Vous êtes sur la page 1sur 4

Taxa de Aplicação de Custos Indiretos

A taxa de aplicação* é resultado da avaliação de produção e dos custos para um dado período.

Caso a empresa deseje calcular e talvez contabilizar o custo de cada produto, à medida que vai sendo fabricado, só
poderá fazê-lo se apresentar bases apropriadas para um bom orçamento. Assim, terá que levantar quais custos indiretos
de fabricação acontecerão, como serão distribuídos pelo diversos departamentos e como serão rateados aos produtos.
Precisará antecipar* o que fará até o final do período.

É preciso, também, criar uma conta na contabilidade para controlar a apropriação desses custos nos produtos. Nela, a
contabilidade debita os custos efetivamente incorridos. No final do exercício confrontam-se as duas contas e elimina-se a
diferença caso haja.

*TAXA DE APLICAÇÃO: Pelo emprego dessa taxa, um produto fabricado em janeiro recebe uma parcela do custo de
manutenção que ocorrerá em dezembro ou, se essa manutenção acontecer em janeiro, o produto fabricado nesse mês
receberá apenas uma parcela do custo da manutenção e o restante do custo será distribuído ao longo do ano.

ANTECIPAR: Para tal, são necessárias: a produção do período, o valor dos custos indiretos fixos para o período e os custos
indiretos de fabricação variáveis dessa produção.

A Variação de Custos Indiretos* será apurada em conta da Variação de CIF, a qual será extinta ao final do exercício,
sendo rateada para Produtos em Processo, Estoque de Produtos Prontos e para o Custo dos Produtos Vendidos, isto é,
ajustando aqueles custos que ficaram subavaliados ou superavaliados.

*Variação de Custos Indiretos: Eliseu Martins (2003), “este tratamento (...) é o mais correto dos princípios contábeis
geralmente aceitos e também o indicado para aspectos fiscais no Brasil”. E ainda diz “só é aconselhável jogar o valor da
variação para o Resultado se ele for irrisório e não afetar substancialmente nem o lucro nem o próprio valor dos
estoques”.

Veja um exemplo de Custo Indireto de Fabricação Efetivo:


CIFE - Custo Indireto de Fabricação Efetivo (CIFE) corresponde ao custo indireto efetivamente incorrido no período, é o
custo real.

CIFA - O Custo Indireto de Fabricação Aplicado (CIFA) corresponde ao custo indireto apropriado aos produtos fabricados,
pela Taxa de Aplicação de custos indiretos.

Os custos indiretos de fabricação são estimados para um determinado volume de produção esperado. Porém, poderão
ocorrer dois fatos durante o ano, que irão gerar variações entre o CIFE e o CIFA. Veja quais são estes fatos.

Fato 1

Que a produção efetiva seja diferente daquela que foi prevista.

Fato 2

Que os custos realmente ocorridos sejam diferentes daqueles previstos.


Perceba que é possível ocorrerem custos diferentes daqueles planejados ou um volume de produção diferente do
desejado, trazendo desacordos entre os custos indiretos aplicados pelas taxas previamente determinadas e os custos
indiretos reais.

Dois fatos levam à variação entre o CIFE e o CIFA: variação de custos e variação de volume. Saiba mais a seguir!

a) Variação de custos
Pense que o CIFA foi calculado para um volume de 50.000 horas e a empresa realizou apenas 32.000 horas.

b) Variação de volumes
Essa variação é a implicação de uma produção efetiva diferente daquela que foi orçada, levando a uma alteração no
procedimento dos custos indiretos fixos.

Um dos motivos que levou à variação total de CIF foi o “erro” no planejamento do total de horas. Foram previstas 50.000
horas e trabalhadas 32.000 h, incidindo uma Variação Desfavorável (D) de 18.000 h.

A variação decorrente do erro no volume de produção, chamada de variação de volume é: 32.000 h x R$ 16,88 /h = R$
540.000 D.

c) Variação total de custos indiretos


É o resultado das Variações de Custos e de Volume.

Viu como os produtos fabricados em qualquer período do ano recebem o mesmo montante de custos indiretos?

Nesta aula, você:

• compreendeu a análise da taxa de aplicação de custos indiretos;

• aprendeu a variação de custos indiretos;

• analisou a variação de custos indiretos.