R%S (E + 4 ) − 7 R%S (E − P )]
(5.2) Como exemplo, vamos tomar dois números A e B:
< <
Fazendo & = F + 3G, teremos: I = 2% J ? ; L = % J b
(5.10)
F = 6 8QR(E + 4 ) + 7 8QR(E − P )
G = 6 R%S(E + 4 ) − 7 R%S (E − P ) De acordo com (5.3), temos:

B B
(5.3)
F = 2 8QR dE + h + 8QR dE − h
3 6
B B
Em (5.3), temos as equações paramétricas da elipse em
questão, cujo centro coincide com a origem do plano G = 2 R%S dE + h − R%S dE − h
complexo. Para o módulo de &, temos: 3 6
(5.11)
|&| = T6+ + 7+ + 267 cos(2E + 4 − P )
De acordo com (5.5) e (5.6), o semieixo maior tem módulo
(5.4)
igual a 3 e o semieixo menor tem módulo 1. A orientação do
semieixo maior, utilizando (5.7), será igual a jk rad. A figura
De (5.4), podemos concluir que o semieixo maior da referida
elipse será dado por: 5.1 mostra a elipse (azul) no plano.
2,5
|&|UáV = T6+ + 7+ + 267 = 6 + 7
z

∴ |&|UáV = |I| + |L|


(5.5) A
1,5
Em que cos(2E + 4 − P ) = 1. Nesse caso, o parâmetro E
OAM
assume o valor: EUáV = + . E para o semieixo menor,
teremos: 0,5 B
m
l = qvw
|&|UíW = T6+ + 7+ − 267 = 6 − 7 p

∴ |&|UíW = |I| − |L| -2,5 -1,5 -0,5 0,5 1,5 2,5


(5.6) -0,5

Em que cos(2E + 4 − P ) = −1. Nesse caso, o parâmetro E


OAMX<
assume o valor: EUíW = + , considerando −B < E ≤ B. A
-1,5
orientação do semieixo maior será calculada com o auxílio
de (5.3), para EUáV . Logo:

P+4 P+4
6 R%S Z 2 \ + 7 R%S Z 2 \ P+4 -2,5
EY1 = = EY Z \
P+4 P+4 2
6 8QR Z 2 \ + 7 8QR Z 2 \
Figura 5.1 – Elipse (azul) resultante da soma de Ae it com Be-it. Eixo maior
(vermelho) e eixo menor (amarelo).
P+4
∴1=
2 Observando a figura 5.1, podemos associar a situação
(5.7) representada, com a soma de dois vetores cujas
extremidades rotacionam em torno de suas origens (origem
2
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do plano). Podemos imaginar o número A, como sendo a trabalho algébrico? [Sugestão: Lembre-se de certas
extremidade de um vetor A (roxo) que gira no sentido anti- propriedades fundamentais da hipérbole e da parábola]
horário e o número B, como sendo a extremidade de um Resolução:
vetor B (verde) que gira no sentido horário. O resultado será a) Sejam os módulos dados por:
um vetor z (azul) cuja extremidade gira no sentido anti-
horário. Em amarelo, temos o eixo menor que possui |& − 1| = T(F − 1)+ + G +
módulo igual a 1, e em vermelho, o eixo maior, cujo módulo (7.1)
vale 3.
E
Questão 6
|& + 1| = T(F + 1)+ + G +
Mostre que a transformação: (7.2)

& + 6 = x; (6 = constante complexa) Assim, teremos:

|& − 1| − |& + 1| = T(F − 1)+ + G + − T(F + 1)+ + G + = 1


representa uma translação no plano complexo. Mostre que a
equação:
(7.3)
(& + 1 − 3 )(&̅ + 1 + 3 ) = 1
Que conduz a:

(F − 1)+ = 1 + (F + 1)+ + 2T(F + 1)+ + G +


representa um círculo no plano complexo. [sugestão: faça
& + 1 − 3 = x.]
Resolução: 4F + 1 = 4[(F + 1)+ + G + ]
Seja & = F + 3G, e 6 = 6V + 36~ . Assim, teremos: 12F + − 4G + = 3
(7.4)
& + 6 = F + 6V + 3€G + 6~ •
Escrevendo, o resultado de (7.4), na forma de equação
(6.1)
reduzida, teremos:
Agora, escrevendo x = xV + 3x~ , podemos concluir que:
F+ G+
− =1
1„ 3„
xV = F + 6V 4 4
x~ = G + 6~ (7.5)
(6.2)
A expressão em (7.5) é a equação reduzida da hipérbole em
As expressões em (6.2) representam as translações nos questão (representada na figura 7.1). Definindo uma
eixos F e G. Logo, teremos uma translação no plano hipérbole: dados dois pontos distintos …* e …+, pertencentes
a um plano. E seja 28 a distância entre eles e † o ponto
‡‡‡‡‡‡
complexo. Utilizando a sugestão do enunciado, teremos:
médio do segmento … * …+. Define-se hipérbole, como sendo o
(& + 1 − 3 )(&̅ + 1 + 3 ) = x ∙ x ̅ = 1 conjunto de pontos do plano cuja diferença (em valor
(6.3) absoluto) das distâncias a …* e …+ é a constante 26 (0 < 26 <
28 ). Assim, inspecionando a equação em “a”, temos que
Mas x ∙ x ̅ = |x |+ . Então poderemos escrever: |& − 1| é a distância entre os pontos z e 1. E de forma
semelhante, |& + 1| é a distância entre os pontos z e -1.
xV+ + x~+ = 1
(6.4)
i
A expressão em (6.4) representa uma circunferência de raio
| + 1|
1. Se utilizarmos (6.2), teremos como centro da z
circunferência o par (−1,1). | − 1|

Questão 7 1 −1
-1 1 1
2 2
Re

Mostre que as equações:

a) |& − 1 | − |& + 1 | = 1
b) $%(1 − &) = |&|
Figura 7.1 – Hipérbole no plano complexo.
representam, respectivamente, uma hipérbole e uma
parábola no plano complexo. Estas conclusões podem ser
Logo, é possível, por meio de inspeção da equação, concluir
obtidas somente pela inspeção das equações, sem nenhum
que se trata de uma hipérbole.
3
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b) A parte real é dada por: |&* + &+ |+ = (&* + &+ ) ∙ (&‡‡‡‡‡‡‡‡‡
* + &+ )
(8.2)
$%(1 − &) = 1 − F
(7.6) Uma propriedade que podemos utilizar é a seguinte:

Assim, teremos: &‡‡‡‡‡‡‡‡‡


* + &+ = &̅* + &̅+
(8.3)
1 − F = TF + + G +
(7.7) Assim, a expressão (8.2), toma a seguinte forma:

Que conduz a: |&* + &+ |+ = (&* + &+ ) ∙ (&̅* + &̅+ )


(8.4)
1
G + = −2 ZF − \
2 Resolvendo o produto do lado esquerdo, teremos:
(7.8)
|&* + &+ |+ = &* &̅* + &+ &̅+ + &* &̅+ + &+ &̅*
A expressão em (7.8) representa a equação reduzida de uma (8.5)
parábola, com o foco no eixo das abscissas (neste caso na
origem) conforme mostra a figura 7.2. Lembrando que &* &̅* = |&* |+ e o mesmo para &+ . Agora,
tomando as duas últimas parcelas de (8.5), teremos:
i &* &̅+ + &+ &̅* = &* &̅+ + ‡‡‡‡‡‡
&* &̅+ = 2$%&* &̅+
| | !"(1 − ) (8.6)
z
Vamos utilizar a seguinte propriedade:

0 1„
2
1 Re $% & ≤ |$% &| ≤ |&|
(8.7)

Assim, a expressão em (8.6) pode ser escrita como:

&* &̅+ + &+ &̅* = &* &̅+ + ‡‡‡‡‡‡


&* &̅+ = 2$%&* &̅+ ≤ 2|&* &̅+ | = 2|&* ||&̅+ |
(8.8)
Figura 7.2 – Parábola no plano complexo.

Definindo uma parábola: Dados um ponto … e uma reta 9 Lembrando que |&̅+ | = |&+ |, a expressão de (8.5) toma a
pertencente a um plano, com … ∉ 9, define-se parábola seguinte forma:
como sendo o conjunto de pontos pertencentes ao plano
cuja distância até o ponto … se iguala a distância até a reta 9. |&* + &+ |+ ≤ |&* |+ + |&+ |+ + 2|&* ||&+ |
Por uma inspeção da equação, é possível verificar que se (8.9)
trata de uma parábola no plano complexo.
Ou ainda,
Questão 8
|&* + &+ |+ ≤ (|&* | + |&+ |)+
Demonstre as desigualdades abaixo: (8.10)

a) |1 + &| ≤ 1 + |&| Podemos extrair a raiz quadrada dos dois lados, sem
b) |1 − &| ≥ Š1 − |&|Š
preocupação com o sinal, afinal de contas, a expressão entre
parênteses também é positiva. Logo:
E então generalize, fazendo & = &+ ⁄&* . (O que acontece se |&* + &+ | ≤ |&* | + |&+ |
&* = 0?)
(8.11)
Resolução:
Em (8.11), se &* = 0 só será válida a igualdade.
Em vez de demonstrar a desigualdade como foi proposta,
vamos demonstrar as desigualdades já de forma geral.

a) Seja o módulo dado por:


b) De forma semelhante, teremos:
|&* + &+ |
|&* − &+ |+ = (&* − &+ ) ∙ (&̅* − &̅+ )
(8.1)
(8.12)
Podemos escrever o quadrado de (8.1), da seguinte forma:
Que conduz a:
4
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Questão 10
|&* − &+ |+ = |&* |+ + |&+ |+ − (&* &̅+ + &+ &̅* )
(8.13) Escreva os seguintes números complexos em forma
trigonométrica.
De (8.8), teremos:
a) & = √3 − 1;
Œ

−(&* &̅+ + &+ &̅* ) = −(&* &̅+ + ‡‡‡‡‡‡


&* &̅+ ) = −2$%&* &̅+ ≥ −2|&* ||&+ | k

(8.14) b) & = (−1 − 3 )•


Resolução:
Substituindo em (8.13), teremos: a) Previamente, vamos escrever 3−1 na forma
trigonométrica:
|&* − &+ |+ ≥ (|&* | − |&+ |)+ ?<
(8.15) 3 − 1 = √2% J >
(10.1)
Neste caso, ao extrair a raiz quadrada, teremos:
?<
Em que √2 e > são, respectivamente, o módulo e o
|&* − &+ | ≥ T(|&* | − |&+ |)+ = Š|&* | − |&+ |Š argumento principal de 3 − 1. Assim, teremos:
(8.16)
*
?< ?
Também nesse caso, se &* = 0 só será válida a igualdade. √3 − 1 = Ž√2%
ΠJ
>•
Para uma melhor compreensão das propriedades aqui <
∴ √3 − 1 = √2% J >
Œ •
utilizadas, veja, por exemplo: Variáveis Complexas e
Aplicações, BROWN, J. W. e CHURCHILL, R. V., 9ª edição, (10.2)
McGraw Hill, Porto Alegre, RS, 2015.
b) De forma similar ao que foi efetuado anteriormente,
Questão 9 teremos:
‘<
Use a fórmula de DeMoivre para mostrar que −1 − 3 = √2% J >
(10.3)
R%S41 = 48QR ? 1R%S1 − 48QR1R%S? 1
‘<
Em que √2 e > são, respectivamente, o módulo e o
Qual é a expressão correspondente para o 8QR41?
Resolução: argumento de −1 − 3. No entanto, •j
k
não representa o
‘<
A fórmula de DeMoivre é dada por: argumento principal, pois > > B. O argumento principal de
um número complexo deve estar no intervalo −B < 1 ≤ B.
(8QR1 + 3R%S1)W = 8QRS1 + 3R%S S1 Logo, o argumento principal de −1 − 3 será dado por
‘< ?<
− 2B = − . Assim, a expressão em (10.3) será dada por:
(9.1)
> >
Logo, fazendo S = 4, teremos: ?<
−1 − 3 = √2% AJ >
(8QR1 + 3R%S1 )> = 8QR41 + 3R%S41 (10.4)
(9.2)
Logo:
Resolvendo a potência, teremos:
>
> ?< ‘
(8QR1 + 3R%S1)> = 8QR > 1 + 48QR ? 1 ∙ 3R%S1 − 68QR + 1R%S+ 1 (−1 − 3 )‘ = Ž√2% AJ > •
− 438QR1R%S? 1 + R%S> 1 > + ?<
(9.3) ∴ (−1 − 3 )‘ = 2‘ % AJ ‘
(10.5)
Comparando (9.2) com (9.3), teremos:
Questão 11
R%S41 = 48QR ? 1R%S1 − 48QR1R%S? 1
j
Mostre que 3 J = % Ad“ X+W<h (n inteiro). Sugestão: [Calcule o
(9.4)

E para o 8QR41: ”QY 3].


Resolução:
8QR41 = 8QR > 1 − 68QR + 1R%S + 1 + R%S> 1 Na forma polar, temos:
(9.5) <
3 = % J∙ +
(11.1)

5
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1
R%Sℎ (&* ± &+ ) = €% (–—±–“) − % A(–—±–“) •
Agora, calculando o Log i:
2
B
”QY 3 = 3 d + 2SBh
(12.7)
2
(11.2) Utilizaremos as seguintes expressões:

Multiplicando a expressão (11.2) por i, teremos: % – = 8QRℎ & + R%Sℎ &


B
(12.8)
3 ∙ ”QY 3 = − d + 2SBh
2
B E
”QY 3 J = − d + 2SBh
2
<
Ad X+W<h % A– = 8QRℎ & − R%Sℎ &
∴3 =% +
J
(12.9)
(11.3)
Na expressão de (12.7). Logo, teremos:
Questão 12
1
Utilizando as definições de funções complexas R%S & e R%Sℎ (&* ± &+ ) = [(8QRℎ&* + R%Sℎ&* )(8QRℎ&+ ± R%Sℎ&+ )
2
R%Sℎ &, mostre que: −(8QRℎ&* + R%Sℎ&* )(8QRℎ&+ ∓ R%Sℎ&+ )]
(12.10)
a) R%S(&* ± &+ ) = R%S&* 8QR&+ ± 8QR&* R%S&+
b) R%Sℎ(&* ± &+ ) = R%Sℎ&* 8QRℎ&+ ± 8QRℎ&* R%Sℎ&+ Efetuando as multiplicações, teremos:

Quais são as expressões para 8QR(&* ± &+ ) e 8QRℎ(&* ± &+ )? R%Sℎ (&* ± &+ ) = R%Sℎ&* 8QRℎ&+ ± 8QRℎ&* R%Sℎ&+
Resolução: (12.11)
Seja a expressão para R%S & dada por:
Podemos calcular, de forma semelhante, as expressões para
1 as outras funções. Para 8QR(&* ± &+ ):
R%S & = (% J– − % AJ– )
23
1
8QR (&* ± &+ ) = €% J(–—±–“) + % AJ(–—±–“) •
(12.1)
2
Logo, para R%S(&* ± &+ ), teremos: (12.12)

1 J(– ±– )
R%S (&* ± &+ ) = €% — “ − % AJ(–—±–“) •
Utilizando as expressões (12.3) e (12.4), teremos:
23
1
8QR (&* ± &+ ) = [(8QR&* + 3R%S&* )(8QR&+ ± 3R%S&+ )
(12.2)
2
De acordo com as relações de Euler: +(8QR&* − 3R%S&* )(8QR&+ ∓ 3R%S&+ )]
(12.13)
% J– = 8QR & + 3R%S &
(12.3) Efetuando as multiplicações, teremos:

E 8QR (&* ± &+ ) = 8QR&* 8QR&+ ∓ R%S&* R%S&+


(12.14)
% AJ– = 8QR & − 3R%S &
(12.4) E para 8QRℎ(&* ± &+ ), teremos:

1
8QRℎ (&* ± &+ ) = €% (–—±–“) + % A(–—±–“) •
Utilizando as expressões (12.2), (12.3) e (12.4), teremos:
2
1
R%S (&* ± &+ ) = [(8QR&* + 3R%S&* )(8QR&+ ± 3R%S&+ )
(12.15)
23
−(8QR&* + 3R%S&* )(8QR&+ ∓ 3R%S&+ )] Utilizando as expressões de (12.8) e (12.9), teremos, para
(12.5) (12.15):

1
8QRℎ (&* ± &+ ) = [(8QRℎ&* + R%Sℎ&* )(8QRℎ&+ ± R%Sℎ&+ )
Efetuando as multiplicações, teremos:
2
R%S (&* ± &+ ) = R%S&* 8QR&+ ± 8QR&* R%S&+ +(8QRℎ&* − R%Sℎ&* )(8QRℎ&+ ∓ R%Sℎ&+ )]
(12.6) (12.16)

Para a expressão de R%Sℎ(&* ± &+ ), temos: Após efetuarmos as multiplicações, teremos:

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8QRℎ(&* ± &+ ) = 8QRℎ&* 8QRℎ&+ ± R%Sℎ&* R%Sℎ&+ Em que S é um inteiro par. [Sugestão: Decomponha R%S & em
(12.17) suas partes reais e imaginarias, e resolva as equações
resultantes.]
Questão 13 Resolução:
Seja & = F + 3G. Tomando a expressão do seno dada por:
Mostre que a função complexa R%S & pode anular-se sobre o
eixo real e, em particular, nos pontos F = SB (S inteiro). Em % J– − % AJ–
R%S & =
que pontos a função R%Sℎ & se torna nula? 23
Resolução: (14.1)
A expressão para o R%S & é dada por (12.1). Assim, para os
valores de & que anulam a função, teremos: Utilizando & = F + 3G em (14.1), teremos:

% J– = % AJ– % A~ (8QR F + 3R%S F ) − % ~ (8QR F − 3R%S F )


R%S & =
(13.1) 23
(14.2)
Seja & = F + 3G. Substituindo em (13.1), teremos:
Para (14.2), teremos para as partes real e imaginária:
% JV % A~ = % AJV % ~
R%S F(% A~ + % ~ ) 38QR F(% A~ − % ~ )
(13.2) R%S & = −
2 2
Podemos concluir que para G = 0, teremos: (14.3)

% JV = % AJV De (14.3), teremos:

8QR F(% A~ − % ~ ) B
(13.3)
= 0 ⇒ F = + SB
Logo, F = SB, com S assumindo valores inteiros. Para o 2 2
R%Sℎ & temos a seguinte expressão: ou
G=0
% – − % A– (14.4)
R%Sℎ & =
2
(13.4) Em que S é par. E, de (14.3), teremos também:

Para os valores de & que anulam (13.4) temos: R%S F(% A~ + % ~ )


= 1000
2
% – = % A– (14.5)
(13.5)
Se G = 0, então, de (14.5) R%S F = 1000 com F ∈ ℝ. Mas isso
<
Ou ainda: não pode ser solução. Logo, F = + + SB e G será dado por:

% V % J~ = % AV % AJ~ % A~ + % ~ = 2000
(13.6) (14.6)

Assim, para F = 0, temos: Seja a variável E dada por:

% J~ = % AJ~ %~ = E
(13.7) (14.7)

Sendo assim, G = SB, com S assumindo valores inteiros. Substituindo (14.7) em (14.6), teremos:
Podemos concluir que a função R%Sℎ & se anula no eixo
imaginário nos valores de G supracitados. E + − 2000E + 1 = 0
(14.8)
Questão 14
Resolvendo a equação (14.8), teremos
E
Mostre que todas as soluções da equação R%S & = 1000 são * ≅ 1999,9995 e E+ = 0,0005. Assim, de (14.7), teremos:
dadas, aproximadamente, pela fórmula:
G* = ln 1999,9995 ≅ 7,601
* e
& = dS + +h B ± 3 ∙ 7,601,
G+ = ln 0,0005 ≅ −7,601
(14.9)

Logo:
7
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B
&= + SB ± 37,601 Questão 16
2
(14.10)
Não há dificuldade em calcular as somas:

Questão 15 a) ∑¡
W¢£ % ;
WV

b) ∑W¢£ % JWV ,
¡
Se & = F + 3G, mostre que:
(F = 0%6¤), pois ambas representam progressões
R%Sℎ 2F + 3R%S 2G
EYℎ & = geométricas. Use a fórmula de Euler para deduzir que:
8QRℎ 2F + 8QR 2G
¡ 1
R%S (¦ + 1)F ¦F
Resolução: ¥ 8QR SF = 2 ∙ 8QR (F = 0%6¤ )
1 2
A expressão para a tangente hiperbólica é dada por:
W¢£ R%S 2 F
R%Sℎ & R%Sℎ (F + 3G)
EYℎ & = = Qual é a soma correspondente envolvendo R%S F?
8QRℎ & 8QRℎ(F + 3G)
Resolução:
(15.1)
Seja a soma “b” dada por:
Para o seno e cosseno hiperbólicos: ¡

§ = ¥ &W = 1 + & + &+ + ⋯ + &¡


R%Sℎ (F + 3G) = R%SℎF ∙ 8QRℎ3G + 8QRℎF ∙ R%Sℎ3G
W¢£
8QRℎ(F + 3G) = 8QRℎF ∙ 8QRℎ3G + R%SℎF ∙ R%Sℎ3G (16.1)
(15.2)
Com & = % JV . Assim, teremos:
Utilizando as relações R%Sℎ3G = 3R%SG e 8QRℎ3G = 8QRG em
(15.2) e depois substituindo em (15.1), teremos: § − &§ = 1 − & ¡X*
1 − & ¡X*
R%SℎF ∙ 8QRG + 38QRℎF ∙ R%SG ∴§=
EYℎ & = 1−&
8QRℎF ∙ 8QRG + 3R%SℎF ∙ R%SG (16.2)
(15.3)
Utilizando a fórmula de Euler, poderemos escrever:
Multiplicando (15.3) por 8QRℎF ∙ 8QRG − 3R%SℎF ∙ R%SG, e
utilizando a expressão 8QRℎ+ F − R%Sℎ+ F = 1, teremos: & = % JV = 8QR F + 3R%S F
R%SℎF ∙ 8QRℎF + 38QRG ∙ R%SG
(16.3)
EYℎ & =
8QRℎ+ F ∙ 8QR + G + R%Sℎ+ F ∙ R%S+ G Substituindo (16.3) em (16.2), teremos:
(15.4)
¡
1 − 8QR(¦ + 1)F − 3R%S (¦ + 1)F
¥ 8QR SF + 3R%S SF =
1 − 8QR F − 3R%S F
Vamos utilizar as seguintes identidades:
W¢£
R%Sℎ2F = 2R%SℎF ∙ 8QRℎF; (16.4)
8QRℎ2F = 8QRℎ+ F + R%Sℎ+ F = 28QRℎ+ F − 1 = 1 + 2R%Sℎ+ F;
R%S2G = 2R%SG ∙ 8QRG; Efetuando as manipulações algébricas, teremos:
8QR2G = 8QR + G − R%S+ G = 1 − 2R%S + G = 28QR + G − 1
(15.5)
¡

Assim, teremos para (15.4): ¥ 8QR SF + 3R%S SF =


W¢£
R%Sℎ2F„ + 3 R%S2G„ 1 − 8QR(¦ + 1)F − 3R%S (¦ + 1)F (1 − 8QR F + 3R%S F )
2 2 = ∙
EYℎ & = 1 − 8QR F − 3R%S F (1 − 8QR F + 3R%S F )
(8QRℎ2F + 1)8QR + G (8QRℎ2F − 1)R%S+ G
2 + 2 (1 − 8QR(¦ + 1)F )(1 − 8QR F ) + R%S (¦ + 1)FR%S F
(15.6) = +
2(1 − 8QR F )

3[R%S F(1 − cos(¦ + 1)F) − R%S (¦ + 1)F(1 − 8QR F )]


Logo:

R%Sℎ2F − 3R%S2G 2(1 − 8QR F )


EYℎ & =
8QRℎ2F + 8QR2G (16.5)
(15.7)

Para a parte real:

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¡
Vamos utilizar as seguintes propriedades em (16.13):
¥ 8QR SF =
W¢£ 1
(1 − 8QR(¦ + 1)F)(1 − 8QR F ) + R%S (¦ + 1)F ∙ R%S F R%S (¦ + 1)F ∙ 8QR F = [R%S ¦F + R%S (¦ + 2)F ]
2
2(1 − 8QR F ) 1
R%S F ∙ 8QR(¦ + 1)F = [R%S (−¦F) + R%S (¦ + 2)F ]
(16.6) 2
(16.14)
Após efetuar as multiplicações, teremos:
Lembrando que R%S (−¦F ) = −R%S ¦F, teremos, para
¡
1 − 8QR(¦ + 1)F − 8QR F + 8QR ¦F
(16.13):
¥ 8QR SF =
2(1 − 8QR F ) ¡
W¢£ R%S F + R%S ¦F − R%S (¦ + 1)F
¥ R%S SF =
2(1 − 8QR F )
(16.7)
W¢£
Sendo que, para alcançar o resultado (16.7), foram utilizadas (16.15)
as seguintes propriedades em (16.6):
Agora, vamos utilizar as seguintes propriedades em (16.15):
1
8QR(¦ + 1)F ∙ 8QR F = (8QR ¦F + 8QR(¦ + 2)F ) 1 −F
2 R%S ¦F − R%S (¦ + 1)F = 2 8QR (2¦ + 1) ∙ R%S d h
1 2 2
R%S(¦ + 1)F ∙ R%SF = (8QR ¦F − 8QR(¦ + 2)F ) F F
2 R%S F = 2 ∙ R%S ∙ 8QR
(16.8) 2 2
(16.16)
Agora, vamos utilizar as seguintes propriedades em (16.7):
Assim, teremos:
1 F
8QR ¦F − 8QR(¦ + 1)F = 2R%S (2¦ + 1)F ∙ R%S ¡ F 1
2 2 8QR 2 − 8QR d¦ + 2h F
F ¥ R%S SF =
1 − 8QR F = 2R%S + F
2 W¢£ 2R%S 2
(16.9) (16.17)

Assim, teremos: Vamos utilizar a seguinte propriedade em (16.17):


¡ 1 F F F 1 1 ¦F
2R%S 2 (2¦ + 1)F ∙ R%S + 2R%S+ 8QR − 8QR Z¦ + \ F = 2R%S (¦ + 1)F ∙ R%S
¥ 8QR SF = 2 2
+F
2 2 2 2
W¢£ 4R%S 2 (16.18)
(16.10)
Assim, teremos para (16.17):
Finalmente, utilizando em (16.10) a propriedade:
¡ F ¦F
R%S 2 (¦ + 1) ∙ R%S
1 F 1 ¦F ¥ R%S SF = 2
R%S (2¦ + 1)F + R%S = 2R%S (¦ + 1)F ∙ 8QR F
2 2 2 2 W¢£ R%S 2
(16.11) (16.19)

Teremos:
Questão 17
¡ 1
R%S(¦ + 1 ) F ¦F
¥ 8QR SF = 2 ∙ 8QR
Aplique a ideia da questão anterior para calcular as somas
1 2
R%S F
infinitas:
W¢£
2
© ©
(16.12)
¥ 6 8QR SF ,
W
¥ 6W R%S SF
Para o seno, vamos tomar a parte imaginária. Assim, W¢£ W¢£
teremos:
Para que valores de a estes resultados serão válidos?
¡ Resolução:
¥ R%S SF = Seja & = 6(8QR F + 3R%S F ), utilizando a expressão (16.2),
W¢£ teremos:
[R%S F(1 − cos(¦ + 1)F) − R%S (¦ + 1)F(1 − 8QR F )]
¡
2(1 − 8QR F )
(16.13) ¥ 6W (8QR SF + 3R%S SF ) =
W¢£

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1 − 6¡X* (8QR(¦ + 1)F + 3R%S (¦ + 1)F ) Mostre que a corrente 3 (E) deve satisfazer a equação
=
1 − 6 ∙ 8QR F − 36 ∙ R%S F diferencial:
(17.1)
9+3 93 3 9-
Agora, tomando o limite para ¦ → ∞, teremos: ” +$ + =
9E + 9E ³ 9E
©
Mostre como o método das exponenciais complexas pode
¥ 6W (8QR SF + 3R%S SF ) = ser usado para achar uma solução complexa 3 (E), que varia
W¢£
1 − 6¡X* (8QR(¦ + 1)F + 3R%S (¦ + 1)F )
harmonicamente com o tempo. Efetue a transformação para
lim
variáveis reais, mostre que:
¡→© 1 − 6 ∙ 8QR F − 36 ∙ R%S F
(17.2) 3(E) = ,£ 8QR(²E + ´),

Em (17.2), só ocorrerá convergência se |6| < 1, que pode ser e calcule ,£ e ´ em função de ”, $, ³ e ®£ .
verificado pelo teste da raiz, por exemplo. Assim: Resolução:
©
De acordo com a lei das malhas, teremos:
1
¥ 6W (8QR SF + 3R%S SF ) = 93(E) µ (E )
1 − 6 ∙ 8QR F − 36 ∙ R%S F ” + $3(E) + = - (E )
W¢£
9E ³
(17.3) (18.1)

¶J ·
Em que ” ¶K , $3 e ¸ são respectivamente, as ddp’s nos
Após as manipulações, teremos:
©
1 − 6 ∙ 8QR F + 36 ∙ R%S F terminais do: indutor, resistor e capacitor. Tomando a
¥ 6W (8QR SF + 3R%S SF ) =
1 − 268QR F + 6+
derivada com relação ao tempo de (18.1), teremos:
W¢£
(17.4) 9+3 93 3 9-
” +$ + =
9E + 9E ³ 9E
Assim, a parte real assume a forma: (18.2)
©
1 − 6 ∙ 8QR F ¶·
Em que 3 = ¶K . Podemos escrever a expressão para - (E)
¥ 6W 8QR SF =
1 − 268QR F + 6+ utilizando a exponencial complexa. Assim:
W¢£
(17.5)
-(E) = $%(®£ % AJ¹K )
E a parte imaginária: (18.3)

©
6 ∙ R%S F Seja:
¥ 6W R%S SF =
1 − 268QR F + 6+
W¢£ 3(E) = $%(,£ % AJ¹K )
(17.6) (18.4)

Questão 18 Utilizando a expressão (18.2):

,£ % AJ¹K
−”²+ ,£ % AJ¹K − 3$²,£ % AJ¹K + = −3²®£ % AJ¹K
A figura 18.1 representa parte de um circuito de corrente
alternada, com a diferença de potencial (voltagem) entre os ³
1
®£ = ,£ Ž$ − 3 Z²” − \•
pontos A e B dada por:
²³
-(E) = ®¯ − ®° = ®£ 8QR ²E (18.5)

Em (18.5) temos a intensidade de corrente multiplicada por


L um número complexo. Esse número é a impedância º do
A circuito. A impedância é constituída por uma parte real, a
resistência $ e uma parte imaginária denominada de
reatância (»). A reatância por sua vez divide-se em duas
partes, a reatância indutiva (»¼ = ²”) e a reatância
i(t) C
*
capacitiva d»¸ = ¹¸ h. A razão de a reatância ser complexa é
B
R devido ao fato de a corrente não se encontrar em fase com a
ddp. Escrevendo a expressão da impedância, teremos:

º = $ − 3(»¼ − »¸ )
Figura 18.1

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º = T$+ + (»¼ − »¸ )+ % J½
(18.6)

Em que:

»¼ − »¸
´ = EYA*
$
(18.7)

Retornando à expressão (18.5), teremos:

®£ ®£ % AJ½
3 (E ) = =
T$+ + (»¼ − »¸ )+ % J½ T$+ + (»¼ − »¸ )+
(18.8)

Utilizando (18.4):

®£ % AJ(¹KX½)
3 (E) = $% ¾ ¿
T$+ + (»¼ − »¸ )+
(18.9)

Tomando a parte real:

3 (E) = ,£ cos(²E + ´)
(18.10)

Em que:

®£
,£ =
T$+ + (»¼ − »¸ )+
(18.11)

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