Vous êtes sur la page 1sur 9

TRATAMENTO FISIOTERÁPICO NA ESCOLIOSE

Adriane Lopes Alves1


George Schayer Sabino2
Raphael Borges de Oliveira Gomes3
Diogo Carvalho Felício4

RESUMO: Através de uma revisão sistemática, o objetivo do presente trabalho foi buscar informações relativas aos tratamentos fisioterápicos empregados no
manejo da escoliose idiopática. Foram utilizadas as bases de dados: Pubmed, Medline, Bireme, Lilacs, Scielo e PEDro. Foram extraídos de cada estudo dados
sobre: tipo de intervenção, duração da intervenção, características da amostra e alterações no ângulo de Cobb. Foram incluídos no estudo 18 artigos. Em
média ocorreu uma melhora de -6,8° (±5,71º) no ângulo de Cobb. Diversos métodos e técnicas fisioterapêuticas, aparentemente tem o potencial de reduzir a
curvatura escoliótica. São necessários estudos mais elaborados para aumentar a força dessa evidência.

PALAVRAS-CHAVE: Escoliose, Fisioterapia, Reabilitação.

INTRODUÇÃO musculares no tronco, tornando a muscu­latura do lado côncavo


A escoliose é um desvio postural da coluna vertebral, carac- retraída, e mais alongada no lado convexo, o que irá caracteri-
terizada por uma curvatura anormal no plano frontal, superior a zar um problema de disposição muscular, com consequentes
10º, asso­ciada ou não à rotação dos corpos vertebrais nos pla- sobrecargas assimétricas (KISNER, COLBY, 2005). Isto poderá
nos transverso e sagital (REAMY, SLAKEY, 2001; KANE, 1977). levar ao aparecimento de outras patologias como a osteoartrite
Esse tipo de alteração na postura da coluna pode ser classi- (CONOLLY et al, 1998) e a hérnia de disco (PINTO et al, 2002).
ficada em estrutural e não-estrutural. Uma escoliose estrutural Abrangendo, dessa forma, questões posturais e musculoes-
envolve uma curvatura lateral irreversível com rotação fixa das queléticas, o tratamento da escoliose idiopática (EI) envolve es-
vértebras. A escoliose não-estrutural, também denominada de sencialmente procedimentos fisioterápicos. Existem vários méto-
escoliose funcional ou postural, é reversível e pode ser alterada dos fisioterápicos citados para o trata­mento da escoliose, como:
com mudanças de posição (KISNER, COLBY, 2005). Reeducação Postural Global (RPG) (SOUCHARD, OLLIER, 2001),
A escoliose está presente em 1 a 3% dos adolescentes, Isostretching (REDONDO, 2001), Osteopatia (RIBEIRO, 2007),
sendo as meninas as mais afetadas, numa proporção de apro- Cadeias Muscula­res (BUSQUET, 2001), Pilates (RODRIGUES et
ximadamente 4/1 (VELEZIS et al, 2002). Diversos fatores são al, 2010), método Klapp (FISCHINGER, 1984), método Schroth
mencionados como possíveis causas para o desenvolvimento (SCHROTH, 1992) e Mézières (MÉZIÈRES, 1984).
da escoliose (BADARO et al, 1995), entretanto, o tipo mais co- Entretanto, a conduta de tratamento, ou mesmo a eficácia da
mum na população é a idiopática, aonde a causa é desconheci- intervenção sobre essa disfunção, ainda são pouco conhecidas
da (STOKES et al, 1998) . e por vezes muito questionadas (SEGUNDO-MOZO et al, 2009;
A maioria das escolioses idiopáticas adolescente é assin- ROMANO, NEGRINI, 2008). Dessa forma, o objetivo deste estudo
tomática antes de atingir grandes angulações, normalmente foi realizar uma busca abrangente na literatura científica atual a
produzindo sintomas acima de 40° Cobb (TORREL et al, 1981). respeito dos diferentes tipos de tratamentos fisioterápicos empre-
Afetando o sistema musculoesquelético da região torácica, a es- gados na conduta de pacientes com EI e relatar seus resultados.
coliose, nesses casos mais graves, poderá levar a restrições da
função pulmonar (BADARO et al, 1995). MATERIAL E MÉTODO
Todavia é importante observar a presença da escoliose pre- A procura dos artigos foi realizada através das bases de da-
viamente ao aparecimento de sintomas, pois a detecção preco- dos: Pubmed, Medline, Bireme, Lilacs, Scielo e PEDro em busca
ce irá aumentar em três vezes a chance de sucesso com o tra- de artigos relacionados ao tratamento fisioterapêutico para a es-
tamento conservador (TORREL et al, 1981). Além disto, mesmo coliose nos idiomas inglês, português e espanhol. A busca foi feita
assintomática a escoliose poderá alterar a distribuição de forças a partir da palavra chave: escoliose; combinada com: tratamento
e a atividade muscular na coluna predispondo a seu desgaste conservador, reabilitação, fisioterapia, reeducação postural global,
precoce (CONOLLY et al, 1998; PINTO et al, 2002). Basicamen- cadeias musculares, pilates, quiropraxia, manipulação, massagem,
te, a escoliose conduz a desequilíbrios de força e comprimento mobilização, terapia manual, manipulação terapêutica, osteopatia e

274 | PÓS EM REVISTA


seus similares na língua inglesa e espanhola, sem restrições quanto procedimentos a utilização de um grupo controle e um grupo
à data de publicação. Também foram observadas referências bi- experimental, a alocação de forma aleatória entre os grupos e
bliográficas dos próprios artigos e de livros da área. que, por fim, relataram o pré e o pós tratamento. Foram conside-
Considerando que o objetivo principal do trabalho foi anali- rados estudos Quase-experimental os estudos que apresenta-
sar o efeito do tratamento fisioterápico para amenizar ou melhorar vam grupos de tratamento, mas que não relataram alguma das
de forma conservadora a escoliose, foram excluídos os artigos características citadas acima. São Estudos de Caso os trabalhos
que abordavam cirurgias e também o uso de coletes, mesmo que que apresentavam apenas a descrição da intervenção para o
nesses casos tenham sido realizados anteriormente, posterior- tratamento conservador da escoliose em um ou mais pacientes.
mente ou em conjunto técnicas ou exercícios fisioterápicos. Dada a heterogeneidade das condições clínicas e das in-
Foram extraídos de cada artigo o tipo de intervenção, o tem- tervenções observadas nos diversos trabalhos, optou-se por
po de duração da intervenção, as características da amostra e agrupar seus resultados classificando-os apenas como positivo
os resultados. A fim de padronizar a comparação dos resultados ou negativo, a partir da melhora ou não do ângulo de Cobb ob-
foi escolhido como desfecho da intervenção a medida do ângu- servada após a intervenção. Por se tratar de uma medida con-
lo de Cobb. O ângulo de Cobb é uma medida feita através da tínua e suscetível a erros, só foram consideradas melhoras no
intersecção de linhas traçadas no bordo superior e inferior das ângulo de Cobb quando a alteração nessa medida foi superior
vértebras limites da curva vertebral (COBB, 1948; DICKSON, LEA- ao desvio médio das alterações de todos os trabalhos incluídos,
THERMAN, 1998). É um método válido e confiável (GSTOETTNER ou seja, quando a evolução foi superior à variância da amostra.
et al, 2007) e é o método mais mencionado na literatura para a
avaliação da escoliose. O ângulo de Cobb pode ser utilizado tanto RESULTADOS
para documentar a progressão da curva como para selecionar e A partir da busca pré determinada foram selecionados
avaliar a efetividade de um tra­tamento (CUNHA et al, 2009). 18 artigos, dos quais 8 nas línguas inglesa e espanhola e 10
Para comparação metodológica e análise do nível de evi- em língua portuguesa, os dados desses artigos encontram-se
dência os artigos foram classificados em Ensaio Clínico Alea- expressos nas tabelas 1 e 2.
torizado (ECA), Quase-experimental e Estudo de Caso. Foram A classificação dos artigos quanto a seu formato se encon-
classificados como ECA os trabalhos que relatavam em seus tra exposta no Quadro 1.

PÓS EM REVISTA l 275


276 | PÓS EM REVISTA
PÓS EM REVISTA l 277
A partir dos dados apresentados é possível perceber que a tivos para o tratamento da escoliose. Cinco estudos (ROWE et
amplitude das variações no ângulo de Cobb foi de uma redução al, 2006; BORGHI et al, 2008; BONORINO et al, 2007; FREGO-
do ângulo de -18,5º (NEGRINI, A et al, 2008) a um aumento do NESI et al, 2007; OLIVEIRAS, SOUZA, 2004) não apresentaram
ângulo de +6° (MANHÃES et al, 2009). Em média ocorreu uma melhoras homogêneas no ângulo de Cobb superior ao desvio
melhora de -6,8° com desvio padrão de ± 5,71º. Cinco estudos pré determinado e foram assim classificados de forma negativa
não se enquadram nestes resultados citados acima, pois três es- (sem melhora).
tudos não utilizaram a medida do ângulo de Cobb para avaliar a Além do ângulo de Cobb, foram avaliados nos artigos: a
efetividade do tratamento (LASLETT, 2009; ARAÚJO et al, 2010; dor, a flexibilidade, a força e retração muscular, o alinhamento
IUNES et al, 2010); um estudo não relatou os valores do ângulo das curvas (lordoses e cifoses), o equilíbrio, o ângulo de rotação
de Cobb mesmo citando sua melhora (MANHÃES et al, 2009) e vertebral, a simetria corporal, a expansibilidade torácica, os sin-
um estudo não relatou os valores do ângulo de Cobb em graus, tomas respiratórios (dispnéia e infecção de repetição) e a quali-
expressando-o em dados percentuais (NEGRINI, S et al, 2008). dade de vida, as quais foram observadas para citação, mas não
Oito estudos (BROOKS et al, 2009; NEGRINI, A et al, 2008; analisadas no presente estudo.
MONSALVE et al, 2007; MORNINGSTAR, WOGGON, LAWREN- O tempo médio da intervenção nos estudos foi de 21 se-
CE, 2004; MORNINGSTAR, STRAUCHMAN, GILMOUR, 2004; manas, sendo que 2 estudos (BROOKS et al, 2009; MARQUES,
GESSER et al, 2007; MOLINA, CAMARGO, 2003; MARQUES, 1996) não apresentaram esta informação. O tempo empregado
1996) relataram melhora do ângulo de Cobb maior que 5,71º e em relação à utilização de cada técnica utilizada se encontra
foram assim classificados como apresentando resultados posi- descrito na Tabela 3.

278 | PÓS EM REVISTA


O total de participantes incluídos nos estudos abordados foi respeito de uma intervenção particular, mas que apresenta um
de 191 indivíduos, destes, 124 são do sexo feminino, sendo que grau de evidência limitado para extrapolação de seus achados.
2 estudos incluídos não forneceram esta informação (MORNIN- O grande número de estudo de casos sobre escoliose (9 artigos)
GSTAR, WOGGON, LAWRENCE, 2004; MANHÃES et al, 2009). catalogados em bases de dados de qualidade (Pubmed, Bireme,
Em 3 estudos a amostra apresenta indivíduos com idade igual Lilacs, e PEDro), nos mostra que é comum o tratamento fisiote-
ou maior que 40 anos (BROOKS et al, 2009; LASLETT, 2009; rápico conservador dessa condição e que seus resultados são
MORNINGSTAR, WOGGON, LAWRENCE, 2004). Nos outros 15 promissores, considerando a melhora média dessa condição e
estudos, os indivíduos apresentam idade igual ou menor que 25 que nenhum desses relatou efeitos colaterais ou complicações
anos, sendo que em 10 destes estudos os indivíduos apresen- significativas. Todavia, para se aumentar a certeza dessa afirma-
tam idade igual ou menor que 18 anos. ção estudos mais bem elaborados metodologicamente são ne-
cessários, e não temos como escapar dessa afirmação. Ou seja,
DISCUSSÃO pôde-se observar que a escoliose é uma condição presente na
Houve uma melhora média de -6,8° no ângulo de Cobb clínica de fisioterapia, na qual o tratamento apresenta-se, aparen-
nos estudos selecionados. Tal melhora é superior ao desvio temente, promissor, apesar de não se ter certeza disso com base
mínimo predeterminado. Todavia, alguns pontos merecem nos níveis de evidência disponíveis na literatura atual.
ser observados. Existem diversos tipos de intervenções diferentes que
A inclusão na presente revisão de apenas dois ECAs cor- podem ser empregadas no tratamento da EI. É possível que
robora com os aspectos previamente discutidos na introdução uma técnica não seja melhor que outra e elas sejam, sim,
sobre o desconhecimento e, portanto, razoáveis questionamen- complementares ou específicas para condições diferentes.
tos a respeito do tratamento conservador da escoliose. Todos os A intenção principal do presente trabalho não foi determinar
tipos de estudo têm sua importância literária, todavia, determi- qual seria a técnica mais eficiente ou não, e sim averiguar
nadas metodologias são mais apropriadas para se determinar a quais seriam as diversas possibilidades descritas na literatura
real eficácia de uma intervenção, como no caso dos ECAs. para lidar com a EI. Dessa maneira, segue abaixo (Tabela 4)
O trabalho atual não se ateve à seleção de ECAs apenas. Ao uma descrição sucinta para elucidar a respeito das diversas
incluir diversos tipos de trabalhos (como os estudos de caso), o técnicas catalogadas. O leitor que se interessar por determi-
presente estudo optou por considerar todas as evidências dis- nada técnica deve buscar livros específicos sobre tal forma de
poníveis. Estudo de caso é um tipo de intervenção importante, intervenção, bem como os artigos referenciados no presente
a qual norteia o profissional, pois aborda aspectos específicos a trabalho.

PÓS EM REVISTA l 279


O tempo médio da intervenção fisioterápica analisada nos es- da amostra) e cinco artigos foram classificados como negativos
tudos foi de 21 semanas, sendo que um estudo (MANHÃES et al, ou sem alteração (38% da amostra), o que nos indica que o tra-
2009) realizou a intervenção por apenas 4 semanas e três estudos tamento fisioterapêutico para a EI é próspero, mesmo levando
(NEGRINI, S et al, 2008; NEGRINI, A et al, 2008; FREGONESI et em consideração para essa classificação índices conservadores
al, 2007) apresentaram o tempo máximo de intervenção entre os como a variância da amostra.
artigos selecionados, totalizando 48 semanas de intervenção (um A opção do presente trabalho de selecionar apenas a medi-
ano). Vale observar que, para que a melhora da condição mus- da do ângulo de Cobb também pode ser considerada distinta e,
culoesquelética se mantenha após o tratamento, é necessário portanto, polêmica. Essa opção teve como propósito certificar-
que o paciente mantenha bons hábitos de vida e, recomenda-se, -se, através de uma medida precisa, a real evolução do trata-
também, que ele continue sendo acompanhado periodicamente. mento. Essa opção acarretou a ausência da análise de alguns
Os artigos estudados apresentam em sua amostra 65% de dados importantes apresentados nos estudos. Todavia, mesmo
indivíduos do sexo feminino e 71% com idade igual ou menor sem explicitar seus resultados, os estudos foram incluídos para
que 18 anos, demonstrando coerência quanto à seleção da que sua forma de intervenção fosse apresentada e divulgada.
amostra a partir da prevalência dessa condição na população Os autores do presente trabalho não preconizam a obrigatorie-
(VELEZIS et al, 2002). dade do uso do ângulo de Cobb para o acompanhamento tera-
Este estudo apresentou 18 artigos sendo que 5 destes não pêutico da EI, porém é importante ressaltar que quaisquer que
apresentaram resultados numéricos em graus quanto ao ângulo sejam as medidas empregadas elas deverão ser confiáveis e
de Cobb, restando 13 artigos que contém esta informação. Oito válidas, sob risco de colocar em dúvida todas as conclusões a
artigos foram classificados como tendo resultado positivo (62% respeito de um tratamento.

280 | PÓS EM REVISTA


CONCLUSÃO
Diversos métodos e técnicas fisioterapêuticas, mesmo GESSER, M.O.; OLIVEIRA, E.M.; SILVA, K.M.A. O uso da bola suíça
sem estarem associadas ao uso de coletes ou a realização no tratamento da escoliose. Um estudo de caso. Revista Digital, v.12,
n.107, 2007.
de procedimentos cirúrgicos, podem reduzir a curvatura da
escoliose idiopática. Porém, são necessários estudos com
GSTOETTNER, M.; SEKYRA, K.; WALOCHNIK, N.; WINTER, P.;
desenhos metodológicos mais elaborados para aumentar a WACHTER, R.; BACH, C.M. Interand intraobserver reliability assessment
força dessa afirmação. of the Cobb angle: manual versus digital measurement tools. Eur Spine
J., v.16, n.10, p.1587-92, 2007

REFERÊNCIAS IUNES, D.H.; CECÍLIO, M.B.B.; DOZZA, M.A.; ALMEIDA, P.R. Análise
ARAÚJO, M.E.A.; SILVA, E.B.; VIEIRA, P.C.; CADER, S.A.; MELLO, D.B.; quantitativa do tratamento da escoliose idiopática com o método klapp
DANTAS, E.H.M. Redução da dor crônica associada à escoliose não por meio da biofotogrametria computadorizada. Rev Bras Fisioter., v.14,
estrutural, em universitárias submetidas ao método Pilates. Motriz, v.16, n.2, p.133-40, 2010.
n.4, p.958-66, 2010.
KANE, W.J. Scoliosis prevalence: a call for a statement of terms. Clin
BADARO, A.F. et al. Efeitos da escoliose sobre a função pulmonar. Fi- Orthop Relat Res., v.126, p.43-6, 1977.
sioterapia em Movimento, v.8, n.1, p.25-31, 1995.
KISNER, C.; COLBY, L.A. Exercícios Terapêuticos. Fundamentos e Téc-
BONORINO, K.C.; BORIN, G.S.; SILVA, A.H. Tratamento para escoliose nicas. São Paulo: Manole, 2005.
através do Iso-stretching e uso de bola suíça. Cinergis, v.8, n.2, p.1-5,
2007.
LASLETT, M. Manual Correction of An Acute Lumbar Lateral Shift, Main-
BORGHI, A.S.; ANTONINI, G.M.; FACCI, L.M. Isostretching tenance of Correction and Rehabilitation: A Case Report with Video.
no Tratamento da Escoliose: Série de Casos. Saúde e Pesquisa, v.1, Journal of Manual and Manipulative Therapy, v.17, n.2, p.78-85, 2009.
n.2, p.167-71, 2008.
MANHÃES, C.S.; CUNHA, G.P.A.; CISILIO, M.F.; BARACAT, P.J.F.; JOR-
BROOKS, W.J.; KRUPINSKI, E.A.; HAWES, M.C.Reversal of child- GE, F.S. Efeitos da corrente russa associada à postura sentada da RPG
hood idiopathic scoliosis in an adult, without surgery: a em pacientes com escoliose juvenil. Perspectivas Online, v.3, n.9, 2009.
case report and literature review. Scoliosis, v.4, n.27, 2009.
MARQUES, A.P. Escoliose tratada com Reeducação Postural Global.
BUSQUET, L. As cadeias musculares: lordose, cifoses, escolioses e Rev Fisioter., v.3, n.1/2, p.65-68, 1996.
deformações torácicas. Belo Horizonte: Busquet, 2001.

COBB, J.R. Outline for the study of scoliosis. In Instructional Course Lec- MÉZIÈRES, F. Originalité de la méthode Mézierès. Paris: Maloine, 1984.
tures, The American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS), v.5, p. MOLINA, I.A.; CAMARGO, O.P. O tratamento da criança com escoliose
261-75, 1948 por alongamento muscular. Fisioterapia Brasil, v.4, n.5, p.369-72, 2003.
CONOLLY, B.H.; LEZBERG, S.F.; WEILER, D.R. Lo que los jóvenes y sus
padres necesitan saber sobre la Escoliosis. Rev. Apta, p.01-16, 1998.
MONSALVE, C.Y.F.; CORENA, Z.M.G.; SAMUDIO, M.P.O. Estudio de
caso: terapia manual en una paciente de 18 años con escoliosis juvenil
CUNHA, A.L.L.M.; ROCHA, L.E.M.; CUNHA, L.A.M. Método de Cobb na
idiopática. Rev. Cienc. Salud, v.5, n.3, p.78-90, 2007.
escoliose idiopática do adolescente: avaliação dos ângulos obtidos
com goniômetros articulados e fixos. Coluna/Columna, v.8, n.2, p.161-
MORNINGSTAR, M.W.; STRAUCHMAN, M.N.; GILMOUR, G. Adolescent
170, 2009.
idiopathic scoliosis treatment using pettibon corrective procedures: a
case report. J Chiropr Med., v.3, n.3, p.96-103, 2004.
DICKSON, R.A.; LEATHERMAN, K.D. The management of spinal defor-
mities. Wright, p.1-54, 1998.
MORNINGSTAR, M.W.; WOGGON, D.; LAWRENCE, G. Scoliosis treat-
ment using a combination of manipulative and rehabilitative therapy: a
FISCHINGER, B. Escoliose em fisioterapia. São Paulo: Panamed Edi-
retrospective case series. BMC Musculoskelet Disord., v.5, n.32, 2004.
torial, 1984.

NEGRINI, A.; PARZINI, S.; NEGRINI, M.G.; ROMANO, M.; ATANASIO, S.;
FREGONESI, C.E.P.T.; VALSECHI, C.M.; MASSELLI, M.R.; FARIA,
ZAINA, F.; NEGRINI, S. Adult scoliosis can be reduced through specific
C.S.R.; FERREIRA, D.M.A. Um ano de evolução da escoliose com RPG.
SEAS exercises: a case report. Scoliosis, v.3, n.20, 2008.
Fisioter. Bras., v.8, n.2, p.140-142, 2007.

PÓS EM REVISTA l 281


NEGRINI, S.; ZAINA, F.; ROMANO, M.; NEGRINI, A.; PARZINI, S. Spe- dings from the District of Columbia. J. Pediatr Orthop, v.22, n.6, p.788-
cific exercises reduce brace prescription in adolescent idiopathic sco- 91, 2002.
liosis: a prospective controlled cohort study with worst-case analysis. J
Rehabil Med.,v.40, n.6, p.451-5, 2008. NOTAS DE RODAPÉ
1 Discente de Fisioterapia da Faculdade Pitágoras Betim. Email: adria-
OLIVEIRAS, P.A.; SOUZA, D.E. Tratamento Fisioterapêutico em Esco- nefisio@yahoo.com.br
liose através das Técnicas de Isostretching e Manipulações Osteopáti-
cas. Terapia Manual, v.2, n.3, p.104-113, 2004. 2 Mestre em Ciências da Reabilitação pela UFMG. Docente da Facul-
dade de Ciências Médicas de Minas Gerais e do Centro Universitário
PINTO, F.C.G.; POETSCHER, A.W.; QUINHONES, F.R.E.; PENA, M.; Newton Paiva. Email: george@propulsao.com
TARICCO, M.A. Lumbar disc herniation associated with scoliosis in a
15-year-old. Arq Neuropsiquiatr., v.60, n.2A, p.295-298, 2002. 3 Fisioterapeuta especialista em Ortopedia e Esportes. Docente de Fisio-
terapia da Faculdade Pitágoras Betim. Email: raphaborges82@yahoo.
REAMY, B.V.; SLAKEY, J.B. Adolescent idiopathic scoliosis: review and com.br
current concepts. Am Fam Physician, v.64, n.1, p.111-6, 2001.
4 Mestrando em Ciências da Reabilitação pela UFMG. Docente Faculda-
REDONDO, B. Isostretching: a ginástica da coluna. Piracicaba: Skin Di- de Pitágoras Betim. Email: diogofelicio@yahoo.com.br
rect Store, 2001.

RIBEIRO, A.P.C.M.M. Osteopatia. Fisioterapia Especialidades, v.1, n.1,


p.4-9, 2007.

RODRIGUES, B.G.S.; CADER, S.A.; TORRES, N.V.B.; OLIVEIRA, E.M.;


DANTAS, E.H.M. Pilates Method in Personal Autonomy, Static Balance,
and Quality of Life of Elderly Females. J Bodyw Mov Ther, v.14, n.2,
p.195-202, 2010.

ROMANO, M.; NEGRINI, S. Manual therapy as a conservative treatment


for adolescent idiopathic scoliosis: a systematic review. Scoliosis, v.3,
n.2, 2008.

ROWE, D.E.; FEISE, R.J.; CROWTHER, E.R.; GROD, J.P.; MENKE, J.M.;
GOLDSMITH, C.H.; STOLINE, M.R.; SOUZA, T.A.; KAMBACH, B. Chiro-
practic manipulation in adolescent idiopathic scoliosis: a pilot study.
Chiropr Osteopat., v.14, n.15, 2006.

SCHROTH, C.L. Introduction to the three-dimensional Scoliosis treat-


ment according to Schroth. Physiotherapy, v.78, n.11, p.810-15, 1992.

SEGUNDO-MOZO, R.S.; VALDÉS-VILCHES, M.; AGUILAR-NARANJO,


Y.J.J. Tratamiento conservador de la escoliosis. Papel de la cinesitera-
pia. Rehabilitación, v.43, n.6, p.281-6, 2009.

SOUCHARD, P.; OLLIER, M. As escolioses. Seu tratamento fisiotera-


pêutico e ortopédico. São Paulo: É Realizações, 2001.

STOKES, I.A.F.; ARMSTRONG, J.G.; MORELAND, M.S. Spinal deformity


and back surface asymmetry in idiopathic scoliosis. J Orthop Res., v.6,
n.1, p.129-137, 1998.
TORREL, G.; NORDWALL, A.; NACHEMSON, A. The changing pattern
of scoliosis treatment due to effective screening. J Bone Joint Surg Am,
v.63, n.3, p.337-41, 1981.

VELEZIS, M.; STURM, P.F.; COBEY, J. Scoliosis screening revisited: fin-

282 | PÓS EM REVISTA