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Endocrinologia reprodutiva:

Hormônio é um produto celular secretado na circulação periférica e que exerce seus


efeitos em tecidos alvos distantes. Esse processo é denominado secreção endócrina. a
comunicação parácrina, comum dentro do ovário, refere-se a sinalização química entre
células vizinhas. diz-se que a comunicação autócrina quando uma célula libera
substância que influenciam sua própria função. Denomina-se efeito intracrino a
produção de uma substância dentro da célula que afete a própria célula antes de sua
secreção.

A função reprodutiva normal exige regulação temporal e quantitativa precisa do eixo


hipotálamo- hipófise- ovário. Dentro do hipotálamo, núcleos específicos liberam GnRH
impulsos. Esse Deca peptídeo liga-se a receptores superficiais da superpopulação de
gonadotrofos da adeno hipófise. Em resposta, os gonadotrofos secretam
gonadotrofinas glicoproteicos, Isto é, hormônio luteinizante (LH) e hormônio folículo
estimulante FSH, na circulação periférica. Dentro do ovário LH e FSH liga para as células
tecais e da granulosa para estimular a foliculogênese e a produção ovariana é uma
variedade de hormônios esteroides (estrogênios progesterona e androgênios), de
peptídeos gônadas( Activina, inibina e folistatina) e de fatores de crescimento.
Os hormônios podem ser classificados em esteroides e peptídeos. Dois tipos de
receptores; aqueles presentes na superfície celular e aqueles que são primariamente
intracelulares e interagem com hormônios lipofílicos como os esteroides.

LH e FSH são formados por uma subunidade Alfa ligada LHbeta e FSHbeta. Esta unidade
Alfa ligar a unidade Beta do TSH gonadotrofina coriônica humana, também causando
complicações em algumas gestações como hipertireoidismo.

Três fatores polipeptídios- inibina, ativina e folistatina- atuam sobre a biossíntese e a


secreção de FSH. Como sugere o próprio nome a inibina reduz e a ativina estimula a
função dos gonadotrofos.

Esteroidogênese: os hormônios esteroides sexuais são sintetizados nas gônadas, na


supra renais e na placenta. O colesterol é matéria-prima. Os esteroides são
metabolizados principalmente no fígado e, secundariamente, não pise na mucosa
intestinal. Em algumas situações de eles podem se tornar hidrossolúveis excretados na
urina, sendo que a administração de hormônios esteroides farmacológicos contra
indicado em paciente com doença hepática ou renal em Atividade.

Os estrogénios circulantes dos indivíduos do sexo feminino idade reprodutiva são


formados por uma mistura de estradiol com a menos potente estrona.

O estradiol é o principal estrogênio produzido pelos ovários durante os anos férteis.


Sua concentração origina-se síntese pelos folículos da conversão da estrona. Os
androgênios são convertidos em estrogênio a partir da aromatase na pele e no tecido
adiposo.
A maior parte dos esteroides circula com as globulinas de ligação à hormônio sexual
(SHBG), ligadores de tirosina ou ligadores de corticoesteróides, ou até mesmo
albumina. Pneus 1 a 2% circulam Livre.

Os receptores de estrogênio estão localizados no núcleo já os receptores de


progesterona e de androgênios são citoplasmáticos.

Estrogênios e progesterona na prática clínica:

O principal estrogênio sintético é o etinilestradiol que é utilizado nos contraceptivos


orais combinados. Entre os estrogénios naturais o 17B-estradiol é o mais potente,
seguido por estrona estriol.

A maioria dos progestogênios usados nos contraceptivos é derivada da 19-


norptogeterona.

Ciclo menstrual

Define-se ciclo menstrual normal como aquele com 28 +- 7 dias, fluxo durando 4 +-2
dias, e peida média de 20 a 60 ml de sangue. O primeiro dia de sangramento é
considerado o primeiro dia do ciclo menstrual.

Quando observado sob a perspectiva da função ovariana, o ciclo menstrual pode ser
definido em fase folicular pré ovulatório e fase Lútea ondulatória. As fases
correspondentes no endométrio fase proliferativa e fase secretora.
O ovário:

Tem tamanho de 2 a 5 centímetros de largura e 0,5 a 1,5 cm de espessura. Ovário pesa


de 5 a 10kg. É formado por três partes: região cortical externa, que contém o epitélio
germinal e os folículos; região medular, formada por tecido conectivo, células
contrateis tipo hioide e células intersticiais; é um hilo que contém vasos sanguíneos
vasos linfáticos e nervos que entram no ovário.

Tem duas funções inter-relacionadas: geração de oócitos maduros e produção de


hormônios esteroides e peptídeos.

Embriologia: na 12ª semana de gestação um subgrupo de oogônios entre meiose para


se transformar em oócitos primários. Os oócitos primários são circundadas por uma
única camada de células da granulosa achatadas criando um folículo primordial. O
número máximo de oogônios é atingido na vigésima semana de gestação em que tem
6 e 7 milhões de oogânios. Os mandamentos 1,2 milhões estão presentes no momento
do Nascimento, 400000 estarão presentes no início da puberdade e menos de 500
destinados a ovular. Portanto a maioria das células germinativas se perde por atresia.

Divisão meiótica durante a maturação de oócitos:


Os oogônios primários então e meiose na vida intrauterina para se transformarem em
oócitos primário. O oócito primário é inibido na prófase 1. Acredita-se inibição é feita
inibidor de maturação de oócitos (OMI) pelas células granulosa.

A conclusão da primeira divisão meiótica dentro do oocito resulta na produção de um


corpo polar contém material cromossômico e uma quantidade mínima de citoplasma.

Células do estroma: as células do tecido conectivo proporcionam apoio Estrutural para


o ovário. As células intersticiais que circundam folículos em desenvolvimentos se
diferenciam em Células tecais. Com o estímulo das gonadotrofinas elas aumentam e
armazenam lipídios características de células produtoras de esteroides.
Produção de hormônios pelo ovário:

O ovário sintetiza e secreta hormônios como estrogênio androgênio de progesterona


com controle inpart determinado pelo FSH e LH. O produto secretado mais importante
estradiol e a progesterona mas também Secreta estrona androstenediona e 17alfa-
hidroxiprogesterona. 100 plantação não ocorrer esteroidogênese ovariana declina e o
endométrio degenera ocorre menstruação.

A produção de estrogênio Depende de LH e FSH agindo na Teca na granulosa. Em


resposta ao LH Tricae sintetizam androgênios, androstenediona testosterona. Eles são
secretados no líquido extracelular e se difundem pela membrana basal até as células
da granulosa precursores para a produção de estrogênio. As células granulosa Expresso
níveis elevados de atividade aromatase em resposta a estimulação do FSH.

Na puberdade os primeiros sinais é o aumento da secreção de LH associado ao sono.


Ao longo do tempo observa-se aumento da secreção de gonadotrofinas durante o dia.

Níveis aumentados de gonadotrofinas estimulam a produção de estradiol que resulta


no estirão de crescimento, maturação dos órgãos genitais e mamas. Ativação do eixo
hipófise suprarrenal resulta no aumento da produção suprarrenal de androgênios e no
desenvolvimento associado de pelos axilares e pubianos.

Após a menopausa ovário contém apenas alguns polígonos que resulta na diminuição
plasmática de estrogênio de inibina. Como consequência da perda desse feedback
negativo os níveis de LH e FSH aumentam. LH aumentado pode estimular a produção
de esteroides.

Peptídeos gonadais e ciclo menstrual:

Sistema ativina- inibina- folistatina. São produzidos pelo ovário. Os níveis séricos de
inibina variam amplamente ao longo do ciclo menstrual. No início da fase folicular FSH
estimula inibina porém com níveis crescentes de inibina são de FSH diminui na fase
folicular tardia. Durante a fase lútea a regulação da inibina fica sob controle do LH. Os
níveis de inibina chegou ao máximo no meio da fase lútea e ficam baixos. Fase folicular.
O efeito de feedback negativo da inibina regulação da secreção de FSH.

Os níveis séricos de ativina se mantêm estáveis ao longo do ciclo menstrual.

As gonadotrofinas estimulam igf2 pelas células da Teca e por células da granulosa


luteinizadas. A receptores de Jeff nas células da Teca e da granulosa o que corrobora a
possibilidade de ação autócrina.

Desenvolvimento folicular:

Desenvolvimento nas células granulócitos e se tornam cuboides e aumentam em


números para formar uma camada pseudo-estratificado folículo primordial passa a ser
denominado o folículo primário. Comunicações que permitem passagem de nutrientes
e o fatores de regulação. Durante esse estágio o oocito inicia secretário revestimento
acelular conhecido como zona pelúcida que contém a proteína zp3 que é reconhecida
pelo espermatozoide.

O desenvolvimento de um folículo secundário ou pré antral crescimento final do rosto


e o aumento adicional do número de células da granulosa. O estroma se diferencia da
Tech interna e Teca externa que é limitada pelo estroma circundante.

Folículo terciário: o líquido folicular começa a acumular entre as células granulosas


produzindo espaço chamado como antro. O folículo passa a ser chamado de terciário
ou antral. As células que circundam o oócito formam o cumulo oócito, enquanto que as
que circundam o ânus são conhecidas como células murais da granulosa. O líquido
antral contém estrogênio fatores de crescimento.

Até o folículo secundário não precisa de simulação de gonadotrofinas. A maturação


folicular Afinal existe a presença de quantidade adequada de LH e FSH na circulação.

Conceito de janela de seleção: a cada mês um grupo de folículos denominado coorte,


inicia a fase de crescimento semi sincronizado de 3 a 11 folículos no ovário. É
importante enfatizar que o folículo ovulatório é recrutado de um corte cujo
desenvolvimento e iniciou-se dois ou três ciclos antes do ciclo ovulatório sendo que
grande parte dos folículos morrem durante essa janela de seleção. Durante a transição
lúteo folicular um pequeno aumento nos níveis de FSH seleção do único folículo que irá
ovular. Ação os estrogénios aumento identificando os efeitos do FSH.

As células da granulosa também produzem inibina B eu passo do folículo para o plasma


NM especificamente liberação de FSH mas não de LH na adeno-hipófise.

Fases do ciclo menstrual:

Fase folicular: no final do ciclo menstrual, os níveis de estrogênio, progesterona e


inibina são reduzidos com aumento correspondente nos níveis circulantes de FSH.
Aumento de FSH é responsável pelo recrutamento da coorte Como dito anteriormente.
Além disso FSH estimula a granulosa aumentando a expressão da aromatase
presençadestradiol os receptores de LH

No meio da fase folicular, os folículos aumentam a produção de estrogênio inibida


resultando na queda do FSH.

FSH estimula a granulosa aumentando a expressão da aromatase presença de estradiol


e os receptores de LH.

Com expressão de receptor de LH as células da granulosa produzem pequenas


quantidades de progesterona a progesterona é o principal responsável pela geração do
pico de FSH e ela também aumenta o feedback positivo de estrogênio.

Ovulação e pico de hormônio luteinizante:

A ovulação foi comparada a uma resposta inflamatória. Como tal os produtos induzidos
preta Cascata sinalizadora inclui todos produtos genéticos que rompe o folículo me
passa umas modular seus remanescentes para formar o corpo lúteo. No final da fase
folicular Detran de aumento gráfica. Esse rápido aumento assistir feed back positivo
tanto no hipotálamo como na adeno-hipófise para gerar o pico de LH. São necessários
concentrações de estradiol de 200 pg/mL durante 50 horas para iniciar um pico de
gonadotrofinas.

O pico de LH age rapidamente nas células da granulosa e Teca que liga a expressão
gênica para ovulação e luteinização. Além disso o pico de LH dá início a reentrada do
oocito na meiose, expansão do cumulo ooforo, síntese de prostaglandinas e
luteinização das células granulosas. O pico de LH e de 48 horas com relação ao
conselho 36 a 40 horas após seu pico. A abrupta queda se dá pelo aumento Agudo na
secreção de esteroides einibina pelo corpo lúteo.

As prostaglandinas também atinge o ponto máximo de concentração no líquido


folicular durante o pico gonadotrófico. Essas contribui para estimulação e contração
dos músculos lisos do ovário contribuindo portanto para ovulação.

Fase lútea:

Logo após ovulação, as células foliculares remanescentes diferenciam-se em corpo


lúteo, literalmente, corpo Amarelo. Esse processo exige a estimulação de LH
conhecidas como luteinização. Durante a formação do corpo lúteo a membrana basal
que separa as células da granulosa degenera o que permite a vascularização das células
da granulosa previamente avasculares. Esse aumento da perfusão permite o acesso
dessas células lutas a lipoproteína de baixa densidade para o fornecimento de
colesterol precursor dos esteroides.

Esse aumento acentuado no suprimento de sangue pode ter aplicações Clínicas,


considerando a dor provocada por cisto hemorrágico de corpo lúteo apresentação
relativamente frequente os atendimentos de emergência. A fase lútea é considerada
predominante mente progesteronica. Horário da fase folicular predominantemente
estrogênica. Vida transformações ele se torna o tecido mais esteroidogênico no corpo.
Apesar disso, estradiol também é produzido em larga escala na fase lútea.

O corpo lúteo também produz grandes quantidades de inibina A que conhecido com a
redução dos níveis de clã de LH. Quando os níveis de inibina A são reduzidos os níveis
de FSH volta aumentar para dar início a seleção da corte de oocitos.

Se a gravidez não se concretizar o corpo lúteo regride por meio do processo


denominado luteólise. Logo após isso o suprimento de sangue do corpo lúteo diminui.
As células lúdicas sofrem apoptose e se tornam fibróticas e a secreção de progesterona
e estrogênio reduz bastante. Se ocorrer gravidez gonadotrofina coriônica produzida no
início da gestação muito da atresia substituindo o LH.

Endométrio: é formado por duas camadas; a camada basal que se apoia no miométrio
funcional que se opõe ao lume uterino. A camada funcional pode ser dividida em um
segmento superficial e Delgado, o estrato compacto, formado por glândulas e estroma
denso, e outros segmentos subjacente o estrato esponjoso que contém glândulas e
grande quantidade de tecido intersticial frouxo.

Após a menstruação, o endométrio apresenta-se apenas com 1 ou 2 MM de espessura.


Sob a influência do estrogênio células glandulares e estromais da camada funcional
proliferam rapidamente logo após a menstruaçã. Esse período denominado fase
proliferativa e corresponde a fase folicular do ovário. À medida que essa fase progride
as células que revestem os homens passam por processo de pseudo estratificação. No
momento do pico de LH a espessura endometrial é de aproximadamente 12 mm um
momento de maneira significativa a partir de então.

Após a ovulação o endométrio transforma-se o tecido secretor. É definido como fase


secretora e se correlaciona com a fase lútea ovariana do ciclo menstrual. As artérias
espiraladas que alimenta o endométrio aumenta o número e na espiralação. Se não
houver implantação os níveis de progesterona caem devido ao fim do corpo lúteo
endometriais começam a entrar em colapso. As artérias espiraladas sofrem com tração
produzindo isquemia local lisossomos liberam enzimas proteolíticas que aceleram o
processo de destruição tecidual. As prostaglandinas processo.