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Ficha de avaliação de Biologia e Geologia

10.º ano de escolaridade


Duração: 2 segmentos letivos

Nas respostas aos itens de escolha múltipla, selecione a opção correta. Escreva, na folha de respostas, o
número do item e a letra que identifica a opção escolhida.

Grupo I

As ilhas que constituem o arquipélago dos Açores emergem da designada Plataforma dos Açores, uma
estrutura acidentada sob o ponto de vista geomorfológico. No que se refere ao seu enquadramento
geoestrutural, o arquipélago situa-se na zona onde contactam as placas litosféricas Americana, Euro-Asiática
e Africana, facto que se traduz na existência de importantes sistemas de fraturas nesta região do Atlântico
Norte. Assumem aqui especial relevo a Crista Médio-Atlântica (CMA), a Zona de Fratura Este dos Açores
(ZFEA) e o Rifte da Terceira (RT) (figura 1). Entre os vários vulcões que podem ser observados nos Açores,
o vulcão do Pico ocupa a metade ocidental da ilha do Pico e corresponde a um vulcão poligenético com
caldeira, no interior da qual se edificou um cone lávico denominado Piquinho. A morfologia atual deste
edifício vulcânico resulta de erupções dos tipos havaiano e estromboliano, predominantemente efusivas,
centradas no topo ou ao longo de fissuras, principalmente nos flancos oeste e leste. Como principais
produtos vulcânicos basálticos consideram-se os cones de escórias e as escoadas lávicas, de morfologia
pahoehoe.
Com uma história eruptiva desenvolvida ao longo de cerca de 270 000 anos, foram identificadas neste
sistema vulcânico cerca de 22 erupções nos últimos 1500 anos.
As principais emanações gasosas neste edifício vulcânico localizam-se no seu topo, mais propriamente na
base e no interior da cratera do Piquinho. Correspondem a emissões de vapor por vezes observáveis a
alguma distância.
Adaptado de http://www.cvarg.azores.gov.pt/

Fig. 1. Localização geográfica do arquipélago dos Açores.

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1. Na história da atividade do vulcão do Pico, predominantemente efusiva, os produtos vulcânicos são
(A) lavas muito ácidas, que se deslocam com grande facilidade.
(B) lavas muito ácidas, que se deslocam com dificuldade.
(C) lavas muito fluidas, que se deslocam com grande facilidade.
(D) lavas muito fluidas, que se deslocam com dificuldade.

2. A atividade vulcânica efusiva do vulcão do Pico estará, geralmente, relacionada com a elevada
(A) viscosidade do tipo de lava formada neste contexto tectónico.
(B) quantidade de sílica da lava formada neste contexto tectónico.
(C) capacidade de libertação de gases e a formação de lavas encordoadas.
(D) capacidade de reter gases e a formação de lavas encordoadas.

3. Algumas ilhas açorianas são caracterizadas por manifestações de vulcanismo secundário, como
(A) as lavas em almofada, estrutura que resulta do arrefecimento da lava em contacto com água.
(B) as sulfataras, que resultam da emissão de gases vulcânicos ricos em enxofre.
(C) os géiseres, que resultam da emissão de gases vulcânicos ricos em enxofre.
(D) as nuvens ardentes, que resultam da libertação de gases e de material piroclásticos.

4. Cinzas, lapíli e bombas vulcânicas têm necessariamente em comum o facto de


(A) se tornarem mais fluidas durante a sua libertação.
(B) serem fragmentos de material magmático projetados para o ar.
(C) terem sido originadas a partir de lavas alcalinas.
(D) apresentarem todas as mesmas dimensões.

5. O vulcão da ilha do Pico, poligenético com uma caldeira, é o resultado de


(A) várias erupções e a caldeira é resultante de material rochoso fragmentado.
(B) várias erupções e a caldeira é resultante do colapso do topo da câmara magmática.
(C) apenas uma erupção e a caldeira é resultante do colapso do topo da câmara magmática.
(D) apenas uma erupção e a caldeira é resultante de material rochoso fragmentado.

6. Faça corresponder a cada uma das afirmações da coluna A o respetivo termo ou expressão que se
encontra na coluna B.

Coluna A Coluna B

(a) Determinar variações do campo magnético (1) Monitorização da atividade vulcânica


através de magnetómetros
(b) Controlar a construção em zonas litorais (2) Medidas de prevenção
(c) Elaborar mapas de zonas de risco (3) Riscos vulcânicos
(d) Destruição do habitat

7. As lavas expelidas nas erupções do vulcão da ilha do Pico eram essencialmente


(A) básica e pobre em sílica.
(B) ácida e pobre em sílica.
(C) ácida e rica em sílica.
(D) básica e rica em sílica.

8. No contexto geotectónico dos Açores, o rifte da Crista Médio-Atlântica (CMA) resulta


(A) da atuação de forças predominantemente compressivas entre a placa dos Açores e a placa Norte-
Americana.
(B) da atuação de forças predominantemente distensivas entre a placa dos Açores e a placa Norte-
Americana.
(C) da estabilidade da plataforma dos Açores.
(D) da atuação de forças compressivas entre a plataforma dos Açores e a placa Euro-Asiática.

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9. A sismicidade no arquipélago dos Açores pode ter origem tectónica ou vulcânica. Explique a sismicidade
relacionada com a atividade vulcânica.

Grupo II

A 3 de janeiro de 2016, um sismo de magnitude 6.7 foi sentido no nordeste da Índia. O sismo ocorreu numa
região de deformação do limite da placa, a uma profundidade de aproximadamente 50 km da litosfera da
placa Indiana, com o epicentro localizado a cerca de 29 km a oeste de Imphal, capital do estado indiano de
Manipur.
O sismo ocorreu como resultado do deslizamento numa falha na região da fronteira de placas, entre a Índia e
a placa Euro-Asiática, no sudeste da Ásia. Na região do sismo, a placa da Indiana move-se na direção norte-
nordeste com a Euro-Asiática e a uma velocidade de, aproximadamente, 48 mm/ano.
A tectónica do sudeste da Ásia é amplamente dominada pela colisão do subcontinente indiano com a
Eurásia, o que provoca a elevação da placa e produz os mais altos picos das montanhas do Mundo, incluindo
os Himalaias.
Esta zona é caracterizada pela ocorrência de sismos que vão de moderados a intensos. O mais intenso, 8 na
escala de Richter, foi em 1946, a cerca de 250 km do local em que ocorreu o de 3 de janeiro. Em agosto de
1988 ocorreu um sismo com magnitude 7.3 e, em 1984, com magnitude 6, a cerca de 90 km do local ocorrido
em janeiro. Estes sismos provocaram várias vítimas e destruição.
No sismo ocorrido em janeiro 11 pessoas morreram e cerca de 200 ficaram feridas.
Adaptado de http://earthquake.usgs.gov/earthquakes/

Fig. 2. Mapa com a contextualização tectónica da região.

1. Tendo em conta o sismo descrito, à medida que aumenta o afastamento em relação à cidade de Imphal,
verifica-se uma diminuição da
(A) magnitude registada para o sismo.
(B) diferença no tempo de chegada das ondas S e P.
(C) amplitude das ondas sísmicas.
(D) distância epicentral das estações sismográficas.

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2. Os possíveis efeitos devastadores do sismo registado na Índia são provocados por ondas
(A) superficiais, e a origem do sismo foi vulcânica.
(B) profundas, e a origem do sismo foi tectónica.
(C) superficiais, e a origem do sismo foi tectónica.
(D) profundas, e a origem do sismo foi vulcânica.

3. O sismo registado no estado indiano de Manipur ocorreu como resultado


(A) de tensões numa falha inversa. (C) de tensões numa falha normal.
(B) do movimento de placas divergentes. (D) do movimento de placas convergentes.

4. Os sismos observados nesta região da Índia são caracterizados por terem


(A) magnitude elevada e baixa intensidade.
(B) magnitude muito elevada e elevada intensidade.
(C) magnitude moderada a intensa e provocarem vítimas.
(D) magnitude moderada a intensa e não afetarem na população.

5. As zonas de subducção correspondem a fronteiras de placas convergentes. Quando a colisão envolve


litosfera oceânica e litosfera continental,
(A) a primeira, por ser mais densa e fria, mergulha no manto sob a segunda.
(B) a segunda, por ser mais densa e fria, mergulha no manto sobre a primeira.
(C) ambas as placas mergulham, por apresentarem a mesma densidade e a mesma temperatura.
(D) ambas as placas mergulham, por apresentarem diferentes valores de densidade e a mesma
temperatura.

6. Os sismos interplaca são os que ocorrem nas zonas de fronteira de placa, verificando-se
(A) uma menor ocorrência nas zonas de colisão.
(B) uma maior ocorrência nas zonas de colisão.
(C) exclusivamente em colisões entre placas oceânicas.
(D) exclusivamente entre placas continentais.

7. O sismo registado em Imphal, é um sismo


(A) intraplaca, e o epicentro foi localizado a cerca de 29 km a oeste de Imphal.
(B) intraplaca, e o epicentro foi localizado a cerca de 50 km de profundidade.
(C) interplaca, e o epicentro foi localizado a cerca de 29 km a oeste de Imphal.
(D) interplaca, e o epicentro foi localizado a cerca de 50 km de profundidade.

8. Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência cronológica dos acontecimentos


associados à ocorrência do sismo na Índia.
A – Acumulação sucessiva de tensões em materiais rochosos localizados em profundidade.
B – Chegada de ondas longitudinais ao epicentro.
C – Rotura inicial dos materiais rochosos em profundidade.
D – Propagação das ondas P e S a partir do hipocentro.
E – Registo de ondas transversais no epicentro, com desfasamento temporal em relação às ondas P.

9. Faça corresponder a cada uma das afirmações da coluna A o respetivo termo ou expressão que se
encontra na coluna B.

Coluna A Coluna B
(a) Movimento brusco associado à libertação de energia
(1) Sismo tectónico
acumulada após rotura em falha ativa.
(2) Ondas S
(b) Sismos de menor magnitude que ocorrem, geralmente, após
(3) Réplicas
o abalo principal.
(4) Ondas P
(c) Ondas sísmicas que não se propagam em meios líquidos.

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10. Mencione a designação atribuída à escala que permite a construção de isossistas.

Grupo III

O núcleo interno da Terra é essencialmente uma grande bola de ferro sólido cristalizado, situado a uns 5000
quilómetros abaixo da superfície terrestre (figura 3). Com cerca de 2400 quilómetros de diâmetro, é mais
pequeno do que a Lua – mas ao contrário do nosso satélite gélido e sem ar, aí a temperatura ronda os
5500ºC e a pressão é três milhões e meio de vezes superior à pressão atmosférica ao nível do mar.
Uma equipa de cientistas dos EUA e da China conseguiu, graças a uma nova técnica de deteção das ondas
provocadas por terramotos que fazem ricochete no interior do nosso planeta, “ver” como nunca antes fora
possível até ao centro da Terra.
Os investigadores chegaram à conclusão que o núcleo interno da Terra contém, ele próprio, um núcleo
interno.
As ondas sísmicas não atravessam o núcleo da Terra à mesma velocidade em todas as direções (em termos
técnicos, diz-se que existe uma “anisotropia”). Os investigadores referidos mostraram, agora, que, no interior
do núcleo interno, a anisotropia muda radicalmente de direção, com as ondas sísmicas a viajarem mais
depressa numa direção quase este-oeste, ligeiramente inclinada relativamente ao equador da Terra. “Os
nossos resultados são compatíveis com uma anisotropia na parte mais interna do núcleo interno cujo eixo
rápido está próximo do plano (da Terra) que atravessa a América Central e o Sudeste Asiático”.

Os cientistas puderam assim confirmar que, efetivamente, o núcleo interno é composto por duas “camadas”
de ferro sólido cujas “texturas” estão alinhadas em direções perpendiculares entre si.
O diâmetro do interior do núcleo interno tem cerca de metade do diâmetro total do núcleo interno e os cristais
de ferro dos núcleos interior e exterior da Terra estão alinhados de forma diferente, o que poderá significar
que são feitos de materiais diferentes, isto é, de formas cristalinas diferentes do ferro.
(publicado em Março de 2015)

Fig. 3. Estrutura interna da Terra.

1. A análise da velocidade de propagação das ondas sísmicas referidas no texto constitui um método de
estudo do interior da geosfera
(A) indireto, apoiando a existência de uma composição homogénea da mesma.
(B) direto, apoiando a existência de uma composição heterogénea da mesma.
(C) direto, apoiando a existência de uma composição homogénea da mesma.
(D) indireto, apoiando a existência de uma composição heterogénea da mesma.

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2. O método utilizado no texto tem por base uma propriedade sobre o modo como se propagam as ondas
sísmicas, designada por anisotropia. A anisotropia permite concluir que
(A) as ondas sísmicas atravessam o núcleo da Terra sempre à mesma velocidade, em todas as
direções
(B) as ondas sísmicas não atravessam o núcleo da Terra à mesma velocidade, em todas as direções.
(C) as ondas sísmicas têm sempre o mesmo comportamento, independentemente da rigidez do meio
que atravessam.
(D) as ondas sísmicas têm sempre o mesmo comportamento, independentemente do estado físico do
meio que atravessam.

3. Da investigação descrita no texto pode concluir-se que


(A) o diâmetro do interior do núcleo externo tem cerca do dobro do diâmetro total do núcleo interno.
(B) o núcleo interno é composto por duas “camadas” de ferro sólido, alinhadas em direções
perpendiculares entre si.
(C) o núcleo externo é composto por duas “camadas” de ferro sólido, alinhadas em direções
perpendiculares entre si.
(D) o diâmetro do interior do núcleo interno tem cerca do dobro do diâmetro total do núcleo interno.

4. No núcleo interno da Terra a temperatura e a pressão apresentam os valores seguintes:


(A) a temperatura ronda os 5000 graus Celsius e a pressão é dois milhões e meio de vezes superior à
pressão atmosférica ao nível do mar.
(B) a temperatura ronda os 5500 graus Celsius e a pressão é três milhões e meio de vezes superior à
pressão atmosférica ao nível do mar.
(C) a temperatura ronda os 5500 graus Celsius e a pressão é três milhões e meio de vezes inferior à
pressão atmosférica ao nível do mar.
(D) a temperatura ronda os 5000 graus Celsius e a pressão é três milhões e meio de vezes inferior à
pressão atmosférica ao nível do mar.

5. Faça corresponder a cada uma das afirmações da coluna A o respetivo termo ou expressão que se
encontra na coluna B.

Coluna A Coluna B
(a) Zona atravessada unicamente por ondas sísmicas longitudinais. (1) Crosta continental
(b) Zona constituída essencialmente por rochas ricas em sílica e (2) Crosta oceânica
alumínio. (3) Manto
(c) Zona delimitada pelas descontinuidades de Mohorovicic e de (4) Núcleo externo
Gutenberg. (5) Núcleo interno

6. O modelo da estrutura interna da Terra em função da densidade e da composição química considera


(A) três regiões: a crusta, o manto e a endosfera.
(B) quatro regiões: a crusta, o manto, a litosfera e a astenosfera.
(C) três regiões: a crusta, o manto e o núcleo.
(D) quatro regiões: a litosfera, a astenosfera, a mesosfera e a endosfera.

7. Segundo o modelo da estrutura interna da Terra em função da rigidez, a Terra é


(A) exclusivamente sólida. (C) sólida, parcialmente líquida e líquida.
(B) exclusivamente líquida. (D) sólida e líquida.

8. A distribuição do calor geotérmico, no interior da Terra, não é uniforme. O fluxo geotérmico apresenta
(A) valores máximos ao nível das placas litosféricas.
(B) valores máximos ao nível do vale de rifte da dorsal oceânica.
(C) valores mínimos ao nível do vale de rifte da dorsal oceânica.
(D) valores mínimos ao nível das zonas de subducção.

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9. Para a elaboração dos modelos da estrutura da Terra foram necessários dados provenientes de
(A) gravimetria, vulcanologia e hidrogeologia.
(B) gravimetria, hidrogeologia e planetologia.
(C) geomagnetismo, gravimetria e meteorologia.
(D) geomagnetismo, vulcanologia e sismologia.

10. São métodos diretos os que utilizam dados obtidos em explorações mineiras e em sondagens, as quais
se efetuam através de furos que recolhem material do interior da Terra, permitindo o seu estudo. O
material que ascende do interior da Terra, através de fenómenos de vulcanismo, pode fornecer
indicações sobre o tipo de material que se encontra no interior da Terra, bem como sobre o seu estado
físico, no entanto, sobre este meio colocam-se algumas reservas.
Explique as reservas que se colocam relativamente aos materiais provenientes do vulcanismo.

Grupo IV

Os investigadores responsáveis pela monitorização da borboleta-azul conseguiram identificar novas


populações de borboleta-azul na área de Lamas de Olo, freguesia onde estão concentrados os trabalhos de
monitorização e proteção da espécie, uma zona com uma população estável e com um número de indivíduos
elevado. No entanto, os trabalhos de identificação realizados revelaram a presença de Maculinea alcon
(nome científico da borboleta-azul) noutros locais do concelho, o que acaba por ser uma boa notícia e
fortalece o empenho do Município de Vila Real na preservação dessa espécie em risco, uma das mais
emblemáticas do Programa de Preservação da Biodiversidade.
Os conhecimentos até agora adquiridos, assim como os resultados alcançados permitem também traçar
novas estratégias na gestão e conservação desta espécie.

1. A monitorização da borboleta azul permite aos investigadores


(A) efetuar estudos sobre o seu tipo de alimentação.
(B) efetuar estudos sobre o tipo de reprodução.
(C) observar a distribuição geográfica desta espécie.
(D) observar a distribuição estratigráfica desta espécie.

2. Biodiversidade significa a variabilidade de organismos vivos de todas as origens compreendendo


(A) apenas os ecossistemas marinhos.
(B) os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos.
(C) apenas os ecossistemas terrestres.
(D) os ecossistemas terrestres e marinhos.

3. Um dos fatores que dificultam a estimativa da biodiversidade global prende-se com o facto do nível de
biodiversidade
(A) ser constante entre as diversas regiões geográficas do planeta.
(B) ser variável entre as diversas regiões geográficas do planeta.
(C) o número de espécies endémicas não variar entre grupos taxonómicos.
(D) o número de espécies endémicas não variar entre regiões geográficas.

4. O ecossistema onde habita a borboleta azul é o conjunto


(A) da comunidade biótica, do ambiente físico e químico e as relações que estabelecem entre si.
(B) da comunidade biótica e do ambiente físico e químico.
(C) dos seres vivos que vivem em Lamas de Olo.
(D) da composição química e física dos terrenos em Lamas de Olo.

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5. Os produtores de um ecossistema são seres vivos capazes de
(A) elaborar matéria orgânica a partir de matéria inorgânica utilizando uma fonte de energia interna.
(B) elaborar matéria orgânica a partir de matéria inorgânica utilizando uma fonte de energia externa.
(C) transformar a matéria orgânica em matéria inorgânica.
(D) decompor cadáveres e excrementos.

6. A borboleta-azul, segundo a classificação de Whittaker, é incluída no Reino


(A) Fungi, porque é um ser pluricelular e microconsumidor.
(B) Animalia, porque é um ser pluricelular e macroconsumidor.
(C) Protista, porque é um ser unicelular e microconsumidor.
(D) Plantae, porque é um ser pluricelular e autotrófico.

7. O Reino Protista é formado por seres


(A) pluricelulares, sendo todos eucariontes.
(B) unicelulares, sendo todos procariontes.
(C) unicelulares e pluricelulares, sendo todos eucariontes.
(D) unicelulares e pluricelulares, sendo todos procariontes.

8. As células eucarióticas animais e as células eucarióticas vegetais possuem em comum


(A) parede celular e núcleo.
(B) membrana celular com pseudópodes.
(C) membrana celular, citoplasma e núcleo.
(D) membrana celular, citoplasma e cloroplastos.

9. As mitocôndrias são organelos que possuem


(A) uma membrana e estão envolvidos em processos de obtenção de energia por parte da célula.
(B) duas membranas e estão envolvidos em processos de produção de matéria orgânica.
(C) uma membrana e estão envolvidos em processos de produção de matéria orgânica.
(D) duas membranas e estão envolvidos em processos de obtenção de energia por parte da célula.

FIM

Cotações
I II III IV
Questão Cotação Questão Cotação Questão Cotação Questão Cotação
1. 5 1. 5 1. 5 1. 5
2. 5 2. 5 2. 5 2. 5
3. 5 3. 5 3. 5 3. 5
4. 5 4. 5 4. 5 4. 5
5. 5 5. 5 5. 5 5. 5
6. 5 6. 5 6. 5 6. 5
7. 5 7. 5 7. 5 7. 5
8. 5 8. 5 8. 5 8. 5
9. 10 9. 5 9. 5 9. 5
10. 5 10. 10
50 pontos 50 pontos 55 pontos 45 pontos
200 pontos