Vous êtes sur la page 1sur 43

PROCEDIMENTO EMERGENCIAL Referência:

PE xxx/yyyy

PLANO DE EMERGÊNCIA Data de Emissão:

Elaborado por: xxxxxxxx Verificado por: xxxxxxx xx / xx / yyyy


xx / xx / yyyy xx / xx / yyyy Data de Expiração:

Emitido por: Setor de xxx xx / xx / yyyy


Ger. / Dir. Área Ger. Qual. Substitui :
/ / / / ---

1. OBJETIVO

Assegurar que o Plano de Emergência possa estabelecer procedimentos e que com ações
previamente estudadas, treinadas minimizar o potencial de lesões, enfermidades, danos a propriedade
e ao meio ambiente.

2. ABRANGÊNCIA

Este programa se aplica a todos os funcionários da NOME DA EMPRESA, contratados, visitantes que
realizam qualquer trabalho na NOME DA EMPRESA.

3. RESPONSABILIDADE

As responsabilidades estão definidas neste procedimento..

4. DEFINIÇÕES

4.1. PORTA VOZ – Elemento da Diretoria encarregado de fazer contato com mídia e demais
autoridades.

4.2. PAM - Plano de Auxílio Mútuo para situações de emergência agravada, pelas empresas
adjacentes à NOME DA EMPRESA e da região portuária.

4.3. EMERGÊNCIA - Situação decorrente de anormalidade de qualquer natureza, que provoca ou


possa provocar danos às pessoas, equipamentos, instalações ou ao meio ambiente, exigindo ação
imediata para o restabelecimento da normalidade, minimizando e eliminando os impactos adversos.

4.4. EMERGÊNCIA MÉDICA NA EMPRESA - É toda situação imprevista e indesejável, relacionada


com o ambiente de trabalho, causando ao trabalhador lesão corporal ou não, com risco iminente de
morte. Observação: Todas as emergências e urgências médicas, advindas de um acidente de trabalho
ou mal súbito, terão prioridade de atendimento.

4.5. BRIGADA DE INCÊNDIO - A Brigada de Incêndio é um grupo organizado de pessoas, funcionários


da NOME DA EMPRESA, voluntários ou indicados, denominados “Brigadistas de Incêndio”, treinadas
e capacitadas para atuar no âmbito da NOME DA EMPRESA na prevenção e no combate:

 a princípio(s) de incêndio, emergência envolvendo amônia


 a vazamento(s) envolvendo amônia, cloro, GLP e acetileno
 a outras emergências específicas
pág. 1 de 12
 a emergências envolvendo vítimas, para aplicar-lhes os primeiros socorros

4.6. GRUPO DE APOIO

Grupo de pessoas composto por terceiros (por exemplo, pessoal da manutenção, segurança
patrimonial, telefonista, limpeza, etc.) ou não, treinados e capacitados, que auxiliam na execução dos
procedimentos básicos na emergência contra incêndio.

4.6.1.COMPOSIÇÃO DO GRUPO DE APOIO POR TURNO (3 pessoas)

01 Eletricista
01 Mecânico
01 Operador (para a casa de bombas de incêndio)

4.7. COORDENADOR GERAL DA BRIGADA

É a autoridade máxima na empresa no caso da ocorrência de uma situação real ou simulado de


emergência, com respaldo da direção da empresa. É o brigadista responsável pela coordenação e
execução das ações de emergência de todas as edificações da NOME DA EMPRESA,
independentemente do número de turnos. Durante o horário das xx às yy esta função será exercida
pelo xxx e, no horário das xx às yy, esta função será exercida pelo xx.

4.8. EQUIPE MÉDICA – 1 Médico do Trabalho (tempo parcial) e 1 Técnico de Enfermagem do Trabalho
(horário das xx às yy) .

4.9. CASOS POLICIAIS - Situações produzindo acidentes, lesão e qualquer entidade mórbida
provocada por embriaguez, entorpecentes, psicotrópicos, tentativas de suicídio ou por qualquer ato
ilícito.

4.10. INUNDAÇÃO - Situação decorrente de chuvas ou outra fonte qualquer que atinja um nível de
20cm (vinte centímetros) acima do plano do piso da Rua xxx e avenida yy.

4.11. VENDAVAL - Situação natural que provoque ventos com velocidade de 80 km/h nas imediações
da empresa.

4.12. QUEDA DE AERONAVES - Situação decorrente de acidente com queda de aeronaves civis,
militares, de passageiros ou em treinamento na empresa ou cercanias, que pode afetar as atividades
da empresa.

4.13. QUEDA DE BALÕES – Situação decorrente de acidente com queda de balões no interior da
empresa.

4.14. VAZAMENTOS DE AMÔNIA - Situação decorrente de acidente ou incidente, por ruptura de


vasos, tanques e linhas, afetando o interior da empresa, em especial a sala de operações e
manutenção – ou – afetando o meio ambiente pelo deslocamento além dos limites da empresa,
atingindo a população vizinha.

4.15. VAZAMENTO DE CLORO – Situação decorrente de acidente ou incidente, por ruptura das
tubulações ou da caixa de armazenamento de cloro, localizada ao lado da casa de bombas de incêndio.

4.16. VAZAMENTO DE GLP – Situação decorrente de acidente ou incidente envolvendo


empilhadeiras, por tombamento e colisões ou durante as operações de carregamento e
descarregamento dos tanques de GLP.

pág. 2 de 26
4.17. VAZAMENTO OU EXPLOSÃO DE CILINDRO DE ACETILENO – Situação decorrente de
acidente ou incidente envolvendo forte golpe, envolvimento por chamas e/ou queda de cilindro de
acetileno (com a degradação do material e conseqüente vazamento ou engolimento da chama).

4.18. PRINCÍPIO DE INCÊNDIO EM TOMADAS E FIAÇÃO EXPOSTA A UMIDADE NOS


CORREDORES/VÃOS ENTRE AS CÂMARAS – Situação decorrente de acidente ou incidente
envolvendo fios expostos neste locais.

4.19. PRINCÍPIO DE INCÊNDIO EM RESIDÊNCIAS VIZINHAS E MATAGAL PRÓXIMO – Situação


decorrente de acidente ou incidente envolvendo matagal no canto da empresa, incêndio em casas e
empresa ao lado do muro da empresa.

4.20. PRINCÍPIO DE INCÊNDIO NAS OFICINAS DA EMPRESA VIZINHA – Situação decorrente de


acidente ou incidente envolvendo princípio de incêndio em conjunto de oxicorte (acetileno e oxigênio)
na empresa instalada ao lado, com a possibilidade de evoluir para incêndio de maiores proporções ou
explosão de cilindros, com projeção do mesmo para o interior da empresa, no pátio, atingindo pilha de
pallets, caminhões ou mesmo a região das plataformas 13 a 15.

4.21. DERRAMES - Situação decorrente de incidente / acidente que envolva líquidos, pó, gases que
possam provocar danos ao meio ambiente ou ainda atingir a comunidade.

4.22. RESPONSÁVEL PELA BRIGADA DE INCÊNDIO DA PLANTA – Responsável pela ocupação


da planta ou quem ele designar, por escrito.

4.23. RESPONSÁVEL PELA OCUPAÇÃO DA PLANTA- Detentor da posse direta de toda a planta ou
representante legal.

4.24. LÍDER DE ABANDONO - funcionário da NOME DA EMPRESA, treinado e capacitado,


responsável por guiar os funcionários do seu setor durante a ordem de abandono, através das rotas
de fuga.

5. DETALHAMENTO

5.1. O Líder da Brigada de Incêndio sempre será o técnico de segurança do turno.

5.2.O Médico da Empresa ou seu substituto, o Técnico de Enfermagem, será o líder das emergências
médicas durante o horário das xx às yy. Durante o horário das xx às yy esta função será exercida pelo
xx,com treinamento específíco sobre primeiros socorros e orientado a solicitar apoio médico externo,
público ou privado.

5.3. COMPOSIÇÃO DA BRIGADA DE INCÊNDIO EM 2 TURNOS DE TRABALHO

BRIGADA DE INCÊNDIO 1 BRIGADA DE INCÊNDIO 2


Horário das xx às xx Horário das xx às xx
01 Líder da Brigada 01 Líder da Brigada
02 Socorristas/resgatistas 02 Socorristas/resgatistas
12 Brigadistas de Incêndio 7 Brigadistas de Incêndio

COORDENADOR GERAL DA BRIGADA


pág. 3 de 26
Líder do comando da Brigada de Incêndio 1

Segurança Coordenador Grupo de


Patrimonial PAM da Emergência Apoio

Equipe 1 de Equipe 2 de Equipe 3 de Equipe 4 de Socorrista Equipe


Combate a Combate a Combate a Combate a Resgatista Médica
Incêndio Incêndio Incêndio Incêndio (*)

Brigadista 1 Brigadista 1 Brigadista 1 Brigadista 1


Brigadista 2 Brigadista 2 Brigadista 2 Brigadista 2
Brigadista 3 Brigadista 3 Brigadista 3 Brigadista 3

(*) Na ausência de vítimas permanecem junto com o Líder

COORDENADOR GERAL DA BRIGADA

Líder do comando da Brigada de Incêndio 2

Segurança Coordenador Grupo de


Patrimonial PAM da Emergência Apoio

Equipe 1 de Equipe 2 de Equipe 3 de


Combate a Combate a Combate a
Incêndio Incêndio Incêndio

Brigadista 1 Brigadista 1 Brigadista 1


Brigadista 2 Brigadista 2 Socorrista
Brigadista 3 Brigadista 3 Resgatista

(*) Na ausência de vítimas, o Socorrista e o Resgatista completam a Equipe 3

5.4. FLUXOGRAMA PARA EMERGÊNCIA COM INCÊNDIO


pág. 4 de 26
Emergência

Funcionário percebe incêndio e aciona botoeira de alarme que sinaliza painel na


portaria e avisa a seguir a Segurança Industrial, ramais xx, yy, ww, zz
a Segurança Industrial
A Segurança, se houver pedido do
Líder, aciona o Grupamento de Corpo
Funcionário ou Líder da Com vítima de Bombeiros ligando nos telefones
Brigada aciona o Incêndio xx e yy e zz
setor Serviço Médico
ramais xxx ou yyy Líder pede a xxx o
acionamento do plano de
Resgatar a sem vítima abandono, após indicar o
vítima nível da emergência
Acionar a Brigada de
Emergência que reúne-se
Aplicação dos no ponto de encontro
primeiros socorros Líder da Brigada avisa a
Segurança Industrial que
aciona alarme geral

Vítima Emergência sim


sim Acionar PAM de
precisa de não Retorna ao agravada? Itajaí
hospital? trabalho

sim não
Aciona ambulância e Líder avalia e estabelece
remove a vítima para a forma de combate
hospital

Emergência não
Vítima liberada sim sob controle?

sim

Líder solicita ao responsável Solicita apoio para recolocar a Gerencia avisa a


pela área o relatório área e sistemas em operação Seguradora

pág. 5 de 26
5.5. FLUXOGRAMA PARA EMERGÊNCIA COM VAZAMENTO DE AMÔNIA, CLORO, GLP, ACETILENO

Emergência

Sensor detecta o vazamento e/ou funcionário percebe vazamento


e/ou derrame de produto perigoso

Funcionário informa o Setor Lider da Brigada Funcionário avisa a


de Segurança Industrial avalia sua supervisão que
ramais xx, yy, ww, zz, que o risco do derrame e aciona Líder da Brigada
aciona a Brigada de Incêndio solicita recursos

Supervisão busca e
seleciona os recursos
e os leva ao local

Segurança Industrial O
não derrame pode
aciona o PAM de
Itajaí, Corpo ser contido?
de Bombeiros fone xx,
FATMA fone yy,
Defesa Civil fone zz
sim

Líder inicia o controle


da emergência

Emergência não
controlada?

sim

Supervisor da área
Líder da emergência
elabora relatório
libera o PAM

pág. 6 de 26
5.6. FLUXOGRAMA DE EMERGÊNCIA MÉDICA NOS 2 TURNOS

Emergência
médica
nos 2 turnos

Acidente de
Mal súbito trabalho

Se no horário das xx às yy primeira pessoa que notar o ocorrido


avisa no ao Serviço
Médico através dos ramais xx ou yy relatando o
ocorrido. No horário das xx às yy, avisa xx através dos ramais yy

Equipe de Socorrista e Resgatista


realiza uma avaliação da situação

Providenciar kit de Primeiros


Socorros mais
próximo para a remoção
da pessoa

Não Sim
Remover a
pessoa?

Acionar ambulância ou a
Segurança Patrimonial
Após atendimento ramais xx, yy ou zz
liberar para retorno ao para providenciar transporte
trabalho para o Hospital mais
próximo (taxi,SAMU ou UTI
móvel)

Serviço Médico faz


relatório

pág. 7 de 26
5.7. ACIONAMENTO DO PAM DE ITAJAÍ - Deve ser feito via rádio específico para este fim, utilizando a faixa
a ser indicada pelo grupo.

5.7.1. MENSAGEM A SER TRANSMITIDA A CENTRAL DE ATENDIMENTO DO PAM EM


EMERGÊNCIAS

Deverá constar no plano interno de emergência de cada participante, e obrigatoriamente conter as


seguintes informações:

 nome da empresa/órgão operacional;


 identificação do informante;
 características da emergência (situação atual, material tóxico ou inflamável, vazamento, incêndio,
explosão etc.);
 áreas envolvidas;
 se há ou não vítimas.

Atenção: O PAM só é acionado com ordem do líder da Brigada de Incêndio após confirmação do
Gerente da NOME DA EMPRESA ou Coordenador da Brigada de Incêndio.

5.7.2. CENTRAL DE COMUNICAÇÕES DE EMERGÊNCIA - Está localizada no painel da portaria,


que deverá centralizar as comunicações em situações de emergência. Suas atribuições são :

 Operar a Central de Comunicações de Emergência;


 Efetuar as chamadas telefônicas que forem determinadas pela coordenação, durante a
emergência (Corpo de Bombeiros, FATMA, Defesa Civil etc.);
 Receber e transmitir para a coordenação ou liderança os avisos, ordens ou mensagens;
 Acionar os componentes da Brigada de Incêndio fora do horário;
 Convocar a Segurança Industrial fora do horário quando solicitado.

5.8. MEIOS DE TRANSPORTE

A NOME DA EMPRESA dispõe dos seguintes meios de transporte nas emergências e urgências médicas...
indicar se possui próprio ou contratado ou usará os meios públicos disponíveis (SAMU, por exemplo...)

5.8.1. AMBULÂNCIA

A ambulância tem por objetivo, o transporte de empregados da NOME DA EMPRESA, vítimas de


acidentes ou mal súbito ocorridos nas dependências da Empresa. Esta se localiza em prontidão junto
a porta dos fundos do ambulatório sempre na posição de saída... – ou – será usada ambulância do
SAMU...

 Nas remoções dentro e fora do perímetro da Fábrica, a ambulância será conduzida por pessoal
devidamente treinado e habilitado ou ainda por um inspetor da Segurança Patrimonial, para a
função que deverá se apresentar sempre que solicitado – ou – será usada ambulância do SAMU...
 A ambulância deverá retornar a NOME DA EMPRESA, logo após o atendimento da vítima; e
chegando a unidade, reabastecer a viatura.
 A manutenção dos materiais, medicamentos e equipamentos é de responsabilidade do setor de
saúde ocupacional.

pág. 8 de 26
5.9. LISTA DOS HOSPITAIS

5.9.1. MAL SÚBITO

FUNCIONÁRIOS NOME DA EMPRESA CONTRATADAS

a) Hospital xxx Hospital yyy


Rua, avenida, numero, bairro Rua, avenida, numero, bairro
tel. xxxx tel. yy

b) Clínica xxx H.M. xxx


Rua, avenida, numero, bairro Rua, avenida, numero, bairro
tel. xxxx tel. yy

c) Hospital xxx
Rua, avenida, numero, bairro
tel. xxxx

5.9.2. ACIDENTE DO TRABALHO

NOME DA EMPRESA / CONTRATADOS

a) Hospital xxx
Rua, avenida, numero, bairro
tel. xxxx

b) Hospital xxx
Rua, avenida, numero, bairro
tel. xxxx

5.9.3.. EMPREGADOS DE EMPRESAS CONTRATADAS

O atendimento e a remoção do(s) empregado(s) são em princípio, responsabilidade da(s) empresa(s)


contratada(s). Havendo necessidade de envolvimento NOME DA EMPRESA no atendimento à vítima
de acidente ou mal súbito que necessite de recursos hospitalares, o paciente será removido para
hospital público, acompanhado ou não do Técnico de Enfermagem e um representante da empresa
contratada, dependendo da gravidade do caso.

5.9.4 - EMERGÊNCIA MÉDICA

Nas emergências médicas, as vítimas serão encaminhadas obrigatoriamente para hospital mais
próximo.

5.10. ATRIBUIÇÕES INDIVIDUAIS E DE GRUPOS OU EQUIPES COMPONENTES DA BRIGADA

pág. 9 de 26
5.10.1. COORDENADOR GERAL DA BRIGADA - É a função exercida pelo xxx ou substituto
designado. Tem por finalidade na posição de retaguarda, comandar o combate efetivo da emergência.
Suas atribuições são :

 Recebe a informação do Lider da Brigada de Incêndio e define se o abandono do local será por
setor(es) afetado(s) ou abandono total da NOME DA EMPRESA
 Orientar o posicionamento da ambulância e veículos do PAM, quando forem acionados;
 Orientar o posicionamento dos veículos do Corpo de Bombeiros, seja na parte interna ou na
rua lateral, para diluir a nuvem de amônia ou combater incêndio
 Providenciar o isolamento da área;
 Providenciar o monitoramento ambiental;
 Confirmar o acionamento das bombas de água de combate a incêndio;
 Providenciar os equipamentos de apoio ao combate a emergência, eventualmente solicitados
pelo Líder da brigada de comando da organização de controle de emergência;
 Coordenar as atividades de manobras elétricas necessárias ao controle da emergência;
 Orientar o acesso dos veículos integrantes do PAM, via restrita ou anel rodoviário,
providenciando o acompanhamento até a área sinistrada;
 Ordena o abandono total das instalações da NOME DA EMPRESA
 Acionar o PAM quando solicitado pelo Líder de Comando;
 Interromper o acesso de veículos à NOME DA EMPRESA;
 Deslocar a ambulância para o local, conduzindo o Socorrista, Técnico de Enfermagem,
Enfermeiro ou Médico;

5.10.2. LÍDER DA BRIGADA DE INCÊNDIO - Técnico de segurança do turno em questão. Suas


atribuições são:

 Informar ao Coordenador Geral da Brigada sobre a decisão de abandono de setor (es) ou


abandono total da NOME DA EMPRESA;
 Comandar os procedimentos técnicos de combate à emergência;
 Comandar as ações de salvamento e resgate de vítimas;
 Definir a tática de combate a emergência com o apoio do Coordenador Geral da Brigada
(comando de retaguarda);
 Solicitar e /ou providenciar o deslocamento dos recursos materiais até o local da emergência;
 Usar o colete reflexivo e EPIs e EPRs para o atendimento à emergência;

Nota: O ponto de encontro da Brigada de Incêndio será xxx.

5.10.3. GRUPO DE APOIO - Grupo de funcionários habilitados em operar sistemas elétricos; acionar
as bombas de incêndio e guarnecer a casa de bombas, procurando manter as bombas em
funcionamento entre outras funções. uas atividades são:

Nota: O ponto de encontro da Grupo de Apoio será xxx.

5.10.4. APOIO MÉDICO - tem a atribuição de atendimento aos empregados que venham a sofrer
acidentes durante as emergências.

 A Saúde Ocupacional, proporciona cobertura na NOME DA EMPRESA, durante o horário


administrativo, cuja finalidade é prestar atendimento à empregados vítimas de acidente.
 É responsabilidade do Técnico de Enfermagem, deslocar-se a pé ou dentro da ambulância
(quando solicitado) até o local mais próximo da emergência, e orientar no transporte do
empregado/paciente.
 A ambulância tem livre acesso na área e, em caso de risco de explosão, o coordenador da
emergência deve informar pelo rádio onde é possível estacionar o veículo. Em caso de vítima,
pág. 10 de 26
o Líder da Emergência médica (Técnico de Enfermagem), auxiliado pelos socorristas e
resgatistas farão o resgate e os primeiros socorros. Havendo necessidade de recursos
hospitalares, o empregado será removido para hospital público, ou outro, à critério médico ou
do Técnico de Enfermagem, que acompanhará o paciente, dependendo da gravidade do caso.
 A ambulância da NOME DA EMPRESA ou do serviço público (SAMU, por exemplo), tem por
objetivo o transporte de empregados vítimas de mal súbitos e/ou acidentes ocorridos nas
dependências da empresa.
 Em todos os turnos, nos casos de remoções, a ambulância será conduzida por motorista
habilitado e treinado para a função... ou do SAMU
 A ambulância deverá retornar a NOME DA EMPRESA após atendimento, logo que possível.
 Havendo acidente de trabalho e/ou mal súbito que não caracterize uma emergência e não
sendo necessário transportar o empregado deitado, o mesmo será removido preferencialmente
em outro veículo.
 Todo acidente de trabalho e/ou mal súbito deverá ser comunicado ao médico do trabalho e
assistente social

5.10.5. LÍDER DE ABANDONO – PLANO DE ABANDONO

 O Coordenador Geral da Brigada determina o início do abandono, através do acionamento (...


do apito de emergência... dos alto-falantes... via rádio... através do telefone de emergência
número...), priorizando os locais sinistrados, os pavimentos superiores a estes, os setores
próximos e os locais de maior risco
 Ao soar o Alarme de Emergência o Lider de Abandono veste o colete laranja refletivo
 Aguarda ordem do Líder da Brigada para abandono do setor
 Aguarda ordem do Coordenador da Brigada para abandono total da NOME DA EMPRESA
 Orienta os trabalhadores do setor quanto ao abandono seguro pela rota de fuga indicada até o
ponto de encontro estabelecido
 Aguarda orientação para saída do ponto de encontro para fora das instalações da NOME DA
EMPRESA
 Aguarda ordem de retorno à NOME DA EMPRESA ou setor, após informação do Coordenador
da Brigada ou Líder da Brigada de Incêndio

5.10.6. CONDUTA DOS FUNCIONÁRIOS E CONTRATADOS

 Ao ouvir o alarme de emergência, todos os trabalhos deverão ser paralisados, ficando proibido o
uso de fósforos, cigarros ou quaisquer outros equipamentos que produzem fogo, calor ou centelha,
qualquer que seja a área.
 Aguardar orientações do Líder de Abandono do seu setor
 A retirada de veículos será da seguinte forma: primeiramente os proprietários dos veículos leves
retiram seus veículos e estacionam no pátio de caminhões, antes da entrada da portaria; os veículos
pesados serão retirados e também estacionarão no pátio de caminhões, antes da entrada
 Os contratados devem, ao soar alarme geral parar todos os serviços, desligar todos os
equipamentos que possam produzir chamas ou centelhas. Procurar o Líder de Abandono do local
para aguardar ordem de abandono pelas rotas de fuga identificadas; e em caso de dúvida solicitar
ajuda de um funcionário da NOME DA EMPRESA.
 Todas as pessoas que não estiverem envolvidas no controle de emergência devem reunirem-se nos
pontos de encontro e aguardarem novas informações conforme Anexo 2:

pág. 11 de 26
6. HISTÓRICO DAS REVISÕES

Revisão Data Alteração


01 Xx/xx/2011 Emissão inicial

7 - DISTRIBUIÇÃO

 Controle de
 Departamento de
 Diretoria de
 Gerência de
 Laboratório
 Legislação Farmacêutica
 Logística Almoxarifados
 Logística Central de Distribuição
 Logística Central de Recebimento
 Logística Dispensário
 Logística Planejamento de Produção
 Qualidade
 Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC)
 Setor de Treinamento
 Supervisor Produção
 Supervisor Produção
 Supervisor Segurança Industrial
 SIF
 Receita Federal
 FATMA

8. REGISTROS

As cópias de treinamento deste programa são arquivados nos controles de registros de treinamento pessoal
dos envolvidos.

9 - ANEXOS

A. Procedimentos para as equipes de combate a incêndio.


B. Orientação técnica – Refrigeração Industrial por Amônia
C. Plano de Abandono – Rotas de fuga – Emergência com amônia
D. Plano de Abandono – Rotas de fuga – Emergencia com GLP 20 kg, incêndio em caminhão no
interior da empresa e incêndio na oficina de manutenção e na oficina da empresa vizinha
E. Planta de cenários de emergências
F. Ponto de encontro da Brigada de Incêndio e possíveis linhas de ataque
G. Direção dos ventos predominantes em Itajai / SC
H. Lista de telefones para uso em emergências

pág. 12 de 26
Anexo A – Procedimentos para as Brigadas de Incêndio

Tipo de Emergência Plano de Emergência

1. Princípio de Incêndio e incêndio Funcionários

Em princípio de incêndio, sem necessidade de acionamento da


1.1. Incêndio em área de recarga de Brigada de Incêndio:
baterias
 Desligar o disjuntor local e combater o princípio de incêndio
Fogo em presença de ácido de com extintor de CO2 para equipamentos elétricos
baterias no caso de envolvimento energizados (Classe C) ou de água pressurizada para
nesta área (desligar a chave geral e madeira e/ou papel (Classe A)
combater com PQS e CO2; não usar
água pois o risco é o aumento de Em incêndio, para acionamento da Brigada de Incêndio:
temperatura).
 Acionar botoeira de alarme mais próxima, o alarme irá soar
1.2. Incêndio entre as câmaras, do em todo prédio;
lado externo, próximo à escada de  Se possível avisar por rádio onde se localiza o sinistro,
marinheiro inclusive tipo de equipamento envolvido e se há vítimas
(informar o estado dela) ou não
1.3. Incêndio em GLP 20 kg  Seguir as orientações do Líder de Abandono, se acionado o
Plano de Abandono
1.4. Incêndio em instalações .
administrativas

1.5. Incêndio na região das câmaras Brigada de Incêndio


(interno), em fiação elétrica
 A Brigada de Incêndio mais próxima inicia o combate, até a
1.6. Incêndio em pilha de pallet chegada do Líder (com extintores ou mangueiras), com uso
de conjunto autônomo ou máscara facial (se julgar
1.7. Incêndio em vegetação próximo necessário)
à empresa  As outras Brigadas reúnem-se no PE – Ponto de Encontro
após alarme específico;
1.8. Incêndio em tomada do pátio de  Líder procura saber se há vitima (s);
contêineres
 Líder faz contato com equipe de apoio para saber do
funcionamento das bombas de incêndio;
1.9. Incêndio em caminhão nos
 Líder verifica a necessidade de desligamento de energia
pátios da empresa (interno e antes
para prédio ou equipamento. Solicita o grupo de apoio para
de passar pela balança)
esta tarefa;
1.10. Incêndio em poça de líquido  Líder indica o uso ou não de equipamento autônomo de
inflamável respiração para início ao combate a emergência;
 Socorrer possíveis vítimas;
1.11. Incêndio em cilindro de  Líder assume procedimento de combate ao incêndio,
acetileno  Líder – se necessário – faz contato com a Coordenação da
Brigada para acionamento do Corpo de Bombeiros, PAM,
1.12. Incêndio em oficina de Defesa Civil e demais pessoas que devam ser contatadas;
empresa vizinha (acetileno)  Combater a emergência;
1.13. Incêndio em empilhadeira  Ao término, o líder e a segurança industrial fazem um
relatório preliminar
1.14. Incêndio no almoxarifado  Caso haja derrames de produtos químicos ver item 2;

pág. 13 de 26
 Solicitar monitoração na ETE pelas água/produtos que
podem lá chegar.
 Para incêndio na parte superior da Sala de Operação o
primeiro hidrante a ser usado deve ser o existente próximo
às baterias (prever desligamento da chave geral e uso de
conjunto autônomo e EPI’s), com jato direcionado para o
lado esquerdo do topo da escada caracol; deverá ser
montada uma outra linha, do lado externo, passando pelo
corredor da Subestação, Sala de Operação, Oficina para
daí acessar a escada caracol (equipe com conjunto
autônomo) e, com jato em neblina, diluir a nuvem;
componente da equipe de apoio prepara-se para manobras
para estancar vazamento, com uso de conjunto autônomo e
EPI’s
 Para incêndio em cilindro de GLP e acetileno, usar
extintores para o princípio de incêndio adjacente ao cilindro;
não apagar a chama que sai do cilindro, pois o vazamento
continuará; fechar a válvula, com uso de EPI’s e proteção
com neblina d’água
 Para incêndio em poça de líquido inflamável não usar água
em forma de jato sólido e sim neblina ou extintores
 Para incêndio em caminhões, caso o motorista não consiga
combater o princípio de incêndio, usar os extintores de PQS
enquanto é lançada uma linha com 3 mangueiras. No pátio
de caminhões localizado na entrada da empresa (antes da
balança) não existem hidrantes.
 Para incêndio em pallets usar jato sólido; cuidado especial
deve ser dado para a pilha próxima ao muro, com
residências adjacentes: o jato sólido em cima da pilha pode
arremessar para cima das casas um ou mais pallets ainda
em combustão
 Para incêndio em tomadas ou fiação elétrica no final do vão
entre as câmaras, próximo da escada de marinheiro, deve-
se desligar a energia e combater com neblina d’água
somente na certeza de desenergização; combater também
com PQS mais próximo.
 Para incêndio nas tomadas do pátio de contêineres desligar
o disjunto do respectivo QT e usar extintor de PQS do local,
ao mesmo tempo que se desloca uma equipe com extintores
e lançamento de 1 linha com 5 mangueiras
 Para incêndio em empilhadeira, conhecer o ponto de acesso
à chave geral ou dos bornes das baterias; combater com
PQS; para a empilhadeira a GLP, na forma de língua de
fogo, prever neblina d’água para equipe de apoio retirar o
cilindro e deixar queimando
 Para incêndio no estoque de GLP para empilhadeira prever
neblina d’água para providenciar a refrigeração e retirada
dos que ainda não se inflamaram.

pág. 14 de 26
Tipo de Emergência Plano de Emergência

2. Derrame de produto em qualquer Funcionários


área, oriundo de latas ou tambores
de até 100 litros  Procure informar via rádio ou telefone a sua supervisão;
 Caso seja possível, procure confinar ou estancar o derrame
com produtos especiais (batoques e martelo de madeira;
2.1. Derrame de solução das xxx, use EPIs;
baterias  Supervisão avalia a situação aciona ou não a Brigada de
Incêndio.
Derrame de ácido da solução das
baterias Brigada de Incêndio

 Caso não tenham sido tomadas atitudes, a Brigada de


Incêndio procura bloquear o produto ou usa absorvedores e
mantas como auxílio;
 Se possível, usar solução para neutralização.
 Após controle, brigada recolhe o produto em embalagens
apropriadas. Lacra, identifica e transfere para o Centro de
Resíduos para tratamento local ou incinerar externamente;
 Solicitar monitoração na ETE pelas água/produtos que
podem lá chegar.

Funcionários
2.2. Acidente ou mal súbito em
 Qualquer funcionário aciona supervisão via rádio ou telefone
qualquer área.
e em seguida aciona o setor de Saúde Ocupacional pelos
ramais xx e yy;
Prédios de produção, manutenção,
 Quem acionou ou a supervisão deve fornecer as seguintes
câmaras, salas, escritório, etc.
informações ao Setor de Saúde Ocupacional:

- identificação do informante (nome);


- localização do incidente (sala, área, etc.)
- nome da vítima
- características da emergência (situação atual, contato
com material tóxico, inflamável, queda,
etc.);
- áreas, equipamento envolvidos;
- estado aparente da vítima.

 Prestação dos primeiros socorros no local ou transportar


vítima para ambulatório com maca;
 Setor médico avalia necessidade de transporte para
hospital.

pág. 15 de 26
Tipo de Emergência Plano de Emergência

3. Vazamento de amônia (reage 3.1.


violentamente com o cloro)
 Desligar a Subestação e/ou chave geral local
3.1. Vazamento oriundo da Sala de  Montar 1 linha com 5 mangueiras a partir do hidrante
Operações próximo às baterias, ao mesmo tempo que é montado
uma outra linha, do lado externo, também com 5
3.2. Vazamento oriundo da parte mangueiras, sendo que ambas formarão 2 fontes de água
superior da Sala de Operações sob neblina
(acesso pela escada caracol)  Operador e/ou equipe de apoio preparam-se para
manobras de fechamento de válvulas ou contenção com
3.3.Vazamento de tubulação que braçadeiras, almofadas, batoques e martelo de borracha,
interliga o processo para estancar o vazamento
 O operador e/ou equipe de apoio e a equipe com jato de
neblina de diluição e proteção do operador, próximo ao
vazamento, devem estar portando EPI’s apropriados e
conjuntos autônomos
 Em caso de chama adjacente à válvula que controla o
fornecimento do gás usar água em neblina, extintor de
CO2 ou PQS.

3.2.

 Idem a 3.1. levando-se em consideração que será


necessário levar 2 lances de mangueira para o topo,
através da escada caracol e de lá interligar com mais 3
que estão no piso inferior, próximo às baterias
 Ao mesmo tempo montar uma linha de 2 lances de
mangueira, do lado externo, com o jato direcionado para
o telhado, na região da parte superior da Sala de
Operação, para diluir a nuvem e mantê-la intramuros
 A partir daí avaliar a necessidade de subir a escada de
marinheiro do lado externo, com o uso de 3 lances de
mangueira, para montar uma outra linha de diluição, no
mesmo nível que o da parte superior
 Viaturas do Corpo de Bombeiros devem ser orientadas a
estacionar na rua xxx para auxiliar na diluição da nuvem
(VER SE TEM HIDRANTE DE RUA LÁ!!!)

3.3. Idem 3.1. e 3.2.

pág. 16 de 26
Tipo de Emergência Plano de Emergência

4. Emergência envolvendo cloro VER O ESTADO DO CLORO ARMAZENADO, ANTES DE


DECIDIR
4.1. Rompimento total do
reservatório  Avaliar a direção do vento
 Não jogar água
4.2. Vazamento em válvula ou  Usar EPI’s e proteção respiratória com máscara
tubulação panorâmica e filtro para gases ácidos (conjunto autônomo
para grandes vazamentos)
 Operador e/ou equipe de apoio estanca o vazamento com
o uso de batoques, caso não seja possível fechar válvulas;
não permitir que o faça sozinho, mas pelo menos em duplas
 Em caso de derramamento total ou ruptura do recipiente,
evacuar e isolar a área (numa direção de 100 metros
 Prevenir descargas para riachos ou sistema de esgoto
 Eventualmente pode ser necessário prevenir a vizinhança
e até afastá-la VER O INVENTÁRIO
 Reage violentamente com a amônia
 Conter o vazamento com diques de areia ou terra
 Neutralizar com cal hidratada a 50%

Tipo de Emergência Plano de Emergência

5) Subestação Principal Eletricista ou credenciado

5.1) Incêndio em subestação  Desligar a subestação na cabine acionando o botão


Principal correspondente; em seguida desligar todos equipamentos
Fogo em óleo de transformador no eletroeletrônicos
caso de envolvimento nesta área.  Acionar botoeira de alarme mais próxima no prédio xx; o
alarme irá soar em todo prédio;
5.2) Incêndio na sala de painéis da  Se possível, avisar por rádio a supervisão onde se localiza
subestação o sinistro, inclusive tipo de equipamento envolvido e se há
Equipamentos específicos ou não vítimas neste caso estado desta(s);
eletroeletrônicos etc.
Brigada de Incêndio

 Brigada reúne-se no ponto após alarme específico;


 Líder faz contato para confirmar exitência de vítima (s);
 Líder faz contato com Grupo de Apoio para confirmar o
funcionamento das bombas de incêndio;
 Líder verifica se há desligamento de energia para prédio ou
equipamento.
 Líder indica o uso ou não de equipamento autônomo de
respiração para início ao combate a emergência;
 Socorrer possíveis vítimas;
 Líder inicia procedimento de combate ao incêndio, com uso
de extintores de CO2, pó químico seco e/ou hidrantes;

pág. 17 de 26
 Líder faz contato com portaria para acionamento do Corpo
de Bombeiros, PAM, Defesa Civil e demais pessoas que
devam ser contatadas;
 Combater a emergência;
 Ao término, o líder e a segurança industrial fazem um
relatório preliminar
 Caso haja derrames de produtos químicos ver item 2;
 Solicitar monitoração na ETE pelas água/produtos que
podem lá chegar.

Tipo de Emergência Plano de Emergência

6) Tanque de Estocagem de Óleo Funcionários


Diesel
 Acionar botoeira de alarme mais próxima; o alarme irá soar
Equipamentos bombas e tanque painel em todo prédio ;
elétrico e demais instalações típicas.  Se possível avisar por rádio onde se localiza o sinistro,
etc. inclusive tipo de equipamento envolvido e se há ou não
vitimas, informando o estado da mesma.

Brigada de Incêndio

 Brigada reúne-se no PE – Ponto de Encontroo após alarme


específico;
 Líder faz contato com pessoas da área para confirmar
existência de vítima (s);
 Líder faz contato com Grupo de Apoio confirmar o
funcionamento das bombas de incêndio;
 Líder verifica a necessidade de desligamento de energia do
local ou equipamento. Solicita o Grupo de Apoio para esta
tarefa;
 Líder indica o uso ou não de equipamento autônomo de
respiração para início ao combate a emergência;
 Socorrer possíveis vítimas;
 Líder inicia procedimento de combate ao incêndio, com uso
de pó químico seco e/ou hidrantes;
 Líder faz contato com portaria para acionamento do Corpo
de Bombeiros, PAM, Defesa Civil e demais pessoas que
devam ser contatadas;
 Combater a emergência;
 Ao término, o líder e a segurança industrial fazem um
relatório preliminar
 Caso haja derrames de produtos químicos ver item 2;
 Solicitar monitoração na ETE pelas água/produtos que
podem lá chegar.

pág. 18 de 26
Tipo de Emergência Plano de Emergência

7) Como proceder para desligar os Eletricistas ou credenciados


circuitos elétricos das edificações
listadas a seguir, sem afetar as  A equipe de manutenção e apoio desliga chaves e/ou
demais atividades da empresa: disjuntores na subestação do próprio prédio yy.

Incêndio ou emergência grave em


eletricidade no xxx

A equipe de manutenção e apoio desliga chaves e/ou


Incêndio ou emergência grave em disjuntores na subestação do próprio prédio yy.
eletricidade no xxx

A equipe de manutenção e apoio desliga chaves e/ou


Incêndio ou emergência grave em disjuntores na subestação do prédio yy
eletricidade no xxx

Tipo de Emergência Plano de Emergência

8. Óbitos na empresa Serviço médico

 acionar a gerência de Recursos Humanos e Segurança


8.1. Acidente de trabalho Patrimonial, fazer comunicação a delegacia mais próxima;
 isolar a área; fotografar;
 não desfigurar o local até liberação pela polícia técnica;
 promover remoção para o Instituto Médico Legal;
 avisar a família;
 iniciar imediatamente as investigações internas;
 avisar imediatamente a XXX.

 acionar a gerência de Recursos Humanos e Segurança


8.2.Morte suspeita
Patrimonial, fazer comunicação a delegacia mais próxima;
 isolar a área; fotografar;
 não desfigurar o local até liberação pela polícia técnica;
 promover remoção para o Instituto Médico Legal;
 avisar a família;
 iniciar imediatamente as investigações internas;
 avisar imediatamente a XXX.

pág. 19 de 26
Tipo de Emergência Plano de Emergência

9. Enchentes Segurança Patrimonial

 A Segurança Patrimonial deverá permanecer de prontidão


para caso seja necessário acionar a Defesa Civil do estado;
 A ETE deverá ser monitorada de acordo com as
necessidades;
 Quando constatado a enchente, a Segurança Patrimonial
deve reter a entrada de veículos até que a situação esteja
dentro dos níveis aceitáveis de segurança no trânsito;

Funcionários

 Os funcionários deverão permanecer internamente aos


prédios até normalização da situação ou acionamento do
Plano de Abandono
 Os funcionários que tiverem veículo próprio deverão ser
avisados pela Segurança Patrimonial dos riscos
decorrentes da enchente, tais como assaltos e similares por
trânsito retido;

Brigada de Incêndio

 As Brigadas de Incêndio devem estar a postos para


qualquer eventualidade dentro da empresa, guardando
principalmente a eventualidade da água atingir painéis
críticos das subestações e casa de bombas de incêndio;

Eletricistas

 Deve ser dada especial atenção a parte relativa a energia


elétrica pelo risco de choques, curto-circuito e similares,
devendo ser desligado pela manutenção todo o circuito que
oferecer risco a pessoas ou à empresa;

Serviço Médico

O Setor Médico deverá estar de prontidão para qualquer


eventualidade de ajuda médica e /ou psicológica.

pág. 20 de 26
Tipo de Emergência Plano de Emergência

10. Queda de Aeronaves e queda de 10.1.


balões
 Acionar o Plano de Abandono para retirada de todos
10.1. Queda de aeronave, seguida  Avisar o Corpo de Bombeiros
de explosão  Acionar a Brigada de Incêndio
 Lider e Coordenador avaliam o local e decidem por
10.2. Queda de balões combater o incêndio a partir de local seguro e distante,
até a chegada do Corpo de Bombeiros; prever jatos
d’água nas adjacências

10.2

 Orientar a Segurança Patrimonial para estar alerta


quando da aproximação de um balão, mesmo que de
pequeno porte
 Na iminência de queda na empresa, preparar uma linha
de mangueiras para tentar atingi-lo antes que caia no teto
da empresa ou fazer proteção com neblina no provável
local da queda no teto da empresa
 Na iminência de cair no pátio preparar 2 a 3 linhas de
mangueiras
 Na queda inesperada de um balão,combater com jato
sólido, combinado com neblina

Tipo de Emergência Plano de Emergência

11. Vendaval  A previsão pode ser feita por meio de avisos


meteorológicos ou contato com a Defesa Civil (PAM)
 Rotineiramente, logo após o início do turno, acessar o
site da EPAGRI, obtendo a previsão do tempo
 Tem em estoque uma área de lonas plástica,
considerando-se a área a ser protegida (maior hipótese
acidental)
 Preparar o uso de lanternas
 Antes da decisão de instalação e/ou fixação de lonas à
noite (escuridão) verificar a possibilidade para iniciar os
trabalhos de dia
 Para instalação e/ou fixação das lonas no teto preparar a
equipe para encontrar riscos para trabalhos em altura,
umidade, piso escorregadio, uso de cintos de segurança
e pontos de ancoragem, madeiras para não apoiar os pés
diretamente nas telhas

pág. 21 de 26
PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA BRIGADA DE INCÊNDIO

1) Recursos necessários incêndio / emergência

Para a Brigada de Incêndio devem estar disponíveis os seguintes materiais/recursos:

 04 conjuntos autônomos de respiração (completos);


 04 cilindros reservas para os respiradores autônomos;
 04 roupas de aproximação de incêndio, composta de casaco, calça, balaclava, luva, botina e capacete
especial;
 06 máscaras panorâmicas com filtros de amônia;
 06 pares de luvas protetoras de borracha (PVC);
 06 pares de botas protetoras de borracha (PVC);
 06 macacões de PVC.
 08 rádios de comunicação interna (não exclusivos);
 03 lanternas tipo grande;
 02 machados;
 100m de corda 1/2” em poliester;
 10 cones de sinalização, com pintura reflexiva;
 02 rolos de fita zebrada para isolamento de área;
 04 derivantes tipo “Y” com entrada diâmetro 2 1/2” e duas saídas de 1 1/2”;
 lances de mangueiras diâmetro 2 1/2”, disponíveis nos hidrantes;
 02 escadas em alumínio ou fibra de vidro modelo de extensão;
 01 martelo de borracha;
 01 jogo de batoque de madeira;
 01 jogo de cunha de madeira.
 Kit de resgate para espaço confinado ou altura

Para o Grupo de Apoio devem estar disponíveis os seguintes materiais/recursos, os quais podem ser da
oficina de manutenção:

 02 chave tipo Grifo 24”


 01 chave Grifo 36”
 Jogo de chaves tipo Fenda e tipo Phillipps tamanhos de 5 até 20mm
 01 alicate tipo eletricista tamanho 8”
 01 alicate tipo universal tamanho 10”
 01 chave tipo Inglesa tamanho 10”
 01 chave tipo Inglesa tamanho 12”
 Jogo de chaves tipo Boca diâmetros 5 até 28mm
 02 rádios de comunicação interna (não exclusivos);

Para o controle de derrames devem estar disponíveis os seguintes materiais / recursos:

 05 bombonas de 50l cada com areia seca ou terra – ou – caixa de madeira, deixadas prontas em
pallets para transporte
 12 cordões (absorventes) de 3m cada para produtos químicos (fabricação 3M modelo P-200)
 16 almofadas (absorventes) de 23 x 38cm para produtos químicos (fabricação 3M modelo P-300)
 10 bombonas plásticas vazias com tampas para impedir derrames dos resíduos, deixadas prontas
em pallets para transporte
 01 pá tipo construção civil de material plástico ou anti-faiscante

pág. 22 de 26
 01 pá tipo residencial de material plástico ou anti-faiscante
 05 conjuntos de roupa especial (de PVC) para derrames
 80% do volume de cloro em forma de estoque de cal hidratada, armazenada em local apropriado,
em pallets, para transporte imediato com empilhadeira
 Kit com batoques de madeira e martelo de borracha (pode-se criar braçadeira com almofada do
diâmetro médio do reservatório de cloro)

2. Procedimento para quando chegar o Corpo de Bombeiros

 A segurança patrimonial fará a recepção da Corporação abrindo o portão xx (xxxx) ou o principal;


 Repassar informações de trânsito interno até o local da emergência;
 O Líder da Brigada de Incêndio se apresenta então ao Comandante explica a situação; quando não
for possível, solicita à segurança patrimonial que passe o rádio transceptor para o Comandante,
iniciando o processo de comunicação
 Informa os materiais, combustíveis e os equipamentos envolvidos no sinistro;
 Informa se existem possíveis vítimas no local;
 Auxilia na coordenação dos trabalhos de combate à emergência.

3. Procedimento para atendimento a vítima pelos socorristas ou equipe médica

 A vítima deve ser retirada da área de risco de forma a garantir sua integridade física;
 Os Socorristas após os primeiros atendimentos, devem decidir pela remoção (via maca);
 Caso seja necessário, montar a maca conforme treinamento;
 Imobilizar a vítima na maca;
 Em momento algum os Socorristas devem abandonar a vítima, somente se afastar quando da
chegada da equipe médica, se esta autorizar sua saída;
 O serviço médico após uma avaliação, solicita o transporte da vítima para atendimento externo,
indicando funcionário para acompanhá-la;
 O setor médico faz então um relatório detalhado sobre as lesões;
 O setor médico acompanha o tratamento da(s) vítima(s) e mantém a Gerência informada.

4. Procedimento para segurança patrimonial

 Manter linhas telefônicas desocupadas;


 Ficar atento as solicitações do Líder da Brigada;
 Manter portões fechados e guarnecer demais postos de trabalho;
 Impedir a entrada de jornalistas e curiosos;
 Não responder a nenhuma pergunta de estranhos;
 Fazer comunicação após solicitação do líder da brigada e, permitir o acesso do Corpo de
Bombeiros, Defesa Civil, FATMA em veículos identificados (logotipos das instituições);
 Fazer as comunicações com gerentes e diretores pertencentes a lista na portaria após solicitação
pelo Líder da Brigada;
 Não fazer uso do rádio com a brigada a não ser que seja de informações importantes relativas a
emergência;
 Desde o acionamento até o final da emergência ter noção da direção do vento, dada pelas birutas
instaladas xx e yy, para eventual apoio à Brigada de Incêndio

5. Procedimento de atuação para o Grupo de Apoio

 Reunir no PE – Ponto de Encontro definido;


pág. 23 de 26
 Assessorar o líder da brigada no que for solicitado;

6 . Procedimento de atuação para telefonistas

 Deixar linhas liberadas para contato externo;


 Não responder a nenhuma chamada externa solicitando informações sobre qualquer emergência;
 Fazer o abandono do local se houver solicitação do Líder de Abandono,

7 . Procedimento de atuação para funcionários

 Quando soar o alarme, pare suas atividades (desligue os equipamentos eletro/eletrônicos);


 Siga as instruções do Líder de Abandono;
 Não corra, ande;
 Siga até a saída de emergência mais próxima;
 Dirija-se ao PE – Ponto de Encontro indicado pelo Líder de Abandono;
 Ao sair do prédio, não volte, não ser quando for declarada o fim da emergência;

8. Procedimento para o Porta Voz e o responsável pela ocupação da planta

 Contato direto com telefonista, caso não seja acionado o Plano de Abandono,para atendimento às
autoridades competentes, mídia, familiares
 Caso seja acionado o Plano de Abandono total, permanecer junto a segurança patrimonial, para
atendimento às autoridades competentes, mídia, familiares

B. Orientação técnica – Refrigeração Industrial por Amônia

Sobre o processo, pedir para Paulo inserir como é o processo da NOME DA EMPRESA

 Introdução
 A amônia
 Riscos dos sistemas de refrigeração
 Gestão segura de sistemas de refrigeração
 Instalações
 Equipamentos e materiais
 Medidas de proteção
 Capacitação e treinamento de operadores
 Normas de referência
 Aspectos das inspeções de segurança realizadas pela NOME DA EMPRESA

A amônia possui alta toxicidade e torna-se explosiva em concentrações de 15 a 30% em volume. Apresenta
vantagens adicionais, como o fato de ser o único agente refrigerante natural ecologicamente correto, por não
agredir a camada de ozônio, tampouco agravar o efeito estufa.
De uma forma simplificada, podem-se perceber três componentes distintos nos sistemas de refrigeração: o
compressor, o condensador e o evaporador. EXPLICAR O SISTEMA DA NOME DA EMPRESA

O compressor é geralmente constituído por uma bomba dotada de um tubo de aspiração e compressão,
possuindo um dispositivo que impede fugas de gás e entrada de ar atmosférico. Situado entre o evaporador
pág. 24 de 26
e o condensador, aspira a amônia evaporada e a encaminha ao condensador sob a forma de um vapor quente
sob pressão elevada.

O condensador é formado geralmente por uma série de tubos de diâmetro diversos, unidos em curvas,
podendo ser dotados exteriormente de hélices que garantem o mais perfeito aproveitamento das superfícies
de contato. É resfriado por uma corrente de água em seu exterior. Nas pequenas instalações, o resfriamento
é normalmente feito pelo próprio ar atmosférico. A amônia gasosa vinda do compressor liquefaz-se ao entrar
em contato com a temperatura fria do condensador, sendo em seguida encaminhada para um depósito, de
onde passará ao evaporador.

O evaporador consiste geralmente de uma série de tubos, as serpentinas, que se encontram no interior do
ambiente a ser resfriado. A amônia sob forma líquida evapora-se nesses tubos, retirando calor do ambiente
na passagem ao estado gasoso. Sob a forma gasosa, volta ao condensador pelo compressor, fechando assim
o ciclo.

A AMÔNIA

Ponto de Ebulição: 33,35ºC Peso Molecular: 17 g/mol


Ponto de Fusão: 77,7ºC Densidade 20ºC: 0,682 g/cm3
Aparência e Odor: Gás comprimido liquefeito, Ponto de fulgor: Gás na temperatura ambiente
incolor, com odor característico
LIE: 16% (Limite Inferior de Explosividade) Temperatura Auto-Ignição: 651ºC
LSE: 25% (Limite Superior de Explosividade) Absorção de calor: Alta - 1,1007 cal/g°C (H2O: 1cal/g°C )
Limite de Tolerância (NR-15, Anexo 11): 20 IPVS: 300 ppm (Atmosfera imediatamente perigosa à vida
ppm ou 14 mg/m3 e à saúde)
OSHA: 15min STEL: 35 ppm, 24 mg/m3 ACGIH/TWA: 25 ppm, 17 mg/m3
NIOSH: 5 mg: 50 ppm, 35 mg/m3 Solubilidade em água: Alta – 1 vol. de água dissolve 1.300
volumes do gás
Fonte: OSHA/EUA; NR-15.

A amônia, com símbolo químico NH3, é constituída por um átomo de nitrogênio e três de hidrogênio,
apresentando-se como gás à temperatura e pressão ambientes. Liquefaz-se sob pressão atmosférica a -
33,35ºC.

É altamente higroscópica, e a reação com a água forma NH4OH, hidróxido de amônia, líquido na temperatura
ambiente, que possui as mesmas propriedades químicas da soda cáustica.

É estável quando armazenada e utilizada em condições normais de estocagem e manuseio. Acima de 450ºC,
pode decompor-se, liberando nitrogênio e hidrogênio.

É facilmente detectada a partir de pequeníssimas concentrações (5 ppm) no ar pelo seu cheiro sui generis.

Apresenta risco moderado de incêndio e explosão, quando exposta ao calor ou chama. A presença de óleo e
outros materiais combustíveis aumenta o risco de incêndio. E agora?

Em contato com halogênios, boro, 1.2 dicloroetano, óxido de etileno, platina, triclorato de nitrogênio e fortes
oxidantes, pode causar reações potencialmente violentas ou explosivas. E agora?

Em contato com metais pesados e seus compostos, pode formar produtos explosivos. E agora?

pág. 25 de 26
O contato com cloro e seus compostos, pode resultar na liberação do gás cloroamina. A NOME DA EMPRESA
possui cloro na forma xxx, estocado no(s) seguinte(s) locais e quantidades:

 A
 B
 C

Produz mistura explosiva quando em contato com hidrocarbonetos, sendo também incompatível com aldeído
acético, acroleína, dridrazina e ferrocianeto de potássio. O inventário de produtos perigosos da NOME DA
EMPRESA não contém estes produtos.

É importante a empresa verificar se existem estes produtos anteriormente mencionados, principalmente


houver risco de estarem próximos à amônia.
O gás é um irritante poderoso das vias respiratórias, olhos e pele. Dependendo do tempo e do nível de
exposição podem ocorrer efeitos que vão de irritações leves a severas lesões corporais.
A inalação pode causar dificuldades respiratórias, broncoespasmo, queimadura da mucosa nasal, faringe e
laringe, dor no peito e edema pulmonar.
A ingestão causa náusea, vômitos e inchação nos lábios, boca e laringe. Em contato com a pele, a amônia
produz dor, eritema e vesiculação.
Em altas concentrações, pode haver necrose dos tecidos e queimaduras profundas.
O contato com os olhos em baixas concentrações (10 ppm) resulta em irritação ocular e lacrimejamento.
Em concentrações mais altas, pode causar conjuntivite, erosão na córnea e cegueira temporária ou
permanente. Reações tardias podem acontecer, como catarata, atrofia da retina e fibrose pulmonar.

A exposição a concentrações acima de 2.500 ppm por aproximadamente 30 minutos pode ser fatal. Daí a
necessidade de sensores para amônia presentes no processo e dotados de alarme e detector de amônia
portátil, para uso dos operadores e da Brigada de Incêndio.

RISCOS DOS SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO

As instalações frigoríficas, porque trabalham com refrigerantes com características físico-químicas especiais
e em condições de temperatura, pressão e umidade diferenciadas do habitual, apresentam riscos específicos
à segurança e à saúde, relacionados com o tipo agente refrigerante utilizado, assim como com as instalações
e equipamentos.
As maiores preocupações são os vazamentos com formação de nuvem tóxica de amônia e as explosões.
Causas de acidentes são falhas no projeto do sistema e danos aos equipamentos provocados pelo calor,
corrosão ou vibração, assim como por manutenção inadequada ou ausência de manutenção de seus
componentes, como válvulas de alívio de pressão, compressores, condensadores, vasos de pressão,
equipamentos de purga, evaporadores, tubulações, bombas e instrumentos em geral.
É importante observar que mesmo os sistemas mais bem projetados podem apresentar vazamentos de
amônia, se operados e/ou mantidos de forma precária.
São freqüentes os vazamentos causados por:

 abastecimento inadequado dos vasos;


 falhas nas válvulas de alívio, tanto mecânicas quanto por ajuste inadequado da pressão;
 danos provocados por impacto externo por equipamentos móveis, como empilhadeiras;

pág. 26 de 26
 corrosão externa, mais rápida em condições de grande calor e umidade, especialmente nas porções de
baixa pressão do sistema;
 rachaduras internas de vasos que tendem a ocorrer nos/ou próximo aos pontos de solda;
 aprisionamento de líquido nas tubulações, entre válvulas de fechamento;
 excesso de líquido no compressor;
 excesso de vibração no sistema, que pode levar a sua falência prematura.

GESTÃO SEGURA DE SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO

Uma instalação segura de refrigeração por amônia sustenta-se em três pilares:

 projeto apropriado, orientado por normas e códigos de engenharia;


 manutenção eficaz;
 operação adequada.

Elementos para a gestão da segurança e saúde em estabelecimentos que possuam esse tipo de sistemas
devem incluir:
 informações de segurança do processo;
 análises dos riscos existentes;
 procedimentos operacionais e de emergência;
 capacitação de trabalhadores;
 esquemas de manutenção preventiva;
 mecanismos de gestão de mudanças e subcontratação;
 auditorias periódicas;
 investigação de incidentes.

INSTALAÇÕES

Cuidados especiais devem ser tomados quanto à instalação da casa de máquinas, que deve ser localizada
no térreo, no nível do solo, de preferência em edificação separada.
Inexistindo essa possibilidade e havendo necessidade de se mantê-la na mesma edificação onde realizem-
se outras atividades administrativas ou de produção, a casa de máquinas deverá ser instalada fora do prédio,
com o máximo de paredes exteriores possível.
Uma ventilação adequada é fundamental e, nos casos de ambientes fechados, o pé-direito deve ser, no
mínimo, de 4 metros, existindo pelo menos 2 saídas de emergência.
É essencial a existência de detectores de vazamento no local.
Os escapamentos dos dispositivos de alívio de pressão devem localizar-se em altura e distante de portas,
janelas e entradas de ar – o ideal é mantê-los acima do telhado e pelo menos a 5 metros acima do nível do
solo e a mais de 6 metros de distância de janelas, entradas de ar ou portas.
EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
Todos os equipamentos do sistema de refrigeração devem ser adequadamente dimensionados e instalados,
além de testados antes de sua operação.
É essencial que os componentes, inclusive tubulações, sejam devidamente sinalizados e identificados, por
exemplo com as cores e indicações previstas na NR 26.
Condensadores, compressores, outros vasos, evaporadores e bombas devem estar equipados com válvulas
de alívio de pressão, conforme NR 13.
pág. 27 de 26
Os compressores devem ter controle de baixa pressão e dispositivo de limitação da pressão. As tubulações
podem ser de ferro ou aço; zinco ou cobre são proibidos para instalações contendo amônia.
A armazenagem de amônia deve ser feita preferencialmente em área coberta, seca, ventilada, com piso
impermeável e afastada de materiais incompatíveis, recomendando-se a instalação de diques de contenção.
É essencial que se definam cuidados especiais com os cilindros e tanques de amônia, inclusive no seu
abastecimento.
Considerando o risco envolvido, todas as instalações onde existe amônia devem sofrer processo periódico de
inspeção para verificação de suas condições.
Recomenda-se uma inspeção visual em todos os pontos críticos – soldas, curvas, junções, selos mecânicos
– pelo menos a cada 3 meses.
Tanques e reservatórios devem passar por inspeção de segurança completa, nos prazos máximos previstos
na legislação (NR 13), recomendando-se radiografia de soldas e testes de pressão.

Todos as etapas da manutenção do sistema devem ser cuidadosamente especificadas e adequadamente


registradas, definindo-se procedimentos específicos para operações de risco, tais como a purga de óleo do
sistema, a drenagem de amônia e a realização de reparos em tubulações.

MEDIDAS DE PROTEÇÃO

Pontos essenciais em relação à prevenção coletiva da exposição a amônia incluem:

 manutenção das concentrações ambientais a níveis os mais baixos possíveis e sempre abaixo do nível
de ação (NR-9), por meio de ventilação adequada;
 implantação de mecanismos para a detecção precoce de vazamentos.

O desejável é a instalação de monitores ambientais acoplados a sistema de alarme, especialmente nos locais
críticos.
O Instituto Internacional de Refrigeração por Amônia (IIAR) recomenda ainda a instalação de caixa de controle
do sistema de refrigeração de emergência, que desligue todos os equipamentos elétricos e acione ventilação
exaustora, sempre que necessário.
Outras medidas de proteção coletiva incluem a sinalização adequada dos equipamentos e tubulações, a
existência de saídas de emergência mantidas permanentemente desobstruídas e adequadamente
sinalizadas, e a instalação de chuveiros de segurança e lava-olhos.
Sistemas apropriados de prevenção e combate a incêndios devem estar presentes e em perfeito estado de
funcionamento. O ideal é a instalação de sprinkler sobre qualquer vaso grande de amônia para mantê-lo
resfriado, em caso de fogo.
Instalações elétricas à prova de explosão são desejáveis.
Dentre as medidas administrativas incluem-se a permanência do menor número possível de trabalhadores na
sala de máquinas e somente os que realizam manutenção e operação dos equipamentos, a manutenção dos
locais de trabalho dentro dos padrões de higiene ocupacional e a realização do controle de saúde dos
expostos ao produto, enfatizando avaliação oftalmológica, da pele e do trato respiratório.
As empresas devem possuir equipamentos básicos de segurança pessoal para cada trabalhador envolvido
diretamente com a planta, dispostos em locais de fácil acesso e fora da sala de máquinas:

 uma máscara panorâmica com filtro de amônia;


 equipamento de respiração autônomo;
 óculos de proteção ou protetor facial;

pág. 28 de 26
 um par de luvas protetoras de borracha (PVC);
 um par de botas protetoras de borracha (PVC);
 uma capa impermeável de borracha e/ou calças e jaqueta de borracha.
Devem ser estabelecidos por escrito planos de emergência para ações em caso de vazamento, realizando-
se treinamentos práticos.
Como conteúdo mínimo, é preciso prever mecanismos de comunicação da ocorrência, evacuação das áreas,
remoção de quaisquer fontes de ignição, formas de redução das concentrações de amônia e procedimentos
de contenção de vazamentos.
Em caso de vazamento com grande concentração de gases, faz-se necessária a utilização de máscaras
autônomas e proteção total do corpo com tecido impermeável ou, na ausência dessas, o umedecimento dos
trajes. Na mesma linha de raciocínio, deve-se aspergir água para forçar a reação de hidratação e formação
do hidróxido de amônia.
É crítico que se observe que, na ocorrência do vazamento, a amônia, em estado aerossolizado, comporta-se
como um gás denso.
Em caso de fogo, recomenda-se o uso de água para resfriar recipientes expostos.
Para fogo envolvendo amônia líquida, utiliza-se pó químico ou CO2.

CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO DE TRABALHADORES

Os sistemas de refrigeração por amônia devem ser operados por profissional qualificado, com certificado de
treinamento, conforme o disposto na NR 13.
Todos os que laboram no estabelecimento, inclusive terceiros, devem ser suficientemente informados sobre
os riscos existentes e as medidas de controle, e treinamento para as ações de emergência e de evacuação
de área.
É necessária a previsão de treinamentos especiais para os que operam, inspecionam e mantêm o sistema,
assim como para os trabalhadores que laboram próximos aos equipamentos, e os que operam equipamentos
móveis, como empilhadeiras.

Os operadores devem ter conhecimentos completos sobre o sistema, incluindo compressores, válvulas de
controle automático, de isolamento e de alívio de pressão, controles elétricos e mudanças de temperatura e
pressão.

Devem saber que partes do sistema requerem manutenção preventiva e como realizá-la de forma segura,
além de como observar e avaliar o sistema para identificar sinais de problemas, como vazamentos e vibração.

NORMAS DE REFERÊNCIA

O Brasil carece de normas legais e técnicas específicas para sistemas de refrigeração. Destacam-se as
Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho e Emprego, especialmente a NR-13 – Caldeiras
e Vasos de Pressão e a norma da ABNT “Vasos de pressão para refrigeração”, 1996.
Referências internacionais são as normas do Instituto Nacional de Normas Técnicas dos EUA (ANSI):

• ANSI/ Sociedade Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Condicionamento de Ar


(ASHRAE) 15-1978.
Essa norma especifica os locais onde os distintos grupos de refrigerantes podem ser aplicados; restringe
a presença de chama em salas de máquinas; ocupa-se do ambiente industrial e estabelece limites nas
quantidades dos refrigerantes nas diversas áreas de trabalho; dispõe sobre reservatórios e tubulações,
pág. 29 de 26
determinando limites de pressão de operação; descreve as aplicações dos dispositivos limitadores de
pressão, além de cobrir aspectos relacionados à instalação.
A norma ANSI/ASHRAE 15-1978 relaciona-se a outras normas, incorporando-as, como a “Boiler and
Pressure Vessel Code” e a ANSI/ Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos (ASME) B31.5, para
tubulações de refrigeração.

• ANSI/IIAR 2-1984.
Preparada especificamente para sistemas de amônia, recomenda que a amônia apresente-se com
concentração de 99,95% e que as placas de identificação sejam afixadas nos principais componentes
do sistema, contendo informações como: o nome do fabricante, o ano de fabricação, o número do
modelo e a pressão nominal, comprovando, ainda, que o equipamento foi testado quanto a sua
segurança e aplicação adequada. A norma especifica, também, dois níveis de pressão de projeto: alto
e baixo. Uma abordagem alternativa para ventilação de salas de máquinas também é proposta.

Outras diretrizes internacionais são emitidas pela IIAR, como a norma “Ammonia Refrigeration Valves”,
publicada em 1999.

ASPECTOS DAS INSPEÇÕES DE SEGURANÇA REALIZADAS PELA NOME DA EMPRESA

As Inspeções de Segurança realizadas pela NOME DA EMPRESA, na área de Segurança e Saúde, consolida-
se como um dos meios que a Empresa utiliza, tendo as Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde
como referência.
Estratégias são definidas para a prevenção de acidentes na NOME DA EMPRESA, preferencialmente as que
agem de forma coletiva na questão, otimizando recursos humanos e materiais e assegurando um caráter
amplo e igualitário para a ação.
O controle dos riscos de agravos à segurança e à saúde de trabalhadores, em virtude da utilização de
sistemas de refrigeração por amônia, é obtido por meio do cumprimento do já previsto na plena legislação
nacional, não-específica, mas que contempla os elementos mínimos de qualquer sistema de segurança.
Entre as Normas Regulamentadoras, aplica-se o disposto na NR 13, considerando-se o limite de tolerância
da amônia (20 ppm). A norma prevê aspectos de considerável importância na prevenção de acidentes, entre
eles:
 a identificação e as informações completas sobre os vasos de pressão, contidas em um prontuário;
 o registro de todas as ocorrências com os vasos, em livro próprio ou em sistema informatizado;
 a disponibilização da informação aos trabalhadores e sindicatos;
 a instalação adequada dos vasos de pressão, definida em projeto;
 os procedimentos para operação segura, dispostos em um manual específico;
 a manutenção do sistema (vasos de pressão, válvulas e tubulações, entre outros equipamentos) e
as inspeções de segurança periódicas, realizadas por profissional habilitado e registradas em
relatórios;
 a qualificação dos operadores.
Destaca-se como grande instrumento das Inspeções de Segurança a aplicação judiciosa da NR 9, focada na
prevenção de riscos com amônia. A norma, cumprida em sua íntegra, prevê a implantação obrigatória da
maioria dos controles necessários para a operação segura das empresas, por meio do Programa de
Prevenção de Riscos Ambientais, inclusive:

 a análise de projetos de instalações, métodos e processos de trabalho novos;


 o reconhecimento e a avaliação dos riscos existentes, inclusive a avaliação quantitativa;
 a adoção de medidas necessárias e suficientes para eliminação, minimização ou controle dos
riscos, inclusive riscos potenciais;

pág. 30 de 26
 a realização de treinamento e a disponibilização aos trabalhadores de maneira apropriada e
suficiente sobre os riscos ambientais e os meios de prevenção;
 a especificação técnica adequada de equipamentos de proteção individual, incluindo a proteção
respiratória, com estabelecimento de normas para seu fornecimento, uso, guarda, higienização,
conservação, e manutenção;
 a avaliação da eficácia das medidas de proteção;
 o monitoramento da exposição de trabalhadores por meio da avaliação sistemática e repetitiva da
exposição a um dado risco;
 o registro de dados.

A NOME DA EMPRESA tem em mente o cumprimento obrigatório dos seguintes itens legais:

1. Dotar a empresa de plano de alerta e evacuação para situações de vazamento de amônia e combate ao
fogo, que deverá constar do PPRA, realizando-se exercícios de simulação, pelo menos, semestralmente.
2. Prever, no PCMSO, ações de saúde relativas à prevenção e ao atendimento de vítimas de vazamento de
amônia.
3. Dotar o local de trabalho de vias de fuga sinalizadas e desobstruídas para a rápida retirada do pessoal
em serviço em caso de vazamentos de amônia ou incêndios.
4. Dotar a empresa de portas de emergência sinalizadas e equipadas com dispositivo interno de abertura
imediata em caso de sinistro, que deverão abrir no sentido da saída, sendo proibido o fechamento a chave
ou cadeado durante o horário de trabalho.
5. Dotar a empresa de sistema de alarme, audível em todo o local de trabalho, com pontos de acionamento
nas áreas comuns de acesso dos pavimentos.
6. Dotar a Sala de Operação do sistema de refrigeração industrial com máscara autônoma para utilização
em caso de emergência, a qual deverá ser acondicionada em armário próprio, que deverá ser sinalizado,
e passar por inspeção mensal anotada em ficha própria, treinando-se todos os trabalhadores do setor de
refrigeração para seu uso.
7. Dotar o sistema de compressores de amônia de dispositivo de parada de emergência, automático e/ou
manual, que possa ser acionado em caso de emergência, desligando todo o sistema simultaneamente.
8. Realizar inspeção de segurança nos vasos de pressão contendo amônia e treinar operadores, de acordo
com o que estabelece a NR 13 e seus anexos.
9. Dotar a sala de compressores de amônia de ventilação exaustora forçada, que garanta rápida troca de
ar ambiente em caso de vazamento de amônia, devendo haver mais de uma botoeira de acionamento da
exaustão colocadas em lugares de acesso comum.
10. Dotar o estabelecimento de equipamento que permita monitorização quantitativa contínua das
concentrações de amônia nos ambientes de trabalho.

A NOME DA EMPRESA coloca à disposição os seguintes números de telefones, para contato em caso de
emergência no interior da empresa:

-
-
-
-

pág. 31 de 26
C. Plano de Abandono – Rotas de fuga – Emergência com amônia

pág. 32 de 12
D. Plano de Abandono – Rotas de fuga – Emergencia com GLP 20 kg, incendio em caminhão no interior da empresa e incêndio
na oficina de manutenção e na oficina da empresa vizinha

pág. 33 de 26
E. Planta de cenários de emergências

pág. 34 de 26
Amônia  É um produto alcalino que libera calor quando reage com ácido.
 Em contato com fortes oxidantes pode causar reações extremamente exotérmicas ou explosivas.
 Em contato com Cloro e seus compostos pode resultar a liberação de gás Cloroamina.
 Pode produzir significativa mistura explosiva quando em contato com hidrocarbonetos.
 Isolar e evacuar a área. Procurar bloquear o vazamento ou transferir o produto. Ficar com o vento soprando as suas costas.
O acesso das pessoas às áreas contaminadas só deve ser permitido se estiverem usando roupas de proteção e máscara com
suplemento de ar ou com filtro químico apropriado. A pressão de um vazamento de grandes proporções na parte superior da
sala de operação (sala de máquinas) poderá fazer com que a amônia desça até a sala de operação, subestação, oficina de
empilhadeiras e ali acumular-se. Se o vento estiver no sentido oeste, a nuvem do vazamento atingirá a região da rua lateral.
Se houver vazamento do reservatório de cloro o contato com o vazamento de amônia terá maiores proporções. Um vazamento
na sala de operação ficará restrito a este local, juntamente com oficina e subestação; porém, ao abrir qualquer porta, o
vazamento irá se espalhar para o outro ambiente também ou para a rua ao lado da empresa
GLP  Os cilindros de 20 kg não possuem válvula de abertura mas possuem válvula de segurança e ficam em local aberto
 O vazamento será na direção do vento e poderá atingir o pátio dos caminhões, a oficina ao lado (com processo de corte, solda,
esmerilhamento; não havendo grande dispersão, irá se acumular nas partes mais baixas, atingindo a canaleta atrás da oficina,
que está na divisa entre a NOME DA EMPRESA e a outra empresa.
 O GLP da cozinha poderá acumular-se dentro da mesma (vazamento na entrada da mangueira com o fogão) ou no armário
do botijão de gás ou, se este estiver aberto, espalhar-se na região próxima a cozinha e estacionamento de motocicletas e
bicicletas.
Acetileno  O cilindro de acetileno, se exposto a grandes temperaturas, choque ou queda poderá explodir
 Durante uma queda ou choque a parte interna irá se degradar e o acetileno é muito instável, ocorrendo a expansão e a explosão
de efeitos devastadores, tornando-o também uma espécie de missil
Cloro  Reage vigorosamente com amônia - excesso de amônia produz cloreto de amônia, enquanto excesso de cloro pode formar
composto explosivo, tricloreto de nitrogênio (tricloroamina).
 Reage explosivamente ou forma compostos explosivos com muitos produtos químicos tais como acetileno, terebentina, éter,
amônia, hidrogênio e metais finamente divididos.
 Não é inflamável ou explosivo, podendo no entanto sustentar a combustão de outras substâncias.
 Água reage com o cloro formando ácido clorídrico que é extremamente corrosivo,
 Reage violentamente com metais e compostos orgânicos.
Eletricidade  Os pontos destacados referem-se ao pátio de conteineres, que possuem extintores e os vãos entre as câmaras (nestes pontos
– os vãos – existe fiação elétrica, a qual se exposta ou com um ponto de aterramento rompido tem potencial para princípio de
incêndio, onde não existem extintores próximos, somente hidrantes e a Brigada de Incêndio terá que percorrer
aproximadamente 85 metros em terreno acidentado e liso, entre as câmaras 6 e 7, por exemplo)

Madeira  Refere-se a todo local da empresa que possui pallets (o exemplo assinalado está a 90 metros do primeiro hidrante ao Leste e
a 50 metros do primeiro hidrante a oeste)

pág. 35 de 26
F. Ponto de encontro da Brigada de Incêndio e possíveis linhas de ataque

G. Direção dos ventos predominantes em Itajai/SC


pág. 36 de 26
1. De dia o ar sopra do mar para o continente; à noite o vento sopra do continente para o mar.
2. Porém, a DVP – Direção dos Ventos Predominantes é Sul (S) e Sudoeste (SE)
3. Nas entradas dos vãos abertos das câmaras, na porta de entrada para a Subestação e Sala de Operação (incluindo
sua parte superior) o vento é forte e inconstante, influenciado pelo muro e as paredes das câmaras.
4. Sob chuva forte, na área da Subestação, Sala de Operação, Oficina/Manutenção/Recarga Baterias e Escada
Caracol a comunicação entre os componentes da Brigada de Incêndio será muito afetada pelo barulho no telhado.

pág. 37 de 26
H. Lista de telefones para uso em emergências

Número Descrição Número Descrição

pág. 38 de 26
pág. 39 de 26
pág. 40 de 26
pág. 41 de 26
pág. 42 de 26
pág. 43 de 12