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His.

Professor: João Daniel


Monitor: Octavio Correa

His.
05
História Antiga: Egito
fev

RESUMO
O resumo pretende tratar de uma das mais esplendidos povos do mundo antigo africano, os egípcios
deixaram um enorme legado, desde a medicina á administração pública passando por áreas de excelência
como a engenharia das esfinges e pirâmides. A civilização egípcia guardou ainda uma rica cultura com
inúmeras influências importantíssimas para a formação de uma mosaico enorme que compunha a vida dos
habitantes das margens do Nilo.

O Nilo na Economia

O Nilo existiria sem os egípcios, porém, não o contrário o rio era fundamental para a sociedade já que
este irriga as imediações em tempos de cheia, com destaque para foz do rio (local onde se deposita a maior
parte dos sedimentos, sendo assim o solo mais fértil) além de servir de transporte de mercadorias o que era
uma atividade muito intensa, principalmente com a mesopotâmia.
O comércio egípcio era ligado ao faraó, os artesanatos e artigos de luxo além de pedras preciosas eram
os principais produtos comercializado pelos egípcios com os povos mesopotâmicos como dito
anteriormente. A principal fonte de renda e movimentação da economia egípcia era a agricultura, sendo um
dos primeiros dominar as técnicas estes plantavam gêneros variados de alimentos, sendo um dos primeiros
povos a fermentar grãos para obter álcool fazendo uma espécie de cerveja de trigo.

Política e Sociedade

Os egípcios tinham uma sociedade estratificada com o Faraó no topo dessa cadeia, este dividiu o Egito
em 42 regiões administrativas chamadas Nomos dados ao nomarcas
ajudavam este na administração do território além disso o Faraó controlava o exército decidindo todas as
questões militares com seus líderes, o soberano tinha um caráter divino sendo um dos deuses da religião.
Para manter as dinastias puramente egípcias eram comuns os casamentos entre os parentes da família real,
para selarem seus acordos ao invés de casamentos os egípcios costumavam presentear a outra parte.
A vida civil e religiosa dos egípcios se passava nos templos já que estes serviam evidentemente como
locais de culto, mas eram os locais de reunião da população para comunicação e de estoque de alimentos o
que lhes conferia uma importância única na vida dos cidadãos já que todas as relações com o governo e com
o além era feito nos templos, isso conferia uma importância semelhante a figura do sacerdote.

Cultura Egípcia His.


Os egípcios desenvolveram com o tempo uma cultura sem igual, aprimorando técnicas de medicina
como por exemplo o excelente estado de conservação das múmias encontradas nas pirâmides, podemos
citar também a arquitetura e engenharia das próprias pirâmides que resistiram a um sem número de anos
além de sua complexidade de projeto e ornamentação de suas salas.
A religião egípcia era politeísta, os egípcios faziam oferendas e festas em homenagem a deuses que
muitas vezes tinham corpos de pessoas misturadas com animais sagrados, os deuses eram ligados as cidades
como nas culturas gregas e romanas, cada centro urbano tinha o seu deus que protegia a cidade. No entanto
o Egito antigo conheceu uma breve fase monoteísta, o faraó Amenófis IV (Aquenáton) implanta a crença a
Aton, o faraó chega a mudar de nome para Aquenáton, no entanto a medida não é popular e o faraó é
assassinado.
EXERCÍCIOS DE AULA
1. Os Estados teocráticos da Mesopotâmia e do Egito evoluíram acumulando características comuns e
peculiaridades culturais. Os Egípcios desenvolveram a prática de embalsamar o corpo humano por
que:
a) se opunham ao politeísmo dominante na época.
b) os seus deuses, sempre prontos para castigar os pecadores, desencadearam o dilúvio.
c) depois da morte a alma podia voltar ao corpo mumificado.
d) construíram túmulos, em forma de pirâmides truncadas, erigidos para a eternidade.
e) os camponeses constituíam categoria social inferior.

2. Examine estas imagens produzidas no antigo Egito

As imagens revelam:
a) o caráter familiar do cultivo agrícola no Oriente Próximo, dada a escassez de mão de obra e a
proibição, no antigo Egito, do trabalho compulsório.
b) a inexistência de qualquer conhecimento tecnológico que permitisse o aprimoramento da
produção de alimentos, o que provocava longas temporadas de fome.
c) o prevalecimento da agricultura como única atividade econômica, dada a impossibilidade de
caça ou pesca nas regiões ocupadas pelo antigo Egito.
d) a dificuldade de acesso à água em todo o Egito, o que limitava as atividades de plantio e
inviabilizava a criação de gado de maior porte.
e) a importância das atividades agrícolas no antigo Egito, que ocupavam os trabalhadores durante
aproximadamente metade do ano.

3. No antigo Egito e na Mesopotâmia, assim como nos demais lugares onde foi inventada, a escrita esteve

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vinculada ao poder estatal. Este, por sua vez, dependeu de certo tipo de economia para surgir e se
desenvolver.

Considerando as afirmações acima, explique as relações entre:


a) Escrita e Estado.
b) Estado e economia.
4.

A respeito do contexto apresentado, é correto afirmar:

a) A imagem demonstra que os agricultores das margens férteis do rio Nilo desconheciam a escrita.
b) Ao contrário da economia da caça de animais, que exigia o trabalho coletivo, a agricultura não
originava sociedades humanas.
c) A imagem revela uma apurada técnica de composição, além de se referir à economia e à cultura
daquele período histórico.
d) Os antigos egípcios cultivavam cereais e desconheciam as atividades econômicas do artesanato e
da criação de animais.
e) A imagem comprova que as produções culturais dos homens estão desvinculadas de suas práticas
econômicas e de subsistência.

5. Na África, durante a Antiguidade, entre 3000 a.C. e 322 a.C., desenvolveu-se o primeiro Império
unificado historicamente conhecido, cuja longevidade e continuidade ainda despertam a atenção de
arqueólogos e historiadores. Esse império
a) legou a humanidade códigos e compilações de leis.
b) desenvolveu a escrita alfabética, dominada por amplos setores da sociedade.
c) retinha parcela insignificante do excedente econômico disponível.
d) sustentou a crença de que o caráter divino dos reis se transmitia exclusivamente pela via paterna.
e) dependia das cheias do rio Nilo para a prática da agricultura.

6. Aos egípcios devemos uma herança rica em cultura, ciência e religiosidade: eram habilidosos
cirurgiões e sabiam relacionar as doenças com as causas naturais; criaram as operações aritméticas e

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inventaram o sistema decimal e o ábaco. Sobre os egípcios é correto afirmar também que:
a) Foram conhecidos pelas construções de navios, que os levaram a conquistar as rotas comerciais
para o Ocidente, devido à sua posição geográfica, perto do mar Mediterrâneo.
b) Deixaram, além dos hieróglifos, outros dois sistemas de escrita: o hierático, empregado para fins
práticos, e o demótico, uma forma simplificada e popular do hierático.
c) Praticaram o sacrifício humano como forma de obter chuvas e boas colheitas, haja vista o território
onde se desenvolveram ser desértico.
d) Fizeram uso da escrita cuneiforme, que inicialmente foi utilizada para designar objetos concretos
e depois ganhou maior complexidade.
e) Usaram as pirâmides para fins práticos, como, por exemplo, a observação astronômica.
EXERCÍCIOS DE CASA
1. A partir do III milênio a. C. desenvolveram-se, nos vales dos grandes rios do Oriente Próximo, como o
Nilo, o Tigre e o Eufrates, estados teocráticos, fortemente organizados e centralizados e com extensa
burocracia. Uma explicação para seu surgimento é
a) a revolta dos camponeses e a insurreição dos artesãos nas cidades, que só puderam ser contidas
pela imposição dos governos autoritários.
b) a necessidade de coordenar o trabalho de grandes contingentes humanos, para realizar obras de
irrigação.
c) a influência das grandes civilizações do Extremo Oriente, que chegou ao Oriente Próximo através
das caravanas de seda.
d) a expansão das religiões monoteístas, que fundamentavam o caráter divino da realeza e o poder
absoluto do monarca.
e) a introdução de instrumentos de ferro e a consequente revolução tecnológica, que transformou
a agricultura dos vales e levou à centralização do poder.

2.
centro de baixa pressão do deserto quente, facilitando a subida de navios de vela: a descida (a), arriadas

Delgado de Carvalho História Geral Volume I, Antiguidade, 3ª edição, Distribuidora Record.

As condições descritas ajudaram a unidade nacional e possibilitaram, grandemente, a centralização do


poder na Civilização:
a) Babilônica, junto ao rio Eufrates.
b) Assíria, junto ao rio Tigre.
c) Egípcia, junto ao rio Nilo.
d) Hebraica, junto ao rio Jordão.
e) Cartaginesa, nos seus domínios ibéricos até o rio Guadalquivir.

3. As sociedades orientais da Antiguidade, especialmente a egípcia e a mesopotâmia, desenvolveram-se


em regiões, semiáridas, que necessitavam de grandes obras hidráulicas para o cultivo agrícola. Nessas
sociedades,
a) desenvolveu-se o modo de produção escravista intimamente relacionado ao caráter bélico e
expansionista desses povos.
b) o Estado constituía o principal instrumento de poder das camadas populares, assegurando e
ampliando seu domínio sobre os outros grupos.
c) a superação das comunidades levou ao surgimento da propriedade privada e,
consequentemente, à utilização da mão-de-obra escrava.

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d) predominava a servidão coletiva, onde o indivíduo explorava a terra como membro da
comunidade e servia ao estado, proprietário absoluto dessa terra.
e) a produção de excedentes, necessária a intensificação das trocas comerciais e pala o progresso
econômico era garantida pela ampla utilização do trabalho livre.

4. Os estudos arqueológicos e históricos desenvolvidos no Egito indicam que, no mundo antigo, o

Isso quer dizer que a vida econômica era:


a) integralmente controlada pelos agricultores.
b) controlada pelo faraó, através de seus funcionários e sacerdotes, bem como pelos produtores
rurais.
c) parcialmente controlada pelos agricultores.
d) quase integralmente, controlada pelo faraó, através de seus funcionários e sacerdotes.
e) dirigida e organizada pelo faraó, em comum acordo com os agricultores.
5. (...) um dos traços mais visíveis da economia egípcia antiga era, sem dúvida, o estatismo faraônico: a
quase totalidade da vida econômica passava pelo faraó e seus funcionários, ou pelos templos. Estes
últimos devem ser considerados parte integrante do Estado, mesmo se, em certas ocasiões, houve
atritos entre a realeza e a hierarquia sacerdotal (...). As atividades produtivas e comerciais, mesmo
quando não integravam os numerosos monopólios estatais, eram estritamente controladas,
regulamentadas e taxadas pela burocracia governamental. (Ciro F. Cardoso. O Egito Antigo, 1982.
Adaptado.)

A partir do texto, conclui-se que, no antigo Egito,


a) a economia era ineficiente, pois funcionários corruptos exploravam os camponeses e desviavam
os impostos devidos ao Estado.
b) as constantes disputas entre a burocracia estatal e os sacerdotes levaram à separação entre o
poder político e religioso, o que comprometeu o poder do faraó.
c) o domínio do poder público sobre a sociedade inibiu o surgimento de iniciativas privadas,
capazes de racionalizar a produção e evitar o desperdício.
d) a cobrança de impostos constituía-se na principal atividade do Estado, que não dispunha de
exércitos organizados para enfrentar inimigos externos.
e) a organização da economia garantia ao estado o controle dos excedentes de produção, que se
constituíam em importante fator de poder político.

6. Os escribas do Egito antigo ocupavam uma posição subalterna na hierarquia administrativa


governamental frente à aristocracia burocrática. Sua posição social era inferior em relação aos
conselheiros do Faraó, aos chefes da administração, à nobreza territorial, à elite militar e aos
sacerdotes. Mas as características de seu ofício os afastavam de trabalhos forçados e das
arbitrariedades das elites, que subjugavam e exploravam camponeses livres e escravos de origem
estrangeira. Tal condição privilegiada se explicava:
a) pelas possibilidades de ascensão social dos escribas que, em função do sucesso de suas carreiras,
poderiam ocupar posições no alto escalão da administração pública.
b) por serem provenientes do meio social dos felás, camponeses livres, que investiam na formação
educacional de seus filhos mais inclinados ao serviço público.
c) pelo domínio dos escribas dos segredos da escrita demótica e dos hieróglifos, do cálculo e, por
conseguinte, da organização das atividades da administração pública.
d) pelo domínio exclusivo dos escribas do idioma escrito, da matemática, da agrimensura e dos
processos administrativos em geral.
e) pela dependência direta de faraós e altos funcionários reais relativa aos conhecimentos dos
escribas, que formavam uma corporação intelectual dotada de poder político.

7. Leia o fragmento a seguir:

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de todos! Rei de todas as casas. Nas regiões mais distantes, fazes o Nilo celeste para que
desça como chuva e açoite as montanhas, como um mar para regar os campos e jardins estranhos.
Acima de tudo, porém, fazes o Nilo do Egito que emana do fundo da terra. E assim, com os teus raios,
cuidas de nossas hortas. Nossas colheitas crescem; e crescem por ti. Tu estás em meu coração. Eu te

Hino a Aton. [Adaptado]

O fragmento acima foi extraído do Hino a Aton, obra do Faraó Aquenaton. Durante o exercício de seu
poder, Aquenaton promoveu a substituição do politeísmo pelo monoteísmo solar. Essa reforma
religiosa apresentou Aton como o Sol, sendo, por isso, representado pelo disco solar. A respeito desse
Faraó egípcio e a importância do Rio Nilo para essa sociedade, é correto afirmar que
a) embora a sociedade egípcia tenha se desenvolvido às margens do Rio Nilo, não se pode
superdimensionar a sua importância para a organização dessa civilização da antiguidade oriental.
b) o trecho retirado do Hino a Aton referencia o período do poder do Faraó Aquenaton que não foi
apenas uma exceção do ponto de vista religioso, mas também do ponto de vista político, com a
interrupção do poder despótico.
c) o hino em questão demonstra o culto ao Sol como deus principal, ao mesmo tempo em que
legitima o poder do Faraó Aquenaton ao apresentá-lo como o eleito, o favorito, o filho de Aton.
d) a construção de reservatórios de água, drenagem dos pântanos e de canais de irrigação
aperfeiçoaram os métodos de cultivo no Egito sem, com isto, caracterizar a domesticação do Rio
Nilo.
e) entendido pela sociedade egípcia como vital à sua existência, o aproveitamento das águas
restringiuse à atividade agrícola e à criação e domesticação de animais, as quais não avançaram
os limites dos leitos do rio Nilo.

8. A construção das pirâmides do Egito antigo ainda está envolta em mistérios e curiosidades, sendo
fonte de estudos na História, na Engenharia, na Matemática e na Arte. O processo de construção das
pirâmides caracteriza-se pela:
a) despreocupação em edificar um templo duradouro.
b) arquitetura dissociada de funções de ordem funerária.
c) aplicação de diversos materiais como a madeira e o estanho.
d) grandiosidade em suas dimensões e em uma estrutura sólida.
e) utilização de tijolos de argila na edificação de suas paredes internas.

9. O Egito é visitado anualmente por milhões de turistas de todos os quadrantes do planeta, desejosos
de ver com os próprios olhos a grandiosidade do poder esculpida em pedra há milênios: as pirâmides
de Gizeh, as tumbas do Vale dos Reis e os numerosos templos construídos ao longo do Nilo.

O que hoje se transformou em atração turística era, no passado, interpretado de forma muito diferente,
pois
a) significava, entre outros aspectos, o poder que os faraós tinham para escravizar grandes
contingentes populacionais que trabalhavam nesses monumentos.
b) representava para as populações do alto Egito a possibilidade de migrar para o sul e encontrar
trabalho nos canteiros faraônicos.
c) significava a solução para os problemas econômicos, uma vez que os faraós sacrificavam aos
deuses suas riquezas, construindo templos.
d) representava a possibilidade de o faraó ordenar a sociedade, obrigando os desocupados a
trabalharem em obras públicas, que engrandeceram o próprio Egito.
e) significava um peso para a população egípcia, que condenava o luxo faraônico e a religião
baseada em crenças e superstições.

QUESTÃO CONTEXTO
Os ornamentos em ouro, a altura, a complexa organização e a localização perto do Nilo fazem das pirâmides
e templos construções importantes para nos aproximarmos de uma imagem de um passado de um dos
maiores impérios da humanidade.

a) Comente a importância dos templos na vida dos egípcios.


b) Qual a razão para o luxo nas construções dos faraós¿
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GABARITO

Exercícios de aula

1. c
Os egípcios acreditavam na sequência da vida a pós a morte, sendo que os mortos seriam julgados
podendo ter a graça de voltar a vida precisando de seu corpo e bens.

2. e
A agricultura no Egito antigo era uma das principais atividades econômicas, durante metade do ano os
trabalhadores se ocupavam com o cultivo e a criação, sendo que trabalhavam em obras públicas na outra
metade.
3.
a) A escrita representava, nos primeiros Estados, um conhecimento superior, que contribuiu para facilitar
a dominação sociopolítica e cultural da elite (nobreza e classe sacerdotal) sobre a massa essencialmente
camponesa.
b) As primeiras civilizações (Egito e Mesopotâmia) foram marcadas por Estados intervencionistas que
exerciam, sobre a economia, total controle na organização dos meios de produção (irrigação), como

gerenciador da produção fundamentalmente agrária.

A escrita foi uma necessidade advinda com a criação do estado, que além de controlar a população
controlava totalmente a economia, assim o estado devido ao seu tamanho e controle excepcionais
necessitava registrar seus atos e ordens.

4. c
a agricultura egípcia foi uma das mais apuradas do mundo antigo sendo uma das principais fontes de
renda da economia do império, assim, ela era frequentemente parte da cultura do povo.

5. e
os egípcios dependiam das cheias para a fertilização das terras e de suas águas para irrigar as plantações
que em sua maioria se localizam nas margens do Nilo.

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6. b
os egípcios fizeram sistemas únicos de escrita para a maior parte de suas necessidades do estado e da
vida das elites.

Exercícios de casa

1. b
o crescimento da população no império egípcio fez com que o estado crescesse e aumentasse o seu
poder.

2. c
o Egito como os povos da mesopotâmia era dependente de rios, tanto para agricultura como para o
transporte, evidenciado na questão.

3. d
a servidão coletiva garantia o abastecimento praticamente ininterrupto de alimentos o ano todo além da
execução de obras do estado nos intervalos das plantações.
4. d

praticamente todos os aspectos da vida eram controlados pelo estado ou pela religião, que sempre se
confundia com o estado.

5. e
o controle estatal da vida egípcia era garantida além do corpo de militares e das leis pelo controle total
da economia e de sua principal área a agricultura e seus excedentes de produção.

6. c
os escribas por serem os funcionários estatais que dominavam as técnicas de escritas necessárias ao

camponeses.

7. c
O faraó Aquenaton adorador do deus Aton tornou a religião egípcia em um monoteísmo, este mais tarde
foi assassinado por conflitos contra os sacerdotes.

8. d
o antigo império é conhecido pela sua exímia arquitetura e engenharia, sendo assim as pirâmides, que na
verdade eram grandes mausoléus eram unicamente suntuosos para abrigar o corpo de seus líderes.

9. a
a grandeza e luxo das construções do Egito antigo é um dos marcos dessa civilização, já que tinham que
simbolizar o poder do estado e do faraó.

Questão Contexto

a) os templos tinham uma importância singular na vida dos súditos já que este além de ser o centro religioso
era também o estoque dos alimentos do reino nas nomarcas.
b) O luxo nos templos, palácios e pirâmides é um simbolismo para o poder do faraó e do estado, a fim de
manter na ideia da população a superioridade do estado fazendo assim o controle social.

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