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UNIVERSIDADE PAULISTA

ANA BEATRIZ SILVA DE CARVALHO

ESTUDO SOBRE O PERFIL DE INDIVÍDUOS QUE APRESENTAM


MEDO DE DIRIGIR

SÃO PAULO

2017
ANA BEATRIZ SILVA DE CARVALHO

ESTUDO SOBRE O PERFIL DE INDIVÍDUOS QUE APRESENTAM


MEDO DE DIRIGIR

Trabalho de conclusão de curso para


obtenção do título de especialista em
Psicologia do Trânsito apresentado à
Universidade Paulista - UNIP.

Orientadores:

Profa. Ana Carolina S. de Oliveira

Prof. Hewdy L. Ribeiro

SÃO PAULO

2017
ANA BEATRIZ SILVA DE CARVALHO

ESTUDO SOBRE O PERFIL DE INDIVÍDUOS QUE APRESENTAM MEDO DE


DIRIGIR

Trabalho de conclusão de curso para


obtenção do título de especialista em
Psicologia do Trânsito apresentado à
Universidade Paulista - UNIP.

Orientadores:

Profa. Ana Carolina S. de Oliveira

Prof. Hewdy L. Ribeiro

Aprovado em:
BANCA EXAMINADORA
_______________________/__/___
Prof. Hewdy Lobo Ribeiro
Universidade Paulista – UNIP
_______________________/__/___
Profa. Ana Carolina S. Oliveira
DEDICATÓRIA

Dedico este trabalho a Deus, a minha família, a meu marido e a meu


filho ao qual em breve irá nascer. Dedico ainda aos meus colegas de curso e
professores que fizeram parte desse ciclo acadêmico em especial.
RESUMO

De modo a aprofundar o conhecimento sobre o tema “medo de dirigir”, este


estudo propõe a identificação do perfil dos indivíduos fóbicos, bem como
gênero e características de comportamento. Para este trabalho foi utilizada
ampla pesquisa bibliográfica por meio de busca de materiais em bases de
dados e acervos literários,e foram discutidas as ideias dos autores e pontos em
comum nas diferentes referências. Foi verificado que o perfil é composto
principalmente por a mulheres que apresentam tal fobia, em geral ansiosas,
com autoestima baixa e crenças culturais negativas, entre outros. Por fim foi
citada a necessidade de continuo estudo acerca do tema, e necessidade de
novas possibilidades e técnicas que contribuam para o entendimento do
assunto.

Palavras chaves: medo de dirigir, trânsito, perfil, fobia


ABSTRACT

In order to deepen the knowledge about the theme "fear of driving", this study
proposes the identification of the profile of phobic individuals, as well as gender
and behavioral characteristics. For this work, a large bibliographical research
was used through search of materials in databases and literary collections, and
the authors' ideas and common points in the different references were
discussed. It was verified that the profile is composed mainly by women who
present such phobia, generally anxious, with low self-esteem and negative
cultural beliefs, among others. Finally, it was mentioned the necessity of
continuous study on the subject, and the necessity of new possibilities and
techniques that contribute to the understanding of the subject.

Keywords: fear of driving, traffic, profile, phobia


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO..........................................................................7

2 OBJETIVOS...............................................................................9

2.1 Objetivo geral.........................................................................9

2.2 Objetivos específicos.............................................................9

3 MÉTODO...................................................................................10

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO................................................11

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS.....................................................16

REFERÊNCIAS...........................................................................17
7

1 INTRODUÇÃO

A sociedade atual vive imersa em grande volume de informações e


acontecimentos, em parte próprio dos avanços tecnológicos e globais do tempo
contemporâneo. Logo, a vida moderna exige rapidez e independência dos
indivíduos, a necessidade de rápida locomoção torna-se cada vez mais
fundamental e entre as obrigações intrínsecas da sociedade está o ir e vir. Para
tanto, há meios diversos de se transportar de um lugar ao outro, entre eles a
direção de veículos. Assim, tal ação ganha papel de destaque na vida adulta,
sendo para muitos, algo corriqueiro e de rotina, no entanto para outros que não
o fazem, algo extremamente desejado e quando não realizado, motivo de
frustração.

Essa incapacidade de dirigir está comumente ligada ao medo, além de


apresentar aspectos e variáveis que merecem um olhar específico e
aprofundado, uma vez que limita e causa sofrimento em determinada parcela
da população. Segundo o DSM-5 (APA, 2014), medo é a resposta emocional à
ameaça iminente real ou percebida, e define fobia especifica, como a de dirigir,
como medo ou ansiedade acentuados acerca de um objeto ou situação.

Cabe ainda salientar que conforme citado anteriormente, em razão do


momento atual vivido, passou-se a debater de forma crescente os problemas
de circulação humana, sendo integrados às políticas de saúde e educação e
não apenas de segurança pública, como defende Hoffmann (2005).

Assim, o papel do psicólogo toma destaque, visto que há possibilidade


de atuação nesse campo, sendo um tema bastante relevante e que merece ser
explorado, Rozestraten(1988) afirma que a ideia do psicólogo atuante no
segmento de transito no Brasil, está comumente associada aos exames
psicológicos os quais avaliam os candidatos a motoristas. Cabe então aos
psicólogos atuantes no trânsito a aproximarem-se de novas possibilidades e
assuntos, sendo a fobia ao dirigir um objeto de sofrimento ao indivíduo que
pode ser cuidado no campo da psicologia.
8

A escolha do presente estudo, fobia de dirigir, deu-se também pela


escassez de referências e estudos no país sobre o comportamento humano no
trânsito, conforme apontado por Hoffmann (2005). Além da possível
contribuição á sociedade como um todo, vez que a produção de mais estudos,
promoverá maior conhecimento do assunto.
9

2 OBJETIVOS

2.1 Objetivo geral

Identificar aspectos e fatores comuns acerca do medo de dirigir e perfil


dos indivíduos fóbicos.

2.2 Objetivos específicos

Identificar se há diferença entre os gêneros feminino e masculino em


relação ao comportamento no trânsito.
Apontar quais as possibilidades de terapias existentes.
10

3 MÉTODO

Para o presente estudo foi realizado amplo levantamento bibliográfico


utilizando as bases Google Acadêmico, Scielo e acervo literários. Foram
definidas a utilização de textos em português, e utilizados como descritores de
busca o termo “medo de dirigir” e “medo de dirigir aspectos psicológicos” com a
finalidade de delimitar de forma assertiva as respostas.

Na base de dados Scielo, foi utilizado apenas o primeiro termo e


encontrados 6 resultados, ao passo que na base de dados Google Acadêmico,
foi utilizado o segundo termo e em razão da variedade de materiais, delimitou-
se a busca de trabalhos dos últimos cinco anos. A seleção dos materiais se
deu inicialmente pela leitura dos títulos, resumo e por fim textos integrais,
excluindo materiais que não estivessem realmente ligados a temática
escolhida.
11

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO

São altas as estatísticas de acidentes e mortes relacionados ao transito


no país. De acordo com o Instituto Vias Seguras (2017), o número de óbitos em
acidentes de trânsito no ano de 2015 foi de 37.306.

Em 2016, o número de indenizações pagas pelo seguro (obrigatório) de


danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestre, o DPVAT
foi de 434.246, no entanto um dado chama atenção, apenas ¼ foram para
mulheres, conforme Czerwonka(2017), sendo elas mais zelosas.

Todavia, ainda que as mulheres representem consideravelmente a


menor participação em acidentes, entretanto são elas que representam a maior
parcela de indivíduos com medo de dirigir, assim como defendem Mognon,
Santos e Martins (2017) que citam a importância em estudar o trânsito
compreendendo questões de gênero, além da escolaridade e sociais, em razão
do maior entendimento do contexto. Um exemplo, seria a diferença de papéis
sociais entre os gêneros, sendo que regularmente as mulheres são tidas como
motoristas inferiores, o que contribui para uma crença cultural desfavorável
dificultando sua relação com o trânsito.De acordo com a Associação Brasileira
de Medicina de Tráfego - ABRAMET (2017), as diferenças físicas e biológicas
entre homens e mulheres favorecem a diferença de comportamento no ato de
dirigir. O cérebro da mulher possui maior conexão entre os hemisférios
cerebrais, adequando melhor o lado analítico e o emocional, permitindo
atitudes cautelosas, convertendo-se assim em direção mais segura; enquanto o
sexo masculino, segundo Corassa (2006, p.44), “utilizam predominantemente o
hemisfério esquerdo, e por isso teriam senso de orientação espacial mais
aguçado”.

Além do mais, o trânsito deve ser entendido como algo concernente a


realidade em que vivemos, já que há conflitos oriundos da sociedade, a
questão educacional, social, entre outras (MACHADO, 2003).

Rozestraten (1988) fala que o homem é intrinsecamente ligado ao


ambiente, e que inclusive seus pensamentos estão ligados a isso, logo se o
12

que está no ambiente é altamente influenciador em nosso subjetivo, o trânsito é


mais um fator externo que tem impacto em nossas ações e até pensamentos.

Outro fator que compõe o ambiente do transito são as vias públicas.


Mesmo quando sinalizadas não excluem a possibilidade de acidentes e
tampouco garantem o controle dos comportamentos adequados ao dirigir,
sendo fundamental ao condutor a correta tomada de decisões frente a
situações adversas, entre outros aspectos.

Estudos apontam que um dos fatores mais relevantes na causa de


acidentes, é a falta de atenção. Um nível alto de ansiedade pode comprometer
a memória, tão fundamental na condução do veículo ou na condição de
pedestre, possibilitando percepções não fidedignas do real, induzindo ao erro e
por fim ao evento de colisão(VIECILI, 2011).

Além disso, Viecili(2011), destaca o dado de que 80% dos acidentes são
causados por ações humanas, e que diante dos alarmantes números de
vítimas, cabe a psicologia entender os fatores influenciadores ao fato.

Entendendo-se que inúmeros são os fatores que corroboram como


facilitadores de acidentes de transito, e assim também há de se entender que a
fobia de dirigir pode ter diversos estímulos, haja vista que o ato de conduzir
recruta variados comportamentos, alguns indivíduos tem medo em não dominar
o carro, outros em acidentar alguém, além da crítica de terceiros, entre outros
(BELLINA, 2012).

Belina (2012) cita que o medo está presente em todos nós, no entanto
quando exagerado denomina-se como fobia.

Corassa (2006) complementa a definição de fobia como um medo


excessivo na existência ou possibilidade de encontro ao objeto causador de
ansiedade.

Logo, indivíduos ansiosos sentem medo de errar geralmente exagerado


e tendem ao perfeccionismo, sendo que a possibilidade de enfrentar uma
13

situação ao qual possibilite o erro, potencializadora para o cessar da ação,


sendo o erro algo extremamente desagradável, conforme citado por Pastore
(2008),

Mognon, Santos e Martins (2017) citam ainda o aspecto social, ao qual o


indivíduo fóbico pode temer atrapalhar o trânsito, ou ser desqualificado por
terceiros, entre outros. E que a fobia sentida, por este pode ser incompreendida
pelas pessoas em geral uma vez que a maioria da população considera o ato
de dirigir, como corriqueiro ou cotidiano, ainda que objeto de fobia para alguns
(BELLINA,2012).

Viana (2014) acrescenta que estudos apontam relevância nos resultados


de tratamento a fobias, como a de dirigir, da utilização da Realidade Virtual, já
existindo inclusive sistemas voltados a psicólogos para o auxílio ao tratamento
desta fobia. Assim como Haydu, Borloti e Haydu (2014), que também citam a
terapia de Exposição a Realidade Virtual, além da Terapia de Aceitação e
Compromisso-ACT, no tratamento da fobia de dirigir. Sendo a ACT também
apontada por Siqueira (2015) como positiva e eficaz.

Segundo Haydu, Borloti e Haydu (2014), as técnicas utilizadas no


tratamento das fobias, em geral são estruturadas na terapia cognitiva e
comportamental, de exposição e utilizando-se treinos de relaxamento.

Viana (2014) cita como técnica de tratamento ao medo de dirigir, a TRV


(Terapia de Realidade Virtual), que possibilita o sujeito a interagir com
situações de ambiente virtual. Sendo necessário que tal ambiente contenha os
elementos: de imersão, interação, envolvimento e presença, ambos
contribuindo para a sensação de estar e fazer parte da realidade apresentada
de modo a interagir com ela.

Haydu, Borloti e Haydu (2014), defendem que os medos e fobias são


aprendidos e que as repostas de esquiva por parte do indivíduo, ocorrem
frequentemente frente a estímulos aversivos, inclusive antes de entrar em
contato com o objeto temido, assim dificultando a extinção do comportamento e
reforçando-se esta resposta. Desta forma, as terapias que utilizam de
14

realidade virtual, podem auxiliar a diminuir o aparecimento de respostas de


esquiva, vez que expõe o indivíduo a situação temida de forma mais
flexibilizada, favorecendo a experiência.

Em nosso país, os candidatos a obter carteira de motorista têm de


frequentarautoescolas e passar por cursos preparatórios, os quais de forma
gradativa apresentam o trânsito ao aluno, entretanto não necessariamente
prepara o candidato para a condução no dia a dia (BELINA,2012).

Conforme observado em autores já citados neste trabalho, Silva e


Trenhagu (2014, p. 17), apontam fatores comuns a indivíduos com medo de
dirigir: “insegurança, perfeccionismo, forte auto cobrança, ansiedade,
dependência e até certa comodidade com a situação”. Vez que para algumas
pessoas se torna confortável ter alguém que leve e traga aos lugares de
destino. Há ainda em geral crenças errôneas sobre si mesmas e de menos
valia, o que possibilita maior dependência de outra pessoa, e muitas vezes
originado em um construto cultural, em geral de submissão da mulher frente a
figura masculina.

Corassa (2006) complementa que há tempos atrás a direção seria um


ato atribuído ao mundo masculino, assim como o sustentar do lar, da condução
dos negócios. E com o passar dos anos, e o ingresso feminino no mercado de
trabalho, além do sustento da família, entre outras atribuições passou a ser
uma necessidade o ato de dirigir, entretanto atualmente ainda grande parte das
mulheres adultas tenham em geral referenciais masculinos.

Contudo, segundo Pastore (2008, p 15), inúmeros são os fatores que podem
dar origem ao medo de dirigir, tais como: “motivos particulares de cada pessoa,
que em sua história de vida...se o indivíduo sofreu algum acidente
automobilístico ou não teve apoio adequado da família ou do instrutor”.

Bellina (2012) acrescenta como característica notada em pessoas


fóbicas, a comumente baixa autoestima, cujos padrões perfeccionistas
estariam em patamar altos e quase inatingíveis, vezes influenciados por
referenciais ou modelos. Ideia também compartilhada por Corassa (2006), que
15

cita a exigência consigo e a necessidade de planejamento prévio, aspecto


componente do perfil a pessoas com fobia e ansiosas, que muitas vezes
acreditam serem inseguras, necessitando de garantias positivas anteriores ao
ato, sendo tal ação bastante pensada e ao sinal de menor risco ainda que
imaginário, considerados obstáculos.

Cantini et. al (2013), em seu estudo aponta o perfil dos condutores que
não dirigem, onde relata em sua predominância mulheres, além dos destaques
quanto a pouca habilidade na condução do veículo, a presença de sintomas
físicos durante o ato, e idéias como medo de errar, vergonha de terceiros, entre
outros. Importante mencionar o baixo apontamento de pessoas com histórico
de vivência de acidentes.

Segundo Corassa (2006, p 42), pessoas com dificuldades para dirigir


experenciam sintomas em comum: “sono agitado, tremor nas pernas,
transpiração excessiva e taquicardia”.E defende que o fator fundamental para
vencer o medo da direção, ainda que se tenha força de vontade, é necessária a
mudança de comportamento, para que com os avanços mesmo que pequenos,
de forma gradativa o cérebro possa assimilar.
16

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Foi possível identificar com esse trabalho os fatores existentes ao perfil


dos fóbicos em relação a direção, além dos aspectos comuns existentes entre
tais indivíduos, tais como a predominância do gênero feminino, perfeccionismo,
baixa auto estima, crenças errôneas, entre outros.

Importante citar a existência de terapias indicadas ao tratamento do


medo de dirigir, em geral oriundos da terapia cognitiva e comportamental
estruturados na dessensibilização sistemática e no uso de técnicas de
relaxamento, devendo os psicólogos atuantes na área do trânsito apropriar-se
de tais instrumentos a fim de efetivamente promover um recurso adequado na
terapia do sujeito fóbico.

Cabe ainda aduzir sobre o impacto em que a limitação no ato de dirigir


causa ao indivíduo, ocasionando em sofrimento ao mesmo.

Desta forma, é apropriado frisar a necessidade de novos estudos e


apresentação de técnicas em pró do tratamento ao fóbico, sendo tal tema
bastante relevante e atual no segmento de Psicologia do Trânsito.
17

REFERÊNCIAS

1 - Instituto Via Segura. Estatística Nacionais de Acidentes de Trânsito.


2017. Disponível em: <http://www.vias-
seguras.com/layout/set/print/os_acidentes/estatisticas/estatisticas_nacionais>.
Acesso em: 19 de julho de 2017.

2-Czerwonka, M. Mulheres representam apenas 25%das indenizações


pagas pelo DPVAT disponível em
http://portaldotransito.com.br/noticias/mulheres-representam-apenas-25-das-
indenizacoes-pagas-pelo-dpvat/. Acesso em 15 de agosto de 2017.

3- ABRAMET. O homem e a mulher na direção veicular. Disponível em


:<http://www.abramet.com.br/conteudos/artigos/o_homem_e_a_mulher_na_dire
cao_veicular/> Acesso 19 de julho de 2017.

4-Rozestraten, R. J. A; Ambiente Trânsito e PsicologiaIn: Hoffmann,


M.H; CRUZ, R.M.; e ALCHERI, J. Comportamento Humano no Trânsito. 2ªed.
São Paulo, 2007

5- Hoffmann, M.H; CRUZ, R.M.; e ALCHERI, J. Comportamento


Humano no Trânsito. 2ªed. São Paulo, 2007.

7 - Machado, A. P . Um olhar da psicologia social sobre o transito In:


Hoffmann, M.H; CRUZ, R.M.; e ALCHERI, J. Comportamento Humano no
Trânsito. 2ªed. São Paulo, Casa do Psicólogo, 2007.

8-Viecili, V. Ansiedade e Comportamento de Dirigir. In: Hoffmann, M.H;


CRUZ, R.M.; e ALCHERI, J. Comportamento Humano no Trânsito. 2ªed. São
Paulo, Casa do Psicólogo, 2007.

9- Bellina CCO. Dirigir sem Medo. São Paulo: Casa do Psicólogo; 2012.

10- VIANA, D. A. Contribuições da Terapia com Realidade Virtual em


Indivíduos com Medo de Dirigir. Dissertação de apresentada em programa de
Pós Graduação em Tecnologias em Saúde, da Escola Bahiana de Medicina e
Saúde Pública, para obtenção do título de Mestre em Tecnologias em Saúde.
Salvador,Bahia, 2014.

11- Haydu, V. B., Borloti, E. Haydu, N.B, 2014. Facetas da Exposição In


Vivo e por Realidade Virtual na Intervenção Psicológica no Medo de Dirigir, em
revista Psico v.45, n2, pp136. Porto Alegre, PUCRS.

12-Mognon, J. F., Santos, A.A.A., Martins, S.C. Aaliação e intervenção


para o medo e fobia de dirigir: revisão de literatura. In: Contextos Clinicos, 2017
disponível em
http://www.revistas.unisinos.br/index.php/contextosclinicos/article/view/ctc.2017
.101.07/6044 Acesso em 10 de agosto de 2017.
18

13- Silva, A.M.K. e Trenhago, J. Mulheres com medo de dirigir: um olhar


além das aparências. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em
Psicologia) -Universidade do Oeste de Santa Catarina- UNOESC, São Miguel
do Oeste, 2014. Disponível em
:http://www.psicologia.pt/artigos/textos/TL0371.pdf Acesso em 10 de agosto de
2017.

14- Siqueira, V.R. Agindo sobre o medo de dirigir. Rev. Educ. v18, n24,
p-10-15, 2014.

15- Cantini, J.A., et al. Medo e evitação na direção de veículos:


características de motoristas que nunca dirigiram após obtenção da Carteira
Nacional de Habilitação. Jornal brasileiro de psiquiatria. v. 62 n. 2 Rio de
Janeiro, 2013. Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0047-
20852013000200005&lang=pt> Acesso em 19 de julho de 2017.

16- Corassa, N. Vença o medo de dirigir. 2ª edição. São Paulo: Editora


Gente, 2006

17- Pastore, R. Sem medo de dirigir . São Paulo: Editora Alaúde, 2008.