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MATERIAIS/CG-IL/IF

REQUISITO DE INSPEÇÃO E
FABRICAÇÃO

N°: 010 (Revisão 5)


ABRIL 2014

PADRÃO DE EQUIPAMENTOS
SUBMARINOS
Este documento estabelece os Requisitos de Inspeção a serem
observados pelo Fornecedor em atendimento ao Pedido de
Compras e Serviços (PCS) e demais documentações técnicas
contratuais.

Elaborado e Aprovado por:


MATERIAIS/CG-IL/IF

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Requisito da Qualidade nº 10 Rev 5 Abr_2014 – Padrão de Equipamentos Submarinos
ÍNDICE
1 OBJETIVO ........................................................................................................................... 4
1.1 Documentos de Referência ............................................................................................................................... 4
1.2 Siglas .................................................................................................................................................................. 7
2 DEFINIÇÕES ....................................................................................................................... 8
2.1 Inspeção de Fabricação ..................................................................................................................................... 8
2.2 Manual da Qualidade e Plano de Inspeção e Testes......................................................................................... 9
2.2.1 Manual da Qualidade ................................................................................................................................ 9
2.2.2 Plano de Inspeção e Testes (PIT) ............................................................................................................. 9
2.2.2.1 Convocação de Inspeção ............................................................................................................ 9
3 REQUISITOS DE INSPEÇÃO E FABRICAÇÃO ......................................................... 9
3.1 Qualificação de Pessoal ..................................................................................................................................... 9
3.1.1Qualificação de Inspetores de Soldagem ................................................................................................... 9
3.1.1.1 Requisitos obrigatórios para inspetores de soldagem no Brasil e Exterior ................................. 9
3.1.2 Qualificação Inspetores de Ensaios Não-Destrutivos (END’s) ............................................................. 10
3.1.2.1 Requisitos obrigatórios para inspetores de END no Brasil e Exterior .......................................... 10
3.1.3 Qualificação dos Inspetores de Pintura ................................................................................................ 10
3.2 Treinamento / Habilitação ................................................................................................................................... 10
3.2.1Requisitos para Inspetores Não-Qualificados ............................................................................................ 10
3.2.1.1 Inspetor Dimensional ................................................................................................................... 10
3.2.1.2 Inspetor Visual ............................................................................................................................. 10
3.2.1.3 Inspetor para Teste de Reconhecimento de Ligas (Teste por Pontos) ....................................... 10
3.3 Qualificação de Procedimentos .......................................................................................................................... 10
3.3.1 Procedimentos de Ensaios Não-Destrutivos (END's) ............................................................................... 10
3.3.2 Procedimento de Pintura ........................................................................................................................... 10
3.3.3 Procedimentos e Documentos de Soldagem ............................................................................................ 11
3.4 Gerenciamento Técnico de Contrato .................................................................................................................. 11
3.4.1Análise Crítica de Contrato ........................................................................................................................ 11
3.4.2 Controle de Subfornecedores ................................................................................................................... 11
3.5 Materiais ............................................................................................................................................................. 11
3.5.1 Requisito para Lingadas ............................................................................................................................ 11
3.5.2 Elastômeros .............................................................................................................................................. 12
3.5.3 Elementos de Fixação ............................................................................................................................... 12
3.6 Documentação Técnica ...................................................................................................................................... 12
3.6.1 Relatório de Pintura ................................................................................................................................... 12
3.6.2 Relatório Dimensional ............................................................................................................................... 12
3.6.3 Registro de Acompanhamento de Soldagem ............................................................................................ 12
3.6.3.1 Instrução de execução e inspeção de soldagem (IEIS) .............................................................. 12
3.6.4 Relatório de Dureza .................................................................................................................................. 12
3.6.5 Relatório de Tratamento Térmico .............................................................................................................. 12
3.6.6 Análise da Documentação Técnica ........................................................................................................... 12
3.7 Conflito Normativo .............................................................................................................................................. 12
3.8 Componentes Críticos ....................................................................................................................................... 13
3.9 Controle de Sub fornecedores de produtos e serviços ....................................................................................... 13
3.9.1 Requisito de Qualificação de Pessoal em Subfornecedores de produtos e serviços ............................... 13
3.9.2 Lista de Subfornecedores Qualificados ..................................................................................................... 13
3.9.3 Requisito Mínimo para Subfornecedores .................................................................................................. 13
3.9.4 Documentação para Materiais Importados ............................................................................................... 13
3.10 Identificação e Rastreabilidade ......................................................................................................................... 13
3.10.1 Rastreabilidade de Componentes Críticos .............................................................................................. 13
3.11 Inspeção por Amostragem ...................................................................................................................... 13
3.12 Inspeção, Testes e Registros ........................................................................................................................... 13
3.12.1 Sistema de Controle ................................................................................................................................ 13
3.12.2 Requisito para Teste de Pressão ............................................................................................................ 13
3.12.3 Requisito para Procedimento de Teste de Pressão ................................................................................ 14
3.12.4 Restrição ao Uso de Teflon® no Teste de Vedação ............................................................................... 14
3.12.5 Procedimento de Controle de Documentos ............................................................................................ 14
3.12.6 Teste de Pressão em Equipamento Pintado ........................................................................................... 14
3.12.7 Teste de Pressão em Múltiplos Bores ..................................................................................................... 14
3.12. 8 Teste de Contra Vedação (Back Seat) – Quando Aplicável .................................................................. 14
3.12.9 Ensaio Volumétrico em Revestimentos por soldagem – Overlay ......................................................... 14
3.12.10 Procedimento de Passagem de PIG ..................................................................................................... 15
3.12.11 Procedimento de Torque para fixadores. .............................................................................................. 15
3.12.12 Procedimento de Flushing ..................................................................................................................... 15
3.12.13 Técnica para Verificação de Espessura de Revestimento por Solda ................................................... 15
3.12.14 Quantidade (TEMPO) de Tratamentos Térmicos .................................................................................. 15
3.12.15 Substituição de Ensaios Não-Destrutivos ............................................................................................. 15
3.12.16 Inspeção de forma e posição ................................................................................................................ 15
3.12.17 Teste de Continuidade Elétrica da Proteção Catódica .......................................................................... 15
3.12.18 Desmagnetização .................................................................................................................................. 15
3.12.19 Olhal para içamento .............................................................................................................................. 15

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Requisito da Qualidade nº 10 Rev 5 Abr_2014 – Padrão de Equipamentos Submarinos
3.12.20 Teste de Dureza .................................................................................................................................... 16
3.12.21 Inspeção Dimensional de componentes, sub conjuntos e conjuntos montados - eventos HP/WP
3.12.22 Inspeção de Recebimento...................................................................................................................... 16
3.13 Controle e Tratamento de Não-conformidade ..................................................................................................
3.13.1 Tratamento das Não-Conformidades ...................................................................................................... 16
3.14 Sala Limpa para Montagem, Desmontagem, Testes de Atuadores, SCM’s e equipamentos com exigência
16
de classe de limpeza. ..................................................................................................................................................
4 SMS ..................................................................................................................................... 16
4.1 Instalações ........................................................................................................................................................ 16
4.2 Circulação de pessoas ....................................................................................................................................... 16
4.3 Teste Hidrostático e com Gás............................................................................................................................. 16
4.4 Descarte de Resíduos ........................................................................................................................................ 16
5 DATA BOOK ...................................................................................................................................................... 16

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Requisito da Qualidade nº 10 Rev 5 Abr_2014 – Padrão de Equipamentos Submarinos
1- OBJETIVO
Definir parâmetros para adoção de uma inspeção tipo “A”, “B”, “C” e “AEF” para o fornecimento de
equipamentos submarinos, baseado no acompanhamento dos processos de fabricação através da
verificação da aplicabilidade do Sistema de Gestão e de Garantia da Qualidade do Fornecedor , que servirão
como a base do fornecimento desses produtos, visando o estabelecimento mínimo de requisitos que devem
constar no Manual da Qualidade a ser apresentado pelo Fornecedor, fabricante de equipamentos
submarinos, nacional e internacional, para aprovação pela PETROBRAS. Os equipamentos compreendidos
dentro do escopo deste Requisito encontram-se listados abaixo:
- Manifold Submarino: - MOBO
- Módulos de Conexão: - BAB MOBO
- Árvore de Natal Submarina – ANM: - RISER
- Base Adaptadora de Produção – BAP, - SSAO
- Cabeças-de-Poço Submarinas - IN LINE
- Sistemas de Suspensão da Linha de injeção - ESDV
- PLET - SCR
- PLEM - SLWR
- FSHR

NOTA: Toda e qualquer exceção e/ou conflito observado pelo fornecedor referente ao conteúdo deste
requisito, deverá ser identificado e apresentado para avaliação e validação junto ao responsável pela
inspeção residente da PETROBRAS.
1.1 Documentos de Referência
Parágrafos, itens, tabelas e especificações citados neste requisito devem ser considerados como
referência para elaboração do Manual da Qualidade e o Plano de Inspeções e testes. Observar sempre a
data da última revisão e a data citada nos documentos contratuais.

ABC da Inspeção Tipos de Inspeção de Fabricação


ABENDI NA-001 Qualificação e Certificação de Pessoal em Ensaios Não-Destrutivos.
ABRACO 001 Qualificação e Certificação de Pessoal em Corrosão e Proteção.
ABNT NBR 5425 Guia para inspeção por amostragem no controle e certificação de qualidade
ABNT NBR 5426 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos
ABNT NBR ISO 9001 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos.
ABNT NBR ISO 10005 Gestão da Qualidade - Diretrizes para Planos da Qualidade.
ABNT NBR 11900 Extremidades de Laços de Cabos de Aço.
ABNT NBR 13542 Movimentação de Carga - Anel de Carga.
ABNT NBR 13544 Movimentação de Carga - Sapatilho para Cabo de Aço.
ABNT NBR 13545 Movimentação de Carga - Manilhas.
ABNT NBR 14842 Critérios para Qualificação e Certificação de Inspetores de Soldagem.
ABNT NBR 15218 Critérios para Qualificação e Certificação de Inspetores de Pintura Industrial.
API 5LD API 5LD Specification for CRA Clad or Lined Steel Pipe
API 6A Specification for Wellhead and Christmas Tree Equipment.
API 6D Specification for Pipeline Valves
API RP 17A Design and Operation of Subsea Production Systems
API 17D Specification for Subsea Wellhead and Christmas Tree Equipment.
API RP 17G Recommended Practice for Completion/Workover Risers
Welding Guidelines for the Chemical, Oil, and Gas Industries API recommended
API RP 582
practice582
API SPEC 16C Specification for Choke and Kill Systems
Recommended Practices for Blowout Prevention Equipment Systems for Drilling
API RP 53
Wells
API 650 Welded Steel Tanks for Oil Storage
Recommended Practice for Ultrasonic and Magnetic Examination of Offshore
API RP 2X
Structural Fabrication and Guidelines for Qualification of Technicians

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Requisito da Qualidade nº 10 Rev 5 Abr_2014 – Padrão de Equipamentos Submarinos
API RP 14E Design and Installation of Offshore Production Piping
API RP 2A-WSD (RP- Recommended Practice for Planning, Designing and Constructing Fixed Offshore
2AWSD) Platforms—Working Stress Design
API 1104 Welding of Pipelines and Related Facilities
ASME Sec II Materials
ASME Sec V Nondestructive Examination
ASME Sec VIII Div 1/2 Rules for Construction of Pressure Vessels.
ASME IX Welding and Brazing Qualifications.
ASME B16.34 Valves – Flanged, threaded and Welding End
ASME B31.1 Power Piping – ASME Code for Pressure Piping
ASME B31.3 Process Piping
ASME B31.4 Pipeline Transportation Systems for Liquid Hydrocarbons and other Liquids
ASME B31.8 Gas Transmission and Distribution Piping Systems
ASTM A263 Standard Specification for Stainless Chromium Steel-Clad Plate
ASTM A264 Standard Specification for Stainless Chromium-Nickel Steel-Clad Plate
ASTM A265 Standard Specification for Nickel and Nickel-Base Alloy-Clad Steel Plate
ASTM B117 Standard Practice for Operating Salt Spray (FOG) Apparatus.
ASTM B 602 Standard Test Method for Attribute Sampling of Metallic and Inorganic Coatings.
ASTM B850 Post-Coating Treatments of Steel for Reducing Risk of Hydrogen Embrittlement
ASTM E10 Standard Test Method for Brinell Hardness of Metallic Materials.
ASTM E 18 Standard Test Method for Rockwell Hardness of Metallic Materials.
ASTM E384 Standard Test Method for Knoop and Vickers Hardness of Materials
Standard Practice for Cyclic Salt Fog/UV Exposure of Painted Metal, (Alternating
ASTM D5894
Exposures in a Fog/Dry Cabinet and a UV/Condensation Cabinet
AWS D1.1 Structural Welding Code - Steel.
DNV OS-F 101 Submarine Pipeline Systems
Non-Destructive Testing - Qualification and Certification of NDT Personnel - General
EN 473
Principles.
EN 287-1 Qualification Test of Welders - Fusion Welding - Part 1: Steels.
Qualification Test of Welders - Fusion Welding - Part 2: Aluminium and Aluminium
EN 287-2
Alloys.
EN 45013 General Criteria for Certification Bodies Operations of Personnel.
E-QP-SEQ-073 Qualificação e Certificação de Pessoal e Procedimentos no Exterior - Orientações.
ET E&P PE 27-0189-C Procedimento para Padronização e Uso de Eslingas de Cabo de Aço na E&P-BC.
ET-3000.00-1500-251-
Fixadores em Aço de Alta Resistência para Aplicação Submarina.
PAZ-001
ET-3000.00-1500-251- Rastreabilidade de Fixadores em Aço de Alta Resistência para Aplicação
PAZ-002 Submarina.
ET-3000.00-1500-950-
Revestimento de níquel químico por interdifusão.
PMU-001
ET: 3000.00-1516-940-
Projeto de Proteção Catódica para Equipamento Submarino.
PPC-001
ET-3000.00-1514-941-
Documentação
PSE-002
ET-0001.00-9310-500-
Atendimento aos requisitos da NR-13 para vasos de pressão
PEI-001
Federal Standard 209
Airborne Particulate Cleanliness Classes in Clean rooms and Clean Zones.
E
ISO 3452-1 Non-destructive testing — Penetrant testing — Part 1: General principles
Determination of Sound Power Levels of Noise Sources Using Sound Pressure -
ISO 3745
Precision Methods for Anechoic and Hemi-Anechoic Rooms.
ISO 9712 Non-Destructive Testing - Qualification and Certification of Personnel.
ISO 10423 Petroleum and Gas Natural Industries - Drilling and Production Equipment.
Petroleum and natural gas industries — Design and operation of subsea production
ISO 13628-4
systems
Petroleum and Gas Natural Industries - Design and Operations of Subsea
ISO 13628-6
Productions Systems.

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Requisito da Qualidade nº 10 Rev 5 Abr_2014 – Padrão de Equipamentos Submarinos
Petroleum and natural gas industries — Design and operation of subsea
ISO 13628-15
production systems — Subsea structures and manifolds
ISO 14644-1 Cleanrooms and Associated Controlled Environments.
ISO 14723 Petroleum and Gas Natural Industries – Subsea Pipeline Valves
Petroleum and natural gas industries — Materials for use in H2S-containing
ISO15156-1 environments in oil and gas production. Part 1: General principles for selection of
cracking-resistant materials
Petroleum and natural gas industries — Materials for use in H2S-containing
ISO 15156-2 environments in oil and gas production. Part 2: Cracking-resistant carbon and low-
alloy steels, and the use of cast irons
Petroleum and natural gas industries — Materials for use in H2S-containing
ISO 15156-3 environments in oil and gas production. Part 3: Cracking-resistant CRAs (corrosion-
resistant alloys) and other alloys
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials – Welding
ISO 15609 part 1 a 5
procedure specification
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials
ISO 15613
Qualification based on pre-production welding test
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 1 Welding procedure test — part 1 Arc and gas welding of steels and arc welding of
nickel and nickel alloys
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 2
Welding procedure test — part 2 Arc welding of aluminum and its alloys
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 3 Welding procedure test — part 3 Fusion welding of non-alloyed and low-alloyed cast
irons
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 4
Welding procedure test — part 4 Finishing welding of aluminum castings
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 5
Welding procedure test — part 5 Arc welding of titanium, zirconium and their alloys
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 6
Welding procedure test — part 6 Arc and gas welding of copper and its alloys
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 7
Welding procedure test — part 7 Overlay welding
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 8
Welding procedure test — part 8 Welding of tubes to tube-plate joints
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 9
Welding procedure test — part 9 Arc underwater hyperbaric wet welding
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 10
Welding procedure test — part 10 Hyperbaric dry welding
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 11
Welding procedure test — part 11 Electron and laser beam welding
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 12
Welding procedure test — part 12 Spot, seam and projection welding
Specification and qualification of welding procedures for metallic materials —
ISO 15614 part 13
Welding procedure test — part 13 Resistance butt and flash welding
Conformity Assessment - General Requirements for Bodies Operating Certification of
ISO/IEC 17024
Persons.
ISO/IEC 17025 General Requirements for the competence of testing and calibration laboratories
ISO 17640 Non-destructive testing of welds — Ultrasonic testing of welded joints
Welding — Recommendations for welding of metallic materials — Part 5: Welding of
ISO 17671 part 5
clad steels
Petroleum and natural gas industries - Down hole equipment - Subsurface tubing
ISO 28781
mounted formation barrier valves and related equipment.
Petroleum and Natural Gas Industries - Materials for Use in H2S-Containing
NACE MR0175
Environments in Oil and Gas Production.
Laboratory Testing of Metals for Resistance to Specific Forms of Environmental
NACE MR0177
Craking H2S Environments
NACE 1F192 Use of Corrosion-Resistant Alloys in Oilfield Environments.
NAS 1638 Cleanliness Requirements of Parts Used in Hydraulic Systems.

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Requisito da Qualidade nº 10 Rev 5 Abr_2014 – Padrão de Equipamentos Submarinos
NR-13 Caldeira e Vasos de Pressão.
PETROBRAS N-0002 Pintura de Equipamento Industrial.
PETROBRAS N-0013 Requisitos Técnicos para Serviços de Pintura.
PETROBRAS N-0115 Fabricação e Montagem de Tubulações Metálicas
PETROBRAS N-0133 Soldagem.
PETROBRAS N-1591 Ligas Metálicas e Metais - Identificação Através de Testes pelo Imã e por Pontos.
PETROBRAS N-1592 Ensaio Não-Destrutivos - Testes pelo Imã e por Pontos.
PETROBRAS N-1594 Ensaio Não Destrutivo Ultra Som
PETROBRAS N-1595 Ensaio Não Destrutivo Radiografia
PETROBRAS N-1596 Ensaio Não Destrutivo Liquido Penetrante
PETROBRAS N-1597 Ensaio Não-Destrutivo Visual.
PETROBRAS N-1738 Descontinuidades em Juntas Soldadas - Fundidos, Forjados e Laminados.
PETROBRAS N-1729 Anodos de Liga de Alumínio
PETROBRAS N-1738 Descontinuidades em Juntas Soldadas - Fundidos, Forjados e Laminados.
PETROBRAS N-1852 Estruturas Oceânicas - Fabricação e Montagem de Unidades Fixas.
PETROBRAS N-1892 Estruturas Oceânicas - Içamento
PETROBRAS N-2004 Inspeção de Pintura Industrial - Qualificação de Pessoal.
PETROBRAS N-2109 Controle Dimensional - Qualificação de Pessoal.
PETROBRAS N-2301 Elaboração da Documentação Técnica de Soldagem.
PETROBRAS N-2349 Segurança nos trabalhos de soldagem e corte
PETROBRAS N-2508 Ligas Metálicas e Metais - Identificação – Padrões Fotográficos.
PETROBRAS N-2568 Revestimento anticorrosivos aplicados por aspersão termica
SAE AS 4059 Aerospace Fluid Power - Cleanliness Classification for Hydraulic Fluids.
Methods, Locations and Criteria for System Sampling and Measuring the Solid
SAE ARP 5376
Particle Contamination of Hydraulic Fluids.
1.2 Siglas
ABENDI - Associação Brasileira de Ensaios Não-Destrutivos e Inspeção
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
ABRACO - Associação Brasileira de Corrosão
ACCP - ASNT Central Certification Program
ANM - Árvore de Natal Molhada
API - American Petroleum Institute
ASME - American Society of Mechanicals Engineering
ASNT - American Society for Nondestructive Testing
ASTM - American Society for Testing and Materials
AWS - American Welding Society
BAP - Base Adaptadora de Produção
BMSHA – Bomba Muitifásica Submarina Helio-Axial
CRA – (Corrosion-resistant alloy) Designação para uma Liga resistente a corrosão.
CFM - Condições de Fornecimento de Materiais
CLF - Conector das Linhas de Fluxo
CM - Corrosion Monitoring
COD – Comunicado de ocorrência de divergência
CSWIP - Certification Scheme for Welding and Inspection Personnel
DCV - Dual Change Valve
DHSV - Down Hole Safety Valve
EN - European Standard
EHDM – Módulo de distribuição eletro hidráulico
END - Ensaio Não-Destrutivo
EPS - Especificação do Procedimento de Soldagem
ET - Especificação Técnica
ETU - Electronic Test Unit
ESDV - Emergency Shutdown Valve - Válvula de Fechamento de segurança
FAT - Factory Acceptance Test
FBTS - Fundação Brasileira de Tecnologia de Soldagem
FD - Folha de Dados
FIBAP - Ferramenta de Instalação da BAP
GHSC - Galvanically-induced hydrogen stress cracking
HBW - Brinell hardness

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Requisito da Qualidade nº 10 Rev 5 Abr_2014 – Padrão de Equipamentos Submarinos
HRB - Rockwell hardness (scale B)
HRC - Rockwell hardness (scale C)
HP - Hold Point
HPU - Hydraulic Power Unit
HRC - Hardness Rockwell C
IEC - International Electrotechnical Commission
IEIS - Instrução de Especificação de Instrução de Soldagem
ISO - International Organization for Standardization
“IN LINE” - Equipamentos projetados para serem instalados juntamente com os dutos, conectados em
ambas as extremidades.
LP - Líquido Penetrante
M - Monitoring
MCS - Master Control Station
MCV - Módulo de Conexão Vertical
MLF - Mandril das Linhas de Fluxo
MOBO – Modulo de Bombeio
NACE - National Association of Corrosion Engineers
NAS - National Aerospace Standards
NBR - Norma Brasileira
NR - Norma Regulamentadora
PCS - Pedido de Compras e Serviços
PIT - Plano de Inspeção e Testes
PIG - Denominação genérica dos dispositivos passados pelo interior dos dutos, impulsionados pelo fluido
transportado, podendo ser convencionais (destinados a limpeza, separação de produtos e remoção de
líquidos) ou instrumentados (providos de instrumentos de detecção e registro de dados).
PLEM - Pipe Line End Manifold
PLET - Pipe Line End Termination
PM - Partícula Magnética
PSL - Product Specification Level
PT - Pressure Transmisser
PVT - Performance Verification Test
PVT - Pressure Verification Test
R - Review
RM - Requisição de Material
RNC - Relatório de Não-Conformidade
RQPS - Registro de Qualificação do Procedimento de Soldagem
RQS - Registro de Qualificação dos Soldadores
RWI – Rebombeador e Injetor de água
SCM - Subsea Control Module
SCPS - Sistema de Cabeça de Poço Submarino
SSAO – Estação de separação submarina de água, óleo e gás
SSC – Sulfide stress-cracking
SCC - Stress-corrosion cracking
SEM - Subsea Electronic Module
SEQUI - Setor de Certificação, Qualidade e Inspeção.
SESI - Sensor Simulator
SOHIC - Stress-oriented hydrogen-induced cracking
SMS - Segurança, Meio Ambiente e Saúde
SNQC-CP - Sistema Nacional de Qualificação e Certificação em Corrosão e Proteção
SNQC-END - Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal em Ensaios Não-Destrutivos
SNQC-IS - Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Inspetores de Soldagem
SNT - Society for Nondestructive Testing
SST – (Austenitic stainless steel) Designação para um aço inoxidável austenitico.
TPT -Temperature Pressure Transmisser
TRT - Tree Running Tool
TWI - Technology Welding Institute
UNS - Unified (alloy) numbering system (from SAE-ASTM, Metals and alloys in the Unified Numbering
System)
VASP´s – Vaso separador de processo de bombeamento de óleo e gás.
WP - Witness Point

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Requisito da Qualidade nº 10 Rev 5 Abr_2014 – Padrão de Equipamentos Submarinos
2 DEFINIÇÕES
2.1 Inspeção de Fabricação
As definições estão estabelecidas no ABC da Inspeção, inseridas na página canal do fornecedor
PETROBRAS.
Notas:
Para AEF- Acompanhamento Especial de Fabricação, as inspeções serão estabelecidas pelo método de
“Inspeção Preventiva”, através de “Gates”, no processo de Fabricação dos Equipamentos. As programações
de inspeção “Gates” deverão estar inseridas no Cronograma (MS Project , Primavera , etc,) de fabricação ,
Montagem e Testes do Fornecedor.
2.2 Manual da Qualidade e Plano de Inspeção e Testes
2.2.1 Manual da Qualidade
É um documento elaborado pelo Fornecedor, dentro dos padrões estabelecidos pela norma NBR ISO-
10005 que especifica quais processos, procedimentos e recursos associados devem ser aplicados, por quem
e quando, para satisfazer os requisitos de um empreendimento, produto, processo ou contrato específico.

2.2.2 Plano de Inspeção e Testes (PIT)


O Fornecedor deve solicitar uma reunião de Pré-Inspeção (PIM) com o órgão inspetor, estabelecido no
PCS, para definições sobre o PIT.
O Plano de Inspeção e Testes (PIT) é um documento elaborado pela Fornecedor, que deve indicar os
estágios, ao longo de todo o ciclo de fabril, onde são realizadas as verificações e inspeções, HP, WP, R, e M.
Este documento deverá indicar os tipos de exames, ensaios, testes ou verificações a serem efetuados,
procedimentos e instruções aplicáveis, critérios de aceitação, registros emitidos, incluindo inspeções
realizadas nos subfornecedores.
O PIT poderá ser apresentado em módulos completos, por estágio de fabricação. (ex:Receb. Matéria-
prima ; Usinagem/Revest. Metálico/End).
O PIT relativo a inspeções do tipo C deve ser apresentado à inspeção PETROBRAS para aprovação
antes do início das atividades fabril.
A reapresentação do PIT somente será necessária nas seguintes condições: Alteração de projeto;
•Adequação à nova revisão do Requisito de Inspeção;
•Adequação a novos requisitos especificados em PCS, FD, RM e demais documentos aplicáveis;
•Revisão de normas construtivas.
•Resultados das avaliação dos indicadores da qualidade.
Na definição dos componentes a serem incluídos no PIT deverá ser considerado as seguintes
características:
•Exposição a fluido de produção (pressão do poço).
•Participação em circuitos hidráulicos de controle ou de teste, com exposição a pressões que resultem em
níveis elevados das tensões atuantes.
•Principais componentes mecânicos dos sistemas críticos do equipamento, notadamente sistemas de
travamento.
•Aspectos relevantes de projeto ou do processo fabril, tais como: projeto pioneiro, domínio das
características, operações ou complexidade do processo fabril e END volumétrico ao longo da fabricação,
•Solicitado nos documentos contratuais, RM´s e ET´s.
Nota: Para equipamentos de Sistema de Controle Multiplexado deverá ser elaborado um PIT específico que
atenda à ET: 3549.00-1514-800-PAZ-001.

2.2.2.1 Convocação de Inspeção


A Organização deve convocar a inspeção PETROBRAS, conforme estabelece as Condições Gerais de
Fornecimento de Material - CFM/Contrato, para os eventos designados como pontos de monitoramento,
testemunho e parada obrigatórios, exceto quando seja acordada estratégia diferente na reunião inicial de
inspeção.
3 REQUISITOS PARA DIRETRIZES DA QUALIDADE
3.1 Qualificação de Pessoal
3.1.1 Qualificação de Inspetores de Soldagem
Os Inspetores de Soldagem deverão ser qualificados e certificados por organismos independentes.

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a) Brasil: Inspetor de Soldagem Nível I ou Nível II, certificado pelo SNQC-IS coordenado pela FBTS,
conforme a norma NBR-14842. A abrangência das qualificações dos inspetores nível II devem atender aos
seguintes códigos e respectivas modalidades:
•ASME VIII divisão I (Vasos de pressão)
•ASME VIII divisão II (Vasos de pressão)
•AWS D 1.1 (Estruturas metálicas)
•ASME B31.1(Tubulações)
•ASME B31.3 (Tubulações)
•ASME B31.4 (Oleodutos e gasodutos)
•ASME B31.8 (Oleodutos e gasodutos)
•API 1104 (Oleodutos e gasodutos)
•API 650 (Tanques de armazenamento de óleo)
b) Exterior:
• Engenheiro de Solda Certificado, Tecnologista de Solda Certificado, Especialista de Solda Certificado,
Inspetor de Solda Certificado, conforme EN-45013 ou ISO/IEC 17024 ( IIW / EWF / IIS, etc),
• Profissionais Certificados e Qualificados em Solda, por organismos independentes de seu País.

3.1.2 Qualificação Inspetores de Ensaios Não-Destrutivos (END’s)


Para executar os ensaios visual, líquido penetrante, partículas magnéticas, radiografia, ultrassom e correntes
parasitas no Brasil a qualificação e a certificação devem ser pelo Sistema Brasileiro de Qualificação e
Certificação de Pessoal (SNQC-END), conforme norma ABNT NBR NM ISO 9712. Para serviços executados
no exterior a qualificação e certificação devem ser conforme estabelecido acima ou por entidades
internacionais independentes que atendam aos requisitos da norma ISO/IEC 17024 e que operem em
conformidade com as normas ISO 9712 ou EN 473, sendo neste caso requerida a aprovação prévia da
PETROBRAS;

Quando forem utilizados procedimentos de terceiros aplicados por pessoal próprio do Fornecedor é
obrigatória à apresentação de autorização para uso dos mesmos.
3.1.2.1 Requisitos obrigatórios para inspetores de END no Brasil e Exterior
•A comprovação do nível de qualificação dos inspetores deve ser consultada no site da ABENDI:
http://www.abendi.org.br/ certificação de pessoal documentos para download NA-001
•A comprovação da certificação de inspetores do exterior poderá ser feita através do próprio carimbo do
inspetor no documento, desde que neste conste o nível da qualificação, a identificação do inspetor e do órgão
certificador. A apresentação da certificação deve ser obrigatória, uma vez que existem profissionais
trabalhando pelo sistema de autocertificação, permitido pela prática ASNT SNT-TC-1A, a qual não é aceita
pela PETROBRAS.
3.1.3 Qualificação dos Inspetores de Pintura
No Brasil, os Inspetores de Pintura Níveis 1 e 2 devem ser no mínimo treinados conforme as normas
ABRACO 001 e NBR 15218. No Exterior os profissionais devem ser no mínimo treinados por entidades
internacionais independentes, que atendam aos requisitos da norma EN 45013 ou ISO/IEC 17024.
3.2 Treinamento / Habilitação
O pessoal envolvido nas atividades de Garantia e Controle da Qualidade (Inclusive terceirizados) deve
estar cadastrado e habilitado pelo Sistema de Qualidade da Organização / Controle da Qualidade, mediante
um procedimento que defina treinamento específico, registro dos mesmos, periodicidade de avaliação e
critérios de manutenção da habilitação. Estes registros devem ser apresentados à PETROBRAS.
3.2.1 Requisitos para Inspetores Não-Qualificados
3.2.1.1 Inspetor Dimensional
Comprovar disponibilidade de inspetor de controle dimensional habilitado. Não é obrigatória a
qualificação por órgão externo à Organização, sendo aceito treinamento desde que atenda ao conteúdo e à
carga horária da norma PETROBRAS N-2109-E 1ª.Emenda 27/05/2007 conforme abaixo:
•Escolaridade e experiência profissional: Item 4.2 e Tabela 1;
•Treinamento no mínimo para Nível I da modalidade mecânica e caldeiraria/tubulação: conforme item 4.3 e
anexo B;
•Acuidade visual: conforme item 4.4.

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3.2.1.2 Inspetor Visual
Comprovar disponibilidade de inspetor para inspeção visual habilitado. Não é obrigatória a qualificação
por órgão externo à Organização, sendo aceito treinamento específico para esta habilitação.
3.2.1.3 Inspetor para Teste de Reconhecimento de Ligas (Teste por Pontos)
Comprovar disponibilidade de inspetor para inspeção de teste de reconhecimento de ligas habilitado ou
dispor de equipamento analisador instantâneo de elementos químicos (PMI–Positive material identification).
3.3 Qualificação de Procedimentos
3.3.1 Procedimentos de Ensaios Não-Destrutivos (END's)
Todos os procedimentos de END’s utilizados no Fornecedor e subfornecedores nacionais ou
estrangeiros devem ser aprovados por inspetor nível 3. Estes deverão ser qualificados por organismos
internacionais independentes (no Brasil pela ABENDI e no exterior por organismos que obedeçam a norma
ISO/IEC 17024 ou equivalente e que operem em conformidade com a norma ISO 9712 ou EN 473).
3.3.2 Procedimento de Pintura
Todos os procedimentos para pintura padrão PETROBRAS utilizados pelo Fornecedor e
subfornecedores nacionais ou internacionais devem previamente aprovado pela Engenharia de Materiais do
Fornecedor.
Os procedimentos e o Plano de Inspeção de Pintura devem ser apresentados ao órgão inspetor antes do
início da fabricação.
3.3.3 Procedimentos e Documentos de Soldagem
Os documentos necessários a execução e controle da soldagem deverão ser elaborados por inspetor
de solda qualificado, vide atribuição e responsabilidades definidas no sub item 3.1, atendendo aos requisitos
da norma de projeto, documentos contratuais. Estes documentos deverão ser disponibilizados aos
soldadores, operadores, supervisores e inspetores de soldagem para consulta e utilização.

Este Requisito define como condição obrigatória que alem da aprovação conforme item “3.1.1 b- Exterior”
todos os componentes e equipamentos nos quais foram necessárias operações de soldagem no exterior, os
documentos sejam validados por inspetor de solda Nível 2 certificado de acordo com o parágrafo “3.1.1 a -
Brasil”, deste requisito. A Fornecedor deverá apresentar uma sistemática de controle de atualização quando
necessário das EPS elaboradas, em função de revisões aplicadas as normas de projetos, adendo,
cancelamentos, correções técnicas, etc.
Notas:
a) Na soldagem orbital dos tubing deverá ser qualificado um procedimento específico atendendo aos
requisitos das normas ASME B31.3 e API 6A / ISO10423.
b) Na execução da soldagem de CRA deverá ser atendido às seguintes normas: API 6A / ISO10423,
ISO15609 part 1 a 5, ISO15156 part 1 a 3, ISO15613, ISO15614 part 1 a 13, ASME SEC IX, quando
aplicável.
3.4 Gerenciamento Técnico de Contrato
O Fornecedor deverá possuir um Procedimento para Controle da Documentação com o objetivo de
garantir o controle de revisões dos documentos de projeto e manter o histórico das alterações e suas
justificativas, um Plano de Comunicação destinado a estabelecer um canal de comunicação entre as partes
envolvidas na especificação, compra, fabricação e inspeção dos equipamentos submarinos utilizados pela
PETROBRAS, contribuindo assim para a plena integração dos diversos setores envolvidos. Os documentos
deverão tramitar somente entre o representante oficial definido pelo fornecedor (normalmente o gerente de
contrato) e os representantes da PETROBRAS definidos no contrato/projeto, estruturando assim a prática do
Single Point of Contact. O procedimento e o Plano de Comunicação deverão ser apresentados no início do
fornecimento para conhecimento e aprovação da PETROBRAS.
3.4.1 Análise Crítica de Contrato
Todos os documentos técnicos esclarecedores gerados durante a fase de pré-venda e fabricação
incorporadas ao fornecimento do produto, devem estar disponíveis à inspeção da PETROBRAS. O
Fornecedor deve apresentar antecipadamente quando requerido ou no ato da inspeção uma planilha e/ou
lista de desvios técnicos, em ordem cronológica, que indique os desvios entre o PCS / Contrato /
Documentação Técnica e o material apresentado. Estes desvios devem estar formalmente aprovados pela
PETROBRAS.
3.4.2 Controle de Subfornecedores

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O Fornecedor deve definir, com base na NBR ISO-9001, quais são os requisitos mínimos de qualidade
aplicáveis aos subfornecedores, assim com as características técnicas exigidas pela Engenharia do
Fornecedor.
NOTA: Os instrumentos de medição e de ensaio devem ser calibrados em laborat órios Acreditados
conforme a ABNT NBR ISO/IEC 17025. É aceitável a realização de calibrações empregando padrões
rastreados à Rede Brasileira de Calibração (RBC) ou ao INMETRO. Para calibração realizada no
exterior o laboratório deve ter seu sistema metrológico formalmente reconhecido como operando
conforme a ISO/IEC 17025. A calibração dos instrumentos de medição e de ensaio deve seguir um
Plano de Calibração que esteja contido no Sistema de Qualidade da unidade ou da empresa
contratada.

3.5 Materiais
3.5.1 Requisito para Lingadas
Na fabricação de lingadas utilizadas para movimentação de equipamentos submarinos devem ser
atendidas as normas abaixo, salvo se especificado em contrário pela PETROBRAS:
•Lingadas - ABNT NBR 13541
•Anel de Carga - ABNT NBR 13542
•Sapatilho para Cabo de Aço - ABNT NBR 13544
•Manilhas - ABNT NBR 13545
•Extremidade de Laços de Cabos de Aço - ABNT NBR 11900
•Procedimento para Padronização e Uso de Eslingas de Cabo de Aço na E&P-BC - ET E&P PE 27-0189-C
•ET-3000-1500-610-PEK-002 ver. B
•NOTA: Lingadas e Acessórios de Içamento adquiridos fora do Brasil devem atender as normas DNV ; API ;
EN ; BS ;

3.5.2 Elastômeros
Todos os elastômeros deverão atender aos requisitos da API 6A .
Nota: Não é permitida a prática de confecção de o’rings e gaxetas com emenda.
3.5.3 Elementos de Fixação
Todos os elementos de fixação deverão atender aos requisitos do item 8.8 e 10.3 da API 6A (19ª Ed.
Ad4 Dec.2008) e da Especificação Técnica da PETROBRAS: ET-3000.00-1500-251-PAZ-001 – Fixadores de
Alta Resistência para Aplicação Submarina

3.6 Documentação Técnica


Os requisitos abaixo são aplicáveis ao Fornecedor e subfornecedores.
3.6.1 Relatório de Pintura
O Relatório de Controle de Processo de pintura deverá conter o registro por camada contendo os
parâmetros mínimos estabelecidos em norma.
3.6.2 Relatório Dimensional
Será considerado registro obrigatório todas as cotas consideradas padronizadas pela PETROBRAS
(vide 3.17 deste requisito para complemento) conforme documentos e especificações técnicas contratuais
aplicáveis ao componente ou equipamento inspecionado.
3.6.3 Registro de Acompanhamento de Soldagem
Todas as soldas de equipamentos e estruturas submarinos deverão possuir os mapas e listas de
juntas soldadas visando a sua rastreabilidade.
3.6.3.1 Instrução de execução e inspeção de soldagem (IEIS)
A critério do fornecedor poderá ser utilizado como suporte durante as operações de soldagem o
documento IEIS nos quais devem ser detalhadas todas as juntas a serem soldada no equipamento ou
componente. Entretanto, quando a quantidade de juntas do equipamento for de tal modo elevada que a
individualização seja impraticável ou inadequada, permite-se o agrupamento de juntas idênticas.
3.6.4 Relatório de Dureza
Os relatórios para Registros dos Ensaios de Dureza deverão conter todas as informações
estabelecidas nas normas aplicadas.

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3.6.5 Relatório de Tratamento Térmico
Os relatórios para Registros dos Tratamentos Térmicos devem conter o estabelecido na norma utilizada.
NOTA: HOMOLOGAÇÃO do forno deve atender a norma API 6A .
3.6.6 Análise da Documentação Técnica
A Organização deverá apresentar toda documentação técnica prevista no PIT em tempo real, com a
sua liberação no processo de fabricação interno e externo, antes do início da montagem de cada sub
componente.
A Organização antes da montagem dos sub componentes deverá emitir um documento (recomendado
o assembly set-out) que comprove que toda a documentação prevista no PIT tenha sido analisada e liberada
pela inspeção PETROBRAS.
3.7 Conflito Normativo
Fica estabelecido que nos casos de conflitos normativos, a solicitação de esclarecimentos destes
devem ser feitos pela Organização durante a análise crítica de contrato. A hierarquia normativa a ser seguida
deverá ser a seguinte:
1ª ) CFM
2ª.) PCS e Anexos
3ª.) RM
4ª.) ET
5ª.) REQUISITO DE INSPEÇÃO
6ª.) NORMAS PETROBRAS

3.8. Componentes Críticos


O projeto deve definir como itens críticos os componentes que façam parte de pressure containing e
controlling que interfiram com a operacionalidade, manutenção, segurança e vida útil do produto. Assim como
Componentes que possam ter contato com Fluido do Poço. Essa definição deve ser estabelecida no Plano de
Inspeção e Testes.
3.9 Controle de Subfornecedores de produtos e serviços
É atribuição do fornecedor principal certificar e garantir que seus subfornecedores de produtos e
serviços em qualquer grau de fornecimento atendam o solicitado abaixo. Os sub fornecedores que não
estiverem enquadrados nas especificações abaixo deverão ter um prazo limitado a 6 (seis) meses para
adequação ao especificado através de plano de ação, sendo que e a organização fornecedora deverá
acompanhar este plano de ação de forma que este limite seja cumprido. No caso de não cumprimento o
mesmo será retirado da lista de sub fornecedores.
3.9.1 Requisito de Qualificação de Pessoal em Subfornecedores de produtos e serviços
As atividades de inspeção executada por subfornecedores devem ser realizadas por inspetores
qualificados, conforme item 3.1 e 3.2 deste requisito de inspeção.
3.9.2 Lista de Subfornecedores Qualificados
O Fornecedor deve apresentar uma lista de subfornecedores nacionais e internacionais aprovados,
para aquisição de materiais e serviços do escopo do fornecimento, definindo a sua estratégia de
acompanhamento para conhecimento e verificação da PETROBRAS.
É atribuição da PETROBRAS aprovar a estratégia apresentada pela Organização, podendo alterar o
grau de acompanhamento ou efetuar este em conjunto com a Organização.
A qualquer momento da fabricação a PETROBRAS pode recomendar à Organização a rejeição de um
subfornecedor de produtos e serviços que apresentar ocorrências de não-conformidades consideradas
reincidentes e tratadas inadequadamente.
3.9.3 Requisito Mínimo para Subfornecedores
O Fornecedor deve definir preferencialmente como requisito mínimo para os subfornecedores a
certificação conforme a norma NBR ISO 9001. São aplicáveis aos subfornecedores os mesmos padrões de
inspeções estabelecidos para o Fornecedor, conforme Plano da Qualidade e Plano de Inspeção e Testes
citado no item 2.8 deste requisito.
3.9.4 Documentação para Materiais Importados
Para componentes importados o Fornecedor deverá atender os requisitos definido conforme plano de
qualidade e plano de inspeção e testes estabelecidos pelo fornecedor, incluindo certificados de conformidade
e de terceira parte quando aplicável.

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3.10 Identificação e Rastreabilidade
3.10.1 Rastreabilidade de Componentes Críticos
O Fornecedor deve identificar e rastrear todos os componentes críticos definidos pelo projeto. Essa
estratégia deve ser definida no Plano de qualidade e Plano de Inspeção e Testes.

3.11 Inspeção por Amostragem


Quando adotado pela inspeção PETROBRAS o critério de inspeção por amostragem, deverá ser
realizado conforme norma ABNT NBR 5426. Para os testes com pressão, integridade ou vedação
(hidrostáticos ou a gás), o critério de inspeção por amostragem não é aplicável.
3.12 - Inspeção, Testes e Registros.
3.12.1 Sistema de Controle
Para equipamentos com Sistema de Controle Multiplexado deverá ser atendido o PIT especifico e a
Especificação Técnica PETROBRAS referente a sistema de controle.
3.12.2 Requisito para Teste de Pressão
Os testes de integridade, FAT e PVT, devem ser monitorados com utilização de dois manômetros,
transdutores, registrador com carta gráfica (desde que atenda a resolução normativa) ou computadorizada
conforme procedimento aplicável e norma API 6A. Os fluidos utilizados devem estar de acordo com a norma
SAE AS 4059.
A monitoração do teste com gás deve ser visual, quando necessário via câmera de vídeo e não deverá
haver formação de bolhas.
A água do reservatório usada para manter o equipamento submerso em teste com gás deve estar
limpa o suficiente para que permita visualizar com clareza os pontos de monitoração.
Deve-se assegurar que num possível vazamento o gás tenha liberdade para aflorar na superfície do
tanque, para isso devem ser verificados se as áreas acima do ponto monitorado podem aprisionar o gás
proveniente de vazamentos, por exemplo, peças côncavas, caso seja constatado essa condição, deve-se
efetuar a instalação de monitoramento por câmera.
O equipamento deve oferecer condições para retirada de todo o fluído líquido da cavidade a ser
testada. Não será admitido à retirada de líquidos fluindo-se gás no sistema, se o ponto de dreno não estiver
localizado na parte inferior da cavidade, pois este processo não garante a total retirada do líquido.
Todos os testes hidrostáticos deverão ser realizados antes de qualquer teste com gás.
Notas:
a) Todos os instrumentos do sistema de monitoração de pressão mencionados acima devem ser calibrados
incluindo a homologação do conjunto do software e carta gráfica.
b) Após os testes a organização deverá providenciar lacre para todos os conectores das conexões
hidráulicas (exemplo “jigs”)
3.12.3 Requisito para Procedimento de Teste de Pressão
Os procedimentos de teste de integridade, FAT e PVT devem possuir no mínimo as seguintes
informações: normas aplicáveis, descrição dos testes, critério de aceitação, fluido de teste, teor de cloretos
(para materiais sujeitos a corrosão por cloretos), uso de inibidores de corrosão, filtros, condições e
adequação do painel, iluminação, resolução e calibração de manômetros. O procedimento deve ser
apresentado para aprovação da PETROBRAS, antes da sua aplicação.
Nota: O teste à gás obrigatoriamente deve ser realizado com o equipamento submerso.
3.12.4 Restrição ao Uso de Teflon® no Teste de Vedação
Não é permitido o uso de fita, pasta de teflon® ou selantes, como elemento auxiliar para obtenção de
vedação das roscas ou qualquer outro componente.
3.12.5 Procedimento de Controle de Documentos
O Fornecedor deve apresentar um procedimento de emissão, controle e arquivamento dos registros
das atividades de Inspeção e Testes (interno ao seu processo e dos seus subfornecedores).
3.12.6 Teste de Pressão em Equipamento Pintado
Para teste de integridade de equipamento pintado deve ser considerado somente para componente
forjado, não podendo aplicar este conceito para soldas de topo.
3.12.7 Teste de Pressão em Múltiplos Bores
Todos os testes de integridade de componentes que contenham múltiplos furos ou orifícios (bores)
deverão ter cada um deles testados individualmente ou que não sejam adjacentes, para garantir que não haja
intercomunicação. Este conceito aplica-se para corpos com passagens do fluido do poço, bem como outros

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corpos com passagem de linhas de controle tais como: linhas de injeção química, linhas de comando de
atuadores, linhas reservas etc.
3.12.8 Teste de Contra Vedação (Back Seat) – Quando Aplicável
Todas as válvulas que possuam contra vedação (back seat) deverão ser submetidas ao teste
hidrostático de vedação, conforme segue:
a) O teste consistirá em dois períodos de espera;
b) O tempo de monitoração de cada período deverá ser de 15 minutos;
c) O primeiro e o segundo período de teste serão à pressão nominal de trabalho. Quando o fluído de teste for
água, entre os períodos deverá ser realizado uma ciclagem.
Para teste com gás todo o resíduo de fluido liquido da cavidade deverá ser drenado, o primeiro período de
teste será à pressão nominal de trabalho e o segundo deverá ser a uma pressão entre 5% e 10% da pressão
nominal de trabalho.
Nota: Reduzir a pressão a zero entre o período de espera primário e secundário.
3.12.9 Ensaio Volumétrico em Revestimentos por soldagem - Overlay
Deverá ser realizado ensaio volumétrico nas regiões dos revestimentos (full clad) com solda, processo
overlay, com o objetivo de proteção contra corrosão. Nas áreas de vedação, exemplo, AX, VGX, BX,
coupling, suspensor de tubulação, etc. Procedimentos e profissional habilitado conforme itens 3.1, 3.2 e 3.3
deste requisito.
3.12.10 Procedimento de Passagem de PIG
O Fornecedor deverá possuir um procedimento de passagem de PIG aprovado pela PETROBRAS
EQSB .
3.12.11 Procedimento de Torque para fixadores.
O Fornecedor deverá ter um procedimento de execução de torque em fixadores.
3.12.12 Procedimento de Flushing
O grau de limpeza a ser alcançado nas amostras deverá apresentar uma classe compatível com o
projeto, conforme estabelecido nas RMs e ETs relativas a cada contrato.
O Fornecedor deverá possuir um procedimento de flushing elaborado de acordo com as normas SAE
AS 4059 (antiga NAS1638 inativa para novos projetos a partir 2001) e ARP5376 .
3.12.13 Técnica para Verificação de Espessura de Revestimento por Solda
O Fornecedor deverá possuir uma sistemática de verificação da espessura de revestimento por solda
(overlay) nas áreas de vedação, internos de tubos e passagens internas de hub’s. Esta sistemática poderá
utilizar técnica de medição por meio de aparelho eletrônico. Para todos os casos é obrigatório a emissão do
registro da espessura obtida.
3.12.14 Quantidade (TEMPO) de Tratamentos Térmicos
Os procedimentos de soldagem utilizados na fabricação e reparos por solda deverão ser compatíveis
com a quantidade ou tempo máximo dos tratamentos térmicos. Deve ser previsto no mínimo um ciclo
adicional no procedimento para proporcionar a possibilidade de reparos futuros durante a operação do
componente ou equipamento.
3.12.15 Substituição de Ensaios Não-Destrutivos
O ensaio de partículas magnéticas (PM) em superfícies “molhadas” e de selagem que não puder ser
realizado, por limitação de acesso, deverá ser substituído por outro END, com sensibilidade no mínimo
equivalente na detecção de defeitos.
3.12.16 Inspeção de forma e posição
Toda inspeção de forma e posição deve ser executada em equipamento que efetue medição
tridimensional.
3.12.17 Teste de Continuidade Elétrica da Proteção Catódica
Para o teste de continuidade elétrica deverá ser adotado o estabelecido na ET 3000.00-1516-940-
PPC-001. A Organização deve apresentar um plano de execução de teste de continuidade elétrica, indicando
os pontos de verificação, critério de aceitação e o instrumento de teste.
3.12.18 Desmagnetização
Alguns materiais podem apresentar magnetização residual, principalmente peças cilíndricas com
dimensões reduzidas. É recomendado desmagnetizar todos os componentes através de um procedimento a
ser aprovado pela PETROBRAS.
3.12.19 Olhal para içamento

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Os olhais soldados nas estruturas metálicas, skids ou diretamente nos equipamentos devem atender
aos requisitos das normas de Projeto.
3.12.20 Teste de Dureza
Deve ser conforme a norma ASTM E10 para dureza Brinell ou norma ASTM E18 para dureza
Rockwell.

3.12.21 Inspeção Dimensional de componentes, sub conjuntos econjuntos montados - eventos HP/WP
A inspeção dimensional será realizada por amostragem, conforme NBR 5426, exceto para as cotas
consideradas “padrão PETROBRAS”, definidas em especificações técnicas correspondentes e sendo
informado nos documentos contratuais. Demais cotas deverão ser observadas a criticidade conforme
sequencia abaixo:
1ª) Cotas consideradas criticas pela Engenharia do Fornecedor e cotas de forma e posição. Definição
conforme procedimentos e indicadas nos desenhos ou documentos correspondentes,
2ª) Roscas para pressão. Roscas utilizadas para fixação considerar somente inspeção visual,
3ª) Cotas consideradas com tolerância “em aberto”.
NOTA:
Cotas Padronizadas PETROBRAS e de Interface de Equipamentos, com forma e posição, não podem sofrer
inspeção por amostragem e deve ser verificadas por instrumentos independentes do Processo de
Fabricação.
3.12.22 Inspeção de Recebimento
O Fornecedor deverá comprovar a efetividade através de testes de redundância dos certificados de
Matéria Prima e ou Certificados de Conformidade para serviços contratados. Esta verificação deverá ser da
sequinte forma:
•Recebimento de materia prima no fornecedor – Deverá ser executado um ensaio amostral, através do uso
de PMI, conforme sub itens 3.2.1.3, 3.14.5 onde aplicável.
•Serviços contratados (usinagem, caldeiraria, revestimento, forjaria e outros), o Fornecedor deverá realizar
testes periódicos de requalificação utilizando-se dos mesmos requisitos e parâmetros da qualificação inicial
do serviço. Os critérios da qualificação e assim como a periodicidade a ser aplicada deverá ser acordado com
a PETROBRAS.
3.13 Controle e Tratamento de Não-conformidade
3.13.1 Tratamento das Não-Conformidades
O Fornecedor deve controlar e tratar toda não-conformidade da sua linha industrial e de seus
subfornecedores nacionais e internacionais, conforme seu procedimento específico, atendendo aos
requisitos do sistema ISO.
3.14 Sala Limpa
O Fornecedor deverá classificar e certificar a sala limpa em atendimento à Norma ISO 14644-1 (antiga
Federal Standard 209 E), que estabelece os níveis de classificação de limpeza.
Nota: Havendo a necessidade de soldagem de fios da SEM com as DCV's e sensores do SCM, esta
atividade deve ser executada com acesso limitado em sala com controle de umidade, temperatura e pressão
positiva (ISO 13628-6, item 5.1.2.5).
4 SMS
4.1 Instalações
Quando ocorrer a presença frequente do inspetor designado pelo cliente nas instalações fabris do
fornecedor, o mesmo deverá proporcionar as seguintes facilidades mínimas de trabalho para o inspetor:
- Sala com no mínimo 40m²;
- Unidades completas de computação, inclusive impressora multifuncional (scanner e fotocópias);
- Mobiliário para a célula de trabalho
- Unidade de ar condicionado
4.2 Circulação de pessoas
Em áreas onde houver mangueiras pressurizadas, deverá ser garantida a segurança caso seja
necessária à circulação de pessoas.

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4.3 Teste Hidrostático e com Gás
O teste com gás requer cuidados especiais, sendo que deve ser solicitada a presença do técnico de
segurança do Fornecedor antes do seu início.
É aceito e recomendável a utilização de redutores de volume, em testes que envolvam um grande
volume de gás.
O equipamento deve oferecer condições para retirada de todo o fluído líquido da cavidade a ser
testada. Não será admitida a retirada de líquidos fluindo-se gás no sistema, se o ponto de dreno não estiver
localizado na parte inferior da cavidade, pois este processo não garante a total retirada do líquido.
4.4 Descarte de Resíduos
O descarte de resíduos deve seguir a legislação local.
5 DATA BOOK
Quando exigido em contrato, o Fornecedor deve emitir Data Book dos produtos, contendo no mínimo
os seguintes itens:
a) Certificado de conformidade com tempo de garantia conforme RM (inclusive elastômeros e elementos de
fixação);
b) Certificado de matérias prima e ensaios conforme API 6A, 17D e normas da Petrobras aplicáveis;
c) Registros dos ensaios Não-Destrutivos conforme API 6A e 17D;
d) Registros dos testes hidrostáticos e pneumáticos conforme API 6A e 17D;
e) Qualificações do processo de soldagem, soldadores e operadores, conforme API 6A, 17D ou norma de
projeto;
f) Mapas radiográficos e desenhos de detalhes de soldagem;
g) Registros de inspeção dimensional, contendo cotas críticas;
h) Plano de Inspeção e Teste (PIT) aprovado pela PETROBRAS, de todos os produtos em liberação;
i) Identificação e inclusão de todos os relatórios emitidos pela inspeção PETROBRAS, pertinentes aos
produtos liberados;
j) Identificação e inclusão de não-conformidades críticas do Fornecedor / subfornecedor e as ações corretivas
adotadas, pertinentes aos produtos liberados;
k) Desenhos de conjunto e esquemas hidráulicos;
l) Ordem de montagem contendo rastreabilidade de todos os componentes críticos do projeto, assinalados no
PIT.
OBS.: O Data Book deve ser fornecido na língua portuguesa e em mídia eletrônica, exceto se solicitado em
contrário. Para itens e componentes adquiridos de Fornecedores e subfornecedores internacionais, o Data
Book deve ser fornecido na língua Inglesa.

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