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n�o escrevi versos em tom r�sea,

nem pendurei minhas notas


nas asas dos anjos,
ou num olmo de prata,
eis meu arrependimento.

Me cruzo em fogo cruzado,


de sentimentos opacos.
Eu n�o cheguei perto de Deus,
nem meu cora��o no teu.

Minha f�, � como o aleph,


suspensa na eternidade,
faz terapia na promessa
de santos e orix�s, e entidades.

Mas eu sei que no p�tio,


do mioc�rdio que arde em maio,
eu encontro perd�o,
de mim pra mim,
e esse se vai at� dezembro,
depois recome�a das cinzas
em fevereiro, quando coloco,
recoloco o chap�u de anivers�rio.

Juerga al sol,
tu rosto es s�lo,
mi manos en tu,
te extra�o,
te respiro,
te grito

cai em ora��o,
pra te trazer na minha tens�o,
regar com