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ÍNDICE

INTRODUÇÃO

3

1.Objectivos

4

1.1.Objectivo geral

4

1.2.Objectivos específicos

4

2.Metodologia

4

3.Revisão de Literatura

5

3.1.Poluição ambiental Urbana

5

3.1.1.Poluição urbana

5

3.2.Efeitos da poluição nas áreas urbanas

6

3.2.1.Poluição do ar

6

3.2.2.Poluição das águas

6

3.2.3.Poluição do solo

6

3.2.4.Poluição sonora

6

3.2.5.Poluição radioactiva

6

4.Resultados

7

4.1.Caracterização ambiental do bairro de Paquite

7

4.2.Consumo de água

7

4.3.Energia eléctrica

7

4.4.Centros de saúde

8

4.5.Saneamento do meio

8

4.6.Fontes de poluição ambiental no bairro de Paquite

9

4.7.Formas de minimização da poluição ambiental no bairro de Paquite

9

5.Conclusão

11

5.1.Recomendações

11

Referências bibliográficas

12

INTRODUÇÃO

O presente trabalho fala sobre ‘’Poluição ambiental urbana, um caso particular do

Bairro de Paquite concretamente na cidade de Pemba’’. Diante do tema exposto a cima, afirma-se que, com o aumento da população, o avanço de tecnologias, e a expansão urbana desordenada, se fez necessário a adaptação das cidades para a construção de casas, prédios, hotéis, indústrias, avenidas asfaltadas, entre outras coisas.

Dai que, o desenvolvimento trouxe e ainda traz consequências. Após a evolução, como resultado, enfrentamos problemas como falta de áreas verdes, poluição generalizada do ar e do solo, com o excesso de gases poluentes e a falta de saneamento básico e um aquecimento global que assusta cada vez mais.

Além disso, há uma desigualdade imensa verificada no bairro de Paquite: falta acesso à moradia, à educação e à saúde. Apesar de serem problemas sociais, também são considerados agravantes potenciais dos impactos ambientais urbanos.

Contudo, o enfoque principal deste trabalho é sobre Poluição ambiental urbana. Na verdade, com este tema ela descreve a base legal que regula a gestão ambiental urbano em Moçambique com a visão focada nas organizações de colecta selectiva e reciclagem.

Para tanto, fez-se uso do método analítico descritivo, utilizando como estratégia

metodológica o levantamento bibliográfico e documental em obras de maior relevância sobre o tema abordado, a partir do qual, foi feita uma análise descritiva da legislação e das normas legais. Contudo, o trabalho esta estruturada da seguinte maneira: Primeiro

é apresentada a introdução, os objectivos do estudo: geral e específico e a

metodologia. Depois é apresentada desenvolvimento do trabalho e por fim temos os resultados, as conclusões / recomendações e referencias bibliográficas.

1.Objectivos

1.1.Objectivo geral

MARCONI e LAKATOS (2001:102) "estão ligados a uma visão global e abrangente do tema, quer das ideias estudadas vincula-se directamente a própria significação da tese proposta pelo projecto."

Assim o projecto tem como objectivo geral:

Estudar sobre a Poluição ambiental urbana em particular no Bairro de Paquite na cidade de Pemba.

1.2.Objectivos específicos

Avaliar a composição da poluição ambiental presente no bairro de Paquite.

Quantificar as fontes de poluição ambiental encontrado no bairro de Paquite;

Propor medidas de acção, de modo a permitir uma melhoria do estado de conservação e limpeza no Bairro de Paquite.

2.Metodologia

Para elaboração deste trabalho foi feito uma revisão bibliográfica. Também, foi usado o método indutivo, que é um método responsável pela generalização, isto é, partimos de algo particular para uma questão mais ampla, mais geral.

Para Lakatos e Marconi (2007:86), Indução é um processo mental por intermédio do qual, partindo de dados particulares, suficientemente constatados, infere-se uma verdade geral ou universal, não contida nas partes examinadas. Portanto, o objectivo dos argumentos indutivos é levar a conclusões cujo conteúdo é muito mais amplo do que o das premissas nas quais me baseio.

3.Revisão de Literatura

3.1.Poluição ambiental Urbana

A urbanização se intensificou com a expansão das actividades industriais, fato que atraiu (e ainda atrai) milhões de pessoas para as cidades. Esse fenómeno provocou mudanças drásticas na natureza, desencadeando diversos problemas ambientais, como poluições, desmatamento, redução da biodiversidade, mudanças climáticas, produção de lixo e de esgoto, entre outros.

A expansão da rede urbana sem o devido planeamento ocasiona a ocupação de áreas inadequadas para a moradia. Encostas de morros, áreas de preservação permanente, planícies de inundação e áreas próximas a rios são loteadas e ocupadas. Os resultados são catastróficos, como o deslizamento de encostas, ocasionado a destruição de casas e um grande número de vítimas fatais.

Nos grandes centros industrializados, os problemas ambientais são mais alarmantes. Nesses locais, a emissão de gases dos automóveis e das fábricas polui a atmosfera e retém calor, intensificando o efeito estufa. Com isso, vários transtornos são gerados à população: doenças respiratórias, chuvas ácidas, inversão térmica, ilhas de calor, etc.

3.1.1.Poluição urbana

Analisando essa resolução, percebemos que qualquer actividade que o homem exerça no meio ambiente provocará um impacto ambiental. Esse impacto, no entanto, pode ser positivo ou não. Infelizmente, na grande maioria das vezes, os impactos são negativos, acarretando degradação e poluição do ambiente.

Os impactos negativos no meio ambiente estão directamente relacionados com o aumento crescente das áreas urbanas, o aumento de veículos auto motivos, o uso irresponsável dos recursos, o consumo exagerado de bens materiais e a produção constante de lixo. Percebemos, portanto, que não apenas as grandes empresas

afectam o meio, nós, com pequenas atitudes, provocamos impactos ambientais diariamente.

3.2.Efeitos da poluição nas áreas urbanas

3.2.1.Poluição do ar

Os seguintes agentes poluidores normalmente estão presentes nos resíduos industriais, fumaça de indústrias e fábricas, combustão de carvão, testes atómicos, queimas de lixo e gases dos escapamentos dos veículos.

3.2.2.Poluição das águas

São os principais responsáveis os esgotos domésticos e industriais, as graxas e sabões que não se degradam os produtos agro-químicos e fertilizantes que são lançados na água, destruindo a fauna e flora dos rios.

3.2.3.Poluição do solo

Produtos químicos em geral, herbicidas, pesticidas, o lixo (mesmo que doméstico) empobrecem o solo. O desmatamento e a queimada também levam à degradação e à erosão do solo.

3.2.4.Poluição sonora

As principais fontes de ruído são o trânsito de veículos, as obras de construção civil, as indústrias, os bares, o comércio e os serviços, as máquinas e equipamentos em geral, as academias de ginástica e dança.

3.2.5.Poluição radioactiva

A

exposição

maneiras:

às

radiações,

produzidas

pelo

homem,

pode

ocorrer

de

diversas

Medicina e odontologia (raios X e radioisótopos), testes nucleares, explosões atómicas, usinas e detritos nucleares, TV em cores e microondas dentre outros. Estas radiações podem afectar o ar, o solo, as águas doces e salgadas e os seres vivos.

Nas espécies humanas, dependendo do tempo e da dose absorvida, podem causar: queimaduras, catarata e queda de cabelo.

4.Resultados

4.1.Caracterização ambiental do bairro de Paquite

Paquite é um dos mais antigos bairros suburbanos localizado a sul da cidade de Pemba, com uma população estimada em 45.412 habitantes. Tem uma taxa de desemprego acima de 60 porcento. Grande parte dos moradores dedica-se a actividades económicas e Pesqueiras.

Paquite é limitado pelos bairros de Ingonane e Zona Baixa da cidade, e constituído por 5 Unidades Comunais, 90 quarteirões, dos quais a sua maioria não possui serviços básicos. Dos seus principais problemas destacam-se: o elevado desordenamento territorial, saneamento do meio precário, rede sanitária deficitária e o fornecimento de água potável e energia eléctrica a conta-gotas e sem qualidade.

4.2.Consumo de água

Pode-se considerar Paquite um bairro castigado na componente de abastecimento de água potável, pois mais de 65 porcento da população obtém-na dos poços. Apenas a zona urbana é que beneficia de água canalizada. Quanto mais se caminha para o interior do bairro, os serviços básicos ficam mais longe da população, o que torna o acesso a eles mais complicado.

4.3.Energia eléctrica

Segundo dados fornecidos pela Electricidade de Moçambique (EDM), Área Operacional de Pemba, mais de dois mil dos 45.412 habitantes têm acesso à corrente eléctrica da

Hidroeléctrica de Cahora Bassa. Em Paquite as únicas ruas iluminadas são as que se encontram asfaltadas.

4.4.Centros de saúde

Paquite uma duas unidades sanitárias: Porém, devido à distância, grande parte dos moradores daquele bairro recorre aos médicos tradicionais. A situação é mais difícil para as mulheres grávidas que chegam a dar à luz à beira das estradas.

4.5.Saneamento do meio

Paquite é um bairro que dispõe de um núcleo de combate ao lixo, cujo objectivo é manter a zona residencial limpa. “Trabalhamos para deixar o bairro sem lixo e o mais limpo de toda a cidade.

Figura 1: Vista da lixeira do Bairro de Paquite - Pemba

de toda a cidade. Figura 1: Vista da lixeira do Bairro de Paquite - Pemba Fonte:

Fonte: Foto tirada pela pesquisadora, 2018

4.6.Fontes de poluição ambiental no bairro de Paquite

Várias são as fontes de poluição do meio ambiente no bairro de Paquite, que leva a degradação ambiental, como actividades agrícolas, actividades domésticas, esgotos, actividades de indústrias, dentre outros.

Nas actividades agrícolas: Uso de pesticidas, fertilizantes químicos;

Nas actividades domésticas: Uso de detergentes que contenham fosfatos que nos ecossistemas aquáticos, propiciam o alto crescimento de fitoplâncton, algas e plantas, que se alimentam à base de nutrientes.

Nas actividades industriais: Uso de restos orgânicos, bactérias e vírus perigosos, entre outros, provoca a morte de muitos seres vivos, podendo transformar o rio num deserto biológico.

A contaminação do solo e da água prejudica as actividades agropecuárias, uma vez que não haverá qualidade seja para plantação ou pastagem.

4.7.Formas de minimização da poluição ambiental no bairro de Paquite

i.

Prevenção

No princípio da prevenção, os riscos de catástrofe devem ser considerados de forma antecipada, visando reduzir as suas consequências ou a eliminar as próprias causas. estes planos contemplam:

a) A instalação de redes de esgoto e saneamento para a protecção das águas marinhas e territoriais;

b) Captação de lixos, resíduos e embalagens de pesticidas, que causam efeitos devastadores em todos os ambientes naturais;

c) Eliminação de depósitos, lixeiras, aterros de resíduos sólidos e esgotos a céu aberto;

d) Monitoramento do uso do solo e da exploração dos recursos naturais.

ii.

Mitigação

Os planos de mitigação visam reverter danos parciais e minimizar situações de risco e de impactos ambientais, através da intervenção em áreas vulneráveis. Entre os principais planos de mitigação, estão:

a) Manter, em estado próximo do natural, a maior parte das zonas degradadas;

b) Condicionar a exploração agrícola e pecuária;

c) Impedir a ocupação com habitação nas áreas delimitadas de protecção;

d) Condicionar as instalações industriais;

e) Desviar vias e transferir construções em zonas de risco;

f) Limitar a construção de estradas marginais e a intensidade de tráfego;

g) Controlar a ocupação de terras e extracções.

iii.

Remediação

As medidas de remediação se baseiam no acompanhamento da evolução dos fenómenos ambientais. Onde podemos destacar:

a) Assegurar a redução da poluição das águas subterrâneas e evitar o seu agravamento;

b) Promover a utilização sustentável de água, baseada numa protecção a longo prazo dos recursos hídricos disponíveis;

c) Assegurar o fornecimento em quantidade suficiente de água de origem superficial e subterrânea de boa qualidade, conforme necessário para uma utilização sustentável e equilibrada;

d) Promover a modernização de políticas públicas para melhorar a performance, que hoje são negativas em questões básicas de saneamento.

5.Conclusão

O fim deste trabalho, tira-se conclusões de que, a Geografia que tem justamente por preocupação compreender como a o homem interage com o espaço e toda a dinâmica que envolve este processo, passou a utilizar-se dos estudos da percepção para assim compreender como os homens percebem o espaço por eles vivenciado, e encontrar um caminho para rever a questão da degradação do meio ambiente.

Aliado a educação Ambiental que tem com função principal a formação de cidadãos conscientes, preparados para a tomada de decisões e actuantes na realidade sócio- ambiental. Temos de ter um comprometimento com a vida, o bem-estar de cada um e da sociedade, tanto a nível global como local. Saber pensar e agir é a filosofia de quem está preocupado em defender o Meio Ambiente.

Contudo, quando nos perguntamos o que nós, simples mortais, podemos fazer pelo Meio Ambiente, é porque nossa consciência ambiental aflorou como um botão de rosa desponta num sopro de vida.

5.1.Recomendações

Algumas recomendações foram elaboradas, com o intuito de contribuir com a gestão ambiental urbana a executar acções nas áreas de saúde e ambiente que possam trazer benefícios a população do bairro de Paquite:

Necessidade da adopção de um modelo de gestão municipal que veja a educação ambiental como uma actividade indispensável na consolidação e êxito das acções municipais na gestão ambiental urbana.

Implementação de projectos de colecta selectiva para fins de destinação correcta, principalmente no sentido de serem reaproveitados e reciclados ao máximo possível.

Por se tratar de um tema bastante amplo, acredita-se que a poluição ambiental urbana, no caso particular do Bairro de Paquite tem muito a ser pesquisado e estudado.

Referências bibliográficas

ALMEIDA, António. Educação Ambiental: a importância da dimensão ética. Lisboa, Livros Horizontes, 2007.

IVALA, Adelino Zacarias atall. Orientações para elaboração de projectos e monografia científica. Nampula, 2007.

LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Maria de Andrade. Fundamentos de Metodologia científica. 5ª Ed. Atlas S.A., S. Paulo, 2003

NEIMAN, Zysman; Era Verde? Ecossistemas brasileiros ameaçados 19ª edição, SP. Ed. Atual 1991.

OLIVEIRA, J.F.Santos. Gestão Ambiental. Lisboa-Porto, Edições técnicas, lda. 2006.

PEIXOTO, José Pinto. Influência do Homem no clima e no ambiente. Lisboa, Gráfica Europam, 1987.

RODRIGUES, Sergio de Almeida; Destruição e equilíbrio o homem e o meio ambiente no espaço e no tempo 11ª edição, SP. Ed. Atual 1989.

SCARLATO, Francisco Capuano, ET alii; Do nicho ao Lixo ambiente, sociedade e educação 8ª edição. SP. Ed. Atual 1992.

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Nome: Sérgio Alfredo Macore ou Helldriver Rapper

Natural: Cabo Delgado Pemba

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