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Universidade Federal Rural do Semi-Árido

Materiais Poliméricos

Prof. Manoel Quirino


Materiais Poliméricos

Poli meros
muitos unidades / partes

 Polímeros – cadeias de unidades repetidas, unidas umas


as outras, por ligações covalentes.
 Polímeros naturais (derivados de plantas e animais):
borracha, algodão, couro, seda, enzimas, celulose etc...
 Polímeros sintéticos: produzidos a baixo custo e grande
variação de propriedades.
Materiais Poliméricos

 De origem orgânica – hidrocarbonetos.


 Os hidrocarbonetos pode apresentar arranjos atômicos
diferentes para uma mesma composição (isomerismo).
 Os polímeros apresentam moléculas enormes
comparadas aos hidrocarbonetos (macromoléculas).
 Monômeros – molécula a partir da qual o polímero foi
sintetizado, em alguns casos unidade repetitiva.
 Oligômeros – monômeros ligados na forma de cadeias.
Materiais Poliméricos

 Unidade estrutural – menor parte da cadeia que se


repete.

Poliestireno H H H H H H H H H H H H
C C C C C C C C C C C C
H H H H H H H Cl H Cl H Cl
Polietileno (PE) Cloreto de Polivinila (PVC)
5
6
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Materiais Poliméricos

 Grau de polimerização – número médio de unidades


repetidas em uma cadeia.
 Estrutura da cadeia – cadeias de átomos formado por
ligações covalente (carbono).
 Grupos laterais ou substituintes – átomos ligados a
estrutura da cadeia (H, OH, Cl etc).
Peso Molecular

Mn
GP 
m

M n  xi M i
M p  wi M i

Mn é peso molecular numérico médio


Mp é peso molecular ponderal médio
X é fração do n° total de cadeias (tamanho i)
W é fração em peso das moléculas (tamanho i)
GP é o grau de polimerização 9
Forma Molecular

 As ligações nas cadeias podem sofrer rotações e torções


nas três dimensões.

 Polímeros consistem em grandes números de cadeias


quem podem sofrer variações tridimensionais.
Forma Molecular

 Podendo apresentar um grande


entrelace aleatório de moléculas
como mostrado ao lado.

 Essas variações são responsáveis


por uma grande quantidade de
características importantes dos
polímeros, incluindo os grandes
alongamentos elásticos exibidos
pelas borrachas. Entrelace aleatório de moléculas
Estrutura Molecular

 As características físicas de um polímero são definida


pelas características da estrutura molecular das cadeias.
As estruturas dos polímeros podem sem agrupadas em:
 Polímeros lineares
 Polímeros ramificados
 Polímeros com ligações cruzadas
 Polímeros em rede

 Em geral um polímero não tem um único tipo específico


de estrutura, apresentando combinações destas.
Polímeros Lineares

 São aqueles nos quais as unidades repetidas estão


unidas entre si pelas extremidades em uma única cadeia.
 Ex: polietileno, PVC, poliestireno, poli(metil metacrilato),
náilon e fluorcarbonos.
Polímeros Ramificados

 Polímeros sintetizados com cadeias laterais ligadas a


cadeias principais;
 Ex: polietileno de baixa densidade.
Polímeros com Ligações Cruzadas

 Cadeias lineares adjacentes unidas umas as outras em


várias posições por meio de ligações covalentes;
 Ex: muitos materiais elásticos borrachosos e borrachas
Polímeros em Rede

 Monômeros com três ou mais ligações covalentes ativas


formando redes tridimensionais;
 Ex: epóxi, poliuretano e fenol-formaldeído.
Terminologia dos Polímeros

 Homopolímeros – todas as unidades repetidas da


cadeia são do mesmo tipo;
 Copolímeros – compostas por duas ou mais
unidades repetidas diferentes por ligações covalentes
entre si.
 Aleatórios
 Alternados
 Em bloco
 enxertados
Copolímeros Aleatórios

 Tem qualquer monômero em qualquer ordem, tal


que a probabilidade de o próximo elo da cadeia ser o
monômero A ou B não é afetada pela identidade do
último.

Monômero A
Monômero B
Copolímeros Alternados

 Sempre tem um monômero A seguido por um


monômero B e vice-versa. O comprimento da cadeia
pode variar, mas sempre seguirá a sequência A-B-A-B.

Monômero A
Monômero B
Copolímeros em Bloco

 Envolvem longas sequências de monômeros A,


seguidas por longas sequências de monômeros B e
assim por diante.

Monômero A
Monômero B
Copolímeros Enxertados

 Ocorrem quando a cadeia de um monômero B está


ligada como um grupo lateral à cadeia do outro
monômero A.

Monômero A
Monômero B
Terminologia dos Polímeros

 Termoplásticos – polímeros linear que ao ser


aquecido, altera-se para mole e viscosa. Sendo o
processo acelerado sob pressão.
Não ocorre reação química e podem ser
reaquecidos;
Cadeias ligadas por fracas forças de Van Der Waals;
São polímeros a base de nitrocelulose, acetato de
celulose, metacrilato de polimetila, poliestireno, PVC,
polietileno e náilon.
Terminologia dos Polímeros

Polímeros com estrutura ramificada com cadeias


flexíveis também são termoplásticos.
Os termoplásticos são relativamente macios.

Ilustração de cadeias de polímeros termoplásticos


Terminologia dos Polímeros

 Termorfixos ou termoestáveis – polímeros com


ligações cruzadas ou em rede, cadeias laterais.
Ligações transversais que causam diminuição da
mobilidade, vibração atômica, prendendo as cadeias.

Ilustração de cadeias de polímeros termofixos


Terminologia dos Polímeros

O grau de formação de ligações cruzadas é


geralmente elevado, de 10 a 50% das unidades
repetidas possuem ligações cruzadas.
Exigem calor e pressão para moldagem.
O aquecimento, que pode converter em rede,
ocasiona reação mais rápida das cadeias e acelera a
passagem de líquido para um sólido infusível.
Proveniente de fenol, da ureia e formaldeído.
Ex: Epóxis, Poliésteres, Fenólicos
Misturas Físicas

 Formadas pela mistura mecânica de polímeros


sintetizados (mistura mecânica);
 Apresentam dificuldades na reciclagem causados
pela dificuldade da separação dos polímeros originais.
 Exibem uma combinação de propriedades:
 Tenacidade do poliestireno com qualidades de
uma borracha, que absorve impacto;
 Poliuretano e borracha que formam superfícies
artificias de pistas de corrida;
Constituição de Polímeros

Inclui todas as questões relacionadas às ligações;

Ligação primária – forma a estrutura do polímero,


sempre é covalente;

Ligação secundária – está associada à ligação entre


as cadeias adjacentes, combinação de três fontes:
 Forças de Van Der Waals
 Atração dipolar
 Ligação de hidrogênio
Constituição de Polímeros
Constituição de Polímeros

As ligação secundárias


é função aditiva da
sobreposição das
cadeias de modo a
interferir diretamente
nas propriedades
mecânicas (maior ou
menor peso molecular
modifica o limite de
resistência mecânica)
Constituição de Polímeros

A ramificação reduz a probabilidade de ligações


secundárias reduzindo o emaranhamento das cadeias,
resultando num polímero menos resistente e tenaz,
mas fácil de fundir, mais susceptível a solventes e mais
degradável.
Configuração

A Configuração diz respeito à geometria espacial da


cadeia principal e dos substituintes, a qual pode variar
por rotação ou movimentos flexionais;
É função do equilíbrio das energias moleculares
atrativas e repulsivas, se as forças repulsivas são
maiores a geometria mais estável terá substituintes
mais afastados;
A questão da Configuração se torna mais importante
quando os substituintes são diferentes;
Configuração

É o arranjo espacial dos substituintes em torno da


cadeia. O C é capaz de ter múltiplas configurações;

C assimétrico

Os C assimétricos adjacente que têm configurações


relativas (taticidade). Podendo ter configuração:
 Isotática
 Sindotática
Configuração

H H H H H H H H
C C C C C C C C
H R H R H R H R
H H H R H H H R
Isotática
C C C C C C C C
H R H H H R H H
H H H H H R H H
C C C C C C C C Sindiotática
H R H R H H H R

Atática
Configuração

Configuração isotática

Configuração sindiotática
Configuração

Configuração atática
Tipos de Configuração

Configuração Gauche: quando maiores constituintes


em uma molécula estão defasados de 60°;
Configuração cis: substituinte diretamente alinhados
causando substancial repulsão, conformação
desfavorável, também conhecida por eclipse (90°);
Configuração Deslocada: quando os arranjos dos
maiores constituintes estão defasados de 120°;
Configuração Trans: quando maiores constituintes em
uma molécula estão defasados de 180°, tipicamente a
mais favorável.
Configuração

Considere a unidade repetida do isopreno:

CH3 H CH3 CH2


C C C C
CH2 CH2 CH2 H
cis trans
Cis-poli-isopreno Trans-poli-isopreno
(borracha natural) (guta-precha)
Configuração

Grupos laterais volumosos


restringem a formação de
cristais;
A cadeia atática não tem
regularidade espacial como
resultado não irão cristalizar;
A cristalinidade de polímeros é Os polímeros não têm redes
em larga escala, existem
muito complexa e em muitos apenas pequenas regiões de
casos, regiões cristalinas são ordem.
como defeitos;
Configuração semicristalina

Geometria Ortorrômbica

Arranjo das cadeias moleculares em uma célula unitária para o polietileno


Configuração semicristalina

Micrografia eletrônica de um monocristal de polietileno


Ampliação 20.000X
Configuração semicristalina

Ilustração de estrutura de cadeia MET de estrutura esferulítica do


dobrada para um cristalito polietileno
polimérico em forma de placa
Configuração semicristalina

MET de estrutura esferulítica de uma amostra de borracha natural


Propriedades dos Polímeros

 Características óticas (interação com a luz


absorvida, refletida e transmitida)
 Térmicas ou resistência ao calor
 Elétricas ou resistência dielétrica
 Mecânicas ou resistência mecânica
 Químicas ou resistência à ação de moléculas
estranhas
 Temperatura recomendada de serviço (50 a 315°C)
Formação das Cadeias Poliméricas

O petróleo é principal matéria-prima para a maioria


dos polímeros, derivado da destilação do óleo cru;
O carvão e gás natural também são matérias-primas
para os polímeros sintéticos;
 Compostos de alto peso molecular (hidrocarbo-
netos) aquecidos na presença de um catalisador são
quebrados em moléculas menores (craqueamento);
O milho, a cevada, a soja e a madeira são fontes
renováveis de precursores de polímeros;
Formação das Cadeias Poliméricas

Qualquer que seja a fonte dos materiais precursores


a maioria dos polímeros é obtida a partir de:
 Polimerização de adição
 Polimerização de condensação

Polimerização de adição é um processo pelo qual as


unidades monoméricas são unidas de modo
semelhante a uma cadeia;
A composição da molécula resultante é um múltiplo
exato daquela do monômero reagente original;
Formação das Cadeias Poliméricas

Se todo os átomos substituintes forem o H temos o


etileno, se o H for substituído por um anel benzeno
temos o estireno, se for um átomo de Cl temos o
cloreto de vinila, dois átomos de Cl será vinilideno;
Ocorrem por três etapas: iniciação, propagação e
terminação.
Formação das Cadeias Poliméricas

 Iniciação pode ser


induzida por calor,
radiação ou produto
químico;
Formação de um radical
livre que ataca a ligação
dupla formando uma nova
ligação e transfere o
radical livre para a
extremidade da cadeia;
Formação das Cadeias Poliméricas

Na propagação, o radical livre ataca outra a ligação dupla


de outra molécula, repetindo a etapa de iniciação
adicionando uma molécula a mais na cadeia crescente;
Formação das Cadeias Poliméricas

Na etapa de terminação, os radicais livres reagem entre


si terminando a reação de polimerização;
Quando uma cadeia polimérica em crescimento com M
unidades monoméricas combina-se com um radical livre
resulta na terminação primária;
Formação das Cadeias Poliméricas

Quando uma cadeia polimérica em crescimento com M


unidades monoméricas reage com outra cadeia com N
unidades monoméricas ocorre a terminação por
recombinação primária, que resulta em uma cadeia M+N
Formação das Cadeias Poliméricas

Alguns pontos devem ser considerados:


 O novo monômero pode ser adicionado entre as
unidades substituídas (substituintes), entre a unidades
substituídas e não substituídas (cadeia principal) ou
uma mistura;
 Independente da quantidade de unidades
monoméricas, existirão apenas dois substituintes nas
extremidades de uma cadeia (grupos terminais);
 Muitas cadeias diferentes reagem ao mesmo tempo
e é probabilístico se elas reagirem com um outro
monômero ou com um radical livre.
Formação das Cadeias Poliméricas

Polimerização de condensação não requer etapas


sequenciais ou qualquer iniciação;
Grupos potencialmente reativos, nas extremidades
das moléculas, reagem formando uma nova ligação
covalente entre os grupos funcionais (arranjos
específicos de átomos) e uma molécula pequena
(geralmente água);
As polimerizações mais frequentes acontecem entre
um ácido e um álcool;
Grupos Funcionais
Formação das Cadeias Poliméricas

Polimerização de condensação para formar PET e água

O náilon 6,6 é formado pela reação do ácido adípico e do


hexametileno diamina;
Formação das Cadeias Poliméricas

O polímero continua a crescer até resultar nem


polímero com forma

juntamente com moléculas de água;


A reação de polimerização alcança um equilíbrio
inibindo um crescimento maior, em alguns casos,
podendo ser terminada adicionando apenas um grupo
funcional (congelamento da reação);
Tipos de Polímeros

 Comportamento mecânico dos polímeros

Polímeros frágeis
Tensão (MPa)

plástico
elastômero

Deformação
Tipos de Polímeros

 Comportamento mecânico dos polímeros: Fratura

fibras microvazios Trincas

Fibrilação – crazing
Tipos de Polímeros

Fotomicrografia de um fibrilamento em amostra de


óxido de polifenileno
Aditivos

 Plastificantes: aditivos que causam inchamento


permitindo que as cadeias deslizem mais facilmente
entre si, reduzem rigidez tornando mais dúctil e
dobrável (devem ser baratos, atóxicos e não voláteis);
Cargas: melhora resistência à tração, compressão,
abrasão, tenacidade, estabilidade dimensional e
térmica etc.;
Corantes: pigmentos ou anilinas que alteram o
modo pelo qual a luz é absorvida ou refletida;
 Anilinas: aditivos dissolvidos diretamente.
 Pigmentos: aditivos que não se dissolvem.
Aditivos

Estabilizantes: melhoram a resistência a luz (UV) e ao


calor que causam ruptura das ligações; previnem a
degradação dos plásticos pelo autoenvelhecimento,
oxidação, fragilização, e ação da atmosfera prolongada.
Sais metálicos são usados comumente como
estabilizantes (sais de Pb, derivados orgânicos do Zn e
Zn tetravalente, do Ca, do Cd, e do Ba).
Retardadores de chama funcionam pela interferência
com o processo de combustão através da fase gasosa
ou uma combustão diferente que gera menos calor,
desacelerando ou interrompendo a queima;
Tipos de Polímeros

 O processo de dar nomes aos polímeros é complexo


e algumas vezes confuso, polímeros naturais dado
pela fonte ou natureza, polímeros sintético pelos seus
monômeros ou de grupos presentes na cadeia;
 A nomenclatura foi desenvolvida pela IUPAC (União
Internacional de Química Pura e Aplicada), existem
também nomes comercias e ou abreviações dos
nomes da IUPAC;
A complexidade na nomeação dos polímeros leva a
divisão por classes básicas de polímeros comerciais.
Tipos de Polímeros

 Existem vários tipos de polímeros e podem ser


classificados de acordo com a aplicação final;
 São subdividos em plásticos, elastômeros, fibras,
revestimentos, adesivos, espumas e filmes;
 Plásticos são materiais que possuem alguma rigidez
estrutural quando submetidos a uma carga e são
usados em aplicações gerais e podem ser
termoplásticos ou termofixos;
 Elastômeros possuem habilidade de serem
deformados a deformações bastante grandes e
então retornarem elasticamente quando aliviados.
Tipos de Polímeros

 Fibras acrílicas (85% poliacrilonitrila - PAN)


 Leves de duráveis ideiais para carpetes e roupas
 Orlon e Acrilan são nomes comerciais
 O polimetilmetacrilato é comercialmente o mais
importe, por ser transparente e não estilhaça;
 Adequado para lanterna de carro, barreiras de
proteção plástica, componente da tinta acrílica
 Biocompatível, usado para dentaduras,
implantes para reparar osso, lentes de contato
 O PMMA é vendido comercialmente como Lucite
Fibras acrílicas

PMMA
PAN
Tipos de Polímeros

 As poliamidas contém grupos amidas (CONH2)


 Ainda classificadas com base nas ligações dos
átomos de N ao polímero
 Se mais de 85% estão ligados a dois anéis
aromáticos o polímero é considerado aramida
 O poli-p-fenileno benzobisoxazola (PBO) como
nome comercial Zylon
 Excepcional resistência à tração e à temperatura
 Ideal para materiais balísticos, cordas e reforço
de compósito
Tipos de Polímeros

 As fibras de náilon são poliamidas com < 85% de


amidas ligados a anéis aromáticos
 Duráveis e muito resistentes < que as aramidas
 Facilmente tingidas e repuxadas
 Usado em cerdas de escovas, meias, substituto
da ceda em paraquedas
 Vendido com vários nomes comerciais
 permite que cadeias adjacentes façam ligações
de H umas com as outras melhorando a
resistência e a cristalinidade da fibra
Tipos de Polímeros

PBO
Náilon 6,6
Tipos de Polímeros

O raiom foi a primeira fibra sintética produzida


 Derivado da madeira ou algodão pelo processo
viscose (tratado e extrudado)
 Denominado inicialmente de seda artificial e
ainda de celulose regenerada
 Leve, absorve bem a água, útil para roupas,
cobertores, lençois etc
Tipos de Polímeros

Raiom
Tipos de Polímeros

Os poliésteres são polímeros de cadeias longas com


85% de um éster em ácido carboxílico aromático
substituído
 Resistentes, tingidas e fitas transparentes
 PET – polietileno tereftalato usado em garrafas
de bebidas e fibras pra tapetes
 É 5% de todos os polímeros comerciais (2010)
 O poliéster resistente ao tingimento e a
contração é bastante empregado em roupas
Tipos de Polímeros

PET
Tipos de Polímeros

Os poliestireno é um termoplástico de alto consumo


 Quimicamente similar ao polietileno tendo um
átomo de H substituído por uma anel aromático
 Rígido, excelente isolamento térmico,
transparente ou colorido, muito empregado em
copos descartáveis e estojos de CDs
 Mais comumente empregado em sua forma
expandida (5% de PS e 95% ar), facilmente
moldados numa variedade de formas, usadas
em embalagens e enchimentos de embalagens
Tipos de Polímeros

 Inicialmente os CFCs eram


usados no processo de
sopro, por causarem danos
ao meio ambiente, foram
substituídos por agentes de
sopro benignos

PS expandido
Tipos de Polímeros

As poliolefinas derivados do petróleo, H + C alifático


 O polietileno (PE) e o polipropileno (PP) são os
mais comuns
 O PE é o mais simples com cadeias de C
saturado de H, barato, facilmente manufaturado
e resistente a produtos químicos
 As propriedades variam em função da natureza
da cadeia
 Os átomos de H pode ser arrancado e
substituído por outras cadeias de polietileno
Tipos de Polímeros

As poliolefinas ...


 A ramificação interrompe as interações entre as
cadeias reduzindo à resistência à tração, ponto
de fusão, a rigidez, a cristalinidade e a
densidade do polímero;
 O polietileno de baixa densidade contém mais
ramificações com maior flexibilidade, facilmente
processado;
 Usado em sacolas plásticas, brinquedos, sacos
de produtos alimentícios e garrafas tipo squeeze
Tipos de Polímeros

As poliolefinas ....


 O polietileno é vendido com variações em
função da densidade podendo ser de baixa,
média alta densidade (PEBD, PEMD e PEAD) são
quimicamente idênticos, variando a quantidade
de ramificações sendo mais resistente e
cristalino (quanto mais denso)
 Usado em garrafas de leite, sacos de lixo, copos
plástico, tanques de produtos químicos
Tipos de Polímeros

As poliolefinas ....


 O polipropileno (PP) é semelhante ao polietileno
com um dos átomos de H substituído por um
grupo de metila (CH3) resultando em maior
rigidez, mais duro e mais resistente à abrasão
 O PP funde em temperaturas mais altas, mas a
produção ainda é de baixo custo
 Ideal para móveis, pratos e utensílios,
cafeteiras, canudos, capas de DVDs, dispositivos
de uso médico, que precisam ser esterilizados
Tipos de Polímeros

PE PP
Tipos de Polímeros

Os polímeros de cloreto de polivinilideno (PVDC)


 Produzidos num filme fino, com moléculas
fortemente ligadas criando uma barreira contra
a humidade e o O2 formando embalagens ideais
para alimentos
Tipos de Polímeros

O cloreto de polivinila (PVC) é um polímero rígido e


extremamente inerte
 Emprego na construção civil;
 Adição de plastificantes para reduzir a rigidez,
sendo aplicados em pisos, estofamentos para
carros etc;
 Excelente isolante elétrico e resistente ao tempo
 Semelhante ao polietileno, sendo que um átomo
de Cl substitui um de H na rede, tornando-o
resistente a chama.
Tipos de Polímeros

 Dioxinas cloradas são


formadas pela queima do
PVC, são derivada da
combustão de compostos
orgânicos contendo Cl;
 Promovem contaminação
ambiental e um sério risco
a saúde pública.
Tipos de Polímeros

 Os elastômeros são polímeros que podem se


alongar cerca de 200% ou mais e retornam ao estado
original quando a tensão é retirada;
 Apesar da existência de muitos elastômeros, eles
podem ser divididos entre:
 Poliuretanos
 Termorrígidos alifáticos
Tipos de Polímeros

Poliuretanos são polímeros com uretanas em sua


estrutura resultando em uma larga variedade
 Muitos são usados para fazer espuma (assentos
de espumas em cadeiras de sofás);
 No estado líquido, usado como tinta ou selante
contra água;
 Aplicação mais comum como o Spandex, uma
fibra contendo 85% de poliuretano;
 Vendida sob nome comercial de Lycra e
Dorlasten, sendo alongada até 500%.
Tipos de Polímeros

Rodinha
de
Poliuretano

Unidade estrutural do Spandex


7O, 6N, 4Aromáticos
Tipos de Polímeros

A borracha natural derivada da seiva com grande


aplicação, porém na presença de calor perde
resistência chegando a fluir;
A adição de S em temperaturas elevadas induzia a
ligações químicas cruzadas entre as cadeias
poliméricas adjacentes conhecido como processo de
vulcanização, os átomos de S formam ligações
primárias entre átomos de C e as cadeias adjacentes;
O processo ocorre pela presença de ligações duplas
na cadeia do polímero;
Tipos de Polímeros

70% é utilizado pra fabricação de pneus e restante


em misturas com outros polímeros;
O policloropreno é uma borracha sintética,
semelhante ao polibutadieno com a substituição do H
pelo Cl aumentando a resistência a mecânica, a óleos,
à rigidez, à chama e a estabilidade térmica;
Conhecido como Neoprene, usado em roupas de
mergulho, luvas de látex, espumas moldadas, cabos e
como matéria-prima para adesivos;
Tipos de Polímeros

Policloropreno
Polibutadieno
Tipos de Polímeros

Temperatura de transição vítrea é uma propriedade


física que confere aos polímeros em temperaturas
baixas comportamento similar aos sólidos vítreos
(movimentos devido à vibrações moleculares),

No aumento da temperatura os polímeros de baixo


peso molecular tendem a fundir, com alto peso
molecular desenvolvem movimento cooperativo, entre
essa temperatura e a fusão, as cadeias se flexionam e
se desenrolam se comportando como borracha;
Tipos de Polímeros

Abaixo da temperatura de transição vítrea, o único


movimento ocorre no nível molecular e não é
detectável;
A explosão do ônibus espacial Challenger foi
resultado de um anel de vedação de borracha que se
tornou vítreo quando a temperatura do ar caiu abaixo
da temperatura de transição vítrea, tornando-se
rígido, não executando a função de “vedar”, ocorrendo
vazamento que levou a explosão do ônibus espacial.
Tipos de Polímeros avançados

Polietileno de Ultra-alto peso molecular (UHMWPE):


 Resistência ao impacto extremamente elevada;
 Excepcional resistência ao desgaste e à abrasão;
 Baixo coeficiente de atrito;
 Superfície autolubrificante e não aderente;
 Boa resistência química aos solventes;
 Propriedades excepcionais a baixas temperaturas;
 Excelentes características de amortecimento
acústico e de absorção de energia;
 Isolante elétrico.
UHMWPE

Vestimenta e capacete militar compósitos,


linha de pesca, superfície inferior de esquis,
núcleo de bola de golfe, superfície de pista
de boliche e rinque de patinação, filtro de
sangue, ponta de caneta marcadora, bucha,
rotor de bomba, gaxeta de válvula etc..
Tipos de Polímeros avançados

Cristais Líquidos Polimérico (LCP)


Tipos de Polímeros avançados

Esmérico

Nemático
Colestérico
Tipos de Polímeros avançados

Cristais Líquidos Polimérico (LCP)


 Excelente estabilidade térmica
 Boa rigidez e resistência mecânica (até 255MPa)
 Elevada resistência a impactos
 Inércia química a ampla variedade de ácidos,
solventes, alvejantes etc.
 Pode ser fabricado por todas as técnicas de
processamento com excepcional repetitividade
 Pequena contração e empenamento, baixo calor e
viscosidade de fusão.
 Uso em mostradores de cristais líquidos (LCD).
Tipos de Polímeros avançados

LCD (Liquid Crystal Display)


 Mostradores digitais
 Tipo colestério: líquido fundido à temperatura
ambiente
 Composto por duas lâminas de vidro revestida
com película transparente e condutora onde são
gravados elementos formadores de caracteres
alfanumérico
 Aplicação de voltagem causa ruptura da
orientação das moléculas que escurece e forma
caracteres visíveis
Tipos de Polímeros avançados

Elastômeros termoplásticos (TPEs ou TEs)

Domínio de
componente duro

Segmento de
componente mole
Processamento dos Polímeros

Os processos de fabricação dos polímeros são:


 Para termoplástico
 Extrusão
 Cobertura de arame
 Fusão escalonada
 Sopro de filmes
 Moldagem por injeção
 Moldagem por compressão (termofixos)
 Para termofixos
 Fiação em solução de termofixos
Processo de Extrusão
Processo de Extrusão

Alimentação Matriz de
Aquecedores
Péletes de conformação
plástico Tubos e canos

Lâminas e filmes

Rosca transportadora Tambor Plástico fundido Extrudado

Peças estruturais
Processo de Cobertura de Arame
Alimentador

Polímero
Arame sem cobertura
fundido

Matriz

Arame recoberto
Processo de Fusão Escalonada

Alimentador

Extrusora

Fieira

Fibras poliméricas
Seção transversal da Fieira

Bobina
Processo de Sopro de Filmes
Dispositivo de colápso

Bobina de enrolamento

Alimentador Linha de congelamento

Cilindros de tração

Entrada de ar
Processo de Sopro de Filmes

Rolos puxadores

Bolha de ar Rolos-guia

Bolha
de ar

Aquecedores
Ar
Extrusão

Matriz de conformação
do tubo
Sacos, filmes e lâminas
Ar
Processo de Moldagem por Injeção

Alimentador
Bico da injetora

Motor
Hidráulico e
Engrenagens

Corpo da Aquecedores
Injetora Molde
Processo de Moldagem por Injeção

Alimentador

Molde
Bico injetor
Espalhador
Cavidade
do molde
Pressão
Pistão
hidráulica

Câmera de aquecimento
Processo de Moldagem por compressão

Cursor
Aquecimento e Macho
Resfriamento
Pino guia
Composto a ser moldado
Cavidade do molde
Base do molde Cursor

Pressão
Hidráulica
Fiação em Solução de Termorígido

Pistão
Solução polimérica
Tensionador
Bloco de
filtragem
Fieira
Fibra no
colchão
de ar Cilindro Bobina de
enrolamento

Banho de resfriamento
Processo de Reciclagem