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UNIVERSIDADE PAULISTA

REGINALVA DOS SANTOS NOVAIS OLIVEIRA

ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA:


CONSEQUÊNCIAS PSICOLÓGICAS

SÃO PAULO
2017
REGINALVA DOS SANTOS NOVAIS OLIVEIRA

ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA:


CONSEQUÊNCIAS PSICOLÓGICAS

Trabalho de conclusão de curso


para obtenção do título de especialista em
Saúde Mental para Equipes
Multiprofissionais apresentado à
Universidade Paulista - UNIP.
Orientadores:
Profa. Ana Carolina S. de Oliveira
Prof. Hewdy L. Ribeiro

SÃO PAULO
2017
REGINALVA DOS SANTOS NOVAIS OLIVEIRA

ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA:


CONSEQUÊNCIAS PSICOLÓGICAS

Trabalho de conclusão de curso


para obtenção do título de especialista em
Saúde Mental para Equipes
Multiprofissionais apresentado à
Universidade Paulista - UNIP.
Orientadores:
Profa. Ana Carolina S. de Oliveira
Prof. Hewdy L. Ribeiro

Aprovado em:
BANCA EXAMINADORA
_______________________/__/___
Prof. Hewdy Lobo Ribeiro
Universidade Paulista – UNIP
_______________________/__/___
Profa. Ana Carolina S. Oliveira
Universidade Paulista – UNIP
DEDICATÓRIA

Para meus pais, pelo infinito amor e eterno incentivo.


AGRADECIMENTOS

Agradeço em primeiro lugar a Deus que iluminou meu caminho, ao meu


esposo João Fernandes e a minha filha Júlia pelo apoio e paciência.
Minha gratidão também as minhas queridas amigas que ganhei durante o
curso, Ana Clara, Ana Paula e Patrícia que me proporcionaram momentos de
conversas e descontração.
“O abuso sexual afeta crianças de
todas as idades e localizações geográficas.
Ele também não descrimina estratos sócio
econômicas, transitando por todos por todos
eles com a invulnerabilidade de quem tem
com aliados o medo, a culpa e o segredo”.

(Furniss, 1993)
RESUMO

O abuso sexual contra criança se configura como um problema universal,


caso de saúde pública. A violência sofrida na infância pode afetar seu
desenvolvimento cognitivo, afetivo e social de diferentes formas, esses fatores
contribuem para implicações severas que se não tratadas pode se perpetuar por
toda vida. Muito se tem feito para combater esta realidade de coisificação da
criança. Com a aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente em 1990, a
criança e o adolescente passam a ter direito legalmente garantidos. O presente
trabalho de revisão bibliográfica traz um breve histórico da família, suas novas
configurações, e sua responsabilidade no desenvolvimento adequado da criança,
partindo para os tipos de violência e as consequências que o abuso pode apresentar
no decorrer da formação do individuo. O trabalho da equipe multidisciplinar dentro
da saúde faz-se indispensável. Contudo, evidenciamos neste trabalho a atuação do
profissional do Serviço Social no manejo dos cuidados ás vítimas de violência.

Palavras-chave: Infância, abuso sexual e família


ABSTRACT

The sexual abuse against kids turns into a universal problem, a case of public health.
The violence in the childhood can affect your coginitive development, affective and
social from diferent ways; These factors contribute in several implications that if not
treats can prolong by the whole life. A lot has been done to combat this reality of the
child. With the aprovation of the Child and adolescent statute on 1990. The child and
the teens became having rights. The present work of bibliographic review, brings a
familiar historic, your new configurations, and your responsabilite in the adequade
development from the child, departing to diferents types of violence and
consequences that the abuse can presents on the way of the formation of the
person. The multidisciplinary team work that within the health becames
indispensable. Yet, has been evidence in this work the atuation of the professional
from the social service in the job of the cares to the violence victims.

“Keywords: Childhood, sexual abuse and family.


SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO .................................................................................................. 1

2. JUSTIFICATIVA ................................................................................................ 3

3. OBJETIVO ........................................................................................................ 3

4. METODOLOGIA ............................................................................................... 3

5. RESULTADO DE DISCUSSÃO ........................................................................ 4

5.1. Conceito de família e sua influência na formação do indivíduo em sociedade. 4


5.2. Abuso sexual contra criança ............................................................................. 5
5.2.1. Conceitos Básicos ............................................................................................ 5
5.2.2. Alguns tipos de violência .................................................................................. 7
5.2.3. Categoria do abuso sexual: intrafamiliar e extrafamiliar ................................... 8
5.2.4. Alguns sinais de alerta para o abuso sexual contra criança: ............................ 8
6. CONSEQUÊNCIA PSICOLÓGICA DO ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA......... 9

7. ATUAÇÃO DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR ................................................ 10

8. ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL EM CRIANÇAS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA


12

9. CONCLUSÃO ................................................................................................. 14

REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 15
1

1. INTRODUÇÃO

Durante o crescimento da criança em seu grupo familiar e social, ela é


exposta a hábitos e costumes que influenciam significantemente na sua formação
física, mental, social sexualidade e escolha profissional.
A partir do séc. XIX e meado do séc. XX, os modelos de cuidados com as
crianças começam a apresentar mudanças, e a partir desse período a criança
começa a ter direito com diversas leis que visavam seu amparo (FEITOSA et al
2015).
O art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), aponta que é dever
da família, da sociedade e do Estado assegurar a criança e ao adolescente, com
absoluta prioridade, o direito: a vida, a saúde, a alimentação, a educação, ao lazer, a
profissionalização, a cultura, à dignidade, ao respeito, liberdade e a convivência
familiar e comunitária. O Estatuto garante ainda que crianças e adolescentes devem
ser protegidos de toda forma de: negligência, discriminação, exploração, violência,
crueldade e opressão (ECA 1990, art. 5º).
Além do ECA, outras leis garantem os direitos da criança como o Decreto de
n. 99.710/90, Lei que protege a criança e adolescentes vítimas ou testemunhas de
violências. A Constituição Federal de 1988 no Artigo 227 dispõe sobre o dever da
família da Sociedade e do Estado em assegurar os direitos da criança.
Em suma, com a implantação do Estatuto da Criança e do Adolescente-ECA
de 1990, o Brasil reconhece a criança e o adolescente como pessoa de direito.
Esses direitos muitas vezes são violados por pessoas que a criança confia.
Em grande parte dos casos de violência, o agressor aproveita do papel de cuidador
para cometer o abuso, vale-se da confiança que a criança tem e age de forma sutil,
principalmente porque grande parte do abusador faz parte do ambiente familiar
(GABEL 1997 pág. 74).
O abuso sexual é um dos atos mais cruéis contra criança, especialmente
quando se avalia que a família precisaria manter um ambiente de segurança para
seus membros, também é um dos atos de maior desrespeito que um indivíduo pode
sofrer em sua formação (WOISKI e ROCHA 2013).
Este ambiente familiar que deveria ser considerado local de proteção para
criança, por este motivo a violência pode manter durante muito tempo.
2

O que se encontra na maioria dos casos é a violação desses


direitos por parte de seus pais e responsáveis. Essas violências ocorrem
dentro das casas das próprias crianças e adolescentes por algum membro
da família ou por alguém conhecido como vizinho onde a criança possui
algum tipo de confiança ou afinidade com este suposto abusador. (Santos
2003, pág. 100)
Conforme Ministério da Saúde (2012) o abuso sexual contra criança é o
segundo ato de violência com mais registros de denúncia, e esse número deve ser
maior tendo em vista que em muitos indivíduos que não registram a ocorrência por
medo ou vergonha.
Para Balbinotti (2008) devido às ameaças e as barganhas, o abuso se
perpetua por muitos anos, o que torna o fato mais inquietante, pois com intuito de
preservar a família, muitas vezes a criança acaba permanecendo em silêncio, por
medo de represálias e julgamento ao contar sobre a violência (GABEL 1997).
A criança se torna vulnerável e apresenta muitas vezes vergonha e medo de
expor a família, e ser punida por ela. A violência acaba gerando um ambiente de
medo e de desamparo (KOLLER et al 2006).
As crianças que sofrerem abuso na sua maioria apresenta consequências
psicológicas importantes em seu desenvolvimento.
A experiência do abuso sexual pode afetar o desenvolvimento
cognitivo, afetivo e social da criança de diferentes formas e intensidade. Os
diversos fatores associados ao abuso também devem ser considerados,
visto que contribuem para o desenvolvimento de consequências
psicológicas severas para a criança que se não tratadas podem se
perpetuar por toda a vida. (BATISTI et al 2011 pág.131)
O abuso sexual contra criança é um problema universal que atinge milhares
de vítimas de forma silenciosa podendo apresentar riscos no transcorrer do seu
crescimento.
A criança deve ser enxergada como prioridade na história, é a parte mais
vulnerável. Ela está vivendo um período de descoberta, de aprendizagem, ele se
encontra em desenvolvimento corporal emocional e social. A violência que é
cometida contra elas deixa marcas em seu ser, em sua personalidade. (MAGNI
2010)
O abuso sexual contra crianças tem sido considerado um grave problema
social e de saúde pública (BARROS; FREITAS 2015).
O objetivo fundamental deste trabalho é mostrar as consequências que o
abuso pode apresentar durante o desenvolvimento da criança, as implicações em
sua vida em sociedade. Além disso, demonstrar a contribuição do trabalho
multidisciplinar e atuação do profissional de serviço social nessas demandas.
3

2. JUSTIFICATIVA

Tendo em vista a gravidade desta violência e os possíveis impactos na vida


adulta justifica-se investigar o comportamento da criança em relação à violência
praticada e as consequências que o abuso sexual pode causar durante seu
desenvolvimento.

3. OBJETIVO

Este artigo foi realizado com o objetivo principal de descrever sobre o abuso
sexual contra criança e as consequências psicológicas que o abuso pode causar.
Também teve como objetivo mostrar a responsabilidade da família, seu papel de
proteção, e a atuação da Equipe multidisciplinar e do Serviço Social frente às
crianças vítimas de violências.

4. METODOLOGIA

A metodologia utilizada foi de ampla revisão bibliográfica. Foram verificadas


fontes bibliográficas sobre o tema, selecionados artigos nas bases no Google
Acadêmico e Scielo. Foi realizada uma leitura e considerado os artigos que de
alguma forma estivesse relacionado a questão da violência contra criança. Os dados
coletados foram avaliados e serão apresentados em categoria: histórico familiar, o
abuso sexual contra criança, as consequências psicológicas, o trabalho da equipe
multidisciplinar e atuação do serviço social.
4

5. RESULTADO DE DISCUSSÃO

5.1. Conceito de família e sua influência na formação do indivíduo em


sociedade.

A família é considerada o meio natural para o desenvolvimento e crescimento,


é o lugar de bem-estar de todos os membros, tem grande influência no
comportamento do individuo, através de ações e medidas educativas tomada no
âmbito familiar, ela tem autoridade no processo de socialização primaria da criança.
(DELL’AGLIO et al, 2007)
Desde os tempos remotos a família exerce grande influência na vida das
pessoas, ela tem papel fundamental para a formação do indivíduo, na decisão e no
preparo da sua personalidade. Ela é instituída como o primeiro grupo social ao qual
o indivíduo faz parte.
A função biológica principal da família é garantir a sobrevivência da
espécie humana, fornecendo os cuidados necessários para que a criança
possa se desenvolver adequadamente (Elizangela e Antônio 2007 pág.
250).
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA-1990), a criança e
adolescente devem receber proteção e assistência para se desenvolver plenamente.
Para Koller et al (2008), a família tem passado por diferentes modificações ao
longo do tempo, entre as quais se destacam o avanço da urbanização, as mudanças
de vida da mulher, a formação de classe operária, além das modificações
demográficas, sociais e econômica. Essas e outras transformações alteraram as
dinâmicas familiares.
Melo (2006) diz que a estruturação da família está intimamente vinculada com
o momento histórico que atravessa a sociedade da qual ela faz parte, uma vez que
os diferentes tipos de composições familiares são determinados por um conjunto
significativo de variáveis ambientais, sociais, econômicas, culturais, políticas,
religiosas e históricas. Koller et al (2008) vem confirmar sobre as novas mudanças,
nova estrutura familiar, que tem se modificado nas últimas décadas, principalmente
nas classes populares onde a estrutura tradicional de mãe e pai é menos presente e
novo contexto familiar tem sido mais comum, como as monoparentais.
A partir do século XX alterações são vistas no grupo familiar, o que se via
eram mudanças de papeis dos membros da família, o que estava sendo alterado era
5

a formação da composição familiar, antes formada por pai, mãe e filhos, todos
vivendo no mesmo espaço (DELL’ANGIO, 2012).
Cabe a família ser transmissora de vínculos de afeto, valores morais, ser um
local seguro e protetor principalmente, podendo a criança ter um desenvolvimento
saudável. Independentemente de sua estrutura, as vivências familiares têm a função
de integrar e organizar o desenvolvimento das crianças.
Quando a criança não tem seu desenvolvimento correto, quando se quebra
essa fase de aprendizado, muitas acabam tendo consequências na sua fase adulta,
a exposição de crianças a situações de violência sexual pode desencadear uma
variedade de efeitos negativos para o desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e
social. (BARROS; FREITAS, 2015).

5.2. Abuso sexual contra criança

5.2.1. Conceitos Básicos

A Violência Sexual contra crianças e adolescente se define pelo uso desses


sujeitos em desenvolvimento em práticas de estimulação ou satisfação sexual de
pessoas mais velhas, que se encontram, portanto, em um estágio de
desenvolvimento psicossexual mais adiantado, o que alguns teóricos indicam como
uma diferença de cinco anos ou mais de idade (BARROS; FREITAS, 2015).
Esses indivíduos em fase de desenvolvimento, uma vez expostos a tais atos
podem levar seqüelas graves, que podem se apresentar de formas diversas de
pessoas para pessoa.
Para Gabel (1997) “de todos os aspectos de maus-tratos, o abuso sexual de
crianças é talvez um dos mais difíceis de delimitar, pois apoia-se na utilização
abusiva da autoridade sobre a criança que o adulto detém”.
O abusador pode estar presente em qualquer classe social, grupo étnico ou
religioso, causando dor e sofrimento em suas vítimas. Historicamente, o abuso
sexual foi e é uma prática exercida desde os antepassados tanto no campo bíblico
quanto mitológico, embora pareça ser um problema contemporâneo, é fruto de um
processo histórico que colocou a criança em lugar de desprivilegio e desatenção.
(BENETTI; MALGORIN, 2010).
6

Benetitti (2008) diz que atualmente o abuso sexual é um dos maiores


problemas enfrentados pela sociedade, ela aparece das mais variadas formas, é um
problema existente há muito tempo. Frente à importância dos direitos humanos,
tornou-se a violência um tema de prioridade de combate.
Definição do abuso sexual contra criança, segundo o Ministério da Saúde:
Abuso sexual constitui todo ato ou jogo sexual com intenção de
estimular sexualmente a criança ou o adolescente, ou visando a utilizá-los
para obter satisfação sexual. Essa categoria abrange as relações hétero ou
homossexuais, cujos agressores estão em estágio de desenvolvimento
psicossocial mais adiantado que o da criança ou do adolescente. (Ministério
da Saúde 2012)
Segundo o Ministério da Saúde a violência sexual é geralmente praticada por
pessoas com quem a criança possui uma relação de confiança, e que participa do
seu convívio. Na maioria dos casos a violência se manifestar dentro do ambiente
doméstico (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006).
A interação sexual pode incluir toques, carícias, sexo oral ou relações com
penetração. O abuso sexual também inclui situações nas quais não há contato
físico, estas interações sexuais são impostas às crianças pela violência física,
ameaças ou inferência de sua vontade (GABEL, 1997).
Segundo Gabel o ato do abuso sexual se dar de várias formas sexual:
A natureza do ato imposto à criança é variável: pode tratar-se de
contatos físicos, de masturbação reciproca, de voyeurismo, de
exibicionismo, de penetração oral, anal ou genital; esses atos vêm sempre
associados ou surgem progressividade. (GABEL 1997 pág. 45)
Rachel (2010) diz que é difícil identificar uma violência sexual na criança, em
muitos casos por não apresentar marcas físicas, impossibilitando a descoberta do
caso, até por profissionais capacitados.
Em grande parte dos casos de violência, o agressor aproveita do papel de
cuidador para cometer o abuso, vale-se da confiança que a criança tem e age de
forma sutil, principalmente porque grande parte do abusador faz parte do contexto
famílias. Pelo agressor apresentar papel de confiança a criança não identifica de
primeiro momento que está sofrendo, e a partir do momento que identifica o abuso o
agressor se utilizar de outros meios para manter a criança calada como a barganha
e ameaça (GABEL, 1997).
Para Benetitti (2008), dificilmente a criança que é vítima de abuso sexual
suporta manter-se calada por muito tempo, mas a ausência de credibilidade da
criança, que se estende só não no meio familiar, como a crença de que as crianças
7

mentem e os adultos falam a verdade, traz consequência no processo de descoberta


da violência.

5.2.2. Alguns tipos de violência

A violência sexual faz parte de uma categoria onde está incluído o abuso
psicológico, abuso físico, abandono e negligência, estando ainda incluído no abuso
o jogo sexual, relações heterossexuais e homossexuais, com ou sem penetração,
voyeurismo, exibicionismo e exploração sexual, sendo a prostituição e pornografia
(MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2010).
• Violência psicológica, causadora de danos, se classifica por deixar marcas
para a vida toda tendo comportamento como diminuições desrespeito,
rejeição descriminação e punições, quando um adulto deprecia a criança,
bloqueia seus esforços de auto aceitação, causando-lhe grande sofrimento
mental (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002);
• O abuso físico é caracterizado por físico-genitor, sendo caricia nas genitálias,
contato oral genitor ou anal, pornografia e prostituição;
• Negligencia é a omissão do responsável pela criança de prover suas
necessidades físicas e emocionais da criança (ANAMARIA et al, 2015);
• O exibicionismo segundo CID-10 (Classificação de transtorno mentais e de
comportamental 2011), como sendo uma tendência recorrente ou persistente
a exposição de genitália a estranho ou em lugares públicos; (CID-10, 2011.
p.214);
• O voyeurismo é citado também no CID-10 como um transtorno sexual
(classificação de transtornos metais e de comportamento - CID-10) como um
transtorno de preferência sexual definido como F65.3 (CID-10, 2011. P. 214);
• O abuso sexual ou jogo sexual: como sendo todo ato ou jogo sexual, relação
hétero ou homo entre um ou mais adultos e uma criança ou um adolescente,
estimulando-os sexualmente para a pratica de qualquer ato de natureza
sexual (GUERRA; ROMERIA, 2010).
• Exploração sexual: é a utilização de criança e adolescentes para fins sexuais
mediada por lucro objetos de valor ou outros elementos de troca.
8

5.2.3. Categoria do abuso sexual: intrafamiliar e extrafamiliar

Abuso sexual intrafamiliar é também conhecido como incesto. Há cinco


formas de relações incestuosas: pai-filha, irmão-irmã, mãe-filha, pai-filho, mãe-filho,
também pode ampliar o abuso e perpetuar por avós, tios e padrastos, madrasta e
primos, também se configura como incesto.
A violência incesta tem consequências mais graves, pois provoca na criança
uma confusão em relação às imagens parenterais, deixam de desempenhar um
papel protetor e de representante da lei. (GABEL,1997).
O abuso sexual quando ocorre entre familiares trará mais danos à criança, “é
observada diferença significativa, com maior prevalência nos casos intrafamiliares,
nas variáveis irritabilidade, ideações suicidas, sintomas depressivos, comportamento
regressivo e depressão” (DELL’ANGLIO, 2013, pág. 241).
Abuso extrafamiliar é definida como qualquer forma de atividade sexual da
uma criança com um adulto que não faz parte do membro da família, podendo
agressor ser uma pessoa conhecida ou desconhecida da família. (MEDEIROS
2008).
Barros e Freitas (2015), fala que o abuso sexual pode causar impacto na vida
da criança, pode ser fator de risco no surgimento de problemas de saúde mental.

5.2.4. Alguns sinais de alerta para o abuso sexual

Segundo Ministério da Saúde (2010) o primeiro sinal a ser observado na


criança vítima de abuso é uma possível mudança no padrão do comportamento, é
um fator facilmente perceptível, costuma ocorrer de várias maneiras:

• Demonstrar conhecimento sexual e usar linguagem sexual de maneira


explicita não observado anteriormente;
• Agir de maneira sexual inadequada com brinquedos, objetos, outras crianças
e adultos;
• Ter pesadelo ou problemas de sono;
• Apresentar mudanças de personalidade;
• Apresentar regressões e comportamento de quando era mais novo como
enurese;
9

• Sentir medo inexplicável de determinados lugares ou pessoas;


• Torna-se agressivo, deprimido, alheio ou reservado;
• Apresentar doenças recorrentes sem uma explicação do ponto de vista
medica como cefaleia, tontura, dentre outros;
• Recusar-se a frequentar a escola ou ter desempenho escolar pior do que
tinha normalmente;
• Mudar os hábitos alimentares.

6. CONSEQUÊNCIA PSICOLÓGICA DO ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA

O individuo durante sua fase de desenvolvimento passa por grandes desafios


e situações estressantes, quando esta situação se torna acumulativa pode
desencadear, transtorno mental grave. A violência contribui para o aparecimento de
transtorno psíquico das mais variadas formas (MINISTERIO DA SAÚDE, 2016).
Barros e Freitas (2015) diz que a exposição de crianças e adolescentes a
situações de violência física, psicológica, sexual e negligência pode desencadear
uma variedade de efeitos negativos para o desenvolvimento físico, emocional,
cognitivo e social das vítimas.
Para o Ministério da Saúde (2006) o abuso sexual prejudica o aprendizado, as
relações sociais. Seus efeitos perversos podem se manifestar, ainda, na construção
de um círculo de reprodução de práticas violentas, em que, novamente, meninos e
meninas serão as principais vítimas. Além das marcas físicas a violência deixa
sequelas emocionais que pode comprometer o desenvolvimento da criança.
Segundo Gabel (1997) mesmo quando a criança recebe apoio na revelação
da violência ela pode reencontrar interesse pelas pessoas e pela brincadeira, mas
mesmo assim pode apresentar alguns medos e fobias como: medo de escuro, da
solidão, agora fobia, afastamento das pessoas do mesmo sexo do agressor.
Durante o processo de desenvolvimento a criança que vive em situação de
violência sexual pode desencadear transtorno psíquico dos mais variados tipos:
A criança que está em pleno desenvolvimento de sua
personalidade, está passando por no processo de aprendizagem de
desenvolvimento tanto emocional quanto emocional, encontra-se em
vulnerabilidade, e a violência que a criança sofre deixam marcas, e as
experiências vividas nesta fase pode prejudicar seu desenvolvimento na
fase adulta. (MAGNI et al 2016, pág. 55)
10

Malgarin (2010) diz que existe uma fase na infância de cunho erótico, voltado
para o genitor do sexo oposto, se durante essa fase há uma concretização dessa
fantasia, torna-se para criança uma experiência de sofrimento e não de prazer, são
situações extremamente traumática e com consequências importantes no processo
de desenvolvimento da criança.
O abuso sexual infantil é uma forma de violência que desencadeais
consequências negativas para o desenvolvimento cognitivo emocional e social das
vítimas. Podendo ser depressão, ansiedade generalizada, estresse pós-traumático,
déficit de atenção e hiperatividade, transtorno de conduta os mais citados segundo
(KOLLER et al, 2008).
O adulto deve ser atendo aos sinais de violência e uma vez que havendo a
suspeita deverá fazer a denúncia ou solicitar ajuda profissional imediatamente.

7. ATUAÇÃO DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

Todas as formas de violência produzem algum tipo de sofrimento, podendo


ser intenso ou bloqueador.
Uma vez que exista a suspeita de violência ou sua confirmação, o profissional
deverá estar capacitado e pronto para atender a esse tipo demanda, de forma que a
família entenda quais os caminhos precisam percorrer após a revelação do abuso. E
acima de tudo, a vítima se sinta acolhida, amparada e com confiança de quem está
ali a atendendo acredita no seu relato (MEDEIROS, 2012).
Para que a consequência do abuso não tome uma amplitude no
desenvolvimento humano da criança e necessário que os profissionais busquem
continuamente conhecimento teórico, éticos e metodológicos para promoção da
saúde e qualidade de vida para as crianças vítimas de abuso sexual (MALGORIN;
BENETTI, 2010).
No âmbito da Saúde Mental é indispensável o atendimento por uma equipe de
profissionais capacitados, uma vez que pessoas vítimas de violência sexual vê sua
estruturação psíquica comprometida (MALGORIN; BENETTI, 2010).
O abuso sexual, ainda segundo o autor supracitado, pode prejudicar o
desenvolvimento comportamental e cognitivo da criança, assim nota-se a
necessidade do atendimento pela Equipe multidisciplinar como forma de amenizar
danos ao desenvolvimento da criança. A formação dos profissionais dentro de uma
11

concepção ampliada de saúde a partir da compreensão de cada, um caso se


estabeleça projeto singular para os cuidados das vítimas e de familiares
(MINISTERIO DA SAUDE, 2006).
Para o Ministério da Saúde (2016), a criança que sofre violência, pode reviver
incondicionalmente as situações vividas reproduzindo a violência, podendo adotar
um comportamento agressor na vida adulta, e que os profissionais de saúde mental
são fundamentais para intervenção na reprodução da violência.
A ação da Equipe multidisciplinar precisa de uma atuação interdisciplinar,
onde cada profissional na sua atuação trará sua contribuição com base na sua
especificidade apreendida pela sua categoria profissional (MEDEIROS, 2012).
A presença da violência na vida da criança gera grande impacto e o
profissional da área da saúde mental tem grande contribuição no auxílio das vítimas.
O campo da saúde mental tem grandes contribuições no esforço de
compreender a complexibilidade do fenômeno. Além disso, a oferta de
cuidados em saúde mental apresenta um conjunto de dispositivos ne
tecnologias capazes de produzir mudanças significativas na forma de agir e
de se relacionar. (MINISTERIO DA SAUDE 2016 pág. 9)

Anamaria et al (2015) dizem que, estudos apontam que o risco de distúrbios


psíquico na fase adulta aumenta em crianças vítimas de violência sexual se não
atendido adequadamente.
O Trabalho da Equipe Multidisciplinar se torna um forte aliado, visto que a
situação de abuso sexual desorganiza todo processo psíquico e dinâmica familiar.
Os procedimentos adotados pelos profissionais de diferentes instituições
quanto à detecção, notificação, encaminhamento das situações de violência seja na
família ou percebida em instituições, necessitam de conhecimento do Estatuto da
Criança e Adolescente e conhecimento dos recursos existentes na rede de garantia
de direitos (ROCHA, 2010).
Guerra e Romeria (2010) dizem que as redes de apoio têm grande relevância
no atendimento a criança vítima de abuso, deve ser um local especializado para
atender as vítimas de violência e suas famílias, com o objetivo de interromper o
ciclo. Compõe esta rede o Conselho Tutelar, o Centro de Referência Especialidade
de Assistência Social- CREAS, Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e
Adolescentes- SAICA, a Secretaria de Segurança Pública, o Ministério Público e o
Juizado da infância e Juventude, entre outros
12

Alguns locais de suporte no âmbito da saúde mental ás crianças vítimas de


violência para proteção e fortalecimento dos grupos familiares, para
acompanhamento de possíveis sequelas psíquicas e emocionais resultante da
situação em que estão expostas; Cento de Atenção Psicossocial Infantil (CAPSi),
Saúde Mental na Atenção Básica, Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF),
Núcleo de Prevenção das Violências e Promoção da Saúde, SERAVIVI entre outros
(BATISTI, 2008).

8. ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL EM CRIANÇAS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA

Para o serviço social é de grande relevância a participação e apoio da família


junto a equipe profissional para que a vítima resista às pressões do abusador
(SANTOS; DELL’ANGLIO, 2010).
Atuação do Serviço Social frente a criança vítima de abuso sexual segundo o
autor:
Diante de toda a dinâmica a respeito do Abuso Sexual cabe a nós,
profissionais, a reflexão sobre as intervenções adotadas nesses casos. É de
extrema relevância que a nossa atuação esteja pautada nas leis que
dispõem sobre o direito da criança e adolescente, como a Constituição
Federal e o Estatuto da Criança e Adolescente e no caso do profissional de
Serviço Social, que as ações estejam pautadas na Lei de Regulamentação
da Profissão e no Código de Ética. (MEDEIROS, 2012, pág. 105)

Para Guerra e Romeria (2015) a atuação do Serviço Social se incide na


discussão e ampliação da qualidade de vida das pessoas, tanto da vítima como do
vitimizador no âmbito familiar, articulando as redes básicas e especiais de
atendimento na área social, saúde e educação.
Nas redes de atendimento a criança, integra os campos de atuação do
Serviço Social de forma interdisciplinar desenvolver trabalho na prevenção. A
qualidade do cuidado é muito atrelada à qualidade da escuta, uma escuta
qualificada evita julgamentos.
Mesmo não sendo a pobreza fator determinante para a ocorrência da
violência, a pobreza gera desigualdade o abuso está diretamente relacionado a
questões sociais:
(...)a mesma gesta um processo cumulativo de fragilização social,
em que a trajetória de grande número de crianças e adolescentes privados
de comida, de casa, de proteção, de escola, com acentuação das relações
violentas intrafamiliares, também facilitadas pelo alcoolismo, pelo
desemprego e pela frustração social, favorecem este processo de
13

fragilização e consequentemente a ocorrência da violência. (JAINA, 2009,


pág. 18)

Por ser o abuso sexual contra criança uma das expressões da questão social,
que no transcorrer da história, vem se transformando e gerando profunda
desigualdade social, a garantia de direito da infantil está ligado ao processo de
fragilização pelo qual passa inúmeras famílias. Assim faz necessária a prática de
política pública que visem o fortalecimento das famílias, bem como das
necessidades para uma vida digna e fortalecer o seu papel que é de protetor da
criança (PEDERSON, 2009).
Referenciados pelo Código de Ética profissional sobre a atuação do Serviço
Social, incide sobre a discussão e ampliação de qualidade de vida das pessoas, no
caso das vítimas e agressor no âmbito familiar. A atuação profissional visa apoiar as
redes encontradas na comunidade, em articular-se com as redes básicas no
atendimento na área da saúde, social e educação (GUERRA; ROMERIA, 2010).
Para que seja realizado um atendimento de qualidade é necessário que o
profissional Serviço Social trabalhe em parceria com a rede de garantia de direitos
existem no território, para redução do sofrimento e adequado funcionamento da rede
de proteção.
14

9. CONCLUSÃO

O trabalho percorre por acontecimentos históricos sobre a família, suas


alterações no perfil familiar. Entende que a garantia de direitos fundamentais da
criança está diretamente relacionada às condições de existência de sua família a ao
contexto social que a mesma está inserida. Não se trata em ter um modelo ideal
sobre família, mas a capacidade que a mesma tem em exercer a função de proteção
e socialização de suas crianças. Pode se perceber que o agressor escolhe alguém
inocente, que não provem de seu amadurecimento psíquico e sexual, estando em
um estado de vulnerabilidade.
O presente trabalho teve o objetivo de compreender as consequências que o
abuso sexual pode causar do desenvolvimento da criança, mostrando que esse tipo
de violência não é um mal dos tempos modernos, mas existiu desde os tempos
antigos.
O rompimento da violência contra crianças e adolescentes não é um processo
de fácil resolução e que apresenta resultados imediatos. Diante disso, políticas
públicas devem ser implantadas a fim de garantir direitos humanos, das crianças,
bem como de suas famílias, com o intuito de romper as situações de violência por
elas vividas.
É garantida à criança, através do Estatuto da Criança e do Adolescente, o
direito à proteção, à vida e à saúde, com seu nascimento e desenvolvimento sadio.
Sendo assim, o papel do Assistente Social diante de tal demanda se mostra de
suma importância no que diz respeito ao conhecimento da realidade desses sujeitos,
os fatores sócio-econômicos, éticos e culturais, e na articulação necessária com o
seu meio familiar e comunitário, assim como com os demais serviços de
enfrentamento, observando os possíveis fatores que levaram a presente situação,
para a partir daí buscar alternativas que tornem possível o rompimento com esse
ciclo.
Além da marca física a violência deixa sequelas emocionais. A
responsabilidade de soluções é de todos, é necessário romper as barreiras para
prevenção do problema e amenizar seus efeitos

.
15

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