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A mulher submissa, tratada como objeto, o "sexo frágil", está cada vez deixando de existir, dando lugar

à mulher batalhadora, independente, trabalhadora, ciente de seus direitos perante a sociedade. Vem
derrubando tabus, revolucionando tradições, marcando presença em lugares antes restritos somente aos
homens.

viajar sozinha, ter um emprego que a realize profissionalmente ou mesmo levar uma vida sexual
independente. Deduz-se, portanto, que, se pertencer a uma classe abastada favorece a emancipação da
mulher ocidental, por outro lado, essa facilidade pode encobrir mas não abolir a discriminação.

Muitas conquistas foram obtidas:

• O direito ao trabalho fora do lar;


• O direito ao voto (1932);
• Nos esportes (1924);
• Entrar no mercado de trabalho;
• Divórcio;
• Poder ser eleita para o governo;
• Evitar a gravidez (com contraceptivos);
• Usar calças compridas;
• Poder matricular-se em curso superior;
• A mulher casada passa a ter os mesmos direitos do marido no mundo civil;
• É livre para adotar ou não o sobrenome do marido;
• Conquista o direito de fazer aborto em diversos países;
• Pode fumar e beber;
• Chega a cargos executivos;
• Recebem salários mais próximos dos pagos aso homens;
• Discriminadas ao longo dos séculos, lésbicas enfrentam menos dificuldades; etc.

Comemore-se por não existir mais homens saindo livres de tribunais, depois de matar mulheres.
Comemore-se as 255 delegacias de mulheres espalhadas em todo o país. Comemore-se porque existem
as que perderam o medo e lembram da triste experiência de terem feito aborto clandestino.

A sujeição da mulher em relação ao homem vem desde a antiguidade. Mas o movimento feminista
organizou-se desde a Revolução Francesa. Naquele conturbado período, arregimentaram-se sociedades
populares feministas que encaminharam à Assembleia Constituinte diversas petições, pleiteando a
extensão as mulheres dos direitos concedidos aos homens. Houve quem defendesse a tese de igualdade
dos sexos, porém esses projetos foram rejeitados em 1793. Concomitantemente, foi ordenado o
fechamento das associações femininas. Esse fato demonstra que a Revolução Francesa não foi tão
revolucionária como a história alardeia.

As estatísticas mostram que 70% dos registros de violência contra a mulher aconteceram dentro de casa.
Em quase todos os casos, o criminoso é o próprio marido ou amante. E mais de 40% dos abusos incluem
lesões corporais graves, causadas por socos, tapas, chutes e espancamentos.

No Brasil um homem que mata a esposa por suspeita de adultério pode ser absolvido pelos tribunais, sob
o argumento de que agiu em legítima defesa da honra. O perfil dos opressores é muito variado: são ricos,
pobres, brancos, negros, cultos ou não. A violência doméstica não é subproduto da miséria: 147.000
vítimas deram queixa em delegacias da mulher até outubro de 2000. No Brasil, existem 275 Delegacias
da Mulher, presentes em 5% dos municípios.

Economicamente as mulheres de um modo geral mantêm-se dependentes de seus maridos, através de


uma divisão desigual do trabalho a ser realizado, por exemplo, aí incluindo as atividades dentro e fora de
casa, bem como os baixos salários. Tal situação torna mais difícil para as mulheres abandonarem seus
parceiros violentos, se assim o desejarem fazer. A lei 9099 possibilita que os crimes de menor potencial
agressivo e os que causam lesões leves sejam julgados em Juizado Especial Criminal. É alarmante o
número de mulheres que permanecem convivendo com os maridos, não somente elas mas os filhos que
também são vítimas.

Nos países africanos, a violência contra a mulher vem de antigas tradições. A mutilação genital feminina
é uma das piores violências. Ela é respeitada entre as comunidades africanas por ser o principal ritual de
passagem da infância para a maturidade. Entre as comunidades que aceitam esta prática, acredita-se que
através da MGF (mutilação genital feminina) as meninas irão conservar a virgindade, garantindo assim
um bom casamento. A prática também pretende conter os desejos sexuais das adolescentes, e ainda
conferir uma estética mais saudável à genitália feminina.

Pesquisas mostram que os danos causados por essa prática têm contribuído para o alto índice de
depressão, hemorragias e problemas urinários.

Mulheres africanas têm sofrido heroicamente, em silêncio . Muitos tabus ainda prevalecem. Na África,
44% das mulheres se casam entre 10 e 19 anos, muitas vezes antes mesmo da menstruação. As
consequências disso são desastrosas e revelam uma cadeia de sofrimento que muitas vezes leva à morte.

Os motivos que levam os pais a aceitarem essa prática são muitos e extremamente complexos. Primeiro
por causa da pobreza nas áreas rurais, segundo garantem a honra da família. Uma menina que perde a
virgindade é deserdada da família.

Encurraladas numa teia de tradições e superstições milenares, garotas africanas são submetidas a uma
vida de dor e angústia . Mas a Visão Mundial que é uma organização não governamental , está
realizando um trabalho de apoio e lutam para acabar com tudo isso. Líderes religiosos e educadores
tentam conscientizar os governantes para os horrores das tradições e crenças que desrespeitam a vida
humana , especialmente aquelas que ferem os direitos de quem não tem voz para gritar : a criança.

Mundo islâmico

A situação de inferioridade da mulher no Irã , decorre sobretudo dos costumes patriarcais , mas a
religião desempenha seu papel. Inspiradas nos preceitos do Corão, a lei concede ao marido o direito de:

• repudiar a mulher, sem que ela possa contestar.


• A mãe divorciada só pode criar as filhas até os 12 anos e os filhos até os 10 anos.
• A viúva não tem direito à herança de marido ( repartida entre os homens da família ).
• Os chamados "crimes de honra " são pais ou irmãos que matam a filha ou irmã solteira suspeita
de conduta sexual imprópria ,etc.

Considerando que a mulher no Brasil, até a Constituição de 1988, era legalmente cidadã de segunda
categoria, ser mulher negra e pobre significava não ter os direitos mínimos de cidadania assegurados
juridicamente.

Trabalho. A pouca escolaridade e a falta de uma profissão considerada "qualificada" justificam o lugar
que a mulher negra ocupa no mercado de trabalho: o mais desvalorizado socialmente e de pior
remuneração

Violência. A violência contra a mulher historicamente é definida como espancamentos, estupro,


assassinatos (violência doméstica e sexual). No caso das mulheres negras, a violência racial soma-se às
outras faces, o que aprofunda as suas vivências em meio à violência, aqui iniciada com o tráfico de
escravos negros. Este implicava a violência sexual perpetrada pelos senhores de escravos, seus
familiares e agregados contra as mulheres negras, os estupros – considerados naturais, já que escravas
não eram donas de seus corpos, além das lesões corporais do tronco e do pelourinho.
. Os homens e as mulheres podem ser igualmente eficientes.

CONCLUSÃO

Muitas mulheres estão mostrando que filhos, marido, uma casa para cuidar e os eternos preconceitos não
são barreiras intransponíveis para se atingir o sucesso profissional e a realização pessoal.

A mulher começa a mostrar que tem tanta capacidade quanto o homem, através de sua competência,
criatividade, maneira de encarar os desafios.

A grande responsabilidade de homens e mulheres formadores de opinião é fazer valer a Constituição:


homens e mulheres são iguais, com especial atenção para as mulheres chefe de família, mulheres pobres,
as mulheres discriminadas duplamente por serem negras, as mulheres rurais, as que não conseguem
enfrentar o cotidiano da violência doméstica, etc.

As mulheres não querem ser homenageadas com flores, discurso evasivo ou exaltadas por seu sexo,
querem o fim da discriminação e da violência e o direito ao trabalho, à saúde e à educação.

História do 8 de março
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de
Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores
condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam
16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber
até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno
dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que
foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de
março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na
fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU
(Organização das Nações Unidas).

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Será que a mulher tem o que


comemorar nesse 8 de março?
Então, vejamos:
Maria Luiza A. Curti
Psicóloga clínica - crp. 14/01733-1
mlcurti@uol.com.br
05, Março/2002

A mulher pós-"Émile" de Rousseau – para que ninguém se esqueça – tinha as características de Sophie,
que ele criou para ser mulher de Émile: "fraca, tímida e submissa".
A mulher distinta em hipótese alguma saia de casa sozinha, era conveniente que contasse com a
companhia do marido, filho, de uma senhora idosa, etc...

Seu comportamento era controlado por manuais de etiqueta que indicavam que: rir, falar alto, usar gírias,
balançar os braços ao caminhar, cruzar as pernas ao sentar-se, não eram maneiras de "bom tom" (era
assim que diziam).

No campo da moda, o espartilho estava mais para armadura medieval, além de não permitir que ela se
curvasse, lhe comprimia o aparelho digestivo, atrofiava as costelas, espremia os rins e o fígado, as
levando por muitas vezes ao desmaio. Mas, elas eram convencidas da felicidade de ser escravas da
moda, então, se submetiam com um sorriso nos lábios e muita palidez no rosto.

Não podiam tomar sol porque a "tez" apreciada era alva como a neve, os lábios rosados, os cabelos finos
e longos eram modelados por ferro quente; o olhar, meigo e atento.

Ela era considerada bastante instruída quando sabia ler corretamente suas orações e escrever receitas de
bolinhos e outros quitutes; mais que isso era desnecessário e perigoso para o lar.

Tinha como algumas de suas funções: supervisionar o trabalho das serviçais da casa, conferir o rol das
roupas, compor o menu semanal, bordar monogramas nas roupas da casa...

Recebia amigas para o chá à tarde. Quando o marido tinha visitas, cuidava do silêncio das crianças e
permanecia calada, pois, assim como as crianças "eram para ser vistos e não ouvidos".

Segundo Rousseau: "a mulher é feita especialmente para agradar ao homem". Sua missão na vida: "fazer
grandes homens".

Paralelamente a esse esteriótipo de mulher (a maior parte delas aceitava de bom grado o modelo de
"Rainha do Lar"), sempre houve mulheres inconformadas , que, claro, eram execradas tanto por homens
como por mulheres doutrinadas.

Desmerecer a mulher é uma tradição antiga. Na França em 1877, ao noticiar uma manifestação feminina
pelo direito do voto, o jornal Le Figaro perguntou em editorial se, depois disso, até o gado se tornaria
eleitor?

Ainda hoje ouvimos coisas como na entrevista de Hélio Gracie concedida à revista Playboy de fevereiro:
"O aluno inteligente dá mais trabalho para aprender jiu-jítsu, porque fica pensando antes de fazer o
golpe. Uma criança, uma moça, um burro vão aprender mais depressa do que o inteligente".

Apesar da resistência, conquistas foram realizadas ao longo do tempo.

No Brasil, também tivemos nossas sufragistas. Em 1890 o assunto incendiou o Congresso, a emenda não
foi aceita, a maioria dos congressistas considerou a idéia "anárquica, desastrada e fatal".

Bertha Lutz, bióloga paulista, liderou movimento decisivo para a conquista do voto em 1918.
Influenciou milhares de brasileiras. As pressões foram num crescendo e finalmente, em 1933 o
presidente Getúlio Vargas concedeu o direito do voto, que foi garantido pela Constituição de 1934. A
mulher só pode votar pela primeira vez em 1945 com a queda da ditadura.

Os espartilhos e cintas apertadas foram aposentados. Passamos a usar calças compridas. A maquiagem já
não é um hábito reprovável. Podemos nos matricular em cursos superiores e para isso não precisamos
mais de autorização por escrito de pai ou marido. Não precisamos também de autorização para ser
contratada no emprego, para comprar e vender imóvel e para dar queixa em delegacia.
Se a mulher não for virgem, não corre mais o risco e nem o constrangimento de ser devolvida ao pai
pelo marido, e nem o pai deserdar sua filha por isso.

Podemos decidir se queremos adotar o nome do marido ou não.

A justiça não aceita mais a tese da "legitima defesa da honra" para inocentar homens que matam a
mulher por ciúmes ou traição. Aliás, em 1981, o crime praticado pelo cantor Lindomar Castilho,
matando sua ex-mulher Eliane de Gramont, foi um divisor de águas. Houve pressões das organizações
feministas para que se fizesse justiça.

A lista das conquistas das mulheres é grande; muita coisa mudou, muitas atitudes discriminatórias foram
superadas, mas, as reivindicações não terminaram, há muitas questões ainda não solucionadas, diria que
percorremos apenas uma parte do caminho, alguns exemplos:

- Salários diferenciados para o mesmo serviço: nos EUA as mulheres ganham 95% do que ganham os
homens, aqui chegamos a apenas 67% (dados do IBGE).

- A dupla jornada de trabalho é um caso ainda a ser resolvido. Há homens que protestam porque a
aposentadoria por idade para a mulher é aos 60 anos e para o homem aos 65 anos. Acontece que, com a
dupla jornada de trabalho que é submetida, a mulher trabalha muito mais que o homem. Enquanto
houver esse excesso de trabalho nos ombros das mulheres não há como equiparar.

Por outro lado, a mulher precisa também facilitar a entrada do homem nas atividades do lar. Ela, ainda é
muito ciumenta quando se trata de abrir espaço onde antes era domínio seu. Ela o critica sem piedade
quando ele tenta se ocupar dos serviços domésticos. Existe a maneira dela e a maneira dele de fazer a
mesma coisa. A critica é por ciúme do território.

- A violência contra a mulher ainda faz da sua casa o lugar mais perigoso para ela, assim como para as
crianças. Ela sofre nove vezes maior risco de ser agredida do que na rua. 23% das mulheres brasileiras
estão sujeitas à violência doméstica, segundo levantamento da Sociedade Mundial de Vitimologia,
sediada na Holanda.

Na violência contra a mulher grávida, poucos falam, por que está encaixada como um todo na violência
contra a mulher? Ou talvez seja particularmente doloroso admiti-la? O senso comum vê a gravidez como
um estado santificado de paz e beatitude. Quando a violência está presente numa relação é errado pensar
que ela não acontece durante a gestação, pode até aumentar. Essas agressões podem resultar em
deslocamento da placenta, rotura do útero, fígado ou baço, fratura de pélvis, parto prematuro, rotura
prematura das membranas e infecção e fraturas fetais. O Coletivo Feminista de Sexualidade e Saúde que
desenvolve esse estudo diz que esse tipo de violência (pré-natal) mostrou uma prevalência de 19% de
violência moderada ou severa, comparado com 25% no período de até 6 meses depois do parto.

É da própria mulher que tem de partir o começo da solução. O silêncio sobre a violência reforça a
impunidade. Das autoridades espera-se a elaboração de políticas públicas que gerem o fim da
impunidade. O agressor tem horror à exposição pública.

Enfim, há muito a ser realizado para que a mulher consiga ser inteira no mundo. Mas, há o que festejar,
sim. Já estamos deixando de ser cidadãs de segunda classe. Nossas conquistas merecem ser
comemoradas.

A mulher tratada como um objeto, não sendo valorizados os seus sentimentos. Se era branca tinha como
principal papel ser dona-de-casa, submissa e dedicada à família. Já a mulher negra além de afazeres
domésticos, tinha obrigação de servir seu senhor sexualmente.
De onde veio a data 8 de março?

Todos os anos, o dia 8 de março é repleto de homenagens às mulheres. No mundo inteiro, as mulheres
são lembradas com flores, cartões, almoços ou através de simples mas significativos elogios. Mas afinal,
qual a origem desta data?
A escolha do dia 8 de março como o Dia Internacional da Mulher não deriva de um acontecimento
isolado, mas sim de um contexto histórico e muito mais amplo. A idéia mais difundida é de que a data
seria uma homenagem a operárias norte-americanas que, durante uma greve, foram trancadas na fábrica
onde trabalhavam e morreram queimadas em um incêndio provocado pelos patrões. Outra hipótese
refere-se a uma manifestação das operárias do setor têxtil nova-iorquino ocorrida nesse dia do ano de
1857.
Entretanto, a origem do Dia Internacional da Mulher insere-se em um contexto histórico e ideológico
muito concreto, cujo objetivo, em seu começo, não foi rememorar nenhuma catástrofe que vitimou um
grande número de mulheres. O texto da resolução adotada pela II Conferência Internacional de Mulheres
Socialistas, realizada em Copenhague em 1910, vem confirmar que nem se fazia alusão a nenhum
acontecimento protagonizado por operárias que devesse ser comemorado com a celebração do Dia
Internacional da Mulher, nem sequer se propunha uma data concreta em que esta devesse acontecer.
Sua origem tem de ser compreendida em meio a ascensão das lutas operárias de finais do século XIX e
início do século XX, cujas discussões teóricas, no campo socialista, convocavam à participação política
e em cujo contexto tomava corpo a luta pela libertação da mulher. A partir de começos do século XX,
essa batalha das socialistas se cruzou com a de um punhado de mulheres independentes, em sua maioria
pertencentes à classe média ou alta, que estavam em campanha pelo direito ao voto.
Nos primeiros anos, o Dia Internacional da Mulher era festejado em datas diferentes, segundo os países.
A data escolhida pelas socialistas alemãs para essa primeira comemoração foi 19 de março de 1911, data
carregada de significado para o proletariado alemão. Nesse dia, em 1848, Guilherme I da Prússia
reconheceu a força do povo armado e fez promessas, que depois não cumpriria e, entre elas, a concessão
do direito ao voto para as mulheres.
Também houve comemorações na Dinamarca, Suécia e outras nações européias. Nos Estados Unidos a
tradição de realizar o Dia da Mulher no último domingo de fevereiro se manteve até 1913. Em 1914,
passou a ser comemorado também em 19 de março. Em 1914, a data foi comemorada pela primeira vez
em 8 de Março, na Alemanha, Suécia, passando posteriormente aos demais países.

O direito a escolher os próprios governantes mobilizou mulheres de todo o mundo durante boa parte da
primeira metade do século 20. No Brasil, essa conquista aconteceu em 1932, durante o governo de
Getúlio Vargas.

A Nova Zelândia foi o primeiro país a permitir o voto feminino, em 1893. Na França, apesar de
"igualdade" estar entre os lemas da Revolução Francesa, a mulher só conseguiu votar a partir de 1945,
após o fim da Segunda Guerra Mundial.