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PROJETO: COORDENAÇÃO MOTORA

TÍTULO: EU E MINHAS MÃOS


PROBLEMA: Porque preciso pintar e tracejar na linha, e também recortar a
gravura da revista corretamente?
JUSTIFICATIVA: Durante a faixa etária na qual as crianças do Pré I se
encontram, a criatividade e a vontade de desenvolver as atividades está
aflorada. Entretanto, a coordenação motora fina precisa ser mais estimulada
para que as atividades que envolvam utilização de movimentos finos, sejam
realizadas da forma mais correta possível.
O projeto surge, a partir de observação contínua das crianças realizando as
atividades, onde as mesmas ainda não possuem muita noção de espaço, ou
seja, pintam a folha inteira e não só o desenho que nela se encontra, ou
recortam as gravuras em revistas ao meio. Daí surge a necessidade da
realização deste projeto, que tem como maior objetivo a estimulação para
realizar as atividades com mais precisão.

OBJETIVO GERAL: Estimular as crianças a desenvolverem com maior


precisão as atividades de coordenação motora fina.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- Desenvolver a coordenação motora em atividades que envolvam utilização de
movimentos finos de pressão, encaixe e recorte;
- Identificar pontos de referências no espaço, representando pequenos
percursos e trajetos;
- Interessar-se por escrever ainda que não de forma convencional;
- Expressar suas necessidades, desejos e sentimentos com a fala clara e
organizada;
- Experimentar e explorar diferentes objetos e materiais para expressar sua
criatividade e fantasia na construção de trabalhos artísticos.

CONTEÚDOS:
-Coordenação motora fina e ampla (CORPO E MOVIMENTO)
-Equilíbrio (CORPO E MOVIMENTO)
-Movimento (CORPO E MOVIMENTO)
-Noções de espaço ( MATEMÁTICA)
-Contado com leitura e escrita ( LINGUAGEM)
-Fazer artístico (ARTES VISUAIS)
-Elementos constituintes da linguagem visual(ponto, linha, forma, volume, cor)(
ARTES VISUAIS)

METODOLOGIA:
- Atividades de recorte e colagem;
- Atividades de ligar pontilhados;
- Atividades de pintura com tinta em pequenos espaços;
- Pintar caminhos;
- Escrita do nome;
- Recorte das letras do nome.

AVALIAÇÃO:
- Explora e utiliza alguns procedimentos necessários para desenhar, pintar,
modelar e etc...
- Respeita e cuida dos trabalhos produzidos individualmente ou em grupo;
- Expressa seus desejos, necessidades, ideias, opiniões, dúvidas e
sentimentos;
- Respeita as regras de boa convivência;
- Apresenta noção de espaço e tempo;
- Aperfeiçoa as habilidades manuais através de manipulação de materiais,
objetos e brinquedos diversos.

AVALIAÇÃO:
As crianças tiveram uma boa aceitação do projeto, desenvolveram bem todas
as atividades propostas,no entanto, minha intervenção foi necessária a todo o
momento para que as atividades pudessem atingir os objetivos propostos.
Neste período de trabalho do projeto posso destacar o desempenho que as
crianças tiveram nas atividades, principalmente de recorte e pintura, hoje as
atividades já saem bem melhores do que antes do projeto.
Postado por CEI IVETE SPÉZIA SCHMITT

Coordenação Motora Grossa e Fina.

Nosso cérebro manda informações às partes de nosso corpo, e a capacidade


que o corpo tem de desenvolver aquele movimento nós chamamos de
coordenação motora. Pular, correr, andar, saltar ou realizar tarefas que exijam
maior habilidade, como pegar em um lápis, bordar, desenhar, recortar, tudo
isso exige de nós coordenação motora. A coordenação motora nos permite
realizar os mais diversos movimentos coordenados. Na coordenação motora
ocorre participação de alguns sistemas do corpo humano, como sistema
muscular, sistema esquelético e sistema sensorial. Com a interação desses
sistemas obtêm-se reações e ações equilibradas. A velocidade e a agilidade
com que a pessoa responde a certos estímulos medem a sua capacidade
motora.

Podemos classificar a coordenação motora de duas maneiras: coordenação


motora grossa e a coordenação motora fina.
Na coordenação motora grossa verificamos o uso de grupos de músculos
maiores e o desenvolvimento de habilidades como correr, pular, chutar, subir e
descer escadas, que podem ser desenvolvidas a partir de um plano sistemático
de exercícios e atividades esportivas. Quando se tem déficit nessas
habilidades, verificamos dificuldades, por parte principalmente de crianças, em
praticar atividades esportivas, o que acaba gerando baixa autoestima.

Na coordenação motora fina verificamos o uso de músculos pequenos, como


das mãos e dos pés. Ao desenhar, pintar, manusear pequenos objetos, a
criança realiza movimentos mais precisos, delicados, e desenvolve habilidades
que a acompanharão por toda a vida.

É possível observar a coordenação motora de um indivíduo desde pequeno. A


criança responde aos estímulos de várias formas e cabe ao professor, nas
primeiras séries, trabalhar a motricidade da criança. Ao aprender a pintar
dentro de espaços delimitados a criança já começa a desenvolver sua
coordenação, à medida que ela for sendo alfabetizada, aumentará a sua
capacidade motora.

Mas não é somente em crianças que se desenvolve a motricidade. Em pessoas


idosas ou pessoas que tenham certas limitações físicas, também é preciso
trabalhar a coordenação motora. Com o auxílio do profissional a pessoa
desenvolve os grupos musculares e exercita o cérebro, para conseguir manter
o equilíbrio e realizar atividades que requerem movimentos precisos, fortes e
rápidos.

ALGUMAS IDEIAS DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR O COGNITIVO,


MOTRICIDADE FINA E AMPLA, NOÇÕES DE LATERALIDADE E
COORDENAÇÃO MOTORA.

Algumas atividades que podem ser feitas, que contribuem muito para o
desenvolvimento cognitivo da criança, trabalhando sua motricidade fina e
ampla, sua ludicidade e também suas noções de lateralidade e coordenação
motora.

- Jogos de memória

- Recorte e colagem (papel picado, grãos, contas).

- Rasgar papéis com as mãos.

- Amassar os papéis picados.

- Confecção de colares.

- Pintura a sopro, a dedo e/ou a pincel.

- Massinhas de modelar.

- Argila

- Brincar de faz-de-conta.

- Mímicas: rir, chorar, dar gargalhadas, fazer caretas, piscar.

- Dançar.

- Correr com e sem apoio.

- Equilibrar-se num pé só.

- Reconhecer e nomear partes do seu corpo e dos outros.

- Brincar com água, terra, argila,areia, barro.


- Reconhecer os sabores, doce, salgado, amargo, azedo.

- Reconhecer as temperaturas: frio, quente, gelado.

- Participar de brincadeiras rimadas e ritmadas, cantigas de roda, canções


folclóricas.

- Dramatizar cenas familiares e histórias curtas e repetidas frequentemente.

- Observar e explorar o ambiente através do tato.

- Identificar formas: quadrado, círculo, triângulo, retângulo.

- Identificar cores.

- Representa, por meio de gestos, sem utilização de objetos,: o fechar portas,


calçar sapatos, receber uma visita, cozinhar, lavar, etc.

- Rodinha para conversação.

- Andar imitando um trenzinho, transpondo obstáculos, passando por baixo de


mesas eu formarão um túnel, circundar objetos.

- Morto-vivo (jogo)

- Andando, chegar a um ponto determinado na sala, equilibrando um objeto na


mão, na cabeça, etc.

- Brincadeiras com bolas, petecas, balões, água, massa para desenvolver a


percepção tridimensional, a percepção de distância e orientação espacial.

- Ajudá-la no desenvolvimento do vocabulário, encorajando-a na identificação


das atividades realizadas nas tarefas diárias.

- Ensiná-la a identificar as roupas que usa e os diferentes passos no processo


de vestir e despir.

- Confecção de bandinha rítmica, para propiciar o canto acompanhado de


instrumentos musicais.

- Exercícios para desenvolver a lateralidade ( andar em linha reta; curva; zigue-


zague, andar em pistas limitadas com fita, etc...)

- Desenho espontâneo com lápis de cera.

- Fazer como se pedalasse uma bicicleta: pernas duras e flexionadas.- Utilizar


fantoches, teatro de máscaras, teatro de sombra para apresentação (histórias)
às crianças.

- Corrida de cavalinho: fazer uma fila com as crianças e colocar pequenos


obstáculos como latinhas, saquinhos de areia, espalhados pela área em
círculo. Ao sinal de um apito, palmas, as crianças saem correndo procurando
saltar os saquinhos.

- Imitar o pulo do sapo, do macaquinho, do coelhinho, o peixinho nadando, a


minhoca se arrastando e o som de animais conhecidos.

- Desenhar um caracol no chão, as crianças devem andar em cima da linha, no


sentido de ir e voltar.

- Manipulação de material de sucata.

- Conversar com as crianças ao máximo, aproveitando todos os momentos,


tendo como temas sua família, seus brinquedos, seus amigos, suas
brincadeiras.
Postado por Profª: Ivani Ferreira

Diferença entre Coordenação motora Global e coordenação motora fina


Atribui-se à educação psicomotora uma formação de base, indispensável a
toda criança (normal ou com problemas), que responde a uma dupla finalidade:
assegurar o desenvolvimento funcional, tendo em conta as possibilidades da
criança, e ajudar sua afetividade a se expandir e equilibrar-se através do
intercâmbio com o ambiente humano.

Seriam tantos os conceitos ligados a esta área do conhecimento quantas são


as correntes teórico-práticas existentes. Tais conceitos, contudo, deixam-se
enfeixar pela ênfase dada ao corpo lugar do ato voluntário ou, se quisermos, do
agir intencional. É possível, através de uma ação educativa a partir dos
movimentos espontâneos da criança e das atitudes corporais, favorecer o início
da formação de sua imagem corporal, o núcleo da personalidade.

Segundo Le Boulch, a educação psicomotora é um meio prático de ajudar a


criança a dispor de uma imagem do "corpo operatório", a partir da qual poderá
exercer sua disponibilidade. Esta conquista passa por vários estágios de
equilíbrio, que correspondem aos estágios da evolução psicomotora.

Segundo Quirós, motricidade é a faculdade de realizar movimentos, e


psicomotricidade , a educação de movimentos ou através de movimentos que
procura melhor utilização das capacidades psíquicas.

Desta forma, podemos definir psicomotricidade como a educação do


movimento com atuação sobre o intelecto*, numa relação entre pensamento e
ação, englobando funções neurofisiológicas e psíquicas.

Como o comportamento físico da criança expressa, uma a uma, sua


dificuldades intelectuais e emocionais, pode-se dizer que a psicomotricidade é
a ciência do corpo e da mente. Ao vermos o corpo em movimento, percebemos
a ação dos braços, pernas e músculos gerada pela ação da mente. É
necessário, portanto, educar o movimento pela mente.
A psicomotricidade integra várias técnicas com as quais se pode trabalhar o
corpo (todas as suas partes), relacionando-o com afetividade, o pensamento e
o nível de inteligência. Ela enfoca a unidade da educação dos movimentos, ao
mesmo tempo que põe em jogo as funções intelectuais. As primeiras
evidências de um desenvolvimento mental normal são manifestações
puramente motoras.

A psicomotricidade vai permitir que se estabeleça a noção de vazio ou


ocupado. São os gestos do corpo que vão levar o indivíduo à consciência de
seus limites e possibilidades. A coordenação psicomotora é uma qualidade
diretamente ligada à expressão do corpo, porque todo movimento tem uma
conotação psicológica de sensações. Nos movimentos, serão expressos
sentimentos de prazer, frustração, desagrado, euforia, como dimensão de um
estado emocional, reconstruindo, assim, uma memória afetiva desde os gestos
iniciais da criança.

COORDENAÇÃO GLOBAL (GROSSA)

Realização de grandes movimentos com todo o corpo, envolvendo as grandes


massas musculares, havendo harmonia nos deslocamentos. Não a precisão
nos movimentos, embora seja importante a coordenação perfeita dos
movimentos.

Exemplo: marchar, batendo palmas, correr, saltar, etc.

COORDENAÇÃO MOTORA FINA

É a capacidade para realizar movimentos específicos, usando os pequenos


músculos, afim de atingir a execução bem sucedida da habilidade. Requer um
ato de grande precisão no movimento. Movimentos manuais em que
coordenação e a precisão são essenciais.

Exemplo: tocar piano, escrever, modelagem com massinhas, recortar, colar,


trabalhos com objetos pequenos como pinças, alicates de unha.
(Texto de: Lindací A. de S. Scagnolato)

PLANO DE AULA

Etapa 1
• Passo 1
Educação Infantil (crianças de 3 anos)

• Passo 2
Número de alunos da turma: 20 alunos
Organização da sala de aula: Em circulo
Como são as carteiras dos alunos? Proporcionam a interação aluno/professor,
aluno/aluno e aluno/espaço?
Uma carteira do lado da outra com a interação aluno/professor.
Quais recursos de ensino estão disponibilizados na sala de aula? Livros,
revistas, jornais, gibi, televisão e DVD, giz de cera, massa de modelar, guache,
cola colorida, sulfite, legos, EVA, crepom, papel espelho, cartolina, papel
cartão.
Considerando o espaço físico da sala, os alunos podem ser organizados em
grupos ou em duplas?
Grupo
Acesso dos alunos a jornais, revistas, livros, cinema e teatro (descrever se os
alunos têm acesso aos itens referidos).
Os alunos tem acesso a todos esses itens referidos em sala de aula e teatros
com fantoches uma vez por semana.
Avaliação quanto à participação dos pais dos alunos na vida escola de seus
filhos: BOM
Os pais e/ou responsáveis pelos alunos são participativos?
A maioria deles é participativos.
Comparecem às reuniões da escola?
A maioria comparece.
Acompanham a vida escolar de seus filhos?
Sim.

• Passo 3
Coordenação Motora: Fina

• Passo 4
A coordenação motora é muito importante para a faixa etária escolhida, sendo
assim uma das primeiras atividades trabalhadas no ensino de educação
infantil, crianças de zero até seis anos, é a principal habilidade que devem ser
desenvolvidas nesse período. A criança responde aos estímulos de várias
formas e cabe a nós, nas primeiras séries, trabalhar bastante isso com as
crianças.

PLANO: COORDENAÇÃO MOTORA


PLANO DE AEE A. Dados de identificação.
Nome do aluno: Idade: anos Série: º ano
Professor do AEE: Maristela de Souza B.
JUSTIFICATIVA: Nosso cérebro manda informações às partes de nosso corpo,
e a capacidade que o corpo tem de desenvolver aquele movimento nós
chamamos de coordenação motora. Pular, correr, andar, saltar ou realizar
tarefas que exijam maior habilidade, como pegar em um lápis, bordar,
desenhar, recortar, tudo isso exige de nós coordenação motora. É possível
observar a coordenação motora de um indivíduo desde pequeno. A criança
responde aos estímulos de várias formas e cabe ao professor, nas primeiras
séries, trabalhar a motricidade da criança. Ao aprender a pintar dentro de
espaços delimitados a criança já começa a desenvolver sua coordenação, à
medida que ela for sendo alfabetizada, aumentará a sua capacidade motora. O
aluno Lucas, é agitado, não fala claramente, demonstra grande interesse por
carrinhos e livros. O aluno apresenta deficiência intelectual, por alteração
genética (Síndrome de Down) e segundo a avaliação escolar, tem a
coordenação motora desenvolvida somente parcialmente, e buscando auxiliar
no desenvolvimento da mesma, o atendimento propôs atividades que auxiliarão
no processo de amadurecimento da coordenação motora do aluno, bem como
no desenvolvimento de sua atenção e percepção do mundo que o cerca.
1.OBJETIVO Ampliar a coordenação motora, a atenção e a percepção visual
através de atividades lúdicas para que o aluno possa ter um maior rendimento
em sala de aula e nas atividades desenvolvidas em sua casa. .
2. Organização do atendimento: Período de atendimento: de agosto a setembro
Frequência : Duas vezes por semana Tempo de atendimento: 8 atendimentos
de 1 hora Composição do atendimento: ( x ) individual ( ) coletivo Outros:
Atividades a serem desenvolvidas no atendimento ao aluno: Montar quebra
Cabeça de 4 peças. Jogar jogo da memória com 10 pares. Reconhecer a letra
inicial de seu nome nas revistas Jogar a bolinha no seu nome, entre todos os
que estão expostos. Recortar a letra inicial de seu nome Colar a letra inicial de
seu nome no livro ata Desenhar linhas com giz no chão Andar sobre as linhas
desenhadas Rolar a bola sobre as linhas desenhadas Montar um trem com o
monta tudo gigante (lego). Escolher, entre todas as letras, a letra inicial do
nome e colá-la Andar sobre as linhas desenhadas com giz Pintar desenhos
respeitando os contornos Lançar a bola na boca do palhaço Ouvir histórias
contadas pela professora. Ouvir Histórias de audiolivro. Recontar a História (do
jeito do aluno) Desenhar a história ouvida. Pintar a letra inicial do nome no
alfabeto. Circular a fotografia que representa o aluno 4. Seleção de materiais e
equipamentos que necessitam ser adquiridos: C.
Avaliação dos resultados:
1. Indicação de formas de registro A avaliação dar-se-á num exercício
constante de observação, de acompanhamento e registros sobre o que o aluno
aprendeu, em que progrediu, em que necessita melhorar, o que já sabe fazer
sozinho, o que não consegue fazer conforme cada atendimento, onde serão
descritos pelo professor o uso do serviço e do recurso em sala de aula, durante
o AEE. No registro, constarão as mudanças observadas em relação ao aluno
no contexto escolar: o que contribuiu para estas mudanças e a repercussões
das ações do plano de AEE no desempenho escolar do aluno.
2. Resultados obtidos diante dos objetivos do Plano de AEE. O resultado com
todas essas atividades desenvolvidas, serão de um aluno mais autônomo,
desenvolvido e determinado, que haja de acordo com suas vontades,
respeitando as regras imposta pela escola. D. Reestruturação do Plano: (Caso
não atinja os objetivos) Para este caso, serão observados e analisados cada
item do plano, averiguando o que foi aceitável e acessível, e o que fugiu das
possibilidades do aluno, respeitando assim suas habilidades, e reestruturando
de acordo com novas necessidades que surgirem.

Psicomotricidade

Equilibração Dinâmica
, que se dá em locomoção ou quando é necessário mudar de posição como:
andar, correr, saltar, equitação etc. Exige uma reorganização muscular quase
constante.

Equilibração Estática
, se dá quando precisamos manter uma postura parada, como por exemplo
parar estando sentado em cima da bicicleta. Esta é bem mais difícil do que a
dinâmica.Exige uma respiração tranquila e concentração em um ponto.Um
equilíbrio correto é a base de toda a coordenação dinâmica geral. Quanto mais
defeituoso é o equilíbrio, mais energia e atenção escapa em detrimento de
outras atividades. Um equilíbrio correto constitui a base fundamental de toda
ação diferenciada dos membros superiores de tal forma que quando a criança
se sente desequilibrada não pode liberar seus braços nem suas mãos dos
quais precisa para todo tipo de aprendizagem.Quase todas as crianças que
apresentam dificuldades em seu equilíbrio, são crianças tímidas, retraídas e
excessivamente dependentes; talvez pelos inúmeros fracassos vividos em
ocasiões que necessitou correr, saltar, subir, etc.

Coordenação Motora ou Praxia Global

São uma série de funções que se unem para a representação de atividades


globais e mais amplas. É a atuação conjunta, harmônica e econômica do
sistema nervoso central dos músculos,nervos e sentidos, na execução de um
movimento.A expressão corporal é uma manifestação natural e espontânea,
onde a criatividade tem significado especial.A coordenação motora, como era
denominada inicialmente, recebe hoje a denominação de Praxia Global. O
motivo é que observou-se que a praxia não é somente a execução de um ato
motor, é muito mais do que apenas isto, é uma série de funções que se unem
para a representação de atividades mais globais e mais amplas. Como
exemplo podemos citar a atividade motora do animal como sendo diferente do
fazer práxico do homem. O fazer práxico do homem é uma ação carregada de
relações culturais, afetivas, simbólicas, psicológicas etc. Tanto o animal quanto
o ser humano constroem sua casa, porém, enquanto o animal o faz pelo
instinto de sobrevivência,o homem dá um significado a esta casa.Existem
diferentes tipos de funções práxicas, ou seja, as ações podem ser:

Global
É a ação que podemos observar nas crianças pequenas, é o brincar
simplesmente para atender o caráter lúdico. A criança pequena executa
movimentos para explorar o mundo, sem ter consciência desses movimentos.
Aproximadamente até os 6 anos de idade atende às ações solicitadas pelo
meio.

Analítica
É quando a criança começa a analisar e interpretar os movimentos que faz
espontaneamente ou atendendo a comandos simples. Se dá aproximadamente
aos 7 ou 8 anos deidade.

Sintética
É quando a criança já consegue coordenar um conjunto global dos
movimentos.Aproximadamente aos 10 anos de idade.

Segundo Vitor da Fonseca (1995), a Praxia Global é composta por quatro


subfatores:

Coordenação oculomanual
– São movimentos manuais associados com a visão. Neste tipo
decoordenação requer noção de distância e precisão do lançamento. Como
exemplo podemos pedir que a criança jogue uma bola ao cesto.
Coordenação oculopedal
– Diz respeito a coordenação dos pés com a visão. Podemos pedir acriança
que chute uma bola num lugar preciso.

Dismetria
– É a inadaptação visoespacial e visocinestésica dos movimentos frente a
umadeterminada distância para atingir um alvo. Observando as duas
subtarefas anteriores podemosdetectar se a criança tem dismetria, em caso
afirmativo ela não conseguirá atingir os alvos propostos.

Dissociação –
Refere-se a independência motora de vários segmentos corporais em função
de um fim. É a independência bilateral dos membros inferiores e superiores, ou
ainda das quatro extremidades em relação ao tronco. Ou seja, é a capacidade
de movimentar diferentes partes do corpo de formas diferentes, o que gera a
capacidade de planificar e generalizar motoramente. Por exemplo, num jogo de
basquete o atleta precisa usar uma das mãos para bater a bola de uma forma,
as pernas para se deslocar no espaço e em determinado momento fazer outro
tipo demovimento para arremessar a bola ao cesto. Todos esses movimentos
precisam ser feitos simultaneamente, se o indivíduo não tiver a capacidade de
dissociar não conseguirá executar os movimentos necessários para jogar
basquete com sucesso.O professor de educação física é muito importante
nessa fase do desenvolvimento devendo estar atento às demandas da criança.
Ao propor atividades de coordenação psicomotora,ele deve estar atento a
alguns pontos:1 - Propiciar à criança objetivos precisos e sem dúvidas;2 -
Demonstrar o exercício para que a criança possa ter uma visão geral da
tarefa;3 - Elevar gradativamente os critérios de desempenho;4 - Dar
explicações claras antes da criança iniciar a prática;5 - No início da
aprendizagem dar orientações breves para minimizar as possíveis falhas;6 -
Elogiar sempre o que a criança tentar executar.

Praxia Fina

A mão humana é a anatomicamente e encefalicamente o órgão da praxia fina.


Dois quartos do córtex cerebral é relativo à mão. Na perda de suas funções o
organismo se estrutura para buscar a praxia fina em outro órgão.A mão possui
uma enorme potencialidade motora, a de prensibilidade de oponibilidade,de
convergência, de divergência etc.Segundo Vitor da Fonseca (1995), são
subfatores da Praxia Fina:

Coordenação dinâmica manual


, é a responsável pela destralidade bimanual e agilidade digital, como exemplo
podemos citar o fazer pulseiras com clips ou com contas etc

Fonte: Coordenacao-Motora-ou-Praxia-Global
Coordenação Motora Grossa e Fina.
Nosso cérebro manda informações às partes de nosso corpo, e a capacidade que

o corpo tem de desenvolver aquele movimento nós chamamos de coordenação motora.

Pular, correr, andar, saltar ou realizar tarefas que exijam maior habilidade, como pegar em um

lápis, bordar, desenhar, recortar, tudo isso exige de nós coordenação motora. A coordenação

motora nos permite realizar os mais diversos movimentos coordenados. Na coordenação

motora ocorre participação de alguns sistemas do corpo humano, como sistema muscular,

sistema esquelético e sistema sensorial. Com a interação desses sistemas obtêm-se reações

e ações equilibradas. A velocidade e a agilidade com que a pessoa responde a certos

estímulos medem a sua capacidade motora.

Podemos classificar a coordenação


motora de duas maneiras: coordenação
motora grossa e a coordenação motora
fina. Na coordenação motora grossa verificamos o uso de grupos de músculos maiores

e o desenvolvimento de habilidades como correr, pular, chutar, subir e descer escadas, que

podem ser desenvolvidas a partir de um plano sistemático de exercícios e atividades

esportivas. Quando se tem déficit nessas habilidades, verificamos dificuldades, por parte

principalmente de crianças, em praticar atividades esportivas, o que acaba gerando baixa

autoestima.

Na coordenação motora fina verificamos o uso de músculos pequenos, como das mãos e dos

pés. Ao desenhar, pintar, manusear pequenos objetos, a criança realiza movimentos mais

precisos, delicados, e desenvolve habilidades que a acompanharão por toda a vida.

É possível observar a coordenação motora de um indivíduo desde pequeno. A criança

responde aos estímulos de várias formas e cabe ao professor, nas primeiras séries, trabalhar

a motricidade da criança. Ao aprender a pintar dentro de espaços delimitados a criança já

começa a desenvolver sua coordenação, à medida que ela for sendo alfabetizada, aumentará

a sua capacidade motora.

Mas não é somente em crianças que se desenvolve a motricidade. Em pessoas idosas ou

pessoas que tenham certas limitações físicas, também é preciso trabalhar a coordenação

motora. Com o auxílio do profissional a pessoa desenvolve os grupos musculares e exercita


o cérebro, para conseguir manter o equilíbrio e realizar atividades que requerem movimentos

precisos, fortes e rápidos

ALGUMAS IDEIAS DE ATIVIDADES PARA


TRABALHAR O COGNITIVO, MOTRICIDADE FINA E
AMPLA, NOÇÕES DE LATERALIDADE E
COORDENAÇÃO MOTORA.
Algumas atividades que podem ser feitas, que contribuem muito para o desenvolvimento cognitivo
da criança, trabalhando sua motricidade fina e ampla, sua ludicidade e também suas noções de
lateralidade e coordenação motora.

- Jogos de memória

- Recorte e colagem (papel picado, grãos, contas).

- Rasgar papéis com as mãos.

- Amassar os papéis picados.

- Confecção de colares.

- Pintura a sopro, a dedo e/ou a pincel.

- Massinhas de modelar.

- Argila

- Brincar de faz-de-conta.

- Mímicas: rir, chorar, dar gargalhadas, fazer caretas, piscar.

- Dançar.

- Correr com e sem apoio.

- Equilibrar-se num pé só.

- Reconhecer e nomear partes do seu corpo e dos outros.

- Brincar com água, terra, argila,areia, barro.

- Reconhecer os sabores, doce, salgado, amargo, azedo.

- Reconhecer as temperaturas: frio, quente, gelado.

- Participar de brincadeiras rimadas e ritmadas, cantigas de roda, canções folclóricas.

- Dramatizar cenas familiares e histórias curtas e repetidas frequentemente.

- Observar e explorar o ambiente através do tato.

- Identificar formas: quadrado, círculo, triângulo, retângulo.


- Identificar cores.

- Representa, por meio de gestos, sem utilização de objetos,: o fechar portas, calçar sapatos,
receber uma visita, cozinhar, lavar, etc.

- Rodinha para conversação.

- Andar imitando um trenzinho, transpondo obstáculos, passando por baixo de mesas eu formarão
um túnel, circundar objetos.

- Morto-vivo (jogo)

- Andando, chegar a um ponto determinado na sala, equilibrando um objeto na mão, na cabeça, etc.

- Brincadeiras com bolas, petecas, balões, água, massa para desenvolver a percepção
tridimensional, a percepção de distância e orientação espacial.

- Ajudá-la no desenvolvimento do vocabulário, encorajando-a na identificação das atividades


realizadas nas tarefas diárias.

- Ensiná-la a identificar as roupas que usa e os diferentes passos no processo de vestir e despir.

- Confecção de bandinha rítmica, para propiciar o canto acompanhado de instrumentos musicais.

- Exercícios para desenvolver a lateralidade ( andar em linha reta; curva; zigue-zague, andar em
pistas limitadas com fita, etc...)

- Desenho espontâneo com lápis de cera.

- Fazer como se pedalasse uma bicicleta: pernas duras e flexionadas.- Utilizar fantoches, teatro de
máscaras, teatro de sombra para apresentação (histórias) às crianças.

- Corrida de cavalinho: fazer uma fila com as crianças e colocar pequenos obstáculos como latinhas,
saquinhos de areia, espalhados pela área em círculo. Ao sinal de um apito, palmas, as crianças
saem correndo procurando saltar os saquinhos.

- Imitar o pulo do sapo, do macaquinho, do coelhinho, o peixinho nadando, a minhoca se arrastando


e o som de animais conhecidos.

- Desenhar um caracol no chão, as crianças devem andar em cima da linha, no sentido de ir e voltar.

- Manipulação de material de sucata.

- Conversar com as crianças ao máximo, aproveitando todos os momentos, tendo como temas sua
família, seus brinquedos, seus amigos, suas brincadeiras.
BOLA DE MEIA, BOLA DE

PAPEL!

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17/12/2009

Autor e Coautor(

es)

Autor: KEILA BARRETO DE ARAÚJO

NATAL - RN NUCLEO EDUCACIONAL INFANTIL - NEI


Coautor(es):

UILIETE MARCIA SILVA DE MENDONÇA E NAYDE SOLANGE GARCIA FONSECA

Estrutura

Curricular

Modalidade / Nível de Componente


Tema
Ensino Curricular

Educação Infantil Movimento Coordenação

Objetos e processos de
Educação Infantil Natureza e sociedade
transformação

Dados da

Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula

A criança na faixa etária de 3 anos de idade poderá aprender com esta aula:

 Explorar e coordenar habilidades físicas e motoras do próprio corpo;


 Conhecer a estrutura de um texto – música.
Duração das atividades
Cada atividade será desenvolvida em diferentes momentos com duração aproximada
de 15 minutos.

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Essa aula não necessita de conhecimentos prévios.

Estratégias e recursos da aula

Atividade 1 – Fazendo e arremesando bolas de papel

1º Momento: O professor deverá conversar com o grupo sobre a modelagem da bola


com papel. Nesse momento, o professor entrega a cada criança pedaços de jornal ou
outro tipo de papel já cortados para que as crianças possam modelar. Com um pedaço de
papel nas mãos, o professor mostra as crianças como modelar a bola.

2º Momento: Após a confecção das bolas de papel o professor deverá explicar as


crianças como será a brincadeira de arremessar as bolas no cesto. Em seguida, organiza
as crianças para arremessar as bolas. Nesse momento, o professor deve questionar
quantas bolas cada criança acertou no cesto.
Atividade 2 – Fazendo e arremessando bolas de meia

1º Momento: Inicialmente o professor deverá enviar um bilhete solicitando aos pais


meias velhas (soquete e finas). O professor deverá conversar com o grupo sobre
a confecção da bola de meia. Nesse momento, o professor entregará a cada criança uma
meia soquete e o enchemento escolhido ( retalhos de tecido, acrilon, TNT ou as meias
finas), para que as crianças possam encher as meias para formar uma bola. Com a meia
nas mãos e o material que será utilizado para enchê-la o professor mostra as crianças
como confeccionar a bola. As fotos abaixo ilustram o momento.
2º Momento: Após a confecção das bolas de meia o professor deverá explicar as
crianças como será a brincadeira de arremessar as bolas no cesto. Em seguida, organiza
as crianças para arremessar as bolas. Nesse momento, o professor deve questionar sobre
qual bola ( meia ou papel) ela usou mais força para arremessar e quantas bolas cada
criança acertou no cesto.

Atividade 3: Interpretação da música "Bola de Meia, Bola de Gude.


1º Momento: O professor deverá distribuir a letra da música, cantar com as crianças e
pedir para elas interpretarem a letra da música através do desenho, questionando-as
sobre quais os tipos de bolas que aparecem nela. As fotos abaixo ilustram o momento.

Recurso Didático: Letra da Música

Bola de Meia, Bola de Gude


Milton Nascimento
Composição: Milton Nascimento

Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade alegria e amor
Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcanç a
O menino me dá a mão
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraquej a
Ele vem pra me dar a mão

A música pode ser encontrada no site:

http://letras.terra.com.br/milton-nascimento/102443/

OBS: A letra da música já deve esta exposta no mural da sala.

Avaliação

Avaliar se as crianças:

 Exploraram e coordenaram habilidades físicas e motoras do próprio corpo;


 Aprenderam sobre a estrutura do texto música;
 Participaram das atividades com envolvimento.
Como Trabalhar a Coordenação Motora

Coordenação motora global (ampla)


A coordenação motora global trata dos movimentos dos membros superiores e
inferiores, ela está relacionada à organização geral do ritmo, equilíbrio, as
percepções gerais e ao desenvolvimento da criança.

Coordenação motora fina


A coordenação motora fina trata dos movimentos realizados pelas mãos e dedos
e também de sua ligação entre a mão e o olho, a
coordenação visomotora. Esse desenvolvimento é de grande relevância para a
escrita e necessita que a criança tenha boa tonicidade muscular nos membros
superiores e inferiores.

COMO PODEMOS TRABALHAR A COORDENAÇÃO MOTORA FINA:


Muitas atividades podem ser realizadas com esse intuito, inclusive a
coordenação é muitas vezes trabalhada sem se ter consciência nas atividades
mais comuns do dia a dia, dessa forma deixo para vocês algumas dicas de
atividades:

dobrar papel;
rasgar papel;
enrolar papel;
furar papel com furador;
carimbar papel;
colar papel;
recortar com tesoura;
ligar pontos;
fazer contornos e colorir;
desenhar;
colorir/pintar com giz de cera, lápis de cor, pincéis;
montar lego;
modelar massinha ou argila;
alinhavar materiais perfurados;
bordar no tecido ou no papel;
abotoar e desabotoar "botões";
abrir e fechar zíper;
abrir e fechar velcro;
amarrar cadarço...

Abaixo você pode conferir algumas atividades ligadas ao desenvolvimento da


coordenação motora global ou fina, caso queira se informar mais sobre o
assunto logo após as atividades você encontra alguns conceitos que podem ser
úteis.

ATIVIDADES PSICOMOTORAS GLOBAIS

VAI E VÉM
Objetivo – Desenvolver a coordenação ampla, viso-motora, atenção e tônus
muscular
Atividade – A atividade é desenvolvida com um brinquedo que deve ser
utilizado em duplas, o brinquedo pode ser desenvolvido com garrafas pets, fitas
adesivas, argolas e fios ou adquirido em lojas especializadas.
Desenvolvimento da atividade – Os participantes da atividade devem segurar
nas extremidades, nas argolas plásticas, dando impulso, ao abrir os braços, no
objeto para a outra extremidade.

CORDA
Objetivo – Desenvolver a coordenação motora ampla, o esquema corporal,
estimular a orientação espacial e temporal, ampliar o equilíbrio, a lateralidade e
melhorar o tônus muscular.
Atividade – A atividade é desenvolvida com uma corda de quatro metros em
média.
Desenvolvimento das atividades – Pode ser utilizada no chão, em que a criança
anda descalça sobre a corda, com os braços abertos, procurando manter o
equilíbrio.
Aproveitando a mesma atividade só que agora a criança vai andar de costas
sobre a corda.
Ainda esticada no chão a criança pula com os dois pés juntos para esquerda e
para direita consecutivamente.
A corda pode ser erguida dez centímetros do chão para a criança pular de um
lado para o outro.
A corda pode ser utilizada pela dupla como cabo-de-guerra, no meio do espaço
utilizado deve ter uma marca no chão, para visualizar quem está vencendo o
cabo-de-guerra.
As crianças podem pular corda.

BAMBOLÊ
Objetivo – Desenvolver a coordenação motora ampla, o esquema corporal,
estimular a orientação espacial e temporal, ampliar o equilíbrio, a lateralidade e
melhorar o tônus muscular.
Atividade – A atividade é desenvolvida com quatro bambolês em média.
Desenvolvimento das atividades – Uma criança deve segurar o bambolê,
enquanto outra vem engatinhando para passar por dentro do bambolê.
Girar o bambolê na cintura e outras partes do corpo, como pescoço e braço.
Com alguns bambolês alinhados lado a lado no chão, andar com a perna
esquerda no bambolê esquerdo e a direita no bambolê direito.
Ainda com os bambolês no chão pular com os dois pés de um bambolê para
outro.
Com um bambolê somente pular para dentro e para fora.
Brincar com o bambolê na mão, rodando-o como se fosse um volante.
Passar o bambolê pelo corpo inteiro a começar pela altura da cabeça.

ATIVIDADES PSICOMOTORAS FINAS

ALINHAVOS
Objetivo – Desenvolver a coordenação motora fina, coordenação viso-motora,
esquema corporal, estimular a orientação espacial, a lateralidade e melhorar o
tônus muscular.
Atividade – A atividade é desenvolvida com alinhavos preparados com papel
cartão e figuras plastificado ou adquiridos prontos.
Desenvolvimento da atividade – A criança deve trabalhar o alinhavo de forma
livre ou orientada pelo professor. É possível trabalhar o alinhavo associando
outros conhecimentos como as formas geométricas, números, letras, animais,
meios de transporte.

ESPONJAS
Objetivo – Desenvolver a coordenação motora fina, coordenação viso-motora,
esquema corporal e melhorar o tônus muscular.
Atividade – A atividade é desenvolvida com uma bacia com água e várias
esponjas coloridas, com texturas/dureza diferenciadas.
Desenvolvimento das atividades – Colocar as esponjas na água e pedir para a
criança retirar uma a uma apertando bem retirando toda água da esponja.

PINÇA
Objetivo – Desenvolver a coordenação motora fina, coordenação viso-motora,
esquema corporal, a lateralidade e melhorar o tônus muscular.
Atividade – A atividade é desenvolvida com dois (ou três) recipientes um com
objetos e outro vazio e uma pinça tamanho médio.
Desenvolvimento das atividades – A criança deve transportar os objetos que
estão em um recipiente com a pinça para outro recipiente vazio. Pode ser
realizado também pedindo que a criança coloque os objetos no recipiente
esquerdo ou direito.

ABOTOAR BOTÕES
Objetivo – Desenvolver a coordenação motora fina, coordenação viso-motora,
esquema corporal, a lateralidade e melhorar o tônus muscular.
Atividade – Placa de feltro com botões pregados e recortes coloridos de feltro no
formato de flores.
Desenvolvimento das atividades – A criança receberá a placa com as flores
encaixadas nos botões para verificar o resultado final da atividade, as flores de
feltro são retiradas e a criança começa a abotoar os retalhos nos botões.

CAIXA DE MACARRÃO
Objetivo – Desenvolver a coordenação motora fina, coordenação viso-motora,
esquema corporal e melhorar o tônus muscular.
Atividade – Será utilizado uma caixa forrada de material neutro com furos e
macarrões do tipo penne.
Desenvolvimento das atividades – A criança recebe a caixa forrada com furos e
os macarrões e é orientada para colocar os macarrões nos diversos buraquinhos
da caixa.