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Evaluating surfactant performance as
solubilizer of non-aqueous phase liquids within
aqueous media

Article in Química Nova · December 2009

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Elizabeth Souza
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5. Figura 1. a CETESB havia identificado 2. formam DNAPLs. tratos impermeáveis do subsolo (Figura 1). França. 13012-970 Campinas – SP.10 A necessidade *e-mail: souzaef@puc-campinas.8 No subsolo.4. Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Adaptada da ref. Estados Unidos. existem como fases distintas e imiscíveis em con- tato com a água.7 seja necessário o desenvolvimento de estratégias consistentemente eficientes para a remediação das áreas impactadas. 532-538.3 Portanto. enquanto as DNAPLs se depositam sobre os es- resíduos no solo e a contaminação das águas subterrâneas foram pra. dependendo pressão de vapor da em ou necessitam de tratamento. 2010 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE SURFACTANTES PARA A SOLUBILIZAÇÃO DE FASES LÍQUIDAS NÃO AQUOSAS EM MEIO AQUOSO Artigo Elizabeth Fátima de Souza*. Quim.4.br de conter as contaminações de aquíferos já identificadas em seus . The tests carried out at laboratory scale. 7 formam LNAPLs. tolueno e xilenos. Centro de Ciências Exatas. com densidades menores ou como fases líquidas não aquosas densas (Dense Non-Aqueous Phase Liquids. sob a influência da A poluição das águas superficiais de rios e lagos já é reconhecida gravidade. NAPLs may remain adsorbed or form lenses floating on aquifers causing long-term contaminations. clorofórmio. as LNAPLs ticamente negligenciadas até a década de 70. Benzeno. Nova. remediation.6 Percloroetileno. publicado na web em 11/3/10 EVALUATING SURFACTANT PERFORMANCE AS SOLUBILIZER OF NON-AQUEOUS PHASE LIQUIDS WITHIN AQUEOUS MEDIA.edu.4 A contaminação de aquíferos por NAPLs é preocupante.4. Depois como um problema ambiental há muito tempo. hydration and ionization degree of the micelles define the affinity and the space available for the solubilization of a particular contaminating agent. Ao mesmo tempo. The presence of non-aqueous phase liquids (NAPLs) in the subsurface is a threat to public health as well as a serious environmental issue. por não serem de chegar ao lençol freático. principalmente em países ao movimento da água subterrânea. deixando gotas residuais na zona não-saturada. tetracloreto de carbono e outros hidrocarbonetos clorados alifáticos. NAPLs. hidrocarbonetos clorados e metais pesados. Porém. em função das diferenças de propriedades físicas e químicas.8 de 2008. enquanto as DNAPLs apresenta- industrializados e em desenvolvimento. 33. este é um apresentaram maior tendência de migração horizontal. ou mover-se de fase a outra.1 Na verdade. concomitante problema ambiental de grandes proporções. as consequências do descarte indevido de sobre a fase aquosa.2 No estado de São Paulo. Ambientais e de Tecnologias. Keywords: surfactants. as chamadas fases não aquosas líquidas (Non-Aqueous Phase Liquids. No. principalmente quando se considera a disponibilidade dos recursos hídricos. INTRODUÇÃO Quando ocorre um grande vazamento de NAPLs no solo. química e metal-mecânica e nas e incertezas sobre a sua migração e distribuição fazem com que lavanderias a seco. elas migram através do solo como uma fase separada. Rússia e outros países. shape. DNAPLs). NAPLs). enhancing the pump-and-treatment performance. taking into account the NAPL to be removed and the medium characteristics were useful to select surfactants and evaluate their efficiency as NAPLs solubilizers. Size. Alemanha.9 de milhares de áreas contaminadas de solos no Brasil. Mariana Rodrigues Peres e Samara Boaventura de Moraes Faculdade de Química. os constituintes das NAPLs podem vir a sofrer Canadá. entre os tipos mais comuns de contaminação de solos e águas subterrâneas estão os que provem de vazamentos de combustíveis e solventes orgânicos. com densidades maiores do que a da água. BTX).4. LNAPLs). Esquema representando a contaminação do subsolo e de aquíferos tolueno e xilenos e outros hidrocarbonetos derivados de petróleo causada por vazamentos de (a) LNAPLs e (b) DNAPLs. com cerca de 85% destas contendo hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos (benzeno. As fases líquidas não aquosas são usualmente clas- sificadas como fases líquidas não aquosas leves (Light Non-Aqueous Phase Liquids. Surfactants may increase NAPLs solubility. 3. Brasil Recebido em 10/2/09. hidrocarbonetos poliaromáticos (PAH). até novembro substância e sua solubilidade em água e das condições ambientais. Holanda. que estão partição.514 áreas contaminadas. Vol. extensivamente A extensão dos problemas de contaminação de solos por NAPLs utilizados nas indústrias eletrônica.5 Fases líquidas não aquosas (NAPLs) são formadas por compostos orgânicos líquidos que. a mobilidade das águas subterrâneas e a possibilidade de deslocamento de plumas de contaminantes para fora do domínio físico da área originalmente contaminada. Foram identificadas dezenas ram uma tendência mais acentuada de migração no sentido vertical. CP 317. as LNAPLs formam lentes que flutuam imediatamente visíveis. aceito em 7/10/09.

4 8.12 Já a solubilização intensifi.3 Triton X100 C8H17C6H4(C2H4O)9OH 625 2. O núcleo hidrofóbico Foram testados os surfactantes não iônicos mono-oleato de sor- das micelas pode armazenar e transportar moléculas orgânicas. toxicidade para os seres vivos e possi- águas contaminadas do subsolo para o controle das fontes e remoção bilidade de reciclagem. uma das alternativas existentes Tabelas 1 e 2 apresentam algumas das propriedades dos compostos para aumentar a efetividade do bombeamento e tratamento. O surfactante catiônico testado foi o brometo de hexadeciltrimeti- feros intensificada por surfactantes (Surfactant-Enhanced Aquifer lamônio (CTAB) e o aniônico foi o laurilsulfato de sódio (SDS).9 1.500 0. a partir dos de diversas pesquisas e foram. Aldrich) e Oil Red aquosa da NAPL via partição micelar.5 9. recentemente. trabalho foi testar e identificar em escala de laboratório os fatores de modo a satisfazer os critérios ambientais. controlando a migração de uma Os solventes decano (C10H22.12. As Remediation – SEAR) é.5×10-5 15 100 -- Tween 80 C64H124O26 1310 1. C26H24N4O. da mobilização e/ou solubilização das NAPLs.0 1. de sistemas de surfactante para remediação de solos contaminados são: eficiência.50 8000 160 79. em larga escala.11 Aldrich) e 1.5. Aldrich) e tolueno (C6H5CH3. o objetivo principal deste de massa dos contaminantes e no tratamento ex-situ dos efluentes.5 Como a maioria dos solventes orgânicos é incolor. muitos pes- A mobilização intensificada por surfactante utiliza baixas tensões quisadores utilizaram. au. permitindo assim que a fase orgânica seja extraída identificar a solubilização das NAPLs por soluções de surfactantes facilmente como uma fase separada.1 SDS CH3(CH2)11 SO4Na 288. a mobilização da fase orgânica residual e imiscível a ser extraída.13 A remediação de aquí.5 140 -- Tween 40 C62H122O26 1284 2. No.2 1.6 Clorofórmio 28. -. 3 Avaliação do desempenho de surfactantes 533 locais de origem levou à aplicação.13.5 Dicloroetano 25. Esta técnica consiste na extração das custos. resistividade de ~18 MW/cm) nas condições principais fatores que devem ser considerados para a seleção de um desejadas. 16 Propriedade Tensão superficial Densidade Viscosidade Solubilidade em água Pressão de vapor Volume molar Composto (dinas cm-1) (g mL-1) (cP) (ppm) (mm Hg) (cm3 mol-1) Água 72.2×10-5 15 110 -- .2 0. biodegradabilidade.999 1. extrair as NAPLs. Al- pluma de contaminantes para regiões mais afastadas do aquífero drich). Ainda assim.6 Tetracloreto de carbono 35. corantes hidrofóbi- interfaciais para reduzir significativamente as forças capilares que cos. acima da concentração micelar crítica (CMC).15 Os corantes Oil Blue N cada por surfactantes aumenta significativamente a concentração (1. depois de que influenciam o desempenho de soluções de surfactantes para a mais de uma década de utilização. Algumas propriedades físico-químicas da água e de compostos orgânicos representativos de NAPLs nas condições de temperatura e pressão ambiente.2×10-4 10 95 0. portanto. clorofórmio (CHCl3.5 8690 64 84. 33.728 0.3 0.17 Massa molar CMC Número médio Grau Surfactante Fórmula molecular HLB (g mol-1) (mol L-1) de agregação de ionização CTAB CH3(CH2)15N(CH3)3Br 364. Adaptada da ref.6 90-95 -- Tween 60 C64H126O26 1310 1. C24H30N2O2. promovendo testados para a solubilização de fases líquidas não aquosas.2×10-4 13. monoestearato de sorbitan (Tween 60).173 1. Os deionizada (Milli-QÒ. para distinguir visualmente as NAPLs da fase aquosa ou para prendem as NAPLs. através do coramento da fase aquosa.4-di(pentilamino)antraquinona. Porém.3 193.2-dicloroetano (C2H4Cl2. volumes de poros de água que deve ser bombeado do subsolo para Aldrich) são solúveis nos solventes orgânicos e insolúveis em água. bombeamento e tratamento como única forma de remediação não é suficiente. 18.868 0. Tabela 1. Propriedades selecionadas dos surfactantes utilizados7. bitan (Tween 80).95 800 90 90. na maioria dos casos. para promover a reabilitação da área PARTE EXPERIMENTAL contaminada de forma rápida e com custos aceitáveis.1 0. tetracloreto de carbono (CCl4. aplicadas em estudos reagentes puros tal como recebidos (Aldrich. verificou-se que a utilização do solubilização de NAPLs.0 Tolueno 55.13 As soluções de surfactantes e de solventes orgânicos corados Tecnologias de remediação à base de surfactantes têm sido o foco foram preparadas.2-0. 5.2×10-3 -.7 Decano 24.7×10-5 15.Vol.052 1.3 Tabela 2. com técnicas usuais de volumetria. eficiência ao bombeamento e tratamento. reduzindo assim o número de O (1-((4-(dimetilfenil)azo)dimetilfenil)azo)-2-naftalenol. A solubilização de fases orgânicas por soluções de possuindo as características necessárias para serem utilizados nos surfactantes é induzida pela sua capacidade de formação de micelas testes de solubilização de NAPLs.14 Desta forma. Aldrich). e permitindo a remoção de fontes secundárias da contaminação. monopal- mentando a solubilidade aparente dos compostos orgânicos na fase mitato de sorbitan (Tween 40) e octilfenol (Triton X-100) etoxilados. em escala de laboratório. Aldrich) foram escolhidos para A adição de surfactantes durante a lavagem de solo pode reduzir os ensaios preliminares de identificação do potencial dos surfactantes a tensão superficial entre os contaminantes e a água. os sistemas de bombeamento e tratamento de águas subterrâneas podem Material se constituir em uma parte importante do programa de remediação de solos e aquíferos contaminados. 50 0.92 0. aquosa em algumas ordens de magnitude e proporcionando maior os números indicando os diferentes graus de etoxilação de cada um.59 500 22 105.02 -. através orgânicos e surfactantes utilizados neste trabalho.697 0. bombeamento e tratamento. Sigma ou Vetec) e água de campo para a avaliação da aplicabilidade em larga escala.

Quim. utilizando-se os valores das absorbâncias medidas no comprimento de onda característico do corante (Oil Red. material suplementar). utilizando-se um espectrofotômetro UV/VIS Hewlett. Imazaki et al.001 g/mL do corante desejado. os surfactantes Tween 80 e 6 (+) (-) (+) SDS solubilizaram melhor o clorofórmio e os surfactantes Tween 80. as soluções dos surfactantes testados 4 (+) (+) (-) solubilizaram melhor o organoclorado tetracloreto de carbono quan- 5 (-) (-) (+) do este foi corado com Oil Red. Por este motivo.5 mL da NAPL desejada previamente corada com que apresentou solubilização total nas LNAPLs testadas (tolueno 0.2-dicloroetano na presença 8 (+) (+) (+) de Oil Blue (Figura 2S. classificada a partir do coramento da fase aquosa. A seguir. Assim. a faixa de comprimentos de onda do ultravioleta e do visível é típico Para o cálculo do efeito global apresentado pelas variáveis tes.2-dicloroetano).:19 25 mL da solução de surfactante (2. a seguir. 7 (-) (+) (+) CTAB e SDS solubilizaram melhor o 1.5% m/v) sem alteração de pH ou de dureza da água deionizada utilizada no foram transferidos para um frasco de 125 mL. em todos os comprimentos de onda. Variável Nível (-) Nível (+) em alguns casos. de acordo mamente elevados e com flutuações acentuadas em praticamente toda com a Tabela 3. foram obtidos os espectros de bem solubilizado tanto nas LNAPLs.5% m/v do surfactante desejado corante Oil Blue. um comportamento similar ao descrito acima para [CaCO3] (mg L-1) 50 250 as LNAPLs. Um espectro de absorção de luz com valores de absorbâncias extre- pH e dureza da fase aquosa com o surfactante dissolvido. em que os parâmetros avaliados foram temperatura. para a remoção de eventuais partículas de carbonato de cálcio dispersas no meio líquido. 655 nm). sendo o escolhido para os testes de desempenho dos vezes durante um período de 24 h e.20 orgânica emulsionada na fase aquosa. Todos os testes foram realizados em triplicata. isto é. O Oil Red foi segunda fase no sistema. Cada frasco foi agitado várias e n-decano). da presença de uma cadeia alifática maior no Oil Blue realizada pela inspeção visual da intensidade de cor da fase aquosa do que nos outros corantes. ocorreu a emulsificação da fase orgânica na aquosa. o que confere a ele uma maior afinidade e da quantidade de NAPL não solubilizada. indi- NAPLs foi proposto um planejamento fatorial com três fatores em cada por um forte espalhamento de luz em toda a região do visível. Dos corantes testados. a emulsificação da fase orgânica (Figura 1S. As fases aquosas dos testes de solubilização realizados em durezas elevadas foram filtradas através de uma membrana (diâmetro de poro de 0.47 mm) antes da obtenção dos espectros de absorbância. permaneceu em surfactantes na solubilização de fases orgânicas leves. 1 (-) (-) (-) O desempenho de um mesmo surfactante no processo de solu- 2 (+) (-) (-) bilização de DNAPLs é bastante influenciado pelo tipo de corante 3 (-) (+) (-) utilizado na identificação da fase orgânica como mostra a Figura 3. para identificação da influência das condições No espectro UV/vis da fase aquosa contendo o surfactante Tween do meio sobre o desempenho dos surfactantes na solubilização de 40 a 25 oC. Temperatura (°C) 20 30 material suplementar).21 No caso da fase aquosa com CTAB a 25 oC. dos surfactantes na solubilização de NAPLs nado surfactante foi realizada de acordo com um procedimento originalmente proposto por Zhou e Rhue 18 e modificado por Os primeiros testes foram realizados em temperatura ambiente.5% Um planejamento fatorial permite a análise simultânea do efei.19 A intensidade da solubilização dos contaminantes vis obtidos durante a tentativa de solubilização da LNAPL decano no interior das micelas das soluções de surfactantes testadas foi corada com Oil Blue por soluções dos surfactantes Tween 40 e CTAB. bem como a identificação dos na temperatura de 25 oC fatores significativos para a resposta desejada. os resultados considerados pH 5 9 nos demais testes foram os obtidos com surfactantes e em condições Variáveis nas quais ocorreu apenas a solubilização e não a emulsificação do Experimento Dureza Temperatura pH contaminante orgânico na fase aquosa. 530 nm. Porém. Para as DNAPLs também foi observado. A avaliação do desempenho do surfactante foi provavelmente. Planejamento fatorial para a identificação da influência das condições do meio sobre o desempenho dos surfactantes na solubilização de NAPLs Figura 2. ocorreu apenas Tabela 3. foram utilizadas as planilhas eletrônicas para cálculos de O espalhamento ocorre na interface água/óleo das gotículas de fase planejamentos fatoriais desenvolvidas por Teófilo e Ferreira. do fenômeno de espalhamento de luz e não do fenômeno de absorção. o Oil Blue foi o único adicionados 0. Organoclorados . quanto nas DNAPLs testadas absorção de luz na região UV-visível (190 a 1090 nm) das fases (tetracloreto de carbono. ao qual foram preparo das soluções.534 de Souza et al. repouso por 24 h. Isto decorre. presente como uma com os hidrocarbonetos testados (decano e tolueno). Oil Blue. Nova Identificação do potencial dos surfactantes para solubilização RESULTADOS E DISCUSSÃO de NAPLs Influência do corante e da fase orgânica sobre o desempenho A avaliação inicial do potencial de solubilização um determi. clorofórmio e 1. tadas. indicando a solubilização da fase orgânica corada nas micelas do surfactante. aquosas. Espectros UV/vis da fase aquosa de soluções de surfactantes 2. dois níveis 23. analisando níveis de cada fator. Como se pode observar. após 48 h de contato to de cada fator e de suas interações. Condições do planejamento fatorial 23 para otimização das condições de a absorção de luz nos comprimentos de onda característicos do solubilização das NAPL coradas por soluções 2. A Figura 2 apresenta uma comparação entre os espectros UV/ Packard 8351. m/v contaminadas com decano corado com Oil Blue.

por apre. uma vez com maiores frações hidrofílicas.da camada de Stern por íons OH-. ocorre o inverso. o que pode ser o resultado da presença do corante Oil Blue no sistema. SDS.Vol. posteriormente.23 o Oil Red24 ou o Azul Brilhante FCF25 são usados para a identificação da solubilização de uma mesma fase orgânica. a postos orgânicos.19. Porém. as Figura 4.5% m/v dos surfactan. TWEEN 80 e Triton X-100 tes CTAB.2-dicloroetano. por medida da absorbância da fase aquosa no comprimento de onda típico do corante em que as ligações C-Cl não estão simetricamente distribuídas na molécula. aniônico ou não iônico.27 Já com a solução do surfactante Tween 80. Figura 5. como no caso do clorofórmio e o 1. a presença do corante modifica a tensão in- terfacial entre a água e o composto organoclorado14 e. Porém. Esta característica deveria facilitar a aproximação destes compostos da região hidrofílica das micelas em contato com a fase aquosa e. após 48 h de contato na temperatura podem ser vistos na Figura 5. indicando do pH da fase aquosa tende a diminuir a hidratação das micelas. No. em que corantes como o Sudan IV. após 48 h de contato na temperatura indicada ou a 25 oC (pH e dureza). Tween 60 ou Tween 80. de 25 oC. dependendo do corante utilizado. é necessário considerar que os resul- tados apresentados dependem do corante utilizado e não podem ser diretamente comparados. isto é. Provavelmente. Efeito da temperatura (a). o tolueno é polarizável e pode ser acomodado no interior ou na paliçada das micelas. Além disto.28 o início da emulsificação da fase aquosa. Tween 80 ou Triton X-100. a sua solubilização no interior das micelas. em pHs elevados pode ocorrer uma substituição dos contra-íons Br. o aumento solução com Triton X-100 apresentou uma leve turvação. por medida da absorbância da fase aquosa no comprimento de reduzidas. Poucos estudos da literatura indicam que a capacidade de solubilização dos surfactantes depende do corante utilizado. após 48 h de contato na temperatura das soluções de Tween 80 e SDS.5% m/v dos surfactantes CTAB. SDS. A influência do tipo de composto orgânico no desempenho de solubilização das LNAPLs coradas com Oil Blue por soluções de surfactantes pode ser observada na Figura 4. a solubilização de decano é maior que a de tolueno. Tween 80 ou Triton X100.26 Além de óxido de etileno/mono-oleato de sorbitan). SDS. parecem ser menos . foi pouco influenciado pelo pH do meio. ao utilizarmos os dados da literatura.5% m/v dos surfactantes nhos e maior sensibilidade à variação de pH do meio. No caso dos surfactantes não iônicos. SDS e Triton X-100 carga superficial das micelas e dificultando a incorporação dos com- a solubilização de tolueno foi maior do que a do decano. por medida da absorbância da fase aquosa no comprimento de onda típico do corante Na comparação do desempenho de solubilização de tolueno. esta alteração pode ser mais ou menos intensa. No caso de onda típico do corante micelas de CTAB. 3 Avaliação do desempenho de surfactantes 535 disto. como o Tween 80 (20 moléculas que a captura de moléculas dissolvidas por micelas é rápida. Influência do pH. surfactantes com um grau de etoxilação elevado. sentar maior taxa de dissolução na interface orgânico/água.5% m/v dos surfactantes CTAB. modificando a No caso das soluções de surfactantes CTAB. com capacidades de solubilização de 25 oC. Porém. 2. SDS. o tolueno o que deveria facilitar a inserção dos contaminantes nos agregados tende a ser mais facilmente solubilizado do que o decano. 33. Comparação do desempenho de solubilização de tolueno e de soluções de CTAB e Triton X-100 apresentaram melhores desempe- n-decano corados com Oil Blue por soluções 2.22 Portanto. da dureza e da temperatura da fase aquosa na solubilização das LNAPLs por soluções de surfactante Os efeitos isolados dos fatores temperatura. pH e dureza do meio Figura 3. Comparação do desempenho de solubilização de tetracloreto de aquoso na solubilização de tolueno corado com Oil Blue por soluções carbono corado com Oil Red ou Oil Blue por soluções 2. independentemente do fato do surfactante ser catiônico. apresentam alguma polaridade e uma maior solubilidade em água (Tabela 1). Já o desempenho CTAB. pode haver uma maior ou menor facilidade de inserção do organoclorado corado dependendo da afinidade entre o próprio corante e as frações apolares dos surfactantes. micelares. do pH (b) e da dureza (c) na solubiliza- ção de tolueno corado com Oil Blue por soluções 2.

A Tabela 5 apresenta os resultados obtidos nos en- saios propostos com o planejamento fatorial para a solubilização de Os efeitos isolados dos fatores temperatura. Quando se utilizou o corante Oil Blue para a identificação desempenho de solubilização do tetracloreto de carbono. indicando uma situação eletros. soluções de CTAB e de Triton X-100. Como no caso anterior. pH. Na solubilização de tolueno corado com Oil As soluções dos surfactantes SDS e Tween 80 apresentaram os piores Blue pela solução do surfactante SDS foi detectado um efeito desempenhos de solubilização e menor influência do pH do meio. o efeito é significativo apenas para a CTAB. como de SDS. nível superior de pH (efeito 3). um efeito da temperatura mais pronunciado no caso do sua viscosidade. Para o tetracloreto de carbono corado com solução de Tween 80. Oil Blue foi detectado um efeito significativo e negativo quando Além disto. forma significativa. água na estabilização dos contra-íons junto à superfície das micelas este efeito sendo mais pronunciado na solubilização do tolueno. Em durezas elevadas. material suple. Tween 80 A Tabela 6 apresenta os efeitos calculados a partir dos resulta- e Triton X-100 encontram-se na Figura 3S. testados apresentaram um melhor desempenho em durezas elevadas Quando se utilizou o Oil Red para a identificação da fase orgânica. se esta substituição de contra-íons ocorre sobre a solubilização de n-decano e de tolueno corados com Oil Blue nas micelas de SDS. esta técnica tolueno e o comportamento em durezas elevadas. que é favorecida com a elevação em condições de campo. aparentemente. Estes resultados poderia ser aplicada no caso da solubilização das LNAPLs testadas. com uma da fase orgânica. os surfactantes testados com maiores CaCO3). Os efeitos de da solução do surfactante. estes não foram incluídos. A ele- iônicos das cabeças dos surfactantes e ao efeito das moléculas de vação da temperatura tende a aumentar a eficiência de solubilização. com os valores significativos destacados em A solução do surfactante Triton X-100 apresentou o melhor negrito.29 encontradas comumente nas águas subterrâneas brasileiras. Finalmente. Já a solução de CTAB CTAB e de tetracloreto de carbono por soluções de SDS. Quim.5% m/v de CTAB. com o aumento da concentração de sais no meio aquoso. Em durezas elevadas. Já surfactante catiônico CTAB teve o na solubilização do tetracloreto de carbono por soluções de SDS. No caso do n-decano corado com penho de soluções de Triton X-100. SDS. Já e em solução. (300 a 500 mg L-1 de CaCO3).32 De acordo com os resultados obtidos. positivo e significativo quando se passa do nível inferior para o O aumento da temperatura no meio influencia pouco o desem. o que provavelmente está seja mais complexa devido à existência de repulsão entre os grupos associado à baixa capacidade de solubilização dos mesmos. Em algumas similaridades: a soluções do surfactante catiônico CTAB temperaturas altas. No caso do surfactante Triton X-100. dos das Tabelas 4 e 5. da dureza e da temperatura da fase aquosa nível superior de dureza. é possível observar na Figura 3S. A variação da dureza da fase aquosa pouco influenciou o desem. uma vez que a interação os resultados obtidos nos ensaios propostos com o planejamento entre Ca2+ e a micela é exotérmica. as . se passa do nível inferior para o superior de dureza (efeito 1) nas mentar. o que mg/L de CaCO3 e. como não seria favorável na remediação dos solos brasileiros. SDS e Tween 40. faz com que a incorporação do tolueno nas micelas seja favorecida. uma vez que foi detectada a emulsificação na solubilização das DNAPLs por soluções de surfactante da fase orgânica. As influências de pH e a dureza tendem a ser menores quando surfactantes iônicos como o SDS. portanto.536 de Souza et al. CTAB e SDS na solubilização Oil Blue este mesmo efeito foi detectado tanto para as soluções de do tetracloreto de carbono.33 desempenho de surfactantes na solubilização das NAPLs o que. não modifica significativamente o desempenho por soluções 2. os resultados obtidos eficiências na solubilização de LNAPLs apresentaram uma faixa mostraram a emulsificação da fase orgânica em durezas acima de 100 ótima de atuação na região de pH aproximadamente neutro. A substituição de contra-íons Na+ por íons Ca2+ dos surfactantes na solubilização de NAPLs. dureza e temperatura tática favorável.5% m/v de CTAB. as longas cadeias de poli(oxietileno) das micelas e do não iônico Triton X-100 apresentam desempenhos superiores dos surfactantes não iônicos do tipo ésteres etoxilados (Tweens) aos das soluções dos surfactantes aniônico SDS e não iônico Tween tornam-se mais desidratadas e hidrofóbicas.31 Alguns estudos indicam que o uso de água quente as maiores diferenças que ocorrem na solubilização de tolueno e de pode ser uma técnica de remediação atraente quando a solubilização tetracloreto de carbono por soluções de CTAB são as faixas ótimas do contaminante é significantemente alterada com a temperatura ou de pH distintas para a solubilização de tolueno e de tetracloreto de se há limitações no bombeamento de fases não aquosas por causa de carbono. fatorial para a identificação dos efeitos de pH. indicam que as modificações nas micelas do surfactante catiônico. pode ocorrer uma A utilização do planejamento fatorial permitiu a análise dos efei- substituição dos contra-íons Br. as soluções dos surfactantes Finalmente. Nova sensíveis às variações de pH do meio do que surfactantes com menor seu desempenho prejudicado em durezas mais altas. da temperatura. nenhuma apresentou seu melhor desempenho nas regiões mais ácida e alcalina.5% m/v dos surfactantes CTAB. pH e dureza do meio tetracloreto de carbono corado com Oil Blue ou Oil Red por soluções aquoso na solubilização de tetracloreto de carbono corado com Oil 2.da camada de Stern de micelas de tos das variáveis do meio aquoso sobre o desempenho de soluções CTAB por íons CO32-. solubilizando grau de etoxilação como o Triton X-100 (~10 moléculas de óxido de melhor a fase orgânica em durezas menores (200 a 300 mg L-1 de etileno/octilfenol). in- penho de soluções dos surfactantes Tween 80 e SDS na solubilização fluem de forma significativa sobre a facilidade de solubilização de de tolueno. verificamos que o desempenho de solubilização de CTAB e Triton X-100 apresentaram os melhores desempenhos de LNAPLs e DNAPLs pelas soluções de surfactantes testadas apresenta solubilização e as de Tween 80 e SDS foram menos eficientes. visto que a os valores de durezas utilizados neste trabalho ultrapassam as durezas maioria dos solos no Brasil apresenta acidez elevada.30 O mesmo ocorre com 80. que os surfactantes não iônico (Tween 80) e aniônico (SDS) soluções de CTAB. A Tabela 4 apresenta nas micelas de SDS também pode ocorrer. resultantes das modificações nas características da fase aquosa.28 não se A variação de temperatura tem uma influencia significativa espera interferência deste parâmetro no desempenho dos surfactantes sobre a solubilização do tolueno. na solubilização de tolueno por soluções de leve redução de eficiência em pHs alcalinos. material suplementar. mudança nos níveis dos fatores testados alterou as respostas de os piores resultados sendo obtidos em pHs próximos da neutralidade. Porém.34 Porém. temperatura e dureza sobre o desempenho de solubilização por soluções de Tween 40 não foram calculados nos experimentos com o Influência do pH. SDS e Tween 40. Red por soluções 2. micelas maiores Aplicação de planejamento fatorial na avaliação do podem ser formadas devido ao aumento da atração intermicelar. mas o desempenho destas soluções foi inferior ao das uma determinada NAPL. ainda que neste caso a situação se utilizam soluções destes dois últimos.

os surfactantes não iônico Triton X-100 e catiônico CTAB as modificações nas micelas dos surfactantes induzidas simultanea.02 0.05 7 0.11± 0.10 ± 0.106 0.12 0. foram os que apresentaram os melhores potenciais de aplicação na mente por diferentes condições de temperatura.02 0.003 0.01 0.003 -0.15 ± 0.03 0.04 3 0.01 0.13 ± 0.04 0. medida no comprimento de onda do máximo de absorção do corante Tabela 5.24 ± 0.03 0.002 0. Resultados obtidos com o planejamento fatorial 23 para estudo das condições do meio sobre a solubilização de n-decano ou de tolueno corado com Oil Blue por soluções 2.29 ± 0.04 -. que o efeito da temperatura fosse significativo e positivo na solubilização das NAPLs.16 ± 0.27 ± 0.05 ± 0.05 0.04 0.24 ± 0.37 ± 0.19 ± 0.040 13 0. pH e dureza sejam solubilização das NPLAs testadas.009 -0.010 0.25 ± 0.04 0.06 0.06 3 0.021 0. Verificou-se detectado com o planejamento fatorial realizado ocorreu na solubi.06 0.200 1 0.15 ± 0. No. Resultados obtidos com o planejamento fatorial 23 para estudo das condições do meio sobre a solubilização de tetracloreto de carbono corado com Oil Blue ou Oil Red por soluções 2.15 ± 0.12 ± 0. SDS e Tween 40 Oil Blue Oil Red Experimento CTAB SDS Tween 40 CTAB SDS Tween 40 1 0.03 0.05 0.04 0.004 0.007 0.005 respostas também não foram alteradas significativamente.5% m/v de CTAB.035 12 0.35 ± 0.27 ± 0.004 0. Porém.028 0. Porém.015 123 -8 x 10-4 0.06 0. por exemplo.114 0.39 ± 0.008 -0.12 ± 0.003 -0.15 ± 0.03 0.14 ± 0.004 -0.06 ± 0.200 0.01 0. Porém.05 ± 0.07 ± 0. 0.34 ± 0.014 0.12 0.15 ± 0. os coeficientes de interação de 2ª e 3ª influenciada pelo corante utilizado para a identificação da fase orgâni- ordem não foram significativos.005 23 -0.25 ± 0.05 0. CONCLUSÕES ção.01 2 0.03 0.09± 0.023 0.16 ± 0.048 -0.135 0.03 0.02 4 0.09 ± 0.10 ± 0.003 0.018 -0.06 ± 0.008 0.17 ± 0. tolueno e tetracloreto de carbono corados com Oil Blue e de tetracloreto de carbono corado com Oil Red por soluções 2. Através de testes simples foi possível classificar o desempenho o único efeito significativo e positivo da temperatura nos ensaios de soluções de surfactantes na solubilização de NAPLs.Vol.06 0.17 ± 0.27 ± 0.25 ± 0.15 ± 0.5% m/v de CTAB.23 ± 0.176 0.03 7 0.018 -0.06 -- Resposta: absorbância da fase aquosa após 48 h nas condições desejadas.013 -0.04 0.03 0. De acordo com os resultados obtidos no estudo da influência de cada um dos fatores isoladamente sobre o desempenho de solubiliza.09 0.013 -0.02 0.14 0.30 ± 0.13± 0.15 ± 0.08 0.01 8 0.02 0.15 ± 0.02 0.255 0.004 0. 0.18 ± 0.186 0.15 ± 0.03 0.013 0.096 -0.18 ± 0.02 0.17 ± 0.16 ± 0. o que indica a possibilidade de que ca.05 ± 0.01 0.019 0.21 ± 0.03 0. seria razoável esperar. compensadas entre si.11 ± 0.08 ± 0.02 0.04 0.02 0.12± 0.04 0.16 ± 0.04 0.05 ± 0.06 ± 0.023 -0.05 0.09 ± 0.05 0.30 ± 0.24 ± 0.10 ± 0.14 ± 0.28 ± 0.03 Resposta: absorbância da fase aquosa após 48 h nas condições desejadas.07 0.05 0.09 ± 0.02 0.01 0.013 0.02 6 0.14 ± 0.03 5 0.28 ± 0.003 0.19 ± 0.02 -.13± 0.05 2 0.008 0.09 ± 0.23 ± 0.002 0.17 ± 0.21 ± 0. SDS e Tween 40 Decano Tolueno Experimento CTAB SDS Tween 40 CTAB SDS Tween 40 1 0.004 0.02 0.10 0.02 0.03 0.04 0.039 0.008 -0.009 0.018 -0.359 0.013 -0.17 ± 0.08 0.41 ± 0.07 ± 0.03 0.10 4 0.03 0.02 0. 33.25 ± 0.08 ± 0.5% m/v de CTAB.002 0.03 0.17 ± 0.011 -0.06 0.078 0. Para uma determinada NAPL e .29 ± 0.06 0.03 0.030 2 0.018 0. bem como ressalta a importância da realização quando se passa do nível inferior para o superior de temperatura de testes de seleção do surfactante mais indicado para a solubilização (efeito 2) o efeito é significativo e positivo no caso da solução de de uma determinada NAPL nas condições da fase aquosa esperadas Tween 40 e negativo para a solução de CTAB.005 -0.04 0. medida no comprimento de onda do máximo de absorção do corante Tabela 6.013 -0.06 ± 0.16 ± 0.16 ± 0.09 0.11± 0.38 ± 0.01 -0.003 -0.019 0.007 -0.01 0.01 0.06 ± 0.03 0. SDS e Tween 40 Oil Blue Oil Red n-Decano Tolueno Tetracloreto de carbono Tetracloreto de carbono EFEITOS CTAB SDS CTAB SDS CTAB SDS Tween 40 CTAB SDS Tween 40 Média 0.06 ± 0.065 0.15 ± 0.11 5 0.05 0.12± 0.009 -8 x 10-4 -0.03 0.01 0.09 0.004 -0.012 0.032 0. na aplicação em campo.013 -0.02 0.02 8 0.120 3 0. Efeitos calculados a partir dos resultados obtidos com o planejamento fatorial 23 para identificação da influência das condições sobre a solubilização de n-decano.007 -0.035 0. 0. 3 Avaliação do desempenho de surfactantes 537 Tabela 4.028 0.023 0.01 --- 0.01 -.013 0.013 0.04 6 0.02 0.30 ± 0. Além disto.019 0.21 ± 0.12 ± 0.08 ± 0.007 0. que cada solvente orgânico testado é mais bem solubilizado por um lização de tetracloreto de carbono corado com Oil Red pela solução determinado surfactante e que a eficiência de solubilização é bastante de Tween 40.033 0.

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Pontifícia Universidade Católica de Campinas.5% m/v dos surfactantes CTAB. por medida da absorbância no comprimento de onda típico do corante da fase aquosa no comprimento de onda típico do corante *e-mail: souzaef@puc-campinas. Centro de Ciências Exatas. após 48 h de dos surfactantes CTAB. do pH (b) e da dureza (c) na solubili- (a) e 1. S1. Brasil Figura 1S. Tween 60 ou Tween 80. Comparação do desempenho de solubilização de clorofórmio Figura 3S. Efeito da temperatura (a). 2010 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE SURFACTANTES PARA A SOLUBILIZAÇÃO DE FASES LÍQUIDAS NÃO Material Suplementar AQUOSAS EM MEIO AQUOSO Elizabeth Fátima de Souza*. Ambientais e de Tecnologias. Tween 80 ou Triton X100. após 48 h de contato contato na temperatura de 25 oC.edu. Espectros UV/vis da fase aquosa de soluções de surfactantes 2. No.2-dicloroetano (b) corados com Oil Red ou Oil Blue por soluções zação de tetracloreto de carbono corado com Oil Red por soluções 2. por medida da absorbância da fase aquosa na temperatura indicada ou a 25 oC (pH e dureza). 13012-970 Campinas – SP. CP 317. SDS. 33.5% m/v contaminadas com tetracloreto de carbono corado com Oil Red.br View publication stats .5% m/v 2. Quim. SDS. Mariana Rodrigues Peres e Samara Boaventura de Moraes Faculdade de Química. após 48 h de contato na temperatura de 25 oC Figura 2S. 3. Nova. Vol.