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MANUAL DE NORMAS TÉCNICAS PARA

OBRAS DE LOJISTAS
PARNAÍBA SHOPPING

Setembro/2015
1

Av. São Sebastião , 3429 – Bairro Reis Veloso CEP 64.204-035 Parnaíba PI  [86]3315-6500
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ÍNDICE
AVISO LEGAL ............................................................................................................................................ 5
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ............................................................................................................... 5
PARTE 1 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DOS MODULOS DE USO COMERCIAIS “EM
OSSO” .......................................................................................................................................................... 6
1.1 CONSTRUÇÃO CIVIL ..................................................................................................................... 6
1.2 INSTALAÇÕES ................................................................................................................................ 6
PARTE 2 – NORMAS GERAIS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ............ 8
2.1 PRELIMINARES ............................................................................................................................... 8
2.2 DAS RESPONSABILIDADES .......................................................................................................... 8
2.3 DA APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E LIBERAÇÃO DE PROJETOS ............................................. 8
2.4 APROVAÇÃO EM ORGÃOS PÚBLICOS .................................................................................... 10
2.5 PROJETOS QUE DEVEM SER ENCAMINHADOS AO COMITÊ TÉCNICO DO PS ................ 10
PARTE 3 – NORMAS GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRAS ......................................................... 10
3.1 PREMISSAS PARA INICIAR AS OBRAS CIVIS ......................................................................... 10
3.2 ENTRADAS, TRANSPORTES E GUARDA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ................. 11
3.3 ENTRADAS DE PESSOAL NO PS ................................................................................................ 12
3.4 EXECUÇÂO DE SERVIÇOS / HORÁRIO DOS TRABALHOS NO AMBIENTE DO PS.......... 12
3.5 SEGURANÇA DO TRABALHO NO AMBIENTE DO PS ............................................................ 12
3.6 COMPORTAMENTO NOS CANTEIROS DE OBRAS NO AMBIENTE DO PS ......................... 13
3.7 FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS NO AMBIENTE DO PS .......................................................... 13
3.8 TAPUMES PADRÃO PS................................................................................................................. 13
3.9 DISPOSIÇÕES GERAIS NO AMBIENTE DO PS ......................................................................... 14
3.10 HIGIENE E LIMPEZA NAS OBRAS NO AMBIENTE DO PS ................................................... 14
PARTE 4 – NORMAS ESPECÍFICAS GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE
ARQUITETURA DE LOJAS: ................................................................................................................... 15
4.1 DETALHAMENTOS DO PROJETO .............................................................................................. 15
4.2 MATERIAIS A SEREM UTILIZADOS .......................................................................................... 15
4.3 PAREDES LIMÍTROFES E PAREDES INTERNAS ..................................................................... 15
4.4 PISOS E TETOS .............................................................................................................................. 16
4.5 LIMITES DE LOJAS / FECHAMENTOS FRONTAIS .................................................................. 17
4.6 FACHADAS E VITRINES .............................................................................................................. 18
4.7 LETREIROS .................................................................................................................................... 18
4.8 UTILIDADES .................................................................................................................................. 19
4.9 QUIOSQUES ................................................................................................................................... 19
4.10 DIVERSOS .................................................................................................................................... 19
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PARTE 5 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE MEZANINO
OU PLATAFORMA TÉCNICA: ............................................................................................................... 20
5.1 DETALHAMENTO DO PROJETO ................................................................................................ 20
5.2 INFORMAÇÕES GERAIS ............................................................................................................. 20
5.3 TRATAMENTO E PINTURA DAS ESTRUTURAS METÁLICAS: ............................................ 21
PARTE 6 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, DADOS E VOZ, ALARME, SONORIZAÇÃO E AUTOMAÇÃO ....... 22
6.1 CONDIÇÕES GERAIS: .................................................................................................................. 22
6.2 DETALHAMENTO DOS PROJETOS: .......................................................................................... 22
6.3 CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES ........................................................................................... 22
6.4 QUADROS ELÉTRICOS ................................................................................................................ 23
6.5 ELETRODUTOS E CAIXAS DE PASSAGEM .............................................................................. 24
6.6 CONDUTORES ELÉTRICOS ......................................................................................................... 24
6.7 REATORES ..................................................................................................................................... 25
6.8 DISJUNTORES................................................................................................................................ 25
6.9 TELEFONE E DADOS .................................................................................................................... 25
6.10 DETECÇÃO E ALARME.............................................................................................................. 25
6.11 AUTOMAÇÃO ............................................................................................................................. 27
PARTE 7 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE
INSTALAÇÕES DE COMBATE À INCÊNDIO ...................................................................................... 27
7.1 DETALHAMENTO DO PROJETO ................................................................................................ 27
7.2 EXTINTORES ................................................................................................................................. 27
7.3 HIDRANTES ................................................................................................................................... 28
7.4 SPRINKLERS .................................................................................................................................. 28
PARTE 8 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS, SANITÁRIAS, GÁS E IMPERMEABILIZAÇÃO........................... 30
8.1 DETALHAMENTO DO PROJETO ................................................................................................ 30
8.2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS ........................................................................................................ 31
8.3 ÁGUA POTÁVEL ........................................................................................................................... 31
8.4 REDE DE ESGOTO......................................................................................................................... 32
8.5 GÁS .................................................................................................................................................. 32
8.6 IMPERMEABILIZAÇÃO................................................................................................................ 33
PARTE 9 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE
INSTALAÇÕES DE AR-CONDICIONADO ............................................................................................ 33
9.1 DETALHAMENTO DO PROJETO ................................................................................................ 33
9.2 DESCRIÇÃO DO SISTEMA ........................................................................................................... 34
9.3 RESPONSABILIDADES DO LOJISTA ......................................................................................... 34
9.4 PARÂMETROS ............................................................................................................................... 35
9.5 UNIDADES CONDICIONADORES DAS LOJAS ......................................................................... 35
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9.6 REDE DE DUTOS ........................................................................................................................... 36
9.7 SUPORTES ...................................................................................................................................... 37
9.8 - DAMPERS DE REGULAGEM ..................................................................................................... 37
9.9 - DIFUSORES, GRELHAS E VENEZIANAS ................................................................................ 37
9.10 – ELEMENTOS DE REGULAGEM DE VAZÂO ........................................................................ 38
9.11 - REDES ELÉTRICAS ................................................................................................................... 38
9.12 - QUADROS ELÉTRICOS ............................................................................................................ 38
PARTE 10 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE
VENTILAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICA DE COZINHAS ............................................................... 39
10.1 DETALHAMENTO DO PROJETO .............................................................................................. 39
10.2 OBJETIVO OPERACIONAL DO SISTEMA ............................................................................... 39
10.3 CONSIDERAÇÕES INICIAIS ...................................................................................................... 39
10.4 PARÂMETROS ............................................................................................................................. 40
10.5 REDE DE DUTOS ......................................................................................................................... 41
10.6 ELEMENTOS PARA DISTRIBUIÇÃO DO AR E REGULAGEM DA VAZÃO........................ 41
10.7 COIFAS .......................................................................................................................................... 41
10.8 LAVADORES DE GASES ............................................................................................................ 42
10.9 VENTILADORES .......................................................................................................................... 42
10.10 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO ........................................................................................... 42
PARTE 11 – ANEXO: ............................................................................................................................... 43
11.1 ANEXO 1 - AUTORIZAÇÃO PARA INÍCIO DE OBRA ............................................................ 43
11.2 ANEXO 2 - CARTA DO PREPOSTO ........................................................................................... 44
11.3 ANEXO 3 - PROTOCOLO DE ENTREGA DO MANUAL TÉCNICO e PLANTAS
TÉCNICAS ............................................................................................................................................ 45
11.4 ANEXO 4 – TERMO DE RESPONSABILIDADE SOBRE CRACHÁS ..................................... 46
11.5 ANEXO 5 – TABELA DE FORNECIMENTOS DOS PONTOS DE UTILIDADES
DAS LOJAS ........................................................................................................................................... 47

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AVISO LEGAL

Este Manual destina-se orientar os LOCATÁRIOS do Parnaíba Shopping acerca das


normas e regras para a realização de projetos e obras de lojas do Shopping.

Em hipótese alguma o presente documento acarretará responsabilidades ao Shopping


e seus prepostos.

As responsabilidades dos projetos e obras das lojas são exclusivamente dos lojistas,
seus construtores, projetistas, profissionais e prepostos.

Do mesmo modo, todas as responsabilidades trabalhistas, previdenciárias, fiscais,


legais, acidente de trabalho ou de qualquer ordem que sejam decorrentes da execução
das obras das lojas é da exclusiva responsabilidade do lojista e proprietários.

Como guia que é, o Manual Técnico não se sobrepõe às Normas Brasileiras e


Compêndios de
Engenharia de reconhecida credibilidade.

O Manual foi feito por profissionais especializados e baseou-se em projetos e


informações dos projetistas do PS.

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

As instruções apresentadas a seguir têm por objetivo estabelecer especificações


mínimas para projeto e obras das lojas do Parnaíba Shopping. Também regular o
relacionamento entre lojistas, empreiteiras, empresas diversas, profissionais contratados
por lojistas, comitê técnico e o Parnaíba Shopping.

Ao receber este manual técnico, o lojista e seus prepostos declaram aceitar, em sua
totalidade, as determinações e recomendações nele contidas.

O comitê técnico manterá no Parnaíba Shopping profissionais habilitados para


esclarecer dúvidas de lojistas, fiscalizar e acompanhar obras de lojas.

Este manual técnico poderá ser alterado a qualquer momento. Ocorrendo essa hipótese,
os lojistas serão devidamente notificados.

Aprovação de projetos, pareceres, relatórios e outros que tais emitidos pelo comitê
técnico do Parnaíba Shopping não substituem responsabilidades de lojistas ou de seus
prepostos no que se refere à solidez e ao bom funcionamento das instalações das lojas.
Também não se sobrepõem às exigências legais e às normas da ABNT (Associação
Brasileira de Normas Técnicas).

Para simplificar este manual, as seguintes siglas ou abreviaturas poderão aqui ser
usadas

PS: PARNAÍBA SHOPPING

COMITÊ TÉCNICO: Colegiado de profissionais contratados pelo PS, com função de


analisar projetos e fiscalizar obras no ambiente do SHOPPING. Possui poderes para
aprovar, desaprovar, liberar e interditar projetos e serviços que estejam sendo
executados

EMPREENDEDOR – Parnaíba Shopping Ltda.

LOJISTA: Pessoa física ou jurídica, proprietária ou locatário de espaço de uso comercial


integrante do PS
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PREPOSTO: Empresa ou pessoa física, credenciada pelo proprietário ou locatário, com
a responsabilidade de projetar ou executar obras de lojas no ambiente PS

MT: Manual Técnico

LUC: Módulo de Uso Comercial: Loja de Uso Comercial

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas

ART – Anotação de Responsabilidade Técnica do CREA

CREA – Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

O presente Manual Técnico foi dividido em 10 (dez) partes como a seguir:

1. As características técnicas das lojas “em osso”, modo como serão entregues aos
lojistas.
2. Normas gerais para elaboração e apresentação de projetos.
3. Normas para execução de obras.
4. Normas específicas para elaboração de projetos de arquitetura.
5. Normas específicas para elaboração de projetos de mezanino ou plataforma
técnica.
6. Normas específicas para elaboração de projetos de instalações elétricas,
telefonia, alarme e sonorização, automação.
7. Normas específicas para elaboração de projetos de instalações de combate a
incêndio.
8. Normas específicas para elaboração de projetos de instalações hidráulicas,
sanitárias, gás e impermeabilização.
9. Normas específicas para elaboração de projetos de instalações de ar-
condicionado e exaustão.
10. Normas específicas para elaboração de projetos de ventilação e exaustão
mecânica de cozinhas.
11. Anexos.

As normas aqui tratadas não alteram o CONTRATO DE LOCAÇÃO E OUTRAS


AVENÇAS.

PARTE 1 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DOS MODULOS DE USO COMERCIAIS “EM


OSSO”

O PS entregará ao LOJISTA os módulos comerciais conforme a seguir:

1.1 CONSTRUÇÃO CIVIL

• Pisos: Executados em concreto armado, entregues “em osso”, com


rebaixamento de aproximadamente 8 cm em relação ao nível acabado do
corredor comercial (mall).
• Paredes: Laterais e fundos: alvenaria com cerâmica.
• Tetos: telha vã.

1.2 INSTALAÇÕES

• Elétrica:
Lojas alimentadas em baixa tensão: serão alimentadas pelo PS a partir de
medidor que deverá ser adquirido pelo lojista e cujas características serão
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fornecidas após análise do projeto. O alimentador elétrico será trifásico, mais
neutro e terra com seções e proteções compatíveis com a carga elétrica de cada
loja. A tensão de alimentação das lojas é 380/220 V, obedecendo os padrões e
normas da concessionária de energia elétrica local (ELETROBRÀS-PI).Os cabos
serão disponibilizados em caixa 4” x 4” na parede dos fundos ou na parede
lateral da loja.
Lojas alimentadas em media tensão: as lojas alimentadas em média tensão, de
acordo com os padrões e normas da concessionária de energia elétrica local,
serão alimentadas diretamente pela ELETROBRÁS e terão subestação própria
(FORNECIDA PELO LOJISTA).

• Telefone:
Cada loja Satélite será alimentada com 01 cabo UTP 4 PARES, categoria 5E,
sendo 02 (dois) pares desse cabo para voz e outros 2 (dois) pares para dados.
Os pontos serão disponibilizados em caixa 4” x 2” na parede dos fundos ou na
parede lateral da loja.
Para as lojas ancoras está previsto um cabo CCI 50-10 para voz e 01 cabo UTP
categoria 5E para dados. Os pontos serão disponibilizados em caixa de
distribuição de 40 x 40 cm.

• Hidráulica:
Quando necessário, e a critério do PS, será disponibilizado um ponto de água

• Esgoto:
Quando necessário, e a critério do PS, será disponibilizado um ponto de esgoto
direcionado para caixa de gordura individual a cada loja da praça de
alimentação.

• Um ponto de dreno Ø 40 mm PVC, na parede do fundo da loja, para ligação


exclusiva do sistema de ar condicionado.

• Gás:
Será suprido pela Central de GLP do PS. Haverá medidor individual para cada
loja, o qual o lojista deve contratar diretamente da distribuidora do gás. Caberá
também a distribuidora de gás instalar, sob a responsabilidade do lojista,
válvulas de paragens antes dos medidores de gás.

• Incêndio:
Necessariamente cada loja terá sistemas preventivos de sprinklers, extintores,
iluminação de emergência, sinalização e saída de emergência, conforme projeto
à ser aprovado pelo PS.

• As lojas terão sistema de detecção e alarme que se interligarão os sistema do


PS.

• Ar Condicionado:
O condicionamento do ar das lojas satélites e lojas âncoras serão atendidas por
unidades condicionadores tipo fan-coil, e estes por sua vez serão alimentados
pelo sistema de água gelada do PS, com exceto o supermercado que não será
suprido pelo rede de água gelada do Shopping. Outras lojas, á critério do PS,
poderão não ser atendidas por esse sistema de água gelada do Shopping.

• Exaustão e Ventilação:
Os projetos e execução do sistema de exaustão e ventilação para as cozinhas
ou setores de cocção serão de responsabilidade do lojista. O PS somente
fornecerá, nos limites da lojas, ar externo filtrado para o sistema de ar
condicionado.
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PARTE 2 – NORMAS GERAIS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE PROJETOS

2.1 PRELIMINARES

Estas instruções têm por objetivo orientar, padronizar e normatizar a elaboração de


projetos a serem apresentados no ambiente do PS sem, no entanto, podendo a qualquer
momento serem complementadas ou modificadas.

O lojista do PS é tem obrigação de dar conhecimento deste Manual Técnico aos


profissionais responsáveis pelos projetos.

Estas instruções não alteram a Escritura Declaratória de Normas Gerais, que


prevalecerão sempre e em qualquer hipótese.

Prevalecerão, sobre estas normas, aquelas que, eventualmente, constarem dos


contratos específicos firmados com os respectivos lojistas.

No caso de reforma de lojas, as possíveis não conformidades com o Manual Técnico do


PS serão corrigidas na reforma.

Numa possível unificação ou divisão de lojas, as utilidades, instalações e estruturas e


outros não podem ser alterados sem a autorização formal do COMITÊ TÈCNICO.

Os projetos deverão ser enviados ao COMITÊ TÉCNICO do PS, de segunda a sexta-


feira, no horário comercial que vai das 8h às 17h,
A cada reapresentação de projetos deverá constar a data da revisão no formato
DD/MM/AA.

Os projetos deverão ser entregues mediante protocolo

2.2 DAS RESPONSABILIDADES

As instalações das lojas deverão estar de acordo com os projetos liberados pelo
COMITÊ TÉCNICO. Os projetos também deverão ser aprovados por órgãos
competentes, quando necessário
Toda e quaisquer obras de lojas serão executadas as expensas dos lojistas e sob suas
exclusivas responsabilidades, tudo em conformidade com os projetos aprovados.

Para a completa aferição das medidas e localização dos pontos de utilidades, é


obrigatório que os lojistas e seus prepostos façam levantamento de medidas no local da
obra.

Os danos causados por lojistas e seus prepostos ao PS e a terceiros é da única


responsabilidade dos lojistas. Nisso estão incluídos avarias em paredes limítrofes das
lojas, nos pisos do mall e nas instalações do condomínio que estão lançadas por dentro
das lojas.
Estão abrangidas nesses danos de responsabilidade dos lojistas, as avarias nas
instalações do PS causadas por cargas e descargas de materiais e ou equipamentos.

2.3 DA APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E LIBERAÇÃO DE PROJETOS

OS PROJETOS SERÃO APRESENTADOS, AO COMITÊ TÉCNICO EM MÍDIA


ELETRÔNICA E DEVERÃO INCLUIR, MEMORIAIS DESCRITIVOS, ESPECIFICAÇÕES
DE MATERIAIS, MEMÓRIAS DE CÁLCULO DETALHES E ARTS PAGAS E
ASSINADAS.
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QUANDO O PROJETO FOR APROVADO, SEM RESSALVAS, PELO PELO COMITÊ
TÉCNICO DO PS, O LOJISTA DEVE ENCAMINHAR AO PS 2 (DUAS) VIAS PLOTADAS
DESSE PROJETO APROVADO.

ADMITE-SE A ENTREGA SEPARADA DE PROJETOS SUBDIVIDIDOS EM


ARQUITETURA, ESTRUTURA, INSTALAÇÕES E AR-CONDICIONADO, DESDE QUE
ESTEJAM COMPLETOS EM CADA SUBDIVISÃO.

O COMITÊ TÉCNICO TERÁ 05 (CINCO) DIAS ÚTEIS - A CONTAR DA ENTREGA DA


DOCUMENTAÇÃO COMPLETA - PARA ANALISAR E EMITIR PARECER DOS
PROJETOS. ESSES PARECERES PODERÃO SER ENVIADOS POR E-MAIL AO
LOJISTA OU SEUS PREPOSTOS.

QUANDO OS PROJETOS FOREM APROVADOS EM SUA TOTALIDADE, OS


LOJISTAS SE OBRIGAM A REMETER AO COMITÊ TÉCNICO, MEDIANTE
PROTOCOLO, 3 (TRES) VIAS IMPRESSAS DOS DESENHOS APROVADOS,
CONSTANDO EM TODOS DESENHOS AS ASSINATURAS DO PROJETISTAS
RESPONSÁVEIS.

O COMITÊ TÉCNICO, ao concluir as análises dos projetos, poderá ou não, ao seu


exclusivo critério, liberar o início das obras da loja. Se o parecer for pela liberação do
serviço, isso não eximirá projetistas e lojistas de apresentar as modificações exigidas
pelo COMITÊ TÉCNICO, no prazo que este estabelecer. O não atendimento dessas
exigências no prazo exigido poderá implicar, a juízo do COMITÊ TÉCNICO, na
paralisação dos serviços de obras da loja.

É obrigatório a assinatura de responsáveis técnicos e proprietários de lojas em todos os


documentos apresentados ao COMITÊ TÉCNICO.

Os projetos deverão ser elaborados por profissionais com atribuições reconhecidas pelo
CREA/CONFEA/CAU

Em todos os desenhos serão apostos no canto inferior direito do desenho a identificação


do projetista, o nome e número da loja, o número do piso onde a loja está localizada, a
data e número da revisão do projeto, o título do projeto e a numeração do desenho.

Também quando impressos, os desenhos devem ser apresentados nas escalas 1:10 ou
1:50 ou 1:25; e os detalhes nas 1:10 ou 1:5. Não se admitirá desenhos em outras
escalas.

Sempre que necessário, para maior clareza dos projetos, os desenhos terão cotas, que
predominarão sobre as escalas.

O projeto de arquitetura é o projeto “mãe” e balizará os demais projetos.

A compatibilização dos projetos das lojas é de responsabilidade dos lojistas e seus


prepostos.
Toda e qualquer alteração nos projetos já apresentados ao COMITÊ TÉCNICO implicará
na reapresentação dos mesmos, a fim de que este faça nova análise dos projetos.

Os projetos, além de atenderem a este Manual Técnico, devem obedecer às normas da


ABNT e às normas e diretrizes de concessionárias e órgãos governamentais locais.

As normas deste manual e da ABNT prevalecem, sempre, sobre possíveis equívocos


cometidos pelo COMITÊ TÈCNICO.

Assim, na hipótese disso ocorrer e na possibilidade de o lojista vir a executar a obra em


não conformidade com essas normas, terá, obrigatoriamente, que corrigir o defeito.
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Sempre que entender necessário, o COMITÊ TÉCNICO poderá exigir do lojista e seus
prepostos que apresentem projetos complementares.

2.4 APROVAÇÃO EM ORGÃOS PÚBLICOS

Lojas cujas atividades sejam alimentação, salão de beleza, pet shop e afins deverão ter
seus projetos desenvolvidos atendendo o que determinam as autoridades competentes.
E a aprovação de seus projetos junto a essas autoridades é da exclusiva competência
do lojista.

2.5 PROJETOS QUE DEVEM SER ENCAMINHADOS AO COMITÊ TÉCNICO DO PS

• Arquitetura.
• Estrutura de mezanino e/ou plataforma técnica.
• Porta de enrolar tipo Carneiro.
• Instalações elétricas, dados e voz, detecção e alarme, automação.
• Sonorização e CFTV, se o projeto da loja contemplar.
• Ar-condicionado, exaustão mecânica e proteção de coifas.
• Combate a incêndio.
• Água, esgoto, gás e impermeabilização.

Outros projetos, caso necessário, serão solicitados pelo COMITÊ TÉCNICO do PS.

PARTE 3 – NORMAS GERAIS PARA EXECUÇÃO DE OBRAS

3.1 PREMISSAS PARA INICIAR AS OBRAS CIVIS

• Atender o que determinam as autoridades competentes, no que se refere à


execução de obras civis.
• Apresentar as ART’S da execução da obra.
• Obter do COMITÊ TÉCNICO a liberação para início dos serviços.
• Apresentar ao COMITÊ TÉCNICO a apólice de seguro da obra.
• A apólice de seguro deve cobrir “Riscos de Engenharia com cobertura básica
(danos de quaisquer origens causados à obra segurada); responsabilidade civil
geral e cruzada (danos materiais e físicos causados a terceiros, incluindo
empreiteiros, danos ao PS, lojistas e usuários do PS); lucros cessantes de
terceiros (perdas emergentes, ou seja, prejuízos financeiros que a obra segurada
cause a terceiros, ao PS e lojistas ou usuários do PS); e propriedades
circunvizinhas (danos causados às propriedades do próprio lojista que não esteja
envolvida com a obra).
• A cobertura do seguro deverá estar vigente por todo o período da obra até a
inauguração da loja, de tal sorte que a loja não fique em nenhum momento sem
cobertura de seguro.
• Instalar, no interior da loja, extintores de incêndio tipo triclasse à base de 1
extintor para cada 200m² de loja, sendo que pelo menos um por pavimento
• Montar o tapume padrão do PS, a ser especificado pela Administração do
Shopping.
• Nos tapumes padrões não podem ser apostos avisos, logomarcas e outros a não
ser aqueles autorizados pelo COMITÊ TÉCNICO do PS.

Os valores mínimos dos seguros são os a seguir:


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Risco de engenharia com cobertura básica ........................................ R$ (valor da obra)

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Responsabilidade civil geral e cruzada .................................................... R$ 200.000,00
Lucros cessantes de terceiros.................................................................... R$ 40.000,00
Propriedades circunvizinhas ...................................................................... R$ 40.000,00

3.2 ENTRADAS, TRANSPORTES E GUARDA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

A carga e descarga de mercadorias, materiais e equipamentos dos lojistas são exclusiva


responsabilidade dos lojistas, e devem obedecer normas e horários estabelecidos pela
administração do PS

O ingresso e armazenamento de mercadorias de lojas somente se darão mediante


autorização formal da administração do PS.

O eventual armazenamento temporário de mercadorias em áreas comuns do Shopping


poderá ser autorizado pela administração do PS. Contudo, na hipótese disso ocorrer,
ainda assim o lojista responsabiliza-se integralmente pela guarda dos volumes
armazenados, isentando PS, Síndico e o Condomínio por possíveis danos ou avarias
nas mercadorias.

Excepcionalmente carga e descarga de mercadorias poderão ser realizadas em locais


excepcionais, desde que também autorizado pela administração do PS. Se houver custo
nessa manobra ele será da responsabilidade do lojista.
As notas fiscais que acompanham os materiais ou equipamentos destinados às lojas
devem conter identificação do destinatário (razão social), endereço do destinatário, local
de entrega e nome de fantasia da loja.

Cargas e descargas de mercadorias somente serão permitidas na presença de


representante do lojista a quem cabe recebê-las.

Não é da responsabilidade do PS receber ou guardar materiais ou equipamentos de


lojas. Do mesmo modo nenhum colaborador do PS está autorizado a fazer recebimento
ou guarda de materiais e equipamentos e mercadorias de lojas.

O lojista e seus prepostos serão os únicos responsáveis pela guarda de seus materiais,
ferramentas e mercadorias.

Os veículos que transportam as mercadorias permanecerão no local de carga e


descarga pelo tempo estritamente necessário para a realização do trabalho.

Materiais abrasivos serão acondicionados adequadamente, de modo a não causar


nenhum prejuízo para o PS, seus lojistas e usuários.

As argamassas deverão ser do tipo pré-fabricadas e transportadas em sacos lacrados


impermeáveis.

Materiais, máquinas ou equipamentos que não possam ser transportados manualmente


devem ser conduzidos em veículos apropriados, com rodas de borracha.

É da inteira responsabilidade do lojista danos porventura causados ao PS, seus lojistas


ou usuários, nas cargas e descargas de materiais ou equipamentos de lojas.

Entulhos e lixos produzidos no interior das lojas devem ser ensacados pelos lojistas ou
seus prepostos; e, quando retirados, depositados em containers locados pelo lojista.
Esses containers serão colocados em área determinada pela PS. Nenhum material pode
ficar estocado nas docas do Shopping.
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É obrigação dos lojistas dar destino final nos resíduos líquidos ou sólidos gerados na sua
obra, conforme legislação local.

Os materiais necessários à execução da obra devem ser guardados no interior das lojas.

Todo procedimento de carga, descarga e movimentação (horizontal ou vertical) deve


obedecer rigorosamente às normas e leis vigentes.

3.3 ENTRADAS DE PESSOAL NO PS

Nos horários em que o Shopping não estiver aberto ao público, somente terão acesso á
edificação pessoas autorizadas pela administração do PS. Trata-se de autorização
prévia formal e será emitida quando solicitado pelo lojista interessado. Essa formalidade
também se aplica ao pessoal envolvido em obras de lojas.

3.4 EXECUÇÂO DE SERVIÇOS / HORÁRIO DOS TRABALHOS NO AMBIENTE DO


PS

O canteiro de obras de cada loja está delineado pelas suas paredes limítrofes e por sua
fachada.

Nenhuma área comum do PS, incluído docas e galerias técnicas, pode ser utilizada
como canteiro de obras de lojas.

Serviços de obras em lojas serão executados em horários determinados pelo PS.

É terminantemente proibida a instalação de alojamentos de pessoal no interior de lojas e


áreas comuns do PS.

Não é permitido uso de fogareiros ou fogões nas dependências do PS.

As pessoas que realizam obras e serviços de lojas ou Shopping devem estar fardadas e
identificadas por crachás.

É proibido demolições dos contrapisos das lojas.

Casos especiais serão estudados pela administração do PS.

3.5 SEGURANÇA DO TRABALHO NO AMBIENTE DO PS

É responsabilidade integral do lojista, seus empregados e prepostos cumprirem leis,


normas, portarias, regulamentos e afins relativos à segurança do trabalho e proteção
coletiva.

Do mesmo modo, é obrigação do lojista, seus empregados e prepostos cumprirem as


normas de segurança de trabalho definidas pelo PS.

Na realização de serviços de soldas e afins, é necessário autorização específica do PS


que, a seu critério, poderá determinar o acompanhamento do trabalho por profissionais
de segurança e exigir cuidados especiais para que o serviço seja realizado.

Igualmente é necessário autorização especifica do PS quando da execução de serviços


que contemplem demolições estruturais.
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O lojista, seus empregados e prepostos devem comunicar formalmente ao PS a
ocorrência de sinistros ou acidentes nas dependências das lojas ou áreas comuns do
Shopping.

O uso de botijões de gás e afins na execução de serviços de lojas somente poderá ser
feito com o conhecimento e autorização prévia do PS, que fixará regras para a utilização
desses equipamentos.

É proibido estocar materiais inflamáveis, explosivos, substâncias tóxicas ou afins nas


lojas ou dependências comuns do PS.

Acidentes em lojas ou Shopping, causados por lojistas, empregados e prepostos, é da


inteira responsabilidade do lojista.

3.6 COMPORTAMENTO NOS CANTEIROS DE OBRAS NO AMBIENTE DO PS

O comportamento de lojistas, empregados e prepostos devem observar regulamentos,


instruções, circulares, avisos determinados pelo PS.

É terminantemente proibido o consumo de cigarros e bebidas alcoólicas dentro dos


canteiros de obras no ambiente do PS. E serão afastadas dos canteiros de obras as
pessoas que não observarem tais restrições.

Do mesmo modo, pessoas que não cumprirem regras comportamentais fixadas pelo PS
serão afastadas dos canteiros de obras.

3.7 FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS NO AMBIENTE DO PS

A fiscalização dos serviços no ambiente do PS será feita por um COMITÊ TÉCNICO


eleito pela administração do Shopping.

O COMITÊ TÉCNICO poderá, a qualquer tempo, exigir reparos nos serviços executados
nos canteiros de obras.

O não atendimento de exigências do COMITÊ TÉCNICO poderá implicar na paralisação


dos serviços, sem prejuízo da aplicação de multas e penalidades previstas na Escritura
Declaratória de Normas Gerais das locações do PARNAÍBA SHOPPING.

O fato de haver fiscalização do PS nas obras das lojas não exclui responsabilidades de
lojistas e prepostos. Do mesmo modo a omissão do COMITÊ TÉCNICO em quaisquer
das fases da execução das obras não implica em aceitação da obra. Assim, o COMITÊ
TÉCNICO pode exigir o reparo de serviços a qualquer tempo, mesmo após a abertura da
loja.

O lojista deve formalizar ao COMITÊ TÉCNICO a data de abertura de sua loja, pelo
menos 10 (dez) dias antes da inauguração, para que este faça a vistoria final da loja
(vistoria de inauguração) e autorize ou não a retirada de tapumes, o ingresso de
materiais de venda, enfim, a abertura da loja. Sem a autorização formal do COMITÊ
TÉCNICO do PS, nenhuma loja será aberta.

3.8 TAPUMES PADRÃO PS

Nas obras de lojas é obrigatório o uso de tapumes padrão PS.

O tapume será montado e desmontado por empresas credenciadas pelo PS e os custos


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de implantação do tapume é da responsabilidade do lojista.

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Os tapumes serão montados nos horários que trata a seção EXECUÇÃO DE SERVIÇOS
/ HORÁRIO DOS TRABALHOS NO AMBIENTE DO PS deste Manual Técnico.

Objetivando facilitar a entrada e saída de materiais, o tapume terá uma porta voltada
para o mall e corredor de serviço, se houver.

A retirada de tapumes somente será feita com autorização expressa do PS.

3.9 DISPOSIÇÕES GERAIS NO AMBIENTE DO PS

Para exercer suas atividades, o COMITÊ TÉCNICO do PS tem acesso garantido às


lojas.

Antes do inicio de execução das obras o lojista deve solicitar o pedido de ligação de sua
energia elétrica ao PS ou à concessionária de energia local, aquela que se aplicar.

Caberá exclusivamente ao lojista providenciar Alvarás de Construção e Funcionamento,


assim como quaisquer outros documentos necessários à execução e funcionamento de
sua loja.

Custos e providências relativos à obra da loja tais como licenças, habite-se, taxas e
outros correrão por conta do lojista.

Empapelamento de vitrines, se necessário, deve ser feito com papel padrão do PS, em
toda a extensão da vitrine.

Testes e ensaios em obras de lojas devem ser comunicados previamente ao PS, que
providenciará pessoal para fiscalizá-los. Ensaios realizados na não presença do pessoal
credenciado pelo PS poderão não ser aceitos.

As LUC'S terão, em princípio, suas medidas, áreas e localização constantes dos projetos
do PS.

Os serviços realizados nas lojas devem ser coordenados por um único profissional,
sendo este o único interlocutor junto ao PS.

Caracterizará infração grave, que pode ensejar rescisão de locação e reparos de perdas
e danos ao EMPREENDEDOR, o atraso superior a 20 (vinte) dias das etapas previstas
no cronograma físico da obra.

Será da responsabilidade do lojista as despesas decorrentes da execução das obras de


sua loja como por exemplo despesas de ordem administrativas, com água, com energia
elétrica, com segurança e outros, ainda que mensuradas por estimativa.

Não é permitido fazer refeições nos LUC’S.

O uso de sanitário por parte de pessoal lotado nas obras das lojas serão
regulamentados, caso a caso, pela administração do PS

3.10 HIGIENE E LIMPEZA NAS OBRAS NO AMBIENTE DO PS

O lojista deve colocar, entre a loja e o corredor de serviço mais próximo, carpetes ou
lonas com largura e espessuras adequadas aprovados PS, cuja finalidade é proteger
pisos e acabamentos do mall do Shopping.
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As portas de acesso ao canteiro de obras das lojas devem permanecer
permanentemente fechadas.

PARTE 4 – NORMAS ESPECÍFICAS GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE


ARQUITETURA DE LOJAS:

4.1 DETALHAMENTOS DO PROJETO

O projeto de arquitetura deverá ser entregue constando de:

• Planta baixa da loja, incluindo layout e cotas.


• Planta baixa do mezanino ou plataforma técnica (quando houver).
• Planta baixa do teto refletido.
• Fachada (ou fachadas, quando existir mais de uma face voltada para o mall),
com indicação das vitrines, acessos, letreiros, iluminação prevista, materiais e
cores.
• Cortes longitudinais e transversais nos locais de maior interesse que melhor
elucidem a análise do projeto (escadas, corrimãos, rebaixos, etc.).
• Detalhe e corte do letreiro, mostrando, seu avanço em ralação ao mal.
• Perspectiva interna e externa, coloridas 3D.
• Elevações das paredes internas e de todos os fechamentos, inclusive vitrines;
• Detalhes construtivos de tetos, forros, soleiras, vitrines, fixação de esquadrias,
corrimão, guarda-corpo, impermeabilização, etc.
• Caderno de especificação de materiais de acabamento, memoriais descritivos,
memórias de cálculo e cronograma de obras.
• ART do projeto.
• ART da execução, quando a obra iniciar.

4.2 MATERIAIS A SEREM UTILIZADOS

É obrigatório apresentação das especificações dos materiais, equipamentos e elementos


decorativos da loja. O PS pode, a seu critério, reprová-las no todo em parte.

Tintas, texturas e materiais afins, assim como a teoria das cores a serem aplicadas nas
lojas, devem ser compatíveis com o padrão utilizado pelo PS, que pode ou não aceitar a
configuração apresentada pela loja.

Os materiais utilizados nas lojas não podem agravar o risco de incêndio original do PS.

Os materiais combustíveis devem ser ignifugados, ou seja, passar por processos que
dificultam a combustão.

4.3 PAREDES LIMÍTROFES E PAREDES INTERNAS

As alvenarias limítrofes entre as lojas ou entre lojas e áreas comuns do PS são


executadas em Gesso acartonado.

Quando for necessária a construção de paredes internas à loja, estas deverão ser
executadas gesso acartonado.

Lojas cujas paredes limítrofes são paredes externas Shopping, necessariamente devem
ter os projetos compatibilizados com as fachadas do PS.
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As paredes limítrofes entre lojas podem apenas receber revestimentos, devendo o
lojista, para embutir instalações e outros, executar paredes em gesso acartonado.

As instalações elétricas, de dados ou voz, de alarme, hidrosanitárias, de ar


condicionado, de exaustão mecânica, ou qualquer outra, não podem ser embutidas nas
paredes do PS. As paredes do SC não podem ser danificadas em nenhuma hipótese.

Frestas e vãos nas paredes limítrofes das lojas devem estar fechados antes do início das
obras.

Pode ser utilizada espuma de poliuretano para acunhar paredes.

Os revestimentos das paredes das lojas devem ser providos de juntas de dilatação, para
evitar que possíveis acomodações da estrutura do Shopping causem fissuras nos
revestimentos aplicados.

4.4 PISOS E TETOS

Para a laje de piso será admissível um carregamento conforme descrito a seguir:

- Cargas permanentes (Pavimentação, alvenarias, etc.) ................................... 200 kgf./m²


- Cargas Acidentais ............................................................................................ 400 kgf./m²
- Mezanino (50% da área da loja) (Pavimentação+Revestimento+Peso
Próprio+Estrutura) ............................................................................................... 250 kgf./m²
- Mezanino (50% da área da loja) Carga-Acidentais ......................................... 350 kgf./m²

Frise-se que a área do mezanino terá, obrigatoriamente, até 50% da área de piso da
LUC locada.

Não serão admitidos cargas puntiformes de pilares metálicos com valores superiores a 2
tf, sobre a laje, nem valores superiores a 10 tf nos pilares de concreto.

Não deve haver diferença de nível entre o piso do mall e o piso da loja, principalmente
na linha do limite frontal. Quaisquer desníveis constituem sérios obstáculos, inibidores ao
acesso do cliente, além de constituir elemento causador de acidentes.

Não é permitido o uso de capachos na entrada da loja, mesmo que embutido no piso.

Não é permitido o uso de Paviflex na área de atendimento da loja.

Não é permitido jogar água nos pisos das lojas, pelo que – exceto nas lojas de praças de
alimentação – os pisos das lojas não são impermeabilizados.

Na execução de obras, cuidado especial deve ser tomado por lojistas e prepostos para
não danificar os pisos de mall.

Na necessidade de se fazer enchimentos nos pisos das lojas, estes devem ser
executados com materiais leves (blocos tipo sical, concreto celular, sinasita, isopor,
argila expandida, dentre outros) não sendo permitida a utilização de entulho em hipótese
nenhuma. E o contrapiso deve ser executado sobre o enchimento, respeitando os níveis
do PS.

Nas lojas que tenham pontos de água e esgoto, caberá ao lojista elevar o piso para
passagem de suas instalações. Essas elevações também devem ser executadas com
materiais leves (bloco tipo sical concreto celular, sinasita, isopor, argila expandida,
dentre outros).
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As lojas da praça de alimentação receberão os pisos já com uma primeira
impermeabilização, executada com manta asfáltica espessura igual a 3mm, bem como a
devida proteção mecânica conforme projeto de impermeabilização do shopping.
Contudo, cabe ao lojista, após realizar o enchimento do piso, fazer o mesmo
procedimento, realizando agora outra impermeabilização e proteção mecânica sobre o
enchimento. Essa nova impermeabilização deve ser prolongada até as paredes, subindo
nelas até a altura de 40 cm do piso, ressalvado que não poderá ser efetuado perfurações
nas impermeabilizações implantadas pelo Shopping.
Nesses casos, o lojista deve realizar testes de estanqueidade na presença do COMITÊ
TÉCNICO do PS e somente após os testes os pisos estarão liberados. Ainda assim, se
houver possíveis vazamentos ou infiltrações, o lojista responderá pelos danos causados
ao PS ou a outros lojistas.

As lojas que necessitarem de realizar impermeabilização deverão utilizar materiais de


qualidade e eficácia comprovadas.

Sempre que fechamentos de lojas forem recuados em relação ao alinhamento dos pisos
de áreas comuns do PS, o lojista deve, às suas custas, montar neste espaço vazio entre
loja e mall piso igual ao do mall.

As juntas de dilatação do PS que migrem por paredes e pisos de lojas devem ficar
aparentes, cabendo ao lojista mantê-las assim Essas juntas devem ser transferidas para
os pisos acabados e revestimentos de paredes, utilizando sempre elementos adequados
a este fim.

Em áreas cuja cobertura é laje de concreto, a soma do peso das instalações sobre forro
e o peso próprio do forro não pode exceder 25 kg/m²

Em áreas cuja cobertura é estrutura metálica, a soma do peso das instalações sobre
forro e o peso próprio do forro não pode exceder 25 kg/m².

Os materiais empregados nas instalações sobre o forro devem ser incombustíveis.

A estrutura auxiliar que suporta os forros das lojas deve ser metálica. Para tal fim, não se
admite o uso de elementos de madeira em nenhuma hipótese
Quando for feito rebaixamento de forro em gesso, estes deverão ser executadas em
gesso acartonado.

O pé-direito mínimo de rebaixamentos de forros internos das lojas é 2,20 m.


Esses rebaixamentos devem ser localizados na área do fundo da loja e corresponder no
máximo a 50% (cinquenta cento) da área do piso da loja. O restante da loja não poderá
ter pé-direito inferior a 2,60 m.

Materiais e equipamentos combustíveis não podem ser aplicados no entreforro das lojas.

O lojista deve prever alçapões, com placas removíveis no forro, para acesso à
manutenção das instalações e equipamentos.

Não podem ser abertos furos de quaisquer espécie nos pisos do PS, ainda que sejam
dentro de lojas.

4.5 LIMITES DE LOJAS / FECHAMENTOS FRONTAIS

Os limites de lojas em relação ao mall do SC recebem rodatetos metálicos e atirantados


na laje (perfil metálico conforme projeto estrutural).

A fixação de vitrines, letreiros, luminosos e portas de enrolar deve ser realizada através
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estrutura independente, cujo peso deve ser descarregado na estrutura do PS. No caso

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do uso de portas de enrolar tipo Carneiro, o lojista deve ser apresentar o projeto
estrutural dela.
O fechamento vertical, acima do roda-teto deve ser executado com gesso acartonado.

A execução do fechamento frontal das lojas, delimitado pelos perfis metálicos citados
nesta seção, é da inteira responsabilidade do lojista.

Não será permitido ao lojista instalar fechamentos frontais que possibilitem furtos. Os
fechamentos devem possuir trancas e no caso de fechamento com lona (apenas para
quiosques e lojas da praça de alimentação) possuir cadeados nas laterais.

O lojista está ciente de que é responsável pela guarda de sua loja e por tudo que há
dentro dela.

4.6 FACHADAS E VITRINES

As fachadas precisam respeitar os limites, detalhes e arremates do projeto aprovado,


assim como ajustar-se harmoniosamente com demais elementos de acabamento do PS;
e devem - quando voltadas para o mall - ter no mínimo 75 % de área de transparência.

Rodapés de fachadas devem ter altura mínima de 10 cm e executados com materiais


metálicos ou graníticos. Não serão aceitos rodapés em madeira, gesso acartonado, ou
materiais de baixa resistência mecânica; tampouco aqueles que não resistem à água.

Os vidros das fachadas das lojas devem ser, obrigatoriamente, temperados ou


laminados, espessura mínima 10 mm e incolores. Não será permitida a aplicação de
vidros comuns ou fantasia. Lojistas que não observarem o aqui disposto terão suas
obras embargadas.

Lojas cujos balcões de atendimento são parte integrante das fachadas, deverão estar
locados a no mínimo à 40 cm de afastamento para dentro da loja em relação ao limite
loja / mall.

Vitrines e outros arranjos no interior das lojas devem permanecer iluminados durante os
períodos determinados pelo Shopping.

A altura do piso ao forro mall é 4,40 m.

4.7 LETREIROS

É obrigado o uso de letreiro de identificação na fachada da loja.

Os letreiros deveram preferencialmente ser iluminados, mas precisam ter o nome


fantasia da loja.

Não é permitido utilizar adesivos nos letreiros.

Não é permitido usar letreiros tipo NEON.

Nomes diferentes daqueles que constam no contrato firmado entre PS e a loja não
podem constar em letreiros a não ser com a prévia autorização do PS.

A projeção do letreiro sobre o mall não pode ser superior a 30 cm.

O nome da loja no letreiro deve estar inserido no espaço entre 2,20 a 4,00 m de altura
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do piso do mall

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Só é permitido o uso de um letreiro por fachada.

Letreiros e outros arranjos no interior das lojas devem permanecer iluminados em


conformidade com a determinação do PS.

O comando de letreiros da loja deve ser realizado por "TIMER", que por sua vez é
suprido a partir de circuito elétrico independente, específico para isso.
Não são permitidos o uso de letreiros com movimentos ou que utilizem iluminação
intermitente.

Não é permitida, em lojas, a colocação de logotipos ou marcas de produtos de terceiros


nos letreiros e nas fachadas das lojas do PS.

Não é permitido usar spots, projetores e luminárias em letreiros e fachadas de lojas.

Em hipótese alguma será permitido aplicar, fixar ou pendurar letreiros ou luminosos no


elemento metálico do roda-teto de delimitação da(s) fachada(s) da loja.

4.8 UTILIDADES

O lojista não pode, em nenhuma hipótese, alterar o posicionamento dos pontos de


entrega de energia elétrica, dados, voz, alarme, água, sprinklers, hidrante, ar
condicionado, automação, tomadas de ar e exaustão como de qualquer outra utilidade
do Shopping.

Eventuais utilidades e instalações do PS que passem por dentro de lojas não podem ser
removidas pelo lojista. Contudo, o lojista, se quiser, pode fazer fechamentos de proteção
nessas utilidades e instalações, tendo o cuidado de não danificá-las e deixando acesso
para manutenção delas.

4.9 QUIOSQUES

Balcão: altura máxima igual a 1,30 m.


Totem: altura máxima igual a 3,00 m.
Não é permitido o uso de coberta em quiosques.
Os quiosques também se obrigam a apresentar projetos de arquitetura e projetos
complementares, tudo de acordo com o item 4.1 deste Manual Técnico

4.10 DIVERSOS

Portas instaladas pelo Shopping em lojas que dão acesso às galerias técnicas e ruas de
serviço não podem ser interditadas, removidas ou relocadas pelo lojista.

Lojas que possuem acesso para galerias técnicas ou ruas de serviço devem executar
soleiras ou anteparo que impeçam que as águas de lavagem penetrem em suas
dependências.

Lojas cujas atividades produzem barulhos, sons, ruídos e/ou vibrações superiores
àqueles permitidos pela legislação em vigor devem prever isolamentos acústicos ou
vibratórios adequados. Nunca inferior, contudo, aos padrões exigidos pelo PS.

Equipamentos devem ser instalados e apoiados sobre bases apropriadas.


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Tubulações e equipamentos de lojas devem ser instalados de tal forma a não transmitir
vibrações para as estruturas do PS e suas lojas.

Projetos de tratamentos acústicos ou anti-vibratórios de lojas é da responsabilidade do


lojista.

Para efeito de execução do projeto, faz-se necessária a conferencia de medidas no local.

É expressamente proibido o uso de forno a lenha nas lojas de alimentação.

PARTE 5 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE MEZANINO


OU PLATAFORMA TÉCNICA:

5.1 DETALHAMENTO DO PROJETO

Os projetos de mezanino ou plataforma técnica deverão ser entregues contendo o


seguinte:
• Planta baixa, cortes, legendas, detalhamento e informações técnicas
complementares de todos elementos estruturais, inclusive soldas
• Detalhamento da escada.
• Indicação das reações de apoio.
• Memorial descritivo da estrutura.
• Memória de cálculo de toda a estrutura.
• ART de projeto.
• ART de fabricação e montagem da estrutura, quando a obra iniciar.

5.2 INFORMAÇÕES GERAIS

O projeto deverá ser elaborado por profissional habilitado pelo CREA/CONFEA.

O projeto atenderá as Normas Técnicas Brasileiras pertinentes em vigor

O dimensionamento e a estabilidade da estrutura metálica são da responsabilidade dos


profissionais responsáveis técnicos pelo projeto e pela execução da estrutura.

Será permitida a execução do 2º piso em material incombustível, para uso de depósito,


com área máxima igual a 50 % da área do piso da loja (salvo em casos específicos). A
inobservância desse item permite o PS, a seu juízo, interditar a obra.

As alturas do mezanino obedecem as seguintes dimensões mínimas:


Piso da loja / Mezanino = 2,60 metros
Piso do mezanino / teto do mezanino = 2,20 metros

Os mezaninos serão executados em estrutura metálica. Os pisos também em chapa


metálica ou painéis wall (sem amianto), ou material leve similar. Não se admite, em
hipótese alguma, a construção de mezaninos com lajes pré-moldadas ou em concreto
armado. Não será permitido assoalho de madeira sobre o piso do mezanino.

Os materiais empregados na construção do mezanino deverão ser incombustíveis ou


com tratamento de ignifugação.

As escadas de acesso ao mezanino deverão ser metálicas e construídas com material


incombustível. Devem possuir largura mínima de 1,20 metros e os 2 (dois) corrimãos
com altura mínima de 0,92 metros. O piso deve ser executado com material
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antiderrapante.

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Os forros não poderão ser construídos com material de fácil combustão (tecidos, nylon,
etc)
Não serão admitidos cargas puntiformes de pilares metálicos com valores superiores a 2
tf, sobre a laje, nem valores superiores a 10 tf nos pilares e concreto.

Se houver enchimento de piso, deverá ser executado com material de baixo peso
especifico (máximo de 1.000,00 kg/m3), limitando o peso a 100,00 kgf/m2. Como por
exempolo os celulares espumosos e os com agregados leves, como o poliestireno
expandido (isopor) e a argila expandida.

AS ESCADAS NÃO PODEM SER ELICOIDAIS (CARACOL), SEGUNDO NORMA DO


CORPO DE BOMBEIROS.

Podem ser aplicados materiais incombustíveis de acabamento na superfície do piso, tipo


lajotas cerâmicas, etc.

Se laterais ou lateral do mezanino ficarem projetadas para a loja, devem ser protegidas
por um guarda-corpo, cuja altura mínima deve ter 1,30 m com proteção intermediaria.
Do mesmo modo a escada de acesso ao mezanino também deve ser protegida por igual
guarda-corpo.

A estrutura dos guarda-corpos deve ser executada com material incombustível.

O fechamento frontal do mezanino não poderá ser feito com tijolos cerâmicos ou blocos
de concreto. Deve-se utilizar material incombustível (especificar material).

Os elementos estruturais do mezanino não devem ser apoiados em pilares do PS. Não é
permitido fazer apoios em alvenarias limítrofes da loja. Também não é permitido atirantar
elementos construtivos do mezanino na laje do teto da loja.

Para apoio dos pilares sobre a laje, é necessário prever sapata metálica de quatro vezes
a dimensão do pilar, respeitando a dimensão mínima de 40 x 40 cm, com chapa metálica
cuja espessura mínima é 1/2”.

Em vigas protendidas, essas sapatas devem ser coladas com adesivo a base de resina
epóxi, jamais aparafusadas nelas.

Em vigas de concreto armado, poderão ser coladas com epóxi, ou fixadas com Parabolt
ou chumbadores químicos.

As prateleiras de estocagem no mezanino deverão ser totalmente metálicas.

O projeto de estrutura do mezanino será analisada pelo COMITÊ TÉCNICO, ocasião em


que será compatibilizado com critérios do cálculo estrutural do PS.

5.3 TRATAMENTO E PINTURA DAS ESTRUTURAS METÁLICAS:

As peças metálicas do mezanino devem ser tratadas e pintadas adequadamente,


conforme a seguir:
• Preparação das peças - consiste em limpar, desengraxar, e retirar rebarbas de
soldas.
• Pintura de fundo - utilizar um dos seguintes vernizes: primer anticorrosiva epóxi
tipo macropoxi HS-B2 Sumaré (Sherwin Willians), Ideal Primer – cromato de
zinco ou Coralit – cromato de zinco.
• Pintura de acabamento - esmalte sintético à base de resinas alquídicas.
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PARTE 6 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, DADOS E VOZ, ALARME, SONORIZAÇÃO E AUTOMAÇÃO

6.1 CONDIÇÕES GERAIS:

As lojas do PS serão alimentadas em baixa ou média tensão, dependendo da potência


elétrica de cada loja e de acordo com o que estabelece a Concessionária de energia
local.

As lojas supridas em baixa tensão receberão energia elétrica, através de alimentador


elétrico trifásico 3F + neutro + terra - 380/220V – 60 Hz.

6.2 DETALHAMENTO DOS PROJETOS:

Os projetos das instalações elétricas, dados e voz, alarme, sonorização e automação


devem conter:

• Planta baixa do pavimento térreo e mezanino / plataforma técnica (quando


houver), com a distribuição de pontos, tubulações, fiação, etc.
• Quadro da carga elétrica, com relação de circuitos, balanceamento das fases,
potência instalada e demandada.
• Diagrama unifilar e trifilar, contendo dimensionamento de disjuntores,
barramentos de fase, neutro e terra.
• Convenções adotadas, notas e observações relevantes.
• Detalhes executivos de instalação em consonância com os detalhes
arquitetônicos e de decoração.
• Memorial descritivo das instalações, com especificação técnica e legenda dos
materiais e equipamentos utilizados.
• Memória de cálculo das instalações.
• ART do projeto
• ART de execução, quando a obra iniciar.

6.3 CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

A carga elétrica máxima de cada loja está dimensionada pelo projetista do PS e será
informada ao lojista pelo COMITÊ TÉCNICO.

O lojista não pode, de forma alguma, ultrapassar essa carga prevista. Casos
excepcionais serão estudados pelo COMITÊ TÉCNICO do PS.

Uma vez possível acrescer a carga elétrica inicialmente projetada pelo projetista do
NSC, as possíveis modificações na infraestrutura serão realizadas pela equipe do
Shopping, com os custos sob a responsabilidade do lojista.

As instalações das lojas serão executadas de acordo com as normas da ABNT e do


Manual Técnico do PS.

Os quadros elétricos das lojas devem possuir disjuntores geral, disjuntores parciais, um
para cada circuito, e dispositivo de proteção diferencial residual (DR)

O dispositivo DR estará sempre instalado no lado da carga, após o disjuntor de proteção.

Condicionadores de ar, splits, ventiladores e exaustores, devem ser alimentados por


circuito eletrico exclusivo, um para cada equipamento.
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Do mesmo modo, o projeto elétrico deve contemplar circuitos separados para tomadas,
iluminação e letreiros.

Deve ser previsto sistema de iluminação de emergência em unidade compacta


autônoma com baterias de autonomia mínima de 120 minutos.

Essas luminárias de emergência devem ser instaladas em pelo menos caixas, escadas e
mezaninos.

Visando a manutenção do sistema de ar-condicionado, deve ser instalado ponto de força


600 W - 220 V próximo aos equipamentos de ar condicionado de cada loja.

Lojas âncoras, cinemas e salas de teatro deverão prever iluminação de indicação de


fuga até a área externa.

A ligação entre circuitos e luminárias deve ser realizada através de cabos tipo PP e plugs
machos e fêmeas.

Vitrines, letreiros e outros arranjos no interior das lojas devem estar ligados a TIMERS,
de tal sorte que possam ser programados nos horários estabelecidos pelo PS.

Todo os circuitos devem ter cabos de proteção terra. Do mesmo serão aterradas as
luminárias metálicas e demais elementos metálicos da instalação elétrica.

É vedado escarear ou romper lajes do PS.

Devem ser previstos eletrodutos independentes para os sistemas elétricos, voz e dados,
sonorização e alarme.

Os suportes devem ser pré-fabricados e dimensionados corretamente.

O sistema de som de cada loja, caso necessário, é da responsabilidade do lojista.


Contudo, o projeto deve ser encaminhado, obrigatoriamente, ao COMITÊ TÉCNICO.

Projetos de antena TV/FM, sonorização, alarme, telefonia, dados e automação serão


apresentados em plantas separadas não sendo aceitas apresentá-los junto do projeto de
instalação elétrica.

Não são aceitas iluminação tipo Neon.

6.4 QUADROS ELÉTRICOS

Os quadros elétricos devem ser confeccionados em armários de sobrepor ou embutir e


chapa de aço mínima #16 MSG, tratamento por processo de fosfatização ou equivalente,
tampas de proteção interna, portas dotada de trinco e fechadura tipo Yale, possuir
barramentos metálicos de fases, neutro e terra.

Os quadros elétricos devem suportar 20% (vinte por cento) a mais dos circuitos elétricos
originalmente previstos.

O quadro geral da loja deve ser sempre instalado no pavimento térreo da loja e em local
de fácil acesso.

Os circuitos elétricos devem ser identificados nos quadros elétricos, caixas de passagem
e equipamentos, sempre através de anilhas plásticas apropriadas.

Os cabos elétricos devem ser interligados aos disjuntores, DR’s, chaves, equipamentos,
etc., através de terminais pré-formados.
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6.5 ELETRODUTOS E CAIXAS DE PASSAGEM

Os eletrodutos podem ser metálicos ou de PVC rígido, e terão diâmetro interno mínimo
Ø ¾” (25 mm).

Perfilados metálicos são aceitos e devem ter uma seção mínima de 38 x 38 mm.

Eletrodutos flexíveis somente são aceitos nas interligações luminárias / circuitos


elétricos. Mas seus comprimentos não podem exceder 1,00 m.

Nas deflexões e terminações dos eletrodutos, devem ser utilizadas caixas de ligação em
alumínio fundido ou PVC tipo condulete.

As caixas para abrigar interruptores e tomadas, quando embutidas em segundas


paredes, serão de chapa # 18 estampada esmaltada ou galvanizada; e de alumínio
fundido ou PVC, tipo condulete, quando aparentes.

Os eletrodutos deverão ser unidos através de luvas pré-fabricadas.

Nas terminações de eletrodutos, no interior de painéis e caixas de passagem, devem ser


utilizadas buchas e arruelas de metal galvanizado.

Utilizar prensa-cabos em todos os pontos de derivação para alimentação de luminárias.

Não será permitido, em hipótese alguma o lançamento de condutores fora de


eletrodutos.

Somente serão aceitas curvas e derivações pré-fabricadas. Em nenhuma hipótese se


aceitará que esses materiais sejam feitos na obra.

Os eletrodutos aparentes devem ser pintados com tinta a base de esmalte sintético nas
seguintes cores:
Eletricidade – cinza claro cor 114 – cinza médio da Coral ou similar)
Comunicações – cinza escuro cor 019 – cinza escuro da Coral ou similar
Sonorização – preto cor 008 – preto da Coral ou similar
Antena TV/FM – laranja cor 351 – laranja da Coral ou similar.

6.6 CONDUTORES ELÉTRICOS

Os condutores de circuitos de distribuição devem de cobre eletrolítico, alto fator de


pureza, tipo Afumex (Prysmian), Afitox (Ficap) ou Atox (Reiplás) ou equivalente, isolados
para tensão mínima efetiva de 750V, 70º C, secção mínima de 2,5mm².

O Shopping disponibilizará um alimentador elétrico para cada loja, exceto para lojas que
são alimentadas em média tensão. Em nenhuma hipótese esse alimentador pode ser
cortado.

As cores dos condutores elétricos obedecem à seguinte normatização:

• CIRCUITOS TRIFÁSICOS
Fase A – preto
Fase B – vermelho
Fase C – branco
Neutro – azul claro
Terra (PE Proteção) – verde
• CIRCUITOS MONOFÁSICOS
Fase – preto ou vermelho ou cinza
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Retorno – branco

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Neutro – azul claro
Terra (PE Proteção) – verde ou amarelo

As emendas entre condutores serão feitas por meio de conectores rápidos tipo CRI.
Opcionalmente as emendas poderão ser executadas com solda a estanho 50/50.

Nas emendas de condutores deve-se utilizar de fita isolante de auto fusão. As emendas
deverão ser feitas, obrigatoriamente, em caixas de passagem.

As emendas para condutores maiores que # 16mm² (inclusive) devem ser executadas
por meio de conectores de pressão, comprimidas por meio de ferramenta apropriada.
Soquetes para lâmpadas fluorescentes ou incandescentes, tomadas e interruptores
aparentes, não devem ser fixados diretamente em peças de madeira ou material
combustível.
Se for necessário afixá-los dessa forma é obrigatório colocar chapa metálica entre eles e
peça de madeira ou material combustível. Nesse caso a chapa metálica precisa ser
aterrada.

Os cabos para sistema de antena TV/FM serão do tipo coaxial RG-C59-U.

6.7 REATORES

Os reatores são eletrônicos, alto fator de potência.

Os transformadores e reatores devem ser afixados sobre material incombustível e


instalados em local de fácil acesso, com boa ventilação.

6.8 DISJUNTORES

Os disjuntores são em caixa moldada, sem compensação térmica de carcaça.

Só são aceitos disjuntores das marcas Siemens, ABB ou Schneider .

Os disjuntores devem ser termomagnéticos, tensão mínima de 440V, capacidade de


ruptura mínima de 5kA para circuitos terminais e 10kA para disjuntores de entrada.

Fusíveis, quando necessários, serão do tipo NH ou DIAZED, da Siemens ou similar.

6.9 TELEFONE E DADOS

Para cada loja, o shopping disponibilizará um caixa 4 x 2 com um cabo UTP CAT 5E,
sendo 2 (dois) pares para uso de voz e 2 (dois) pares para uso de dados.. A partir desse
cabo o lojista alimentará os pontos de sua necessidade
Cada lojista deverá providenciar junto à concessionária local, suas necessidades de
comunicação externa ou locar pontos de telefone diretamente da empresa que opera o
Sistema de Rede de Dados e Telefonia do shopping.

6.10 DETECÇÃO E ALARME

As lojas devem projetar sistema de detecção e alarme. Esses sistemas das lojas se
interligarão à central do PS. Para isso o Shopping disponibilizará seu sistema na entrada
de cada loja.
As lojas podem instalar, em sua dependências, até 5 (cinco) detectores sem
necessidade de uso de central própria.
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A partir de 5 (cinco) detectores há necessidade de a loja instalar uma central de alarme
própria, que também se interligará à central do PS através de contato seco

As lojas que possuem gás butano, ou outro, precisam também instalar detectores de gás
em suas dependências. Esses detectores estarão nos laços de detecção das lojas.

A especificação dos materiais do sistema detecção e alarme são os a seguir.

DETECTORES DE FUMAÇA
• TIPO: ÓPTICO
• INTELIGENTE, ALGORITMICO E ENDEREÇÁVEL.
• MARCA: BETTA

DETECTORES DE TEMPERATURA
• TIPO: TERMOVELOCIMÉTRICO
• INTELIGENTE, ALGORITMICO E ENDEREÇÁVEL
• MARCA: BETTA

ACIONADORES MANUAIS – (BOTOEIRA)


• TIPO: PRESSIONE O BOTÃO
• INTELIGENTE ENDEREÇÁVEL
• MARCA: BETTA

CABOS PARA INTERLIGAÇÃO ENTRE OS PERIFÉRICOS E A CENTRAL


• CABO BLINDADO 2 x 1,5mm./600V 105º
• 2 CONDUTORES + DRENO (SHIELD)
• MARCA POLIRON OU LIPPERFIO

ELETRODUTOS
• PARA MAIOR PROTEÇÃO CONTRA INTERFERÊNCIAS
ELETROMAGNÉTICAS E GARANTIR ÓTIMA CONDUTIVIDADE DO
ATERRAMENTO, OS ELETRODUTOS DEVERÃO SER DE ALUMINIO
ROSQUEADO

TIPO DE LIGAÇÃO ENTRE OS PERIFÉRICOS


• CLASSE “B”

CENTRAL DE GERENCIAMENTO E ALARMES


• CASO A LOJA POSSUA MAIS QUE 5 DETECTORES SERÁ
NECESSÁRIO A INSTALAÇÃO DE UMA CENTRAL PRÓPRIA NA LOJA
QUE SE COMUNICARÁ COM A CENTRAL DO SHOPPING ATRAVÉS
DE CONTATO SECO
• TIPO DE CENTRAL: CENTRAL MICROPROCESSADA ENDEREÇÁVEL
• POSSUIR PAINEL LCD OU LEDS PARA INDICAR A ZONA;
• POSSUIR SISTEMA DE NO-BREAK PRÓPRIO COM BATERIAS
SELADAS;
• POSSUIR RELÉS AUXILIARES DE FOGO E DEFEITO;
• POSSUIR PELO MENOS UMA DAS CERTIFICAÇÕES EN-54, UL OU
LPCB E ATENDER A NORMA NBR-9441/97.
• MARCA SUGERIDA: BETTA MODELO HARPIA
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O SHOPPING DISPONIBILIZARÁ NA ENTRADA DE CADA LOJA UM CABO
BLINDADO 2 X 1,5 MM² + DRENO, DAS MARCAS LIPERFIO OU POLIRON, QUE
ESTARÁ INTERLIGADO Á CENTRAL MASTER DO SHOPPING.

A TUBULAÇÃO E FIAÇÃO INTERNA DA LOJA ATÉ O PONTO DE CONEXÃO COM O


SISTEMA DO SHOPPING SERÃO DA RESPONSABILIDADE DO LOJISTA.

6.11 AUTOMAÇÃO

O PS terá sistema de automação e os lojistas necessitarão implantar infraestrutura de


automação que se interligará ao sistema do PS, em conformidade com os projetos de
automação do Shopping

PARTE 7 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE


INSTALAÇÕES DE COMBATE À INCÊNDIO

7.1 DETALHAMENTO DO PROJETO

O projeto de combate a incêndio dever entregue constando de:

• Planta baixa do pavimento térreo e mezanino / plataforma técnica (quando


houver) com a indicação das tubulações e hidrantes e distribuição dos extintores.
• Cortes (no mínimo dois, um longitudinal e um transversal) e demais que se
fizerem necessários.
• Convenções adotadas, notas e observações relevantes.
• Detalhes executivos de instalação em consonância com os desenhos
arquitetônicos e de decoração.
• Memorial descritivo das instalações, com especificação técnica e legenda dos
materiais e equipamentos a serem utilizados.
• Memória de cálculo das instalações.
• ART de projeto.
• O projeto de combate a incêndio deve ser, obrigatoriamente, aprovado pelo
Corpo de Bombeiros do Estado do Piauí.
• ART de execução, quando a obra iniciar.

7.2 EXTINTORES

Em cada loja deve existir, no mínimo, 02 (dois) extintores tipo triclasse. No caso de o
Corpo de Bombeiros exigir mais que 2 (dois) extintores, prevalece a exigência do CB.

Os extintores devem estar dispostos de tal maneira que possam ser alcançados de
qualquer ponto da área protegida, sem que haja a necessidade de o operador percorrer
uma distância superior a 15 metros. Devem estar localizados em área de fácil acesso de
visualização.

Para cada fração de 200,00 m² deverá ser acrescido, no mínimo, mais um extintor ou em
conformidade com a exigência do Corpo de Bombeiros (CB).

Todos os extintores devem atender às normas do INMETRO.

Os extintores devem ser fixados ou na parede ou em suportes no chão. Em quaisquer


das hipóteses é obrigatório a sinalização dos mesmo. Quando fixados na parede a altura
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máxima é de 1,60 m.

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7.3 HIDRANTES

Em função da área, localizações e layout interno das lojas, inclusive a eventual criação
de mezaninos, pode ser necessário a instalação de hidrantes complementares no interior
das lojas. Se isso for necessário, a instalação dos hidrantes internos é da
responsabilidade do lojista.

Os tubos da rede de hidrantes deverão ser de ferro galvanizado NBR 5580.

Os hidrantes devem ser munidos com mangueiras de 2 x 15,0 m x Ø 1. ½”.

Os hidrantes são compostos de:


• Abrigo: fabricada em chapa de aço #18 MSG, decapada e fosfatizada, pintada
em primeira demão com fundo antiferruginoso e na segunda demão com tinta à
base de esmalte sintético cor vermelha; e possuir cestas basculantes para as
mangueiras;
• Mangueiras: lances de 15,0 m, com comprimento total de 30,0 m, fibra sintética,
revestimento interno de borracha, e engates rápidos do tipo Storz padrão Corpo
de Bombeiros nas suas extremidades;
• Esguicho com engate Storz, diâmetro Ø ¾”, uma unidade jato sólido e uma
unidade jato regulável;
• Todas as tubulações de hidrantes devem ser rigidamente fixadas à estrutura do
Shopping, por meio de suportes apropriados, com espaçamento de no máximo
1,8 m.

As tubulações de hidrantes devem receber fundo anti-corrosivo e duas demãos de


esmalte sintético na cor vermelha.

A rede de hidrantes deve ser submetida a testes hidrostáticos, de acordo com os ensaios
previstos pelas Normas Técnicas Brasileiras e Corpo de Bombeiros do Estado do Piauí.

Ao lado de cada hidrante deve ser instalado um acionador manual tipo “QUEBRE O
VIDRO” conectado à central autônoma interna da loja, que por sua vez estará conectada
à central de detecção e alarme do SC. Deve também ser instalado sinal visual tipo
“estrobo”, sem alarme sonoro.

Os abrigos de hidrantes, quando instalados em áreas nobres, podem ser construídos


com materiais especiais, a ser detalhado no projeto de arquitetura e aprovado pelo
COMITÊ TÉCNICO DO PS.

Cabe ao lojista aprovar seu projeto de combate a incêndio junto ao CORPO DE


BOMBEIROS do Piauí; e, também, se necessário, junto aos demais órgãos
governamentais. O projeto será analisado pelo COMITÊ TÉCNICO do PS.

7.4 SPRINKLERS

Cada loja do Shopping é dotada de um registro de paragem individual, dimensionado


conforme área interna, para que a partir daí, cada lojista execute sua rede interna de
sprinkler, às suas expensas, atendendo às necessidades do projeto de arquitetura e
layout da loja
O lojista deverá providenciar um alçapão (50x50cm), padrão do PS, que tem a finalidade
de permitir acesso á interligação entre o sistema de sprinklers do Shopping com o
sistema de sprinklers da loja
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É proibido instalar qualquer tipo de registro interno às lojas. Apenas a equipe de
operações do PS poderá realizar manobras de fechamento e abertura das válvulas,
sejam elas quais forem

As instalações de sprinklers deverão ser testadas com pressão adequada. A válvula de


paragem do Shopping somente será aberta após apresentação do laudo do teste
hidrostático realizado pelo lojista, emitido por profissional qualificado.
É proibido descarregar água da rede de sprinklers (dreno e testes) na rede de esgoto.

A tubulação do sistema de sprinklers deve ser executada em ferro galvanizado, NBR


5580

O diâmetro mínimo para a tubulação de sprinklers deverá ser de Ø 1”

Quando for necessário retirar a rede de SPK de uma loja, ela deverá ser capeada ou
tamponada, não podendo ficar a loja com a rede aberta

É obrigatório constar no projeto o diâmetro de entrada do sistema de sprinklers da loja

As deflexões e as derivações na rede de sprinklers deverão ser efetuadas por meio de


conexões adequadas

Nos pontos de redução de diâmetros nas tubulações, recomenda-se a utilização de luvas


de redução. A adoção de buchas de redução deverá ser evitada

As tubulações de sprinklers das lojas deverão ser dimensionadas conforme seguir:

• até 2 bicos Ø 25 mm ou 1”
• 3 bicos Ø 32 mm ou 1.1/4”
• de 4 a 5 bicos Ø 40 mm ou 1.1/2”
• de 6 a 10 bicos Ø 50 mm ou 2”
• de 11 a 20 bicos Ø 65 mm ou 2.1/2”
• de 21 a 40 bicos Ø 80 mm ou 3”
• acima de 41 bicos por cálculo hidráulico

Nas juntas e conexões roscáveis deverá ser usada pasta tipo Dox ou equivalente. O uso
de fio de sisal com zarcão é proibido.

Na conexão dos bicos poderá usada fita Teflon

As tubulações de sprinklers deverão receber fundo anticorrosivo e duas demãos de


esmalte sintético na cor vermelha

Todas as tubulações de sprinklers deverão ser rigidamente fixadas à estrutura do


Shopping, por meio de braçadeiras, suportes, mãos francesas, vergalhões, e o
espaçamento máximo entre suspensões é de 2,00 metros.

Os bicos de sprinklers deverão ser de qualidade comprovada, do tipo automático,


aprovado pela ABNT, do tipo “Fast Response”, vertical, acompanhados de certificados
de conformidade, emitido pela ABNT ou INMETRO, e a data de emissão do certificado
não superior a 06 (seis) meses da data de apresentação à fiscalização

Tabela de bicos de sprinklers:


• 68º C vermelho Áreas Comuns de Loja
• 79º C amarelo Áreas de Cozinha (de acordo com a
temperatura)
• 93º C verde Áreas de Cozinha (de acordo com a
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temperatura)

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A área máxima de atuação de um bico de sprinkler é de 12,00 m² (raio = 2,00 m)
devendo haver um ponto para cada compartimento fechado, independente da área, tais
como: provadores, depósitos, vitrines fechadas e etc

A distância máxima de um bico de sprinkler à parede será de 1,50m, desde que


respeitada a área de atuação de cada bico

A distância máxima entre dois bicos de sprinkler poderá ser no máximo 3,60 m, desde
que respeitada a área de atuação de cada bico

A distância máxima do bico de sprinkler ao teto (laje ou forro) não deve ser superior a
0,30 m, exceto nos casos em que haja superposição (bloqueio) de outra instalação
(dutos, vigas, etc.);
Deverá ser prevista a instalação de bicos de sprinkler para proteção das câmaras frias
nas lojas de alimentação;

Não é obrigatório instalar bicos de bicos de sprinklers em objetos móveis, as instalações


sanitárias e recintos de equipamentos elétricos. Nesse caso deve ser prevista somente
a instalação de detectores de fumaça

Os bicos de sprinklers devem ser de ½” (15mm)

Em ambientes forrados os bicos de sprinklers devem possuir canoplas cromadas


;
Os fechamentos verticais no interior da lojas (prateleiras, etc.) devem estar a no mínimo
43 cm de distância dos bicos de sprinkler, para permitir a correta utilização dos mesmos.

Quando a distância do forro falso à laje ou à telha for superior a 80cm, deverão ser
instalados bicos de sprinklers no entre forro.

É obrigatório o teste hidrostático na rede de sprinkler da loja

O teste hidrostático deve ser acompanhado e liberado pela fiscalização do Shopping e


cabe a ela a aprovação ou não do teste

Nenhum teste hidrostático tem valor se não acompanhado pela fiscalização do


Shopping

Após o teste, o responsável técnico pela instalação do sistema de combate a incêndio da


loja deve emitir laudo técnico.

PARTE 8 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE


INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS, SANITÁRIAS, GÁS E IMPERMEABILIZAÇÃO

8.1 DETALHAMENTO DO PROJETO

Os projetos de instalações hidráulicas, sanitárias, gás e impermeabilização devem


conter:

• Planta baixa do pavimento térreo e mezanino / plataforma técnica (quando


houver), distribuição dos pontos, indicação das tubulações, etc.
• Detalhes ampliados das instalações sanitárias e hidráulicas.
• Isométricas das redes.
• Convenções adotadas, notas e observações relevantes.
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• Detalhes executivos de instalação em consonância com os detalhes
arquitetônicos e de decoração.
• Memorial descritivo das instalações, com especificação técnica e legenda dos
materiais e equipamentos a serem utilizados.
• Memória de cálculo das instalações.
• ART de projeto.
• ART de execução, quando do início da obra.

8.2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

As instalações hidráulicas e de esgoto devem ser testadas com pressão adequada,


antes da liberação para revestimentos e fechamentos de paredes, pisos e forros.

As tubulações hidráulicas e sanitárias, quando aparentes, devem ser pintadas com


esmalte sintético nas cores verde claro e marrom, respectivamente.

Lojas com atividade de salão de beleza e pet shop devem possuir filtro de cabelo no
sistema de esgoto.

Todas as lojas, exceto as que já possuem pontos de ligação de esgoto, terão um ponto
de dreno para condicionadores de ar. Os tubos e conexões para coleta de drenos de
equipamentos de ar condicionado são de PVC marrom soldável, classe 15.

A tubulação de dreno deve possuir declividade mínima de 1,0 %, independentemente do


diâmetro do tubo.

Nas lojas que possuem tomadas de esgoto, os drenos de ar condicionado devem ser
ligados à rede de esgoto interna às mesmas, mediante utilização de ralos sifonados ou
sifão. Tal ligação não poderá ser direta.

8.3 ÁGUA POTÁVEL

Tubos e conexões para água fria são em PVC marrom rígido, soldável, classe 15.

Tubos e conexões para água quente são em de COBRE rígido, soldável, classe E ou
PVC tipo aquaterm da tigre ou similar.

As conexões terminais são em cobre tipo Elumaplast ou PVC tipo Aquaterm da Tigre ou
similar.

As tubulações de água quente quando em cobre devem receber isolamento térmico à


base de argamassa de vermiculita, calha de poliuretano ou isolamento tipo Elumaflex.

As conexões roscáveis devem conter veda-junta tipo Teflon ou adesivos adequados. É


proibido o uso de sisal com zarcão.

As lojas com instalações hidráulicas terão hidrômetros individuais, que medirão o


consumo de água potável de cada loja.

Objetivando facilitar a localização de eventuais vazamentos, somente será permitida a


instalação da rede de água fria aparente, no entreforro. É vedado instalações hidráulicas
embutidas em pisos.

É obrigatório o uso de válvula de gaveta geral, na entrada da instalação hidráulica da


loja.
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A rede de água deve ser executada com fixações apropriadas.

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Lojas que não têm previsão de rede de água não podem fazê-lo sem que o COMITÊ
TÉCNICO do PS aprove, antecipadamente.

8.4 REDE DE ESGOTO

Os tubos de esgoto primário, secundário e de esgoto de gordura , serão em PVC, série


R (reforçada), tipo ponta e bolsa.

A declividade mínima para as tubulações de esgoto são:


• Diâmetro 100mm - declividade 2%
• Diâmetro 75mm - declividade 3%
• Diâmetro 50mm - declividade 3%

Os ralos sifonados devem ter fecho hídrico mínimo de 50 mm.

O PS disponibilizará de esgoto secundário Ø 100mm para cada loja do fast-food. .

O PS disponibilizará, para as lojas de fast-food caixas de gordura individuais, uma para


cada loja. A diâmetro da entrada da caixa de gordura é 75mm.
Os lojistas também devem prever instalação de caixas de gordura no interior das lojas.

Os caixilhos e grelhas para ralos e caixas devem ser metálicos cromados.

Devem ser previstas pontos de visita à rede de esgoto, para eventuais desobstruções.

Lojas que não têm previsão de rede de esgoto não podem fazê-lo sem que o COMITÊ
TÉCNICO do PS aprove, antecipadamente.

8.5 GÁS

As lojas localizadas nas áreas de alimentação serão supridas pela Central de GLP do
PS. Será obrigatória a instalação medidores e válvulas individuais para cada loja no
limite da galeria técnica/loja alimentadas pela central de GLP do condomínio.

Quando necessário, e após avaliação do PS, a loja poderá ter uma central de gás
independente.

A tomada de gás nas lojas se dá ao nível do teto com válvula e plug na extremidade. Os
encaminhamentos da tubulação nas instalações no interior da loja devem ser aparentes.

Não haverá desvios em espaços confinados (entreforro), em alvenaria e em pisos.

O consumo de gás de cada loja será medido através de leitura em medidor individual de
gás.

O medidor de gás será instalado pelos lojistas nas caixas de medição previamente
instaladas pelo PS.

No ponto de entrega do gás da loja é necessário a instalação de registro geral de gás e


de chave solenóide operada pelo sistema de detecção de gás.

Os tubos para instalação de gás devem ser de cobre Classe I.

As válvulas esferas devem ser construídas em bronze forjado ou em aço inoxidável.


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As tubulações aparentes de gás devem ser pintadas com esmalte sintético na cor
amarela
Toda tubulação de gás deverá ser fixada a cada 1,5 m.

Os aparelhos internos às lojas devem possuir válvulas individuais, de tal sorte que
possam ser isolados, individualmente, da rede de gás.

As instalações de gás devem ser testadas de acordo com as Normas Brasileiras. Esses
testes serão realizados com o monitoramento do COMITÊ TÈCNICO do PS.

Lojas que não têm previsão de rede de gás não podem fazê-lo sem que o COMITÊ
TÉCNICO do PS aprove, antecipadamente.

8.6 IMPERMEABILIZAÇÃO

As lojas localizadas nas áreas de alimentação e aquelas que tiverem atividades


“molhadas”, têm, obrigatoriamente, de aplicar manta de impermeabilização asfáltica de 4
mm de espessura em toda a extensão do piso da loja e do mezanino. Essa
impermeabilização deve subir nas paredes até 40 cm acima do piso acabado.

A manta de impermeabilização já existente no rebaixo das lojas de fast-food é de


responsabilidade do lojista. A existência desta manta não exime o lojista da obrigação da
execução da segunda manta na área da loja.

PARTE 9 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE


INSTALAÇÕES DE AR-CONDICIONADO

9.1 DETALHAMENTO DO PROJETO

Os projetos de ar-condicionado e exaustão devem ser entregues constando de:

• Planta baixa do pavimento térreo e mezanino, com indicação de locais e


dimensões dos dutos, spliters, dampers, veios defletores, difusores, etc.
• Cotas das redes de dutos em relação às paredes ou pontos definidos
• Trajeto, dimensionamento, detalhes típicos de fixação e isolamento dos dutos
• Cortes (no mínimo dois, um longitudinal e um transversal) mostrando altura de
pescoços, desvios, detalhes típicos e necessários para a boa execução do
sistema
• Localização do quadro de comando e termostato e esquemas de ligações
elétricas;
• Especificação dos difusores com suas vazões (m3/h)
• Indicação em planta do retorno de ar. O mesmo deverá ser dutado ou pelo
ambiente até a casa de máquinas. Não será aceito retorno por plenos no forro.
• Convenções adotadas, notas e observações relevantes
• Detalhes executivos de instalação em consonância com os detalhes do projeto
de ar condicionado do Shopping, arquitetônicos e de decoração
• Memorial descritivo das instalações, com especificações técnica, legenda dos
materiais e equipamentos
• Fornecer as vazões de ar e água para verificação do balanceamento
• Memória de cálculo da carga térmica com as seguintes informações
• Área da Loja (m²)
• Área Condicionada (m²)
• Volume da Loja (m³)
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• Taxa Iluminação (W/m²)

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• Número de Pessoas
• Equipamentos Elétricos (W)
• Taxa de Ar Externo (m3/h/pessoa)
• Condições Externas
• Condições Internas
• Calor Sensível Interno (kcal/h)
• Calor Latente Interno (kcal/h)
• Calor Sensível Externo (kcal/h)
• Calor Latente Externo (kcal/h)
• Carga Térmica Total (kcal/h ou TR)
• Vazão de Água Gelada (m3/h)
• ART de projeto
• ART de execução, quando do início da obra.

9.2 DESCRIÇÃO DO SISTEMA

O PS possui um sistema de ar-condicionado a com utilização de 2(duas) unidades do


tipo por compressão mecânica, com condensação a ar, apropriadas para instalação ao
tempo, utilizando refrigerante ecológico R410a ou R-134a e compressores do tipo
SCROLL ou parafuso. Cada unidade será controlada por microprocessador.

As unidades resfriadoras, em número de duas, serão interligadas em paralelo, no que diz


respeito ao fluxo de água gelada, e tem as seguintes condições físicas e operacionais:

- Capacidade nominal unitária ................................................ 900.000 Kcal/h (300 TR)


- Potência absorvida ...................................................................................... 346,6 KW
- Fluido água Temperatura de entrada da água .................................................... 17°C
- Temperatura de saída da água ............................................................................. 7°C
- Diferencial de temperatura .................................................................................. 10°C
- Vazão de água gelada ..................................................................................... 90 m³/h
- Perda de carga no evaporador ..................................................................... 2,1 m.c.a
- Temperatura de entrada do ar ............................................................................. 33°C
- Modelo ....................................................................................................... 30RBA 300
- Fabricante .................................................................................................... CARRIER
- Dimensões (comprimento, largura, altura) ........................ 10769 x 2.255 x 2.297mm
- Peso em funcionamento ............................................................................... 8.304 KG

Todas as lojas satélites e âncoras (exceto o supermercado e cinemas) receberão água


gelada produzida pelo PS.
O Shopping fornecerá para cada loja ponto de alimentação e retorno de água gelada em
conformidade com o dimensionamento do projetista do PS e ponto de ar externo tratado
somente para a s lojas satélites.
Também fornecerá para cada loja ponto de dreno para os fancoils.

9.3 RESPONSABILIDADES DO LOJISTA

• Projetar, fornecer e executar o sistema de ar-condicionado de sua loja, e também


de ventilação e exaustão de cozinhas – lojas de alimentação.
• Interligar eletricamente o quadro de comando do fan-coil com o quadro elétrico
da loja.
• Cabe ao lojista prever e executar patamares técnicos que permitam acesso de
pessoal de operação e manutenção dos equipamentos ar-condicionado
No caso de não haver mezanino na loja ou no caso do mezanino não estar com
sua área sob a projeção do fan-coil, caberá ao lojista projetar e instalar
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patamares técnicos de fácil acesso para operação e manutenção dos
condicionadores.
• Instalar em seus sistemas de ar-condicionado controle automático de vazão de
água gelada.
• Instalar bandeja coletora de condensado e interliga-la ao ponto de dreno da loja.
As lojas que possuem rede de esgoto devem ter seus drenos encaminhados a
essa rede. Em ambos os casos deve-se fazer utilização de sifão. O dreno do ar
condicionado não poderá ser utilizado para outra finalidade.

9.4 PARÂMETROS

O projeto e a execução das instalações de ar condicionado devem obedecer às normas


da ABNT - NBR 16.401.

Condições externas
Temperatura do bulbo seco: 33 oC
Umidade relativa: 65%

Condições internas:
Temperatura do bulbo seco: 23oC ±2
Umidade relativa 55% ±5

9.5 UNIDADES CONDICIONADORES DAS LOJAS

As lojas do PS terão unidades condicionadores tipo fan-coil com gabinete em chapa


metálica e possuirão em seu interior um ou dois ventiladores centrífugos de dupla
aspiração, uma serpentina para circulação de água gelada e filtros de ar.

Serão constituídas basicamente de:

Gabinete

Em chapa de aço decapada e zincada por galvanoplastia ou zincromada, de modo que


as extremidades e furos sejam protegidos contra a corrosão.

Após o tratamento da chapa, será efetuada a pintura com uma demão de base
neutralizante e duas demãos de esmalte ou tinta equivalente para acabamento.

O gabinete será provido de painéis removíveis, para que possa ser efetuada a
manutenção inteiramente pelo painel frontal da unidade.

O gabinete será provido de uma bandeja para coleta de condensado, executada em


chapa bitola #14 e revestida internamente com "underseal" para evitar corrosão
prematura.

Todo o gabinete será termicamente isolado com poliuretano expandido de espessura de


25mm, do tipo não combustível e rechapeado internamente, com pintura de proteção.

Ventilador

Centrífugo de dupla aspiração tipo “SIROCCO”, balanceado estática e dinamicamente


em rotação 1,5 vezes maior que a rotação de trabalho.

Cada ventilador será tratado contra corrosão sendo a chapa de aço decapada e zincada
após a fabricação do mesmo.
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A velocidade de descarga máxima para o ventilador não deverá ser superior a 10m/s.

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O acoplamento entre o motor elétrico e o ventilador será efetuado através de polias e
correias trapezoidais, sendo a polia do motor elétrico regulável, para que se possa obter
a rotação apropriada à operação do ventilador.

Os mancais do ventilador serão autolubrificantes e blindados.

O motor elétrico de acionamento será de quatro pólos e de potência indicada nas tabelas
de seleção de equipamentos, sendo o motor montado sobre uma base esticadora, de
modo a regular a tensão apropriada sobre as correias.

Serpentina

A serpentina para resfriamento de ar será fabricada em tubos de cobre e aletas


corrugadas em alumínio.

Os tubos serão de ∅ 5/8" ( ou ½" ) e as aletas serão montadas na base de oito a 12


aletas por polegadas linear.

As aletas possuirão colarinho que será apoiado sobre os tubos, os quais serão
expandidos, de modo a permitir a máxima transmissão de calor.

As serpentinas terão 6 (seis) filas em profundidade, e a velocidade de face será no


máximo igual à 2.5m/s.

A perda de carga hidráulica estará compreendida entre 1 (um) e 3 (três) metros de


coluna de água.

Filtros

Os filtros de ar serão do tipo permanente, laváveis e facilmente removíveis. A área de


filtros será igual à área de face da serpentina.
o
Serão dois estágios de filtragem, sendo o 1 estágio em fibra sintética classificação G3 –
o
ABNT e o 2 estágio em fibra sintética bactericida, classificação F5.

Motor

Será elétrico de indução trifásico, de alto rendimento, 380V/3F/60Hz, IV pólos, proteção


IP-55, O acoplamento será por meio de correias e polias, sedo que a do motor deverá
ser regulável.

9.6 REDE DE DUTOS

Serão executados em chapa de aço galvanizado, segundo Normas da ABNT e da


SMACNA (Sheet Metal Air Conditioning Contractor’s Nacional Association, Inc.) para
dutos de baixa e média pressão. Para garantir a estanqueidade, os dutos deverão ser
executados com equipamentos do tipo “Lockformer” e as uniões deverão ser feitas com
juntas tipo POWERMATIC. Também serão aceitos DUTOS TDC 35mm.

A superfície interna será livre e desimpedida, sem saliências nem obstruções, utilizando-
se, entre diferentes seções, juntas flanges do mesmo material dos dutos.

Os dutos terão execução esmerada, principalmente no que diz respeito a sua


estanqueidade.
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As mudanças de direção serão realizadas por intermédio de curvas, empregando-se
raios convenientes e veias defletoras, com dimensões e espaçamentos adequados a
manter o fluxo de ar uniforme.

As veias defletoras nas curvas serão executadas em chapa de aço galvanizada com
bitola #18, independentemente da bitola do duto.

Os colarinhos de ligação dos dutos com aberturas de insuflamento possuirão captores


para equalizar o fluxo de ar ou saída, com um dos lados a 90º e o outro 45º.

Todas as conexões dos dutos às unidades condicionadoras de ar serão realizadas


através de conexões flexíveis de conexões dotadas de 16 (dezesseis) onças.

Os dutos de ar condicionado para insuflamento ou retorno serão isolados com mantas de


lã de vidro mineral de 38mm de espessura, com proteção externa de filme de alumínio já
aderido à manta.

A velocidade do ar nos dutos deve ser a recomendada pela Normas Brasileiras

Os fan-coils deverão ser montados sobre amortecedores de vibrações em elastômero


apropriado tipo Vibra-stop ou Vibrachok

9.7 SUPORTES

Os dutos serão suportados por tirantes executados em barra chata ou cantoneira de aço,
apoiados na estrutura e montados com espaçamento máximo de 1,5 m.

Todos os tirantes de suportação serão pintados e tratados contra corrosão.

A tinta de fundo a ser aplicada aos tirantes será à base de resina epóxi curada com
isocianato (tinta shop primer) que atenda a norma SIDERBRÁS SB-54.

A superfície a ser pintada estará seca e livre de quaisquer contaminantes tais como:
óleos, graxas, gorduras e poeiras.

A aplicação da tinta de fundo será realizada com pistola de pulverização, em duas


demãos.

9.8 - DAMPERS DE REGULAGEM

Com a finalidade de regular a vazão de ar insuflado de ar condicionado ou ar exterior ou


ar de exaustão, serão instalados damper’s como a seguir:
• Damper's de lâminas opostas linha leve, em ramais que tenham um dos lados da
seção transversal menor ou igual que 60cm;
• Damper's de lâminas opostas linha pesada, em ramais que tenham um dos lados
da seção transversal maior que 60cm.

Os damper's serão de acionamento suave, dotados de buchas de nylon. Fabricantes:


TROX ou TROPICAL.

9.9 - DIFUSORES, GRELHAS E VENEZIANAS

Deverão ser instalados novos componentes de distribuição, retorno ou exaustão do ar,


nos locais definidos e indicados no projeto, com as seguintes características.
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Todos os difusores, grelhas e venezianas serão em alumínio anodizado de fabricação
Tropical ou Trox.

Todos os elementos de difusão de ar serão providos de um elemento de regulagem, de


modo a viabilizar o balanceamento do sistema de distribuição de ar.

Todas as grelhas de insuflamento serão de dupla deflexão, com aletas frontais verticais.

Todas as venezianas de tomada ou descarga de ar possuirão tela metálica.

Os difusores possuirão as características indicadas nos desenhos. Serão dotados de


registro de regulagem e fabricados em alumínio, fabricação Trox ou Tropical.

9.10 – ELEMENTOS DE REGULAGEM DE VAZÂO

Na entrada dos fan-coils deverá haver registro controle do retorno do ar externo.

Na saída de dos condicionadores, atrás de grelhas e difusores deverão ser instalados


registros multi-palheta.

Na saída dos troncos deverão ser instalados spliters

9.11 - REDES ELÉTRICAS

Deverão ser executadas todas as ligações elétricas entres os pontos de força indicados
em projeto, os painéis elétricos de proteção e comando, os motores elétricos e os
elementos de controle e sinalização.

Todos os circuitos deverão ser executados de acordo com os itens 6.5 e 6.6 deste
manual técnico.

9.12 - QUADROS ELÉTRICOS

Os quadros elétricos dos fan-coils, ventiladores e exaustores serão construídos de


acordo com o item 6.4 deste manual técnico.

Deverão ter os seguintes componentes básicos:

• Disjuntor geral termomagnético;


• Disjuntor termomagnético para cada motor;
• Disjuntor termomagnético para os circuitos de comando;
• Contactores magnéticos (padrão AC3) e relés de sobre corrente;
• Chave de partida para cada motor;
• Lâmpadas de sinalização;
• Relés auxiliares;
• Barramentos de terra e neutro;
• Barramento de conectores;
• Fios, isoladores e materiais auxiliares;
• Plaquetas de identificação das diversas chaves;
• Conexão de latão para aterramento geral.
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PARTE 10 – NORMAS ESPECÍFICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE
VENTILAÇÃO E EXAUSTÃO MECÂNICA DE COZINHAS

10.1 DETALHAMENTO DO PROJETO

O projeto de ventilação e exaustão das cozinhas de lojas de alimentação deverá


obedecer às orientações da norma NBR 14518 – Sistemas de Ventilação para cozinhas
Profissionais.

O projeto de exaustão mecânica deve ser entregue constando de:

• Planta baixa do pavimento térreo e mezanino / plataforma técnica (quando


houver).
• Trajeto, dimensionamento, detalhes típicos da fixação dos dutos. Indicar ponto
de drenagem na parte inferior dos dutos verticais.
• Localização do quadro de comando, esquemas de ligações elétricas e potência
dos equipamentos.
• Especificação dos equipamentos (exaustores, ventiladores, filtros, etc.) e local de
instalação dos mesmos.
• Cotas principais da rede de dutos às paredes ou pontos definidos.
• Vazão de ar de exaustão e vazão de ar de insuflamento.
• Convenções adotadas, notas e observações relevantes;
• Detalhes executivos de instalação em consonância com os detalhes
arquitetônicos e de decoração
• Memorial descritivo das instalações, com especificação técnica e legenda dos
materiais e equipamentos a serem utilizados
• Memória de cálculo das instalações
• ART de projeto
• ART de execução, quando do início da obra.

10.2 OBJETIVO OPERACIONAL DO SISTEMA

A exaustão mecânica tem por finalidade atender as seguintes condições de operação:

• Manter o nível de segurança e proteção contra incêndios.


• Proteger o meio ambiente contra a descarga de poluentes.
• Contribuir para a higiene do local de preparo dos alimentos.
• Remover os vapores e gases decorrentes do processo de preparação de
alimentos.
• Reter a gordura antes da descarga do fluxo de ar no exterior.
• Remover parte do calor gerado internamente.

10.3 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Cada uma das lojas de alimentação deve possuir sistema de ventilação com a
combinação de insuflamento de ar novo filtrado e exaustão mecânica do ar com
poluentes.

Os componentes dos sistemas de ventilação mecânica, compreendendo os dutos de


exaustão e insuflamento, exaustores, coifas, protetores de coifa, dispositivos de retenção
de gordura, etc. são de responsabilidade do lojista.

Os sistemas de exaustão devem ser dotados de equipamentos que permitam as suas


eficientes operações.
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Os sistemas de exaustão devem ser providos de injeção de ar exterior para a reposição
de ar exaurido através da instalação do ventilador de insuflamento com a devida
filtragem de ar. A vazão do ar de insuflamento deverá ser de 85% da vazão de exaustão.

Deverá haver intertravamento elétrico do sistema de exaustão com o sistema de injeção


de ar exterior de modo a evitar a extração de ar sem a devida injeção do mesmo.
Não deve ser feita tomada de ar para os sistemas de exaustão de coifas, cozinhas,
depósitos, etc. utilizando-se o ar do mall ou o ar-condicionado da própria loja.

Admite-se, para efeito de controle de odores, que o sistema de exaustão receba uma
parcela de ar de 15% proveniente de ambientes condicionados.

Os sistemas de exaustão para as coifas de cozinha devem ser individuais, um para cada
loja, e possuir:
• Ventiladores centrífugos, de pás planas ou curvadas para trás (air-foil), com
portas de inspeção na voluta e drenos
• Lavador de gases silencioso, localizado entre as coifas e o ventilador de
exaustão. Os lavadores de ar deverão ter eficiência mínima de 90%
• Coifas, providas de filtros metálicos ou filtros inerciais tipo “Fleming Gard”

Os sistemas de distribuição interna do ar exterior devem ser compostos de:


• Filtros de ar.
• Ventilador centrífugo para captação de ar.
• Dutos, isolados termicamente.
• Elementos para distribuição de ar, providos de registros, para balanceamento.
• Intertravamento elétrico com o sistema de exaustão (para evitar injeção de ar
sem a devida extração do mesmo).
• No caso de sistemas de exaustão que atendam equipamentos sem geração de
gordura ou fuligem, como, por exemplo, fornos elétricos e banho-maria, serão
dispensadas instalações de filtros de gordura e de sistema de extinção de
incêndio.
• Os motores do suprimento de ar exterior, exaustor e lavador de ar devem ser
intertravados eletricamente e possuir um único botão de comando para
acionamento.

O intertravamento elétrico dos diversos equipamentos tem finalidade de:

• Desligar o sistema de exaustão e o sistema de injeção de ar exterior quando o


sistema de extinção de incêndio for acionado.
• Operar simultaneamente os motores do ventilador de ar exterior e o ventilador de
exaustão.
• Desligar a instalação (através de pressostato) no caso do filtro estar obstruído
por falta de manutenção apropriada.
• Interromper o fornecimento de gás na tubulação de entrada da loja, quando o
sistema de extinção for acionado.

10.4 PARÂMETROS

A vazão do ar de exaustão deve ser calculada aplicando os seguintes critérios:

• Tipo de coifa: ilha ou parede.


• Área da face da coifa.
• Área frontal da coifa.
• Vazão total para exaustão da cozinha.
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10.5 REDE DE DUTOS

Os dutos de exaustão e descarga de ar devem ser construídos em chapa de aço preto, #


16, sendo sua execução totalmente soldada com material apropriado a altas
temperaturas, totalmente estanques ao vazamento de líquidos e incombustíveis.

Os dutos devem possuir portas de inspeção estanques para limpeza e dreno a cada 2,50
m que permitam observar a acumulação de gordura em toda a extensão da rede. A
montagem deve ser feita nas laterais dos dutos.

A rede de dutos deverá ser revestida com manta de fibra cerâmica de 2” em toda a sua
extensão que passar por ambientes entre forros e lajes das áreas comuns.

Não deve haver elementos internos que possam vir a acumular gorduras. Sempre que
possível, para impedir a retenção de gordura, os dutos devem ter declividade no sentido
da coifa. Devem ser previstas também, em determinadas seções, portas de inspeção
capazes de permitir a completa limpeza interna.

Deve ser instalado ponto de drenagem na parte inferior dos dutos verticais.

Deve ser previsto sistema de dampers corta-fogo (com uma lâmina de fechamento) nos
dutos de saída de cada coifa e na saída de cada loja e intertravados com o sistema de
proteção contra incêndio.

Os dampers devem ser do tipo com mola solenóide elétrica (não usar plug-fusível) e
intertravados aos demais equipamentos do sistema de exaustão.

Os dampers devem possuir acionamento automático e manual.

No duto, logo acima do damper, deve haver janela de inspeção para acesso interno ao
mesmo.

Os dampers deverão ser fechados ao ser acionado o sistema de extinção de incêndio.

10.6 ELEMENTOS PARA DISTRIBUIÇÃO DO AR E REGULAGEM DA VAZÃO

Os elementos de distribuição de ar devem ser instalados de forma que evitem o fluxo de


ar diretamente na direção das coifas, bem como mesas de trabalho.

Para a rede de distribuição de ar e regulagem de vazão devem ser as mesmas


determinadas no item 9 deste Manual Técnico.

10.7 COIFAS

As dimensões das coifas devem ser tais que abranjam completamente o fogão e
ultrapassem no mínimo 15cm para cada lado aberto do ambiente.

As coifas devem ser construídas com chapa de aço inoxidável, soldadas, bitola # 20.

Quando for empregado outro material nas coifas, as bitolas utilizadas devem possuir
resistência equivalente às das chapas de aço inoxidável especificada.

A altura da base da coifa em relação à superfície do fogão deve ser ter entre 0,75 e
1,0m.

Deve haver uma calha em todo o perímetro da borda inferior da coifa, recolhendo a
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gordura condensada. Esta deverá possuir dreno interligado à rede de esgoto.

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As coifas devem possuir internamente a elas filtros inerciais para recolhimento de parte
da gordura.

Os filtros devem ser de fácil remoção e estarem, o mais próximo possível, inclinados a
45º.

Os filtros devem possuir as seguintes características:


• Vazão de ar máxima e mínima por célula;
• Perda de pressão inicial (filtro limpo);
• Perda de pressão máxima recomendada (filtro sujo).

As luminárias montadas na parte interna das coifas devem ser á prova de vapores e
gases.

10.8 LAVADORES DE GASES

A instalação de sistema de limpeza de ar das coifas é imprescindível para a retenção de


gordura.

A lavagem do ar será feita através de coifas lavadoras, lavadores de gases ou


precipitadores hidrodinâmicos, de acordo com o nível de produção de gases ou cocção
produzido pela loja e orientações da NBR 14518.

10.9 VENTILADORES

O ventilador de insuflamento da cozinha deve estar o mais próximo possível do duto de


entrada e dimensionado para as condições de vazão e pressão estática.

O ventilador de exaustão deve ser do tipo centrífugo, simples aspiração, tipo limit load.

Os conjuntos devem ser montados sobre amortecedores de vibração.

Os dutos são acoplados aos conjuntos através de conexões flexíveis de materiais


incombustíveis.

10.10 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

É obrigatória a instalação de dampers corta-fogo na conexão da coifa ao duto de


exaustão, em ponto de fácil acesso para manutenção e limpeza. Sua atuação será tanto
manual quanto automática, e acionados por dispositivos.
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PARTE 11 – ANEXO:

11.1 ANEXO 1 - AUTORIZAÇÃO PARA INÍCIO DE OBRA

Nome da loja__________

LUC número___________

A presente loja está autorizada a iniciar a execução das obras de


_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
___________.

Deverão ser seguidos normas do Manual Técnico do Shopping, recomendações do


Comitê Técnico, bem como todas Normas Brasileiras cabíveis.

Parnaíba – PI____/____/____

Recebido em ____/____/____

Nome do recebedor ________________________________.

RG do recebedor __________________________________.

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11.2 ANEXO 2 - CARTA DO PREPOSTO

Nome da loja__________

LUC número___________

Eu,_______________________________________________________________,
representante legal da supracitada loja, nomeio responsável pela execução das obras
da loja que represento, o senhor abaixo identificado:

Nome do responsável ___________________________________________________.

RG do responsável _____________________________________________________.

Endereço do responsável _________________________________________________.

Telefone do responsável _________________________________________________.

Email do responsável ____________________________________________________.

Nome da empresa executora dos serviços ____________________________________.

CNPJ da empresa executora dos serviços ____________________________________.

Endereço da empresa executora dos serviços _________________________________.

Telefone da empresa executora dos serviços _________________________________.

Email da empresa executora dos serviços ____________________________________.

Parnaíba – Piauí ____/____/____

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11.3 ANEXO 3 - PROTOCOLO DE ENTREGA DO MANUAL TÉCNICO e PLANTAS
TÉCNICAS

Nome da loja__________

LUC número___________

Representante legal ______________________________________________.

RG do representante legal _________________________________________.

Endereço do representante legal ____________________________________.

Email do representante legal ________________________________________.

Recebemos do Parnaíba Shopping o Manual Técnico, plantas técnicas e demais


documentos pertinentes a execução das obras civis e de instalações, pelo que nos
comprometemos a construí-la em conformidade com as normas desse manual e Normas
Brasileiras cabíveis

Parnaíba – Piauí ____/____/____

Nome completo do recebedor dos documentos ____________________________.


RG do recebedor __________________________________.

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11.4 ANEXO 4 – TERMO DE RESPONSABILIDADE SOBRE CRACHÁS

Pelo presente, solicitamos a confecção dos crachás para os profissionais abaixo


identificados.
Ao passo que declaramos ser responsáveis pelos atos desses profissionais, e desde já
isentamos o Parnaíba Shopping e seus representantes legais de quaisquer danos que
nosso pessoal porventura venham a causar no decorrer da obra.
Comprometemo-nos a exigir de nossos profissionais o uso dos crachás, enquanto nas
dependências do Shopping.

Também nos responsabilizamos em devolver os crachás daqueles empregados,


contratados ou prepostos que não mais integrarem o quadro de profissionais do serviço
em questão. Assim como devolveremos todos os crachás restantes ao concluirmos a
obra.

RELAÇÃO DOS PROFISSINAIS

NOME DO PROFISSIONAL RG

Nome da loja__________

LUC número___________

Representante legal ________________________________________________.

RG do representante legal _____________________________________________.

Nome da empresa executora dos serviços _______________________________.

Parnaíba – Piauí ____/____/____

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11.5 ANEXO 5 – TABELA DE FORNECIMENTOS DOS PONTOS DE UTILIDADES DAS LOJAS

FORNECIMENTO DE PONTOS PARA LOJA


Elétrica Telefone TV Combate a incêndio Ar-condicionado Hidráulica Gás

Dutos de ar
Potência Cabo Disjuntor Sprinkler Hidrante Hidráulica Dreno Água Esgoto
LOJAS exterior
CABO Delta T (Graus Bitola
Bitola CABO Bitola Nº de
COAXIAL Nº de bicos Bitola Bitola centigrado) bitola Bitola (mm)
w mm A hidrantes Bitola Bitola Vazão (m³/h) Vazão (m³/h)
previstos (mm) (mm) (mm) (mm)
previstos
1 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
2 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
3 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
4 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
5 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
6 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
7 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
8 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
9 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
10 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
11 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
12 e 13 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 80 3/4" 1,11 40 10 .C 168
14 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
15 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
16 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
17 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
18 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
19 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
20 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
21 a 26 30.000 25.0 80 3/4" UTP 4 AWG 25 80 1 1/2" 4,76 40 10 .C 840
27 a 29 30.000 16.0 60 3/4" UTP 4 AWG 20 65 1 1/4" 2,38 40 10 .C 376
30 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
31 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
32 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
33 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
34 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
35 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
36 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
37 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
38 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
39 (Ancora 01) S.E PROPRIA 3/4" UTP 4 AWG 90 100 3" 22,2 40 10 .C pelo cliente
40 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126 32 75

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Bitola CABO Bitola Nº de
COAXIAL Nº de bicos Bitola Bitola centigrado) bitola Bitola (mm)
w mm A hidrantes Bitola Bitola Vazão (m³/h) Vazão (m³/h)
previstos (mm) (mm) (mm) (mm)
previstos

41 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126


42 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
43 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
44 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
45 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
46 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,39 40 10 .C 66
47 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,39 40 10 .C 66
48 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
49 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
50 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,39 40 10 .C 66
51 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,39 40 10 .C 66
52 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
53 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
54 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126 32 75
55 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
56 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
57 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
58 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
59 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
60 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
61 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
62 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
63 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,89 40 10 .C 126
64 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
65 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
66 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
67 10.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,95 40 10 .C 126 32 75
68 10.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,79 40 10 .C 126 32 75
69 10.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,79 40 10 .C 126 32 75

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Bitola CABO Bitola Nº de
COAXIAL Nº de bicos Bitola Bitola centigrado) bitola Bitola (mm)
w mm A hidrantes Bitola Bitola Vazão (m³/h) Vazão (m³/h)
previstos (mm) (mm) (mm) (mm)
previstos
70 10.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,79 40 10 .C 126 32 75
71 10.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,79 40 10 .C 126 32 75
72 10.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,79 40 10 .C 126 32 75
73 10.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,48 40 10 .C 126 32 75
74 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
75 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
76 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
77 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126 32 75
78 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
79 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
80 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
81 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
82 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
83 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
84 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,71 40 10 .C 126
85 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 50 3/4" 0,42 40 10 .C 126
86 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126
87 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,73 40 10 .C 126 32 75
88 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,42 40 10 .C 66
89 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,71 40 10 .C 126
90 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
91 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
92 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
93 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
94 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
95 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
96 (Superm.) S.E PROPRIA 3/4" UTP 4 AWG 100 100 40 10 .C pelo cliente 60 100
97 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 9 65 3/4" 0,95 40 10 .C 168
98 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 9 65 3/4" 0,95 40 10 .C 168
99 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 9 65 3/4" 0,95 40 10 .C 168

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Bitola CABO Bitola Nº de
COAXIAL Nº de bicos Bitola Bitola centigrado) bitola Bitola (mm)
w mm A hidrantes Bitola Bitola Vazão (m³/h) Vazão (m³/h)
previstos (mm) (mm) (mm) (mm)
previstos
99 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 9 65 3/4" 0,95 40 10 .C 168
101 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 9 65 3/4" 0,95 40 10 .C 168
102 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 9 65 3/4" 0,95 40 10 .C 168
103 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 9 65 3/4" 0,95 40 10 .C 168
104 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 9 65 3/4" 0,95 40 10 .C 168
105 (Mega-loja) 30.000 25.0 80 3/4" UTP 4 AWG 24 80 11/2" 6,32 40 10 .C 1050
106 (Ancora 02) S.E PROPRIA 3/4" UTP 4 AWG 120 150 3" 31,62 40 10 .C pelo cliente
107 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,63 40 10 .C 126
108 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,48 40 10 .C 84
109 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,48 40 10 .C 84
110 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 4 50 3/4" 0,48 40 10 .C 84
111 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 4 50 3/4" 0,48 40 10 .C 84
112 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 4 50 3/4" 0,48 40 10 .C 84
113 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 4 50 3/4" 0,48 40 10 .C 84
114 10.000 6.0 32 3/4" UTP 4 AWG 4 50 3/4" 0,63 40 10 .C 126
115 (Mega-loja) 30.000 25.0 63 3/4" UTP 4 AWG 25 80 1 1/2" 5,69 40 10 .C 1050
116 (Games inf.) 30.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 12 100 1 1/4" 3,16 40 10 .C 525
117 30.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 8 65 1" 1,12 40 10 .C 168 32 75
118 30.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 1" 1,26 40 10 .C 185 32 75
119 30.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,79 40 10 .C 126 32 75
120 30.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,79 40 10 .C 126 32 75
121 30.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,79 40 10 .C 126 32 75
122 30.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,79 40 10 .C 126 32 75
123 30.000 16.0 63 3/4" UTP 4 AWG 10 65 3/4" 0,79 40 10 .C 126 32 75
Q-01 4.000 6.0 32 32 50
Q-02 4.000 6.0 32 32 50
Q-03 4.000 6.0 32 32 50
Q-04 4.000 6.0 32 32 50
Q-05 4.000 6.0 32 32 50
Q-06 4.000 6.0 32 32 50
Q-07 4.000 6.0 32 32 50
Q-08 4.000 6.0 32 32 50
Q-09 4.000 6.0 32 32 50
Q-10 4.000 6.0 32 32 50
Q-11 4.000 6.0 32 32 50

50
Q-12 4.000 6.0 32

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