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EXCELENTÍSSIMO JUÍZO DA VARA DO TRABALHO DE

FULANO DE TAL, brasileiro, solteiro, nascido em 09.09.1990, filho de Fulano de Tal


de Tal e Fulana de Tal de Tal, CPF nº. 12345, RG nº. 12345, SSP/RS, CT`OS nº.
12345-5, série 012, PIS nº. 123456, residente e domiciliado na Rua Xis, nº; 12345,
bairro Ípsilon, Cidade/UF, CEP 12345-678, vem, respeitosamente, por seus
procuradores abaixo firmados, ajuizar a presente

Reclamatória Trabalhista em face de

EMPRESA DAS QUANTAS, CNPJ nº. 12.123.123/1234-12, empresa localizada na


Rua Voluntários da Pátria 1089, CEP 90230-11, bairro Floresta, Porto Alegre, RS,
pelos fatos e fundamentos que passa a expor:

1. DA CONTRATUALIDADE: A reclamante trabalhou para a reclamada como “Auxiliar


Administrativo” de 01.12.2013 a 31.10.2017, quando dispensada sem justa causa,
ocasião em que recebia como salário base o valor de R$ 1.250,00.
Seu último salário totalizou R$ 1.412,14, tendo a última remuneração alcançado o
valor de R$ 1.503,15, conforme holerite em anexo. Já o aviso prévio foi concedido na
data de 01.10.2017 na modalidade indenizada.

2. DIFERENÇAS RESCISÓRIAS – AVISO PRÉVIO E 13º SALÁRIO


PROPORCIONAL/2017: Conforme revela o TRCT e carta de concessão de aviso
prévio, ambos em anexo, a reclamada concedeu e satisfez à obreira apenas 30 dias
de aviso prévio, quando eram devidos 39 dias, fulcro disposições da Lei 12.506/2011.
Assim, a reclamante é credora de 09 dias de aviso prévio, os quais deverão integrar o
contrato de trabalho e serem considerados para todos os fins, com reflexos em férias
com o 1/3 legal, gratificação natalina e FGTS com multa de 40%.

Deverá ser a reclamada condenada, ainda, à retificação da CTPS, para que conste
como data de baixa e extinção do pacto laboral o dia 09.10.2017.

Além disso, verifica-se que a reclamada satisfez à obreira o pagamento de apenas


9/12 a título de 13º salário proporcional do ano de 2017, tendo desconsiderado, para
tal, a projeção do aviso prévio. Logo, a reclamante é credora de 1/12 a título de 13º

* Modelo com dados fictícios e adaptado conforme a Jurisprudência do TRT da 4ª Região


* Extraído de https://inaciootarouco.jusbrasil.com.br/modelos-pecas/531077097/modelo-inicial-
trabalhista-de-acordo-com-a-reforma-rito-sumarissimo
salário proporcional, o qual deverá ser satisfeito com reflexos em férias com o 1/3
legal, gratificação natalina e FGTS com multa de 40%.

3. DA MULTA DO ART. 467 DA CLT: Caso reste incontroverso o inadimplemento


parcial das verbas rescisórias acima mencionadas, e a reclamada não satisfaça o valor
incontroverso por ocasião da audiência inaugural/una, requer, desde já, a aplicação
da multa do art. 467 da CLT, no montante de 50% sobre o valor total a ser calculado
para as verbas rescisórias.

4. JORNADA DE TRABALHO. HORAS EXTRAS: A reclamante foi contratada para


trabalhar das 8h às 17h de segunda a sexta-feira, e das 08h às 12h no sábado, com
01h de intervalo nos dias de semana e 15 minutos nos sábados, totalizando 44h
semanais. Todavia, laborava em média até às 19h30min, de segunda a sexta-feira,
cumprindo, portanto, 2,5 horas extras diárias.

Do início da contratualidade até o ano de 2015 as horas extras foram pagas


corretamente. Todavia, a partir do ano de 2016, foi implantado ponto digital na
reclamada, de maneira que os empregados eram obrigados a registrar o final de
jornada às 17h, porém continuavam trabalhando, na forma descrita no parágrafo
acima. Assim, restam previamente impugnados os registros ponto da reclamante a
contar da inserção do ponto digital, o que ocorreu a partir do ano de 2016.

Inobstante, deverá a reclamada trazer aos autos, na forma dos


artigos 396 a 400 do CPC, os cartões ponto da reclamante, fulcro Súmula 338, I, do
TST.

Desta feita, observado que havia jornada excedente à 8a hora diária e/ou à 44a
semanal, merecem ser estas horas satisfeitas com adicional de 50%, com integração
nos repousos semanais e, após, pelo aumento da média remuneratória, com reflexos
em aviso prévio, férias com o 1/3 legal, gratificação natalina, e FGTS com 40%.

5. INTERVALOS DO ART. 384 DA CLT: A reclamante, embora prorrogasse a jornada


de trabalho frequentemente, não gozava de 15 minutos de intervalo, conforme
preceitua o art. 384 da CLT. Dessa forma, merece ser condenada ao pagamento de
tal período como extra, com adicional de 50%, com integração nos repousos semanais
e, após, pelo aumento da média remuneratória, com reflexos em aviso prévio, férias
com o 1/3 legal, gratificação natalina, e FGTS com 40%.

6. IMPOSTO DE RENDA E RECOLHIMENTOS PREVIDENCIÁRIOS:Caso o


reclamante tenha que arcar com alguma parcela a título de Imposto de Renda, deverá
ser observada a natureza de cada parcela deferida, se remuneratória ou indenizatória,
sendo determinado por V.Exa. que somente se efetuem recolhimentos se as parcelas
mensais devidas, assim calculadas, ultrapassarem o limite de isenção mensal, já que
foi o não cumprimento do contrato pela reclamada que gerou o pagamento acumulado
de diferenças geradas mês a mês, de modo que se estas parcelas tivessem sido pagas
no momento correto, o reclamante estaria isento do pagamento de Imposto de
Renda. Incide em espécie o anexo III da IN RFB 1.558/2015.

* Modelo com dados fictícios e adaptado conforme a Jurisprudência do TRT da 4ª Região


* Extraído de https://inaciootarouco.jusbrasil.com.br/modelos-pecas/531077097/modelo-inicial-
trabalhista-de-acordo-com-a-reforma-rito-sumarissimo
Ainda, deverá ser observado que juros de mora são mera punição ao empregador
inadimplente, conforme dispõe a Lei 8.541/92, estando isento da incidência do
Imposto de Renda. Incide em espécie a Súmula 53 do Egr. TRT da 4ª Região.
Já quanto aos descontos previdenciários, deverá ser observado o valor do teto máximo
de contribuição previsto pela Previdência Social.

7. ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA: Para a correção monetária deverá ser observado


que o pagamento dos salários deveria ser efetuado no mês próprio ao da prestação
do serviço, devendo ser utilizado o FACDT do mês em que se gerou o débito. Caso
não seja admitido o acima exposto, deverá ser adotado o FADCT do dia seguinte ao
vencimento da obrigação, nos termos da Súmula nº. 21 deste Egr. TRT4.

8. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS: A reclamante é pessoa pobre, conforme se


depreende da declaração em anexo, de maneira que restam atendidos os requisitos
da Lei 1.060/50. Assim, são devidos os benefícios da AJG e Justiça Gratuita (esta, a
ser explanada pormenorizadamente a seguir) e, ante o trabalho do advogado, fulcro
Súmula nº. 450 do STF, o pagamento de honorários de assistência
judiciária/sucumbência, no percentual de 15% sobre os valores brutos decorrentes da
presente ação.

9. DA JUSTIÇA GRATUITA: Conforme será abordado a seguira última remuneração


da reclamante totalizou R$ 1.503,15 cabendo destacar que, no momento encontra-se
desempregada, conforme declaração e extratos bancários em anexo, não possuindo,
no momento, qualquer fonte de renda.

Dessa forma, fulcro art. 790, § 3º da CLT, tendo em vista que a reclamante percebia
salário inferior a 40% (quarenta por cento) do limite máximo dos benefícios do Regime
Geral de Previdência Social, e que no momento encontra-se desempregada, merece
ser concedido, de plano, o benefício da Justiça Gratuita, dispensando a mesma do
recolhimento de custas, honorários periciais, honorários advocatícios à parte contrária,
em caso de sucumbência, e emolumentos.

Inobstante, caso este MM. Juízo entenda que a documentação comprobatória da


situação de pobreza da reclamante, ora acostada, é insuficiente à comprovação do
estado hipossuficiente alegado, requer, desde já, a aplicação do § 3º do
art. 99 do CPC, norma mais favorável ao empregado, presumindo-se verdadeira a
declaração firmada pela reclamante, documento este que também instrui a presente
peça.

Sucessivamente, caso não aplicado o art. 99, § 3º do CPC, requer, desde já, a
aplicação do § 2º do mesmo dispositivo legal c/c Súmula nº. 263 do Egr. TST, devendo
o Juízo indicar a documentação que entende pertinente para a comprovação do direito
postulado, abrindo-se prazo para que a reclamante proceda à respectiva juntada, tudo
na forma dos artigos 769 da CLT e 15 do CPC.

9.1. DA ABRANGÊNCIA DA JUSTIÇA GRATUITA:, Merece ser declarada, mediante


sistema de controle difuso de constitucionalidade, e para atender ao disposto no
art. 102 e alíneas da CF/88, a inconstitucionalidade e consequente inaplicabilidade
dos artigos 790-B, caput, e parágrafo 4º, bem assim art. 791-A, § 4º da, todos da CLT.
Sobre o art. 790-B, caput,, a inconstitucionalidade reside em afronta ao art. 5º, caput,
e a seu inciso LXXIV, na medida em que o primeiro, cláusula pétrea, dispõe que
“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-
* Modelo com dados fictícios e adaptado conforme a Jurisprudência do TRT da 4ª Região
* Extraído de https://inaciootarouco.jusbrasil.com.br/modelos-pecas/531077097/modelo-inicial-
trabalhista-de-acordo-com-a-reforma-rito-sumarissimo
se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do
direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”, e o segundo
que “o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que
comprovarem insuficiência de recursos”.

Ora, sabe-se que o princípio da proteção do trabalhador - o qual é fracionado pelos


subprincípios da “condição mais benéfica”, “in dubio pro operário” e “norma mais
favorável” - decorre logicamente do princípio da isonomia, positivado no caput do
art. 5º, caput, da CF/88, na medida em que seria impossível, no âmbito das relações
de trabalho, instituir a igualdade imediata das partes, que pela sua origem, são
nitidamente desiguais. De um lado encontra-se o empregador, detentor dos meios de
produção e de outro o empregado, hipossuficiente por natureza, que tem apenas a
força de trabalho.

Pois bem. O princípio da norma mais favorável, como desdobramento dos princípios
da isonomia e proteção, conceitualmente é a aplicação ao empregado da norma mais
favorável existente no ordenamento jurídico vigente. Para se aplicar a norma mais
favorável ao empregado, pode-se inclusive desprezar a hierarquia das normas
jurídicas, cuja análise fica em um segundo plano.

Assim, tem-se que a norma mais favorável, quanto à extensão e abrangência da “AJG”
reside no art. 98, § 3º do CPC, o qual prevê, em sua redação:

Art. 98. A pessoa natural ou jurídica, brasileira ou estrangeira, com insuficiência de


recursos para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios
tem direito à gratuidade da justiça, na forma da lei.
§ 1o A gratuidade da justiça compreende:
I - as taxas ou as custas judiciais;
(...)
VI - os honorários do advogado e do perito e a remuneração do intérprete ou do
tradutor nomeado para apresentação de versão em português de documento redigido
em língua estrangeira;
(...)
§ 3o Vencido o beneficiário, as obrigações decorrentes de sua sucumbência ficarão
sob condição suspensiva de exigibilidade e somente poderão ser executadas se, nos
5 (cinco) anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão que as certificou, o
credor demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que
justificou a concessão de gratuidade, extinguindo-se, passado esse prazo, tais
obrigações do beneficiário.

Ademais, é certo que o legislador constituinte, ao prever, ao litigante carente de


recursos, a assistência jurídica integral e gratuita, no inciso LXXIV da CF/88, não
deixou lacunas. Assim, ainda que se trate de norma de eficácia limitada, tendo cabido
ao legislador infraconstitucional delimitar os critérios para a comprovação da
mencionada insuficiência de recursos, não há brecha para a relativização dos termos
“integral” e sobretudo “gratuita” que acompanham a expressão “assistência jurídica”,
sendo certo que a “assistência jurídica” prevista na CF/88 é gênero do qual a “Justiça
Gratuita” é espécie.

* Modelo com dados fictícios e adaptado conforme a Jurisprudência do TRT da 4ª Região


* Extraído de https://inaciootarouco.jusbrasil.com.br/modelos-pecas/531077097/modelo-inicial-
trabalhista-de-acordo-com-a-reforma-rito-sumarissimo
Logo, tem-se que o artigo 790-B, caput, afronta literalmente o inciso LXXIVdo
art. 5º da CF/88, razão pela qual merece ser declarado inconstitucional pelo MM.
Juízo, requerendo, desde já, sua inaplicabilidade ao caso concreto.

Sobre o § 4º do mesmo art. 790-B, igualmente merece ser declarado inconstitucional,


afastando-se sua aplicação. Isso porque esbarra no princípio da proteção, derivado
direto do princípio constitucional da isonomia, atraindo para a relação jurídica a
aplicação da norma mais favorável ao empregado, que no caso é igualmente o
art. 98, § 1º, inciso VI do CPC, o qual dispõe que são abrangidos pela Justiça Gratuita
“os honorários do advogado e do perito e a remuneração do intérprete ou do tradutor
nomeado para apresentação de versão em português de documento redigido em
língua estrangeira”.

Dessa forma, reside inconstitucionalidade no § 4º do aludido dispositivo, na medida


em que a norma desconsidera a condição de hipossuficiência de recursos a justificar
o benefício, havendo colisão com o art. 5º, LXXIV da CF/88.

O mesmo raciocínio se aplica ao art. 791-A, § 4º da CLT, o qual dispõe que, “vencido
o beneficiário da justiça gratuita, desde que não tenha obtido em juízo, ainda que
em outro processo, créditos capazes de suportar a despesa, as obrigações
decorrentes de sua sucumbência ficarão sob condição suspensiva de exigibilidade
(...)”.

O trecho acima grifado merece, de igual forma, ser declarado inconstitucional, eis que
a concessão de Justiça Gratuita implica necessariamente no reconhecimento de que
o beneficiário não possui condições de litigar sem prejuízo de seu sustento e de sua
família, na linha do art. 14, § 1º da Lei 5.584/70. Esta premissa se alicerça nas
garantias constitucionais de acesso à jurisdição e do mínimo material necessário à
proteção da dignidade humana (CF/88, art. 1º, inciso III e art. 5º, inciso LXXIV). Por
conseguinte, os créditos trabalhistas auferidos por quem ostente tal condição não se
sujeitam ao pagamento de custas e despesas processuais, salvo se comprovada a
perda da condição.

Ainda, merece ser observado o enunciado nº 100, aprovado na 2ª Jornada de Direito


Material e Processual do Trabalho promovida pela Anamatra, no seguinte sentido:

HONORÁRIOS E ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA - inconstitucional a previsão de


utilização dos créditos trabalhistas reconhecidos em juízo para o pagamento de
despesas do beneficiário da justiça gratuita com honorários advocatícios ou periciais
(artigos 791-A, § 4º, e 790-B, § 4º, da CLT, com a redação dada pela lei
nº 13.467/2017), por ferir os direitos fundamentais à assistência judiciária gratuita e
integral, prestada pelo estado, e à proteção do salário (artigos 5º, LXXIV, E 7º, X,
da constituição federal).

Em todos os casos, merece ser acolhida a tese de inconstitucionalidade, com sua


declaração expressa por este MM. Juízo, aplicando-se o art. 98 do CPC, garantindo-
se ao reclamante a concessão da Justiça Gratuita, a qual deverá abranger,
integralmente, as custas processuais, os honorários periciais, bem assim os
honorários de sucumbência, caso haja, em favor do procurador da parte contrária,
além dos demais itens constantes do § 1º do aludido dispositivo legal, sem ressalvas
e inadmitia a possibilidade de adimplemento das aludidas verbas através de parcelas
obtidas em outros processos judiciais.
* Modelo com dados fictícios e adaptado conforme a Jurisprudência do TRT da 4ª Região
* Extraído de https://inaciootarouco.jusbrasil.com.br/modelos-pecas/531077097/modelo-inicial-
trabalhista-de-acordo-com-a-reforma-rito-sumarissimo
Ante o exposto, REQUER:

A) O pagamento de 09 dias de aviso prévio, os quais deverão integrar o contrato de


trabalho e serem considerados para todos os fins, com reflexos em férias com o 1/3
legal, gratificação natalina e FGTS com multa de 40%; R$ 450,95

A.1) Seja a reclamada condenada à retificação da CTPS, para que conste como data
de baixa e extinção do pacto laboral o dia 09.10.2017, fixando-se multa diária a título
de astreintes para o caso de descumprimento da obrigação;inestimável, por ora.

A.2) O pagamento de 1/12 a título de 13º salário proporcional, o qual deverá ser
satisfeito com reflexos em férias com o 1/3 legal, gratificação natalina e FGTS com
multa de 40%; R$ 125,26

B) Caso reste incontroverso o inadimplemento parcial das verbas rescisórias acima


mencionadas, e a reclamada não satisfaça o valor incontroverso por ocasião da
audiência inaugural/una, requer, desde já, a aplicação da multa do art. 467 da CLT,
no montante de 50% sobre o valor total a ser calculado para as verbas
rescisória; inestimável, por ora.

C) A juntada dos cartões ponto da reclamante, relativos à toda contratualidade, fulcro


Súmula 338 do Egr. TST e na forma dos artigos 396 a 400 do CPC, os quais restam
previamente impugnados, pelos motivos expostos no item “4” supra;

C.1) O pagamento das horas excedentes à 8ª diária ou à 44ª semanal a partir de


janeiro/2015, com adicional de 50%, integração nos repousos semanais remunerados
e, após, pelo aumento da média remuneratória, com reflexos em aviso prévio, férias
com o 1/3 legal, gratificação natalina, e FGTS com 40%. R$ 12.106,33 (2,5 horas
extras diárias (de segunda a sexta-feira, todas as semanas a contar de
janeiro/2016)

D) O pagamento de 15 minutos diários como extra (de segunda à sexta-feira, por todos
os dias efetivamente trabalhados), fulcro art. 384 da CLT, com adicional de 50%,
integração nos repousos semanais remunerados e, após, pelo aumento da média
remuneratória, com reflexos em aviso prévio, férias com o 1/3 legal, gratificação
natalina, e FGTS com 40%; R$ 2.651,86

E) Caso o reclamante tenha que arcar com alguma parcela a título de Imposto de
Renda, seja observada a natureza de cada parcela deferida, determinando-se
recolhimentos somente se as parcelas mensais devidas, assim calculadas,
ultrapassarem o limite de isenção mensal, aplicando-se o anexo III da IN RFB
1.558/2015.

E.1) A isenção dos juros de mora quanto aos recolhimentos fiscais, fulcro Súmula 53
do Egr. TRT da 4ª Região, bem assim, quanto aos recolhimentos previdenciários seja
observado o valor do teto máximo de contribuição previsto pela Previdência Social.

F) Para a correção monetária seja utilizado o FACDT do mês em que foi gerado o
débito. Caso não seja admitido o acima exposto, seja adotado o FADCT do dia
seguinte ao vencimento da obrigação, nos termos da Súmula nº. 21 deste Egr. TRT4.

G) Observado que restam atendidos os requisitos das Leis 1.060/50, 5.584/70


e 7.115/83, sejam deferidos os benefícios da AJG e Justiça Gratuita e, ante o trabalho
* Modelo com dados fictícios e adaptado conforme a Jurisprudência do TRT da 4ª Região
* Extraído de https://inaciootarouco.jusbrasil.com.br/modelos-pecas/531077097/modelo-inicial-
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do advogado, fulcro art. 5º, inciso LXXIV e 133, caput, ambos da CF/88, Súmula nº.
450 do STF, o pagamento de honorários de assistência judiciária/sucumbência, no
percentual de 15% sobre os valores brutos decorrentes da presente ação; Honorários
de sucumbência R$ 2.300,16.

H) Seja concedido, de plano, o benefício da Justiça Gratuita, na forma do


artigo 98 do CPC;

H.1) caso este MM. Juízo entenda que a documentação comprobatória da situação de
pobreza da reclamante, ora acostada, é insuficiente à comprovação do estado
hipossuficiente alegado, requer a aplicação do § 3º do art. 99 do CPC, presumindo-se
verdadeira a declaração firmada pela reclamante, documento este que também instrui
a presente peça;

H.2) Sucessivamente, caso não aplicado o art. 99, § 3º do CPC, requer a aplicação do
§ 2º do mesmo dispositivo legal c/c Súmula nº. 263 do Egr. TST, devendo o Juízo
indicar a documentação que entende pertinente para a comprovação do direito
postulado, abrindo-se prazo para que a reclamante proceda à respectiva juntada, tudo
na forma dos artigos 769 da CLT e 15 do CPC;

I) Seja declarada, mediante sistema de controle difuso de constitucionalidade, e para


atender ao disposto no art. 102 e alíneas da CF/88, a inconstitucionalidade e
consequente inaplicabilidade dos artigos 790-B, caput, e parágrafo 4º, bem assim
art. 791-A, § 4º da, todos da CLT, concedendo-se ao reclamante, conforme já
requerido, o benefício da Justiça Gratuita na forma do art. 98 do CPC, norma mais
favorável, fulcro princípios da isonomia e da proteção do trabalhador, restando o
reclamante dispensado de recolher custas processuais, depósitos recursais/preparo,
honorários periciais, bem assim os honorários de sucumbência, caso haja;

J) Provar os fatos alegados por todos os meios de provas admitidos em direito, tais
como: documentos, perícias, depoimento pessoal, testemunhas, requerimentos e
outras, se necessário for, com a aplicação do art. 3º, VII da IN 39 do TST, bem assim
do art. 373, § 1º do CPC e art. 818, § 1º da CLT;

* J.1) Requer seja a Reclamada compelida a juntar toda a documentação pertinente


ao Reclamante, especialmente:

Fichas entrega de EPIs com as especificações dos equipamentos, datas de trocas,


higienização e devoluções, certificado de aprovação - com a data de expedição e
validade, comprovante de treinamento do Reclamante, com sua assinatura;
O PPP (Perfil Profissional Profissiográfico), PPRA (Programa de Prevenção de Riscos
Ambientais), PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), LTCAT
(Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho) e ainda, o laudo de que trata
o artigo 160 da CLT.

Deverá ainda a Reclamada demonstrar que cumpriu integralmente as obrigações do


artigo 157 da CLT, notadamente pela juntada das ordens de serviços para comprovar
ter oferecido orientação ao Reclamante sobre o fiel cumprimento das normas de
segurança e medicina do trabalho, sem prejuízo de outros que se fizerem necessários
ao deslinde da causa, tudo na forma do artigo 400 do CPC, requerendo, desde já,
haja determinação expressa da juntada de tais documentos na notificação a ser
expedida à reclamada ;

* Modelo com dados fictícios e adaptado conforme a Jurisprudência do TRT da 4ª Região


* Extraído de https://inaciootarouco.jusbrasil.com.br/modelos-pecas/531077097/modelo-inicial-
trabalhista-de-acordo-com-a-reforma-rito-sumarissimo
(* SE SUA INICIAL TIVER PEDIDO DE ADICIONAL DE INSALUBRIDADE,
PERICULOSIDADE, ACIDENTE DE TRABALHO, DOENÇA OCUPACIONAL OU
QUALQUER OUTRO ASSUNTO RELATIVO À MEDICINA, HIGIENE E SEGURANÇA
DO TRABALHO)

K) A notificação da reclamada para, querendo, contestar os fatos alegados, sob pena


de confissão e revelia;

L) Por ser pobre e não ter condições de arcar com as despesas processuais e com
advogado, o benefício da Assistência Judiciária Gratuita, atendendo aos requisitos das
Leis 1.060/50, 5.584/70 e 7.115/83;

M) Caso a reclamada não venha a ser localizada, sendo necessária sua notificação
por Edital, requer, desde já, seja deferida a conversão do rito sumaríssimo para o rito
ordinário, a fim de evitar prejuízo à parte autora, a fim de evitar nulidade, fulcro artigos
794 e 795 d CLT;

N) A procedência integral da presente ação, em todos os seus termos e pedidos.

Atribui-se à causa o valor de R$ R$ 17.634,56

Nestes termos,

Pede deferimento.

Cidade, data do ano xxxx

pp. Advogado da Silva, OAB/XX nº. XXX.XXX

* Modelo com dados fictícios e adaptado conforme a Jurisprudência do TRT da 4ª Região


* Extraído de https://inaciootarouco.jusbrasil.com.br/modelos-pecas/531077097/modelo-inicial-
trabalhista-de-acordo-com-a-reforma-rito-sumarissimo