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REGIMES DE ESCOAMENTO REGIMES DE ESCOAMENTO

1 - REGIMES DE ESCOAMENTO
j O B S : A todo rigor da definição, o regime permanente não existe na prática, considera-se permanente

/ o regime em função de elementos médios, resultando um movimento permanente em média.

2 - E m relação ao espaço:
CLASSIFICAÇÃO D O S R E G I M E S D E E S C O A M E N T O
• Uniforme:

O escoamento uniforme é quase sempre de regime permanente. A velocidade e a profundidade da


I - E m relação ao tempo:
água (canal) são constantes ao longo do conduto, ou seja, a velocidade é constante em qualquer
• Permanente:
ponto ao longo do escoamento, para um determinado tempo. Este regime s ó pode se estabelecer
N ã o há variação das características do escoamento (velocidade constante) em um ponto
em canais uniformes muito longos e em trechos distantes das suas extremidades.
considerado, daí, os diversos parâmetros de uma seção molhada são constantes. Esses parâmetros '

(superficie molhada, pro&ndidade, vazão, etc) podem depender da seção ou do ponto


considerado, porém são independentes do tempo. 5 L

'^Para que o movimento seja permanente, a quantidade de água que entra é igual à quantidade que

sai, isto é, a corrente liquida não perde nem recebe líquido durante o trajeto (afluentes,
N ã o Uniforme (variado):
•^alimentação pelo lençol fireático, perdas por infiltração, derivação, etc). Neste caso há
Este tipo de escoamento pode se verificar em regime permanente ou não. Caracteriza-se pela
( continuidade da vazão entre as diversas seções do canal.
variação da vazão (velocidade) e da profundidade do líquido ao longo da extensão do canal. As
A vazão e a profundidade do líquido em qualquer seção não variam com o tempo, durante o
trajetórias das partículas são curvas e a declividade das superficies livres é variável ao longo do
período que interessa considerar.
canal. E o regime que se tem necessariamente em canais não uniformes, tais como os cursos
No escoamento permanente tem-se:
d'ágim naturais, sendo também muito fi-eqiientes em canais uniformes.

Neste caso, existe variação da velocidade de escoamento entre uma seção e outra.

£X = o ^ =0 ^ =0 etc.
õt õt õt
^ . 0
ÔL
N ã o Permanente (Transitório):
A velocidade em um determinado ponto depende do tempo. Os diversos parâmetros f

(prpfiindidade, área molhada, vazão, etc) variam na seção em fiinção do tempo. . O regime não uniforme pode ser gradualmente variado ( M G V ) ou bruscamente variado ( M B V ) .

^ No regime M G V os raios de curvatura das trajetórias das partículas são muito grandes em relação
Neste caso há variação das características de escoamento:
,5" às dimensões do canal. No M B V , as trajetórias das partículas apresentam grandes curvaturas.

ÊX,o ^ ^ 0 etc.
õt õt õt
ilt. V:Í«
í

7 >C"OC-
REGIMES DE ESCOAMENTO EQUAÇÃO G E R A L D A RESISTÊNCIA

• Exemplos: 2 - EQUAÇÃO GERAL DA RESISTÊNCIA


- Regime Permanente Uniforme:

Água escoando por um canal longo, de seção constante e carga constante.

- Regime Permanente e N ã o Uniforme:

Água escoando por um conduto de seção crescente com vazão constante.


No regime uniforme da água num canal considera-se as seguintes condições:
Água escoando na crista de um vertedor de barragem.
- A velocidade média V é constante ao longo de todo o canal,
- Regime N ã o Permanente:
- A distribuição das velocidades é independente da seção molhada considerada, considerando
Uma onda de cheia em um curso d'àgua natural.
o coeficiente de coriolis ( a ) constante;
Uma onda de maré.
- A superficie molhada é constante.

O movimento se estabelece sob a ação de uma força constante, que é a componente do peso
• Resumo:
do líquido no sentido do movimento e isto graças à igualdade entre esta e a somatória das forças que
Uniforme
(seção uniforme, V e Y se o p õ e m ao movimento, devidas ao atrito ^ír líquido no canal. A perda de energia potencial do
constantes) líquido ao descer em imi canal iguala a energia transformada em calor devido ao atrito e à
Permanente Graduataiente
(Para determinada seção a turbulência. E m consequência dessa igualdade, existente no regime uniforme, este não pode
vazão é constante) estabelecer senão em canal de declividade positiva, isto é, descendente.
Escoamento Variado
(acelerado e retardado) Para a dedução da equação geral da resistência, considere o canal, de seção transversal A,
Bruscamente
representado na figura abaixo:

N ã o Permanente
(vazão variável) Horizontal

Figura 2.1 - Representação esquemática de imi canal de comprimento unitário

3 1
EQUAÇÃO G E R A L DA RESISTÊNCIA E Q P A Ç Ã O G E R A L D A RESISTÊNCIA

Considere ainda: -MANNING(1890):

- Comprimento do canal = 1 metro.

- Movimento uniforme => forças aceleradoras = forças retardadoras


C=- V =
2
R 3 . F
l
- Forças aceleradoras => F = m a ^

|^^T^[xAJ..s.en(.a)— '
- Forças retardadoras => depende de: Tabela 2.1. Coeficientes de rugosdidade (fórmula de Manning)

- peso específico (y) Natureza das paredes n


1 - Canais de chapas com rebites embutidos, juntas perfeitas e águas limpas. Tubos de cimento
- perímetro molhado (P) e de íiindição em perfeitas condições 0,011
- comprimento do canal ( L =1) 2 - Canais de cimento muito liso de dimensões limitadas, de madeira aplainada e lixadas, em
ambos os casos; trechos retiiineos compridos e curvas de grande raio e água limpa. Tubos de
- iraia certa função da velocidade média CF(v)) fundição usados 0,012
Res = y.P.4'(v) 3 - Canais com reboco d ê cimento liso, porém com curvas de raio limitado e águas não
completamente limpas; construídos com madeira lisa, mas com curvas de raio moderado 0,013
- No movimento uniforme => F = Res 4 - Canais com reboco de cimento não completamente liso; de madeira como no número 2,
porém com traçado tortuoso e curvas de pequeno raio e juntas imperfeitas . 0,014
y.A.l.sen(a) = y.P.*F(v)
5 - Canais com paredes de cimento não completamente lisas, com curvas estreitas e águas
como a é pequeno => sen(a) = tan(a) com detritos; construídos de madeira não-aplainada de chapas rebitadas 0,015
6 - Canais com reboco de cimento não muiáj alisdo e peuenos depósitos no fiindo; revestidos
y.A.l.tan(a) = y.P."í'(v) ou por madeira não aplainada; de alvenaria construída com esmero; de terra, sem vegetação 0,016
R.tan(a) = "Pív) => tan(a) = I (declividade) 7 - Canais com reboco de cimento incompleto, juntas irregulares, andamento tortuoso e
depósitos nofiando;de alvenaria revestindo taludes não bem perfilados 0,017
^ | R . I = \\i (v) Equação geral da resistência 8 - Canais com reboco de cimento rugoso, depósitos no fiaido, musgo nas paredes e traçado
tortuoso 0,018
Esta equação e a da continuidade (Q = A . V ) permitem resolver os problemas práticos.
9 - Canais de alvenaria em más condições de manutenção e fiando com barrro, ou de alvenjuia
de pedregulhos; de terra, bem construídos, sem vegetação e com curvas de grande raio 0,020
10 - Canais de chapas rebitadas e juntas irregulares; de terra, bem construídos com pequenos
EQUAÇÕES D A V E L O C I D A D E : a*-'^*^ U V ' f depósitos no fimdo e vegetação rasteira nos taludes 0,022
11 - Canais de terra, com vegetação rasteira no fiando e nos taludes 0,025
12 - Canais de terra, com vegetação normal, fiando com cascalhos ou irregular por causa de
-CHEZY(1775): g j j ^
erosões; revestidos com pedregulhos e vegetação 0,030
13 - Alveos naturais, cobertos de cascalhos e vegetação 0,035
^ , a ^ } ^ : A 14 - Alveos naturais, andamento tortuoso 0,040
v = c V g I Fonte: A Z E V E D O N E T O & A L V A R E Z

Utilizada para condutos livres e forçados. L '-^ \j - k


C => depende da natureza e estado das paredes, formas da seção e às y z e s da declividade.

1/7'. t. Tl - •

p c . f ^ . ' f ^ ^
E Q U A Ç Ã O G E R A L D A RESISTÊNÇL^^
E Q U A Ç Ã O G E R A L DA RESISTÊNCIA

S T R I C K L E R (1923):
- B A Z I N (1897);

2 1
V = K.R3P

Tabela 2.2. - Coeficientes de rugosidade (Fórmula de Strickler)


em que, N A T U R E Z A DAS P A R E D E S K
Y = coeficiente de rugosidade; Canais com revestimento de concreto bruto 53 a 57
Canais com bom revestimento, bem alisado 80 a 90
Rh = raio hidráulico.
Galerias de concreto, lisas 90 a 95
Galerias escavadas em rocha 25 a 40
Galerias com fimdo e abóboda de concreto comprimido, paredes laterais de
Tabela 2.3. - Coeficiente de rugosidade (y) da equação de Bazin
alvenaria de pedra 85 a 90
NATUREZA DAS PAREDES y Galerias com fundo e paredes laterais com revestimento, abóboda sem revestimento 55
Paredes muito lisas - cimento liso, madeira aparelhada, etc. 0,06 Canais antigos com depósitos ou vegetação 43 a 52
Paredes lisas - tábuas - alvenaria de tijolos bem rejimtados 0,16 Canais de terra 30 a 40
Paredes de alvenaria de pedra bruta 0,46 Canais com fimdo não revestido
Paredes mistas, parte revestida, parte em terra 0,85 seixos grandes 35
Paredes de terra nas condições ordinárias 1,30 seixos médios. 40
Paredes apresentando rugosidade excepcionahnente grandes 1,75 pedra fina j 45
pedra fina e areia "T^ 50
Fonte: P I M E N T A
areia fina até 90
Canais de alvenaria bruta 50
Canais de alvenaria comum .60
Canais de tijolos ou pedja aparelhada 80
Canais muito lisos 90 o u >
Rios e arroios
fimdo rochoso, rugoso 20
medianamente rugoso 20 a 28
Fonte: N E V E S

4-; r
' -1

5
E L E M E N T O S GEOMÉTRICOS E L E M E N T O S GEOMÉTRICOS

- Profiindidade média ou profiindidade hidráulica (Y™):


3 - GEOMETIOA DA SEÇÃO DE UM CANAL
É a refação entre a área molhada (A) e a largura da superficie líquida (B): Y „ = —
B
- Declividade da superficie (J):

E dada pela tangente do ângulo de inclinação da superficie livre da água.


- Declividade de fimdo (I):

É dada pela tangente do ângulo de inclinação do fiindo do canal.

- Talude (Z):

E a tangente do ângulo de inclinação das paredes do canal.

A(área)

• SEÇÕES T R A N S V E R S A I S U S U A I S :

P (perímetro)
- Retangular:

Figura 3 . 1 - Representação esquemática da seção transversal de um canal


- Largura da superfiicie (B) = b

- Área (A) = b.y

- Perímetro (P) = b + 2.y


- Canais: são condutos nos quais a água escoa apresentando superficie sujeita à pressão atmosférica.
by
- Raio hidráulico (R) = —
b + Zy;^
- Profiindidade de escoamento ( Y ) :

É a distância entre o ponto mais baixo da seção e a superficie livre da água. - Trapezoidal:
- Área molhada (A):

É toda seção perpendicular ao escoamento, molhada pela água. - Largura da superfiicie (B) = b + 2.z.y
- Perímetro molhado (P): - Área (A) = y.(b + z.y)
É o comprimento da linha de contorno molhada pela água.
- Perímetro (P) = b + l y . V z ' +1 : a
- Raio hidráulica (R): z

A diversidade das formas das seções toma, geralmente, difícil defini-las por uma única - Raio hidráulico (R) = —

dúnensão, como o diâmetro nos condutos forçados. Daí, recorre-se ao raio hidráulico, que é a
- Profijndidade média (Ym) = —
A B
relação entre a área e o perímetro molhado: R = —
ELEMENTOS GEOMÉTMCOS MOVIMENTO UNIFORME>

- Triangular:
4 - MOVIMENTO UNIFORME
- Largura da superfiicie (B) =2.z.y

- Área (A) = 'z.y^

- Perímetro (P) =2.y.Vz' +1


• CONDIÇÕES D O M O V I M E N T O U N I F O R M E

- Raio hidráulico (R) = —


b= o - Canal de declividade constante: há movimento uniforme quando a seção de escoamento é constante
_ y
- Profundidade média (Ym) = em forma e dimensões. Pela equação da continuidade (Q = A i . V i = A2.V2), para que a velocidade

seja constante, a seção também deve ser, ou seja, a profimdidade da água ( Y ) é constante e a

superficie livre da água é paralela ao fundo. A linha piezométríca coincide com a superficie da água.

- Circular:

D'
- A r e a ( A ) = — . ( 9 - s e n 9) D
8

9. D
- Perímetro (P) =

sen9^
- Raio hidráulico (R) = — . 1 -
4

' 9^
- Largura da superfície (B) = D. sen—

f \
D 9-sen9
8 9
sen-
V 2 )
D
1-cos-
2 2)
F I G U R A 4.1 - Representação esquemática de um segmento de canal.

- Ângulo (9) = 2. are. cos.

Aplicando Bemoulli entre as seções 1 e 2 afastadas entre si de uma distância L , tem-se:

.3
MOVIMENTO UNIFORME MOVIMENTO UNIFORME

Permanente
não
uniforme Permanent

N o movimento imiforme V i = V2, A i = A2, e, Y , = Y2, então:

Z , = Z2 + hp

, 1 rr^

Figura 4.2. - Representação esquemática de um escoamento


No movimento uniforme a perda de carga é igual à diferença de cotas da superfície, ou do

fimdo do canal, dado o paralelismo existente.


O movimento- uniforme só se estabelecerá após a fase de transição, quando existir um

balanceamento das forças aceleradora e resistiva.


- Movimento Permanente e Uniforme:
A força resistiva, originada pela presença de uma tensão de cisalhamento, que depende da

viscosidade do fluido e da rugosidade do canal, é fimção da velocidade média do escoamento.


^ = 0 e ^^ = 0
A força aceleradora é a componente da força gravitacional na direção do escoamento.
õt õh
Ainda na figura 4.2., no trecho inicial do canal haverá uma aceleração do escoamento

necessária para a velocidade passar de um valor praticamente nulo no reservatório para um certo
Ocorre em canais prismáticos, de grande comprimento e pequena declividade.
valor finito. Neste trecho há um desbalanceamento das forças, já que a componente gravitacional
A superfície da água é paralela à linha de energia que é paralela ao fimdo do canal ( I = J)
supera a resistiva, caracterizando um movimento não uniforme.
O Movimento Uniforme ( M U ) só é atingido depois da zona de transição, cujo comprimento
Com o aumento da velocidade cresce a força da resistência, até que esta se toma igual e
dependerá principalmente das resistências oferecidas ao escoamento. Este tipo de escoamento só
oposta a da gravidade. Ao atingir este equihbrio, resulta um movimento com veLocidade-Constante,
ocorre em condições de equilíbrio dinâmico, isto é, quando houver um balanceamento entre a força,
que é caracterizado pela constância da vazão, através da seção reta e constância da altura d'água,
aceleradora e a força de resistência.
caracterizando o escoamento permanente e uniforme.
A força de resistência depende da velocidade média do escoamento e portanto é necessário
Próximo a extremidade de jusante o escoamento é influencidado pela presença da queda livre
que esta velocidade atinja um determinado valor para que haja o equilíbrio entre essas forças. Por isto
e existe novamente o desbalanceamento entre as forças, caracterizando imi escoamento onde a altura
é necessário que o canal tenha um comprimento razoável para que haja a possibilidade do
varia gradualmente (no trecho em que o escoamento é paralelo), que é chamado escoamento
estabelecimento do escoamento permanente e uniforme, fora dos trechos onde existe a influência das
permanente gradualmente variado.
extremidades de montante e jiisante^
Desta maneira pode-se verificar que em canais curtos as condições de^escoamento uniforme
Considere o escoamento apresentado na figura 4.2. onde um canal prismático, de declividade
não são atingidas, entretanto a solução de problemas de escoamento xmiformes forma a base para os
e rugosidade constante é alimentado por reservatório e termina por uma queda brusca.
cálculos de escoamentos em canais.

3
MOVIMENTO UNIFORME MOVIMENTO UNIFORME

• DISTRIBUIÇÃO D A S V E L O C I D A D E S N O S C A N A I S ;

. COMPARAÇÃO E N T R E C O N D U T O S F O R Ç A D O S ^ L I V R E S ;
Os condutos livres podem ser abertos ou fechados, com as mais diversas formas: circular,

Existe mais dificuldades de se tratar com os condutos livres do que com os condutos trapezoidal, retangular, triangular, etc.

forçados, pois, enquanto para as tubulações usuais em condutos forçados a rugosidade é A velocidade de escoamento varia, dentro de uma mesma seção do canal (seção transversal e

relativamente bem caracterizada (tubos provém de produção industrial), para os condutos livres é longitudinal). Com a resistência do fimdo e da lateral, há redução da velocidade, além disso, existe

mais difícil a especificação do valor numérico da rugosidade em revestimentos sem controle de infíuençia da atmosfera _ej/OTtps, oferecendo resistência ao escoamento, influenciando a velocidade.
qualidade industrial. 1 2 3
U m outro fator é o que diz respeito aos parâmetros geométricos, pois, enquanto nos condutos

forçados utilizam-se basicamente seções circulares, os canais se apresentam nas mais diversas formas

geométricas, podendo ainda apresentarem variações desses parâmetros no espaço e no tempo.

seção transversal seção


- Condutos Forçados ;
Figura 4.3 - Distribuição da velocidade da água no canal

C w d u t p no qual o fluxo escoa sob pressão diferente da atmosférica. A canalização fimciona, Cálculo da velocidade média:

sempre, totalmente cheia e o conduto é sempre fechado^ (a) Vm s 80 a 90% da velocidade superficial;

O movimento pode efetuar-se em imi ou outro sentido do conduto. (b) Vm = velocidade a seis décimos de profiindidade

São exemplos de condutos forçados;


(c) V m = ^ " ^ ^ ' ' '
- encanamentos de distribuição de água nas cidades, canaUzações de recalque, sifões, etc.

(d) V m . ^ ° - - " ^ " " ^ ^ -


- Condutos Livres;

• L I M I T E S D E V E L O C I D A D E E M CANAIS;

São condutos nos quais o líquido apresenta superfície livre, ou seja, o líquido está sob pressão - Limitações do escomento; Vmax > V > Vmin

atmosférica. - qualidade da água (material em suspensão)

O movimento se faz sempre no sentido decrescente das cotas topográficas - natureza das paredes do canal

. F u n c i o n a m sempre por gravidade. - Velocidade mínima; Velocidade abaixo da qual o material sólido contido na água decanta,

Entre os condutos livres podemos citar os cursos de água, redes de esgotos, canais de. produzindo assoreamento no leito do canal.

navegação, etc. - Velocidade máxima; Velocidade acima da qual ocorre erosão das paredes do canal.

5
MOVIMENTO UNIFORME MOVIMENTO UNIFORME

- Decjiyidade iimite;-
T A B E L A 4.1 - Velocidades limites, em função do material das paredes do canal A velocidade é fimção da declividade. E m consequência dos limites estabelecidos para a
TIPO D E CANAL V E L O C I D A D E (m/s) velocidade, decorrem limites para a declividade.
Canal em areia muito fina 0,20 a 0,30
Canal em areia grossa pouco compactada 0,30 a 0,50
Canal em terreno arenoso comum 0,60 a 0,80 T A B E L A 4.4 - Velocidades hmites práticas
Canal em terreno silico-arenoso 0,70 a 0,80
TIPO D E C A N A L D E C L I V I D A D E (m/m)
Canal em terreno argiloso compactado 0,80 a 1,20
Canais de navegação até 0,00025
Canal em rocha 2,00 a 4,00
Canais industriais 0,0004 a 0,005
Canal de concreto 4,00 a 10,0
Canais de irrigação; pequenos 0,0006 a 0,0008
Fonte; S B L V E S T R E
grandes 0,0002 a 0,0005
T A B E L A 4.2 - Velocidades médias mínimas para evitar depósitos Aquedutos de água potável 0,00015 a 0,001

TIPO D E A G U A V E L O C I D A D E (m/s)
Água com suspensão fina 0,30 • F O L G A NOS CANAIS;
Água com areia fina 0,45
Agua de esgoto 0,60
Medida de segurança; fijlga de 20 a 30% na capacidade.
Agua pluvial 0,75
Fonte: S I L V E S T R E - Contrabalançar a diminuição da capacidade devido à sedimentação;

- Evitar transbordamentos.
- Controle da velocidade: dimensões da seção e declividade. Procedimento:
- Velocidades práticas: - Aumentar o valor de Y , de 20 a 30%;
- Canais de navegação, sem revestimento: até 0,50 m/s; - Prolonga-se a reta do talude até a horizontal do novo Y .
- Aquedutos de água potável: 0,60 a 1,30 m/s;

- Coletores e emissários de esgoto: 0,60 a 1,50 m/s. B,

Bo \
- Limitação devido à inclinação das paredes:
\
\ /
- A inclinação depende principalmente da natureza das paredes. \ Yi
\ /
\
/
T A B E L A 4.3 - Inclinação dos taludes em função do material do canal
\ /
/
NATUREZA DAS PAREDES z = tg9 e Figura 4.4 - Folga nas dimensões do canal
Canais em terra sem revestimento 2,5 a 5 68,2° a 7 8 , r
Canais em saibro, terra porosa 2 63,4°
Cascalho roliço 1,75 60,2° D I M E N S I O N A M E N T O D E SEÇÕES D E C A N A I S (tabelas);
Terra compacta sem revestimento 1,5 56,3°
Terra muito compacta, paredes rochosas 1,25 fl,4°
Rocha estratificada, alvenaria de pedra bruta 0,5 26,5°
Rocha compacta, alvenaria acabada, concreto 0 0° n.Q A^
Q = -.A.RM2 = A.R3
Fome: S I L V E S T R E n Vi p'

(9,3 to,,3 . ' l - i - ^ h .


MOVIMENTO UNIFORME

T A B E L A 4.5- Valores do fator K em função da r e l a ç ã o — , para dimensionamento de canais circulares.

(D = K. W), ond^ K = fator de formai W = profundidade hidráulica; D = diâmetro '

Y/D Angiilo K Y/D Ãiigulo K Y/D Ângulo K Y/D Angulo K


0.01 0,4007 41,9865 0,26 2,1403 3,1689 0,51 3,1816 1.9826 0,76 4,2353 1,5935
0,02 0,5676 23,9623 0,27 2,1856 3,0818 0,52 3,2216 1,9585 0,77 4,2825 1,5848
0.03 0.6963 17,2769 0,28 2,2304 3,0006 0,53 3,2617 1,9355 0,78 4,3304 1.5766
0,04 0,8054 13,7080 0,29 2,2747 2,9245 0.54 3.3018 1,9133 0,79 4,3791 1.5688
0,05 0.9021 11,4620 0,30 2.3186 2,8533 0,55 3,3419 1,8920 0.80 4,4286 1.5614
0,06 0,9899 9,9074 0,31 2,3620 2,7863 0,56 3,3822 1,8715 0,81 4,4791 1,5544
0,07 1,0711 8.7620 0,32 2,4051 2,7233 0,57 3,4225 1,8518 * 0,82 4,5306 1,5479
0,08 1,1470 7,8802 0,33 2,4478 2,6639 0,58 3,4630 1,8328 0,83 4,5832 1.5417
0,09 1,2188 7.1784 0,34 2,4901 2.6078 0,59 3,5036 1,8146 0,84 4,6371 1,5.360
0,10 1,2870 6,6056 0,35 2,5322 2,5548 0,60 3,5443 1,7971 0,85 4,5924 1,5308
0.11 1,3523 6,1285 0,36 2,5740 2.5045 0,61 3,5852 1.7802 0,86 4,7492 1,5260
0,12 1,4150 5,7244 0,37 2,61.55 2,4569 0,62 3.6263 1,7640 0,87 4,8077 1,5216
0,13 1,4755 5,3774 0.38 2.6569 2,4117 0,63 3,6676 1,7484 0,88 4,8682 1.5178
0,14 1,5340 5,0760 0,39 2,6980 2,3687 0.64 3,7092 1.7334 0,89 4,9309 J,51.44
0,15 1,5908 4,8115 0,40 2.7389 2.3278 0,65 3,7510 1,7190 0,90-'^ 4;9962 1-1,5115»
0,16 1,6461 4,5774 0,41 2,7796 2,2888 0,66 3,7931 1,7051 0,91 5,0644 1.5093
0,17 1,7000 4,3586 0,42 2,8202 2.2517 0,67 3,8354 1,6917 0,92 5,1362 1,5076
0,18 1.7526 4,1812 0,43 2,8607 2,2162 0,68 3,8781 1,6789 0,93 5.2121 1,5066
0,19 1,8041 4,0120 0,44 2,9010 2,1823 0,69 3,9212 1,6666 0,94 5,2933 1,5063
0,20 1,8546 3,8584 0,45 2,9413 2,1500 0,70 3,9646 1,6547 0,95 5,3811 1.5069 1
0,21 1,9041 3,7184 0,46 2.9814 2,1190 0,71 4.0085 1,5434 0,96 5.4778 1,5086
0,22 1,9528 3.5901 0.47 3.0215 2.0893 0,72 4,0528 1,6325 0,97 5.5869 1,5116
0,23 2,0007 3.4721 0,48 3,0616 2,0609 0.73 4,0976 1,6221 0,98 5,7156 1.5164
0.24 2.0479 3.3632 0,49 3,1016 2,0337 0.74 4,1429 1,6,121 0.99 5,8825 1.5244
0.25 2,0944 3,2625 0,50 3,1416 2,0075 0,75 4,1888 ( 1,6026^ 1,00 6,2831 1,5481

os
MOVIMENTO UNIFORME MOVIMENTO UNIFORME

Q n y^ .(b + z.y)3 . . !
- Seções trapezoidais, retangulares e triangulares: -j=r = =H? => dividindo ambos os membros por b ^, tem-se:
(b + Z y . V ^ ) ^

n.Q
Q = -.A.K\V- = A.R^ Q.n _ y ^ ( b + z.y)3
n
Ví.b^ b ^ | b + 2 . y . V z ' +1

Q.n_ [(b + z.y).y

y^bV 1+ . ^
^ (b + Z y . V z ^ + l j Qn
. ..^ hJ
i 5
b^.b^íi+z^.VTTT
Q.n_ y'.(b + z.y)i Y => dividindo ambos os membros por y ^

^ (b + 2 . y . > / ? T T ) 5
Qn Vb. bJ
b 8
5 5
—+ z Ví.b^
Q.n _ y ^ ( b + z.y)I Q.n y > 1 + 2.^.Vz- +1
2
b
vT.y^ yí.^b + Z y . V z - +lj^ vT.y^
y'y-
vy
l + 2.^.Vz' +1
b Qn
b = |b = K , . W | o n d e ,

- + z y^ 3 f y^
Q.n _ vy V Vy Q.n lb> L 1 + zhJ
.i
y= y = K.W ^onde.
2

fb ^
—+ z
vy . l + 2.^.Vz'+l
b Qn
.1 N K,= w= Ví
3
^+2.V?TÍ
Vy < Qn l bJ
K = w= Ví
b Para canal retangular => z =0.
—+ z
Vy y Para canal triangular => b = 0.

Procedendo da mesma forma para obtenção do valor de b, ou seja: y


Atribui-se valores a 7 - e calcula-se os valores de K e K i , para cada valor de;
b

10
MOVIMENTO UNIFORME

T A B E L A 4.6 - Valores de K i e K 2 em função da relação—, para dimensionamento de canais trapezoidais, retangulares e triangulares.
D "

( Y = K , : W e b = K2.W), onde K i e K 2 = fator de forma; W = profundidade hidráulica; Y = profundidade e b = largura

Z = 0,00 Z = 0,50 Z = 1,00 Z = 1,50 Z = 2,00 Z = 2,50 Z = 3.00 Z = 3.5


Y/b K, K. K, Kl K, K. K, K, K, K, K. K, K2
1.55 1,677 1.082 1,197 0.772 1,000 0,645 0,891 0,575 0,819 0,528 0,766 0,494 0,724 0.467 0,690 0,445
1.60 1,707 1,067 1,208 0,755 1,006 0,629 0,895 0.560 0,822 0,514 0,768 0,480 0,726 0,454 0,692 0,432
1.65 1,737 1,053 1,219 0.739 1,012 0.614 0,899 0,545 0,825 0,500 0,770 0.467 0,728 0,441 0,693 0,420
1.70 1.767 1,040 1.230 0,723 1,018 0.599 0,903 0.531 0,828 0.487 0,773 0.455 0,730 0,429 0,695 0,409
1,75 1,797 1,027 1,240 0,708 1,024 0.585 0,907 0,518 0,830 0,475 0,775 0.443 0,731 0,418 0,696 0,398
1,80 1,826 1,014 1,250 0,694 1,029 0,572 0,910 0,506 0,833 0,463 0,777 0.432 0,733 0.407 0.697 0,387
1,85 1,854 1.002 1.259 0,681 1,034 0,559 0,914 0,494 0,835 0,452 0.779 0.421 0,735 0.397 0,699 0.378
1,90 1,883 0,991 1,268 0.668 1,039 0.547 0,917- .0,483 0,838 0.441 0,780 0.411 0,736 0,387 0,700 0,368
1.95 1,911 0,980 1,277 0.655 1.044 0,535 0,920 0,472 0,840 0.431 0,782 0,401 0,737 0,378 0,701 0.360
2,00 1,939 0,970 1,286 0,643 1.048 0.524 0,923 0,461 0,842 0,421 0.784 0.392 0,739 0,369 0,702 0.351
2,05 1,967 0,960 1,295 0,632 1,053 0,514 0,926 0,452 0,844 0,412 0,785 0.383 0,740 0,.361 0,703 0.343
2,10 1,994 0,950 1,303 0.620 1,057 0,503 0,929 0,442 0,846 0.403 0,787 0.375 0.741 0.353 0,704 0,335
2,15 2,022 0,940 1,311 0,610 1,061 0,494 0,931 0,433 0,848 0,394 0,788 0.367 0,742 0.345 0,705 0,328
2,20 2,049 0,931 1,319 0,599 1,065 0,484 0,934 0,424 0,850 0,386 0,790 0,359 0,744 0,338 0,706 0,321
2,25 2,076 0,923 1,326 0,589 1,069 0,475 0,936 0,416 0,852 0,379 0,791 0.352 0,745 0,331 0.707 0,314
2.30 2,102 0,914 1,333 0,580 1,073 0.466 0,939 0,408 0,853 0,371 0,792 0,345 0,746 0,324 0,708 0.308
2,35 2,129 0,906 1.341 0,570 1,076 0,458 0,941 0,400 0,855 0,364 0,794 0,338 0,747 0,318 0,709 0,302
2,40 2,155 0,898 1,348 0.561 1,080 0,450 0,943 0,393 0,857 0,357 0,795 0,331 0,748 0,312 0,710 0,296
2,45 2,181 0,890 1,354 0,553 1,083 0,442 0.945 0,386 0,858 0,350 0,796 0,325 0,749 0,306 0,710 0.290
2,50 2,207 0,883 1.361 0.544 1,086 0,434 0,947 0,379 0,860 0,344 0,797 0,319 0,749 0,300 0,711 0.284
2,55 2,232 0.875 1,367 0,536 1,089 0,427 0,949 0,372 0,861 0,338 0,798 0,313 0,750 0,294 0,712 0.279
2,60 2,258 0,868 1.374 0.528 1,092 0,420 0,951 0,366 0,862 0,332 0,799 0,307 0,751 0,289 0,712 0.274
2,65 2,283 0,862 1,380 0,521 1.095 0,413 0,953 0,360 0,864 0,326 0,800 0,302 0,752 0,284 0,713 0.269
2,70 2,308 0,855 1.386 0,513 1.098 0,407 0,955 0,354 0,865 0,320 0,801 0,297 0,753 0,279 0,714 0,264
2.75 2.333 0,848 1.392 0.506 1,101 0,400 0.957 0,.348 0,866 0,315 0,802 0,292 0,753 0,274 0.714 0,260
2,80 2,358 0.842 1.397 0,499 1.104 0.394 0,958 0,342 0,867 0,310 0,803 0,287 0,754 0,269 0.715 0,255
2,85 „ 2,383 0,836 1,403 0,492 1.106 0.388 0,960 0.337 0,869 0,305 0,804 0,282 0,755 0,265 0,716 0,251
2.90 ' 2,407 0,830 1.408 0.486 1.109 0.382 0.961 0,332 0,870 0,300 0.805 0,278 0.756 0,261 0.716 0,247
2,95 2,432 0,824 1,414 0.479 1,112 0.377 0.963 0,326 0.871 0,295 0,806 0.273 0.756 0.256 0,717 0.243
3,00 2,456 0,819 1,419 0.473 1.114 0,371 0.965 0,322 0,872 0,291 0,807 0,269 0,757 0,252 0.717 0,239

13

MOVIMENTO UNIFORME

T A B E L A 4.6 - Valores de K i e K2 em função da relação—, para dimensionamento de canais trapezoidais, retangulares e triangulares.
b
( Y = K l .W e b = K2.W),, onde K i e K 2 = fator de forma; W = profundidade hidráulica; Y = profundidade e b = largura

Z = 0,00 Z = 0,50 Z = 1,00 Z = l,50í Z = 2,00 Z = 2,50 Z = 3,00 Z = 3.5


Y/b Kl K2 K, K^ K, K, K, Ki K, K2 Kl K, K, Ka Kl K2
0.05 0,333 6,660 0,329 6,576 0,326 6,520 0,324 6,4:79 0,322 6,444 0,321 6,413 0,319 6,383 0,318 6,354
0,10 0,441 4,414 0,430 4,302 0,423 4,228 0,417 4,173 0,413 4,127 0,409 4,085 0,405 4,046 0,401 4.008
0,15 0,524 3,495 0,504 3,363 0.491 3.276 0,482 3,212 0.474 3.158 0,467 3,110 0,460 3,066 0,45*(f 3.024
0,20 0,595 2,974 0,565 2,826 0,546 2,729 0,532 2,658 0,520 2,600 0,510 2,548 0,500 2,501 0.491 2,457
0,25 0,658 2,632 0,617 2,469 0,591 2,365 0,572 2,289 0,557 2,227 0,543 2.173 0,531 2,125 0,520 2,081
0,30 0,716 2,387 0,663 2,211 0,630 2,100 0,606 2,021 0,587 1,957 0,571 1.902 0.556 1.854 0,543 1.810
0,35 0,770 2,201 0,705 2,013 0,664 1,898 0.635 1,816 0.613 1,751 0,594 1,696 0.577 1,648 0,562 1,605
0,40" o;82r ^2;054" "0,742- 1,856 0,694 1,736 0,661 1,652 0,635 1,587 0,613 1,532 0,594 1,485 0,577 1,443
0.45 0,870 1,934' 0,777 1.727 0,722 1,603 0,683 1,518 0,654 1,453 0,629 1,399 0.609 1,352 0,590 1,311
0,50 0,917 1.834; 0,809 1,618 0,746 1,492 0.703 1,407 0,671 1,341 0.644 1,288 0.621 1,242 0.601 1,203
0,55 0,962 1,749 0,839 1,525 0,768 1,397 0,721 1,311 0,686 1.246 0.657 1,194 0.632 1,150 0.611 1,111
0,60: 1,006 1.676 0.867 1.445 0.789 1,315 0.737 1,229 0,699 1,165 0.668 1,113 0,642 1,070 0.620 1,033
0,65 1,048 1.612 0.893 1,374 0,808 1,242 0,752 1,157 0,711 1.093 0.678 1,043 0,651 1,001 0,627 0.965
0,70 1,089 1.555 0,918 1,311 0,825 1,179 0,765 1,093 0,722 1.031 0,687 0,981 0,658 0,940 0,634 0,906
0.75 1,129 1,505 0,941 1,255 0,841 1,121 0,778 1,037 0,731 0.975 0,695 0,927 0,665 0,887 0,640 0,853
0,80 1,168 1,460 0,963 1,204 0.856 1,070 0,789 0,986 0,740 0,925 0,703 0,878 0,672 0,839 0,645 0,807
0,85 1,206 1,419 0,984 1.158 0.870 1,024 0.799 0.940 0,749 0.881 0,709 0,835 0,677 0,797 0,650 0.765
0,90 1,243 1,382 1,004 1,116 0,883 0,981 0,809 0.899 0,756 0,840 0,716 0,795 0,683 0,758 0,655 0,728
0,95 1,280 1,347 1,023 1,077 0.895 0,943 0,818 0,861 0,763 0,803 0,721 0,759 0,687 0.723 0,659 0.694
1.00 1,316 1.316 1,041 1,041 0,907 0.907 0,826 0,826 0,770 0,770 0,727 0,727 0,692 0.692 0,663 0,663
1,05 1,351 1,287 1.058 1,008 0.918 0.874 0.834 0,794 0,776 0.739 0.731 0.697 0,696 0,663 0,666 0,634
1,10 1,386 1.260 1,075 0,977 0,928 0,844 0.841 0,765 0,781 0,710 0,736 0,669 0,700 0,636 0,669 0.608
1,15 1,420 1,235 1,091 0.948 0,938 0,816 0.848 0,738 0,787 0,684 0.740 0,644 0,703 0.611 0,672 0.585
1.20 1.454 1.212 1,106 0,922 0,947 0,789 0.855 0,712 0,792 0.660 0,744 0.620 0,706 0,589 0,675 0,562
1,25 1.487 1,190 1,120 0.896 0,956 0.765 0.861 0,689 0,796 0,637 0.748 0,598 0,709 0.567 0,678 0,542
1.30 1,520 1,169 1,134 0.873 0.964 0.742 0.867 0,667 0,801 0,616 0,751 0,578 0,712 0,548 0,680 0,523
1,35 1.552 1.150 1.148 0,850 0.972 0.720 0.872 0,646 0,805 0,596 0.754 0,559 0.715 0,529 0,582 0.505
1,40 1,584 1,131 1.161 0,829 0.980 0.700 0.877 0,627 0,809 0,578 0,758 0.541 0.717 0,512 0,684 0,489
1,45 1,615 1.114 1.173 0,809 0.987 0.681 0.882 0.608 0.812 0.560 0.760 0,524 0,720 0.496 0.685 0.473
1,50 1,646 1,098 1,185 0,790 0,994 0,662 0.887 0,591 0,816 0,544 0,763 0,509 0,722 0,481 0,688 0,459

12
MOVIMENTO UNIFORME

4^4i^*^*--*»-t- w t-J t*i UJ w > J u j y j u> UJ U l Ut ^ • EXERCÍCIOS (Dimensionamento de canais - movimento imiforme)
t*J VJ N i 'H- * ^ O O '•O \ "00
^ 'sD 00 --J
0 000 --J
--J Ç;
S Ã ê . 0 Í j í o ' J « O < v « O U i O 0 » O W i O l J i O t - f t

UJ U J U» ^ J N> N> _K> N> N* _M N> K * K> _N> W _KÍ M K> (sJ NJ IsJ K»
1) Que vazão pode ser esperada em um canal retangular de 1,2 m de largura, cimentado (n = 0,015),
' 'r^ 1^ '\r> \o '•••O '•^ 00 CC OO ho '<X

com uma inclinação de 0,0004, se a água escoa com uma altura de 0,6 m? R. Q = 0,43 mVs
^ O O O C O O ,p p p p p p p p p p ,p p p p p p ,p .p p p p P P
>N í-N * 1 ^ ^--j V I '--J j --4 V I ^ ' - J - J - ^ ^ - ^ ^ ^ - J - J - J O ? ? ? * *

2) E m um laboratório hidráulico, um fluxo de 0,81 m7s foi verificado em um canal retangular de 1,2
LI. Lu XJ% Lrt L« 'vi <J> \ft \n \n Ui Xn '4^ "-(^ 4^. V. '-1^ 4s> ' - ^ * - 4^ *-
m de largura com 0,8 m de profiindidade de escoamento. Se o declive do canal era de 0,0008, qual o

C O O O O O p p p p p p p p ,p p o
p op o c o o p c p C O OC O fator de rugosidade para o revestimento do canal? R; n = 0,0164
U» l*j u> w t*» U J U J U> U> U J i-j u> l*i U >
!u * . -t^
i: È 5 :Í *. 00 >— U« 00 N> 4^ U i U» o s ON
* . O tJi — - 4

3) Qual deve ser a largura de um canal retangular construído afim de transportar 14 mVs, a uma
N
II profiindidade de 1,8 m em um declive de 0,0004? Usar n = 0,010. R: b = 4 m
0 0 0 0 O O O OO O O O O O O O O O Op p p p p
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• o - - J • -™
J ^™o o o NJ
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J ^Uo ^*^J ^ - Ví w V+í^"í^
^ ''í^
J «^t ^hci ^^ g ^^

4) Num canal de seção transversal retangular, de largura igual a 4 metros, declividadel: 10000 e n =
D O O O O O O p ,p ,p p p p p
N 0,014, a profiindidade é igual a 2 metros. Sabendo-se que o regime de escoamento é o uniforme,
t j « ^ 4 i l * j N J ^ O ' O s O O O - ^
II

O O O c; o O o O O O c O O O O o p ,p p p p p p ,p p .p p p P ..- calcular a vazão que por ele escoa. Calcular o erro percentual que se comete quando se substitui, no
K» k > k » (O V J i s J N» *NÍ k > K ) K> N> V J N» Ni '^^ 'ti1::^ *^ í^i ^ ÍÍÍ iíí
UJ^^t-/>^í*>OONi cálculo da vazão, o raio hidráulico pela profiindidade da lâmina de água. R: Erro = 58,84%

C O O O O O O O O O O O O O O O O O ,p .p ,p p p ,p ,p ,p p P P ,p
ao ao 00 00 "00 00 0 0 00 "oo bo bo bo bo bo bo bo bs oo ço oo oo oo oo oo co oo oo oo
Í . U > U J N í N J — O O s O s O O O ' M - - í í 3 s ' J i V i J ^ í - > J ' * » * o - J CS *i. 5) Na parte central de um canal uniforme muito longo, efetuou-se o levantamento de uma seção
O O O O Q O O O O O O O p p ,p p p p p .p p ,p p p ,P .p ,P p .p P transversal, encontrando-se os elementos da figura abako. A leitura do nível da água em duas réguas
"H- k j Ni to N» N i NJ Vi *NÍ N i N i N i N I "NÍ N» N i I0 M N> VJ Vo M l o (O N i NI N i t O M
- X í ^ C Ã - ^ O N > * * . ~ ^ v 0 N l l ^ ~ ^ O t - J 0 > s o N i V « 0 0 N i í ^ ^ N i a \ O * « . 0 0 N i C j ^ linimétricas dispostas ao longo do canal e distantes entre si de 1 km, indicou cotas 710,40 e 710,00
p p p p bo O O O O O O O O O O O O O O p ,p p p p p p p P p p p
'00 b o 0 0 be
bo bo bo 00 bo bo bo oo bo bo co bo bo Ç2 22 22 22 22 S — o o o m. Numa medição de descarga com molinete determinou-se a vazão Q = 123 mVs. Determine o
Ni Ni Ni Ni
l«i Ni Ni
coeficiente n da fórrmula de Manning, que corresponda ao tipo de revestimeitto. R; n = 0,017
o o o o o o o o o o o o o o o o o o o p p p p p p p ,p p P P
* ' *^ l o 1 J N> N i N í N i N i N í N i N i N» ( O I O
^ 18 m
o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o p p p p p p p p p 7S

3gI gI 'sã I g 'ã ã ã g g ã s s s s£i §ggsg N


11 i4 m
o o o o o o o o o o o o o o o
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' ' ' „ 1_ I — * ^ 'K- i o VJ N i N i N i N i N i N i N i N i N i N i N> ^^ I O t o
t ^ ^ C I t í ! ^ S 5 o O O O O O O O M ^ v o ^ ^ 0 0 0 0 9 - - - " ^ O ^ O N i W W ^ ^ * ;
< 10 m >
o o p p p p p p p p p p p ,p o o o p p p
P p p p p ,P '-^ '--1 VJAJ VI VJ 6) Calcular um canal trapezoidal para os seguintes dados de projeto:
'-^ H r-í is " " " "Vj "-4 ' N) Ni — — —

z = l ; n = 0,011;Q = 38 mVs; i = 0,0002 m/m; y = 2,8 m. R: b = 4,68 m


o o o o o o o o o o o o o c c; G o o o o p p p p p p p P p -
'_- L . — — — — — t— N i N i N i (O N i N i N i N i [O
a \ G \ C \ C \ C v - - J - O - - Í - - í - J 0 0 C » 0 C 0 0 v C i \ 0 y 3 O O C ; O O r « ' ^ h í í ^ í f í
S + i 5 i X j í Í H - í 2 Ò i - - a s 3 1— O ^ O O O t - i U i O O i — t*>CvsO(Oty.OO^t-rtOONÍ

15
MOVIMENTO UNIFORME CANAIS C I R C U L A R E S

7) Tem-se um canal de seção trapezoidal, executado em concreto não muito liso, com declividade de
5 - CANAIS CIRCULARES
0,04%. Determine qual a vazão capaz de escoar em regime uniforme, com uma profundidade d'água

de 1,9 m. Considere b = 1 m, inclinação das paredes laterais de 4 5 ° e n = 0015. R: Q = 6,67 mVs

8) U m canal de seção trapezoidal deve transportar 24 m7s. Se o declive i = 0,000144, n = 0,015,


Para canais circulares, tem-se;
largura da base b = 6 metros e as inclinações são 1 vertical para 1,5 horizontal, determine a
D^
profundidade normal ( Y ) pela fórmula e uso de tabelas. R: y = 2,34 m.
A = ^.(e-sen.e)

9) Calcular um canal trapezoidal sendo dados; D

z = 1,5; n = 0,012; Q = 4 mVs; i = 0,00064 m/m; y/b = 0,5.


R = 1- sen.e
R; y = 0,9 m; b = 1,79 m; V = 1,44 m/s. 4
e
B = D. s e n ^
10) Qual das seções de canais apresentadas ababco transportará o maior fluxo se ambos têm a mesma

declividade? R; A seção trapezoidal.

D 9-sen9
n = 0,015
n = 0,010 9
sen-
; 2.7 m /• 11,8 m 2 V

6 m D O-
6 m y=- 1 - cos—
2/

11) Os dados do projeto para o rio Guapeva na cidade de Jundiaí são os seguintes;
No caso em que o canal funciona totalmente cheio, ou seja, a plena seção, tem-se;
Vazão = 70 m7s; i = 0,0001 m/m; n = 0,018; b = 10 m; z = 0.
9 = 360° = 2x -> sen9 = 0
Calcule a velocidade média e a altura da água no canal. R; y = 2,73 m; v = 2,56 m/s

A . = ^ ; P„=..D; R , = ^ ; y. = D
4 4
12) Calcular a altura d'água (y) em um canal cuja seção transversal tem a forma da figura abaixo e

sabendo-se que no mesmo escoa uma vazão de 0,2 m^/s com declividade de 0,0004 m/m. Coeficiente
Relacionando os elementos da seção parcialmente cheia, com os elementos da seção plena,
de Manning igual a 0,0013. R; y = 0,32 m I.
pode-se construir diagramas os quais facilitam muito para os cálculos da seção parcialmente cheia

(em qualquer nível).


/\
\45" > Procedendo-se a estas relações, tem-se;

A ^(9-sen.9)
1,0 m
A„ 2JC

1 • N

16 1
CANAIS C I R C U L A R E S CANAIS C I R C U L A R E S

p e Pela-tabejajabsenf^:^ que para uma relação 0,81 y/D, ou seja, 81%, é que ocorre velocidade
P„ ~ 2.ÍC máximas. A vazão máxima é obtida quando o conduto trabalha parcialmente cheio, ou seja, quando a
R _ j sen6 relação y/D é igual a 0,95.

senG • Exemplo de aplicação:


1-
V„ 9 J Se um coletor de 0,15 m, de concreto, é assentado de forma que sua vazão máxima seja de 15,3 l/s,

calcular a altura da água no canal para uma vazão de 4,8 l/s.


sen9
1-
2.3t

y 1 r, 9^ - Vazão m á x i m a — = 0,95 -> —=1,0745


— = — J 1-cos— 1=1 l-cos—
D 2

Qo - > vazão da seção cheia = 14,3 l / s


1,0745
De posse dessas equações constroi-se tabelas que facilitam grandemente os trabalhos de
Para a vazão de 4,8 l/s
cálculo dos elementos hidráulicos.
0 48 V
- 7 ^ = - ^ =0,335 - > pela tabela ^ - ^ = 0,40
Q„ 14,3 ' o '
T A B E L A 5.1. - Valores proporcionais das áreas e perímetros molhados e raios hidráulicos,
velocidades e descargas, para canais de seção circular. Então, a altura será de 0,40 x 0,15 - > y = 0,06m

y/D Angulo (0) P/Po RyR„ V/V„ Q/Qo


0.05 0,9021 0,0187 0,1436 0,1302 0,2569 0,0048
0.10 1,2870 0,0520 0,2048 0,2541 0,4012 0,0209
0.15 1,5908 0,0941 0,2532 0,3715 0,5168 0,0486
0,20 1.8546 0,1424 0,2952 0,4824 0,6151 0,0876
0,25 2,0944 0,1955 0,3333 0,5865 0,7007 0,1370
0,30 2,3186 0,2523 0,3690 0,6838 0,7761 0,1958
0.35 2,5322 0.3119 0,4030 0,7740 0,8430 0,2629
0.40 2,7389 0,3735 0,4359 0,8569 0.9022 0,3370
0.45 2.9413 0,4364 0,4681 0,9323 0,9544 0,4165
0,50 3,1416 0,5000 0,5000 1,0000 1,0000 0,5000
0.55 3,3419 0.5636 0,5319 1,0595 1,0393 0,5857
0.60 3.5443 0,6265 0,5641 1.1106 1,0724 0,6718
0.65 3,7510 0,6881 0,5970 1,1526 1,0993 -aj564
0.70 3,9646 0.7477 0,6310 1,1849 1,1198 0,8372
0.75 4.1888 0,8045 0,6667 1,2067 1.1335 0,9119
0.80 4,4286 0,8576 0,7048 1,2168 1,1397 0,9775
0.81 4,4791 0,8677 0,7129 1,2172 1,1400 0,9892
0.85 4,6924 0.9059 0,7468 1,2131 1,1374 1.0304
0.90 4,9962 0.9480 0.7952 1,1921 1.1243> 1.0658
0,95 5,3811 0,9813 0,8564 1,1458 1,0950 1.0,745
1.00 6.2832 1,0000 1,0000 1,0000 1.0000 1.0000

2
CANAIS CIRCULARES SEÇÕES D E MÍNIMA RESISTÊNCIA

• EXERCÍCIOS (Canais circulares)


6 - CANAIS COM MÍNIMA RESISTÊNCIA
1) Para abastecer Belo Horizonte, a adutora do Rio das Velhas tem um trecho em canal com seção

circular, construída em concreto moldado no local, por meio de formas metálicas. Os dados neste

trecho são D = 2,4 m, i = 0,001 e n = 0,012. O abastecimento foi previsto para três etapas: 1) Q = 3
Seção de mínima resistência, ou seção de menor_jpê^ ou ainda, seção
m7s; Ij^q^m^fsJ), Q = 9 mVs. Pede-se:
económica ou de máxima eficiência, é aquela que para determinadas área, rugosidade e declividade, a
a) Velocidade máxima e a vazão máxima;
vazão é máxima.
b) Valores das alturas de lâmina de água em cada etapa.

R: (a) V™..o = 2,13 m/s; Q^.^ = 9,10 m V s ; ( b ) y i = 0,98 m ; y 2 = 1,46 m;y3 = 2,06 m. '
• Mínima resistência vazão máxima mínimo perímetro

-> seção económica - > seção de mínimo custo


2) Uma manilha de concreto é assentada em um declive de 0,0002 e deve transportar uma vazão de

2.365 l/s quando estiver 75% cheia. Que diâmetro deverá ser usado? R: D = 2,3 m.
V = c.VRn" e Q = A.V '

3) Que inclinação deveria ter uma manilha vitrificada de 24" de diâmetro afim de que 0,17 m^/s escoe

quando a manilha estiver à meia seção? Qual a inclinação se a manilha escoa à plena seção? • Máxima v a z ã o - > para uma determinada A - > Q é máximo quando R é máximo

R: (a) i = 0,003; (b) 1 = 0,00077. Vu^O^o/^ R é máximo quando P é mínimo

P mínimo - > menor resistência


4) Uma manilha de vitrificação média é posta em um declive de 0,0002 e deve transportar 2,4 mVs

quando o condutor estiver 90% cheio. Que diâmetro de turbo deve ser usado? (n = 0,015) R: D = • OBS: às vezes, seções de tnínima resistência iião são p o s s í v e i s de se utilizar:
2,15 m.
- profimdidade excessiva inviável economicamente

- velocidade excessiva para uma determinada natureza do materíal


5) U m canal indicado na figura a seguir tem uma declividade de 0,00016. Quando ele atinge um

aterro de estrada de ferro, o fluxo deve ser transportado por 2 tubos de concreto, de diâmetros
• Seções de mínima resitência:
iguais, (n = 0,012), assentados com a declividade de 0,0025. Qual deve ser o diâmetro de cada tubo?
- semicircunferência
Considere .lecão cheia,
- no caso de retangulos - > quadrado
R: D = 1,25 m. zy - 1,,^
- no caso de trapézios - > semi-hexágono regular

1,2 m n = 0.020

6,3 m

1
SEÇÕES D E MÍNIMA RESISTÊNCIA SEÇÕES D E MÍNIMA RESISTÊNCIA

• EXERCÍCIOS (seção económica - mínimo custo) 4) Um canal retangular deve transportar 1,2 mVs com uma declividade de 0,009. Se o canal for

revestido com uma chapa galvanizada (n = 0,011), qual a área mínima, em metros quadrados,

1) A vazão que deve escoar em regime uniforme por um canal é de 7 m7s. O canal apresenta o fimdo necessária a cada 100 metros de canal? N ã o considere as folgas. R: Am«. = 176 m^.

e os taludes revestidos de concreto ( n = 0,014), sendo a inclinação dos taludes (z) igual a 1,25.

Pergunta-se que área deverá ter a seção molhada do canal e qual a declividade do fiindo nos 5) Quer-se dimensionar um canal constituído de dois trechos (1) e (2) para aduzir uma vazão de 950

seguintes casos: l/s de água. O trecho (1) deve ter seção trapezoidal e uma inclinação de 0,0004 m/m. O trecho (2)

a) A profiindidade e a velocidade são impostas: Y = 1,0 m e V = 1,5 m/s; deve ter seção retangular. E m ambos os trechos o coeficiente de Manning vale n = 0,020. Pede-se:

b) Impõe-se a velocidade de 1,8 m/s e exige-se a solução de mínimo custo; a) Determinar as dimensões (y e b) da seção molhada do trecho (1) usando o critério de mínimo

c) Qual a profiinidade e qual a velocidade média da água se for exigida a solução de mínimo custo perímetro molhado. Fazer a = 3 0 ° ;

impondo a declividade de fimdo de 0,0001? b) Supondo que o valor de Y do item anterior fosse Y = 0,5 m, determinar a largura do canal

R: a) A = 4,67 m^; i = 0,0007; b) A = 3,89 m^; i = 0,0008; c) Y = 2,18 m; V = 0,76 m/s. retangular e sua inclinação de tal forma que a altura do nível d'água seja a mesma do canal

trapezoidal e que também para esse trecho (2) seja satisfeita a condição de mínimo perímetro.

2) Um canal de drenagem, de seção transversal (z = 1) e declividade de 0,4 m/km, foi dimensionado R: a) y = 0,95 m e b = 1,1 m; b) b = 1 m e i = 0,0092 m/m.

para uma determinada vazão Q, tendo-se chegado às dimensões da figura a seguir. Nessas condições a

pede-se: a) Valor da vazão do projeto (Q);

b) Examinar se o canal seria de mínimo custo caso o nível d'água atingisse o limite de

transbordamento;

c) Suponde-se que o projeto venha a ser refeito com a vazão Q = 1 m'/s, e que a seção deve ser

retangular, qual a sua profiindidade afim de que seja de mínimo custo? Considereregimejini^

y^Õm R: a) Q = 2,18 m7s; b) N ã o é de mínimo custo; c) Y = 0,92 m.

7" V
' 0.30 f^iM^uc^ç^.

il,00
\45

2,00

3) Calcular o canal trapezoidal mais eficiente para transportar 17 mVs a uma velocidade máxima de

0,90 m/s. (n = 0,025 e z = 2). R: y = 2,765 m; b = 1,3 m. >

A . ^ ^ ^ ^

r "
RUGOSIDADE EQUIVALENTE RUGOSIDADE EQUIVALENTE

3 2
7 - RUGOSIDADE EQUIVALENTE V = k.i2.R3

V,=k,.i^R3

Vi=V -> K.R^=K,.R?

Para seções em que a rugosidade n ã o ^ ^ ç o n s t a i ^ ao longo do perímetro molhado, deverá ser 3

calculado a rugosidade jquivalente para níyeMe água, segundo uma das expressões: K. = K,. Ali
P, A

n„.PT=n,.P,+n,.P,+n3.P3 K K
da mesma forma -
P, A P, A

Bi = coeficiente de Manning relativo ao segmento de perímetro i; A, A, A,


Como ^ =1 ->
Pj = perímetro molhado relativo ao segmento i. A A A
3 3 3

ÍK' K2
=1 =1
PT P, ^ P2 ^ P • P ^K2V P •
r2 p2 p2

r 2
3

C = coeficiente d e C h e ^ P
K = - > rugosidade equivalente
P, ^ P2
s

P,.nf^+P2.n-í+..
K =
Pi P2

K = fator de Strickler.#

Dedução: NA

Seção A = A l + A2 + A3, então,

A A A
Regime permanente uiuforme = V = V i = V2 = V 3
RUGOSIDADE EQUIVALENTE SEÇÃO C O M P O S T A

EXERCÍCIOS
8 - CANAIS DE SEÇÃO COMPOSTA
1) Calcular a rugosidade do canal esquematizado a seguir, sabendo-se que seus taludes são em terra

com sedimentos finos e em boas condições e o leito (fundo) com sedimentos grossos. Dados: ki =

ks = 59 m"Vs e k2 = 33 m"Vs.
E m alguns casos, por motivo de estabilidade e principalmente para diminuir a ppssibilidadejle.-
R: 47,21 m"^/s.
dgggntação de material em suspensão_para-as-pequgnas vazães. é necessário utilizM uma seçãomistâ.

É comum, em determinadas situações, o uso de imia fàbca ou plataforma horizontal,

construída num aterro ou num corte, para quebrar a continuidade de um talude, com a finalidade de
2,5 m 2,5 m
k2 reduzir a erosão ou aumentar a espessura ou largura da seção transversal do perfil de imi aterro. Esta
2.0 m &ixa é denominada de "berma". -t^,^

O cálculo da vazão deverá ser feito dividindo-se a seção em subseções parciais, nas quais, nas
2) E m um canal com rugosidade composta, determinar o valor de Y pára os seguintes dados:
laterais que separam as seções não existe perímetro molhado e tão pouco rugosidade.
Q = 9 mVs; i = 0,35%; z = 2; b = 3 m; k, = k, = 45 m"Vs e k2 = 33 m'''/s.
A va2ão total será a soma das vazões parciais:
R:Y=l,01m. 21 Q T = Q I + Q 2 + Q3 + + Qi \
-Y
l X"
k, 1 k3 / Jl V "Se o cálculo for efetuado admitindo-se uma única seção, quando o nível d'água ultrapasiV ^

k2 "2" de um pequeno Ay da seção menor para a maior, teremos uma diminuição do raio hidráulico e uma
3m descontinuidade da curva Q =/(y)".

-\r-

Z|
P3 '/zs

p
. . • - - A _ _ . y z 2

Figura 8.1 - Representação esquemática de imi canal com seção composta

3-

í \
SEÇÃO COMPOSTA SEÇÃO C O M P O S T A

No canal esquematizado, tem-se: Perímetros:


- Áreas de escoamento - > A | , A2 e A3
- P, = P3 = b, + y.Vz' +1 = 5 +1,5.Vl,5' +1 = 7,70 m
- Perímetros molhados - > P i , P2 e P3
- P2 = bj + 2.y.Vz' + 1 = 4 + 2.1,5.>/2' +1 = 10,71 m
- Rugosidades - » ni, n2 e n3

- V a z õ e s parciais ^ Q i , Q 2 e Q 3
Cálculo da vazão quando o nível d'água for igual a yx =
onde.
1 \
2 1 2 1 ^9,19^^ .0,00052=6,42 m'/s
Q , = —.A,.RÍ.i^ ^ Q,=—.A,.RÍ.Í"^ Q , = — . A , . R | . i 2
a, n^ n. 0,036 .7,70;
n,

25,5
Q, =-^—.25,5. .0,0005^=46,21 m'/s
I Vazão total ^ Q T = Qi + Q 2 + Q 3 ^ 0,022 V10,71,

• EXERCÍCIOS (seção composta) '•2-. R Vazão total (Qr) = Q, + Q 2 + Q 3 = 6,42 + 6,42 + 46,21 = 59,05 mVs

1) Calcular a vazão transportada pelo canal esquematizado abaixo, sendo conhecidos; 2) Determinar a capacidade de vazão do canal cuja seção é mostrada na figura. Osteludes e as

i = 0,0005 m/m A T , I 1 SC -k bermas são dg alvenaria de pedra aparelhada, em c0ii(Mções:regula;es-e.Q.fe de concreto em boas^^

Z,=Z3=1,5 condições. Declive do fiindo de i = 1 m/km. R: Q r = 6,066.mVs. ^ E n, a /j

Z2 =2 """^ ' ^
1 i\i = y3
bi = bj = 5 m
b2 = 4m
Al
y2 = l,5m Z2
1
yi=y3 = l,5m -7 'l,Om \ 0,6 íri í
4 / /
ni = n3 = 0,036 (vegetação rasteira)

n2 = 0,022
O 'O

Áreas:

1,5.1,5.1,5 3 r L.
.A,=A3=(y.b) + ^ = (l,5.5)+ ^ = 9,10 m'
Ir 1 >>
- A , = ( b , + z . y ) . y , + ( y ^ - y , ) . ( b , + 2 . z . y , ) = (4 + 2.1,5).l,5 + (l,5.(4 + 2.1,5)) = 25,5 "

"i^vr -^''^ nS^ ! ^

G,cif
O.O', 2S