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ESTADO DO MARANHÃO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO


UNIDADE REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE ZÉ DOCA
CENTRO DE ENSINO CLEOBETO DE OLIVEIRA MESQUITA / INEP 21083835
PLANO ANUAL DE CURSO DE DISCIPLINA - 2º ANO ENSINO MÉDIO - ANO LETIVO 2018
DISCIPLINA QUÍMICA
CURSO ENSINO MÉDIO
ANO / TURMAS 2º ANO A/B
NOME: WHÉLYNTON FRANCISCO ROCHA DE ARAÚJO
PROF.
RESPONSÁVEL TELEFONE: CELULAR: 98-98739-7815
E-MAIL: rocha.tonn@gmail.com / rocha.tonn@hotmail.com

CARGA HORÁRIA 4 HORAS AULAS


SEMANAL

SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA


1ºH 1ºH 1ºH 1ºH
HORÁRIO DE 2ºH 2ºH 2ºH 2ºH
AULAS
3ºH 3ºH 3ºH 3ºH
4ºH 4ºH 4ºH 4ºH
5ºH 5ºH 5ºH 5ºH
SALAS 2º ANO A/B

COORDENAÇÃO
VISTO:_______________________DATA________/_________/2017
DESEJA-SE QUE O ALUNO SEJA CAPAZ DE: APRENDER UTILIZAR A LINGUAGEM CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA, FAZENDO USO DOS SEUS SÍMBOLOS E CÓDIGOS NO CONTEXT
O QUE DEVERÁ LINGUAGEM QUÍMICA PARA APRESENTAR , DE FORMA OBJETIVA E CLARA, OS CONHECIMEINTOS ADQUIRIDOS; APRENDER A DESENVOLVER A CAPACIDADE DE INVESTIG
SER APRENDIDO EM QUÍMICA.

COMO DEVERÁ AULAS EXPOSITIVA DIALOGADAS; AULAS EXPOSITIVAS COM UTILIZAÇÃO DE MÍDIAS TECNOLÓGICAS E INTERNET(COMPUTADOR, DATASHOW); AULAS PRÁTICAS EXPERIM
SER ENSINADO
DISPERSÕES QUÍMCAS: 1. 4. Diluição das soluções, 5. Misturas de soluções, 5.1. 2. A ebulição dos líquidos puros, 2.1. I
Dispersões, 1.1. Introdução, 1.2. Classificação das Mistura de duas soluções de um mesmo soluto,5.2. influência da pressão externa na tempe
dispersões, 1.3. Principais características dos sistemas Mistura de duas soluções de solutos diferentes que não 2.3. Comparando líquidos diferentes, 3
dispersos, 2. Soluções, 2.1. Introdução, 2.2. reagem entre si, 5.3. Mistura de duas soluções de dos líquidos puros, 3.1. O congelamen
Á SER

Classificações das soluções, 2.3. Mecanismo da solutos diferentes que reagem entre si, 6. Análise 3.2. As mudanças de estado das substâ
dissolução, 2.4. Regra de solubilidade, 2.5. O fenômeno volumétrica ou volumetria Soluções de solutos não-voláteis e não
da saturação de uma solução, 2.6. Curvas de PROPRIEDADES COLIGATIVAS 1. A de Raoult, 6. Osmometria, 6.1. Conce
solubilidade, 2.7. Solubilidade de gases em líquidos, evaporação dos líquidos puros, 1.1. Pressão máxima de da osmometria, 6.3. Classificação das
dissolução, 2.4. Regra de solubilidade, 2.5. O fenômeno volumétrica ou volumetria Soluções de solutos não-voláteis e não

O QUE DEVERÁ S
da saturação de uma solução, 2.6. Curvas de PROPRIEDADES COLIGATIVAS 1. A de Raoult, 6. Osmometria, 6.1. Conce
solubilidade, 2.7. Solubilidade de gases em líquidos, evaporação dos líquidos puros, 1.1. Pressão máxima de da osmometria, 6.3. Classificação das

ENSINADO
3.Concentração das soluções, 3.1. Concentração comum vapor de um líquido puro, 1.2. Influência da temperatura Determinação de massas moleculares,
ou, simplesmente, concentração (C), 3.2. Título ou fração na pressão máxima de vapor, 1.3. Influência da natureza osmótica e os seres vivos, 7. As proprie
em massa (T), 3.3. Concentração em mols por litro ou do líquido, 1.4. Influência da quantidade de líquido ou de nas soluções iônicas
1º BIM molaridade (M), 3.4. Fração em mols ou fração molar (x), vapor presentes,
3.5. Concentração molal ou molalidade (W), 3.6. Outros
tipos de concentração,
4. Equação termoquímica, 5. Casos particulares das CINÉTICA QUÍMICA 1. Velocidade das reações químicas, 4. O efeito da concentração dos reage
entalpias (ou calores) das reações, 5.1. Estado padrão 1.1. Introdução, 1.2. Conceito de velocidade média de das reações químicas, 4.1. Introdução
dos elementos e dos compostos químicos, 5.2. Entalpia uma reação química, 1.3. A velocidade e a da velocidade das reações, 4.3. O meca
(ou calor) padrão de formação de uma substância (∆H o estequiometria das reações, 1.4. Conceitos de velocidade reações, Ordem e molecularidade das
f ), 5.3. Entalpia (ou calor) de combustão de uma instantânea e cinética química, 2. Como as reações efeito dos catalisadores nas velocidad
substância, 5.4. Entalpia (ou calor) de neutralização, 5.5. ocorrem?, 2.1. Condições fundamentais, 2.2. A teoria químicas, 5.1. Introdução,
Energia de ligação, das colisões, 3. O efeito das várias formas de energia 5.2. Conceitos fundamentais, 5.3. Meca
5.6. Generalizações, 6. Lei de Hess, 6.1. Conseqüências sobre a velocidade das reações químicas, 3.1. O efeito 5.4. Ação do catalisador,
2º BIM

da lei de Hess, da temperatura na velocidade das reações, 3.2. O efeito catalisadores,


da eletricidade na velocidade das reações, 3.3. O efeito
da luz na velocidade das reações,
O QUE DEVERÁ SER ENSINADO

EQUILÍBRIOS IÔNICOS EM SOLUÇÕES AQUOSAS EQUILÍBRIOS HETEROGÊNEOS 1. Introdução, ELETROQUÍMICA – OXI-REDUÇÃO E PI


1. Equilíbrios iônicos em geral, 1.1. 2. Aplicação da lei da ação das 1.
Conceitos iniciais, 1.2. Lei da diluição de Ostwald, 1.3. massas aos equilíbrios heterogêneos, 3. Deslocamento Reações de oxi-redução, 2.1. Conceito
Efeito do íon comum, 1.4. Efeito de íons não comuns, do equilíbrio heterogêneo, 3.1. Influência da redução, oxidante e redutor,
2. Equilíbrio iônico na água/pH e pOH, temperatura, 3.2. 2.2. Conceito de númer
2.1. Introdução, 2.2. Equilíbrio iônico na água/produto Influência da pressão total sobre o sistema, 3.3. (Nox.),
iônico da água, 2.3. Os conceitos de pH e de pOH, Influência da adição ou retirada de um participante do Números de oxidação usuais, 2.4. Cálcu
3º BIM

Revisão matemática — logaritmos, 2.4. A medida do pH equilíbrio, 4. Produto de solubilidade (KPS), 4.1. oxidação, 3. O acerto dos coeficientes
na prática, 2.5. Solução-tampão, 3.Hidrólise de sais, 3.1. Introdução, 4.2. O conceito de produto de solubilidade, das equações de oxiredução,
Conceitos fundamentais, 3.2. Casos fundamentais, 3.3. 4.3. Previsão das reações de precipitação, 4.4. Efeito do
Grau e constante de hidrólise, 3.4. íon comum,
Curvas de titulação

10. As pilhas em nosso cotidiano, ELETRÓLISE 1. Introdução, 2. Eletrólise ígnea, 3. REAÇÕES NUCLEARES 1. O início da er
10.1. Introdução, 10.2. Acumulador ou bateria de Eletrólise em solução aquosa com eletrodos inertes, 4. descoberta da radioatividade, 2. Os ef
automóvel ou bateria de chumbo, 10.3. Pilha de Prioridade de descarga dos íons, 5. Eletrólise em solução radioativas, 3. Recordando alguns con
Leclanché, 10.4. Pilhas alcalinas, 10.5. Pilha de mercúrio, aquosa com eletrodos ativos (ou reativos), estrutura atômica, radioativas, 4. A na
10.6. Pilha de níquel-cádmio, 0.7. Pilha de lítio ou pilha 6. Comparando o funcionamento radiações e suas leis, 4.1. As emissões
4º BIM

de lítio-iodo, O perigoso descarte das pilhas e baterias, das pilhas com a eletrólise, 7. Aplicações da eletrólise, 8. β, 4.3. As emissões γ, 5. Cinética das d
10.8. Pilha ou célula de ombustível, 11.Corrosão, 2.As A estequiometria das pilhas e da eletrólise 6.Famílias radioativas naturais, 7.0 Re
reações de oxi-redução e os fenômenos biológicos, transmutação,
Tipos de reação de transmutação, 7.3.
transurânicos,
de lítio-iodo, O perigoso descarte das pilhas e baterias, das pilhas com a eletrólise, 7. Aplicações da eletrólise, 8. β, 4.3. As emissões γ, 5. Cinética das d

º BIM
10.8. Pilha ou célula de ombustível, 11.Corrosão, 2.As A estequiometria das pilhas e da eletrólise 6.Famílias radioativas naturais, 7.0 Re
reações de oxi-redução e os fenômenos biológicos, transmutação,
Tipos de reação de transmutação, 7.3.
transurânicos,

PARTICIPAÇÃO, CONDUTA e POSTURA DO ALUNO DIANTE DO CONHECIMENTO; SENSO CRÍTICO e RESP0NSABILIDADE; ORGANIZAÇÃO; AUTO AVALIAÇÃO e CAPACIDADE D
QUAN
SER AVALIADO
O QUE DEVRÁ

CAPACIDADE PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS INDIVIDUAIS E EM EQUIPES, SEMINÁRIOS, PROJETOS E AVALIAÇÃO ESCRITA BIMESTRAL.
QUAL

CONSTRUIR MODELOS EXPLICATIVOS NA CIÊNCIA QUÍMICA PARA COMPREENDER DETERMINADOS FENÔMENOS QUIMICOS; PERCEBER QUE A QUÍMICA ESTÁ PRESENTE
MATÉRIA, SUAS PROPRIEDADES, SUAS TRANSFORMAÇÕES E A ENERGIA ENVOLVIDA NESSE PROCESSO; ENTENDER A RELAÇÃO ENTRE MATÉRIA E ENERGIA NO MODELO A
O QUE SE ESPERA MEIO DE SEUS NÚMEROS ATÔMICO, DE MASSA/MASSA ATÔMICA E DE NEUTRONS; UTILIZAR TERMINOLOGIA CIENTÍFICA ADEQUADA PARA ESCREVER SITUAÇÕES COTID
AO FINAL DE DEFINIR, CLASSIFICAR E NOMEAR CIENTIFICAMENTE AS FUNÇÕES QUÍMICAS INORGÂNICAS; DESENVOLVER A CAPACIDADE DO USO DA MATEMÁTICA COMO FERRAMEN
CADA ETAPA ANÁLISE E NA INTERPRETAÇÃO DE GRÁFICOS E TABELAS.
SEXTA-FEIRA
1ºH
2ºH
3ºH
4ºH
5ºH

NTEXTO DA QUÍMICA; APRENDER A EXPRESSAR-SE DE MANEIRA CORRETA USANDO A


ESTIGAÇÃO EM QUÍMICA E DESENVOLVER A CAPACIDADE DE EXPERIMENTAR E MEDIR

PERIMENTAIS COM MATERIAIS CASEIROS PERTINENTES AO COTIDIANO DO ALUNO.

2.1. Introdução, 2.2. A TERMOQÍMICA 1. A energia e as transformações da


temperatura de ebulição, matéria, 1.1. Conceitos gerais, 1.2. Calorimetria,
tes, 3. O congelamento 2. Por que as reações químicas liberam ou absorvem
amento da água pura, calor?, 2.1. Energia interna, 2.2. Entalpia, 3. Fatores que
ubstâncias puras, 4. influem nas entalpias (ou calores) das reações, 3.1.
e não-iônicos, 5. A Lei Influência das quantidades de reagentes e de produtos,
Conceitos gerais, 6.2. Leis 3.2. Influência do estado físico dos reagentes e dos
o das soluções, 6.4. produtos da reação, 3.3. Influência do estado alotrópico,
Influência das quantidades de reagentes e de produtos,
3.2. Influência do estado físico dos reagentes e dos
produtos da reação, 3.3. Influência do estado alotrópico,
3.4. Influência da dissolução/diluição, 3.5. Influência da
temperatura na qual se efetua a reação química, 3.6.
Influência da pressão,
reagentes na velocidade EQUILÍBRIOS QUÍMICOS HOMOGÊNEOS 1. Estudo geral
dução, 4.2. A lei cinética
dos equilíbrios químicos, 1.1. Conceito de reações
mecanismo das reversíveis, 1.2. Conceito de equilíbrio químico, 1.3.
e das reações, 5. O Equilíbrios homogêneos e equilíbrios heterogêneos, 1.4.
cidades das reações Grau de equilíbrio, 1.5. Constante de equilíbrio, 1.6.
Constante de equilíbrios em termos de pressões parciais,
Mecanismo da catálise, 2. Deslocamento do
5.5. Principais equilíbrio, 2.1. Introdução,
2.2. Influência das concentrações dos participantes do
equilíbrio, 2.3. Influência da pressão total sobre o
sistema, 2.4. Influência da temperatura, 2.5. Influência
do catalisador,

O E PILHAS ELÉTRICAS 4. A pilha de Daniell, 4.1. Introdução,


1. Introdução, 2. 4.2. A montagem e o
ceitos de oxidação, funcionamento da pilha de Daniell, 4.3. Outras
montagens da pilha de Daniell,
número de oxidação 5. A força eletromotriz (fem) das pilhas, 5.1. A
2.3. natureza dos metais formadores da pilha, 5.2. As
Cálculo dos números de concentrações das soluções empregadas, 5.3. A
entes ou balanceamento temperatura da pilha, 6. Eletrodo-padrão de hidrogênio,
7. Tabela dos potenciais-padrão de eletrodo, 8.Cálculo
da força eletromotriz (fem) das pilhas, 9. Previsão da
espontaneidade das reações de oxi-redução,

da era nuclear/A 8. Fissão nuclear, 8.1. Histórico, 8.2. A produção do


Os efeitos das emissões urânio, 8.3. A bomba atômica, 8.4. Reatores atômicos ou
s conceitos sobre a nucleares, 9. Fusão nuclear, 10.Aplicações
4. A natureza das das reações nucleares, 11.Perigos e acidentes nucleares,
ssões α, 4.2. As emissões 11.1. O acidente de Three-Mile Island, 11.2. O acidente
das desintegrações, de Chernobyl, 11.3. O acidente de Goiânia,
.0 Reações artificiais de
7.1. Histórico, 7.2.
, 7.3. Elementos
de Chernobyl, 11.3. O acidente de Goiânia,

DADE DE RESOLVER PROBLEMAS

SENTE EM SEU COTIDIANO; ENTENDER QUE A QUÍMICA É A CIÊNCIA QUE ESTUDA A


DELO ATÔMICO DE RUTERFORD-BOHR; IDENTIFICAR ÁTOMO/ELEMENTO QUÍMICO POR
COTIDIANAS APRESENTADAS DE DIFERENTES FORMAS NO UNIVERSO DA QUÍMICA;
AMENTA NOS DADOS QUANTITATIVOS QUÍMICOS, TANTO NA CONSTRUÇÃO QUANTO NA