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27/06/2017

Especialização em Fisiologia do Exercício Físico


Pró-reitoria de pós-graduação e pesquisa
Centro de Ciência da Saúde
Curso de Educação Física

ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO FÍSICO.


Avaliação da Atividade Motora

Rossman Prudente Cavalcante


Graduado em Educação Física (UNIFOR/CE)
Pós-graduado em Treinamento Desportivo (FEFISO-SP)
Pós-graduado em Saúde do Idoso (UECE-CE)
Mestre em Saúde Pública com área de concentração em Epidemiologia (UFC-CE)
Professor da graduação em Educação Física (UNIFOR/CE) e pós graduação (UECE/CE, UNIFOR/CE)
Certificação internacional FMS (Functional Movement Screen)
Fundador e Treinador Senior do Clube de Corrida
Diretor geral da PERSONAL CARE
.

Cronograma

Dia 03 de junho
 Manhã: Introdução à disciplina / Avaliação da aptidão física de acordo com
o objetivo primário / Avaliação preliminar da saúde / Anamnese
 Tarde: Avaliação postural básica e avaliação dos padrões básicos de
movimento.
Dia 04 de junho:
 Manhã: Avaliação da composição corporal e da flexibilidade
Dia 24 de junho:
 Manhã: Avaliação da potência aeróbia
 Tarde: Avaliação da força muscular e suas diferentes manifestações

Dia 25 de junho:
 Manhã: Avaliação da disciplina.

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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27/06/2017

27/06/2017

Aptidão física para quê?

Saúde Desempenho
atlético

Estética

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Avaliação da Aptidão Física relacionada ao


desempenho atlético

Aptidão física
relacionada ao
desempenho atlético

Tempo de
Agilidade Coordenação Equilíbrio Potência Velocidade
reação

American College of Sports Medicine. Diretrizes do ACSM para o teste de esforço e sua prescrição. 9ª ed.
Campos, Dilza, translator. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2014. .

Avaliação da Aptidão Física relacionada ao


desempenho atlético

 Capacidades motoras determinantes do desempenho


 Sistemas energéticos
 Movimentos utilizados
 Ações musculares

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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Aptidão física relacionada à Saúde

 Capacidade de realizar tarefas diárias com vigor e demonstrar


características associadas com um baixo risco do desenvolvimento
prematuro de doenças hipocinéticas.
Pate RR. The evolving definition of physical fitness. Quest. 1988;40:174-9.

Avaliação da Aptidão Física relacionada à


Saúde

Aptidão física
relacionada à
saúde

Aptidão Composição Endurance


Força muscular Flexibilidade
cardiorrespiratória corporal muscular

American College of Sports Medicine. Manual do ACSM para avaliação da aptidão física
relacionada à saúde. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2011.

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Avaliação da Aptidão Física relacionada à


Saúde

Aptidão física
relacionada à
saúde

Aptidão Composição
Força muscular Flexibilidade
cardiorrespiratória corporal
Endurance
muscular

Adaptado de American College of Sports Medicine. Manual do ACSM para avaliação da


aptidão física relacionada à saúde. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2011.

Avaliação da Aptidão Física relacionada à


Saúde

Resistência Composição
Flexibilidade Força muscular
cardiorrespiratória corporal

Potência Força pura


aeróbia Flexibilidade Percentual
Força Rápida
passiva de gordura
Resistência de
Respostas de força
FC e PA

Mobilidade Massa
Sinais e Estabilidade magra
sintomas

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AFRS X AFRDA

“... Na flexibilidade em
flexão do quadril com o
joelho estendido, o valor
considerado normal
compreende 80º ou
mais”.

Abdalla, Achour JúniorMobilização e Alongamento na função


musculoarticular. Barueri, SP: Manole, 2017, 254p

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Flexibilidade e AFRDA

 Hipótese: A amplitude máxima da flexão passiva do quadril


com joelho estendido do atleta é de aproximadamente 90º.
 Atende critérios de AFRS?
 Atende critérios de AFRDA para o MMA.
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Não há como saber quais os testes


que serão aplicados em uma
avaliação física antes da anamnese

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

PAR-Q

PAR-Q (Questionário de Prontidão para a Atividade Física)


1. Alguma vez um médico disse que você possui um problema do coração e lhe recomendou que só fizesse atividade
física sob supervisão médica?
( ) Sim ( ) Não

1. Você sente dor no peito, causada pela prática de atividade física?


( ) Sim ( ) Não

1. Você sentiu dor no peito no último mês?


( ) Sim ( ) Não

1. Você tende a perder a consciência ou cair, como resultado de tontura ou desmaio?


( ) Sim ( ) Não

1. Você tem algum problema ósseo ou muscular que poderia ser agravado com a prática de atividade física?
( ) Sim ( ) Não

1. Algum médico já lhe recomendou o uso de medicamentos para sua pressão arterial, para circulação ou coração?
( ) Sim ( ) Não

1. Você tem consciência, através da sua própria experiência ou aconselhamento médico, de alguma outra razão física
que impeça sua prática de atividade física sem supervisão médica?
( ) Sim ( ) Não

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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PAR-Q

 Objetivo: verificar a validade, sensibilidade (SE), especificidade (ES),


valor preditivo positivo (VPP) e valor preditivo negativo (VPN), do PAR-Q
em idosos.
 Amostra: 104 idosos, 98 mulheres e 6 homens, com 61 a 89 anos de idade
(73±6 anos) e diferentes níveis de escolaridade.
 Instrumentos de avaliação: Os sujeitos responderam ao PAR-Q e
passaram por uma avaliação clínica.
 Análise dos dados: A análise das respostas foi realizada por meio do teste
qui-quadrado (p)
Prof. Rossman Cavalcante, Ms

PAR-Q aplicado à população idosa

89% 42% 78% 62%


Sensibilidade Especificidade VPP VPN

Luz LGO, Maranhão Neto GA, Farinatti PTV. Validade do questionário de prontidão para a atividade física (PAR-Q) em
idosos. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum. 2007;9(4):366-71.

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Rev Bras Med Esporte – Vol. 22, No 4 – Jul/Ago, 2016

Algumas conclusões:
 O PAR-Q não foi capaz detectar morbidades
clínicas como: asma (8%), dislipidemia (4%),
hipotireoidismo (2%), tabagismo (8%) e cirurgias
prévias (40%).

 O exame abdominal e cardiopulmonar estava


alterado em 10% dos participantes que
apresentaram PAR-Q negativo.

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Questionário de estratificação do risco


cardiovascular (ACSM/AHA)

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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27/06/2017

Rev Bras Med Esporte – Vol. 22, No 5 – Set/Out, 2016

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Protocolos de estratificação do risco

Professor Rossman Cavalcante

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Protocolos de estratificação do risco

1. American College of Sports Medicine (ACSM),


2. Brazilian Society of Cardiology (SBC)
3. Protocol designed by Frederic J. Pashkow
4. American Association of Cardiovascular and Pulmonary
Rehabilitation (AACVPR)
5. American Heart Association (AHA)
6. Société Française de Cardiologie (SFC)
7. Spanish Society of Cardiology (SEC) 1
8. Spanish Society of Cardiology (SEC) 2

Nenhum dos métodos descritos conseguiu abranger todas as situações de risco


a que o paciente está sujeito, porém eles são fundamentais para prescrição do
exercício.

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Estratificação de risco
Classificação Funcional NYHA

• Portadores de doença cardíaca sem limitação da atividade física .

Classe I Estes paciente sentem-se bem e a atividade física não provoca


sintomas de fadiga acentuada, nem palpitações, nem dispnéias, nem
angina do peito, nem sinais e sintomas de baixo débito cerebral

Classe II
• Portadores de doença cardíaca com leve limitação da atividade
física . Sentem-se bem em repouso, porém maiores esforços provocam
sinais e sintomas cardiorrespiratórios.

• Portadores de doença cardíaca com nítida limitação da atividade

Classe III física . Estes pacientes sentem-se bem em repouso, embora acusem
sinais e sintomas cardiorrespiratórios, quando efetuam pequenos
esforços

Classe IV
• Portadores de doença cardíaca que os impossibilita de qualquer
atividade física. Estes pacientes, mesmo em repouso, apresentam
dispnéia , palpitações , fadiga ou angina do peito.

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Critérios para estratificação de


risco (AHA)

Classe B: Presença de DCV


Classe A: Indivíduos conhecida e com baixo risco
aparentemente sadios para complicações com o
exercício vigoroso

Classe C: Risco
moderado/alto para
complicações cardíacas Classe D: Doença instável
durante o exercício e/ou com restrição da atividade
incapazes de auto
gerenciamento
Exercise Standards for Testing and Training. Circulation. Volume128(8):873-934, August 20, 2013

Teste de esforço e exame médico com base na


estratificação de riscos

Estratificação de
risco

Baixo risco Risco moderado Alto risco


Assintomático Assintomático Sintomático ou doença
cardíaca, pulmonar ou
< 1 Fator de risco < 2 Fatores de risco metabólica conhecida

Exame médico e TE Exame médico e TE Exame médico e TE


Mod: Desnecessário Mod: Desnecessário Mod: Recomendado
Vig: Desnecessário Vig: Recomendado Vig: Recomendado

Adaptado de ACSM’s Guidelines for Exercise Testing and Prescription, 8th ed.
Philadelphia: WKH: 2009, 32p

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Teste ergométrico
Nível de evidência e grau de recomendação
Dor ou desconforto torácico, início de cansaço ou
Atividade de lazer de alta dispneia de causa indefinida, palpitação, arritmias
intensidade, esporte e competição previamente inexistentes, pré-síncope ou síncope
(exercício) ou elevação da PA em repouso.

Realizar teste Realizar teste


ergométrico ao iniciar o ergométrico ao iniciar o
programa de atividade programa de atividade
física. física.

Grau de recomendação: IIa Grau de recomendação: I


Nível de evidência: A Nível de evidência: A

Ghorayeb N., Costa R.V.C., Castro I., Daher D.J., Oliveira Filho J.A., Oliveira M.A.B. et al. Diretriz em Cardiologia do Esporte
e do Exercício da Sociedade Brasileira de Cardiologia e da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte .
Arq Bras Cardiol. 2013;100(1Supl.2):1-41

Anamnese:
O que você REALMENTE precisa saber?

Come Usou
sobremesa? viagra?

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Anamnese

Ela vem do Grego ANAMNESIS, “lembrança, ato de


trazer à mente”, formada por ANA-, “para trás”, mais
a raiz de MIMNEKESTHAI, “recordar, fazer lembrar”.

Anamnese

 Objetivos
 Antecedentes familiares (saúde)
 Antecedentes pessoais (saúde)
 Sistema cardiovascular:
 Sistema respiratório:
 Sistema endócrino:
 Exames laboratoriais recentes (CGT)
 Sistema musculoesquelético:
 Outros:
 Cirurgias:
 Medicação:

 Acompanhamento por parte de outros profissionais da saúde:


 Nível atual de atividade física
 Registro de atividade física anterior
 Disponibilidade de tempo para a prática de atividade física

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Exames complementares mais frequentes para


detectar arritmias cardíacas

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Exames complementares mais frequentes para


detectar doenças valvulares:

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Exames complementares mais frequentes para


detectar hipertensão arterial

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Exames complementares mais frequentes


para detectar doença coronariana

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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Sistema cardiovascular: sintomas


associados a risco

 Taquicardia;
 Palpitação;
 Pausas;
 Dor no tórax
 Desmaios
Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Anamnese

 Objetivos
 Antecedentes familiares (saúde)
 Antecedentes pessoais (saúde)
 Sistema cardiovascular:
 Sistema respiratório:
 Sistema endócrino:
 Exames laboratoriais recentes (CGT)
 Sistema musculoesquelético:
 Outros:
 Cirurgias:
 Medicação:

 Acompanhamento por parte de outros profissionais da saúde:


 Nível atual de atividade física
 Registro de atividade física anterior
 Disponibilidade de tempo para a prática de atividade física

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Sistema respiratório

 DPOC
 Asma
 Bronquite
 Transtornos respiratórios;
 Doenças nasais;
 Doenças pleurais;
 Anormalidades do sistema
respiratório;

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Exames complementares

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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27/06/2017

Anamnese

 Objetivos
 Antecedentes familiares (saúde)
 Antecedentes pessoais (saúde)
 Sistema cardiovascular:
 Sistema respiratório:
 Sistema endócrino:
 Exames laboratoriais recentes (CGT)
 Sistema musculoesquelético:
 Outros:
 Cirurgias:
 Medicação:

 Acompanhamento por parte de outros profissionais da saúde:


 Nível atual de atividade física
 Registro de atividade física anterior
 Disponibilidade de tempo para a prática de atividade física

Sistema endócrino

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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27/06/2017

Anamnese

 Objetivos
 Antecedentes familiares (saúde)
 Antecedentes pessoais (saúde)
 Sistema cardiovascular:
 Sistema respiratório:
 Sistema endócrino:
 Exames laboratoriais recentes (CGT)
 Sistema musculoesquelético:
 Outros:
 Cirurgias:
 Medicação:

 Acompanhamento por parte de outros profissionais da saúde:


 Nível atual de atividade física
 Registro de atividade física anterior
 Disponibilidade de tempo para a prática de atividade física

Colesterol e triglicérides
Valores referência

Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2017


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Glicemia – Valores referência

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (2015-2016) / Adolfo


Milech...[et. al.]; organização José Egidio Paulo de Oliveira, Sérgio Vencio - São
Paulo: A.C. Farmacêutica, 2016

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Anamnese

 Objetivos
 Antecedentes familiares (saúde)
 Antecedentes pessoais (saúde)
 Sistema cardiovascular:
 Sistema respiratório:
 Sistema endócrino:
 Exames laboratoriais recentes (CGT)
 Sistema musculoesquelético:
 Outros:
 Cirurgias:
 Medicação:

 Acompanhamento por parte de outros profissionais da saúde:


 Nível atual de atividade física
 Registro de atividade física anterior
 Disponibilidade de tempo para a prática de atividade física

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Doenças ou lesões musculoesqueléticas

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Sinais e sintomas relacionados à doenças


ou lesões musculoesqueléticas

Intensidade da dor
Situações cotidianas que
exarcebam/aliviam os sintomas

Exercícios que exarcebam/aliviam os


sintomas

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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Exames de imagem complementares

Radiografia

Ultrassom

Tomografia

Ressonância magnética

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Exames de imagem: Alterações estruturais


e dor patelofemoral

 Microlesões na cartilagem
134
participantes
patelar;

 Lesões da medula óssea


patelar;
70
64
participantes
participantes

Alterações na gordura de
Grupo
DPF
controle 
Hoffa;

RA Van der Heijden et al. Am J Sports Med 44 (5), 1172-1178. 2016 Mar 07.

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Anamnese

 Objetivos
 Antecedentes familiares (saúde)
 Antecedentes pessoais (saúde)
 Sistema cardiovascular:
 Sistema respiratório:
 Sistema endócrino:
 Exames laboratoriais recentes (CGT)
 Sistema musculoesquelético:
 Outros:
 Cirurgias:
 Medicação:

 Acompanhamento por parte de outros profissionais da saúde:


 Nível atual de atividade física
 Registro de atividade física anterior
 Disponibilidade de tempo para a prática de atividade física

Seleção dos testes a partir da triagem


pré-avaliação
 Fisicamente dependentes: Testes de auto-relato que investigam as
atividades BÁSICAS da vida diária.

 Fisicamente frágil: Testes de auto-relato que investigam as ABVDs e


testes para as AIVDs.

 Fisicamente independentes, mas sedentários: Testes de aptidão física


relacionada à saúde e testes para as AAVDs.

 Fisicamente ativos (aptos): Testes de aptidão física relacionada à


saúde

 Atletas: Testes de aptidão física relacionada à saúde e à performance


da modalidade praticada.

Adaptado de SPIRDUSO, Waneen. Physical Dimensions of Aging. 1st ed. Champaign: Human Kinetics, 1995

Professor Rossman Cavalcante

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Informação multidisciplinar para tomada de decisão


do profissional de EF: Exemplos

Tendão Patelar Tendão flexores


Maior morbidade Menor morbidade
Maior perda de força extensora Menor perda de força extensora
Dor anterior no joelho Dor na região posterior do joelho
Mais complicações fêmur-patelares Maior dificuldade técnica
Protocolo acelerado Protocolo de recuperação mais lento
Risco de ruptura do tendão Maior resistência
Dr. Gustavo Pires (Ortopedia e Medicina Esportiva – PERSONAL CARE)

Professor Rossman Cavalcante

Informação multidisciplinar para tomada de decisão


do profissional de EF: Exemplos

Fisioterapia:
 Número de sessões,
 Frequência semanal,
 Tipos de estímulos para desenvolvimento da força,
 Grau de recuperação da ADM,
 Estímulos proprioceptivos.

Professor Rossman Cavalcante

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Equivalência de potência dos efeitos dos


betabloqueadores
Droga Pot. propranolol=1 Dosagem BB Redução% FC
Acebutolol 0,3 10mg 11%
Alprenolol 0,3 25mg 12%
Atenolol 1,0 40mg 14%
Bunolol 20,0 50mg 15%
Metoprolol 1,0 80mg 18%
Nadolol 3,0 100mg 20%
Oxprenolol 1,0 120mg 22%
Penbutolol 4,0 150mg 25%
Pindolol 6,0 160mg 26%
Propranolol 1,0 200mg 30%
Sotalol 0,3 240mg 34%
Timolol 6,0 300mg 47%
Tolamolol 0,8 400mg 51%

Avaliação postural básica


O que procurar?

Professor Rossman Cavalcante

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Avaliação postural básica


O que procurar?
Alguns resultados

 76% são assimétricos;


 66% pendem para a direita;
 55% têm inclinação da pélvis
à direita e 21% à esquerda;
 67% têm a cabeça mais para
a direita e 21% para a
esquerda ;
 68% têm o ombro mais
“caído” para a direita e 23%
para a esquerda

Professor Rossman Cavalcante

Fatores que influenciam a postura corporal

Postura

Fatores Fatores Fatores


neurofisiológicos biomecânicos psicossociais
Sistema visual Cadeias musculares Estados de ânimo
Sistema vestibular Peso do corpo + Ação
Sistema somatossensorial gravitacional

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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Postura também é uma forma de


comunicação.

Professor Rossman Cavalcante

Avaliação Postural
Síndromes de desbalanceamento muscular

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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27/06/2017

Avaliação Postural

Professor Rossman Cavalcante

TFP: Cadeia posterior

•Ângulo tibiotársico

•Joelhos

•Ângulo coxofemoral

•Curvas na coluna vertebral

•Distância mão-chão

SANTOS, Ângela. Diagnóstico Clínico Postural: um guia prático.SP.: Summus, 2001.99-104p.

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TFP: Cadeia posterior

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Muita cautela

 Assimetrias estruturais e imperfeições são variações


inerentes ao ser humano e não condições patológicas.
 Variações neuromusculares e no controle do motor
também são normais.
 O corpo humano tem capacidade de tolerar tais
variações sem perda de função ou comprometimento do
desenvolvimento.
 Alterações biomecânicas nem sempre determinam
sintomas.
 O padrão postural depende da interação de inúmeros
fatores, muitas vezes alheios à intervenção do
profissional de EF.
Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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27/06/2017

Padrões básicos de movimento

 Padrões de movimento são combinações intencionais de


segmentos estáveis e móveis trabalhando em harmonia
coordenada para produzir sequências de movimentos
eficientes e efetivos.
COOK,G. Movement. Functional Movement Systems: Screening, Assessment and Corrective
Strategies. On Target Publications, Califórnia, 2010
.

 Padrões básicos de movimento relacionam-se com as ações


motoras fundamentais do ser humano: agachar, puxar,
empurrar, avançar, saltar, rolar, etc.
 De uma maneira geral, os exercícios que conhecemos são
compostos de variações e adaptações desses movimentos
básicos.
CAVALCANTE, Rossman Prudente. Treinamento Funcional in COHEN, M & ABDALLA, J. Lesões
do Esporte. – 2ª Ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2015
Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Avaliação dos padrões básicos de


movimento

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Padrões disfuncionais de movimento


associados a DPF
 Rotação interna excessiva do
quadril
Souza and Powers, 2009; Boling et al, 2009; Wirtz et al,
2011; Noehren et al, 2011.

 Adução excessiva do quadril


Wilson & Davis, 2008; Noehren et al, 2011; Noehren et al,
2013.

 “Estratégia” do joelhos
(dominância do quadril)
Prins & Van der Wurf, 2009; Mascal et al, 2013; Earl &
Hoch, 2011; Khayambashi, 2014.

Por que avaliar padrões básicos


de movimento?

A incapacidade do atleta em manter


um bom alinhamento dinâmico entre os
segmentos corporais dos membros
inferiores é um fator de risco para
lesões nos joelhos.

FORD, K. R., MYER, G. D., HEWETT, T. E. Valgus Knee Motion During Landing in High School Female and
Male Basketball Players. Medicine andScience in Sports and Exercise,v. 35, p.1745-1750, 2003.
POWERS, C. M. The Influence of Altered Lower-Extremity Kinematics on Patellofemoral Joint Dysfunction:
a Theoretical Perspective. Journal of Orthopaedic and Sports Physical Therapy, v. 33, p.639-646, 2003.
(NOYES, F. R., BARBER-WESTIN, S. D., FLECKENSTEIN, C., WALSH, C.,WEST, J. The Drop-Jump
Screening Test: Difference in Lower Limb Control by Gender and Effect of neuromuscular Training in
Female Athletes.American Journal of Sports Medicine, v.33, p.197-207, 2005.

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Pirâmide da Performance

COOK, Gray. Athletic Body in Balance. Champaign: Human Kinetics, 2003

Professor Rossman Cavalcante

Padrões básicos de movimento

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Biomarcadores para risco de lesão

HISTÓRICO DE LESÕES ANTERIORES


 Risco 2 a 19 vezes maior de lesão (23 estudos prospectivos)

ASSIMETRIAS FUNCIONAIS
 Ekstrand 1983, Knapik 1991, Baumhauer 1995, Nadler et al 2001, Soderman
2001, Plisky 2006, Rauh 2007, Myer 2008, Yeung 2008

IMC
 Gomez et al 1998, Lymann 2001 (baseball), Quarrie 2001 (rugby), McHugh et
al 2006, Tyler et al 2006 e estudos citados nesta apresentação

CONTROLE MOTOR
 Tropp et al 1984, Watson 1999, McGuine et al 2000, Trojian & McKeag 2006,
Wang et al 2006, Plisky et al 2006

COOK, GRAY. Mobility, Stability and Movement: The risk of conditioning. NSCA, presentation, 2009

Professor Rossman Cavalcante

Assimetrias funcionais e risco de


lesão

 Knapik demonstrou, através de 7 testes que os atletas


tinham 2.6 vezes mais chances de lesões, caso tivessem
uma diferença (15% ou mais) de flexibilidade entre os
extensores do quadril.

 O mesmo estudo demonstrou que a maioria das lesões


foram encontradas em atletas que tinham assimetrias
de flexibilidade e força muscular entre o lado direito e
esquerdo.

Knapik, J.J.; Jones, B.H.; Bauman, C.L. and Harris, J.M. Strength, Flexibility
and Athletic Injuries. Sports Medicine 14 (5): 277-288, 1992

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Estabilidade e mobilidade

 Mobilidade: liberdade de movimentos nos segmentos


móveis. O termo geralmente inclui e abrange tanto a
amplitude de movimento articular quanto a elasticidade
dos músculos e tecidos.

 Estabilidade: habilidade para controlar movimentação


em determinado segmento na presença de força, tensão,
carga ou movimento corporal.

BOYLE, MICHAEL. Advances in Functional Training. Santa Cruz: On Target Publications, 2010.

Mas com o passar dos anos...

Vícios Excesso de Movimentos


Sedentarismo
posturais peso corporal repetitivos

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Durante o dia a dia...

Durante o treinamento...

Compensações, desvios,
assimetrias, técnica
comprometida.

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O que acontece?

1. O cérebro envia uma mensagem para um músculo se


contrair;
2. O músculo não responde de imediato, criando uma
demanda crescente de outros músculos para executar o
movimento desejado;
3. O resultado torna-se aquilo que conhecemos como
compensação;
4. Com o tempo, esses padrões de compensação produzem
alterações no alinhamento das articulações;
5. O resultado final: ineficiência, dor, lesão e
eventualmente artrose.

Recomendações

1. Avaliar padrões de movimento é fundamental para tomar melhores


e mais específicas decisões em relação à prescrição de
treinamento.

2. O FMS é apenas uma das inúmeras ferramentas disponíveis no


mercado para avaliar padrões de movimento.

3. Dependendo da sua clientela e da sua formação profissional, você


poderá extrair das baterias de testes funcionais existentes no
mercado, apenas os testes que vão dar as respostas que você
precisa.

4. Avaliar como o seu cliente se movimenta e como treina pode


fornecer quase todas as informações necessárias para selecionar
adequadamente os exercícios do programa.

37
27/06/2017

Seleção dos testes de acordo com o


objetivo da avaliação.

Padrões Básicos de movimento

 Deep Squat (FMS)

 Lunge + Twist (CMS)

 Step down

6/27/2017

38
27/06/2017

Composição Corporal e estética

Professor Rossman Cavalcante

IMC X Risco de IAM


115.818 Mulheres, entre 30 e 55 anos, sem DAC

4,0 14 anos + 350%


3,5
3,0
R.R. IAM

2,5 3,56
2,0
+ 50%
1,5 2,06
1,0 1,46
1,19
0,5 1

0
IMC < 21 21 a 22,9 23 a 24,9 25 a 28,9  29
Willet. JAMA 1995;273:461

Professor Rossman Cavalcante

39
27/06/2017

Ganho de Peso X Risco de IAM


115.818 Mulheres, entre 30 e 55 anos, sem DAC

3,0 14 anos + 260%


2,5
R.R. IAM

2,0
+ 60%
2,65
1,5
1,92
1,0 1,65
1,25
0,5 1

0
Ganho em kg 0 5 a 7,9 8 a 10,9 11 a 19  20
Willet. JAMA 1995;273:461
Professor Rossman Cavalcante

Distribuição de IMC e Risco Relativo de DM tipo 2


entre 84.941 mulheres
(Nurses’Health Study 1980-1996)
40
RR
35
30
25
20
15
10
5
0
<23 23-24,9 25-29,9 30-34,9 >35
IMC (Kg/m2)
Hu et al 2001 N Eng J Med 345:790-7
Professor Rossman Cavalcante

40
27/06/2017

Risco relativo de morte por câncer em


relação ao IMC

1,8
1,6
1,4
Relative Risk

1,2
1 Men
0,8 Women
0,6
0,4
0,2
0
18.5-24.9 25.0-29.9 30.0-34.9 35.0-39.9 >40

BMI
Source: Cancer Prevention Study II. NEJM. 348(17) 2003.

Professor Rossman Cavalcante

Economia de corrida

41
27/06/2017

Economia de corrida: Fatores biomecânicos

Modificáveis Não modificáveis


Peso/Gordura corporal Estatura

Calçados Somatotipo

Cinemática Largura da pélvis

Tamanho dos pés

Morfologia das pernas

Comprimento da passada ?
SAUNDERS, PYNE, TELFORD & HAWLEY. Factors Affecting Running Economy in Trained Distance Runners. Sports Med
2004; 34 (7).

peso corporal e performance

Atleta recreativo de corrida de rua


 Estatura: 1,70 metros
 Peso corporal: 70 kg
 Meia maratona: 2 horas
 PACE Médio = 5 minutos e 41 segundos / km

Perda de 3 kg
 Meia maratona: 1 hora e 56 minutos
 PACE Médio = 5 minutos e 30 segundos / km

42
27/06/2017

Peso corporal e lesões músculo-esqueléticas

Maior prevalência de lesões


foi observada na faixa etária
dos 30,1 aos 45 anos
(32,8%), para aqueles com
sobrepeso/obesidade
(35,2%)...


Rev Bras Med Esporte – Vol. 15, No 1 – Jan/Fev, 2009

Gordura corporal total e abdominal x Doença


cardiovascular

43
27/06/2017

Rede Globo – Programa Fantástico


Dia 26 de junho de 2011

Professor Rossman Cavalcante

Rede Globo – Programa Fantástico


Dia 26 de junho de 2011

Variáveis analisadas Renata Ceribelli Zeca Camargo


Perda de peso 5,9 kg 7,4 kg
Perda de gordura 9,5 kg 12,9 kg
Aumento de massa magra 3,6 kg 4,9 kg

TÁ DE
SACANAGEM!!!

Professor Rossman Cavalcante

44
27/06/2017

Modelo de análise da composição corporal


Corpo
inteiro
Sistema
tecidual
Nível
celular Sistema
Nível músculo
Massa
molecular esquelético
Nível celular
atômico Água Tecido
Fluidos
Lipídios adiposo
Oxigênio extra-
Proteínas celulares Osso
Carbono
Outros Sólidos Sangue
Hidrogênio
extra-
Outros
Outros celulares Wang et al, 1992

Classificação dos lipídios quanto à função

1. Essenciais: indispensáveis ao funcionamento adequado


das estruturas fisiológicas
 Consumíveis ou apenas uma reserva armazenada?

2. Não essenciais: estocados no tecido adiposo

45
27/06/2017

Lipídios x tecido adiposo

Tecido adiposo = adipócitos + fluidos extra-celulares +


endotélio vascular + colágeno + elastina

Lipídios = triglicerídeos + fosfolipídios + esteróides +


colesterol

Massa magra

 Músculos
 Ossos
 Pele
 Órgãos internos
 Líquidos
 Resíduos corporais

 Massa magra = massa isenta de gordura

Professor Rossman Cavalcante

46
27/06/2017

As quotas proporcionais de gordura de armazenamento em homens e


mulheres são semelhantes (12% nos homens, 15% nas mulheres)

Gordura específica do sexo

 Corresponde a cerca de 5% a 9%
da gordura total

 Mamas contribuem com


aproximadamente 4,4% da massa
total de gordura corporal (Modelo
de Behnke)

 O restante localiza-se na região


pélvica, glúteos e coxas.

Professor Rossman Cavalcante

47
27/06/2017

Principais métodos de avaliação da


composição corporal

Diretos Indiretos Duplamente


indiretos
Dissecação Pesagem Bioimpedância
hidrostática

Extração lipídica Pletismografia Antropometria

DEXA

Professor Rossman Cavalcante

Avaliação da composição corporal


Academias e consultórios de nutrição

 Bioimpedância: Aparelhos bipolares e de qualidade


questionável
 Adipometria: Protocolos determinados pelo software
 IMC, relação cintura-quadril e circunferência da
cintura para estabelecer fator de risco

Professor Rossman Cavalcante

48
27/06/2017

Bioimpedância – Procedimentos prévios


Não há consenso na literatura especializada.
1. Suspender o uso de diuréticos (24 a 48 horas antes)
2. Jejum de pelo menos 4 horas
3. Abstinência alcoólica por 24 a 48 horas
4. Evitar o consumo de cafeína 24 horas antes do teste
5. Mulheres não deverão ser testadas durante período menstrual
6. Não ter praticado atividade física intensa nas ultimas 24 horas
7. Urinar pelo menos 30 minutos antes
8. Permanecer pelo menos de 5 a 10 minutos de repouso absoluto em
posição de decúbito dorsal antes da medida
9. Contra indicação absoluta: Portadores de marcapasso e gestantes
10. IMPORTANTE! Verificar se as equações disponibilizadas pelo aparelho
se aplicam as características do avaliado.

Professor Rossman Cavalcante

Antropometria: Principais indicadores de


composição corporal

 IMC

 Relação cintura – quadril

 Circunferência da cintura

 Percentual de gordura

Professor Rossman Cavalcante

49
27/06/2017

IMC - Vantagens
 Simplicidade

 Baixo custo

 Baseado em um amplo conjunto de dados


epidemiológicos e clínicos

 É uma ferramenta útil em comparações internacionais

 Serve de base para se avaliar a implementação de


novas políticas de saúde pública.

Professor Rossman Cavalcante

Relação cintura - quadril

 Risco quando for


superior a 0,90 para
homens e 0,80 para
mulheres.

 Divergências na
literatura quanto ao
ponto anatômico
adequado.

Professor Rossman Cavalcante

50
27/06/2017

Circunferência da cintura

Classificação Risco Risco


moderado elevado

Homens > 94 cm > 102 cm

Mulheres > 80 cm > 88 cm

Professor Rossman Cavalcante

51
27/06/2017

Adipometria

 Percentual de gordura: Quantidade de gordura


relativa ao peso corporal total

Professor Rossman Cavalcante

Base teórica para o uso da adipometria

Existe uma relação


direta entre a gordura
localizada no tecido
adiposo subcutâneo e a
gordura corporal total.
GUEDES, D.P. & GUEDES, J.E.R.P. Manual prático para avaliação em
educação física. Barueri-SP: Manole, 2006.

Professor Rossman Cavalcante

52
27/06/2017

Pressupostos teóricos do método de dobras


cutâneas

1. A DOC é uma boa medida da gordura subcutânea


2. A distribuição de gordura subcutânea e visceral é
similar para todos os indivíduos em cada sexo.
3. O somatório de várias DOCs pode estimar a gordura
corporal total
4. Há uma relação entre a somatória das DOCS e a
densidade corporal
 Linear: populações específicas
 Não linear para populações generalizadas

5. A idade é uma variável de predição independente da Dc


tanto para homens como para mulheres:
Professor Rossman Cavalcante

Principais fontes de erro de medida

 Habilidade do avaliador

 Tipo de adipômetro

 Fatores individuais

 Locais de medição

 Equação de predição
Professor Rossman Cavalcante

53
27/06/2017

Como avaliar a validade relativa dos


métodos de campo e equações de predição
da composição corporal.

1. Qual foi o método e o instrumento de pesquisa


utilizado para desenvolver a equação?
2. Qual o tamanho da amostra utilizada para
desenvolver as equações de predição?
3. Qual foi o valor r e o (EPE) para essa equação?
4. Para quem essa equação de predição é aplicável?
5. Como as variáveis foram medidas pelos pesquisadores
que desenvolveram a equação de predição?
6. A validade da equação de predição foi investigada em
uma amostra da população (validação cruzada)?

Professor Rossman Cavalcante

Equações mais utilizadas no Brasil


Autor População Idade R / EPE Tipo
GUEDES, 96 mulheres 18-30 0.853 Específica
1994 brancas 0,0053
GUEDES, 110 homens 18-30 0,894 Específica
1994 brancos 0,0057
PETROSKI, 304 homens 18-66 0,875 Generalizada
1995 brancos 0,0075
PETROSKI, 281 mulheres 18-51 0,829 Generalizada
1995 brancas 0,0071
JACKSON, 249 mulheres 18-55 0,842 Generalizada
POLLOCK & 0,0086
WARD, 1980
JACKSON, 308 homens 18-61 0,905 Generalizada
POLLOCK & 0,0077
WARD, 1978
QUEIROGA, M. R. Testes e Medidas para Avaliação da Aptidão Física Relacionada à Saúde em
Adultos. Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan S.A. 2005

Professor Rossman Cavalcante

54
27/06/2017

Percentual de gordura
Comparações

6/27/2017

Situações - Problema

Professor Rossman Cavalcante

55
27/06/2017

Modificações de composição corporal após lipoaspiração


Acompanhamento de 1 ano em 32 mulheres

Professor Rossman Cavalcante

Situações - Problema

56
27/06/2017

Professor RSB

Professor Rossman Cavalcante

Professor RSB

Professor Rossman Cavalcante

57
27/06/2017

Sugestões práticas

 Protocolo de Guedes: Até 40 anos

 Idosos: Protocolo de Jackson & Pollock ou Petrovisk


juntamente com o IMC

 Adolescentes: Slaughter e colaboradores juntamente


com o IMC

 Obesos: Protocolo específico + outro indicador


associado ao estado de saúde

Professor Rossman Cavalcante

Avaliação da Flexibilidade

6/27/2017

58
27/06/2017

Com qual finalidade você deseja avaliar a


flexibilidade de um cliente?

 Identificar possíveis encurtamentos musculares?


 Verificar se o cliente apresenta níveis de flexibilidade de
acordo com sua faixa etária?
 Verificar se o cliente apresenta níveis de flexibilidade de
acordo com as exigências de seu esporte?
 Verificar a efetividade de um programa de treinamento da
flexibilidade?
 Identificar déficits de flexibilidade em relação ao segmento
corporal contralateral?
 Obter parâmetros para prescrição de treinamento de
flexibilidade?

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Atenção para identificar as seguintes


alterações:

 No caso de AFRDA, se o avaliado não atinge os


parâmetros de amplitude de movimento adequados ao
gesto esportivo.

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

59
27/06/2017

Atenção para identificar as seguintes


alterações:

 No caso de AFRS se o avaliado atinge amplitudes


restritas de movimento, abaixo do esperado para
indivíduos de mesma faixa etária e limitante para
algumas AVDs.

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Atenção para identificar as seguintes


alterações:

 Tanto para o esporte, quanto para saúde se há diferença


significativa na amplitude de movimento entre os lados.

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

60
27/06/2017

Avaliação da flexibilidade
“Grupos especiais”

 Selecionar testes a partir das necessidades mínimas de


flexibilidade para as funções cotidianas

 Avaliar possíveis “áreas de risco” em função dos relatos


e dos sintomas.

 Reconhecer os agentes “limitadores” da amplitude de


movimento.

 Comparar os diferentes hemisférios corporais.

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Testes Angulares

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

61
27/06/2017

Classificação dos testes angulares

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Testes adimensionais

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

62
27/06/2017

Testes adimensionais

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Testes lineares

SENTAR E ALCANÇAR

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

63
27/06/2017

Tabela de classificação - ACSM

Professor Rossman Cavalcante

Indicadores subjetivos de flexibilidade


deficiente

 Dificuldade de abaixar-se;
 Dificuldade de alcançar um objeto acima da cabeça ou
atrás do corpo;
 Dificuldade ou incapacidade de cruzar as pernas;
 Sentar com os quadris afastados do encosto ou com os
pés adiantados em relação à borda anterior da cadeira;
 Dificuldade de abotoar o sutiã;
 Sensação de pressão nas articulações;
 Dificuldade para vestir blusa, calça e calçar sapatos

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

64
27/06/2017

Avaliação Física – Resultados


práticos
Resultados aquém do esperado

 Indivíduos com Encurtamento Muscular Generalizado.

 Indivíduos com pouco tempo disponível para


treinamento.

 Indivíduos com baixa assiduidade.

 Indivíduos com foco pessoal em outras capacidades


motoras.

Prof. Rossman Cavalcante

As imagens podem ter direitos autorais.Enviar feedback

O objetivo da investigação determina o tipo de teste

6/27/2017

65
27/06/2017

Com qual finalidade você deseja avaliar a


potência aeróbia de um cliente

 Determinar VO2 máximo?


 Determinar limiares anaeróbios?
 Determinar FC Máxima?
 Estimar VO2 máximo e FC máxima?
 Investigar risco de doenças cardiovasculares?
 Obter parâmetros para prescrição de treinamento aeróbio
inicial?
 Avaliar o resultado da intervenção exercício físico na
potência aeróbia do avaliado?
 Verificar se a potência aeróbia está de acordo com o que se
espera para um atleta de determinada modalidade esportiva?

Diferentes perfis dos praticantes de


exercícios aeróbios

 Cardiopata

 Sedentário

 Treinado

 Altamente treinado

Professor Rossman Cavalcante

66
27/06/2017

Avaliação da Potência Aeróbia

Avaliação direta
 Teste ergoespirométrico ou cardiopulmonar

Avaliação indireta
 Testes máximos:
 Testes submáximos:

Avaliação subjetiva
 Equações para estimativa do VO2 Máximo
 Observação das respostas frente a um esforço progressivo e
controlado.
Professor Rossman Cavalcante

Avaliação Física Adaptada


- Potência Aeróbia -

Indivíduos com risco ou Indivíduos com risco ou


diagnóstico de diagnóstico de
doença cardiovascular lesão ME limitante

Testes de aptidão cardiorrespiratória Protocolo que gere menor stress sobre


com investigação cardiológica. estruturas afetadas.

Observação sobre respostas de FC e No caso de lesão incapacitante, não


PA durante atividade aeróbia de baixa realizar avaliação da potência aeróbia.
intensidade Prescrição a partir dos dados da
anamnese e com margem de segurança
ampliada

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

67
27/06/2017

Informações relevantes para o profissional de educação física


envolvido com a prescrição de exercícios

Ergômetros

Professor Rossman Cavalcante

68
27/06/2017

Ergômetros

Professor Rossman Cavalcante

Metodologia

 O teste cardiopulmonar é realizado simultaneamente


ao TE, independente do ergômetro ou protocolo
utilizado

 Além das variáveis pesquisadas no TE, outras


informações importantes resultam da análise direta
dos gases

 Os protocolos de rampa têm sido recomendados pela


melhor identificação do limiar anaeróbio e por
permitir maiores níveis de VO2 Máximo.
WHIPP BJ, DAVIES JÁ, TORRES F & WASSERMAN K. A test to determinate parameters of aerobic function
during exercise. J Appl Physiol, 1981; 50: 217-21

MCYRS J, BUCHANAN N, WALSH D et al. Comparison of the ramp versus standard exercise protocols. J Am
Coll Cardiol. 1991; 17: 1334-42.
Professor Rossman Cavalcante

69
27/06/2017

Critérios que comprovam o cálculo do VO2


Máximo
1. Percepção de máximo cansaço ao exercício
quantificado pela escala de Borg (9 a 10);

2. Atingir a FC máxima prevista;

3. Presença de QR (VCO2/VO2) >1.15;

4. Eventual presença de um platô no VO2 diante de um


aumento na carga de esforço.

Vivacqua RC, Costa MA, Carreira MQ. Ergometria, ergoespirometria, cintilografia e ecocardiografia
de esforço. São Paulo: Atheneu; 2007

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Variáveis fisiológicas importantes do


teste ergoespirométrico
 Consumo máximo de oxigênio (VO2 máximo)
Capacidade do organismo de captar, transportar e aproveitar oxigênio para produção
de energia
 Produção de dióxido de carbono (VCO2)
Produto final do metabolismo aeróbio
 Ventilação pulmonar (VE)
Volume de ar espontaneamente inspirado da atmosfera e expirado pelos pulmões
 Razão de troca respiratória (VCO2/VO2)
Indicador do substrato energético predominante, avaliar grau de ventilação
 Equivalente ventilatório de oxigênio (VE/VO2)
Determina o Limiar anaeróbio
 Equivalente ventilatório do CO2 (VE/VCO2)
Determina o ponto de compensação respiratória

Professor Rossman Cavalcante

70
27/06/2017

Variáveis fisiológicas diretamente


utilizadas para prescrição do
treinamento aeróbio
Limiar 1 = Limiar anaeróbio, limiar de lactato, ponto de acidose
metabólica, limiar ventilatório

Definição: Intensidade do exercício a partir da qual o indivíduo


passa do metabolismo predominantemente aeróbio para o
metabolismo anaeróbio compensado.

Características
 Demanda metabólica elevada;
 Aumento da VE acima da demanda metabólica;
 Ocorre acúmulo de lactato;

Professor Rossman Cavalcante

Lactacidemia

Frequência
Outros
cardíaca

Limiar
anaeróbio

Parâmetros
Catecolamina
Respiratórios

Glicemia

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

71
27/06/2017

Variáveis fisiológicas diretamente


utilizadas para prescrição do
treinamento aeróbio

 Limiar 2 = Ponto de compensação respiratória, segundo


limiar ventilatório, OBLA (Onset od Blood Lactate Accumulation).

 É o momento, em relação à intensidade do esforço físico


ou consumo de oxigênio, quando o sistema respiratório
não consegue ajustar adequadamente o pH; a acidose
metabólica torna-se intensa, levando à redução da
intensidade do exercício.

 Os fatores que levam a esta interrupção são a


deficiência de bicarbonato de sódio e manutenção da
hiperventilação, que pode levar à fadiga dos músculos
respiratórios.
Professor Rossman Cavalcante

Análise dos limiares anaeróbios a partir


dos equivalentes ventilatórios

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

72
27/06/2017

Fases metabólicas durante um


exercício progressivo máximo

Ponto de
Limiar compensação
Repouso anaeróbio respiratória

Fase Acidose Acidose


predominantemente metabólica metabólica
aeróbia compensada descompensada

Professor Rossman Cavalcante

Teste ergoespirométrico ou cardiopulmonar


O que interessa para a prescrição de treinamento aeróbio?
Data:____________________
Médico responsável: ____________________
Protocolo utilizado: Opções: Rampa, Outros.
O teste foi interrompido por fadiga relatada pelo avaliado?
( ) Sim ( ) Não
Caso positivo
1º Limiar anaeróbio ou Limiar de Lactato ou L1 =
_____________ ml. kg-1. min-1 (_____% do VO2 máximo). FC no L1 = _____bpm
(_____% da FC máxima)
2º Limiar anaeróbio ou Ponto de compensação respiratória ou L2 =
_____________ ml. kg-1. min-1 (_____% do VO2 máximo). FC no L2 = _____bpm
(______% da FC máxima)
VO2 máximo =
_____________ ml. kg-1. min-1. Frequência cardíaca máxima = _______bpm
Classificação (A.H.A)*: ___________________________
Conclusão e comentários:

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

73
27/06/2017

Teste ergoespirométrico ou cardiopulmonar


Data:____________________
Médico responsável: ____________________
Protocolo utilizado: Opções: Rampa, Outros.
O teste foi interrompido por fadiga relatada pelo avaliado?
( ) Sim ( ) Não
Caso negativo
1º Limiar anaeróbio ou Limiar de Lactato ou L1 = _____________ ml. kg-1. min-1
(_____% do VO2 máximo). FC no L1 = _____bpm (_____% da FC máxima)
2º Limiar anaeróbio ou Ponto de compensação respiratória ou L2 = _____________
ml. kg-1. min-1 (_____% do VO2 máximo). FC no L2 = _____bpm (______% da FC
máxima)
VO2 máximo na interrupção do teste = _____________ ml. kg-1. min-1. Frequência
cardíaca na interrupção do teste = _______bpm
Classificação (A.H.A)*: __________________________
Conclusão e comentários: texto grande

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Teste ergoespirométrico ou cardiopulmonar


Quando o teste foi interrompido sem fadiga limitante auto-relatada?

 Em função da interrupção do teste ergoespirométrico


antes da fadiga relatada pelo avaliado, as variáveis FC
máxima e VO2 máximo NÃO deverão ser consideradas
para prescrição do treinamento aeróbio.

 Serão considerados para prescrição do treinamento


aeróbio os limiares anaeróbios e as conclusões
relacionadas ao teste com o objetivo de diagnóstico.

27/06/2017

74
27/06/2017

Informações relevantes para o profissional de educação física


envolvido com a prescrição de exercícios

Ergômetros

Professor Rossman Cavalcante

75
27/06/2017

Teste ergométrico

 Teste indireto, preferencialmente máximo


 Supervisionado por um médico cardiologista
 Objetivo: Provocar estresse físico, para avaliar
resposta clínica, hemodinâmica, eletrocardiográfica
e metabólica ao esforço.
Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Teste ergométrico
Deve ser indicado para avaliar:

 Isquemia
 Arritmias
 Distúrbios hemodinâmicos induzidos por esforço
 Capacidade funcional
 Diagnóstico e Prognóstico nas DCV
 Avaliação pós procedimentos
 Perícia médica
 Prescrição de exercícios
Meneghelo RS, Araújo CGS, Stein R, Mastrocolla LE, Albuquerque PF, Serra SM et al/Sociedade Brasileira de
Cardiologia. III Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Teste Ergométrico. Arq Bras Cardiol 2010;
95(5 supl.1): 1-26

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

76
27/06/2017

Protocolos

Deveriam sempre levar em consideração as


condições específicas do avaliado

Seleção individualizada

Velocidade e inclinação da esteira ou a


velocidade e carga do cicloergômetro de
acordo com a capacidade individual (estimada).

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Protocolo em esteira rolante mais


utilizado no Brasil BRUCE

Estágio Tempo Velocidade Inclinação MET


1 03:00 min 2,72 km/h 10 % 4,6
2 03:00 min 4 km/h 12 % 7
3 03:00 min 5,44 km/h 14 % 10,1
4 03:00 min 6,7 km/h 16 % 12,9
5 03:00 min 8 km/h 18 % 15,1
6 03:00 min 8,8 km/h 20 % 16,9
7 03:00 min 9,6 km/h 22 % 19,2

Professor Rossman Cavalcante

77
27/06/2017

Outros protocolos

 A escolha dos protocolos utilizados deveria ser


individualizada para cada paciente.
 Rampa: avalia melhor capacidade funcional, pode ser
individualizado a cada paciente
 Bruce e Ellestad: avaliação de pacientes ativos, ou
jovens saudáveis
 Naughton ou Balke: mais adequados para indivíduos
com limitações físicas importantes.
 A duração do exame deve estar entre 8-12min.
Meneghelo RS, Araújo CGS, Stein R, Mastrocolla LE, Albuquerque PF, Serra SM et al/Sociedade Brasileira de
Cardiologia. III Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Teste Ergométrico. Arq Bras Cardiol 2010;
95(5 supl.1): 1-26

Professor Rossman Cavalcante

Teste ergométrico
Alterações normais ao exercício

 Aumento da FC
 Aumento da ventilação alveolar
 Aumento do retorno venoso por venoconstrição simpática
 Aumento do débito cardíaco
 Redução da resistência vascular periférica
 Aumento de PAS /PAM
 PAD se mantém ou pode cair
 Pós exercício = reativação vagal
 Rápida em atletas
 Lenta em individuos com ICC

 Resposta dependente da intensidade do exercício e massa


muscular envolvida

78
27/06/2017

Parâmetros clínicos avaliados

 Dor torácica
 Cansaço, fadiga e dispnéia apesar de serem
essencialmente subjetivos, eventualmente podem ser
considerados como indicadores de insuficiência
ventricular esquerda, quando desproporcionais ao
esforço realizado.
 Tonturas ou vertigens representam sintomas
inespecíficos e precisam estar associados a outras
alterações possível diagnóstico.
 Cansaço ou dor nos membros inferiores representam, na
maioria das vezes, o valor limitante do esforço.

Professor Rossman Cavalcante

Parâmetros hemodinâmicos avaliados


Comportamento da FC durante o esforço
 Elevação desproporcional em relação à carga de trabalho:
Falta de aptidão aeróbia, ansiedade, hipertireoidismo,
estados anêmicos e durante uso de alguns medicamentos e/ou
suplementos
 Incompetência cronotrópica: Indicativo de coronariopatias e
miocardiopatias ou uso de Beta-bloqueadores, digitálicos, etc.
 Queda da FC com progressão de esforço: Alta correlação
com doença isquêmica e critério absoluto para interrupção do
teste
 Queda lenta da FC na recuperação: Diminuição no tônus vagal e
maior fator de risco para óbito por doença do coração.
 Recuperação ativa: > ou = 12 bpm no 1° minuto
 Recuperação passiva com o indivíduo deitado: > que 18 bpm no 1° minuto
 Recuperação passiva com o indivíduo sentado: > ou = 22 bpm no 2° minuto
Professor Rossman Cavalcante

79
27/06/2017

Parâmetros hemodinâmicos avaliados


Comportamento da PA durante o esforço

 Considera-se hipertensão reativa ao esforço, PAS acima


de 220 mmHg e/ou elevação de 15 mmHg ou mais da
PAD
 Elevação inadequada da PAS (< 35 mmHg) sem queda da
PAD pode sugerir disfunção contrátil do miocárdio
 Queda com componente sistólico da PA de esforço tem
elevado valor preditivo de doença isquêmica grave
 A elevação da PAS no três primeiros minutos pós teste
acima dos valores atingidos no esforço e a recuperação
lenta da PAS têm sido correlacionadas à DAC.

Professor Rossman Cavalcante

Critérios para interrupção do esforço

 PAD até 120mmHg – normotensos, até 140mmHg em


hipertensos
 PAS até 260mmHg
 Desconforto torácico exacerbado com aumento da carga, ou
associada a alteração ao ECG
 Ataxia, tonturas, palidez, pré-síncope, dispnéia
desproporcional ao esforço
 Infra de ST adicionais de 3mm na presença de DAC
conhecida ou suspeita
 Supra de 2mm em derivações sem onda Q
 TSV sustentada, taquicardia atrial, FA, BAV de 2° ou 3°grau
 Falência na monitorização e/ou registros

80
27/06/2017

ATENÇÃO !

 Não é recomendada a aplicação indiscriminada


do teste de esforço como elemento de apoio
ao diagnóstico de doenças cardiovasculares
em indivíduos assintomáticos

ANDRADE, J et al.II Diretriz para teste ergométrico da Sociedade Brasileira de Cardiologia e


Departamentode Ergometria e Reabilitação Cardiovascular. Arq Bras Cardiol 78:1-17, 2002.

Professor Rossman Cavalcante

Teste ergométrico como parâmetro para


prescrição do treinamento aeróbio.

 É fundamental confirmar com o avaliado como ocorreu


a interrupção do teste.

 Caso a interrupção tenha ocorrido por motivos


diferentes da exaustão auto-relatada  FC máxima
descrita no teste inferior a FC máxima real  VO2
máximo avaliado inferior ao VO2 máximo real.

ACSM´s. Manual do ACSM para avaliação da aptidão física relacionada à saúde. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.

Professor Rossman Cavalcante

81
27/06/2017

Bases para prescrição do treinamento


aeróbio por meio do teste ergométrico

 Data:____________________
 Médico responsável: ____________________
 Protocolo utilizado: _____________________
 O teste foi interrompido por fadiga relatada pelo avaliado?
( x ) Sim ( ) Não
 Frequência cardíaca máxima = _______bpm
 Pressão arterial máxima = ___-___mmHg
 Duplo Produto Máximo = _______bpm. mmHg
 VO2 máximo = _____________ ml. kg-1. min-1
 Classificação (A.H.A)*: __________________

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Bases para prescrição do treinamento


aeróbio por meio do teste ergométrico

 Data:____________________
 Médico responsável: ____________________
 Protocolo utilizado: _____________________
 O teste foi interrompido por fadiga relatada pelo avaliado?
( ) Sim ( x ) Não
 Frequência cardíaca na interrupção do teste = _______bpm
 Pressão arterial na interrupção do teste = ___-___mmHg
 Duplo Produto na interrupção do teste _______bpm. mmHg
 VO2 máximo na interrupção do teste* = ____________ml. kg-1. min-1
* Provavelmente subestimado
 Classificação (A.H.A): __________________
PERGUNTA: As variáveis acima deverão ser consideradas para
prescrição do treinamento aeróbio?
Prof. Rossman Cavalcante, Ms

82
27/06/2017

Informações relevantes para o profissional de educação


física envolvido com a prescrição de exercícios

Avaliação da Potência aeróbia


Testes indiretos
Testes máximos
 Teste de corrida de Ribisl & Kachodorian
 Teste de corrida de Cooper: 12 minutos
 Teste de corrida de Cooper: 2400 metros
 Canadian Aerobic Fit Test - Caminhada de 1200 metros
 Teste de caminhada de 1 milha
 Marcha estacionária em 2 minutos (SFT)

Testes submáximos
 Protocolo de ASTRAND (Bicicleta)
 Protocolo do ACSM (Bicicleta)
 Protocolo de QEENS COLLEGE – Mc Cardle (Banco)

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27/06/2017

Teste de Cooper (corrida de 12 minutos)

 Fonte: Cooper K. H. A Means of Assessing Maximal Oxygen Intake:


Correlation Between Field And Treadmill Testing. JAMA. Vol. 203. p. 135-
138. 1968.
 Público alvo: Homens e mulheres a partir de 12 anos de idade com condições
de saúde e aptidão física que permitam aplicar um teste de corrida.
 Material necessário: Pista de atletismo ou relógio com GPS e cronômetro.
 Objetivo: Percorrer a maior distância possível durante 12 minutos.
Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Teste de Cooper (corrida de 12 minutos)

 Se o objetivo é classificar a aptidão aeróbia sem estimar o VO2 máximo:


 Distância percorrida: _________metros
 Classificação da potência aeróbia: _____________ (ver tabela abaixo)

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

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27/06/2017

Teste de Cooper (corrida de 12 minutos)

Se o objetivo é estimar o VO2 máximo:


Distância percorrida: _________metros

VO2 máximo estimado =


(Distância percorrida em metros – 504.9) = ____________ml. kg-1. min-1
44.73
Classificação do VO2 máximo segundo____________
Ver Tabela de classificação

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Testes máximos (risco menor)

Público alvo: Adultos não aptos para Público alvo: Idosos


correr, sedentários cujas condições
de saúde permitem caminhar
Teste de caminhada de 1 milha Caminhada de 6 minutos (SFT)
(Rockport Institute)
Teste de caminhada de 1200 metros Marcha estacionária de 2 minutos
(Canadian Aerobic Fit Test) (SFT)

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

85
27/06/2017

Testes Submáximos

 Medidas da F.C. durante cargas submáximas de trabalho


e extrapolação para F.C. máxima predita

 Executados corretamente estimam a potência aeróbia,


expressa pelo VO2 máximo relativo

 NÃO POSSUEM CAPACIDADE DIAGNÓSTICA E NÃO


SUBSTITUEM TESTES CLÍNICOS DE ESFORÇO.

 Podem fornecer informações que justifiquem a consulta


com o cardiologista.
Professor Rossman Cavalcante

Avaliação da Potência aeróbia


Testes indiretos
Testes submáximos

 O indivíduo é levado a atingir um nível de esforço pré-


estabelecido e o valor deVO2 máximo pode ser obtido
através de uma estimativa sem impor um stress
cardiorrespiratório intenso.

 Protocolo de ASTRAND (Bicicleta)

 Protocolo do ACSM (Bicicleta)

Professor Rossman Cavalcante

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27/06/2017

Testes submáximos no cicloergômetro


(Baixo risco)

 Protocolos mais aplicados: ASTRAND e ACSM


 Bicicleta precisa ter carga aferida em Watts
 Medidas da F.C. durante cargas submáximas de trabalho
e extrapolação para F.C. máxima predita
 Executados corretamente estimam a potência aeróbia,
expressa pelo VO2 máximo relativo
 NÃO POSSUEM CAPACIDADE DIAGNÓSTICA E NÃO
SUBSTITUEM TESTES CLÍNICOS DE ESFORÇO.
 Podem fornecer informações que justifiquem a consulta
com o cardiologista.
Professor Rossman Cavalcante

Protocolo de ASTRAND (Bicicleta)

 A técnica de Astrand caracteriza-se pela


escolha da carga inicial de trabalho que varia
de acordo com o gênero (masculino: 100 a 150
Watts e feminino: 50 a 100 Watts).
 Logo, o avaliado deverá pedalar durante 5
minutos; registra-se a FC do quarto e quinto
minutos, e obtêm-se o valor médio entre
ambas (deverá se encontrar entre 120 a 170
bpm). Então é aplicada a fórmula:

Homens: 195 – 61/ Fc média - 61 x 0,014 x Watts + 0,129


Mulheres: 198 – 72/ Fc média – 72 x 0,014 x Watts + 0,129
Observação: Resultado em l.min¹
Ajusta-se para peso corporal e aplica-se fator de correção para idade.

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

87
27/06/2017

Quadro comparativo para ergômetros mais utilizados

Critérios ou Situações Diversas Bicicleta Esteira


Como Meio de Diagnóstico I M
Adaptação do avaliado M P
Espaço Ocupado I P
Custo e Manutenção I P
Massa Muscular Envolvida P M
Facilidade para Transporte I P
Perigo de Acidente M P
Registro do ECG em esforço M I
Tomada de Pressão Arterial M I
Nível de Ruído I P
Avaliação do VO2Máx I M
Adaptação ao Exercício I M
M: Melhor; I: Intermediário; P: Pior
Fonte: GOMES, 1995, 57 & FARINATTI e MONTEIRO (2000, 263

6/27/2017

Controle de FC e PSE frente a um esforço


progressivo e controlado.

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

88
27/06/2017

Controle de FC e PSE frente a um esforço


progressivo e controlado.

 Verificar FC e PA de repouso
 Estimar FCM e um limite máximo para o teste (exemplo:
80% da FCM)
 Iniciar a atividade com intensidade baixa (aquecimento)
 A cada ciclo de 2 ou 3 minutos, registrar a FC de
esforço, as variáveis de intensidade (velocidade e/ou
inclinação na esteira, carga e velocidade na bicicleta) e a
Percepção Subjetiva de Esforço)
 Finalizar o teste após 3 ou 4 ciclos, a não ser que o
teste seja interrompido por alguma intercorrência de
saúde ou falha na segurança.
Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Prescrição do treino aeróbio com base em


um esforço progressivo e controlado.
Tempo Vel. FC PSE Obs. • Idade: 75 anos
• Sedentária há 6 meses
3 min 4 km/h 101 5 S/A • Sem alteração cardiovascular
• Praticava caminhada 4 x semana
3 min 4,5 km/h 110 6,5 S/A • Artrose nos dois joelhos (dor
esporádica)
3 min 5 km/h 121 7 a 8 Ofegante

2 min 3 km/h 105 3 S/A

Prescrição do treinamento aeróbio com foco em


aptidão física relacionada à saúde
Tempo Vel. Zona Alvo PSE

3 min 4 km/h Aquecimento 4 a 6

9 min 4-4,5 km/h Entre 99 e 114 bpm 6 a 7 • FC de repouso: 71 bpm


• FCM (Tanaka et al) = 152 bpm
3 min 3 km/h Volta à calma < 4 • 80% da FCM = 125 bpm

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

89
27/06/2017

Indicadores subjetivos de potência aeróbia


deficiente

 Cansaço em pequenos deslocamentos realizados fora do


domicílio;

 Tempo excessivo para cobrir pequenas distâncias;

 Aumento importante da frequência cardíaca durante


movimentos cíclicos;

 Demora após esforço para retornar aos parâmetros


fisiológicos relativos ao repouso.

Professor Rossman Cavalcante

Avaliação da Força Muscular

6/27/2017

90
27/06/2017

Força no imaginário popular

Um problema de tradução

1. Como você traduziria a frase:“... Strength can


be defined as the ability to produce force...”?
 Force = Grandeza física
 Strength = Capacidade motora

2. Como você traduziria “resistance training”?


 Treinamento de resistência (capacidade motora)?
 Resistência (capacidade motora) = Endurance
 Resistance training = treinamento contra-
resistência ou treinamento de força.

91
27/06/2017

A falta de um consenso...

Um problema conceitual

Autor Definição de força muscular


Barbanti, 1979 Capacidade de exercer tensão muscular contra uma resistência
Capacidade de exercer tensão muscular contra uma resistência,
Guedes, 1997 superando, sustentando ou cedendo a ela
Capacidade do músculo de produzir tensão ao se contrair
Badillo &
Ayestaran, 2001
Quantidade máxima de tensão que um músculo ou grupo muscular
Knuttgen & pode produzir em um padrão específico de movimento realizado em
Kraemer , 1987 determinada velocidade.

1. Estude os clássicos;
2. Selecione um conceito que você acredita
ser coerente;
3. Confronte-o com suas próprias idéias;
4. Analise a aplicabilidade prática;

92
27/06/2017

As relações intercambiais das três


formas de força
Resistência de força

Resistência de força Resistência de força


máxima rápida

Força máxima Força explosiva Força de partida Força rápida


Weineck , Junger. Treinamento de Força Ideal, 1999.

Força máxima

 A maior força disponível que o sistema neuromuscular


pode mobilizar através de uma contração máxima
voluntária
Letzelter, Letzelter, 1990; Weineck, 1999

 Os valores de força máxima concêntrica situam-se entre


5% e 20% abaixo da força máxima isométrica.
 Força absoluta = força máxima + força de reserva
 A força máxima influencia todos os outros componentes
da força.

93
27/06/2017

Principais fatores que influenciam a


força máxima
 Fatores neurais

 Fatores mecânicos

 Fatores musculares

 Fatores hormonais

Avaliação da Força Máxima


Medidas estáticas

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

94
27/06/2017

Avaliação da Força Máxima


Medidas dinâmicas

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Predição de 1 RM
Número máximo de reps com carga fixa

Apesar de as equações para predição de 1RM a partir de testes


submáximos apresentarem valores de correlação bastante altos (em geral
> 0,90) e EPE aceitável (na maioria dos casos < 10%), a validação
cruzada resulta, em geral, em predições super ou subestimadas.
PEREIRA, Marta Inez Rodrigues and GOMES, Paulo Sergio Chagas. Testes de força e resistência muscular:
confiabilidade e predição de uma repetição máxima - Revisão e novas evidências. Rev Bras Med
Esporte [online]. 2003, vol.9, n.5

Professor Rossman Cavalcante

95
27/06/2017

Equações preditivas de carga para 1 RM

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

% de 1 Repetição Máxima Número de repetições


100 1
95 2
93 3
90 4
87 5
85 6
83 7
80 8
77 9
75 10
70 11
67 12
65 15
Adaptado de Baechle & Earle (2000).
Professor Rossman Cavalcante

96
27/06/2017

Fatores que podem comprometer a estimativa de


carga a partir do % de 1 RM

 Grau de treinamento do praticante: quanto mais treinado for,


mais repetições será capaz de realizar acima do valor de tabela.

 O número de repetições que se pode realizar por meio do


percentual de 1RM foi estimado por meio de uma série apenas,
portanto quando o praticante realiza várias séries, pode ser
necessário diminuir o peso.

 A utilização de equipamentos guiados pode gerar um número maior


de repetições do que o mesmo percentual para peso livre

 A utilização de grande massa muscular pode resultar em um


número de repetições maiores que um músculo pequeno para um
mesmo percentual de 1RM.
Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Avaliação da Força Máxima


Medidas dinâmicas

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

97
27/06/2017

Força rápida
Força rápida: Capacidade do sistema neuromuscular de movimentar
o corpo ou parte dele com velocidade

Força
Rápida

Força Potência
explosiva muscular
CARVALHO, Carlos e CARVALHO, Alberto. Não se deve identificar força explosiva com potência muscular, ainda que
existam algumas relações entre ambas. Rev. Port. Cien. Desp., maio 2006, vol.6, no.2, p.241-248. ISSN 1645-0523 .

Força rápida

30 kg

30 kg

40 kg

40 kg

98
27/06/2017

Curva Força x Velocidade

Potência muscular

1. Zona de influência da força


máxima

2. Zona de velocidade máxima

3.1 e 3.2: Zona de potência: A força aplicada e a velocidade apresentam valores


intermediários.
É ONDE A POTÊNCIA ALCANÇA SEUS NÍVEIS MÁXIMOS!
CARVALHO, Carlos e CARVALHO, Alberto. Não se deve identificar força explosiva com potência muscular, ainda que existam
algumas relações entre ambas. Rev. Port. Cien. Desp., maio 2006, vol.6, no.2, p.241-248. ISSN 1645-0523.

99
27/06/2017

Principais fatores que influenciam a


potência muscular

 Força muscular (incluindo força máxima e força explosiva)


 Número de fibras musculares ativadas em paralelo
 Velocidade com que os miofilamentos podem converter
energia em trabalho mecânico - Coordenação
intramuscular
 Área da seção transversa do músculos
 Coordenação intermuscular – Dependência da
especificidade do movimento

Avaliação da força rápida

•Salto em extensao
•Arremesso de Medicine-Ball

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

100
27/06/2017

Avaliação da força rápida

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Resistência de força
 Capacidade do sistema neuromuscular de produzir o maior
somatório de impulsos nervosos sob condições metabólicas
aeróbias e anaeróbias
Gomes e Teixeira, 1998; Neuman, 1990

Resistência de
força

Resistência Resistência
geral local

Forte influência de Forte influência de


mecanismos centrais mecanismos periféricos

101
27/06/2017

Avaliação da resistência de força


Medidas dinâmicas

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Avaliação da resistência de força


Medidas dinâmicas

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

102
27/06/2017

Avaliação da resistência de força


Medidas estáticas

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Nível de supervisão profissional

Fatores de risco Nível de supervisão


cardiovascular profissional

Nível de supervisão Margem de segurança


profissional dos parâmetros de
treinamento

103
27/06/2017

Avaliação Física Adaptada


- Força Muscular -

 “... A avaliação física precisa ser adaptada para


extrair informações adequadas das reais
condições de treinamento.”

 “... a ideia é identificar quais as alterações do


movimento, estabelecer indicações e restrições
no treinamento e definir o que é possível treinar
sem evidenciar os sintomas da lesão.”

 “... a avaliação física adaptada poderá fornecer


subsídios importantes para tomada de decisão de
outros profissionais da área da saúde. “

CAVALCANTE, R.P. Treinamento Funcional in COHEN, M & ABDALLA, J. Lesões do Esporte. – 2ª Ed.
Rio de Janeiro: Revinter, 2015

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Comparar os níveis de força entre os segmentos


dos dois hemisférios corporais

104
27/06/2017

Testes Manuais de Força Muscular

LEGENDA
- Contração muscular apenas visível ou perceptível ao tato
* Movimento realizado contra resistência da gravidade
** Movimento realizado contra uma resistência discreta
*** Movimento realizado contra uma resistência importante
**** Movimento realizado contra uma grande resistência
Articulações e movimentos com déficit unilateral de força

Movimento Tornozelo
Direito Esquerdo
Eversão
Inversão
Dorsiflexão
Flexão plantar

Prof. Rossman Cavalcante, Ms

Avaliar dor e crepitação durante percurso


do movimento em CCA e CCF

105
27/06/2017

Situações que geram risco


para lesão musculoesquelética

SITUAÇÕES DE RISCO TIPO DE ESTÍMULO COM POTENCIAL DE PREVENÇÃO


Movimentos bruscos  Força rápida (foco na fase excêntrica da contração)

Desacelerações  Força rápida (foco na fase excêntrica da contração)

Cargas muito elevadas  Força pura

Movimentos repetitivos  Resistência de força

Fadiga metabólica  Resistência de força

Movimentos disfuncionais  Treinamento geral da força


 Treinamento reativo
Instabilidade articular  Treinamento geral da força
 Propriocepção e controle motor
Assimetrias musculares  Treinamento geral da força (foco em exercícios unilaterais)
 Treinamento reativo
CAVALCANTE, R.P. Treinamento Funcional in COHEN, M & ABDALLA, J. Lesões do Esporte. – 2ª Ed. Rio de
Janeiro: Revinter, 2015

Nível de supervisão profissional

Acarreta:
Fatores de risco Nível de supervisão
cardiovascular profissional

Nível de supervisão Acarreta: Margem de segurança


profissional dos parâmetros de
treinamento

106