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Plano de Curso: Guitarra ( Avançada )

Caracteristique : Formation focalise sur les techniques de performance


de l'interprétation en guitare. Le cours est divisé en 9 modules.

Objectives: Dans ce cours l'élève sera introduit dans les structures


fondamentales des accords, gammes et, aussi, il apprendra diverses
styles musicaux comme par exemple: Pop, Blues, Rock, Funk, Latin et
Jazz. Dirigé à l'improvisation.

Première Module: Initiation à la guitare.


4 à 6 Heures de formation + 20 à 40 heures de étude

• Exercices de coordination ( Man gauche et droite )


• Gamme C major
• Lecture e exécution des exercices en C major, 11 exercices
• Développement de répertoire basique (3 à 6 Chansons)
• Accords, formation basique
• Accords, Barrés, Système CAGED

Deuxième Module: Gammes ( Pour le Jazz )


Première Partie : 16 à 20 heures de Formation + 30 à 40h de étude

• Pratiques avec gammes majeures


• Etudes avec métronome
• Gammes majeurs de toutes tonalités
• Gamme pentatonique majeure e mineur, conception de Relatif mineur
• Gamme de blues
• Les Modes Majeurs (Ionien, Dorien, Phrygien, Lydien, Mixolydien,
Aéolien et Locrien)
• Tonale e modale
• Escalas estendidas
• Padrões melódicos e contraponto
• Escala Menor Harmónica, Modos da escala menor harmónica.
• Escala Menor Melódica (Jazz menor), Modos da escala menor
harmónica
• Escalas Simétricas, octatónica diminuta e alterada
• Escala de tons inteiros

3ª Unidade: Acordes 24 h de Formação + 168h de estudo


• Tríades, Inversões de tríades, tríades diminutas e aumentadas
• Acordes com “Barre”, desenvolvimento
• Acordes de 7ª drop 2 (Tetrades , Quatriades)
• Acordes c/ extensões
• Drop 2, Drop 3 e inversões
• Substituições Harmónicas
• Leitura de Cifra
• Treino auditivo harmónico
• Alterações às 7ª
• Enfâse Rítmico
• Harmonia Blues
• Voicings; Extensões e alterações
• Núcleos Harmónicos, R37 e R73
• Harmonização de melodias

4ª Unidade: Guitarra Blues 24 h de Formação + 168h de estudo


• Formatos típicos do género, 12 Bar e 8 Bar
• Shuffle, Marcha
• Variações rítmicas
• Pentatónicas em todas as tonalidades
• Escala Blues e aplicações
• Utilização de extensões cromatismos com acordes com 9ª
• Escalas móveis
• Ferramentas de expressão em Blues
• Estudos de compositores, T-Bone Walker, Buddy Guy, Jr. Wells
• Solos, linguagem e influências
• Abordagem “Jump” e “Flat Tire”
• Blues Menor, estudos BB King
• “Call and Response”
• Deslocamentos ritmicos, noção de “Pocket”, estudos de Magic Sam
• Afinações abertas e Slide Guitar, estudos de Elmore James e Robert
Lockwood, Son House, Muddy Waters, John Lee Hocker.
• Walking Bass e Comping
• Blues Rock e Gospel, estudos de Freddy King
• Jazz Blues, estudos de Kenny Burrell e Grant Green
• Transcrição de solos
• Improvisação
• Método de estudo e treino auditivo

5ª Unidade: Guitarra Rock 24 h de Formação + 168h de estudo


• As influências do Blues no Rock
• Explorando a pentatónica
• Estudos de Eric Clapton
• Utilização de modos em Rock
• Estudos de Jimmy Page
• Afinações abertas em Rock
• Pentatónica maior e seus usos em Rock
• Combinações de pentatónicas
• Sequencias Modais
• Eixo modal
• Estudos de David Gilmour
• Estudos de Jeff Beck
• Estudos de Jimmy Hendrix
• Estudos de Joe Satriani
• Estudos de Eric Johnson
• Estudos de Steve Vai
• Disciplina de estudo
• Improvisação
• Composição
• Transcrição de solos

6ª Unidade: Guitarra Funk 24 h de Formação + 168h de estudo


• A importância do Ritmo, estudo do “Groove”
• Aplicação da pentatónica menor em Funk
• Timbre em funk, operação de amplificadores e efeitos
• Construção de solos rítmicos
• Intervalos não diatónicos
• Articulação em Funk
• Bendings e outras ferramentas de expressão
• Grooves com Acordes dominantes
• Sonoridade Funk e R&B
• Frases melódicas do género
• Combinações de escalas
• Ferramentas de expressão avançada
• Harmonia em Funk e R&B
• Aplicação de conhecimentos
• Silencio, espaço e ritmo aplicado ao estilo

7ª Unidade: Guitarra Jazz 1 24 h de Formação + 168h de estudo


• As notas da harmonia
• Harmonia Tonal e Harmonia Dominante
• Focalização por área do braço da guitarra
• Escalas, Acordes e Harpejos
• Notas de aproximação
• Progressões
• Comping
• Harmonia Menor
• Tensão e resolução
• Tetrades, “Quatriades”,
• Inversões
• Voicings Drop
• Escala Bebop
• Estudos Miles Davis, John Coltrane, Sonny Rollins
• Antecipação Harmónica
• Transcrição de solos
• Discos e autores importantes
• Aprendizagem de repertório Jazz
• Pentatónica m6 e m7
• Improvisação com contraponto e tríades
• Harpejo na improvisação
• Espaço, silêncio e ritmo em jazz
8ª Unidade: Acordes avançados 24 h de Formação + 168h de estudo
• Inversões de “Quatriades”, Tetrades
• Acordes com linha melódica, harmonizações
• Crossovers
• Padrões de mão direita
• Interligação de formas
• Voicings para escala Harmónica menor
• Estilo Bossa Nova e ritmos brasileiros
• Substituições harmónicas avançadas
• Harmonia Melódica menor
• Voicings Modais
• Harmonia Quartal
• Acordes Hibridos com bass note “Slash chords”
• Afinações alternativas
• Harmonizações em escalas Bebop
• Harmonização da escala Harmónica Maior
• Voice Leading
• Voicings das escalas simétricas
• Trabalho final de Harmonização

9ª Unidade: Guitarra Jazz Avançada 42 h de Formação + 294h de


estudo
• Revisão dos modos Maiores, Harmonia menor, Escalas com Acordes,
• Consolidação da escala da guitarra
• Transcrição de solos de versões “All the things you are”
• Modos da Melódicas menor, estudo do tema “Moose the Mooch”
• Criação de continuidade de frases melódicas
• O Blues no Jazz
• Mudanças Rítmicas
• Aplicação de Pentatónicas no Jazz
• Estudos diminutos avançados
• Fraseado, Dinâmicas, Articulação
• Ritmo e Comping
• Estudos de John Coltrane
• Jazz Contemporâneo
• Harmonia Não Funcional
texto para alunos

Improvisação e Criatividade musical


por Pedro Duarte » Domingo Fev 28, 2010 12:15 pm

Quantas vezes tiveste estes pensamentos quando tens de improvisar?!

"O que é que toco aqui nesta passagem..."


"Não está a soar a nada de jeito..."
"Não era isto que queria ouvir..."
"Faltam me ideias"
"Isto só está a soar a escalas"
"...Acho que vou é tocar esta escala o mais rápido que consiga e pode
ser que soe bem..."
"Ui... em Ab... tinha treinado em A..."

Já ouviste dizerem-te:

"Isso já se ouviu. Faz outra coisa"


"Faz diferente do que costumas fazer"
"Foge do óbvio"
"Tenta outras coisas"

Com o desenvolvimento do conhecimento no teu instrumento em que


aprendes todas as componentes que fazem, e continuarão, a fazer de ti
um melhor músico a cada aula que assistes, irás ter necessidade de
teres capacidade de improvisação e criatividade musical para não te
limitares a melodias que aprendeste ou temas em que fazes mais ou
menos aquilo que está no tema original.
Necessitarás de mais algumas ferramentas que te tornarão um grande
músico.

-Estudo de Teoria musical: É fundamental saber como os acordes são


construídos, quais as relações entre as notas, todas as escalas, saber
analisar harmonia, saber ler notação, saber escrever notação,
compreender tensão e resolução, consonância e dissonância, saber a
relação entre escalas, modos, harpejos e muito mais que isso.

-Treino auditivo: Apesar de ser a capacidade musical mais importante é a


que os músicos iniciados e intermédios menos consideram como
importante. Desenvolver o ouvido seja o ouvido Relativo (ouvir intervalos
e relações entre duas ou mais notas) ou trabalhar no ouvido absoluto
(identificar cada nota isoladamente e sem comparação), é mais
importante do que técnica. Só irás conseguir atingir o nível de músico
avançado se tiveres a capacidade para identificar intervalos e harmonia,
ritmos, tensões e resoluções. Com essa capacidade irás conseguir tocar
tudo aquilo que ouves, não só com os teus ouvidos mas também aquilo
que “ouves” (criatividade musical) na tua mente.

-Vocabulário: Assim como quando estás a falar com alguém, ou a


escrever, apenas utilizarás as palavras e frases que tenhas aprendido ou
construído antes, assim é a música. É certo que se podem construir
algumas conjugações entre palavras no momento e sem preparação…
aparente… Aparente porque ao analisar-se bem, tudo tem a ver com a
familiaridade de conceitos. Podemos pegar por exemplo em dois
exemplos de aplicação que apesar de serem os bastiões máximos da
criatividade linguística espontânea se podem resumir à familiaridade
com os conceitos a utilizar na performance: Fado- Canto às desgarradas
e RAP (batalhas de rimas) : O interprete/criador parece que cria naquele
momento as rimas e a forma mas não é assim. Ele possui um vasto leque
de formatos pré estudados e palavras que pode usar em rima, assim com
estruturas que treinou até que as tornou familiares ao ponto de as
APLICAR parecendo natural.
Fazer algo novo e nosso com o que se aprende, transpor tudo para todos
os tons e modos de todas as escalas, em todas as assinaturas de tempo
que possas, com as dinâmicas mais diversas, entre outras coisas, é o
caminho.

Assim é o improviso. Em cada melodia que ouves, existe uma miríade de


fórmulas musicais a trabalhar. Muitas dessas fórmulas aprenderás aqui
na Escola EMMA, as outras fórmulas irás tu criar com o tempo e estudo
pois em última análise, música é comunicação e cada um diz o que quer
dizer.

Em suma:

1) Saber (Teoria)
2) Técnica (Técnica, Treino Auditivo, Treino Rítmico)
3) Aplicação (interpretação e Criatividade)
Treino Auditivo
por Pedro Duarte » Sexta Mar 25, 2011 4:07 am

A melhor ferramenta do músico é o seu ouvido.

Até pessoas com "ouvido absoluto" têm de treinar para reconhecer


intervalos, acordes, tendências de escalas e ritmos. 99% é trabalho.

Ouvir música, "apanhar" de ouvido progressões e melodias, cantar e


assobiar melodias, e fundamental também: Encontrar formas de
progredir nas suas capacidades de reconhecimento auditivo.

Hoje em dia, existe uma miríade de softwares que podem ajudar.

Aqui fica um grátis: http://www.solfege.org/ ou http://www.trainear.com/


A evitar:
Acreditar que é suficiente aprender a tocar guitarra como
autodidacta (aprender sozinho):
É certo que muitos guitarristas no passado foram autodidactas, nomes
como Jimi Hendrix entre outros, aprenderam sozinhos sem nunca terem
tido um professor formal todavia sempre buscaram conhecimento
tocando com músicos mais experientes e sabedores. Nessas alturas, em
que a guitarra eléctrica estava nos seus estágios mais embrionários, era
possível descobrir o instrumento por si só. Muitas décadas se passaram e
“Tocar guitarra” foi elevado por muitos génios a um patamar
inalcançável por quem é meramente autodidacta. Este método de
aprendizagem é aquele que consome mais tempo pois todos os
resultados que dele advêm são fruto de muita tentativa e erro.
Independentemente de se aprender em escola ou com professor ou de
se ser autodidacta, existe um facto constante que é a necessidade de
um método que dê frutos. Se um guitarrista aprendiz tem a certeza a
100% que vai conseguir encontrar por ele próprio um método que dê
frutos pode insistir nessa premissa mas o que é facto é que esses casos
de sucesso de autodidactas são meras excepções. Muitos autodidactas
reclamam a si o titulo de “eu aprendi sozinho” como se fosse isso que os
fará ter valor como músicos, esquecem-se que o que faz um musico é a
sua capacidade de comunicar com o instrumento. Aprender com um
professor que sabe torna o processo mais eficiente e eficaz pois as
metodologias e conhecimentos transmitidos são “atalhos” que farão a
curva de aprendizagem ser muito mais rápida e com resultados mais
significativos.

Aprender com quem não tem experiência e formação


Poucos músicos têm capacidade pedagógica, podem saber fazer mas,
para ensinar são necessárias capacidades e formação. Aprender com um
amigo que toca ou com o guitarrista lá do bairro traz dissabores visto que
aquilo que muitas vezes transmitem é desprovido de contexto formativo,
pequenos pedaços de informação desvinculada de um plano.

Procurar informação isolada


Andar na net a descobrir umas tablaturas para tocar isto ou aquilo é
normalmente um erro. Em primeiro lugar essas informações são
veiculadas por que não tem formação. Bons músicos não têm tempo nem
interesse em colocar essas informações em TAB na net. Por não existir
qualidade nessas transcrições ou exercícios o aprendiz de guitarra que
recorre a esses meios usa a informação que não reconhece errada por
ainda não ter capacidades auditivas para saber se está errado ou certo.
Outro aspecto negativo dessas informações que se descobrem pela net é
que não está integrado num plano de formação objectivo.