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RESUMO

O Presente artigo tem como objetivo analisar a ética aplicada na advocacia perante o
crime de lavagem de dinheiro, com foco nos honorários advocatícios. A escolha do tema
é de suma importância diante do cenário caótico que vem se desenrolando, perante os
escândalos de corrupção patrocinada tanto pelos governantes como pelos membros dos
demais poderes. E dentre as práticas que os mesmos têm utilizado para “esconder” os
valores que são desviados quase que diariamente dos cofres públicos está a lavagem de
dinheiro. O Artigo terá como metodologia empregada a pesquisa bibliográfica realizada
em livros e artigos.

PALAVRAS-CHAVE: Ética, lavagem de dinheiro, advogado, honorários.

1. INTRODUÇÃO
O Brasil está vivendo uma crise ética e moral que está afetando diretamente a
sociedade como todo. Diariamente, quando se liga a televisão, o rádio, abre-se um
jornal para ler as notícias ou acessa a internet o que se vê são escândalos de corrupção
envolvendo a cúpula de todos os partidos políticos, os governantes e dos demais poderes
legislativos.

Os cofres públicos são saqueados por pessoas que deveriam estar


comprometidos com a ética e a moralidade, moralidade, mas não é bem isso que ocorre.
Os derrames de valores dos cofres púbicos chegam a cifras exorbitantes e muitas vezes,
para disfarçar os valores sacados de forma ilegal, pratica-se o crime de lavagem de
dinheiro. Para o juiz Sérgio Moro, (2015, p. 09), nem sempre é fácil comprovar a
existência do crime. Segundo ele: “ O fato é que o crime de lavagem de dinheiro
frequentemente se reveste de certa complexidade, sendo difícil revelá-lo e prová-lo. O
usual será dispor apenas da prova indireta de seus elementos, inclusive quanto à origem
criminosa dos bens, direitos e valores envolvidos. ”

Esta prática criminosa que surgiu nos Estados Unidos, avançou de forma
vertiginosa durante o início dos anos 80, sendo praticada principalmente entre os
narcotraficantes. O crescimento do mercado econômico nos últimos anos e o advento
da internet a lavagem de dinheiro tornou-se um crime quase que sem precedentes, de
cunho internacional, utilizada principalmente por grandes organizações criminosas que
utiliza o ilícito para mascarar seus ganhos, para que pareçam lícitos e, desta forma,
aumentarem o campo de atuação de suas redes criminosas.

É importante ressaltar que o advogado tem um papel importante em todo esse


processo, não apenas de defensor como indiretamente de combatente de tal delito, assim
como a sociedade civil como um todo, tendo o dever de comunicar se souber de tal
prática ilícita.

A lavagem de dinheiro é um assunto muito polêmico, porque levanta vários


questionamentos, principalmente em relação à advocacia, merecendo uma reflexão,
bastante rigorosa. A modificação da Lei 9.613/1998, trouxe várias mudanças
importantes para maior eficácia do combate do crime e, principalmente fechou várias
lacunas existentes e favoreciam a impunidade dos praticantes.

Este artigo encontra-se dividido em quatro partes, quais sejam: a ética, a ética e
o direito, o crime de lavagem de dinheiro e o papel do advogado e sua postura ética
perante o crime e a lei vigente.

Inicialmente, serão abordados tópicos sobre a ética, sua definição, os pensadores


e também o conceito de moral e as divisões da ética. Em seguida será abordado a ética
no direito,. Logo depois, o crime de lavagem de dinheiro, origem, definiçãoes as fases.
O último assunto que será estudado será a uma análise feita sobre os honorários
advocatícios

2. A ÉTICA

A vida e sociedade tem como principal característica o seguimento de leis e


regras e costumes e todas elas estão diretamente ligadas a ética. Dentro dos principais
conceitos estão o de “bom” e “mau” que fazem parte de todas as atitudes humanas e
somente a elas. Dentro da ética se percebe as diferenças comportamentais, são medidas
através da utilidade, finalidade, direcionamento e comportamento.
A palavra ética vem do grego, “éthos”, cujo significado é “morada”, “habitat”.
Diane dos estudos epistemológicos já realizados, percebeu-se que o termo “éthos”
possui várias ambiguidades, tornando a discussão sobre o tema aberta, dispondo de dois
significados (BITTAR, 2012, P. 25): éthos (grego, singular) é o hábito ou
comportamento pessoal, decorrente da natureza ou das convenções sociais ou da
educação; éthe (grego, plural), é o conjunto de hábitos ou comportamentos de grupos ou
de uma coletividade, podendo corresponder aos próprios costumes.

Segundo o filósofo Aristóteles a ética se caracteriza pela finalidade e pelo


objetivo que deve ser atingido, qual seja: viver bem, com uma à vida, em conjunto com
os outros. Dentro deste diapasão é possível considerar-se a ética como sendo uma
espécie de postura, ligado ao modo se ser referente à natureza humana, tratando-se,
portanto, da forma de lidar com as relações interpessoais. Portanto, o comportamento
ético pode ser considerado como mediado, por princípios e valores morais.

Segundo Marcus Cláudio Acquaviva (2002, p. 27), o conceito de ética pode ser
resumindo da seguinte maneira: a) A Ética observa o comportamento humano e aponta
seus erros e desvios; b) formula os princípios básicos a que deve subordinar-se a
conduta do homem; c) a par de valores genéricos e estáveis, a Ética é ajustável a cada
época e circunstância.

Pode-se resumir, portanto, o conceito de ética como a ciência ou a filosofia que


procura eleger as melhores ações humanas, tendo como objetivo o interesse coletivo e
social, procurando estudar a moral, e questionando as referidas regras morais.

2.1. A Moral

A moral tem como base o como base o comportamento social. A palavra “moral”
tem sua origem na palavra latina “Morales”, quer dizer “relativo aos costumes”, ou seja,
consolidado como verdadeiro do sob a ótica da ação.

Segundo Silva (2017), a moral pode ser definida como “o conjunto de regras
aplicados no cotidiano e que são utilizadas constantemente por cada cidadão. Tais regras
orientam cada indivíduo que vive na sociedade, norteando os seus julgamentos sobre o
que é certo ou errado, moral ou imoral, e as suas ações. ”
Desta forma, a moral é originária de um padrão cultural e está inserida as regras,
importantes para que os indivíduos da sociedade consigam sobreviver de forma
harmoniosa. Portanto, as distinções de ética e moral estão inseridos no comportamento.
Enquanto a ética procura englobar certos tipos de comportamentos, corretos ou
incorretos, a moral procura estabelecer regar para determinar se os comportamentos são
corretos ou não.

3. A ÉTICA E O DIREITO

Tanto a ética como a moral fazem parte do cotidiano da sociedade, já que ambas
influenciam as ações e condutas sejam boas ou não. Neste contexto, o direito torna-se
imprescindível, para auxiliar a respeitar os limites estabelecidos tanto pela ética como
pela moral.

O direito deverá, portanto, respeitar o limite da ética. Segundo Miguel Reale


(1999, p. 219):

Donde pode dizer-se que a Ética é a realização da liberdade, e que o


Direito, momento essencial do processo ético, representa a sua garantia
específica, tal como vem sendo modelado através das idades, em seu
destino próprio para compor em harmonia, liberdade, normatividade e
poder.

O Direito, portanto, segue um limite que não deve ser extravasado, de forma que
se torne um implementador da injustiça, podendo perder o seu significado. Em se
tratando de ética e Direito, as palavras provocam entre os estudiosos controvérsias,
devido as dificuldades existentes

O Direito encontra-se devidamente inserido na conduta humana, pois determina


o “dever ser”, ou seja, procura criar pautas que deverão ser seguidas obrigatoriamente
dentro da linha comportamental, de forma a reconhecer que os valores deverão ser
conservados ou efetivados e que se não forem seguidos ou se forem transgredidos,
acarretarão sanções Tanto a Ética como o Direito estabelecem normas que deverão
obrigatoriamente serem seguidas, a título de manter a harmonia dentro da sociedade.

Para que ocorra a regulamentação e disciplina a relação entre os homens é


necessário seguir o que está previsto nas leis que acontece através do Direito. É preciso,
antes de mais nada que a convivência seja valorizada, e que vale a pena viver de forma
respeitosa e harmoniosa, procurando aceitas as diferenças e auxiliar a minoria. Como
previsto na Constituição.

O advogado exerce um papel essencial na manutenção da ética dentro da


sociedade, tanto que o Estatuto de Ética da OAB prevê no art. 2º caput e § 1º que : Art. 2º
O advogado é indispensável à administração da justiça.§ 1º No seu ministério privado, o
advogado presta serviço público e exerce função social . Por isso mesmo que o Direito é
importante para a manutenção da ordem pública, pois o advogado tem a obrigação de
prestar serviço público a todos que dele necessite.

4. O CRIME DE LAVAGEM DE DINHEIRO

O crime de lavagem de dinheiro ganhou grande força nos últimos anos,


principalmente com o advento da internet, que facilitou e muito a prática deste tipo de
delito. A expressão que originou o termo “lavagem de dinheiro”, foi money laundering,
utilizada nos Estados Unidos judicialmente, no ano de 1982, em um caso envolvendo
tráfico de drogas. Originalmente o termo foi empregado por organizações mafiosas no
período da década de 30, que investiam os valores adquiridos com a venda de bebidas,
drogas e com a prostituição em lavanderias.

A lavagem de dinheiro é conceituada como “processo pelo qual se opera a


transformação de recursos obtidos de forma ilícita em ativos com aparente origem legal,
inserindo, assim, um grande volume de fundos nos mais diversos setores da economia. ”
(CAPEZ, 2012, P. 655)

Por não ser um crime considerado violento e também é classificado como crime
comum, muitas vezes a modalidade criminosa a população não se atenta para os
problemas que são gerados, principalmente quando são praticados por serventuários
públicos, gestores e representantes legislativos, já que os cofres públicos acabam sendo
saqueados e os valores acabam sendo convertidos em investimentos em empresas
fantasmas e em paraísos fiscais.
No Brasil, a lei que trata do crime.º é a Lei n 9.613/1998, que foi modificada
pela lei n. 12.686/2012. A principal mudança foi a revogação do art. 1º que dispunha de
rol taxativo, mas que continha várias lacunas, que facilitava a impunidade. A lavagem
de dinheiro, é uma atividade complexa e como tal, foi devidamente dividida nas
seguintes fases (CAPEZ, 2012, p. 656):

Placement (introdução): Na primeira fase, busca-se introduzir os valores ilícitos


no sistema financeiro, promovendo, assim, distanciamento dos recursos de sua origem,
com o objetivo de evitar que haja alguma ligação entre o agente e o produto oriundo do
cometimento de crime prévio.

Layering (transformação, ocultação ou dissimulação): nesta etapa, é realizada


uma série de negociatas ou transações financeiras, cujo objetivo é impedir o
rastreamento e encobrir a procedência ilícita dos recursos.

Integration (integração): o último passo é a integração, no qual os bens, já com


aparência lícita, são incorporados ao sistema econômico, através de operações feitas no
mercado mobiliário.

Diante do exposto, o crime de lavagem de dinheiro atinge os setores sócio


econômico, provocando prejuízos que são percebidos diariamente pela sociedade,
principalmente devido ao narcotráfico e a corrupção que toma conta do país e tem ferido
e muito os direitos e garantias fundamentais dos cidadãos previstos na Constituição
Federal de 1988.

5. UMA ANÁLISE PERTINENTE AO RECEBIMENTO DE HONORÁRIOS


ADVOCATÍCIOS PROVENIENTES DE TRANSAÇÕES ILÍCITAS

A sociedade, tem vivido um período conturbado da sua história, como se não


houvesse leis e nem punições efetivas para combater os delitos cometidos em todos os
seus seguimentos. O que eles têm em comum? A corrupção que gera a proliferação de
diversas modalidades de ilícitos contra a economia, dentre eles a lavagem de dinheiro.

Por este motivo, a comunidade internacional tem se unido e não tem poupado
esforços para tentar maximizar os meios de combate a esta prática, dentre elas, incluir
no rol dos profissionais que deverão denunciar a prática, os advogados. Este profissional
desempenha um papel importante em se tratando do combate a práticas ilícitas, já que
com a modificação da Lei de Lavagem de Dinheiro (9.613/1998), o mesmo foi inserido
no rol dos sujeitos que são obrigados a denunciar ao COAF quem encontra-se
cometendo o ilícito.

Mas se o advogado tem esta obrigação, o mesmo ao defender seu cliente recebe
honorários. Se os valores forem maculados ou ilícitos, o advogado deverá ser
responsabilizado? Qual a postura dele, diante do caso? Estas indagações são
interessantes porque o que está em jogo são os honorários e os valores serem
provenientes de valores ilícitos e se estes valores, ao serem recebidos não configuraria
lavagem de dinheiro.

Para o doutrinador Rodrigo Grandis (2013, pp. 177-179), “o risco criado através
da conduta mostrou-se um risco proibido e não aprovado. ” Então, com referência à
advocacia, não haveria risco, em relação à justiça (do bem jurídico tutelado), no
comportamento do profissional de direito que recebe honorários oriundos de ilicitudes,
como de lavagem de dinheiro, se não souberem a origem dos valores recebidos.

Com referência ao que está previsto em lei, demonstra-se que a conduta é atípica
com relação ao advogado, o art. 1º, § 1º, inciso II da Lei 9.613/1998, já modificada,
prevê: § 1 Incorre na mesma pena quem, para ocultar ou dissimular a utilização de bens,
direitos ou valores provenientes de infração penal: (...) II - os adquire, recebe, troca,
negocia, dá ou recebe em garantia, guarda, tem em depósito, movimenta ou transfere.
Analisando o que está previsto na lei em questão, se o advogado agir de boa-fé, não
estará cometendo dissimulação dos valores, conforme afirmado por Botinni (2013), que
“o advogado apenas recebe a remuneração por seus serviços, inexistindo qualquer
vontade de contribuir com o encobrimento de determinado valor”. Ainda, segundo o
autor, embora as decisões tenham por base ordenamento jurídico distinto do nosso, os
princípios discutidos são perfeitamente reconhecíveis e adequados ao sistema jurídico
pátrio. Sob essa ótica, parece correta a primeira solução da jurisprudência alemã, que
assegura o recebimento dos honorários — mesmo que maculados — e afasta sua
ilicitude penal diante da importância do direito de defesa e de livre escolha do
advogado.
Analisando por esta ótica, para que fosse configurado dolo por parte advogado,
seria necessário que houvesse dissimulação e ocultação intencionalmente, realizando
atividades do tipo cobrar valores acima do previsto e devolver uma parte ao cliente, ou
ainda, orientá-lo de como aplicar os valores ilícitos de forma eficiente e eficaz.

O advogado como todo profissional que presta serviço deseja apenas ser
remunerado e o fato de receber os valores sem qualquer pretensão se encobrir os valores
não havendo, nesta hipótese, prática de lavagem de dinheiro, sendo necessário que haja
transparência na formalização do pagamento, afastando assim, o que está previsto no
art. 1º, caput da Lei nº 9.613/1998.

Há uma teoria pertinente ao tema que tem gerado opiniões controversas, tanto
por parte dos doutrinadores como dos juristas: trata-se da Teoria da Cegueira ou Teoria
do Avestruz que, “é proveniente dos Estados Unidos, onde a Suprema Corte Norte-
Americana julgou o caso de um vendedor de carros, os quais eram todos de origem
ilícita, roubados, furtados.” (FOUREAUX, 2012). Esta teoria é comparada ao dolo
eventual onde era de conhecimento do receptor dispunha de conhecimento das origens
dos bens e valores e que e os mesmos eram provenientes de práticas ilícitas, mesmo
assim, manteve-se omisso e indiferente a situação

Se a referida teoria fosse aplicada o profissional de advocacia teria


conhecimento de causa da origem dos valores pagos pelo cliente teria origem ilícita e
ainda assim aceita recebe-los. Seguindo esta ótica o advogado não deveria aceitar
receber os honorários, devendo, segundo alguns defensores, comunicar o fato ao COAF.

A hipótese é bastante polêmica e coloca muitas vezes a posição do advogado em


meio a uma encruzilhada, principalmente em relação ao sigilo profissional-cliente. A
teoria da cegueira, portanto tem proximidade com “a da responsabilidade penal objetiva,
não sendo crível idealizar que o advogado investigue eventual suspeita acerca da origem
do capital de seu cliente, recusando-se a aceitá-lo. ” (FAEL, 2017, p.03)

Por tudo que foi exposto, conclui-se que é legal o recebimento de honorários
advocatícios, desde que seja de boa-fé, não sendo os valores, portanto, utilizados de
maneira ilícitas cometendo dissimulação e ocultação de valores em comum acordo com
o cliente.

CONCLUSÃO

A lavagem de dinheiro é um crime que embora tenha uma definição simples, sua
prática é complexa e tem afetado o mercado econômico não apenas a nível de Brasil,
mas internacionalmente, principalmente pela facilidade da movimentação financeira
ilícita através da internet. No Brasil, o crescimento desta modalidade se seu com o
narcotráfico, mas também através do chamado “crime do colarinho branco”, praticado
por grandes empresários e pela classe política, de modo geral.

O advogado necessita ter uma conduta ilibada quando se tratar de lavagem de


dinheiro, á que embora ele faça parte de um grupo de profissionais considerados
“sensíveis”, a Lei em 9.613/1998, seu art. 9º, o inclui no rol dos que deve comunicar ao
COAF se e como está ocorrendo a prática do ilícito. Quanto aos honorários é licito
recebê-los mesmo maculados de crimes de lavagem de dinheiro, desde que sejam
utilizados de boa-fé.

Portanto, existe em se tratando de honorários advocatícios em se tratando de


crimes de lavagem de dinheiro, uma linha tênue entre o que é correto e incorreto, já que
o advogado tem que ser ético e não deve atuar de má-fé, orientando o cliente de como
realizar o ilícito, de modo a ocultar ou dissimular os valores.
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