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LIVRO: FUNDAMENTOS DA ECONOMIA, AUTORES: MARCO ANTONIO S.

VASCONCELLOS E MANUEL ENRIQUEZ GARCIA

RESUMO CAPÍTULO 09 – CONTABILIDADE SOCIAL

Na introdução do texto, o autor, trata de conceituar o que é contabilidade


social, sendo esta o "registro contábil da atividade produtiva de um país ao
longo de um dado período de tempo". Tendo como objetivo a definição e
medição dos principais agregados econômicos. Diferentemente da
macroeconomia, esta busca antever ou até mesmo prever a ocorrência de
trajetórias econômicas.

Seguidamente, o autor trata dos sistemas de contabilidade social, estes


determinados em comparando o país a uma grande empresa, onde esta
empresa apresenta produto único, produto nacional bruto, este ligado a toda a
produção econômica. Passa-se então a analise de dois sistemas: o primeiro é
o sistema de contas nacionais que utiliza método das partidas dobradas, que
somente considera os bens e serviços finais.

O segundo sistema é o da matriz de relações intersetoriais ou matriz


insumo-produto, ou até matriz Leontiel. Esse segundo sistema inclui transações
intermediárias, permitindo analisar as relações econômicas entre os setores. O
sistema trás a vantagem de incluir transações intersetoriais. Contudo apresenta
a desvantagem de exigir dados demasiadamente detalhados, que devem ser
obtidos por meio de censo.

No tópico seguinte: Princípios básicos das contas nacionais, o autor


elenca os principais que devem ser observados quando do levantamento e
medição dos agregados macroeconômicos, sendo estes, de forma resumida:
consideram-se apenas as transações com bens e serviços, não computa os
bens intermediários, ou seja a matéria-prima, os custos de produção referem-
se a remuneração dos fatores, sendo então: k = lucros ou juros, l = salário, n =
renda); far-se-á a medição da produção corrente, ou seja, a venda de produto
em estoque que é a produção corrente, considera-se a remuneração do
vendedor os registros das transação de um ano, com estimativas trimestrais;
Não ocorre registro das operações puramente financeiras, assim representa
acréscimo ao produto real; a moeda é o padrão de medida na contabilidade
social.

Passando para o ponto 9.3- Economia a dois setores: famílias e


empresas, far-se-á analise de forma tradicional, conforme a teoria
macroeconômica, onde são considerados somente os dois agentes e em
seguida é introduzida as variáveis referente ao setor público para que se possa
agregar, posteriormente, o setor externo.

Para que se possa atestar o resultado da atividade econômica, é


aplicado de três formas: a primeira pelo lado da produção, ou seja, pela ótica
do produto; pelo lado da venda ou ótica da despesa e pelo lado da renda ou
ótica da renda, ou seja, a remuneração dos fatores produtivos. Ao observar os
gráficos apresentados nas páginas 124 e 125, resumidamente tem-se que lucro
econômico é uma parcela dos custos de produção das empresas, sendo o que
remunera proprietário ou acionista; o lucro contábil é diferença entre receita e
despesa; e o produto = renda = despesa; no caso da empresa “a”: produto =
renda = despesa = 140.

Assim o texto trás o conceito de Produto Nacional, que é o valor de


todos os bens e serviços finais, medidos a preços de mercado, produzido em
determinado período de tempo. Ou seja, PN = Σ pi . qi . Aplicando ao exemplo
proposto no texto temos:

 pi = preço unitário dos B e S


 qi = quantidades produzidas
 Σ = somatório

Observando que o PN da economia com três empresas é 390, ou seja, o


único bem final. E PN = Σ DOS B e S finais dos três setores (1a, 2a e 3a).
Quanto a Despesa Nacional, esta é o gasto dos agentes econômicos com
produtos nacionais- DN = C. Aplicado ao exemplo temos: C = GASTOS COM
BENS DE CONSUMO- DN = 390 (COMPRA DE PÃO) = PN.

A Renda Nacional é a soma dos rendimentos pagos aos fatores de


produção, ou seja, RN =SALÁRIOS + JUROS + ALUGUÉIS + LUCROS (RN =
w + j + a + l). Assim aplicando ao texto temos: W = wages = salário; Σ
REMUNERAÇÕES RN = 390; PN = DN = RN = 390.
O Valor Adicionado é o valor que se adiciona ao produto em cada
estágio de produção, somando-se o valor adicionado em cada estágio de
produção chega-se ao produto final da economia. Assim valor adicionado =
valor bruto da produção (receita de venda) – compras de bens e serviços
intermediários. Sendo que a vantagem do valor adicionado é que este pode ser
obtido a partir de notas ficais.

Seguindo o texto, temos a: Formação de capital: poupança,


investimentos e depreciação. O autor conceitua:

A) POUPANÇA AGREGADA (S): parcela da renda nacional (RN) que não é


consumida: S = RN – C, sendo C = consumo agregado.

B) INVESTIMENTO AGREGADO (I): são os gastos com bens que


aumentam a capacidade produtiva da economia- I = bens de capital (BK) =>
máquinas, imóveis, instalações + variação de estoque (produtos que não foram
consumidos); BK = FBKF; TOTAL = BK +ESTOQUE. I: em ações é uma
transferência financeira que não aumenta a capacidade produtiva. Se o recurso
(ações) for utilizado na produção => i. Compra de ativos de segunda mão não
entram como I => já foi computado no passado.

C) DEPRECIAÇÃO (D): é o desgaste do equipamento de capital (K) da


economia em determinado período. Assim, o processo produtivo (máq. equip.
instal.) sofre desgaste, tornando-se obsoletos. Dessa forma o D é para
reposição; ILÍQUIDO  IBRUTO – D; PNL = PNB – D.

O tópico seguinte: Economia a três setores: agregados relacionados ao


setor público, considerando somente as esferas: União, Estados e Municípios.
Temos então: Receita Fiscal ou Arrecadação= Tributos; Gastos do Governo,
considerados três tipos: 1) Ministérios e Autarquias e suas dotações
orçamentárias, despesas correntes ou de custeio e as despesas de capital; 2)
Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista; 3) Transferências e
Subsídios não têm contrapartida no orçamento, ou seja, são donativos,
pensões e subsídios.

O próximo tema tratado diz respeito a renda nacional e produto nacional


a custo de fatores e a preço de mercado, sendo Renda Nacional = Produto
Nacional e preço de mercado => incluí impostos indiretos e exclui subsídios.
Ainda temos os custos de fatores que é o que a empresa paga de remuneração
aos fatores de produção.

Já a renda pessoal disponível (RPD) busca medir o quanto da renda


gerada no processo econômico fica em poder das famílias. Dessa forma parte-
se da seguinte fórmula: RPD = RNLcf – lucros retidos– impostos diretos–
contrib. previdência - outras receitas do governo+transferência do gov. às
famílias.

No que se refere à carga tributária bruta e liquida, temos: CTB =


arrecadação do governo, sendo que parte desses tributos retornam ao setor
privado na forma de transferência e subsídios, ou seja, CTL = CTB –
(TRANSFERÊNCIAS + SUBSÍDIOS).

O próximo tópico do capítulo- Economia a quatro setores: agregados


relacionados ao setor externo. Completando o tema de contabilidade social ao
tratar economia aberta ao exterior, definindo: exportações: compra de
mercadorias feitas por estrangeiros; importações: compra de mercadorias feitas
por brasileiros; produto interno bruto; produto nacional bruto e renda líquida do
exterior e PIB que é o somatório de todos os bens e serviços finais produzidos
dentro do território nacional num dado período, valorizados a preços de
mercado por empresas nacionais e multinacionais.

O tópico sobre PIB nominal e PIB real, trabalha os valores nominais ou


valores monetários, em diferentes períodos e incorporam o valor da inflação,
retirando o efeito da inflação (deflacionando) , alterando para valores reais. Já
o PIB nominal ou monetário é a medida dos preços, comparando o PIB de
diversos períodos: O PIB real serve para medir o crescimento do produto físico
(q) supondo supor que os preços se mantiveram constante entre os anos
analisados. Dessa forma, o PIB real é medido a preços constantes de um dado
ano (ano-base).

O ultimo tópico- O PIB como medida do bem-estar: trata de como o PIB


não pode medir de maneira adequada o bem-estar da sociedade, este fator
não reflete as condições econômicas e sociais de um país, não registra a
economia informal, não considera a distribuição de renda entre os vários
grupos da sociedade. É somente um bom indicador para se fazer comparações
entre os países. Assim o PIB não captura o grau de desenvolvimento social de
um país.

CAPÍTULO 10 – DETERMINAÇÃO DA RENDA E DO PRODUTO


NACIONAL: MERCADO DE BENS E SERVIÇOS

Na introdução do capítulo o autor afirma que com a crise de 29, ocorreu


diversas mudanças na economia, principalmente com as teorias de Keynes,
estas baseadas no pressuposto de que é essencial a intervenção do governo
com o intuito de regular a atividade econômica. Assim, dentro do contexto da
economia macroeconômica tem-se a Teoria de determinação do equilíbrio da
renda nacional, que se divide em lado real e lado monetário.

Seguindo o texto, temos o ponto 10.2 Hipóteses do modelo básico:


10.2.1 Economia com desemprego de recursos: nesse modelo de Keynes,
baseado na existência de desemprego, deve então a economia equilibrada,
abaixo do pleno emprego, produzindo abaixo de seu potencial. Seguidamente o
autor trata no: 10.2.2 Nível geral de preços constante: nesse modelo, com base
também em uma economia do desemprego, as empresas, instigadas pela
elevação da demanda, buscam aumentar a produção e não os preços, em
decorrência da sua capacidade ociosa.

Assim temos no ponto: 10.2.3 Curto prazo: modelo básico de análise da


teoria de determinação da renda no curto prazo, este considera o papel das
políticas macroeconômicas quanto a estabilização econômica. No ponto: 10.2.4
Oferta agregada potencial fixada a curto prazo, este trata do valor total da
produção de bens e serviços finais que estão destinadas à coletividade em um
certo período, ressaltando que a função é variável conforme a disponibilidade
de fatores de produção, quais sejam: a) Oferta agregada potencial; b) Oferta
agregada efetiva.

Ainda referente ao tópico elencado acima, tem-se: 10.2.5 Princípio da


demanda efetiva (DA): esta é o somatório de todos os gastos, anteriormente
programados referente aos quatro agentes macroeconômicos: 1) despesas das
famílias com bens de consumo (C); 2) gastos das empresas com investimentos
(I); 3) gastos do governo e; 4) despesas líquidas do setor externo (X – M).
Finalizando esse ponto temos o conceito de demanda efetiva, que são as
mudanças do nível de equilíbrio da renda e do produto nacional que devem,
exclusivamente, ser às variações da demanda agregada de bens e serviços.

Prosseguindo com o resumo, o autor, trata no ponto 10.3, sobre o


equilíbrio macroeconômico temos a definição de analise gráfica, onde o
diagrama demonstra a situação de equilíbrio por meio do nível geral de preços
e produto real. Lembrando que: Produto real = produto nominal/ nível geral de
preços e o formato da curva de oferta agregada depende da hipótese sobre o
nível de produto corrente da economia, quais sejam: a) economia com
desemprego de recurso; b) economia com pleno emprego de recurso; c)
economia com alguns setores em desemprego e outros em pleno desemprego.

Dando seqüência temos o tópico 10.4 Comportamento dos agregados


macroeconômicos no mercado de bens e serviços onde é trabalhada tema:
consumo agregado, este sofre influência dos fatores, tais como renda nacional,
estoque de riqueza, taxa de juros de mercado, etc. é tratado também da
propensão marginal a consumir: sendo esta a variação no consumo agregado e
a variação na renda nacional disponível seus recursos em aplicações
financeiras.

O tópico 10.5 Vazamentos e Injeções de Renda Nacional, o autor trata


sobre o fluxo básico de renda, estabelecido entre famílias (proprietários dos
fatores de produção) e empresas (unidades produtoras), sendo que o nível de
renda nacional dependente dos vazamentos e injeções nesse fluxo. Ainda
temos o vazamento de rendas, este tem sua incidência quando uma parte da
renda recebida pelas famílias não é gasta com as empresas nacionais, ou seja,
vazamentos = poupança agregada + total de impostos + importações. As
injeções de renda, que são os recursos inseridos no fluxo básico, ou seja,
injeções = investimento agregado + gastos públicos + exportações.

O penúltimo tópico 10.6 O multiplicador keynesiano de gastos: elenca


que com a economia, com recursos desempregados, e um aumento na
demanda agregada desencadeará a elevação da renda nacional, de maneira
proporcional ao aumento da demanda. O ultimo tópico 10.7 Política fiscal,
inflação e desemprego; 10.7.1 Economia com desemprego de recursos: é a
carência da demanda agregada em relação à produção de pleno emprego,
sendo importante meios de política fiscal: a) aumento dos gastos públicos; b)
diminuição da carga tributária; c) subsídios e estímulos às exportações; d)
tarifas e barreiras às importações.

Ainda no contexto, temos o Teorema do orçamento equilibrado: que


aplicado em um cenário de desemprego, em caso de gastos públicos altos no
mesmo montante da arrecadação fiscal, a renda nacional será elevada nesse
mesmo montante, ou seja, aumento dos gastos públicos = aumento da
tributação = aumento da renda nacional

Por fim ocorre um cenário de economia com inflação quando a demanda


agregada de bens e serviços supera a capacidade produtiva da economia.
Instrumentos de política fiscal, ocorrendo: a) diminuição dos gastos públicos; b)
elevação da carga tributária sobre bens de consumo, desestimulando gastos
em consumo; c) elevação das importações, pela redução de tarifas e barreiras.
Tais medidas antiinflacionárias podem significar uma Inflação de custos, ou
seja, ocorre que a produção está abaixo do pleno emprego.