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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

EDINEI MESSIAS ALECRIM

PROJETO DE PESQUISA
UMA ANÁLISE DA VISÃO DOS ADOLESCENTES E JOVENS EM IDADE
ESCOLAR SOBRE O USO INDEVIDO DE DROGAS NO MUNICÍPIO/SEDE NA
CIDADE DE BARRO ALTO, ESTADO DA BAHIA

Irecê - Ba
2009
EDINEI MESSIAS ALECRIM

PROJETO DE PESQUISA
UMA ANÁLISE DA VISÃO DOS ADOLESCENTES E JOVENS EM IDADE
ESCOLAR SOBRE O USO INDEVIDO DE DROGAS NO MUNICÍPIO/SEDE NA
CIDADE DE BARRO ALTO, ESTADO DA BAHIA

Projeto apresentado ao Curso de Pós Graduação,


nível de especialização, modalidade presencial em
Segurança Pública, pela Universidade Federal da
Bahia – UFBA.

Orientador: Profª. Dra. Ivone Freire Costa

Barro Alto - Bahia


Julho, 2010
SUMÁRIO

1 - TEMA...................................................................................................................4

2 - DELIMITAÇÃO DO TEMA...................................................................................4

3 - PROBLEMA........................................................................................................4

4 - HIPÓTESES.......................................................................................................4

5 - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA..........................................................................5

6 - JUSTIFICATIVA................................................................................................15

7 - OBJETIVOS......................................................................................................18

7.1 – Geral........................................................................................................18

7.2 – Específicos...............................................................................................18

8 - METODOLOGIA................................................................................................19

9 – CRONOGRAMA...............................................................................................20

10 – REFERÊNCIAS..............................................................................................21

11 - ANEXOS.........................................................................................................22

11. Questionário para levantamento de dados.................................................22


PROJETO DE PESQUISA

TEMA:

 “Adolescentes e jovens em idade escolar e o uso indevido de drogas”

DELIMITAÇÃO DO TEMA:

 “uma análise da visão dos adolescentes e jovens em idade escolar sobre o


uso indevido de drogas no município/sede na cidade de Barro Alto”.

PROBLEMA:

 O estado de vulnerabilidade social e o desemprego possibilita a entrada do


adolescente e do jovem no mundo das drogas?

 As poucas opções de esporte, cultura e lazer podem proporcionar


indevidamente o uso de drogas por jovens e adolescentes?

 O papel da família na vida do adolescente e do jovem desempenha papel


importantíssimo na construção de redes produtivas de informações e
cuidados frente ao uso indevido de drogas?

 O uso indevido de drogas por adolescentes e jovens prejudica


consideravelmente o processo de ensino-aprendizagem na escola?

 A formação dos educadores contempla o trabalho com adolescentes e


jovens envolvidos com o uso indevido de drogas?

 Os gestores públicos municipais, especialmente as Secretarias de


Educação, Saúde, Cultura, Esporte, Lazer, Assistência Social e o conselho
Tutelar) demonstram preocupação social com o envolvimento dos
adolescentes e jovens com o uso indevido de drogas?

HIPÓTESES:

 A situação de vulnerabilidade social, bem como os altos índices de


desemprego possibilita que jovens e adolescentes visualizem nas drogas a
solução de seus problemas sociais, afetivos e relacionais.

 A falta de oportunidades de lazer, esporte e cultura, aliada ao estado de


vulnerabilidade social, possibilita o uso indevido de drogas pelos jovens e
adolescentes;

 A família é um espaço de afetividade que contribui decisivamente para o


fortalecimento da auto-estima dos adolescentes e jovens em idade escolar,
bem como grande parceira no combate ao uso indevido de drogas;

 O uso indevido de drogas prejudica consideravelmente os adolescentes e


jovens em idade escolar;

 O modelo de formação atual dos educadores contribui decisivamente para


o trabalho preventivo do uso indevido de drogas por jovens e adolescentes
em idade escolar;

 O envolvimento de todas as gestões municipais (Educação, Saúde, cultura,


Lazer, Esporte, Assistência Social e o Conselho Tutelar) pode possibilitar
uma revolução no processo preventivo ao uso de drogas por jovens e
adolescentes em idde escolar.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:

O uso indevido de drogas por jovens e adolescentes em idade escolar se


tornou ao longo dos tempos uma reflexão que perpassa os muros da escola. Não
cabe unicamente a escola possibilitar a discussão reflexiva desse problema, mas
toda a sociedade, inclusive os sistemas de segurança pública. Assim, refletir o uso
indevido de drogas, requer posturas democraticas, que possibilite a ampliação dos
direitos e deveres das instâncias envolvidas e suas possibilidades de intervenção.
Como os agentes de segurança pública, pode contribuir para a prevenção do uso
indevido de drogas por adolescentes e jovens em idade escolar? Questões como
essa é fundamental ser respondida a partir de aspectos viáveis e altamente
prático, haja vista que necessário se faz a participação de todos os segmentos
sociais de uma determinada comunidade para que se possa atingir os objetivos
almejados. Porém, antes é fundamental entender melhor os conceitos relevantes
sobre as drogas.

Mas, o que é drogas? BRASIL (2006) esclarece que: “ Droga, segundo a


definição da Organização Mundial de Saúde, é qualquer substância não produzida
pelo organismo que tem a propriedade de atuar sobre um ou mais de seus
sistemas produzindo alterações em seu funcionamento” (p. 70). Assim, é
importante o conhecimento dos relevantes tipos de drogas e seus efeitos no
organismo humano, para a efetiva compreensão dos problemas que estas
mesmas drogas possibilita ao ser humano.

Algumas drogas podem ajudar no tratamento de doenças, sendo


consideradas medicamentos. Porém, outras, pode causar malefícios a saúde, os
venenos ou tôxicos. Sendo assim, inúmeras drogas podem alterar o
funciomanento do cerébro humano, acarretando modificações no estado mental
dos indivíduos. Elas são conhecidas como drogas psicotrópicas ou substâncias
psicoativas.

Importante compreender que no cenário brasileiro, as drogas podem ser


consideradas como lícitas ou ilícitas. As drogas lícitas são geralmente as que
podem ser livremente obtidas, diferente das ilícitas que são proibidas por lei.
Assim é importante deixar que claro que apesar de lícitas, muitas drogas podem
receber restrições, como medicamentos que só podem ser adquiridos com
prescrição médica.

Atualmente, existe uma classificação das drogas que alteram o Sistema


Nervoso Central (SNC), a partir das observações da atividade mental e do
comportamento dos indivíduos socialmente. Pode-se caracterizar três níveis de
ações das drogas no organismo humano. Primeiro, as Drogas Depressoras da
Atividade Mental que como consequencia do seu uso ocorre uma diminuição da
atividade global e de certos sistemas específicos do SNC, como: o álcool
( desinibição do comportamento, incoordenação motora, prejuízos da funções
sensoriais, prejuízos na capacidade de raciocínio e concentração, hiportermia e
morte por parada respiratória), os Barbitúricos (tratamento de insônia),
Benzoadiazepínicos (indutores do sono, controle da ansiedade, etc), Opióides
(morfina, heroína e a codeína – alalgesia, perda da consciência, etc), Solventes e
Inalantes (euforia, desorientação, inconsciência, etc). Segundo, estão as Drogas
Estimulantes da Atividade Mental, que são as que tem a capacidade de aumentar
a atividae de determinados sistemas neuronais, que acaba acelerando os
processos psíquicos, como: as anfetaminas (diminuição do sono e do apetite,
taquicardia, elevação da pressão arterial, etc), Cocaína (sensação de euforia e
poder, hiperatividade, perda de sensação de cansaço, etc). E terceiro estão as
Drogas Pertubadoras da Atividade Mental que cujo efeito principal é provocar nos
indivíduos alterações no funcionamento cerebral, entre os mais importantes estão
os delírios e as alucinações, como: a Cannabis Sativa, popularmente conhecida
como Maconha, sendo usada principalmente a partir das suas folhas secas
fumadas ou ingeridas. ( pertubação na capacidade de calcular o tempo e o
espaço, interfere na capacidade de aprendizado e memorização, taquicardia,
cancerígena, infertilidade, etc), os Alucinógenos ( produzem efeitos psíquicos –
alucinações e delírios, etc), o LSD (delírios, ansiedade, pânico, etc), o Ecstasy,
usado especialmente por jovens frequentadores de danceterias e boates,
apresentando propriedades estimulantes. Já houve casos de morte por esta droga
com diagnóstico de Hipertermia malígna, ou seja aumento excessivo da
temporatura corporral, ( estimula a hiperatividade, aumenta a sensação de sede,
etc), os anticolinpergicos ( causam delírios e alucinações, aumento da frequência
cardíaca, dificuldades de urinar, etc).

Assim, outras drogas podem ser aqui descritas que também tem ampla
relação com os problemas causados ao organismo humano, principalmente aos
adolescentes e jovens em idade escolar. São elas, o cigarro, que pode causar
doenças cardiovasculares ( infarto, AVC e morte súbita), causando também
doenças respiratórias, como (enfisema, asma, bronquite crônica, doença pulmonar
crônica, etc), bem como diversas formas de câncer (pulmão, boca, rafinge, laringe,
esôfago, estômago, pâncreas, bexiga, útero, etc). Neste sentido, a nicotina é
extremamente a substância presente no cigarro que causa a dependência, não
sendo unicamente a causadora dos problemas de saúde descritos. Uma outra
droga presente é a Cafeína, que estimula decisivamente o Sistema Nervoso
Central (SNC), podendo ser caracterizada por ansiedade, alterações
psicomotoras, distúrbios do sono e alteraçõs do humor. Porém, os Esteróides
anabolizantes caracterizam um campo da drogas para aumento da massa
muscular, podendo desenvolver no consumidor a dependência, causando diversas
doenças cardiovasculares, alterações do fígado, prolongado até o câncer,
alterações muscoesqueléticas indesejáveis; nos homens poderá ocorrer atrofia
dos testículos.

Uma visão rápida sobre os diversos tipos de drogas e seus efeitos no


organismo define de forma importante a reflexão de que a influência do uso
indevido de drogas por jovens e adolescentes acarreta inúmeros outros problemas
sociais. Tais problemas como violência, indisciplina na escola, baixa auto-estima,
mudanças de comportamneto podem estar acontecendo pelo uso de alguma
droga.

BRASIL (2006), reforça que:

“ A experiência mostra que, quanto mais cedo uma pessoa começa a usar
drogas, mais possibilidades te de ter problemas com elas. Por essa razão,
constitui um ganho significativo evitar o consumo pelos adolescentes e
procurar retardar ao máximo o início do uso, ou seja, retardar a
experimentação. Apesar disso, devemos reconhecer e considerar que, de
fato, o uso de algumas drogas já faz parte da vida de muitos adoelscentes
e, por esse motivo, é preciso encarar a situação. Mesmo os jovens que
revelam um consumo experimental e recreativo precisam receber
orientação para que reflitam sobre as consequencias desse
comportamento e procurem reduzir os riscos e danos a ele associados” (p.
90-91).

As relações estabelecidas entre adolescentes e jovens usuários de


alguma droga e os setores responsáveis por estes, vem ao logo dos anos
demonstrando um caráter punitivo. Assim, na atual conjuntura os adolescentes e
jovens inseridos num contexto globalizado e de mudanças constantes, devem ser
vistos como seres humanos em processo de formação, e que para isto precisam a
todo instantes terem oportunidades de lazer, cultura, esporte, saúde e educação.
Milhões de jovens estão vulneráveis, excluídos das oportunidades de emprego, e
assim se tornam alvos fáceis ao uso indevido de drogas ou ao recrutamento para
o tráfico de drogas, criando assim uma rede de violência e crescimento do crime
organizado.
A Lei n° 11.343, de 23 de agosto de 2006 que Institui o Sistema Nacional
de Políticas Públicas sobre Drogas – SISNAD, articula medidas de prevenção ao
uso indevido de drogas, atenção e reinserção social de usuários e dependentes;
estabelece normas de repressão à produção não autorizada, bem como ao tráfico
ilícito, definindo os crimes para cada caso específico. Assim, a referida lei,
estabelece também no seu artigo 19, a importância das atividades de uso
preventivo pelas diversas entidades sociais envolvidas diretamente com jovens e
adolescentes, conforme em BRASIL (2008):

IX – o investimento em alternativas esportivas, culturais, artísticas, ,


profissionais, entre outras, como forma de inclusão social e de melhoria
da qualidade de vida;
X – o esatabelecimento de políticas de formação continuada na área de
prevenção do uso indevido de drogas para profissionais da educação
nos 3 (três) níveis de ensino;
XI – implantação de projetos pedagógicos de prevenção ao uso indevido
de drogas, nas instituições de ensino público e privado, alinhados às
Diretrizes Curriculares Nacionais e aos conhecimentos relecionados a
drogas ( p. 31).

O artigo 19 da Lei n° 11.343/2006, enfatiza o trabalho preventido como


foco para a efetivação dos direitos inerentes aos adolescentes principalmente,
conforme reza a Lei nº. 8.069/1990, conhecida como Estatuto da Criança e do
Adolescente – (ECA), que institui o Sistema de Garantias e Direitos, organizados
a partir das esferas Federal, Estadual e Municipal, para o cumprimento de todos
os direitos e que estes, sejam respeitados em todas as esferas governamentais.
Assim, enfatiza-se tais direitos para que a compreensão social do valor do jovem e
do adolescente seja verdadeiamente levada em consideração quando este, se
envolver com o uso indevido de drogas. Não caba aqui somente refletir a
valorização indiscriminada dos direitos desses jovens, mas particularmente a
observação do estado social em que este se encontra, situação vital que os coloca
entre os seres sociais mais vulneráveis ao uso indevido de drogas. Tanto o ECA –
Estatuto da Criança e do Adolescente, quanto o SISNAD – Sistema Nacional de
Políticas Públicas sobre Drogas, priorizam aspectos preventivos que se bem
articulados com os diversos segmentos sociais, poderão contribuir decisivamente
para a melhoria da qualidade de vida desses jovens e adolescentes, a partir da
prevenção ao não uso de drogas.

O processo preventivo do uso indevido de drogas passa também pela


urgente mobilização de vários setores sociais que direta ou indiretamente atende
uma demanda muito grande de jovens e adolescentes, como especificamente a
área de Educação, Saúde, Lazer, Esporte e Cultura. Todas estas instâncias,
juntas, poderão efetivar projetos sociais, culturais, esportivos e pedagógicos, que
articulados com a comunidade favorecerá oportunidades e melhorias na qualidade
de vida dos jovens e adolescents do município, possibilitando cada vez mais o
distanciamento do uso indevido de drogas.

Importante acrescentar duas instâncias fundamentais no trabalho de


prevenção ao uso indevido de drogas, o Conselho Tutelar e a Secretaria de
Assistência Social. O Conselho Tutelar, é um órgão autônomo e deve zelar pelo
cumprimento dos direitos das crianças e dos adolescentes em situação de
vulnerabilidade social, especialmente. Assim, compete ao Conselho Tutelar as
Medidas de Proteção previstas no art. 101 do ECA:

I – encaminhamento aos pais ou responsáveis, mediante termo de


responsabilidade;
II – orientação, apoio e acompanhamento temporários;
III - matrícula e frequencia obrigatórias em estabelecimentos oficial de
ensino fundamental;
IV – inclusão em programa comunitário ou oficial de auxílio à família, à
criança e ao adolescente;
V – requisição de tratamento médico, psiquiátrico ou psicológico, em
regime hospitalar ou ambulatorial;
VI – inclusção em programa oficial ou comunitário de auxílio, orientação
e tratamento a alcoólatras e toxicômanos;
VII – abrigo em entidade.

Tais medidas de proteção são genéricas e enfatizam além da efetivação


dos direitos sociais, também o cumprimento de todos os seus direitos, inclusive de
tratamento, caso venha a se encontrar com dependência a algum tipo de droga.

O MDS – Ministério do Desenvolvimento Social, por meio da Política de


ação Social, atualmente constituidos nos municípios como Secretaria de
Assistência Social, visam garantir a proteção da infância, da adolescência e da
família que necessitam de algum amparo assistencial com o objetivo de assegurar
a não inserção destes à situações degradantes, que aqui pode se incluir o uso
indevido de drogas. Nesse sentido, A Secretaria de Assistência Social, se
configura neste contexto como afirmadora dos direitos sociais de crianças, jovens
e adolescentes, se traduzindo numa ampla rede social de proteção ao uso
indevido de drogas, especialmente por se encontrarem trabalhando com uma
demanda considerada em estado de vulnerabilidade social. Aqui cabe a reflexão
em torno da importância do trabalho profissional do Assistente social. Este, se
torna neste sentido um profissional de extrema importância, haja vista que sua
articulação com o meio social favorecerá a tomada de decisão que fortalecerá o
trabalho preventivo do uso indevido de drogas. Também, oportunizará por meio do
trabalho coletivo em reuniões em escolas, nos bairros e no contato diario com
adolescentes e jovens nos Programas PETI – Programa de Erradicação do
Trabalho Infantil e no Projovem Adoecentes, um enfoque preventivo a partir da
relação profissional estabelecida.

Muito se pode fazer para que se efetive a cultura da prevenção. Existe


uma cultura enraizade do individualismo, mas uma corrente maior, impulsionada
pela sinergia grupal se articula amparada por ideais de coletividade e valorização
da pessoa. Assim, os segmentos sociais, ONGs – Organizações não
governamentais, setores públicos e privados num trabalho coletivo, poderão criar
possibilidades de articulação, organização e prevenção ao uso indevido de
drogas. Aqui o profissional asssitentes social pode se tornar um elo
importantíssimo de ligação entre os setores públicos e a comunidade.

Alguns dados importantes sobre o Levantamento domiciliar sobre Uso de


Drogas Psicotrópicas no Brasil, ajuda a confrontar a realidade com a necessidade
de intervir na problemática do uso indevido de drogas, conforme cita BRASIL
( 2008):

“O I Levantamento foi realizado nas 107 maiores cidades do País, com


pessoas com idade entre 12 e 65 anos de ambos os sexos. Apontou que
68,7% delas já haviam feito uso de álcool alguma vez na vida. Além
disso, estimou-se que 11,2% da população brasileira apresentava
dependência dessa substância, o que correspondia a 5.283.000
pessoas.
Os dados do II Levantamento (2005) apontam que 12,3% das pessoas
com idade entre 12 e 65 nanos, são dependentes do álcool, taxa
superior à encontrada no I Levantamento (2001), que corresponde a
5.799.000 pessoas. Além disso, cerca de 75% dos entrevistados já
beberam alguma vez na vida, 50% no último ano e 38% nos últimos 30
dias. Os dados também idicam o consumo de álcool enm faixas etárias
cada vez mais precoces e sugerem a necessidade de revisão das
medidas de controle, prevenção e tratamento” ( p.54).

Ainda continuando a observação dos dados estatísticos, desta vez entre


os jovens estudantes do ensino fundamental e médio, conforme BRASIL (2008),
enfatiza que:

“O V Levantamento Nacional com estudantes do ensino fundamental e


médio, realizado em 2004 nas 27 capitais brasileiras, indicou que o
primeiro uso de álcool se deu por volta dos 12 anos de idade e,
predominantimente no ambiente familiar. No entanto, as intoxicações
alcoólicas, ou mesmo o uso regular de álcool, reramente ocorriam antes
da adoelscência. Segundo este levantamento, 62,3% dos jovens haviam
feito uso de álcool alguma vez na vida, 63,3% haviam feito algum uso no
último ano e 44,3% haviam consumido o álcool alguma vez nos últimos
30 dias que antecederam a pesquisa” ( p 55).

O consumo de tabaco também tem relavência entre os dados obtidos,


pois conforme cita BRASIL (2008):“ Segundo o Ministério da Saúde, 90% dos
fumantes no Brasil ficaram dependentes da nocotina antes do 19 anos de idade.
Assim, se as indústrias de tabaco conseguirem convencer um jovem a fumar, as
chances de esse jovem se tornar um freguês assíduo de seus produtos, na vida
adulta, são altas” (p.58).

A relação entre os dados obtidos nos Levantamentos Domiciliares nos


anos de 2001 e 2005, enfatizam algumas prevalências de uso de drogas na vida,
como demonstra abaixo BRASIL (2008, p. 60):

DROGAS 2001 (%) 2005 (%)


MACONHA 6,9 8,8
SOLVENTES 5,8 6,1
COCAÍNA 2,3 2,9
CRACK 0,4 0,8
HEROÍNA 0,1 0,09
Fonte: CEBRID/SENAD – I e II Levantamentos domiciliares sobre Uso de Drogas
Psicotrópicas no Brasil 2001 e 2005.
Assim, uma outra análise se faz importante, sobre a tendência do
consumo na vida de vários psicotrópicos entre alunos da 5ª série do ensino
fundamental ao último ano do ciclo médio, em dez capitais do Brasil, em diferentes
anos, conforme descrito abaixo por BRASIL (2008, p. 61):

DROGAS/ 1987 1989 1993 1997 2004


ANO
SOLVENTES 14,7% 17,3% 15,45 13,4% 15,5%
MACONHA 2,85 3,45 4,5% 7,6% 5,9%
COCAÍNA 0,5% 0,75 1,2% 2,0% 2,0%
Fonte: CEBRID. V Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas entre Estudantes do Ensino
Fundamental e Médio da Rede Pública nas 27 Capitais Brasileiras

Em nossa sociedade observa-se por meio das estimativas que uma


enorme parcela dos indivíduos consome algum tipo de droga lícita ou ilícita.
BRASIL (2008, p. 67), retrata o perfil das drogas mais usadas na vida pela
população brasileira, a partir dos dados obtidos entre 2001 e 2005, pela Secretaria
Nacional Antidrogas – SENAD, por meio de Levantamentos domiciliares:

DROGAS 2001 2005


ÁLCOOL 68,7 74,6
TABACO 41,1 44,0
MACONHA 6,9 8,8
SOLVENTES 5,8 6,1
COCAÍNA 2,3 2,9
ESTIMULANTES 1,5 3,2
Fonte: Secretaria Nacional antidrogas – SENAD e o Centro Brasileiro de Informações sobre drogas
– Levantamentos Domiciliares realizados em 2001 a 2005.

Os dados refletem o que a realidade vem demonstrando no que se refere


ao crescimento de uso indevido de drogas na vida de adolescentes, jovens e
adultos. Assim, substâncias proibidas pela Legislação brasileira, como a maconha,
a cocaína e os solventes estão entre as mais consumidas. BRASIL (2008), refere-
se a maconha, segundo Dados do Escritório das Nações Unidas contra as Drogas
e Crime – UNODC, reforçando que: “ Dentre estas, a mais consumida no mundo é
a maconha” (p.67).

Assim, milhões de jovens e adolescentes brasileiros vivenciam o uso de


alguma droga. A situação de miserabilidade social; a falta de oportunidades de
emprego e renda; a falta de políticas públicas nas áreas de esporte, cultura e
lazer, possibilitar o crescimento de jovens que passam a fazer o uso indevido de
alguma droga. Nesse sentido, a aproximação nas relações sociais dos setores
público 020241,444444 3

33z♠6s e a comunidade pode favorecer o intercâmbio de ações


preventivas, possibilitando a melhoria da qualidade de vida de jovens e
adolescentes.

Brasil (2008), sinaliza os fatores de risco e de proteção que podem ou não


ser determinantes para que um indivíduo venha no futuro ser um usuário de
drogas:

FATORES DE RISCO FATORES DE PR OTEÇÃO


Falta de oportunidades Existência de oportunidade de estudo,
socioeconômicas para a construção de trabalho, lazer e de inserção social que
um projeto de vida possibilite ao indivíduo concretizar seu
projeto de vida.
Fácil acesso às drogas lícitas e ilícitas. Controle efetivo do comércio de drogas
legais e ilegais.
Permissividade em relação a algumas Reconhecimento e valorização, por
drogas. parte da comunidade, de normais e leis
que regulam o uso de drogas.
Inexistência de incentivos para que o Incentivo ao envolvimento dos jovens
jovem se envolva em serviços em serviços comunitários.
comunitários.
Negligência no cumprimento de normas Realização de campanhas e açõs que
e leis que regulam o uso de drogas. ajudem o cumprimento das normas e
leis que regulam o uso de drogas.
Fonte: A Prevenção do Uso de Drogas e a Terapia Comunitária. SENAD, 2006.

A sociedade brasileira clama por intervenções cada vez mais voltadas


para o cumprimento dos direitos essenciais a vida de cada jovem e adolescentes
deste país. Assim, cada indivíduo é em essência um agente social, e as mudanças
sociais não passa unicamente pelas esferas públicas, mas essencialmente pela
mobilização interna de cada sujeito social.

JUSTIFICATIVA
O projeto de pesquisa, entitulado “uma análise da visão dos adolescentes
e jovens em idade escolar sobre o uso indevido de drogas no município/sede na
cidade de Barro Alto” insere-se num contexto urbano, porém contemplará uma
parte de alunos oriundos da zona rural, efetivando e oportunizando dados
diversificados no que tange ao processo coletivo de formulação de mecanismos
educacionais que envolvam a participação da comunidade escolar e local na vida
da escola, a partir da pesquisa da referida pesquisa de campo envolvendo jovens
e adolescentes em idade escolar. Assim, as escolas da zona urbana serão o foco
da atuação e o campo da pesquisa, pelo seu universo de alunos nos mais
diferentes e variados segmentos do ensino, como do infantil ao fundamental I e II
e ensino médio, Estes alunos têm suas condições sociais atreladas na maioria
das vezes ao trabalho agrícola, empregos públicos e pequenos comércios locais,
de onde seus pais retiram a renda para a sobrevivência familiar.

A escolas se inserem no contexto da cidade onde as mesmas estão


mergulhadas como uma das poucas oportunidades de entretenimento da
comunidade. Sendo assim, as Unidade escolares passam por inúmeras
dificuldades no que se refere à competição desigual com outros locais de
entretenimento em que adolescentes e jovens freqüentam. Estes locais são de
fácil acessibilidade, falam a linguagem juvenil e permanecem como a cultura da
moda, ou seja, favorecem a incorporação do jovem em outras redes sociais,
muitas vezes nada condizentes com o objetivo almejado pela escola. Atrelado a
isto, está também a falta de informação, a ociosidade dos mecanismos públicos na
efetiva divulgação dos agentes nocivos à saúde dos jovens, especialmente das
diferentes formas de drogas.

Mesmo concebendo dificuldades na vida social da comunidade, as


escolas se preocupam com a vida e o futuro dos seus alunos, haja vista, que
mesmo com inúmeras dificuldades a serem enfrentadas, os gestores escolares,
permanecem compromissados com a formulação de mecanismos educativos
inerentes à melhoria da qualidade de vida desses educandos. Assim, a Proposta
de trabalho ora denominada “uma análise da visão dos adolescentes e jovens em
idade escolar sobre o uso indevido de drogas no município/sede na cidade de
Barro Alto”, em parceria com a comunidade escolar e local, articulam a
necessidade de melhor intervir na realidade escolar, por acreditar que a
intervenção seja um mecanismo que bem articulado e sistematizado sob o olhar
da dinamicidade coletiva pode proporcionar inúmeras situações que venham a
pequeno, médio e longo prazo efetuarem melhorias significativas na qualidade do
ensino e consequentemente na prevenção ao uso de drogas.

Importante salientar que as Unidades escolares nessa perspectiva se


voltam para o contexto desta realidade como eixo centralizador das mudanças
necessárias na postura educativa da instituição, bem como mediadora das
atividades que visam aprofundar discussões significativas para a melhoria da
qualidade de vida da comunidade escolar e local, efetivando práticas preventivas e
de inclusão social.

A escola precisa estar ciente da realidade social que a envolve do


contexto onde esta está mergulhada. A freqüência desorientadas de festas em
bares, clubes, boates, não controlados pelos gestores públicos da comunidade,
vêm ao longo dos tempos ajudando no aumento significativo do consumo de
álcool pelos adolescentes e jovens da comunidade, na sua maioria alunos das
Unidades escolares aqui referidas. É notório, que o abuso de festas dançantes na
comunidade, acarreta outros fatores como o aparecimento de outras drogas, em
especial a “maconha”, esta por sinal já é algo presente em uma grande parcela
visível dos adolescentes e jovens da localidade, porém já se tem relatos de
envolvimento concreto de alunos dentro e fora do ambiente escolar. No entanto,
necessário se faz agir na formulação de ações que possibilitem o avanço de tal
abordagem nos ambiente internos e externo à escola, a partir de parcerias com os
diversos segmentos sociais da comunidade, inclusive as Secretarias Municipais
de: educação, saúde, lazer, esporte, cultura, assistência social, bem como o
conselho tutelar, sindicatos, igrejas, associações, etc.

O uso indevido de álcool pelos adolescentes e jovens, nota-se que muitos


fazem tal procedimento, também por necessidade de incorporação aos grupos e
por isso, mergulham em ambientes nada atrativos, concebendo idéias e culturas
que passam a fazer parte do dia-a-dia desses adolescentes. Assim, a família
nesse contexto passa a ser como em todos os momentos da história de vida das
pessoas uma ferramenta indispensável na formulação e construção de valores
essenciais à existência e permanência da ética nas relações interpessoais dos
seres humanos. Como afirma Brasil (2006): “Na adolescência, sem a participação
da família, o adolescente desafiador, que não sabe lidar com as frustrações,
apresenta maior chance de desenvolver uso de substâncias” (p. 120). Todavia, a
família passa a exercer neste contexto, espaço onde as relações de confiança
recíproca deva ser o eixo central da vida familiar, pois necessário se faz que a
família tome as rédeas dos problemas que ora estão enfrentando ou evidenciados
por seus filhos. Resolver os problemas dos filhos não é a solução a ser aplicada
nesta questão aqui enfatizada, mas estar presente nas suas escolhas, suas
angústias e decepções, apoiando-os sempre, haja vista, que a família precisa
resgatar os valores tão inerentes à vida familiar, como o companheirismo e o
respeito.

Neste caso, é preciso que a escola entenda às necessidade dos alunos,


suas angústias seus desejos e aspirações. Por isso é importante que jovens e
adolescentes estejam satisfeitos com escola onde estudam, pois assim como
salienta Ceccon (2001): “Todo mundo vive se queixando da escola. Pais,
professores e alunos reclamam que ela não está funcionando como devia e que
as coisas não podem continuar desse jeito” (p. 11). Assim, é notável que a escola
deva ser um ambiente não meramente para estudos com disciplinas
hierarquizadas e formalizadas, mas como um ambiente onde seus alunos possam
estar em contato com uma diversidade cultural que atenda às suas necessidades
de relacionamento e entretenimento, pois a escola deverá ser também um ponto
de encontro entre alunos. O gostar da escola estar associada à idéia de que a
própria escola jamais deverá ser concebida como única e exclusivamente o lugar
de produção científica, mas também de construção relacional.

Assim sendo, a escola poderá contar com os mecanismos sociais


externos a ela, pois a comunidade local é uma grande parceira diretamente, isto é,
a comunidade se torna nesse sentido um grande mecanismo de contribuição
social e cultural na efetivação de ações educativas que se realizadas
coletivamente contribuirá decisivamente para a melhoria da qualidade da
educação como um todo. Pois a este respeito Brasil (2005) reforça que “Serviços
de saúde, clubes, associações comunitárias, ONGs, empresas e igrejas também
podem ser instituições essenciais nas relações da escola com a comunidade com
o objetivo de diminuir os riscos de uso indevido de drogas pelos alunos” (p. 18).

Contudo, o Projeto de Pesquisa “uma análise da visão dos adolescentes


e jovens em idade escolar sobre o uso indevido de drogas no município/sede na
cidade de Barro Alto” parte da necessidade de melhor possibilitar intervenções
relacionadas às diferentes drogas existentes no cotidiano dos adolescentes e
jovens, visando também oportunizar a implementação de mecanismos de
participação coletiva da comunidade para a escola e desta para a comunidade,
por meio da inserção dos diversos segmentos sociais no trabalho preventivo do
uso indevido de drogas tendo como base a visão dos jovens e adolescentes
pesquisados.

OBJETIVOS

GERAL:

 Analisar sob a visão dos adolescentes e jovens em idade escolar o uso


indevido de drogas no município/sede de Barro Alto, bem como construir um
diagnóstico que possibilite possíveis intervenções dentro das unidades escolares
pesquisadas.

ESPECÍFICOS:

 Possibilitar a reflexão em torno das drogas lícitas e ilícitas, bem como


seus níveis de desenvolvimento no sistema nervoso central;
 Reconhecer as drogas como instrumento que possibilita a má qualidade
do apredizado dos jovens e adolescentes;
 Identificar a vulnerabilidade social como um dos fatores que possibilita a
entrada do adolescente e do jovem no mundo das drogas;
 Reconhecer as famílias como redes de proteção indispensável ao
trabalho preventivo do uso de drogas;
 Refletir e caracterizar de forma sistemática o papel dos setores públicos
( Educação, Saúde, Cultura, Lazer, Esporte, Assistência Social, Conselho Tutelar)
no trabalho preventivo ao uso indevido de drogas;
 Demonstrar a importância da formação permanente dos educadores para
uma mais efetiva intervenção frente ao processo preventivo do uso indevido de
drogas;

METODOLOGIA

O projeto de pesquisa em questão tem como tema central o uso indevido


de drogas e os adolescentes em idade escolar, e se dará por meio de pesquisa de
campo, com questionário semi-aberto. Assim, o processo da argumentação se
dará por meio de leitura de autores diversos que permitirão análises e reflexões
críticas no tocante a temática do uso indevido de drogas. Todavia, é imprescindível
o uso do método científico que dará suporte na coleta e processamento das
informações obtidas por meio da pesquisa realizada com jovens e adolescentes
em idade escolar. O uso do método científico proporcionará a sistematização das
informações, dos dados e das análises para a identificação mais precisa da
temática citada; seus problemas e aspectos relevantes que precisam ser
discutidos com maior ênfase. Será também adotado o mecanismo de visitas a
Instituições Escolares urbanas, com o intuito de coletas de informações sobre a
prática dos atuais educadores e gestores no trabalho preventivo ao uso indevido
de drogas..

Assim, o estudo sistemático de diferentes obras, tais como livros, jornais, revistas
e materiais disponibilizados na internet proporcionará a fundamentação teórica e
científica que dará suporte a toda argumentação desenvolvida no trabalho.

Contudo, o Projeto de Pesquisa será desenvolvido por meio de análises teóricas


bibliográficas que sustentará a argumentação das hipóteses levantadas
proporcionando a concretização de um novo olhar sobre o trabalho preventivo do
uso de drogas por adolescentes e jovens em idade escolar, bem como na maneira
de como os educadores, gestores escolares e diversos segmentos sociais da
comunidade se envolvem com o processo preventivo do uso indevido de drogas
na cidade de Barro Alto.

CRONOGRAMA

ETAPAS DA MAIO JUN JUL AGO SET OUT


PESQUISA
Revisão X X
literária
Elaboração X X
do Projeto de
Pesquisa
Visita a X
Instituições
Escolares
Aplicação do X
questionário
Tabulação X
dos dados
Análise dos X
resultados
Publicação e X
apresentação
da pesquisa
para a
comunidade
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL, Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas


Públicas. SNA/MEC/UNB, Brasília: Universidade de Brasília, 2006.

BRASIL, Prevenção ao uso indevido de drogas: curso de capacitação para


conselheiros municipais. Presidência da República, Secretaria Nacional
Antidrogas, 2008.

_______,Cartilha para educadores. SENAD, Brasília: 2005. Série: Por dentro do


assunto.

_______,Cartilha sobre cocaína, maconha e inalantes. SENAD, Brasília: 2005.


Série: Por dentro do assunto.

CECCON, Claudius; OLIVEIRA, Miguel Darcy de; OLIVIERA, Rosiska Darcy de. A
escola na vida e a escola da vida. 35. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.

ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº. 8.069 de julho de 1990

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática


educativa. 25 ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

LUCK, Heloísa. A gestão participativa na escola. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.


Série: Cadernos de gestão.

ANEXO

PESQUISA PARA LEVANTAMENTO E DADOS

PERFIL DO ENTREVISTADO (A)

IDADE:________________________ SEXO: M( ) F( )

LOCALIDADE: ( ) URBANA ( ) RURAL

1. Com que idade você fez o primeiro uso de drogas (lícitas ou ilícitas)?
( ) entre os 10 e 12 anos ( ) entre os 13 e 15 anos
( ) a partir dos 16 anos ( ) outros______________________

2. Com relação ao uso de drogas na sua vida, você:


( ) faz uso moderado ( ) não faz uso
( ) é usuário (a) ( ) outros ______________________

3. Qual das drogas abaixo, você considera mais consumida por


adolescentes e jovens em Barro Alto?
( ) Álcool ( ) Maconha ( ) Solventes
( ) Cocaína ( ) Crack ( ) outros ___________

4. Das opções abaixo, assinale o tipo de droga que vem aumentando


com mais frequência o seu uso por jovens e adolescentes em Barro Alto:
( ) Álcool ( ) Maconha ( ) Solventes
( ) Cocaína ( ) Crack ( ) outros ___________

5. Das opções abaixo, qual você considera que tem possibilitado que
adolescentes e jovens façam uso de drogas:
( ) miserabilidade social ( ) falta de esporte, cultura e lazer
( ) falta de informações ( ) desemprego
( ) falta de fiscalização de órgãos competentes
outros__________________________________________________________
6. Com relação ao uso indevido de drogas em Barro Alto, você avalia
futuramente como:
( ) preocupante ( ) muito preocupante
( ) extremamente preocupante ( ) não há o que se preocupar

7. como você analise a formação dos seus professores para discutir a


temática das drogas em sala de aula?
( ) estão despreparados ( ) estão pouco preparados
( ) estão suficiente preparado ( ) estão totalmente preparados
( ) outros _____________________________________________________

8. Você considera a gestão (direção escolar) da sua escola preocupada


com a questão do uso indevido de drogas por adoelscentes e jovens?
( ) sim ( ) não
( ) outros _____________________________________________________

9. Assinale abaixo apenas uma alternativa que você considera


imprescindível na prevenção do uso indevido de drogas e que sua
escola seja capaz de fazer em Barro Alto.
( ) campanhas informativas ( ) debates
( ) dramatizações, teatros ( ) seminários
( ) Palestras com profissionais diversos ( ) parcerias
( ) outros_____________________________________________________
10. Faça uma única opção abaixo e assinale apenas a área que você
considera que mais pode contribuir para a prevenção ao uso de
drogas em Barro Alto.
( ) Esporte ( ) Lazer ( ) cultura
( ) Saúde ( ) Educação ( ) Assistencia Social
( ) Segurança Pública ( ) Conselho Tutelar
outros_________________________________________________________