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CAPÍTULO 01

IDENTIFICAÇÃO, REGISTRO E LICENCIAMENTO DE VEÍCULOS


1.1 IDENTIFICAÇÃO E POSSÍVEIS ADULTERAÇÕES NOS VEÍCULOS

O AMAT tem a obrigação de zelar pela observação dos sinais identificadores


dos veículos automotores. Para tanto, deverá dispensar especial atenção às
placas dos veículos, a fim de averiguar se podem não estar cadastradas no
Sistema DETRANNET (placa fria), pertencerem a outro veículo (placa clonada)
ou com numeração/letras adulterados por pinturas, fitas, etc. Observando-se a
existência de tais alterações, os proprietários ou condutores desses veículos
estarão sujeitos a pena de reclusão de 03 a 06 anos, conforme art. 311 do CP.

O tipo penal tem por objetivo proteger a autenticidade dos sinais que
identificam os veículos automotores, dada a relevância à segurança das
pessoas, proprietárias ou não de veículos automotores. Assim sendo, o crime
disposto no art. 311 do CP consiste em modificar ou remarcar (colocar uma
nova marca) no número de chassi (numeração que fica sobre a estrutura de
aço da carroceria) ou qualquer sinal identificador do veículo automotor (Ex.:
placas), sinal identificador de um componente (Ex.: sinal identificador que
esteja no vidro ou no motor). Ressalta-se que os AMAT devem, assim que
analisarem o risco apresentado na abordagem, solicitar o CLA/CRLV
observando se este pertence ao veículo inspecionado (marca/modelo, cor e
placas).

Em seguida, deverá conferir ambas as placas, o lacre da placa traseira, as


inscrições nos vidros e o CHASSI das motocicletas, de forma que, após a
conferência das informações junto ao CIODES - se restarem dúvidas sobre a
originalidade desses elementos de identificação - faça uma checagem
minuciosa do veículo.

Além do número impresso no chassi ou no monobloco, a Resolução nº 24/98


define como obrigatória a existência de, no mínimo, o número sequencial de
produção, podendo ser, a critério do fabricante, por gravação, na profundidade
mínima de 0,2 mm, quando em chapas ou plaqueta colada, soldada ou
rebitada, destrutível quando de sua remoção; ou ainda por etiqueta autocolante
destrutível, no caso de tentativa da sua remoção, nos seguintes
compartimentos e componente:

I - na coluna da porta dianteira lateral direita;


II - no compartimento do motor;
III - em um dos para-brisas e em um dos vidros traseiros, quando existentes;
IV - em pelo menos dois vidros de cada lado do veículo, quando existentes, excetuados
os quebra-ventos.
Código Descrição Infrator
6599-1 Conduzir o veículo Proprietárioio
que não esteja
registrado.
Código Descrição Infrator
6599-2 Conduzir o veículo Proprietário
registrado que não
esteja devidamente
licenciado.

Providências: Competência: Amparo CTB. Gravidade


AIT e remoção DETRAN/DER Art.: Gravíssima
do veículo se a 230, V
irregularidade
não puder ser
sanada no local

Comentário:
Antes do registro, o condutor, de posse da nota fiscal, poderá transitar:
I - do pátio da fábrica, da indústria encarroçadora ou concessionária e do Posto
Alfandegário, ao órgão de trânsito do município de destino, nos quinze dias
consecutivos à data do carimbo de saída do veículo, constante da nota fiscal
ou documento alfandegário correspondente, exceto os Estados do AM, AC, AP,
RO, RR, TO e PA que terão 30 dias;
II - do pátio da fábrica, da indústria encarroçadora ou concessionária, ao local
onde vai ser embarcado como carga, por qualquer meio de transporte;
III - do local de descarga às concessionárias ou indústrias encarroçadora;
IV - de um a outro estabelecimento da mesma montadora, encarroçadora ou
concessionária ou pessoa jurídica interligada.

QUANDO AUTUAR:
1. Veículo novo sem registro junto ao órgão de trânsito, não portando nota
fiscal (6599-1).
2. Veículo novo sem registro junto ao órgão de trânsito, portando nota fiscal de
compra ou documentação alfandegária, tendo vencido o prazo de quinze dias
consecutivos à data do carimbo de saída do veículo, constante da nota fiscal
ou documento alfandegário correspondente (6599-1).
3. Veículo mesmo dentro desse prazo regulamentar de quinze dias, não esteja
com destino ao órgão de trânsito do local de registro (6599-1).
4. Veículo novo, sem registro junto ao órgão de trânsito, transportando carga
ou pessoas sem portar autorização especial, ou com esta vencida, prevista na
Res.04/98 (6599-1).
5. Veículo registrado, mas sem o devido licenciamento anual (6599-2).
6. Veículo que não portar o CRLV, ainda que vencido, também autuar por não
portar documento obrigatório (6912-0).
QUANDO NÃO AUTUAR:
1. Veículo com placa de fabricante portando autorização.
2. Veículo destinado à exportação nos termos da Portaria 34/05 do
DENATRAN.
3. Veículos sendo rebocados.

CAPÍTULO 02
SISTEMA NACIONAL DE HABILITAÇÃO E SUAS RESPECTIVAS
CATEGORIAS
CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO: A Carteira Nacional de Habilitação
(CNH), emitida pelos DETRAN sob as diretrizes do DENATRAN, é um documento de
porte obrigatório durante a condução de um veículo terrestre, que além de comprovar
a habilitação e categoria do condutor, passou a ser um autêntico documento de
identificação, considerado um dos melhores disponível no Brasil.

2.1 CATEGORIAS

Categoria A: veículos motorizados de duas ou três rodas, com ou sem carro


lateral.

Categoria B: veículos motorizados, exceto os da categoria A, cujo Peso Bruto


Total (PBT = peso do veículo + capacidade de carga) não exceda a 3,5
toneladas e a lotação não exceda a 08 lugares, excluída a do condutor.
Veículos da espécie Motor Casa definida nos termos do anexo I do CTB, cujo
peso não exceda 6.000 quilogramas, ou cuja lotação não exceda 08 lugares,
excluído o do motorista. Com o advento da publicação da Lei 13.097/2015, os
tratores de rodas e os equipamentos automotores destinados a executar
trabalhos agrícolas poderão ser conduzidos em via pública também por
condutor habilitado na categoria “B”.

Categoria “C” – Habilita o condutor a dirigir os veículos automotores e


elétricos utilizados em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a três
mil e quinhentos quilogramas; tratores, máquinas agrícolas e de movimentação
de cargas, motor-casa, combinação de veículos em que a unidade acoplada,
reboque, semirreboque ou articulada, não exceda a 6.000 kg de PBT e, todos
os veículos abrangidos pela categoria “B”.

Categoria “D” – Apesar de ser típica para a condução de veículos de


passageiros, a CNH de categoria “D” contempla a condução, além dos ônibus e
micro-ônibus, dos veículos de carga listados na categoria “C”.

Categoria “E” – Será exigida quando houver condução de combinação de veículos


automotores, em que a unidade tratora se enquadre nas categorias “B”, “C” ou “D”;
cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, articulada, ou ainda com mais de uma
unidade tracionada, tenha seis mil quilogramas ou mais, de PBT, ou cuja lotação
exceda a oito lugares. A legislação não cita o peso bruto total combinado (PBTC),
quando trata de categoria de habilitação para veículos de transporte de carga. Logo, os
AMAT não farão a soma dos PBT dos veículos acoplados, a fim de estabelecer a
categoria a ser exigida do condutor fiscalizado.

2.3.2 CONDUTOR BRASILEIRO HABILITADO EM OUTRO PAÍS

Deverá portar a carteira de habilitação estrangeira válida, acompanhada de


documento de identificação. Após 180 dias de estada regular no Brasil, o
condutor estrangeiro ou brasileiro habilitado no exterior e que pretender
conduzir veículo automotor deverá fazer os exames de aptidão física e mental
e de avaliação psicológica, com vistas à obtenção da Carteira Nacional de
Habilitação brasileira. Para isso, é necessário apresentar a carteira de
habilitação do país de origem, acompanhada de tradução simples.

Para que o condutor brasileiro, habilitado em outro país, possa conduzir


veículos Automotores no território Nacional.
1. Documento (passaporte ou outro) que comprove a permanecia no Brasil num
período não superior a 180 dias; e
2. Habilitação original do país em que ele se habilitou dentro do prazo de
validade.
Deverá ser seguido o mesmo regramento sobre a compatibilidade entre
categoria da habilitação e veículo conduzido, além da atenção às menções
especiais ali descritas como obrigatórias (Ex.: lentes corretivas). Mesmo que no
país de origem seja permitida a condução de veículo automotor por menores
de 18 anos, no Brasil essa concessão não poderá ser aceita.

2.7 UTILIZAÇÃO DO CAPACETE DE SEGURANÇA POR CONDUTORES DE


CICLOS MOTORIZADOS

A fiscalização da utilização de capacetes por condutores passou por radicais mudanças


por força da Res. CONTRAN nº 453/13, desta forma, nos casos de fiscalização da
utilização de capacetes de segurança por condutores e passageiros de motocicletas,
motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados (exceto os que dispõem de cabine
fechada) ou quadriciclos motorizados os AMAT deverão utilizar os seguintes
enquadramentos:

7030-1 Descrição Infrator


Conduzir motocicleta, Condutor
motoneta e
ciclomotor sem
capacete de
segurança.
Código Descrição Infrator
7030-3 Conduzir motocicleta, Condutor
motoneta e
ciclomotor sem
vestuário aprovado
pelo CONTRAN.
Providências: Competência: Amparo CTB. Gravidade
AIT e DETRAN/DER Art.: Gravíssima
recolhimento da 244, I
CNH

QUANDO NÃO AUTUAR:

1. Utilizar a codificação 5207-0 (Dirigir sem atenção ou sem os cuidados


indispensáveis à segurança) ao conduzir motocicleta, motoneta, ciclomotor,
triciclo motorizado de cabine aberta e quadriciclo motorizado:

a. Com capacete de segurança sem viseira ou óculos de proteção;


b. Com capacete e utilizando:
- Viseira ou óculos de proteção sem boas condições de uso;
- Viseira ou óculos de proteção em posição que não dê proteção total aos
olhos;
- Viseira ou óculos de proteção com película;
- Viseira em padrão diverso do cristal, no período noturno;
- Óculos de sol, óculos corretivos ou de segurança do trabalho (EPI), em
substituição aos óculos de proteção.

c. Com capacete:
- Sem estar devidamente fixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta
jugular e engate, por debaixo do maxilar inferior;
- Do tipo modular, sem que a queixeira esteja totalmente abaixada e travada,
utilizar enquadramento específico.

2. Utilizar a codificação 6645-0 (Conduzir o veículo com equipamento


obrigatório em desacordo com o estabelecido pelo CONTRAN) nos casos de
condutores ou passageiros UTILIZANDO capacete com:
a. Falta de certificação do INMETRO (Selo ou etiqueta do INMETRO);
b. Falta de aposição dos dispositivos retrorrefletivos nas laterais e traseira do
capacete; e
c. Apresentação de trincas, perfurações, avarias ou danos no casco.
CAMPO “COMPLEMENTO DA INFRAÇÃO”: Descrever a situação observada. Exemplos:
“capacete no cotovelo do condutor”, “capacete do tipo ciclístico” ou “colete refletivo
encoberto por mochila”.
CAPÍTULO 03
PENALIDADES, MEDIDAS ADMINISTRATIVAS E PROCESSO
ADMINISTRATIVO DE INFRAÇÕES DE TRÂNSITO
3.1 DAS PENALIDADES

Art. 256. A autoridade de trânsito, na esfera das competências estabelecidas


neste Código e dentro de sua circunscrição, deverá aplicar, às infrações nele
previstas, as seguintes penalidades:

I - advertência por escrito;


II - multa;
III - suspensão do direito de dirigir;
V - cassação da Carteira Nacional de Habilitação;
VI - cassação da Permissão para Dirigir;
VII - frequência obrigatória em curso de reciclagem.

3.2 DAS MEDIDAS ADMINISTRATIVAS

Art. 269. A autoridade de trânsito ou seus agentes, na esfera das competências


estabelecidas neste Código e dentro de sua circunscrição, deverá adotar as
seguintes medidas administrativas:

I - retenção do veículo;
II - remoção do veículo;
III - recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação;
IV - recolhimento da Permissão para Dirigir;
V - recolhimento do Certificado de Registro;
VI - recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual;
VII - (VETADO)
VIII - transbordo do excesso de carga;
IX - realização de teste de dosagem de alcoolemia ou perícia de substância
entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica;
X - recolhimento de animais que se encontrem soltos nas vias e na faixa de
domínio das vias de circulação, restituindo-os aos seus proprietários, após o
pagamento de multas e encargos devidos.
XI - realização de exames de aptidão física, mental, de legislação, de prática de
primeiros socorros e de direção veicular.
§ 1º A ordem, o consentimento, a fiscalização, as medidas administrativas e
coercitivas adotadas pelas autoridades de trânsito e seus agentes terão por
objetivo prioritário a proteção à vida e à incolumidade física da pessoa.
§ 2º As medidas administrativas previstas neste artigo não elidem a aplicação das
penalidades impostas por infrações estabelecidas neste Código, possuindo caráter
complementar a estas.
3.5 DO PROCESSO ADMINISTRATIVO.
O Auto de Infração de Trânsito é o Instrumento que dá início ao Processo
Administrativo.
Res. 619 Art. 2º.

“I - Auto de Infração de Trânsito: é o documento que dá início ao processo


administrativo para imposição de punição, em decorrência de alguma infração
à legislação de trânsito. (Res. CONTRAN nº 619/16).”

“Constatada a infração pela autoridade de trânsito ou por seu agente, ou ainda


comprovada sua ocorrência por aparelho eletrônico ou por equipamento
audiovisual, reações químicas ou qualquer outro meio tecnológico disponível,
previamente regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN
será lavrado o Auto de Infração de Trânsito que deverá conter os dados
mínimos definidos pelo art. 280 do CTB e em regulamentação específica. (Art.
3º da Res. CONTRAN nº 619/16).”

O documento inicial de informação sobre a infração constatada e as


circunstâncias que a envolve é o Auto de Infração de Trânsito (AIT).
Documento esse que precisa ser objetivo, simples e preciso. Deve ser
preferencialmente, preenchido com caneta de cor azul, valendo, em alguns
casos, como notificação da autuação.

Considerar-se-á encerrado o preenchimento do AIT e registrada a infração,


quando as informações dos campos obrigatórios já estiverem presentes e o
documento tiver sido assinado pelo condutor ou informada sua recusa em
assinar.

Artigo 302: Praticar homicídio culposo na direção de veículo automotor:


Penas - detenção, de dois a quatro anos, e suspensão ou proibição de se
obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.
[...]

O artigo 302 apresenta o crime de homicídio culposo que se configura quando


o condutor, estando na direção de veículo automotor, mata alguém de forma
culposa, ou seja, quando não tem a intenção de causar o resultado morte.

§ 1º No homicídio culposo cometido na direção de veículo automotor, a pena é


aumentada de 1/3 (um terço) à metade, se o agente:
I - não possuir Permissão para Dirigir ou Carteira de Habilitação;
II - praticá-lo em faixa de pedestres ou na calçada;
III - deixar de prestar socorro, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à
vítima do acidente;
IV - no exercício de sua profissão ou atividade, estiver conduzindo veículo de
transporte de passageiros. (Incluídos pela Lei nº 12.971, de 2014) (Vigência)

O artigo 18, inciso II, do Código Penal, diz o que é crime culposo: “aquele
cometido quando o agente deu causa ao resultado por negligência,
imprudência ou imperícia”. Ou seja, é aquele em que o agente não teve a
intenção de produzir o resultado morte.

Por outro lado, naqueles casos em que o motorista praticar o fato com a
intenção de matar alguém - agir de forma proposital, com dolo -, não há que
falar em crime do artigo 302, do CTB, mas sim em crime tipificado no artigo
121, do Código Penal, que comina penas mais graves ao delito.

Logo, são requisitos para que ocorra o crime de homicídio culposo na direção
de veículo automotor:
a) Tenha sido praticado na direção de veículo automotor; e
b) Não tenha sido praticado de forma intencional.

Cabe frisar que, segundo entendimento do Batalhão de Polícia de Trânsito -


BPTran -, por meio da Nota de Instrução nº 08/2016, que visa regular as
atividades de fiscalização e registro de BOAT realizados pelos ME, considera-
se acidente de trânsito com vítima fatal aquele no qual o óbito ocorre no local
do fato, quando a vítima dá entrada no hospital sem vida ou, ainda, quando até
o encerramento da ocorrência, a guarnição confirme o óbito.

5.2 DO ACIDENTE DE TRÂNSITO COM VÍTIMA PARCIAL


Considera-se acidente de trânsito com vítima parcial aquele que deriva lesões
físicas, porém, sem óbito até o encerramento da confecção do BOAT.
Para efeito de registro de BOAT, o policial deverá considerar:

a) Como LEVES: lesões que provocarem ferimentos superficiais como


escoriações cutâneas e pequenos edemas nas extremidades dos membros; e

b) Como GRAVES: lesões que resultarem em inconsciência da vítima durante


o atendimento médico, perda de membro ou parte dele, aceleração de parto ou
aborto, fratura aparente ou exposta, perda de massa encefálica ou qualquer
outra julgada de risco para vida da vítima.

5.2.1 DO PRAZO PARA REGISTRO DO BOAT


Os acidentes de trânsito com vítimas só serão registrados pelos AMAT no
momento do fato ou logo após. Esse tipo de registro só poderá ser
concretizado com a presença da guarnição no local do sinistro. Os casos
excepcionais deverão ser comunicados ao CPU de serviço que, se julgar
adequado e legal a situação, poderá autorizar o registro, depois de analisadas
as circunstâncias e comprovada a boa fé do interessado.

As partes interessadas no registro de acidentes que ensejaram lesões


corporais, cujas guarnições da PMES não presenciaram a situação, deverão
ser orientadas a procurar a correspondente Delegacia de Polícia Civil
(Regionais), para maiores esclarecimentos acerca da possibilidade de
instauração de um procedimento penal investigatório (caso haja crime de
trânsito ou de lesão corporal). Salienta-se que o AMAT deve ter conhecimento
de que o prazo decadencial é atingido após 06 meses do conhecimento do
acidente de trânsito relacionado à lesão corporal que se pretenda informar.