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A Jazida com fósseis de equinodermes do Cabeço da Ladeira, data do Jurássico Médio, e revela

diversos restos fossilizados de equinodermes, incluindo-se diferentes partes do endosqueleto


destes animais, para além de numerosos moldes externos. A importância revelada pelos
estudos que estão a decorrer aponta para a definição de uma nova espécie, e o aprofundar do
conhecimento sobre as já identificadas. Para além deste aspeto, também a identificação das
pistas deixadas por outros organismos marinhos contribuem para a interpretação deste
paleoambiente, num enquadramento local e no contexto do Maciço Calcário Estremenho.

Foram já identificados moldes e restos fossilizados pertencentes a três grupos de


equinodermes: equinóides (ouriços-do-mar), asteróides (estrelas-do-mar) e crinóides
(lírios-do-mar). Os equinóides são o grupo melhor representado, tendo sido
preservado quer a carapaça, quer os seus espinhos. Na grande maioria, os espinhos
encontram-se em semi-articulação com as carapaças a que pertencem, aparecendo
também pontualmente isolados. Em menor número aparecem os asteróides, estando
representados pela preservação em articulação do seu endosqueleto composto por
muitas peças calcíticas. Quanto aos crinóides, este grupo está representado em menor
quantidade, mas com diversas partes do organismo fossilizadas. Muitos dos
endosqueletos observados encontravam-se em articulação aquando do seu
enterramento, por processos geológicos, e assim se mantiveram até serem expostos.

Foram também identificadas pistas de organismos marinhos, cujo estudo decorre.

Figuras –
Exemplos de fósseis observáveis no Cabeço da Ladeira. Á esquerda, um ouriço-do-mar
e à direita uma estrela-do-mar. No topo, um crinoide.